Jesus é o pão que sua alma precisa | Pr. Jorge Brasil
JESUS É O PÃO QUE A SUA ALMA PRECISA | Pr. Jorge Brasil
Você pode tentar preencher a sua vida com muitas coisas, mas existe uma fome que somente Jesus pode saciar.
Nesta poderosa mensagem ministrada pelo Pr. Jorge Brasil, somos conduzidos a uma reflexão profunda sobre as palavras de Jesus em João 6:35:
“Eu sou o pão da vida; quem vem a mim nunca terá fome; e quem crê em mim nunca terá sede.”
Jesus não veio apenas para resolver nossas necessidades momentâneas. Ele veio para ser a nossa fonte, o nosso sustento e a vida da nossa alma.
Ao longo desta pregação, somos lembrados de que muitas vezes buscamos satisfação em outras fontes, esperando que pessoas, conquistas, dinheiro, circunstâncias ou respostas preencham aquilo que somente Cristo pode preencher.
A mensagem também nos leva a compreender que Jesus se importa com as nossas dores, entra nas nossas realidades e continua sendo a luz que brilha na escuridão.
Quando tudo parece perdido, quando os planos se desfazem e a esperança começa a desaparecer, permanece a pergunta:
De onde você está tentando alimentar a sua alma?
A resposta continua sendo Jesus.
Ele é o Pão da Vida.
Ele é a Fonte que sacia.
Ele é a Luz que vence a escuridão.
Ele é aquele que nos reconcilia com o Pai.
E, como Pedro declarou, quando muitos foram embora:
“Senhor, para quem iremos? O senhor tem as palavras da vida eterna.”
Que esta mensagem fortaleça sua fé e conduza você novamente para a verdadeira Fonte.
🙏 Ouça até o final e permita que Deus fale ao seu coração.
📖 Texto-chave: João 6:35
🎙️ Mensagem: Pr. Jorge Brasil
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Jorge Brasil
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Gostaria de convidar você a abrir o livro de João, Evangelho de João, capítulo 1. Diz assim a palavra do Senhor: no princípio, aquele que é a palavra já existia. A palavra estava com Deus e a palavra era Deus. Ele existia no princípio com Deus, e por meio dele Deus criou todas as coisas, e sem ele nada foi criado. Aquele que é a palavra possuía a vida, e a sua vida trouxe luz a todos. A luz brilha na escuridão, e a escuridão nunca conseguiu apagá-la.
Senhor Jesus, mais uma vez na tua presença nós nos dispomos e pedimos: fala conosco nessa noite, que o Senhor se revele mais uma vez a nós, que a tua palavra, que é alimento, nos sustente, nos traga vida em abundância. Que tudo aquilo que fomos orar, fomos colocar diante de ti, no teu altar neste dia, o Senhor, com os ouvidos bem atentos a nós, venha fazer conforme o teu propósito e a sua vontade. Que assim seja, em nome de Jesus.
Amém. Evangelho de João, capítulo 1, fala sobre a existência de Jesus. Às vezes nós pensamos que Jesus surgiu, veio ao mundo há 2026 anos atrás, quando na verdade a sua vida, a sua presença, de fato foi um marco para a humanidade. Tanto que nós ocidentais temos o nosso calendário a partir da sua vinda. 2026 depois de Cristo. Quão importante, quão relevante foi a presença, a vinda deste homem aqui nesse mundo. Mas no Evangelho de João fala algo, que Jesus já existia.
Jesus aqui como Verbo, a Palavra. No princípio, aquele que é a Palavra já existia. E esta palavra estava com Deus, e essa palavra era Deus. Por meio dele, Deus criou todas as coisas, e sem ele nada havia de ser criado. Aquele que é a palavra, Jesus, possuía a vida. Jesus é semelhante em Deus, a Deus em natureza, ainda que submisso no seu ofício. O que a Bíblia diz sobre Deus permanece em Jesus Cristo, o Deus, aquele que se tornou homem.
Esse é Jesus. Jesus já existia antes do seu nascimento em Belém. Desde o princípio, desde a fundação do mundo, ele já estava lá. Mas Deus, por um projeto, um plano perfeito, decidiu vir ao mundo, tornar-se homem, para que o seu propósito se cumprisse na tua e na minha vida. Quando nós olhamos o versículo 10 desse mesmo capítulo, diz assim o Evangelho de João: veio ao mundo que ele criou Mas o mundo não o reconheceu. Veio a seu próprio povo e eles o rejeitaram.
Mas a todos que creram nele e o aceitaram, ele deu o direito de se tornarem filhos de Deus. Jesus veio ao seu povo Havia uma expectativa da vinda do Rei, do Messias. O povo judeu esperava aquele Messias, aquele Deus, a palavra de Deus. E esse versículo fala que ele veio para os seus, mas os seus os rejeitaram. Então todos aqueles que passaram e aceitaram a ele, ele deu o direito de se tornarem filhos de Deus. Um pouquinho mais adiante, no versículo 14, diz assim: assim a palavra se tornou ser humano, carne e osso, e habitou entre nós.
Ele, Jesus, era cheio de graça e verdade, e vimos então a sua glória, a glória do Filho único do Pai. Quando Jesus se tornou homem, ele permaneceu como Deus. Nós vimos a sua glória, a glória do Filho único do Pai. E Filho único significa Filho unigênito, aquele que possui o caráter e a natureza do seu Pai. Enquanto esteve na terra, pois Jesus era Deus. Jesus tornou-se homem para que o homem pudesse se identificar com ele e com a sua mensagem.
Conta uma história que um hindu ouviu a mensagem do evangelho, mas não conseguia entender por que Jesus Jesus se tornou homem. Então, quando deixou a reunião, ele encontrou um formigueiro em perigo de ser incendiado, e preocupado com as formigas, ele tentou resgatá-las, se esforçou para tirar aquele formigueiro do lugar, mas elas fugiram dele com medo. Não importava o esforço que ele fizesse, as formigas dispersavam. De repente, então, o hindu entendeu porque Jesus veio como homem.
Assim como as formigas são as únicas que podem alertar formigas, Jesus tornou-se homem para apresentar a mensagem de Deus a outros homens. Jesus, o Deus, se tornou homem para que fosse conhecido pelos homens. O plano perfeito de Deus era que ele pudesse se revelar a si mesmo, a sua criatura. Quando Deus Pai, aquele que criou o mundo, queria de alguma forma chegar no coração da sua criatura, ele trouxe o Cordeiro de Deus para que ele pudesse então ser revelado.
Em João 1:18 diz assim: ninguém jamais viu a Deus Mas o Filho único, que mantém a comunhão íntima com o Pai, o revelou, cobrindo a sua glória enquanto humano. Pois o propósito de Deus era revelar Jesus. Jesus nasceu como homem. Ele nasceu num ambiente tão simples, ele nasceu num lugar tão simples, ele era filho de carpinteiro, pai e mãe simples. O povo naquela época tinha uma expectativa de receber a um rei, mas aquilo que Jesus carregava, a mensagem que ele queria pregar Era diferente daquilo que era esperado.
Cobriu a sua glória enquanto humano. Deus tirou-se da sua glória de divindade para que estivesse nessa terra comigo e com você. E lá no Evangelho de João, capítulo 6, um pouquinho mais para frente, da sua Bíblia, a partir do versículo 25. Eu gostaria de ler com vocês João 6:25: E encontraram-no do outro lado do mar e lhes perguntaram: Rabi, por que o Senhor está aqui? E Jesus respondeu: Eu lhes digo a verdade, vocês querem estar comigo não porque entenderam os sinais, mas porque eu lhes dei alimento.
Não se preocupem tanto com as coisas que se estragam, como a comida, mas usem as suas energias buscando o alimento que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do Homem pode lhes dar. Pois Deus o Pai colocou em mim o seu selo de aprovação. Nós também queremos realizar as obras de Deus, disseram eles. O que devemos fazer? E Jesus lhes disse: Essa é a única obra que Deus quer que vocês façam: creiam naquele que o enviou. E eles responderam: Se deseja que creamos no Senhor, mostre-nos um sinal.
O que o Senhor pode fazer? Afinal, os nossos antepassados comeram o maná do deserto, e as Escrituras dizem: Moisés lhes deu de comer o pão do céu. E Jesus disse: Eu lhes digo a verdade, não foi Moisés que lhes deu o pão do céu, é meu Pai quem dá o verdadeiro pão dos céus a vocês. O verdadeiro pão de Deus é aquele que desce dos céus e e dá vida ao mundo. Senhor, dê-nos deste pão todos os dias, disseram eles. E Jesus respondeu: Eu sou o pão da vida.
Quem vem a mim nunca mais terá fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede. Um pouquinho antes dessa passagem, Jesus tinha feito alguns milagres. O seu ministério já estava fluindo na terra. E recentemente ele tinha multiplicado 5 pães como esses, talvez, e 2 peixinhos a uma multidão que estava faminta. E ali tinha operado maravilhas a ponto que sobraram, e os discípulos recolheram aquelas sobras e puderam encher os cestos. E nesse versículo seguinte narra exatamente isso.
Ele estava em outro lugar e as pessoas o seguiam porque queriam de alguma forma serem supridas no seu físico. Mas Jesus não queria apenas suprir as necessidades básicas dos seres humanos. E era compreensível que as pessoas tivessem uma expectativa por Jesus, por alguém que pudesse suprir as necessidades dela, porque era um povo judeu, era oprimido. Eles tinham que pagar altos impostos, muitos deveres. Era o povo romano que estava sobre eles, uma outra nação.
Então havia uma expectativa naquele povo que viesse alguém como um líder político e resolvesse os problemas deles. Então a expectativa que era que viesse alguém, um Messias, que pudesse solucionar todos os problemas. E eles questionaram: mas esse eu conheço a linhagem, ele é filho de José. E a mensagem, conforme Jesus confrontava eles, alguns aceitavam, alguns recebiam, se convertiam. Outros fariseus questionavam a verdade sobre Jesus.
Então o povo tinha uma expectativa por alguém que viesse libertá-los daquela opressão, viesse tirá-los daquela escravidão, um rei, um líder com viés diferente daquele que Jesus tinha proposto. Mas Jesus surge falando do Reino dos Céus, um novo reino que estava por vir. A expectativa do povo era recebê-lo como um rei político. Alguém que viesse resolver os problemas. Mas Jesus se coloca como algo muito maior, alguém que queria resolver algo muito além desses problemas.
Porque multiplicar 5 pães e 2 peixinhos era algo muito simples para Jesus, porque operar maravilhas para o Deus criador era algo muito simples. O povo via, eles iam atrás, atrás dos milagres, atrás das maravilhas, mas Jesus queria fazer algo além. Ele queria alimentar a alma sedenta daquela geração, daquele povo. E o povo queria alimento, e a proposta de Deus era uma proposta muito mais profunda do que aquela. Multiplicar pães, curar enfermos era algo muito fácil para Jesus.
No capítulo 5, volte uma página, versículo 3, Jesus encontra um homem e diz assim, 5:3: ficavam ali cegos, mancos e paralíticos, e uma multidão de enfermos esperando o movimento das águas, pois um anjo do Senhor descia de vez em quando e agitava as águas. E o primeiro que entrava no tanque após a água ser agitada era curado de qualquer enfermidade. E um dos homens que estava ali doente havia 38 anos, e quando Jesus o viu, Jesus o notou, ele talvez nem tinha chamado.
Jesus apenas o notou, notou a necessidade daquele homem e soube que estava enfermo, enfermo por tanto tempo. Lhe perguntou: você gostaria de ser curado? Você quer ser curado? Jesus foi respeitoso até nesse momento, falou assim: antes de eu me intrometer e fazer algo de repente que Você não queira? Você quer ser curado? Jesus perguntou àquele homem. E o homem respondeu: Não consigo, Senhor, pois não tenho quem me coloque no tanque quando a água se agita.
Alguém sempre chega antes de mim. E no versículo 8: Jesus então lhe disse: Levante-se, pegue a sua maca e ande. E no mesmo instante o homem ficou curado. Ele não precisou de meses de fisioterapia, ele não precisou de uma nova medicação. Havia 38 anos que aquele enfermo, aquele homem, estava coxo e esperava uma oportunidade, um encontro. Talvez quando ele quisesse entrar naquele tanque de Betesda, outras pessoas vinham E era apenas o primeiro que era curado após a passagem dos anjos e agitarem as águas.
E havia 38 anos que aquele homem, talvez sem esperança, quando se encontrou com Jesus, ele disse: Você quer ser curado? Então levante-se, pegue a sua maca e ande. E aquele homem foi curado. Então, para Jesus, curar um enfermo, ressuscitar um morto, expulsar um demônio era algo muito mais simples, porque era o próprio Criador, o Deus vivo em terra, se manifestando, operando o sobrenatural. Todas essas coisas eram simples para Jesus, porque Deus é um Deus sobrenatural, ele age no sobrenatural.
Faz coisas tremendas nos céus e na terra. E Naum 1:5 diz assim: em sua presença os montes tremem e as colinas derretem, pois a palavra de Deus é poder. A palavra de Deus é poder, e em sua palavra o mundo foi criado. Quando a palavra de Deus se manifestava as coisas aconteciam, e ainda hoje é assim, pois ele é imutável. Mas Jesus se importava com as dores humanas. A proposta de Jesus era diferente. A proposta de Jesus era olhar o enfermo e saciar a sua fome e matar a sua sede.
As pessoas vinham atrás de Jesus por alimento, por respostas, mas ele era o pão que alimentava. Assim como diz no João 6, ele fala: o verdadeiro pão de Deus é aquele que desce dos céus e dá vida ao mundo. E eles falaram: então nós queremos disso todos os dias. E ele disse: eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede. A proposta de Jesus era diferente. As pessoas não estavam acostumadas com isso.
E sabe que o ser humano, ele é bem limitado. Nós somos limitados, nós não entendemos as coisas, porque Deus age num patamar, num sobrenatural, que aquilo que é terreno muitas vezes é incompreensível. Então aquilo que Deus, Jesus, queria fazer era revelar o Pai, trazendo uma nova aliança. Por isso, a partir de Jesus é chamado na palavra de Deus de Nova Aliança, aliança do Criador com a sua criação. Então você pode imaginar como é simples para Deus algumas coisas.
Ele é o dono, ele é o fundador, ele é aquele que moldou a nossa vida, preparou cada uma das coisas. E muitas vezes nós, pela natureza humana e terrena, não entendemos a forma ou como Deus pensa ao nosso respeito, sobre nós e sobre as coisas que estão em nossa volta. Jesus se importa com as dores humanas. Em Isaías Capítulo 53. Esse é um versículo bastante conhecido. Muitas vezes nós lemos ele num dia de ceia ou numa Páscoa. Isaías 53:4 diz assim: Foi desprezado e rejeitado, homem de dores que conhece o sofrimento mais profundo.
Demos as costas para ele e desviamos o olhar. Ele foi desprezado e não nos importamos. Apesar disso, foram as nossas enfermidades que ele tomou sobre si. E foram as nossas doenças que pesaram sobre ele. Pensamos que o seu sofrimento era castigo de Deus, o castigo por sua culpa, mas ele foi ferido por conta da nossa rebeldia e esmagado por causa dos nossos pecados. Sofreu o castigo para que fôssemos restaurados e recebeu açoites para que fôssemos curados.
Todos nós nos desviamos como ovelhas e deixamos os caminhos de Deus para seguir os nossos próprios caminhos. E no entanto, o Senhor fez cair sobre ele os pecados de todos nós, e ele foi oprimido e humilhado, mas não disse uma só palavra. Foi levado como cordeiro para o matadouro, como ovelha muda diante dos tosquiadores, e não abriu a boca. Condenado injustamente, foi levado embora e ninguém se importou dele morrer sem deixar descendentes, de sua vida ser cortada no meio do caminho.
Mas ele foi ferido mortalmente por conta da rebeldia do meu povo. Não havia cometido nenhuma injustiça e jamais havia enganado alguém. Ainda assim foi sepultado como criminoso, colocado no túmulo de um homem rico. Fazia parte do plano do Senhor esmagá-lo e causar-lhe dor. Quando, porém, sua vida for entregue como oferta pelo pecado, ele terá muitos descendentes e terá vida longa. E o plano do Senhor prosperará em suas mãos. E o versículo 11: e quando ele vir que tudo que resultar de sua angústia, quando ele vir tudo o que, tudo que resultar de sua angústia, ele ficará satisfeito.
Esse era o propósito de Deus, esse era o propósito de Jesus: vir ao mundo para fazer Deus conhecido, aquele que, aquele Deus que se assenta com o que sofre, que se importa, que não é alheio às questões humanas, aquele Deus que tem poder para mudar qualquer situação. Ele veio ao mundo para que eu e você pudéssemos ter vida. E após tudo isso, toda a sua angústia, toda a sua dor Ele vai olhar dos céus e vai falar assim: valeu a pena.
Eu comentava hoje de manhã e eu cria— eu creio que quando vocês estavam se dirigindo à sua casa, e talvez a sua história seja muito dura e difícil, mas ao entrar aqui por essa igreja, nessa porta, talvez Deus olhasse dos céus e falasse: valeu a pena. Valeu a pena o meu sacrifício, porque eu tenho conseguido reconciliar alguns com o Pai, porque os meus filhos têm entendido aonde é a casa que tem pão e alimento, e eles estão aqui.
E essa passagem fala exatamente isso: quando ele vir ou ele ver tudo que resultar da sua angústia, ele então ficará satisfeito. Jesus quer ser o nosso alimento diário, a presença diária que nos alimenta, a fonte de vida. Aquele que vem E diz: eu sou o pão da vida sobre o qual está o selo de Deus. Sobre ele existe um selo de garantia, um selo de validade, um selo de verdade. E quem comer desse alimento, desta palavra-vida, tornar esta palavra sua fonte de vida, jamais terá fome e jamais terá sede.
A fome humana é muito mais de um pão que perece, de uma comida física, mas ela é do pão vivo que desceu dos céus, aquele que nos dá vida em abundância. Pois todas as coisas nos são dadas em Cristo Jesus quando nós permanecemos nele. Jesus como alimento em cada coração, Jesus como pão que sacia nossa fome, Jesus como a água que mata a nossa sede. E talvez nós buscamos tantas outras fontes Tentamos saciar a nossa fome em tantos outros lugares, mas ele fala: eu sou o pão da vida.
Aquele que está em mim, aquele que vem a mim, não mais terá fome, não mais terá sede. Jesus é colocado como sumo sacerdote que se ofereceu como sacrifício pelos nossos pecados. O sacerdote era um canal do perdão. A sua função era representar os homens diante de Deus. O serviço do sumo sacerdote de Israel era aparecer diante de Deus para interceder pelo povo. O sacerdote era aquele que oferecia o sacrifício no altar. Então, no Velho Testamento, quando as pessoas precisavam de perdão pelos seus pecados, elas chegavam com um animal, com uma pombinha, com um cordeiro, com um cabritinho, e o sumo sacerdote então fazia expiação, derramava aquele sangue E era como um intercessor entre o homem e Deus.
E Isaías já predizia isso, que havia de vir o Cordeiro cujo ofício era ser o sumo sacerdote. Em Hebreus 7:25 diz assim: portanto, ele é capaz de salvar de uma vez por todas aqueles que se aproximam de Deus por meio dele. Ele vive sempre para interceder em favor deles. É de um sumo sacerdote como ele que necessitamos, pois é santo, irrepreensível e sem nenhuma mancha de pecado, separado dos pecadores e colocado no lugar de mais alta honra no céu.
Ele não precisa oferecer sacrifícios diariamente, ao contrário dos outros sumos sacerdotes que oferecem Primeiro por seus próprios pecados e depois pelos pecados do povo. Ele, porém, fez de uma vez por todas quando ofereceu a si mesmo como sacrifício. Deus queria um novo, um novo tempo aqui, acabar com a necessidade de sacrifícios Restituir aquilo que havia sido perdido. E ele se fez homem para que caminhassem como homem, entendesse o que se passa no coração do homem e pudesse então restaurar aquilo que havia sido perdido.
Em João 1, Versículo 4 fala assim: aquele que é a palavra possuía a vida, e a sua vida trouxe luz a todos. A luz brilha na escuridão, e a escuridão nunca conseguiu apagá-la. Não sei se vocês assistiram aquele filme do Mel Gibson que fala sobre Jesus, a paixão de Cristo. E naquela cena que Jesus é crucificado e ele então morre, parece uma cena muito feia, muito ruim de se ver o diabo celebrando, comemorando uma criatura. Não sei se você Não sei se você tem recordação desse filme, faz tempo que eu não assisto ele, mas eu lembro que era assim.
Ali o diabo celebra, comemora uma vitória, uma vitória que ele não sabia que ia ser temporária, porque nem mesmo a escuridão conseguiu apagá-lo. 3 dias depois, Ele pisa na cabeça da serpente, ressuscita, traz vida. E é esse Jesus que está vivo, esse Jesus que alimenta e sacia a fome e a sede, esse Jesus que muitas vezes parece estar distante de nós ou que viveu há 2026 anos atrás, é esse Jesus que está vivo. Nos reconciliou com o Pai e todos os dias fala: eu sou o pão, se alimente de mim, eu quero saciar a sua fome, a sua alma, eu me preocupo contigo, as tuas preocupações são as minhas preocupações, eu quero andar ao seu lado.
Aonde há escuridão? Aonde há escuridão na sua casa? É no seu casamento? É o seu filho que está drogado? É o seu pai que bebe? É o seu trabalho que não vai bem? Aonde há escuridão, e o diabo muitas vezes quer nos enganar que não há esperança, quando aquele que ressurgiu, veio ao mundo, retrouxe a esperança a nós e está vivo. E eu digo, é muito difícil para o homem entender. O nosso intelecto, ele é muito limitado para entender a soberania, o poder de Deus, o Deus criador, aquele que falava: levanta e anda, aquele que falava: vai, seja curado, aquele que colocava, impunha as mãos sobre demoniado e as pessoas eram libertas.
Aquele que bastava uma mulher com fluxo de sangue tocar nas suas vestes e dali saía poder. É esse Jesus que fala: a luz brilha na escuridão. E a escuridão, ela tentou, ela bem que tentou, mas ela não conseguiu apagá-la. A humanidade de Jesus é surpreendente. O plano perfeito de Deus é surpreendente, porque aquele que criou a água voluntariamente viveu em um corpo que sentia sede para que fosse conhecido por mim e por você. Quando Jesus encontra aquela mulher naquele poço, ele fala: eu tenho sede.
E mais uma vez era muito fácil para ele fazer jorrar um rio, mas o que ele queria naquele momento era quebrar paradigmas. Era chegar a um povo samaritano que tinha uma diferença, um distanciamento do povo judeu. E o plano perfeito era que ele viesse para os seus, mas os seus o rejeitaram. Isso se amplia, isso se amplia até hoje. Eu gosto daquela passagem, eu comentei no No domingo passado, na parte das ofertas, muitas pessoas rejeitaram Jesus, mas alguns decidiram por ele.
E Jesus trazia uma palavra de confronto, trazia uma palavra de ânimo, mas também de confronto. Confrontava os pecados, tentava quebrar alguns paradigmas. E teve uma situação que as pessoas começaram a dar as Dar voltas, dar a volta, ir embora e deixar ele falando sozinho. Então ele olha para os seus discípulos e fala assim: e vocês também querem ir? Ele deixou eles totalmente à vontade. E vocês também querem ir? Podem ir, meio que eu não vou segurá-los.
Então Pedro, aquele que havia caminhado, aquele que havia visto, sentido o cheiro, olhado, experimentado a manifestação do seu amor e poder, ele fala: Senhor, para onde nós iremos? Para onde eu vou? Mas qual que é o caminho? Para onde eu posso ir se só o Senhor tem as palavras de vida eterna? Quem caminha, prova de Jesus. Quem experimenta Jesus, quem come desse pão, não desse pão aqui de trigo que daqui a pouco vai estar mais duro, daqui 3 dias vai estar bolorento, mas quem come do pão vivo de Deus Esse alimenta a sua alma e sacia a sua sede.
E eu te pergunto, qual é a escuridão da sua vida que talvez você não vê saída, não tem visto resposta? E ele se coloca, a luz brilha na escuridão. E a escuridão nunca conseguiu apagá-la. Jesus não veio para ensinar uma doutrina, uma religião, ou mesmo também não veio para ensinar princípios morais, muito embora ele tenha feito, não é verdade? O direito romano A ordem, as leis, elas originam-se de um viés cristão, do trabalho que esses discípulos apóstolos fizeram.
Existem muitos livros por aí de autoajuda, muitos autores famosos, que se você for pegar o que eles passam, o que eles ensinam, é a palavra de Deus muitas vezes, são os ensinamentos de Jesus atraem para si o ganho, o êxito, mas é Jesus aquele que mudou a história. Não veio para doutrina, não veio para religião, não veio para ditar princípios, mas veio para alimentar aquele que tem fome, matar a sede daquele que tem sede. Coloque-se de pé, por favor.
Quem sabe alguma área da sua vida, ou você mesmo, tem andado muito disperso, muito distante, muito aquém daquilo que você mesmo gostaria Talvez os problemas têm sucumbido, você tem tirado a esperança, tirado a vontade, as perspectivas, os planos se desfizeram. Mas eu quero convidar você mais uma vez essa noite: coma desse pão e beba dessa fonte. Jesus. O Deus vivo que se fez carne habitou aqui entre nós para nos reconciliar com o Pai.
Senhor Jesus, nós te bendizemos e te exaltamos. E, ó Pai, pedimos, ó Deus, que a tua presença, a sua graça seja o nosso sustento, venha sobre nós, ó Deus. Todos os momentos, aquilo que nós temos, ó Deus, para entregar para dispor ao Senhor, seja apenas a nossa vida como ela está, mas que em nome de Jesus nós venhamos te encontrar e o Senhor venha ao nosso encontro, sendo o Senhor a palavra, a vida, a presença que nos alimenta todos os dias de forma diária.
Seja o Senhor aquele que supre as necessidades dos teus filhos, aqueles que manifestam verdade e poder sobre nós, aquele que nos dá autoridade para dizer em nome de Jesus, em teu nome eu declaro vida sobre a minha casa, sobre a minha família, sobre os meus filhos, sobre os meus negócios. Eu me aproprio da tua palavra que é viva e declaro sobre a minha casa palavras de bênção. Eu declaro que a escuridão saia fora, caia por terra.
Alimenta-nos, ó Deus, para que estejamos cheios, cheios de ti. Em nome de Jesus, ó Pai, em nome de Jesus, cada família, cada lar, cada homem, cada mãe, cada filho aqui, ó Deus, possas ter alimentado por ti todos os dias, ver o teu agir, a manifestação do teu poder. O Pai, Filho e Espírito Santo. O Deus poderoso, glorioso, esteja sempre conosco e sobre nós, nos dando vida, mostrando o nosso propósito, nos fazendo caminhar na tua direção.
Que assim seja todos os dias das nossas vidas, ó Pai. Que assim seja em todos os momentos, ó Deus, para honra, glória e louvor do seu nome.