Episódios de Podcast - Quadrangular Madame Machado

Restauração na congregação | Pr. João Borges

21 de julho de 202651min
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Uma mensagem impactante sobre restauração e fé!O Pr. João Borges ensina que, mesmo em meio às dores e lutas, Deus continua digno da nossa adoração. Através da história da mulher encurvada, aprendemos que há milagres que só acontecem na congregação e que somos chamados a ser uma igreja que vê, acolhe e transforma.

Ouça, reflita e compartilhe esta palavra — porque há restauração na congregação!

Participantes neste episódio1
P

Pr. João Borges

HostPr.
Assuntos5
  • Restauração na congregaçãoMulher com espírito de enfermidade · Cura no sábado · Hipocrisia dos fariseus · Modelo de igreja
  • Jesus como Centro e Propósito da IgrejaNão faltar ao culto · Servir às pessoas · Ter olhos sensíveis · Chamar para si e libertar · Usar palavras de cura · O poder do toque
  • A importância da congregaçãoLugar de restauração · Deus digno de adoração · Milagres que só acontecem na igreja
  • O Crente e a IgrejaFormação cristã · Modelo de igreja segundo o céu · Transformação pela palavra
  • Oração para a CuraEnfermidade física e espiritual · 18 anos de sofrimento · Milagre na congregação
Transcrição1 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
PJPr. João Borges

Bem-vindo ao nosso sermão da semana da Quadrangular Madame Machado. Nosso desejo é que esta mensagem edifique a sua vida e fortaleça a sua caminhada. Irmãos, vou procurar ser o mais breve, mais objetivo possível. Deus me deu uma palavra e como pastor, né, eu quero que você saiba disso, que como pastor eu tenho uma responsabilidade, cai sobre os meus ombros uma responsabilidade. Qual responsabilidade? Não apenas te dar informação bíblica, eu não venho aqui pregar para te dar informação teológica, para você sair daqui tendo mais conhecimento apenas.

Mas a minha responsabilidade é te formar, amém? É te dar uma formação cristã. E como pastor da igreja, a minha obrigação, a minha responsabilidade É formar pouco a pouco um padrão de igreja, um modelo de igreja que seja de acordo com o modelo do céu. Uma igreja que seja de acordo, ou pelo menos esteja tentando, ou pelo menos esteja cada dia se aproximando de um modelo de igreja que é o modelo que Jesus espera de nós. Então você que tá sentado aí hoje, você tem que saber que se você é membro dessa igreja, você tá sentado aí hoje não apenas para receber informação, mas você tá sentado aí para ser transformado pela palavra, para que você se torne o tipo de crente e nós juntos nos tornamos o tipo de igreja que é o tipo de crente, de igreja que Jesus seria se ele estivesse nesse culto aqui hoje.

Então o meu objetivo é esse, porque esse é o objetivo do Espírito Santo, e eu coopero com ele, é que quando Jesus voltar eu tenha a certeza de que eu me esforcei ao máximo, por mais que doa às vezes em mim. E só o Espírito Santo sabe como às vezes dói em mim, porque às vezes nem eu quero pregar aquilo que eu vou pregar. Não quero pregar porque às vezes eu não quero parecer que eu tô, sabe, que eu tô assim sempre corrigindo, sempre.

Nossa, pastor, parece que o pastor tá sempre bravo. Não, irmãos, eu tô alegre, eu tô feliz. Mas é que muitas das vezes, e na maioria das vezes, o Espírito Santo me faz subir aqui para alinhar você, para que quando ele voltar ele encontre em Quadrão Olar e Itaipava, Madama e Machado, uma igreja bem próxima daquilo que ele deseja que nós sejamos, sejamos em nome de Jesus. E o tema da nossa mensagem de hoje está em Lucas capítulo 13, verso 10.

Leia comigo, Lucas capítulo 13, verso 10. Quem trouxe a Bíblia diz amém. Muito bem, Mateus, você é fera, você é varão. Lucas 13:10 diz assim: Jesus ensinava no sábado em uma das sinagogas. Amém. Jesus ensinava onde? Amém. Jesus ensinava em uma das sinagogas e estava ali naquele sábado Naquele culto onde Jesus estava, estava ali uma mulher que tinha um espírito de enfermidade, e havia há 18 anos já que ela andava encurvada e não podia de modo algum endireitar-se.

Deixa eu fazer uma observação aqui: nem toda doença é física. Assim como nem toda doença é espiritual, nem toda doença é para o ortopedista, nem todo problema de coluna é para o ortopedista. Mas também nem todo problema de coluna é para expulsar e repreender, porque nem tudo é demônio. Agora, você tem que saber que tem problema de coluna que é demônio, porque a gente também tem que saber disso, porque a gente tá vivendo numa época onde tudo é médico.

Aonde tudo, as pessoas usam a seguinte expressão: não, pastor, Deus colocou os médicos para nos abençoar, para a gente. É verdade, eu concordo, médicos são uma bênção de Deus, mas nem tudo médicos podem resolver. Tem problemas de coluna que você pode ir no melhor especialista do Brasil em coluna, ele não vai resolver porque não é físico, é um espírito de enfermidade prendendo a coluna de alguém. Mas tem coisa também que é para orar e ser curado, ou para ir no médico também e receber, né?

Amém, não tem problema nenhum. Nem tudo é físico, nem tudo espiritual. Mas essa mulher, a Bíblia diz que ela tinha uma situação física, ela tinha uma curvatura na sua coluna, e não era uma pequena curvatura assim. A Bíblia diz que ela andava, era uma curvatura extrema, e era tão grave que não era apenas uma questão de correção de postura, como às vezes eu fico. Às vezes eu sento, tô assim, ó, sento assim, ó. Aí a Carla bate nas minhas costas: ajeita a coluna, senta direito.

Tem um motivo para isso. Porque eu trabalho o dia inteiro sentado, né? Trabalho 8 horas, 9, 10, às vezes 11, 12 horas sentado direto, né? Aí acaba que a gente não corrige a coluna, aí a coluna vai ficando assim, né? Mas eu tô posturado. Mas aquela mulher não era só uma questão de corrija a postura. A Bíblia diz que a situação dela, da coluna dela, era tão grave que de jeito nenhum ela conseguia se endireitar. E existe um nome para essa doença, aonde os ossos da coluna eles se calcificam e eles se tornam uma massa inteira.

Então aquela mulher, ela tinha uma massa inteira nos ossos da coluna calcificado, e ela ficava assim, ó, ela andava assim. Imagina isso, meus irmãos. Nós fizemos hoje de manhã aqui uma simulação. O Paulo não aguentou ficar 5 minutos abaixado assim, 5 minutos. Você vê como é que ele tá ruim mesmo, né? Coisa muito ruim, não aguentou ficar 5 minutos abaixado. Alguém aqui tem algum problema de coluna ou já teve? Alguém já teve problema de coluna sério?

Olha, caramba, a minha irmã levantou a mão lá, ela já fez uma cirurgia na coluna. Né, meu cunhado caiu também, né, teve um problema sério na coluna. Júnior caiu também de uma altura muito grande, né, Júnior, desenvolveu um problema sério na coluna e foi curado, né. E assim, irmãos, quem tem problema de coluna, quem já teve problemas sérios de coluna sabe como é doloroso, como é doloroso. Você não tem posição. E hoje de manhã eu tava conversando com uma irmã E ela tava me contando, meus irmãos, que uma pessoa próxima dela, ela tem um problema de coluna que não é nem parecido com esse, não é nem tão grave assim.

É um problema de coluna que a pessoa ela fica um pouco assim, ó, um pouco curvada, não muito. E sabe o que aconteceu? Por causa dela andar um pouco curvada assim, ela desenvolveu problema nas vistas. Olha só, por quê? Porque ela olha assim, ó, Então isso causou problema nas vistas, aí isso causou problema nos braços, nos ombros, deformação. Então você consegue imaginar essa mulher que 18 anos, irmãos, 18 anos andando extremamente encurvada, não conseguia levantar a cabeça.

Não sei como é que ela fazia para pegar as coisas, para cozinhar, para lavar roupa, mas ela estava ali. 18 anos em um sofrimento tão grande. E o problema, irmãos, é que a situação dela não era só física, ainda era pior, porque a situação dela era espiritual, emocional, que refletia no seu físico. Olha bem, porque Jesus disse: é um espírito de enfermidade que mantém ela dessa forma. Ou seja, Ela era cativa emocionalmente e o interior dela refletia o exterior dela.

Ela era interiormente presa e por causa disso ela andava exteriormente encurvada. Era uma dupla doença, era um duplo peso, um duplo problema na vida daquela mulher. Mas a Bíblia diz, seguindo, que ela andava encurvada e não podia de modo nenhum endireitar-se. E no verso 12 diz que vendo-a Jesus, ele chamou-a para si e disse a ela: Mulher, estás livre da tua enfermidade. E então impôs as mãos sobre ela. Primeiro ele disse, depois impôs as mãos sobre ela, e logo ela restaurou o seu padrão original.

Eu imagino, irmãos, que a primeira coisa que aquela mulher foi olhar para o Filho de Deus, para Jesus, e foi olhar para os céus e levantar as suas mãos para os céus, que há 18 anos ela não fazia. E toda aquela massa foi desfeita, e toda aquela deformidade foi desfeita, e o interior dela foi liberto, e ela se endireitou e começou a glorificar a Deus. E então, irmão, sabe o que aconteceu? Olha o que naturalmente deveria acontecer: todo mundo ficou feliz e celebrou, principalmente o líder da sinagoga.

É claro, né? A gente celebra uma situação dessa. Mas sabe o que aconteceu? Tomando a palavra, o príncipe da sinagoga, que era ali o líder, o responsável por aquele culto, ele indignado Irmãos, como que alguém fica indignado com uma cura daquela? Indignado porque Jesus curava no sábado. Ele disse então à multidão: 6 dias há em que é mister, ou seja, em que é necessário, permitido trabalhar. Nestes, porém, venham então para serem curados, não no dia de sábado.

Respondeu-lhe, porém, o Senhor e disse: Hipócrita! Jesus apontou o dedo na cara dele e disse: Seu hipócrita! Porque será que no sábado você não desprende da manjedoura cada um de vocês o seu boi, ou então o seu jumento, e você não leva para beber água o seu jumento? Será que no sábado você não cuida das suas coisas? E não convinha então eu soltar desta prisão no dia do sábado essa filha de Abraão, na qual há 18 anos Satanás mantinha ela presa e vocês não fizeram nada?

E dizendo isso, todos os seus adversários ficaram envergonhados e todo o povo se alegrava por todas as coisas gloriosas que eram feitas por ele, por Jesus. Amém, irmãos? Irmãos, o que o Espírito Santo de Deus me mostrou nesse texto, sabe o que é? Um modelo de igreja, um modelo de culto, um modelo de reunião, e 3 tipos de pessoas que tinha nesse culto e que nós temos que aprender com uns e temos que desaprender com outro. Porque nesse culto tinha 3 pessoas ali, e nesse culto aqui tem 3 pessoas também. 3 tipos de pessoas aqui.

Eu espero que de um tipo tenha maioria, do outro tenha pouco, e do outro tenha nenhum, se possível. Espero que não seja você. Mas nesse texto nós vemos ali aquele culto, Joyce, naquele domingo à noite tinha 3 pessoas ali. O primeiro tipo de pessoa era a mulher sofrendo. Há 18 anos. O segundo tipo de pessoa era Jesus curando a mulher enferma. E o terceiro tipo de pessoa era o fariseu sendo hipócrita. Todos os três reunidos no mesmo lugar.

E Jesus me disse: olha, João, a igreja se reúne, mas nós precisamos aprender o porquê que nós nos reunimos, para que a gente descubra quem nós temos que ser quando nós nos reunimos. Porque, irmão, se nós nos entendermos, se nós entendermos o objetivo da congregação, do culto de domingo, do culto de quarta, do GC, nós vamos entender que há restauração na congregação. Diga o que esse irmão que tá do seu lado: há restauração na congregação.

O primeiro tipo de mulher, ou primeiro tipo de pessoa que a gente vê, é a mulher. Aquela mulher, irmãos, que estava encurvada há 18 anos. Imagina alguém— Pastor Rodrigo, me ajuda, por favor. Vem cá, me ajuda aqui. Imagina alguém, imagina alguém— vira para lá, por favor, Pastor Rodrigo. Imagina o Pastor Rodrigo entrando na igreja aqui dessa forma. Vamos ver como é que tá. Tem que botar o dedo no pé, hein? Precisa esticar a mão não, só abaixa, só abaixa.

Imagina, Pastor Rodrigo, tu consegue ir lá atrás e voltar, Pastor Rodrigo? Tenta aí, tenta aí, vai lá. Ela foi, ela foi, 18 anos. É, tem que abaixar mais, tem que abaixar mais, tem que encurvar mais. Tá levantando para olhar, ó, tem que encurvar mesmo. Você é capaz. Imagina, irmãos, chamou a sua atenção? Mas interessante que não chamou atenção de ninguém dentro daquela igreja. Eu falo assim, pensa numa pessoa que está agora nesse exato momento sem ter o que comer.

Uma estabilidade muito difícil. É você? Aí eu te respondo, me responda. Nós vamos resolver isso em nome de Jesus. Amém. Nós vamos resolver isso, não vai permanecer assim não. Então, se é, se é você que tá nessa situação, nós vamos sair daqui hoje E vamos resolver isso aí. Nós vamos levar alimento lá, em nome de Jesus. Amém. É isso. Obrigado por ter vindo aqui e compartilhar sua necessidade com a gente. Tu levantou por quê, irmãos?

Se você tivesse nessa situação aqui, ó, assim, travou tua coluna, tá com a coluna assim, ó, não consegue levantar. Você não concorda que seria um bom motivo para não vir no culto? Quem concorda? Seria um bom motivo, não seria, Pastor Rodrigo? Seria um bom motivo, irmão. Como é que eu vou dirigir? Como é que eu vou pegar o ônibus? Como é que eu vou vir para o culto? Como é que eu vou ficar no culto assim? Como é que eu vou adorar a Deus?

Pode voltar, Pastor Rodrigo, não vou judiar de tu não. Mas sabe, irmãos, a primeira coisa que a gente tem que aprender com essa irmã, com essa— como é que é o nome dela, Paulo? Nós demos um nome para ela, Iraci. A irmã Iraci era a irmã corcunda da igreja, era a irmã que andava encurvada, Mas sabe uma coisa que eu aprendi com ela meditando nessa palavra? Que fazia 18 anos que ela tinha um problema, uma deformação física. Ela tinha um problema físico e ainda um problema emocional que mantinha ela curvada. 18 anos!

Mas sabe de uma coisa? Ela estava no culto. 18 anos andando curvada. Sem mobilidade, envergonhada, sem poder fazer muita coisa, presa por um espírito de enfermidade. E eu vou te dizer, irmão, 18 anos é muito tempo, é muito tempo. Vindo no culto todo dia, todo sábado, todo sábado vindo no culto, frequente. Eu vou te dizer uma coisa, ela não tinha esperança em ser curada mais. Não tinha. Ela não tinha esperança em ser curada, mas ainda assim ela tava no culto.

Sabe por quê, irmãos? Porque eu aprendi com aquela mulher que independente daquilo que eu esteja passando fisicamente, emocionalmente, independente das minhas dores, dificuldades, lutas, tribulações, independente daquilo que eu espero e não acontece, Deus ainda é digno do meu culto e da minha adoração, mesmo que aquilo que eu desejo— claro, eu desejo levantar, eu desejo adorar a Deus, eu desejo um milagre, claro que eu desejo— mas ainda que não aconteça, Deus ainda será digno de que eu venha para o culto e adore a Deus mesmo dentro das minhas dificuldades.

Sim ou não, irmãos? Mesmo que aquilo que você espera não aconteça. 18 anos sofrendo, mas 18 anos fiel. Ela aprendeu que a gente não vem para o culto só porque tá tudo bem. Ela aprendeu que a gente não vem para o culto só quando a gente está fisicamente bem. Ou quando a gente está emocionalmente bem. A gente vem porque o Deus de Israel é digno de adoração. E é isso que ela tava fazendo lá naquele sábado. E sabe a segunda coisa que eu aprendo com aquela mulher?

Que mesmo que os meus problemas ainda não estejam resolvidos, a congregação ainda é necessária. A congregação não deixou de ser necessária porque Deus não atendeu os teus pedidos ainda. Amém. A congregação, o cultuar, o estar no culto não deixa de ser necessário porque todos os seus problemas não foram resolvidos ainda, ou os meus. Amém. Mas sabe o que que aquela mulher aprendeu? Ela aprendeu uma lição linda: que na congregação há cura, mesmo que não seja imediato.

Mesmo que não seja no teu tempo, mas ela aprendeu que a congregação restaura o padrão. Diga comigo assim: a congregação restaura o padrão. Com a congregação restaura, é isso aí, restaura o padrão. Não é? Se a cruz pesada for, a gente vai estar aqui na congregação. Porque, irmãos, aquela mulher recebeu um milagre na congregação. Agora escuta uma coisa que eu vou te dizer, presta atenção aqui. Você já leu alguma história de um paralítico que foi curado na rua aqui na Bíblia, lá no tanque de Betesda?

Tava dentro da igreja? Não. Você já viu história de um cego que foi curado na calçada? Não foi assim, Bartimeu, no meio da rua? Aonde que a sogra de Pedro foi curada? Quem sabe me dizer? Em casa. Aí você diz: ah, pastor, mas Jesus cura em casa. É verdade. Jesus cura na rua. É verdade. Jesus cura onde ele quiser, é verdade. Mas por que que Jesus não curou essa mulher na casa dela? Por que que Jesus não curou essa mulher na rua por onde ela andava?

Eu não sei, mas eu aprendo que tem milagre que você só vai receber na congregação. Tem milagre que você vai receber na rua, tem milagre que você vai receber em casa, mas tem milagre, irmão, que você só vai receber aqui. E se aquela mulher tivesse faltado aquele culto, hein, irmão? Já pensou, hein, irmão? 18 anos fiel, fiel, indo no culto, Bruno. Aí naquele dia, naquele sábado, Bruno, ela em casa falou: ah não, minhas costas tá doendo muito, hoje eu não vou não, hoje eu não vou no culto não, Serginho, hoje eu não vou não, o pessoal vai entender.

Ficou em casa. Aí depois mandaram um WhatsApp para ela, WhatsApp da Palestina lá, né? Mandaram a pedra, escreveram na pedra para ela e mandaram para ela. Não, pedra não, né, gente? Não era tempo das cavernas não, né? Mandaram um papiro para ela. Olha, você não sabe quem veio no culto hoje. Sabe aquele, aquele Nazareno? Jesus tá fazendo milagre em tudo quanto é lugar. Puxa vida, logo hoje Ele foi no culto e tu não foi. Então, irmão, você nunca sabe quando vai ser o culto que vai mudar a tua vida.

Então é por isso que eu aprendo com essa mulher o tipo de pessoa que eu tenho que ser, mesmo que eu esteja encurvado diante dos problemas. Alguém aqui já veio para igreja até encurvado de tanto peso que você tava carregando, irmão? Ah, só eu e a Michelle lá atrás. Só nós, né, Mi? Deixa eu ver, só para a gente não ficar com vergonha. Você já veio para o culto carregado, irmão? Até assim, ó, até assim, ó. É problema, é dificuldade, é luta, é tribulação, é angústia, mas você veio.

E de repente não foi naquele culto, mas foi no outro culto em que você recebeu uma palavra, um toque, e aí você levantou a mão e glorificou ao Senhor. Então aprenda, irmão, que a congregação é lugar de restauração, é lugar de milagre. Tá pesado? Vem. Tá difícil? Vem. Tá emocionalmente preso? Vem para cá, porque aqui você vai ser livre, liberto em nome de Jesus. Esse é o primeiro tipo de gente que a gente tem que ser. Fala com essa pessoa que tá do seu lado: seja como essa mulher.

Independente do peso, vem para congregação. Amém. Agora, o segundo tipo de pessoas que a gente tem que ser, irmão, misericórdia, aliás, que a gente não tem que ser, são os fariseus. Irmãos, que gente hipócrita! Porque, irmãos, eu vou te dizer uma coisa, Jesus estava naquele culto, a mulher tava no culto e os fariseus também estavam. E eles não faltavam a culto, mas eles não entendiam o propósito do culto. 18 anos se reunindo para adorar a Deus, aquela mulher no culto, mas aqui, olha para mim, ninguém notou ela.

Sabe para que que os fariseus se reuniam? Se reuniam para cuidar dos seus próprios interesses. Eles estavam preocupados, sabe com o quê? Se a roupa tava certinha. Estavam preocupados se o som tava agradável. Estavam preocupados se tinha poeira. Estavam preocupados se a oferta tinha sido boa. Eles estavam preocupados se a palavra estava de acordo com a Torá, se todos os ritos tinham sido seguidos, e com certeza se o meu boi não tava com sede, nem o meu jumento.

Essa era a preocupação deles. E aquela mulher encurvada entrava no culto e saía do culto, entrava no culto e saía do culto, e ninguém, ninguém notava, ninguém percebia aquela mulher encurvada. E sabe, irmãos, eu quero chamar a nossa responsabilidade hoje. A gente não pode vir para o culto para ser fariseu não, irmão. Dá uma aliviada aí no peso aí, irmão. Fala com esse moço: essa palavra é para tu aí, irmão. Só para dar uma relaxada, para não ficar pesado, né?

Sabe quando a gente vem para o culto para ser um fariseu? Quando a gente vem para o culto e a nossa preocupação no culto sabe qual é? Será que o meu jumento tá com sede? É, irmão. Jesus falou para ele assim: sabe qual o problema? O problema é que vocês estão preocupados com seu jumento, com seu boi, não tá preocupado com essa mulher. Vocês nunca viram essa mulher aqui. Faz 18 anos que vocês se reúnem aqui domingo, quarta, vocês se reúnem todo sábado aqui e vocês estão preocupados com aquilo que Deus não se preocupa.

Porque, irmãos, eu falei aqui hoje de manhã e é verdade: Deus não tá nem aí para o teu jumento, irmão. Amém. Deus não tá nem aí para o teu jumento. Que que é o nosso jumento hoje? Sei lá, irmão, sei lá o que que é o teu jumento. Que que é o teu jumento? Não é quem é o teu jumento, não, é o que que é o teu jumento. Às vezes o teu jumento é o teu trabalho, às vezes é o teu jumento é o teu carro que quebrou, às vezes o teu boi que quebrou, boi que tá lá no curral.

Aí ele falou: não, não, se o meu boi quebrar, se o meu boi ficar preso, ah não, aí eu paro tudo, eu viro noite, eu vou atrás, eu me esforço para tirar o meu boi de lá. Se o meu jumento tiver com sede, ah, eu, eu falto até o culto para dar água para o meu jumento. Mas se tiver algum irmão sofrendo do meu lado, eu não tô nem vendo, eu não vejo, eu não me importo. Esse é o tipo de fariseu, é o tipo de fariseu, irmão, que nós Não podemos ser que estão mais preocupados com o serviço do que com as pessoas, que tá mais preocupado com o ministério, que tá mais preocupado com a escala.

Porque Jesus disse isso: um certo levita tava passando e aí tinha um homem ferido no meio do caminho, e o levita fez o quê? Ih, rapaz, tô atrasado para minha escala, desculpa. Se fosse um outro dia, até podia te ajudar, mas tô atrasado para o culto. Passou de largo. Aí veio o sacerdote, viu o homem: ih, rapaz, vou pregar hoje, cara, desculpa, não tem como parar para te ajudar. Aí veio um samaritano que todo mundo odiava. Ele parou, ele pagou, ele botou no jumento dele, ele levou para a estebaria, ele cuidou do homem.

E Jesus falou: aquele samaritano fez muito mais do que aqueles que serviam lá no templo. Irmão, eu não quero ser um fariseu desse. Eu não quero ser um homem que dá mais importância a coisas do que a pessoas. Às vezes, irmãos, a gente se mata, se esforça pelo nosso boi, pelo nosso jumento, por aquilo que é nosso, mas não conseguimos perceber o irmão do nosso lado que tá encurvado, já tem 3 meses que ele tá para baixo aí, você não vê.

Olha para o lado aí, vê se tem alguém aí do teu lado aí. Será que tem alguém do teu lado aí que tá precisando de você? Sabe, irmãos, Deus via aquela mulher. Você acha que Deus não via aquela mulher? Você acha que Deus não via aquela mulher dentro do culto, Mateus? Deus via aquela mulher no cantinho no culto, encurvada. Sabe quem não via? A igreja. Deus olhava do céu quando se reunia a igreja lá no culto, e Deus ficava assim, ó: quem, quem que consegue ver o que eu estou vendo?

Enquanto isso, os fariseus estavam lá: ô grande Deus Israel. E Deus falando: filho, abre os olhos, olha essa mulher aí encurvada. Aí você não consegue ver do teu lado, ela tá 18 anos sofrendo. Mas não, irmãos, eles estavam tão preocupados com a sua adoração, com o seu serviço, com as suas coisas, que eles não conseguiam ver quem tava sofrendo perto deles. E a mulher ali, ó, ali, ó, era óbvio Era óbvio, mas a gente às vezes não vê.

É tão óbvio que às vezes a gente não vê. Então, irmãos, a gente não pode ser fariseu, a gente não pode ser hipócritas. Mas o terceiro tipo de pessoa que tava ali, que é o tipo de pessoa que a gente tem que ser, que é Jesus na igreja. Amém. Sabe o que Jesus espera dessa igreja? Que a gente seja uma igreja que se reúne aqui E a gente seja o que Jesus foi dentro daquela congregação naquele dia. Jesus espera que todos os cultos que a gente se reúne aqui, a gente se reúna aqui como se fosse ele se reunindo aqui.

É o que ele faria, é o que a gente tem que fazer. Jesus foi para congregação. Primeiro ponto: Jesus não faltava culto. Nem festa. E além do mais, Jesus ainda ia para o GC. E é mesmo, e é mesmo, e é mesmo. Ah não, pastor, Jesus só pregava na rua. Vai ler a Bíblia, irmão. Jesus vivia sua missão no mundo, mas cumpria sua missão dentro da igreja. Todo sábado ele tava na sinagoga, todo sábado. E olha que Jesus tinha a maior missão do mundo em um tempo bem curto.

Ainda assim ele conseguiu programar sua agenda de forma que todos os cultos na sinagoga ele estava presente. E outra, todas as festas de Jerusalém ele estava presente. Lê João, você vai ver. Toda Páscoa ele tava em Jerusalém, toda festa das semanas ele tava em Jerusalém, toda festa dos Pentecostes ele tava em Jerusalém. E outra, durante a semana, quando não era sábado, ele tava no GC. Sabe como ele se reunia? Na casa das pessoas, para comer com as pessoas, para pregar o evangelho do reino, para curar o enfermo, expulsar os demônios dentro das casas.

Se você continuar lendo, você vai ver que em Lucas 14 ele tava reunido no GC. Tá certo que era o GC dos fariseus, mas ele tava lá comendo pão. Qual era o nome daquele GC? GC dos fariseus. GC dos hipócritas. Graças a Deus a gente não tem esse GC aqui na igreja, né? Aleluia, glória a Deus! Aí quando chega em Lucas 15, ele tá reunido em outro GC. Aí já era o GC dos pecadores. Aí o GC dos hipócritas ficou com ciúme porque Jesus se reuniu com GC dos pecadores, porque na cabeça dos hipócritas Jesus só pode se reunir com os hipócritas, não com os pecadores.

Mas Jesus se reunia em todos os GCs, irmão. Então, irmão, Jesus sempre tinha tempo e ele estava ali na congregação. E ele não foi só para sentar e ouvir, ele foi só para quê? Para servir. A Bíblia diz que Jesus foi para congregação para ensinar, e ele estava ali ensinando. E sabe qual foi a primeira coisa que aconteceu? Lucas capítulo 12, verso 13. Lucas capítulo 13, verso 12. Jesus ali ensinando, servindo. Eu já quero deixar uma palavra para todos os voluntários e servos dessa igreja aqui, todos que servem nessa igreja aqui.

Vamos começar para quem não serve. Se você não serve em área nenhuma, você já tá um passo atrás, porque Jesus ia para congregação para servir. Amém. Então se agita. E eu vou te ensinar uma oração. Sempre que você vier para o culto, faça uma oração seguinte. Eu aprendi essa oração tem muitos anos atrás, e eu aprendi a orar todos os cultos. Eu oro dessa forma: eu venho para o culto e eu oro assim: Senhor, nessa noite usa a minha vida.

Seja saindo de casa, seja no carro, ou seja quando eu ajoelho para orar, eu sempre oro todo culto assim: Senhor, Mesmo que eu não vá pregar, que eu não vá orar aqui em cima, mas eu sempre oro o seguinte: Senhor, usa a minha vida. Porque eu sei que Deus não precisa de um microfone para me usar. E eu sei que tem alguém curvado, tem alguém que entrou aqui como aquela mulher, tem alguém que entrou aqui encurvado pelos problemas, pelas lutas, pelas dificuldades.

E eu não vim aqui à toa, eu não vim aqui só para receber também. Mas eu sempre oro: Senhor, usa minha vida hoje aqui. E Jesus era assim. Jesus ia para congregação para servir. Só que eu quero dar uma palavra para todos os que servem aqui nessa igreja: o nosso servir não pode tirar a nossa sensibilidade daquilo que é mais importante. E o mais importante nessa igreja são as pessoas. Jesus estava ensinando, mas quando Jesus viu aquela mulher, ele fechou, parou o ensino E foi atender aquela mulher.

Porque mais importante do que cumprir a tua escala é atender as pessoas que Deus está mandando. Mais importante do que o teu serviço— se você tiver ministrando louvor aqui e Deus te mostrar alguém, diz: larga o microfone e vai. Porque mais importante do que fazer coisas é libertar pessoas, é ajudar pessoas. E aí Jesus estava lá E no verso 12 diz assim, olha, vamos aprender com Jesus: e vendo-a Jesus. Irmãos, primeiro passo, se você quer ser um crente como Jesus na igreja, você precisa abrir seus olhos.

Você sabe por que que Jesus viu aquela mulher? É óbvio, né? Mas nem o óbvio precisa ser dito. Ele viu porque tava de olho aberto. Graças a Deus, aqui nessa igreja nós não usamos a expressão que a gente ouve às vezes, né, irmão? Não faz o menor sentido, né? Quando depois você para para pensar, você vê: meu Deus do céu, de onde tiraram isso, gente? Tem uns ministros de louvor que eles vão ministrar louvor, eles dizem o seguinte: fecha os seus olhos, Esqueça da pessoa que está do seu lado e adore a Deus.

Esqueça a pessoa que tá do seu lado. Irmão, o que você acha que você veio fazer aqui? Se você veio aqui para esquecer a pessoa que tá do seu lado, vai orar no monte, vai orar dentro do seu quarto, aí você não precisa se preocupar com ninguém. Aqui não é lugar de fechar os olhos e esquecer a pessoa que tá do seu lado. Aqui é lugar de abrir os olhos e ver a pessoa que tá do seu lado. É ao contrário, irmão. Jesus não chegou lá e fechou os olhos e disse: ó Pai, como eu te amo!

Ó Pai amado, eu te adoro! Pai, eu te amo! Não, Jesus fazia isso lá no monte de madrugada, mas quando ele chegava na igreja, ele abria bem os olhos. E ele dizia: Pai, quem o Senhor está vendo? Me mostra. Jesus ia para o culto de olho aberto para ver as pessoas que estavam sofrendo. Então, irmãos, a gente tem que abrir mais os olhos, a gente tem que ter olhos sensíveis. Deus quer dar para essa igreja olhos sensíveis, aonde as pessoas que entrarem aqui, elas não vão ficar um mês, 3 meses, 6 meses, 1 ano frequentando aqui e nenhum percebeu que aquela pessoa tá encurvada, presa pelo diabo.

Eu falei isso aqui uma vez, irmãos. Eu tenho muito temor de dizer isso, mas aquela congregação, irmãos, que reunião inútil, sim ou não? Ninguém percebeu aquela mulher. Mas aqui não, irmãos. Em nome de Jesus, nós não vamos nos reunir dessa forma não. Nós vamos chegar aqui, abrir bem os olhos e dizer: Senhor, usa minha vida hoje, Senhor, eu estou de olho aberto, mas eu quero que o Senhor me mostre. Porque às vezes pode ter alguém do teu lado que ele não tá assim não, ó, fisicamente, mas interiormente ele tá.

E você tem que perceber, observar, olhar. A gente tem que abrir os nossos olhos mais. Fala para esse irmão que tá do seu lado, fala assim: meu irmão, abre os seus olhos. Nós precisamos de pessoas que vejam com os olhos de Deus. Amém ou não amém? Nós precisamos, porque muita gente tá com os olhos fechados, preocupados e distraídos. Enquanto Deus do céu está querendo te mostrar pessoas, pessoas que estão sofrendo, encurvadas pelos problemas da vida.

Mas eu declaro em nome de Jesus que essa daqui é uma igreja de olhos abertos. Amém. Eu declaro em nome de Jesus que nós vamos melhorar, nós vamos estar com os nossos olhos mais sensíveis, mais abertos. E quando um entrar aqui preso por Satanás, nós vamos imediatamente perceber e vamos parar tudo que a gente tá fazendo, e a gente vai atrás dessa pessoa. Jesus viu. Pergunta para essa pessoa: e você, tá vendo? Você tá vendo? Lembra de domingo passado?

Tem gente que só tá vendo o quê? Tem gente que só tem olho para o seu umbigo, mas não aqui. Aqui nós estamos olhando para o lado para ver quem tá precisando de nós. E a Bíblia diz que Jesus, vendo-a, sabe o que que ele fez? Olha lá, bota lá, Gui. Jesus viu ela, ela tava lá no cantinho encurvada. Aí Jesus, vendo ela, Joyce, Jesus disse o seguinte: eis que eu vejo uma mulher encurvada. Cadê o pastor da igreja? Vem cá, ali, resolve lá.

Eu tô vendo que o Mateus não tá muito bem não. O Douglas, contigo. Tô vendo aqui que o Marcelo, tô percebendo que o Marcelo ele tava assim, ó, ele tava vindo para o culto assim, agora já tá vindo para o culto meio assim. Eu já, eu já vi. Ô Pastor Rodrigo, resolve. Não, irmão, sabe o que Jesus fez? Que que Jesus fez, irmão? Quando Jesus viu, o que que ele fez? O que que ele fez? Ele fez isso, ó. Jesus chamou ela para si. Jesus falou o seguinte, ó: aquilo que eu vejo é minha responsabilidade resolver.

Se eu vi um cativo, é minha responsabilidade libertar. Se eu vi um doente, é minha responsabilidade curar. Se eu ver alguém que tá aprisionado, é minha responsabilidade libertar. Mas eu tenho que estar disposto a chamar para mim. Não é passar responsabilidade para alguém não, irmão. Se Deus está te mostrando, é para você trazer para você, trazer para perto. Amém ou não amém, irmãos? Eu vou te falar uma coisa. Minha vida, meu testemunho foi assim: eu estava na igreja E eu tava encurvado.

Qual era a minha, a minha prisão? Eu queria chamar atenção, eu era rebelde. Eu tava dentro da igreja numa rebeldia, irmão, rebeldia danada, brigava com todo mundo. Eu não vou nem contar aqui, irmão, mas teve uma vez que eu arrumei um escândalo dentro da igreja, peguei a bandeira quadrangular, saí gritando dentro da igreja. Fazendo uma rebeldia danada, brigava com pastor, brigava com meus líderes. O que que era aquilo? Era uma prisão emocional.

Aí teve alguém que me viu, porque quando todo mundo só via rebeldia, alguém viu além da rebeldia. Quando todo mundo só via um jovem rebelde, alguém viu um pastor. Como eu não sei, mas alguém viu um pastor em mim, alguém viu um líder. E sabe o que que ele fez? Ele me trouxe para perto, Thiago. Sabe como é que ele começou a fazer o que ninguém tá disposto a fazer? Ele fez o seguinte: João, Carla, vamos almoçar lá em casa hoje domingo.

Aí a gente ia para lá almoçar na casa dele. Aí o outro dia, João, vamos tomar um café comigo. No outro domingo, João, vamos almoçar lá em casa, hoje eu quero que vocês almoçem comigo. Sabe o que ele fez? Ele me trouxe para perto. E aí, irmão, aquilo que você vê é tua responsabilidade chamar para perto, levar para casa, gastar tempo, investir tempo. Em alguém que tá precisando de você. É esse tipo de igreja que Jesus quer que a gente seja, irmão.

A igreja que chama para perto, não é a igreja que se afasta e nem que afasta, mas a igreja que chama para perto. E aí Jesus chamou ela para perto de si e fez sabe o quê? Algo poderoso, mais simples, a mesma coisa que essa pessoa fez comigo. A Bíblia diz que Jesus chamou ela para si E falou, ele falou para ela assim: ei, você já não é mais o que as pessoas veem, eu já vejo você livre do teu mal. Palavras, palavras são mais poderosas do que você pode imaginar.

Quando todo mundo me via rebelde, alguém falou o seguinte: não, não, Eu não vejo assim, porque eu vejo o João um líder, eu vejo ele um pastor. E ele dizia para mim: eu vejo isso na sua vida. Eu não me via, ninguém via, mas ele via e ele falava isso. Então, irmão, se você quer ser o tipo de igreja de Jesus, você tem que aprender a usar suas palavras intencionalmente, olhar para as pessoas, chamar para perto e falar: cara, deixa eu te dizer uma coisa, eu vejo a cura na sua vida, eu vejo libertação na sua vida, eu vejo que você vai ser um ministério grandioso, eu vejo uma unção poderosa na sua vida.

E a pessoa tá ali encurvada ainda, e você fala: mas eu já te vejo livre, eu já te vejo cheia, eu já te vejo abençoada. Nós temos que aprender. O Bruno deu esse testemunho aqui. O Bruno tinha uma prisão emocional, né, Bruno? Uma prisão emocional. E ele falou: sabe como é que eu fui livre? Quando o pastor me mandava áudio, falava comigo, ele falava o seguinte: eu te amo. E aí um outro irmão falava com ele assim: Brunão, te amo. Ele não se sentia amado, mas nós estávamos dizendo: mas eu te amo, eu te amo, eu já vejo você livre dessa prisão emocional.

Porque eu te amo. E aquilo foi libertando, foi libertando, foi libertando. Então, irmão, nós temos que aprender a olhar uns para os outros, chamar para perto e dizer: eu vejo você assim, você já está livre disso, em nome de Jesus. Palavras liberam destinos, palavras liberam, palavras curam enfermidades, palavras curam traumas. Diga para essa pessoa que tá ao seu lado: eu vejo você livre, eu vejo você cheio do Espírito Santo, eu vejo grandeza em você porque o Espírito Santo de Deus habita em você.

Amém. Uma boca profética. E aí, por último, Jesus fez sabe o quê? Jesus tocou ela. Jesus foi lá e colocou as mãos nela, e então ela foi livre. Um toque, um toque pode fazer muito, irmão. É por isso que aqui na igreja a gente tem uma coisa chata, a gente faz uma coisa muito chata. Eu sei que é chato, mas a gente sabe o poder disso. Quando você tá aí no culto, aí você tá assim, ó, aqui, aqui você, ó, de olho fechado, mãos levantadas.

Ah, meu Deus, eu te amo! Aí de repente a pastora Fabíola: agora abre os olhos, sai do seu lugar, procura alguém e vai. Caramba, que chato! Eu tava aqui no terceiro céu Ah, eu já tava sentindo. Pô, que coisa chata, é inconveniente, sabe? É desconfortável ter que procurar alguém. De repente nem sei quem que eu vou. É, irmão, é desconfortável mesmo. Mas a gente sabe o poder do toque, o poder do abraço, o poder da palavra profética que libera destinos.

É por isso que a gente fala: abraça 2 ou 3, a mão para esse irmão que tá do seu lado, porque tem algo que você carrega. Jesus carregava unção e tem unção de Deus sobre as tuas mãos. Quando você dá a mão para alguém no final do culto, não faça isso de, de como desleixado, ah, por acaso. Não, faça isso com autoridade. Quando o pastor, o ministro falar assim: procura alguém para você orar, aí você tem que pensar assim, ó: Até que enfim, porque eu orei para Deus me usar hoje.

Eu tô doido para orar por alguém, meu Deus do céu! Vamos lá, quem eu vou orar agora? Aleluia! Eu vou tocar em alguém e ele vai ser curado. Até um abraço cura. Às vezes tem alguém que entra aqui encurvado pelos problemas da vida, problemas familiares, problemas emocionais, mas se você tá ligado Se você tem olhos para ver, você vai aqui àquela pessoa e digo: olha, eu não sei o tamanho do teu problema, mas eu quero te dar um abraço e você vai ser curado.

Quantos aqui já foram curados por um abraço? Tá vendo? Então, irmãos, é esse tipo de pessoa que Jesus quer que a gente seja. Deixa eu terminar aqui. Sabe o que que eu vi? Não foi o ensino de Jesus que curou aquela mulher, foi o toque de Jesus que curou aquela mulher. Então às vezes não vai ser a mensagem que vai curar alguém, mas vai ser o teu toque que vai curar alguém que está aqui na congregação. Amém. Se coloca de pé no seu lugar.

Esperamos que esta palavra tenha abençoado a sua vida. Aproveite para compartilhar com alguém e leve esperança para mais corações. Nos siga aqui no Spotify para não perder as próximas mensagens. Até a próxima! Quadrangular Madame Machado. Somos família, somos corpo, somos igreja.

Restauração na congregação | Pr. João Borges | Castnews Index — Castnews Index