Perdão e liberdade. 05/05/2026.
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- Perdão e liberdadeEvangelho no Lar · Crescimento espiritual · Esquecer o mal · Perdão incondicional
- Morte e LutoLibertação pós-morte · Sentimentos após a morte · Ódio e desespero
- Reconciliação com DeusAcomodar-se com o adversário · Paciência alheia · Intolerância e violência · Revisão de atitudes
Queridos amigos, em sintonia com o plano maior, vamos realizar e vivenciar o nosso Evangelho no Lar. Permitir que os nossos pensamentos se conectem a algo sublime.
para acolhermos os emissários de luz e amigos celestiais que vêm em nosso auxílio, trazendo a paz e o equilíbrio de que tanto necessitamos para o nosso crescimento espiritual. Do livro Trevo de Ideias Trevo de Ideias
Perdão e liberdade. Aprendamos a perdoar, conquistando a liberdade de servir. É imprescindível esquecer o mal para que o bem se efetue. Onde trabalhes, guarda o entendimento fraterno, a fim de que a sombra não te algeme o espírito ao desespero.
Onde estiveres e onde fores, lembra-te do perdão incondicional para que o auxílio dos outros te assegure paz à vida. É indispensável que a compreensão reine hoje entre nós, para que amanhã não estejamos encarcerados na rede das sombras.
A morte não é libertação pura e simples. Desencarnar-se a alma do corpo não é exonerar-se dos sentimentos que lhe são próprios. Muitos conduzem consigo, além túmulo, uma taça de fel envenenado com que aniquilam os melhores sonhos dos que ficaram na Terra. Muitos conduzem a alma do corpo não é exonerado.
E muitos dos que ficam na terra conservam consigo, no coração, um vaso de fogo vivo com que destrói as melhores esperanças dos que demandam o cinzento portal do túmulo. Não procures para a tua alma o inferno invisível do ódio.
Acomoda-te com o adversário ainda hoje, procurando entendê-lo e servi-lo, para que amanhã não te matricules em contendas com forças negativas. Transferir a reconciliação para o caminho da morte é atormentar o caminho da própria vida. Desculpa sempre.
reconhecendo que não prescindimos da paciência alheia. Nem sempre somos nós a vítima real, de vez que por atitudes e manifestas induzimos o próximo a agir contra nós.
convertendo-nos ante os tribunais da justiça divina em autores intelectuais dos delitos que passamos a lamentar indebitamente. Toda intolerância é violência, toda aspereza avinagrada é crueldade.
Quase sempre a crítica é corrosivo do bem, impelindo-nos à revisão de nossas próprias atitudes.
E sabendo que encontraremos na estrada a projeção de nós mesmos, conservemos o perdão por defensor de nossa liberdade, auxiliando agora para que não sejamos depois prejudicados. Emmanuel
Finalizamos a mais um Evangelho no Lar. Agradecidos a Deus, o nosso Criador, a Jesus, médico de homens e de almas, e a Maria de Nazaré, nossa mãe amorada, por todas as bênçãos recebidas.
Que a paz e a fraternidade sejam emanadas por toda a atmosfera terrestre como raios de luz através de nossas vibrações, nesse momento tão sublime de mentes conectadas pela vitória do bem. Fiquem todos com Jesus e até amanhã, se Deus assim o permitir.