Episódios de Podcast - Quadrangular Madame Machado

Imitadores e modelos | Pr. João Borges

27 de julho de 202647min
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Ser cristão não é uma jornada solitária. No episdio de hoje, mergulhamos em um tema essencial para o amadurecimento espiritual: Imitadores e Modelos. A partir do exemplo do apóstolo Paulo, discutimos como o Espírito Santo usa a vida de irmãos mais maduros para moldar o caráter de Cristo em nós. Falamos sobre a responsabilidade de sermos exemplos dentro de casa, no trabalho e na comunidade, especialmente para os novos na fé. Se você busca referencias reais ou sente o peso de ser um exemplo para outros, este podcast é para você. Dê o play e vamos juntos aprender a viver o Evangelho na prática!

Participantes neste episódio1
P

Pr. João Borges

HostPr.
Assuntos5
  • Ser o exemploA responsabilidade de ser um padrão para os fiéis · A importância de modelos na família e no trabalho · A igreja local como fonte de modelos · Internet como fonte de inspiração, não de modelos
  • Heresias e Problemas na Igreja de ColossosO engano de 'olhe para Jesus, não para mim' · Escândalos e medo de assumir responsabilidade como modelos · A necessidade de ver Jesus refletido nas pessoas
  • Transformação espiritualDe imitador a exemplo · A importância de modelos perseverantes e fiéis · A vida cristã como jornada comunitária
  • A Fé e a Prática CristãO papel do Espírito Santo na formação do caráter cristão · Imitação de Cristo · A importância de modelos na igreja local
  • Mentoria e Aprendizado com ExperientesAprendizado com Gil Ribeiro · Mímica e Sombra como jogos de imitação · O papel do modelo no desenvolvimento de habilidades
Transcrição5 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
PJPr. João Borges

Olá, bem-vindo ao nosso sermão da semana da Quadrangular Madame Machado. Nosso desejo é que esta mensagem edifique a sua vida e fortaleça a sua caminhada. Em nome de Jesus, amém. Todos acharam Filipenses 3? A gente vai ler daqui a pouco, mas antes disso eu queria introduzir o tema dessa palavra, porque o tema da palavra nessa noite é imitadores, imitadores e modelos. Fala comigo assim: imitadores e modelos. Quem já brincou de mímica aí?

Deixa eu ver. Já brincou de mímica? Você era bom na mímica? Quem já brincou de, como é que é o nome daquele negócio? É de, o mímico aí, como é que é o nome? O sombra. Quem já brincou de sombra? Quem já brincou de o mestre mandou? Esse é antigo, hein? Vocês não conhecem, vocês só conhecem Paulinho, vem cá, Paulinho. Paulinho, para quem não sabe, vai saber daqui a pouco, ele vai começar a integrar o Ministério de Louvor. Paulinho é baterista, um dos bons.

Amém. Aleluia! E o Paulinho começou a tocar bateria, eu acompanhei a trajetória dele. Quando ele chegou na igreja, na verdade eu conheço o Paulinho assim, eu venho, vim, não vem ao caso, né? Mas o Paulinho não tocava bateria e de repente, por algum motivo, ele começou a tocar a bateria, né? E vou fazer uma entrevista contigo rápida aqui, né? Hoje você é um baterista de sucesso, aleluia! Mas como é que você começou tocando bateria, Paulinho? De onde que surgiu esse desejo?

?Voz B

É assim, eu creio que é uma, alguma tradição de família, né, por uma questão que muitos músicos da minha família. E assim, eu tava na igreja desde o momento que eu me batizei, e assim acendeu esse desejo em mim. Comecei tocando teclado, mas vi que não era para mim, né. E aí um dia eu vi o senhor tocando, eu falei, pô, eu quero isso para mim. E aí tanto que eu pedi o senhor para me dar aula de bateria e E eu aprendi tudo que eu sei hoje graças a Deus, ao senhor que me ensinou.

PJPr. João Borges

Glória a Deus, que lindo, cara! Glória a Deus! Ele nunca me pagou por essas aulas, tô até hoje esperando receber por essas aulas aí. Então quer dizer, Paulinho, que você começou a tocar bateria porque você me viu tocando? E aí você me pediu para te ensinar. E interessante, não por coincidência, né, mas de manhã quem tocou bateria foi o Paulo, né? E eu ensinei bateria para ele também. E aí à noite, é, de manhã eu falei que ele é sabor baterista, né?

É, é, não para humilhar ele, mas ele entendeu, né? Porque ele reconhece, né? Assim como você reconhece que o teclado não é para você, ele reconhece que baterista não é o foco dele principal, né? Então tá tudo bem, né? Mas o Paulinho é baterista. E aí, quando você me pediu para tocar, Paulinho, como é que foi? Foi eu, eu ia fazendo, você ia me vendo fazer e você ia me imitando, né? E aí eu fazia uma vez, te botava, você fazia, e eu fazia, e você fazia, né?

Era exatamente esse processo, né? Então, na verdade, assim, podemos dizer que você foi fazendo mímica daquilo que eu tava fazendo. Não é verdade? Então, de alguma forma, eu fui modelo para você ali, certo? Glória a Deus! E hoje ele é um baterista muito melhor que eu, graças a Deus por isso. Não sei se você já consegue fazer assim, ó. Não consegue? Ah, então ainda não dá, não tá pronto ainda não. Pode voltar ao seu lugar. Glória a Deus, irmãos!

Por que que eu tô falando isso? Porque o tema da nossa mensagem hoje é mímica. É imitadores, imitadores e modelos. E existe um conceito na igreja que parece que esse conceito se perdeu. E eu vou te falar que tem muita gente sentada aqui hoje que você de repente conscientemente, acredito que você já esteja de alguma forma vivendo até isso, mas conscientemente você nunca parou para pensar nisso. Mas eu preciso te falar porque esse é um princípio importantíssimo da vida cristã.

E esse é um princípio muito importante, só que tem muitas pessoas que não têm essa consciência, e muitos distorceram esse princípio, o princípio da imitação. E eu vou te contar rapidinho um pouco do meu testemunho. Eu era coisa muito ruim, irmão. Quando eu era mais novo, adolescente, apesar de já estar na igreja— aí eu tenho que contar triste. Obrigado, meu amor, é verdade. Agora não vou conseguir, gente. A Carla falou que eu tenho que contar meu testemunho sério, né, gente?

Porque eu não posso contar rindo de coisas que eram feias, né? Não vai dar, amor. É porque era tão ridículo, né? Não era uma coisa assim vergonhosa no sentido— era ridículo, né? Mas enfim. Aí a minha época de rebeldia de adolescente, né? Aí eu andava, irmão, com as calças toda rasgada. Hoje calça rasgada é moda, na época era rebeldia, né? Isso há 25, 30 e poucos anos atrás. Eu rasgava as minhas calças porque eu não vendia calça rasgada, né?

Então eu rasgava minhas calças, eu desenhava as minhas calças de tribal, mas é cheio de tribal nas calças assim. Vai piorar, vai piorar. Eu usava várias correntes penduradas assim, sabe, nas calças. Usava calça caída até aqui embaixo. Eu não sei como é que a Carla conseguiu me amar. É porque ela comprou na planta, ela viu o potencial lá na frente. Andava com as calças caídas. E olha, pasmem, eu pintava a unha de preto. Misericórdia!

Isso é, não era emo não, não cheguei a esse extremo. Aquele jovem rebelde, roqueiro, todo rasgado, cheio de corrente, unha preta dentro da igreja. Igual o gadareno. Mas só que uma coisa interessante é que eu me lembro o seguinte: quanto mais as pessoas falavam mal de mim, mais me dava vontade de fazer. Quanto mais elas tentavam me ridicularizar, mais eu queria usar corrente. Para com isso, você parece um mendigo, parece um mulambo.

Unha preta, isso é coisa de endemoniado. Ah é? Aí agora eu vou pintar mesmo, mano, que eu vou fazer mesmo, que eu queria chamar atenção. Aí quanto mais me ridicularizavam, mais ridículo eu ficava. Aí aconteceu que eu fui trabalhar num lugar, e se Deus me der a graça, eu vou convidar essa pessoa para pregar aqui na igreja. Aí Deus me deu a graça de trabalhar num lugar, e esse, essa pessoa, um homem de Deus, eu fui trabalhar com ele.

Irmãos, em todo tempo que eu fui trabalhar lá, ele nunca, nenhum dia, disse para mim assim, ó, para trabalhar aqui você vai ter que tirar essas correntes. Ô João, você não tem vergonha não? Você é crente, rapaz, você é filho de pastor. Usando essa, essa ridículo. Você nunca me ridicularizou, nunca nem comentou, irmão, nem comentou, como se nada acontecesse. Mas tinha uma coisa que ele fazia: eu tava lá no computador, ele falava assim, João, tá ocupado aí?

Não, muito não. Por quê? Vamos lá na avenida comigo. Aí ele entrar, eu entrava no carro, a gente ia conversando, conversando. Aí a gente saía, ia na casa de uma pessoa, Aí almoçava junto. João, vamos ali em cima comigo, eu tenho que ir ali. Aí a gente ia andando junto e começamos a andar junto, passar tempo junto, sair junto. Sabe o que começou a acontecer comigo? Eu chegava lá com aquele monte de corrente. Aí eu lembro claramente que um dia eu tava do lado dele, aí eu fiquei em pé do lado dele assim, aí eu olhei para ele, aí eu olhei para mim Eu falei, essa corrente aqui não tá legal não.

Aí eu tirei a corrente. Aí eu já não usava mais unha preta, já tinha sido liberto. Aí ele chegou lá com sapatinho bonitinho. Eu falei, rapaz, sapato bonito, né? Cara de boa aparência, bem-sucedido, homem de Deus. Ah, quer saber? Eu vou botar um sapato mais bonitinho. Aí eu olhava para ele vestido, uma calça bonita, sempre muito elegante. Aí eu, puxa vida, essa calça rasgada aqui não tá legal não. Aí eu troquei a calça e assim eu comecei a me vestir melhor e comecei a falar diferente e comecei a ouvir músicas diferentes e comecei a me comportar diferente.

Aí ele falava assim para mim, João, vamos lá tomar um café lá em casa. Chamava eu e minha esposa, João, vamos almoçar lá em casa. Aí eu via como que eles se comportavam na mesa. Aí eu via que, puxa, essa parede que ele pintou aqui ficou bonita, hein? Puxa, eu vou fazer igual lá em casa. Minha casa tá tão feia, vou pintar minha casa também. E aquilo começou a transformar a minha vida sem nunca ele ter falado nada, apenas sendo um modelo.

E eu comecei a imitar a vida dele. Filipenses capítulo 3. Verso 17, Filipenses 3:17, diz assim: irmãos, sejam meus imitadores. Olha só, Serginho, aonde que isso se perdeu na igreja? Vamos dar uma pausa aqui. Aonde que isso se perdeu na igreja? Quantas vezes que você tem escutado pessoas que são capazes de dizer o seguinte? Aqui, deixa eu te falar, Paulo, eu quero que você me imite. Eu quero que a partir de hoje, Miguel, você seja meu imitador.

Eu quero que você imite tudo que eu fizer. Não, as pessoas elas têm dito que não olhem para Olhem para quem? Olhe para Jesus. Mas Paulo tá dizendo: ei, sejam meus imitadores, irmãos, e tende cuidado. Ou seja, observem segundo o exemplo que vocês têm em nós e também por aqueles que assim andam. Traduzindo, ele estava dizendo: ei, sejam meus imitadores também Observem no meio da igreja aqueles que têm andado igual eu ando, e vocês podem imitar eles também.

Imitem a mim, imitem aqueles na igreja que também seguem o mesmo exemplo que eu. Sejam imitadores dessas pessoas também. E a palavra imitador é literalmente, quando Paulo escreveu, ele escreveu, ele usou a palavra mímica. De onde vem a nossa palavra para o português mímica? Ele disse literalmente isso: façam mímica da minha vida. Aí surgiu o mímico, né, que imita pessoas, que faz exatamente o que alguém faz. Mas aí surgiu uma mentira, um engano, uma distorção na igreja.

E o primeiro engano que surgiu é: não olhe para mim, olhe para Jesus. Sabe por que que surgiu isso? Por dois motivos. Primeiro, pelos escândalos, e segundo, pelo medo das pessoas de assumirem o compromisso de serem o modelo de Cristo na terra. Então as pessoas começaram a dizer: não, não olha para mim não, olha para Jesus. Irmão, se as pessoas não puderem ver Jesus em você, elas vão ver aonde? Paulo tava dizendo: olha, Se você quer ver Jesus, olhe para mim.

Se você quer ser um seguidor de Jesus, siga a mim, porque quando você me vê, você vai ver Jesus na minha vida e você também vai aprender a seguir Jesus. Mas primeiro você tem que aprender a seguir pessoas. Eu falei aqui hoje de manhã que eu não corro. Tem algum corredor aqui? Alguém que corre? Cadê o Mateus? Mateus não veio hoje, né? Tá no Kids lá em cima, né? Bem que achei estranho, né? Mateus não falta, né? Mas se eu quisesse começar a correr hoje, não adiantaria, irmãos, eu olhar para o Xambouche.

Não, Xambouche não, Zambouche. Zambouche, é isso? Zambouche? Ah, vocês entenderam. Não adiantaria olhar, falar não, Eu quero começar a correr, minha referência vai ser o Usain Bolt, eu vou começar a correr igual ele. Ele corre o quê, 500 metros em 2 segundos? Eu vou correr também. Tô chutando aqui, não vai, irmão, não vai nunca. Sabe por quê? Eu não corro nem 100 metros, literalmente nem 100 metros eu corro. Se eu correr 100 metros, tá arriscado eu precisar de um balão de oxigênio.

Aí agora eu vou começar a olhar para os zembos? Não vai. Então o que que eu faço? Eu olho aqui para o Mateus. Tu corre também, Miguel? Não, né? Não, só de medo, né? Só do diabo. Aleluia! Não, do diabo tu corre? Aí ele falou: é, é. Ah, ele que corre ou tu que corre? Tu corre só do pecado. Aí sim, né? Do diabo não. Mas se eu quiser começar a correr, eu vou chamar o Mateus, porque o Mateus tá mais perto do que eu preciso do que o Zembos.

Então às vezes você fala assim: ah, eu vou seguir Jesus. Mas irmãos, é mais fácil você seguir esse irmão que tá do seu lado, que ele tá seguindo Jesus e tá mais perto de você seguir ele. Era sobre isso que Paulo tava dizendo. Então irmãos, o primeiro engano é: não olhe para mim, olhe para Jesus. Isso não é bíblico. A Bíblia diz: olhe para mim. Sabe o que a Bíblia diz? 1 Coríntios 4:16 diz o seguinte: admoesto-os, pois, que sejam meus imitadores.

Olha a responsabilidade. 1 Coríntios capítulo 11, verso 1, Paulo disse o seguinte. Ah, tava mais rápido, hein, mano? Achei que ia rapidão dessa vez, hein? 1 Coríntios 11:1. Sejam meus imitadores, meus, assim como eu sou de Cristo. Hebreus 6:12 diz: de modo que vocês não sejam negligentes, preguiçosos, mas sejam imitadores daqueles que pela fé e pela paciência herdam a promessa. A Bíblia diz: encontrem pessoas que tenham fé, pessoas que estão vivendo pelas promessas, pessoas que estão herdando as promessas, Não sejam preguiçosos, observem a vida delas e imitem essas pessoas.

Façam mímica. Se vocês também querem herdar as promessas, imitem pessoas que herdam as promessas. Então, irmãos, o segundo engano é: se você olhar para o homem, você— aí você não quer completar, né, irmão? Se você olhar para o homem, você cai. Não olhe para os homens, porque se você olhar para os homens, você vai desanimar. Quem já ouviu essa frase? É bonita, não é? Mas não é bíblica. A Bíblia diz: olhem para os homens que estão seguindo o modelo que nós deixamos, sigam eles.

E vê, ah, pastor, mas a gente não tem que olhar para cruz? Sim, a A gente olha para cruz para receber salvação, mas a gente olha para o lado para receber modelo e padrão a ser seguido. Então, irmão, ah, pastor, mas pessoas falham. Pera aí, pessoas falam sim, mas até nas falhas das pessoas você também aprende. Eu não conheço crente de outro lugar, mas eu vou te falar que essa história de não olhe para os homens Porque se você olhar para os homens, você cai.

Aqui na igreja nós não vamos falar mais isso. Eu vou propor algo diferente: olhe para os homens aqui dessa igreja, olhe para as mulheres aqui dessa igreja, porque tem padrão aqui nessa igreja. Amém. Ah, pastor, mas ele não vai errar nunca? Vai, mas você vai perceber que até mesmo se ele errar, ele vai reconhecer o seu erro, ele vai se arrepender, vai fazer o caminho de volta, vai limpar a bagunça e vai voltar para a Jesus. E até nisso, isso vai te ensinar, porque até como errar você tem que aprender.

Então você tem que aprender com os homens e mulheres que estão aqui nessa igreja. A vida cristã é feita de seguir a Jesus de forma comunitária. Ser cristão não é eu aceito a Jesus e eu sigo a Jesus sozinho, do meu jeito. Eu faço as coisas do meu jeito, eu sirvo a Deus do meu jeito, eu oro do meu jeito, eu faço tudo do meu jeito porque eu não tenho que imitar ninguém. Isso não é bíblico. A Bíblia nos ensina a imitar homens e mulheres que seguem o padrão de Cristo, e assim você vai crescendo e aprendendo.

Sabe, irmãos, existem muitas pessoas— Dani, pega para mim. Tô cheio das ilustrações hoje, né? Mas ilustrações te ajudam a entender. Deixa eu te mostrar uma coisa que tem muita gente vivendo assim. Obrigado, Dani. Deixa eu ver aqui quem é. Miguel, segura essa vassoura aí. Sabe como que tem muita gente vivendo? Um dia, irmãos, presta atenção nisso. Eu tava conversando com uma pessoa e essa pessoa começou a falar muito bem para mim, como de fato ela só falou verdades.

Na verdade, ela falou até menos do que realmente aquela pessoa foi e ainda é, sua história. E a pessoa começou a falar muito bem a respeito da pastora Dani. E ela começou a falar de tudo aquilo que a pastora Dani foi na vida dela, citou vários exemplos. Puxa, pastora Dani foi isso para mim, a pastora Dani me ensinou tanto, e a pastora Dani ela servia com tanta excelência, e ela era tão dedicada a Jesus, e ela era tão apaixonada, e ela orava pela minha vida e tal.

E começou a falar, falar, falar, falar, falar, falar. E eu, puxa, glória a Deus, meu irmão! Aleluia! Glória a Deus pela vida dela e tal. E a pessoa falou assim, ela usou a seguinte expressão: Pastora Dani foi uma inspiração para mim. Sabe o que eu falei para aquela pessoa? Puxa vida, a Pastora Dani investiu tanto na sua vida e hoje você tá desviada do evangelho? A Pastora Dani foi isso tudo para você, orou tanto por você, serviu tanto a sua vida, te ensinou tanto, e hoje você não tá seguindo aquilo que com a vida dela ela viveu para te ensinar?

Você tá longe da igreja? Então de fato você não aprendeu nada com ela. Ela foi tudo isso que você disse, mas você não aprendeu. Porque tem muita gente, irmãos, vivendo de inspiração. Tem muita gente que dizem o seguinte, ó, eu vou te dar um exemplo. Ó, de repente eu tô aqui, ó, presta atenção. Aí você tá no banco assim olhando, sabe, Léo? Puxa vida, que legal ver o Pastor João varrer na igreja, que legal, né, Léo? Fala, fala com a pessoa que tá do seu lado assim, com alguém, fala assim: puxa, o Pastor João inspira inspiração para mim varrer na igreja.

Mas você tá aí no banco, né? Ô Miguel, fala com a Isa aí, fala: puxa, como é inspirador ver o Pastor João varrendo! Você me vê varrendo aqui, é inspirador. Agora tu tá aprendendo como é que a vida cristã Esse negócio de, ai, como o Pastor João é uma inspiração para mim. Irmãos, a Bíblia não te chama para se inspirar só na vida dos outros, não. A Bíblia te chama para você ser imitador. A Bíblia te chama para imitar pessoas. Pode sentar, pode sentar, meu amigo.

Ah, pastor, então quer dizer que eu tenho que usar bota, tem que usar um relógio igual o teu, me vestir? Não, irmão, não é imitar aparência não. Até porque se fosse para imitar aparência, o Miguel nunca iria conseguir. Não é sobre, ah, então eu vou orar igual o Pastor João. Não, irmão, não é isso. Vou usar mesmo tom de voz. Isso é bobeira. Agora, imitar o exemplo, o caráter, o serviço, a dedicação. Então, irmão, se você já usou essa expressão, ah, como fulano me inspira, como Júnior, ah, o Júnior é uma inspiração para mim.

Irmão, mas isso não tá mudando a tua vida. Sabe por quê? Porque você tem que parar de se inspirar na vida do Júnior, tem que imitar ele. O que muda a tua vida não é se inspirar nas pessoas, mas é imitar as pessoas. Quem tá entendendo aí, dá glória a Deus. Não é sobre admirar, é sobre imitar. Então, irmãos, quem você tem imitado? Eu quero te perguntar agora: quais são os seus modelos? Ah, pastor, você tem um nome? Não fala não, só pensa, porque agora eu vou te falar o que você de repente nunca pensou.

Quem são os modelos da sua vida? Ah, pastor, o modelo da minha vida é a Camila Barros. Você já foi na casa dela? Você já viu ela cozinhando? Você já viu como é que ela serve o marido dela dentro de casa? Você já se encontrou com a Camila Barros fora do púlpito, comendo num restaurante, para saber como é que ela se comporta? Não, né? Não tô falando mal da Camila Barros, nem conheço ela, mas pode ser que a Camila Barros seja uma excelente pregadora no púlpito, corrupto, uma péssima mulher dentro de casa.

Eu oro a Deus para que isso não seja verdade, porque ela é uma grande mulher de Deus, né? A gente espera isso. Mas deixa eu te falar, pessoas da internet não são modelos, eles sim são inspiração. Você não pode imitar quem você não conhece de perto. Então a internet não fornece modelos. A igreja local fornece modelos. Amém. A internet fornece inspiração, a igreja fornece modelos. Escuta isso de novo: a internet fornece inspiração, mas a igreja local que fornece modelos.

Quem são seus modelos? Às vezes alguém fala assim: poxa vida, Pastor João, Ele fica até o final, né? Pastor João sai 11 horas da igreja. Sabe por quê? Porque eu imitei o meu pastor. Ah não, você, pastor, você fica até 11 horas na igreja porque você é o pastor da igreja. Não, irmão. Muitos e muitos anos de eu ter uma credencial de pastor, eu comecei a perceber, não foi, irmão? Poxa, o meu pastor Ele não sai antes de tudo terminar.

O meu pastor, ele fica até o final. Então, se ele fica, eu vou ficar, porque ele é o meu modelo. Eu quero ser um pastor igual a ele, eu quero ser alguém igual a ele. Então, se ele fica, eu fico. Se ele chega cedo para limpar a igreja, eu vou chegar cedo para limpar a igreja com ele. Se ele visita pessoas, eu vou visitar pessoas. Se ele usa o carro dele para servir, às vezes o pessoal: caramba, tem 6 pessoas dentro do teu carro, tem 7 pessoas dentro do teu carro.

Por quê? Porque eu aprendi assim. E aí você olha para o carro da Gisele, o carro dela tem mais gente do que o meu ainda. Por que que a Gisele faz isso? Porque quando ela era adolescente lá na igreja, a gente fazia isso, e a Gisele e o Douglas aprenderam assim. Então por que que a Gisele e o Douglas fazem o que fazem? Porque imitaram, e eu imitei, e eu aprendi, e hoje eu faço aquilo que eu aprendi. Por que que eu amo Jesus? Por que que eu sou apaixonado pela presença de Deus?

Porque eu vi a minha avó apaixonada pela presença de Deus. Então eu aprendi a imitar a minha avó. Então eu quero te perguntar, irmão, quem são as suas referências? O pastor que eu sou hoje, eu tenho um nome, eu tenho— olha, eu aprendi com esse pastor a ser o que eu sou. Muita coisa eu tenho aprendido agora, mas eu aprendi muito. Eu imitei, literalmente eu imitei aquele pastor. Por que que eu sou o pai hoje? Não sou perfeito, mas muito do que eu sou pai hoje, eu tenho nomes, eu tenho referências.

Eu imitei esse fulano aqui como pai. Como marido, eu imito essa pessoa aqui. Ele é o marido referência para mim. Claro, Jesus é o modelo maior, mas eu tenho modelos de maridos que eu posso seguir e aprender como que se trata uma mulher, porque eu vejo como que ele trata a esposa dele e eu imito ele. Amém ou não amém, irmãos? Quem tá entendendo aí? A gente sempre diz o seguinte, né, Rafael? A gente tava conversando esses dias, né?

Hoje de manhã a gente falou isso. Existe uma frase que é assim: Naquele momento, o que Jesus faria? Quem já ouviu essa frase? O que Jesus faria? Mas eu quero propor uma coisa diferente, que a gente comece a pensar o seguinte: o que o Paulo faria? Eu acho que fica até mais, mais fácil, fica mais prático, porque Paulo disse: sejam meus imitadores. O que o Paulo faria nessa situação? O que será que o Pastor Alexandre faria? Porque eu conheço ele, eu ando com ele, eu vejo.

Então o que ele faria eu vou imitar. Como que é a vida de oração dele? A gente tem que aprender a imitar as pessoas. A Pastora Fabíola é uma inspiração para mim. Então ela tem que passar de inspiração e passar a ser um modelo para você imitar. E aí, de repente, quando você pensar o seguinte: ah, poxa, hoje eu não vou no culto não, tô desanimado, tá frio. Aí o que que você pensa? Pastora Fabíola é o meu modelo. Será que a Pastora Fabíola vai faltar o culto hoje?

Não, né? Ela vai estar lá. Então, se ela vai estar, eu vou estar, porque eu estou imitando ela. Quem tá entendendo aí? E é assim que a gente aprende a crescer. Você sabia que tem gente aqui na igreja, aqui não, mas tem gente na igreja, em algum lugar por aí, a pessoa não cresce nunca, não se torna um cristão maduro nunca, não vira a chave nunca. Sabe por quê? Porque não tá imitando ninguém. Então identifica alguém. Você quer ser mais perseverante?

Identifica alguém perseverante e passa a imitar o os passos dele. Você quer ser pastor? Ah, pastor, meu sonho é ser pastor. Então encontre um pastor que seja modelo e passa a seguir exatamente os passos dele ou dela. Pastor, eu quero ser usado nos dons espirituais, o que que eu faço? Encontre uma pessoa que é usada nos dons espirituais E pergunta a essa pessoa: o que que você tem feito? Como que você tem buscado? Como que você aprendeu a discernir uma palavra de conhecimento?

E aí você começa a aprender e começa a imitar até que você aprende a ser um modelo. Amém, irmãos? Quem é o seu modelo de mãe cristã? Quem é o seu modelo de marido? Quem é o seu modelo de pai? Quem é o seu modelo de servo de Deus? Quem é o seu modelo de jovem solteiro? Você tem algum jovem solteiro que você imita ele, ou vocês só imitam na internet os influencers da internet? Você tem que encontrar um modelo de jovem solteiro aqui dentro da igreja e passar a imitar o que aquele jovem ou aquela jovem faz.

Anda com aquela pessoa, come com aquela pessoa, marca café com aquela pessoa, vai sair com aquela pessoa, vai passear com aquela pessoa, vê como é que aquela pessoa cultua ao Senhor. Esses dias eu tava aqui no culto falando nisso. Os líderes juniores aqui, ó, praticamente tem nenhum júnior hoje. Vamos ver o que que aconteceu hoje. Tô preocupado com meus juniores que não estão aqui hoje. Faltou muito júnior hoje, né?

?Voz B

Estranho, né?

PJPr. João Borges

Eles são muito frequentes, né? Faltou muita gente ao mesmo tempo, né, dos juniores, né? Mas esses dias eu tava aqui, Suelen, aí eu tava aqui assim, aí tinha um júnior aqui olhando para mim assim Eu vi assim que ele tava me olhando, né? Aí eu no culto eu levantei a mão, aí ele— aí eu fiz assim, vou fazer um teste, né? Aí eu abaixei a mão, aí se eu ajoelho ele ajoelha, se eu levanto a mão ele levanta a mão. Porque ele falou, de alguma forma eu quero ser igual ele, então eu tô imitando ele.

Um dia ele vai aprender quanto que ele tem que levantar a mão, mas no início a gente aprende a imitar pessoas. Isso é bíblico. Agora, o meio pelo qual o Espírito Santo gera Cristo em nós é através da imitação de outros que já têm Cristo dentro deles. Agora, não somente imitar, mas a gente tem um segundo compromisso: o compromisso de ser modelo. 1 Tessalonicenses, capítulo 1, versos 6 e 7. Diz assim, olha que coisa maravilhosa, irmão, olha isso: e vocês foram feitos nossos imitadores.

Olha aí, Sérgio, cara, eu acho lindo isso, que Paulo não tinha problema em falar isso, entendeu? Paulo, Paulo não tinha nenhum problema de falar isso publicamente. Ele dizia o seguinte: Paulo, você foi feito meu imitador. Parece que as pessoas sentem, ah não, falar isso, né? Mas Paulo não tinha problema nenhum. Paulo falou, glória a Deus que vocês imitaram a gente, os apóstolos, os pastores. Vocês nos imitaram e vocês foram feitos nossos imitadores e do Senhor.

O que que vem primeiro? O que que vem primeiro? Imitar alguém. Porque você começa imitando alguém para depois você terminar imitando a Cristo. Amém. Então ele disse: vocês foram feitos nossos imitadores e do Senhor, recebendo a palavra com muita tribulação, mas com alegria do Espírito Santo. Por quê? Porque eles imitavam Paulo. Eles viam Paulo recebendo tribulação, continuava com alegria. Então eles também imitavam Paulo, receberam com tribulação, mas continuaram alegres, seguindo o modelo que eles tinham recebido.

Mas depois de imitadores, agora no verso 7 Paulo disse o seguinte: de maneira que agora vocês se tornaram exemplos para todos os fiéis da Macedônia e da Acaia. Você entendeu o processo? Você começa imitando e se torna um exemplo. Você começa imitando alguém e depois alguém passa a te imitar. Só que você só pode ser um exemplo se você tem Boas referências que você tem imitado. Esse é o processo cristão, Bruno. Você começa imitando pessoas, e aí você aprende a imitar a Cristo.

E quando você olha, agora você é um exemplo para todos os fiéis. E aí eu quero te perguntar nessa noite, olha aqui, lembra do último batismo? Quantas pessoas se batizaram no último batismo? Quem sabe? Quantas pessoas se batizaram no último batismo? 23. Obrigado. Aí eu te pergunto, com quem que esses 23 novos crentes estão aprendendo a ser crente? Ah, com Jesus, não é com você. Esses crentes que chegaram agora, eles não sabem aqui, eles não sabem que dia que tem culto nessa igreja aqui.

Quarta, domingo e terça tem GC. Eles são novos, eles não sabem de nada. Aí eles se perguntam: tem que vir no culto todo dia? Não sei. Crente vem no culto todo dia? Não sei. Ah, deixa eu escolher alguém aqui. A Gisele. Bom, se a Gisele vier todo culto, então eu vou vir também, porque eu aprendo que tem que vir todo culto. Agora, se eu vejo a Gisele um culto sim, um culto não, um outro sim, o outro não, aí então eu vou ser um crente que vem no culto um sim, um não, porque assim que eu tenho aprendido.

O crente tem que ser dizimista? Não sei, eu cheguei agora. Tem que ser dizimista o crente, sim ou não? Gente, que amém foi esse, gente! O crente tem que ser dizimista, sim ou não? Aí os novos crentes, com quem que eles vão aprender? Ah, vão aprender com pastor pregando. Não, não, senhor. Eu prego aqui, mas eles aprendem de fato com o seu exemplo. Então assim, eles vão escolher alguém. Aliás, eles já escolheram alguém. Cada um dos 23 novos membros que se batizaram, eles já escolheram alguém.

E eu espero que seja você. Isso te conforta ou te assusta? Eu espero que aqueles crentes tenham escolhido você como referência. E aí ele vai olhar: ah, ele devolve o dízimo, puxa vida, eu também, também preciso devolver o meu, né? Ah, ele serve, ele serve, eu também preciso servir. Como que se comporta no culto? Como que um crente se comporta no culto? Eu não sei, Anderson, eu cheguei agora, eu não sei. Aí o que que eu faço? Eu olho para o Léo.

Se o Léo fica no culto assim, ó, Aí o crente que acabou de chegar vai aprender o quê? Nossa, deve ser chato esse culto, né? Porque eu fico olhando o Léo, o Léo fica entediado no culto, tadinho. Não, Léo, né, irmão? Não, né? Agora, se ele pegou o modelo de um crente pentecostal fervoroso, adorador, que chora, que levanta as mãos, que ajoelha, ele: opa, é assim que eu vou ser também! Que eu tô aprendendo com o teu modelo. Fala com esse irmão que tá do seu lado: tem pessoas aprendendo com o teu modelo.

E aí, irmão, se os próximos 23 crentes dessa igreja forem igualzinhos a você, como que você vai ser essa igreja? Vai ser top? Vai ser adoradora? Vai ser fiel? Vai ser generosa? Vai ser uma igreja constante, perseverante. Se foi igual você, com certeza, porque aqui tem só crente aleluyado. Todo novo crente precisa de um cristão no seu trabalho para aprender como que um crente se comporta no trabalho. O empresário cristão, Douglas, precisa de um modelo de um empresário cristão.

Um pai recém-cristão precisa de um modelo de um pai cristão. Um homem precisa de um exemplo de um homem cristão para que ele aprenda como que se comporta um homem cristão. Anderson, um jogador de bola que acabou de se converter precisa jogar bola contigo para ver como que um jogador cristão se comporta dentro da quadra. Aleluia! Gente, que assim, é normal o pessoal xingar palavrão quando tá jogando bola, né? É normal o pessoal sair na mão no futebol, né?

Ué, então como é que eu vou saber se não é normal? Joga bola com Anderson para você ver. Você vai ver como que um crente se comporta. Aliás, pode jogar bola com os meninos aqui da igreja também, não me envergonha não, hein? É assim, irmãos. Fala, Deus! E eu vou te falar uma coisa, presta atenção aqui. Sabe como é que teus filhos vão aprender o que que é ser um crente? É contigo dentro de casa. Eu espero que os teus filhos não tenham que aprender o modelo de crente comigo.

Vamos lá, eu posso ser uma inspiração para os seus filhos, mas nunca um modelo, porque o modelo é você. O que o seu filho vai aprender é com você. Se o filho vê que você não tem compromisso com com a obra, ele também não vai ter. Se você, pai, não é dizimista, seus filhos não serão. Se o seu filho nunca viu você em casa aqui, ó, ajoelhado orando dentro de casa, e ele bater na porta e abrir assim e falar: desculpa, pai, você tava orando, né?

Sabe o que aquilo fez? Marca. Se o seu filho nunca te vê lendo a Bíblia em casa, irmão, como é que você espera que ele leia a Bíblia? Se você que se diz ser crente não lê a Bíblia, então, irmãos, os seus filhos precisam de modelos a imitar, e essa igreja precisa de modelos. Por isso Paulo disse: Timóteo, seja o padrão para os fiéis. Ou seja, todo mundo que entrar aqui, que você seja o modelo de como que um crente tem que ser. A igreja não precisa de muitos pregadores, mas certamente precisa de muitos modelos.

Amém. Eu conheço lugares, irmãos, que as pessoas ficam no banco, elas ficam assim: ah, meu Deus, quando que vai chegar a minha vez de pregar um dia no microfone? E tem pastor que ainda fica incentivando isso ainda, né? Fica falando o seguinte: olha, Se você for fiel, um dia você vai chegar a pregar aqui. Não, esquece isso, irmão. Se quiser pregar aqui, pode me pedir que eu deixo você pregar, irmão. A igreja não precisa de muitos pregadores, não.

Aliás, eu vou te dar um conselho. Tiago diz o seguinte: não sejam muitos mestres, porque eles receberão uma dupla condenação se não forem fiéis naquilo que estão pregando. Mas a igreja não precisa de muitos pregadores, mas certamente de muitos modelos. Eu não oro para que Deus levante pregadores nessa igreja, isso é natural, mas eu oro para que Deus levante modelos nessa igreja. Eu oro para que Deus levante jovens que são dignos de ser seguidos.

Sabe, Cauã, lá no exército Dizem que o batalhão é cemitério de crente. Todo mundo que vai para o batalhão se desvia, mas os crentes lá de dentro, os novos crentes, e quem não é crente precisa ver como que se comporta um crente lá dentro, porque o evangelho precisa de ser vivido antes de ser pregado. Antes de escutar o evangelho, as pessoas precisam ver o evangelho na sua vida, e então eles vão querer escutar o evangelho. Se coloca de pé no seu lugar.

Então eu quero te perguntar nessa noite: quem são os seus modelos? Vamos lá, irmão, me diga, você tem um modelo? Diga para mim. Ei, irmão, você tem um modelo de mulher, de mãe? Quem é o modelo de mãe para você? Ah não, tem aquela mulher ali que, poxa, eu sigo ela, eu imito ela. Quem é o modelo de marido que você segue? Quem é o modelo de pai que você segue? Quem é o modelo de servo de Deus que você pode dizer no nome: olha, fulano é o meu padrão, eu sigo ele, eu imito ele, e eu tenho me esforçado para viver igual a ele?

Quem é essa pessoa na sua vida? Você tem, pastor? Olha, eu tô aqui no culto hoje, mas eu nunca tinha pensado nisso. Mas Paulo disse: olha, você foi feito meu imitador. Não eram todos, alguns. Paulo disse, Timóteo, você verdadeiramente imitou os meus passos. Será que você pode dizer isso? Olha, eu olho para trás e hoje aquela pessoa, ou aquela pessoa e aquela e aquela e aquela, eu tenho 4 pessoas que são os meus modelos, que eu imito até aquelas pessoas até hoje.

E eu tô sempre procurando modelos, pessoas que estão acima de mim, pessoas que estão além, para que eu possa imitar aquela pessoa e crescer e amadurecer. Quem são essas pessoas na sua vida? Amém, irmãos? Deixa eu te dizer uma coisa: você é um modelo para alguém. Diga para essa pessoa que tá do seu lado: você é um modelo para alguém. E aí, irmão, isso te assusta quando você pensar em vir ou não vir no culto? Pastor, eu tô com vontade de desistir.

E aí, irmão, quem tá te seguindo? Pastor, eu tô com vontade de abandonar tudo. Mas e quem tá te seguindo? Porque se você abandonar, alguém que tá te seguindo vai abandonar também. Então, irmãos, eu vou te dizer uma coisa: sabe por que que eu não abandono? Primeiro, porque eu quero minha salvação, eu amo Jesus. Mas em segundo lugar, porque eu entendo que de alguma forma eu sou modelo para muitas pessoas, e eu aprendi com pessoas que não desistiram.

Eu imito pessoas que até hoje não desistiram. Se elas não desistiram, eu estou imitando elas. Eu não vou desistir. Mas também eu olho para o lado e eu vejo que tem pessoas me seguindo, e eu também não posso desistir porque eu sou modelo para pessoas. Eu sirvo ao Senhor porque eu sou modelo para as pessoas. E é dessa forma que o cristão tem que viver. Fecha os seus olhos. Esperamos que esta palavra tenha abençoado a sua vida. Aproveite para compartilhar com alguém e leve esperança para mais corações.

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Imitadores e modelos | Pr. João Borges | Castnews Index — Castnews Index