Fliperama de Boteco #538 – Kiki KaiKai
Prepare seus talismãs e enfrente espíritos do folclore japonês! No novo episódio do Fliperama de Boteco, Guilherme Ferrari, Lili, Guilherme Dellagustin e Marcos Melo revisitam KiKi KaiKai, um dos jogos mais originais e carismáticos da Taito, que conquistou fãs tanto nos arcades quanto em seus diversos relançamentos para consoles. No controle da sacerdotisa Sayo-chan, os […]
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Guilherme Dellagustin
Lili
Marcos Melo
- História e Continuações de Kiki Kai KaiSayu-chan e os 7 Deuses da Sorte·Goblins e Yokais·Ofuda e Gorhei·Programação de rock em São Paulo·Proteção Divina
- Itens e Poderes em Kiki Kai KaiOfuda Azul (distância)·Ofuda Vermelho (atravessar inimigos)·Ofuda Amarelo (tamanho do ataque)·Ofuda Azul Escuro (velocidade)·Cristal Azul (congelar tempo)·Cristal Amarelo (aniquilar inimigos)·Onigiri (pontos)·Gorrei (acumulável)
- Jogabilidade e Dificuldade de Kiki Kai KaiControles simples·Poder especial (bolinhas)·Ausência de continues no arcade·Retorno ao início após morte·Perda de power-ups ao morrer·Inimigos rápidos e agressivos·Chefes rápidos e grandes
- Fases e Chefes de Kiki Kai KaiChave para progredir nas fases·Chefes: Zuzu (cabeça de feijão)·Chefes: Raidonou (Rei Relâmpago)·Chefes: Senzan (mago da montanha)·Homenagem às Mães no Samba·Bosses memoráveis·Chefes: Kitsune (raposa demoníaca)·Chefes: Tanuki
- Folclore Brasileiro em Cavaleiros do ZodíacoSeiya como Cavaleiro da Mula Sem Cabeça·Iki como Curupira·Iara como Cisne·Shun como Boto Cor-de-Rosa·Shiryu como Boitatá
- Kiki Kai Kai: Origem e NomesTradução literal de Kiki Kai Kai·Kiki Sobe Sobe·Puck Rock·Taito
- Gráficos e Trilha Sonora de Kiki Kai KaiGráficos considerados feios e repetitivos·Comparação com versões de Super Nintendo·Trilha sonora monótona·Design dos chefes elogiado
- Conhecendo Kiki Kai KaiConhecimento via PokéRock no Super Nintendo·Influência de Marcos Melo·Dificuldade e frustração com o jogo·Desejo de jogar a franquia Poké Rock
Recomeça em altíssima velocidade mais um fliperama de boteco. Eu sou o Guilherme, vindo diretamente do Sobe Sobe, e junto comigo, vindo diretamente do Cai Cai, ela, Lili. Boa! E ele que vem diretamente do lado, lado de DJ Delagostim.
Vocês estão bebendo alguma coisa aí que eu vou querer dar uma bicada também, hein?
E vindo diretamente do norte, norte, ele, Doutor Macumelo.
Opa, é nós, cara! E dessa vez falando da minha terra natal, cara, daqui de Tefé, Amazonas. E quando a gente fala o nome desse jogo, eu lembro daquele episódio do Cavaleiro do Zodíaco que seria se o Shiryu tivesse derrubado o Castelo do Mu, que aí o Kiki cai, cai.
O Kiki o quê?
O quê?
O quê? Aonde?
Lembra aquele episódio que ele dá um murro e aí sai só um pedacinho do castelo do murro?
Sim, falamos no episódio anterior, né?
Não tem porta no castelo, como é que você não vai subir que não tem porta? Ah é, não tem porta? Não tem problema.
Isso aí, falamos no episódio anterior que lançamos sobre o segundo arco dos Cavaleiros do Zodíaco, tá tudo lá falado.
Cavaleiros do quê, Guilherme?
Da Bravata.
Cavaleiros da Bravata. Tu ia me perguntar alguma coisa, Guilherme, sobre Itafé, que eu cortei sem querer.
Não, não, não, eu ia falar só que após aquele episódio eu tive uma iluminação, iluminância na cabeça. E eu pensei assim, como é que seriam os Cavaleiros do Zodíaco se fosse no folclore brasileiro? E aí eu pensei em personagens, personas, animais, qualquer coisa que fosse que representasse os 5 principais. Aí eu pensei, pensei, pensei e pedi ajuda para o ChatGPT só para um, mas os outros eu tinha definido. E aí ficou assim, ó, olha só que legal.
Seiya viraria o Cavaleiro da Mula Sem Cabeça. Ficaria show! Ele desenhou até as armaduras, pedi, ficou bem legal. Ele desenhou o Seiya com armadura, com os poderes atrás, a armadura desmontada, Aí depois nós teríamos Iki como curupira, é bem parecido, um pouco fênix com a curupira, fogo, etc. e tal. Assim, ó, sem perguntas, tá? É só uma brincadeira. Ah, porque não? Seguindo, o mais difícil que eu tive foi, seria em uma ave voadora ligado com água, com gelo, que daí veio Iara para o cisne. O yoga seria yoga de Iara. Tu conhece essa?
Sim, a sereia Iara.
É o mais perto.
O yoga vivia mergulhando, né, na água para achar o corpo da mãe dele lá.
É o mais perto possível que eu encontrei. Pensei Assim, vários que eu conhecia. Eu pensei até em qual podia se encaixar o Mão Pelada. Daí eu pensei o Jabu, Jabu de Mão Pelada podia ser, mas esse eu não fiz a arte. E depois nós teríamos o Shun, claro, é com certeza ficou a melhor, talvez a melhor armadura e a mais engraçada seria Shun de boto cor-de-rosa. Ficou fenomenal, ele fez armadura rosa, o capacete tem um boto na tiara assim, ficou muito legal. E por fim Shiryu, de quem vocês imaginam que seria um dragão?
Eu penso no Boitatá.
Fechou, é exatamente esse aí, Shiryu de Boitatá. E detalhe, o golpe dele seria o cólera do boitatá. Falei pra Lili ontem, ela não entendeu essa piada. Que se ele desse o golpe final dele, um deles que é o último boitatá, ou boitatá final, e depois ele teria o final final finaleiro, o último total, última versão, que seria o cólera— vou fazer a pausa dramática— é o golpe com hit combo, ó. Cólera dos mil boitatatatatatatatatatatatatatatatá. Viu?
Esse seria o golpe. Aí já vai pra outro anime, vai pro Hokuto no Ken.
Exatamente.
Viu, Lili? Agora acho que eu tentei entender a piada.
Eu tava vendo aqui as constelações indígenas brasileiras e eu achei qual seria a minha constelação aqui de cavaleiro. Seria a constelação do homem velho, homem velho, que hoje em dia eu não consigo mais levantar da cadeira sem fazer aquela pressão no joelho, né?
Eu pensei, olha só, já sei, o Jabu podia ser o Saci-Pererê, o Iti poderia ser o Mão Pelada. Depois teria também, olha só, Olha só, mas aquele parou de gerar, né? Não, eu tô tentando achar folclore brasileiro, mas tá difícil.
O Nath de lobo poderia ser o cavaleiro de cachorro-vinagre.
O quê?
Cachorro-vinagre? O que que é isso?
É, mas ele não é um bicho do folclore, não é um animal da flora brasileira aí famoso, né? Um cachorro.
E sabe quem poderia ser no lugar da Saori? Essa aqui é para encerrar e rodar vinheta, hein? Quem, quem, quem? Bruxa Cuca. Ó, meu Deus do céu, tuberculosa, né, que fala? Não, não, Fui para o hospital sexta-feira achando que era pneumonia. A médica falou assim, olha, se tu não melhorar, tu vai pular para uma pneumonia. Eu tô com o quê mesmo no pulmão, Lili? Secreção, secreção. Isso é, tá feia a situação. Ó, achei mais uns outros aqui.
Tem a caipora também, tem o boivaquim, que é um boi com asas. Daí tu, no caso, o Ceia podia ser o boivaquim.
Nossa, boivaquim, cara, esse daí podia estar lá no Skyrim, né, junto com o Dovahkiin.
É o irmão gêmeo dele, né? Olha, depois tem aqui o Matita Pereira ou Matita Pereire, o lobisomem. Aí teria uma versão nova, hein? Teria o chupacabra. Chupacabra entraria também.
É verdade, é verdade.
Vocês estão ligados?
E o corpo seco?
Corpo seco. Você sabe que no Diablo tem um inimigo que chama chupacabra, né? Ele tinha uma cabra.
Castlevania também, no Symphony of the Night.
Olha aí, do Brasil para o mundo.
Vai lá, galera, pode puxar aí a vinheta.
Calma que o Guilherme tá respirando agora, tá dando tonto.
Eu tava me engasgando aqui ao mesmo tempo, tá foda, cara. Eu fui procurar até ontem Achei vários aqui. Achei o cara possível, né? Achei vários aqui. Daí eu queria saber como é que poderia ser o Saci Pererê, né? Porque todo shooter do Saci Pererê é uma voadora. Então seria a voadora do Saci?
Voadora do Saci. Será que a armadura de Saci Pererê ela não tem uma perna?
Eu também acho que devia haver uma perna.
É o ponto fraco.
Aí vem uma pergunta muito importante, DJ. Tu que trabalha no estrangeiro com empresa multinacional, sei que o Dr. Max Mello é o mais inteligente de nós assim, ele tá, já deu 3 voltas se fosse comparado à Fórmula 1. Mas qual é a perna que falta do Saci? É a esquerda ou a direita?
Poxa, aí tu me pegou, hein?
Boa pergunta, né?
Boa pergunta.
Acho que depende se ele tá olhando no espelho ou não, né?
É uma boa pergunta, boa referência, Doutor MacMello. Ó, achei mais uns aqui, ó. Folclore Brasileiro Parte 2, uma postagem no Facebook. Gostei desses aqui, as artes também tem. Tem o Cape Lobo, que é um monstro de corpo peludo, uma piguari que tem a boca na buchada, literalmente ele tem a boca do estômago, o caboclo d'água, que é basicamente o monstro da Lagoa Negra, o cabeça de Guria, Mãe de Ouro, Jurema, Vitória Régia, Pisadeira, Velho do Saco.
Seria genial se tivesse o Cavaleiro do Velho do Saco. Puta, imagina o Velho do Saco, que que ele atiraria? Ele atiraria tralha do saco dele assim, né?
Tem um monstro, ele não atiraria, ele colocaria o inimigo dentro do saco, né?
Eu ia falar para vocês, tem um monstro na série Makaimura, né, o Ghost in Goblins, que eu tenho quase certeza que ele tem alguma inspiração ali no Mapinguari, cara, que é o Astaroth, que é o último chefe do primeiro jogo, que ele é, eu achei ele recorrente até na franquia aqui. Deixa eu mandar uma foto para vocês aqui. Uma hora ela carrega. Tá aí, ó.
É referência ao quê, tu acha?
Eu acho que, sei lá, deve ter alguma coisa de Mapinguari nele. Olha a boca dele, né?
Só que o Mapinguari não tem olhos. Esse aí é uma evolução, então ele digivoluiu, né? Porque tem asas também, né? É o Mapinguarimon, esse aí.
Então esse daí é um dos senhores do inferno lá do jogo. Detalhe que o Satã é subordinado dele.
Ah, olha só, é a coisinha dele, para não dizer o palavrão que você sabe o quê. Ah, pois é, né, cara?
E ele ainda tem outro superior que é o Lúcifer.
Lúcifer, para falar outro nome para não dar problema também, de maior de 18. Que que tu acha, Lúcifer? Lúcifer, né? Então vamos fazer assim, vamos rodar a vinheta e vamos para o podcast em si, né? De graça a todo mundo que ouve, que apoia, que compartilha. E os apoiadores que conseguem com um dinheiro ajudar o nosso servidor a ficar aberto, o nosso podcast, nosso bar. E eles são Charles Souza, Clenil Toto, Damião Nubipai, Darlei da Silva Santos, Fernando Floriano, Leonel Freitas, Luciano Cerejo, Luiz Felipe Ferreira, Maxwell de Castro, Rafael Sahab, Roni Vasconcelos, Rui Dias Soares, Estefano Aragão, Jorri Cachorro, Doutor Octopus, Francisco Martins, Galáctica Phantom, Área Industrial e o Paulo Almeida.
Fala aí, galera, valeu pelo donate, tamo junto é nós!
Voltamos, povo amado, povo querido. Estamos aqui reunidos para gravar sobre Kiki Kai Kai, que em português, mais ou menos traduzido usando um site que já faz isso, quer dizer o mundo do estranho e do sobrenatural. Mas eu acho que se fosse Kiki Sobe Sobe também podia ser o mundo belo e não sobrenatural. O que que vocês acham? Kiki Kai Kai, Kiki Sobe Sobe? Eu acho que é a melhor tradução que tem.
Seria o mundo normal e natural.
Normal e natural, sensato.
Acho que o Kiki Sobe Sobe seria a continuação do jogo que não saiu, né?
Ah, você foi cancelada, né?
Foi cancelada.
Foi a primeira coisa que eu pensei quando eu vi o nome do jogo, Kiki Kai Kai, Kiki Sobe Sobe.
É muito bom de falar o nome desse jogo, né, cara?
É uma coisa muito sonora, uma coisa que não é difícil de falar, é um japonês fácil. E se fosse o Mu, seria o Mumu Kai Kai. É porque é o nome mais curto que eu sei dos Cavaleiros do Zodíaco, né? Equivalente a Kiki, né?
Mu e Shun também, né?
Chura, Taca. Será que é tudo nome curto? Acho que a grande maioria não. Tem o Aldebaran, né? Aldebaran cai cai. Aí não ficou legal. Vamos lá, segundo baile aqui, o nome da estrela de touro, né? Mas ele usa o nome também, né? Aldebaran, Aldebaran cai cai. Aí ficou ruim. Vamos lá, o jogo é um jogo de tiro para tudo quanto é lado e lado e lado e outro lado, mais um lado, acima, embaixo, puxa, vai. Que foi desenvolvido e publicado pela Taito para arcades em ano de 1996.
Eu tinha 2 anos nesse essa época aí, meus amigos.
Ambientado no Japão feudal, o jogador assume o papel de uma sacerdotisa xintoísta que deve usar seus pergaminhos Ofuda e sua varinha Gorhei para derrotar espíritos renegados e monstros da mitologia japonesa, meus irmãos. O jogo recebeu diversas versões para os consoles domésticos como títulos independentes e coletâneas. Amo coletâneas, coletâneas é o futuro, meus amigos. Até aí, eu diria que é o presente, é uma coletânea em mídia física, Pronto, você mais excêntrico.
Infelizmente, vou deixar bem claro aqui, se você ouve o Flipperama de Boteco e acha que mídia física é passado e não tem nada a ver, tem alguma coisa de errado no pensamento da pessoa. Gostar de jogo antigo e não gostar de mídia física não bate muito bem. Entender que os preços são altos e é difícil de jogar, show, mas não querer mídia física aí, né, não tem muito o que falar.
Vamos lá, no mínimo leviano.
Leviano, tem alguma outra palavra mais bonita para leviano?
Senil, mentecapto.
Aqui, ó, tô procurando aqui. Imprudente, precipitado, irrefletido e metecapto. É o melhor que tem. A Taito licenciou os direitos do jogo para a Natsume, que desenvolveu uma sequência para o nosso amado Super Nintendo em 92, conhecida como Puck Rock fora do Japão, que eu acho que o nome é bom, mas não tão bom como Kiki Kai Kai.
É muito sonoro, né?
Eles deram um jeito de ficar bem curtinho assim, né? Não é que nem Kiki Kai Kai, mas acho que também é bem sonoro, né? Sim, é um bom nome, ficou bem bacana.
É um bom nome, é um ótimo nome. A série conhecida como Kiki KaiKai no Japão e PokéRock fora do Japão. Você tem que ter o seu gosto, como gostar mais, preferir, enfim, né? Cada um tem o seu gosto por nomes. Enfim, eu acho que Streets of Rage é melhor que Bare Knuckle, na minha opinião.
O nome, né? O jogo depende.
Não, o jogo não interfere em nada. Resident Evil eu acho melhor que Biohazard.
Sim, depois que tu passa a entender o significado poético, né, até diria, do Resident Evil, ele se melhor, né? Mas Biohazard eu acho um nome bacana também. Mas o Resident Evil, tipo, o mal que tá dentro de alguma coisa, né?
O nome é bom, o nome é bom, Biohazard. Mas eu acho que Resident Evil, eu na minha concepção, eu acho melhor o nome, né?
Eu mudei de opinião eu recentemente assim, passei a achar Resident Evil melhor também, considerando esse significado.
Boa, Doutor Macumelo! Boa, Doutor Macumelo! Vamos lá, ele chegou em 86 no Japão e em setembro de 86 lá nos arcades. Parece que quando eu tô falando lá nos arcades é como se fosse uma localização, você repararam?
Nossa, ouvi um barulho de algum lugar. Não é que eu ouvi um barulho de algum lugar, foi só na tua faixa de novo, hein? Ouvi um—
ok, vamos para o Veja Você hoje desse episódio tão Kiki e tão Kai Kai. Apesar das críticas acharem o jogo monótono e com gráficos inferiores a outros jogos da Taita, como Bubble Bobble e Double Dragon, no Japão Kiki Kai Kai foi a segunda unidade de arcade física de mesa jogado por pessoas localmente, mais bem-sucedida, no novembro de 86. E se tornou o 10º jogo de arcade de mesa mais lucrativo no ano de 1987 no Japão. Parabéns, muitos parabéns!
Estamos aqui para dar parabéns, ó, batendo palma, como diria aquele poeta. Parabéns, os dois parabéns, né? Parabéns e o parabéns. Veja você, 2. Assim como o de Ninja Warriors, Kiki KaiKai foi um jogo único até 92, quando a Taito permitiu que a Natsume Company Limitada lançasse Kiki KaiKai nozoku no kuro mante, que seria conhecido como Pocky Rock, e seu lançamento internacionais. A Natsume lançaria Poké Rocky 2, lançado como Kiki Kai Kai Tutsuki no Japão, e anos depois ajudaria a Altron a lançar Poké and Rocky with Becky, lançado lá no Japão como Kiki Kai Kai Advance, e uma versão Poké and Rocky Racing Rat no Japão, conhecida como Kiki Kai Kai Kuro Mantele no Nasu no Japão.
Ah não, é um contrário, né? O outro é Nasu no Kuro, né?
Aí é Kuro Mano Nasu.
Agora uma pergunta uma perguntinha aqui.
O Kiki Kai Kai, o original, primeiro, ele tá ligado na história da sequência assim? Ele é meio canônico?
Boa pergunta. Eu e o Gui, a gente abriu os outros jogos, estavam todos em japonês. Daí o meu japonês não tá muito bem fluido ainda assim, né? E não consegui entender a história. É, não, eu ainda não entendi.
O que é o do Game Boy Advance, eu tô achando ele incrivelmente parecido em termos de arte dos e tudo com o original, mais do que ele parece mais um remake do original do que uma sequência dele.
Mas todos eles, tanto o Poké Rock 2 quanto o Poké Rock with Becky, todos eles têm os mesmos personagens do primeiro também.
Sim, a Becky, perdão, a Becky, o Tanuki e um velho que parece um cozinheiro, eles aparecem no Poké Rock 2, mas a Becky ela vai aparecer no jogo só dela também. Quer dizer, só dela que ela tá como principal porque no 2 é um pouquinho diferente, como se fosse um ajudante daí.
Mas pelo que eu tô olhando aqui em tempo real, a historinha do PokéRock, né, ele cita eventos passados onde os animais, as criaturinhas lá, elas entraram num, como é que fala, em fúria, né, no rage, numa, ficaram maluco, né. E eu acho que aqui se passa em sequência, cara, embora seja até feito por outra empresa. Eu acho que ele deve ser uma citação direta.
O Kiki Kai Kai tem a sequência que seria, eu vou usar os nomes em japonês e inglês para facilitar a nossa conversa aqui, mas o primeiro é o Kai Kai. O segundo é o Poké Rock, tá? Lá, lendo a história, tu vê que tem o Tanuki, ele é o chefe da sétima fase. Aí eles falam nos textos que eu encontrei na internet que ele se redime pelas atitudes que ele teve, ele pede desculpa para Poké, e aí eles vão fazer as aventuras juntos a partir do segundo jogo.
Aí então é uma continuação, não deixa de ser uma sequência, né? Porque ele tá no segundo e no terceiro ali, que seria o Poké Rock 1 e o Poké Rock 2. Confuso, mas é isso aí.
Ele tem um nome, as criaturas lá desse universo, né, que inclusive o Tanuki aqui ele é, né. Tô buscando aqui só para não é o que tá aqui na—
não é a Manuki?
Nopinogoblins ele chama no ocidente. Achei aqui.
Esses não são aqueles bichinhos que tem só um olho na cabeça? Boa pergunta, porque quando aparece aqui na abertura do Pokémon ataque, né? Esse inimigo, ele tem no Kiki Kai Kai, tem esse inimigo, que é o— só que ele não aparece muito. Ele aparece uma ceninha ali deles levando o barco assim. Aí diz, ah, algum tempo atrás os Goblins tiveram ali um rampage, né, a fúria. E aí a menininha lá, ela foi resolver lá o problema, né? Só que ela— mas ela não tem o mesmo nome no original, né?
Acho que— como é que ela se chama na continuação do japonês? Ela se chama ali— como é que é o nome dela no Kai Kai é a cacete, ela tem um nome que aparece no final do jogo, né?
Como é que é o nome dela?
Saiu aqui, né?
Saiu. O nome da menina é Saiu. Saiu, tchau.
Não é Saiu aqui, não é isso.
Saiu, saiou, saiou. Tá, então ela voltou. Você saiu, ela voltou. Não, não é isso o nome dela?
Essa merda. O Guilherme tá em modo Silvio Santos hoje, né, cara?
Mas oi, oi, Kai Kai, oi, salve.
Ó, tá aqui, ele é realmente, ele é o Nopino Goblin, o achinismo. Nós estamos aqui na história, ele é Pelo menos no Ocidente, aqui na história americana, ele cita que é o Hakun, ele é um Nopin Goblin.
Mas entendeu, seguimos aí.
Mas aqui tudo que vem para cá vem com umas alterações de história bem, de conceitos assim, né, bem significativos.
Então, porque talvez, talvez até porque muita coisa é muito focada em cultura japonesa, né, originalmente.
E se hoje em dia que a gente tem recurso já foi difícil encontrar algumas coisas, imagina na época, né? Eles não deviam saber nada de nada mesmo.
Nossa, tá louco, tinha que pegar a Barça, né, para fazer um negócio aí. É complicado.
E não era cega, né, para poder ir até lá, né, para estudar sobre e fazer.
Então, seguindo o baile aqui, meus amigos, veja você a continuação. Kiki KaiKai 2 estava originalmente em desenvolvimento para o Wii, ou Nintendo Wii, como é conhecido lá em Minas Gerais, Nintendo Wii, pela Starfish Entertainment, e com lançamento previsto para 2006, mas foi cancelado no início de seu desenvolvimento apenas para ressurgir como sucessor espiritual não licenciado com o título Kiki Kai World, que mais tarde se tornou Heavenly Guardian ou Legend of Sayuki no Japão quando ele foi publicado em mídia física.
Vai ficar o link no post do gameplay para as pessoas verem. E se você jogou esse Legend of Sayuki ou Heavenly Guardian, por favor comenta, a gente quer saber o que que é, a jogabilidade é bom, se é ruim, se é meia-boca, meia-sola.
Eu joguei um pouquinho dele no Wii, cara, ele funciona bem até. Não fui muito longe porque eu nunca fui muito proficiente com esse tipo de jogo sem usar.
Você acha que vale um cast?
Rapaz, pode ser. Eu vou tentar jogar ele até o final um dia para dar uma opinião mais concisa, mas acredito que vale sim, cara. Ele é um daqueles joias escondidas, né, do Play 2, daquela geração ali, né, sair Play 2 para o Wii.
Agora, uma parte aqui que me confundiu, porque tá escrito aí que o Kiki Kai Kai 2 seria essa continuação em 2006, mas então Eles não consideram então o Pokkén Rock como uma continuação?
Eu acho que seria antes do Pokkén Rock, então seria antes daqueles, aqueles Kiki Kai Kai. Então eles passariam no intermédio. Imagina que é o Kojima fazendo jogos, porque ele vai para frente e para trás na cronologia. Por que que ele não pode também, né?
Pode crer, né?
Poderia.
Isso, o Big Kiki, o Big Kai Kai usa tapa-olho, essas coisas tudo aí. Se fosse a Konami, teria isso, duas linhas do tempo. Aí teria o Solid Kiki, né?
Liquid saiu, né?
Saiu o tchan, ficou muito bom, hein? E olha só, nós temos um Raccoon aqui. Então, ó, não tem o Fox também lá na saga Metal Gear, o Gray Fox? Teria aqui o Brown Raccoon. Então pronto, olha ali, meus amigos, é muito demais, né? Vamos lá, seguindo o baile aqui, vamos aos ports que esse jogo tem. Tem MSX2, que é o primeiro port para consoles domésticos, foi lançado em fevereiro de 87, Liquid no port. Depois tem a versão do Nintendinho, que é a versão mais feinha de todas, mas eu achei bonita. Ela tem um, vamos dizer assim, uma feiura bonita.
Não sei se é bem característico, né, daquele período, né?
Isso. E porque ele foge da parte visual que foi lançado no arcade, aquela parte colorida. Aqui é um pouco diferente aí no NES, do PC Engine.
Eu tava com uma expectativa bem, bem baixa, mas, ó, achei interessante assim. Só o scrolling da tela, né, que ele é bem travado, né? Muito, muito bacana. Aparentemente flui bem, cara, e parece mais fácil.
O MSX, ele não fazia scrolling muito bem assim, não tinha problema de hardware, ele dava umas travadas.
Parece quando tu tá jogando Game Gear e tu tá jogando a Sega Illusion, Saga Illusion, e tu tá numa parte que tem que pular para tela de cima. Então ele dá uma parada, quase que uma carregada para parte de cima. É muito parecido com o que acontece.
Seguindo o baile aqui, a versão do NES saiu em 87, depois nós temos a versão rapidinho, Guilherme, que ele não saiu, ele só saiu para o Famicom Disk existem, né? Não saiu em cartucho, aparentemente, só naquele add-on de disquete lá do Famicom.
Isso. A versão do PC Engine, que é a versão mais parecida com o jogo, saiu em 90, 27 de março de 90, a versão para o PC Engine. A capa eu acho muito bonita, muito parecida com o jogo.
PC Engine, então aí sim, nós temos que manter a nossa guia de pronúncia do FDB aqui, né?
Isso aí. Depois tem a versão de celular, que é baseada em Java, o que eu odeio muito, que é o Kiki Kai Kai: The Bizarre World, lançado em 3 foi lançado, foi a primeira versão.
Depois eu procurei, procurei, que eu fiquei curioso, né? Até pensei, Doutor Marcos Melo vai querer jogar, né, a versão? No meu motor, não achei não. Deve estar perdida essa versão por aí.
Eu busquei que não encontrei também.
Depois eu não sabia que— pera aí, deixa eu fazer um corte aqui. Tem numa entrevista, eu não lembro qual, dos jovens da Taito, mas inclusive para fazer versões de celular dos jogos da Taito, eles chegaram a ficar nos Estados Unidos mesmo, porque eles tinham contato direto com as empresas que produziam telefones celulares e era muito mais fácil de fazer essa portabilidade. É como se basicamente por causa das versões de celular eles chegaram a levar uma equipe lá para os Estados Unidos específica para isso.
Tem link para download disso aí, mano? Porque esses joguinhos Java não deve ter vendido tanto assim, né? Não tinha marketplace naquela época para descobrir e comprar. Uma briga isso.
Achei um link para download da versão aí, mas Tem que baixar um emulador de Java, configurar, enfim.
Olha aí, caiu, caiu, caiu.
Tá aí a oportunidade para fazer um vídeo aí, porque não tem vídeo disso aí no YouTube.
Mandar para o Renato.
Renato gosta dessas coisas. Mas o Renato, o Renato, ele vai comprar relacionados Angel of Empires 3. O Renato, ele vai comprar um celular que roda Java, aí ele vai comprar um adaptador com saída HDMI para plugar no celular, botar na TV.
Esse é um louco, um scaler, ele vai comprar um mod RGB, não, um scaler de 5125 que transforma em tela HDMI, a saída HDMI ultra mega ultra ultra tunada, né?
Agora imagina que delícia que deve ser esse jogo numa telinha de 128 por 128, tá aqui.
Na época a gente não tinha nenhuma referência, então deveria ser muito bom, né? Pois é, é o que eu falei no episódio dos Cavaleiros do Zodíaco, a gente não tinha uma régua para ter uma referência, a gente achava Cavaleiros zodíaco, o melhor desenho da nossa vida. Tudo era perfeito. Só que com o passar do tempo a gente começa a ter outros materiais para a gente se comparar.
Olha aqui, ó, para não dizer que eu não achei nada, eu achei um vídeo aqui do canal Retrocore que tem aqui Batalha dos Portes, que cai, cai. Aí tem um trechinho mostrando aqui a versão do Java aí para vocês.
Olha só, isso que é fliperama, né? Busca em tempo real.
Isso que é fliperama, que é boteco. Em 2004 o jogo teve um port para Windows, né? Voltando aos ports. E por fim nós temos coletâneas. Nós tivemos a Taito Memories Volume 1 para Play 2, que saiu em 2005, a Taito Pocket Memories para PlayStation Portable em 2006, Taito Legends 2 para PlayStation 2, Windows, Xbox em 2007, Taito Legends Power Up para PSP. A Hamster Corporation lançou o jogo como parte da série Arcade Archives para Play 4 em 2016 e Nintendo Switch em 2020.
Então ele faz parte de pelo menos 1, 2, 3, 4, 5 coletâneas. E tem gente que nunca ouviu falar de Kiki Kai Kai, agora vai ouvir. Veja aí, episódios relacionados. Nós temos aqui o episódio 109, que é o Jogos de Navinha. 149, o Gun Smoke, que o DJ citou. 175, o The Ninja Warriors, porque a gente citou aqui nas referências dos jogos da época, que era a primeira versão de arcade, tá? 264, Jogos de Navinha sem navinha, que foi referenciado também. 320, Ikari Walkers.
E 330, Joias Escondidas dos Games Parte 3, onde eu citei o Pocky and Rocky with Pack.
Olha aí! E quando tiver do Age of Aí o estresse também vai estar relacionado.
É verdade, aí começa os relacionamentos, tem relacionados bem estranhos, né? Como conhecemos o jogo? Eu conheci a franquia na época que eu tinha um Super Nintendo, que chegou na nossa cidade, na minha cidade que morava, Bento. Tinha PokéRock 1 e eu retirei mais ou menos na mesma época, e eu achei um jogo extremamente lindo. E aí quando a gente começou o fliperama, o Dr. Marcos Melo citou que existia Kiki Kai Kai e que era o primeiro jogo.
Então eu conheci através do fliperama e tudo por causa do Dr. Marco Melo, senão nunca teria conhecido. Graças ao Dr. Marco Melo, podemos fazer uma camisa escrito conheci por causa do Marcos Melo, que conheceu por causa de uma rádio russa. É uma boa, hein? Boa referência. Vamos lá, tu, Lili, para pauta?
Não, então eu tô em dúvida, sempre para pauta, né? Não, mas eu tô em dúvida se eu conheci porque o Marcos comentou conosco lá no grupo Ou se eu já tinha conhecido a versão do Game Boy Advance pelo Raspberry Pi, obviamente, né, porque eu não tive. E aí quando o Marcos falou, eu conheci outras versões.
Olha aí, estou em dúvida.
Eu pelo menos sei que eu conheci pelo PokéRock depois do Doutor Macumelo. Seguindo, tudo Doutor Macumelo. Rádio Russa também?
Não, cara, dessa vez eu acho que eu citei esse episódio nesse relato aí do primeiro jogo, né, que foi assim, cara, eu vi um cidadão, cara, eu já fui muito lascado na minha vida, vi um cidadão vendendo cartucho do PokéRock 2, cara, para Super Nintendo por R$10, velho, e eu não tinha R$10 na mão. Original, original, cara, original usado, o cara vendendo por R$10 numa lojinha de usados. E aí, cara, eu não pude comprar. E aí, quando eu consegui o dinheiro, alguns dias depois não tinha mais o cartucho, perdi, cara.
E tinha umas coisas assim que era até difícil de achar, tinha um Final Fantasy 4, tinha o Poké Rock, e aí cheguei lá, não tinha. Esse é um dos lamentos assim que eu tenho da vida. Mas aí depois já veio emulação, eu conheci o KKK e a franquia, enfim. Mas eu joguei ele para zerar mesmo esse ano, cara, exatamente no dia, eu acho que foi lá pelos dias 11 e 12 de março, que eu tava numa viagem de campo. E aí eu tava lá fuçando minha listinha de ROMs, né?
Vou jogar aqui o PokéRock. Aí joguei o Kikakai, terminei, e fui até um pedacinho do PokéRock.
Qual versão, doutora?
Do, a versão do arcade e a do PC Engine, as duas. Muita dificuldade, né?
É, não, a do arcade ela é muito difícil, ainda tem umas coisas meio bizarras no final, depois tu mata o chefe ainda.
É verdade, mais inimigos por causa do poder de processamento, então aparece mais inimigos em tela. É uma Talvez é algo que eu consegui entender, que eu vi.
É, considerando que arcade tá ali para papapi, papaficha mesmo, papapi, papapi, papapi, papapó.
Eu vou contar a história do papapi, papapó. O Mourinho, quando ele era treinador, não lembro qual o time, futebol da Inglaterra, eles estavam filmando ele e ele tinha que fazer como se fosse um documentário. Ele foi reclamar dos jogadores. Mourinho é português, né, de Portugal. E ele foi falar: vocês não podem fazer papapi, papapó, papapi, papapó.
Aí ficou um meme muito conhecido Tem muita gente, essa vai para o baú do colete, é para roubo de mala.
É algo pior que quando a pessoa tenta falar sério e basicamente consegue assim, né, sem gargalhar, ainda sai essas pérolas.
Ai, ai, que nem a minha mãe ontem. Eu tô mal, né, Lili? Minha mãe me ligou ontem de manhã, eu atendi o telefone, ela: bom dia. Desligou o telefone. Ela me ligou só para dar bom dia e desligou o telefone.
Que maravilha, não deixou nem de responder. Eu Eu acho que ela desligou sem querer com a bochecha, alguma coisa.
Mas eu ali, a gente se olhou e ficou dando risada. Tá bom, bom dia.
Peguei o potê, sei lá, né?
Botei o celular de lado e esperei ela me ligar de novo. Alô, bom dia.
Ufa, desligou o telefone.
Ai, ai.
Vamos lá, seguindo o baile aqui. Tudo, Jay?
Muito simples. Conheci para pauta, né? Dei uma de Lili hoje. É isso aí. Eu conhecia a franquia, mas eu acho que eu não lembro se eu já joguei o Pokkén Rock, mas fiquei com vontade de jogar. Apesar de que a minha experiência com o Kikai Kai, ela não foi das melhores, já foi bem, mas Não conhecia não, conheci para pau.
É bom, né? Então já estamos todo mundo falando que conhecemos o Kiki para cair ou para subir. O jogo, ele cai a nota ou sobe a nota? É um bom pensamento para ser falado lá no final do podcast. Então vamos lá, história, meus amigos. O jogo não tem desenvolvimento, antes de mais nada, tá? Com certeza eles voltaram no tempo e foram lá para o Japão feudal para ver se encontravam algo parecido e com certeza sequestraram um tanuki e ficaram vendo o que que ele podia fazer para botar no jogo.
E vamos para história. A história, nós temos duas partes aqui. Nós temos a história do jogo em si e uma pesquisa que a Lili fez. Ela ligou lá para o Japão de madrugada para eles poderem atender de manhã lá, para a parte histórica. Esse aqui, jogo, quer dizer, esse jogo daria um episódio para o História por Trás dos Jogos por causa dessas informações. Mas vamos lá, Lili, puxa aí a história do jogo.
Então, o jogo acompanha as aventuras de Sayu-chan, que é uma jovem sacerdotisa como tu já tinha falado lá no início, xintoísta, que vive no Japão feudal. Noite, enquanto Saiyo-chan abanava uma— abanava? Será que ela abanava mesmo uma fogueira cerimonial?
É, no comecinho ela tá com a bandeirolinha dela lá abanando. Deve ser. Para fazer mais foguinho, tirar o fogo do fogo.
É, vai saber. É, pois é, vai saber. Ela recebe a visita dos 7 deuses da sorte, que alertam sobre um grande perigo iminente. Perigo!
O Guilherme agora, vai lá, Guilherme.
Meu Deus, eu vou ter que dar a volta. Perigo! Muito bom. De repente, um bando de goblins travessos aparece e sequestra os deuses, fugindo rapidamente para uma cordilheira distante.
Eu achei maravilhosa isso aqui, os deuses aparecem para avisar que vai dar ruim, e o dar ruim é eles serem sequestrados.
Aham. Não, e aí por goblins, né, que teoricamente, não entendo muito de cultura japonesa, mas acho que goblins não iriam muito da cultura deles, né.
Enfim, essa aqui é a versão Ghost Goblin feminina, que são yokais, né, no Japão, que é uma criatura do mundo dos yokais, do Makai, né, que eles chamam da cultura japonesa, né.
Ó, Doutor Marshmallow, olha a piada! Makai, qual que é a próxima?
Masobe!
Vocês esqueceram que ele tá no modo silencioso, gente?
Quiser ver mais dos yokais e do Makai, é só assistir o Yu Yu Hakusho, né?
Eu ia dizer, tá aqui. Na verdade, eu deixei, eu deixei a terminologia goblins lá em cima porque, de acordo com a continuação da história, determinada a ajudar os deuses, Sayu-chan parte uma jornada pelo interior do Japão onde enfrenta diversas criaturas estranhas da mitologia japonesa. E aqui daí inclui yokais, obake, monstros semelhantes a yurei. Ela tá equipada então com as o Fuda Stacks e a varinha Gorhei, suas únicas armas.
Daí, como a história do jogo é bem simples, são aqueles selinhos, né, que o pessoal do Naruto usa para selar as coisas, né, que bota na porta e tal para proteger das criaturas.
Uma referência ainda mais moderna, talvez Dandadan usa bastante também o Fuda no desenho, no anime e no mangá, né, no caso. Mas então, né, o Veja Você 4 aqui vai ser sobre o Minuto Sabedoria. Eu coloquei aqui, existiu uma vez um tinha um minuto, como é que era, minuto, era Minuto Sabedoria mesmo?
Bom, agora nunca teve, mas agora tem.
Eu conheço o livro que tinha aqui, tinha uma página assim com uma dica assim, nunca.
Ah tá, entendi. Mas o tema inclusive que não temos momento havaiana.
Não, não, não era do Fliperama, era realmente uma referência externa, mas eu tenho na minha cabeça a informação e não sabia da onde. Talvez tu tenha me puxado aí. Mas o fuda então é um talismã ou amuleto tradicional japonês originário do xintoísmo e do budismo. Eles podem ser pendurados tanto em pilares, em portas ou em tetos, e acredita-se que eles protegem as famílias trazendo boa sorte. A troca geralmente é feita anualmente antes do Ano Novo.
E eu achando que era uma coisa que tu jogava assim, tá vendo o fantasma ali, tu pá, joga nele, ele explode. Foi que eu aprendi no jogo.
É, mas é que pode grudar e tu faz um ninjutsu lá e explode.
Pera aí, pera aí, é ninjutsu? Como é que é a pronúncia? Jutsu, tá correta? Nem de ninja, é nem como se fosse, pensa em ninja e jutsu, tá, tá, beleza. Acho que eu sempre falei errado. Sim, eu acho que eu sempre falei errado.
É um bastão de madeira sagrado usado também no xintoísmo no Japão. Ele possui fitas de papel ou tecido em formatos de zigue-zague, e o sacerdote ou os assistentes, no caso miko do santuário, utilizam o gorhei para poder abençoar ou santificar uma pessoa ou objeto em vários rituais shintoístas. Ele também serve para purificar um local, um objeto. Achei ótimo porque dá para fazer com um palito de picolé e uma folha A4. Acho que eu vou colocar aqui em casa, né?
É tipo a varinha do velho lá do Jackie Chan.
Quando o Guilherme tiver te incomodando, tu vai pegar a varinha assim.
Quando o Guilherme me incomodar, vou grudar um ofuda nele.
Pronto, conversou, né?
Inclusive, eu acho que eu podia fazer isso aqui para ver se passa a tua tosse.
Vou colar na tua testa hoje um, vai purificar Ele vai, tu vai colar um ofuda e vai pegar um gorrei e vai fazer, vai falar para ele assim, tipo o velho lá do desenho do Jackie Chan.
Boa!
É, ficou bem agudo esse.
E yokai então, que são os animais desse jogo, ou yokai também, que dá para ser a escrita, são criaturas sobrenaturais do do folclore japonês, que geralmente possui algum poder sobrenatural ou espiritual, e por tal motivo o encontro com seres humanos tende a ser perigoso. Isso é para não dizer que eles são criaturas malégnas. Aqui temos então quem são os 7 deuses da sorte do jogo, e no caso da cultura japonesa também, né? O Ebisu é o protetor dos mares e pescadores, pode ser símbolo de honestidade.
Dentre os 7 deuses da fortuna, é o único nasceu no Japão sem influência de outros países. Depois a gente vai ver que os outros têm influência de outras culturas. Descendente de Izanagi e Izanami. Uma info geek aqui que vai ter em quase todos os deuses, só não achei de um, é que o Ebisu, ou Ebisu, enfim, também é um personagem de Naruto, líder do time Ebisu. E Izanagi e Izanami também pode ser encontrados no universo Naruto, só que dessa vez como genjutsus do clã Uchiha.
Inclusive bem poderosos. Daikokuten, isso, isso, muito bom, gostei, gostei. Agora achei que dá para a gente fazer um anime aqui no podcast. Ele é o deus da terra, da agricultura e da prosperidade no comércio. Segundo o livro Gods of the City, Cambridge, geralmente está ao lado do Ebisu e protegem a pesca e agricultura. A Infogikya, que também é um jutsu universo de Boruto. Vai o próximo nome aí, que ficou melhor contigo falando.
É, não pegou, né? É o deus da guerra, protetor dos justos. É o bom de guerra, é o rei do norte e portanto comandante dos 4 reis celestiais, governantes dos pontos cardeais e protetores do Monte Shumisen. Baseado figura do deus.
Ele é da Roda dos Ventos.
Eles têm um em cada, literalmente em cada ponto cardeal, um dos 4 pontos cardeais, baseado na figura do deus hindu Kubera e no Vaisravana budista. Tá quase mais parecido o Vaisravana sendo hindu do que o Kubera, mas tudo bem. Ou Kubera, sei lá como é que é. A Info Geek aqui, o Bishamonten é um personagem do mangá Noragami. Esse mangá eu juro que eu nunca ouvi falar, mas talvez algum ouvinte que a gente saiba, né? Então não queria deixá-los desgarrados da informação.
Vai ali o próximo game, isso aí. Associada à música e à eloquência, ela veio originalmente da Índia como a deusa hindu Saraswati. A Info Geek é que é uma personagem do mangá Chumatsu no Valkyrie: Record of Ragnarok.
Muito bom, parabéns!
Olha ali, é o deus da felicidade, fortuna e longevidade, de origem taoísta. A info geek dele é que é um personagem de One Piece, o capitão do Orochi Oniwa Banshu. Eu tô tentando esperar terminar, tá, gente, para começar a assistir, porque eu me recuso.
Eu li uma matéria ontem que One Piece vai acabar e vai ter uma continuação, vai se chamar Two Piece.
Muito bom!
Eu vou ter que esperar o One Piece cair, né, que nem teve Dragon Ball Z, né, o resumo em 1000 episódios.
Isso, que ele é resumido, né, de 7000 episódios vai para 1000 só.
O que que vai acontecer primeiro? Vai acabar One Piece ou o George R.R. Martin lá vai acabar, vai escrever leu o último livro, One Piece acaba antes, porque ele tá escrevendo um conto.
É, e o George R.R. Martin disse que tá escrevendo uns contos, outras coisas. Eu acho que ele não tem ideia, nunca vai terminar aqueles livros, não vai. É, nem lembra mais, ele tem que ficar vendo a série para lembrar.
É lá do, da Casa dos Tronos, é Guerra das Privadas. Esse aí eu peguei no sono na segunda temporada, daí eu desistir de assistir.
Ô série chata, cara. Não, pera aí que eu preciso dar os parabéns para o Guilherme aqui para não passar batida a piada dele aí da Guerra das Privadas.
Imagina uma moto de privada com perna batendo com a tampa.
Ai, ai, eu tinha, eu tinha realmente passado essa informação. Valeu, próximo link. Isso aí, o mais simples de todos, Deus da Sabedoria e Longevidade. Não achei info geek baseada nele, embora achei uma info geek de que seria um universo paralelo de Naruto feito por fãs aí para jogo de cartinha. Também não é canônico, daí não coloquei.
Próximo, perdão, então é Juro, sim, 2. Não, mentira.
É o deus da felicidade e benevolência. Disse que ele era um monge budista que viveu, eu ia dizer vendeu, no Monte Siming na China, e que sempre passeava carregando um saco nas costas. É o famoso—
então pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, velho do saco!
É o famoso Buda que ri. Todo mundo já viu a carinha desse jovem aí em algum lugar. Aí, em foguete dele, é que também é um ninjutsu em Naruto, inclusive do Capitão Yamato.
Legal!
Ó, você só vive momento de sabedoria aqui no Fliperama, bem louco.
Aliás, eu já vou puxar o gancho— não, na verdade eu vou perguntar se as pessoas querem continuar com o Minuto Sabedoria ou se elas querem que a gente pare de falar sobre isso, mas também se elas quiserem que a gente pare, eu vou continuar igual, porque eu acho divertido.
Exatamente. Você pode— queremos a sua opinião, sim. Vamos usá-la? Provavelmente não.
Talvez se tiver muito, muito sabedoria, aí vira um episódio do A História Por Trás de Jogos.
É isso aí.
Se você mandar sua opinião e a gente não seguir a sua opinião, você pode reclamar mandando um Pix, uma mensagem, né, pra gente.
Pô, vamos fazer que nem o pessoal do Galinha Viajante, ou vai tomar no flipperamadeboteco.com.
Eu acho que eles deviam virar prática, né, estabelecida.
Não quer reclamar? Manda um Pix e me xinga a gente no vai tomar no cu, @flipperamadeboteco.
Eu acho muito bom.
Eu não tô, já fui, já foi tarde, não me importo. Cria esses emails loucos assim, né?
A gente pode criar já o www.euodeioflipperamadeboteco.com. A gente já cria comunidade dos haters também e a gente ganha em cima deles.
Haters ou vai tomar no cu.
Programadeputeco.com.
É o anti-fã-clube, né?
Se você odeia a gente, entra lá.
É que nem no Friends lá, que o Ross e o amigo dele, que era o Brad Pitt, lá eles tinham o clube anti-Rachel lá.
Eu assisti, mas eu não tinha essa memória tão boa assim.
Mais que amigos, Friends.
Jogabilidade, meus amigos, vamos para ela, né? Momento importante também que define regras e abre o Mar Vermelho. Vamos lá, nós temos os direcionais, 8 direções diferentes: cima, abaixo, esquerda, direita e as diagonais. Nós temos um botão que é para a Gorila, a varinha, e outro botão atira as ofudas na mesma direção que a gente tá apontando a personagem. Está indo para cima, vai atirar para cima. Tá indo para direita, vai atirar para direita.
E aí tem um detalhe bem importante aqui, pode ser o botão A, botão B, 1, 2, depende de onde você tá jogando. Então a gente vai usar ataque e varinha, tá, só para facilitar, para vai ficar confundindo os botões. E por fim, esses dois botões juntos apertados, a gente vai usar o poder super especial, que são umas bolinhas que a gente pega durante o jogo. É simples, muito simples a jogabilidade desse jogo.
Eu demorei muito para descobrir como é que usava aquelas.
Eu também não sabia, nem sabia que tinha especial ali. Ele aperta os dois botões juntos que é especial, essa bolinha embaixo ali. Tá bom, apertei.
Aí olha ali, eu via que eu pegava uns itens e que aparecia lá embaixo na tela, mas não sabia o que que era aquilo.
E não, até que algum momento eu, ó, inclusive eu achei Achei que o bolinho de arroz era vida e a gente vai descobrir agora daqui a pouquinho que não, não é vida. Como é que arroz não vai ser vida?
O jogador da Inglaterra, né? Então nós temos vários mapinhas, papelzinhos. Eu falei mapinhas, né? Nós temos os ofudas, nós temos o azulzinho claro, vermelho, amarelo e o azul escuro, que seria ofuda azul, vermelho, amarelo e duplo. A Lili que achou essas as explicações. Eu achava que era só pegar papel e vai lá, que era ponto. Eu não tava nem entendendo muito bem direito.
Isso aí foi daquele site, como é que você—
é, não sabia.
Então, dizer que eu tirei da cabeça, né?
O azulzinho, claro, aumenta a distância que a gente atira, percorre, né? Atingir a distância máxima continua coletando fará com que a resistência do próximo chefe aumente.
Dá um segundo aí, calma, respira mesmo que tá feia a coisa. Eu vou dizer que talvez seja por causa disso que eu achei o jogo, ou pelo menos os chefes, estupidamente difíceis, porque eu fui tentando coletar absolutamente tudo e essa informação eu só soube depois que eu fiz a continha.
Não é cumulativo, né?
Idiota. E sim, é, ah, depois que chegou no máximo tu ganha só ponto. Não, tu vai até lascar, né? O vermelho dá habilidade de atravessar um inimigo em vez de parar e colidir com algo e tomar dano. O amarelo aumenta o tamanho do ataque do ofuda que você arremessa o papelzinho, a carta de baralho, parece uma carta de baralho se você ver bem. E o duplo azul escuro aumenta drasticamente a velocidade em que a Sayochan lançará o Ofuda.
Item raro. Jogando, pera aí, eu joguei a versão do arcade e do PC Engine, eu não lembro ter encontrado esse camarada aqui.
Eu não lembro ter encontrado esse aí. Já vou fazer uma confissão aqui, que eu só consegui até o quarto chefe, não consegui passar porque eu morri. Esse jogo, uma coisa que a gente não falou, é que no arcade ele não tem continue, né? Ele é se morrer, morreu, né? E eu acho isso louco. E é aqueles jogos que tu morre, tu não continua exatamente de onde tu morreu, tu volta um pouco, né? Então, e quando tu morre, tu volta sem nada de power-up, né?
Então eu morri logo antes do chefe, assim, quando eu fui naquele chefe daquela véia que fica jogando as facas, eu tinha dado um save state depois de morrer sem querer, né? E aí não tinha mais como assim, porque chegava no chefe, o Wolfuda simplesmente não tem um alcance muito pequeno quando ele tá É um tiro fraco, muito fraco. Esse jogo ele sofre do mesmo mal que muito jogo de navinha, né, que é aquela coisa do tipo, se tu morrer, meu amigo, esquece.
O tiro inicial é muito inútil dependendo do jogo, né. E esse caso aqui também é muito ruim, o tiro inicial é muito disparelho. A evolução que tem em jogos de navinha aqui também segue a mesma estrutura. Deve ter um checklist que tá lá escrito assim, jogo de navinha, item inicial uma bosta, item final médio. Não, muito bom. Qual é o requisito para pegar o item final? Quase impossível. É isso, é a definição que tem no checklist lá.
Eu não tinha notado todos esses ofuda diferente, eu só tinha notado que o meu tiro ele eventualmente ele aumentava de alcance, que aí eu acho que era quando pegava aquele azul clarinho ali, e o vermelho, que o vermelho, mas eu não sabia, eu achava que o vermelho só aumentava o dano, mas não que ele atravessava, porque eu não notei ele atravessando.
Nem consegue ver realmente. Realmente é tudo muito rápido, muita loucura, né? E até ia falar que eu disse para o Gui, aquele dizem, diz pelo menos que são vegetais, que sai de um cestinho, né, do negócio.
Aquilo é muito aleatório, às vezes vinha os monte, reparava, aí daqui a pouco vinha um monte de novo e é muito difícil de desviar.
Sim, eu falei para o Gui, teve uma hora que eu cheguei no cestinho aí antes de começar a aparecer os vegetais ali e comecei a tirar, tirar, atirar, atirar, atirar, e não aparecia nenhum. Tá, sair então para ir para outro inimigo. Começou a sair. Pegadinha do malandro, é bem injusto nesse sentido.
Quais são os outros itens aí, Lili? Tu que escreveu aí para nós ali, que que é o cristal azul e o amarelo?
O azul ele congela o tempo por aproximadamente 8 segundos, mas colidir contra os inimigos que estão congelados vai dar dano e não funciona contra chefes. E o amarelo ele É que o amarelo eu só consegui um, eu não sei se existe mais do que um no jogo inteiro. Ele aniquila instantaneamente os inimigos comuns visíveis na tela em um raio próximo, também não funciona contra chefes.
O azul ele é até mais, pelo menos por 8 segundos tu vai ter que desviar dos bichos, mas tu vai conseguir avançar bastante. O amarelo tu detona todo mundo que tá na tela, mas logo em seguida já vem mais, né?
Então já vem mais, exato. Não é tipo Castlevania, né, que tu mata todo mundo, tu tem uma, parece bom, mas Mas ele no final, eu acho que o azulzinho é mais útil.
O azul só não me ajudou muito, tem um inimigo que parece uma tabuleta assim, que é tipo uma lápide, né?
Tipo uma lápide que ela fica andando para cima e para baixo, ela tenta ficar mais ou menos na mesma linha que tu tá, e se tu tenta passar por trás ou pela frente dela, ela vai correndo e cai em cima de ti. É muito rápido ela, para tu conseguir passar dela sem destruir ela, ele tem que estar lá em cima por cima e tu tem que passar lá por baixo assim.
Pois é. E aí eu fui usar o azul, só que colidiu com essas lápides mais ou menos que centralizadas. E aí me deu raiva porque eu precisei destruir para conseguir passar, porque não dava para passar nem por cima nem por baixo. E aí realmente não deu tempo de avançar muito porque já acabou o tempo do poder assim.
Tu desperdiçou então o teu azul.
Pois é. Temos então o onigiri, que é o bolinho de arroz lá que eu falei que eu achei que dava vida, mas dá 2000 pontos de bônus, que para mim Nesse jogo.
Vocês olharem, é uma oca indígena branca.
Olha o ícone, é que os bolinhos de arroz em anime também assim, né? Bonitinho.
É, ele come um, né? E na versão americana ele come um.
Também dá para coletar gorrei, e eu achei que isso também dava mais força para nossa varetinha, mas aí eu percebi que eles acumulam lá embaixo.
Isso é estranho, né? Essa simbologia de pegar o gorrei, o gorrei ser a vida, assim que ele também é uma arma que tu usa, mas uma escolha um tanto quanto esquisita.
Pois é. E aí aqui diz a informação que para poder obter ele tem que acertar em um local que tenha uma bola de cristal escondida quando os 3 últimos dígitos da pontuação forem 0. Por isso que ele é um item raro.
Coisa estranha. Para mim era só ali, tem tipo aquela parada do Mario Bros 3, lembra?
Que para encontrar o navio cheio de moedas também, final do ponto, afinal pontuação tem que ser específico e tudo direitinho, né?
Teve aquele outro jogo muito louco que a gente gravou, acho que com o Éder, Pirulipi, Pirulato, que também tem, né? Tu consegue os itens especiais a partir do final da pontuação. Era isso também, né?
Eu acho, se eu não me engano.
Pois é. E a gente, ah, isso aqui vai ser no modo aleatório, né? Ninguém nem tem tempo de ficar olhando pontuação e o local para ver se—
ah, pera aí, pera aí, que matar mais um, matar mais um, mais um, mais um, mais um. Não, e passou, matei demais. Deixa eu mais um aqui, 1, 2, acabou.
Agora consegui. E a gente tem que pegar então a Kagi, que é a chave.
Aproveita comentário a voo sobre essa palavra. Eu aprendi que Kagi era chave em japonês jogando, sabe o quê, Dragon Crisis, que eu joguei jogando japonês.
Original, que fosse totalmente aleatório. Eu tenho um certo, uma lembrança assim meio de trauma desse jogo, que tinha aquele negócio que a personagem ficava sangrando, aí os bichinhos atrás, é um negócio meio complicado.
Hemostático para parar de sangrar, tem que andar com um negócio para curar o sangramento.
E a gente também tem de item então 3 pergaminhos: azul, vermelho e amarelo. Mas que a gente só vai conseguir eles na última fase e precisa encontrar os 3 para poder acessar a sala do chefe.
Não tem chefe, né?
A sala do chefe, acessar o final, né? E nessa sessão aí tem inimigos, mas eles não te atacam, né? Eles ficam parados lá, pelo menos o que eu assisti.
Não, no arcade não, no arcade não. Esse mexe que nem uns pirilâmpulos.
Essa sessão aí, então, ela é infinita se tu não encontrar os 3 pergaminhos.
Será que ele não usou o poder?
Não, mas foi por Que tinha ficado os inimigos na tela, mas eles se mexiam muito pouco.
Para nós não, tá louco, não parava de aparecer inimigo.
Mas aconteceu comigo, eu não sei se foi bug, mas aconteceu comigo quando eu joguei a versão do PC Engine.
Não, você mexia que nem um sol, mas eles ficavam parados também.
Eu tô ligado. Sim, sim, mas eu joguei as duas versões e não, eles ficaram realmente me atacando feito maluco até o computador.
Desculpa, eu tava olhando agora a definição de ficou em som e trilha. Ai, ai, mas enfim, de item é isso. Jogabilidade acho que também é basicamente isso, né?
Será que teve alguma coisa? Esquecemos dizer que tem que ser rápido porque os inimigos são muito mais rápidos que nós, principalmente o chefe Tanuki, que é muito roubado, e alguns outros chefes também.
Então ele já feito para tipo desviar dos projéteis assim. A personagem, ela não é que ela é lenta, mas é que os inimigos inimigos são mais rápidos. Então tem horas que é bem difícil assim. E tem aqueles inimigozinho filho da puta que gruda atrás de ti, e aí eles te empurrando, ou, e teu movimento fica mais difícil. Nossa, quando acontecia aquilo era uma desgraça. Esse negócio dos chefes ficar mais forte conforme tu vai pegando os negócios, aquilo ali eu não sabia, mas nossa, isso aí me deixou zoado agora.
Pois é, né?
O negócio é tudo depois que tiver com o o aumentado da distância do iFood lá é não pegar mais nada. Então, né, que loucura.
É, o problema é tu, se bem que enfim, tu vai perceber, né, mais ou menos. No caso, eu ia até dizer que eu também acho a gente muito lento nos chefes. Inclusive, os chefes são imensos e muito rápidos.
Eles são rápidos.
A velha da faca, vocês falaram. Não, eu gostei da definição, a velha da faca.
É uma bruxinha.
Gostei, gostei.
Só que ao invés de M de Maria é N de navio, né? Samba, samba, samba. Vamos lá então, detalhe gráfico. O jogo feio, muito feio, jogo feio para dedéu, na minha opinião. Achei um jogo, eu achei todas as fases são iguais, feias. Não achei nada bonito nesse jogo, não consegui gostar. Aí tu olha a versão do Super Nintendo, é lindíssima, espetacular. Aí por isso que eu tô tendo, quer dizer, eu estou sendo influenciado pela versão do Super Nintendo, que ela é muito linda a versão, tanto o primeiro como o segundo.
Segundo é mais bonito ainda, mas esse aqui primeiro é muito feio, é muito feio, é sem graça, não tem inspiração, não consegui gostar, sabe?
Eu tô ligado, eu acho que ele é um produto da época dele nesse sentido aí, né?
O estilo da versão do MSX é mais fiel até 86, 87. Eu achei fiel, igual, feio, igual a versão do PC Engine.
É, se tu não gostou do arcade, eu achei, ó, você polêmico, hein?
Achei a versão do Nintendinho, eu sei que é em disquete, mais bonita que a versão do arcade. Eu achei, preferi por causa das cores, eu achei mais bonita. Ó que legal, tu viu? A gente diverge. Eu achei ela mais bonita, vocês acharam feio. Eu achei mais bonita a versão do Nintendinho, eu achei que as cores estão mais sóbrias. A outra, sei lá, não consegui gostar, cara. Apesar que a versão do Nintendinho Tem uns chefes grandões, cara, tem uns chefes bem grandões.
E detalhe que na versão do Famicom Disk System, a Sayo, ela é ruiva na arte do jogo, mas ela tá cabelo preto.
Eu achei o design da personagenzinha ali, eu achei bacana. As fases, eu concordo com o Gesê que elas são bem repetitivas assim, só tem uma música, é tudo igual, poucos estilos diferentes.
Isso eu botei aqui na trilha sonora também, medíocre a palavra.
Eu não acho aquela uma trilha necessariamente ruim, mas ela só tem aquela trilha, é a trilha do chefe, né? Então só tem duas músicas. E eu tenho impressão que a versão do PC Engine é melhor do que a do arcade.
Na versão do Famicom aí, a Sayu não tá com cara de tia da padaria da Turma da Mônica?
Mas uma coisa que eu achei bacana foi o design dos chefes.
Design dos chefes é interessante, design dos chefes são engraçados, todos eles são muito muito engraçados e muito bonitos também, e gigantes.
É bonito até na sua feiura, né? Tipo a véia da faca, ela é feia, mas é um sprite bonito, o desenho é bacana.
Posso dar uma opinião? Parece que ela cresceu 3 metros de altura e veio o Thor e deu uma martelada na cabeça dela, ela encolheu, sabe?
Aí tem aquele chefe ali que tem a máscara tipo do Karatê, né, do Mr. Karatê lá, narigão.
Senzan, ele parece o, como é que aquele do Muppet Babies que tem nariz comprido, né? O Gonzo, o Gonzo de boné e segurando umas folhas de bananeira na mão assim, parece o Gonzo.
Chefe lá, o tanuki, quando ele se transforma no clone da, como é que é o nome dele, Saiyo, ele fica com o rabinho do tanuki. Eu achei muito bonitinho, parece, né? Parece.
Eu ia dizer que eu acho o gráfico bonito, mas repetitivo, extremamente repetitivo. E tanto que isso foi realmente Realmente uma das críticas que ele sofreu quando eu coloquei lá, que apesar de ser muito bem, vendeu muito, né, apesar que às vezes é como diz falta de opção, a crítica era de que ele era um jogo monótono. E eu tenho essa sensação realmente assim, até de inimigos assim vários repetidos, uma coisa assim parecida, né, tem 3, 4 e taca-lhe pau, Marco Velho.
Até tem bastantinho inimigo assim quando chega no final final lá, o que eu assisti, né, que eu não terminei o jogo, nos créditos aparece os nomes dos inimigos e tudo. Então tem o fantasminha, aí tem aqueles que aparece voandinho e depois eles viram outro negócio, tem o bebezinho que gruda em ti, fica mordendo tua cabeça, tem o que empurra, então tem um que é uma raposinha, tem, tem, só que é mais para o final assim, né. Mas é, tem que lembrar que é 86, né, acho que esse é o negócio ali.
Eu até fui procurar o que que tinha de jogo desse estilo até essa época, então Tinha o Ikari Warriors, acho que é do mesmo ano. Tinha o Comando da Capcom, que é um pouquinho mais bonitinho até, mas as coisas não eram muito sofisticadas nessa época assim, né? Então era mais ou menos isso aí mesmo.
Vamos lá, gurizada, fase a fase. Só uma observação muito importante no fase a fase, que o jogo tem uma mecânica que é assim: a gente vai seguir para direita, para cima, para baixo, como um jogo de navinha, sem navinha, que a gente usa os pés. Só que tem um detalhe, a gente a gente tem que pegar sempre a chave da fase para poder abrir a porta para o chefe, senão tu fica trancado, tem que voltar na fase até achar a chave. Esse é o detalhe.
A gente chega na sala do chefe, que é grandona, e a gente vai enfrentar um chefe. E é legal porque a barra de vida dos chefes são quadrados grandes no meio da sala. Conforme tu vai matando o chefe, arranca um pedaço, arranca um pedaço, e quando arranca todos, tu mata o chefe. O primeiro chefe é o Zuzu, que é conhecido como cabeça de feijão. É um feijão gigante que põe feijão na boca e cospe na gente. A gente vai resgatar daí, no caso, depois da batalha, o Daikoku, que é o tio do martelo.
Depois nós temos um que é um capiroto do caralho, que é o Raidonou, que é o Rei Relâmpago. Achei ele muito satânico, muito legal, ele voando na nuvenzinha.
Sabe o que que me lembrou esse demônio aí, Guilherme? Lembra quando o Goku caía no inferno? Tinha uns diabão lá. Me lembrou que ele tem uns dentão, parece dente de javali, né?
E a gente resgata o Rotei. Na terceira fase nós Nós temos o Senzan, que é o Gonzo com uma folha de bananeira na mão, que é o mago da montanha. E após a gente derrotar ele, a gente libera o Ebisu. Depois nós temos a véia da vaca, que é a Samba, a bruxa da montanha. E a gente libera a Benzaten. Depois nós vamos enfrentar o tio azul Smurf de 3 olhos, que é o Sonjusou, que é um monge maléfico que tem uma chicota, cara, uma chicota e terço na mão, um A gente libera o Fukurokuju.
Depois nós vamos enfrentar Mabikou Malt Kitsune, que Kitsune quer dizer raposa em japonês, ou raposa da causa demoníaca azul Klein. Que daí, após derrotar ela, a gente libera o Juro.
E ela lança uns gatinhos, né?
Acho que os gatinhos é uma observação sobre essa raposa aí, até falando da jogabilidade. Tem um ou outro projétil que quando tu usa a varetinha tu consegue bloquear, né? Mas a maioria dos projéteis não. Só que essa raposa, quando ela tá balançando o o rabinho dela, ela não toma dano do teu projétil.
Ela toma dano no lugar específico, só momento específico.
Isso aí acho que de repente eles levaram, porque no próximo jogo, né, o Rocky, como ele não tem a varetinha, o ataque com a varetinha é o rabinho, né? E lá tu consegue bloquear mais projéteis com o rabo. Eu achei interessante a coincidência.
Se foi a inspiração contra o tanuki, ele vem em formato da nossa protagonista, só que com rabinho. A gente tem que ficar acertando ele, aí ele fica tirando projéteis. Aí quando ele toma tanto dano, ele volta a formato de tanuki e ele vai para um canto da tela. A gente tem que ficar acertando ele bem rápido, que ele quase não faz nada. Ele se mexe e volta a se transformar em Saiyô. E aí a gente libera o Bishamon. E aí a última fase é aquela que tem um monte de estátuas, estatuetas e vários inimigos.
Ela tem um sistema que ela nunca termina de aparecer até tu não liberar os 4, os 4 pegar os pergaminhos, que é o azul, o vermelho e o amarelo. Após isso, a gente caminha mais um pouco e chega no barco que os 7 entidades pediram, no barco para eles poderem ir embora a partir dessa, para uma melhor, lá para o lugar deles, lá ficar numa nice, ficar de boa. E aí a nossa protagonista vai atrás do barco, e aí, após pegar os pergaminhos, a gente chega no barco, aí vem os 7, eles vão embora e acaba o jogo.
Não tem batalha com chefão final, que é muito esquisito, né? Jogo e termina o jogo, termina o jogo e sobe os créditos e acabou o jogo, meus amigos. Que cai, cai e sobe, sobe os créditos.
Tem uma mensagenzinha lá, né? Eu não tenho aqui, eu tinha até achado uma tradução da frase lá que resume ali o que aconteceu, só que tá tudo escrito em japonês utilizando caracteres ocidentais. Não sei se vocês repararam, tem texto estranho no final.
É, nossa, eu só vi que tinha o nome dos inimigos.
Vamos falando aí que eu já acho.
Eu já ia rodar a vinheta porque acabou, né? Ah tá, podemos rodar a vinheta ou quer esperar mais?
Tem o nome dos inimigos, né? E aí tem um texto, tô rolando aqui o finalzinho. É esse: Korente Mononokenitsu Karechi Yononaka Heiwani Naru Nokoni, que eu não sei, que eu não sei mais o que que significa.
Então roda a vinheta. Voltamos da vinheta. Vamos lá, meu povo amado e povo querido, e vamos para o disclaimer da tarde, da noite, do—
da—
esqueci o nome dos outros horários lá. Taciturno, tacitúrnico, enfim, né? Vamos lá, Lili, teu disclaimer.
Eita, sempre começa comigo, mas então vamos lá. Eu não vou dar o selo de jogão e deve ser jogado, veja você, porque eu realmente não acho ele um jogão e deve ser jogado, embora ele tenha uma relevância histórica, visto que a partir dele então Então temos a franquia mais conhecida como PokéRock. E eu vou dar o selo de, vamos ver, veja você. Eu acho que literalmente é um bom selo para ele. Eu acho os gráficos bonitos, como eu falei, mas extremamente repetitivos.
O jogo é bem difícil e tem os seus probleminhas de jogabilidade. Sinceramente, se eu fosse, como é que se diz, indicar, eu indicaria que as pessoas começassem pelo 2. Eu acho que a memória, a minha memória que tá com problema, problema, mas a evolução do 1, do Kiki Kai Kai, para o Poké Rock 2, por exemplo, ela é gritante e o jogo se torna muito mais divertido. O 3, eu e o Gui, a gente chegou até jogar uns minutinhos hoje, tem alguns probleminhas de que eles inseriram tutorial, né?
Tem um tutorial para aprender a jogar que é muito longo. Sim, o primeiro é pegar item que cai, as moedinhas, depois é dar tiro, Depois a vassourinha.
Mas isso era no Super Nintendo, né, cara? Poxa, tutorial nessa época.
No 2, no 1 não tem, no 1 é direto já.
E coisinha que tu vai aprender de qualquer jeito, né? Põe no manual essas coisas, se a pessoa quiser ver, vai no manual.
Enfim, vai ser um veja você, mas não vou tirar a importância histórica, realmente a relevância histórica desse jogo.
Por favor, deixando bem claro aí, uma arma só de atacar ver ele, a tua nota cai, cai?
Não, né? Não iria cair, cai, porque eu basicamente só utilizei uma arma mesmo.
Então vamos lá, seguindo o baile aqui.
Tudo, DJ?
Pois então, sofri com esse jogo. Até falei, porra, a gente acha que tem amigo, né, Lili? Aí os amigos vêm fazer a gente jogar essas coisas aí. Sofri, cheguei, fiquei muito frustrado ali horas que eu tinha que ficar, ai meu Deus, não tô conseguindo nem dar save state aqui. E aí não é nem festa de ficha porque não dá para botar mais ficha, né, porque não tem continue. Então vai ser um bonitinho mais ordinário, e o bonitinho vai ser com certa generosidade.
Ele é um jogo para sua época, ele é bonitinho até, né. Mas é isso aí, né, não vou jogar ele de novo não, desculpa aí o pessoal, mas fiquei com vontade de jogar o Pocket and Rock, conhecer o resto da franquia. Inclusive, né, vai, vai entrar aí para o nosso backlog qualquer hora.
Uma coisa que eu vi aqui na versão free trial, né, que tá na Steam, é que tá lá, né, como um dos features do jogo, né, o modo fácil. Até quem não é bom no jogo pode terminar, pode chegar ao final, tá lá na propaganda, no anúncio, né.
Maravilha, tá para mim aí.
Veja você, né. Vamos seguir o baile aqui. Tudo, Doutor Marco Melo?
Olha só, a minha nota vai ser veja você, cara. Também com várias notas aí de bonitinha, mas ordinária, né. Né? Embora não seja um jogo assim tão bonitinho, mas para época dele, como DJ falou, acho que ele faz o trabalho dele bem. Mas assim, ele é bem difícil assim, principalmente a versão de arcade. E aí quem quiser conhecer o jogo, fica a dica aí para jogar a versão do PC Engine, ou do PC Engine, né, ou do TurboGrafx-16. Nossa, que nome horroroso para jogar.
E é que ela é menos difícil até devido às limitações do próprio console, né? Mas essa seria a minha recomendação, seria isso. Caio, então veja você.
Então sou eu, né? O meu disclaimer é um veja você mesmo. É um jogo que ele assina embaixo, quer dizer, ele assume que é feio e continua sendo feio, né? Ele tem uma música chata que se repete demais, mas ele é fruto da sua época. Mas se tu pegar alguns joguinhos da época, não tão feios e tão ruins, a gente só tem o principal de todos, que é Mario. Mario não é feio, ainda é bonito até hoje em dia. 1, 2, o 3, o 2 japonês e o 2 americano, eles são muito bonitos.
Então a gente tem como uma régua de medida da época, não de hoje, né? Como muita gente faz, pelo menos essa gurizada nova tenta comparar Mario 1 com Dark Souls 3, enfim, né? Faz umas comparações que não tem pé nem cabeça. Mas então ele é um jogo feio, sim, é um jogo feio, mas tem uma jogabilidade que melhorou com o passar do tempo, tanto que o 1 é muito bonito no Super Nintendo, 2 também. Talvez podia ter mais jogos dessa franquia, só melhorando a jogabilidade, incluindo mais funcionalidades, talvez ficaria mais legal, né?
Legal esse de shooter, visão top-down, é muito bacana. E até pela cultura mesmo, os elementos de cultura japonesa que tem, né? Ah tá, inclusive eu esqueci de falar do meu disclaimer do Heavenly Guardian, né? Saiu lá para o Play 2, fica aí também uma menção honrosa.
Então acabamos o disclaimer, gurizada. O Kiki Kai Kai, mas não subiu, subiu a nota, ficou baixíssima, né? Caiu bastante, mas tudo bem, a gente tá aqui vezes para trazer jogo bom e jogo mediano. Essa é a ideia, né? Então vamos, vamos acabando por aqui, pessoal. Um abraço, beijo na bunda e tchau tchau!