Episódios de Helena, o podcast tá pronto

Você sabe presentear? #159

05 de maio de 202634min
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Receber presente é ótimo, mas na hora de escolher você manda bem ou dá aquelas vaciladas? Tipo aparecer com um canecão de chopp pra alguém que nem encosta em bebida?

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Roteiro e apresentação: Alana Azevedo e Raíla Azevedo

Gravação, edição de áudio e pós-produção: ⁠Andre Leal⁠

Apoio: ⁠⁠⁠⁠Estúdio Jukebox⁠⁠⁠

Assuntos10
  • Presentes e etiquetaPresentes de aniversário · Presentes de casamento · Presentes coletivos no trabalho · Presentes para crianças · Presentes fora de época
  • Presentes que agradam adultosSabonetes e hidratantes · Meias de qualidade · Bijuterias · Itens de casa · Body splash e perfumes
  • Presentes de casamento e listasListas de presentes de casamento · Valor em dinheiro como presente · Contribuição para lua de mel
  • Presentes na vida a doisEsquecer datas comemorativas · Presentes pensados para o casal · Jantares e pedidos de comida
  • Presentes coletivos no trabalhoPresente para chefes · Obrigação de participar · Disparidade salarial e presentes · Presentes para estagiários
  • Superação de DificuldadesPresentes que não combinam com o estilo · Conhecer o gosto pessoal
  • Presentes de coruja e dinossauroPresentes temáticos repetidos · Símbolo da coruja · Presentes de dinossauro para crianças
  • Presentes para adolescentesDinheiro como presente · Roupas e sapatos desejados · Bijuterias e maquiagem · Necessaires
  • Linguagens do amor e presentesPresença como presente · Presente como linguagem de amor
  • Preferências de presentes pessoais
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Helena, o podcast tá pronto. Dona Helena, eu não te dou esse tipo de intimidade. Me desculpe, dona Helena. A senhora vai querer mais alguma coisa? Ouça o episódio, depois se recolhe. Pobretona.

Olá, ouvintes. Eu sou a Alana Azevedo. E eu sou a Raíla Azevedo. Primeiramente, agradecer a presença de vocês juntinho com a gente em mais uma semana. Você, Pri, que tá aí do outro lado da linha, é o nosso maior presente. E por falar em presença, eu tô sentindo a chegada dele. Uau, uau, uau, uau, grupo, uau. Você... Tá, olha o tom, me dá o tom. Dá o maior. Você...

É mais do que sei. Você, Pri. É mais que pensei. Eu vou largar esse show. É mais que... Tá tudo uma merda.

Cancela! É mais que esperava, baby. Você é algo assim. Eu sinto que eu tenho o tom do Tim Maia. O Tim tem o tom. O tom do Tim você tem, Pri. Você sentiu? Sentiu. Eu acho que eu tenho a veia, né? A veia. A veia artística. É, a gente quer artista, a gente...

Consegue chegar em qualquer, minha filha. Me dá um dó aqui pra você não ver se eu não chego. Dó! Você, agora eu vou falar sério. Tem um tipo que é muito o seu tom vocal. Que é quando você cantou Shakira. Qual música? One ever, one ever. Mas ela me chamou. Você tem um timbre de voz que é parecida. Pri, juro! Mas deixa eu te falar, até a aparência...

Confundem. Quando esse episódio for ao ar, já vai ter rolado show de chac-chac no Rio. Que você foi convidada, né? Fui convidada, mas assim, por divergência de agenda. O cartão não tinha virado. Não teve como você ir ao pau. Mas assim, chá, obrigada. Mas eu já falei, juro que não é meme, não é zoação. O seu timbre lembra o da Shakira. Se você trabalhasse, você ia chegar…

Sim. Pô, vou cantar só mais um pouquinho de chaqueira. Só mais um pouquinho. Qual que você quer? Ah, e qual que foi aquela que você cantou? One in a whole time. Não. A outra que você cantou na umbral. Ah, não vou cantar mais nada, não. Quem quiser ouvir meu timbre de voz, é só apoiar com 10S que tá lá na umbral FM. Porque tem vários gentes de Rayla Azaved. Por favor. Posso abrir um parênteses? Abra. Que, né, a gente tava cantando a música do Tim Maia.

E o Eduardo bem se emociona com essa música. E detalhe que você cantava pra ele quando ele tava na barriga, né? Desde que ele tava na barriga. Desde minha barraiga. E aí, teve um dia que a gente tava na cozinha. E ele tava brincando. E eu lavando louça. Como diz o Eduardo, lavando moça. Que ele falou, lavando moça.

E aí, começou a tocar essa música. Ele parou, menina. Aí olhou e falou, que música é essa, mamãe? Aí eu falei, ah, filho, você gostou? Aí comecei a cantar. E ele ficou parado olhando e os olhos marejados. É. Achei muito fofo. Muito fofo. Vamos começar, então? Vamos. Pra aquecer a nossa conversa, eu queria trazer aqui que a gente não é muito de dar presente, assim, todos os aniversários de todas as pessoas da família.

Eu não tenho isso em mim, sabe? De comprar presente pra todo mundo que faz. Todo ano. Todo ano eu vou dar parrenca inteira de presente. Tem ano que a gente lembra, aí dá. Aí tem ano que a gente esquece. Mas não é uma... Não é algo cultural, né? Não é um hábito, na verdade. Tem ano que a gente não vê a pessoa... Isso não é desculpa. Vou mesmo corrigir. De dar presente. Tem ano que não vê a pessoa. Não pode dar quando a pessoa chega.

Mas isso daí é uma coisa que a gente não tem, né? É um hábito, pelo menos eu não cultivo como eu gostaria. Não sei se eu gostaria. Mas, por exemplo, no meu aniversário, minha mãe sempre me dá um presentinho. Sim. Aniversário da minha mãe também eu dou pra ela. Mas agora sim, estender ao restante. Não, né? Mas chamelinha também. No pai também, né? Deixa eu ver se esse meio.

Se esse ano ela me deu, vou estar procurando na minha cabeça. Porque, já vou até fazer uma reclamação aqui. No do Eduardo, eu nem sabia. Ela que falou, porque tinha um monte de presente. Eu nem fico vendo quem que deu e quem que não deu. Ela falou, não dei o presentinho do Eduardo, tem que comprar. Até hoje, vi esse presente.

Não viu. Eu já vou trazer aqui um… Então fica essa dica no ar. Um Errater Ramos aqui, que tem outras tias também. Que no aniversário, às vezes, dão uma lembrancinha quando estão podendo. É porque tem ano que a situação vai estar mais apertada, né? E eu, como eu sou uma pessoa que não liga, também não é algo que me afeta. Eu também não ligo. Acho que é por isso que a gente esquece de dar, né? Sim, gostar. Mas eu gosto de presentear. Quando eu tenho e eu posso, eu adoro. Uhum.

Mas assim, no dia a dia, a gente acaba esquecendo. Tem aquele negócio lá que falam das linguagens, né? Linguagem de amor. Que aí falam de presente. Se for, a minha não é essa. Porque eu foco ali na presença. Eu e a Raíla, a gente tava até conversando. Será que as pessoas se reparam? Se reparam? Não sei. Porque se você chega no meu aniversário e você não me traz um presente, pra mim tá tudo certo. Vou ficar feliz se ganhar? Sim. Mas se você não puder dar ou esqueceu? Tá tudo certo.

Tudo bem. Agora chega no do Eduardo pra você ver se ele não repara. É. Até comigo, ele já pergunta. O que você vai comprar de presente? Dependendo do evento, eu fico sem graça de chegar com a mão vazia. Tipo assim, o aniversário de uma criança, filho de amiga. Não, uma coisa assim que eu jamais. Aniversário de criança sem presente.

Porque quando é de casa, a gente dá uma disfarçada. É, depois eu dou. Mas agora, uma criança que pode até ser da família ou filho de um amigo, que não é tão próximo, você foi convidada, você não levar presente, nem vai. Inventa que a criança tá aí, tá enjoadinho. Agora, vou trazer uma outra questão aqui. Casamento. Fica chato você não dar presente, não fica? Fica.

Assim, você foi convidado, você não dá nada. Pega um pouco mal, não pega? E hoje, antigamente, as pessoas levavam presente, né? Levavam, não existe mais isso. Agora é a lista de presente, né? E você sabe que lá atrás, eu achava que era assim. A pessoa, né, vai casar, aí faz a lista de presente dela.

Mas tem a opção que, na verdade, ela não recebe aqueles presentes. Ela recebe o valor, né? Sim, eu também não sabia disso. Mas depois, é… Descobri por agora. É, eu também. Agora não, já faz um tempo. Não, eu descobri por agora. Porque até o casamento do Fabrini e da Vanessa, eu achava que você comprava, no entanto, que assim, eu nem tinha dinheiro. E aí, eu falei assim, não, vou dar uma airfryer.

Eu dei uma air fryer para meus friends. Aí eu lembro que até hoje eu coloquei lá no recadinho. Coloquei, queria dar um mundo pra vocês. Mas só tenho dinheiro para air fryer. Beijos. E nem tinha dinheiro que eu peguei no seu cartão. E a Lana, tira e você divide? Eu nem lembro o que eu dei.

Juro, eu sou ruim de memória pra caramba. Mas aí eu achei, eu achava que ia chegar. Sim, não. Mas não, é o dinheiro, o valor, né? Tem gente que opta por, de fato, comprar aquilo ali que colocou na lista. E outras pessoas que ainda não estão na fase de decoração de casa ou de comprar utensílios. Estão numa fase de obra. E aí vai pegar todo aquele dinheiro que ganhou de presente e vai investir em piso.

Entendeu? Uma boa. Eu já vi também listas que eu acho, assim, interessante você contribuir pra um passeio da Lua de Mel. É um presente de casamento. Você coloca lá, ó, eu quero passeio no Rio Sena. Então você vai dar cem reais pra pessoa fazer esse passeio. É, presente é presente, né? Sim. E dá pra ser bastante criativo numa lista. Ai, deu até vontade de fazer uma...

Uma festa de casamento? Vou fazer uma festa de arromba. Uma festa de arromba. Eu vou trazer agora uma polêmica, que é você aí, Pri, CLT, PJ, o presente coletivo no ambiente do trabalho. Principalmente quando é pro chefe. Não, quando é pro chefe, quando tem essa cultura de, tipo, todos os aniversários têm o presente coletivo. Às vezes, eu tenho uma amiga, eu não vou citar o nome dela aqui não, mas ela sabe quem que ela é, que ela fala...

Ai, gente, é muito chato isso de você ter essa obrigação, porque senão vai ficar sem graça, de participar do presente coletivo. Por exemplo, vamos supor que eu e a Raila trabalhasse na mesma empresa. E aí vai ser o seu aniversário, e puxaram um presente coletivo para você. Eu entro?

Com o maior dos prazeres. Agora tem aquela outra pessoa... Que nem é tão íntima, nem tem contato. Ah, nem é tão íntima, mas ali... Chegou agora na empresa, ai, vou entrar assim. Ou então, começam nessas, tipo, ai, o presente que a gente vai dar pra Raíla é esse anel aqui, essa joia, que ela adora. Que é 1.700.

E aí, beleza, vai ter um chefe, uma pessoa que tá num cargo que tem a condição de entrar naquele presente coletivo, mas vai ter a outra lá que é a estagiária. Que não vai dar. Minha opinião, já conversei muito sobre isso de presente coletivo. Se você sabe que a equipe tá juntando pra dar um presente que vai custar um valor X. E aí tem a pessoa ali, que é, vou dar um exemplo, a estagiária, você já coloca o nome dela, mas nem faz. Ó, colocamos você no presente coletivo. E nem cobra.

Sim. Não é? Porque a pessoa... Tem uma disparidade salarial. No meu último emprego, o que a gente fazia? Juntava no aniversário e comprava um bolinho. Fazia uma festinha. Aí comprava bolo, salgadinho, aí fazia aquele que não saía... Saía bom pra todo mundo. Que aí todo mundo também comia. Mas eu sou a favor de liberar estagiários de qualquer uma dessas coisas.

aniversário, festinha, presente, coletivo, só coloca o nome do estagiário. Obviamente, ele vai ganhar muito menos, né? Mas às vezes também, pode ser que ele fique sem graça. De falar assim, ah não, pô, eu vou contribuir. Ah não, vai colocar só. Eu ficaria sem graça. Ah, vou colocar só o meu nome.

Mas você nem fica falando. Colocamos o seu nome mesmo e você não pagando. É só uma coisa que você faz um bem bolado, sabe? Dá pra fazer um bem bolado. Dá pra desenrolar a forma. Dá pra desenrolar. O que eu gostei de ganhar foi no aniversário. Nem foi coletivo. Mas no serviço, que foi a minha amiga Thaís e a minha amiga Priscila. Elas me deram um buquê de girassol. Que eu amo. Eu não sou muito de flores, mas girassol eu amo.

E quando eu saí também do meu último emprego, eles fizeram uma despedida e me deram um buquê também. É? Fofa. Porque eu sou uma pessoa amada e agraciada pelo público. Eu também já ganhei no meu último, no meu trabalho anterior, eu ganhei também um presente coletivo. E eu participei de alguns presentes coletivos, mas ganhei uma rasteirinha que eu uso a rodo, a torto. Eu ia falar a rodo e a direito. A torto e a direito. Eu esqueci qual que é...

Porque eu ia dar a dica aqui pra vocês. É uma marca daqui de São Paulo. Que não… Nossa, eu acho. É muito boa, muito confortável. Aposto que não tem número 33. Pesquisei aqui no Instituto Massachostes na área de sapatos. Não, e eu quase me estiquei aqui. Igual uma lombriga pra tentar ver.

chama Wishing. Aí eu ganhei uma rasteirinha super confortável, tá? Eles apoiam a gente com 10 reais. Não é publi, eu que tô fazendo aqui esse jabá porque realmente é muito bom. Tá vendo como que a gente tem um coração bom? A gente faz? A gente dica o que a gente gosta mesmo. E aí depois eu comprei um Oxford, que é aquele pretinho que eu uso aberta. Super, super, super confortável. Adorei, fica a dica aí. Da Wishing também? Wishing. Wishing.

É, pena que não tem 33. Será? Deve ter. Ai, gente. Vejo cada rasteirinha bonita que eu vou. Eu tô querendo tanto tempo que eu quero uma plataforma, sabe? Essas papetes, essas coisas de adulto. Rai, mas você pesquiseu sobre isso? Já pesquisei, mas não acho. E quando acha, é caríssimo, igual esses dias. Eu vi em umas duas lojas. Aí, tipo, uma rasteirinha na Bela tava papo de 300 e poucos reais.

Aí me desculpa. Aí você me desculpa, não tenho agora pra gastar num coisa. A minha sorte, a minha rasteirinha, que foi o meu achado, foi da moleca. Que foi número 33. Qual? Aquela que cruza assim, ó? Aquela te agita. É, Pri.

Ela… Mas por que você fez assim? Você que usa uma bota horrorosa daquela que comprou uma bota horrorosa de… Eu devolvi, meu amor. De Varma, comprou. Eu devolvi. O que vale a intenção de ter gostado. Eu ia falar que essa sua rasteirinha… Não vem falar da minha rasteirinha, não. Porque ela era muito versátil. Você usaria super aquela rasteirinha? Não usaria mais. Eu usaria, talvez a Alana do passado usaria. Mas eu acho ela meio…

Não sei, uma coisa meio... Nada contra idosos, tá? Mas é... Sapatinho de idoso. Vai lá bater o macacão do Paulão, depois a gente conversa. Faz tempo que eu não uso ele. Faz tempo que eu não uso ele. Você sabe que a minha primeira tatuagem foi a minha coruja, né? Minha coruja na batata da perna, que eu fiz com o meu primeiro salário de estágio, quando eu ganhei. E aí, eu fui lá fazer. E assim, gente, honestamente, sem hipocrisia...

Por que eu fiz a tatuagem de coruja? Vi o desenho, achei bonito. E fiz. E aí as pessoas ficavam me perguntando, ai, por que você fez a coruja? Por que você fez? Aí eu, inocente, sem boca pra falar, em vez de falar, foi porque eu quis, respondi assim, não, porque eu amo coruja. É um dos meus animais preferidos. Mentira, não tenho nada contra. Se tiver alguma coruja ouvindo, não tenho nada contra coruja.

Só que eu fiz porque eu quis. E aí, depois desse episódio da tatuagem, eu ganhei muitos presentes que eram de coruja. Pijama de coruja. Meu pai mandou uma amiga fazer uma pasta pra guardar trabalho, que era na época da faculdade. Que aí era uma pasta em cima... Era EVA de corujinha. Sabe o que me vem em coruja? Material de professora.

material de corujo. De infantil. Mas é porque a coruja é símbolo da sabedoria, né? Ah, porque todas as vezes que eu vou comprar coisa pra professora, sempre tem uma corujinha. É isso, é por isso. E aí eu ganhei, uma vez de amigo oculto, caneca de coruja. Um outro amigo oculto também, que o Matheus, nosso amigo, tirou. Eu tenho até hoje. Meu cofrinho de coruja. Foi uma corujada, até que chegou o momento da minha vida que eu falei, gente... Eu não gosto de coruja. É João Kleber.

John Kleber, ela tem uma... Eu gostaria de falar que eu sou contra corujas. Não, eu acho ela legal, não me arrependo. É, você só fez. Não é o meu, o animal da vida dela é a coruja. Sabe que eu lembrei que você estava falando de tatuagem? Que um dia uma pessoa chegou pra mim e falou assim, tipo... Nossa, essa tatuagem sua significa o quê? Que não tem significado nenhum, né? Você só pega e faz.

mentira juro mentira juro não tô brincando falou quem que foi não vou falar é amiga não vou falar pode colocar um pi pode a própria

Sabia a cara dessa pessoa falar isso. A cara dessa pessoa. Gente, tatuagem. Ai, gente, deixa o é, tudo bem. Se tiver significado, bem. Se não... Aí foi me mostrando, tipo, aí a minha tem. Essa aqui, que não sei o quê. Fodasse, não te pedi nada. Olha, eu tenho tatuagem que tem um, sei lá, um micro significado. E tem outra que é, achei bonita, fiz.

Entendeu? Nossa, não tem nada a ver. Fiscal de tatuagem. Nós, Pris, que temos o braço fechado. Chatão, chatão. Nós, né? Que a gente tem o nosso braço fechado. Morenas tatuadas. Morenas tatuadas. A gente faz porque a gente quer. Simples assim. E a vida que segue cada um no seu quadrado, meu amor.

Mas vamos continuar aqui na pauta presentes, que eu falei isso de só ganhar presente de coruja. O teu sogro também, que ele iniciou um movimento que era dar dinossauros pro Eduardo. E ele só dá presente de dinossauro. E o Eduardo ama. E todos os presentes que ele dá pro Eduardo, ele acerta. Porque são os presentes que o Eduardo mais gosta.

E ele que fez esse movimento. E hoje em dia, o Eduardo gosta de dinossauro por causa dele. Sim. Porque ninguém dava dinossauro. Ele começou e, inclusive, quero levar o Eduardo lá no Miguel Pereira. Negócio de dinossauro, Parque dos Dinossauros. Miguel Pereira é uma cidade… Que apoia a gente com 10 reais. E que tem um parque dos dinossauros. É um parque temático. Jurassic Park. Olha.

Você lembra de alguém que dava sempre o mesmo presente? Sei lá, na infância, adolescência. Minha mãe. Minha mãe. Quem conhece Valerinha sabe. Fez aniversário, até eu. Tem uns anos que eu tinha um negócio que ela me deu. Que era porta-calcinha e porta-cueca que ela comprava lá na Romilda. A vizinha. Vizinha, né. É aniversário? A Romilda faleceu? Não sei. É?

E o porta-calcinha que a Valéria comprava. E eu fiquei… Eu tinha o meu rosinha muito tempo. Eu ganhei quando criança. E eu já era adolescente. E aí ele vinha com cabide, não era? Com cabide pra pendurar. E me faz salto. Eu falo assim, poxa, hoje queria um…

Um porta-calcina. Um porta-calcina lá da Romilda. É. Tem coisa, isso eu nem ia puxar agora, mas vou... Vou falar. Que a gente, quando era criança, achava meio chato de ganhar. E depois de adulto, você adora. Por exemplo, ai, ganhei sabonete, ganhei hidratante. Ai, nossa, ganhar hidratante porque não gostava, né? Queria o quê? Ou roupa, ou brinquedo. Hoje em dia...

Minha filha, se você me dá um hidratante, um body splash… Não, eu ficava arrasada. Um kit de sabonete cheirosíssimo, eu vou amar. Meia. Uma meia boa. Uma meia boa. O Pedro, quando era criança, tinha uma pessoa que só dava meia pra ele. Ele ficava triste. É, a vó dele, né. A gente pode falar. Eu não lembro se foi vó ou alguma tia.

E ele ficava, poxa, hoje em dia, minha filha, eu detestava ganhar roupa. Ela queria só brinquedo, não era brinquedo. Sim, tem uma fase, quando você é criança, você vai querer ganhar o quê? Presente, porque roupa é uma coisa assim… Ai, não…

Se for pela vontade da mãe, igual a, presente pro Eduardo. Roupa. Sapatos. Roupa, sapato, viagens. Agora, a criança, ela quer ganhar brinquedo. E aí, depois chega uma outra fase ali de... Eu acho que na pré-adolescência, você vai querer ganhar o quê? Dinheiro. É. Ou aquela roupa, aquele sapato que você quer muito.

Sei lá, nossa, ganhei um tênis da Nike. Eu lembrei um dia que a Dindinha foi dar alguma coisa pro Eduardo e não era brinquedo. Que ele abriu, mas ele fez uma cara, tipo... Hum... Ah, tá. Uma carinha. O que a gente gostava de ganhar... Mas é isso, eu acho que já não era tão criança, era mais na pré-adolescência. Por exemplo, o tênis da Sandy.

Era o tênis da Sandy. Você amava. O conjunto de alguma... Sei lá, era da Chiquititas. Sim. Você vai gostar. O All Star Vermelho. É. Aí você se importava mais com essas coisas. Eu tenho um problema de dar presente. Eu prefiro, assim, pra adolescente, dar um dinheirinho.

Hoje eu entendo o tio, a tia que dá o dinheiro. Porque adolescente, às vezes, ele... Se você não tem muita intimidade, você não sabe do gosto. Aí vai dar uma coisa, acho que tá acertando e tá errando. Mas às vezes você só tem cartão. Você não tem dinheiro. É. Vivo.

esses dias, por exemplo, minha mãe, né acho que alguma conhecida dela filha de amiga, não lembro, tava fazendo 15 anos, aí ela ai, o que você acha, vou dar esses sabonetinhos, eu falei, ai mãe 15 anos? acho que não vai gostar de sabonetinho aí eu falei, ai ela então vou dar um anelzinho, um cordão eu falei, é, pode ser, dá um um cordãozinho, um um

Aí eu fiquei pensando, falei, gente, o que eu daria pra mim, pro meu eu de 15 anos? Gostaria de ganhar bijuteria. É, maquiagem, se a pessoa gosta. Mas bijuteria era uma coisa legal. Pulseira, né? Brinquinho. Acho que seria um acerto. Necessaire. Necessaire também, pode ser. Necessaire com uma garrafinha legal de água.

Mas, continuando aqui, eu confesso que não sou muito de ligar pra presente, agora indo mais pra vida de casal, em datas comemorativas. Ai, também não. Tipo assim, ai, dia dos namorados, aniversário de namoro. Juro, nem eu, nem André. Se fosse alguma coisa que produção ligasse muito, óbvio que eu faria ali, né? Do tipo, ah, vou dar um presente. Só que a gente não...

Não é algo pra nós. Olha, eu vou… Não tô brincando. Eu e o Pedro, a gente esquece até do… Aniversário. Aniversário. A gente só lembra quando tem realmente… Por isso que eu falei. Foi quando o Gugu. Até eu já sei. Quando o Gugu morreu, é só aniversário de mamão. Porque a gente… Eu sou péssima de data.

E não é que a gente não ligue. É porque a gente vai vivendo. Tem que comemorar no dia a dia. Ó, por exemplo, dia dos namorados. Eu já dei alguns presentinhos bem pensados, sabe? Do tipo, ah, é uma caixinha com várias coisinhas que servem pra nós dois. Aí eu dei aquele presente. Ou então de dia dos namorados, eu não tô lembrando muito bem. Na verdade, eu ia falar que um monte de coisa não vem nada. A única coisa que eu lembro...

Assim, presente de aniversário, eu lembro que eu já dei alguns presentes pro Pedro. Tipo, roupa, relógio. Agora, de namorado, o que eu lembro é um dia de coisa assim, que fiz com as minhas mães. Que foi um dia que eu peguei uma caixa e aí eu comprei tudo que ele gostava de comer. E eu também gostava, porque eu falei assim, não, eu vou também comer. E ele gosta muito de cerveja saípa, que é horrível. Gente, quem gosta?

Aí é um gosto… Eu já não sou muito chegada à cerveja. Eu tomo, vez em quando dá uma vontade. Mas assim, ele gosta, aí eu fui e comprei. Aí montei lá com os negócios, doce. E mesclei com salgado, porque o Pedro não é muito de doce.

Pedro é aquele meme do… Igual aquele menino que tava fazendo na… É Dan… Como que é o nome? Dan Mendes. O Dan Mendes. Tipo assim… Ele faz o vídeo. Tipo assim, não sou de comer doce. Menino, não sei porque eu tô engordando. Pedro é assim, não sou de comer doce, mas vive comendo.

O dia inteiro. Mas não é de comer doce. Aí na hora de falar, fala que não é chegada em doce. Aí foi a única coisa que eu me lembre que eu fiz assim, que eu não sou de fazer... Sabe o que eu e a André, a gente gosta de fazer? Dia dos namorados, especificamente? É jantar. Ou pedir uma comida ou fazer em casa. Sair pra comer? Jamais. Jamais. Nossa. Tudo é uma fila. Acho que a gente nunca... Ó, vamos fazer oito anos aí de relacionamento.

Não lembro se a gente já saiu. A gente gosta de fazer a comida, de andar em casa. Ah, eu gosto de pedir. Porque eu não gosto de fazer sujeira, não. Pedir também. Uma coisa que a gente gosta às vezes é pedir um japa gostoso, sabe? Aí fala assim, hoje a gente merece. Hoje a gente merece. Vamos tirar o escorpião? É. E também tem aqueles presentes fora de data comemorativa.

Aniversário, eu tenho um carinho especial pela data de aniversário. De dar algum presente, ou o que a pessoa quer. Enfim, mas não é uma obrigatoriedade. E a gente não se chateia, sabe? Mas o presente fora de época também é legal. Igual um dia que o André foi, me deu de surpresa um disco, que está até aqui hoje no nosso cenário, do Erasmo Carlos. Eu amei. Ou então, sabe? Do tipo... Sim.

Achei tal coisa, lembrei aqui, ó. Consegui comprar e aí te dá de presente. É, você tá lá e a pessoa vai gostar disso. Vai lá e compra e dá. Não precisa ser data comemorativa, né? Não precisa. Ainda mais se pra você não tem esse peso. Eu conheço gente que...

ama ser presenteada. E aí se você... Graças a Deus, eu não sou Pedro e também não é. E aí se você não dá o presente no dia do aniversário, a pessoa fica chateada. Fica chateada, né? Teve uma vez que eu tava, gente, sem... Queria dar um presente pro Pedro, mas eu não tinha dinheiro. Só que eu tinha dinheiro pra comprar o Marmitex.

E aí, eu vi que sobrou o dinheiro pra comprar um mini pudim. Aí, eu sei que ele ama pudim. A sobremesa preferida dele. Aí, eu fui e peguei um mini pudim. Não comprei nem dois. Comprei um, ainda dei. E falei, não, não quero, não. Aí, ele falou, não, vamos dividir. Dividimos o mini pudim. O mini pudim. Aí, eu falei assim, é. E ficou marcado. Ficou marcado. Mentira, ele nem deve lembrar. Não deve.

Não deve lembrar, não. Ó, ainda tem um monte de coisa pra falar. O tempo tá curto. Então, eu vou direto aqui ao ponto. Que é a pessoa ruim de dar presente. Não sabe, não acerta, né? Não acerta. Todo mundo conhece alguém que dá um presente. Ó, convive com você a vida inteira. Aí chega com uma blusa que você fala, não tem nada. Teve uma blusa que eu dei pro Tim Miguel. Que eu comprei, que eu achei, mas era bonita.

Mas eu acho que não fazia o estilo dele, porque depois nunca mais eu vi ele com a blusa. Você sabe qual blusa que você pode dar pro meu pai que não vai errar, né? Colorida, florida, né? Então, mas ela era diferente. Ela era metade. Eu comprei lá na Renner, tá, meu amor? Uma loja chique, conceituada.

E era metade, tipo assim, branca, metade preta. Era uma coisa assim. Mas eu acho que o tio Miguel gosta de cor, né? Não, meu pai gosta de blusa florida. De botão. Acho que não era de botão. Gosta muito de camisa de botão. Seja de manga comprida ou manga curta. E florida. Minha mãe, ela fala, lá vai, Miguel. Mais uma blusa florida. E o chapéuzinho, né? Chapéu. Dá aquele chapéu estilo... Como que é? Eu não sei. Bucket. Sabe? Ó, assim...

pro meu pai. Ele tem a coleção dele. Ó, e gosta... Meu pai, eu conheço o gosto dele. Calça que vira bermuda, botina, aquelas... Sabe? Caramelo. Caramelo. Caramelo. Caramelo. Agora, ele, às vezes eu falo que parece que não me conhece. Que dá umas blusas pra mim, e eu fico assim, eu falo, ah, obrigada, pai. Aí minha mãe lá... Minha mãe fala, cara...

Miguel! Que ideia! Mas esse daqui não tem nada a ver, ó. Não tem nada a ver com a Landa. Teve um dia que ele me deu uma blusa que era baby do baby do look e aí cheia de cerejinha. Aí eu... Obrigada, pai. Porque ele faz ali, né... De coração, mas erra. Às vezes ele erra no... Pecou no presente.

O meu pai agora é tudo pix. Tudo pix. Tudo, ele aprendeu a mexer no pix, minha filha. Agora é só pix. O André, produção, assim, gente, pensa numa pessoa, não tente ousar no presente. Ah, eu vou dar uma blusa pro André Florido. Ele não vai usar, porque o guarda-roupa dele é igual da Mônica. Só blusa preta. Aí tem umas azul marinho, vermelho. Mas sabe que minha mãe, ela acerta muito.

todas as blusas que a minha mãe deu para o André, ela acerta. Ah, teve uma vez que eu acho que ela viu que ela estava dando muito, acertando muito, fazendo muitos gols. Aí foi e deu uma blusa verde, meio clara. Aí ela fala, André, pode falar com sinceridade. Gostou? Ah, Melinha. Esse aqui eu já não uso muito, não.

Droga! Confiança demais, às vezes a gente tropeça, né? Ela tropeçou. Mas sempre acerta, tá? Sempre acerta no presente do genro. Aí, Pri, vou perguntar agora pra você. Qual o presente que, se a pessoa te der, não tem erro. Você vai gostar. Silicone.

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Eu não sou. Pode ser também, gostei de um... Quando a gente vai passear pra São Paulo, vejo uns apartamentos bem bonitos, cobertura. Que eu falo, gostaria de morar ali. Aí você deixa alugando. Aqui, se eu morasse aqui em São Paulo, aí ali eu ia gostar. Uma pessoa de... Não é difícil de agradar. Não sou difícil. Não é difícil de agradar. Ser vizinha, comprar uma casa pra mim perto de Tata Werneck.

No condomínio dela. Que é natureza e tal. Tá vendo? Coisa assim. Tá, agora vamos pra realidade. Hidratante. Hidratante, gosto. Pijama, me dá pijama. Eu vou ficar sorrindo de orelha a orelha.

Eu gosto muito de biju também. Nossa, quando eu ganho biju, eu amo. Coisa de casa. Coisa de casa também eu gosto. Também gosto. Eu falei ali, eu vou me redimir, porque eu falei que o meu pai erra nas blusas. Mas ele, se eu vou lá na casa dele, vejo um pote, eu falo, ai, que pote bonito. Ah, peraí, que eu vou lá comprar pra você. Eu vou fazer isso então.

Eu já falei várias vezes lá perto de Miguel. Eu tinha me lembro que xícara bonita. Ninguém nunca me deu uma. Me dá vários. Me dá pote, me dá xícara. E tudo que eu gosto. Me deu o aparador. Ele vai e compra. Comprei pra você. Aí ele acerta. É, o Miguelzinho tem suas qualidades. Mas eu tô com você. Hidratante. Body splash. Ai, eu adoro. Sabonete.

Perfume, depende. Porque às vezes a pessoa... É mais difícil, né? Pra me dar um perfume doce, aí eu não sou muito afim. Agora, aquele body splash, assim, que é neutro pro dia... Banho. É, cheiro de banho, sabe? De limpeza. Amo, amo, amo. Também amo. E é tão bom quando a pessoa, né? Você presenteia, e aí a pessoa, ela fica feliz, usa. Você vê ela usando o que você deu. É, a Chamelinha tinha me dado um macacão que toda vez...

Eu usava e ela falava, eu gosto quando eu dou presente. A pessoa gosta do presente. É. Falei, eu gostei. Sabe o que eu ia falar isso de roupa? Eu tenho… Todo mundo tem isso, né? Tipo, tô usando uma calça. Gosto muito daquela calça. Aí compro uma… Igual eu. Comprei uma calça… Ela era meio off-white. Você já me viu usando, porque ela tava andando sozinha.

Uma que ela é meio curta. Sei. Sabe? E comprei ela. Amei. Só faltava sair sozinha. Aí agora eu comprei uma outra calça preta. Que ela é de linho. Ah, não. Que eu até usei no aniversário da minha mãe. Ah, muito bonito. Aí é minha nova calça preferida. O que eu faço? Deixo a branca de lado. Só vou usar a preta. Assim é com tênis. Alternar, né? Não. Comprei um tênis. Gosto muito dele. Só fico usando ele. Aí aquele anterior, ele fica sentido.

Fica se sentindo assim, ué. Nossa, já me descartou. Não sei, familiar. É só pra passar esse frisson e depois eu volto a usá-los normalmente. Entendi. Pri, produção já tá aqui, né? Uma faca no nosso pescoço com o tempo. Então, bora pro nosso... Momento refletindo enquanto ouve o Tony Ramos tocar sax numa livraria do Leblon.

Quer começar? Estava passando na minha cabeça. Gente, não é questão de reclamar. Mas eu não estou acostumada com a cidade grande. Não estou. Então, quando eu venho pra São Paulo, vou nos mercados e eu falo, nossa, isso aqui em Volta Redonda não tem. E é simplesmente um mix de saladas.

Que coisa. Porque pelo menos pelo menos no do meu bairro, que é mais fácil de eu ir, não tem. Igual lá, não tem essa facilidade, tipo assim, ah, você pegar, ah, hoje eu vou querer fazer um salmão. Ah, tem ali, ó, só abrir a geladeira e pegar que já tem a posta de salmão. Mas, meu amor, aí eu vou aqui sair em defesa. Não tem onigiri. Você, o mercado que tem lá perto da sua casa é mercado de bairro.

Sim, não é. Não vai ter, assim, um super, super, super hortifruti. Aí, se você quiser, essas coisas que vem a frutinha picadinha, você vai ter que ir no hortifruti. Certeza que tem no hortifruti. Não, sim. Mas no dia a dia, nos mercados que eu frequento, tem muita coisa que não tem. Não tem. Tem muita coisa que não tem. Esse é o meu momento.

O meu momento é que eu tava olhando pro teu rosto, olhando pro teu piercing, aí eu lembrei do sonho. Não, lembrei do sonho que você teve. Que alguém ia te assaltar e falava, passa o piercing. Nossa. E aí você acordou sem o piercing. Não, e eu tirei o piercing. Você tirou o piercing no sonho e não... E na vida real. E na vida real eu tirei o piercing. E eu lembrei disso. Doideira. Eu lembrei disso.

Depois eu fiquei doida procurando. Aí achei. Finalizamos? Finalizamos. Pri, se você gostou desse episódio, comenta o que você achou. Tá ouvindo pelo Spotify. Tem a caixinha aí, ó. Pra você interagir com a gente. Ou também pelo YouTube, arroba Dona Helena Podcast. O link pra você ouvir, se preferir pelo YouTube, tá na descrição. Então, você já salva aí pros próximos.

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