Episódios de CBN Vida Profissional - Andréa Salsa

Como ser protagonista da própria carreira

02 de maio de 202617min
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Nesta edição do CBN Vida Profissional, a comentarista Andréa Salsa fala sobre protagonismo na carreira profissional. De que maneira você pode sair do lugar que está há anos, de uma função de coadjuvante, para assumir o controle da sua carreira? Ela explica o que é esse protagonismo e se ele, necessariamente, está ligado à função de liderança. Ouça a conversa completa!

Participantes neste episódio2
P

Patrícia

HostPsicóloga
A

Andréa Salsa

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Assuntos6
  • São Paulo na LiderançaEmpresas que não lidam com profissionais protagonistas · Ambição e a lógica das empresas · Ouvinte demitido por não querer ser líder
  • Gestão e LiderançaDiferença entre protagonismo e liderança · Protagonismo como escolha consciente · Liderança não escolhida
  • Punição de Arruaceiros na CâmaraImportância do back office · Protagonismo em funções de apoio (porteiro, recepcionista, copeira) · Autoconhecimento e protagonismo
  • Protagonismo em diferentes fases da carreiraProtagonismo em início de carreira · Protagonismo em carreira madura
  • Crítica ao uso de nomenclaturas corporativasEmpresas que usam termos por moda · Desalinhamento entre discurso e realidade corporativa
  • Micro decisões no protagonismo de carreiraSaber o que não quer · Micro decisões diárias · Legado profissional
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CBN Vida Profissional, com Andréa Salsa.

É, e Andréa Salsa conosco no estúdio da CBN Vitória, você que está no YouTube nos acompanhando. Andréa Salsa aqui com a gente, linda, maravilhosa e poderosa. Andréa, bom dia. Bom dia, Patrícia. Por isso que eu adoro vir no presencial, que eu saí daqui no mínimo com minha autoestima sustentada para suportar a semana toda. Só falo verdades. Bom dia para os nossos ouvintes, para os colegas aqui do estúdio e temaço, hein? Tema bom hoje, hein? Muito bom.

Vamos lá, vamos lá. Pessoas que às vezes querem ter uma certa direção na carreira, querem tomar as rédeas, querem sair um pouco dessa função de coadjuvante ou de braço direito. Tem gente que nasce para isso, que gosta disso. Mas tem gente que quer ser um líder, quer tomar as rédeas da sua carreira.

Por onde começa? Pois é. Olha que legal. Começa a gente explicando que não necessariamente protagonismo de carreira é assumir posição de liderança. Olha que interessante. Olha boa. Quando você diz assim, tem gente que escolhe ser protagonista, que se sente mais confortável nos bastidores. Se isso é consciente, é uma decisão de carreira, isso é protagonismo de carreira.

Olha, então muitas vezes você está nessa coisa de eu gosto de ser o braço direito da pessoa, do meu chefe, do meu líder, você já está sendo o protagonista. Sem dúvida. Você já assumiu isso. Sem dúvida. Quer ver uma pergunta muito interessante que os ouvintes podem estar falando assim. Mas como que eu sei se eu sou protagonista da minha carreira? Tem alguma perguntinha chave? Tem uma que é assim. Na minha carreira, quais decisões da minha carreira foram realmente minhas?

Então, por exemplo, essa pode ser uma, eu identifiquei, não faço questão, muito pelo contrário de ser líder, inclusive esse é um dilema grande da contemporaneidade, cada vez menos pessoas querem ser líderes, mas enfim, prefiro ficar nos bastidores, me sinto mais confortável, entendo que eu rendo melhor assim, se isso é uma decisão minha, isso é protagonismo de carreira, porque o protagonista é esse que toma a decisão sobre a sua carreira.

É a mesma coisa quando a gente pensa, porque talvez as pessoas pensam assim, né?

O protagonista, por exemplo, de uma novela, é o ator principal. É, muita gente acha que é isso. Dentro de uma novela, quem é o protagonista? É aquele principal. O casal protagonista, né? Exatamente. Mas quando a gente vai para a carreira, não necessariamente é o líder. E olha que interessante, Patrícia, pode ser que um líder não seja um protagonista da sua própria carreira. Oi?

Porque talvez a decisão dele estar assumindo uma posição de liderança não foi dele. Alguém disse que ele tinha que ser líder. Muitas vezes ele nem queria ser, mas ele foi porque alguém disse que era melhor dentro da carreira dele. Então é isso que é legal, gente. Eu trouxe aqui porque a gente sempre pensa, e aqui no nosso CBN Vida Profissional, a gente sempre sai do básico, né, Patrícia? A gente não vai no básico.

Então, o que seria o básico que as pessoas imaginam assim? Primeiro, desmistificando isso. E segundo, o que as pessoas imaginam? Ah, protagonista de carreira é eu decido quais cursos que eu vou fazer, quais as metas que eu vou alcançar, eu tenho que ter a proatividade. Isso tudo faz parte do protagonismo de carreira. Mas eu queria trazer elementos não tão óbvios. Por exemplo, a nossa audiência, que é maravilhosa, cada vez cresce mais, né, Patrícia? Adoro. Adoro também. Tem todas as faixas etárias.

Tem gente que está começando a carreira agora, tem gente que tem mais maturidade na carreira. E eu entendo, na minha experiência, que protagonismo de carreira, ele se altera dependendo do momento da sua carreira. Então, por exemplo, é muito natural que um jovem profissional, talvez ele tenha, nesse primeiro momento, até menos protagonismo. Por quê? Porque ele precisa de um direcionamento, ele precisa de que alguém apresente caminhos.

Quando você está num caminho de maior maturidade profissional, a tendência é que você já tenha entendido mais todos os campos da sua profissão e você tenha mais condições de tomar decisões sobre a sua carreira e tomar escolhas. Por exemplo, essa que você acabou de falar. Entendi que na minha jornada profissional...

Eu funciono muito melhor e tenho melhor desempenho nos bastidores. Que, gente, bastidor é uma coisa fundamental em qualquer negócio. É a base de quem está lá em cima. Precisa de alguém de confiança. Gente, back office, né? Quando a gente pensa assim, aqui mesmo, né, Patrícia? Quem está falando somos nós, mas para essa rádio acontecer... Nossa!

Não é brincadeira o que tem por trás, gente, cuidando da sonoplastia, cuidando dos comerciais. Os técnicos que mantêm o sinal da rádio no ar, os aparelhos funcionando para que o Murilo possa trabalhar e colocar a gente no ar aqui no microfone. A Bia, eu, você. Sem dúvida. E essas pessoas por estarem no back office, no bastidor, não são protagonistas da sua carreira?

Não necessariamente, elas podem ser muito protagonistas da carreira, porque o protagonismo é isso, é assim, eu entendo, e aí não tem jeito, né, protagonismo e autoconhecimento estão completamente relacionados. E isso tem a ver com a função que você exerce? Vou dar um exemplo.

Nós temos ouvintes aqui que pertencem a todas as áreas e tem todos os níveis profissionais, níveis de instrução e por aí vai. Mas numa empresa, por exemplo, tem o pessoal que faz o auxiliar de serviços, né? E tem o chefe dos auxiliares de serviço e aí você tem a faxineira, você tem o rapaz que é o porteiro, você tem profissões que são, não sei se esse é o termo certo, mas que as pessoas acham que são mais simples.

Mas você parou para pensar como é que as pessoas gostam de fazer isso. Algumas gostam de fazer. Elas sentem prazer em deixar por onde elas passam a marca. E aí, às vezes, você precisa de alguma coisa. Você precisa de um, sei lá, um café. Você precisa que, ah, derrubei um copo, preciso de um pano para passar.

Você tem sempre alguém. Ah, eu vou chamar fulano. Sem dúvida. Eu vou chamar ciclano. Tal pessoa vai me dar essa informação. Ela é a protagonista a ponto das pessoas falarem, não, ela vai me dar o que eu preciso da forma correta, do jeito que eu gosto, porque ela sabe o que ela está fazendo. Será que as pessoas percebem isso? Olha que interessante, né?

Como que um porteiro, vamos botar uma função mais simples, como você disse, né? Um porteiro, uma recepcionista, ela pode ser protagonista da sua própria carreira. Quando ela toma a decisão de compreender, a pessoa que serve o café, eu lembro de uma experiência, Patrícia, que tem tudo a ver a gente trazer aqui.

Eu lembro que tinha uma pessoa que servia o café e era diferente quando ela entrava na sala. A forma como ela servia, simpatia, conexão. E uma vez ela soltou a seguinte pérola. Falou assim, a gente elogia, nossa, mas a gente adora quando vem você servir o café. Ela falou assim, porque eu sei que eu não só sirvo o café. Eu deixo vocês tranquilos para que vocês tenham a melhor reunião possível.

Olha isso. Essa pessoa entendeu tudo o que é a função dela. E como que uma pessoa dessa pode ser protagonista? Na hora que ela escolhe onde ela quer trabalhar, por exemplo. Se ela sabe que é uma excelente porteira, uma excelente recepcionista, uma excelente profissional da Copa, e ela...

profissionais talentosos em qualquer segmento, sempre as pessoas querem buscar, ela começa a escolher. Essa empresa sim, essa empresa não. Com esta pessoa eu quero trabalhar, com esta pessoa eu não quero trabalhar. E isso em todos os níveis a gente pode ter esse protagonismo. Que para mim é um dos mais importantes. É quando a gente toma consciência da nossa relevância e toma decisões de onde eu quero trabalhar, com quem eu quero trabalhar, qual a empresa e os seus valores que eu quero conectar.

a minha profissão. Então, em todos os níveis, o protagonismo é super importante. Por isso que a gente não queria trazer o óbvio, que não é tão óbvio assim o conceito de protagonismo de carreira, né? É isso aí. Tem uns ouvintes, né? O Bia com a gente agora, adoro ouvintes. Tem uns ouvintes lá no nosso YouTube. A Tânia falou que protagonismo, a diferença entre protagonismo e liderança, que ela adorou saber qual que é essa diferença e disse, inclusive, que já foi camareira e que trabalhar nos bastidores é algo excepcional e de suma importância.

Ela comentou aqui pra gente no YouTube. Já no nosso WhatsApp, o Júnior mandou uma mensagem. Bom dia, tentaram fazer isso comigo, quiseram me fazer líder e eu nunca quis ser líder. Resumindo, acabei sendo mandada embora e um dos motivos, acredito eu, é porque eu não quis assumir responsabilidades que eu nunca quis. É o que eu sinto.

Tem muito disso, Andréia. Tem. Agora, deixa eu dar os parabéns para esse ouvinte. Por favor. Porque primeiro que ele tomou uma decisão. Isso é ser protagonista da sua própria carreira. E esse é um item que eu trouxe até na nossa pauta para discutir. Nem todo mundo dá conta.

de lidar com pessoas que claramente são protagonistas da sua carreira. Porque pessoas que são protagonistas da sua carreira, muitas questionam decisões, que é igual do nosso ouvinte. Quiseram que ele fosse líder, ele disse não, e infelizmente essa empresa não foi capaz de perceber o talento que ela tem diante dela, porque alguém que diz não, ela tem já a responsabilidade de compreender que este papel de liderança não me cabe, eu vou ser um péssimo líder, eu não quero ser líder.

E, portanto, não vou ser. Agora, eu desejo que ele rapidamente se reposicione e que não desanime, porque esta posição de liderança e de protagonismo de carreira, nem sempre as pessoas sabem lidar bem, porque são pessoas normalmente mais autoconfiantes, que têm opinião, que têm decisão e que têm autonomia. Que é triste a gente pensar assim, mas é a pura realidade. Eu tenho que trazer aqui os fatos para vocês. Agora, aproveitando até o exemplo dele também,

As empresas muitas vezes falam que quer que seus funcionários sejam ambiciosos porque queiram crescer na empresa. Gente, uma aldeia só tem um cacique, não dá para ter um monte, um cacique, um pajé, não dá para ter um monte de cacique, não dá para ter um monte de chefe. Chega uma hora que a empresa vai ter um monte de gente com a ambição de querer ser líder e não tem vaga de líder para todo mundo. E aí? Exatamente. E querem, né? Essa expressão, né?

protagonista da sua própria carreira, algumas empresas adoram. Além desse ponto que você trouxe, que não necessariamente o protagonista é o líder, mas eles colocam como se fosse isso, vamos todo mundo querer posição de liderança. Mas para ter protagonismo de carreira tem que ter cuidado, porque o excesso de controle, se eu quero que você seja protagonista...

o protagonista toma decisões. Se eu não dou decisão, esse ouvinte foi maravilhoso, esse exemplo dele, porque eu acho que ajuda a gente a pensar aqui. Se eu não dou opção, então eu não quero um protagonista da carreira, porque o protagonista da carreira, ele toma decisões. Eu quero alguém que obedeça as minhas ordens. Então as empresas querem muito, né?

essas características, que são características do que o mercado chama de profissionais com talento, mas eu tenho dito muito isso nos espaços onde eu vou, Patrícia, que nem todo mundo está preparado para lidar com gente talentosa, porque gente talentosa sabe do seu valor, normalmente tem consciência da sua autoempregabilidade.

normalmente tem escolhas e aí esta autoconfiança nem todo mundo sabe manejar. Então empresas que estão levantando a bandeira do protagonismo de carreira tem que saber lidar com o profissional que eventualmente fale não para esta opção que está sendo dada, como o nosso ouvinte, que mais uma vez eu lamento que ele tenha sido demitido, porque para mim é um grande profissional.

Foi em cima disso que eu te fiz a pergunta, porque às vezes a empresa, eu não quero ele porque ele não quer ser líder, então ele não tem ambição, ele talvez, né? Fala, poxa, mas por que não? Por que todo mundo tem que ter ambição de querer ser, ser uma empresa? Pela lógica, não tem condição de fazer com que todos sejam. Então por que não? Todo mundo precisa do executor, todo mundo precisa de quem manda, mas também de quem executa. E você executar um bom serviço...

É difícil também você ter uma pessoa que gosta, que fala, eu gosto de fazer o que eu faço. É, é fundamental. Agora, ser protagonista de carreira não é só saber o que quer, mas às vezes é saber o que não quer.

Então, eu sei o que eu quero, mas eu talvez saiba mais o que eu não quero. E às vezes saber o que não quer é um baita de um protagonista de carreira. Porque na realidade é isso, é você fazer essa pergunta. As minhas decisões de carreira realmente têm sido minhas e não necessariamente, Patrícia, todas as minhas decisões de carreira precisam ser integralmente minhas. A gente vive em sociedade, a gente vive num relacionamento.

É ótimo quando alguém, a gente se permite se influenciar por outra pessoa. É porque as pessoas têm ângulos diferentes a respeito de determinados assuntos que podem somar. Sem dúvida, sem dúvida. Então não é essa coisa de tudo eu tenho que tomar, basear. Não, por isso que eu digo, no início de carreira, talvez seja mais fácil você se permitir influenciar.

Entender naturalmente com pessoas confiáveis, maduras, enfim. Mas quando você vai ficando mais maduro profissionalmente, a tendência é que o protagonista de carreira cresça, porque você tem mais opções de pensar acerca da sua própria jornada. E eu queria só também fazer uma observação assim, que às vezes a gente pensa em micro decisões, como coisas pequenas. Não precisa ser uma grande virada na sua carreira.

Mas micro decisões também são muito conectadas a protagonismo de carreira. Exemplo de uma micro decisão? Por exemplo, essa que a gente pode tomar. Essa até não é tão micro, mas por exemplo, eu não quero ser líder, mas surgiu uma vaga.

numa outra área que não é de liderança, é uma área técnica que todo mundo diz que eu deveria ir para essa área, mas eu estou tão feliz onde eu estou, eu adoro as pessoas com quem eu trabalho, eu sinto que eu tenho autonomia naquilo que eu faço, eu estou em paz com o meu trabalho, então eu não quero fazer isso. Essa é uma micro decisão, que não é uma decisão de liderança, mas às vezes é uma transição de área.

Que você, se tiver espaço, você conversa, porque a gente sabe que às vezes não tem esse espaço, né? Mas se tiver, são situações mais do dia a dia, né? Então, alguém que sempre a área precisa fazer uma hora extra, você sempre toma a decisão que você que vai fazer aquela hora extra, ninguém mais faz.

Quando você freia e fala assim, não, gente, eu também agora quero compartilhar, isso é um protagonismo muito forte de carreira. É como eu me posiciono naquela área, como que eu vendo a minha imagem. Quer ver uma outra coisa importante? Às vezes as pessoas focam muito na sua performance, mas esquece de conectar a sua imagem versus a sua performance. E aí uma outra perguntinha, né? Se eu sair desta empresa, o que eu vou ser lembrado pelo quê?

Que legado eu vou deixar. Então, são essas micro decisões do dia a dia, de aceitar, de dizer sim, de dizer não, que eu queria reforçar e não uma grande virada de carreira, como por exemplo, sair de uma empresa ou aceitar uma posição de liderança.

Beatriz, tem mais ouvinte com a gente? Ouvinte Jaqueline mandando um bom dia. Parabéns por trazerem esse tema, liderança e protagonismo sem filtros. Ela até sugeriu a gente trazer em outros momentos, quando as pessoas estiverem no trabalho, por exemplo, às 7 horas da manhã. A gente está falando aqui num sábado, claro, mas trazer essa conversa também para o nosso dia a dia.

Mas, gente, não esqueça dos podcasts, que a gente está em tudo quanto é lugar. Agora, Jaqueline tem razão, que assim, aqui se tem uma coisa que a gente não faz, Jaqueline, é ficar no básico. Sem filtro. A gente não tem filtro, né? Essa é a nossa missão aqui. Fico muito feliz que os nossos ouvintes, primeiro, estão participando tanto no finalzinho do programa, mas estão participando, todo mundo emendando, mas todo mundo ligado aí na nossa CBN.

agora jaqueline vou te dar dica que uma idéia também linda daqui a pouquinho vai estar em na sua plataforma de áudio preferido que vai estar em podcast e manda pra galera

É isso aí, compartilha. A Jaqueline, inclusive, até mandou uma última mensagem agora, falando que Eva, por exemplo, pediu demissão porque o antigo escritório falava sobre protagonismo, porém não estavam alinhados com a realidade, que foi o que a Andrea comentou aqui com a gente também. Exatamente. Às vezes eu pergunto se as empresas têm noção real das nomenclaturas que elas usam, Andrea. É. Não, tem pessoas que usam por...

por moda, porque está todo mundo falando, e é sempre muito importante, essa é uma das nossas funções aqui no nosso CBN Vida Profissional, que é sempre esclarecer, trazer as terminologias corretas, e principalmente aguçar o pensamento crítico da nossa audiência, como por exemplo, Jaqueline.

capturou muito bem capturado. É isso aí, Andréia, obrigada mais uma vez. E sempre. Adoramos você no estúdio. Eu a amo também estar aqui. E vamos curtir esse final de semana maravilhoso em Vitória. Para quem está emendando aí, que maravilha. Estamos aqui trabalhando, mas estamos felizes aqui, inclusive vendo tanta audiência como sempre aqui do nosso quadro. Sábado que vem tem mais. Tem mais. Obrigada, viu, Andréia. Eu que agradeço.

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