Fuja da tentação - Série: José - Daniel Port
Resumo para estudo em https://www.apostolopedro.com.br
Samuel Sossmeier
- Tentação de Adão e EvaDefinição de tentação · Resistência à esposa de Potifar · Fuga da tentação · Objetivo da tentação · Cercas baixas e formação espiritual
- Estudo Bíblico EfésiosDeus com José · Tentação vs. Provações divinas · A natureza do pecado · A importância da fuga da tentação
- Historia do FrevoSonhos de José · Venda de José · Ascensão no Egito · Injustiça e redenção
- LiteraturaSexo, Poder e Dinheiro (Richard Foster) · As Cartas de um Diabo a seu Aprendiz (C.S. Lewis) · O Senhor dos Anéis (Tolkien)
Nós estamos na segunda semana da nossa série sobre José, e vocês já viram também a nossa chamadinha de vídeo. A história de José está relatada em Gênesis, do capítulo 37 ao capítulo 50. E se é uma história que é nova para você, se você nunca passou por ela, gasta um tempinho nessas semanas de janeiro para ler essa história, porque a história de janeiro, eu falei, meu bom,
Isso não é síndrome do pensamento acelerado, eu acho. Talvez seja só desejo pelas férias. Durante o mês de maio, maio, vocês entenderam errado?
Durante o mês de maio, a história de José vai nos acompanhar. José era um sonhador, o pastor Samuel nos falou um pouco disso já na semana passada. Ele tem um sonho a respeito dos irmãos, se prostrando diante dele, num sinal muito claro de que ele governaria sobre todos os irmãos. Ele não é o mais velho, então tem já um incomodozinho nessa história, quanto mais dizer que os irmãos se submeteriam a ele.
Os irmãos não gostam muito da história, e a trama para vender ele, e no último instante decidem...
que ele vai sobreviver, ser vendido como de fato foi. No Egito ele se torna uma pessoa importante de novo, é injustiçado mais uma vez. Mas a história termina com ele concluindo que Deus transformou aquela situação toda em um bem, inclusive para salvar a ele e a sua família. Nosso assunto específico de hoje à noite é sobre a tentação de José.
E o tema, ou a mensagem dessa noite, tem por título, fuja da tentação. Porque tem tentação que nós conseguimos enfrentar.
e outras nós temos que fugir. A palavra tentação, ela não é ruim de início, ela significa apenas, a partir do grego, de colocar algo à prova, de testar alguma coisa. No nosso contexto, no nosso tempo, tentação virou uma palavra que...
que mostra uma inclinação, um impulso, um desejo de fazer algo que geralmente é proibido. Não era o sentido original da palavra que só falava de um desafio de ser posto à prova.
E isso, na verdade, inclusive, para nós seres humanos é bom. É ser testado, ser desafiado. Nos ajuda a crescer e nos leva à maturidade. Pessoas que não passam por desafios.
Pessoas que não são testadas nas suas valências, naquilo que elas podem fazer, elas não chegam à maturidade. E de repente nós olhamos para algumas pessoas que a gente diz, é um crianção, é imaturo, é o queridinho da mamãe.
Pessoas que talvez nós pais, nossa geração de pais, não deixou eles se desenvolverem. A gente super protegeu eles e eles não foram testados. A palavra tentação significa algo ou alguém que foi posto à prova.
E o resultado disso depende se nós submergimos ou se nós emergimos diante dessa situação. Nosso texto hoje à noite dentro desses capítulos que falam de José, vem do capítulo 39, versículos de 1 a 12. Vai estar na projeção e eu quero ler na NVT.
quando diz assim, 39.1. Quando José foi levado para o Egito pelos negociantes ismailitas, eles o venderam a Potifar, um oficial egípcio. Potifar era capitão da guarda do faraó, rei do Egito. O Senhor estava com José, por isso ele era bem sucedido em tudo o que fazia no serviço da casa do seu Senhor egípcio.
Potifar percebeu que o Senhor estava com José e lhe dava sucesso em tudo o que ele fazia. Satisfeito com isso, nomeou José seu assistente pessoal e o encarregou de toda a sua casa e de todos os seus bens.
A partir do dia que José foi encarregado de toda a casa e de todas as propriedades de Potifar, o Senhor começou a abençoar a casa do egípcio por causa de José. Tudo ocorria bem na casa.
As plantações e os animais prosperavam. Assim, Potifar entregou tudo o que possuía aos cuidados de José e, tendo-o como administrador, não se preocupava com nada, exceto com o que iria comer. José era um rapaz bonito e de bela aparência e logo a esposa de Potifar começou a olhar para ele com desejo.
Venha, deite-se comigo, ordenou ela. José se recusou e disse, Meu Senhor me confiou todos os bens da sua casa. Não precisa se preocupar com nada. Ninguém aqui tem mais autoridade do que eu.
Ele não me negou coisa alguma, exceto a senhora, pois é mulher dele. Como poderia eu cometer tamanha maldade? Estaria pecando contra Deus. A mulher continuava a assediar José diariamente.
Mas ele se recusava a deitar-se com ela. Certo dia, porém, quando José entrou para fazer o seu trabalho, não havia mais ninguém na casa. Ela se aproximou, agarrou-o pelo manto e exigiu.
Venha, deite-se comigo. José se desvencilhou e fugiu da casa, mas o manto ficou na mão da mulher. Até aqui é suficiente, a história logo a seguir fala da prisão injusta dele.
E aí vem os sonhos que o pastor Samuel também nos falou na semana passada. E se você não esteve no culto, não assistiu o vídeo, chegando em casa durante essa semana, assista ainda ao vídeo da primeira mensagem. Eu quero falar dessa história para nós fixarmos ela em quatro atos, como se fosse uma peça de teatro.
O primeiro ato é o início da batalha, a partir dos versículos 6 e 7. A gente lê que José está na casa de Potifar e está prosperando. Tudo o que ele faz funciona e isso abençoa a casa, abençoa o seu Senhor. Deus está com ele. Mas tem o primeiro problema. O texto bíblico dizia que José era atraente e de boa aparência.
De manhã eu fiz uma piada sobre essa parte que eu não vou fazer agora à noite, porque a Graziella está no culto. Se você ficou curioso, assista ao vídeo da manhã. Não, o Diogo já tirou do ar. Não vou fazer de novo, você perdeu. A esposa de Potifar insiste com ele numa proposta, deite-se comigo.
É apenas o início da batalha. A tentação não é só fraqueza. Às vezes é oportunidade, desejo e insistência. Segundo ato dessa peça. A resistência começa antes da fuga.
final do texto que nós lemos, é José fugiu, mas antes disso, versículos 8 e 9, diz que ele argumenta, ele diz, como poderia eu fazer isso? O meu Senhor me confiou todas as coisas, ele não se preocupa com nada,
Mas ele me disse, e o texto não diz isso, mas José dá a entender que essa conversa aconteceu dizendo, toca em tudo, só não toca na minha mulher, ela é minha. E mesmo que essa conversa não tivesse acontecido assim, isso é o óbvio, isso é o normal. Qualquer coisa fora disso é anormal.
Agora pensa comigo no paralelo que a gente estabelece aqui já, com a história da criação. Deus cria todas as coisas, cria Adão e Eva, conversa com eles, diz, sejam meus administradores. Vocês podem tocar em tudo que estiver aqui, só não naquelas duas árvores. Adão e Eva vão, comem do fruto proibido e o resto da história a gente conhece.
Eles não argumentam, eles não lutam, eles cedem. José diz, como poderia eu fazer isso? Meu Senhor não me negou nada, mas você é a mulher dele. Não posso fazer isso, porque isso seria pecado contra o meu Senhor e principalmente contra o Deus a quem eu sirvo e temo.
E ele poderia ter argumentado mais, dizendo, essa casa só está abençoada porque eu sirvo e temo a esse Deus. Terceiro ato. A insistência da tentação. Às vezes nós somos tentados por alguma coisa e a gente passa batido por isso.
essa situação tende a se apresentar diante de nós novamente. Às vezes um pouco ampliada, porque se não deu certo de um jeito, se tenta de outro. Todos os dias, diariamente, ela falava com José. Ele frequentava a casa. E ela insistia. A tentação raramente é um evento único.
É um processo que vai se ampliando na nossa vida. E se nós resistimos, se apresenta de forma maior. As grandes quedas normalmente começam com pequenas concessões invisíveis.
Há insistência. E a gente vai fazendo pequenas concessões. Richard Foster escreve um livro chamado Sexo, Poder e Dinheiro. E a tese central do livro dele é um livro já da década de 70. A tese central dele no livro é que todo ser humano...
cai e desobedece a Deus, numa dessas três grandes áreas, todos nós seres humanos temos fraqueza, numa dessas áreas, e nesse livro que eu não tenho mais, e falei isso de manhã, eu impresso os meus livros, e não anotava para quem, e algum ou alguém, dentre os que estão aqui, não estou, levou o meu livro e não devolveu, e não devolveu,
O do C.S. Lewis, que eu vou citar depois, também levaram. Eu, às vezes, boto a culpa no Rafa, porque a gente compartilha o escritório, só eu e ele temos a chave daquele escritório. Eu acho que, às vezes, ele empresta os meus livros, por isso eu não sei que eles sumiram de lá. Não tenho mais o livro, então não posso emprestar para vocês. Se foi alguém de vocês, por favor, devolva essa semana. Entrega anonimamente para a Josi na secretaria.
Mas os outros eu vou começar a anotar quem levou. O Foster nesse livro vai dizer assim. A culpa não é do mundo exterior. Não é de algo externo. A tentação só ganha força porque ela encontra algo dentro de nós. E nós respondemos a ela. Porque José resiste.
Porque ele sabe primeiro que a mulher tem dono. Não é uma frase boa da gente dizer no nosso tempo. Só José tem dono. A segunda coisa, ele sabe quem é o Deus que está cuidando dele. O coração dele, dentro do coração dele, não tem essa pergunta e essa necessidade. A insistência da tentação.
ela vai se apresentar para nós, chamando, pedindo que a gente faça alguma pequena concessão, que a gente negocie. Quarta coisa, o momento crítico, o quarto ato dessa peça é o momento crítico. Ela insiste, insiste, agora a oportunidade, ela é maior, ela é melhor, não tem ninguém na casa.
E ela não se furta ao desejo e agarra José. Não tem ninguém na casa. A mulher pega ele pelo colarinho. E a única coisa que resta para José, mesmo tendo dito tantas vezes, a respeito dos seus valores, a única coisa que sobra é fugir e ele foge.
A história vai acontecendo de maneira gradativa. José sabe quem ele é e o Samuel falou disso na semana passada. A batalha se trava e tem esse toma lá, dá cá. Ele resiste, ele resiste até que chega o momento em que não há outra coisa para fazer, se não fugir.
Nosso assunto hoje à noite é sobre isso. Fuja da tentação. Segunda coisa para nós hoje à noite. A tentação tem um objetivo. Ela avisa a nossa queda. A tentação não vem de Deus. Deus nos prova em diversas situações, mas não nos tenta. A tentação vem do diabo, vem do mundo e vem dos nossos próprios desejos.
que uma vez que nós encontramos algo que corresponda, a gente cai. A tentação visa a nossa queda, é uma artimanha para nos desviar da vontade de Deus, a corromper a nossa vontade que se torna cativa a Deus, a partir do momento que a gente convida Jesus, é para ser Senhor e Salvador da nossa vida. E as tentações vêm tentando nos desviar disso.
C.S. Lewis, o outro livro que eu citei, que eu também emprestei, e que alguém de vocês pediu emprestado e não devolveu. O Heitor leu esse livro nas férias, o Heitor tinha uma listinha de alguns livros que ele queria ler, e eu comprei o livro de novo, porque você levou o meu livro e não devolveu. Talvez tenha sido o Rafa.
O livro se chama As Cartas de um Diabo a seu Aprendiz. Ele dedica o livro a Tolkien, que é o autor do Senhor dos Anéis, e ele estabelece, C.S. Lewis é um brilhante escritor, e ele estabelece o livro como se fosse um diabo mais experiente, escrevendo para um aprendiz que tem a tarefa de desviar uma pessoa da vontade de Deus. E o enredo do livro é esse.
o mais velho escrevendo para o outro que está em treinamento. E já na primeira carta, o diabo mais velho conta uma história para o novo. Ele diz, certa vez, eu tinha alguém que eu tinha que desviar da fé cristã, e ia tudo muito bem. Ele não se preocupava com essas coisas, mas algumas perguntas começaram a fazer ele pensar naquele outro que a gente não fala o nome. Deus.
E ele diz, levei ele para um museu. E ele olhando aquelas pinturas abstratas, e ele continua pensando em Deus. Qual foi a minha artimanha? Fiz ele lembrar que o horário do almoço se aproximava.
E imediatamente ele pensou no almoço e deu alguns passos em direção à porta. E quando ele chega perto da porta, aquele cheiro de cachorro quente vindo da rua, resolveu o meu problema. A tentação vem para que eu e você nos desviemos da vontade de Deus.
Para que a gente não pense nele. Para que a gente não faça como ele quer. Para que a gente faça conforme a gente quer. Para que a gente, a partir de coisas que nós queremos e às vezes precisamos, tiremos os nossos olhos daquilo que Deus quer. Mas para o final do livro, na carta 12,
Ele vai dizer assim, o assassinato não será melhor que o carteado se este der conta do recado. A estrada para o inferno é gradativa, um leve declive, sem curvas acentuadas, sem sinalizações ou placas. Ou seja...
O diabo não precisa fazer de você um assassino, um ladrão, ou qualquer outra coisa que nós consideramos mais grave. Ele só precisa desviar a sua atenção do que Deus quer. E a estrada para o inferno é suave, não é brusca, não é a subida para São Bento. O asfalto é bom.
E você nem vai perceber que você está sendo desviado daquilo que Deus pensou para a sua vida. Satanás coloca armadilhas e nós caímos. Destaquei essa frase última e poderiam ter sido outras. Porque para mim, jogo de cartas é uma coisa que me pega.
Já falei que eu cresci num bar, meu pai tinha bar, minha família toda joga, joga carta. E meu avô, que já era idoso quando eu era criança, jogava, eu não lembro se era quarta ou quinta, mas era um dia à tarde, ele e os amigos dele, todos da mesma idade, e começa a morrer um, morre outro. E meu avô me treina para jogar com os idosos.
E desde os meus cinco, seis, talvez sete anos, eu jogo, jogava carta com eles. E eles jogavam dinheiro. E meu avô não queria perder dinheiro. Eu aprendi a jogar, eu conto cartas, eu jogo bem. Eu não me orgulho disso hoje.
Mas eu evito. Eu evito jogar porque eu sei que tem potencial aí para me tirar tempo e para me roubar daquilo que Deus quer. Gosto de jogar. Entendo o jogo. Mas não posso. Eu fujo. O pessoal da igreja e aqui na região, o pessoal joga mais dominó. Eu evito jogar dominó.
Até que os irmãos da igreja ficam me tentando e me tentando. Satanás usa irmãos da igreja para tentar a gente. Parte da tentação é plantar dúvida no nosso coração. Assim como foi em Gênesis quando o diabo pergunta, será que se vocês comerem vai acontecer isso mesmo?
Com Jesus na tentação acontece a mesma coisa. O diabo testa Jesus dizendo, mas Deus não disse que ele mandaria anjos para cuidar dos seus filhos. Te joga daí. A tentação é um convite para que a gente peque. É campo de batalha.
Que decide sobre o nosso destino. Terceira coisa. Como nós respondemos a tentação. Reconheça onde a cerca está baixa. Eu passo longe. Teve uma fase que eu já era crente. Já conhecia Jesus. E meu pai continuava tendo bar.
E algumas das melhores conversas que eu tive com o meu pai depois de ser crente aconteceram ainda na mesa de carteado do bar. Era o único lugar em que eu conseguia conversar com o meu pai. E eu deixei isso acontecer com intenção.
Quando eu ia para lá, eu acho que teve até uma vez, eu não perguntei isso para a Graziella, mas teve uma vez que a Graziella estava junto lá, eu fui para o bar, a Graziella não ia junto, obviamente. E voltei com o dinheiro e a gente foi jantar em Gramado. Ganhei dinheiro. E quebrou o vidro do carro lá, foi alguma coisa assim, né, Graziella? Só levanta a mão se foi aí. A gente ganha com uma mão e perde com a outra.
onde é a tua cerca baixa? Lutero certa vez disse que o diabo costuma invadir o quintal no ponto onde a cerca é mais baixa.
Qual é a cerca baixa da tua vida, por onde Satanás entra com facilidade para te tentar? E todos nós temos uma cerca baixa. Não há um único de nós que tenha toda a cerca bem arrumada. Nós temos cercas baixas. Para alguns é a pornografia.
E há um número crescente de crianças, adolescentes, homens e mulheres adultos acessando pornografia. Quando eu era adolescente, entrando na adolescência, para a gente acessar pornografia tinha que ter todo um esquema. A gente tinha que pedir para algum adulto comprar uma revista na banca.
ou se a gente já fosse de maior, ir num lugar longe que ninguém conhecesse a gente, entrar por acidente na área das locadoras de fitas de vídeo, e só os que estão perto da minha idade conhecem isso, entrar na parte que tinha uma cortina separando que só os adultos podiam entrar,
Hoje se acessa pornografia em qualquer aparelho celular. E se você, pai ou mãe, não olha de vez em quando o celular do seu filho, tome cuidado. Mas não é só com crianças e adolescentes, é com homens e mulheres adultos. Mulher não consumia pornografia até poucos anos atrás. Era um problema masculino.
Hoje mulheres consomem pornografia. Podem ser jogos. E de manhã eu falei disso também e disse que tem muitos burros também dentro da igreja. Porque a gente tem histórias de homens e mulheres que pelos jogos eletrônicos estão com dívidas impagáveis. E se uma coisa é o jogo de mesa e esse a gente controla um pouquinho, porque a gente...
A gente tem alguém que não consegue roubar tão fácil. Se você sabe jogar, você controla o jogo minimamente. No jogo eletrônico não é você que controla, é a máquina. E ela não vai perder, porque é um negócio para quem está operando. E aí tem gente que começa jogando e perde a primeira vez. E para o viciado...
A ideia é sempre, na próxima rodada, eu recupero o que eu perdi. Burro. Não recupera. Álcool. Outras drogas. Cercas mais baixas com coisas mais leves. Mentira. Fofoca.
E de repente você está sempre no lugar certo para ouvir alguma coisa da vida dos outros e você tem que contar adiante. Orgulho, dinheiro, poder, aprovação. Qual é a sua cerca baixa? Mas não me venha com essa história de que você não tem.
José resiste porque, nessa área, porque ele sabe quem Deus é na vida dele. Richard Foster, no livro que eu citei antes, vai dizer que a única coisa que nos ajuda a resistir à tentação é formação espiritual. E isso acontece lá no secreto do nosso quarto.
onde nós conversamos com o nosso Senhor, onde nós o ouvimos. Isso acontece na vida comunitária e na Pedro nós temos falado insistentemente sobre isso. Não é o culto que traz formação para nós, formação para nós, lugar que firma os nossos pés na caminhada são os pequenos grupos.
No culto a gente celebra, a gente se reúne como uma grande família e ouve a palavra que também nos forma. Mas é no pequeno grupo que essas coisas são tratadas. Só tem uma coisa que ajuda a gente a levantar essa cerca. É formação espiritual. Como a gente responde a tentação, se a gente descobre qual é a nossa cerca abaixo. Eu termino com...
Reforçando a ideia da fuga. Tem batalhas que nós simplesmente devemos escolher não lutar. Tem coisas que nos fazem cair tão fácil que a gente deveria virar as costas e fugir. E jogo para mim é uma dessas. Se eu parar no bar, eu o viro à noite jogando. Não frequento o bar, para deixar isso bem claro.
Nem o que era do meu pai, porque meu pai faleceu e eu não tenho mais nada para fazer lá. Fuja. Com adolescentes e jovens que vêm falar de pornografia, a gente diz, não fecha mais a porta do quarto. Acessa na sala da tua casa o teu celular, o computador, o vídeo, onde qualquer pessoa facilmente pode passar por trás da tela e ver o que tu está fazendo. Você não vai mais ter coragem de acessar.
Foge, foge. E a Bíblia traz a ideia da fuga em alguns textos. E curiosamente, quando fala do diabo, nos instrui a resistir.
mas quando fala da tentação, diz para a gente fugir, e esses textos não vão estar na projeção, se você não conseguir destacar eles na sua Bíblia agora, ou anotar eles para você, assiste de novo a mensagem no Youtube, para você olhar bem para esses textos,
Mas a Bíblia nos diz para resistir ao diabo, em Tiago 4,7 vai dizer assim, sujeitem-se portanto a Deus, mas resistam ao diabo e ele fugirá de vocês. Segundo a Pedro 5,8 e 9, diz assim, sejam sóbrios, vigilantes, o diabo inimigo de vocês anda ao derredor como um leão rugindo, procurando quem possa devorar, resistam-lhe.
Efésios 6, quando fala da armadura da fé, diz, vistam toda a armadura de Deus para poderem ficar firmes contra as ciladas do diabo. E agora vem os versículos que dizem para a gente fugir. Diante do diabo nós podemos resistir.
Diante da tentação, a Bíblia nos orienta para fugir. 1 Coríntios 6, 18. Fujam da imoralidade sexual. Não é resistam a ela, é fujam. 1 Coríntios 10, 14. Portanto, meus amados, fujam da idolatria. 2 Timóteo 2, 22. Fuja das paixões da mocidade.
Ao diabo nós podemos resistir. As tentações, a gente foge. Arte da guerra. Quando o inimigo é mais forte ou tem poder sobre nós. Nós não entramos na batalha. A gente foge. A gente vive, nós vivemos em um tempo que normaliza o pecado.
O pecado está valendo. A gente romantiza a tentação. A gente faz ficar bonito algumas situações que a gente vive. E a gente trata os limites como opressão.
A gente normaliza o pecado. Tudo é comum. Pecado nem é uma palavra que se usa mais. A gente usa deslize, a gente usa alguns outros para falar do pecado. A gente faz a tentação parecer bonita. E quando a gente coloca limites nos nossos filhos. Quando a gente coloca limites em algumas situações da vida. Os outros acham que a gente está oprimindo.
Os mandamentos no Antigo Testamento vieram para que Deus protegesse o seu povo. Ele cria um cercadinho em torno do povo de Israel. Não normalize o pecado. Não romantize a tentação. E tenha limites. José perde a capa.
É injustiçado, mas não perde o caráter, não perde a bênção de Deus que continua sobre a vida dele, até o final do capítulo 50, quando ele morre. O Evangelho nos chama em uma outra direção, nós não cedemos, nós sabemos quem nós somos,
E em algumas situações nós vamos fugir. Nós precisamos lembrar diário e constantemente quem é Deus para nós. José sabe disso. É o Deus que disse que Ele reinaria sobre os seus irmãos. Que mesmo sendo vendido, está com Ele.
Nós precisamos saber quem nós somos. Samuel falou disso também. Eu sou José. Ele sabe quem é. Nós precisamos saber o que Jesus Cristo fez por nós. Fuja. Fuja da tentação.