NOVA CARTEIRA DO THIAGO SALOMÃO É REVELADA; CONFIRA OS ATIVOS E COPIE (100% AUTOMÁTICO)
Carteira de ETFs do Salomao liberada! Veja os ativos que compõem o portfolio de crescimento patrimonial: https://lp.mmakers.com.br/vsl-cas01-pe-de-meia-do-salomao/?xpromo=MI-CAS01-YT-20260527-DESCRICAOEPISODIO-MM-X- - - - - - - - -#THIAGOSALOMÃO #ETF #CARTEIRA #INVESTIMENTOS #MARKETMAKERS
- Nova Carteira de ETFs de Thiago SalomãoMudança de carteira de renda para acumulação de capital · Racional para acumulação de capital a longo prazo · Uso de ETFs como veículo de investimento · Composição da carteira: 9 ETFs e 1 BDR de ETF · Thiago Salomão · Laís Costa
- Diferença entre carteira de renda e acumulação de capitalMaximização do tempo de investimento · Geração de liquidez vs. retorno menor · Tempo contando a favor do investidor · Laís Costa
- Estratégia de PortfólioFoco na diversificação de risco em vez de retorno · Hierarchical Risk Parity (HRP) · Matriz de covariância e suas limitações · Separação de ativos por comportamento (clustering) · Índices como input para o modelo · Laís Costa
- Composição da carteira e ativos específicosOuro como proteção de capital e variação cambial · Descorrelação em momentos de aversão a risco · Inflação curta e longa · Renda fixa Brasil e Estados Unidos · Ações brasileiras, americanas e mundo · Crédito privado · Criptoativos (1%) · Mercado imobiliário global · Ouro
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Olá, olá! Se você está aqui com a gente nessa noite, provavelmente você se inscreveu para acompanhar o que nós vamos apresentar. Mas se você, por acaso, cruzou com esse vídeo por aí e não estava inscrito, fique aí, porque hoje, certamente, você vai ganhar muitas informações relevantes para os seus investimentos. A gente está junto aqui, Market Makers e Empiricus, para apresentar a nova carteira de ETFs de Tiago Salomão, que está com a gente também.
Numa posição diferente hoje, né, Saloma? Eu tô na mesma posição, mas com um cargo diferente. Ao invés de entrevistar, vou ser entrevistado. Que legal. É a primeira vez que você dá uma entrevista assim aqui no seu próprio ambiente? Não, aqui é a primeira vez. Mas, pô, vai ser por um bom motivo, né? Vamos mostrar o que a gente tá fazendo com a nossa carteira de investimentos. E com a gente também, a Laís Costa, que é responsável pela análise de fundos da Empiricus. Oi, Laís, boa noite. Boa noite, tudo bom, pessoal? Muito bom estar aqui.
Importante, só estamos aqui por causa da Laís, porque ela fez todo o estudo para chegar nessa minha nova carteira de investimentos. Ela é a engenheira dessa nova carteira de investimentos. Então eu queria começar, e aí você que está nos acompanhando pode mandar suas considerações e suas perguntas.
E eu queria começar, Salomão, falando com você, porque ao longo da divulgação até desse dia em que você ia falar sobre a carteira, falar sobre essa mudança, a gente falou muito sobre um insight que você teve sobre a sua própria vida, que se reflete nos seus investimentos. Isso. Bom, meu querido Lepo, Laís, obrigado por estar aqui, por ajudar a montar esse projeto. Um tempo atrás eu tenho minha carteira pessoal de investimentos.
E eu montei essa carteira, eu tenho basicamente todo o meu dinheiro investido nos fundos de ações do Market Makers, mas eu tinha uma parte da carteira concentrada em ativos geradores de renda.
E até numa conversa com um consultor amigo meu, a gente estava falando sobre isso, ele falou, poxa, mas já parou para pensar que não faz muito sentido você ter uma carteira de renda no momento em que você já vive de renda, você já tem uma empresa que você recebe um salário, recebe até o resultado da empresa, já que eu sou o maior acionista do Market Makers. Então, em tese, uma carteira de renda faria sentido se você não tivesse renda.
Então, seria muito melhor você ter uma carteira onde você vai ter uma acumulação de capital para lá no futuro, daqui 20, 30, 40 anos, quando você for parar de trabalhar, aí sim você pode usufruir de uma carteira de renda. E aí eu pensei, poxa, mas por que então eu devo mudar essa carteira? E o racional é muito simples, se eu não vou precisar da renda agora, só vou precisar dela daqui 30 anos, 40 anos...
O que deve valorizar mais em termos de patrimônio, em termos de acumulação de capital? O que vai ter uma possibilidade maior de valorização? Uma carteira só de ativos geradores de renda, em tese são ativos mais defensivos, ativos que já estão maduros e entregam parte desse resultado para os seus cotistas.
ou uma carteira onde você busca de fato essa acumulação de capital. Então está exposta a ativos no mundo todo, ativos ligados à inflação, enfim, um portfólio diversificado, um portfólio que basicamente vai buscar crescimento. Obviamente o segundo cenário é o melhor, e aí também a maneira como a gente montou essa carteira, e por isso que entra a Laís na história,
A melhor maneira, o melhor veículo para isso, a gente já tem falado muito isso no Market Makers, está ligado aos ETFs. São produtos onde você já consegue uma diversificação propriamente da natureza do ETF, que já é um produto naturalmente diversificado e também no lado de custos. E quando você olha para um resultado de longuíssimo prazo...
o valor que você paga por essa operação, o custo que você paga nessa operação, acaba tendo um resultado muito significativo no desempenho final dessa carteira. Então aí chegamos num portfólio de, ao todo, nove ETFs e um BDR de ETF. Mas aí acho que até melhor a Laís explicar como é que foi essa metodologia. Mas aí o recado para quem está vendo essa live é...
A gente vai liberar essa carteira para vocês e também vai mostrar como você pode copiar essa carteira de maneira totalmente automatizada. Então você consegue, com um único botão, você replicar todo esse portfólio para você mesmo. Então se gostar dessa estratégia fizer sentido para você também, você poder seguir essa carteira com apenas um clique.
É legal só falar para quem está nos acompanhando que, de fato, nós não estamos vendendo nada. As pessoas veem esse tipo de live e falam, ah, eles vão vender alguma coisa. Não estamos vendendo absolutamente nada. É apenas e tão somente isso que o Salomão acabou de falar, né? A gente vai explicar um pouco, a Laís vai explicar um pouco do racional por trás dessa carteira. Se ela fizer sentido para você, você vai ter aí o link para poder copiá-la e poder também fazer o seu investimento a partir dessa carteira do Salomão.
gratuitamente, sem ter nenhum custo a mais pra você seguir a carteira. Laís, antes da gente falar da composição da carteira, queria só que você desse uma palhinha pra quem tá assistindo a gente e que tá querendo entender...
tecnicamente, qual é a diferença entre essa carteira, que é uma carteira de renda, e essa carteira de acumulação de capital? Qual que é a diferença nessas composições? O que você pensa quando vai falar, quando vai fazer essa mudança?
Quando você pensa em acumulação de capital, você tem que tentar maximizar o tempo em que aquele capital está investido da melhor forma possível. Então, sim, você tem que usar da engenharia de alocação de capital o maior tempo possível para que essa engenharia atue sobre o tempo.
Então, a ideia de você sair dessa parte de renda, que basicamente é algo que vai gerar liquidez para você, e quando você gera liquidez, necessariamente você gera algo que vai ter um retorno menor, então isso vira caixa, eventualmente você vai ter que buscar novamente uma forma de...
de alocação e possivelmente sugere pagamento de imposto, enfim, corretagem, várias coisas que vão cobrando pedágios aí no caminho para algo que de forma mais otimizada possível deixa o dinheiro no risco mais tempo possível para que ele consiga render isso. Então você acha que essa é a principal diferença entre você ter uma estratégia de acumulação de capital para uma estratégia de renda. Então você ter sempre o tempo contando ao seu favor, a maior parte do tempo.
e aí quando a gente começou a conversa o Solomão me chamou e falou, Laís, olha essa é a ideia, como é que eu faço isso qual que seria, o que você me recomendaria por onde você partiria, né e aí eu falei assim olha, a gente tem alguns estudos que a gente tem desenvolvido aqui na área de fundos principalmente na parte dessa alocação de capital porque eu acho assim qualquer pessoa que ela ou não deixá-se
vai começar a investir e aí ela pensa em montar um portfólio, se você não tem essa ideia por trás de qual que é o modelo de alocação, como que você constrói, eu acho que a primeira coisa que ela busca, mesmo que no inconsciente dela, é quais são os ativos que vão mais subir? É essa a resposta que eu quero ter pra colocar meu capital no longo prazo. Então, assim, o que vai subir mais? Que implicitamente você está querendo estimar o retorno futuro.
O problema é que, assim, quando você olha para os maiores investidores mundiais, globais, não é essa a pergunta que eles estão procurando responder.
E por quê? Porque parece meio óbvio você procurar essa resposta. Mas basicamente porque o futuro é impenetrável. Então eu não vou conseguir saber quem vai subir mais ou quem vai cair mais. Eu não consigo, é impossível. E aí você vai para a área estatística de como estimar o retorno futuro. E quando você tenta estimar retorno...
Você precisa matematicamente ter uma série histórica absurdamente longa para que você tenha um nível de confiança, vamos dizer, acima de 95%, que seria algo que você deveria estar procurando quando você quer fazer uma alocação robusta. Então, é muito difícil você buscar essa otimização, essa estimação de retorno.
Então, quando eu falei com o Salomão, eu falei assim, olha, o que a gente tem de mais moderno aqui em alocação de portfólio? O que quem está no limiar do conhecimento tem feito hoje? Então, você sai desse foco do retorno em si e você vai para o foco de diversificação de risco. Porque, basicamente, para você ter ganho, você precisa tomar risco. Não existe uma coisa sem ter a outra. Então, você precisa tomar risco. Então, como que eu diversifico o meu risco de modo com que...
eu consiga construir um portfólio que seja robusto o suficiente no longo prazo, que me dê a consistência de retorno que eu preciso para fazer esse acúmulo de capital. E aí você parte para os modelos de alocação que existem, né? Você tem diversos modelos de alocação.
Os mais tradicionais, eles passam muito por uma coisa um pouco mais técnica, mas chamam de matriz de covariância, né? E aí, assim, o que essa matriz, geralmente, ela busca responder, né? Ela quer saber, assim, olha, quando o dólar sobe, o que acontece com os juros? Ah, se a bolsa subir, o dólar sempre cai no mesmo dia? Ela quer explicar isso, então ela faz essas correlações entre...
diversos ativos, entre pares diversas vezes. Qual que é o problema disso, desse tipo de modelo de alocação? Primeiro é que justamente você tem uma quantidade de interações enorme, porque você vai pegar vários tipos de ativos, você tem infinitos ativos praticamente, e aí você vai ter que calcular essa interação em todos os ativos, e ele obviamente assume que as interações passadas vão ser as mesmas interações futuras.
Então, quando você vai para a Markowitz, essas formas de alocação dessa forma, essa matriz cresce quadraticamente e você acaba aumentando o seu erro estatístico. O que os gestores hoje de multipódios lá fora, o que eles buscam? Eles buscam justamente maximizar essa consistência, esse sharp entre diversos vetores de risco.
Então, a gente procurou começar essa parte de alocação aplicando um modelo de aplicação, um modelo de otimização de postfólio que chama Hierarchical Risk Parit. E é basicamente quando você...
você procura, você usa a matriz de covariance, todos usam, né? Mas você procura entender o comportamento do ativo e separar os ativos por comportamento. Então, eu não vou separar o que é renda variável do que é renda fixa. Não é assim. Eu quero entender, assim, entre todos os ativos...
Inclusive renda fixa, inclusive renda variável, inclusive comodos, inclusive moedas, tudo. Quem se comporta parecidamente? É meio que você tentar montar uma árvore genealógica aqui dos seus ativos. E é aí, só desculpa a interrupção, mas é aí que entra essas diferenciações que você faz de inflação curta e longa, o que é renda fixa Brasil e o que é Estados Unidos, ações, crédito privado. É nesse lugar que essas variações vão começar a pipocar ali pra você?
É, eu vou colocar os índices que representam essas classes como o meu primeiro input do modelo. Tá. Então, vamos falar de Bolsa Brasil. Então, eu vou botar o índice do Ibovespa, não necessariamente o ETF, porque o ETF já é o produto derivado desse índice. Então, primeiro eu pego o índice, o que seria de referência daquela classe de ativo. E eu vou colocando várias, porque existem diversas formas de você tomar risco diferente, né?
Então, eu vou colocando todos esses índices e jogo como input para o modelo. E aí ele vai gerar esses clusters.
Bom, deixa eu ver se eu fiz uma lição de casa aqui. Vamos ver se eu estou certo. Salomão, você também me corrija. Mas me parece que dentro dessa carteira a gente vai encontrar inflação curta e longa, como eu falei agora há pouco, renda fixa Brasil e Estados Unidos, ações brasileiras, americanas e mundo, crédito privado, ouro, criptoativos e mercado imobiliário global. Vou destacar alguns que me chamaram a atenção aqui e podem ter chamado a atenção também de quem está nos assistindo. Ouro.
Porque existe uma justificativa específica para que essa carteira tenha ouro na composição? Até antes da Laís responder tecnicamente, o racional bem simples da carteira que eu falei para a Laís é eu quero um portfólio diversificado em que eu tenha que mexer o mínimo possível nele pelos próximos 20 ou 30 anos. Para daqui 20, 30 anos.
eu pensar o que eu vou fazer com esse dinheiro. Obviamente, se tiver alguma coisa estruturalmente muito importante, force uma mudança, que a Laís vai também tomar essa decisão, aí a gente pode pensar. Mas o racional dela é, eu não quero ficar fazendo trading com essa carteira, eu quero ter a carteira, a coisa mais previsível possível, não em termos de resultado, mas em termos de...
composição de carteira. Talvez até a gente faça um rebalanceamento, conforme os pesos vão se alterando, mas a ideia é que tenha muito menos trading e algo muito mais estrutural. Bom, é isso. E até por isso, acho que tem poucos, relativamente poucos ativos, né? São 10 inicialmente, é isso?
É, são 10 ativos. Esse modelo de alocação prevê justamente isso, né? Porque ele é muito mais estável no tempo. Então, realmente, mesmo você aplicando o modelo sucessivamente, você teria um rebalanceamento que é pequeno, mas anual no máximo, né? Um ou dois anos você teria uma modificação ali nesses percentuais. Então, a ideia é ele ser, ele buscar ser mais estável mesmo, né? Igual o Salomão pediu.
É, mas voltando pra sua pergunta do ouro. Antes de responder, só queria, ó, passamos mais de mil pessoas somando YouTube e Instagram, então valeu aí pra quem tá vendo pelo Instagram, pra quem tá vendo pelo YouTube. E só no YouTube tem lá também o link lá da carteira ali na descrição.
E mandar um abraço especial, muita gente aqui ao vivo. Mas eu já deixo até o comentário, o Rafael Mendes. Rafael Mendes foi o consultor com quem eu conversei e ele me fez essa provocação do, poxa, você é um cara tão bem informado com uma carteira de renda, por que você nunca parou de pensar em ter uma carteira mais de longo prazo? Ele está aqui falando, excelente movimento, Salomano, e parabéns por se posicionar. Então valeu, Rafael, uma provocação que acabou virando essa grande ideia.
Que legal. E aí, lembrando a você que está nos assistindo, se você quiser copiar esta carteira, você pode copiar a carteira do Salomão. Está aí na descrição do vídeo. Daqui a pouco a gente vai mostrar como você consegue fazer isso e ativar a carteira em um clique. É muito simples. Daqui a pouquinho a gente vai mostrar para você. Ah, olha só, tem o QR Code. O Renanzinho está me avisando. Tem o QR Code na tela também. Então tem na descrição o link, mas tem também o QR Code na tela da carteira do Salomão.
que a gente está chamando de carteira Market Makers de ETF. Então é assim que você vai encontrar ela. Vou até corrigir essa nomenclatura para você não se confundir. Carteira Market Makers de ETF é assim que você vai encontrar ela lá no link que você vai clicar e também lá no QR Code. A gente estava falando de ouro, né?
É, assim, a gente... Os pesos e a seleção dos grandes grupos, ela foi, na verdade, derivada do modelo de alocação, né? Do HRC, né? Vou falar em letras, que às vezes é mais fácil do que a gente...
A gente falar a sigla toda junta, né? Mas, assim, historicamente o ouro tem uma questão de proteção de capital. Você tem uma questão que o ouro também na carteira é um ouro com variação cambial. Então, você tem uma questão da própria variação cambial aqui que também protege.
tanto pelo risco local, então você tem risco local de risco, país emergente como um todo, ciclos políticos, várias questões idiosicráticas de mercados emergentes, como você tem a questão inflacionária também, que o ouro também é uma boa correção, e também ele descorrelaciona em momentos de aversão a risco. Então, ele é esse defensivo ali da carteira, mais que...
Ele é muito importante, a contribuição de retorno dele no longo prazo para a consistência da carteira é muito alta. Então faz sentido você ter esse percentual ali de ouro na carteira. Bom, e aí, das informações da minha lição de casa aqui, tem um backtest que deu um CDI de mais 3% ao ano ao longo de 7 anos. E aí na janela 2019-2026, né?
É, aí no backtest, alguns pontos que eu acho que são importantes. De fato, o retorno anualizado, ele deu CDI mais 3, né? Ou seja, o CDI do período mais 3% ao ano anualizado, não é? É no final dos 3 anos, é todos os anos. Todos os anos deu CDI mais 3. É, um excesso de retorno de 3% em relação ao CDI.
Aí, por que ele tem um backtest curto? Porque, para ser conservador em relação ao backtest, eu não usei os índices que eu usei para me cuspir o modelo de alocação. Eu usei o próprio ETF. Por quê? Porque existe uma diferença entre o ETF e o índice. Os ETFs, eles seguem os índices próprios.
que às vezes não são exatamente o índice que eu estou usando aqui no meu portfólio. Então, eu precisava também testar para entender se o comportamento do ativo que, de fato, a gente quer alocar dinheiro, se ele é compatível ou não com o índice que eu fiz o modelo teórico, certo? Então, por causa disso, ele é mais curto. Então, assim, tem ETF...
O ETF mais curto é o início dessa minha carteira, para que ela seja mais fidedigna. E aí a carteira tem o rebalanceamento mensal, esse backtest, o rebalanceamento mensal, já com esses ativos investíveis. Bom, tem perguntas aqui. O João Vitor perguntou o seguinte. Se eu entrar na carteira automatizada, eu tenho o mesmo retorno que o Salomão? É isso?
É exatamente o mesmo retorno. Exatamente o mesmo. Exatamente. Quer dizer, a carteira automatizada vai, de fato, replicar esse portfólio que você criou para o Salomão. Exatamente. E você vai poder fazer isso através de um clique. Antes da gente continuar aqui, tem um vídeo já?
Vou colocar o vídeo, aproveitar que a nossa audiência está alta para mostrar o videozinho. Coloca o vídeo lá para a gente, Renanzinho. Como investir no pé de meia do Salomão. 1. Abra o aplicativo BTG Investimentos. 2. Selecione Investir. 3. Selecione Renda Variável. 4. Selecione a carteira do Market Makers. 5. Clique em Investir. Pronto! Agora é seguir as orientações e escolher o valor a ser investido.
Mas cinco cliques muito fáceis também, né? E com um clique só você já compra a carteira inteira e segue a vida, né? É isso. Porque também, além de comprar, além de replicar a carteira, quando a carteira tiver um rebalanceamento, ela já vai também fazer ali automaticamente. Então, até por isso o nome, carteira automatizada, você já...
Ou seja, se daqui a um mês a Laís faz um rebalanceamento na carteira, isso já se replica na carteira das pessoas que aderiram ali. É, acho que são dois rebalanceamentos. Tanto o rebalanceamento que pode vir, obviamente, através do modelo, um rebalanceamento de modelo, então, digamos, a gente tem 6% em ouro, esse percentual pode passar a ser 6,5 ou 5,5 no ano que vem, coisa nesse sentido.
como você tem o rebalanceamento do movimento de mercado, né? Que você paga imposto na física, que tem... Gasta tempo, imposto, enfim. É bastante coisa chata de você operacionalizar mesmo. E a carteira automatizada faz pra você, né? Tem uma eficiência muito grande aí.
Ó, mais uma pergunta aqui, vou reforçar isso. O Andy Pensador no YouTube pergunta qual é o custo da carteira automatizada? Qual é o custo, Salomão? Fala pra ele. O custo tá ali, ó, 0,800. É o custo de você clicar no botão... É um total de zero reais. Obviamente tem como todo custo operacional de alguma operação na bolsa, mas a contratação da carteira... O acesso à carteira é...
O único custo é, caso você não tenha a conta no BTG, vai ter o custo de abrir a conta no BTG para você fazer tudo, que também é de graça, mas vai custar um pouquinho a mais do seu tempo. Vai ser um pouquinho mais do que 5 cliques. Vai ser 5 minutos a mais. É isso. Muito bom. Enfim, aí aqui, acho que o backtest...
que você apresenta, é muito legal, né? Porque quando a gente faz uma projeção ali, em 20 anos, a ideia desse lucro adicional de 3% ao ano em relação ao CDI, dá um resultado final, primeiro, 80% maior, né? Quer dizer, é quase o dobro do que só aplicando no CDI, que hoje virou, assim, um valor de referência, porque a gente está com o CDI muito alto, então as pessoas querem saber se bate ou não bate o CDI. Nesse caso, tem um resultado bastante superior, né?
É, e ele reflete o seu custo de oportunidade também, né? Então, por isso que, mesmo que acontecesse alguma coisa, a gente tivesse um CD muito baixo nos próximos muitos anos, né? Ele ainda seria a sua referência de custo de oportunidade, né? Então, por isso que, no final das contas, né? Do modelo, da alocação, dos pesos em tudo, você tem que embutir ali sempre a...
esse seu custo de oportunidade, ou seja, não adianta você ter um modelo perfeito que não bateria o CDI, porque a gente está nessa realidade brasileira, seu custo de oportunidade é ele. E até por isso, só nessa breve participação da Laís, a gente percebe, porque foi tão importante ela na composição dessa carteira, além de todo o conhecimento técnico que ela tem na escolha dos ativos, é também nessa capacidade de transformar tudo isso num modelo estatístico que você chega de fato a uma conclusão...
É inquestionável, né? Você está ali lidando totalmente com os números, com os resultados ali para chegar na composição do portfólio. E aí só lembrando que é gratuito e... Ah, olha só. Mais uma pergunta que chegou, perdão.
Qual o custo, ok. E se já responder... Ah, o IR. As pessoas estão perguntando sobre o imposto de renda pra quem tem uma carteira automatizada. Incide IR sobre ela, você sabe dizer, Laís? Incide, mas eu não tenho muita certeza. Como que é feito? Eu não tenho muita certeza. Porque, né, tendo ganho de capital, obviamente, você vai ter, né? Mas é uma boa pergunta. Vamos levantar. Auro Andrade, que fez a pergunta, é uma boa pergunta. A gente vai levantar pra responder.
E aí alguém falando assim, não existe almoço grátis, você sempre fala isso, né? Nesse caso, é um jantar praticamente grátis, né? Sei lá, talvez se a carteira de fato fizer sentido para esse investidor ou investidora, ele ficar muito feliz com isso, quiser mandar um presente fim de ano para a gente, ele é market maker, você pode mandar. Mas assim, de fato, o racional dela é muito simples. A gente acredita muito no potencial...
de educação que o Market Makers tem, através das conversas que a gente faz, através das entrevistas. A gente aprende muito com os convidados que vêm aqui no podcast. E é muito gratificante poder ajudar as pessoas. E quando eu cheguei à conclusão dessa mudança na minha carteira pessoal, e de fato ela estava...
ser incompatível com a minha realidade, eu pensei, poxa, se eu que estou aqui tão inserido no mercado financeiro, vivenciando isso, cheguei a uma conclusão dessa que talvez eu precisaria mudar a carteira,
Será que tem muito mais pessoas que, assim como eu, estão no estágio da vida, que estão muito mais distantes de se aposentar do que de continuar trabalhando, ainda tem uma longa vida profissional pela frente e não precisa viver de uma renda extra, já que ela tem essa renda ao longo do dia? Se ela tiver esse raciocínio simples, ela já vai perceber que é muito melhor você ter uma carteira de acumulação de capital do que propriamente uma carteira de renda.
que traz aquele conforto ali, né? Te traz aquela tranquilidade. Poxa, está caindo uma renda todo mês. É gostoso ver lá o dinheiro cair, mas não é tão eficiente quanto você ter uma carteira que vai, de fato, te entregar o que você vai precisar no futuro.
O ponto aí é, não é que a carteira de renda é ruim, ela está errada, não tem que investir, mas para quem não precisa dessa renda agora, porque já tem a renda do seu próprio trabalho e vai usufruir disso só no futuro, existe uma maneira muito melhor de você investir seu dinheiro. Então, como eu percebi isso, e a Laís chegou nessa conclusão através desse portfólio que eu vou seguir,
imagina quantas pessoas que talvez estariam nesse mesmo estágio e gostariam de seguir isso. Então é um pouco mais altruísta, porém parte do princípio máximo do Market Makers que é ajudar as pessoas a serem melhores pessoas. E isso passa por ser mais inteligente, ter mais conteúdo, ter mais bagagem intelectual e ter melhores decisões de investimento.
E fazer uma boa leitura do seu momento de vida. Que eu acho que no fim foi isso que motivou tudo. Você conseguiu fazer uma boa leitura do seu momento de vida e investir a partir disso, né? Exato. Estou ali perto dos meus 40 anos. É chato quando está chegando perto dos 40 anos. Você tem que falar que é quase 40, não tem mais o número. Mas, de fato, eu imagino que eu vou continuar fazendo esse... Vou continuar trabalhando pelos próximos 20, 30, 40 anos.
Não sei, mas não vai ser no curto prazo que eu vou parar. Não sei, mas não vai ser no curto prazo que eu vou parar.
Até porque eu gosto muito do que eu faço. Talvez mesmo que eu atinja uma independência financeira, eu ainda quero continuar fazendo isso. Mas tudo mais constante faz muito mais sentido no meu estágio de vida eu ter uma carteira de acumulação de capital do que ter uma carteira de renda. Legal.
Olha, tem gente perguntando como ter acesso aos ETFs que estão na carteira. É só você acessar via QR Code, tá? QR Code está aparecendo aqui na tela. Aí, ó. Aqui na tela, o QR Code. Você acessa o QR Code ou tem o link na descrição do vídeo, você consegue acessar todos os ETFs. São 10 ativos, é isso? São 10 ativos que estão na carteira do Salomão. Então, você consegue acessar a partir desse link.
Mais perguntas que estão chegando aqui, olha só, tem bastante coisa. Tem uma pergunta bem técnica, Laís. Vamos ver se a gente consegue ajudar esse nosso espectador. Esse retorno de CDI, mais 3%, foi levando em consideração o custo de corretagem nas realocações ao longo do tempo? Sim.
Caso não tenha sido considerado, qual seria o alfa frente ao CDI? Então, foi considerado. Sim, foi considerado. A gente colocou realmente premissas bem conservadoras e o mais próximo possível...
do que é factível mesmo, do que dá para fazer, não do que é o teórico. Justamente para você balizar melhor essa expectativa do investidor. Então, por isso que ele é mais curto, ele não está com histórico tão grande. Por isso que o retorno aqui mostrar também é anualizado, não é o retorno acumulado em três anos para ficar aquele número inflado, enfim. Tudo isso foi considerado aqui.
Tá aí, então, respondida a questão. Quer complementar? Não, na página que a gente divulga, o passo a passo, que você muito bem narrou, passo a passo ali em vídeo, mas na página onde tem o QR Code, que você consegue ver a carteira composta, ver o passo a passo para chegar lá na carteira, tem algumas perguntas, dúvidas frequentes que chegaram. Então vale a pena reforçar aqui para quem está ouvindo e não viu a página.
O valor mínimo para investir na carteira automatizada é R$10 mil. O motivo é para você entrar nesses ativos. Você precisa ter um capital mínimo ali para você poder fazer a alocação no mercado. Precisa ter conta no BTG para acessar a carteira? Sim. Para acessar a carteira automatizada, sim. A abertura de conta é gratuito, você faz tudo digital. E você pode...
montar a carteira por conta própria, fora do BTG. Mas aí você vai ter que comprar ativo por ativo, não vai ter o rebalanceamento automático dos ativos. Então, para contratar a carteira automatizada, que é um serviço gratuito, tem que ser pela plataforma do BTG. Senão, você vai ter que montar por conta própria e fazer os resgates. É os rebalanceamentos.
E aí só respondendo a pergunta que a gente ficou devendo a resposta, o IR é 15% sobre o ganho de capital. Então é esse o IR que você paga a partir dessa aplicação.
É que talvez a pergunta dele seria no caso dos rebalanceamentos. Quando que incide. Ah, não, essa pergunta é anterior. É a anterior que a gente ficou devendo a resposta. Essa do rebalanceamento acho que a gente fez, né? Ah, não, é que o 15% IR eu acho que a pessoa sabia. O que talvez ela queria saber é se o IR incidia a cada rebalanceamento. Tá, vamos ver. Por favor, se for isso, comente novamente que a gente continua respondendo.
Bom, e aí também uma coisa importante até que traz um pouco, não é um fator importante para quem tem uma carteira de horizonte de 20, 30 anos, mas sim, todos esses ETFs, eles são negociados em Bolsa. Então, tem liquidez diária. Caso você queira... Se a resgatar, consegue. Você, cada um tem o seu volume médio diário negociado, mas todos têm liquidez diária. Então, são ativos negociados em Bolsa na plataforma da B3. Enfim, você consegue...
Da mesma forma que você compra, você também vende ali de maneira rápida. Laís, alguma pergunta que eu não fiz e que é essencial que seja respondida? Acho que não. Acho que a gente passou por toda a parte técnica. O restante está tudo lá na página. E quem quiser consultar a carteira também vai poder, de repente, dissecar um pouco mais os ativos. No relatório, inclusive, tem o descritivo de cada um dos ativos.
Acho que vale a gente falar que, assim, embora a carteira é feita para ser estável, a ideia dela é não ficar rodando, então não gerar esses custos adicionais e visa de fato longo prazo, enfim, ela ter feito isso, ela tem acompanhamento mensal, né? Então, se tem um acompanhamento relatório mensal, a gente vai mostrar a atribuição de performance dela, então não é que ela vai ser esquecida, ela vai ser acompanhada.
É, e acho que talvez é importante mencionar isso, mas o ponto mais legal é quem for ver essa live amanhã, no dia seguinte, no mês seguinte, no ano seguinte, ainda vai estar valendo a pena, porque é um portfólio realmente para longo prazo.
E mesmo que mude toda a carteira, na hora de contratar a carteira automatizada, ele já vai ter esse portfólio atualizado. Legal. Chegou uma pergunta boa que eu vou deixar para você responder por último. Mas... Já vou até lendo ela aqui para me preparar.
Enquanto isso, olha, o Bruno pergunta, Salomão, sobre a carteira PEDMEA, qual foi o critério técnico para a escolha de cada ETF, principalmente como você definiu o peso e a porcentagem de cada um na alocação? Vou responder por ele, só porque a gente já falou um pouco dos critérios e quem fez essa escolha e definiu o peso e porcentagem foi a Laís.
Então a minha resposta é isso. Foi a Anaísa. Os percentuais são através do RERC, então o modelo mostra isso. E já o picking do ETF, a gente usa a avaliação do produto ETF, como a gente faz lá na nossa série Melhores Fundos. Então você tem que considerar o custo do ETF, o tracking error em relação ao índice. Então quanto que ele...
quanto que ele desvia do índice que ele se propõe a fazer, e aí você olha acumulado, você olha em janelas móveis, tem várias formas de você olhar para você de fato entender se aquele ETF te entrega o que ele propõe entregar, é volume de negociação diária, volume de...
PL do fundo e volume de negociação diária também, porque isso pode também causar distorções. Então são alguns critérios de análise de fundos listados mesmo que a gente coloca, olha todos que tem disponíveis e vê quais são os produtos que são melhores para pegar exatamente aquele vetor. Às vezes também um ETF, ele também tem um track record pequeno em relação ao seu índice, mas um índice é um pouco melhor do que o outro quando a gente olha em questão de longo prazo, de onde você gostaria de pegar essa exposição.
Então, a gente levou diversos critérios em consideração na hora de fazer esse pique. Legal. Mais uma pergunta. A gente tem que fazer a carteira completa? Isso é, vamos supor que eu já tenho algum ETF em outra corretora? Pergunta o Fernando.
Ele tem duas opções. Ou ele contrata a carteira inteira, através de um botão pelo BTG, ou ele monta a carteira do jeito que ele quer. Não tem o quarteirão com queijo sem queijo. A carteira é automatizada justamente para facilitar todo esse processo. Eu acho que se fosse recomendar para ele até por facilidade...
Se ele gostou da carteira inteira, ele contrata ela e a posição que ele tem individual, ele vende para fazer outro uso desse dinheiro. Ou então, ele vai comprar ativo por ativo e manter aquela posição que ele tem em outra corretora, mas não é muito prático.
Mas a contratação da carteira automatizada é a carteira inteira e ela automaticamente já vai fazendo as suas atualizações. É isso, Fernando. Ele complementou a pergunta agora, falando se eu quiser vender um ou outro ETF ao longo do tempo, como fica? Na verdade, não. Ou você tem a carteira toda, que é o portfólio completo, ou aí você tem que fazer individualmente mesmo. Aí, teremos acesso aos ativos dessa carteira, mesmo não automatizando?
saber quais são os ativos. Os ativos estão lá. Assim como já está ali na página. Já está disponível na página. Já está disponível nessa página que está aqui no QR Code e também na descrição. Antes da gente encerrar, eu ia fazer a última pergunta. E chegou só, acho que tem uma pergunta aqui. É que já está, a Laís já meio que respondeu na resposta de ouro.
Acho que vale a pena, né? Porque o pessoal se apega um pouco aos percentuais. Não falou, por que apenas 1% de cripto? A Lays pode responder melhor, mas é o que o modelo entregou, né? Dentro de todo estudo, é o que o modelo mostra que é a melhor composição de portfólio. É, quando você está tentando maximizar a consistência da carteira, quando você olha para o risco...
obviamente você tem um risco maior que a medida ali através de volatilidade, drawdown, tem algumas métricas. Então ele é penalizado nesse sentido. Então esse modelo, naturalmente, ele cuspiria um percentual menor, né? E aí, para ser muito honesto, ele cuspiu acho que 0,94, 95, né? E aí a gente arredondou para uma. Para um por cento. Acho que a única interferência que eu tive foi manter a carteira com os pesos o mais próximo do arredondado possível.
e ter um número redondo ali de ativos, não muito grande, também algo que as pessoas já pudessem ver para não ficar também um super portfólio de 15, 20 ativos. Então aí a gente chegou nesse formato um pouco mais...
E dado que o ETF tem essa questão, né, Salomão, de já ser um basket de ativos, então, na verdade, o número de ativos que você está comprando aqui dentro é muito maior do que 10. Então também não faz muito sentido você ter um basket de ETF infinito, porque quantos ativos tem no S&P 500? 500! Se for pensar, a gente tem milhares de ativos. E aí você sai de diversificação para pulverização, que é o que você não quer. É isso.
Bom, chegaram várias outras perguntas. Algumas delas a gente já respondeu. Por exemplo, a do JC Barros. As taxas de administração foram levadas em consideração para a escolha dos ativos? Sim, Laís já respondeu para a gente que foram levadas sim em Barros. Não só na escolha, mas principalmente na hora de fazer o modelo para chegar no backtest o resultado. E carteira automatizada não tem taxa de administração.
taxa de administração é para fundo então não tem taxa de administração mas eu considerei os custos de transação do ETF por isso que eu fiz aqui o backtest com ou ETF e não com o índice que o ETF replica
Antes de eu fazer a última pergunta para o Salomão, vamos mostrar de novo o videozinho, Renanzinho? Coloca na tela, por favor, só para a gente mostrar como é fácil para você replicar, copiar a carteira automatizada que a gente está apresentando agora. Você tem que ter conta no BTG Pactual. Você vai abrir lá o aplicativo, quer ver? O Renan vai colocar na tela aí para a gente. Como investir no pé de meia do Salomão? 1.
Abra o aplicativo BTG Investimentos. 2. Selecione Investir. 3. Selecione Renda variável. 4. Selecione a carteira do Market Makers. 5. Clique em Investir. Pronto! Agora é seguir as orientações e escolher o valor a ser investido.
É isso aí. Está aí explicado para você como fazer o investimento no pé de meia do Salomão. Vou fazer a última pergunta, hein? O Augusto perguntou o seguinte, Salomão, já que você é muito bem informado, entrevistando variados CEOs, empresários e administradores de fundos, o que é tudo verdade,
Por que só agora você se deu conta de fazer essa mudança? Capricioso, Augusto. Adorei a pergunta. Gostei. Bom, poderia dar várias respostas para isso. A primeira é que eu não converso com ele sobre a minha carteira. Eu estou muito mais disposto a ouvir o que ele tem a me dizer do que eu falar para eles. Eu não estou lá para fazer o divã. Mas o ponto aí, Augusto.
é que eu bom primeiro boa parte dos meus investimentos ainda estão no fundo de ações do Market Maker onde tá lá é praticamente a grande parte mesmo dos meus investimentos estão lá mas eu tinha uma parcela
onde eu fui montando uma carteira e até por conversas, interações, eu cheguei lá e montando um ativo de renda. Comecei a conversar com muita gente que tinha um portfólio desse jeito e gostei da ideia, gostei da estratégia, gostei do racional, fazia tudo muito sentido. Foi aí que nessas andanças eu conversei com o consultor, o Rafael Mendes, que até apareceu aqui no chat.
E ele começou a me trazer esse outro ponto de vista. Ora, por que você tem uma carteira de renda? Você poderia ter uma carteira desse jeito. O fato é que eu nunca tinha parado para conversar sobre isso com ninguém. E aí fui, conversei com a Laís, conversei com outros amigos do mercado, de alocadores a consultores de family office, e de fato eles foram validando.
Essa que é uma tese que talvez as pessoas falem pouco porque também não é muito sexy, né? É muito mais legal você falar, pô, você não quer criar uma carteira? E todo mês você vai ganhar uma rendinha lá, vai cair um dinheirinho na sua conta. Então o discurso da carteira de renda, acho que ela é muito mais interessante.
E até por isso que me deu essa vontade de mostrar isso publicamente. Poxa, talvez essa carteira aqui também faça sentido para mais pessoas. Eu ia mostrar só para os assinantes do M3, a galera que nos segue mais de perto. Mas, pô, tem tanto investidor aí que talvez tenha essa mesma reflexão que eu depois de ver essa live.
Então, vamos mostrar para o máximo possível de pessoas que vão tomar uma decisão melhor de investimento nas suas vidas. Então, eu me martirizo menos por não ter tido essa conclusão antes e agradeço mais por, de fato, ela ter tido. Eu acho que quando a gente anda nessa, a gente tem essa andança por conhecimento, por troca de ideia.
Tem certas coisas que tem que chegar no momento certo ali pra gente. E acabou surgindo um dos acasos da vida, que uns chamam de sorte, uns de acaso, enfim. Mas foi uma daquelas conversas despretensiosas que acabou virando o que está virando.
Que legal. Tiago Salomão, Laís Costa, obrigado pela participação de vocês. Salomão, obrigado pela generosidade de compartilhar isso com a gente. Laís, por todo o trabalho aí que gerou essa carteira. Lembrando que você que está nos acompanhando, se você quer acessar e copiar a carteira do Salomão, o link está no QR Code que aparece na tela e também na descrição do vídeo. Se você pegou essa live da metade, do final, não tem problema, ela vai ficar aqui gravada e você vai poder assistir.
do início, quando você puder e quiser. Um grande abraço, boa noite, até mais.