Episódios de BansPodNerd - Entrevistas e Bastidores da Cultura Nerd e Pop

A polêmica troca de vozes em GAME OF THRONES e a voz da Ashley (RE4)! 🎙️ | Nosso Papo #87

02 de maio de 202659min
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A verdade sobre a polêmica de Game of Thrones e as curiosidades de Resident Evil 4 Remake! 🧟‍♀️⚔️

Nesse episódio imperdível do BansPodNerd, o Bans e o Aziel recebem a talentosíssima atriz e dubladora Michelle Giudice! Ela abriu o coração e contou detalhes incríveis sobre sua trajetória, revelando se é ou não uma nerd de verdade nos bastidores.

A Michelle relembrou o seu início de carreira nas telinhas do SBT, como foi a transição para os estúdios de dublagem e o desafio de dar voz à icônica Ashley Graham no Resident Evil 4 Remake.

Para colocar fogo no parquinho, o papo também entrou na polêmica troca de dubladores originais que marcou a série Game of Thrones, revelando como a indústria lida com essas situações tensas!

Se você curte os bastidores das vozes que marcam a nossa vida, esse episódio é para você!

🎙️ O QUE ROLOU NESSE PAPO:

📺 O Início no SBT: Como a carreira na televisão moldou seu caminho.

🎙️ Transição de Carreira: Os desafios de entrar no concorrido mercado de dublagem.

🧟‍♀️ LEON, HELP!: Como foi dublar a Ashley Graham em Resident Evil 4 Remake.

⚔️ Polêmica de Game of Thrones: A troca dos dubladores originais e a visão de dentro dos estúdios.

🤓 Lado Pessoal: As curiosidades e o lado nerd da Michelle.

💬 Qual foi a sua reação quando jogou RE4 Remake e ouviu a nova dublagem? Comenta aqui embaixo! 👇

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Participantes neste episódio2
B

Bans

HostApresentador
M

Michelle Giudice

ConvidadoAtriz e dubladora
Assuntos6
  • Carreira artística de PedroInício no SBT e Bom Dia e Companhia · Transição para dublagem · Desafios da infância e adolescência no meio artístico · Diferenças entre atuação e dublagem · Importância do reconhecimento da dublagem
  • Ashley Graham (Resident Evil 4)Recepção da dublagem no remake · Comparação com a personagem original · Desejo de retorno da personagem
  • Polêmica de Game of ThronesTroca de dubladores originais · Impacto no público · Visão da indústria sobre a troca
  • Dublagem de Sansa Stark (Game of Thrones)Evolução da personagem · Contexto polêmico da dublagem · Sentimento de felicidade dividida
  • Discussões sobre adaptações e fãsCríticas a mudanças de gênero em adaptações · Reação a fãs 'chatos' e exigentes · Importância do senso crítico do público
  • Papo Rápido: Perguntas e RespostasPersonagem preferido para churrasco · Personagem para jogar na privada · Áudios de WhatsApp · Culpa em quebrar pote da mãe · Desculpa para não receber visita · Aceno na rua · Pizza com ketchup · Uva passa na comida · Palavrão preferido · Cantar no chuveiro vs. discutir · Maquiagem no carro · Biscoito ou bolacha · Toddy ou Nescau · Completar a frase 'A Michele é...'
Transcrição163 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

De repente, de uma temporada pra outra, você muda todas as vozes, isso por si só já é muito ruim pro público que está assistindo. Porque não importa o quão bem os novos dubladores dublem, quem está acostumado com a voz anterior não vai gostar.

Fala, galera! Beleza? Bans na área com mais um nosso papo aqui dentro do BansPodnerd, que é claro, o meu ser o nosso podcast de cultura nerd. Portanto, caiu de paraquedas nesse episódio? Dá uma forcinha pra gente aí, independente da plataforma. Também nos sigam nas nossas redes sociais e visite o nosso blog, www.banspodnerd.com.

.br, beleza? E agora vamos chamar os convidados, começando pelo nosso co-host, aqui que ele também é o host do Podmeunerd, nosso parceiro também, redator do nosso blog, Aziel, meu querido, bem-vindo.

Muito obrigado, Bans, pelo convite de estar novamente de volta. E vamos que vamos que hoje o papo vai ser muito legal. Com cerveja, como eu costumo dizer aqui, vai ser muito bacana. Porque hoje, pessoal, no episódio de hoje, a gente vai falar com ela, que dá voz a personagens marcantes da cultura pop. Dois exemplos básicos aí. Ashley, de Resident Evil 4.

E a Sansa Stark de Game of Thrones. Olha o peso disso, galera. Porque hoje, no nosso papo, nós temos o prazer de receber a dubladora Michelle Giudice. Bem-vinda. Olá, bom dia, boa tarde, boa noite. Estou muito feliz de estar aqui. Muito obrigada pelo convite. E vamos ter um papo muito legal mesmo. Está preparada para ser metralhada com um monte de nerdice para cima de você? Com certeza. Preparadice.

Então bora lá pra começar pela nossa perguntinha básica, todo início de papo, a gente começa com essa pergunta, porque a nossa ideia aqui é conhecer um pouco mais da pessoa que tá por detrás ali do profissional. É por isso que eu pergunto, o quão nerd você é, o quão de nerdice você tem aí com você? Sei lá, gosta de um filme, de uma série, quem sabe um anime, ou joga um videogame escondido, conta pra gente, você tem alguma coisa dessas perdidas aí?

Olha, eu diria que de energia eu sou muito nerd, porque eu amo todas essas coisas. Eu amo filme, amo série, gosto de anime, jogo videogame. Só que eu sou uma nerd com um...

Uma limitação de memória. O que me trai um pouco. Então, às vezes... Por exemplo, tem uma coisa que eu sou muito fã, que é Harry Potter. Só que se eu converso com pessoas que são nerds de Harry Potter, fica parecendo que eu não sou fã, porque eu não lembro dos nomes, eu não lembro das coisas. A pessoa chega uma hora e fala assim, mas você é fã mesmo? E eu sou. Tudo que tem de Harry Potter, eu vou. Tudo eu quero. Mas assim, de memória, minha memória me trai um pouco. Super me identifico.

É tipo eu, a Michelle, com Star Wars. Tipo assim, Star Wars eu sei... Perguntar pra mim de Star Wars, eu sei na ponta da língua as coisas. Olha aí. Mas eu chego a brigar, tá? Pra defender. Falo, não, você tá errado. Mentira, é que eu que não lembro mesmo. Também sou assim, tá, gente? Vocês não tão sozinhos, ainda mais Star Wars. Não, relaxa, que eu tô aqui pra falar assim. Eu falo pra vocês se você tá errado, ainda pró pra vocês que você... Por que que eu não lembro mesmo? Ai, meu Deus.

Olha isso. Eu sou igual a você, Banzo. Eu sou igual a você. Mas eu já pensou em ser advogado, cara? Porque advogado é bom, né, nessa parte, viu? Se eu ser advogado, cara, eu cancelo a amizade da família e ninguém me contrata, então... Mas, ó, Omi, mas conta pra gente. Bom, você falou Harry Potter, mas aí, vamos dar nome aos bois aí. Filmes nerds aí, o que que você assiste? Vai, pega filme de super-heróis, por exemplo, que seja Marvel ou DC, assistam. Ah, eu assisto todos.

Assisto todos, vou no cinema. Isso, mais uma vez. Eu tenho um dos meus melhores amigos. Ele é muito nerd. Ele tem coleção de boneco e tudo. Então, eu do lado dele, parece que eu nunca assisti filme nenhum. Mas eu vou em todas as estreias. Eu vou em tudo. Da Marvel, dos Vingadores, dos heróis. Os filmes individuais dos heróis. Eu vou tudo, assisto tudo. Da DC também, adoro. Ai, que ótimo. Gosto bastante de super-herói.

Tem algum preferido aí? Porque eu sou suspeito pra falar que eu gosto de tudo. Mas... E aí? Tem algum preferido? Ah, eu acho que eu sou meio... Ou uma heroína, né? Meio padrãozinho. Porque eu sou... O meu favorito é o Homem de Ferro. Não sei se... Eu tenho essa impressão. Todo mundo que eu conheço gosta de Homem de Ferro. Muito obrigado, Michelle. Muito obrigado. Me defender. Por que você foi da corda pra ele, Michelle?

inclusive, a primeira briga que eu tive com o meu atual com o meu atualmente marido, né que na época ele era namorado ainda a nossa primeira briga foi por causa do Homem de Ferro meu Deus eu posso até trazer aqui super heróis, assim, desse meio favorito, porque ambos tem dinheiro são filantropos estrategistas natos inteligente e prova que o outro herói tá errado então, bate com o Homem de Ferro

Agora eu fiquei curioso. Qual foi a treta? Eu posso trazer essa discussão aqui. Como estamos num podcast nerd, é porque foi o seguinte. Eu sou muito fã de super-heróis, mas eu não sou da época, da era dos quadrinhos, né? Eu comecei a gostar através dos filmes. Então, eu virei na época meu namorado, falei Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick

Olha, o Homem de Ferro só é famoso por causa do Robert Downey Jr. E ele falou assim, claro que não. O Robert Downey Jr. foi escolhido pra fazer o Homem de Ferro porque o Homem de Ferro já era muito famoso nos quadrinhos. E eu falei, não, eu entendo mas é que assim, o mundo só virou fã do Homem de Ferro por causa do Robert Downey Jr. E ele, não o Homem de Ferro já era famoso o Homem de Ferro é famoso porque o Homem de Ferro é famoso. Ele ficou mais popular por conta dos filmes.

É, então, mas aí ficou essa discussão, a gente ficou sem se falar, mas tudo bem agora. Eu nem vou colocar lenha nessa fogueira, porque se eu colocar lenha nessa fogueira aqui, vai jorrar sangue nessa tela. Oh, meu Deus! Porque alguém, viu, alguém, que eu não vou dizer o nome, alguém depois vai me xingar se eu falar o que eu tô pensando. Oh, meu Deus! Mas tudo bem, ó, agora já estamos casados há quase um ano, então não foi motivo de separação. Ótimo. Tá tudo bem. O importante é que ambos gostamos do Homem de Ferro. Né.

Boa, boa. Mas você tá falando... Viva espontânea pressão, né? Exato, exato. E vem cá, agora um lado da nerdícia aqui, que poucos, eu confesso, pelo menos alguns que passam aqui, raramente assistem. Mas e anime? Assiste alguma coisinha assim? Ou não tem familiaridade com anime? Anime? Eu não sou tão fã, assim, de assistir muitos, mas é óbvio que, né...

Na minha infância esteve muito presente. E hoje tem muitos animes que eu gosto também. Meu marido é extremamente fã. Então, vira e mexe, ele tá lá assistindo. Mas eu tenho alguns animes que eu gosto muito. Claro que o fato de eu ter dublado influencia um pouco. Mas gosto, assim, gosto.

Mas sou menos menos não é nem fã, mas assim, sou menos público, tipo, de assistir muito, de consumir muito. Consumo menos do que super-herói. Eu só não consumo mais porque eu não assisto, não consigo.

Puxa, meu favorito é o Your Name. Eu gosto muito. No, clássico. Your Name é muito bom, clássico. Nossa, eu tô tentando fazer minha esposa assistir. Maravilhoso esse anime, Michelle. Maravilhoso.

Eu sou suspeito pra falar, né? Eu tenho algumas coisinhas perdidas. Tem aqui, opa, é aqui. Depois tem aqui também, aqui. Então esse aí é muito bom também. É que eu falo your name, ô Michelle, porque eu tenho ranço do Demon Slayer, então. Ah, pô, mas Demon Slayer é muito bom também, cara. Eu ia falar do Demon Slayer também. O meu problema, ô Michelle, é o final da obra. É o final da obra. Não cheguei lá ainda, tá sossega.

não vem da spoiler aqui não eu também não cheguei lá ainda não vem da spoiler aqui não faz favor, vai jogar sangue a gente aumenta, tá contato eu tô inclusive esperando a minha personagem falar alguma coisa, entendeu? ela falou três frases até agora eu tô aqui aguardando ai meu Deus dizem que no próximo filme ela vai falar eu tô aqui esperando é a canal

Ah! Eu não vou falar o destino dela, então. Não, por favor. Sossega. Sem spoilers. E você comentou também que você joga videogame, ou jogava... Joga quando possível, digamos assim. Mas o que você mais gosta? Não precisa ser algo que você jogue atualmente, ou que jogou no passado. É só algo que você mais... Deu prazer, digamos assim, pra jogar.

Então, aí lascou, porque a gente vai voltar pra primeira coisa que eu falei, que é Hogwarts Legacy. Eu só jogo Hogwarts Legacy. Faz três anos que eu jogo Hogwarts Legacy. É sensacional. Já joguei vinte vezes. Ah, eu não. Esse jogo é sensacional. Não me pega. Cara, esse Hogwarts Legacy, ele basicamente é o livro de Harry Potter, é o universo de Harry Potter formado de videogame, cara. Exato. Todo universo ali é descrito ali nesse jogo, tá ligado?

Mas já teve gente que me perguntou assim, ai, é bom, eu sempre falo assim, olha, se você é fã de Harry Potter, é a melhor coisa da vida. Se você não é fã de Harry Potter, eu realmente imagino que pra quem não é fã, não seja muito empolgante, assim, porque pra gente que é fã, é um absurdo. É, porque assim, é que esse jogo é uma enciclopédia, né? Exato, é.

É, ele é pra quem é fã mesmo, tipo, pra quem é fã viver o universo e ver as coisas. Enciclopédia realmente, porque tem tanta informação de tantos elementos, nossa, infinitos, né? E, então, é realmente, quem não é fã, olha, Banz, não te julgo.

Mas, olha, eu confesso que eu tentei pegar... Ainda bem que eu ignoro Animais Fantásticos, que dali pra mim... Eu queria assistir pelo menos os filmes, nem os filmes assistidos. Eu falei, beleza, agora eu vou assistir a série, que vai se lançar uma série agora, né? Só que daí, né, vou até entrar em polêmica. Eu tô com medo que vão fazer com o Snape, hein? Eu tô com medo que vão fazer com o Snape. Eu vou entrar em polêmica aqui agora, já que você falou que gosta desse universo Harry Potter, mas... Eu gosto.

Tocando em polêmica agora, não sei se você tá a par das polêmicas aí que a J.K. Rowling fala, né, de alguns temas um pouco mais sensíveis. Você acha que pode influenciar pros fãs isso ou não? Ah, eu... É... Putz, é difícil de dizer, porque assim, eu não sou... Como que eu vou explicar isso?

Eu sei separar bem, assim, sabe? Boa. Eu não acho que nós, seres individuais, somos...

100% certos, nem 100% errados, nem 100% vilões e nem 100% mocinhos. Então, eu acho que nós podemos ter algumas opiniões equivocadas, equivocadas também, né, dependendo da perspectiva, da perspectiva do outro, você pode ter uma opinião equivocada, só que isso pode não te definir completamente, entende? Então, eu acho...

Eu acho um pouco injusto você cancelar uma obra inteira. A obra é maior do que as outras situações. Eu acho. E ela tem sua importância pra cultura. Culturalmente falando. E eu acho que se no início se a obra tivesse vindo...

atrelada a esses assuntos e tivesse ficado famosa por causa desses assuntos, eu até entenderia mais. Mas, assim, eu acho que é um universo muito distante disso.

E até assim, ah, mas justamente por ser distante, porque tinha que ter na história. Não era uma coisa da época, não era falado. Esses assuntos não eram tão comentados quanto eram na época. Então, eu acho um pouco injusto até assim. É, falar na verdade começou a sair com aquele negócio do fã chato, né? Porque assim, até eu falei do caso ali do Snape.

Porque ele, nos livros, você tem ele, ele tem uma carga dramática enorme, assim. Tipo assim, ele sofreu bullying e tal, só que, tipo assim, é aquele bullying dos pesados no material original. E aí, como que ele vai ser um ator de cor, né? Que eu não vou nem falar o nome pra não dar nenhum problema. Então, meio que vai...

suar de maneira um pouquinho diferente a série live action, até por muitas das vezes os fãs estão cogitando de dar muito errado isso aí. Eu acho que pode dar errado, porque o pessoal vai querer comparar, principalmente com uma galerinha mais nova que não leu as obras, eu acho que vai querer comparar muito com os filmes, e daí que eu acho injusto.

Sim, isso é verdade também Essa comparação vai acontecer É inevitável, não tem jeito Eu acho que vai ter ali essa comparação Por isso que eu acho injusto Um pouco assim Com os novos atores Com as novas oportunidades que essa série Vai ter E falando em oportunidade Eu tava fazendo a nossa lição de casa Pra gente tá batendo esse papo E aí

E eu, né, pesquisando um pouquinho sobre você, te conhecendo um pouquinho mais do que tá disponível, aí eu vi que você começou muito cedo, menina, artisticamente falando, é três anos de idade, foi isso mesmo? Sim, sim, meu primeiro contrato, minha mãe assinou por mim quando eu tinha três anos de idade. Meu Deus! É muito tempo, eu tenho hoje 31 anos de idade e 28 de carreira. Né? É 28.

Olha isso, gente. Eu também, eu aqui com os meus 20 anos aqui, em cada perna, só se for. O Michel já pode dar a entrada no INSS já, então. Exatamente. Estou esperando esse momento. Daí você participou de um quadro da TV, do Bom Dia Companhia, é isso? Conta um pouquinho isso pra gente. Te assisti na TV, Michel. Eu te assistia na TV. Eu assistia, que demais. Então, eu fazia parte do elenco. Não vou me entregar a minha idade, tá? Não vou me entregar, não vou me entregar a minha idade.

Não, você tinha a minha idade na época. Tem a minha idade hoje, com certeza. Tinha. Claro. Adiciona mais dois anos aí. Adiciona mais dois anos. Pronto, fechou. Mas... Enfim, não vou nem falar do Banzo. Ops, o Banzo tá aí. É, vamos lá. Cadê o Banzo?

Mas quando eu tinha três anos, a minha mãe queria conhecer o Silvio Santos. Eu fui num programa que, na época, né? Era muito famoso, que era o Topa Tudo por Dinheiro. Fui fazer uma pegadinha lá. Quando terminou a pegadinha, quando a gente saiu do palco, ele falou pra minha mãe, fala com o meu produtor, porque eu quero contratar a sua filha. Meu Deus! É! E ele me contratou pra fazer parte do elenco do Bom Dia e Companhia, que na época era apresentado pela Jaqueline Petkovic.

E eu fiquei lá durante cinco anos da minha vida. Aprendi tudo que se pode imaginar, tudo que eu sei hoje, assim, tecnicamente, artisticamente, né? Da postura profissional e tudo mais, eu aprendi nessa época. Que legal!

E na época, na verdade, eu costumo dizer que o Silvio Santos já tinha, naquela época, a ideia de ter uma apresentadora, de ter uma figura ali que lembrasse a Shirley Temple.

que foi uma atriz mirim muito famosa antigamente, e que ela tinha essa figura, né, dos cachinhos, loirinhos, com aquele vestidinho, ela sapateava, né, então ele já tinha essa ideia, então eu costumo dizer que eu sou o protótipo da Maísa, porque eu tinha a mesma figurinha, eu fiquei lá durante cinco anos, depois eu saí, ele contratou a Maísa e tudo mais, então eu costumo dizer que eu sou o protótipo da Maísa.

Você que tá assistindo aí, achou que a Michele era, ele falou que a Maísa deu esse pontapé, né? A Michele tá aí, ó. Exatamente. Sou o protótipo. Não sou a Maísa, sou o protótipo.

Não, você é a versão beta, então... Exato, exato. E depois eu tive um quadro na Praça é Nossa, com o Carlos Alberto, que também era um programa muito famoso na época, de humor. Eu assisti. Fiz novela na Record. Depois eu fui mais pra parte de teatro musical, então eu fiquei quatro anos numa empresa de licenciamento que produzia teatro musical, fiquei em cartaz.

em Buenos Aires. Liderei eventos no Hopi Hari também. E nesse meio do caminho, me chamaram pra fazer um teste de locução em um estúdio que trabalhava com dublagem.

que era a Vox Mundi. Eu passei nesse teste, virei a voz oficial do canal Discovery Kids. E foi aí que eu conheci o mundo da dublagem de verdade e decidi me especializar nisso. Continuei fazendo coisas artísticas na TV e no teatro, mas aos pouquinhos eu fui...

Ai, que bacana. Foi parando. A história é muito bacana. Eu te ouvia muito na Discovery Kids. É, né? Discovery Kids eu... Ô, Mi, mas... Assim, me corrija se eu estiver falando alguma besteira, tá? Vendo o seu lado que você começando, então, um pouco mais jovem, tudo aí, nesse meio artístico...

por mais que você tenha suas responsabilidades, né como profissional mesmo, jovem você tinha noção do peso disso? porque afinal, assim, a gente tá acostumado com uma pessoa que não vai pro lado artístico de aproveitar um pouco mais a infância, você já tava trabalhando na sua infância na sua adolescência e sendo vista, assim, nacionalmente, digamos você lembra como que era a sua cabeça na época? você tinha essa noção?

Que era um trabalho que te mostrava pro Brasil inteiro? Eu tinha a noção da responsabilidade. Muito, assim. Para quem acredita em signos, né? Eu tive essa vantagem, por assim dizer, ou desvantagem, que eu sou capricorniana. Todo mundo fala que quem é de Capricórnio ama trabalhar. Então, mesmo que eu era criança, eu entendia aquilo como...

a responsabilidade de um trabalho mesmo, sabe? Tanto é que depois, bem depois, com 25 anos de idade, 23, 24 anos de idade, eu fui fazer terapia e na minha primeira sessão, eu, né? Geralmente você fala sobre você primeiro, né?

E a terapeuta virou e falou assim, nossa, mas você me deu o seu currículo, você não falou sobre você, você me falou do seu currículo profissional. E ao longo da terapia, ela falava assim, nossa, você tem... você tem... crises, né? Ou...

Dúvidas, questões emocionais. De gente que tem 40 anos. E tá, tipo, tendo crise no trabalho. Entendeu? Tendo crises profissionais mesmo. Então, a minha vida sempre foi voltada pro trabalho. Sempre foi pra trabalhar mesmo. Eu tive... Teve uma época, quando eu era adolescente assim. Que minha mãe falava assim. Nossa, eu acho que a Michelle nunca vai ter amigo. Porque eu não...

Eu não... Entendi. Tipo, eu não criei a habilidade de fazer amizade, sabe? Tipo... Porque, imagina... É, quando eu era criança, criança, eu ia pra escola uma vez por semana, ou no máximo duas, porque a gente gravava de três a quatro vezes por semana. É...

E depois, quando eu fui ficando mais velha, eu também sempre faltava muito por conta do trabalho. Então, eu não criei habilidades sociais, assim, sabe? Eu tenho... Eu sou muito simpática e tudo mais, mas quando você vai pra vida pessoal mesmo, eu tenho umas dificuldades. Eu falo assim, nossa, isso é porque eu não desenvolvi isso quando eu tinha que desenvolver. Em compensação, profissionalmente...

Eu tenho muito crédito, né? Muita experiência. Então, eu me dou bem em muitas situações que outras pessoas não se dão tão bem, mas porque são habilidades que eu desenvolvi muito nova. Baseado nisso que você está comentando aqui com a gente, dá a entender, até mais uma vez me corrija se eu estiver falando alguma borracha.

Dá a entender que você teve um amadurecimento muito rápido, né? Principalmente pra essa questão profissional. A pergunta que eu te faço é, você mudaria alguma coisa? Se eu tivesse a oportunidade de mudar algo nessa parte, né? A questão profissional, você mudaria algo? Eu não mudaria nada. Da minha infância, eu não mudaria nada.

eu acho que eu mudaria um pouco de quando eu era mais velha. De quando eu tinha... É, de quando eu fiz ali 18, 17, 18 anos. Eu acho que eu trouxe...

resolvi muito tarde questões emocionais que a infância me trouxe, e aí por conta disso eu dei uma patinada em coisas que eu não precisava ter patinado tanto. Mas eu costumo dizer que assim, naquela época eu nem conseguiria resolver as coisas, então acho que tudo acontece do jeito que tem que acontecer mesmo, e me sinto muito privilegiada, assim, as coisas boas que trabalhar na infância me trouxe, é...

são muitas coisas boas, então eu me sinto abençoada de ter tido essa trajetória. Ah, que bacana. E eu fico até pensando nessa questão mesmo de mudança de chave pra você, em termos profissional, né? Que você começou na frente das câmeras.

E depois, pra detrás das câmeras, né? Emprestando a sua voz a grandes personagens. A questão é... Fica um pouco, vou botar muitas aspas aqui agora. Você teve alguma sensação de refúgio? Ou não? Porque, assim, primeiro você teve muita exposição. E depois você foi pra detrás das câmeras. Com certeza, com certeza. Principalmente porque esses trabalhos de muita exposição... Eu acho que o... Com...

o problema não é nem a exposição em si, é mais o que acontece nos bastidores por conta da exposição, no sentido de que todo mundo quer ser famoso, todo mundo quer estar na TV. Então, o que as pessoas fazem nos bastidores para se manter em evidência? É uma resposta.

É, e magoa, assim, sabe? Eu lembro que na época eu era muito criança, né? Então a minha mãe não deixava as coisas chegarem em mim. Mas a minha mãe sofreu muito, sabe? Nossa. É, a minha mãe... Imagina quantas vezes eu... Minha mãe tava chorando no camarim, sabe? Então, é... É um meio, meio...

É um meio, meio, é bom. Mas principalmente antigamente, em que a TV era tudo que as pessoas tinham, né? Hoje a gente tem a internet, mas antigamente a TV era tudo. Então você estar como eu estava, todos os dias de manhã, no programa infantil mais assistido, na segunda emissora com maior audiência do país, isso é muito... Ixi, minha Siri decidiu falar. Ela quer entrar no papo aqui também.

é muito grande. Então, sempre tem alguém querendo puxar seu tapete, sempre tem alguém, né, querendo estar no seu lugar. E essa energia, essa competição é uma coisa que desgasta muito e que não tem na dublagem. Justamente pela dublagem, principalmente quando eu entrei, não ter essa exposição, né? A dublagem era uma profissão...

de voz, então você é anônimo o que vem na frente é o ator original que tem que ser mesmo mas por conta disso, então não tem toda essa competição, todo esse ainda tem um pouco, mas não é tão sabe, as pessoas não tão tão árduas exato, não tão dispostas a matar, entendeu? no sentido de Quick Quick

Não, não... Uma dá porrada na outra, tá ligado? É, não tá tanto, assim, sabe? É bem mais tranquilo, então... É mais confortável. E falando em tranquilidade, então, já que você me deu essa deixa, a gente tá falando de uma pequena parte que tem esses pontos aí um pouco mais pesados que você comentou. Mas e a outra vertente? E as recordações boas, as amizades dessa época?

Enfim, o que você trouxe dessa época Para o seu trabalho hoje Que te deixa nostálgica

Ai, nossa, as pessoas do elenco e da produção, eu conheci pessoas muito queridas, muito bondosas, pra dar esse contraponto, sabe? Eu acho. É maravilhoso, né? Quando você encontra pessoas assim. Sim, é incrível. Tinha muitas pessoas na competição e preocupada com o poder e com tudo mais, mas a gente que não tava, a gente se uniu muito e fez uma grande amizade.

E pessoas muito bondosas, sempre torcendo muito umas pelas outras. E se divertindo, assim. O dia a dia era muito divertido, sabe? Pra uma criança estar no meio ali da galera e todo mundo fazendo piada. E se divertindo. Tinha a parte da responsabilidade, mas tinha toda essa parte da diversão. Então, as pessoas especificamente... Tinha a...

Um núcleo de pessoas foi a melhor coisa que eu trouxe pra minha vida. Ai, que ótimo. Imagino, né? Se já esse nosso meio aqui, né, Aziel? Nosso meio de podcast é um pouco mais fechado, digamos assim, nos dá a oportunidade de manter contato com pessoas magníficas, né? Que a internet nos proporciona conhecer.

Ah, essa não tem valor, isso, né, Aziel? Sim, não tem. Falar a verdade assim, o Banzer, ele conhece também o meu trabalho lá no Podemol Nerd, o Michel. A gente também conversou com dubladores, né? E também a gente trouxe alguns dubladores pra comentar séries e filmes do que dublam. Tipo assim, não do que achou do trabalho, mas do que achou da série, tá ligado? Eu tive a oportunidade de fazer isso.

O último que eu fiz foi trazer... Não tem a série O Cavaleiro de Sete Reinos? Aham. De Game of Thrones. Eu consegui trazer, pra comentar alguns episódios, o próprio diretor de dublagem da série. Ah, que legal. Tipo assim, depois eu vou te mandar um link lá no... Tá bom. Foi tipo assim, foi muito legal porque ele trouxe três vertentes. A visão de fã do universo.

a visão como fã da obra, assim, como nós mesmo, né? E ao mesmo tempo trazendo a visão como dublador também, né? E ao mesmo tempo trazendo a visão dele como diretor de dublagem. E, tipo assim, ele trazendo essas três visões, só que, tipo...

conversando e meio que, tipo assim, bate-papo que você trocaria ideia com mim hoje, tá ligado? Foi muito legal. Foi muito legal, assim, foi uma experiência muito sensacional. E assim, o Buzz, assim, ele já esteve lá no canal também, então a gente fez essa experiência com o André Salvação.

o comitê está aberto aí também tá, o Michelle, pra mostrar falou em nerdíssimo é isso aí e o comitê está aberto pra você participar lá, tá, Michelle? tá bom, obrigada aproveitando essa deixa que o Zé trouxe, teve algum personagem que você se apegou um pouco mais e você não acreditava nas atitudes não acredito que você está fazendo para, corda pra vida, alguma coisa assim e.

Tem algum personagem que você brigou pra o personagem ter outra atitude daquela que você tava dublando? Cara...

Tem vários trabalhos, assim, que a gente se vê dentro do enredo. Fazendo isso mesmo. Caramba, eu não acredito. O Lando tá fazendo isso. Poxa vida. Como eu falei, a minha memória me traiu um pouco. Eu tô lembrando agora de um trabalho que eu fiz recentemente, mas que não lançou ainda. Então, esse trabalho eu não posso falar sobre ele.

Mas a gente fica dentro do estúdio, assim. Ah, não, não acredito. Já teve vezes até que a gente brincava, assim. Tipo assim, eu não vou dublar essa cena aí, não. Não, essa vai ser legendado. Porque eu me recuso a dublar isso.

Não julgo. Eu acho que eu faria daí pra pior. Porque eu me envolvo. Não só filme, sério. Quando eu tenho um bom enredo, eu me envolvo com o negócio. Que, nossa, eu não acredito que o fulano de tal tá fazendo isso. E eu começo a discutir comigo mesmo. Mas quando é assim, nesse nível de... Ah, que você tá só...

julgando atitudes mais levezinhas, até é ok, é bom. Agora, eu tenho no meu currículo coisas que retratam crimes e coisas realmente pesadas. Aí, quando a gente vai dublar essas séries, é um pouco...

triste, porque você sabe que ali, claro, são os atores retratando, mas você sabe que aquilo realmente acontece na vida real, né, que algumas pessoas realmente passam por aquelas coisas, aí nesse sentido aí já não é piada assim, né, de tipo, ai nossa, por que ele tá fazendo isso? Daí já é uma coisa mais triste mesmo, de você falar, caramba meu

Tem gente que realmente passa por isso. Sai do estúdio chateado, assim. De verdade. É verdade, assim. Se ele me contar essa experiência, ele me lembrou também. Eu conversei com o Renato Soares. E ele me contou a experiência da Zara Dôgora. Em Round 6, da personagem trans, né?

E aí ele comentou, né, que como que o personagem trans da série tava passando por um processo de aceitação, meio que por coincidência ela também estava. Entendeu? Foi tipo assim, foi uma experiência...

Foi outro nível, entendeu? É uma coisa bem legal. É, a gente traz coisas da nossa vida, né? Às vezes coincide de você estar passando por coisas parecidas. E o contrário também. Às vezes você tá dublando alguma coisa. Que aí é experiência de fã também. Quando a gente tá assistindo também acontece isso, né? De uma série ou um filme te trazer uma reflexão, te trazer um...

uma perspectiva diferente que você não tava pensando e você leva isso pra vida e fica, nossa verdade, né, imagina isso então, bem legal então, aí entra nesse ponto aí desculpa te cortar, Tabanza porque assim, a gente entra nesse ponto

Tanto que tem um ponto, assim, voltando em polêmica, eu queria ver, como que... Eu sei que você dublou a surfiça prateada no Quarteto Fantástico. Como que você e até mesmo o estúdio lidaram com essas polêmicas aí, dessa troca de gênero? Nerdola, né? Nerdola, adora reclamar. Nerdola.

Ah, é! Só dando um contexto pra galera que tá em casa, é porque quando foi lançado, foi anunciado o novo filme do Quarteto Fantástico, todo mundo tava esperando um personagem masculino. E de repente a adaptação cinematográfica veio da personagem, né? Uma personagem feminina, né? Então só dando contexto. Respingou isso alguma coisa pra vocês também aí na dublagem, Mi? Puxa, pra mim não. Eu acho que é talvez quando eu eu...

Esse lance aconteceu bem antes da estreia do filme ou aconteceu depois de já ter estreado? Muito antes. Acho que eu nem tinha noção. Nem tinha... É nerd chato isso aí. É nerd chato. Que bom, continue assim. Nem tinha feito o teste, nem sabia.

Se eu tiver visto, eu vi alguma coisa na internet, mas nem... Não, é aquele nerd chato que se acostumou só com gênero, mas não chegou a ler o quadrinho que tem a surpiça prateada mulher, então... Entendo, entendo. Mas eu imagino que talvez... Bom, eu particularmente gosto muito da atriz, da Julia Garner, né? Então talvez essa escolha tenha... Eu adoro essa atriz. Você achou A Hora do Mal? Não.

Assista. Coisa de terror é um vídeo. Então, ela entrega uma interpretação muito boa.

Eu também não assisti ainda não, viu? Ultimamente eu tô fugindo de terror, eu tô indo mais pro lado do suspense, porque... É, eu não vejo. Terror eu só duro, só. Em casa eu não vejo. Aja garganta, então, é pra os gritos. Ainda bem que terror não tem fã tão doido, assim, né? O gênero não tem fã tão doido quanto o anime, por exemplo. Porque terror, eu não teria nem como... Nem como...

Agora você precisa lembrar Porque falando em fã doido Eu preciso, porque vai no terror Um pouco também Pra falar da Ashley, porque menina Quando você foi anunciada assim

Olha, porque na primeira versão do game, ela, vai me desculpar quem gosta, mas ela era muito chata. Gente, a personagem é muito chata. E eu sei que conseguiram melhorar isso no remake. Melhorou, hein? Melhorou muito. E eu acredito que, assim, é...

Os produtores conseguiram melhorar muito ela. E quem ficou com os louros fui eu. Porque todo mundo fala assim, nossa, você com a sua dublagem, você conseguiu deixar ela menos chata. E eu faço assim, gente, ela já tá menos chata do original já.

Não, Mia, você teve... A sua interpretação foi muito boa. Eu prefiro a mil vezes o remake porque eles conseguiram dar uma tenuidade pra personagem. Exato. Agora o original, agora no original, tipo assim, você tá andando e de repente você perde ela do nada, cada cinco minutos você perde ela, aí você fica...

Não, desculpa, no original que eu digo é no áudio original do remake. Ela já tá melhor. Mas eu prefiro ao jogo original. Ao jogo original de 2004. O jogo original é um consenso geral. Todo mundo odeia ela. É um consenso geral. E agora com essas coisas de rede social... Eu lembro quando dava game over com a Ashley e eu falava, ufa, ela morreu. Ainda bem.

Teve repercussão nas suas redes sociais quando você foi anunciada como voz da personagem? Muito, muito. Foi um dos trabalhos que mais me trouxe repercussão e que mais comentam. Porque a maioria dos trabalhos que dá repercussão dá quando é lançado, né?

e esse eu acho que é tanto Resident Evil quanto League of Legends são os dois trabalhos pelos quais as pessoas me procuram aleatoriamente, sem ter tido estreia nenhuma, sem ter sabido é que a gente faz essa pergunta, Michelle, porque é assim

Eu conversei com o André Melo, que dirigiu a dublagem do remake, e ele diz a mesma coisa que você. Essa repercussão. E até mais que ele prefere o remake porque os personagens do remake, eles estão mil vezes...

melhor desenvolvido, muito mais construído. É igual ele citou o exemplo do Michel de Fiore, que ele jogou o Cera. Cara, o Cera no jogo original, cara, você quer que o cara morra. Nesse aqui, você gosta dele, tá ligado? Então, tipo, a Aestria foi a mesma coisa.

É, eu escutei muito isso mesmo, de tipo, nossa, você conseguiu deixar a Ashley aceitável. Mas eu gostaria de ver a Ashley de volta, tá? Eu adoraria ver a Ashley de volta. Até, né, tem... Será que é com ela que o Leon tá casado? Então. Será? Eu adoraria. Tem esse burburinho na internet, mas, sinceramente, não gostaria que fosse por aí.

não gostaria que porque ela foi entre não, se Deus quiser ela vai aparecer você vai dublar de novo

Mas, assim, ela casou com o príncipe encantado que salvou ela. Eu não queria que fosse por esse lado. Eu queria que ela tivesse a história dela, o crescimento dela, que eles mantivessem o contato. Poderia até dividir o protagonismo de um outro game, mas eu não gostaria que ela fosse... A Sherry Burke é o melhor exemplo. Ela começou com uma garota indefesa, hoje é uma agente antibioterrorista, então... Sim, sim. Eu gostaria que fosse por aí. Eu gostaria.

Mas tem gente até falando que achou foto da Ashley mais velha na carteira do Leon, no não sei aonde. Gente, isso aí não é inventado. Se fosse por IA, eu comprava. Mas no jogo, não. No jogo, não, né? No jogo... Acho que é montagem fake. Mas não é montagem fake. É.

fizeram um mod ali e jogaram pra você olha aqui e tal é, acho que sim, pegaram foto da puta, eu esqueci o nome dela agora mas é a modelo que é a modelo física da Ashley eu esqueci o nome dela agora eu também sigo ela nas redes sociais eu também sigo ela LLA E aí

É alguma coisa assim. Ah, não vou lembrar. Pra não passar vergonha, não vou. Mas devem ter pego uma foto dela, alguma coisa, e ter feito com o IA dela um pouco mais velha. Ela freia. É, acho que é isso.

Eu ia falar isso, mas também não quis falar. Escrevam aqui nos comentários, pessoal. Ah, nos ajudem. Nos ajudem. E eu queria agora ir pra uma outra personagem, menina. Que no início da série, vamos falar agora de Sansa Stark? Vamos. Ou que vontade de afogá-la na privada e dar descarga.

Me perdoe, tá, Michelle? Mas eu apelidei essa personagem de Sonsa Stark. Todo mundo, todo mundo. Mas depois, menina, que crescimento. E o legal que a própria personagem admite isso. No final da série ela fala, eu demoro para aprender, mas eu aprendo.

E a pergunta que eu te faço, você como tá ali dentro, vivendo o negócio ali, como que foi essa evolução do personagem e a sua evolução como artista junto com essa personagem?

Então, Game of Thrones é um produto polêmico do meu currículo. Talvez, talvez o mais polêmico. Né? Talvez. Porque eu não dublei a Sansa desde o começo, né? Ninguém dublou. Ela foi a Luísa Palomani. Exatamente. Porque tiveram duas dublagens, né? Você dublou quando foi na do Brasil. Aí bateu uma doida na intigua e falou, vamos lá para São Paulo. Exatamente.

E aí eles trocaram o elenco inteiro. Então, assim, a Sansa, apesar de ser muito incrível ter dublado a Sansa, não é tão incrível ter dublado a Sansa nesse contexto. Entende? E até eu acredito que... Apesar do contexto, hein, ô Gil. É, nesse contexto... É que, assim... É...

uma das maiores, se não a maior série da atualidade, assim, né? Então, nossa, é muito incrível ter isso no meu currículo. Mas, ao mesmo tempo, nesse contexto, não é uma felicidade plena, por assim dizer, sabe? É que você pegou a personagem naquele momento que o sofrimento dela tava no auge, tá ligado? É, mas não é nem por isso, é mais por uma questão... Respeito às vozes originais, né, que dublaram antes, né?

Respeito pelas vozes originais e respeito pelo público. Porque uma pessoa que está assistindo...

a série está acompanhando com aquelas vozes e tudo mais, de repente, de uma temporada para outra, você muda todas as vozes, isso por si só já é muito ruim para o público que está assistindo. Porque não importa o quão bem os novos dubladores dublem. Podem ser os melhores dubladores possíveis e imagináveis. Pode ter a melhor direção. Quem está acostumado com a voz anterior Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick Quick

Não vai gostar, porque o seu cérebro tá condicionado a ouvir outro som, a ouvir outro timbre. Então, não importa o quão bem você faz o trabalho. Não vai combinar. E, para piorar isso, nós estamos falando de público geral. Uma pessoa com deficiência visual não consegue mais assistir a série. Não consegue. Então...

E isso é uma coisa muito delicada. Os clientes, num geral, pensarem que tudo bem trocar o dublador porque ninguém vai se importar. É uma coisa pesada.

Então, eu dei tudo de mim. Eu tentei ao máximo fazer o meu melhor e tudo mais. Mas, assim, gostei muito de ter dublado. Me diverti muito. Foi muito legal. Não, foi muito bacana, Mi. Você pode ficar sossegada. Porque eu vou dar um exemplo, assim. Eu vou falar a minha visão disso tudo. Eu, geralmente, quando eu quero muito assistir uma obra, independente se é filme, série, anime, eu assisto duas vezes.

A primeira em áudio original e depois eu assisto na dublada. E as versões nacionais, digamos assim... Nossa, como é bom ver essa aproximação em tudo. Não só adaptação de roteiro, não só em voz, digamos assim. Por que eu tô dizendo isso? Porque...

pelo menos na minha bolha, tá? Minha bolha é de redes sociais. Quando troca, tem alguma situação dessas que troca vários dubladores, tudo. Eu já vi uma mudança de perfil do público que fala isso. Eu não vejo o público só reclamando que trocou.

Eu vejo um determinado público falando, beleza, trocou, mas vamos apoiar as novas vozes. E elogiando. Falei, gente, o profissional da dublagem não tem nada a ver com a situação. O cliente, por qualquer motivo que seja, optou por isso e ele tá fazendo o trabalho dele. Então, assim, por que que eu tô dizendo tudo isso?

Porque eu vejo uma postura, estou atualmente vendo uma postura do público geral, justamente pelo carinho, pelo avanço das redes sociais, que graças a Deus a gente consegue dar cara às vozes, né? Sim, sim, com certeza, com certeza. Então eu tô vendo, mas eu... Lógico, ainda tem muita gente chata, tem muita gente que tá, mas isso aí acho que independente, o lugar sempre vai ter.

Mas eu prefiro olhar o copo meio cheio. Com certeza. De ver essa mudança de postura das pessoas, que quando conseguimos ser assim, digamos, que apoiem. Então, assim, eu acho que é melhor ver por esse lado. E sabe, Banz, é importante a gente ter até os fãs chatos. Em relação à dublagem, eu tô falando especificamente, porque...

No geral, a dublagem sempre foi uma coisa tanto faz, né? A pessoa quer ver o produto, né? E não importa muito quem tá dublando, quem tá deixando de dublar, se tá bem dublado ou se não tá dublado. Antigamente, até, eu acho que as pessoas consumiam coisas com uma dublagem horrorosa.

E sem se importar, porque quer ver o produto e é isso. Então, pra gente que está buscando qualificar a dublagem e fazer uma dublagem cada vez melhor, é muito bom a gente ter pessoas reclamando de dublagem ruim. É bom, é muito bom.

Claro que a gente tá falando de uma outra coisa, né? A gente tá falando de troca de vozes. Mas é bom a gente ter gente reclamando, porque nessa situação, os clientes percebem que tem gente olhando a dublagem. Tem gente se importando com a dublagem. Tem gente deixando de assistir dublado, porque a dublagem tá ruim. Então...

é bom que as pessoas criem senso crítico em relação à dublagem também, sabe? Pra gente é muito triste quando a gente... Porque é óbvio, quem trabalha com isso vai ter uma visão mais técnica da coisa. Então, quando a gente assiste, a gente tem críticas, a gente vê defeitos e tudo mais. E é bom pra gente que o público consiga...

entender essa nossa perspectiva também pra não ficar vendo dublagem ruim e depois a gente ir pra um cliente e falar assim, olha a gente não, né, mas os donos de estúdio falam assim, olha aqui, meu valor é um pouco mais caro, mas porque eu só trabalho com dubladores bons, e o cliente parar e pensar assim nossa, é verdade, né, mas eu acho que o meu público vai se importar com isso eu acho que recentemente Quick

Eu fiz o trailer de uma série que é uma adaptação de um livro, que é o Amores Improváveis. E eu não sabia que tinha tanto fã-clube desse livro. E tanta gente esperando essa adaptação. Olha que legal.

E a gente ver o trailer postado e ver pessoas comentando Nossa, as vozes combinaram tanto, nossa, a dublagem deve estar incrível, nossa, essas vozes, meu Deus, icônicas, sabe? Isso pra gente é... É assim, olha, eu fico até arrepiada, porque...

é a gente perceber que sim, o nosso trabalho está sendo visto. E o nosso trabalho está sendo julgado, claro, para o lado bom ou para o lado ruim, mas assim, está sendo reconhecido, sabe? Está sendo visto. Então, é muito importante para a gente.

E até mesmo o Rodrigo Araújo, ele repete a mesma coisa quando eu conversei com ele. O que seria da dublagem ser os fãs? Praticamente iria acabar tudo. Porque se não fosse nós ali reclamando, se tá mal dublado tudo, até mesmo tipo assim, se uma voz tá escalada, é mal pra aquele ator ou dublador, só que é bem pra dublagem. Porque a gente tá exigindo algo melhor.

Por isso que a gente tem que prestigiar a boa dublagem e também não podemos esquecer que eu faço questão de deixar registrado aqui, dublagem viva. Por favor, galera, prestigiem a dublagem viva. Apoiem a dublagem viva. Mi, agora a gente tá se encaminhando aqui pro final, aqui pra reta final do nosso papo.

E aqui, digamos, a gente tem um papo bom, diferenciado no final, chamado papo rápido, que é um bate-bola ao jogo rápido de perguntas e respostas que a gente começa tranquilinho e depois a gente diminui o nível das perguntas. Tá bom. Você topa? Adoro. Aceito o desafio? Topo. Deixa eu abrir minha cola aqui, que são várias perguntinhas e, né, o Alzheimer aqui da idade, não deixa eu lembrar tudo.

Então aqui, ó. Só tem uma regra. Eu já ia esquecendo de falar a regra. Eu vou te perguntar. Você tem que me falar a primeira coisa que vier na sua cabeça e não pode pensar. Falei. Mandou.

Tá bom. Tá bom, por mais absurdo que soa. Sempre que é em cima do muro, hein? Sempre que é em cima do muro. Bem lembrada, Zé. Eu sou muito indecisa. Eu sou muito indecisa. Às vezes eu falo... Fala o que vier, fala o que vier. Meu marido fala assim, o que você quer? Eu falo assim, não é que eu não tô te respondendo. Eu não sei o que eu quero. Calma.

E tô até vendo o que vai sair aqui. Vou falar igual o amigo meu fala. Michelle, deixa o seu coração te guiar. Ai, meu Deus. Tá bom. Nem vou falar o que eu pensei. Bora lá. Tá vendo? A gente vai começar tranquilinho, pra você se acostumando, ó. Um personagem da cultura pop geral, filme, série, livro. Um personagem que não pode faltar no seu churrasco. No meu churrasco? É.

Sei lá, a N da série N com E. Nossa, boa, boa. Curti. Curti, adorei. Adorei mesmo. Agora, vamos para o outro lado da moeda, né? Um personagem da cultura pop que você jogava na privada e dava descarga. Jogava na privada e dava descarga? Tem sempre um. Cadê as vilãs que eu dublei na vida?

nessas horas sumiram, saíram correndo pra não ser jogada na privada eu vou falar a única que eu pensei que é a Caroline de Segundas Intenções vixe, essa eu não ia imaginar essa eu apoio também eu apoio essa eu também faria o mesmo, não jogo é, bora aqui pra próxima ó

Você tá com pressa, recebeu um áudio de 5 minutos no WhatsApp. Ouve em duas vezes ou só responde é complicado? Com certeza responda complicado. Sim! Atenção, amigos da Michelle. Atenção, amigos da Michelle. A menos que a fofoca seja boa, né? É, não. Se me der uma prévia... Eu sou da seguinte opinião. Quando você vai mandar áudio, você tem que dizer sobre o que é o áudio.

Olha, eu vou falar aqui de uma fofoca? Pronto, eu vou ouvir. Olha, eu vou falar aqui de um boleto que você tem que pagar? Não vou ouvir. Entendi. Eu tenho que ter o direito de escolher. É igual a e-mail, né? Tem que ter o título, tá ligado? Tem que ter o título. Tem que ter o assunto. Assunto. Ok. Bora pra próxima aqui agora. Você foi visitar sua mãe e...

Se empolgou na conversa, quebrou o pote preferido dela. Assume a culpa ou culpa o gato.

Não, assumo a culpa, assumo. Gente, eu sou horrorosa em mentir. E qualquer coisa que eu tento não falar, tipo assim, ah, não vou contar pro meu marido que eu comi McDonald's hoje, por exemplo. Eu chego em casa, a primeira coisa que eu faço é contar. Eu não sei o que acontece, eu não sei. É assim, eu acho que eu tenho um soro da verdade que eu tomei.

Quando eu tava na barriga da minha mãe. E é isso. Não adianta eu tentar esconder. Já que você falou que você tem o soro da verdade, essa próxima você vai ter que ser sincera. Ah, meu Deus. A desculpa que você mais dá pra não receber visita em casa. Agora eu quero ver. Nossa, mas eu dou muitas. Atenção, amigos da Michelle, novamente. Mais, pô? Aham.

Não, ninguém vai na minha casa, porque já é estipulado isso. Mas se eu tiver que dar uma desculpa, a melhor de suas é, eu não vou estar em casa. Ai, não tô em casa, que pena. Ai, ai, tá certo. É a melhor desculpa isso aí. É, porque qualquer outra desculpa, a pessoa pode falar, não, mas não tem problema. Sei lá, a casa tá bagunçada, não, mas não tem problema. Agora, não estou em casa, é certeza. É tipo você falar pro amigo seu, eu tô chegando aí, mas nem saiu de casa, tá ligado? Tô tomando banho.

Bora pra próxima. Acenaram na rua, mas não era pra você. Finge demência ou dá uma ajeitadinha no cabelo e cega a vida? Ai, eu finjo demência. Eu faço muito isso. Ops. Ops. Não, é só mosquito aqui. Ops. Aí se estende a outra mão, tá ligado? Pizza com ketchup.

Crime inafiançável ou uma iguaria da culinária? Crime inafiançável. Eu sou descendente italiana. Ah, então não pode ter nada. Pelo amor de Deus. Não, ketchup, você tá louco. Ah, não, agora eu quero ver a próxima, então. Não, me salva na próxima, porque eu gosto de ketchup. Você é descendente italiana? Eu sou. Eu também sou. Eu também sou. Eu só quero ver se vocês vão concordar, então, na próxima aqui, ó. Uva passa na comida. Toca de chefe ou amaldiçoa a pessoa como eu, que teve essa bendita ideia.

Amaldiçoa a pessoa com certeza. Obrigado. Não estou sozinho. Pra que, gente? Pra que? Não, deixa um potinho na mesa. Quem quiser põe no seu prato. Pelo amor de Deus. Bora pra próxima. Essa aqui eu quero ver. O palavrão preferido que você mais solta na roda de amigos. Caralho.

É o que eu mais falo. É o que eu mais falo. E quando eu vou dublar, sempre tá escrito quando... Não. Quando o cliente permite palavrão, geralmente colocam porra. E eu fico assim, mas eu não falo porra da mesma maneira que eu falo caralho. Vem da alma, né? Exatamente. Tem mais peso. Aí eu fico tentando trocar. Bora pra próxima.

No chuveiro, canta como se tivesse no Rock in Rio ou ganha aquela discussão que você teve durante o dia? As duas coisas, depende do dia. Quando o dia foi bom, eu canto. Quando eu briguei com alguém, é argumento atrás de argumento. Tá certo. Tem também o dia que ganha prêmio, né? Ah, boa. Bem lembrado.

A gente chora e canta ao mesmo tempo, tá ligado? É a emoção. Ai, muito obrigado. Minha lágrima escorre. Indo pra próxima. Acordou atrasada. Vai se maquiando no carro ou leva um óculos escuro e seja o que você quiser? Todos os dias eu me maquio no carro. Todos os dias. Minha vida. Porque eu tô sempre atrasada e eu sempre me maquio no carro. Ai, meu Deus do céu. Minha mãe fica doida comigo. É.

vai fazer isso, menina, vai bater o carro. Eu falo, mãe, tô acostumada. Ó, bora... A inicialidade da Mary Kay agradece, tá? Dá lá. Bora aqui pra próxima. Essas são as duas clássicas do podcast. Eu acho que eu já sei a resposta, né? Você já deu uma deixa lá no início do episódio, eu já sei quase essa resposta. Biscoito ou bolacha? Bolacha, gente. Pelo amor de Deus. Ah lá.

O pior é que tá escrito na embalagem, né? A gente já sabe agora. Não. Me botando no meio do negócio. Bolacha, pra mim, é bolacha doce e biscoito é salgado. Pronto. Faz sentido. Pra mim, bolacha é com recheio. Aí, ó. Com recheio é bolacha. Na minha cabeça. A penúltima. Toddy ou Nescau? Nescau. Ê, Tim Nescau.

E a última é essa aqui pra você completar a frase. Essa aqui você pode pensar, filosofar. Fique à vontade. Complete a frase. A Michele é... Olha lá. Tá pensando mesmo. Credo, gente. É pergunta de terapia. Acabei de falar que quando me perguntaram quem eu sou, eu falei meu currículo. A Michele é uma dubladora.

Ah, não, aí já sabe, não vem, não. A Michelle é uma pessoa apaixonada pelo que faz e que tenta sempre facilitar a vida das pessoas que ela ama. Acho que é isso. Ah, adorei. Finalizou. Caraca, ainda bem que eu fiz anos de terapia pra conseguir responder essa pergunta.

E antes de a gente ir para o encerramento do episódio Agora eu passo o palco do nosso podcast Câmeras e microfone para você Deixa um recadinho para a galera que está nos acompanhando Se quiser deixar suas redes sociais Algum projeto que você queira falar Enfim, o que você quiser comentar O palco é seu, manda aí

Muito obrigada. Primeiro, eu queria agradecer pelo convite. Foi um prazer estar aqui com vocês. Eu queria agradecer a todas as pessoas que prestam atenção na dublagem, que prezam por uma dublagem bem feita. Pedir que vocês não desistam da gente. A gente também está lutando.

E agradecer de coração. Nas minhas redes sociais, pode me achar em todas elas como arroba eu michele g. Michele com dois Ls é no final. Arroba eu michele g. Em todas as redes. No Instagram é onde eu mais interajo com as pessoas. Então, se quiser falar diretamente comigo é por lá. Eu que o diga. Eu que o diga.

Lá eu respondo todo mundo mesmo. E é isso. Muito obrigada. Se você ficou aqui até agora. Ficou aqui com a gente. Siga o BansPodNerd. E é isso. Obrigada, gente.

minha querida, você é uma fofa adorei te conhecer um pouquinho mais, adorei, adorei mesmo conhecer a pessoa por detrás dessa dubladora maravilhosa que a gente já conhecia, agora a gente conhecendo um pouquinho a opinião da pessoa e mais uma vez, de coração, como fã também eu digo, gratidão novamente por ter comparecido aqui, tá?

Eu que agradeço. Um beijo pra vocês. E meu querido Aziel, meu querido co-host que me enche o saco, me enche as paciências, mas eu gosto de você. Você sabe que eu gosto. Meu querido, brigadão aí também de ter comparecido aqui com a gente, viu?

Valeu, Bans. Valeu mesmo. E agradeço pelo papo aí, Michele. O convite tá aberto lá no Podmeu Nerd, tá no meu canal aí. Obrigado, gente. E, claro, também eu preciso agradecer a você que ficou até o final. Galerinha, só lembrando, caiu de paraquedas no episódio independente da plataforma.

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