Episódios de BansPodNerd - Entrevistas e Bastidores da Cultura Nerd e Pop

A responsabilidade de ser a INSPIRAÇÃO feminina do cenário de Counter Strike! 🔫 | Nosso Papo #88

09 de maio de 202657min
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O que é preciso para chegar no topo de um dos cenários mais competitivos do mundo gamer? 🔫💥

Nesse episódio de peso do BansPodNerd, recebemos a gigante Nahzinhaa para um papo profundo sobre Counter-Strike, criação de conteúdo e a evolução dos e-sports!

Ela também abriu o coração e contou detalhes sobre o seu lado mais nerd, e explicou como consegue se manter tão relevante em um cenário que muda e se reinventa todos os dias.

Nós também fizemos uma verdadeira viagem no tempo, analisando o peso e a importância dos e-sports antigamente comparado com a gigantesca indústria de hoje. Para fechar, a Nahzinhaa compartilhou como é a responsabilidade e o orgulho de ser uma das maiores inspirações do cenário competitivo feminino no Brasil!

Se você respira CS, acompanha streams ou ama o mundo dos esportes eletrônicos, você não pode perder essa aula!

🎙️ O QUE ROLOU NESSE PAPO:

🤓 Lado Nerd: Os gostos e as paixões ocultas da Nahzinhaa.

📈 O Segredo da Relevância: Como sobreviver e crescer criando conteúdo de CS.

🕹️ Evolução dos E-sports: Do passado glorioso à indústria bilionária atual.

👑 Cenário Feminino: A força das mulheres no jogo e a responsabilidade de ser inspiração.

🔫 Bastidores do CS: A vivência dentro de uma das comunidades mais fortes do Brasil.

💬 Qual é a sua melhor lembrança jogando Counter-Strike com os amigos? Deixa aqui nos comentários! 👇

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Assuntos5
  • Carreira em E-sportsHistória no Counter-Strike 1.6 · Evolução dos e-sports no Brasil · Falta de referências femininas no passado · Profissionalização e salários no cenário feminino · Transição de pro-player para criadora de conteúdo · Diversas funções no cenário (analista, comentarista, etc.) · Projeto Clutch Delas
  • Inspiração e Superação FemininaResponsabilidade de ser inspiração · Superação de desafios pessoais e profissionais · A importância da sanidade mental · Ser uma garota sonhadora
  • Construção de ComunidadePressão para criar conteúdo · Desafios de ser mulher no cenário gamer · Criação de um ambiente seguro nas lives · Interação com o público e memes · Perda de itens e roubo de conta · Projetos futuros e cobertura de eventos
  • Nerdice e Cultura PopInteresse em animes e RPGs · Filmes de super-heróis (Marvel e DC) · Jogos de RPG de mesa · Red Dead Redemption · Diferenças entre consoles e PC · Comfort Games
  • Papo Rápido e CuriosidadesEstilo musical preferido · Camiseta velha: pijama ou pano de chão · Ouvir áudios longos · Palavrão preferido · Pensamentos na hora do banho · Culpar o gato ou assumir a culpa · Feijão: por cima ou por baixo do arroz · Mapa clássico do CS 1.6 preferido · Jogar de CT ou Terrorista · AK47 vs AWP · Jogar na LAN vs Online · Maquiagem no carro vs cara lavada · Fingir demência na rua · Uva passa na comida · Ketchup na pizza · Biscoito ou bolacha · Todd vs Nescau
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Então assim, dentro deste meu universo, da minha bolha, não tenho muitos problemas. Mas é claro, no universo de quando eu abro uma live, vou jogar e abro para jogar com pessoas que eu não conheço, passo por situações extremamente desagradáveis, né?

Fala, galera! Beleza? Bans na área com mais um nosso papo aqui dentro do BansPodNerd, que é, claro, o seu podcast de cultura nerd, sempre com uma entrevista e um papo bacana. Portanto, caiu de paraquedas nesse episódio? Se inscreva em nossos canais Deezer, Spotify, Amazon Music, Apple Podcast, YouTube, nas nossas redes sociais. Dá uma forcinha pra gente, beleza? E, claro, também visite o nosso blog, www.banspodnerd.com.br.

E sem mais delongas, vamos chamar a nossa convidada de hoje, porque eu vou conversar com ela, que ela é uma ex-proplayer de CS 1.6. Ai, que saudade de CS que eu tenho 1.6. E atualmente ela divide um pouquinho aí da sua rotina diária nas redes sociais e também através das suas lives. Hoje, no nosso papo, eu tenho o prazer de conversar com a Nazinha. Nazinha, bem-vinda!

Oiê, obrigada. Obrigada pelo convite, primeiramente. É um prazer estar aqui com vocês hoje. Prazer é todo nosso. Mais uma vez, agora para ficar registrado, gratidão de ter aceitado esse papo para conversar aqui com a gente, tá bom?

Bom, começando então o nosso querido papo, eu falo que a nossa primeira pergunta é a mais clichê possível, porque afinal, é um podcast nerd, o nosso público é nerd, barra geek, otaku e todas as denominações possíveis, então nós precisamos saber...

O seu nível de nerdice, de ser geek, enfim, a maneira que você quiser chamar. Então, o quão nerd ou geek você é? Você gosta, sei lá, além de jogar, você gosta de um filme, de super-herói, uma série, quadrinhos, quem sabe um anime? O que mais? Conta um pouquinho pra gente. Olha, eu vou ser bem sincera que eu ainda não entrei no universo de animes. Eu estou esperando alguém me introduzir nesse universo, porque...

Na verdade, eu amo filme de herói. Eu, além de ser gamer do FPS, ter sido profissional do Counter-Strike, eu amo um jogo de RPG. Então, assim, eu sou bem nerd na parte gamer, mas na parte, assim, de assistir tantos conteúdos de filmes ou animes, nem tanto. Então, estou precisando de uma ajuda aí por onde começar. Vou começar por essa aqui que está aparecendo aqui no meu fundo. Freer, hein?

Freiren é um anime, assim, que te faz pensar na vida, literalmente. E, olha, vale muito a pena. É um anime que me pegou muito, porque eu não esperava o tema que ele trazia. Então, assim, pra iniciante mesmo, assista com calma. Assista Freiren, que, ó, tenho certeza... Vou anotar, hein, essa dica. Tenho certeza que você vai gostar. E tem um outro anime que é muito bom. Por que eu tô falando que é bom?

Porque fez até minha esposa assistir. É um anime que a gente assiste junto. E detalhe, ela nunca gostou de anime. E ela acabou sendo viciada nesse negócio, nesse anime. Só tá faltando agora meus personagens aqui no meu cenário. Que é Diários de uma Apotecária.

Hum, também nunca tinha escutado falar, então vou ter que anotar. Anote, procure a respeito, vê se você interessa. É as minhas duas dicas de anime pra você. Freem e Diários de uma Apotecária com duas protagonistas, assim, que eu tenho certeza que você vai adorar. Mas você falou que gosta também de RPG. Tem algum preferido?

Ai, agora você me pegou. Eu jogava muito DC com os amigos, né? Há um tempo, longo tempo atrás. Há muito tempo atrás, eu jogava RPG de mesa também, né? Uau! Então, eu joguei Magic, tinha deck, enfim, eu era...

assim, mas, vamos dizer assim, eu vivia mais esse mundo, a partir do momento que eu me tornei profissional de jogos de FPS, né, que foi do CS, eu acabei abandonando um pouco esse lado, eu tô voltando aos poucos, o pessoal da live tá me introduzindo a novos games, por exemplo, esses dias eu joguei Red Dead Redemption, nunca tinha jogado na vida, então assim, tô começando a me encantar por outros universos, assim, tá bem curioso essa etapa, sabe?

Red Dead Red Dead, eu joguei o 1 1 eu terminei, o 2 eu comecei e não terminei menina, acho que vou... É, eu comecei o 2, eu tô no 2 Nossa, alguém aqui tenho certeza que vai me matar se eu falar isso, mas... Vai Mas sabe que não me pegou

Então, isso daí aparentemente é proibido em alguns países falar isso, né? Porque quando eu comecei a jogar o pessoal enlouqueceu. Falou, meu Deus, como você nunca jogou esse jogo? E eu nunca tinha jogado. Eu comecei tudo, acho que eu tô com o quê? Nas 10 horas de jogo, mas tá parado aqui no computador. Tá aqui. Sabe, é legal, mas não sei se a minha expectativa que tava muito alta de tanto burburinho, de tanto, tanto. Eu cheguei.

Falei, então, né? É, mas eu gostei. Batei o meu cavalo, assim, nos primeiros momentos. Fiquei muito triste, inclusive. Eu fiquei muito chateada, juro. Ele bugou no trem. Eu não sei, é porque eu tenho dessas, entendeu? Aí ele ficou bugado no trem e morreu.

Eu fiquei muito chateada, juro. Foi meio que um trauma pra mim. Aí eu fiquei meio traumatizada. Literalmente no início do jogo. Literalmente no início. Meu Deus. Mas se não me falha a memória, o jogo te dá a oportunidade de ter outro cavalo depois da sua frente. Dá pra tu pegar, mas eu fiquei muito mal. Quando ele morreu, eu fiquei muito triste. Fiz o velório dele e tudo.

Eu pagava pra ver essa cena. É bem clipe, depois eu te mando. Não, me manda. Se não tiver, eu vou asculho aí nas facetas pra ver se tem. Eu paro e chorei. Ah, não. Como assim, gente? Até eu cuidei do meu cavalo. Eu não peguei. E vem cá, filmes de super-herói, dá tempo de assistir ou não tá acompanhando nada?

Não, dá tempo de assistir, claro que dá, né? Sempre dá, na verdade, eu gosto bastante. É que eu não sou, né? Eu falo que eu sou uma gamer meio desviada, né? Porque eu sou, tipo, eu gosto de ir em rodeio. Então, assim, eu sou uma gamer que gosta de cinema, mas gosto de todos os filmes. Não tenho muito, ah, tipo, precisa ser da Marvel, precisa ser da...

Tipo, não, eu gosto de tudo. Então, assim, se você colocar, eu vou assistir Homem de Ferro, eu vou assistir outros filmes. Ah, Mulher Maravilha, eu vou assistir Mulher Maravilha. Então, pra mim, é, tipo, meu, venham todos, que eu sou, sabe, uma pessoa que não tem muito... Vamos dizer assim que eu não sou muito time. Ah, só um nicho ou só outro nicho. Eu quero todos os nichos, sabe? Sou bem aberta aos nichos, assim. É.

Aí é bom, por exemplo, eu tenho um pezinho a mais na DC, porque eu cresci lendo alguns quadrinhos mais da DC do que da Marvel. Então, sempre torci muito pra DC nos filmes estourar, mas parece que tá engatinhando, ao contrário da Marvel. Tudo bem que agora o nível da Marvel, na minha opinião, pelo menos, deu uma zoadinha.

Mas tá indo, mas eu sempre gosto dessa frase que você usou, de gostar de tudo e tá tudo bem gostar de tudo e todo mundo tem direito, né? Eu sou meio assim, sabe? Eu falo que a galera tem meio essas vamos dizer, umas rinchas, né? Que cria, tipo, no CS, por exemplo a gente teve o Valorant, quando chegou o Valorant a galera do CS ficava meio, ah, mas o Valorant a galera do Valorant, ah, mas o CS eu joguei o Valorant, adorei jogar o Valorant, tudo assim, pra mim

Eu sou assim, é meu jeitinho. Mas sabe o que as pessoas esquecem? Como surgiu o videogame em geral, né? Que depois acabou migrando pra PC e tudo. Mas videogames, eu que sou raiz aqui, já passei do meu zenta de 40 anos aqui.

jogo desde os meus 6 anos de idade, eu posso falar com propriedade. Videogame é diversão. Jogos, independente da sua plataforma, é diversão. Então, se você joga PC no console do celular, tá se divertindo? Tá ótimo. Acho que as pessoas esquecem isso e só vestem uma camisetinha lá de fã de marca.

Pelo menos é o que eu vejo aqui na minha bolha, na internet. Você vê muito pelo seu lado também? Com certeza. Eu gosto de tirar o que é melhor de todos os cenários, sabe? Então, por isso que quando eu joguei outros jogos e fui para o Valorant, joguei o Valorant e falei, pô...

Tem coisa muito legal aqui no Valorant, sabe? Que vale a pena a gente valorizar. E eu acho que isso serve também pra DC Marvel, o anime X ou Y. Então, assim, eu acho que nenhum universo é 100% caraca, maravilhoso, e nenhum também é 100% ruim, né? Então, eu gosto de estar sempre transitando, assim, pelos universos.

Sim, e pelo menos aqui na minha bolha eu vejo muitas brigas dosistas, né? Nintendista, sonista, caixista, PCista. Então, gente, se eu pudesse, eu tinha um computador top, tinha todos os principais videogames, tinha um celular top também pra jogar, tinha tudo. Com certeza! Se eu tivesse condição... Nossa, com certeza! Porque não, né? Cada universo tem tanta coisa legal pra gente viver, né?

E tá tudo bem, e mesmo se você não gosta Por exemplo, eu adoro, pra me divertir Mesmo, pra passar o tempo e relaxar Eu gosto de jogar no meu Switch Porque, pra mim, os jogos Que estão ali no Switch é mais Isso, mais joguinho raiz de diversão Se eu quero algo mais sério Tudo dramático, eu vou pro computador Vou pro Play e por aí vai, e tá tudo bem E tá tudo certo, cada um tem o seu Comfort Game, vamos dizer assim E tem E aí

E tem mesmo, assim, olha, tudo bem que os meus... Não sei quanto a você, mas sabe aquele jogo que você tem um tempinho sobrando e você vai lá jogar? Eu tenho, sempre tive, né? Tô com o meu computador tá lotado. Jogos de luta, sei lá, tô esperando uma esposa pra sair, que ela vai demorar, que vai secar o cabelo. Vou botar um Street Fighter, boto esses joguinhos assim, mais simples, só pra passar o tempo. Eu gosto de simulator, eu adoro.

Ah lá. Tipo de simulator. Tudo que você fala de simulator, eu gosto de jogar, sabe? É o Ranch.

Ah, eu também, assim, abro quando eu tô sem fazer nada, vou alimentar meus porquinhos. Aí eu abro, vou fazer uma limita. Tipo, esses são meus comfort games, assim, vamos dizer.

Adorei, adorei mesmo. E é isso, por isso que eu falo que tá tudo bem. Mas já aproveitando o gancho que você me deu, né, você comentou um pouquinho do seu trabalho, digamos, ano passado como CS. Como que você descobriu o CS? Foi através de Lown House, como eu também, ou não? Sim, né, você falou que tem uns 40 e eu não tô muito longe, né, da sua idade. Eu tenho 21 anos de carreira dentro dos esportes eletrônicos, né, no CS. Isso.

Meu primeiro mundial foi em 2007, né? Então, eu comecei a me interessar por jogos por causa do meu irmão. Eu tenho um irmão mais velho. Na minha época, obviamente, não era comum, né? Mulheres frequentarem lan house. Então, eu acabava que ia meio que na cola do meu irmão. Meu pai ainda tinha aquelas ressalvas do, ah, será? Tem alguma amiga sua que vai? Não tinha, mas o meu pai, ele meio que desistiu de lutar contra.

né, vamos dizer assim, o furacão que eu era na época de, pô, eu quero jogar, eu me encontrei, então fui nas long houses, fazia corujão, foi assim que eu comecei, né, a me identificar com o jogo e hoje é a minha profissão, né.

Nossa, com certeza. E, literalmente, você, usando uma expressão do antigo aqui, onde tudo era mato, você pegou uma época que o esporte não tinha o mesmo valor que era hoje, né? Você pegou, literalmente, uma época mais, podemos chamar entre aspas, muitas aspas, mais simples, né? Muito mais simples, né? Hoje, pra mim, é um orgulho ver que existem organizações que pagam salários pra players, né? Tô falando do universo feminino porque, obviamente, eu cresci no universo feminino, né?

Então, na época, eu tive que parar de jogar porque eu não conseguia pagar minhas contas, não existia um salário, não era uma profissão, então, assim, eu até costumo falar que antes, quando eu ia conversar com os meus pais, eu não tinha uma referência, né, pra falar de mulher, olha, aquela mulher deu certo, olha, pai, ela tem a profissão, é isso, ela faz isso, porque na época não tinha.

né, então hoje se você for, se você me perguntar, eu tenho inúmeras mulheres pra citar de referência mas antes não existia, né não era uma profissão, então a gente às vezes ia jogar campeonato pra ganhar um mouse como é que você paga uma conta vendendo um mouse, por exemplo inclusive os mundiais que a gente foi jogar representando o nosso país a gente teve que e

fazer de tudo, assim, pra conseguir viabilizar, né? Porque não era, assim, não era profissionalizado do jeito que é hoje, né? Mas em termos de importância, melhorou, acho, a importância do eSport dessa sua época, que você era mais ativa como pro player mesmo, pro que é hoje, em termos de importância? Ah, sim, né? Hoje em dia é muito mais valorizado, né? Hoje em dia a gente tem... E aí

Não só dentro do CS, mas várias modalidades e muitas profissões que a gente viu nascer, crescer dentro do cenário de esportes eletrônicos. Porque antigamente, por exemplo, você não tinha um psicólogo num time de profissional, você não achava, aquilo não era, você precisava fazer um exercício mesmo sendo um profissional do mundo do esporte eletrônico.

Então, a gente viu outros, né, vamos dizer assim, outros pilares nascendo e formando o que hoje as pessoas entendem como, pô, é uma profissão, você tem um acompanhamento psicológico, você tem que ter um acompanhamento físico, então a gente viu, eu vi crescer, né, isso não existia, a gente não tinha coach, por exemplo, que era um treinador também na época, então a gente...

viu esse ambiente sendo formado e é muito legal ver como as coisas evoluíram. Muito legal mesmo. Quero pegar algo agora que você comentou na sua frase. Você falou que no seu tempo você não tinha uma referência feminina. Você já parou pra pensar que provavelmente você é referência feminina de alguém?

Sim, isso é uma coisa que me pega muito, sabe? Porque eu lembro que isso foi uma barreira muito difícil, principalmente dentro da minha família, de explicar para eles, de mostrar para eles que era possível, que era um ambiente seguro.

que a gente podia estar lá e que a gente podia, obviamente, ter um futuro ali, né, de realmente crescer profissionalmente, pessoalmente, enfim, e hoje, às vezes, acontece, né, de eu encontrar muitas mulheres.

que me falam isso e óbvio que é um motivo de orgulho, né? Eu falo que às vezes as pessoas me perguntam, ah, mas por que tá aí? Por que que aguenta tal coisa ou x coisa? Eu acho que é justamente por isso, né? Se a gente puder administrar e levar um pouquinho, sentir um pouquinho disso pra que outras mulheres venham, não precisam passar pelo que a gente tá passando agora, a gente vai, eu pelo menos vou aceitar de bom grado aí e vou pra cima sem medo nenhum do que...

vier a acontecer, assim. Imagino, imagino mesmo. E já aconteceu algum momento tiet com você? Alguém? Alguma moça, alguma menina chegar pra você nossa, eu te adoro, é isso, você é foda momento tiet, teve algum aí que você pode contar pra gente? Nossa, inúmeros, assim e é uma coisa que aconteceu esses dias, na verdade eu até postei nos stories porque é óbvio que nós como criadores de conteúdos do mundo dos games e aí

a gente se questiona muito, né? Porque a gente tem que estar em alta, e você tem que estar criando, e você tem que estar buscando, e você sabe, você tem que estar se reinventando, as coisas vão saindo, e a gente tem que acompanhar. E eu estava me questionando muito, sabe? E aí eu falei, pô, será que eu estou no caminho certo? E aí eu comecei...

na minha fé, né, pedi mesmo pra Deus me dar um sinal, e aí eu fui almoçar aqui na minha cidade mesmo, e é muito raro eu encontrar mulheres aqui na minha cidade que são gamers, normalmente meu público é mais masculino mesmo. E aí eu tava almoçando, eu fui almoçar com a minha sobrinha, né, que tem três anos, e aí a mãe da minha cunhada falou, meu, tem duas meninas te olhando, puxando o celular aqui no restaurante.

Será que estão gravando você? Está acontecendo alguma coisa? A hora que eu olhei, ela olhou para mim e falou assim, meu Deus, nazinha! E, tipo assim, tremia.

E aí eu levantei e falei, não, que linda, né? Eu, óbvio, eu sou um pouco dada, né? Então eu fui, ah, meu Deus, já abracei, já tiramos foto. E aí eu até falei pra ela, falei, cara, você foi meio que a resposta das minhas orações. Porque hoje eu tava pedindo uma luz, pô, será que eu tô no caminho certo? E, tipo, coincidentemente, eu moro em Tatuí há muitos anos. E isso nunca tinha acontecido. Aconteceu naquele dia, naquele momento. Ela me fala coisas muito positivas, assim, o quanto ela se inspirava em mim.

Enquanto ela não era desse mundo E ela começou a acompanhar e viu a minha garra Nesse sentido E aconteceu faz uns 20 dias Isso mais ou menos Olha que bacana, que bacana Adorei que cabia essa história E eu vou complementar ela pra você Nas minhas crenças também Eu falo que nada acontece por acaso Sempre acontece por um porquê

Às vezes a gente demora pra entender os porquês, mas sempre tem um porquê de algumas situações que a gente passa. Então, adorei saber disso e adorei que você recebeu essa injeção de ânimo, uma injeção de boas energias pra estar conversando com ela. Mas, Venga, você tava falando até mesmo de ter que criar conteúdo, que pensou bastante a respeito.

Você, não sei se sente ou sentia muita pressão para criar conteúdo, para estar, querendo ou não, né? Porque querendo ou não é quando a gente vive de internet, está sempre em evidência, tem essa pressão um pouquinho para cima de você?

Cara, existe muito essa pressão, porque o CS é um mundo muito nichado, né? Então, é muito difícil você ganhar destaque dentro do CS se você não pertence a um grupo específico, né? Então, você precisa realmente estar sempre se inventando. Então, assim, se você me perguntar exatamente o que eu faço...

Eu fui ex-proplayer, eu sou analista, eu sou comentarista, eu sou apresentadora, eu sou repórter em campo. Então, assim, e além disso, obviamente, eu trago notícias dentro do meu Instagram, eu cubro eventos.

Então, assim, a gente acaba tendo que fazer... Tendo não, né? Eu faço por puro prazer também e eu acho que isso acaba complementando mesmo o meu lado profissional. Mas acaba que a gente precisa ter todas essas vertentes pra ter mais espaço e realmente, vamos dizer assim, buscar o nosso lugarzinho ao som. Então existe essa cobrança diária e eu tenho que trabalhar isso muito internamente, porque eu me cobro muito. Eu sou muito crítica ao meu trabalho.

Sei como é, eu também, eu super te entendo, porque eu também sou assim, e eu, falando por mim, se eu planejo algo, e eu tento pensar em todas as variáveis possíveis que possam acontecer, se aconteceu uma vírgula fora do que eu planejei, menina. A gente surta, aí eu sei como é.

É duro. Nossa, só que, né, é uma lição diária, porque a gente tem, a gente consegue lidar o que depende da gente, o que tá na nossa mão, mas tem coisas externas que não tá... Que não dá. Que não dá, né? Então... Mas eu super te entendo. E vem cá, você falou essas 300 mil funções que você exerce hoje. Sim.

Mas como que foi essa transição, então, pra você de pró-player, né? Tá lá nos seus campeonatos, que você ganhou campeonatos, foi em lugares altos do ranking e, de repente, tá do outro lado, tá de comentarista, tá de apresentadora, de repórter. Como que foi essa transição? É, eu vou dizer que a minha vida deu um 360, assim, de uma maneira, né? Até falando, vamos abrir um pouco da minha vida pessoal aqui, porque não tem como, já que a pessoal tá totalmente linkada à profissional, né?

Na época que eu parei de jogar, eu fui, obviamente, buscar outros universos, principalmente no âmbito profissional, e eu acabei abrindo uma empresa, eu tive uma agência de intercâmbio por sete anos aqui na minha cidade, que é algo que eu também sou extremamente fascinada. Então, acabei trabalhando nessa área por muito, muito tempo. E aí, quando veio a pandemia...

eu me vi naquela, não tinha o que fazer, eu realmente tive que fechar a empresa, não tinha como gente trazer gente de fora pra cá, e de volta, e tava tudo fechado, aeroporto, como que ia vender, intercâmbio, não tinha como, acabou, né, gente? Pelo menos por alguns longos anos, eu sabia que eu não teria como manter a minha empresa. Aí eu falei, cara, vou fechar a empresa, e na época eu pensava assim, pô, eu sinto muita falta do meu mundo gamer, porque eu...

Teoricamente, nunca deixei de jogar, né? Quem é nerd, a gente faz pausas, vamos dizer assim. Mas a gente nunca abandona essa nossa raiz, porque a gente ama. A gente é isso, na verdade, né? E aí eu comecei... Nossa, tem vários amigos meus que estão fazendo live. Alguns amigos meus que foram profissionais ainda estão jogando no profissional. Vou pedir umas dicas.

Daí eu comecei a cobrir eventos femininos, e aí comecei a crescer muito, e aí foi tipo, meu, um boom, assim, absurdo, e desde então nunca mais cessou, sabe? Foi assim que eu voltei ao mundo, tive ajuda, obviamente, muitas pessoas que eu já tinha contato abriram as portas pra mim e falaram, meu, pode vir, a gente te ajuda. Fenomenal. Exatamente, então como já tinha uma boa bagagem ali.

Acabei aplicando e aí fui embora. Fui só agregando ali as profissõezinhas e foi isso. Ah, que bom. Que ótimo, né? Que uma pena, né? Que a gente passa por alguns perrengues, né? De novo, por coisas que não estão na nossa mão. Exato. Infelizmente, mas que bom que você usou o que você podia para poder voltar. E eu garanto, baseado no que eu acompanho você nas redes sociais, garanto que o pessoal adorou.

De ter sua carinha ali. Eu acredito que sim, né? Eu conheci muitas outras pessoas que hoje fazem parte da minha vida, mas eu tenho, obviamente, um...

Amizades de 20 anos, enfim, que vieram comigo e estão comigo até hoje, graças a Deus. E muitas outras pessoas incríveis que eu acabei conhecendo pelo caminho também, né? Nossa, falei isso hoje com... Hoje já chamo de amigo, né? Porque graças ao podcast, a gente conhece pessoas de todos os lados. Conheci pessoas que eu admirava quando era moleque de 12 anos e hoje eu chamo de amigo.

Sim, vivi isso também. São coisas que não tem preço, né? Então você super me entende. E no meu caso, como eu sou grato pela internet, porque me proporcionou a conhecer pessoas que hoje eu chamo de irmão. Sim, eu também, é a mesma coisa. Pessoas que passaram por essa bancada aqui que você tá, e hoje eu tenho um carinho de irmão. Sim.

E são pessoas que eu quero levar pra vida, né? Hoje mesmo, um irmão desses, que é o João... João, se você estiver vindo aqui, estou vindo, um abraço pra você. Vou citar você aqui, não me xinga. O João da página Dubla Mídia Brasil, que ele é um canal, uma página focada só em dublagem. Ele me ligou, a gente ficou trocando minha ideia sobre equipamentos, tudo. Então, assim...

É muito bacana que a internet, esse meio nerd, proporciona esses bons sentimentos. São as melhores conexões. Eu falo que a gente se entende de uma maneira, porque somos no mesmo mundo. Eu falo que... Você comentou até do João, seu amigo, e eu comento de uma amiga minha, que é a Pã, que é uma amiga minha que eu...

Comecei lá do 1.6, onde ela era uma menina e a gente passou por tanta coisa. Hoje em dia ela tá grávida. A gente tava falando antes de eu entrar no podcast sobre o chá de bebê dela. Que legal. Então, assim, pô, mais de 20 anos de amizade. Você viu, sabe, desde do comecinho, onde a gente não tinha... Ela, principalmente, não tinha nada. Foi se tornar uma mulher, uma profissional. Hoje é uma mãe, sabe? Então...

Pô, é espetacular, assim, graças a esse universo gamer, né? Nossa, com certeza, né? Porque, né, agora falando um pouco mais da entrega na idade, eu já até comentei outras vezes aqui no podcast, eu sou de uma época que ser nerd não era uma coisa legal, era uma coisa pejorativa. Você era xingado de nerd. Era como se fosse um palavrão ser nerd. E daí quando eu me pego hoje...

passando por essas situações totalmente agradáveis, eu falei, olha como o mundo dá voltas aí, né?

Nossa, eu também, eu era esquisita, né? Porque, além disso, ainda era uma mulher nerd, né? Então era, tipo, bem esquisitinha, né? Mas, então, enfim. Mas, antigamente, no meu caso, porque homem, né? Ainda mais moleques, né? De 12, 13 anos, né? Era muito pejorativo mesmo. Mas chegou nesse nível pra você também? Ou era mais... Claro, era esquisitinha, né? Tinha aquele papo de...

Assim, bullying mesmo, né? De tipo, ah, não sei, essa menina é nerd, será que ela toma banho, sabe? Umas coisas assim. Meu Deus.

Espero que tenha melhorado, né? E hoje em dia tenha melhorado. Eu acho que nem o ponto do nerd, enfim. Hoje em dia é uma profissão, né? O pessoal olha com bons olhos. A gente fatura mais que cinema, né? Vamos dizer assim. Então as coisas mudaram, né? Hoje em dia nós, burro, somos bons nerds, né? Nossa, com certeza. Mas aproveitando essa deixa dos bons nerds, eu chamo de nerdolas. Vamos falar de nerdolas.

Há muitos nerdolas que te enchem a paciência, com mensagens, digamos assim, inapropriadas. E quando eu digo inapropriadas, pessoal, só para deixar claro, é desde a mulher até coisas absurdas. Ah, olha, eu vou te falar que o meu público, ele me respeita demais. Eu acho que por eu ser uma mulher mais madura, vamos dizer assim, eu imponho alguns limites e também tornei a nossa relação como uma, vamos dizer assim...

Brothers, então eles têm liberdade para falar comigo sobre vários assuntos, meu público é majoritariamente de 25 a 35 anos, né? Então a gente tem um bate-papo muito saudável a galera, assim, a gente fala abertamente sobre tudo, eu falo que dentro do meu nicho, do meu ambiente...

eu não tenho problema por ser mulher, ou tipo, falar que, ai, vivi determinada situação no final de semana, ah, fiquei com um cara, por exemplo. Eles não veem, tipo, ai, nossa, meu Deus, não, muito pelo contrário, eles também contam que ficaram com alguém. Então, assim, dentro deste meu universo, da minha bolha, não tenho muitos problemas. Mas é claro, no universo de quando eu abro uma live, vou jogar, e abro, né, pra jogar com pessoas que eu não conheço, passo por situações extremamente desagradáveis, né? E aí

Inclusive, já passei pessoalmente, mas o que acontece? Eu não sou uma pessoa muito calma, passiva. Então, assim, se um cara entrar na minha live e me desrespeitar, eu provavelmente vou devolver o constrangimento.

Só que, se for muito pesado, eu já tive alguns casos de abrir, obviamente, coletim de ocorrência. Meu Deus! Processo criminal, exato. Então, acaba acontecendo. E quando eu vejo, meu público mesmo já baniu o cara, já mandou ele embora. Aí esse papo de vai lavar louça, meu público mesmo já absorve e fala, meu, sai daqui, sabe, você não é bem-vindo aqui. Porque, graças a Deus, eu criei um ambiente muito seguro pra mim. Então, é por isso que eu nunca parei de fazer live. Porque ali é o meu...

refúgio, né, eles cuidam de mim, eles me protegem, eles veem as situações que eu passo, e até eles acabam simpatizando mais, eu acho que eles veem as situações que eu, como mulher, passo, e eles falam, pô, não é legal, então vamos passar isso adiante em outras lives, com outras mulheres, com outras gamers, eles acolhem mulheres, a gente monta grupos onde elas se sentem confortáveis com eles jogando, então...

É um ambiente muito bom pra mim. Que bom que continue daí pra melhor. E agora eu quero puxar essa vertente de lives, tudo, não necessariamente das lives, porque eu sei que você é muito ativa aí na Twitch, você faz as lives, tudo, porém, entretanto, todavia, eu tive que pesquisar um pouquinho mais, olhar assim, eu reparei...

Que você também tem um canal no YouTube, mas ele tá, digamos assim, um pouquinho estacionado. Sim. O que aconteceu? Esse formato mais engessado do YouTube aí te cansou? Não, o que aconteceu é que no meio dessa tour da minha longa história dentro do... Tour, adorei. Dessa tour, eu acabei... Bom, enfim, vamos resumir assim a parte trágica de um jeito cômico, porque eu faço piada com a minha desgraça, então vamos lá.

Eu tive uma época que eu era casada. E aí o meu ex não administrava meu YouTube. Então eu tinha outro canal. Só que quando a gente se separou, ele sumiu pro meu canal. Aí nesse meio tempo eu fui roubada, perdi minha Steam, perdi 80 mil reais, perdi meus direitos de transmissão dentro dos campeonatos femininos. Então assim, foi tudo no mesmo...

No mesmo golpe. Meu Deus! É, e aí eu tipo, meu, eu fiquei meio depressivona, assim, fiquei meio na bad, aí eu falei, cara, eu não sei, eu demorei uns quatro meses pra recuperar a minha stream, agora que tô conseguindo ter os direitos de transmissão de volta, e agora que criei um canal no YouTube, então assim, na verdade não foi culpa de estar engessado, foi culpa, assim, de todas as coisas que aconteceram na minha vida. Meu Deus, mas, peraí, isso tudo aconteceu tudo de uma vez?

É, pois é. É que comigo é meio assim, é meu jeitinho. É tipo um teste, minha filha. Deus falou, desce lá. Se tu aguentar isso, tu vai se superar. Aí eu, assim... Não, já virou novela mexicana, aquelas histórias de superação aqui. Pois é, pois é. Já é uma Lara Croft da vida real aqui. É, eu falo que a galera fala, força guerreira, eu falo, irmão, não quero ser a Xena, eu só quero viver em paz. Adorei a referência.

Meu Deus, menina, mas vem cá, tem num futuro. Há possibilidade de você voltar com o canal aí? Ou não é o momento mesmo ou sua prioridade é outra? Então, a minha prioridade, assim, falando de um pouco de projetos.

eu acabei conseguindo alguma abertura em eventos, eu amo estar presencialmente, eu amo cobrir eventos, é algo em mim assim que pulsa muito forte, sabe? Então, eu realmente queria trazer mais conteúdos deste formato, porém, este formato se encaixa no YouTube, porque eu quero trazer blog, eu queria trazer coberturas internacionais, então, assim, estamos aí montando projetos, se Deus quiser, a gente vai colocar em prática.

mais cedo do que eu espero, se Deus quiser. Faça, e por favor, assim que fizer, me avise, porque eu faço questão de consumir o conteúdo e ajudar a divulgar, porque é muito bacana, coisas assim, a gente tem que ajudar, você com uma presença forte, feminina aí no meio.

merece todo todo o holofote possível, então bora lá, precisou só me dar um toque. Obrigada, eu agradeço vou apresentar. Que a gente não, é? Precisou você ter meu contato ali, me grita aqui

que a gente se ajuda. E aproveitando, né, vou agora assim voltando para falar um pouco de das suas lives. Eu até cheguei a acompanhar algumas aí com o meu perfil particular, não com o perfil do podcast, e vi que você mata a saudade de jogar ali às vezes, principalmente o CS.

Sim, eu me arrisco. Mas, e aí? E aquela pontinha, nossa, será que eu volto a ir para o profissional? E aí? Então, o pessoal me pergunta muito isso, sabe? Porque eu, assim, em todos os times que participei, fui IGL, né? Fui em Game Leader, fui capitã de todos os meus times.

E, como você falou, tenho o quarto e quinto mundial, todos os primeiros lugares dentro do Brasil. Sou uma pessoa extremamente competitiva. Então, assim... Eu, hein? Quero jogar contra você, não. Então, aí eu fico pensando assim, hoje, né, num ambiente...

em que eu vivo. Antes, eu treinava, tipo, 8, 12 horas por dia, porque eu me cobrava isso, né? Eu sempre fui muito, como eu te falei, sou competitiva, mas eu sempre fui muito crítica ao meu trabalho. Então, eu não me vejo mais nesse cenário e, principalmente, eu não consigo ter a dimensão que eu tenho dentro do cenário.

como player, do que como influencer, barra gamer, barra streamer, barra comentarista. Então, tudo que eu consigo agregar para o cenário, eu consigo agregar hoje na posição que eu estou, né? Porque, como player, eu não conseguiria trazer tantas coisas para o nosso universo, assim, feminino.

Nossa. Então, olha, adorei. Acho que a melhor resposta é impossível, porque a hora que eu vi você jogando ali, eu reparei um pouco nas suas expressões, no seu jeitinho jogando, falei, opa!

Ali tem um... Tem um quezinho que, ó... Pode pensar a respeito. E falando nas nossas coisas de rede social de live, eu até anotei, deixa eu olhar aqui na minha escolinha, gente. Pera aí um pouquinho que eu tô fugindo da câmera, que eu anotei pra não esquecer.

Que acho que é no Threads que você colocou. Ah, achei aqui, ó. É no Threads. Você colocou na sua descrição lá. Eu adorei, por isso que eu anotei. Uma senhora que apresenta, joga e vive Counter-Strike. Eu adorei isso aqui. Agora eu vou fazer uma pergunta justamente baseada nisso. Já que você se apresenta como senhora, que não, senhora não tô... Você tá vendo senhora, mas beleza.

Como que é a recepção dessa galera que é mais jovem que você e que consome seu conteúdo? Eles me chamam de véia, não sei se você sabia disso. Ah não, aí esculapou.

Às vezes eu tô num evento passando e eles gritam, vem! E aí eu olho e falo, tipo assim, acabou virando um meme, por isso que eu coloquei, se você abrir a Mestim, tá lá apenas uma velha que faliu, né? Então assim, porque roubaram todos os meus itens do inventário. Então assim, eu acabei entrando na piada, né? Acabei entrando no meme, por isso que eu te falei, eu acho que os caras não me veem tanto às vezes como...

esse lado do interesse como mulher. Então eles vêm mais como, pô, que brother, né? E aí já chega fazendo uma piada, me chama de velha, e aí eu já entro na brincadeira. Então eles sempre me abordam assim.

Tudo na brincadeira. Então, pra mim, eles podem me chamar de véia. Eu tenho até, né, se você entrar, eu tenho o emote na minha live da Nalmirinha, que é a palmeirinha com a minha cara, né? Então, assim, eu só entrei na brincadeira. Não, mas é... Eu acho que é aquilo que eu vou voltar um pouquinho, sendo um pouco mais clichê. Eu acho que tudo que faz bem, se você se sente bem, dá liberdade dentro das possibilidades.

É recíproco ali com o carinho. Ah, tem que aproveitar mesmo. Eu não julgo porque eu também sou da zoeira. Eu falo que a quinta série interior aqui é difícil de largar.

Não, é que você não tem ideia dos casos. Eu já consegui uma publi por causa deles. Ah, não, agora conta. Pra você ter uma noção. Não, agora quero saber. Conta, conta. Eu vou falar o nome de uma marca, mas acho que não tem nada a ver, porque é a Naked Nuts. Sabe a pasta de amendoim? Um dia eu tava em live comendo pasta de amendoim, e como eles me zoam por ser velho, eles falam que eu tenho dentadura. E aí...

Estava comendo a minha pastinha bem saudável. E aí eles foram no último post da Naked Nuts. Se juntaram entre eles. E começaram a me marcar. E falou assim, manda pastinha pra minha avó. Ela usa dentadura. Ela não consegue mastigar. Naked Nuts, ela ama pastinha. E começaram a mandar. Eu consegui fechar uma dúvida de três meses com a Naked Nuts.

Eles me mandaram um papo, eles me pagaram um real e eu fiquei, tipo, três meses trabalhando pra eles, graças ao meu público me chamando de velha e falando que eu precisava, não conseguia mastigar, precisava de pastinha. Gente, adorei essa história. Adorei essa história. Veio aí, veio aí.

Gente... Olha, essa acho que eu nunca vi. Olha que eu sempre pergunto algumas curiosidades. O Dom que ela que eu tocado... Ah, não. Então vai, manda. Meu, agora você... Agora você tem totalmente minha atenção. Você tem pior... É que assim, eu não posso... Eles não podem saber que eu estou conhecendo nenhum homem. É impossível. Não pode. Porque da última vez que eles souberam, eles foram na última foto do cara e postaram assim, larga minha avó.

O que você tá fazendo com a minha avó? O cara sumiu, ele nunca mais me respondeu. Mentira! Meu Deus! Não, galera, não! Espera aí. Mas, segundo ele, foi um teste. Porque se eles não administram meus seguidores, como eles vão administrar a minha vida? O cara.

É, não, faz sentido. Faz sentido. Mas não, numa dessas, se... Galera, só possibilidade, fonte vozes da minha cabeça, tá, galera? Se um dia acontecer de novo, eu não sei, aí quem sabe, já deixa a pessoa... É, tem que fazer um teste primeiro. Fala com antecedência. E fala que mesmo assim pode acontecer quando menos esperar.

quanto menos esperar pode acontecer pra a pessoa não se assustar não se assustar mas agora se você me permite eu queria fazer uma pergunta assim é... você querendo não, você ó, vou falar por mim aqui agora eu tô te conhecendo agora, eu já te conhecia por redes sociais por entrar em alguma das suas lives, então eu tinha uma noção de como é a Nazinha pessoa eu tô conhecendo um pouco mais da pessoa aqui agora eu tô conhecendo

E vem cá, no seu dia a dia, geralmente algumas pessoas que você conhece que sejam amigos ou amigas conhecem o contrário, conhecem a nazinha pessoa pra depois conhecer a nazinha que vai pra frente das câmeras e tudo. Sim. E como que é a reação dessa galera?

Cara, eu acho que é muito legal porque eles não têm noção, por ser um ambiente muito nichado, onde é games, é CS, é pequenininho, então eles começam a ter, até esse final de semana eu conheci uma menina e ela até me mandou um áudio ontem, falou, meu, cara, a gente se conheceu no show do Lua Santana.

porque eu sou um pouco aleatória, como eu falei, né? E aí eu estava no show do Lua Santana, conheci ela, amigos em comum, e aí ela me mandou um áudio ontem, ela falou, cara, eu olhei suas redes sociais, meu, que da hora seu trabalho, isso é muito foda, nunca imaginei. E aí eu fiquei tipo, pô, é, na verdade ninguém acredita, né? Porque eu tô no show do Lua Santana de chapéu, e aí você chega pra mim, faz o quê? Eu falo, só streamer. É o quê? Streamer de jogos online, tipo assim.

Oi? As pessoas, é, entendeu? Eu tenho, foi o que eu te falei, eu tenho esse lado meio aleatório de estar em vários ambientes transitando. Então, assim, é muito gratificante quando a gente recebe, obviamente, uma mensagem assim, porque, como eu te falei, é bem nichada. Então, é difícil as pessoas terem noção da proporção. E também não, tipo assim, perguntar, mas você consegue ganhar dinheiro com isso? Tipo isso, por quê?

Não tem noção do mundo que a gente é inserido, né? Porque não é o mundo deles, né? Espero que não tenha havido aquela frase assim, mas você trabalha também? Ah, mas isso direto na live. Porque às vezes eu falo, gente, tô trabalhando aqui, eu tô aqui transmitindo os meus guias, mas isso é trabalho? Então, tipo, já virou meme também pra mim, entendeu? Ah, não, gente, vocês não sabem o trampo que dá literalmente. Trampo.

E a cabeça da gente que quase vai com Deus na sociedade. Aqui, eu tenho a noção pelo meu podcast, por exemplo, a gente tem um quadro que chama Papo Nerd, que é uma roda de discussão, só que é uma roda de discussão roteirizado, com temas, então é tudo planejado. Dá um trampo.

Sim, e com certeza. E é um trabalho muito legal, né? E é difícil, porque a gente fala que a gente tem que estar sempre criando e sempre buscando e pesquisando e estar antenado. Não é só você entrar, sentar e falar assim, cara, vamos bater um papo, né? Exato. Então, galera, não seja essa pessoa que vai... Mas você não trabalha também. Não falem isso. Não falem.

E uma última pergunta, agora antes da gente ir para o próximo quadro aqui do nosso papo, eu queria saber em termos de projetos futuros, se tem algo aí em mente que você pode adiantar, um pequeno spoiler para quem está nos acompanhando, se tiver algo, tem alguma coisa assim?

Tem, tem, né? Assim, resumidamente, eu vivi, tive a oportunidade de viver a melhor experiência da minha vida, que foi dentro do projeto que eu fiz, que era o Clutch Delas, que foi um projeto 100% feminino, onde a gente fez a primeira e única transmissão 100% feminina da história do SES mundial.

Eu trouxe várias mulheres para a minha live, onde eu estava lá em Loco, em Valência, cobrindo o evento. E várias minas aqui eram apresentadoras, influenciadoras, comentaristas, players, jogadores, enfim, todas as profissões dentro da minha live. E, obviamente, que eu gostaria de trazer projetos nesse sentido. Infelizmente, a gente teve uma baixa do único torneio mundial de Counter Strike feminino, inclusive.

E eu, obviamente, estou tentando dar uma remanejada para que a gente consiga ter essa presença feminina em eventos mistos também. Então, como eu falei, eu estou com um projeto, já estou com abertura em alguns eventos internacionais. Estou montando para tentar vender, para fazer isso, para viabilizar esse projeto, se Deus quiser.

Vamos ter cobertura feminina em eventos grandes e mundiais. Toda a luz do mundo para você. Todas as energias positivas para você já deu certo, já deu. Só aguardo para a gente correr atrás e ver esse projeto seu. Minha querida, agora indo para a parte final aqui do nosso programa.

A gente tem o... Pra quem já conhece, quem é público aqui no nosso podcast, já conhece o Papo Rápido. Que, digamos assim, é um bate-papo meio diferente, umas perguntinhas meias zoadas. Topa o desafio de bate-bola o jogo rápido aqui com a gente? Com certeza, vamos embora. Deixa eu abrir minha colinha, deixa eu jogar minha colinha aqui do lado pra eu conseguir ver a sua reação, porque eu quero ver a sua reação.

Vamos começar tranquilinho. Eu acho que essa aqui não... Essa aqui eu acho que você não vai ter nada, porque você não tá nem aí. Um estilo musical que você ouve escondido.

Escondida, eu ouço todos, assim, abertamente. Por isso que eu falei, eu acho que essa não vai ter, então... É, mas eu gosto de escutar MPB, assim, o pessoal não sabe muito o que eu escuto, gosto. Você não tem cara de quem é MPB, não. É, então, eu sou esquisitinha, eu falei. Bom, você não tem cara de sertanejo também, você vai me desculpar. Ai, que não me viu com chapéu e bota, assim. Ai, ai. Bora pra próxima. Camiseta velha. Vira pijama ou pano de chão?

Pira pijama, adoro. Adoro também? Adoro, amo. Às vezes eu durmo com camiseta de político, que eu nem sei quem é, gente, 1900 e bolinha. Quem nunca? Quem nunca? Pra mim, camiseta de político só serve pra isso. Eu não sei nem como chegou até mim. Esse é o mais curioso, né? Ai, ai, fato. Bora, bora pra próxima. Recebeu um áudio de cinco minutos. Ouvi no duas vezes ou só responde. É complicado, né?

Eu ouço, adoro áudio. Meus amigos me odeiam, porque eu amo áudio. Eu só que mando de 5, então eu escuto. Pode me mandar. Eu vou devolver com de 10. Sim, eu faço, eu adoro. Eu só escuto se a fofoca for boa. Eu moro sozinha, longe dos meus amigos. Não tenho filho, não tenho marido. Eu só tenho esse tempo. Se a fofoca for boa, aí você... Nossa, eu até ligo. Eu adoro, eu adoro. Pode mandar, eu escuto. Ai, meu Deus. Bora pra próxima aqui agora.

Essa eu tô curioso. Essa aqui eu tenho algumas percepções na cabeça. Seu palavrão preferido. Aquele palavrão que você tá no meio da roda de amigos, que você solta e que você nem vê. Ah, que eu nem vejo ou que eu acho mais da hora, assim? Pode ser, então. É o que você tá mais familiarizado. É que você solta e...

Ah, eu sempre falo, tipo, puta que pariu, caralho, essas coisas. Mas, assim, o palavrão mais da hora que eu acho é meu ovo. Eu queria muito, né, ter, assim, propriedade pra falar. Mas é muito legal. Eu queria muito. Meu ovo, eu acho muito legal. Eu não esperava. É, eu adoro esse quadro por causa disso. Sai cada pérola.

É muito bom, vocês deixam a boca pra falar, é muito legal a gente ver esse benefício. Ai, meu Deus, adorei. Ai, ai, adorei mesmo. Ai, bora... Bora pra próxima. Na hora do banho, o que mais acontece? Você canta como se estivesse num rock in Rio, ou vence aquela discussão que você teve durante o dia?

Eu, com certeza, tô com 55 divertidamente, tirando x1 entre eles, assim, é um papo de loucura mesmo. Os divertidamente estão, tipo, em guerra, e eu tô, tipo, meu, lavo o cabelo e enxago, e, meu Deus do céu, 5 caixadrino brigando com as outras 6. Mas, super, Tint, é o melhor momento pra você pensar sobre essas coisas na hora do banho. Exato. Ai, ai, ó.

Bora pra próxima. Você foi visitar a pessoa que você mais estima? Sei lá, algum parente, mãe, irmão, enfim. A pessoa que você mais estima. Foi lá que é bom o pote predileto da pessoa. Assume a culpa ou culpa o gato? Ah, eu assumo. Ah, você tem uma cara de quem culpa o gato? Olha.

Nada, eu sou, tipo, meu, a minha cara é, tipo, é impossível fingir. Sabe aquele meme do eu até fico calada, mas a minha cara não? É tipo isso, eu não consigo mentir. Eu tenho esse defeitinho. Tá certo. Ou no Among Us eu consigo mentir, mas só no jogo daí. Ai, ai. Bora pra próxima. Essa aqui é uma clássica. Feijão. Por cima ou por debaixo do arroz? Nossa, por cima com certeza. Proibido quem coloca embaixo, né?

Deve ser, tipo, meio... Não é de falar isso em voz alta, não? Eu tô quieto, tô quieto. Gente, é ela que tá falando, tá? Não, vai, eu vou meio por cima, tá? Antes que você me crucifique. Mas quando eu era moleque, era por baixo. Coisas de mãe. Tá liberada, a mãe tá perdoada. Ai, ai. Bora pra próxima. Um mapa clássico lá do CS 1.6 que você moraria dentro. Essa, ó.

Nossa, isso vai ser bem contraditório, porque o nome do Bapa é Inferno. Adorei. É a vida, mas tem uma banana lá, dá pra ir comer uma banana feliz, então assim, eu adoro Inferno. Adorei, adorei mesmo. E já que a gente entrou no mundo aqui do ICS, jogar de CT ou terrorista?

nossa cara é que TR, todo mundo responde TR mas eu me sinto mais confortável de CT, eu acho que se você começa com essa confiança, abre mais rounds é mais fácil pra você atacar depois então é porque o CT agora outra clássica do meio AK47 e o AWP tu pegou no pontinho eu fui auper minha vida inteira do profissional, mas hoje em dia eu escolho AK então é só

Olha, essa é o EA feio. É, eu fui alter. Olha. CS, fica no clássico jogando na LAN ou atualmente com os mais atuais jogando online? Eu fico no clássico jogando na LAN com certeza. Menina, que saudade. Eu sinto uma saudade dos corujões comendo podrão, tomando coca com salgadinho na frente desse erro. Sabe que a gente jogava muito no Corujão Nosso aqui? O primeiro Far Cry.

Primeiro Firecray, a gente adorava. E Age of Empires. Age of Empires. Fora CS e FIFA. É que eu era só sem PS. Era sentar ali, faquinha, faquinha, faquinha, faquinha. Nossa, que nostalgia aqui agora. Nostalgia total. Que bateu aqui agora. Bora pra próxima. Acordou atrasada. Vai se maquiando no carro ou o cara lavado e óculos escuros?

Cara, eu não uso maquiagem, né? Então, assim, como você pode ver, eu tô zero make. Assim, eu passei só um corretivo. Então, pra mim, é isso que você vai ver, assim, em qualquer ambiente. Então, é assim que estarei. Pra mim, é suave. Eu jurava que você ia falar assim, depende do dia, depende do humor. Eu sou muito desencanada, muito, muito. Eu sou meio molequinha.

Ah, é? Já que você falou nisso, eu ia deixar essa mais pro final, mas vou pegar ela agora. Contexto. Você tá andando na rua, a cenário, mas não era pra você. Você finge a demência ou dá aquela ajeitadinha no cabelo? Eu fingo demência, mano. E aí, eu sou assim. Essa sim é a sua cara. Eu sou assim. Eu passo reto e devolvo. Ai, adorei. Bora pra próxima.

uva passa na comida toque de chefe ou amaldiçoa assim como eu a pessoa que teve essa maldita ideia, eu adoro bora, tchau vai ficando por aqui a gente vai ficando por aqui, até mais não acredito um jeitinho galera do meu ah não, pra que, quem foi a eu quero pegar, nossa eu queria pegar o cidadão que botou uva passa seu problema é uva passa, mas as pessoas me odeiam porque eu não como queijo não, não, não, não

Eu não sou intolerante, eu só não gosto. Como? Nunca conheci na vida uma pessoa que não gosta de comer. Exato, a vapaça fica aqui quando eu falo que eu não como queijo. Então, tipo, pra mim a vapaça é felicidade. A gente pensa que conhece as pessoas. Exatamente. Bora pra próxima ainda no contexto de comida. Ketchup na pizza. Crime inafiançável ou uma iguaria culinária?

E agora iria a culinária. Ih, agora sim. Azeite e alho frito e ketchup. Meu Deus, o que der pra colocar, a gente tá colocando aí. Eu concordo, eu sou obrigado a concordar. Bora pra mais uma clássica. Essa aqui, deixa eu ver se ela tem cara do quê. Deixa eu olhar bem pra você. Vamos ver, vamos ver se eu acerto. Biscoito ou bolacha?

Bolacha, né? Acertei. Tem cara que vai com time bolacha. Eu sou muito time bolacha. É tipo Todd Nescau. Eu sou time Todd. Você já matou minha próxima pergunta. Meu irmão, eu sou muito time Todd, cara. Não, não. Peraí, Nescau. Todd só tem açúcar. Exatamente. Cara, não existe nada mais prazeroso do que pegar a colher e morder e ficar creque, creque, creque. Eu sou diabético, então não vem. Mas aí você tira uma semana sem comer e...

equilíbrio é tudo nesse caso eu assumo que eu já fiz muito isso vem cá aviãozinha nossa eu amo é um brincadeira eu faço com o Todd brincadeira mas tudo bem e vamos pra última agora essa última eu deixo você pensar deixo você filosofar fique à vontade complete a frase a Natasha é a gente conversa a gente conversa a gente conversa a gente conversa

Cara, a Natasha é uma garota muito sonhadora, né? Que precisou enfrentar muita coisa, né? Muitas coisas pessoais, assim, por N motivos. E acredito que todas as pessoas também tenham enfrentado muitas coisas na vida. E eu acho que se eu posso dar um conselho para as pessoas, é que é possível, sim, chegar lá, né? Não desistir, ver as coisas acontecerem. Às vezes a gente realmente se vê num beco sem saída e a gente tem que se...

se apegar a alguma coisa, então se apegue ao que você acredita, independente da sua fé, da sua religião, enfim. Mas tenha um ambiente seguro para você, tenha a sua cabeça no lugar, a sua sanidade mental, que é o principal para a gente conseguir conquistar as coisas. E é isso, é uma menina sonhadora que está conquistando, que está vivendo. É isso.

Adorei. Melhor resposta. Adorei. E com isso nós chegamos ao final do nosso programa. Mas antes, mas antes, mas antes aqui, né, a gente faz um parêntese. Antes da gente encerrar os meus agradecimentos finais, eu abro o palco do nosso podcast pra você. Câmeras e microfones exclusivamente pra você. Deixa um recadinho pra quem ficou aí até o final, suas redes sociais, enfim, o papo que você quiser falar diretamente com a galera que tá em casa.

Eu queria agradecer, né, o primeiro podcast que eu aceito participar, né, eu nunca fiz um podcast, eu nunca participei de um podcast, eu já participei de uma entrevista com o Bial, assim, mas nunca foi um podcast, então, assim, pra mim, tá sendo muito especial estar nesse podcast, falar um pouco, contar um pouco da minha história.

Convido todo mundo, obviamente, a vir me conhecer melhor. A gente, como eu falei, a gente faz um pouco de tudo, mas é com muito amor, muito carinho, e obviamente eu gosto de criar essa proximidade, então todos serão muito bem-vindos no nosso grupinho aí, na nossa comunidade.

Me sigam nas redes sociais, né? Além da live, eu posto bastante conteúdo pessoal no meu Instagram, do meu dia a dia, seja na luta contra a balança, também me alimentar mais saudável, alguns problemas de saúde que a gente tem no meio do caminho, já a idade também não tá ajudando muito. E é isso, mas terão todos muito bem-vindos, e principalmente a galera dos animes, que eu espero que apareçam nas minhas DMs, me ensinando em como...

Me virar, né? Como virar uma, vamos dizer assim... Uma otaku. Fanática por animes? Uma otaku? É. Então é isso, galera. Eu espero vocês e muito obrigada pela oportunidade. Aê! Nossa, adoro. E, galera, por favor, indiquem animes pra ela. Eu já indiquei dois que eu acho que você vai... Acho que pra introdução em animes você vai começar muito bem. Freed and Diários de uma Apotecária. Fechado. Vai.

Minha querida Nazinha, eu amei te conhecer um pouquinho mais. Se deixasse aqui, eu acho que ia voltar os meus primórdios do podcast, ia ficar umas duas, três horas conversando aleatoriedades com você. Obrigada, eu também gostei. Então, mais uma vez, agora, do fundo do coração, gratidão por ter aceitado, gratidão por tudo e gratidão por nos permitir te conhecer um pouquinho mais.

Eu que agradeço. Vou esperar os cortes ansiosos. Pode ficar que tem. Eu já fui anotando alguns trechinhos ali pra gente ir fazendo os cortes. E eu também preciso agradecer a você, você mesmo, que ficou até o final aqui do nosso programa. Escutando esses dois loucos aqui conversar, jogar conversa fora.

Você então que está nos ouvindo ou nos vendo pelo YouTube, gratidão, pessoal. E como eu sempre brinco, caiu de paraquedas, dá uma forcinha nos nossos canais, principalmente no YouTube, que foi a última plataforma que a gente entrou. Dá uma forcinha, curta, compartilhe com a galera, com o cachorro, com o vizinho, no grupo da família. Não importa, dá uma forcinha lá pra gente, nos siga nas nossas redes sociais e também visite o nosso blog, www.banspodnerd.com.br

E, como eu sempre digo, com isso nós vamos ficando por aqui. Fiquem bem e até a próxima. Tchau, tchau.