A cura do menino epiléptico | Pr. Iran Negrão
Em Mateus 17, encontramos um dos relatos mais impactantes do ministério de Jesus: a cura do menino epiléptico. Nesta mensagem, o Pr. Iran Negrão revela profundas lições sobre batalha espiritual, proteção da família, responsabilidade dos pais e o poder transformador de Cristo.
Descubra como Deus continua agindo tanto nos momentos de glória quanto nos dias de luta, e por que Jesus é a única esperança para restaurar aquilo que parece impossível.
Se você tem enfrentado desafios em sua casa, luta pelos seus filhos ou precisa fortalecer sua fé, esta palavra certamente falará ao seu coração.
Nesta mensagem você aprenderá:
• O que podemos aprender com a cura do menino epiléptico.
• Como proteger espiritualmente a família.
• A importância da intercessão dos pais pelos filhos.
• O papel do discernimento espiritual.
• Por que Jesus continua sendo a resposta para toda necessidade.
📖 Texto base: Mateus 17:1–21
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Iran Negrão
- Caso Clínico Epilepsia JornalistaBatalha espiritual · Epilepsia · Amor de Jesus
- Proteção da família e da féResponsabilidade dos pais · Intercessão dos pais · Discernimento espiritual · Perigo na infância
- Alimentação EspiritualAções de demônios · Enganação do mal · Pecado e brechas
- Diferença entre Monte e ValeMomentos de crise · Necessidades humanas · Glória de Deus
- A relação com Deus e o acesso ao PaiPedido de ajuda · Poder de Jesus · Obras do diabo
- Transfiguração de JesusGlória de Cristo · Demissão Crespo São Paulo · Voz do Pai
Mateus, capítulo 17, vamos ler a partir do verso 1º até o versículo 13. Ele vai ser uma base para nós entrarmos daí no assunto da cura de um lunático, de um moço que estava epiléptico. Diz assim: 6 dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, Tiago e João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte. E transfigurou-se diante deles, e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz. Eis que lhes apareceram Moisés e Elias falando com ele.
E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui! Se queres, façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés e um para Elias. E estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu, e da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em que me comprazo, tenho prazer. Escutai-o. E os discípulos, ouvindo isso, caíram sobre o seu rosto e tiveram grande medo. E aproximando-se Jesus, tocou-lhes e disse: Levantai-vos, E não tenhais medo.
Erguendo eles os olhos, ninguém viram senão a Jesus. E descendo eles do monte, Jesus lhes ordenou, dizendo: A ninguém conteis a visão até que o Filho do Homem seja ressuscitado dos mortos. E os seus discípulos o interrogaram, dizendo: Por que dizem então os escribas que é mistério que Elias venha primeiro E Jesus, respondendo, disse-lhes: Em verdade Elias virá primeiro e restaurará todas as coisas. Mas digo-vos que Elias já veio e não o conheceram, mas fizeram-lhes tudo o que quiseram.
Assim farão eles também padecer o Filho do Homem. Então entenderam os discípulos que lhes falara de João Batista. Versículo 14: E quando chegaram à multidão, quando eles desceram do monte, aproximou-se-lhe um homem, pondo-se de joelhos diante dele, dizendo: Senhor, tem misericórdia de meu filho, que é lunático e sofre muito, pois muitas vezes cai no fogo e muitas vezes na água. E trouxe aos teus discípulos, e não puderam curá-lo.
E Jesus, respondendo, disse: Ó geração incrédula e perversa, até quando estarei eu convosco e até quando vos sofrerei? Trazei-me-o aqui. E repreendeu Jesus o demônio, que saiu dele. E desde aquela hora o menino sarou. Amém. Curva a sua cabeça, vamos falar com Jesus, vamos orar. Deus maravilhoso, obrigado por estarmos aqui. Obrigado, Senhor, por nos trazer nesta noite. Obrigado, Senhor, por tudo que o Senhor tem preparado para nós, aquilo que o Senhor deseja derramar sobre a nossa vida, sobre a nossa família.
O Senhor conhece a cada problema, Senhor, cada situação que possa estar existindo nas famílias. Por isso nós estamos aqui diante de ti pedindo socorro, que o Senhor nos dê uma saída, uma solução. Tu és o Deus de resposta, tu és o Deus que fala conosco. Por isso, Senhor, nós abrimos o nosso coração e estamos abertos para receber a sua palavra. Fala conosco, Senhor. Que eu seja uma bênção, Senhor, um canal, um instrumento para abençoar o teu povo, meus irmãos.
Que o teu nome, Jesus, seja glorificado em tudo. Nós oramos e te agradecemos desde agora e para sempre. E todos disseram amém. Eu queria falar então nesta noite sobre libertação, o O menino epiléptico ou lunático. Há uma estatística que diz que há mais de 65 milhões de pessoas que sofrem com a epilepsia no mundo. O texto que lemos, ele é tão importante que ele está registrado nos primeiros 3 evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas. E João.
O texto que nós lemos fala de duas situações ocorrendo, uma situação ocorrendo no monte e a outra no vale. O ensinador cristão Warren Wiesbert disse que a vida é feita de montes e de vales. A vida tem os seus momentos de exaltação, mas também tem os seus momentos de crise. Há momentos quando devemos estar no monte falando com Deus, orando, mas também há momentos na vida que nós precisamos descer para ministrar no vale, porque no vale estão as necessidades humanas.
No monte, a Transfiguração, no vale, uma possessão. Olha que coisa interessante, num único dia, a glória dos céus e os ataques do inferno. No monte, a glória de Cristo, no vale, um problema. No monte, a comunhão, no vale, o sofrimento. No monte, nós aprendemos a não superestimar o inimigo. No vale, aprendemos que não podemos subestimá-lo. No monte, não se fala do diabo. No vale, ele está vivo e ativo. No monte, Jesus e alguns dos seus discípulos estavam face a face com Deus.
No vale, os demais discípulos estavam diante da carranca do inimigo. Deus havia manifestado a sua glória no monte, agora ele manifestaria o seu poder no vale. No monte, o pai se alegra com o seu amado filho. No vale, um pai está desesperado com o seu filho. Os escritores Mateus, Marcos, Lucas, que registraram esse episódio, nos dizem que dentro da multidão surge um pai aflito, trazendo o seu único filho, e o menino estava perturbado.
O pai, ele não sabia mais o que fazer. Era uma situação de muitos anos, e tudo começa na infância. E agora, quando esse texto é escrito, esse garoto, ele devia estar entre os 12 e 16 anos. O encontro desse pai trazendo o seu filho epilético a Jesus nos deixa, a princípio, pelo menos 5 grandes lições. Primeira, que Deus é Deus tanto no monte como no vale. Apesar da sua glória inefável, não esquece de nós em nossas lutas. Segunda lição, que os espíritos malignos tentarão invadir a vida dos nossos filhos ainda na infância.
Terceira lição, nenhum filho está acabado, perdido, ainda que esteja com a sua vida totalmente arruinada. Quarta lição que podemos aprender rapidamente lendo: Jesus nos ajuda mesmo quando temos dificuldade para crer. O pai disse: Ajuda-me na minha incredulidade. E, por isso, nenhum pai, nenhuma mãe, deve perder as esperanças para lutar pelo seu filho. Quinta lição que aprendemos olhando para esse texto: que Jesus é a única solução para destruir as obras do diabo.
O apóstolo João disse: para isto se manifestou o Filho de Deus, para desfazer as obras do diabo. O diabo faz Jesus desfaz. E eu quero ainda compartilhar com vocês como nós podemos vencer as batalhas espirituais que ocorrem dentro da família. E está dentro de uma palavra que se chama proteger ou proteção. Então, eu quero compartilhar com você algumas atitudes que nós podemos ter para proteger a nossa casa dos problemas espirituais.
Primeira atitude: não basta gerar filhos, temos que cuidar deles. É um grande privilégio ser pai, Mas também é uma grande responsabilidade. Não basta gerar filhos, temos que cuidar deles. Gary Thomas disse: Se criar filhos fosse fácil, esta função não começaria com algo chamado trabalho de parto. Mateus, capítulo 17, versículo 14: Aproximou-se um homem, pondo-se de joelhos diante de Jesus e dizendo: Senhor, Tem misericórdia de meu filho, que é lunático e sofre muito?
Observe que o pai traz o menino, mas é o pai que se põe de joelhos, é o pai que clama e intercede por seu filho. Ainda que o texto narre sobre o jovem lunático, no entanto, o assunto começa com a figura do pai. O texto inicia falando dos momentos de crise, de tristeza e desespero, muitas vezes, de um pai. Não somente o filho sofria, mas também o coração desse pai. A dor do filho era a sua dor. Na família, quando uma pessoa sofre, todos sofrem.
Mateus, versículo 14, do capítulo 17, que nós lemos, O texto diz: Aproximou um homem, pondo-se de joelhos diante de Jesus. Todo pai precisa entender o momento de pedir ajuda. Dizem os especialistas que, quando uma pessoa busca ajuda na pessoa certa, ele já resolveu grande parte de seus problemas. O pai do menino não esperou mais tempo. O menino corria perigo constantemente. O futuro deste menino estava em jogo. O exemplo deste pai mostra que, se os pais não fizerem nada, os filhos crescerão, os demônios ficarão incubados neles e os levarão ao sofrimento, à dor, às drogas, ao homossexualismo, à prostituição, para o alcoolismo, para o mundo da criminalidade.
A segunda atitude que nós podemos aprender nesse texto para proteger a nossa casa dos problemas espirituais está em acompanhar de perto todas as fases de crescimento do filho. De acordo com o ECA, o Estatuto da Criança e do Adolescente, a infância começa com o nascimento, E está dividida em 3 fases. Primeira fase, do nascimento aos 3 anos. A segunda fase, dos 3 anos aos 6 anos. A terceira fase, dos 6 anos aos 12 anos, aproximadamente.
No entanto, uma posse do inimigo sobre uma criança pode começar ainda muito cedo, no útero da mãe. A palavra infância vem também de uma outra palavra grega, brefos, que quer dizer infância desde o período intrauterino. Crianças ainda no ventre da mãe que são rejeitadas. A rejeição é um grande problema na família ou na vida de uma criança. Uma criança que é rejeitada desde o ventre da mãe, queria uma menina, veio um menino, queria um menino, veio uma menina, ou não era tempo, não era circunstância ainda.
Isso quando uma criança, no ventre da sua mãe, não é consagrada a alguma entidade espiritual, e essa entidade espiritual vai comandar a vida dessa criança. Até que ocorra uma libertação. O menino do texto, quando foi levado a Jesus pelo pai, estava, como já mencionamos aqui, aproximadamente com seus 16 anos. Marcos, capítulo 9, versículo 21, Jesus faz uma pergunta ao pai: Quanto tempo há que lhe sucede isto? E o pai responde: Desde a infância.
O texto bíblico mostra que tem coisas que, se não forem tratadas ainda na infância, vão carregar para a vida toda. Enquanto o filho é pequeno, podemos carregá-lo no colo com o seu problema. Mas quando o filho cresce, o problema está crescendo, o incômodo pode ficar ainda pior e cansativo. Digo isto porque, à medida em que os filhos vão crescendo, É muito comum que eles se envolvam em atividades que preferem esconder dos pais. Por isso, é muito importante os pais fazerem uma visita no quarto dos filhos, observar o jogo do momento, qual é o livro que eles estão lendo, qual é a gravura ou o pôster na porta do quarto, qual é a música que eles estão ouvindo, qual é o brinquedo, o herói, o mocinho, ou o ator, ou o cantor, ou cantora, ou o grupo musical que estão seguindo.
Às vezes pode ser um jogo com o tema de ocultismo, ou com temas de lutas sangrentas, um filme de terror, pôsteres ou gravuras com imagens de ocultismo, ou amedrontadoras. Livros com capa, histórias esquisitas, até mesmo um brinquedo de algum personagem que o torna um amigo inseparável. Adentrar não apenas no quarto, mas na alma, na vida dos filhos. Os pais são mais que amiguinhos dos seus filhos. O pai é pai, é um sacerdote, da sua família.
O pai é aquele que educa, aquele que instrui, aquele que orienta. É importante, então, o pai observar quais são os medos, as dúvidas, as angústias, alguma coisa que esteja preocupando o seu filho. Falando sobre isso, você pode me perguntar: Pastor, os demônios podem pegar uma criança assim? Os demônios podem atacar, os demônios podem pegar, sim, pois eles não atacam só as crianças, eles atacam também os adultos. Satanás não espera atacar uma pessoa aos 20 anos de idade, ele pode atacar uma criança ainda na sua infância.
Cantares, capítulo 2, versículo 15, nos lembra que são as raposinhas que fazem mal às vinhas, ou seja, pequenas coisas Coisas insignificantes que vão minando os nossos filhos quando ainda estão em flor, em desenvolvimento. Devemos lembrar também da palavra que está em Apocalipse, no capítulo 12, versículo 4, na parte B deste versículo, se puder colocar na tela para nós, que diz assim: E o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho.
Terceira atitude que nós podemos entender dentro desse texto para proteger a nossa casa dos problemas espirituais: ter discernimento das coisas espirituais. Entender estas coisas, por que elas estão acontecendo. O pastor Chuck Pierce, ele disse que discernimento é ver o invisível. O pastor Francis Franchipane, ele disse, é algo que sabemos ao ver as coisas com os olhos espirituais. O pastor Carlito Paes, ele disse que discernimento é compreender a natureza daquilo que está acontecendo.
O pastor Gary Kinnaman, ele disse: discernimento é identificar o tipo de espírito que é a força motriz por trás de um acontecimento. Ou seja, é algo que não está normal. O que fez com que o pai levasse o filho para Jesus? Foi que ele observou os sintomas, coisas anormais que estavam acontecendo e que faziam esse filho sofrer. Não se cura os sintomas, cura-se a causa. Se tentar curar os sintomas, eles vão continuar e vai continuar a causa.
Cura-se a causa, então os sintomas desaparecem. O pai estava tão certo em sua avaliação que Jesus repreende o espírito maligno O pai sabia de onde vinha este mal. Os escritores Mateus, Marcos e Lucas descrevem os sintomas deste menino. O menino era mudo, surdo, era arremessado às vezes na água, no fogo, até mesmo no chão com muita violência, espumava a boca, rangia os dentes, e ele estava definhando, estava se secando. Além de ser arremessado no fogo, no chão ou na água, ele não podia ouvir e nem podia gritar, o que dificultava ainda mais uma salvação no momento em que ele precisava.
Lucas capítulo 9, versículo 39, o pai do menino disse: Eis que um espírito o toma e, de repente, clama: e o despedaça até espumar, e só o larga depois de o ter quebrado, depois de ter arrebentado. João 10:10, Jesus disse: O diabo, vosso adversário, veio para matar, roubar e destruir. Por isso, pais, estejamos atentos às quais portas possam ser suscetíveis para que a ação maligna aconteça. Quando você perceber algo anormal, faça as seguintes perguntas: desde quando isto está acontecendo com meu filho ou com a minha filha?
Foi depois que começou a frequentar ou a pousar na casa do amiguinho? Os pais do amiguinho do seu filho, da sua filha, são convertidos? São cristãos? Ou foi depois que o meu filho ou a minha filha ficou exposto à televisão? Ou foi depois que assistiu Harry Potter? Ou depois que assistiu Crepúsculo? Ou depois que participou da festa Halloween ou Cosme e Damião, onde comeram doces e guloseimas à vontade? Ou depois que teve acesso à internet ou algum TikTok?
Quarta atitude, pelo Penúltima atitude para proteger a nossa casa dos problemas espirituais. Após ter o discernimento correto dos sintomas, aplicar o remédio certo. E qual é o remédio certo neste caso, pastor? A libertação espiritual. E o que é libertação? É uma batalha que tem o propósito de interromper as ações dos demônios numa pessoa ou numa criança, em qualquer que seja, na criança ou num adulto. O caso deste menino não foi o único que a Bíblia registra, não é o único caso que está mencionado na palavra de Deus.
Jesus gastou um quarto de seu ministério terreno expulsando demônios. Jesus curou, pregou, ensinou e expeliu demônios. Os demônios estavam ativos nos tempos de Jesus e continuam ativos ainda hoje. Eles se apresentam aos nossos filhos pequenos como algo cheio de luz, brincalhão, como o Gasparzinho, o fantasma camarada. Eles se apresentam aos nossos filhos adolescentes na trilogia Crepúsculo, com seus atores jovens, Bonitos, corpulentos, que tentam apresentar o lado bom para associar-se ao mal.
Uma família de vampiros que se amam e se respeitam e se protegem. Então, eu pergunto: desde quando o mal é bom? Desde quando o mal ama e respeita as pessoas? Uma pura enganação. Os nossos filhos nasceram ontem, os demônios existem há milhares de anos. O seu filho brinca de bola, os demônios não brincam de ser diabo. O seu filho é de carne e osso, os demônios são espíritos. Seu filho é ingênuo, os demônios são mestres da maldade.
O pai do menino não tinha uma fé pessoal para defender a sua casa dos problemas espirituais. Ele disse: ajuda a minha incredulidade. Nem mesmo ele cria que Jesus poderia curá-lo ou que o filho poderia ser liberto. A libertação dos filhos, ela sempre está ligada à fé dos pais e à posição espiritual dos pais em casa. Provérbios capítulo 14, verso 26 diz: No temor do Senhor, a firme confiança, e ele será um refúgio para os seus filhos.
Como pais precisamos estar dispostos a lidar com o pecado. O temor do Senhor, a firme confiança. O temor será um refúgio, uma proteção para os filhos. E aí, quando nós tememos a Deus, meus amados irmãos, nós sabemos lidar com o pecado, nós precisamos saber lidar. Ainda que o pecado seja algo pessoal ou particular, ele pode afetar uma família. O pecado é que dá direito legal ou brechas aos demônios para agirem. Legalidade ou brechas ou direitos legais são pecados que continuam a se praticar e eles não são confessados e nem deixados, nem abandonados, e continua-se a prática.
Provérbios 28:13 diz: Aquele que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas aquele que confessa e deixa alcançará a misericórdia do Senhor. Efésios capítulo 4, versículo 27, Paulo disse: Não deis lugar ao diabo. É o caso daquele irmão, uma certa vez ele trouxe a sua filhinha chorando há uns 3 dias. E quando ele entra na porta, o Espírito Santo falou para mim, dizendo, o problema não é a criança, o problema é o pai. E aí eu orei pela criança e chamei o pai, pedi que ele entregasse a menina, a filhinha, para uma outra pessoa.
E aí eu conversei com ele, disse, olha, quando você entrava aqui, o Espírito Santo me disse que o problema não é a criança, Não é ela que tenha feito alguma coisa para estar assim, o problema é você. Então ele começou a chorar, a chorar bastante. E aí ele confessa um pecado que cometeu naquela mesma semana. Ele se arrependeu, orei por eles e ele foi para casa. No dia seguinte, Procurei falar com ele e disse, Pastor, está tudo bem.
Ela parou de chorar, está tudo bem. O pastor Carlito Paes chama esse lugar, quando Paulo disse, Não deis lugar ao diabo, esse lugar é de uma situação de um ponto de apoio, é um termo militar que se refere a uma conquista do inimigo, em nosso território. Este lugar do qual Paulo fala engloba o terreno, as coisas que trazemos para dentro da nossa casa, objetos, nossas palavras e procedimentos em cada cômodo da nossa casa. Dizem os especialistas que 80% dos casos de violência contra crianças e adolescentes ocorrem dentro de casa.
A casa, o lar, que deveria ser um lugar de refúgio, de carinho, de afeto, tem sido um lugar de desespero e confusão. O que Deus está falando conosco nesta noite é que consagremos a nossa casa ao Senhor. E quinta e última atitude para protegermos a nossa casa dos problemas espirituais: trazer os nossos filhos a Jesus. Lucas capítulo 9, versículo 41, Jesus pede ao pai: Traze-me cá o teu filho. Não pode haver libertação sem que primeiro a pessoa venha para Jesus.
O pai e o filho, ou os pais e os filhos. Tanto os pais como os filhos precisam ser de Jesus, eles precisam se posicionar diante de Jesus. Uma criança de 0 a 3 anos, a fé é exercida pelos pais. São os pais que ensinam os filhos a cantar, a orar, são os pais que dão exemplos aos filhos. A partir dos 4 anos, essa criança já poderá então decidir por Jesus. Os nossos filhos precisam ser trazidos a Jesus o quanto antes, mesmo que eles estejam em condições não muito boas, mas precisam ser trazidos a Jesus.
Os filhos precisam ser mais filhos de Deus do que os nossos filhos. Não devemos jamais impedi-los de virem e conhecerem. Jesus. Antes de eu concluir esta palavra, eu gostaria de pedir para um diácono que descesse, acho que está tendo aula com as crianças, que chamassem as professoras, os professores que estão lá junto com as crianças, que eu quero orar com seus filhos, quero orar com você também, irmão. Eu concluo essa palavra dizendo a respeito de Charles Haddon Spurgeon, Foi um grande pregador, considerado o príncipe dos pregadores, um pregador inglês.
E Charles Spurgeon, ele conheceu Jesus aos 8 anos de idade. Diz a história que, aos 16 anos de idade, Spurgeon já tinha pregado 600 sermões, e ele já possuía mais de 10 mil livros, em sua biblioteca. Esse pújo ganhou milhares de almas para Jesus. Em torno de 5.000 pessoas todos os domingos iam ao Tabernáculo Metropolitan em Londres para ouvi-lo. Eu quero ler com você o que está em Marcos capítulo 10, versículo 14. Se você puder abrir a sua Bíblia ou acompanhar aqui na tela.
Capítulo 10 de Marcos, versículo 14. Olha as palavras de Jesus a respeito das crianças, a respeito dos nossos filhos. Podemos ler do versículo 13, podemos ler o versículo 13 também: E traziam-lhe crianças para que lhes tocasse, para que Jesus os tocasse, para que Jesus os impusesse as mãos para que Jesus os abençoasse. E os discípulos repreendiam aquelas crianças, os pais, né, que estavam trazendo as crianças para Jesus abençoar.
E Jesus, no versículo 14, ele responde, ele indignou-se e ele diz: Deixai vir a mim os pequeninos, Deixai vir a mim os pequeninos, a mim, e não os impeçais, porque dos tais é o Reino dos Céus. Em verdade vos digo que qualquer que não receber o Reino de Deus como uma criança, de maneira nenhuma entrará no céu. É interessante, uma criança, ela faz amizade rapidamente, ela esquece algumas coisas rapidamente, Elas são obedientes, elas são muito confiantes, elas confiam, elas são puras, elas são termômetros dentro de casa.
Por isso que é importante observar o que elas estão observando, cuidar dos seus medos, dos seus temores, dar a elas afeto, carinho, Para que possa crescer um adolescente, um jovem, uma pessoa saudável na sua alma, no seu espírito. Os maiores problemas de um adulto estão em decorrência da sua infância, coisas que aconteceram na sua infância. Por isso, receba sempre uma criança, abençoe sempre uma criança, E apresente essa criança, este filho, para Jesus, que ele possa ser mais de Jesus do que seu.
Eu quero convidar você para vir aqui à frente, que vocês trouxessem, pode pôr eles aqui na frente, certamente os pais estão aqui, e que você viesse aqui, pais, vem aqui, eu quero fazer uma oração com você junto com seus filhos, né? Ok. Venham aqui, pode vir aqui os pais. Se porventura, todos nós, né, irmãos, mesmo depois de tantos anos, somos também filhos, né? Se você está ainda com a sua mãe, se você é um filho, né, é pai, mas é filho ao mesmo tempo, eu quero fazer uma oração com você.
Eu quero fazer uma oração com você, pai, quero fazer uma oração com você, mãe. Pode vir bem pertinho aqui, isto, bem pertinho. E depois eu vou pedir para os nossos pastores, Apóstola Sônia, Apóstolo Sérgio, Bispo Marcelo, Bispo Rafa, Pastor Negrão, para a gente colocar as mãos sobre os pequeninos e abençoá-los. É o que Jesus fazia, colocava as mãos e os abençoava. Nós vamos abençoar a geração de vocês, a futura geração de vocês, né, para que seja uma geração abençoada, poderosa sobre a face da terra.
Que o Senhor livre as nossas crianças, nossos adolescentes, nossos filhos de toda a maldade, de todo mal, de toda enfermidade, de toda doença, né. Que Jesus possa estar curando. Se alguma criança aqui está enferma, se alguma criança veio aqui hoje, né, doente, doentinha. Deus vai curar você, Deus vai libertar esse filho seu, essa sua filha. Deus vai curar. Amém. Deus é poderoso. Então, pai, abraça aí seu filho, a sua filha. Eu quero fazer uma oração com você primeiro.
Fecha os teus olhos. Ore assim comigo: Jesus maravilhoso, eu ouvi a tua palavra e eu creio, Senhor, que tu tens uma bênção a derramar sobre a minha vida, sobre a minha família. Eu venho a ti, Senhor, em nome de Jesus, e quero te agradecer por minha família. Venho diante de ti, diante do teu altar, reafirmar o meu compromisso com meu filho ou meus filhos, né, se você possui mais de um filho. Reafirmar, Senhor, o meu compromisso de protegê-lo, cobri-los através da autoridade paterna que recebi da parte do Senhor e que é reconhecida e exercida no mundo espiritual.
Senhor meu Deus, Os meus filhos, ao nascerem, houve uma aliança de sangue conosco, e por isso nossos filhos estão debaixo de nossa autoridade, recebendo proteção, cuidado, influência cobertura espiritual de nossa parte. Senhor Jesus, em teu nome eu abençoo. Aí você fala: o meu filho, pode citar o nome dele, os meus filhos, pode citar o nome de cada um dos seus filhos. Aleluia! Glória a Deus! Glória a Deus! Abençoe o teu filho, a tua filha.
Abençoe. Aleluia, Jesus! Aleluia, Jesus! Ore ainda comigo, pai, mãe. Ore assim comigo: Pai Celestial, venho a ti em nome do Senhor Jesus Cristo, em humildade, para declarar que me arrependo dos meus pecados ou ter atraído sobre a minha vida, sobre o meu lar, sobre a minha família, através das minhas atitudes, qualquer tipo de maldição. Fala com Deus sobre isso, Pai. Peça perdão. O sangue de Jesus é poderoso para ser aplicado no teu coração, na tua mente, para ser derramado na sua vida.
Se apropria do perdão de Deus nessa hora, da graça de Jesus. Aleluia! Que você seja um canal de bênção para seu filho, para sua filha. Você é o sacerdote da casa. Você é o líder, você é o esposo, o pai, mais que amigo do seu filho. Você é pai, você é a pessoa que vai estar sempre do lado dele. Você é a mãe, você é a pessoa que vai estar sempre do lado dela. Ore assim ainda comigo: Senhor Jesus, Peço-te perdão por toda ou qualquer maldição, seja por palavra, por sentenças, apelidos ou comparações que saiu da minha boca aos meus filhos.
Em nome de Jesus, em nome de Jesus, Senhor, ore ainda, Senhor, De acordo com a tua palavra, amo as tuas bênçãos e rejeito toda maldição. Senhor, chamo as tuas bênçãos para minha família e rejeito, renego toda espécie de maldição, tanto por atitudes quanto por palavras, até mesmo vindas de outras pessoas. Ore ainda: na autoridade do nome de Jesus, declaro sem valor toda palavra de maldição e proíbo, em nome de Jesus, que Satanás e seus demônios continue usando contra meu filho qualquer tipo de maldição entre a minha família e as maldições proferidas ou lançadas, esteja por cobertura o precioso e poderoso sangue de Jesus Cristo, o meu Senhor.
Amém. Ora mais um pouquinho com seu filho, abraça ele, ela, vai abençoando ele, vai abençoando ela. Aleluia, Jesus! Isto, ore mesmo intensamente, ore intensamente por ele, por ela. Ore intensamente. Abençoe a sua filha, abençoe o seu filho, abençoe a sua casa, abençoe a sua família. Ô, aleluia, Jesus! Aleluia, aleluia! E agora eu quero fazer uma oração com os pequeninos. Se ele não souber fazer essa oração, se ele não tem idade para falar, para ouvir e repetir, você, mãe, vai fazer oração por ele, ou pai, tá bom?
Ok. Mas os filhinhos agora aqui, vocês vão fazer uma oração com o pastor, tá bom? A oração é assim: Digam assim: Pai Celestial, eu venho a ti em nome de Jesus. Jesus, quando eu nasci, houve uma aliança de sangue com os meus pais, portanto Estou debaixo da autoridade deles, recebendo em minha vida todo cuidado, proteção, influência e cobertura, quer seja físico, emocional, espiritual. Eu faço esta oração em nome de Jesus. Amém.
Amém. Ora mais um pouquinho com eles. Quando esse menino seu, essa garotinha sua nasceu, houve uma aliança de sangue. Por isso eles te pertencem, por isso você tem autoridade sobre ela. Sobre ele. Eles têm uma aliança com você, irmãos, e o inimigo quer romper, quebrar esta aliança. Ele quer tomar de você, tirar de você essa riqueza, essa preciosidade que Jesus deu para você. Então coloque este filho, esta filha na presença de Jesus.
Aleluia! Aleluia! Apresente o seu filho, a sua filha para Jesus. Apresente. Agradeça a Deus por ela. Agradeça a Deus por ele. Agradeça. Faça esta oração.