O Brasil já tem mais pets do que crianças, e o animal deixou de ser apenas companhia para ocupar um lugar afetivo cada vez mais central. Ao mesmo tempo, protegemos alguns bichos como membros da família e tratamos outros como alimento. E agora surge uma nova fronteira: animais robóticos capazes de reconhecer, responder e criar vínculo. Álvaro Machado Dias discute esse cenário. Ouça!
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