Episódios de Momento Espírita - Rádio Meimei - Centro Espírita Caminho de Damasco - Garça, SP

Momento Espírita - Edição 03/05/2026

04 de maio de 202633min
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Momento Espírita - Edição 03/05/2026

• O caminho de lutas e sacrifício percorrido por Kardec

• Falar de Deus, falar com Deus e viver as leis de Deus

• Simbiose espiritual – um caso de obsessão

• Um livro só pode ser atualizado pelo próprio autor

• A autoridade moral pode servir como prova

• O avanço tecnológico ante as leis de Deus

• Trabalho é fator de crescimento espiritual

Participantes neste episódio4
J

Juliana

Host
L

Luiz Eduardo

Host
L

Leandro Carvalho

Co-hostSonoplasta
A

Augusto Tavares

Participante
Assuntos8
  • A vida profissional e a féLei do trabalho no Espiritismo · Visão antiga do trabalho · Valorização do trabalho por Jesus · Amar o trabalho
  • Cristo como cumprimento da LeiHábito de falar em Deus · Crítica à religiosidade superficial · Parábola do Bom Samaritano · Amor de Jesus
  • Mediunidade e EspiritismoMissão de Allan Kardec · Professor Hipólite Rivail · Espírito da Verdade
  • Filosofia e tecnologiaConforto material vs. valores espirituais · Individualismo e materialismo · Inteligência artificial
  • Direito à VidaPena de morte · Aborto · Suicídio · Eutanásia
  • Confusão Mental e Ataque EspiritualDesencarnação do obsidiado · Dependência entre obsessor e obsidiado · André Luiz
  • Etica e MoralConvicção em Jesus · Sublimidade dos ensinamentos de Jesus · Amor de Jesus
  • Espiritismo e JesusPreservação das obras originais · Obras complementares · Allan Kardec · André Luiz
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Ouvinte, muito bom dia. Estamos de volta com mais uma edição de Momento Espírita. Falamos dos estúdios da Web Rádio Meimei na Avenida Doutor Labiano da Costa Machado, em Garça, São Paulo. Neste mesmo horário, você pode acompanhar Momento Espírita pelo seu rádio, sintonizando a Rádio Nova Alternativa FM 98,7 kHz.

Você também pode assistir com imagem os programas Momento Espírita, Perspectiva e Saúde Espiritualidade Você pelo Facebook, Instagram, Youtube e Smart TV. Estamos em 3 de maio de 2026, Estação Outono. Nossos cumprimentos a você e a todos que nos acompanham. Temas que trataremos nesta edição. O caminho de lutas e sacrifício percorrido por Kardec.

Falar de Deus, falar com Deus e viver as leis de Deus. Simbiose espiritual, um caso de obsessão. Um livro só pode ser atualizado pelo próprio autor.

A autoridade moral pode servir como prova. O avanço tecnológico ante as leis de Deus. Trabalho é fator de crescimento espiritual. Você participa de Momento Espírita enviando perguntas ou comentários por WhatsApp para o DDD14 e o telefone 981051535.

Livro que vamos sortear na edição de hoje, entre os ouvintes que nos mandarem um WhatsApp, dizendo que querem ganhar o livro Nada Resiste ao Trabalho. Um estudo sobre as infinitas possibilidades do espírito. Autoria de João Andrade e Roosevelt. Roosevelt Tiago, editora Solidum. Entre em contato pelo 14 981 05 15 35.

Equipe de Momento Espírita. Na sonoplastia e supervisão técnica, Leandro Carvalho e Augusto Tavares. O Cláudio atende os ouvintes e a apresentação é de Luiz Eduardo e Juliana. Momento Espírita. Um tempo de paz.

Numa de suas palestras, certa vez, Divaldo Franco, falando sobre a missão de Chico Xavier, afirmou que a condição espiritual do médium de Uberaba era algo tão rara entre nós, seres humanos e principalmente espíritas, que chegava a inspirar muita gente para fazer o mesmo que ele fez, ganhando respeito e notoriedade.

Nesse sentido, todo mundo, dizia Divaldo, queria ter a mediunidade de Chico Xavier, produzindo obras preciosas que desafiavam os mais renomados autores. Mas ninguém gostaria de passar pela luta, pelas dificuldades e principalmente pelo sofrimento que Chico passou.

Fácil aspirar a uma condição de destaque. Difícil é reunir qualidades, principalmente qualidades morais, que possam levar a tal condição.

Lembramos de Allan Kardec em pleno século XIX, quando o professor Hipólite Rivail tomou conhecimento e se convenceu da realidade da comunicação mediúnica que descortinava o mundo espiritual. É claro que qualquer um se sentiria valorizado em divulgar uma nova verdade para o mundo, mas desde que essa façanha só lhe trouxesse prestígio, fama e muito dinheiro.

No entanto, o ideal do professor Rivail era outro. Ele que aprendera a boa moral com seu mestre Pestalozzi, que criara uma escola em Paris, não somente para os ricos, mas também para os jovens que não podiam pagar, que acreditava na verdade, no amor e na justiça, não se sentiria bem em outro caminho.

A personalidade de Rivail já era bem conhecida no mundo espiritual, principalmente entre os espíritos superiores de nossa esfera, que se incumbiriam de trazer a nova revelação. Por isso mesmo, eles facilitaram seu acesso ao fenômeno espírita, na certeza de que o professor não se contentaria apenas com o fenômeno.

Desse modo, quando o Espírito autodenominado verdade o convidou para a missão difícil, dizendo que ele corria o risco de fracassar, Rivai o questionou se seria por falta de capacidade. Não, respondeu o Espírito, mas a missão dos reformadores é cheia de tropeços e perigos. A tua missão é rude.

Previno-te porque tens de revolver e transformar. Não suponhas que basta publicar um livro, dois, dez, e ficar tranquila em sua casa, que não precisará expor a tua pessoa.

E prosseguiu o Espírito Verdade. Levantarás contra ti ódios terríveis. Inimigos encarniçados conjurarão a tua perda. Serás alvo da maledicência, da calúnia, da traição, até dos que te parecem dedicados. As tuas melhores instruções serão desprezadas e adulteradas.

Mais de uma vez vergarás ao peso da fadiga. Em uma palavra haverá uma luta quase constante e o sacrifício do teu repouso, da tua tranquilidade, da tua saúde e até da tua vida, porque sem isto viverias mais tempo.

Pois bem, prosseguiu, nenhum passo para trás tu deves dar quando em vez de um caminho juncado de flores, encontrares sob teus pés urges agudas pedras e venenosas serpentes. Para...

Para tais missões não basta a inteligência. É preciso principalmente para agradar a Deus humildade, modéstia e desinteresse, porque Ele abate os orgulhosos, os presunçosos e ambiciosos.

E completou, para lutar contra os homens é preciso coragem, perseverança e inabalável firmeza. Igualmente é preciso prudência e habilidade para levar as coisas de modo a não comprometer os acontecimentos por medida ou palavras intempestivas. É preciso finalmente dedicação e disposição para o sacrifício.

Já vês que a tua missão é subordinada a condições que só dependem de ti. Kardec respondeu, Agradeço-vos os sábios conselhos, Espírito da Verdade. Aceito tudo sem restrição nem pensamento reservado. Nos próximos programas estaremos apresentando a resposta completa de Kardec e o cumprimento da predição do Espírito.

Momento Espírita O rádio é do ouvinte

O ouvinte de iniciais JPM escreveu o seguinte. Na semana passada, minha mulher me pegou de surpresa quando eu falei Deus me livre. Ela me perguntou por que costumamos falar tanto em Deus, mas não seguimos a lei de Deus. Aí eu percebi que ela estava com razão.

Falar em Deus é fácil, ouvinte, e se tornou um hábito em nossa vida. Falamos em Deus quando pensamos em Deus e falamos em Deus sem pensar. Durante a vida toda falamos de Deus, principalmente no momento crítico, quando não temos mais a quem apelar. Assim, Deus está permanentemente na boca do povo.

De uma maneira geral, costumamos pronunciar expressões como Se Deus quiser, graças a Deus, se Deus me ajudar, fique com Deus e muitas outras. Muitas vezes, um tanto frustrados porque não conseguimos nossos intentos, falamos em Deus com raiva ou com revolta. Outras vezes, porém, lembrando de Deus, nosso coração se internece.

Portanto, essas manifestações, que podem ser ditas maquinalmente, nem sempre expressam um bom sentimento ou um verdadeiro ato de fé e lealdade ao princípio do amor. Na verdade, o que mais temos feito é pedir a intervenção de Deus em nosso favor. E assim, cada um age como se Deus lhe pertencesse, como se ele estivesse ao seu inteiro dispor, a qualquer hora e em qualquer lugar.

Nessas expressões, portanto, vemos apenas uma reação quase mecânica que temos diante dos acontecimentos. Como é fácil de perceber, apenas falar em Deus, ou mesmo falar com Deus, não resolve. Se resolvesse, as pessoas religiosas seriam as melhores pessoas do mundo, as mais educadas, as mais cordiais, as mais caridosas, mas infelizmente não é o que acontece.

Jesus, no seu tempo, já criticava essa atitude contraditória. Os mais religiosos, ou seja, os que mais falavam em Deus, caso de muitos fariseus, eram justamente aqueles que menos amavam o semelhante e que, segundo Jesus, tinham a religião nos lábios, mas não a tinham no coração.

A parábola do bom samaritano é uma prova indiscutível de que Jesus estava mais preocupado com nossas atitudes e atos diante do próximo do que propriamente com a nossa condição religiosa particular. O homem ferido na estrada, segundo Jesus, não foi socorrido nem pelo sacerdote e nem pelo levita.

Acontece que, de acordo com a crença do povo, eram justamente o sacerdote e o levita que no templo se colocavam mais próximos de Deus. Contudo, Jesus preferiu apontar o samaritano como o homem mais próximo de Deus, sendo que o samaritano era o mais criticado porque nem ao templo ele comparecia.

Portanto, o melhor caminho na vida nem sempre é o daqueles que vivem falando em Deus, mas o daqueles que sabem conviver bem com o seu semelhante. A doutrina de Jesus é exclusivamente moral. Ele se preocupou com a nossa conduta e não com o nosso rótulo religioso, com as nossas adorações ou com a extensão de nossas orações.

Quando se referiu à oferenda diante do altar, ou seja, ao contato com Deus, ele recomendou que antes o devoto deveria reconciliar com seu adversário e só depois viesse fazer a oferta. Em última análise, isso significa que sem o coração isento de ódio, de nada vale qualquer tentativa de se mostrar arrependido ou disposto a mudar de vida, nem mesmo a oração.

E livro que vamos sortear logo mais entre os ouvintes que nos telefonarem até 15 para o meio-dia. Nada Resiste ao Trabalho. É um estudo sobre as infinitas possibilidades do espírito. Autoria de João Andrade e Roosevelt Tiago, editora Sólido. Entre em contato com a gente pelo 14 981 05 15 35. Mais uma questão levantada pelo ouvinte CRA de Vera Cruz.

Diz-se no Espiritismo que existem casos em que a desobsessão provoca a desencarnação do obsidiado. Pergunto, na época de Jesus, será que ele se deparou com casos desse tipo? Se sim, o que Jesus faria nessas situações?

De Jesus para cá, nenhuma doutrina, a não ser o Espiritismo, se ocupou em estudar mais a fundo a obsessão. Foi investigando os mais diversos casos que se verificou que, quando a ligação entre o obsessor e o obsidiado é muito profunda, o afastamento do obsessor pode provocar inclusive o desencarne do obsidiado, por ter criado uma dependência entre eles.

André Luiz, em suas obras, aborda essa questão. Na verdade, segundo o autor espiritual, isso pode ocorrer quando existir, entre o obsessor e o obsidiado, um vínculo muito profundo. Nós sabemos que não é só o amor que une os espíritos, o ódio também. O amor pelo bom sentimento e o ódio pela gana de destruir.

Em alguns casos, essa relação vem do passado e atravessa existências, de tal modo que o vínculo se estabeleceu a ponto de um necessitar do outro. André Luiz dá o nome de simbiose espiritual, que se estabelece de maneira semelhante às parasitas, que interagem com uma planta da qual não consegue se desvincular.

no caso de simbiose vegetal, já que uma planta se alimenta da outra, criando profundo laço de interdependência, não há como separá-las. Em situações semelhantes, a tentativa de libertar o obsessor do obsidiado e vice-versa pode representar um perigo de morte para o obsidiado.

Na verdade, não sabemos se Jesus se deparou com um caso dessa natureza, apresado ouvinte, e tão pouco como agiria. É claro que, sendo um espírito puro, ele devia reunir recursos espirituais que desconhecemos. Próxima questão. Se o Espiritismo é progressivo, diz nosso ouvinte de Veracruz, seria possível atualizar os livros de Allan Kardec?

Esta questão não é nova no meio espírita e já foi algo de discussão, mas não é difícil encará-la com serenidade. Uma das características da doutrina espírita é a capacidade de caminhar ao lado do conhecimento humano. Por isso mesmo, por oferecer tal abertura, ela vai se adequando aos novos tempos, procurando marchar ao lado das novas descobertas e dos novos costumes.

Contudo, isso não se faz por meio de uma pretensa atualização da obra de Kardec ou de qualquer outra obra, até porque, se assim fosse, teríamos que estar atualizando Kardec todo dia. Atualizar originais representa um risco de deformação da doutrina. Logo, as obras originais...

seja no Espiritismo ou em qualquer área do conhecimento, sempre devem ser preservadas, sob pena de se perder seu caminhar evolutivo desde a sua constituição.

A atualização surge paralelamente por meio de obras complementares, inclusive de outros autores através do tempo. As obras de André Luiz, por exemplo, quase um século após Kardec deram um novo impulso ao conhecimento espírita. Próxima questão, também do ouvinte de Veracruz.

O fato de Jesus acreditar em Deus e na sobrevivência da alma seria uma forte evidência da existência de Deus e dos Espíritos? Sim, para aqueles que creem em Jesus. Nada nos convence tanto de uma verdade do que a conduta de uma pessoa que proclame essa verdade. Ora, a conduta de Jesus perante a humanidade é irreparável.

Se há alguém que tenha vivido o que ensinou e dado até a vida por sua causa foi Jesus, de forma que o que ele ensinou só pode ter vindo de uma fonte pura.

Conforme Kardec esclarece, logo na primeira parte da introdução do Evangelho segundo o Espiritismo, em nossas múltiplas correntes religiosas, podemos pôr dúvidas sobre a vida de Jesus, mas não temos como negar a sublimidade de seus ensinamentos. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Para Jesus, a verdade não é apenas uma crença ou uma certeza, mas uma vivência. Daí porque sua verdade calou bem fundo no coração humano. Jesus falava de Deus não como um soberano que se colocava num trono celeste, distante dos homens, mas como um pai presente no dia a dia de cada um de nós, sempre pronto a nos ajudar.

Por outro lado, ele não tinha outro recurso para comprovar a imortalidade, senão ele próprio se manifestar depois da morte, aparecendo várias vezes aos seus seguidores. E atenção, outra questão que extraímos de nossos arquivos é um comentário de uma ouvinte. Vocês não acham que este mundo tem mudado para pior com tantas coisas que estão inventando?

Agora com essa tal de inteligência artificial, piorou. Antes tudo era mais simples e tranquilo, e as coisas caminhavam bem. Hoje parece que o homem quer ser todo poderoso, ofendendo até mesmo a Deus. Já não respeita nem a religião.

Não temos dúvida, ouvinte, que a vida hoje é bem mais agitada do que era há 40 ou 50 anos atrás. Nem dá para comparar. Mas hoje temos bem mais conforto do que antes. Não dá para duvidar disso.

Trocamos a tranquilidade do passado, quando tudo era bem mais simples, pela comodidade da televisão, do computador, do celular, do carro e de todos os dispositivos eletrônicos que facilitam a vida humana. Portanto, precisamos reconhecer que esse progresso material extraordinário tem um custo. Até porque progredimos materialmente, mas espiritualmente ainda deixamos muito a desejar.

Temos mil ferramentas em nossas mãos e não sabemos como usá-las. Daí os problemas que se avolumam. O materialismo quer dizer o nosso apego às coisas materiais, distancia-nos dos valores espirituais. E é por isso que quando a situação fica muito cômoda, muito confortável, ficamos mais individualistas.

Quando a vida está difícil, as pessoas são mais cautelosas e também mais solidárias. Quando a vida está difícil, somos mais amigos e compreensivos uns com os outros, até porque, na necessidade, precisamos aprender a nos unir para nos defender.

O conforto, de certa forma, distancia as pessoas, até mesmo dentro da própria casa. Mas isso é por causa da nossa imperfeição moral. Assim, não é bem o progresso que está causando esses transtornos, mas nós mesmos que não sabemos lidar com a situação.

Se fôssemos menos egoístas e mais solidários, a vida não estaria assim. E por que não mudamos? Sofremos. Sofremos a dificuldade de nos adequar a um novo estilo de vida, sem desprezar os valores espirituais que nos fazem mais amigos e mais irmãos uns dos outros.

Assim, cara ouvinte, não é o progresso em si que nos faz mal. Nós é que não sabemos lidar com ele para o bem de todos. Cresce o individualismo porque não pensamos no bem-estar dos outros, só pensamos no nosso. É sinal de que não estamos preparados para tanto.

Entretanto, mais cedo ou mais tarde, o homem terá de despertar para o melhor caminho. E isso só vai acontecer quando ele começar a colher os frutos amargos de sua conduta equivocada diante da vida. Infelizmente, devido ao nosso baixo estágio evolutivo, quase sempre só aprendemos errando. Precisamos sofrer bastante os efeitos do erro para depois despertar e tentar consertá-lo.

Quanto a Deus, fique tranquila. Ninguém consegue ofendê-lo por mais que faça. Se Deus pudesse ser atingido pelos nossos erros, pela nossa arrogância, ele não seria perfeito e, portanto, não seria Deus.

Entretanto, Deus é a perfeição, inatingível pelos nossos atos. Leia no Evangelho a parábola do filho pródigo. Deus nos contempla com compreensão e benevolência, sabendo que não conseguimos chegar ao ponto ideal, pois ainda somos crianças espirituais. Um dia chegaremos lá.

Livro que vamos sortear logo mais entre os ouvintes que nos telefonaram. Nada resiste ao trabalho. Um estudo sobre as infinitas possibilidades do espírito. Autoria de Joanda Andrade e Roosevelt Tiago, editora Solidum. Ligue, DDD14, o telefone 981051535.

E atenção pais, a evangelização infantil juvenil e as reuniões de mocidade no Lar Meimei acontecem no Lar Meimei todo domingo a partir das 9h45. Às 10h temos um grupo para adultos lerem e discutirem o Livro dos Espíritos. A roda de estudo está aberta a quem se interessar.

O brechó do Larmeimei está aberto ao público toda sexta-feira, a partir das 13 horas. A entrada é pela rua 7 de setembro, número 42. A Biblioteca Batuíra, do Centro Espírita Caminho de Damasco, ali na rua Gabriela, número 178, empresta livros e outras publicações a quem se interessar. Permanece aberta durante as reuniões de passe.

E atenção, o caminho de Damasco mantém reuniões de estudos à noite, durante a semana, para quem se interessar. Na segunda, temos o estudo do Livro dos Espíritos. Na quinta-feira, estudo do Evangelho. E na sexta-feira, estudo das obras da série Nosso Lar, de André Luiz. Às terças-feiras, leitura e discussão da obra Paulo e Estevam, da Autoria Espiritual de Emmanuel, recebida pelo médium Chico Xavier.

Existem muitas coisas a que às vezes não damos o devido valor. A vida, por exemplo. A vida é uma bênção divina. Através dela, podemos ser felizes e proporcionar a felicidade aos outros. Por isso, é preciso defender a vida. A nossa vida e a do próximo.

Pena de morte, aborto, suicídio e eutanásia são formas de violência contra a vida com as quais não podemos concordar. Lutemos em defesa da vida. Pena de morte. Um crime não justifica outro crime. Diga não. Suicídio. Um gesto infeliz. Dê uma chance a você mesmo. Existe sempre alguém para ajudá-lo.

Aborto, um ato de covardia. A vítima não pode defender-se. Eutanásia, uma ação criminosa. Com confiança em Deus e o firme desejo de obedecer suas leis, a vida terá outro sentido. Mensagem em defesa da vida. Apoio. Federação Espírita Brasil.

O Clube do Livro Espírita de Garça obtém livros por preços abaixo da tabela, permitindo que seus associados os adquiram por apenas R$ 27. E atenção! Neste mês de maio, o Clube do Livro Espírita de Garça estará entregando aos seus associados mais um lançamento do mercado editorial espírita.

Para receber o livro, basta você se associar ao clube, ligando ou passando um WhatsApp para a Sônia Marra no 14996695008, repetindo, 14996695008, ou enviando um e-mail para clubedolivro, arroba, caminhoddamasco.org, dando nome e endereço de entrega.

Entrando no site do Centro Espírita Caminho de Damasco, você vai obter uma série de informações sobre o centro e sobre o Espiritismo. Estudando a doutrina espírita, valor do trabalho.

Em alusão ao 1º de maio, vamos falar sobre o trabalho. Uma das chamadas leis morais, conforme o livro dos Espíritos, é a lei do trabalho, que levou o espírito humano ao desenvolvimento integral de suas potencialidades. Sem o trabalho, disseram os espíritos instrutores, o homem permaneceria na infância e não haveria progresso para a humanidade.

Este posicionamento não contraria, pelo contrário, confirma as mais recentes conquistas do pensamento humano, pois foi nesse sentido que a humanidade veio caminhando até hoje. Mas nem sempre foi assim. A ideia que se fazia do trabalho no mundo antigo era muito negativa, pois o trabalho era levado à conta de castigo divino.

O paraíso que eles imaginavam era um lugar onde havia o ócio completo, onde nada se fazia. Por isso, no passado da humanidade, só os pobres e os escravos trabalhavam. Entre os hebreus, conforme lemos no Gênesis bíblico, no episódio da expulsão do paraíso, o trabalho aparece como maldição e não como bênção, como se entende hoje.

Jesus, porém, reportou-se a essa questão ao valorizar o trabalho, contando muitas parábolas sobre os trabalhadores e a cultura da terra, e afirmar sobre tudo que o Pai trabalha até hoje, referindo-se à criação perpétua.

Hoje o trabalho deve ser encarado com muita seriedade, compreendendo-se que toda ocupação útil é trabalho, como disseram os espíritos. Mas o trabalho em nossa sociedade não deve ser apenas um meio de sobrevivência, como foi no passado remoto da humanidade. Hoje o trabalho precisa ser encarado com uma necessidade para o nosso crescimento espiritual.

Por isso, não basta trabalhar. É necessário amar o trabalho para que ele seja uma fonte de satisfação e realização pessoal, contribuindo para a educação integral do Espírito. E vamos ao sorteio do livro entre os ouvintes que entraram em contato conosco durante o programa.

Nada resiste ao trabalho. Um estudo sobre as infinitas possibilidades do espírito. Autoria de João Andrade e Roosevelt Tiago, editora Sólido. E o livro sai para nosso ouvinte da cidade de Marília, Gisele Molaro. Parabéns, Gisele. Aguarde que enviaremos o livro para você pelos Correios.

Prezados ouvintes, agradecemos sua amável audiência e atenção. Se vocês permanecerem na web rádio Meimei, vão assistir em seguida Perspectiva, comentários de notícias atuais à luz do Espiritismo. Obrigada, ouvintes, pela audiência. Fique com Deus e até a nossa próxima apresentação. E para encerrar o programa, vamos ouvir uma mensagem espiritual na voz de Chico Xavier.

Ela não tem recursos para fazer opções. Ela precisa de alguém que a dirija no caminho da vida. E isso é uma tarefa dos pais e das mães em particular. Porque sem os pais e sem as mães, os professores, por eméritos que eles sejam,

não podem realizar a transformação espiritual do espírito que a criança representa em si. E se a criança já nasce, nasce numa condição de necessidade, um pássaro recenato que aprende pouco a pouco a voar,

É uma descaridade deixarmos nossos filhos em plena ignorância da responsabilidade de viver, da beleza do amor e da felicidade de sermos unidos para o bem.

numa fantasia transitória até mais ou menos os 14, 15 anos uma criança, vamos dizer, não tem

Vamos dizer que não tem qualidades. Tem qualidades, mas não tem discernimento para fazer opções quanto ao caminho que lhes cabe seguir. Daí a tragédia dos toxicômanos, que começam cedo.

seduzidos por criaturas inescrupulosas que se fazem traficantes desses venenos. A falta de pais vigilantes criou os delinquentes infantis.

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