Fliperama de Boteco #539 – Phantasy Star IV: The End of the Millennium
Uma das maiores sagas dos RPGs está de volta ao Fliperama de Boteco! Neste episódio, Guilherme Ferrari, Lili, Éder e Rodrigo Reche embarcam novamente pelo universo de Phantasy Star IV: The End of the Millennium, o épico capítulo final da série clássica do Mega Drive. 💫 E esta pauta tem um significado especial: o episódio […]
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Guilherme Dellagustin
Lili
Renato Guardia
Éder
- Universo Phantasy Star· EntretenimentoCalendário AW (After Wars/Ways)·Waze Landale·Alice·Mother Brain·Dark Horse·Grande Luz e Escuridão Profunda·Planetas do Sistema Algol (Palma, Motavia, Desoris, Rykros)
- Phantasy Star IV· EntretenimentoPhantasy Star IV: The End of the Millennium·Mega Drive·Sistema Algol·Phantasy Star 1·Phantasy Star 2
- Aspectos Técnicos de Jogos· EntretenimentoPixel Art Detalhada·Animações de Sprites·Trilha Sonora Marcante·Temática Futurista e Fantasiosa
- Série Casa de Davi· EntretenimentoMorte de Alice·Derrota de Zio e Dark Horse·Revelação de Lutz·Confronto com a Escuridão Profunda·Espada Sagrada Elzidium
- Jogabilidade e Sistema de Batalha· EntretenimentoCombinações de Técnicas·Macros de Batalha·Falta de Descrição de Magias·Sistema de Itens e Equipamentos·Encontros Aleatórios·Grinding e Nivelamento
- Desenvolvimento de Personagens· EntretenimentoLuiz·Rune·Rika·Rain·Jota·Luiz·Noah
- Desenvolvimento e Ideias Originais· CulturaSega CD·Dungeons em primeira pessoa·Mangá e Quadrinhos Japoneses·Cutscenes em painéis·Pixel art
- Consideracoes Finais e Recomendacoes· EntretenimentoJogabilidade Datada vs. Inovadora·Importância da Continuidade da História·Phantasy Star 2 e 3·Jogos de Mega Drive
- Referências Culturais e Design· CulturaDuna·Boris Vallejo·Frank Frazetta·Blade Runner·Sonic·Ecco the Dolphin·Golden Axe
Recomeça em altíssima velocidade mais um Fliperama de Boteco. Eu sou o Guilherme, vivo diretamente de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, e junto comigo, com você, com todo mundo, vem diretamente do outro quarto ela, Lili.
Hello! Com uns 3 kg a menos depois que a gente conseguiu resolver todos os BO dos padrinhos aí.
Tá indo, né?
Agora tá louco, achei que não ia acabar mais.
Vamos lá! E também vindo diretamente do extremo norte, do meio do sul, da ponta do meio, ele que é o porteiro da podosfera, é o Aleixo, vindo do Planeta Portal. Olha só, veja você, já diríamos a primeira referência de gênero tava aí, mal começou o episódio, né? E também vindo diretamente de São Paulo, que também foi na Retrocon. Esqueci de falar, os dois foram na Retrocon fazendo a sua mega participação especial. Ele que tava envolvido em tentar conseguir o título de 2008 da Fórmula 1, mais conhecido aqui no Brasil, nós aqui da Potosfera, como o Hash, mas o nome dele é Felipe Massa. Para quem não sabe.
Olha aí, ó, fui sumonado diretamente do planeta dos Zóris graças ao nosso padrinho. Tava com saudade de vocês já, hein, pessoal?
É verdade, é verdade, né? Para quem não sabe, esse episódio de hoje, vamos botar uma observação aqui. Você que chegou hoje, hoje nós temos assim o sistema de apoio, as pessoas apoiam com dinheiro físico ou dinheiro digital. E aí, o que que acontece? A gente vai pedindo para os apoiadores a cada X tempo, não tempo muito longo, um jogo que eles queiram gravar. Aí ele escolhe o jogo, às vezes dá 2, 3, a A gente escolhe um dos três ali e a gente grava.
Hoje foi o Luiz Felipe, ele não quis participar, mas ele queria que o Hash participasse da gravação. Então nós estamos aqui para mais um episódio, que é episódio dos padrinhos. A gente tá dando a oportunidade do padrinho escolher o jogo, e dessa vez ele não quis participar. Então o Felipe Massa junto, diretamente lá da Itália. Só uma observação, vocês viram as últimas fotos? Felipe Massa de terno e gravata e cabelo lambido para trás, parece da máfia. O cara parece da máfia, máfia italiana.
Ele tá processando todo mundo, no mínimo ele tem que estar apresentável, né?
Ah, ele parece vindo diretamente da máfia italiana, hein? Vem você, quero título de Fórmula 1 de 98.
Tem que ver na hora que ele cumprimenta os caras se ele não vai pegar a mão assim, dar um beijo na mão do cara, hein?
Falar assim, Felipe Massa, roubaram meu título. E alguma outra observação, povo amado, povo querido? Algum planeta, alguma outra observação planetária, uma força negra e um mago maluco? Podemos rodar vinheta?
É, eu só queria na verdade já antecipar para o Luiz e já pedir desculpas caso ele se decepcione, né? A gente não sabe quais eram as expectativas dele, mas de qualquer forma já tô pedindo desculpa.
Mas tu tá diminuindo a minha pauta com 31 páginas, Lili.
Não, mas é que como ele queria saber nossas opiniões, talvez as nossas opiniões não sejam diagramas.
Ele vai ter, né?
Pelo menos há 11 anos o Fliperama de Boteco Eu forcei a barra, né? Ele sabe a minha opinião sobre Phantasy Star 4, já sabe a minha.
E ele também sabe que a gente também não é, não é vendido, a gente vai passar o que a gente achou do jogo.
Enfim, é só por isso que eu preferi antecipar as minhas desculpas.
Vamos lá, então vamos fazer assim, vamos rodar a vinheta ali. Luiz, não te preocupa, pelo menos um vai salvar o episódio, tá? Roda a vinheta aí. Esse podcast só existe graças a todo mundo que ouve, que apoia, que compartilha, e os apoiadores que conseguem com um dinheiro ajudar o nosso servidor a ficar aberto nosso podcast, nosso bar. E eles são Charles Souza, Clenio Toto, Damião Nubipai, Darley da Silva Santos, Fernando Floriano, Leonel Freitas, Luciano Cerejo, Luiz Felipe Ferreira, Maxwell de Castro, Rafael Sahab, Roni Vasconcelos, Rui Dias Soares, Estefano Aragão, Yuri Cachorro, Doutor Octopus, Francisco Martins, Galáctica Phantom, Área Industrial e o Paulo Almeida.
Fala aí, galera, valeu pelo donate, tamo junto, é nós! Voltamos, povo amado, povo querido, estamos aqui reunidos para falar sobre Phantasy Star IV: End of the Millennium, um RPG japonês desenvolvido e publicado, por favor, mão direita, no mamilo esquerdo, SEGA, para o nosso querido Mega Drive. E no Japão o jogo recebeu o título de Phantasy Star: Senri Ono Ono Erini, que pode ser traduzido como Phantasy Star no fim do milênio. E no final das contas é a mesma coisa, meus amigos.
Considerado o capítulo final da SEGA clássica iniciada no Master System em Phantasy Star 1, Que temos episódio, episódio especial ainda, episódio 400, meus amigos. Nós estamos aqui hoje no 530 e alguma coisa, eu já não sei mais, acho que é o 539 esse aqui. E Phantasy Star IV encerra a história principal ambientada no sistema Algol e funciona como uma grande conclusão para os acontecimentos apresentados nos 3 primeiros jogos, desconsiderando os spin-offs que saíram para Game Gear, que são— já não lembro mais os nomes, mas se não me engano um é Gaiden e o outro é Text alguma coisa também.
Que é só um texto, tu vai sabendo um pouquinho de cada personagem. E se eu não me engano, esse teste eu não li direito, ele apresenta pequenas histórias de todos os personagens do Phantasy Star 2, tá?
Vamos lá.
As aventuras desse jogo acontecem aproximadamente 1000 anos depois dos eventos de Phantasy Star 2, que também saiu para o Mega Drive traduzido oficial no Brasil, colocando o jogador novamente diante de um universo que mistura fantasia, ficção científica Duna, tecnologia avançada, magia e uma antiga ameaça que atravessa gerações, meus amigos. Eu botei Duna por causa de um inimigo e de tanta areia que tem. Quem jogou as partes que tem bastante areia vai entender um pouquinho, que vai achar que pode ser Duna.
Eu acho que eles jogaram o Dune de Mega Drive, depois eles leram os livros e lá, vamos botar uma referência de Duna? Vamos, logo a gente chega nisso.
Esse negócio do verme da areia, ele é bem famoso, essa mitologia, até no filme do Os fantasmas se divertem lá, que tem o verme da areia lá que ataca.
Sim, mas eu acho que é uma referência à Duna. Eu botei aqui na mistura porque o verme da areia é muito parecido, né? Ele é um vermezinho pequenininho que se— já vou, já vou pular na frente e vai lá. Exemplo, aparece 4 na tela que são vermezinhos muito fracos. A gente mata 3 e tem que deixar um vivo. Na próxima rodada ele vai descer e vai surgir um verme da areia gigante, muito, muito, mas muito forte, e dá muita experiência.
E esse também dá risquinho, né, quando usa terremoto.
Ah, não, não, só se tu tá muito fraco. Se tu tá muito fraco, não. É que assim, tem que fazer assim um sistema, já vou para frente e para trás aqui na pauta. Cada personagem, exemplo, a Rica, tu tem que usar uma magia no primeiro round ainda, quando eles estão pequenininhos, tá, chamado o debuff. Já usa o debuff ali. Se tu tem o Rain, tu usa barrier, que é para magia. E assim tem outras magias dependendo do personagem que tu tá.
Ele vai aumentar poder de ataque, poder de defesa, agilidade, defesa contra magia. E aí depois tu invoca o verme gigantão, e aí tu vem com os ataques mais fortes, aí tu mata em duas rodadas o verme da areia. Eles têm fraquezas, cada personagem, é que nem Pokémon, cada personagem, inimigos específicos e principais tem fraqueza para um elemento, e outro ele não toma dano nenhum, toma 1 de dano. E aí quando tu descobre isso aí, às vezes procurando na internet tem, aí ajuda bastante.
E o verme da areia, se não me engano, é o Nagrat, não, Nawat. Tu usa o ataque de água, é o Na, Na, Wat, Gra, Wat e Wat. Assim, essas três aí, ele dá muito dano. Se tu consegue dar o Na Wat, ele chega a 400, 450, 400 a 600 de dano, dependendo do nível que tu tá. Então em duas rodadas tu mata muito rápido. Tu usa as magias combinadas também, dá muito mais dano no verme da areia. Mas é uma boa referência, eu gosto bastante. Lembra muito Duna, o planeta Motavia.
Vamos lá, o jogo chegou ao mercado dia 17 de dezembro de 93 lá no Japão, fevereiro de 95 nos Estados Unidos. Olha quanto tempo demorou para chegar nos Estados Unidos, mais de um ano. E 8 de dezembro de 95 na União Europeia, onde o DJ mora. O jogo, para quem não sabe, nós temos aqui, ó, eu tinha colocado na pauta, nem lembrava, né? O Phantasy Star 1 em 87 para o Master, 89 chegou o no Mega Drive, Phantasy Star 2. Phantasy Star 3 chegou para o Mega Drive em 90, um ano depois do segundo jogo.
Aí vem o Adventure em 92 e o Gaiden em 92. E em 94— 93, perdão, chegou o Phantasy Star 4. Esses são os jogos considerados os canônicos, os não canônicos e os spin-off, tudo misturado, da saga clássica. Depois vem outras, quando chega em 2001, se alguém souber me corrija, quando veio o Phantasy Star Online, já na época do Dreamcast. Aí é visão terceira pessoa, é outra mecânica, outra Que jogo travado! Nunca joguei, não conheço.
Joguei no Trinket, que tem como você jogar online sem ser online. É muito travado. Eu falei, ah, vou ver como que é essa bosta.
Tu joga aventura single player?
É tipo um MMO sozinho.
Ah, mas tem início, meio e fim então?
Ah, não sei, eu joguei um pouquinho, mas é muito travado. Tem um sistema de mira esquisito. Ah não, não vou passar raiva jogando essa bosta não.
Início tem, meio e fim não sei porque não joguei.
Eu criei meu personagem, fiz umas quests lá, andei um pouco, Falei, ah não, deixa quieto.
Deixa eu só puxar, aproveitar que o Gesê falou das datas de lançamento. Cronologicamente, o 4 ele é uma sequência direta do 2, né?
Então o 3 é o patinho feio, né? O 3 eu joguei, ele é como se fosse um spin-off, né?
E a galera não gosta muito dele, né?
É muito feio. Por que que aconteceu, né? A mesma equipe que trabalhou no 1, no 2, aí veio uma outra para trabalhar no terceiro, e aí depois a galera do 2 trabalha no 4, né? O 3 eu joguei, peguei uma ROM na época, no final dos anos 90, traduzida.
Quando eu comecei a jogar jogar, não pegou assim.
Eu achei um jogo muito feio, muito feio. Ele é mais feio que o primeiro que saiu para o Master, ele é muito mais feio. Menu feio, inimigos feio, tudo é feio. Tem os seus fãs, lógico, mas eu, é um jogo que eu não quero jogar. O 2 eu quero rejogar, e mais o 3 eu não quero nem passar perto.
O Phantasy Star 4 é o único que não esteve através do som da DeckToy, né?
Não teve, né?
Ele já tava um tempo que ele tava na Steam, e na Steam tinha mod que você podia usar e jogar ele traduzido. Eu fui tentar comprar na Steam, já não tava mais disponível.
Então é estranho porque o jogo tem a página da Steam, mas ele não foi deletado da página da Steam, né? Não dá para comprar. Eu não entendo muito bem essa mecânica.
Exato. E eu acabei adiantando o próximo Veja Você, né, falando da cronologia.
Ah, não tem problema, né? Não tem problema. Um outro importante aqui, ó, que eu encontrei em pesquisas e entrevistas, que o 4 ele foi pensado inicialmente como um jogo de Sega CD. Ainda bem que não foi, porque poderia ser uma bomba imensa, né? O projeto começou tava sendo planejado para o acessório do Mega, mas a versão acabou sendo cancelada durante o desenvolvimento. Ainda bem, ainda bem, porque eu tenho certeza, eu não sei, eu acho que eles poderiam querer botar FMV do Sega CD.
É um excelente jogo, mas eu penso só em FMV, aquelas cutscenes em FMV tosca. É tão bonita as cutscenes na versão do Mega que eu me apeguei a elas, eu acho lindas. Ah, mas imagem parada, mas daí eu tô falando de 93.
O Lunar, ele é excelente no Sega CD. Não tem FMV, filho.
Não joguei, não sei. Vou ver, vou ver, prometo que irei ver.
Sim, mas você sabe que um dos resquícios que a gente consegue ver muito claramente, que ele foi um jogo pensado inicialmente, músicas que tipo é bem acima da média se você comparar outros jogos do Mega Drive. E eu acho que esse é um resquício claro de que ele tinha sido pensado para Pro Sega CD. As músicas são mais bem trabalhadas, a trilha sonora é muito boa.
O 2 tem uma trilha sonora muito boa, o 1 tem uma trilha sonora muito boa, o 4 tem, o 3 eu não lembro. Eu tenho medo de ouvir a trilha sonora e achar tão ruim quanto é o jogo. Então eu acho que ficar nessa surpresa de saber e não saber é melhor, hein? Vou deixar assim. Próximo vejo é você. Os desenvolvedores chegaram a considerar masmorras, masmorras, as famosas dungeon em primeira pessoa, assim como no primeiro Phantasy Star. Elas são muito bonitas, funcionam muito bem no Phantasy Star 1, só que eu acho que elas são muito fáceis de se perder.
É muito fácil de se perder naquelas masmorras. Sem o mapa é muito mais difícil. E eu acho que funciona melhor nessa visão aqui, funciona a visão superior melhor. A do 2 também tem assim, a do 3 e 4 também tem que ser assim. Essa visão é muito melhor, mostra muito mais a beleza do jogo. Tu consegue ver os ambientes das masmorras do que daquele formato que tudo era azul, verde, né, uma cor, ficava feio. Então ainda bem que abandonaram essa ideia.
Posso fazer um contraponto? Rapidinho, eu não conhecia, eu nunca tinha jogado. E quando surgiu a oportunidade de gravar a pauta do Phantasy Star 4, a primeira coisa que me veio e me deu um calafrio era pensar nas masmorras em primeira pessoa, porque como tu disse, era muito fácil de se perder. E eu jogava com o mapa e eu terminei com o mapa também. Mas eu acho que era algo que eu esperava de um Phantasy Star, que tivesse essas masmorras em primeira pessoa, até porque eu só tinha jogado o primeiro.
Fiquei um pouco aliviado, mas ao mesmo tempo eu fiquei decepcionado. Poderia ter uma alternativa de meio termo, aí, porque quem jogou a versão do Phantasy Star para o Sega Ages, que é aquela versão mais nova que saiu até para Nintendo Switch, quando você tá dentro da dungeon e você vai andando, ele vai construindo o mapinha do lado. Pô, e isso é sensacional! Você consegue explorar a dungeon todinha, saber onde é que você tá indo, onde é que você já passou, onde é que não passou.
Poderia ser uma alternativa. É óbvio que naquela época eu não sei se daria para fazer isso, alguém já tinha pensado nisso.
Mas hoje, hoje desse sistema, 100% joia. Aí funciona melhor, né? Como eles chamam Qualidade de vida, né? É uma expressão, né?
É porque é muito gostoso você explorar dungeon quando você tem um mapinha sendo construído do lado. No Master, quando eu jogava, eu rushava para tentar sair o mais rápido possível da dungeon para não me perder. Mas quando você tem essa opção de construindo o mapa enquanto você joga, pô, aí é gostoso demais.
É verdade, é verdade. Primeira batalha que eu fui tirar, tirei contra um mosquito que eu não conseguia fugir, ele me matou em 2 hits. Ninguém me ouve na primeira batalha.
É assim, RPG, né? Quando a gente não sabe, é assim mesmo, meus amigos. A capa do jogo, a versão japonesa, eu acho que ela reflete muito bem o jogo. É um jogo japonês, capa japonesa, o perfil, o desenho tá ok. A capa americana, ela é muito feia, não tem nada a ver com pastel, como a gente fala. Porém, o artista é o Boris Valero, Valero. Ou Valejo. Eu acho que a pronúncia deve ser Valejo, mas vamos falar Valejo, tá? Esse cara aqui é um puta de um artista.
Ele é inspirado no Frank Frazetta, muito fã dele. A esposa dele era modelo, virou desenhista junto com ele. Só que eu acho que ele falhou, porque parece um Conan colorido demais. E como ele era um cara que refletia desenhos muito medievais, realistas, de bárbaros, de guerreiros muito musculosos, e não tem a ver isso com o jogo. Então eu acho que ele, a arte dele não é tão tão bonito como a versão japonesa. E eu prefiro a japonesa 100%.
E a capa americana, ela, não sei, ela não funciona, ela não me pega, ela parece que não tem, é ruim, é ruim, não tem nada a ver com pastel. E fico com a japonesa, japonesa é muito melhor. Vai ficar o link de uma imagem também de uma propaganda que tem a capinha e tem o desenho do Ches com cabelo mais comprido, a Rica aparece. Por favor, deixa eu procurar aqui só um pouquinho, já vou dizer aqui, ó. Quer ver Blade Runner elenco?
Já vou dizer aqui, é a Rachel do primeiro Blade Runner. Até aquele cabelinho com a franjinha bem rente para cima dos olhos e o cabelo comprido.
É a Rachel de Friends.
Não, é a Blade Runner lá do— como é que são Blade Runner? Isso, os ciborgues ali, os robôs, os elementos. Me foge as palavras agora. Lá do primeiro Blade Runner. E aquele cara de amarelo deveria ser o Han, mas não parece o Han. Então você vai ver que não funciona, o Boris não foi. Existe referência dentro do jogo a outros jogos da SEGA. Tem uma parte que a gente vai numa casinha, na casa da Saia em Motávia, que o Ches ou quem for na frente for ler os livros aparece assim: It's a children picture book, run, head hot, run.
Aí tem referência a Sonic, Ecco the Dolphin, Golden Axe, É um pequeno easter eggzinho bem interessante que eles botaram. Tem que ter muita sorte de encontrar esse estante específico, ir lá e mandar o chefe ou quem tiver na frente ler o que tem ali, reconhecer, e aí ele vai ler o livrozinho.
Sorte e um pouquinho de paciência assim, porque tu sabe que o jogo é longo e tu querer explorar absolutamente tudo assim—
Eu sei uma explicação: sem querer tu apertou o botão para ele fazer alguma ação e aí ele leu a biblioteca. Ali. Eu acho que é isso.
Eu sempre tentei procurar o negócio, ele ficava falando, ah, não vai pegar coisa no armário sem permissão. Eu falo, ah, então não vai ter nada para mim pegar. Daí por isso que eu não apertei nenhuma.
Ou ele fala, não vai perder tempo com isso também. Tem uma parada assim. Mas eu concordo com o que o Gesê falou, porque o que mais acontece, pelo menos aconteceu comigo bastante, é de você apertar na hora que você não quer. Às vezes você vai tentar falar com o personagem, ele anda, ou raiva, o personagem anda, ou o teu personagem vai para o lado errado. Eu senti um pouco de dificuldade nesse controle que deveria ser 4 direções só, mas é complexo.
E daí ele vai falar com nada, né?
É, exato.
Até em baús é assim, às vezes tu tá na frente, mas um pouquinho mais para o lado, aí não tem nada aqui. Tipo, como não tem nada aqui? Tem um baú, cara.
Eu acho, vou botar uma observação, nunca aconteceu comigo, mas que as pessoas que quando eu vou clicar nela sai da frente direto.
Olha só, quem jogou o Shining Force 2 do Mega também? Vocês jogaram? Eu joguei. Joguei, tá?
Não, não joguei.
Ele tinha segredo, segredos nas estantes. Tu podia ver a ação na estante, às vezes tu podia pegar um item secreto, algum item tinha nas estantes. Então tu tinha que ficar vendo quase todas as estantes, podia ter um item secreto. Eu acho que eles pensaram nisso, vai, vamos fazer que no outro é a mesma empresa, né? Vamos botar em alguma estante só específica uma referência aos nossos próprios jogos. Eu acho que é isso. Próxima, veja você: existe um bug relacionado ao nível 99.
Isso eu achei na internet, eu achei Como se chega ao 99? Quando o personagem chega ao nível máximo, determinados atributos podem sofrer um comportamento incorreto e diminuir em vez de continuar aumentando. O problema ficou tão conhecido que versões posteriores chegaram a brincar com ele no manual, aconselhando o jogador a não atingir o nível 99. Isso não aconteceu para a gente. Não chegou, a gente foi bem alto, a gente chegou bem alto.
Eu falei, ah não, não vou chegar 99 não para não bugar.
Imagina no manual, pessoal, chega, vai, vai para rua brincar. Vai jogar bola na rua.
Sim, né? Porque a pessoa chegar no 99 teve que jogar para um cacete, né?
Sim, a gente chegou, Lili, aos 50, acho que foi.
Sim, e mesmo assim já tinha horas para caramba de jogo. Imagina chegar no 99.
Olha só, coletâneas. O jogo está presente em várias coletâneas, meus amigos. Sega Age of Phantasms Star Collection da 98 para o Sega Saturn, Sega Genesis Collection 2006 para PSP e Play 2. Phantasy Star Collection para 2008 e 2009, não, 2008 para Play 2, em 2009 a Sonic Ultimate Genesis Collection. Play 3, 360, Sega Mega Drive Classics 2010 para PC, 2018 para Play 4, Sony Switch, e o Sega Mega Drive Nintendo Switch Online 2020.
Meus amigos, é muita coletânea! Quer dizer que o jogo tem lenha para queimar ainda, e eu acho que mereceria um remake.
Jogo.
Se um ganhou um remake na época do Play 2, por que esse aqui não podia ganhar um remake só atualizando os gráficos e dando uma qualidade de vídeo para ele? É só uma observação. Olá, música, meus amigos! O jogo está presente em duas coletâneas em álbuns, um em vinil e outro em CD. Um é o Phantasy Star IV em vinil duplo, rosinha, muito bonito, e também uma coletânea chamada Blind Spot 2: 30º Aniversário. O jogo possui dois guias oficiais, eles são parecidos mas diferentes.
Um chegou em 94 só no Japão e um em 95 só nos Estados Unidos. São muito bonitos esses manuais, tem muita coisa, informação de cada personagem, tem detalhamento de todas as magias, itens, as técnicas por cidade, por mapa, dungeon. Tem muito detalhe. Eu gostaria de ter isso aqui em mãos porque eles são grossos. Se não me engano, tem perto de 300 páginas o do Japão, não tenho certeza, mas é isso. Mas é muito longo, muita informação, muito legal esses guias oficiais da época.
Vai ficar também o link do comercial japonês da TV japonesa lá da época do jogo, muito legalzinho, tosqueiro da época, mas é legal. Existe também um audiodrama chamado Phantasy Star Memorial Drama CD de 95, que é um drama em áudio relacionado ao universo do Phantasy Star, expandindo a experiência da série através de diálogos e interpretação de voz, exclusivo do Japão. Vai ficar um link também de um site onde que eles transcreveram em inglês esse audiodrama.
O jogo sofreu adaptações, meus amigos, de nome. Exemplo: a Demi, que é a ciborguezinha, lá no Japão ela se chama Freina por causa da limitação de caracteres que tinham dos personagens. Então o personagem, se no Japão tinha um nome muito grande mas tinha 4 caracteres, quando chegava nos Estados Unidos eles só tinham direito a 4 caracteres também para descrever o nome do personagem. E assim foram com vários personagens que no Japão o nome é gigante, aqui não é gigantesco.
E por último, uma das características mais marcantes de Phantasy Star IV está na maneira como o jogo apresenta suas cenas de história. Em vez de utilizar longas animações ou vídeos em tela cheia, algo ainda era tecnicamente limitado no nosso amiguinho, a equipe optou por uma solução inspirada em linguagem de mangás e dos quadrinhos japoneses. E durante os momentos mais importantes da aventura, a tela fica preta, é dividida em diferentes painéis ilustrados mostrando os personagens, poses, locais, caras, e embaixo vai tendo todas as falas que os personagens vão falando.
Às vezes é um momento mais leve, é um momento mais denso, a música muda. Todos os pontos-chaves do jogo estão nessas cutscenes, que são muito bonitas. Eu achei incrível, e tão bonitas até hoje.
Pixel art da melhor qualidade, da melhor qualidade, tá muito legal, tá tudo bem bonito.
Eu acho sensacional, sensacionais até hoje, meus amigos.
Nem parece Mega Drive.
Olha, começou coitada.
Olha, o Éder tá com o coração peludo hoje, né?
É, tem que fazer parte do resto, né, que é tudo peludo.
Mas é que o problema é que é possivelmente um dos jogos mais bonitos do Mega Man, incrivelmente mais bonitos.
É bonito mesmo.
E episódios relacionados, o único que tem a ver com Phantasy Star é o episódio 400. Como conhecemos o jogo? Eu conheci mais ou menos na mesma época Como eu falei no episódio 400, eu conheci um. Depois, na época que eu tive um computador ainda nos anos 90, eu conheci as ROMs e eu tinha o 4, só que ele só aparecia a tela da Sega e quebrava o jogo, não funcionava. Só aparecia assim Sega e caía. E depois meu primo conseguiu outra ROM que aí funcionava.
Eu joguei na época sem saber inglês, nada, nada, nada, nada, nada. Foi muito na, meio que na intuição. Acho que tem que ir aqui, tem que ir ali. E uma revista que tinha um detonado muito limitado. Basicamente dizia o nome da cidade, uma foto genérica, e tu tinha que adivinhar muita, muita coisa. E eu conheci na época. Lele, para pauta?
Para pauta não, mas se bem que o 4 eu acho que foi para pauta. Embora eu vou fazer, eu vou fazer até um adendo assim, um gatilho talvez, um link, mesmo a gente não falando de Zelda, que a gente falou sobre ele no episódio do, como é que foi, entre entrevista com um amigo do Renato Jota lá, o nome dele, Stefana Laura. Não, esqueci também, me deu um branco.
Andréia da Avanço.
Mas a gente falou sobre o jogo lá na entrevista.
Tu é, eu conheci Craso, Ana Paula. Eu ia na casa dela jogar Super Mario. Mentira, eu não conheci para pauta.
Eu achei que tu conhecia minha vizinha, hein?
Eu também conheci para pauta. É óbvio que eu já sabia da existência do jogo, mas como eu não tive console de 16 bits, nem o Super Nintendo e nem o Mega Drive, eu pulei muita coisa na época. Eu acabei não jogando e quando quando chegou a época dos emuladores, eu fui jogar o que era mais famosinho assim. Então esses jogos que são mais lado B, eu sei que Phantasy Star não é um jogo lado B, ele é bem famoso, mas por ser um jogo muito longo eu acabei não pegando para jogar.
Eu já tinha tido experiência com o primeiro, joguei muito no Master System, mas não era algo que me chamava atenção para jogar depois do lançamento. Então eu peguei para jogar ele mesmo para de volta.
Então era o único viciadinho que conhecia na época, então, né?
No caso, e por que tu foi sumonado, né?
Senão talvez não teria jogado, com certeza não teria jogado os RPGs mais antigos. Para eu voltar é mais difícil. Eu gosto bastante de jogo de plataforma, de ação e tal, mas os RPGs eu acho mais difícil. Já tentei com alguns, para mim é mais complicado abstrair, exceto quando eu tenho aquela lente da nostalgia, né? Se eu pegar o Phantasy Star, o primeiro, para jogar hoje, eu vou jogar amarradão. Mas não foi o caso do 4, assim, eu joguei a duras penas porque eu não tinha essa memória afetiva da época.
Vamos lá, meus amigos, vamos seguir o baile aqui. Desenvolvimento. A equipe de desenvolvimento do jogo foi liderada por, desculpa a pronúncia, Toru Yoshida, Rie Kokodama, que já vinham trabalhando em Phantasy Star 2, como eu falei antes, né? O Phantasy Star 4 foi o capítulo que encerrou a saga, essa saga do Planeta e também encerrou no Mega. E também, segundo os próprios desenvolvedores, nasceu do desejo da própria equipe continuar trabalhando na série.
Eles, quando a SEGA demonstrou interesse em um novo jogo após o terceiro, que é Divisor de Águas, vários integrantes que já haviam participado dos títulos anteriores voltaram a se reunir. E a experiência acumulada ao longo dos anos permitiu que a equipe olhasse para os jogos— hoje minha garganta tá muito ruim, hein— a equipe olhasse para os jogos anteriores não apenas como referência, mas também como uma oportunidade de corrigir problemas fantasias mesmo, e desenvolver ideias que não haviam sido realizadas anteriormente.
Eles tiveram ideias, muitas no primeiro, e foram abandonadas devido à limitação de hardware, né? Uma das principais preocupações da equipe estava relacionada aos personagens. Os desenvolvedores consideravam que os protagonistas dos primeiros jogos possuíam uma caracterização e uma psicologia relativamente superficiais e queriam mudar isso a um novo capítulo. A intenção era criar personagens com mais profundidade profundidade interior, capaz de transmitir melhor suas emoções e estabelecer relações mais interessantes ao longo da aventura.
O Toru falou assim: queríamos mudar isso se fizéssemos outro Phantasy Star, dando aos personagens mais profundidade interior. Quem jogou o jogo inteiro, é uma alfinetada para vocês sem querer, tá? Mas é só ter visto as primeiras cutscenes, você entende o que eles quiseram falar. O Rune, que é o mago principal jogo, mas ele alfineta o Chess o jogo inteiro. Ô baixinho, ô aprendiz, novato, e fica cutucando, chega aqui com essa perna tão curta, fica cutucando o cara o jogo inteiro.
Toda oportunidade que ele tem, ele dá uma espinhada nele. Só faltava dizer, ô cabelinho de tigela, só faltou isso, né? Seguinte, desde o início do desenvolvimento, alguns personagens já estavam definidos, né? Entre eles o Chess, o Rooney, a Rica e o Muito bem, cada um deles carregava uma função importante dentro da nova história e ao mesmo tempo ajudava a estabelecer uma ligação com o passado da série. Meus amigos, eu vou falar sempre o nome americano, Ches, tá?
E assim vai, que é assim que a gente jogou e fica mais fácil, que eu não consegui decorar os nomes japoneses.
Perdão.
Ches assumiu o papel de protagonista e representava uma nova geração, enquanto personagens como a Rika e a Rain ajudavam a conectar o universo do Phantasy Star 1, 2, 3, 4, todos esses aí. Quem jogou o 2? Vocês jogaram 2 é dele? Não, não tá. Então não tem problema, mas depois tem citações ali. Com tudo aquilo que já havia acontecido anteriormente, Rune, por sua vez, recuperava uma característica muito marcante da série: a presença de personagens extremamente poderosos e misteriosos, capazes de se transformar completamente na dinâmica da aventura.
E também é um que resgata a magia, já que a gente tem o Chess porradeiro, a Alice é porradeira, e a gente vai entrando personagens porradeiro. Aí entra o Rune, resgata a magia magia, que até eles falam: nossa, você usa magia?
Uau, magia aérea! Nunca ouvi falar disso.
Fica estranho, eles até fazem isso, eles comentam isso sobre magia, né? Eles não acreditavam mais em magia. Uma das ideias antigas que finalmente conseguiu chegar ao jogo foi a utilização de veículos, que é muito legal, algo diferente da época. Para época, Chrono teve veículo, mas era muito limitado. A gente pega a época, época, e vai de uma área para outra e pousa, acabou. Aqui não, a gente entra no veículo e fica andando pelo cenário.
Eu não tinha dinheiro para esse veículo, eu peguei o Land Rover, daí eu entrei na cidade, daí quando saí da cidade eu perdi. Falei, caramba, onde foi parar meu Land Rover? Eu não sabia que ele tinha virado um item.
Mas olha, no primeiro já tem, né? A gente andava de Land Rover no primeiro, quando chegava no planeta deserto que tinha, você não conseguia andar se você não tivesse o Land Rover, né?
Mas é muito limitado. A utilização aqui é muito maior porque a gente tem 3 veículos.
E ainda ele é tipo, é brutão, né? Ele atira, ele recupera a vida depois de cada batalha.
Isso é um monstrão, né? Ele é bem mais forte, bem diferente.
Vamos lá.
E aí o Rie Kokodama comentou: quando começamos, a moça é uma mulher, inclusive no Phantasy Star 1, não só no 2, mas ela também trabalhou, ela foi artista do primeiro.
Pelo menos tu corrigiu o artigo aqui. A Rie Kokodama: quando começamos o desenvolvimento do Phantasy Star 4, eu disse: desta vez temos que fazer batalhas com veículos, que não tem lá no primeiro, e aqui tem com todos os veículos que andam por terra, água, gelo, tá, que eu acho que são iguais, mas não são tão legais. Esse é o detalhe, não tinha muito o que fazer, mas é aí o que tem. Apresentação visual também recebeu uma atenção especial.
Um dos elementos mais marcantes do jogo é o sistema de diálogos baseado em várias janelas, na qual os personagens aparecem diferentes quadros durante as conversas. A ideia era abandonar a apresentação tradicional de RPGs da época e criar algo mais próximo da linguagem dos mangás japoneses. Os personagens poderiam aparecer em diferentes posições. E aí Toru Yoshida, eu acho que é o, falou: queríamos que estivessem a sensação de um layout de mangá em vez da apresentação típica de anime em uma única tela.
E aqui foi disruptivo para época. Para, como é que é a palavra? Por favor, me ajuda aí. Isso, ele eruptou, isso, batráquio, estrogonófico para época. Esse sistema acabou se tornando uma das características visuais mais reconhecidas do jogo. Mesmo com as limitações do Mega, a equipe encontrou uma maneira de transformar diálogos em algo visualmente interessante e que ajudava a reforçar a personalidade dos personagens. Em vez de simplesmente ler grandes caixas de textos, o jogador acompanhava uma espécie de história em quadrinhos interativa que é espetacular, um desbunde, Meus amigos.
As batalhas também foram pensadas para exigir mais do jogador. A equipe não queria simplesmente criar chefes que obrigassem o jogador passar horas acumulando experiência. Mentira, eles queriam.
A intenção era que até onde eu cheguei eu não grindei nada.
Por isso mesmo, Éder, espera tu chegar até a parte do final, tu vai ver. A intenção era que os combates fossem vencidos através da observação e da estratégia. Aumentar o nível dos personagens ajudava mas não seria o suficiente para superar determinados inimigos caso o jogador simplesmente repetisse o comando de ataque sem saber as habilidades disponíveis. Isso é interessante, tu tem que saber bem todas as tuas magias que tu tem e se o inimigo ele é de força bruta ou de força mágica. Aí tu vai usar certas magias para te defender.
Aquilo que eu falei do Verme da Areia, ele podia ajudar um pouco e dar uma pequena descrição do que cada magia que usar. Uma ideia do que que fazia, usar uma magia Não fez efeito nenhum. Falei, desgraça, Magia, faz o quê?
Tu tem que ir em descrições de outros lugares para saber. Eu já conhecia porque eu joguei o 1 e o 2, então eu fui lembrando da foi a cega, né?
Eu nunca tinha jogado, joguei nem, eu joguei só um pouquinho, não joguei nada e não procurei nenhum guia, nenhum detonado. Fui jogando a cega, na loucura.
Foi aonde?
É, mas olha, eu concordo com o Éder, eu senti também bastante dificuldade Até os itens, tem vez que eles têm a descrição lá, tipo, então eu não sei o que é esse item, daí eu lia, tinha que ver a descrição, mas as magias não tinha. E não só isso, a magia não, né, as técnicas, as técnicas nem as habilidades.
Porque eu comecei a fazer muita confusão com o que era habilidade, o que era magia. Para mim não fazia sentido, eu achei confuso de você usar isso no sistema de batalha.
Tipo, a técnica tem um, ela gasta tipo um MP, que é o TP, né, o ponto, é técnica, o ponto. E a habilidade tem um número na frente que é o tanto que você pode gastar dela.
Daí depois que você dorme na estalagem, ela recupera de vida, né? Eu achei confuso esse sistema de quem jogou MMO entendeu, é RPG, né?
Tipo, tem o tanto de magia que você usa no dia até você descansar.
Inclusive vou dar um spoiler dos meus disclaimers, basicamente, mas mesmo jogando com guia cheguei no final sem lembrar o que que era absolutamente nada ou quase nada.
Eu fui lembrando bem.
Ah, mais ou menos. A magia de ressuscitar nem eu e nem tu sabia qual que era.
Isso daí eu ia anotando no caderninho, eu tenho Tinha meu caderninho de anotação com todas as magias que eu ia usando.
Não é a res que ressuscita, a res é de cura.
Não é revés, né?
A res é de cura, que depois ela vai aumentando para dar mais cura ainda.
Depois eu ia usar, né?
A Sara em equipe dá cura em equipe.
Preciso dizer que o Éder jogou o modo antigo. Parabéns, Éder, parabéns!
Joguei no Mega Drive ainda, muito bom, sem fast forward, sem save state, jeito true.
Mas também vou te dizer que eu e o Gui, a gente jogou com save state, e lá para o final teve uma parte que a gente simplesmente esqueceu de salvar a gente morreu num chefe e aí dá game over.
Eu morri no, eu morri no, da minha gameplay toda eu morri 3 vezes, uma no verme da areia e duas no Zio.
Eu não lembro qual que era o chefe que a gente morreu.
Era o Dark Horse.
A primeira que eu morri no Zio é que eu não sabia que tinha que usar o item para ele ficar fraco. E a segunda foi porque eu não sabia os buffs que eu tinha que dar. Daí depois que eu aprendi meus buffs, daí ficou fácil.
Tem que usar o Psycho Em inglês é o cajado psíquico. Isso, ele não serve para nada. Isso é uma nova, vamos dizer assim, nova funcionalidade que foi criada.
Mas ele tinha falado, né, que tipo com esse cajado vamos poder quebrar a barreira do Zio. Mas eu achava que era, ia lançar automático. Não, não tinha que entrar no item e jogar o cajado nele.
É algo novo dentro desse jogo aqui, que tu pode usar armas como item dentro de batalhas.
E tem uma quest inteira para ir atrás desse bendito machado, né? É cajado. Cajado. Tem uma quest inteira que é para você ir atrás desse cajado, né?
É que ele tem que quebrar a barreira que é na meio que vai para Novos, né?
Eu achei que era do Noah o cajado.
Sim, do primeiro tá falando.
É, eu achei que o cajado fosse uma arma do Noah, tivesse alguma referência, alguma coisa nesse sentido.
Vai ter, só que mais para frente, depois a gente conta.
Ainda bem que o vendedor não deixa vender esse tipo, não compra esse tipo de item, né? Porque se fosse eu que ia tentar colocar em algum personagem, não funcionava, ia pegar e sair vendendo já.
Esse foi outro sistema que me causou uma estranheza. Quando você vai comprar os itens, ele não diz exatamente quem que pode equipar os itens, né?
Eu disse, mostra uma setinha aí em quem pode usar. Na hora da compra, tipo, você pega, por exemplo, Retalhador, que é o bumerangue da Ares, só aparece uma setinha em cima da Ares, que ela, que só ela pode equipar.
Eu não vi isso.
Aparece, mas é bem sutil e não dá para equipar. Não é que nem RPG de hoje em dia, tu diz assim, ah, eu quero comprar a espada 2, eu tô com a espada cada um automaticamente já faz a troca, já equipa e tudo direitinho, né?
E ele te mostra até os status, né, o quanto vai aumentar antes de você comprar, né?
Era da época, isso eu não vi, padrão da época. Só mostra que vai tipo o item e quem equipa. É, não, só na hora de equipar que mostra o status que vai aumentar.
Não, tô dizendo que os jogos novos, antes de você comprar, ele mostra os status, quem que equipa, compara já com o que você tá usando, e depois que você compra pergunta se você já quer equipar. Agora aí no Phantasy Star 4 não sei, eu não conseguia nem entender quem que poderia usar ou não. Cheguei a comprar item que eu não consegui equipar em ninguém. Em quem eu consegui, o item era pior do que o que eu tava usando. Aí deu uma desanimada só para gastar pilas.
Verdade.
Ou às vezes ele é ruim, né? Ele é pior do que tu já tem.
Até porque tu não vende pelo preço que comprou, né?
Sim, é trato feito, pago metade do valor.
Outra funcionalidade que eles criaram nas batalhas foram as combination técnicas ou os ataques combinados, que aqui eu gosto e não gosto, porque nem sempre funciona. Tem a magia A e a magia B. Se tu usar A e a B diferente do qual personagem, não importa a ordem, pode ser A, B, usar elas em sequência, pode ou não usar as habilidades combinadas. Eu usava contra o Verme da Areia, exemplo, uma que dava quase 1000 de dano. Uma batalha funcionava, na outra não funcionava.
Isso é algo ruim. Já é que nem Crono, tu selecionou a opção de ataque combinado, vai ser usado ataque combinado. Então lá tu tem certeza, aqui não tem certeza, pode ou não acontecer, é aleatório, eu acho, né? Aqui, ó, outro detalhe: a equipe também decidiu não incluir um sistema de batalha automática. A escolha estava relacionada à ideia de que o jogador deveria permanecer evoluindo durante os combates e tomar decisões constantes.
Em vez de transformar em lutas de uma sequência automática de comandos, a intenção era fazer com que cada batalha fosse encarada como um confronto no qual o jogador realmente participa. Participa.
Rieko Kodama comentou: tem um macro lá, é caso tu não queira fazer algo.
Eles deram opção, mas não é a melhor opção.
Preferimos que eu só ficava no macro, só ataque, ataque, ataque.
Preferimos que os jogadores vejam as batalhas com luta reais e estejam mais envolvidos no uso de técnicas e habilidades. Porque tu tem que ir lá no menu e criar tua macro. Pode criar uma que nem tu vai lutar contra Verme da Areia, o tempo inteiro. Pode criar a tua melhor macro, uma só de proteção e depois uma só de ataque. Show! Mas tu tem que saber muito bem o que o teu personagem—
tipo, a macro que é todos os ataques, a macro que é para acertar mais de um inimigo, a macro que é os do buff e a macro que é das ataques mais fortes.
Isso tu pode fazer, depois tu pode deletar, criar outros, né? Outra preocupação importante durante o desenvolvimento foi a construção do mundo. A equipe não queria criar apenas uma história, uma história interessante, mas o universo que parecesse existir de verdade. Para isso, os desenvolvedores pensavam até mesmo nos menores detalhes do cotidiano daquele mundo. Eles discutiam questões aparentemente simples, como a existência de velas, eletricidade, e até mesmo o tipo de cobertura que poderia existir na janela das casas.
Calma, né, gurizada, na época não dava, mas tudo bem. Esses detalhes ajudavam a construir gradualmente uma entidade própria para o universo do jogo. Essa preocupação com os detalhes também estava relacionada ao desejo de preservar o mistério. A equipe queria que o jogador tivesse a sensação de estar descobrindo um mundo desconhecido, em vez de explicar imediatamente a origem de tudo. Alguns elementos eram apresentados de maneira gradual, fazendo com que o jogador se perguntasse o que estava acontecendo e qual era a verdadeira história por trás daquele universo.
A Rieko comentou: queríamos que os jogadores perguntassem, eu me pergunto, o que é isso? Enquanto jogavam. Aí que vem o detalhe, porque que acontece? Ah, não sei o quê, o Rune vai criando um mistério depois, mais para frente no jogo, tá? Tu fica pensando assim, o que que ele fica se ensaboando e não conta? Aí lá perto do final a gente descobre o grande segredo por trás do Rune. Quer que eu conte? Já posso contar?
Vou contar.
O Rune, ele é, ele é a reencarnação do Noah do primeiro, ele é o Lutz, perdão. Ao longo dos anos eles foram reencarnando e iam passando todo o conhecimento, informação. Então o Rune é tão fodão por causa disso. Ele é, vamos dizer assim, reencarnação lá do primeiro Lutz do primeiro jogo Phantasy Star. Por isso que ele é tão fodão.
O Lutz é o nome japonês do Noah, né?
É isso. Por isso que ele é tão fodão, entendeu?
O cabeludo.
É legal isso. É um mago super fodão que sempre foi reencarnando e passando. Eles chamam de o próximo, o próximo, entendeu? É legal. Isso. Por isso que tem tanto no 4 que liga com os outros jogos, principalmente com o primeiro, com o segundo. O 3 eles fizeram assim, finge que não aconteceu.
É, tentaram esquecer, né? Pera aí, o Éder saiu para não ouvir os spoilers.
Ele não vai poder ouvir o episódio, né?
Avisa ele que já acabou, pode voltar. Aí a gente contou o resto agora.
Ai, que demais isso!
Outro aspecto valorizado pela equipe era o humor, muito bom, muito engraçado. O responsável pelos Maglus Akinori Nishiyama demonstrava orgulho nos momentos engraçados e das situações que não necessariamente tinham importância para o avanço da história. Essas pequenas cenas ajudavam a dar personalidade ao jogo e permitiam que a aventura respirasse entre os momentos mais dramáticos.
Eu achei engraçada a parte das meninas que entraram no hotel e não tinha dinheiro para pagar delas, foram fugir à noite e foram presas depois.
Depois você encontra elas presas, né? Engraçado. Agora quem vai querer casar com a gente?
A casa Ares.
Aí a própria personalidade da Ares, né, que tudo ela fala: ah, beleza, mas eu vou cobrar.
Com meu medo, me ajuda aqui, quanto tu me paga?
Eu vou com você. Em vez dele ajudar, não, ele vai pagar. Além dela usar o cara, o cara vai ter que pagar.
Se a gente pegar o primeiro, Phantasy, os personagens são muito vagos, né? Não tem essa personalidade que eles quiseram impor aqui no 4. Por isso que é tão legal, e com o passar dos anos, os RPGs, os personagens ganharam personalidade, forma de falar, forma de agir com determinadas situações, ou eles eram mais brabos, mais sérios, mais bem-humorados, né?
Isso é legal.
E aí até a Kinori Nishiyama comentou: espero que os jogadores aproveitem as partes frívolas que não estão relacionadas à história. E tu aproveita mesmo, que são piadas muito legais.
Conversar com todo mundo, eu achar muito engraçado ver o pessoal falando. Teve um pessoal que, nesse caso, na cidade do terremoto lá, que ela fugiu de casa. Daí a sogra falou, ainda bem que foi, que a mulher era uma vagabunda. Vagabunda não, mas falou tipo é uma emprestável. Depois, se eu encontro ela na outra cidade, ela fala, não vou voltar para casa não, que minha sogra é terrível. Achei engraçado.
Tem o cachorrinho que a gente tem que resgatar, e daí tem que ir numa padaria específica que o cara vende o melhor bolo da região. Tem os trabalhos, né, que são isso legal também.
Aliás, todo Fantasy Star tem um quê com bolo, né, cara? E os caras montam as lojas nos piores lugares. Lugares possíveis.
E sim, pegar um lugar muito específico na cidade, sair em direção da direita e no último pixel, né?
Esse daí é o Dragon Quest, já ensinou tipo para contornar a cidade pelo cantinho da cidade, isso, para encontrar umas casas secretas.
No primeiro Phantasy Star era dentro de uma dungeon lá escondido a loja de bolo do cara.
Muito legal, ainda eles mantêm essa referência dos bolos, né? E por fim, aqui, ó, no fim da entrevista, da onde eu peguei, a equipe a equipe que enxergava Phantasy Star IV como uma oportunidade de reunir tudo aquilo que já vinha aprendido ao longo dos jogos anteriores. A equipe queria aprofundar os personagens, melhorar a apresentação visual, desenvolver ideias antigas, criar um mundo mais detalhado e oferecer batalhas que exigissem mais do jogador.
Acertaram. Ao mesmo tempo, havia uma preocupação em manter o mistério, preservar o humor e permitir que jogadores descobrissem o universo aos poucos. E a Rieko falou: o mundo de Phantasy Star IV veio à tona para nos dar de maneira gradual. E as batalhas com os últimos chefes é muito bem pensada. Tu tem que ficar muito bem atento no primeiro round, que é magia de defesa, defende toda a galera. Aí tu tem que pensar assim, tu vai usar uma magia, a Gisar Nassar, que cura todo mundo quase no talo.
Mas tem um detalhe, o Ren, ele é um ciborgue, ele não recebe essa magia de cura. Ele tem a própria técnica de cura, ele não tem magia, ele tem técnicas. Então naquela rodada tu quer curar todo mundo, tu vai usar a Gissar, cura todos os humanos, os orgânicos, e nele tu usa a própria técnica que cura tudo. E aí tem esse detalhezinho que se tu não se ligar rápido, ele morre em quase todas as batalhas fodonas.
E o legal dos androides, que depois de cada batalha recupera um pouco de vida, né, quase toda vida, ou ressuscita automático.
Se ele morreu, ele ressuscita, ele ganha uns 40, 50 de vida, e depois tu vai andando, ele vai recuperando.
Eu nunca deixei o androide morrer. Quando ele morria, eu já usava o Rimas para sair.
Ah, mas aí tem um detalhe, Éder. Se tu quer grindar de uma maneira legal, vai enfrentar o Verme da Areia. Tu tá com 5 personagens, deixa 2 morrer de propósito porque os outros vão ganhar mais experiência. Ressuscita e deixa outros 2 morrerem e fica fazendo isso para eles ganharem mais XP, caso esteja mais fácil os 4 ganhar junto. Não, tu vê que um tá muito desbalanceado, tá muito para baixo o nível e ele precisa ganhar muito XP, tu deixa os mais fortes morrer, eu fazia isso.
Teve um dia que a Lili pegou no sono, eu deixava os personagens morrer de propósito para os outros ganhar mais XP, para ir dando uma nivelada e subindo mais o nível que eu tinha, para ficarem mais parecido.
Deixei todos, tudo tava igual nos meus níveis.
Não, meu, tudo lá para frente não fica tudo igual, porque todo mundo fica saindo, entrando, né? Aí fica disparelho, né? Aí eu deixava morrer para isso.
Tanto Android que o Kuririn ia gostar do jogo.
É verdade, baixinha peituda, né?
É baixinha, o cara é muito parado, né?
A outra rica também tem um ano de vida e só anda de maiô por aí, mas eu e peituda também.
Começando a história, a gente tem que falar antes de tudo da criação do sistema Algol. E aí a gente começa com duas entidades que nascem e dão uma origem única: a Grande Luz e a Escuridão Profunda. Essas Essas duas entidades lutam pelo conflito e pela dominância. Já a Grande Luz vence, claro, e bane a escuridão profunda para uma outra dimensão. Para servir de selo sobre essa prisão dimensional, a Grande Luz cria o sistema estelar Algol, uma estrela e 4 planetas: Palma, Motavia, Desoris e Raikros.
E apenas Palma, Motavia e Desoris formam de fato o selo. Lycros, que aparece no final do Phantasy Star IV, é um planeta extra criado como sistema de alarme. Deveria ser revelado apenas quando o selo estivesse prestes a falhar, e sua órbita é tão alongada que só se aproxima de outros planetas uma vez a cada 1000 anos. Só pode ser visto através do dispositivo Aeroprisma que a gente encontra aqui no quarto jogo. O selo se enfraquece a cada 1000 anos, permitindo assim que a Dark Horse, ou a escuridão profunda, onda se manifeste.
E o objetivo é romper os selos, o que exige destruir planetas para enfraquecer o selo. Aí nós temos esses 4 planetas aqui principais. Nós temos Palma, que é o mundo verde agrícola, berço dos palmanianos e centro do governo de Algol até a sua destruição no Phantasy Star 2. Motavia, que é um mundo desértico e depois terraformado, ele se torna um mundo verde pela Mother Brain lá no 2, depois volta a secar após a queda do clima 4.
Desoris, que é um mundo gelado habitado por desorianos, desorianos verdes, e abriga a mansão dos Esper, escondida por causa do ambiente hostil, que a gente visita também aqui no 4. E Raikrus, que é o planeta escondido, órbita tão distante que só é visível de mil em mil anos, e ele tem a existência desconhecida para a maioria dos seres vivos do planeta Algol. Depois ainda a gente tem os satélites artificiais notáveis como Laila, Kur'an, Zelan, estação onde vive o nosso Ren, personagem aqui do 4, e por um período o castelo aéreo do Lashiek, que é lá do primeiro jogo.
Na verdade não é bem um satélite, é mais ou menos uma sobra de um pedaço de planeta que a gente vai enfrentar ele. Item 2: o calendário AW e o que significa, da onde vem. No mundo de Phantasy Star, esses 4 primeiros jogos, o calendário oficial de Algol se chama AW. Sempre tem datas com AW e depois o BW. Como para nós a gente tem o antes de Cristo e depois de Cristo, Phantasy Star também tem o mesmo sistema. E esse significado pode ser considerado duplo, pois tem After Wars e After Ways, depois de Ways e depois das guerras.
Os dois são oficiais ao mesmo tempo e foram revelados juntos no livro Phantasy Star Official Production Compendium, o livro de material oficial da série. Eu usei muito ele para montar esse material. Então esse nome vem de uma figura histórica dentro do universo, que é da própria lore, que é a Waze Landale, ancestral direta da Alice, protagonista do primeiro jogo. E em BW13, ainda no calendário antes de Waze, Waze na época governante supremo da região de Baia Malay, que a gente visita no primeiro também, em Palma, teve a visão de unificar o planeta inteiro sob um único governante e reuniu um exército para lutar por esse futuro. 13 anos depois, sua ambição se concretizou e ele, ele e seu exército uniram Palma com sucesso, e Waze ascendeu ao trono como primeiro rei da linhagem de Palma.
Para marcar a ocasião, um novo calendário foi criado, com o primeiro ano do seu reinado batizado de AW1. Se quiser ser mais detalhista, ou seja, podemos dizer que AW1 é o ano exato em que Waze venceu suas guerras de unificação e virou rei. E por isso que tem dois significados dos meus amigos, depois das guerras, depois de Waze. Descrevem o mesmo marco, o mesmo fato, só que sob ângulos diferentes. E é a mesma coisa no final das contas.
Vamos começar com alguns pontos, quase uma timeline na era pré-Fantasy Star 1, que daí no caso a W1 é quando a Waze Landale une o povo. Já no ano 126, a primeira espaçonave interplanetária pousa em Motavia, contato com os motavianos. 157 é o primeiro contato entre tesouros. 183 é o plano de imigração para Motavia para aliviar a superpopulação de Palma. 264, Passeio torna-se a capital. 314, nasce o personagem Odin. 315, nasce Lutz.
E 327, nasce a Alice. E aí nós temos os acontecimentos do Phantasy Star 1 com o Rei Lashiec, isso lá em 342, influenciando por um culto sombrio, na verdade a Dark Horse, a gente descobre mais tarde, torna-se um tirano os espaçosportos e impõe impostos punitivos. Alice e seu irmão Nero se juntam à resistência. O Nero é assassinado pelas forças do Lassiek, e aí assim Alice se lança numa jornada de vingança. Alice reúne o grupo Miau, Odin e Lutz, e Lassiek é derrotado.
O Dark Horse é banido. Alice descobre que é herdeira legítima da família real de Algol. Isso no ano de 342. Em 345, lealistas ao Lassiek sabotem a nave de Alice e Lutz, deixando-os viva e registros são apagados. Olha só, Lutz retorna a Algol, começa a ensinar magias. Nunca seriam as técnicas, né? 822, muito tempo depois, a nave de Noah vinda da Terra chega a Algol. Os Terráqueos iniciam a construção da Mother Brain. Em 844 a 845, os Terráqueos assassinam secretamente a família real de Algol e liberam a Mother Brain sobre o sistema.
Lutz, em criostase desde a W-345, desperta e se esconde em Horas. E 852, a Mother Brain constrói o Climatrol em Motavia, terraformando o planeta de deserto a paraíso verde. E para não esquecer, tem um ponto que acontece em AW843, que é um fenômeno chamado a conjunção. Uma interferência gravitacional desloca as órbitas de Palma e Motavia, destruindo inúmeras cidades. A família real Landale tenta fugir, mas sua nave é destruída por sabotagem de terráqueos, e linhagem espécie extinta.
Só que não. Vamos agora para Phantasy Star 2. O ano é AW 1284 que se passa, mas um pouquinho antes nasce Rolf, que é o protagonista, em 1263. 1274, Rolf e seus pais sofrem uma colisão de naves sobre Desoris. 1282, um acidente no Bio System Lab de Motave cria Neferist, forma de vida artificial. 1283, Ney é criada a partir do Neferist, tornando-se uma forma de vida independente. É adotada e depois encontrada por Rolf em passeio. 1284 é o enredo do jogo de vez, né?
Rolf investiga um surto de biomonstros. Ele e Ney se envolvem numa conspiração da Mother Brain. O Klimatol é destruído numa batalha. Rolf e companheiros são presos e enviados a um satélite-prisão chamado Gaila. O grupo vai a Dezoris, reencontra Lutz, que explica a ligação entre Rolf e Alice. Confronto final: o grupo enfrenta Dark Horse e depois a própria Mother Brain, que é destruída. Em 1285, já depois do do jogo. O Rang é construído para manter o clima de Algoal a bordo da estação espacial Zilan, e esse é o mesmo Rang que a gente encontra no Phantasy Star 4.
Em 1299, o Lutz morre. Agora entramos nos pontos de Phantasy Star 3. Passa-se a bordo da Alisa 3, uma nave que escapa da destruição de Palma lá no Phantasy Star 2. Existem que na cronologia oficial que o jogo ocorre 1000 anos antes dos eventos do próximo jogo, que seria o Phantasy Star 4. E também tem o Ren, só que aqui é um outro Ren, não é o mesmo do 4, é um indivíduo diferente apesar de ser o mesmo modelo de androide. E também o jogo sofre vários problemas porque ele é considerado uma coletânea de histórias paralelas, já que a equipe original não tava nele.
E por fim, a parte 8: Hashi brilha ali no Phantasy Star 4.
Então vamos lá, no End of Millennium. Grizzly, jovem caçador, e sua mentora Alice Brangwyn investigam o surto de biomonstros em Piata, rastreado até um mago sombrio chamado Zio, que está petrificando aldeias inteiras, Zema e Mokun, a serviço de um deus chamado Dark Horse. Os aliados se juntam nesta jornada. O grupo recruta Ham, que é um estudante, Runyoush, que é o mago misterioso encontrado em Mokun destruída, Grizzly, que é Ottaviano em busca de vingança.
E mais tarde, Rica é uma Newman encontrada no Biolab de Birth Valley, guardiã do Professor Holt, e a androide Demi capturada por Zinho.
Vou botar uma observação aqui bem rapidinho: a Demi, ela tá ligada— perdão, a Rica, ela tá ligada com uma personagem do 2. Lá no 2 ela foi criada, é o mesmo sistema, uma mulher com orelhinhas e com garras.
Ela é filha, né, entre muitas aspas, de uma inteligência artificial, né?
Isso, ela foi criada, por isso que ela tem um ano de idade, né? Ela é como se fosse um ciborgue mesmo, né?
A morte de Alice. No confronto com Viu, elimina um ataque mortal em Chess. Alice se joga na frente e é gravemente ferida e morre pouco depois, passando a liderança e a missão para Chess. Então todo mundo pensava ali no começo do jogo que a Alice ia ser a protagonista e dava toda pinta de que seria, inclusive esse que vos fala. E aí foi uma surpresa para mim quando aconteceu a morte dela e essa passagem do manto e da responsabilidade para Chess, né?
Bom, a queda de Viu. De volta ao forte, com a ajuda de Rune, o grupo derrota Zil, que morre percebendo que Dark Horse nunca pretendia lhe dar a imortalidade prometida.
O Zil foi enganado que nem um burro, né?
Ah, mas tava também mais na cara que bigode, né? Vai confiar no capiroto? É isso aí, né, cara? Bom, o primeiro Dark Horse. Com Demi controlando o sistema Nervos de Motavia, descobrem que as ordens vinham do satélite Zilan, onde conhecem o androide Ren.
Outra referência, tem um Ren em outros jogos também, mas não é o mesmo, tá?
É só o mesmo nome.
O Ren aparece em outros jogos, só que aqui é outro Ren, é só o mesmo nome.
É que vamos dizer que assim, o terceiro, eles, quem criou, mal da história, só botou uns gato pingado aí e depois teve que dizer que não faz muito parte, né?
Bom, e no caminho para consertar o satélite irmão Kur'an, sofrem sabotagem e caem em Dezoris, que é o planeta geral, de onde eventualmente é o planeta de gelo, que também, se eu não me engano, no primeiro, no primeiro Phantasy Star é um dos últimos que você visita, de onde eventualmente chegam a Kur'an e derrotam a primeira manifestação do Dark Dark Horse. A revelação de Lutz. Uma tempestade anormal em Dezores leva o grupo à Torre de Garoberk, na mansão dos Espers.
Descobrem que Rune é a quinta reencarnação de Lutz, o lendário herói de Phantasy Star 1, que ele escolheu Chess como o novo protetor de Algol. Solta lá o esqueletinho do meme!
Ei, pega no pé dele até não poder mais! Mas eu confio em ti para te ser salvador.
Mas você é o escolhido. Lashik, o segundo Dark Horse. Perseguindo a Tocha do Eclipse roubada por servos de um antigo vilão, o grupo enfrenta e derrota o zumbi fantasma de Lashik no castelo aéreo, e depois de uma segunda forma do Dark Horse dentro da própria torre de Garoberk, que é um organismo vivo. Hikrus e a Verdade Final. Usando o aeroprisma, o grupo localiza Hycrus, o quarto planeta escondido do sistema. Lá, o guardião Le'Ruf revela a verdade: por trás de tudo está a Escuridão Profunda, a entidade cósmica banida pela Grande Luz há bilhões de anos, que usa o Dark Horse como ferramenta para tentar romper o selo dimensional tradicional, que tinha sido enfraquecido pela destruição de Palma mil anos antes e que aparece no Phantasy Star 2.
Chaz recebe a espada sagrada Elzidium, entregue pelo espírito de Alice Landale do primeiro Phantasy Star, não essa que morreu, e aprende a técnica Mejite.
Mejite é, vamos dizer, uma side quest. Se tu não fizer lá em Raikros, ou Rikros, tu for com a espada, tu não consegue entrar numa torre, e daí tu consegue aprender Mejide.
Eu não joguei até aí, então para mim tá sendo também uma surpresa. Eu joguei até a morte da, da— vamos lá, batalha final. Chess, Rune e Rika e um companheiro escolhidos entram na dimensão da escuridão profunda e a derrotam, selando-a de vez e restaurando a paz em Algol. E o peixe. O grupo se despede. Rica permanece ao lado de Chess. A história termina lembrando o sacrifício de todos os protetores que vieram antes, à espera do próximo ciclo.
Aí vem os detalhezinhos. O sistema Algo foi criado pelo bem há muitos anos, quando o mal e o bem essas entidades, como a gente já falou antes. E aí o sistema Algol, os planetas, eram selo de proteção. E aí que acontece, quando o— esqueci o planeta que foi explodido, esqueci.
Palma.
Palma. Quando Palma foi explodido, uma parte do selo foi enfraquecida. Então Dark Horse tinha chance de sair do selo dele. Então esses planetas eram uma proteção. Mas Rikro era, na verdade, era o quarto planeta, o secreto, que ele tava, ficava escondido, e ele só aparecia sabia quando o selo tava fraco. E aí a gente descobre, quando vai para ele, nem sabia da existência ninguém do planeta, vai para lá e a gente descobre o grande final de tudo.
Pega também a espada Elcidion, ou Elisa, sei lá como é que é a pronúncia, Elcidion. E aí a gente começa a aprender mais. E daí tem que voltar para Motavia, que tem a batalha final com buracão no chão pertinho da cidade inicial, lá na verdade perto onde que tem o forte do Zion. E a gente vai batalhar com a força maléfica ali em 3 formas, muito foda, muito legal o visual. E não foi tão difícil a batalha final, né, Lili?
A maligna, não.
Ou seja, não era Zion, não era Dark Horse 1, Dark Horse 2, era a tal da escuridão profunda.
Isso, na verdade, a gente vai enfrentar esse grande malvadão no final em 3 formas, né? Ele vai ficando cada cada vez mais louca. E a última é a mais bonita de todos, e a gente consegue acabar com essa Força Negra e salvar todo o sistema Algol numa batalha gigante, né? Que daí é legal, porque assim, quando a gente sai de Rykros e vai para Motavia, é onde que a gente vai no espaçoporto, vem toda a galera que já participou da nossa equipe.
Todo mundo já apareceu ali, o Gris, o Han, o Raja. Aí eles falam assim, a Demi pergunta: quem tu gostaria de botar na equipe para ir lutar na batalha final. Eu vi no RetroArchivements que dá para ir sem nenhum, escolher ninguém. Pode ser, ah, não quero ninguém. E aí tu escolhe um deles. Eu escolhi o Raja porque ele tem cura em grupo e também ele tem uma técnica que ele fica recuperando o TMP com passagem dos rounds, das rodadas.
Então ele vai recuperando conforme ele vai, ele usou aquela magia. Então tu pode ficar usando magia quase para o resto da batalha sem perder ponto de cura. Entendeu?
Entendi.
Ele é bem bom, o Rádio, e é um velho que faz bastante piadeira. Ficam chamando ele de velho também. É um bom personagem.
Chamando o Éder de volta.
Voltei.
Pronto, a gente deu spoiler. O Éder voltou. Agora vamos para jogabilidade. Vocês tiveram dificuldade com a jogabilidade?
Eu tive.
Eu não.
Então eu sou burrão.
Não, eu ia dizer que algumas coisas sim.
É, eu tive, na verdade, assim, eu tive dificuldade e pouca paciência.
Eu só fui, só tive dificuldade quando fui burro.
Foi meu caso. Obrigado, Éder, você elucidou o meu ponto. Porque como eu disse assim, eu comecei a jogar, né? Vou colocar as dificuldades que eu tive.
Uma coisa que eu não sei, tipo, você foi, bufou seus personagens, o buff dura até terminar a batalha ou passa um tempo ele acaba?
Pelo que eu vi, ele dura bastante tempo o buff, não é assim uma rodada e acaba.
Porque ele não vai até acabar a batalha, vai permanecer lá, ou você, na teoria, até o final da batalha?
Depois de 5 turnos tem usar de novo na final, até a teoria, até o final da batalha.
É igual Pokémon, é, você bufa ou dá debuff nos status e fica só durante a batalha. Imaginei que fosse assim.
É que eu tava com medo de tipo Final Fantasy, que depois de um tempo eu já tinha que bufar de novo.
Não sei lá, mas assim, as dificuldades que eu tive, né, eu tive dificuldade de entender muito bem o conceito. Eu assim, as batalhas em si eu achei muito complexa, esse lance de, ah, isso aqui é habilidade, isso aqui é magia. E aí depois eu percebi que tinha as diferenças, né, de acordo com os iconezinhos azul, do vermelho, mas eu, eu achei mais confuso do que só os textos que eu tinha lá no primeiro Phantasy Star. Então não sei se é porque eu tava esperando uma coisa também muito igual, e a hora que eu vi que era diferente, que eu ia ter que debruçar e gastar um tempo para entender aquilo, eu achei ruim.
Quando eu comecei a não entender o que que as magias estavam fazendo, e também eu percebi que eu ia ter que usar cada uma delas e eu ia ter que memorizar, eu ia ter que anotar porque ele não tem uma descrição ali do que que faz cada uma delas, eu também dei uma desanimada e tive um pouco de dificuldade com a movimentação do do personagem, falando da jogabilidade, que é aquilo que a gente comentou, que às vezes você vai falar com alguém, a pessoa tipo sai, às vezes você quer que seu personagem tipo vai para frente, ele dá uma desviada ali, ele esbarra em alguma coisa e você clica onde você não queria clicar.
E também da jogabilidade, os encontros aleatórios eu também achei muito assim, principalmente dentro de dungeon. Às vezes você dava dois passos, caía numa batalha, dava dois passos. Então eu joguei pouco Dragon Quest também.
Dragon Quest é terrível nisso, tem hora que você dá dois passos já, mas eu só joguei 11, que já é mais moderno, né, já é o último.
Então os primeiros eu não joguei, mas eu jogo bastante Pokémon, que também tinha bastante contra, né. Mas eu achei muito assim, dentro das dungeons era, cara, literalmente 2 passos para enfrentar inimigo e tal. Essas foram os meus pontos que eu achei ruins do ponto de vista de jogabilidade, que me fizeram ir até ali, até onde foi, acho que é mais ou menos o meio do jogo, né, na batalha com o Zion lá, que a Alice acaba morrendo.
Joguei até ali e depois eu assisti assisti mais alguns pedaços, eu assisti mais, sei lá, umas 2 horas para frente no YouTube. E mas eu falei, cara, não, para mim deu, tava tipo, não tava uma parada que eu tava me divertindo jogando, era, virou meio que puta trabalho. E aí eu dei uma desencanada por conta dessas, dessas coisas que é óbvio, como a gente falou, tem que olhar com o ponto de vista da época. E eu entendo que na época não tinha um monte de coisas que a gente tem hoje, mas como eu disse, não ter jogado o jogo no passado, não tem uma ligação de nostalgia, um carinho afetivo pelo jogo me fez acabar dropando.
Se fosse um jogo que eu já tivesse jogado, já tivesse esperando, talvez eu relevasse esses pontos e seguisse até o final. Mas para mim chegou o momento que eu falei, cara, beleza, já deu, acho que vai mais ou menos assim até o final. Óbvio que sem saber como é que a história terminaria, mas acho que a parte de jogabilidade, as mecânicas mesmo, que eu já tinha, já tinha pego ali.
Eu que nunca joguei Phantasy Star, nunca joguei em Mega Drive, quando eu joguei assim, peguei para jogar, falei, não, então isso que é RPG no na Mega Drive, eu gostei para caramba o que eu vi, me deu vontade. Por isso que eu não até fugi dos spoilers, para mim, que eu quero continuar a jogar, eu quero zerar esse jogo.
Pode jogar que vai gostar.
Eu acredito que sim. Eu vou concordar com— eu ia te chamar de Renato Hashi.
Tudo bem, é uma honra também.
Mas o que que para mim foi muito complicado, essa história de realmente tu ter que decorar o que faz cada coisa, porque não tem nenhuma mínima descrição. E no sentido de que assim, como a gente foi jogando outros jogos enquanto jogava esse, porque toda semana teve uma gravação e a gente já programou esse há mais do que 2, 3 meses, acho que foi mais ou menos isso, né? Então toda vez que eu tinha que pegar o jogo de novo, parece que eu simplesmente esquecia de absolutamente tudo que fazia e eu tinha que aprender as magias e as técnicas do zero.
Então eu não consegui sem um guia que pudesse me dizer o que cada uma fazia chegar no profissional sabendo o que utilizar.
Eu que tinha o know-how do Phantasy Star tive mais sorte então, é isso?
Eu acho que é mais, mas acho que ajuda.
É, mas eu acho que tu tem uma memória melhor do que a minha também.
Eu acho que é isso, que eu não tenho know-how nenhum de Phantasy Star para mim estar de boa.
É, mas olha, teve um outro ponto que eu esqueci de falar que eu não curti tanto e que também me fez dar uma desanimada, e eu comentei em off antes da gente começar a gravar, que era o tal de entra e sair de personagem na party o tempo todo. Mas isso é uma questão gosto, pessoal. Eu não gosto de personagem fica entrando e saindo na party.
Ah, tu gosta dos fixos?
Eu gosto porque você cria meio que ali um, você se importa com o cara, você tá acompanhando a jornada.
Você não jogou Final Fantasy 6, né, que tem vários personagens que entra e sai também, troca a party toda hora?
Não. O Crono que o Gui falou, para mim assim tem o mesmo problema de ficar entrando e saindo personagem. Mas não é problema, isso é gosto pessoal, é o meu gosto.
É legal porque acontece no Crono que assim, naquele momento que que tu tá, vai ter um personagem que vai te ajudar. Mais para frente, todos estão na tua equipe. É sempre o Crono, a Marda e a Luca no início, e alguém.
Eu entendo, Hash, porque a gente vai criando um vínculo com aquele personagem que tá no grupo assim, e tu gostaria de ter ele até o final. Mas ao mesmo tempo, eu concordo contigo, e às vezes eu acho legal essa mudança porque tu aprende uma nova jogabilidade, principalmente jogos tão extensos, senão ele seria extremamente monótono.
Eu acredito que tá para os ouvidos aí. Aí da gravação, depois te chamo. Sai aí, você já saiu? Manda, tá? Vou mandar aí. Tem um personagem que dura 10 minutos na parte, para te ter uma ideia. O Seth, ele entra: ah não, não, pode deixar, querido, eu tenho bigode, é que nem tá mais na cara que bigode ajuda vocês, pode deixar tranquilo. Ele já se mostra ruim e e a gente enfrenta ele, ele cai fora e some que nem peido no vento.
É, eu sei lá, assim, uma coisa legal que eu achei que eu não lembro de ter visto era que tem momentos você joga com mais de 4 pessoas na party, né? Tem momento você tá acho que com 5 pessoas na party. Eu achei legal, mas eu gosto mais assim fechadinha, tipo, cara, Alice, Miau, Odin e Noah do começo até o fim. Eu gosto mais, mas é de novo uma preferência.
E a minha outra dificuldade que eu ia comentar é que mais adiante. Assim, no início eu até falei para o Gui, nossa, que massa, a gente já consegue entrar no chefe com capacidade para derrotar ele. E mais adiante tudo fica horas subindo de nível os personagens para poder derrotar o chefe. Meu, que saco isso! Eu não tenho paciência. Quer dizer, eu acho que não é nem só paciência. Hoje em dia a gente tem um pouco menos de tempo também, né?
É, mas eu acho que isso é artifício para manter o jogo mais e dure mais, que era o artifício da época que a gente tinha. Mas acho que isso é também, é assim como várias outras coisas que a gente falou, também é muito inerente ao tempo que ele pertence. Tem muitas coisas super positivas, né? Porque o Gui tá perguntando do que a gente achou, que a gente teve dificuldade com a jogabilidade, né? Mas a hora que a gente for falar de outros aspectos, eu tenho muitos outros aspectos que eu gostaria de elogiar do jogo, só para não parecer que a gente vai ficar aqui só criticando, né?
O problema da jogabilidade que eu que eu achei foi a falta de descrição nas magias, que cada magia faz. Isso é uma coisa que é um ponto bem negativo.
Isso eu acho que é o pior, é o pior ponto mesmo. Até porque, como eu falei, né, a gente que não jogou linear assim, que foi jogando outros jogos no meio do caminho, se tu tivesse descrição, tu não ia precisar ter anotado em nenhum lugar e nem sequer ter que procurar um tutorial, algum guia. Tu simplesmente ia saber o que que cada uma fazia esse ponto, mas eu acho que a gente tem que falar sobre o mínimo da jogabilidade.
Vamos lá, jogabilidade tem um menu simples que é o comando, macro e fugir, tá? O comando, a gente vai escolher para cada personagem uma ação muito específica, que daí a gente tem ataque, que aí é o ataque corpo a corpo com a arma que o personagem tem, não importa qual, uma espada, sempre corpo a corpo, né? Uma faca. A Alice no início ela tem um bumerangue que acerta todo mundo na tela. O Rune vai ter um cajado, Gris é um machado, a Rica são garras nas duas mãos.
Tem essa opção de personagens poderem, alguns carregarem uma espada e um escudo, uma faca, uma adaga, ou uma espada de duas mãos, que daí dá muito mais dano, mas daí não pode usar o escudo.
Então fica, ou dois escudos, né, que nem colocar nos magos.
Aí tu fica a escolha do jogador, cada um escolhe a forma que quer. O Ren usa uma pistola, né? E aí nós temos as técnicas, que as técnicas do personagem, nem todos os personagens possuem, podem usar as técnicas. E seu uso, uso consome os pontos de magia do personagem. As habilidades quase que sempre são aquelas que tem um contador. Exemplo, a gente tá no level 1, a gente só pode usar 1. Quando chega no level 10, a gente já pode usar 3 vezes, e a gente só recupera a técnica, o contador, dorme numa estalagem, aí volta o contador inicial.
O Rain e a Demi, que são ciborgues, são androides, a palavra certa, eles não possuem técnicas, mas possuem várias habilidades. E as habilidades, algumas a gente acha em baús, e aí eles colocam nos corpos deles assim as habilidades, eles ganham essa nova, essa nova habilidade de fazer algum ataque, algo assim. O item, a gente pode usar algum item que tem, algum item de cura, algum item parecido. E defesa, ele não faz nada, ele só defende aquela rodada do personagem.
E os macros, aquilo que até o Éder falou, né, a gente pode configurar macros, aí os personagens vão fazer aquele movimento, a rodada já tá pronta, pré-definida.
É, mas só que você não escolhe qual inimigo ele vai atacar, né?
Ataca tipo o que tiver na tela, o primeiro que aparecer, random.
Só que também não é aleatório, tipo um ataca um outro, eles vão atacar todos um só até ele morrer.
Eles podem atacar o da esquerda, da direita, cada um do meio, e os 3 ficarem vivos, ou não.
Comigo nunca aconteceu isso comigo. Sempre eles atacam todo mundo. Tipo, eu usei o macro todos atacar, daí o Gerson ataca um, o Cris ataca um, daí ele morreu. Daí foi a Rica ataca outro.
Para nós acontecia deles atacar randômico assim, ah, tinha 4 na tela, atacar um de cada vez. Às vezes um ataca 2 e assim vai, né?
Sempre foi tipo eles atacam até eles matar o inimigo.
Ó, eu deixei aqui na pauta, a gente pode botar até no postagem a definições ou um documento com todas as magias, quanto gasta de TP, qual é a funcionalidade, todas bem detalhadinhas, caso você queira jogar e fique em dúvidas. Porque assim fica mais fácil de saber, porque tem algumas técnicas que não servem para nada dentro do jogo. Tem uma lá que a Earth, acho que é, do Chess, pode paralisar o inimigo, mas quase sempre não funciona em nenhum.
Mas que nem tem a Crosscut, que dá um corte em cruz, que é muito bom, é ataque físico, então vai acertar todo mundo, pode mais ou menos dano. O Gris, que é aquele cara mutaviano, né, ele tem o War Cry, ele tem o Crash, que pode ou não paralisar ou matar de primeira, né.
Essa aura eu achava que deixava aumentar a velocidade dos meus personagens, usava ela direto. Agora vi que ela desperta os personagens adormecidos.
Tem muitas técnicas de morte sem dano, já morte direta, mas não é com todos os inimigos. Tem técnicas que funcionam funcionam assim: só mata inimigo orgânico. Então se tu usar contra um robô, não vai servir para nada. Então tu tem que ler a descrição, vai ficar esse documento, e aí ajuda bastante. E é interessante que a gente tem uma magia que é a Sunner. Só dá um exemplo aqui, o Adebam. Elas dão buff no nosso personagem, aumenta agilidade, ataque, defesa.
Mas os putos dos chefes também têm essas magias. Então se eles estão atacando e tem 2 amigos junto, eles podem dar em todo mundo da tela dos inimigos também. A Mejide, lá no final os chefes também tem a Mejide, que é um ataque mega forte do Ches, que custa 30. Se eu não me engano, são 30 a quantidade dele, e ele dá dano em todo mundo com uma mega explosão. É muito boa também de usar. Mejide aqui, ó, 30 TP. Tá certo, acertei.
Eu só acho que tem um monte de magia e técnica, mas no fim tu vai usar 2, 3 só.
Depende, tu vai usando das evoluções dela, tu vai usar o Gra. O Gra é uma magia do rune que dá um ataque em grupo. Tu tem 4 na tela, tu vai dar dano em todo mundo. Normalmente acerta todos os personagens orgânicos e não orgânicos, dá dano em todo mundo, ele não tem defesa. Mas daí depois tu vai para o Jigra, dá mais dano ainda, e o Nagra. Então aquelas outras duas tu acaba abandonando.
Então isso é legal, foi, foi, não foi, tu vai usar elas caso tu estiver com pouca, pouco ponto de magia, né?
No caso isso, isso. Eu usava muito a C para evolução, que nem Sar, Gisar, Nassar. Tu vai decorando. Se tu usa, exemplo, a magia Sar, vou dar um exemplo aqui, a Res. Pronto, vamos com a primeira aqui, ó. Res custa 3 e restaura um pouco de energia de um personagem só. Aí com o passar dos levels a gente ganha Gires, que daí recupera mais ainda. Depois, com o passar dos levels, a gente ganha Nares, que custa 9 e recupera mais ainda.
E assim é a sequência, mas Magia, Gi na frente, Gi, e depois Na na frente, que aí é a terceira evolução da Magia. Depois tem Sar, Gi Sar e Na Sar, que daí cura todo o grupo, melhor ainda e mais cura ainda. As magias funcionam desse sistema. Antes que cura veneno, a gente tem que usar bastante, porque tem muito inimigo que causa veneno. Tem a Rímpua, que remove paralisia. Muito inimigo causa paralisia, mas causa um monte. Ó, Eros, acorda todos os personagens adormecidos.
Então a gente tem que ter muito cuidado em lembrar essas magias, porque acontece muito de paralisia, poção que— poção não, veneno. É muito comum inimigo orgânico fazer isso.
Paralisia também, tem hora que o personagem fica paralisado, acabar a batalha, desparalisava assim.
E também pode acontecer, se tu tomar uma porrada muito grande, o cara acordar também. Aí tu não precisa gastar magia para ele acordar, ele já acorda na próxima rodada. Tu pode usar ele e com outro tu usa magia para recuperar a vida dele também. E outra que eu descobri sem querer, que eu tava numa batalha com chefe, eu tinha de mate, trimate, esses aí são itens que recuperam vida, e eu fui gastando porque tem limite na nossa, limite nossa bolsa de bagagem.
Acho que são 40, não lembro se são 40 ou mais, 5 abas. É, eu acho que são 40, 40 itens, se eu não me engano, eu posso ter contado errado. E aí eu pensei assim, pá, preciso outro, né? E aí eu comecei a usar vários outros itens para ver o que dava e rebobinava só para aprender, né? E aí tem itens que a gente encontra muito nas dungeons, que é o Moon Del, o Star Del e o Sol Del. E aí uma hora eu usei eles para recuperar vida. Eu pensei, ah, deve recuperar vida, não sabia o que fazia, né?
E aí eles revivem o aliado e recupera a vida também. Eu disse, opa, o da lua aqui é muito bom! Então toda vez que eu pegava ou eu olhava no detonado se tinha esse item dentro da ducha, eu ia lá buscar para ter mais um item. Se o personagem morrer na batalha contra o chefe, eu posso ressuscitar ele e ele já vem com a vida recuperada no talão. Então é uma magia a menos que eu posso usar, principalmente os chefes finais que são bem difíceis.
Eu tenho mais uma reclamação sobre o Zee: não tem burger e cola.
Ah, tinha no primeiro, né?
Tinha no primeiro.
Aqui é uma coisa que me incomoda no Zee também, é que não tem como organizar a bag.
Não dá, né?
Não dá. Não é que nem jogo de hoje em dia que tu organiza igual Resident Evil 4.
Aí tu pediu demais, né? São 20 anos de diferença aí, quase, né? Não, uns 15, uns 15 anos, né? Ah, tem os clássicos, ó. O Repare Kit, que recupera os androides, né? Recupera a vida deles e também pode reviver. Tem o Telepipe e o Escapipe, que teletransporta o grupo para uma cidade já visitada ou foge de uma dungeon. O Shortcake, que é alimento, recupera uma pequena quantidade de HP. E o Perolimate, que é alimento usado na história para ajudar a tratar doença de um personagem que a gente tem que pegar logo no início do jogo.
Aerolito é um aerolito.
Aerolito, é isso.
Aerolito.
A cidade da Alice original, ela vende a espada da Alice lá, mas só que ela não é um equipamento, né, é um enfeite só, aquela porcaria.
Mas a espada da Alice é um spoiler que todo mundo já sabe, tu pega mais para frente do jogo, tá? Não tem, eu não tô contando por porque é, mas ela tem, tem no jogo sim. O Ches pega ela, a Ashley pega, não é o Ches, a Ashley. Ó, o nome aqui, ó, a Alice é Laila no Japão, o Ches é Rudy, o Han é Han, o Huni é Slade, o Gris é Pike, a Rika é Fall, a Demi é Freya, perdão, o Ren é Fuoren, o Raja é Raja, a Kira, que é outra personagem muito boa de cura Shakira, e o Seth é Seth também, é igual.
E eu achei o Hans, toda hora que eu ouvia ele por SMS eu levava chamando o Doutor Hans Chokrut.
Aqui, ó, eu fui procurar uma personagem que eu gosto muito, que é a Rika, que ela é uma porradeira muito boa, tem técnicas e magias muito boas de cura. E ela tem aquela técnica que é o 2 ataques, ela ataca com as duas mãos, depois ela ataca com as duas mãos de novo, dá muito dano. A primeira aparição do, vamos dizer assim, do gênero dela, gênero não é não, é da espécie dela, é a Ney, que tá lá no Phantasy Star 2, que é o mesmo sistema, cabelinho com franjinha.
E é muito bom o personagem que usa ataque com garras. Vou colocar aqui no Discord.
Daí quando ela chega lá no planeta do Raja lá, os cara chama aquela de chifre, vai ficar brava.
Ó, colei ali no Discord para vocês verem a primeira aparição dessa raça deles ali, a Ney, ó, que aparece lá no Phantasy Star 2.
Caraca, vai variando o tamanho da orelha, igual do capuz do Batman, do Batman.
Mas eu acho que isso é que nem Homem Narigudo, né? Uma orelha maior, um pouquinho menor.
Deve ser fanart também, né? Ou é imagem original?
Essa aqui é oficial, é oficial. E a gente tem também uma outra coisa nesse jogo, que são os Hunter Guild. Vocês chegaram a fazer alguma coisa ao verem isso?
Eu não.
Eu fiz a primeira do cachorro, é do cachorro que tem que pegar um bolo e o velho, né? Que eu tive que olhar no YouTube também como fazer do cachorro, que eu não sabia.
Essas side quests são os caçadores de recompensa, né?
Mas também só dá ouro, né? Não dá nada.
Só dá dinheiro, só dá dinheiro. São 15 que tem espalhado no jogo, ao longo do jogo, que a gente vai pegar os contratos, resolve, ganha dinheiro. Só que depois de um tempo no jogo, a gente tá fazendo grind tão forte que deixa de ser útil os Hunter, né? Não serve mais para nada. Só o primeiro, que é o do verme da areia, que dá experiência, que dá 15 mil de XP.
Aí você ficar só um, né, que para mim deu 5k de XP para todos os personagens vivos.
No primeiro verme que a gente tem que salvar, que eles tomaram, deu 15 mil para mim, 15 mil de XP, 14.999. Eles subiram até uns 3 níveis cada um, porque é muito XP, porque a gente precisa de muito XP depois, mais para frente, para passar de nível. É 25 mil 20 e poucos mil de XP cada personagem para passar.
Deixa eu pegar só, acho que foi 5K de ouro que eu ganhei nessa dungeon, é isso que eu tô confundindo.
Uma dica que eu posso dar, pessoal, aqui, ó, quem jogou muito Phantasy Star 4, mais para frente, depois que a gente pega o Land Rover, a gente vai passar por uma parte onde que tem Areia Morte-Fedista, depois de Valheimaze, fica na direita de Motavia, ele é na diagonal para cima. Passa ele, vai na cidade de Monsen, depois a gente vai para plate system, tá, para parar os terremotos. Isso, a gente tá muito no início, a gente tá muito no início.
Depois, quando chegar perto de já ter o Rain na equipe, mais evoluído, volta aqui em Monsen já com o Land Rover e fica andando em volta dessa cidade, onde que tem uma areia normal e onde que tem umas pedrinhas. A gente vai encontrar os vermes da areia ali, ou encontra ele também, um wipe nesses daí, um grandão, ou a gente encontra os pequenininhos, mata e deixa só o da direita vivo, que ele vai afundar e vir Termo de Areia. Usa todas as magias de defesa, aumentar defesa, magia, agilidade, e depois pega as tuas magias mais fortes.
Ele tem fraqueza para Nawat do rune. Aí em duas, primeiro tu vai começar 4 rodadas, depois 3, depois 2 rodadas, tu mata ele, tu vai ganhar sempre 5.000 de XP. Então fica ali, fica ali, fica ali, fica ali. Se tu tiver dificuldade em ganhar XP lá no final do jogo, já não precisa fazer isso no planeta Rykros. As batalhas dão muita experiência, mas muita mesmo experiência. Então fica andando pelo cenário perto do lugar inicial que tem um pontinho no chão que a gente passa, recupera a vida.
Então fica fazendo isso para lá e para cá, entra nas torres, volta, recupera a vida, entra nas torres, batalha, recupera. A gente ganha muita experiência e quando vai lá para as batalhas finais a gente vai estar muito melhor e aguentar muito mais porrada. E a batalha final é só, não é spoiler, tá? São 3 transformações do chefe, então tu tem que estar com a magia cheia, muito item de cura e todas as magias de buff para os teus personagens já saber direitinho qual que é qual. Tranquilo, não é spoiler.
E também não é tranquilo, não, mas aqui para o Éder vai ser tranquilo, gente. A gente que não tá no mesmo nível.
Em Desoles eu tive um pouco de dificuldade de encontrar os lugares.
Eu gosto.
É um planeta pequeno que a gente, aquela microcosmos que a gente tá no planeta, eu me perdi várias vezes apesar de ser um local bem pequenininho, né?
E a dungeon é lá que faziam o chocolate do Fofão na Dizior.
Ah, não, mas eu prefiro o risoles de queijo.
Fica a dica para usar mapa. Eu vou deixar os links de todos os mapas direitinho dos planetas, das dungeons. Acessa ele porque que que acontece? Phantasy Star 4 tem dungeons não muito longas, poucas exceções são gigantes, só que são aquelas que tu tem que ficar subindo andar e descendo andar. Então a dica é: olha no mapa, vê se aquele item serve para ti. Porque que acontece? Vai ter duas escadas, uma na esquerda, uma na direita.
A da direita tu vai descer 3 andares e vai te levar para um item que tu não quer. Então tu vai batalhar muito ali, tu vai perder muita vida, gastar muita magia. Porque na esquerda, que tu tinha ido na direita, era os caminhos que leva a lugar nenhum. Na esquerda te leva para o chefe. Então vale mais vale mais a pena tu já saber o caminho que tu tem que fazer, que é muito mais vantajoso. E quase todas as dungeons tem chefe, né? Tem um chefe que é forte.
Pegando, tipo, quando eu apanhava muito, eu usava o Rimas, voltava, recuperava na estalagem, voltava. Esse lado eu já fui, agora vou para o outro lado. Eu só tinha raiva quando eu ia pelo caminho certo de primeira. Eu gostava de ir pelo caminho errado para pegar os itens.
Mas o bom é saber muito bem, porque às vezes te leva a lugar nenhum. Tu desce 3, 4, 5 andares que tu vai lugar nenhum. Depois a gente fazia isso também, Lili, só que a gente ficava num local andando para esquerda, para direita o tempo inteiro para ganhar XP. Depois voltava, recuperava a vida, ficava ganhando XP e a gente grindava assim. Depois, depois eu falei, ah, vamos lá para o verme. A gente tava mais forte, batalhava contra os vermes da areia e ganhava muita experiência.
Por isso que eu fiz aquilo, Racha, deixava os personagens morrer para ganhar mais XP. Aí a quantidade era muito maior. Teve uma vez que eu deixei todos morrer, só deixei o Rain vivo, ele ganhou 14 mil de XP. Aí ele subiu mais level.
Eu ia falar que dava para fazer isso também em Pokémon, mas em Pokémon você consegue tirar da party, né? Essa é a diferença. No Phantasy Star você não consegue simplesmente sacar o cara da party, né?
Não, tu deixa morrer daí, deixa morrer.
Só desligar o Experience Share também, né?
No Pokémon não é todos que dá, acho, hein? Bom, tá bom, não sei, pode ser que eu esteja falando besteira.
Eu não posso ajudar porque eu sei menos ainda.
Podemos rodar a vinheta então.
A gente não vai falar de Gráfico e Trilha?
Antes de rodar a vinheta, a gente que quase esqueceu de falar um pouquinho mais do Gráfico e Trilha também, que ali ele lembrou. E eu acho o Gráfico e Trilha 10 de 10, não tenho o que falar.
Eu gosto muito da temática, tipo, é bem diferenciado um negócio, em vez de ser só o dark fantasy, ser uma coisa meio futurística. Eu gostei demais da ambientação futurística, fantasiosa também, né? Dizer assim. Eu gostei muito da temática, achei muito legal. Os gráficos é bonito, os pixel art, tipo a Demi andando, ela anda bem, como ela é baixinha, ela anda pulando, pulandinha, é bem rapidinha.
Sabe um detalhe do gráfico que eu reparei sem querer? Eles ficam caminhando assim, perninha, né, no cenário. Se o personagem morreu, quando volta fica dural, né? Ele não mexe os pés. Tu sabe qual que é a coisa?
Tá paralisado também, ele fica dural.
Os pés não não mexem, não tem animação do sprite, ele vai só se arrastando, fazendo um moonwalk diferente assim. É bem legal isso, eu achei bem interessante.
Essa era a parte que eu queria puxar na hora que a gente tava falando da jogabilidade, só para não ficar com a impressão de que eu não gostei do jogo. E não é isso, só é, eu só acho que não é um jogo para mim para o momento de agora. Talvez se eu fosse jogar na época eu ia ficar amarradão, mas agora não.
Mas eu acho os sprites dos personagens andando, andando assim, andando pelos dungeons também são bem bonitinho, bem detalhado, dá para você perceber eles, tipo até o bico do bicho azul dá para perceber nele.
Eu acho que ele é um jogo muito bom e a parte gráfica dele, a parte da trilha sonora, para mim eu concordo com Guilherme, assim, são excelentes. Os sprites, animação de cada um dos sprites, o jeito que a galera se movimenta, mesmo os NPCs que talvez não precisassem ter um cuidado tão grande, eles são todos muito bem animados, tem frames de animação específicos para cada deles. E a trilha sonora também é sensacional. Então o enredo é muito bom, gráfico e som excelente, jogabilidade eu tenho as minhas ressalvas. Acho que esse é um resumo aí.
Eu acho legal, bem rapidinho, desculpa, Lili, da história, que o Ches ele não quer ser o salvador. Lembrei agora, ele diz: não, não, não escolhi isso, não quero isso. Mas aí acaba sendo assim: mas tu não tem opção, alguém precisa precisa assumir isso. Ele no final, ele tá, eu entendi agora qual é a minha função. Fala, Lili.
Eu ia dizer que tem até alguns inimigos específicos assim que eles são muito lindos, absurdamente bonitos. Assim, fica impressionado com os detalhes do inimigo, no caso, né? Eu ia dizer do personagem, mas inimigo. E a trilha, ela realmente é muito boa. Acabei ouvindo a parte, a trilha sonora, mas não consegui escutar toda. Tem uma que outra música assim que não não é legal assim, às vezes até meio enjoativa. Até não sei nem se não é porque a gente teve que ficar muito tempo naquela parte, ela acabou se tornando enjoativa.
E tem uma música que eu falei para o Gui que tem latido de cachorro no fundo. Eu falei, ou da onde que o jogo tem cachorro, que eu não consigo lembrar. Mas ok, tem, vai fazer o quê? E eu ia falar mais alguma coisa que eu não lembro.
Acabou a memória errada.
Eu ia falar mais alguma coisa que eu não lembro o que que eu ia falar, mas tá tudo certo.
Então, pessoal, vamos rodar a vinheta. Voltamos, povo amado e povo querido, e vamos para o disclaimer. Lili, teu disclaimer da noite, do dia, da tarde, do matutino, do natturtino, vespertino.
Bom, eu vou dar o selo de jogão e deve ser jogado, apesar de algumas dificuldades minhas, né? Talvez seria até quase um problema sou eu e não o jogo, mas ele, como a gente recém tava falando, ele é absurdamente bonito, a trilha sonora é muito boa. É até realmente impressionante que esse jogo, esse RPG, seja de Mega. Não querendo desmerecer o console assim, mas é algo surreal assim. Acho que as pessoas precisam pelo menos experimentar.
A história é muito legal, mas especialmente assim essa questão deles terem deixado os personagens com mais personalidade assim foi excelente, né? Quanto à jogabilidade, eu falei que a minha dificuldade mais foi realmente em decorar magias e técnicas, que eu acho que isso poderia ter tido alguma descrição, podia ser simples assim, mas acredito que poderia ter. E demais, e é isso. Acho que as pessoas elas precisam experimentar o jogo, nem que elas não terminem, mas elas precisam experimentar.
E eu só peço para que ninguém me peça para gravar sobre o 2 e o 3, porque aí existe um abismo entre o 4 e o 2 e o 3 que eu acho que eu não vou conseguir superar. E é isso aí.
Não, 3 é feio, 2 é bonito, é um pouquinho mais feio, é a melhoria do primeiro, podemos dizer assim, mas ele é difícil para caramba e tem que fazer grind adoidado no segundo.
O 2 tem várias DLC dos personagens também. Como assim? Pelo menos na versão que eu baixei, tipo, tem vários, tipo, Phantasy Star 2, daí o nome do personagem.
Ah, não sei o que que é isso não, não conheço não. Tem o jogo e tu vai caindo.
Que eu tenho, tipo, não é só um Phantasy Star 2, é vários Phantasy Star, tem uns 6 Phantasy Star 2, cada um com o nome de um personagem.
Então isso Pode ser alguma coisa, modificação da comunidade.
Pois é, não sei.
Vamos lá, seguindo o baile aqui. Tu, Éder, teu disclaimer.
Foi hoje dificuldade para mim jogar isso. Primeiro porque eu fui usar no meu EverDrive novo de Mega Drive, o Mega X7 Ultra do Mega Drive. Joguei, pá, joguei para caramba, joguei umas 2 horas, salvei tudo aí, desliguei o jogo. Quando fui religar o jogo, não tava salvo. Falei, caramba. Daí eu procurei no YouTube um mano o que que tinha acontecido, falar tem que trocar a bateria. Aí eu falei, beleza, já encomendei uma bateria no Mercado Livre.
Daí na hora que eu fui abrir a minha, meu cartucho, não tem bateria. Caramba, e agora? Como que eu vou trocar a bateria? Daí eu tipo descobri que tinha que forçar ele criar um arquivo .save na pasta de save do jogo. Para fazer isso tinha que entrar no menu do emulador, do EverDrive, para sair do jogo por lá para ele criar o save. Daí depois disso eu consegui salvar o jogo. Mas o jogo em si, eu achei, eu acho um crime esse jogo não tá, não ser lembrado como um dos melhores jogo quanto, ah, os melhores RPG, lembra de Chrono Trigger, Final Fantasy 6, o Terranigma, mas nunca lembra dos jogos do Mega Drive, o Phantasy Star, o Shining Soul, Shining the Darkness.
Daí eles nunca lembram, mas eu acho um crime, eles têm que ser lembrados que são jogos muito bons e merece todo o nosso respeito tecnológico. Para mim é um jogo 10 de 10, excelente, jogando deve ser jogado em todos os quesitos, em gráfico, música, jogabilidade, qualidade em tudo.
E até te perguntar, tu ouviu a trilha sonora desse jogo ou tu botou outro áudio?
Não, eu joguei na televisão, daí a trilha é bem alta, né? Que eu jogo no— quando eu não ouço a trilha, quando eu jogo no trabalho, daí eu jogo no portátil, daí eu abaixo o volume. Mas eu joguei na televisão mesmo, no Mega Drive.
Esse aqui seria um crime realmente jogar sem escutar a trilha sonora dele.
Puxar o resto aqui.
Pode.
Tu, Hashtag, qual o teu disclaimer?
Vamos lá, eu vou concordar com a Lilian, eu vou nessa linha de que o problema não é o jogo, o problema sou eu. E isso vem acontecendo com uma certa frequência com diversos jogos e diversas plataformas.
É, eu caí só atrás de pau, não jogo os RPGzinho legal.
Pois é, não, mas é, não é só esse o ponto. Ponto é que eu tenho tanta coisa para jogar, tanta coisa que eu quero experimentar, que eu começo a jogar alguma coisa e se aquilo começa a demandar muito tempo, que nem quando eu comecei a perceber que eu ia ter ter que fazer muito grinding, que eu ia ter que ficar aprendendo muitas coisas. Aí eu meio que desanimei por conta das outras coisas todas que eu quero experimentar e jogar. Mas isso não é, não é exclusividade dos jogos mais antigos não, tem acontecido com os jogos mais novos.
Às vezes eu compro até o jogo que eu quero jogar, fico lá esperando, cara, eu jogo 2, 3 vezes, aí me dá preguiça de voltar, ou porque eu tô parado preso em algum lugar que eu não sei o que tem que fazer, ou que tá dando muito trabalho para eu avançar no jogo, e eu tô meio que dropando as coisas com muita facilidade.
Nesse quesito aí tem dois jogos excelentes que eu comprei, eu sei que são bons, mas nem coloquei a mão, nem comecei a jogar ainda, que é o Abyssalon e o Mina the Hollers. Eu sei que jogar eu vou adorar, mas só que eu não comecei nenhum dos dois.
É basicamente isso assim. Então eu tenho preferido voltar para os jogos que eu já conheço, que eu já sei e que eu vou me divertir de uma forma menos burocrática. Exemplo, eu voltei a jogar o Spider-Man, a versão remaster dele, que já tinha jogado. Tô começando o jogo de novo porque eu já sei o que que eu espero do jogo, já sei mais ou menos como é. Então eu tô preferindo voltar para as coisas que eu já conheço do que experimentar muito.
Acho que é exatamente isso, zona de conforto. Assim, é tipo, a cabeça às vezes tá tão cheia, tá com tanta coisa para pensar que eu não quero parar para aprender uma coisa nova, fazer um tutorial de novo. Eu quero só jogar o que eu já sei. Então eu pego alguma coisa que eu já, que eu já joguei no passado. Outro que eu tô querendo voltar a jogar é o Shadow Mordor, porque eu também já sei tudo que eu espero. Então assim, jogos novos para mim tá sendo um desafio, seja em qual plataforma for.
Então eu acho que é isso que aconteceu comigo. Mas eu acho que ele me pareceu ser um jogo excelente, tem um conteúdo, o enredo dele para mim é o ponto máximo assim. Eu acho que ele é um RPG que tem um enredo muito bacana, mas ao mesmo tempo eu fiquei um pouco perdido sem saber os acontecimentos do Phantasy Star 2. Então isso também é um ponto para quem for jogar, se for direto pro 4, é bom dar uma ambientada no que aconteceu no 2, porque tem muita referência.
No 1, aí eu fiquei um pouco, mas o 2, ah, mas assim, para você entender o que aconteceu com o planeta Palma, ele explode no final do 2, ele explode no final do 2, por isso que ele não tá aqui no 4, ele tá lá no 1. Mas isso aqui fala no jogo, eles fala que o Palma explodiu, ele fala, mas assim, você vendo isso acontecer jogando, que como eu fui do primeiro para o 4 direto, eu sabia tudo que tinha joguei o primeiro e estranhei quando eu fui para o 4 direto.
Então esse também foi um ponto que me pegou. Eu fiquei com a sensação de que eu não ia conseguir curtir tanto sem ter jogado 2 antes. Ele não é um jogo ali que funciona sozinho, tem muitas referências, tem uma continuidade de história. Então eu acho que tudo isso acabou pesando para eu largar. Eu fui mais ou menos até a metade e aí eu falei, ah, cara, para mim deu, porque não tá sendo mais divertido, tá sendo meio que uma obrigação voltar para terminar.
Mas eu acho que ele é um jogo ótimo e que quem não conhece se deveria conhecer. Mas de novo, olhando pela lente de quando ele foi lançado lá dos anos 90.
Eu acho que tu vai ter que esperar Shadow of Mordor. Deixa a gente gravar um cast sobre, porque ele tá na minha lista de jogos que eu nunca terminei.
Ah, então quando você, a gente for gravar, eu faço duas vezes começar e a gente desistiu por tua causa, Lili.
Sim, mas é que nem a saga do Devil May Cry, a gente tá se propondo agora tentar gravar sobre, e talvez seja a única chance que eu tenho de realmente terminar, porque eu já desisti 799 vezes.
Então fica o compromisso aí com os ouvintes, o dia que a gente for, que vocês decidirem gravar o Shadow of Mordor, eu gravo também. Beleza, então para atender o pedido de zero pessoas, de nós mesmos no caso. É isso aí, vou gravar porque eu quero.
Esse é o outro que eu tenho também, nunca coloquei a mão.
Então é minha vez agora, disclaimer, jogão, e deve ser jogado. Acho que já dá para esperar isso, né? Pelo menos um que vai falar jogar com o coração quente. Eu joguei na época e terminei na época. Aí é um jogo especial para mim, um jogão incrível. Ele é difícil para caramba, é um RPG datado em vários momentos. Eu reclamei enquanto a gente jogava, né, Lili? Lembra que eu reclamava? O jogo difícil, o jogo isso, o jogo aquilo. Mas infelizmente é um jogo fruto da sua época.
Quando a gente fala, ah, blá blá blá, fruto da sua época, esse é um deles. Mas eu comecei a voltar a gostar dele em vários momentos. Aqui e ali, e eu não vou mais reclamar. Eu gostei dos jogos, é bonito, eles são interessantes. Tem vários momentos da história que eu nem lembrava mais e gostei sim. A história é muito legal, interessante ver a jornada do herói do chess, da Alice batendo a caçuleta, o Rune pegando no pé dele.
Cuidado, boquinha, o que fala, os spoilers.
A batalha final que eu achei que ia ser mais difícil, mas não foi tão difícil, porque teve tantos chefes. Em algumas torres tem 2 chefes e os 2 chefes são difíceis para caramba. Tu batalha, chega com o chefe, aí vai olhar no mapinha, opa, tem mais um chefe. Aí tu volta tudo para recuperar vida, sobe de novo, faz o grind, desce, sobe, desce, sobe, faz o grind, aí vai para o segundo chefe. Aí tu chega lá, tu subiu uns 5 níveis mais ou menos, daí tu chega para batalhar com o chefe, aí tu dá uma surra no chefe.
Opa, aí sim, Olha, bem louco! E também vocês viram que foi feita uma pesquisa imensa, que foi falado sobre o mundo, o universo de estar de Phantasy Star. Quase falei Star Wars de novo, porque eu queria, já que é para fazer uma pauta legal, foi uma pauta com, deixa eu ver, 30 páginas de informações sobre Phantasy Star. Então é bastante coisa. Achei interessante tentar localizar um pouquinho cada um para tentar entender o salto que a gente teve do primeiro para o quarto jogo, né?
E eu vou me comprometer aqui, depois que eu zerar o Phantasy Star IV, eu vou jogar o Lufia e o Star Ocean do Super Nintendo, que são dois jogos que eu sempre quis jogar, mas nunca parei para jogar.
Olha só, veja você! Alguma outra informação ou podemos encerrar?
Podemos encerrar, eu já deixei o nosso padrinho bem chateado.
E vamos encerrando o episódio por aqui hoje, pessoal. Então um abraço, beijo na bunda e Jogar deve ser jogado.
Tchau, tchau!
Valeu, jogão mesmo!
E como diz, é dessa forma que eu ganho mais mais um hater.
Amém!
O Renato tá tentando há muito tempo ganhar um hater, né?
Mas eu tiro sempre o lugar dele.
Não, mas o Renato não consegue. O Renato é muito, muito good vibe, né?
É muito gente boa.