Está no ar o episódio com Paulo Alexandre Rocha Serra.
Mergulhamos na trajetória de quem já navegou por gigantes como Coca-Cola e Rock’n Rio para entender um conceito que parece paradoxal, mas é essencial: a Tecnologia Afetiva.
Liderar não é um exercício de algoritmos mecânicos, mas de algoritmos humanos.
É sobre a precisão de "ler" o outro não para vender um produto, mas para dar vazão ao potencial humano e polinizar ideias.
O feedback afetivo é o remédio "amargo" que cura as relações.
Aperte o play e descubra por que o afeto é a ferramenta mais sofisticada da gestão moderna.