Há um padrão curioso no setor de consultoria financeira que raramente é discutido abertamente. Um planejador financeiro no final dos trinta ou na casa dos quarenta anos tende a construir uma base de clientes de idade semelhante, assim como um Boomer na casa dos sessenta anos costuma se inclinar para um consultor que entende seu mundo a partir da experiência vivida, e não da teoria de livro-texto. Isso é natural, mas deixa uma lacuna considerável no mercado: o cliente que já construiu seu fundo de aposentadoria e agora enfrenta uma questão muito mais complicada do que "como posso poupar mais".
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