Fliperama de Boteco #534 – Super Mario Land 2: 6 Golden Coins
Prepare-se para voltar ao reino de Mario… ou melhor, à ilha de Mario! No episódio de hoje, Guilherme Ferrari, Lili, Renato Guardia e Marcos Melo revisitam Super Mario Land 2: 6 Golden Coins, um dos maiores clássicos do Game Boy e um dos jogos mais importantes da história da Nintendo. Lançado em 1992, Super Mario […]
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Guilherme Ferrari
Lili
Marcos Melo
Renato Guardia
- Super Mario Land 2: 6 Golden CoinsIntrodução e apresentação dos participantes · Super Mario Land 2: 6 Golden Coins · Wario · Gunpei Yokoi · Game Boy
- Desenvolvimento de Super Mario Land 2Equipe de desenvolvimento · Takahiro Harada · Kazumi Totaka · Takehiko Hosokawa · Hiroshi Kiyotake · Rejeição da primeira versão · Estreia de Wario
- Mundo e Chefes do JogoZona da Árvore (Tree Zone) · Big Birdie (Chefe) · Zona da Tartaruga (Water Zone) · Octopus (Chefe) · Zona Espacial (Space Zone) · Tatanga (Chefe) · Zona Pequenez (Macro Zone) · Sewer Rat (Chefe)
- Direitos autorais e músicaStrikes de direitos autorais · Reedição de músicas · Músicas com inteligência artificial · Capcom, Enix, Square
- Jogabilidade e Power-upsBotões de controle · Spin Jump · Cogumelo · Flor de Fogo · Cenoura (Coelhinho) · Estrela (Invencibilidade) · Moedas como dinheiro · Fases de bônus
- Influência MusicalMúsicas genéricas e sem vida · Música da Estrela modificada · Efeitos sonoros diferentes do SNES · Dissociação da série Super Mario · Música da Estrela (Samba)
- Psicologia do Medo e TerrorMedo de patos (Anatidafobia) · Olhos dos patos · Medo de ser encarado por patos · Medo de aves (Ornitofobia)
- Nintendo SwitchNintendo Switch OLED 64 GB branco · Preço R$ 2.200
Comecem notícias em cima velocidade, mais um fliperama de boteco. Eu sou Guilherme Mário, vindo diretamente de Cano do Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, e vindo diretamente do outro quarto com Cano também, ela, princesinha Lili.
Ah, eu preferia ser o Yoshi, eu já tava pronto aqui para ter Yoshi, mas não tem Yoshi nesse jogo. Sim, mas não tem a princesa também?
Ué, mas é verdade, verdade. Essa aí tu pegou no ponto muito forte.
Foi boa, foi boa.
Perdi o argumento, Lili. Parabéns, parabéns. Tá bom então, tu é o tubarão de luva de boxe.
Aí sim, de pirulito.
É, ele disse que era um tubarão segurando um pirulito embaixo d'água. Na capa tem um tubarão com luva de boxe. Então vamos lá, seguindo o baile, ele que vem diretamente do meio do país, do chefe da tartaruga, Renato Amadeusson.
Como é que era o negócio aqui, cara? Eu vou ter que dar um bold statement hoje para ganhar um hater, porque eu fiquei com inveja dali, da Lili, que ganhou um hater. Meu bold statement aqui, cara: eu não gostei do coxote.
Polêmico, hein? Sem vergonha, coração peludo. Tu tem algum problema com patos, Renato Guardia Amadeu Garibaldo?
Eu tenho aquela fobia, sabe, de patofobia, de patos te olhando. Porque eles olham de lado, ele tem os olhos assim um para cada lado, né? Aí quando ele vai te encarar, ele vira a cara de lado assim e fica te encarando com um olho só, cara. É muito sinistro.
Tu tem medo de pato? Deixa eu procurar aqui no Google só um pouquinho aqui. Ah não, agora te lascou. Fobia de pato.
Não é fobia de pato, é fobia de ser encarado por um pato.
Não, tu tem anatidafobia, que é medo de pato.
É anatidafobia do pato, né? É a família do pato.
É a Nata, e tem ornitofobia, que é medo de aves em geral. Então pode ser, então pode ser anatiladofobia, porque é o medo do pato de lado.
Então, e agora automaticamente vocês acabaram de me lembrar da musiquinha: quando tô de frente parece que tô de lado, quando tô de lado parece que tô de costas. Aqui, ó, pera aí. É que justamente a musiquinha tem um pato, então olhem o videozinho aí.
Gente, que pato medonho, cara!
Vai perturbar os sonhos do Renato nessa madrugada.
Se liga, ele tá te encarando de lado, cara. Quando ele tá te olhando, ele fica de lado para te encarar. Olha que coisa sinistra!
É, o pato é primo do canarinho pistola, né? Então é o patinho pistola.
Ai, ai, ai.
Então tu deve ter horror de coelhos, né, Renato?
Porque o coelho te olha de lado também.
É que ele tem também o olho separado, né, um para cada lado da cabeça, né?
Quase todos os bichos têm o olho separado da cabeça.
Gente, é sério, vocês precisam parar com remédio de glaucoma, velho.
Todos os bichos têm um olho cada lado, eles não têm um em cima do outro, né? Puta que pariu.
Aí o macaco olha para frente, né?
O macaco é que nem o Sonic, é uma exceção dos bichos, se vocês repararem, né? Tem um olhinho bem pertinho do lado do outro, tudo de boassa. O resto é um de cada lado. Ó, o cavalo, olha o pato, a girafa, o porco, todos os olhinhos mais de lado ali.
Eles são confusos, cara.
Mas tu pega o boi ali, a vaca ali, ela não vai virar de lado para te encarar assim com um olhão assim, cara.
Mas o pato vai, cara, vai saber.
Acho que é por isso que o pato dono de brabo, né?
Olha, vivendo e aprendendo esse podcast das fobias dos nossos Coleguinha.
E para finalizar, ele que vem diretamente do mundo do extremo norte do nosso país e do nosso mapa que a gente tá jogando, Doutor Macumelo.
É, cara, eu posso ser o Ayo porque eu tenho nariz batatudo.
Nariz batatudo?
É, quando a gente fala que o nariz da pessoa é gordinho no meio, a gente chama de nariz batatudo por aqui.
Vamos procurar aqui, ó, nariz batatudo. Vamos ver o que que aparece aqui. Apareceu o Scarlet Johansson, que estranho.
Pois é, batatudo na esgordinhoca, achei, ó, nariz batatudo.
Conheci também vocês no Discord. Olha ele, ó, mandei para vocês o que que é o nariz de batata. Batatudo, tá bom então. Que introdução estranha, né? Então, antes de rodar a vinheta, vamos fazer os agradecimentos então. Não tem uma pessoa especial aí, mas vamos agradecer todo mundo que tem o nariz de batata.
Agradece todo mundo que colaborou, né, como a gente já vai fazer na vinheta. Mas continuar, né, divulgando aí a galera que não colabora, que— e também agradecer os comentaristas, né, galera que comenta, a galera que reclama, né, porque não, né, Dili?
Inclusive eu vou responder até o Ricardo do Infinita Cast, que é super presente ali no nosso Spotify, mas ele perguntou se a gente descobriu da onde tinha vindo aquele áudio bizonho E tinha sido, né, do meu, da minha faixa de áudio.
Do nada um grito no meio da voz, na faixa dali.
Sabe que eu tô até julgando, Marcos, que deve ter sido porque eu fiz uma brincadeira com a fita, com nossa entrada reversa. Em qual podcast que foi? Blaster Master, que eu inverti a nossa entrada.
Acho que foi isso.
E eu acho que ele invocou o capeta mesmo aqui, mas eu só queria deixar claro que eu já Botei uns incensos aqui em casa, já fiz umas orações e eu acho que eu já mandei embora.
Você olha pela janela aí, tem um capeta em forma de pato te encarando de lado, em forma de guri, na verdade, né?
Abre a câmera do notebook, quando vê atrás de mim tem uns olhinhos aí de pato me olhando. Mas também gostaria de, além dos agradecimentos aí, dizer para o pessoal quem tá no grupo do Frio Perama, talvez já tenha visto, mas quem não tá, possivelmente não. Eu e o Gui, a gente tem um conhecido nosso que está vendendo um Nintendo Switch OLED 64 GB branco, basicamente não usado, porque ele comprou para o filho menor dele e o filho não curtiu. E está R$2.200 para quem tiver a fim aí de ter um Nintendo Switch.
Posso fazer um agradecimento também depois? Pesado agora tá mais de PlayStation, né? Então o Switcher talvez eles devem ter jogado 2, 3 jogos, não gostaram. Eu acho bem comum, que nem o Nintendo Wii, né? Acho que muita gente comprou achando que ia ser aquele videogame e não clicou, né? Não deu o clique, não caiu o cartão, não caiu a ficha.
Não, que dá o clique é o Switch.
Não, não caiu o sensor então, não pegou o sensor.
Pronto então. Pois é. Nossa, cara, mas o Switch é um baita de um videogame, velho. Talvez uma das melhores bibliotecas de todos os tempos, assim, sem exagero. Porque além dos exclusivos, né, tem muito jogo third party que saiu para ele, né. E ao contrário dos consoles anteriores da Nintendo, né, Wii U.
Mas eu acho que na verdade a gurizada, se não tem os pais ativos no videogame, acho meio difícil eles também, né.
Tem isso também. Quando eu era professor, eu tinha vários alunos ali que estavam com seus 10, 12, 13 anos, 14, que não tinha assim, sabe, contato com a cultura do videogame. Até tinha assim pelos pais, mas estavam noutra vibe assim, sabe, mais de redes sociais e tal. E não gostavam, não gostavam mesmo assim de videogames. Só lamento, né, por eles.
Até ficam mais os jogos de celular, como diria meu pai.
Uma dúvida: era Nintendo Wii, aí virou Nintendo Wii U. Por que que não foi o Nintendo Switch como Nintendo Wii U e agora seria o Nintendo W? Por que que será que não foi isso?
Porque o Wii U foi um fracasso.
Seria tão bom se seguisse o alfabeto, né? Nintendo Wii A. Nintendo Wii U, ia ficar legal, hein? Pegar as letras, depois começa a fazer que nem célula do Excel, né? A2, ia ficar legal.
Só falta agora, falando em letra A, né, alguém batizar um console próximo aí com a sigla IA, né, velho? Já criei o meu hate logo de início.
Ah, você viu que a galera me roubou, né? Eles queriam colocar o Copilot no Xbox novo, né?
Um Copilot para te ajudar, né?
Ah, pelo amor de Deus, velho, porra! E as minhas bolas, velho, sai fora com essa merda daqui!
E as minhas bolas!
Pronto, vai conseguir outro hate agora, Renato.
Consigo não, cara.
O Renato hoje ele vai, hein, o Renato hoje vai forçar tudo para conseguir um hate. Renato, vai, vai, vai, galera, desce o dedo no comentário, eu quero um hate!
E assim, só um comentário de autopolícia no podcast, eu vou tentar Eu sei que às vezes pessoas devem se incomodar um pouco com isso, né, os ouvintes. Eu vou tentar chamar menos palavrão, cara, nas gravações. Assim, me dá um ranço assim de mim quando eu me ouço chamando palavrão nas gravações, na edição.
Me ouvo, me ouvo, Doutor Marcos Melo. Tu te ouve muito?
Me ouvo muito.
Então é isso aí.
O pior é que quando eu edito eu nem percebo e nem quando eu te escuto. Tudo bem, tudo bem, como diria o meme.
Tudo bem, tudo bem.
Então queria só finalizar o agradecimento que o Nino, que comentou uma vez no Spotify, e Gesê is back. É, infelizmente eu tô de volta. Por um tempo eu fiquei fora e afastado, fui convocado para seleção brasileira de um esporte secreto, e aí agora eu voltei por um tempo. Daí talvez eu seja convocado de novo, vai embora de novo, mas é isso aí, Nino. Gesê is back. Ele tinha perguntado assim, cadê o Gesê Transportes? Eu tava pilotando caminhão também, né? Quem não sabe, eu faço um freela de caminhoneirismo.
Jogo ruim que a gente não gosta, para o lixo.
Isso, alguém tem que fazer o serviço sujo, que é pegar essa tranqueira e levar até o lixão. Só que o lixão fica em outro estado, né?
É uma, é um tal de para alegria dos fãs e para tristeza dos haters.
É outro comentário de edição, tá? Primeiro que a gente não tá drogado hoje, apesar de parecer, né?
Mas fale por você.
Olha aí, tá maldito. É que assim, para o ouvinte que tiver sentindo falta das musiquinhas mais reconhecíveis no final dos episódios, ao longo dos episódios, cara, é porque a gente tá tendo, assim como talvez toda a podósfera, né, problemas com músicas que dá strike de direitos autorais, né. Então várias tiveram que ser reeditadas. O Guilherme aí fez um circúlio com essa parte. Eu também tive que corrigir alguns dos que eu editei também.
Então Possivelmente, se tiver faltando musiquinhas aí reconhecíveis, né, que sempre desperta uma sensação boa de nostalgia aí, culpe aí os algoritmos malditos.
Não, e tu sabe que até, Marcos, essa recentemente assim, a gente tá tendo problema inclusive com aquele episódio da Morte e o Retorno do Superman, né, Gui?
Isso. Caramba, sério?
Às vezes até inserção de áudio. Ah, é um saco assim.
Foram 6 versões que eu fiz dele. A sexta é a que tá atual, sem nenhum problema de direito autoral, uma semana. Mas deu até música feita por inteligência artificial, deu problema de direito autoral. Ele acusou outra música que não era nem parecida, era bem diferente. Bem nóia, né? Bem noiado. Mas tudo bem, vamos lá. E eu queria dizer que hoje em dia qualquer coisa da Capcom, qualquer som, qualquer fanfarra da Enix, da Square, dá problema de direito autoral, qualquer coisa.
Então tá bem difícil. Então, ou seja, um dia a gente for gravar um episódio do Chrono Trigger, a gente não vai poder colocar nenhuma música porque vai cair na malha fina, né, no pente fino.
Pois é. Nossa, isso é um negócio que me dá um ranço só de pensar, me dá um coiso.
Então vamos rodar a vinheta, a gente já volta aí. Esse podcast só existe graças a todo mundo que ouve, que apoia, que compartilha, e os apoiadores que conseguem com um dinheiro ajudar o nosso servidor a ficar aberto, nosso podcast, nosso bar. E eles são Charles Souza, Clenio Toto, Damião Nubi Pai, Darley da Silva Santos, Fernando Floriano, Lionel Freitas, Luciano Cerejo, Luiz Felipe Ferreira, Maxwell de Castro, Rafael Sahab, Roni Vasconcelos, Rui Dias Soares, Estefano Aragão, Yuri Cachorro, Doutor Octopus, Francisco Martins, Galáctica Phantom, Área Industrial e o Paulo Almeida.
Fala aí, galera, valeu pelo donate, tamo junto!
Tamos, Davinha, tá, meu povo amado e povo querido. Tentei segurar por mais tempo, ia conseguir mais tempo.
É, mas tu vai ter que fazer tudo de novo porque não pegou aquela metade.
Mas o Audacity pegou, gurizada. Não te preocupa, quem tá entrando do Audacity, nem que seja um pedaço, qualquer coisa, põe um boi peidando também, dá na mesma. Vamos lá então, estamos aqui para gravar sobre Super Mario Land: The 6 Golden Coins, ou em japonês Super Mario Land 2: Mutsu no Kinga, que é um jogo eletrônico de plataforma desenvolvido e publicado pela P.E.D.1, equipe de Gunpei Yokoi. E claro, na verdade é publicado pela Nintendo lá, e também ele chegou aos mercados exclusivo para o Game Boy, ou como a gente fala aqui, jogar garoto, no ano de 1992.
É uma continuação de Super Mario Land e é o 7º título da série Mario. Caraca, até faltou até ar. Em Super Mario Land 2, o jogador assume o papel do protagonista Mario, cujo principal objetivo é recuperar a princesa. Não. O Luigi? Nananina, não.
O Yoshi?
O Yoshi? Não. O macarronada também não. O Toad também não. O Bowser? Nós, isso sim, ele tem que recuperar a sua ilha, o seu castelo, a sua casa, pois Mario Land foi sequestrado pelo seu grande rival Wario. E a jogabilidade constrói e se expande sobre seu antecessor com inovações realizadas a partir do Super Mario World. Eu discordo dessa afirmação e concordo nunca. Como é que é? Não é concordo nem discordo, muito pelo contrário.
O título foi relançado para o Virtual Console do Nintendo 3DS na América do Norte em 2011 e para o serviço do Game Boy Nintendo Classics do Nintendo Switch, como um dos seus títulos de lançamento em 2023, meus amigos. E destaque para capa onde que tem o tubarão com luva de boxe, que é algo que muito original, muito sensacional. Isso ia dar muito certo em Toy Story, hein, se tivesse um brinquedinho com um tubarão medroso com luva de boxe.
Lançamento dele: 2 de novembro de 92 nos Estados Unidos, 21 de outubro de 92 no Japão e 28 de janeiro de 93 nas União Europeias dos Estados Unidos da Europa. Veja você. 1, Super Mario Land 2 é considerado por muitos um dos melhores jogos do Game Boy. Ele marcou a estrela, a estreia de Wario, que depois ganharia suas próprias séries de jogos. Aqui o Wario tá feio para burro, né? Ele parece um usuário de crack, alguma coisa assim, tá com zoiudo, meio cara de doido.
Próximo, mundo semiaberto. Diferente dos Marios anteriores, você pode escolher a ordem que visita as suas regiões tu pode escolher os mundos e só fica preso na fase, né? Tu tem que terminar a primeira fase para ir para a próxima fase. Primeiro Mario portátil com save. Isso mesmo, foi o primeiro jogo do Mario para um portátil a permitir save, salvamento do progresso. Mas o salvamento é automático. Eu que tinha terminado o jogo lá e depois não tava quase terminando o jogo, reiniciei o Raspberry Pi, apareceu o número de saídas que eu tinha.
Vendeu 11 milhões de cópias, sendo um dos jogos mais vendidos do Game Boy. Deixa eu fazer uma pesquisa no Google aqui, só um pouquinho aqui, ó. Unidades vendidas Dreamcast. Caraca, Super Mario Land 2 vendeu mais que Dreamcast, embora seja alias e bugado.
Sim, de fato, mais que o Nintendo 64. Será que ele vendeu?
Não, Nintendo 64 vendeu na casa dos 30, não foi? Isso, 32 milhões. Aí forçou um pouquinho, errou por 2 punhados, né? Existe uma música secreta se você ficar cerca de 2 minutos e 30 segundos na tela de game over. Toca uma versão da famosa Totaka Song, um easter egg escondido pelo compositor Kazumi Totaka em vários jogos da Nintendo. Próximo, veja você, meus amigos, e o último: muitos conceitos introduzidos em Super Mario Land 2, como exploração menos linear, fases cheias de segredos e foco em colecionáveis, influenciaram jogos posteriores da série Mario e até a própria franquia Wario Land.
Eu acho, Lili, que a gente nunca jogou nenhum jogo da franquia Wario, né? Nenhum, né?
É, cara, tá aí uma vergonha minha, cara. Assim, leva a minha lista da vergonha. Não, nunca joguei nenhum jogo do Wario.
Lembrei um, um que a gente jogou, mas foi por pouquíssimo tempo e poucas fases. Acho que foi uma ou duas, o do Game Boy. Não, desculpa, do Virtual Boy, o Wario do Virtual Boy.
É, tem os WarioWare, né, que são bem casuados, mas são bem bacanas.
Nossa, como eu me divertia com isso, né?
Nas festinhas, tem do GBA, tem do Nintendo DS, todos são excelentes.
Eu ia para boate e aí tinha um joguinho do Wario Land lá para jogar, WarioWare.
Boate de nerd, né, cara? Tinha um cantinho ali onde o pessoal ficava compilando kernel de Linux e um cantinho que o pessoal ficava jogando coisinhas de Wii.
Coisinhas de Wii, gostei.
Tinha também um cantinho da Olimpíada de Matemática, né?
Sim, tinha um lugar onde a gente tocou na época em Manaus com minha banda, inclusive naquele período, que tinha Super Nintendo para jogar.
Nome da tua banda era Os Marcos?
Nossa, é tipo década de 60, né, que batiza a banda com sobrenome do líder da banda, né?
Os Melos. Então vamos lá, episódios relacionados. Nós temos aqui o episódio número 8, lançado em 2015, gurizada, número 8, Super Mario Bros 2. Depois nós temos o número 79, Mario Kart 64. 150, Super Mario Bros 1. Depois a gente tem, bora para o flipper número 3, Mario, ele veio para nos salvar. Depois, fliperama de boteco 214, Super Mario World. Depois 270, Mario Kart Super Circuit, que é o do GBA. Depois tem 278, que é o Super Mario World 2: Yoshi's Island. 296, que é o clones de Mario Kart. 313, Super Mario Land. 347, Super Mario Kart.
E o 377 Super Mario Bros. 3, meus irmãos, muitos Mários aqui. Eu acho que a gente deveria formar uma banda, Os Mário no plural, os, e o Mário no singular.
É, ou que a gente já tem garantidos muitos armários.
Armários, nosso maior sucesso vai ser Que Mário, e a música debaixo, aquele que depois comeu de novo embaixo atrás do armário. Isso aí, meu Deus, que viagem da maionese! Vamos lá, meus amigos, como conhecemos o jogo Eu acho que eu conheci na época que falaram do primeiro Super Mario Land, porque eu não conhecia a franquia. Eu tenho certeza que eu nunca tinha ouvido falar sobre Super Mario Land. Então foi mais ou menos ali. Aí eu joguei o 1, mas não joguei o 2. Ponto, acabou. História bem chata e sem graça. Tu, Lili?
Pra pauta.
Meu Deus, eu e a Lili se superamos nas histórias.
Vamos lá.
Tu, Renato Guardião?
Não lembro.
Eu já falei em alguns episódios também, não consigo lembrar. E tu, Doutor Marcos Melo? Responde não lembro também, só pra ficar legal.
Eu poderia dizer que não lembro, mas não seria verdade. Chato. Então eu conheci pela revista, cara, pela Ação Gamer. Não, não foi pela Ação Gamer não, foi pela Super Game Power. Mas infelizmente nunca achei o cartucho, só fui jogar em emuladores ali em 2005. Naquele período joguei muito, muito Game Boy. Cheguei até a zerar algum Pokémon ali. Não, Pokémon já tinha zerado no cartucho, né? Mas o Mario eu não cheguei até não. E joguei muito o Magoland 1, depois o Magoland 2, os dois em preto e branco e tal.
E bem depois já fui jogar uma versão hack, né, que é o DX, que foi feita por fãs aí, que adiciona bastante cores aí aos jogos. Fica inclusive já recomendação aí para galera.
Doutor Marco Melo, Doutor Melo Marcos, Doutor Melo, Melo, Melo Marcos, japonês, né? Não, mas se fosse assim, doutor, não Senhor Melo, Marcos Melo, que nem o James Bond. Doutor Melo. Doutor Correia.
Doutor Correia.
Seguinte, é possível hoje ter ainda uma franquia, ressuscitamento da franquia Mario Land, ou tu acha que não tem como?
Teve um Pteranomútil, né, há uns anos atrás aí no 3DS, né, que o Super Mario 3D Land, né.
Será que não poderia ter hoje em dia o Super Mario 4D Land?
4D? Seria foda. O jogo tipo assim, tu cai na água, o videogame te molha, né.
Isso, isso, exatamente isso. Tu pula numa mola, o videogame dá um tremilico gigante, joga o videogame longe.
É legal, sou a favor, sou plenamente a favor. Mas a série Land, ela tem umas ideias bem loucas ali, né, cara? Em parte ali vinda do falecido Gunpei Yokoi, né? Talvez a gente vai falar um pouco aqui dele. Falta um pouco, né? Eu sinto falta assim desses jogos mais malucos, né? A série Land é uma dessas, né? Tanto o primeiro quanto o segundo tem umas coisas ali meio nada a ver, incluindo tartaruga.
Como diria o Tiririca, esse jogo é coisado, é coisado.
Tem até uma tartaruguinha que tu pula nela e a pobre explode, cara.
Verdade, uma bomba, uma bomba clock, né?
E pum, formiga de espinho. No caso do primeiro é um culpazinho, né?
Eu juro, Marcos Melo Correia Silva, Eu ouvi um cuzinho, não vi um culpazinho, eu vi um cuzinho, um culpazinho. É o Zinho, jogador de futebol, culpazinho. Que nem aquele jogador de futebol, acho que era da Holanda, que era o Diku, né? Puta, aí foda, né? O narrador da Sport, da ESPN, não lembro qual que ele falou, Diku para trás. Aí ele, puta, falei besteira na narração na outra Copa do Mundo.
Diku para trás.
É isso aí, meu amigo.
Essa piada é tão ruim quanto aquela do Wellcome Maguila, né?
Mas não é piada, é verdade, é verdade. O narrador, ele começou a chamar o Dicu pelo nome dele, não pelo sobrenome que tava na camisa, Dicu. E aí teve um lance que o cara foi chutar, ele tava na zaga, ele chutou para trás para dar escanteio, ele Dicu para trás.
Aí foi, né? Não tem mais o que fazer. Nossa, cara.
Após o momento Havaianas duplo 4.0, vamos agora para o desenvolvimento. Lili, tu que ligou lá para Nintendo com telefone, depois pediu um fax, eles te mandaram o relatório aqui, como é que foi o desenvolvimento. Conta para nós ali como é que foi o desenvolvimento.
Alô, senhor Nintendo, o senhor podia me passar a história aí de querido, por favor? Foi mais ou menos assim que eu falei com a Nintendo ontem.
Pediu um fax, né? Porque a gente comprou um fax aqui.
Não, mas cabe lembrar que seu Renato ontem deu um de gato a jato e me soltou metade da pauta numa tacada só. Tava ágil, ágil. Só organizei as ideias.
Tava Scrum, não tava ágil.
Scrum. Ai, ai, eu sou Scrum Master.
Mas vou até apresentar aqui 4 figurinhas que estão aqui na imagem. Inclusive, a terceira peça aqui dessa imagem tá com uma carinha de tipo, deixa comigo que eu vou fazer umas artes.
Mas temos o terceiro, o terceiro dele, o primeiro debaixo, para direita.
Aquele Changeman que era o mulherengo lá, que que barbarizava as mulheres, né, cara? Tá igualzinho aquele olhar assim de vou te pegar, japonesinha, vou te passar, vou te passar o nanquim, vou te passar pimenta.
E ele é diretor, ó, design de personagem. É realmente, ele vai passar o nanquim, ó. Minha caneta de nanquim tá pronta.
Junto com o Gunpei Yokoi, que foi inclusive Gente, pera aí que eu só tenho um mosquito aqui que ele está conseguindo me perturbar.
Meu Deus, informação da pauta!
Puto, que raiva! Junto com o Gunpei Yokoi, que é criador do Game Boy, e neste exato momento quem está ouvindo esse episódio já vai ter, eu espero pelo menos, escutado o episódio do dossiê do Game Boy. E até por isso que invocamos um pouco esse jogo aqui. Vai entender melhor quem é o tal do Gunpei, né? Mas a equipe também foi composta por mais 4 figurinhas: Takahiro Harada, ou Harada, sei lá como é que se fala.
Agora é Harada. Isso, é o Takahiro Harada, o programador principal.
O Kazumi Totaka, que é o compositor. O Takehiko Hosokawa, socorro. Osokawa é o diretor e design de personagens. E o Yoshi aqui, o Hiroshi, que é o diretor e design. Nossa, olha, falar esses nomes não é fácil, gente. Mas o desenvolvimento de Super Mario Land 2: 6 Golden Coins começou em novembro de 91 e levou em torno de 10 meses para ser concluído. Em uma entrevista de 1992 O Hiroshi Kiyotake comenta que a equipe queria criar um Mario que não parecesse preso às convenções da série.
E dá pra ver realmente que eles conseguiram fazer parte disso, pelo menos, né? Mas a primeira versão do jogo era tão diferente que acabou sendo rejeitada internamente porque não parecia um jogo do Mario. Eu até gostaria de ver essa versão aí que foi rejeitada.
Eu também.
A solução foi aproximar o visual e a jogabilidade do estilo tradicional, mas mantendo algumas ideias novas. Como por exemplo dar um novo objetivo para o personagem, que dessa vez não era mais resgatar a Princesa Pêssego. E eles colocaram então, eita, eu ia dizer que o novo objetivo na verdade agora é algo próprio do Mario, que é outro barulho grande na gravação.
Outra vez baixou o capeta.
Não, é que agora fui eu mesma que bati, que eu tinha o cabelo entrando na boca.
Quero botar duas observações aqui. Primeiramente, por que que a princesa não foi ela que a gente jogar nesse jogo? Ela foi resgatar o que o Mario tinha perdido, porque o que ele salvou é ela. Ela tem a dívida gigante com ele. As notas promissórias são grandes nessa situação. Acho que a princesa pêssego é que devia estar salvando o lugar do Mario e não o Mario para se salvar. Ele podia dizer assim: ô princesa, quebra essa para mim, vai lá, enquanto eu fico aqui tomando um limoncello, margarita.
Esse é um multiverso do Mario, né, cara? Esse Mario aí não é o Mario, né? O Mario da outra terra, ele vai lá, treta com alienígena, depois volta e tem a casa dele roubada pelo clone reverso dele, cara.
Olha que loucura!
É, no caso, o Mario desse jogo aqui, né, ele luta para poder recuperar a própria casinha dele, diferente dos jogos anteriores.
E que tu não entende muito assim na prática, né? Que castelo do Mario? Desde quando, né?
Faz sentido nenhum, cara. É o multiverso mesmo.
É, e por quê, né? Também, é, ele não é um rei, mas enfim.
Ah, mas aqui depois de quebrar muito tijolo por aí, ele também conseguiu construir o próprio castelo, né? No ficado do—
pode ser que esse Mario aqui ele seja um Mario mais realista, que ele depois que ele derrotou o Bowser e salvou a princesa, ele matou o Bowser, jogou ele na lava lá. E tomou, montou um exato, montou um exército e ficou com castelo, tomou a posse. O Mario é um porcego, então tomou a princesa como namorada?
Não, disse, vaza, vadia!
Morar junto, né, cara?
Eu ia falar isso aí. E o do final original do Star Wars, né, cara, que a ideia era o Luke substituir o Darth Vader, seu novo Vader, né? Mas não, os caras tiveram que modificar isso no final, que ia ficar muito pesado para as crianças.
E aí, ele seria o Darth Lucas?
Tipo isso, ia pegar o capacete do papai e jogar o papai fora e falar assim: agora eu sou Vader.
Não, então ele é o Vader 2, Darth Vader 2, né?
Segunda, nossa piada do começo aí.
Nintendo Wii U, segue aí, né? Tipo Nintendo, né? O Vader e o Super Vader.
O Renato tendo um orgasmo ali.
Voltando para história de desenvolvimento, só para lembrar que a gente tá em Super Mario Land 2, tá? Temos o nascimento do Wario, ou Vário, de acordo com o linguajar fliperama de botaquês. O nome Wario surgiu antes mesmo do personagem ser desenhado e ele vem da palavra japonesa wario, que significa ruim ou mau. Eu vi até como vilão. Ah, pode ser que seja o Rui também. Se for, abraço, Rui! Quem sabe japonês aqui é tu, né, Marco?
Só para deixar bem claro, eu tô procurando aqui. É wario mesmo o nome da palavra, a palavra original, né? Wario. E aí o Wario é um trocadilho, né, com o nome.
Exato. E o W no boné nasceu da ideia então de inverter o M de Mario, que agradou imediatamente, imediatamente o restante da equipe. Eles devem ter dito: uau, que gênio, que gênio! O personagem Wario foi baseado na ideia do protagonista ter um arquirrival e nêmese. Kiyotake comparou Mario e Wario à relação entre os personagens Popeye e Brutus, onde o Brutus é maior, mais forte, mais astuto do que seu equivalente e normalmente motivado por interesses próprios.
Depois que a ideia de Wario foi aprovada pelo restante da equipe, Kiyotake discutiu alguns detalhes de animação e movimentação dos sprites no jogo com o programador Takahiro parada. Além de Wario, muitos outros personagens também foram propostos pelo Kiyotake, mas muitos deles foram rejeitados diretamente ou não tiveram uma aprovação da equipe em geral. Pelo que eu entendi, até o próprio compositor aqui, ele dava ideias do tipo: achei legal isso, não achei.
E o próprio compositor comenta que algumas das ideias que ele mesmo teve também nem foi aprovado. Um detalhe curioso: embora o Wario tenha sido criado apenas para ser o vilão desse jogo, ele fez tanto sucesso que acabou ganhando sua própria franquia, começando por Wario Land: Super Mario Land 3. Ou seja, foi um personagem concebido para um único jogo portátil que acabou se tornando um dos maiores personagens da Nintendo. Inclusive, né, temos isso com o Yoshi também.
Interessante, né, que a franquia do Wario derivou do próprio Super Mario Land, né? Como diz aqui o título, mas eu nunca joguei, né? Como eu falei, nenhum jogo do Wario, também nunca joguei aqui o Super Mario Land, no caso de tabela. Fica aí uma proposição para a gente gravar futuramente.
É, temos ainda uma miríade de jogos aqui para coletora para gravar. O podcast que é o meu matador de backlog, inclusive de uns que eu nem sabia que eu tinha. E que vai aumentando, inclusive. Um Mario feito para Game Boy. Em vez de tentar copiar Super Mario World, a equipe decidiu aproveitar as características do Game Boy: sprites grandes e fáceis de enxergar, fases curtas, mapa-mundo não linear, possibilidade de salvar o progresso, temas extremamente variados.
Depois a gente até vai esmiuçar nos mundo a mundo. E um pulo alto que pudesse ser adaptado aos botões do Game Boy. Eles falaram que se o pulo fosse como em Super Mario World, seria difícil fazer isso no portátil. E eu achei massa pra caramba, porque pela primeira vez eu consegui jogar Mario sem tomar uma surra gigantesca. Para Arada, o maior desafio foi o ajuste da dificuldade do jogo, porque eles mesmos jogaram tanto que acreditavam que o jogo tava fácil.
Só que quando eles entregaram para os testadores, quase ninguém conseguia avançar. E isso levou meses então para eles conseguirem ajustar e reduzir a dificuldade até chegar ao equilíbrio da versão final. Eu até acho que daí eles acabaram facilitando bastante, sabe? Mas ok, pensando em ser um portátil, como vocês comentaram no dossiê, o maior terror do Game Boy era a própria pilha acabar, né? Talvez a ideia era que as pessoas conseguissem chegar no final do jogo, né?
E nessa entrevista de 92, quando a equipe foi desafiada a traduzir Super Mario Land 2 em uma única frase, a resposta deles foi a seguinte: para o Kiyotake, a grande estreia de Wario. Para o Arada, um jogo divertido. Para o Ozokawa, a caixa de brinquedos do Mario. Aí ele pergunta até, tipo assim, talvez? Para o Totaka, Que é, se eu não me engano, o compositor. Ele fala, minhas férias em Obon, ou Obon, sei lá como é que é o nome do local.
Mas aí ele até comenta, porque a equipe pergunta assim, tipo, quê? Aí ele fala que Super Mario Land 2 roubou as férias da semana do Obon. Ou seja, o cara teve que trabalhar nas férias.
É, eu fiquei pensando, ou ele tava trabalhando no jogo, ele tava jogando o jogo nas férias.
Eu acho que ele devia estar trabalhando. Assim como Super Mario Land, esse jogo foi inicialmente excluído da série principal de Super Mario pela Nintendo, mas ele acabou sendo incluído junto com os jogos mais tradicionais para o 30º aniversário de Super Mario Bros. E nas páginas de história dos sites Mario Portal e de Official Home for Mario. Não sei por que que ele tinha sido retirado, mas acho que por ser mais diferente, né?
Enfim, eu imagino isso também. Ele era, ele de fato é, né? Aquilo que eu tava falando, ele é mais malucão, né? Nesse jogo mesmo tu tem muito cenário diferente, tem muito inimigo diferente que tu não vê, né, depois ao longo da série.
E talvez até pela história em si, né, para não virar canônico assim, né? Talvez uma captura de tela de pré-lançamento, bem como um vídeo que não está mais disponível Mostra uma tela de título diferente e menos detalhada em pelo menos uma versão, apresentando uma placa semelhante à de Super Mario Land. Infelizmente, o link não está mais disponível, mas a informação foi retirada da Wiki do Mario, que inclusive é um dos melhores sites para procurar informações sobre Mario do mundo.
Existem versões iniciais de certos elementos gráficos que podem ser encontradas nos arquivos do jogo, As poses frontais do Mario em suas diferentes formas parecem ligeiramente diferentes e mais finas, com bolas de fogo mais escuras. Sombras foram adicionadas às fontes, enquanto uma fonte que indicava o tempo restante foi removida. Eu imagino que seja o que é o estilo da fonte.
Imagino, sim, isso aí.
Os canos foram engrossados, provavelmente para que o Mario pudesse atravessar acessá-los completamente. A linha de chegada não tinha sino e a placa de chegada foi erguida completamente, provavelmente indicando que ela baixaria assim que o Mario completasse a fase.
Algo meio complicado, né? Bate a bandeirinha de repente.
Isso. Por outro lado, as plataformas ficaram mais finas e uma variedade de plataforma rachada permaneceu sem uso. Eu honestamente não sei nem como acessar isso dentro dos arquivos do jogo, nem tentei também, inclusive. Alguns sprites não foram utilizados, como animações de natação e poses de frente do Mario, como Mario pequeno e do Super Mario na zona espacial. Essas imagens dá pra ver na Wiki do Mario, pra quem quiser pode ficar o link no post inclusive.
Também é possível encontrar um trampolim muito semelhante ao do Super Mario World. Além disso, teve várias alterações no mapa do mundo que não entraram na versão final. Tem uma nuvem posicionada acima da zona da abóbora. Apesar de estar totalmente funcional, o código foi desativado no jogo final. Será que alguém fez essa versão com essas coisas que não foram incluídas nesse?
Olha, eu acabei de achar aqui a tela título da versão beta aí, ó. Interessante, mas acho que a final é mais bonita mesmo.
Parece, né?
E o pior que essas informações ficavam ocupando espaço nos cartuchinhos.
Quando você faz o o hack ali para colocar a versão DX, né, ele sai lá, ele duplica, né, ele sai de 500K, o jogo vira um mega, cara. É bastante coisa que é colocado agora. Essas restore, né, provavelmente deve ter algum hack que faz os restore dessas coisinhas, né.
Como diz, fica aí para os ouvintes, caso algum deles saiba deste hack, ou para o DJ, né, que vai estar ouvindo aí para fazer um hack dele.
Ele vai tirar o fogo do Mario, cara. Ixi Maria.
Bom, para mim não ia mudar muito a jogabilidade porque eu perdi tantas vezes ele e consegui passar igual que tá tudo certo. Os blocos para o topo do castelo do Mario também estão presentes, embora estejam obscurecidos pela nuvem escura em frente ao castelo. E por razões desconhecidas, alguns blocos de água próximos à chaminé direita da zona macro foram trocados de lugar. Mas é isso sobre história de desenvolvimento.
Vamos para história, meus amigos.
Prigo!
Enquanto estava longe lutando contra misterioso alienígena em Sarasaland, um sujeito, um sujeitinho malvado tomou conta do meu castelo e colocou o povo de Mario Land sob seu controle usando um feitiço mágico. Esse invasor atende pelo nome de Wario, nome feio. Ele sente inveja da minha popularidade desde que era um espião e já tentou roubar meu castelo muitas e muitas vezes. Parece que desta vez ele conseguiu. Ah, Wario espalhou 6 moedinhas douradas do meu castelo por toda Mario Land.
Essas moedas douradas são guardadas por aqueles que estão Sobe o feitiço de Wario. Sem essas moedinhas não podemos entrar no castelo e enfrentar o Wario. Vadiu, vagabundo! Precisamos coletar as 6 moedas, atacar o Wario em seu castelo— opa, que digo, meu castelo— e salvar todo mundo.
Eu sou bom! O mago italiano, gaúcho e Mickey, né?
É isso aí, é o Galdêncio Mário, né? Essa história, meus amigos, a história é bem diferentona, né?
Diferentona. Mais uma vez o cara tem uma fechadura que precisa recolher moedinhas para abrir. Zero sentido.
E ainda ele fala o castelo dele, mas ele se atrapalhou, é o próprio castelo.
É que na verdade o castelo que é dele mesmo, do próprio Mário, ele acaba tendo o símbolo do Wario no Porque foi tomado por ele, né? Então talvez ele se refira dele. Ah, deixa assim, vamos deixar os pronomes de lado nesse momento.
Ele, dela, não é com W, é o ele e o ela.
O ele e o ela.
Em algum momento já apareceu uma versão do mundo invertido da princesa ou das princesas? Ainda não, né?
Acho que tá faltando aí a versão malvada da princesa. Pêssego seria a princesa Chuchu.
Princesa, sei lá, porque é Peach, né? Ou sei lá, Witch, né?
Uma princesa bruxa. Já apareceu até o Waluigi.
Jogabilidade, bom, nós temos 2 botões só, um pula e um usa item. E segura apertado, você corre e consegue pular. E também tem o spin jump, que é o botão de pulo mais direcional para baixo. Mais B quebra blocos. O que quer dizer isso aqui? Lembra no Super Mario World quando a gente pulava com B e ele dá um giroletinha, quebrava tudo? Aqui nós temos também. Eu falei B, né? Desculpa, me atrapalhei. Com A que ele dá uma, ele fica girando no próprio eixo e ele consegue quebrar os blocos também.
E também a gente pode pular e botar para cima que ele pula um pouquinho mais alto. A jogabilidade é bem mais simplificada. Nós temos power-ups bem mais limitados, como o cogumelo que transforma o Mario grandinho. O som foi trocado, erraram feio. Flor de Fogo, que transforma o Mario em normal, jogar bolinha de fogo. Temos a cenoura, que transforma o Mario em cunhicho. Eu achei o poder chato, não gostei muito desse poder. Às vezes fica às vezes a orelhinha ali, ele voa.
Tem uma estrela, que também não gostei da trilha, deixa o Mario invencível. Temos o coração na versão preta e branca, ou a vida normal, que daí deixa o Mario com mais vidas, ele é mais vidroso.
Deixa eu só te fazer um corte aqui, é que em relação à trilha depois existe uma explicação pela qual ela foi modificada, mas aí vai ser lá em trilha sonora.
Isso, nós temos a letra M que sai de algumas caixinhas que são bolsas de pilas, dá dinheiro, bastante moeda. Depois nós temos as 6 moedas de ouro que nós coletamos, tem os sinos checkpoint que nós coletamos ou peguemos ou acionemos. E as bolhas de sabão que a gente usa em um lugar muito específico. São poucos itens, poucos power-ups, e é isso aí. O jogo é bem pequenés, não tem muito, são fases curtas, com exceção uma ou outra é um pouquinho mais maior de grande, mas é isso, não tem o que fazer.
E não tem bandeirinha no final para pegar e pular e fazer gol, não tem. É goar, é uma meta, uma porta, a gente sai por uma porta, a gente toca um sininho. É verdade, puta que pariu, olha só!
Mas tem a sineta que caso você queira um bônus você precisa tocar a sineta.
Uma vez eu fui no restaurante que tinha um sininho, né, tinha uma plaquinha: se você está feliz, toque o sino.
Tu também ganhava bônus quando tocava o sino?
Totalmente impertinente comentário, mas fica aí.
Cheguei a pensar que se é que nem as vaquinhas entrando nas estrengbarias Com as sinetinhas, tá chamando as pessoas de vaca. Mas então, o que que o restaurante vai ter de vaca, cara?
Que que os bateristas das bandas dos anos 80 pegaram as sinetinhas das vacas para botar na bateria?
Ah, mas o Ringo Starr usava desde os anos 60 também, né, o cowbell.
Ah, então ele era liciador de vaca também, fazendeiro, e era vaqueiro, né? Meu Deus, vocês precisam parar de usar droga.
O nome dele era Ringo Star. Ó, que nome de vaca, né?
Ringo. Mas essa mecânica aí do, de como a gente pega o bônus, ela é igual a do primeiro Super Mario Land, né? Só que lá tinham duas portinhas, uma que ficava em cima, que era menos fácil de acessar, e a de baixo, que era o caminho padrão. Se pegasse alguma plataforma, algum, algum impulso com algum tartaruga e tal para chegar lá em cima, tu pegava o bônus, né? E aqui tu tem que chegar lá em cima, pegar o sino, tocar o sino, e aí tu entra pelo bônus, processo bônus assim.
Tem uma fase de bônus que eu e o Gui até hoje a gente tá tentando entender como ela funciona.
Vamos explicar aquela das cordinhas, né?
Tem duas fases de bônus, tocar o sineto na hora de ir embora. A primeira é aquelas máquinas de pega-pega parecida que pega bichinho, vai aparecendo uma esteira na parte direita, da esquerda para direita, da direita para esquerda, vai passando um item ali, uma vida, isso aí desce, agarra e pega um desses itens para apertar o botão. Tu pode pegar o coelho, pode pegar fogo, 3 vidas, uma vida, enfim, cai em cima do Mario e vai embora.
A outra são 4 interruptores no teto, tem umas cordinhas, esses mesmos 4 itens: uma vida, cogumelo, flor de fogo e a cenoura.
Assim, desculpa, é cenoura.
E aí a gente pega o interruptor e tem 2 ratinhos que vão comendo os fios assim, eles ficam se mexendo, e quando a gente aperta o botão, ele escolhe 2 fios. Só que a gente toca, por exemplo, mais extremo da esquerda, ele pode pegar o último item lá da direita. Não tem muito um padrão de qual item tu vai pegar. Isso aí é muito aleatório.
É um pouco mesmo. Eu imagino um paralelo. Tu que gosta de Mega Man X, Guilherme, sabe aquela aranha que é o chefe lá perto da fase do Sigma? Já eu acho que aquela lógica lá, cara, assim, tu tem a rotazinha lá que tu firma quando tu aperta o botão A, né? E aí, se por acaso passar pela parte ali que o rato mordeu, aí tu perde, né? Não sei se é essa lógica, né?
Nunca passou por onde o rato mordeu, sempre era aleatório. Fazia rewind ou save state, ele fazia às vezes duas vezes o mesmo caminho, depois já trocava. Ele ia para direita, ia para esquerda, sempre mudava, não é bem decidido, né? Então é legal.
Eu achei meio chato esse bônus, ele é meio chato assim, não é o melhor não. O da garra é mais legal.
E eu tava acostumado com Super Mario World, onde que tu pegava o item exemplo da fogo, a florzinha de fogo, tu ficava com ele. Daí tu pegava o cenourinha, ele ficava lá no teto como reserva. Esse aqui não, tu já troca automático, né? Eu tava acostumado, né? É isso aí, foi, tá, não deu, né?
Eu tenho uma música para cantar aqui para ti. Você me deixou mal acostumado.
É verdade, você me deixou dojão.
E é bem, mas é que essa mecânica aí de armazenar poder é só no Super Mario, que é mesmo Mario World, porque nos outros não tem também, né?
Os próximos eu não joguei tantos para saber, porque eu não vou afirmar nem que sim nem que não.
Não, tô falando dos anteriores.
Não, anterior não. O Mario Bros 3 tinha aquele sistema de poder pegar e depois usar fora do mapa também, tu podia usar umas melhorias. É, e aqui conforme a gente vai pegando moeda, meu povo amado, realmente moeda funciona como moeda, como dinheiro, e não como itens e pontuação para ganhar uma vida extra. Aí vida extra a gente ganha para caramba nesse jogo, mas funciona como dinheiro. A gente pode entrar em lugares específicos para comprar, gastar o dinheiro na bet.
Tem um monte de bet dentro desse jogo porque tu joga assim, é bet Mário. E aí tu pode ir lá gastar 30 moedas de ouro e comprar, sei lá, conseguir um item melhoria, ou pode gastar R$999, que é o máximo. É a bet princesa aqui, a bet pit, pit bet.
É verdade.
A flor de fogo dispara bolinha de fogo, mas a cenoura transforma o Mario em coelho. Ele pode pular? Não, ele voa com as orelhas de coelho.
A gente falou isso, né? Ele não sobe, ele só é irmão Wright, ele só joga do abismo, ele não sobe, né?
Ele é parecido com o raccoon, é, só que com alcance bem maior assim de ficar planando, né, de ficar balançando a orelha e flutuando no ar, né, descendo.
Mas ele não tem a corridinha, né, que o raccoon você corre, daí você voa, né, levanta, decola.
É, mas no caso o que ele fala é de quando tu pula com o mago com rabinho, né, e ele balança o rabinho para cair devagar. Isso, isso.
Balanga, balanga o rabinho. E eu não gostei, já vou puxar aqui direto assim, tá misturado. O gráfico é bonito, preto e branco dificilmente erram, né? Mario, com exceção de, sei lá, Mario Smith é feio, Mario do Philips CD-i é feio, mas o resto, a grande maioria, o jogo pode ser mais ou menos, mas visualmente é bonito. A gente jogou mais o DX, que é a versão colorida petada, né, que tem outras coisas coisadas, que coisa, uma coisaria coisada do treco trequinho.
Aí fica mais melhor de bão. Mas em compensação, a parte sonora e musical eu não gostei nada desse jogo assim. Achei bem qualquer coisa, meia sola, meia qualquer coisa, de qualquer jeito. Músicas chatas, sem vida. Trocaram a música quando tu pega a estrela, que dava aquela acelerada na música, não tem. Músicas de elevador são melhores do que essas músicas aqui.
Não sei o que aconteceu.
Mas o que aconteceu que eu não sei o que aconteceu?
É porque assim, a série Land, eu não sei se o Totaka fez a do primeiro jogo, eu não lembro agora. Acho que a gente falou isso lá no primeiro episódio, mas ele tinha outra vibe assim, sabe? As músicas não era do Koji Kondo, né, que a gente tava acostumado já, né?
Mas não precisa ser igual, mas a do Koji tem um mojo, tem um tom, tem algo bonito de se ouvir que combina com a franquia. Só que essa aqui são músicas abaixo do genérico, Doutor Nem tinha, inclusive, né?
Eu falei do, qual foi o ritmo que eu falei mais cedo? Foi cancan? Não, cancan não. Inclusive tinha no primeiro. Enfim, são músicas aparentemente mais, mais bem, mais alegrezinhas assim, mais felizes e mais energéticas, né, aqui. Mas o foco delas não é, tem um temazinho principal, tu consegue ouvir em várias músicas, desde da primeira fase até as batalhas contra chefes, né? Mas não é assim das minhas preferidas não também.
Não gostei de nenhum, nenhum.
Aqui eu gostei, eu estaria exagerando, mas ela é uma música honesta, mas não é tão marcante não.
Fiz uma busca rápida aqui, o compositor de Super Mario Land 1 é Hirokazu Tanaka.
Ah, é o Hirokazu Tanaka, sim, sim, o cara que fez lá do Metroid, primeiro Metroid.
Mas aqui eu não gostei nem os sonzinhos de pequeno para grande, são os clássicos do Mario.
É, eles usam diferentes também.
Como eles fizeram isso? Como eles fazem isso? Isso não pode, não tem como. Não gostei disso, não gostei.
Sim, eu sei, destoa com a identidade que não tava.
Isso, identidade é a identidade, é a palavra certa, Doutor Correia. Tem que ter identidade, manter o padrão, padronizar. Se faz pipipi quando toma dano, tem que botar pipipi pipipi, todo mundo quer ouvir o pipipi.
Universo paralelo, que nem eu digo, você não pode encarar esse jogo como o mesmo Mario, é outro Mario, outro universo.
Até eu vou, eu vou até puxar aqui a justificativa aí dos sons e trilha para não ter que entrar nesse assunto depois de novo. Mas segundo o próprio compositor aqui, o Kazumi, ele comentou que até a metade do desenvolvimento eles utilizaram o mesmo efeito sonoro do SNES. No caso, né, ele comenta como Super Famicom. Só que no entanto, utilizar esse efeito sonoro no Game Boy dava uma impressão estranha e sobreposta do Super Mario World.
Então eles tinham receio de que o jogador ficasse com uma sensação negativa por estar jogando numa tela pequena e por não ter escalonamento de sprites nesse hardware. Por esse motivo, eles escolheram vários efeitos sonoros diferentes dos outros jogos do Mario. É literalmente para dissociar da série Super Mario.
Não comprei a ideia. Como diz aquele meme, errou feio, errou rude.
Olha, eu vou te dizer que sinceramente eu nem sei se eles seriam autorizados a utilizar os mesmos efeitos sonoros, porque a própria Nintendo não tinha incluído ele dentro da série de Super Mario até então, até os 30 anos. Será que sei lá, dentro da própria Nintendo eles, ah, já que vocês estão reimaginando, reimagina tudo. Eu não sei, assim, dentro dessas empresas eu acho que tudo é possível, sabe?
É, porque, mas aí tu pega outra situação de outra empresa, né? A própria SEGA ali demorou assim para ter uma identidade fixa ali de temas, de sons, para o Sonic, né? Tirando alguns clássicos, tipo o som do pulo e tal, né? O som de quando ele pega a vida totalmente diferente entre Foi evoluindo, mas depois foi evoluindo, foi dando uma melhorada.
Continue, o Continue foi evoluindo. O Mario, a gente sempre tem a evolução dos sons quando sobe, quando ganha uma vida, perdão, quando pega a moeda, quando vai ganhando várias vidas, várias vidas. Quando a gente pega estrela, quando a gente fica grande, quando fica pequeno, quando o barulhinho dos itens foi mantendo um padrão e foi melhorando conforme a qualidade do hardware. Mas aqui parece que nada me agradou. Não sei, eu não sei dizer, mas nada me agradou, nada. Nenhum som, nenhum, gostei de nenhum som.
Os dois são estranhos, mas eu fiquei um pouco de cara com a musiquinha de quando pega estrela. É um sambinha meio nada a ver, né? É o samba de japonês, né, como eu chamei, né? Sem querer parecer xenófobo, pelo amor de Deus, né? Que aquela, aquela imagem do samba com apito, com aquele bloquinho de carnaval, né? É mais ou menos isso que toca quando pega estrelinha. Não tem o teminha clássico, né, do Starman, que é o nome do tema, né?
E às vezes não dá mesmo aquela sensação de urgência que tu tem, vai acabar o poder assim, né? Não, não, tá ali de boa.
Dá essa sensação de urgência porque ele fica mais rápido, né, quando tá acabando, né? Mas não sei, ele ainda assim dá uma certa estranheza.
Mas não sei, assim, é que eu vejo a Nintendo como uma empresa um pouco mais cri-cri assim, né? Sem querer ganhar outro hate, né?
Agora posso fazer uma observação. Renato, Renato, tá ouvindo?
Diga. Tu entendeu?
Tu entendeu? Tu entendeu como é que você cria um hate?
Tô aprendendo aqui na minha cadernetinha.
É só falar mal das empresas certas. Fez o cursinho, Renato?
Aprendeu agora? Vamos ver se dessa vez sai o hate.
Eu odeio o Renato, Renato não sabe falar nada.
Sabe qual é o problema? É que o Renato tenta ganhar o hate dele no início do podcast, mas daí eu consigo entrar no meio do podcast com outro argumento para abafar o hate dele.
Ele vai vir com maior ainda. Não, nunca gostei de DuckTales.
Nossa, aí não, velho. Mas Pokémon eu detesto, velho. Vamos lá, já já outro boi de state, mano. Vamos lá, vamos lá. Daqui a pouco eu vou falar que eu não gostei do Bafo Selvagem também. Vamos juntos jogar todas as declarações num cast só, vamos ver se sai.
Olha assim, começa a anotar no papel para o outro episódio, Renato. Aí tu já chega quebrando tudo. A gente grava um episódio jogos que o Renato não gosta, pronto.
Ou então ainda a gente pode engajar brigando aqui entre nós em tempo real. Não, Lílian, então tem uma escrota, eu te odeio, cara.
Gente, mas eu não tenho problema nenhum com essas musiquinhas trocadas aí, cara. Eu achei até simpática, cara. Até fico cantarolando a musiquinha do Wario Land.
O teminha, ele é grudento, né? Ele repete. É tipo o Super Mario World usa essa estratégia, né? Ele tem um— só que o do lado de lá é bem melhor, minha opinião pelo menos, né? Mas ele faz a mesma coisa que ele cria uma melodia base ali que ele reaproveita em vários, em vários temas aí do jogo, né? Mas só para a gente não ficar na crítica, né, o Guilherme falou do gráfico aí. Uma coisa que esse jogo tem que é difícil de ver até em outros jogos do Mario que vieram depois é a variabilidade de temas nas fases, né.
Tu pensa ali nas fases do jogo, tu vê coisas bem distintas ali uma da outra, até dentro do mesmo mundo, né. Por exemplo, aquele mundo lá do, como é que é, o Pumpkin, o mundo do jogo, o mundo da abóbora. É, ele tem fases ali que são diferentes entre elas, né, dentro daquela mesma temática.
A fase da Broba, Doutor Marco Melo, ele tem um coisa, ó, nesse propósito aqui tá certo usar o coisa. Ele tem um quê, um quê, o quê, fase da casa mal-assombrada.
Se tu reparar bem, né, tem que alguma temática que foi apresentada no Super Mario World, né?
Isso, tem um cheirinho ali de casa de terror, casa mal-assombrada, tudo que tem a ver com terror é a casa da Broba, né?
A região da prova aí tem o mundo lá da madeira, que eu achei bem legal, da árvore na verdade, né? Que aí tem mais duas fases que elas são tipo uma madeira serrada, né? Aquela coisa meio, meio serrador, meio lenhador. E tem mais duas fases de floresta.
O que eu achei legal demais é a variedade dos inimigos, né? Tá certo assim que muitos são só uma roupinha, né?
Que o movimento é sempre igual.
Mas, cara, cara, é É muito diferente, né? Você pega um outro jogo qualquer ali, tinha limitação de memória, limitação de tamanho, os caras não colocavam tantos inimigos diferentes assim.
Sim, e tirando que ele é muito mais bonito que a contraparte anterior dele, né, do que o Super Mario Land, onde o sprite era minúsculozinho. Isso evoluiu um bloco, evoluiu muito, né?
Para caramba, é um Mariozudo, né?
Ele é maior, o sprite do Mario. Um segundo problema assim que eu tenho com esse jogo é física dele, né, que tu aperta um toquezinho do Mario para ele para frente, ele vai de uma vez, né. E dependendo do ambiente, tu não tem tão bem o controle dele. Na água ele controla bem diferente, por exemplo, do que tu tá acostumado nos outros. Ele anda bem devagarzinho quando ele tá no fundo, mas aí tu aperta o A para ele dar uma nadadinha, ele vai de uma vez também, uns 10 metros para frente.
Eu tive problema com a movimentação da tela, o scroll da tela para frente e para trás. Não gostei no início, eu achei bem estranho, demorei para me acostumar, pelo menos umas 3, 4 fases para poder me acostumar com a movimentação da tela, posso dizer assim.
É que eu acho muito engraçado porque eu sempre acabei criticando o Mario justamente pela movimentação dele assim, não sabia exatamente muito o motivo. Então até me falou um dia, né, mas o Sonic tem o mesmo delay. E de fato, depois eu fiquei pensando, tem realmente, né, Sonic delay, mas depois que ele Como dizem, né? Olha ali, ó. Mas quando ele engata, eu senti aquele de forma mais fluida. Eu acho muito engraçado que esse Super Mario Land 2, pelo menos não joguei o 1, gente, eu morri tão menos por buracos que vocês não têm noção.
Eu fiquei impressionada quando eu acertava um pulo, eu dizia, meu Deus, eu consegui passar sem morrer! Eu consegui passar sem morrer!
Então muito gostosinho o jogo, gente.
Ele tem menos Menos esse problema de buraco, né? Até pelo, pela, eu não sei se tu usou muito a, ia falar folha, né? A orelhinha nele, dele, da cenoura, ele quase nunca flutua e passa e patrola assim praticamente tudo que ele tiver de buraco assim, sabe?
Mas eu consegui acertar muito melhor inclusive a mistura entre corrida e tiro. Eu achei isso da flor assim, né? Eu achei sensacional. Meu Deus, eu até que sei jogar Mario. Mas talvez eu esteja jogando, como diz entre aspas, o Mario errado, né?
Talvez por isso que quando a gente foi gravar o Super Mario World tu tinha jogado outro jogo.
Mas eu achei mais fácil de me movimentar com esse aqui, ou talvez porque o nível de dificuldade dele seja relativamente menor do que os outros Marios.
Então talvez tu tenha uma facilidade maior, não sei se tu já jogou atualmente. O Super Mario 64 quando a gente for gravar. Então eu vou deixar para gravação, que é um problema que eu tenho com Super Mario 64, é esse, que tu vira o Mario, ele vai vir de uma vez assim. Às vezes eu caio, morro por besteira por causa disso.
Vamos lá, pessoal, face a face, ala ala, mundo a mundo.
É o primeiro Mario de mundo aberto, né? Mundo aberto, mundo aberto.
A gente começa com a opção de ir para qualquer lugar. O jogo é, a gente caminha e depois pode entrar dentro dos mundos. Nós temos o mundo da árvore, nós temos o mundo espacial, o mundo pequenez, o mundo da abóbora, o mundo do boneco do Mário de Olinda, o mundo da tartaruga aqui embaixo da água, e o castelo do Wario. A gente pode ir até o castelo do Wario, só que a porta não vai estar aberta. A gente tem que conseguir as 6 moedas.
Então a gente começa indo para qualquer lugar. É legal disso, a gente pode ir para qualquer um, não tem obrigação. Para exemplo assim, ah, eu quero começar pelo mundo da broba, tu pode ir para o mundo da broba e não tem problema nenhum. Então vamos fazer meio rápido aqui.
Guilherme, oi, oi, oi, oi, oi! Esse é o, ele é, esse aqui é o Super Mario, tu que gosta, né? Esse é o Super Mario Creed. Por quê? Da Assassin's Creed do Mario.
Nossa, eu fiquei pensando nos cara cantando com a batata na boca agora, velho.
Esse é Assassin's Creed.
Ah tá, entendi. Boa, Doutor Máquina. Então vamos lá, nós temos a Zona da Árvore. Zona da Árvore, nós vamos jogar dentro do quê? Vocês acham que é uma zona da árvore? É a fase florestal, meus amigos, fase florestal. Eu só vou pegar aqui os chefes bem rapidinho, eu vou deixar em duas abas abertas aqui só um pouquinho, tá? Que daí eu consigo olhar ao mesmo tempo aqui.
Mas é o pássaros.
Sim, eu tô Olhando em dois lugares diferentes. Nós temos a fase da floresta aqui, vamos dizer que é o primeiro mundo, Tree Zone. Nós temos 6 fases com uma fase secreta também, e no final dela a gente vai enfrentar o chefe que é o Big Birdie, que é o grande pássaro. E é bem de boa os chefes nessa fase aqui, não temos nenhuma dificuldade em matar nenhum chefe. Eu tive dificuldade em um, mas foi mais burrice minha. Eu achei ele bem de boa para matar.
E se eu não me engano, ele aparece em outros jogos Chefe não aparece, Doutor MacMello?
Qual chefe? O pássaro grande aqui?
Isso.
Eu não lembro dele. Deixa eu olhar aqui, deixa eu olhar, abrir um long play aqui, mas não lembro não, tá?
Acho que não aparece não, acho que ele só aparece nesse jogo. Tô tentando procurar na internet aqui. Depois a gente vai, eu vou pegar aqui, ó, vou facilitar minha vida e vou pegar os mais pertinho. Depois a gente vai para o mundo da tartaruga, que é a fase embaixo da água, que talvez seja bem parecido com as fases embaixo da água do Mario. Nós teríamos só 4 fases e a chefe é foda, né? O chefe é o Tatanga, é isso? Que não, desculpa, é o Octopus, que é uma lula com uma puta de uma sobrancelha gigantesca, quase uma taturana, que ele cospe pelo nariz da frente uns octopusinhos pequenininhos.
Eu matei os chefes, com exceção de um, disparando a bola de fogo embaixo da água. Conseguir matar esse com bola de fogo. Mas aí tu abre uma exceção.
Esse chefe aí, o passaruzão, ele parece um chefe que tem lá no Yoshi's Island, mas eu acho que não é ele não, porque o de lá é um corvo. Não sei se esse aqui aparece não, eu tô olhando aqui os bosses.
Eu ia dizer que procurando por ele diz que a outra aparição dele foi na Comic Wario, Mario vs Wario, Wario vs Mario, alguma coisa assim, de 93.
Olha aí, isso.
Depois a gente fechar a floresta, vou pegar um exemplo aqui, a gente vai lá para cima na esquerda que tem um como se fosse um hipopótamo. A gente tem que pegar a saída certa da fase para ir para o Space Zone, que daí a gente vai no espaço. São poucas fases, são 3, e aí a gente vai enfrentar o Tatanga. Aí sim a gente vai enfrentar o Tatanga, que é o chefe em cima de uma, em cima de uma não, ele tá dentro de uma navezinha. Esse chefe talvez seja mais fácil pulando em cima da cabeça dele do que dando tiro. Eu achei um pouquinho mais complicadinho esse chefe aqui, tive dificuldade.
Esse mundo aí tem uma gravidade toda louca, né, que é no espaço, tá de capacete de astronauta e tal.
É bem legal, ele flutua, sobe, né?
Isso, ele tem uma roupinha de astronauta bem legalzinha, né?
E Tatanga, que é o chefe do alienígena chefe do primeiro jogo, o Tatanga.
Isso, que nome? Tatanga, né? Tatanga. Depois nós temos indo para o Macrozone, a gente vai ter umas fases tudo com locais pequenininhos. A gente passa numa cozinha, em vários locais é tudo pequeno, tudo miniatura. Foi a única que eu achei uma saída secreta na primeira fase, foi a única que eu consegui achar, que daí pula e vai direto mais para o chefe mais rápido. Que o chefe é um rato, é o Sewer Rat, e é só pular em cima dele que ele vai saindo pelos canos.
E ele tem na ponta do nariz como se fosse um nariz pontudo, não é uma broca, a broca do pré-sal.
Isso é o rato de esgoto, literalmente.
Depois a gente vai enfrentar lá no mundo da abóbora, que é o Pumpkin Zone. É que nem eu falei antes, são casas mal-assombradas adaptadas para dentro desse mundo. Achei bem legal também o detalhamento, tem os fantasminhas, tudo parece que tá na casa mal-assombrada do Mario World.
O chefe mascaradinho lá, que é o Jason.
Ah, o Jason com uma facinha na cabeça, né?
Uma coisa na cabeça dele, parece uma faca, né? É assim. E o cenário da luta com o chefe, né, que é a bruxa, tem umas coisas penduradas, né? Uns ossos, tem duas cabeças, são espinhos.
E aí a batalha são 3 caldeirões que daí vai ter, então, um do lado do outro, 3, um no meio, né? Um na esquerda, na direita. Aí acende o foguinho, joga a tampa para o teto, tu pode ser acertado por espinha. Aí tu tem que desviar do tiro que ela dá com fogo e pular na cabeça ou dar tiro com a bolinha de fogo.
Esse foi o chefe mais difícil que eu achei. Foi esse aí.
Olha só, eu achei bem de boa esse. Depois nós vamos para o Mario Zone, que é o bonecão do Mario de Olinda gigantão, que aqui o chefe eu achei engraçado porque são os 3 porquinhos.
Vocês podem ver, é que tem uma casinha de palha, uma casinha de madeira, uma casinha de tijolos.
Isso aqui em inglês tá como Burro, Butch e Bupon. O nome dos 3 porquinhos? Burro com R só, então é Buro. Buro, Butch ou Butch? Pera aí, 3 porquinhos, nomes, eu não sei. É o Cícero, Heitor e Prático. Esses são os 3 porquinhos. Depois disso, as moedas vão para o Wario Castle e a gente vai para a fase que é a única que tem para enfrentar o Wario. É uma fase longa, cheia de armadilha, né? A gente começa na esquerda, vai para direita, passa por uma armadilha, sobe, depois vai tudo para esquerda, sobe, vai tudo para direita.
E nesse meio termo tem vida, tem itens que a gente vai pegando. É complicadinha, né? Não tem muitos inimigos. Na verdade, não tem inimigo, né, para matar. Não sei quando a gente chega na primeira batalha.
Sim, tem mais uns obstáculos, né, mais bola, umas coisas com espinho, né, tal, para evitar isso.
Que a primeira são cabeças voadoras, a gente tem que pular duas vezes em cima de uma só, vem uma sozinha, depois vem duas, depois de novo vem duas. E aí por fim a gente vai enfrentar o Wario em 3 transformações. A primeira ele vai soltando o lustre e a gente tem que pular na cabeça dele 3 vezes, aí ele foge. Aí ele pega o poder da cenoura, aí ele consegue voar e dá um puta de uma caída bem forte. A gente tem que pular 3 vezes em cima da cabeça dele, aí ele foge para direita.
E aí a gente vai enfrentar ele de novo e agora ele tem o poder da flor de fogo e ele dispara flor de fogo em cima de nós, é só pular e acertar a cabeça dele 3 vezes, ele volta a ser pequenininho e a gente termina o jogo.
Aí ele versão coelhinho da Páscoa, aí eu achei meio chatinho.
É que tem que desviar, né? E caso tu deixe ele dar a bundada no chão, né, tu tem um impacto ali, né? Tu fica paralisado.
Sim, tu tem que pular bem certinho. Eu calculava assim, quando ele ia cair no lugar, eu calculava mais ou menos o pulo na diagonal para cair em cima da cabeça dele.
E é bom que tu recupera item, esqueci desse detalhe, né? Entre as fases, primeiro tu consegue o chapeuzinho de orelha de coelho, né, com a cenoura. Depois tu pega o cogumelo.
Ah, lembrei de um inimigo aqui, Lilia. A gente tava conversando ontem, o peixe-vaca na fase embaixo d'água, que são umas vacas com barbatana, com barbatana e com rabinho de peixe, né? O peixe-vaca.
Lembrei, tem uns bichos muito viajados.
Esse daí é um deles, é o tubarão com a luva de boxe, e assim vai, né? Essa parte eu achei divertido. Os inimigos do jogo são bem divertidos, são bem engraçadinhos, né?
Tem umas formigas diferentonas também que largam os espinhos, soltam os espinhos, né?
É isso.
Ah, esse jogo também teve mangá, teve mangá lá no Japão exclusivo que foi lançado exclusivamente para japoneses exclusivos, que era um mangá que seguia a história, se eu não me engano, antes do jogo e durante o jogo. Não, era adaptação do mangá. É só isso aí, uma curiosidade que eu esqueci de colocar. E fechamos o jogo.
E aí acaba o jogo, né?
Acaba o jogo, sobe os créditos, ou melhor, passa os créditos, e a gente pode ficar ali vendo todo mundo se transformar. E acaba o jogo e fica lá o Mario e o Wario fazendo hagi-joia.
É, o final é simplesinho assim, sabe? Eu confesso que tava esperando um pouco mais assim, mas valeu o trajeto.
Valeu o trajeto.
O verdadeiro, como é O verdadeiro Super Mario Land são os amigos que fazemos pelo caminho.
Isso aí, isso.
Como diria, como diria Hannah Montana, né? Isso é climb.
Não sei, nunca vi Hannah Montana, né? Detalhe, o nome daquele hipopótamo que fica na esquerda, que a gente tem que pegar a saída certa, é Hippo, nome dele. E também tem uma fase depois da fase da floresta, um pouquinho para cima, antes de pegar o caminho para ir para o macro, E ou ir para o Hippo, para direita tem uma fasezinha que é só em linha direita para pegar item. É uma fase exclusiva para isso, tu pode ir indo e quebrando bloco e pegando itens, né?
É uma fase só para isso. E acabou, vamos rodar a vinheta e vamos descrevendo. Voltamos, meus amigos, e vamos para o disclaimer da noite. E tu, Doutor Marcos, Doutora Correia Melo Antunes Silva?
Eita, vamos lá então. Com toda aí as colocações aí que a gente fez, eu tava pensando assim enquanto tu falava sobre qual no final das contas que eu daria para o jogo aqui. E olha assim, Ele passa ali, sabe, por um pouco ele não fica com inveja de você, mas é um jogão aí, vai jogando, deve ser jogado. Eu acho que um fator positivo para ele inclusive é a duração. Ele tem várias fases ali, mas ele não é um jogo longo, as fases são bem curtinhas, né, tem 6 mundinhos ali e uma fase final, né, que é o castelo e a luta final ali com o Wario.
Eu quero jogar ali o terceiro jogo, né, que já é da série Wario Land. Que espero que a gente possa gravar também, né? Mas é isso, fica aí a recomendação, né? De repente o ouvinte que for jogar emulado procura aí a versão DX, que é o hack que adiciona várias cores. Ele fica muito parecido com um jogo de Super Nintendo, inclusive fica bem bonito.
Não chega a esse ponto, mas é melhor que um Game Boy Color.
É melhor sim, embora Game Boy Color tem seu charme também, né?
Alguma coisa, Doutor Marcos Melo, quando a gente abrir a FDB Studios Games Inc. Brasil, a gente vai criar a série Super Marcos Land.
É, por muito tempo eu andava de chapéu, já tem um ponto aí, seria bom para minha caracterização. Só, só não sou italiano, que tem que adaptar aí a situação.
Eu, Super Marcos, joguinho de plataforma estrelado por Doutor Marcos Melo, né? Salvando a Natureza.
E mais, o Mário tem uma fase que ele monta em botos, né? Lá no Super Mario World, né, sobe nos boto. Eu deixo aí, então a minha concorrência já tem esse elemento aí da Amazônia.
E olha aí, resolvido o problema. Então vamos lá, seguindo o baile aqui, tu, Lili.
Olha aí, hein, não fui a primeira. Eu confesso que também estava pensando, né, aqui entre quais selos deveria dar para esse jogo, mas a gente precisa lembrar que ele é um jogo de Game Boy, né, gente. Ele não é um jogo de Super Nintendo, também não é um jogo de PlayStation. Então vou seguir com a premissa assim de que vai ser um jogão e deve ser jogado. Eu fiquei extremamente feliz porque eu consegui não tomar ferro jogando Mario, gente.
Isso é algo fantástico. Acho que até mudei a minha visão em relação, meu preconceito em relação aos jogos do Mario que eu tinha antes, só para dar mais lenha na fogueira, os meus hates. Mas eu tinha uma certa dificuldade dificuldade realmente. Esse aqui eu consegui me divertir. É, realmente a trilha sonora não é algo que eu tenha gostado muito, mas enfim, também como diz o Éder, nada que baixar o volume e colocar outra trilha também não resolva o problema. E é isso aí, é só deixar passar alguma coisa, não sei, só sei que eu não sei.
E é isso aí, Renato, estava aqui não pensando e que nota que que eu ia dar, porque eu não tenho dúvida nenhuma de nota desse jogo. Para mim é um jogão e deve ser jogado. Eu gostei demais da trilha, acho que dá um respiro, né? Você ficar sempre no mesmo mundo do Homem-Marinho, enfornado assim nas mesmas aventuras, você acaba meio papuçando da franquia, né?
Papuçando.
Aí quando tu é que nem quando você come muito Danoninho de morango, sabe? Aí você não aguenta mais ver Danoninho de morango. Não que Danoninho de morango seja ruim, mas você comeu muito. Mas é isso, cara, você— eu acho que ele dá um respiro assim para Mario, né? Você vê um monte de inimigo diferente, os cenários variam muito, né? Você pega, por exemplo, Mario World, ele tem assim um compromisso de manter crível os cenários onde você tá, né?
Então você tem uma progressão, tu tem um negocinho que você fala, ó, tudo isso aqui faz parte de um mundo só. Agora esse aqui parece uma loucura, né? Como é que você tá andando numa ilha, você cai dentro de uma abóbora, que é do Halloween, de repente você vai num barco naufragado ali, de repente você vai no espaço e muda a jogabilidade. É umas loucuras assim que no final elas dão um respiro, né? Fazem, trazem ares novos.
Então eu gostei muito disso aqui para não tornar o jogo enjoativo.
Inclusive, exato, não fica só na mesma estilinha de fase, né? E assim, eu acabei jogando ele naquele BitBoy, né, que foi o primeiro emuladorzinho que eu comprei, né? Ele parece um Game Boy Pocket, só que é um emuladorzinho fraquinho que roda Game Boy, roda GBA e Mega Drive. Super NES ele nem roda direito. E ele dá para colocar uns filtros legais, né? Dá para você colocar um filtro de CRT, o filtro de Game Boy, o filtro de Game Boy com o ghosting, né, toda aquela matriz de pontos.
Então ele fica bem nostálgico assim jogar nele. E joga a versão DX, que realmente é muito mais melhor de boa do que a versão original do Game Boy.
É isso, braço! É nós que vai, mano! Beleza então. E eu queria dizer que eu tive problema com o jogo assim, não é que eu achei ele ruim, uma merda ou qualquer coisa conhecida com isso, mas eu me irritei em alguns momentos. Mas é um joguinho curto, nisso eu ganho pontos. Não sou o maior fã de jogo, joguinho curto, acho que cansa um pouco, né? Mas eu vou dar um veja você para ele. Veja você, eu noto que eu vou dar para esse jogo e fico nesse sentido aqui.
Ele não é um GG Transporte, não é um joguinho da meia da semana, mas é um joguinho veja você. Tenho vários pontos interessantes nele, como a flor de fogo, não não consegui lembrar o nome, me deu um bug aqui. A Flor do Fogo legal, mas o Poder do Coelhinho eu não gostei muito, achei ele meio genérico assim, sem graça, sem tanta emoção. Mas é isso aí, é um veja você, já tá mais que bom. Não tô desgostando do jogo. Quem sabe o terceiro seja bom, hein?
Nunca joguei o terceiro, vamos esperar para um dia gravar, daí eu falo. Então vamos encerrar, gurizada. Beijo na bunda e até semana que vem.
Tchau, tchau!