5 perguntas que Jesus fez | Pr. Iran Negrão
E se Jesus fizesse algumas perguntas para você hoje?
Ao longo dos Evangelhos, Jesus fez muitas perguntas. Ele não perguntava porque precisava de respostas, mas porque queria levar as pessoas a pensar, refletir e olhar para dentro do próprio coração.
Nesta mensagem, o Pr. Iran Negrão nos conduz por cinco perguntas de Jesus que continuam profundamente atuais:
📖 1. “O que está escrito na Lei?” — Lucas 10:26
Uma pergunta sobre conhecimento, Palavra e transformação.
🌱 2. “Com que se parece o Reino de Deus?” — Lucas 13:18
Uma reflexão sobre o grão de mostarda, os pequenos começos, o tempo e a perseverança.
🌊 3. “Por que duvidaste?” — Mateus 14:31
Uma pergunta que confronta nossa fé quando as circunstâncias parecem maiores do que aquilo que Deus falou.
⚠️ 4. “Não vos escolhi eu os doze?” — João 6:70
Uma reflexão profunda sobre Judas, compromisso, integridade e a diferença entre estar perto de Jesus e permitir que Jesus transforme nossa vida.
❤️ 5. “Você me ama?” — João 21:15-17
A pergunta que toca o centro de tudo. Antes de confiar uma missão, Jesus olha para o coração. Nosso serviço, nossa liderança e nossa caminhada precisam nascer do amor por Cristo.
No final, fica uma pergunta para todos nós:
O que está no centro do seu coração?
O que realmente motiva aquilo que você faz para Deus?
Que esta mensagem não seja apenas algo que você assista, mas uma oportunidade de permitir que as perguntas de Jesus alcancem profundamente o seu coração.
🙏 Ouça até o final, reflita e compartilhe esta mensagem com alguém que precisa ouvi-la.
Iran Negrão
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- Importancia do Antigo Testamento· ReligiaoPalavra de Deus e transformação·Jesus citando Deuteronômio·Salmista Davi
- Fé e Dúvida em Crise· ReligiaoPedro andando sobre as águas·Olhar para as circunstâncias·Comparação e inferioridade·Charles Spurgeon
Boa noite, meus irmãos! Paz seja convosco. Amém. Que bom nós estarmos aqui nesta noite, né? Deus tem uma palavra ao nosso coração. Eu peço que você pegue a sua Bíblia para nós lermos, que está em Lucas, no capítulo 10. Nós vamos começar por esse texto. Quando nós lemos os Evangelhos, que falam a respeito do ministério de Jesus, Jesus, ele pregou, ele ensinou, e dentro do seu ensino e da sua pregação, ele falou muitas coisas acerca do Reino, coisas maravilhosas a respeito da nossa salvação, da nossa alma.
Como Jesus também, dentro da sua proclamação do Evangelho do Reino, ele também fez muitas perguntas. E eu quero ver com você hoje para nós refletir sobre essas perguntas, 5 das muitas perguntas que Jesus fez. Por exemplo, só no Evangelho de Mateus, ou no capítulo 12 de Mateus, que é o capítulo que mais Jesus fez perguntas, no Evangelho de Mateus. No capítulo 8, por exemplo, de Lucas, é onde Jesus fez mais perguntas. E eu quero refletir com você dentro destas 5 perguntas que Jesus fez no seu ministério.
E a primeira está aqui em Lucas, capítulo 10, versículo 26, que nós lemos aqui. Ele diz no verso 25: Eis que se levantou um certo doutor da lei, tentando-o e dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? E Jesus então lhe disse, fazendo uma pergunta: Que está escrito na lei? Como você lê? Como você interpreta? Como você entende? Jesus está perguntando para ele: o que está escrito na lei? Esta é a primeira pergunta que eu quero refletir com você.
Fecha os teus olhos, vamos orar. Pai maravilhoso, graças te damos por estarmos aqui nesta noite. Jesus, muito obrigado, muito obrigado por nos trazer aqui, Senhor. Obrigado, Senhor, por nós termos uma casa de oração, por nós termos uma igreja Obrigado, Jesus, por pertencer. Pertencemos a Ti, pertencemos ao Reino, somos cidadãos do Reino de Deus, por isso estamos aqui nesta noite servindo o Senhor, adorando o Senhor, bendizendo o Teu nome.
E também, Senhor, viemos aqui porque há uma necessidade, Algo que precisamos compreender, algo que precisamos entender, Senhor, algo que precisamos refletir nesta noite, sairmos daqui muito melhores de como entramos. Isto é só o Senhor que pode fazer realizar na nossa vida, Jesus, por meio do Teu poder, por meio da Tua palavra, por meio do Teu Espírito Santo. E nós nos inclinamos, Senhor, diante da tua grandeza e da tua palavra.
Que o teu nome somente, Senhor, seja engrandecido, e que eu seja, Senhor, apenas um instrumento para abençoar a vida dos meus irmãos. É o que eu te peço, é o que nós te pedimos, no nome poderoso de Jesus Cristo. E todos disseram amém. As 5 perguntas de Jesus para nós. A primeira está aqui: Perguntar é uma arte. Fazer pergunta é um dos métodos mais antigos e é empregado e se adapta a todas as idades. Jesus, ele lançou muitas vezes desta Desse método, desta habilidade de fazer perguntas de uma forma eficaz e infalível.
Suas perguntas não eram porque ele desconhecia as coisas ou porque ele precisava saber, não. Suas perguntas, além de serem perguntas simples, claras e objetivas, Era importante no processo de aprendizagem dos seus ouvintes. Então, por isso Jesus fazia perguntas. As perguntas faziam com que os seus ouvintes pensassem e então pudessem se expressar. É interessante, se colocarmos o ponto de interrogação de cabeça para baixo, se parecerá com um anzol.
De fisgar um peixe. As perguntas de Jesus abriam o caminho para ele fisgar a mente e o coração dos seus ouvintes. Das 177 perguntas no Evangelho só de Mateus, 109 foram feitas por Jesus. Das 121 perguntas no Evangelho de Marcos, 68 foram feitas por Jesus. Das 165 perguntas no Evangelho de Lucas, 107 foram feitas por Jesus. E no Evangelho de João, das 167 perguntas, 55 foram feitas por Jesus. Portanto, nessa noite, eu quero que você se veja como um destinatário das perguntas que Jesus fez, permitindo assim que ele fale com você profundamente, que ele realize algo maravilhoso no seu coração.
A primeira pergunta, então, lemos em Lucas 10:26, Jesus perguntando: O que está escrito na lei? Podemos chamar esta pergunta de Jesus de uma pergunta de conhecimento. O homem que faz esta pergunta, aliás, é uma pergunta muito importante: O que eu devo fazer para herdar a vida eterna? O homem que faz esta pergunta a Jesus era um doutor da lei mosaica, um escriba. E então Jesus responde à sua pergunta lhe fazendo outra pergunta: O homem pergunta: O que eu devo fazer para herdar a vida eterna?
E Jesus responde a ele: O que está escrito na Lei? Jesus queria que o homem descobrisse a resposta por si mesmo, por meio da leitura e do seu conhecimento do Antigo Testamento. Jesus não veio tanto para responder, Jesus veio mais para perguntar. Jesus está levando o homem a encontrar respostas para os seus dilemas, para os dilemas da vida, para os seus questionamentos. Aonde? No Antigo Testamento, que é a palavra de Deus. Eu digo isto porque muitos não veem o Antigo Testamento como a palavra de Deus, e sim como um livro ou parte da Bíblia, como algo ultrapassado.
As pessoas dizem: O que algo tão ultrapassado, escrito há tanto tempo, pode me ajudar hoje? E muito. Devemos lembrar que quando Jesus foi tentado no deserto por Satanás, Jesus citou, respondendo a Satanás, o livro de Deuteronômio, capítulo 8, Deuteronômio foi escrito por Moisés há 1400 anos antes. O salmista Davi, no capítulo 119, versículo 11, ele diz: Escondi a tua palavra no meu coração para eu não pecar contra ti. O salmista, quando diz escondi a tua palavra, palavra aqui ele está se referindo aos livros da lei, o Antigo Testamento.
Andrew Bonar, pastor e escritor escocês que viveu no século 19, ele conta uma história, a história de um cristão que foi para o céu. E esse cristão estava passeando pelas ruas de ouro do céu e aproximou-se de um grupo de autores dos livros da Bíblia. E ali estava Isaías, Ezequiel e Obadias. O cristão, muito animado, se apresentou a eles, apertaram as mãos, e o cristão disse a eles, é um privilégio conhecê-los, ouvi muito sobre cada um de vocês.
Disse o cristão, todo animado. Isaías, então, fica surpreso e lhe pergunta: O que você achou do meu livro? Com um olhar embaraçado, o cristão respondeu: Desculpe-me, Isaías, eu nunca consegui ler o seu livro. O Boadias, olhando a situação, amenizou a tensão e disse: Isaías é um livro bem extenso, ele tem 66 capítulos, mas o meu livro tem apenas um capítulo. É claro que você leu, não é, meu jovem? O que você achou dele? De novo, o cristão ficou vermelho e confessou.
Então disse: É aí que está o problema. Um capítulo eu não consegui achá-lo na Bíblia. Agora era a vez de Ezequiel, que logo lhe perguntou: E o meu livro? Ele tem 48 capítulos, impossível não achá-lo. Ao que o cristão respondeu, tentando adquirir algum conhecimento, ele começa a pensar: Ezequiel, Ezequiel... Onde que está escrito? Está no Novo ou no Velho Testamento? Esta ilustração nos faz pensar a pergunta que Jesus faz para o escriba: O que está escrito na Lei?
O que está escrito no Antigo Testamento? Jesus queria que o escriba descobrisse a resposta para a sua própria pergunta, por meio da leitura e descobriu. O versículo 28 de Lucas, capítulo 10, diz: Jesus disse: Respondestes bem. Faça isto e viverás. Em outras palavras, o que você leu, pratique, e então você vai viver muito bem. Jesus disse também em João, capítulo 8, versículo 32: e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
A Bíblia toda, meus irmãos, é a própria palavra de Deus, e ela muda a nossa mente e o nosso coração à medida em que nós vamos meditando nela. A Bíblia, ela não é apenas um livro em que você lê para obter informações, você a lê para ser transformado. Enquanto você está vivo, você está se tornando em uma pessoa parecida com alguém. Sempre estamos seguindo alguém. Aí depende de quem nós estamos seguindo. Então, a pergunta que pode ser feita é: estamos nos tornando parecidos com Jesus?
Estamos sendo transformados ou estamos sendo deformados? Como disse o escritor e teólogo C.S. Lewis, todos nós estamos em uma trajetória para a vida ou para a morte. C.S. Lewis ainda completa dizendo, estamos nos tornando horrorosos e mortais, O Eternos Esplendorosos. Quando chegarmos no céu, ficaremos envergonhados quando encontrar um grupo de profetas como Obadias, ou quem sabe como Naum, ou quem sabe como Miqueias, ou Isaías até mesmo, e Por que iremos negligenciar a leitura dos livros desses homens?
Agora, olha que coisa interessante, meus irmãos, a leitura de Obadias vai de 4 a 5 minutos. Você leva 4 a 5 minutos para ler Obadias, menos que o tempo de um macarrão ou de um arroz. Al dente. Evangelho de Marcos, por exemplo, considerado uma leitura média, os seus 16 capítulos levará cerca de 1 hora e 30 minutos, o tempo de duração de um filme na televisão. Uma leitura, por exemplo, de 20 minutos por dia, que é o livro de Jonas, Gálatas aos Efésios são livros que podemos levar até 20 minutos para ler.
A leitura de um desses livros nos ajudará muito espiritualmente nesta vida e, de alguma forma, também numa boa conversa futura no céu. Avance umas páginas da sua Bíblia, no capítulo 13 ainda de Lucas, capítulo 13, versículo 18. Jesus faz a sua segunda pergunta. Ele diz assim: com que se parece o Reino de Deus? Capítulo 13, no versículo 18. E dizia: a que é semelhante o Reino de Deus e a que compararei? É uma pergunta que Jesus estava fazendo aos seus discípulos, aqueles que o seguiam.
A que eu posso comparar o Reino de Deus? Podemos chamar essa pergunta de Jesus de uma pergunta surpreendente, porque Jesus está falando da expansão, do crescimento do Reino a respeito de um grão de mostarda. Quando você começa a pensar sobre a leitura deste texto, desta parte, você se surpreende. Jesus falando de uma coisa tão inexpressiva, mas ela produz algo muito grande, extraordinário. Um versículo depois, o versículo 19, você pode ler na palavra de Deus: é semelhante ao grão de mostarda que um homem, tomando, lançou na sua horta.
Então, no versículo 19, Jesus explica a que vamos comparar o Reino de Deus. E ele compara o Reino de Deus a um grão de mostarda. A semente de mostarda era a menor das sementes usadas na Palestina. Era difícil enxergar uma semente de mostarda sozinha. Um grão de mostarda, ela pesa cerca de 0,003 gramas. É difícil enxergá-la. Para atingir, para nós termos uma ideia, para atingir 28 gramas, que era a medida de peso, teria que ter milhares dessas sementes.
Era possível segurar milhares dessas sementes na palma da mão. O Reino de Deus é semelhante ao grão de mostarda. No ano de 1849, Woodson Taylor, com 17 anos de idade, ele sentiu um forte chamado de Deus para o campo missionário na China. 5 anos depois, Hudson Taylor desembarcou em Xangai. Os outros missionários o consideraram pobre e inconsequente, João, ninguém. Resumindo a história, menos de 30 anos depois, Hudson Taylor liderava 641 missionários Praticamente a metade de todo o grupo de protestantes na China.
O que é que isso nos ensina, meus irmãos? Começos pequenos e insignificantes podem levar a resultados jamais sonhados. Jesus ilustrou essa verdade contando, então, a parábola sobre a semente de mostarda. E fazendo a pergunta: com que se parece o Reino de Deus? E aí, no versículo 19, ele acrescenta, dizendo: e cresceu essa semente, há vida nessa semente, e fez-se uma árvore, e as aves dos céus aninharam nos seus ramos. O grão de mostarda, quando plantado, inevitavelmente se transformará numa árvore, onde os pássaros farão a sua casa.
Estudiosos da Bíblia acreditam que a menção de Jesus às aves dos céus que se aninham nos galhos da árvore de mostarda seja uma profecia da entrada dos gentios no Reino de Deus, a nossa entrada no Reino de Deus. O que eu quero dizer com esta palavra a vocês, irmãos, nesta noite? Grão de mostarda é algo pequeno. Não desanime, seja perseverante. Não desanime aquilo que você está fazendo para Deus, não desanime na obra de Deus. Quem sabe você se olha e se vê tão indigno perante uma obra tão grande?
Quem sabe você se olha e diz assim: Eu não sou digno, eu não sou merecedor de tantas coisas que Deus tem feito. Ou eu posso olhar para a vida das pessoas e não me sinto digno. Mas Deus não quer que você pense assim, desta forma. Lembre-se, o grão de mostarda, embora ele seja minúsculo, ele está cheio de vida. Quem sabe eu esteja falando, e certamente estou falando aqui para líderes de célula, estou falando aqui para pastores, estou falando aqui para obreiros, Eu estou falando aqui também para os membros desta igreja, estou falando para aquele que testemunha, para aquele que fala de Jesus às pessoas, quem sabe no mercado, na rua, no trabalho, na escola.
De alguma maneira você está sempre lançando ou jogando a semente de mostarda. Mas a coisa interessante, você não vê, parece que você não vê resultado, e você se pergunta: O que é que está acontecendo? A obra de Deus e seu crescimento, eu quero dizer para vocês, meus irmãos, é algo muito interessante. E posso dizer a você que não é num estalar de dedos. A obra de Deus não acontece assim, e até mesmo o crescimento na nossa vida, desenvolvimento cristão, vida cristã, não é da noite para o dia.
É um longo percurso. Por isso a necessidade de entendermos o crescimento. Eu estou dizendo isso porque quando a gente lê um texto como esse, Jesus dizendo que o Reino de Deus é como um grão de mostarda, é difícil entendermos o crescimento da obra de Deus, o que Deus está fazendo na pessoa que você está evangelizando, na família que você está trazendo para a igreja, na célula que você está trabalhando, é difícil porque vivemos num mundo totalmente globalizado.
É um desafio constante, um desafio à nossa cultura instantânea. Tudo era para ontem, tudo é rápido, é o fast food, é o drive-thru, é só clicar o botão e você terá em sua casa em apenas alguns minutos. Este é o mundo que nós estamos vivendo, e aí a gente não entende muitas vezes o crescimento, o tempo que levam as coisas de Deus. E Deus não trabalha assim, meus irmãos. Deus continua a trabalhar independente se estamos na correria ou não.
Deus permanece o mesmo. Este é o jeito de Deus. Precisamos nos conformar com isso e entender, deixar que Deus aja em nossa vida o tempo que Ele achar que deve. Precisamos entender que a formação da alma, ela não funciona na mesma velocidade do controle, ela não funciona na mesma velocidade digital. Não existe, o que eu quero dizer é que não existem atalhos para a alma. Mas por meio de uma longa obediência na mesma direção. O Reino de Deus, ou o reino, a semente de mostarda, ela requer duas coisas: tempo e perseverança.
Tempo e perseverança. Como diz um ditado, um faixa preta é apenas um faixa branca que nunca desiste. Ou ainda, um santo é apenas um aprendiz comum que permaneceu em Jesus. Você olha para uma pessoa e diz assim, ela está indo bem? Essa pessoa está ascendendo? Ela está tendo crescimento? Ela está sendo transformada? Ela está tendo um desenvolvimento espiritual? Você pode ter certeza que é através dessas duas coisas, tempo e perseverança.
Em Lucas capítulo 12, verso 32, Jesus chama os 12. Olha que coisa interessante, Jesus chama 12 para estar com ele, para andar com ele, para dormir com ele, para entrar no rio com ele, para caminhar com ele, para sentar à mesa, comer com ele. E Jesus então chama esses 12 de pequeno rebanho. Algum tempo depois, 3 anos depois, Jesus dá uma ordem a esses 12. Ele diz assim: Ide por todo o mundo e pregue o evangelho a todas as nações, façam discípulos, batize-os em meu nome, e eu estarei com vocês para sempre.
E você percebe? Jesus chama 12 e ele comissiona esses 12, a fazer discípulos em todas as nações. Olha que coisa interessante, esses 12, capítulo de Atos 4, versículo 13, eram homens comuns e iletrados, não era nenhum doutor da lei, mas havia uma diferença total na vida deles, eles estavam com Jesus, eles estiveram com Jesus. Isso que faz a diferença. Atos capítulo 2, verso 41, na primeira pregação do apóstolo Pedro, quase 3.000 almas se convertem a Jesus. 12, 3.000.
Capítulo 4, versículo 4, diz que a palavra de Deus crescia e também crescia o número dos discípulos. Talvez já estivesse chegando a 5.000. Se você for observar no livro de Atos, que narra o início da igreja, crescimento da igreja, provavelmente até a metade do livro de Atos você vai ver em torno de 50.000 pessoas aproximadamente, para ir acima, fazendo parte da igreja. Começou com 12. Percebe o que é o Reino de Deus? Como semente de mostarda.
Portanto, meus irmãos, não vamos nos desesperar, não vamos perder a coragem. O que é necessário, pastor? Seja paciente com a obra de Deus e com aqueles que hesitam em se converter. Quem sabe você esteja falando de Jesus a uma pessoa já há algum tempo, tentando trazer uma família aos pés de Cristo, quem sabe um amigo no seu trabalho, eu não sei, mas você chega a pensar assim: Mas por que está tão difícil? Por que está tão demorado em algo acontecer?
Eu pergunto a você: Deus não esperou por tantos anos você se tornar um cristão? Quanto tempo levou a sua conversão? Tenha paciência. Entenda que o grão de mostarda possui vida, e é Deus que vai fazer a obra na vida desta pessoa, nesta família, na tua célula, no teu grupo de estudo, no teu ministério. O que nós precisamos é fazer a nossa parte. Não se esqueça da semente de mostarda, o trabalho do reino. Sempre tem um começo pequeno.
O profeta já dizia: Não despreze o início das coisas que são pequenas. Talvez são mais difíceis, são mais duras, não têm a facilidade, os meios, os mecanismos que viríamos a ter no futuro. É um tempo que requer muito mais esforço, trabalho, mas não desiste, não desista. É a semente de mostarda, a vida nela, e ela vai crescer e vai produzir uma árvore, e as aves dos céus vão se aninhar. Lembre-se, se tornar alguém, um santo, ou alguém transformado, é continuar andando atrás de Jesus por um longo tempo.
Eu vou repetir essa frase: se tornar alguém, num santo, ou em alguém transformado, é continuar andando atrás de Jesus por longo tempo. Não desista. Terceira pergunta de Jesus está em Mateus, capítulo 14. Volte umas páginas da sua Bíblia, primeiro evangelho, Mateus, capítulo 14, versículo 31. É a terceira pergunta que nós estamos fazendo a nós mesmos, permitindo que Jesus faça essas perguntas a nós mesmos. Capítulo 14, versículo 31: E logo Jesus, estendendo a mão, segurou E disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste?
Antes de Jesus chamar a atenção de Pedro, ao lado do mar Tiberíades, Jesus dá a ele o que comer. Antes de Jesus dizer isto a Pedro, homem de pouca fé, ele segura nas mãos de Pedro, ele salva Pedro. Jesus, ele te salva. Jesus, ele te recolhe. Jesus, ele te tira de um perigo. Mas isso não quer dizer que ele não lhe chame a sua atenção. Ele tem todo o direito, ele pode fazer isto, porque é ele que me salva do perigo. Ele é o meu Deus, o meu Senhor.
Então, Jesus faz esta pergunta: Homem de pouca fé, por que você duvidou? É uma pergunta que reflete de alguém que estava indo bem, mas deu lugar à dúvida. Uma pergunta que abrange fé, e dúvida. Podemos chamar essa pergunta de Jesus de uma pergunta decisiva, porque a resposta que damos, ou à medida que começarmos a pensar a pergunta de Jesus, indica as circunstâncias que estamos vivendo no momento ou a eternidade. Homem de pouca fé, por que duvidastes?
Esta pergunta mexe com as circunstâncias do momento e aonde vamos passar a eternidade. Esta pergunta foi dirigida, então, ao discípulo Pedro. Jesus disse, Pedro, venha, saia do barco. Faça aquilo que Jesus manda você fazer. Venha. E Pedro, então, saiu do barco. E ele começou, a Bíblia não diz quantos metros, quantos passos Pedro deu, mas Pedro pôde sentir que estava sobre as ondas como se estivesse em cima, os seus pés em cima de um vidro.
E ele começa a caminhar em direção de Jesus. Porém, chega um momento em que ele começa a se afundar na água. E o versículo 31: Então Jesus estende a mão para ele e o socorre e lhe diz: Homem de pouca fé, por que duvidastes? Por que a fé abandona? Porém, a fé o abandonou quando começou a olhar para o vento e para as ondas. Quando é que a fé nos abandona? Quando olhamos para as circunstâncias. O grande pregador do passado, Charles Spurgeon, ele dizia: assim como o pó acompanha as rodas da carruagem Assim também a afasta comumente a dúvida, embaraçando a nossa fé.
Por que que a dúvida embaraça a fé? Por que temos dúvidas? Por que duvidamos? Por duas razões. Primeiro, porque damos mais atenção do que se devia às causas secundárias. Estamos olhando mais os problemas, mas as situações parece que elas crescem, elas se avolumam. E a segunda razão é porque estamos olhando tanto para as situações ruins que deixamos de olhar para Jesus, a causa principal. Talvez grandes milagres, grandes mudanças poderiam estar acontecendo se estivéssemos dando atenção mais para Jesus do que para situações de crise.
Tem muito cristão que acredita que certas bênçãos não é para ele. Chegam a dizer que esta bênção é para fulano, para beltrano, para ciclano. Eu não sou assim merecedor. Fazemos comparações. Não, eu acho que é aquela pessoa que precisa, aquela pessoa que merece. Fazemos comparações e, na verdade, sempre haverá alguém melhor na dianteira, mas isso não quer dizer que nós não estamos ou não sejamos abençoados pelo Senhor. Eu e você somos feitos do mesmo material que esta pessoa.
A comparação é algo interessante, ela tem dois extremos. Se você se comparar com alguém mais bem-sucedido, você começará a se sentir inferior. Por outro lado, se você encontrar alguém que seja pior do que você, o que você pode fazer é que você se sinta melhor, e isto te levará ao orgulho. Então, nem o orgulho e nem a inferioridade são reações da plenitude da graça de Deus. O problema da comparação é que sempre acabamos gerando algo negativo na nossa própria vida.
A história conta a respeito de 3 pastores vivendo ao mesmo tempo em Londres: F.B. Meyer, pastor da Igreja de Cristo; G. Campbell Morgan, pastor da Capela de Winston; E Charles Spurgeon, pastor do Metropolitan Tabernáculo. Morgan e Spurgeon frequentemente tinham um público maior que F.B. Meyer. F.B. Meyer, então, preocupado que não houvesse inveja em seu coração, o que é que ele faz? Ele começa a orar pelos seus colegas, Morgan e Spurgeon.
E a história conta que Meyer dizia: Quando eu orava pelo sucesso deles, o resultado era que Deus enchia as suas igrejas de tal maneira que fazia transbordar e enchia a minha igreja, que passou a ser cheia desde então. Essa questão de orar pelos outros quando nos sentimos mal pelo sucesso é algo interessante. Olha o que Jesus escreveu em Mateus, capítulo 5, versículo 44: Jesus manda amar os inimigos e orar por aqueles que nos perseguem.
Jesus deixa aqui um, dá uma deixa de como deve ser a nossa oração por aqueles que nos perseguem. Ele diz para nós orarmos por eles e amar os nossos inimigos. E aí eu fico pensando nesta questão de nós orarmos Como deve ser a minha oração, então, pela pessoa que está sentada ao meu lado toda semana? Irmãos, não venhamos a fazer comparações, mas começar a orar e abençoar aqueles que precisam. Quarta pergunta de Jesus está no Evangelho de João, no capítulo 6, versículo 70.
Avance umas páginas da sua Bíblia, João, capítulo 6, versículo 70. Respondeu-lhes Jesus: Não vos escolhi a vós os 12? É uma pergunta. E na sequência dessa pergunta, ele diz: E um de vós é o diabo. Podemos chamar essa pergunta de Jesus de uma pergunta misteriosa. Quem sabe os discípulos pensaram: Por que Jesus está perguntando isso? 3 anos de convivência com Judas, os discípulos ainda não sabiam quem era o traidor. Judas é um personagem complexo, ele conhece a Deus, mas ele não permitiu que Deus o transformasse.
Olha que coisa interessante! Alguém pode conhecer a Deus, mas não ser transformado por ele. Alguém pode chegar tão perto de Deus, mas ao mesmo tempo viver tão longe. Judas teve o maior dos privilégios e perdeu a maior das oportunidades. Judas traiu o seu nome, o seu discipulado, o seu cargo e o seu Senhor. Por míseras moedas de prata. 30 moedas de prata era o preço de um animal, dependendo da situação do escravo. Judas ouviu palavras inefáveis, viu milagres memoráveis, e é possível que até tenha feito coisas extraordinárias.
Ele fazia parte dos 12, e Jesus mandou os 12, depois os 70, para curar enfermos, expelir demônios, ressuscitar mortos. E eles vieram com grande alegria dizendo: Senhor, Até os demônios nos submetem. E ele disse: Não alegrai-vos por isso, alegrai-vos porque o vosso nome está escrito no Livro da Vida. Quanto tempo leva para acontecer uma metamorfose de um anjo para um diabo? O tempo em que o sentimento errado o leva a tomar a decisão errada.
Dentre os personagens bíblicos, Judas provavelmente é o que mais deixou uma memória trágica e desagradável. O nome Judas era um nome comum entre os judeus, era um nome honroso, mas depois que Judas traiu Jesus, se tornou um dos nomes mais rejeitados da história. Seu nome virou sinônimo de infidelidade, desprezo e falsidade. Judas não caiu por causa da compulsão da profecia de um traidor. Porque isso está no Antigo Testamento, que Jesus seria traído, mas devido à iniquidade do seu próprio coração.
O que aconteceu? Judas, ao invés de se arrepender, teve remorsos, foi, pegou uma corda e foi numa árvore, se enforcou. O que é que podemos aprender ainda com a história de Judas, mesmo não sendo Um bom exemplo? Primeiro, Judas era um dos 12. Judas era um dos 12 no colégio apostólico. Judas fez parte da melhor equipe e do maior líder que já existiu. Ser do grupo não significa necessariamente estar comprometido com o grupo, com o líder e com a causa.
Judas foi treinado pelo maior líder do universo e mesmo assim não conseguiu se tornar alguém significativo na vida. Como disse o poeta e dramaturgo inglês William Shakespeare: Ser ou não ser, eis a questão. Segunda lição: Judas foi chamado para guiar. Judas foi chamado para guiar as pessoas pelo caminho da verdade, porém conduziu aqueles que prenderiam Jesus. O que isso nos ensina? Que atrás de um traidor sempre haverá outros que o acompanharão.
Marcos capítulo 14, verso 43, diz: E logo falava ele ainda, quando chegou Judas, um dos 12, e com ele, vinda da parte dos principais dos sacerdotes, escribas e anciãos, uma turba com espadas e porretes. Uma turba. Atos capítulo 1, verso 16, está escrito ainda acerca de Judas, que foi o guia, que foi o guia daqueles que prenderam Jesus. Quando nós não somos guias para salvação, para levar pessoas a Jesus, para levar pessoas aos pés de Cristo, nos tornamos guias para perdição.
Terceira lição: Judas sofreu o poder da repercussão. Tudo o que fazemos tem o poder de alastrar-se próximos de nós ou no ambiente onde estamos inseridos. Atos capítulo 1, verso 19, Pedro, em seu primeiro grande sermão, disse que a traição de Judas chegou ao conhecimento de todos os habitantes de Jerusalém. Olha que coisa, uma cidade inteira ficou sabendo que Judas havia traído Jesus e que, movido Pelo remorso, enforcou-se. E a quarta lição: Judas é dominado por Satanás.
Está em Lucas 22, versículo 3: Ora, Satanás entrou em Judas, chamado Iscariotes, que era um dos 12. Quando Satanás entra numa pessoa, ele mata. A traição não é somente um ato, Todo traidor está sob influência maligna, porque há uma estratégia de Satanás na vida do traidor para fazer, para realizar o seu plano. Satanás queria destruir o trabalho de Cristo, e sua melhor maneira de frustrar a resistência na origem, infiltrando-se aonde?
No meio dos 12. Existe uma força maligna trabalhando para que a traição ocorra. Judas, quando dispôs o coração para trair Jesus, abriu uma brecha para o diabo entrar na sua vida. É aquilo que Paulo escreve aos Efésios, capítulo 4, versículo 27. Paulo diz: não deis lugar ao diabo. Satanás só precisa de uma brechinha. Quinta e última pergunta: de Jesus que eu estou refletindo com você nesta noite. Está em João 21, versículo 17. Avance umas páginas da sua Bíblia, é o último capítulo do Evangelho de João, o Evangelho que apresenta Jesus como Filho de Deus.
E a pergunta é: de Jesus é feita para Pedro, está no capítulo 21, versículo 15. E depois de terem jantado, Jesus disse a Simão Pedro— Você observou aqui uma coisa? Depois de terem jantado. Depois de ter feito uma refeição, depois de Jesus ter alimentado ele, Então Jesus chama a atenção dele. Podemos chamar essa pergunta de Jesus uma pergunta íntima, é uma pergunta que normalmente os cônjuges fazem um ao outro. Amor, você me ama?
Claro que te amo. Quanto você me ama? Ah, tem um montão, bastante. É uma pergunta íntima, é uma pergunta, parece fácil, mas dentro desse contexto ela é muito complexa. Jesus tinha convivido 3 anos, Jesus estivera com eles algum tempo. É uma pergunta simples, mas complexa, extremamente poderosa, verdadeira. Você me ama? É isso que Jesus quer saber. É uma pergunta Importantíssima. E essa pergunta, ela não só restaurou a vida de Pedro como dos demais discípulos.
Eles estavam juntos, estavam assentados, quem sabe? E Jesus olha para Pedro, ao lado dele estavam seus amigos pescadores, e disse para ele, pergunta para ele: Você me ama? É um momento de felicidade por Jesus estar ressuscitado dentre os mortos, momento de alegria. Eles estavam diante do seu mestre, que havia ressuscitado dentre os mortos, mas era um momento também constrangedor, de tristeza, Porque eles tinham abandonado, traído o seu Senhor.
Agora, é interessante que quando a gente está lendo esse texto, Jesus então faz a pergunta para Pedro, junto com os discípulos. Por que Jesus não chamou Pedro num canto? Ele perguntou, Pedro, só entre nós dois aqui, você me ama? Mas não foi isso que aconteceu. Por quê? O ensinador cristão Warren Wiesbert, ele explica, ele diz assim, ó, Pedro havia negado o seu Senhor publicamente, 3 vezes. Então, era importante que houvesse também restauração pública.
O Warren Wiesbert, ele continua dizendo nesta explicação, ele diz: O pecado deve ser tratado exatamente na medida em que é cometido. Jesus poderia ter perguntado para ele: Você me serve? Você entrega o seu dízimo? Você ora? Você lê a Bíblia? Você fala de mim aos outros? Jesus poderia ter feito qualquer outra pergunta, mas não fez. Ele perguntou para Pedro: Você me ama? Por que é que Jesus não fez outra pergunta e fez esta? Porque se pudermos responder sinceramente com um sim, Jesus, eu te amo, as outras perguntas se resolverão por si mesmas.
Quando dizemos para Jesus, Jesus, eu te amo, as outras coisas nós vamos cumpri-las sem problema algum. Porque as outras coisas são decorrências do nosso amor por Jesus. Agora, olha que coisa interessante, meus amados irmãos. Mais uma vez pensando, por que é que Jesus diz a ele, você me ama? Antes de Jesus colocar algo em suas mãos, ele quer saber o que você sente por ele. Antes de Jesus entregar algo a você para você fazer, para você realizar, ele quer saber se você o ama.
Olha a primeira pergunta que Jesus faz a ele, está no versículo 15: E depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, Amas-me mais do que estes? Por que Jesus estava perguntando, você me ama? Alguns autores acham que Jesus estava se referindo aos outros discípulos, porque anteriormente Pedro tinha afirmado 3 vezes que amava Jesus e que, se fosse preciso, morreria por Jesus. Como é a nossa afirmação de amor por Jesus?
Falamos isto para impressionar as pessoas que estão do nosso lado? Falamos isto diante de Jesus somente? Então Jesus estava conversando com ele, você diz que me ama, Eu quero saber agora, você me ama realmente? Você me ama? E quando Jesus fala essa palavra ama, Jesus estava se referindo ao ágape. Você me ama com amor ágape? E Pedro responde: Eu te amo, amor filial, amor fraterno. E ele pergunta por segunda vez: Simão, filho de Jonas, amas-me?
Na primeira pergunta, Simão disse: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Então Jesus disse a ele: Apascenta os meus cordeiros. Os cordeirinhos precisam ser alimentados. Jesus está dizendo assim: bem, então se você me ama, eu vou entregar cordeiros, vou entregar pessoas para você alimentar. Você entende quem é você? Você pode entender a importância que Deus está colocando na sua vida quando Deus lhe dá algo para você fazer? Primeiro, Jesus menciona cordeiros, alimente, dê comida, cuide deles, são os menorzinhos.
E na segunda pergunta, Jesus disse, e tornou a fazer novamente a pergunta, filho de Jonas, amas-me? E disse-lhe, sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse ele: Apascenta as minhas ovelhas. Animais um pouco maior, mesma natureza, maior. E Jesus disse: Então esses você precisa guiar, orientar, você precisa dirigir eles. Tu me amas? Jesus faz essa pergunta para nós hoje, meus irmãos. Ainda hoje é uma pergunta principal. Ela é a primeira pergunta feita ao teólogo, ao pastor, ao obreiro, ao líder, ao missionário, ao ensinador, ao escritor, ao músico, ao conselheiro, e até mesmo a você, que é um membro da igreja.
Jesus está perguntando para você nesta noite: Você o ama? Que a nossa motivação, que é motivo para ação, possa ser o amor por Jesus. E Jesus, no capítulo 2 de Apocalipse, ele chama a atenção de uma igreja, a igreja de Éfeso, dizendo: Lembra-te de onde caístes, arrepende-te, volta e pratica o primeiro amor. Jesus disse: Abandonastes o teu primeiro amor. É importante nós estarmos fazendo a obra de Deus, mas é importante responder à pergunta de Jesus: Você me ama?
Que a nossa motivação Aquilo que a gente venha fazer seja o amor por Jesus Cristo, meus irmãos. E aí nós vamos estar dizendo que nós amamos Ele acima de qualquer coisa. Me amas mais do que estes? Poderia ser os seus companheiros, poderia ser a pesca, os peixes. Estes poderiam representar os barcos. O que é que está no centro do teu coração? O que é que bate forte no seu coração? E Jesus está fazendo essa pergunta hoje para nós.
Jesus tem tanto carinho pelo seu rebanho, pelos seus cordeiros, pelas suas ovelhas, que ele não confiará a ninguém exceto aqueles que o amam. Amém.