#337 | BITCOIN EM QUEDA LIVRE: É HORA DE COMPRAR OU O BULL MARKET ACABOU?
Bitcoin despencou de $120k para $60k. Isso é catástrofe ou oportunidade?Neste episódio, Thiago Salomão recebe Felipe Whitaker (Diretor de Wealth Management do MB) e Fabrício Tota (Diretor de Novos Negócios do MB) para uma das conversas mais francas já feitas sobre o mercado cripto brasileiro.O QUE VOCÊ VAI APRENDER:-Por que o Bitcoin caiu 50% e o que realmente causou isso-O que é o Clarity Act e por que está travado no Congresso americano-O "pepino" do ETF de Bitcoin que ninguém fala abertamente-Como usar Bitcoin como garantia e receber dinheiro em 5 minutos-A "terceira gaveta" do investidor rico — e por que você precisa de uma-Por que Bitcoin NÃO é um ativo dolarizado (e quem inventou isso)-Criptocrédito: taxas, prazos e como funciona na práticaINVISTA AGORA E GANHE R$50 USANDO O CUPOM "MARKETMAKERS": https://mercadobitcoin.sng.link/Ajgaz/fu2a/2lbm📌 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder nenhum episódio!📢Apoie o Market Makers e ajude a fortalecer o mercado de capitais no Brasil! Clique no link e torne-se membro do nosso canal por apenas R$7,99 por mês: https://www.youtube.com/channel/UCwZwvDC6f0WhcVTG-3aBUTQ/join📩Entre para nossa newsletter gratuita: https://lp.mmakers.com.br/newsletter_gratuita?xpromo=MI-COMP-YT-DESCRICAO-MM-X📢 Anuncie sua marca no Market Makers: comercial@mmakers.com.br📚Biblioteca Market Makers: https://lp.mmakers.com.br/biblioteca/?xpromo=MI-COMP-YT-DESCRICAO-MM-X#patrocinado- - - - - - - - -BITCOIN EM QUEDA LIVRE: É HORA DE COMPRAR OU O BULL MARKET ACABOU? | Market Makers #337 | Market Makers #337Apresentador: Thiago Salomão (Apresentador e analista do Market Makers)Convidado: Fabrício Tota (Diretor de Novos Negócios do MB) e Felipe Whitaker (Diretor de Wealth Management do MB)#BITCOIN #CRIPTOMOEDAS #BOLSADEVALORES #INVESTIMENTOS #MERCADOFINANCEIRO #MARKETMAKERS #THIAGOSALOMÃO
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- Atuação de Lucia na políticaTrump como defensor do mercado cripto · Promessas de regulação favorável · Sedução da indústria cripto · Volatilidade política
- Bitcoin como ativo digital e ferramentaBitcoin não é dolarizado · Terceira gaveta do investidor · Sovereignty e self-custody · Poder transformacional · Negação da indústria
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Bitcoin, 120 mil dólares, voltou para quase 60 mil dólares e a pergunta que fica é por quê? Para explicar um pouco dessa queda, eu volto um pouquinho para trás. Vamos explicar a alta. Por que chegou em 120 mil dólares? O que aconteceu com esse negócio? E a história tem nome e sobrenome, né, cara? Chama-se Donald Trump. É um novo capítulo da finança global, cara. Precisa escrever livro de novo, precisa pensar o que vai acontecer, como é que isso conversa. Não, é bom ter Bitcoin porque é um ativo dolarizado.
tudo está bem, tudo está tranquilo. Ninguém gosta de ver um blowdown em qualquer posição de 50%. O blockchain te permite um negócio muito poderoso. Quão poderoso é você poder ter uma fração do seu capital num negócio que você pode levar para onde você quiser? A gente acha curioso a Faria Lima com dificuldade de perceber esse poder transformacional. A gente ainda vê muita negação. Literalmente é porque o cara está com medo. A indústria está percebendo, os incumbentes estão percebendo
que é um negócio muito poderoso, que teve uma adoção muito rápida, que tem um racional simples, toda genialidade é simples, é muito simples esse conceito. E que botar esse gênero de volta da garrafa não vai rolar. Sim, sim, sim, está começando mais um Market Maker. Seja bem-vindo ao podcast da família investidora brasileira. Eu sou Thiago Salomão e hoje vamos falar de criptomoedas. Sim, agora a gente vai falar porque a gente já viu bull market, bear market, a gente já viu muita coisa acontecendo com esse universo e hoje estamos aqui com dois especialistas
falar sobre o mercado, a queda recente do Bitcoin e se isso é uma oportunidade ou não. Vamos falar de muito mais coisas. A gente adora quando a gente pega esses momentos de inflexão do mercado para poder estressar esse assunto. Nossos convidados também vão falar de uma novidade. Eles são no mercado Bitcoin e tem um lançamento muito legal, o Criptocrédito, que é um empréstimo com garantia em criptoativos que o mercado Bitcoin está lançando.
mercado que acredito que toda a nossa audiência seja early adopter, seja investidor raiz de ações, todo mundo deve ter uma fatiazinha ali de criptomoedas na carteira, eu pelo menos ainda carrego e fiz umas compras aí nas últimas semanas, aproveitando essas quedas recentes, então acredito que é um assunto que interessa a todos os ouvintes do Market Makers. Estão ali do outro lado da bancada Felipe Whitaker e Fabrício Tota, os dois do mercado Bitcoin, só lembrando mercado Bitcoin,
Já tem 13 anos de operação. O MB, para os mais íntimos, está até ali na tela, o MBzão. Tem mais de 4 milhões de clientes e a plataforma de investimentos em ativos digitais líder na América Latina. Estão comigo o Felipe Whitaker, que é diretor de Wealth Management do MB, onde ele lidera a estratégia de investimento do MB Ultra, focada nos investidores sofisticados da plataforma. O Whitaker tem mais de duas décadas de experiência em Wealth Management, Investment Banking,
construiu uma carreira em instituições como o BTG Pactual e o BS, além de ser um dos fundadores da Associação Brasileira de Consultores de Valores Imobiliários. Ao lado dele está o Fabrício Tota, ele já veio aqui no Market Makers, ele é vice-presidente de negócios cripto do MB e board member do BRL1. É assim que fala, Tota? BRL1, isso aí. Ou BRL1 para os gringos, mas enfim, BRL1. Stablecoin lastreada em reais, né, BRL1. No MB ele liderou a mesa de OTC Private e a tokenização
e hoje conduz a estratégia de crescimento e inovação aberta do grupo. Uma informação legal dos dois. O Tota tem mais de 25 anos de experiência no mercado financeiro e de tecnologia. E os dois vieram do mercado tradicional. Vamos colocar aqui um entre aspas. Então eles foram convertidos para o universo cripto. Então é legal ter quem passou por essa transição. E vamos falar de muita coisa aqui nesse papo. Se você está chegando agora no Market Maker, já sabe. Se inscreve no canal, deixa o like.
episódio novo, às 18 horas, comigo e alguém do outro lado. E, lembrando, vamos ajudar quem não tem água aqui. 750 milhões de pessoas vivem sem acesso à água potável e o Market Makers entrou junto com a Mamba Water para fechar esse gap. Cada latinha dessa vendida, a Mamba Water vai entregar um litro de água potável para a comunidade sem acesso. Gostou? Quer ajudar? Vai lá em mambawater.com.br. Lembrando, o Market Makers não ganha nada com isso.
a terem acesso ao item mais básico do mundo. Meus queridos, estão preparados para o papo? Bem-vindo mais uma vez, Tota. Obrigado. Bem-vindo pela primeira vez, Whittaker. Posso chamar de Whittaker? Por favor. E Tota, todo mundo pelo sobrenome, né? Fica mais fácil aqui. Galera, vamos começar pelo ponto mais importante, né? Bitcoin, 120 mil dólares, voltou para quase 60 mil dólares. E a pergunta que fica é, por quê? O que aconteceu?
É mais uma daquelas quedas antes de uma nova compra? Teve motivo, de fato, para essa queda? Enfim.
Para quem acompanha de uma maneira mais passiva esse mercado, como eu, não estou ali no dia a dia fazendo trade, eu entendo que esse é um ativo volátil, ele já passou por vários momentos desse, só ver os últimos anos, o Bitcoin é o melhor ativo do ano, ou pior, ele tem sido muito mais vezes o melhor, mas essa volatilidade acontece. Por que ele caiu tanto? Cara, boa pergunta. Primeiro, é difícil de responder, não é tão fácil. E tem duas formas que eu gosto, na verdade,
A primeira, eu não gosto tanto, ainda que ela seja verdade. E a segunda, eu acho que é uma resposta um pouco mais pragmática. A primeira resposta é a preferida dos Bitcoiners mais hardcore ali, né? Fala, cara, pouco importa, eu estou olhando para o futuro, isso aqui vai a um milhão de dólares, então não faz muita diferença lá na frente. Você está a 100, 120, 60, 70, compra quando você puder e seja feliz lá na frente. Mas isso não ajuda muito quando você pensa num investidor que está olhando para um composto, né?
carteira e para cada pedaço da minha carteira, para cada categoria de ativo e no limite para cada ativo, eu preciso saber mais ou menos ali pelo menos o que está acontecendo. Quais são os triggers ali que estão fazendo isso subir ou cair para eu poder ter uma visão holística, né? Ver como um todo a minha carteira. E acho que para explicar um pouco dessa queda, eu volto um pouquinho para trás. Vamos explicar a alta. Por que chegou em 120 e 120 dólares?
O que aconteceu com esse negócio? E a história tem nome e sobrenome, né, cara? Chama-se
Donald Trump, né? Começa lá no meio da campanha, antes do Trump ser eleito, né? Então não é a culpa dele agora, né? E não é uma culpa exatamente, talvez seja até um mérito, na verdade. Quando ele faz um aceno para o mercado cripto, falando, olha, eu sei que vocês estão aqui super sufocados nos Estados Unidos, principalmente, que a indústria não se desenvolvia, havia até uma certa perseguição, uma alegação, pelo menos, de perseguição do segmento cripto lá nos Estados Unidos pelos democratas, pelo governo democrata, e o Trump fala,
olha, estou chegando, talvez, e posso fazer alguma coisa aqui por vocês. E realmente isso cola. E em uma eleição tão apertada como é a eleição americana, em várias partes do mundo é assim, aqui no Brasil não é diferente, ele conseguiu seduzir essa indústria, tanto a turma mais bitcoiner, quanto, se você fala de uma forma mais abrangente, a indústria cripto, empresas cripto que existem nos Estados Unidos, existe um segmento que está super sufocado, de fato, e ele se elege e começa a cumprir essas promessas
tanto em termos de regulação, passando por um perdão presidencial para o Halls Ulbricht, o cara da Silk Road, e por aí vai. E começa a entregar, de fato, muito rapidamente, o Genius Act, que é uma lei específica sobre stablecoins nos Estados Unidos, começa a trazer também outras pessoas ali para governo, para compor gabinete, pessoas com uma visão pró-cripto, continua sendo muito vocal o próprio Trump falando sobre cripto, lança a própria stablecoin, três dias, stablecoin não,
também em Sablecoin, mas eu ia falar Memecoin, três dias antes de tomar posse, e isso gerou um entusiasmo absurdo. Logo no dia seguinte, ele se elege, isso já começa, o mercado já começa a responder em termos de preço, e vai ter um ano brilhante de 2025, chegando até 120 mil dólares. E ali é aquele check, expectativa, realidade. A gente agora tem uma outra lei, mais importante até, que é o Genius Act, que é o Clarity Act,
dar mais clareza para a regulação cripto nos Estados Unidos, que está meio empacado. Tem uma disputa ali entre status quo, entre mercado tradicional, por assim dizer, e mundo cripto. As entregas começam a demorar um pouquinho mais, começa a ter alguns enroscos, e aí essa incerteza somada às diversas outras incertezas do mundo, literal isso, do mundo mesmo, passando até por geopolítica, juros americano, por uma série de outras coisas,
de expectativa e realidade, falou, pô, não é tão rápido assim, não é tão bem assim, e devolveu 50%. Duas dúvidas rápidas. Queria entender um pouquinho mais o Clarity Act. O que está em jogo nisso e por que está empacado? E também nessa questão que a gente está vendo agora dessas guerras que estão ocorrendo, que a gente tem um novo protagonista aí que é o petróleo. O petróleo hoje talvez seja o ativo mais monitorado do mundo, não só pela abrupta valorização, mas o impacto que isso pode ter na política
monetária mundo afora. Queria que falasse um pouquinho dessas duas coisas, o Clarity Act e o quanto a alta do petróleo também atrapalhou o Bitcoin, não tem nada a ver. Acho que o Clarity Act, justamente como o nome diz, é uma lei para dar mais clareza regulatória nos Estados Unidos, os do's and don'ts, o que pode e o que não pode fazer. Uma parte central dessa discussão é sobre stablecoins, por exemplo. Stablecoins que já existe, a tecnologia, não só a tecnologia, mas existem várias stablecoins
que são esses criptoativos que são lastreados em dólares, tipicamente. Também pode ser em qualquer outra moeda. A gente tem a BRL1, como você citou, que é lastrada em reais e por aí vai. Mas esses ativos digitais representativos de moedas fiduciárias, que hoje elas podem carregar juros. Então imagina que você tem uma stablecoin de dólar lá e você está recebendo juros de treasury só por ter essa stablecoin. Você está transacionando no dia a dia, você nem está fazendo uma posição exatamente em treasury, mas ele está te pagando esse jurinho.
muito melhor você ter um dinheiro que rende e é do seu uso corrente no dia a dia do que não ter. Você já tem a tecnologia para fazer isso. É a parte central da discussão nos Estados Unidos, no Clarity Act, se pode ou não pode ter isso. Os bancos falam, não, isso é ser banco. Se você quer ser banco, seja banco, tem toda uma regulação para você ser banco, vá atrás e seja regulado e seja feliz. A turma acredita e fala, cara, isso é só uma implementação da tecnologia. Você está colocando o juro do lastro, que você não tem dólares exatamente,
evidentemente, tem treasuries, tem títulos públicos americanos, lastreando essas emissões. Cara, se está pagando juros ali o lastro, eu vou incorporando na stablecoin, eu dou para o detentor ali da stablecoin no final do dia, qual o problema nisso? E daí tem uma das disputas essa, de quais os limites, até onde o mundo cripto pode ir e até onde vai ser traçada a linha e vai falar, não, daqui para frente é mercado financeiro tradicional.
Essa disputa, esse cabo de guerra, está acontecendo aqui no Brasil também, em alguma medida. Você fala, pô, o mundo cripto fala, cara,
isso tudo cripto é meu e eu que vou fazer. E o mercado financeiro tradicional fala muito legal, muito bacana, obrigado por ter trazido o mercado até aqui. Daqui para frente sou eu, tá? Então assim, essa é uma... Dei só esse exemplo das stablecoins, mas o que está em jogo é uma coisa muito mais ampla. Quem vai mandar no mercado cripto daqui para frente? Se eu puder complementar... Claro, Ita, por favor. Acho que tem um ponto aqui muito bacana e o Tota trouxe isso com bastante completude. Tem um elemento que não aparece,
debaixo do capô, mas tem uma coisa aqui muito estrutural por trás do Clarity Act e por trás do Genius Act, que é genial. Hoje a gente vê uma das maiores fragilidades de um mundo, de uma economia globalizada, é que os vasos são comunicantes e você tem aqui uma comunicação de mercados, 24 horas e muito atuantes, que podem trazer determinadas fragilidades. O que a equipe do Trump percebeu, e que eu acho que pouca gente
botou luz nesse negócio, é que, cara, esse negócio de você ser uma potência militar é relevante e vai impor um respeito, é verdade. Porém, quando você é uma potência militar que tem uma dívida muito grande, você tem uma fragilidade atrelada ao seu treasury, que é boçal. Quem são os maiores detentores de treasury hoje no mundo? É a China, é o Japão, é a Europa. Quer dizer, você tem uma combinação de players globais relevantes que tem treasuries.
nos Estados Unidos, começa a vender essa bugiganga aqui. Vende, derrube isso aqui. O que acontece com o dólar? O que acontece com a inflação nos Estados Unidos? O que acontece com os mecanismos tradicionais de política monetária para conter ou estimular a economia e controle inflacionário, etc? O que o Genius Act trouxe é assim, pô, beleza. Entendi esse play crypto. Opa, peraí. Isso aqui nada mais é do que uma representação digital de um ativo tradicional que já está sendo tradado dentro de um protocolo regulatório institucionalizado muito sólido
do EFIRM que não existe no cripto. Mas peraí, não, não, eu gostei desse negócio. Então vamos fazer o seguinte, quer brincar de cripto? Pode brincar aqui, mas vai brincar na minha regra. E a minha regra eu vou propor através do Clarity Act e, by the way, se você quiser brincar de cripto, você tem que brincar com o lastro Treasury. O que ele faz com isso? Ele cria imediatamente uma nova demanda para um cara que eventualmente pode fragilizar a dívida dele e dumpar isso no mercado. A turma cripto fala, tem problema, daqui que eu tomo.
coloco isso aqui under my watch e coloco stablecoin para pagar o fruto do treasury, você cria um benefício que vai além do que a Tether está fazendo, que é maravilhoso, mas que virou um colosso, porque ela fica com o yield lá. Agora, se você começa a dar isso para o investidor, se você começa a distribuir isso um pouco no mercado, é o mesmo racional, sendo que você absorve um cara que pode dampar o teu negócio e você tira um pouco da pressão. Então, isso só para matar um pouco essa questão
o Genius Act, que eu acho que é genial, é super bacana, e o Clarity Act é fundamental. Ninguém está dizendo aqui que isso aqui tem que ser um negócio, se o cowboy, pirata, em que você não tem a regra. Não, a gente quer regra. Existe regra. A gente lá no MB, pô, é regra de fiopavio o dia inteiro. Você vai abrir uma conta lá, o nosso AML, o nosso QSC, é tão rigoroso quanto o de banco, se não maior. Precisa play by the book e ser muito estrito ali nessa questão regulatória. E a gente gosta desse negócio. Aí depois vamos falar,
pouco de, não óleo, mas de commodities, de como a gente entende que o óleo e as commodities podem impactar. Eu levantei essa bola aí, mas eu fiquei com uma dúvida agora, Wittaker. Assim como o Toto explicou, Trump ganhou e tudo aquilo que era o mercado renegado, perseguido, começou a ter um apoio e nasce o bull market. Agora a gente está vendo esse embate a um ano da eleição nos Estados Unidos. Tem algum risco caso venha um
governo... Não, eu vou além, cara. Tem mid-term aqui. É, tem o mid-term também, que já vai ser um termômetro. É um termômetro boçal, né? Dá para colocar esse fator político como um risco também para Bitcoin? Até um motivo para uma volatilidade extra? Porque se isso está empacado agora, imagina caso o governo atual perca o poder. Salomão, eu acho que é inevitável não ter essa correlação. É inevitável, né? Porque é o que a gente estava falando do óleo, né? Você vê, uma
confusão lá em Israel, com toda a questão do Oriente Médio, até antes de chegar no Irã, já trouxe um calor para a economia que todos os mercados sentiram. Agora com o advento da confusão no Irã, em que de fato implica a saída do barril de 50 dólares, o barril para 110, 115, 120, agora voltou para 100, está comportado no 100, mas assim, você imagina o tamanho. Agora enquanto a gente grava,
Até o episódio de ser publicado... Exato. Isso, óbvio, que tem uma implicação sobre o juro, que por sua vez tem uma implicação sobre a inflação, que por sua vez tem uma implicação sobre M2, que por sua vez tem uma implicação no comportamento do consumidor e a faculdade ou a possibilidade dele consumir, investir ou guardar ou especular. Então, é óbvio que isso hoje está muito mais conectado do que nunca. E isso pode ter um impacto na eleição, sim.
Claro que pode. E acho que é até por isso que o Trump está tão vocal nessa questão contra o status quo que o Tota bem trouxe. Existe hoje um diálogo ruidoso. Você vai ver o Jimmy Diamond dando entrevista e ele vai dar uma pedrada no Genius Act, no Clarity Act. Você quer ser banco? Não tem nada a ver com ser banco. Não tem crédito no Bitcoin ainda. A gente vai falar disso aqui. Mas não é uma atividade bancária.
nova ferramenta que está cada vez mais inserida dentro de um contexto institucionalizado. E petróleo, vamos falar do impacto do petróleo também no Bitcoin, o quanto isso de fato está afetando até a tomada de decisão dos investidores e volatilidade do preço? Acho que o petróleo é muito dessa... Existe uma expectativa, voltando até um pouquinho, existe uma expectativa até pré-Donald Trump ali, acho que a gente pode colocar isso quando começaram os ETFs de Bitcoin à vista lá, que foram lançados,
Uma das expectativas lá de 2024 era, pô, vai acontecer ETF. A segunda expectativa era, juro vai começar a cair. Há quanto tempo a gente fala, juro americano vai começar a cair, daí você vai ver, tudo vai funcionar, vai ser lindo, maravilhoso, porque vai ter capital de risco em ativos que são considerados ativos de risco e o mundo cripto, evidentemente, está inserido, pelo menos por enquanto, nessa categoria de ativos. Então, acho que o impacto é muito que hora que a gente vai ter cenário, que a gente vai ter condições para juro americano cair consistentemente,
e, por consequência, você atrair mais capital de risco para dentro do universo cripto, principalmente para Bitcoin, outros criptoativos e até mesmo as empresas ali do segmento cripto. Acho que essa espera infernal que vem já de alguns anos, que o petróleo é um dos fatores que está impactando nisso. Pô, cara, vou ter petróleo, sei lá, cento e tantos dólares, não vou ter cenário, novamente, por conta de inflação, para cair juros e realmente isso vir a acontecer. Sempre tem algo ali a espreita, algo acontecendo,
pedindo uma queda mais significativa de juros. O Bitcoin nunca tinha visto na sua história, desde a sua criação em 2008, 2009, juros no patamar atual. Então, acho que era essa expectativa ali, quase que clamor, falar, cara, quando o juros estiver abaixo de 2, aí vai ser lindo, tudo vai funcionar, tudo vai ser lindo e maravilhoso, mas ainda não está acontecendo e também não tem um horizonte tão claro, tão cristalino, não é tão tudo no céu de brigadeiro que dê para dizer que está prestes a acontecer.
Quer complementar alguma coisa, Whitaker? Se não, eu queria já entrar também no assunto que o Toto falou de ETF, que eu queria saber o quanto que isso acho que era tido como a maior tendência para a profissionalização do mercado, você vai dar acesso aos institucionais e tudo mais, e se isso já chegou ao seu limite... Cara, eu vou te dar um pouco de pista aqui para você surfar esse assunto, que esse assunto é um assunto comprido e acho que tem uma complementaridade
aqui no que o Tota está explicando e eu queria extrapolar do óleo para um cenário de comode. Como a gente vê que existe uma correlação muito clara entre o que está acontecendo com a questão geopolítica, com a questão energética e com o desenvolvimento e a maturidade do mercado financeiro per se. Eu vou tentar juntar um monte de coisa aqui, mas numa coisa que para mim é um resumo muito emblemático
de tudo isso, que é a inteligência artificial. Então, quando a gente começa a misturar esse elemento da geopolítica com a energia, com a necessidade da infraestrutura necessária para rodar os modelos de inteligência artificial e os desdobramentos que isso acatarão na nossa indústria. E aqui eu estou usando o chapéu de financista. Não é de bitcoiner, não é de threadfi, é de financista entendendo que os ativos digitais
são uma nova classe de investimento que precisam ser considerados dentro do seu asset allocation tradicional. Então, dentro de um portfólio tradicional, você precisa ter exposição a determinadas classes de ativo, inclusive os ativos digitais. E eles sofrem diretamente um impacto de todo esse resto, porque a energia e o custo da energia, o custo do barril e o custo do petróleo vai influenciar no preço do diesel, do pão, do macarrão, da escola, do serviço, etc. Então, não dá para descorrelacionar.
está correlacionada. Então, um spike, uma puxada de preço dessa magnitude vai trazer um elemento inflacionário que vai conter a queda do juro. Não tendo o juro caído, aquela coisa do capital foge do ativo mais volátil num primeiro momento. E o Bitcoin sofre muito com isso, porque como é muito líquido, as pessoas saem mais rápido desses ativos que são mais líquidos. E eu vou aqui para um safe haven, eu vou para o ouro. Chega uma hora que o ouro está muito esticado, mas você tem outros
elementos dentro desse play de AI que andam junto nesse universo da commodity. Você vê o que aconteceu com a prata, você vê o que aconteceu com o bronze, você vê o que aconteceu com o cobre, você vê o que aconteceu com o urânio. Você fala, pô, mas espera aí, são todas commodities bestas, chatas, que não deveriam entrar. Não, está tudo comunicado, está tudo conectado, porque eu preciso de energia, não tendo energia vindo do barril de petróleo, porque está muito caro, eu preciso ter uma alternativa, para eu ter uma alternativa eu vou precisar do urânio, porque o urânio vai me permitir ter um data
eficiente, que vai me permitir rodar os modelos de AI para me trazer eficiência nos modelos econômicos e nos modelos de negócio. E essa questão da eficiência trazida pela inteligência artificial só vai rodar se você tiver toda a infraestrutura pronta. Ou toda a infraestrutura rodando. Você precisa do fio para transmitir energia, você precisa do fio para transmitir o dado, você precisa do cobre, da prata, do bônus para montar as máquinas que vão rodar todo esse negócio. Então, Salomão, tem aqui um impacto nesse play de commodities,
que vai muito além do óleo. O óleo está ali, é um ponto central, mas que se desdobra e que se a gente coloca a pitada de pimenta aqui da inteligência artificial trazida para todos os negócios, é um novo capítulo da finança global. Precisa escrever livro de novo, precisa pensar o que vai acontecer, como é que isso conversa. E essa eu acho que é a graça e a excitação desse momento que a gente está vivendo. É uma reflexão muito profunda.
O que já dá para tirar de primeiros insights disso? O que você já trouxe isso aqui para a mesa?
Eu gosto de volatilidade. Todos nós gostamos de volatilidade. O mercado financeiro vive disso. A Faria Lima vive disso. Que demagogia é essa? Ah, não. Mas esse ativo é muito volátil. Ah, vá. Jura? É mesmo. Você não gosta de volatilidade? Sabe que quando... Isso me lembrou. Quando eu era chefe da redação do InfoMoney, a gente fazia uma matéria toda sexta-feira final do pregão, que a gente chamava a matéria de perspectivas. E a gente entrevistava pessoas do mercado para contar o que aconteceu na semana e o que esperar da próxima semana.
E eu, na minha época de chefe da redação, tinha uma regra. Eu falei, é proibido usar a palavra volatilidade no título da matéria. Porque se você falar, próxima semana promete volatilidade. Porra, é a única coisa que a gente espera. Essa é a única constante da vida. A única promessa que você só vai ser cumprida. É mudança. É mudança. Tipo, a volatilidade vai acontecer, é óbvio. Ô, Salomão, isso vale pra tudo, cara. Isso vale pra relação humana.
Ninguém gosta do morno. Qual que é o seu amigo mais legal? É o amigo que tem um monte de história.
tá deprimido, você precisa ir lá resgatar o cara, tem um outro dia que ele tá super feliz e que você vai sair com ele e vai dar risada igual e tal, ou aquele amigo tá sempre assim, cara, pô, esse cara é chato, deixa esse cara pra lá, o cara é chato. Ah, mas aí eu vou ter que fazer uma defesa ao... Eu já fui um cara muito volátil, mas pelo menos na idade que eu tô, perto dos 40, eu tenho dado valor à resiliência, que é chata, mas é o treinar todo dia, é o comer melhor e tudo mais. Tem as histórias legais,
mas é o equilíbrio. Você não deixou de ser volátil, você só foi mais cheio de disciplina e perseverança. Hoje eu tenho um portfólio mais equilibrado. Talvez eu não tenha tanto Bitcoin quanto eu tinha no passado, na vida. Agora está uns 60, 40. Ótimo ponto, mas você está me contando que você tem o chato do CDI A15 sustentando uma coisa que não é a regra. A regra não é o juro de 5, a regra não é o CDI de 15. CDI de 15 e um juro real de 10.
lembrar. Cara, recorde de RJ, recorde de inadimplência, um monte de número esquisito. Então, assim, cara, está errado. Não é sustentável. Não dá. O Brasil não aguenta mais um ano, dois anos, três anos desse patamar de juros. Estaremos todos mortos. Mas sabe que extrapolando um pouco a volatilidade, saindo exatamente, especificamente de preços e falando de uma visão mais da vida, quem vive no Brasil, quem investe no Brasil, fala não, não, não gosta de volatilidade, cara,
no lugar errado, né? O cara investe na Bovespa. O cara vive aqui, cara. Cada semana é uma loucura. Tudo acontece, sabe? O tempo todo. O Brasil é um lugar até onde o passado não é certo. Exatamente. Eu estava antes de vir aqui gravar, a gente está gravando num... Não vou ficar falando do dia para não ficar adaptado o papo aqui, mas eu estava olhando para a Apivida, uma empresa listada na Bolsa Brasileira, que há uns seis meses que eu já ouço. O pior já passou. O pior já passou. A gente está aqui metade de
março e a ação está caindo 41% nesse ano. Só nesse ano, se pegar. E a bolsa que aconteceu nesse período? Subiu. A bolsa está muito bem, obrigado. Então, vou voltar para a pergunta do ETF. Eu perguntei sobre se a institucionalização do mercado de cripto já bateu no topo. Eu estou fazendo essa pergunta muito mais pela queda muito forte que a gente viu no mercado. Todos os players já entraram? Enfim, como é que vocês estão vendo
relação, porque talvez seja a primeira grande queda profissional, agora temos players institucionais de fato operando no mundo cripto. Já tinha bastante antes, mas acho que o veículo, principalmente do ETF Spot, tinha uma expectativa muito grande, o cara que queria antes ter uma posição institucional relevante, ali precisava dar uma volta gigante, precisava querer, mas querer muito. No final era mais fácil comprar na física, porque esses caras às vezes tem dinheiro.
Mas às vezes o cara quer pôr no veículo institucional ali, porque ele sai do... Mas eu posso ou não posso? Eu quero ter mandato. Ele busca, ele consegue o mandato. Ele vai ter que construir todas as relações com o broker, com o custodiante, com o liquidante. Ele vai ter que convencer um monte de gente ali na esteira para falar, cara, não, vale a pena, faz sentido. E acontecia muito pouco. Acontecia muito mais com grana, mesmo no institucional, com grana proprietária. Você já tinha um número significativo até de players,
as decisões ali estão mais restritas e ele consegue tomar essa decisão. Quando os ETFs acontecem, quando eles são lançados, a expectativa era o seguinte, contando a historinha, bem simples, meio lúdico. Fala, pô, está na tela do terminal do cara agora. O mesmo lugar que o cara compra qualquer coisa, ele vai bater logo o código ETF e vai apertar comprar, fim. Ele não vai ter que contar para ninguém como que funciona. E a custódia, o mesmo broker, o mesmo custódia, o mesmo tudo, igualzinho.
mesma forma que qualquer outro ETF. Só que daí não aconteceu. Daí ele falou, não, não, não, pera lá, é que ele pode, mas ele ainda não tem o mandato de, é uma categoria nova, em que pede ser um ETF, mas dentro dos ETFs, não, ETF ativos digitais, ou mais especificamente Bitcoin. Pera aí que daqui a pouco vem, ele está perseguindo o mandato para investir nessa categoria. Só que a adoção foi muito mais lenta do que se imaginava. Eu acho que está muito longe de bater no teto, eu acho que nem começou, na verdade, porque nas grandes
plataformas nos Estados Unidos, que estão na mão dos advisors, aos poucos que isso está sendo permitido que esses caras, olha, agora você pode oferecer para o wealth, agora você pode oferecer para um segmento ali superior, equivalente, sei lá, o nosso investidor qualificado. Em um momento futuro, agora liberou geral, vamos colocar para todo mundo e tal, e todo mundo realmente olhando e entendendo e fazendo essa recomendação de investimento e colocando
as carteiras de uma forma mais acelerada, sabe? Acho que isso ainda não está acontecendo. Porque acho que pega muito também, não é porque pode que todo mundo vai, não é que havia uma ansiedade louca, assim, de todo mundo comprar Bitcoin naquela hora, sabe? As coisas acontecem, o timing das coisas é um pouquinho diferente. Se isso acontecesse, por exemplo, sei lá, ali entre 20 e 21, cara, ia ser um sucesso estratosférico. Ainda que, quando a gente olha a métrica, os números, o volume alocado e a velocidade que os ETFs de Bitcoin cresceram, comparado com qualquer outro ETF do passado,
é muito absurdo. Então a gente reclama, porque poderia ter sido muito melhor. Só que tem uma outra questão também que o mercado como um todo entendeu, a gente já tinha identificado, nem tudo que está sendo alocado ali necessariamente são posições longas, porque quando você cria os ETFs de brinde, você leva alguns outros instrumentos de derivativos também, que você está olhando e fala, não, tudo bem, que legal, tem esse tanto aqui de alocação nos ETFs, mas só que você não está vendo a posição vendida,
está vendo que o cara está colocando isso de garantia para vender um futuro, os futuros de Bitcoin já existem há mais tempo no mercado americano. Então você começa a falar, ok, mas nem tudo é fluxo. Recentemente se descobriu de alguma forma que um player que tem uma posição de 1 bi de dólares no ETF de Bitcoin, ele estava shorteando Bitcoin quase todo dia no mesmo horário e recomprando no mesmo dia ao longo do dia. Nada de novo sob o sol. Só que quando a pessoa fala, o cara está lá comprando e está vendendo,
não é um dos nossos, não tem essa conversa, essa discussão. E para pânico dos analistas cripto, esses dados são relativamente opacos. A gente vai descobrir, por exemplo, o fluxo de dinheiro entrando nos ETFs no dia seguinte, ou dois dias depois, que é quando os dados são divulgados. No mundo que esse analista está acostumado, no mundo que a gente chama on-chain, que o cara olha esses dados na blockchain, é ali, as it happens. A gente tem todo mundo que olha cripto, trabalha com alguns alertas de movimentação,
de carteiras. Tem algumas carteiras que se elas se movimentarem, as carteiras atribuídas ao Satoshi, por exemplo. Alguém está se posicionando. Cara, se ela se movimentar, eu recebo um apito aqui no meu celular na hora. Acho que é até um dos que eu não ignoro no Não Perturbe. Cara, eu tenho que ficar sabendo o mais rápido possível. Porque a gente consegue... Se quiser deixar o celular na mesa aí, vai que ia. Não vai acontecer. Não tão cedo. Então a gente olha isso online ali, as it happens, e
no mundo dos ETFs você não consegue saber tanto. Tudo bem, o cara está em uma posição longa, mas o que mais que ele tem? A gente não consegue saber. Então é um mundo diferente que a gente está vivendo. São os prós e contras de um olhar de dentro da indústria e você ter os ETFs. Na minha cabeça são muito mais prós, mas você tem uns contras também. Quer trazer um complemento aí, Whittaker? Cara, eu... A gente já pode começar a falar do pepino do ETF ou não? O pepino do ETF? O Whittaker veio para botar polêmica.
Eu gostei. Qual que é o pepino do ETF? Cara, assim, a gente... Todo esse elemento de você permitir que novas pessoas entrem na sua festa é sempre positivo, porque você vai trazer novo olhar, novo som, uma nova perspectiva para aquele ambiente. E isso, de fato, aconteceu com o advento do ETF no universo dos ativos digitais, não só no de Bitcoin,
tem inúmeros outros ETFs hoje lastreados em criptoativos, Ethereum, Solana, DeFi, tem N teses em torno do ETF. E o que a gente viu foi que até por conta dessa facilidade de regulatória, compliance, o caso que o Tota bem mencionou, dos gestores, dos fundos, dos multimercados,
Ah, eu não posso ter cripto porque eu não posso ter uma conta numa corretora, eu não posso ter isso. Existem limitações para um ingresso institucional na classe. O ETF rompe com tudo isso e te dá acesso a um ativo listado que todo mundo entende Plain Vanilla. O que não tem nada a ver com ter o ativo. Você tem uma exposição a uma classe, você tem uma exposição a um índice, você tem uma exposição.
Você não tem uma posição. Esse negócio não é seu. Você não leva isso embora. Você não tem um dos elementos que para nós, para mim como banker, é o mais determinante. Liquidez, Salomão. Liquidez. É poder olhar e falar qual é o meu dry power agora. Qual é a minha capacidade de manobra. Eu tenho acesso a X reais. Esse é o meu dry power.
Apareceu uma oportunidade, apareceu uma emergência, apareceu uma... A prata está subindo igual um doido. Pô, que legal, eu vou comprar um token de prata. Eu não vou comprar um ETF de prata, porque se eu precisar sair desse ETF de prata, que subiu 70% e depois caiu 80%, eu demoro dois dias para sair desse negócio. E se eu dou a ordem de entrada ou de saída na sexta-feira, antes do almoço, e o banker não assimilou a ordem, não mandou a ordem para a corretora,
meu dinheiro lá pra quarta ou quinta-feira da outra semana. Isso aí, no universo cripto, meu amigo, é a morte. Não existe. Eu não concebo uma realidade onde eu não tenho acesso à minha liquidez. E o ETF não te dá isso. Esse é um exemplo, pra mim, o exemplo mais pragmático do porquê o ETF. É legal, mas tchau. Legal, bacana. Não é como eu gosto de brincar. Então, eu não tenho liquidez. Esse é o primeiro ponto. O segundo ponto, pra mim, é muito crítico, é o que a gente gosta de
não é vender, é catequizar. Lá no MB, especialmente lá no Ultra, em que a gente senta com o investidor tradicional, o cara institucional que tem o veículo de investimento, a estrutura de investimento, o carrego, aquele negócio. O que a gente conta para ele? O blockchain te permite um negócio muito poderoso, que é olhar o seu patrimônio e a sua liquidez numa terceira gaveta. No mundo criativo,
cripto, do ativo digital, a gente não está nem offshore, nem onshore. Eu estou no blockchain. O blockchain é um negócio que não está no risco Brasil, não está no risco América, não está no risco China, não está no risco Oriente Médio. E, ao mesmo tempo, você está em todos os lugares. Quão poderoso é você poder ter uma fração do seu capital, ainda que diminuta? Eu não estou falando para você ter 20%, 15%, 10%. Cara, tenha um, dois, três,
4, 5, 10% do seu PL líquido num negócio que você pode levar para onde você quiser. Hoje em dia, todos esses investidores institucionais que têm uma posição, disposição no Bitcoin, eles têm um índice. Eles não levam esse ativo para nenhum lugar. Em detrimento do cara que tem um dinheiro com a gente, ou que tem um Bitcoin com a gente, ele vai pegar isso, vai botar isso onde ele quiser e vai deixar no cofre da casa dele. Eu tenho um cliente que tem 50% da posição dele num cofre,
isso é 50% da posição dele num cofre em Liechtenstein. Tá lá. Tá lá. Ele tem. Não tem nada a ver com não estar declarado, tá? Isso é declarado, faz parte do portfólio dele, da declaração dele. Tá tudo bonitinho. Só que em vez dele ter num... Cara, ele tá... É dele. Se ele for lá pegar e levar, ele vai levar pra onde ele quiser. E isso, pra nós, é muito determinante. Mas só pros leigos, o que ele tem no cofre é o... Uma cold wallet. Sim. Ele tem uma cold wallet que tá lá com os
dele, ele tem Bitcoin aqui, Bitcoin lá. Vai que alguém pensou que ele pegou o Bitcoin e botou, não, é a Cold Wallet. Ele tem uma Cold Wallet, onde estão os ativos digitais dele, que estão guardados no Treadfy, lá bonitinho, em dois lugares, que para ele, aqui eu não vou perder, ninguém vai roubar, está tudo certo. Eu tenho as frases, eu tenho um envelope aqui comigo, eu tenho o meu software de recuperação de senha, eu tenho o meu advogado, que tem lá o meu testamento, com todos os meus ativos e que sabe direitinho, e eu tenho o meu banker, que sabe onde é que está e se precisar de alguma coisa. Eu acho isso incrível, mas ao mesmo tempo, a aflição que eu tenho,
a morte da minha vida é que toda semana eu vou ter que recuperar uma senha porque eu esqueci a senha. Eu fico pensando nessas cold wallets, como é que seria para mim? Eu precisaria ter um banker que o cara vai cuidar disso. Estamos aqui para isso, Salomão. Passa lá na lojinha, eu abro uma conta para você. Só que você pode ir dessa angústia até outro ponto da paz. Cara, eu sei onde está, eu sei como está, eu sei recuperar quando eu quiser. Isso é uma paz.
Espera, se eu esqueci a... Porque... Você não tem esquece. Você não tem que lembrar. Você tem que ter isso em lugares. Como que eu vou guardar as minhas chaves, as minhas 12 palavras no limite, 24 palavras que seja? Guardando. Como você guarda coisas que são muito importantes. Como você guarda coisas muito importantes? Você anota no bloco de nota do celular e deixa? Evidentemente não. Você anota num papelzinho a lápis e deixa na sua gaveta? Evidentemente não. Então você tem que criar estratégias. Você guarda isso.
forma distribuída, né? Para que você consiga recuperar. Você pode nem saber exatamente quais são as palavras, mas você sabe como recuperar as duas palavras. Cara, sabe que vocês me falando isso agora, eu fiquei pensando, onde eu guardo coisas importantes? Depois que digitalizou tudo, eu não sei onde... Eu acho que eu teria que tatuar essas duas palavras. Seria uma boa forma, né? Você vai tatuando pelo corpo, assim, não sequencial, né?
Códigos. Não, só porque elas têm que estar em uma ordem específica. Não adianta, tipo, ah, tem que duas palavras, achei. Tudo bem que dependendo da situação, cara.
Guarda uma, pelo amor de Deus, para não ter as duas tatuadas. Uma você decora. Uma você consegue. Mas eu acho que o grande poder desse negócio... O grande poder desse negócio, cara, são todos esses elementos. Eu achei mind-blowing isso, o que você falou sobre a terceira gaveta. Entre o onshore e o offshore, você tem... Muito pouca gente fala disso e explora isso do ponto de vista de poder. Já valeu o episódio.
Cara, isso te dá uma autonomia financeira. Te dá uma... Cara, soberania. Sabe uma coisa que muita gente fala e eu discordo absurdamente. Cara, daria muita conversa, mas que vai nessa mesma linha. Não, é bom ter Bitcoin porque é um ativo dolarizado. Quem disse? Quem disse que é dolarizado só porque ele... Ele está cotado em dólar, mais negociado em dólar, qualquer outra coisa. Mas quem disse que ele está... Quem inventou isso, que ele é dolarizado? Não é. Não tem nada a ver.
ah não, mas o dólar é o principal driver, pode até ser, a economia americana é muito grande, beleza, acabei de falar de Trump que está drivando preço, tudo bem, tudo isso é verdade, mas aí ele ser um ativo denominado em dólar e por isso subiu o dólar, subiu o Bitcoin, o efeito prático pode até ser verdade, mas muito mais porque você está short em real do que porque você está comprado em dólar. É um raciocínio tão simples quanto isso, porque dolarizado,
cumpre em Bovespa em dólar. E tem um, acho que um muito legal também, para a gente fechar esse capítulo, ETF gente fina, que trouxe toda essa gente para a festa e tal, tenta usar o seu ETF como uma garantia num crédito no Treadify. Você conhece algum banco que aceita ETF dado em garantia? Cara, às vezes nem ação, nem ação. E aí, esse é o muito bacana do ativo digital, que eu acho que é o Genius Act, o Clarity Act, a regulação
Brasil, o ambiente que a gente vive, a gente está indo para essa nova fase onde o Bitcoin pode ser crédito, pode ser uma ferramenta de mecanismo de crédito e te dar um empoderamento financeiro importante. Que vai muito na linha do que vocês estão lançando agora. Exatamente. O que é esse criptocrédito? O nome já diz, mas enfim, como é que é o mecanismo disso? De um jeito muito simplista é você poder usar o que você tem de
como um lastro de um acesso a uma linha de crédito imediata. Imediata. Não tem pergunta para fazer. Eu não vou analisar o seu risco de crédito, a sua capacidade financeira, se você está empregado ou desempregado, o seu score numa agência de rating de crédito. Eu olho o que você tem. E isso que você tem, o mercado nos dá um amparo de quanto vale ou não vale. Com base nisso, a gente te dá um crédito imediato. Simples assim. O mesmo desconforto,
vamos dizer assim, que o mercado tradicional tem com Bitcoin, com cripto no geral, é o conforto que a gente tem. Cara, para a gente não tem ativo melhor para ser dado em garantia do que um ativo que negocia 24 horas por dia, 7 dias por semana, sabe? Tem liquidez, cara, infinita, se precisar, sabe? Eu sei lidar com ele. Ah, putz, deu um xabu aqui, eu preciso executar a garantia. Ok, peguei, vendi. Eu sei quem você é, eu sei como você entrou aqui, eu conheço a origem do seu dinheiro,
controle de KYC da sua entrada. Esse dinheiro, Fiat, virou um ativo que eu custodio, eu guardo e eu sei que de fato ele é seu. Está tudo certo. Então assim, ele tem esse elemento prático e pragmático que o Treadfy até pode ter. Ah, eu sou o meu banqueiro, me acompanha há 30 anos, etc. Vai fazer uma tomada de crédito com um imóvel dado em garantia lá. Primeiro, o banqueiro vai ter que
rebolar muito pra não te fazer uma ofensa. Porque o teu imóvel vale 100, ele vai te dar um LTV de Fire Sale no seu imóvel. Vai valer 30. Aí você vai falar, o quê? Tô te dando um terreno na frente de Ipanema, aqui na frente do mar, você tá me dando 30% de LTV, porque você tá me dizendo que ele só vale 30% do que de fato ele vale. Não, é porque se a gente tiver um problema, eu vou ter que vender na hora. É uma ofensa. As pessoas ficam ofendidas. A gente não tem isso. A gente consegue enxergar você e sabe quanto isso
vale e a gente vai lá e te dá um crédito. E aí, assim, tem até um site para isso, o mb.com.br barra criptocrédito. Eu tenho lá minhas bitcoins na minha carteira, é só eu acessar? Como é que é o processo para você ter acesso a isso? A posição tem que estar no MB. Então, se você tem um bitcoin na sua carteira, você tem que primeiro transferir na sua conta no MB, você abre uma conta normal no MB. E sua posição, tenha você comprado no MB ou tenha trazido de fora, não importa.
Quando você acessa ali a funcionalidade do criptocrédito no nosso aplicativo, ali vai falar, olha, você tem tanto de Bitcoin aqui, ou Ether, que são os dois ativos que a gente, hoje, a gente está aceitando em garantia, e eu vou te dar até 50% de LTV aqui. Você fala, cara, olha, você pode tomar até tanto de crédito. Não é obrigado a tomar tudo, você pode tomar só um pedacinho. Você fala, pô, eu estou precisando de, sei lá, 5 mil, 10 mil, 20 mil de crédito.
Você vai encostá-lo na sua posição, você vai falar, então, deixei de garantia, você vai tomar o crédito em cima desse colateral que você tem com a gente.
Em 5 minutos vai estar disponível dinheiro em reais. Reais mesmo, na sua conta do MB. E a partir daí você faz o que você quiser com o dinheiro. A conta do MB, a conta que qualquer pessoa tenha no MB é uma conta que você pode mandar Pix para qualquer pessoa. A gente é uma instituição de pagamento também, além de ser uma exchange de cripto. Então ali você manda Pix, faz o que você quiser. Pode até mesmo comprar Bitcoin. Ou qualquer outro ativo. Você pode usar para isso, mas não necessariamente. O crédito não está vinculado
que você vai fazer com o dinheiro. Se você quiser usar para pagar a conta, você usa, quiser usar para viajar, você usa, quiser mandar para a sua conta em outra instituição, você usa, quiser dar para os outros, você dá, faz o que você quiser, porque é um crédito de fato em reais na tua conta de uma instituição de pagamento e dali para frente é com você. Salomão, a pior hora que você tem para vender um ativo é quando você precisa de dinheiro, né cara?
Sim. Pior hora. E na maior parte das vezes, quando isso acontece, você acaba se sujeitando a um lugar que você não gostaria de estar.
forma que a gente criou de dar pra você a faculdade de olhar o crédito digital sem que você precise sair do ativo, pô, é super bacana, né? Assim, ele continua teu, tá tudo certo, você volta daqui a um tempo e, cara, tá tudo certo. E já tá em funcionamento? Como é que os primeiros números, enfim, tem alguma coisa que vocês podem abrir? Porque é uma coisa bem nova, né? Cara, desse jeito é super novo. Acho que aqui no Brasil ninguém nunca tinha feito fazer dessa forma, de uma forma
facilitada, que você coloque ali a garantia, você vira um crédito de fato, bancarizado, vamos dizer assim, e já está rodando lá numa estrutura um pouco menor, já deve ter perto de um ano, mas a gente estava fazendo para alguns segmentos específicos. E para a MP Maker, a gente fez para o nosso público interno, para alguns clientes selecionados e tal, e teve uma aceitação incrível. E para dar uma ajustada ali, poxa,
Ah, era um processo que demorava um pouquinho mais. Agora, pô, era uma assinatura que era mais chatinha de um jeito e de outro. Agora, não. É um processo bem redondinho, azeitado. E agora, a gente expandiu para o varejo de varejo mesmo. Então, com R$200,00 ali de garantia, você já consegue tomar o crédito. Ah, quero ver como funciona. Vai lá, toma e vê como funciona a mecânica. Zero, repaga, pré-paga tudo, mata o contrato e pode fazer de novo depois.
Então, agora, a gente... A ideia é justamente, poxa, uma dúvida que muita gente coloca e fala, poxa,
aquela história do, ah, mas eu não posso usar o Bitcoin para pagar o café. Eu falei, cara, quem disse que é para pagar o café? Mas uma coisa que é super interessante é você colocar e conseguir usar isso de garantia. Três anos atrás, eu falei, cara, eu já escrevi sobre isso. Quando foi, eu fui ver, três anos atrás, eu estava escrevendo um artigo sobre tokenização, que é essa ideia de digitalizar qualquer ativo, os ativos reais existindo on-chain.
E a abordagem que eu usei foi justamente do crédito. Porque, cara, olha a facilidade que é você colocar um ativo como Bitcoin em garantia. Compara com qualquer outro ativo
você tenha. Ah, eu tenho uma casa, vai colocar a sua casa em garantia de uma empréstimo. Cara, um parto, sabe? Um carro, que seja, ou qualquer outra coisa que você tenha, até mesmo alguns investimentos, você fala, não, mas não está na casa, não está aqui. Imagina que se você comprou o Bitcoin em outro lugar que não é o MB, você pode mandar para lá e usar esse ativo de garantia. Se você, cara, investiu em qualquer ativo, um fundo, você comprou um código de fundo, putz, de um administrador, fez a compra em uma corretora, cara, é uma volta gigantesca. Meu, tenta outro jeito de tomar esse crédito,
que usar a cota desse fundo. Esse gancho é maravilhoso, cara. Até o nome é horroroso. Alienação fiduciária. Meu, é um nome feio, cara. Meu, para. Então, o que a gente trouxe para cá, cara? Você entra no nosso aplicativo e você vê de cara qual é a sua posição e a gente fala, você é de crédito? Você tem imediatamente, você tem X% aqui no BTC, X% aqui no Ethereum, está disponível na tua conta em minutos, demora 5 minutos.
Esse processo demora 5 minutos. E aí as taxas, elas são volátil? Depende do perfil do cliente? Porque assim, pelo que você disse, a análise é bem rápida. São 5 minutos o dinheiro está... Cara, 5 minutos o dinheiro está na conta. A taxa é 1,69% ao mês. Mas o mínimo de 3 meses para você fazer o contrato. 3 a 12 meses que a gente está trabalhando. Você pode pré-pagar antes, não tem problema nenhum. Mas esses são os prazos que a gente tem
Quando você está dando isso especialmente em relação ao Bitcoin, é uma taxa extremamente competitiva, principalmente se você vai comparar com o crédito clean que o cara vai tomar em outro lugar. Quando a gente fala de crédito, eu acho que a gente lida, o brasileiro, apesar de ser um país que toma muito crédito, a gente lida meio mal com isso. Se você vai falar, tem uma dívida, porque você tomou um crédito, às vezes as pessoas falam assim, está com dívida, ou você vai ganhar um dinheiro, você vai pagar as dívidas. Cara, não é ruim.
necessariamente você ter dívidas. Cara, você toma uma... Tem lá, tem um fluxo legal, tem uma grana, já está construindo isso, patrimônio, etc. Você vai tomar um crédito imobiliário, vai comprar sua casa, sei lá, em quantos anos? Cara, é bom, é relevante, é importante que você faça isso. Dívidas saudáveis. Dívidas saudáveis. E a gente coloca o criptocrédito pelas taxas praticadas, pelo potencial de valorização, até o potencial de valorização da garantia. E a facilidade que a gente colocou para você,
fazer isso, nessa categoria é dívida boa, crédito bom para você ter. Cara, você tem dívida? Tenho, mas eu tenho um ativo que está me garantindo e está tudo bem. Quando quiser eu vou lá e pré-pago ou não, ou deixo rolar, deixo acontecer e até nessa hora da execução no mercado cripto mais raiz, quando você vai para o mundo on-chain, essa gestão da garantia do LTV e de quando o cara precisa pagar, caso alguma coisa aconteça, caso a garantia se deteriore, caso você tenha que pagar, é muito mal gerida na minha visão.
Meio que essa ideia de o algoritmo, o contrato inteligente que eventualmente está gerindo isso, ele é soberano. Então, você vai lá e fala, pô, foi executado. Que pena, você não viu, devia ter visto. Deu um fast finger, às vezes, causou, pô, um ponto que o mercado derreteu, voltou, mas que pena, já foi. O nosso modelo é muito mais próximo para ter uma relação mais humana também com quem está tomando crédito.
muito intensa com o cara falar, olha, garantia eventualmente se deteriorou. O que você quer fazer? Você quer pagar? Você quer aportar mais garantias? Ah, não, quero pôr mais garantia. Tudo bem, colocou mais garantia, está tudo tranquilo. Então, a gente cuida muito dessa relação para o cara não ser executado ali. A gente não quer que isso aconteça. Tem outras categorias de investimento. Quando o cara é executado ali, quando a garantia deteriora, o cara faz a festa, vai vender. Não faz venda forçada, exatamente como no caso de um imóvel.
Simplesmente toma o bem. Toma o bem ou vende e, meu, vai ter um spread, cobra corretagem, um monte de coisa. Cara, a gente não quer que isso aconteça. Tanto que, historicamente, nesses testes que a gente fez, nessa validação, na verdade, que a gente fez, pouquíssimos contratos chegaram a ser executados ali. E em casos que o cara falou, não, pode deixar, não tem problema. Se acontecer, aconteceu, vida é assim, toma o outro depois, tá bom, não tem problema.
Mas que era uma posição mais especulativa até que o cara tinha para especular com cripto. Então,
mas não é a nossa ideia, é justamente de ser essa caixinha da dívida boa, do crédito bom para o cara tomar e carregar para a vida, para qualquer coisa que ele queira fazer. Salomão, a nossa visão de poder oferecer isso para o nosso público é a nossa percepção muito clara e transparente de que o crédito tradicional é muito burocrático e muito caro. A gente vê uma dificuldade muito grande dessa questão da dívida saudável,
Tota estava mencionando, e o rico explora isso muito bem. Ele sabe usar o patrimônio dele para alavancar uma dívida saudável e fazer N operações envolvendo o mercado de capitais, um bloco de ação, uma aquisição imobiliária, uma aquisição até corporativa, usar o dinheiro e a geração de caixa de um negócio para diminuir uma taxa de juros e efetivamente entrar numa nova oportunidade de expansão
do seu negócio tradicional. Isso no cripto não existia, mas a gente pôde olhar aqui, cara, em vez de você ir alternativamente ao mercado tradicional e pagar 8,5% de taxa num empréstimo pessoal, que é o que a gente vê de praxe no mercado, o Brasil tem uma das taxas mais altas do mundo, no ano passado só perdeu para a Argentina, que é de vergonha, a gente poder oferecer uma alternativa imediata, prática,
e num custo muito competitivo, as nossas taxas, elas começam com 1,69, a partir de 1,69, ou entre 1,69 e 1,79, com uma agilidade, uma praticidade que o Treadify não consegue alcançar. Então, a gente tem um custo de oportunidade interessante numa agilidade que inexiste no mercado. De fato, você recebe seu dinheiro em cinco minutos. E o lastro está ali podendo valorizar.
a gente tendo essa garantia ali com a gente e a gente te acompanhando, a gente consegue responsavelmente estar do lado do cliente e ir monitorando como é que está a sua situação de crédito e tal. Os prazos variam de três meses a doze meses, mas existiram inúmeros casos que os clientes anteciparam o pagamento e pagaram antes, porque valorizou e tal. Uma outra coisa interessante dentro dessa nossa política responsável com esse crédito é o que aconteceu agora.
viu lá, o Bitcoin bateu 125 mil, 126 mil, foi indo, a turma tomou crédito, isso aí caiu para 100, 90, 80, turma, eu vou precisar chamar aqui a garantia. Então, o que aconteceu? A grande maioria dos nossos clientes que tinham se alavancado foram lá e recompuseram a margem, porque eles entendem que esse é um momento temporário, esse preço caiu, mas a gente é holder, a gente não
posição. Recompuseram a garantia e a gente vendeu mais crédito com o preço mais baixo do que quando estava mais alto, porque a turma está olhando isso aqui, isso aqui é uma oportunidade. Isso aqui vai aumentar, então eu ponho mais em garantia, me dá aqui um outro crédito que eu quero comprar mais Bitcoin. O uso, nesse momento, tem sido mais para comprar mais Bitcoin? Vocês conseguem mapear isso? Vocês perguntam para que você está usando esse dinheiro? A parte a gente enxerga.
ele comprar ali, certamente vocês conseguem ver. Mas a gente consegue ver, se eu monitoro o que o cara está fazendo com a grana. Acho que assim, a maioria não. Uma parte importante, sim. O cara usa para comprar Bitcoin mesmo, então ele está ali alavancando ou comprando outro ativo. Mas uma parte muito significativa, cara, vai fazer outra coisa da vida. Saca? A plataforma vai fazer outra coisa. Outros usos, de fato, para fazer frente a alguma outra necessidade.
Não necessidade aquela, preciso pagar minhas contas. Mas, cara, tem um gasto mais substancial ali de curto prazo.
e, pô, não quer vender o ativo. O que o Itaqui falou, o pior momento é quando você precisa, sabe? Cara, pô, quero gastar essa grana, sei que vou ter o fluxo, sei que vou conseguir pagar depois, mas agora, agora, agora eu preciso do dinheiro na minha mão. Então, ao invés de fazer a venda ali, depois causa outros problemas também a venda, dependendo do valor. Por exemplo, tributação. Sei lá quanto o cara comprou o Bitcoin dele, né? Daí ele vai fazer uma venda, pô, vai ter que apurar a ganha de capital,
vai ter que recolher imposto, etc e tal. Se eu só tomar o crédito e depois eu repagar, utilizando meu colateral, eu não vendi, não disparei, não foi fato gerador para pagamento de imposto de renda. Cara, estou bonitinho. Ele tira algumas complicações da mesa ao mesmo tempo que ele resolve o problema colocando dinheiro disponível para o cara fazer o que ele quiser. Mas claro que a alavancagem é uma parte relevante. Essa questão da tributação também é realmente importante, porque pela liquidez o cara pode
ele tem um investimento em cripto e pode vender a hora que quiser para usar esse dinheiro, mas caso ele não queira vender, porque ele quer fugir de uma tributação e tudo mais. E é caos, vendi rapidinho, não, agora vou recomprar. Cara, já ferrou os seus cálculos ali, o seu preço médio vai mudar. É chato, quem lida com isso, o negócio de tributação, é uma das coisas que afasta uma parte importante dos investidores ali de ficar mexendo muito na carteira, justamente porque todo mundo está chegando, aliás, aqui mesmo.
Estamos em março já, daqui a pouco já tem que começar a pensar no imposto de renda. É sempre um inferno, é sempre chato. Meus queridos, eu estou olhando aqui para o horário, eu queria entrar no ping-pong, mas antes eu queria só que vocês deixassem um recado final, porque assim, essa parte do ETF é um pepino foi uma mind-blowing aqui, achei muito legal o que vocês trouxeram sobre o Clarity Act também.
Querem deixar para a nossa audiência antes da gente entrar no ping pong? A gente começou falando só sobre a queda do Bitcoin, mas já aprendi coisa para caramba aqui no papo. Cara, acho que o meu principal recado é para o investidor que, seja o que entrou recentemente numa nova onda em Bitcoin, cripto, e agora está olhando e falando, ouvi esse maluco aí falando, e entrei lá atrás, como é que é agora? Eu não vou cair na armadilha de falar, não,
tranquilo, a vida é assim, sobe, desce, depois sobe de novo, você vai ver. Cara, isso é um papo que funciona no nosso mundinho, no nosso microcosmo ali, cripto. Mas muito mais de falar, poxa, de você conseguir olhar essas oportunidades ao longo do tempo e justamente nesses momentos como sendo um momento que você pode fazer compras mais significativas e melhorar seu preço médio, alguma coisa assim. Não é que tudo está bem, tudo está tranquilo, cara. Ninguém gosta de ver um drawdown em qualquer posição de 50%. É chato,
mesmo, cara, desagradável. Mas que, acho que sim, faz parte, né? E ter esse olhar de longo prazo e fazer o preço médio, cara, é uma bênção. Você vai conseguir olhar isso ao longo do tempo e a gente vai sair desse cenário e a gente vai conseguir olhar em perspectiva daqui a algum tempo, meses ou até anos e olhar pra esse momento e falar, cara, era uma oportunidade de fato de você fazer uma posição mais significativa. Acontece, não assusta,
não vai embora desse mercado, sabe? Acho que tem outras oportunidades também em tokenização, com stablecoins, você conseguir fazer, ganhar juros de título público americano utilizando stablecoins, sabe? Tem uma série de outros, você fazer esse comecinho via Bitcoin e você ver o que mais tem desse mercado e ficar ali dentro, ficar exposto a isso, acho que é o que, além da própria valorização dos ativos, acho que o grande benefício, acho que você está dentro desse mercado
fala de mercado tradicional, mercado cripto, mas essa convergência está acontecendo mais rápido do que a gente imaginava. Só enquanto, geralmente acontece isso nos episódios que eu gravo sobre cripto, eu já estava comprando um pouquinho mais de stablecoin aqui, fazia tempo que eu não renovava isso. Salomão, pegando um gancho aqui no Tota mais uma vez, eu adoro essas bolas que ele levanta, mas eu queria juntar isso que ele falou com o pepino do ETF. Porque o ETF,
como eu te disse, trouxe um monte de gente para a nossa festa. E aí chegamos aqui e a turma está na festa. E olhava para o Bitcoin e o Bitcoin, pô, então tá, vocês estão então catequizando que o Bitcoin é reserva de valor. Sim, é reserva de valor. Essa crise aqui deu uma canseira na gente, porque o Bitcoin segurou menos, agora está segurando muito bem nessa questão geopolítica. A gente está vendo questões do óleo, etc. E o Bitcoin está mantendo o patamar dos 70 mil.
quando a gente começou esse papo estava 74, não sei como é que está aí agora. E aí a gente sai um pouco dessa coisa do comprar, aguardar e esperar subir. Agora, o que a gente vê? A gente vê um Bitcoin entrando meio que numa adolescência. E na adolescência você tem um amadurecimento. E nesse amadurecimento, com esses novos convidados para a festa,
de comprar, guardar, esperar subir, para, pô, o que eu posso fazer com ele além disso? E aí ele começa a virar instrumento. E aí no que ele vira instrumento? Ele serve para o ETF, ele serve para a previdência, ele serve para a alavancagem, ele serve para uma posição de futuro, disso, daquilo e tal. E na medida que você vai ganhando maturidade e novos usos, o que acontece com o público endereçável? Mais gente vai querer entrar na festa, porque eventualmente, pô, peraí, eu gostei dessa história, então eu tenho um ativo aqui,
que você me reconhece um LTV grande, eu pago um juro menor, eu alavanco uma posição, eu saio de uma dor de barriga. Então, você perguntou lá, o que a turma está fazendo com esse dinheiro? Cara, mais da metade fica com a gente. Essa outra parte, o que a gente percebe? Que ele não pega um empréstimo longo, ele pega um empréstimo curto, ele fica três meses ali, em vez dele entrar no cheque especial, que ele vai pagar uma tijolada, ele paga aqui o meu 1,69, 1,79. Então, quanto mais longo, menor o juro, quanto mais curto, maior o juro.
mas ainda assim é competitivo. E aí, essa que é a nossa... Obrigado, ETF. Vocês fizeram um trabalho legal. A BlackRock fez um trabalho magnífico. BlackRock, Fidelity, a gente está vendo todo o mercado americano avançando muito nisso. Mas o que acontece com o Bitcoin se ele deixa só de ser um instrumento e passa a ser uma ferramenta? Qual é o poder disso para a nossa indústria e para aquilo que a gente entende que é pertinente?
Para mim, acho que é o ponto mais revelador dessa conversa, que muito se falava,
até quando a gente fez um debate uma vez aqui, trouxe o Tiago Reis e o Richard Hittenbann. Tiago Reis é um cara que não usa Bitcoin. Sabemos bem. Aquele papo bem de tiozão mesmo. Ah, não uso porque não quero usar. O Marcel também. Ele tem uma convicção grande dele ali que ele não quer usar. Mas ele falou, porra, mas como é que eu vou pagar o táxi com isso? E assim, é um argumento... E você lá quer pagar o táxi com Bitcoin, sabe? Mas o ponto é, hoje você tem essa usabilidade. Isso.
tem acesso ao crédito, você pode não pagar. Pode pagar o cafezinho até investir numa cafeteria, se você quiser. Quão poderosa é essa ferramenta? Então, essa é a provocação que a gente faz aqui e que é o legal. E que a gente acha curioso a Faria Lima com dificuldade de perceber esse poder transformacional. A gente ainda vê muita negação. E a própria dificuldade do Clarity Act hoje é justamente essa. Porque eu acho que, na verdade, na real, e o Toto também acha,
Reinaldo Rebelo, então, ia ser maravilhoso. Mas a gente vê o Jimmy Diamond falando, literalmente é porque o cara está com medo, porque esse negócio ele percebeu, a indústria está percebendo, os incumbentes estão percebendo que isso aqui é um negócio muito poderoso, que teve uma adoção muito rápida, que tem um racional simples, toda genialidade é simples, é muito simples esse conceito. E que botar esse gênero de volta da garrafa não vai rolar. Mas se quiser mesmo pagar o táxi com o Bitcoin, não paga com o Bitcoin.
Não, calma. Entra no táxi. Cinco minutos, né? Entra no EP do MB, toma um crédito, no final da corrida você paga um pix pro seu taxista. Pronto, resolveu. Pagou e diretamente. Aí, ó, Tiago Reis, já fica aí a dica. Já podem fazer uma campanha com o Tiago Reis, lá tem bastante seguidor. Já imagina, filma o Tiago Reis ali, ó. Filma ele entrando no táxi. Pagando ali, pô. Vocês iam abrir conta pra caramba ali. Se o Tiago Reis usar o MB, aí...
Um abração pro Tiago Reis aí, parceirão. Ó, Pepino do ETF, a terceira gaveta do investidor, também gostei muito.
Fase Adolescência. As lições bacanas aí. E, pô, parabéns aí pela iniciativa do Criptocrédito. Espero que seja um sucesso. Felipe Witte, aquele Fabrício Toto. Agora a gente vai começar o Ping Pong. Aquele momento fácil, legal, porque a gente descobre quais os livros que vocês gostam de ler. A música que toca o coração de vocês. A maior gentileza que fizeram na vida. Um convidado que vocês gostaram de ver aqui. Mas eu vou abrir primeiro o Ping Pong. Fazendo uma provocação aqui. Tem um duelo que está famoso no Twitter.
E nesse dia que a gente grava, faltam 100 dias para acabar esse duelo, que foi a aposta do Mises, o Instituto Mises, contra o Pedro Cerise, de quem ia performar melhor em 729 dias, Bitcoin ou Ibovespa. O Bitcoin estava dando uma surra, mas de uns tempos para cá o Ibovespa virou e faltam só 100 dias. Nesse dia que a gente grava, está 44,8% para o Ibovespa, contra 17,5% para o Bitcoin.
quem vocês acham que vai ganhar daqui 100 dias? Quem vai estar comemorando? Mises ou Cerise? Close ali, hein, meu? Tá difícil isso aí. Agora se aproximou, porque tava até mais. Tava uma surra, cara. Você acha que dá pra Bitcoin passar? Eu confio, acho que dá. Acredita? Acho que dá. Se tivesse um prediction market com... Dá pra fazer, né? Dá pra fazer. Hoje em dia dá pra postar tudo. Também acredita? Cara, ontem eu ouvi um podcast do Professor Galloway. Oh, Grant Scott Galloway.
economista-chefe da Apollo, falando um pouco de contexto. Maravilhoso, muito legal, super interessante. E claro, o tema da vez lá é crédito privado, e todas as luzes em cima dos fundos de crédito privado da Apollo, etc. E aí, o Galloway provocando ele de next steps globais, que vai acontecer, etc. Cara, você acredita que o cara da Apollo mencionou Bolsa Brasileira? Juro por Deus. Vai lá, o cara está vendendo.
bolsa brasileira pra investidor americano, cara. Fala, escuta, ó, tem mais coisa aí que não comode que não dólar americano, vocês precisam olhar. Primeira coisa que ele fala é bolsa americana. Brasileira. É bolsa brasileira. Em detrimento da bolsa americana. Ele sabe que vai ter eleição esse ano, tudo bem. Mas tota, orai e vigiai. Então assim, a gente tá torcendo aqui pro Bitica, mas cara, se a gente continua com esse fluxo gringo vindo, cara, é uma competição desleal, porque tá todo mundo fugindo do Bitcoin, todo mundo fugindo de um ativo de risco,
e a bolsa brasileira aparecendo num cenário internacional como uma alternativa menos arriscada no mundo. E a turma não sabe que tem eleição, que é uma turma que anda bem vocal e fazendo bobagem à torta direita e mudando regra. Você viu, agora então tá bom, não pode subir o diesel porque eu vou meter aqui um imposto de importação sobre o diesel ou o óleo exportado. Cara, mas peraí, eu sou gringo, eu acabei de fazer um contrato com você aqui pra mim explorar o óleo lá na margem equatorial, você tá mudando a regra.
Quer dizer assim, negócio institucional no Brasil, cara, difícil. Então, respondendo a sua pergunta com objetividade agora, acho que será bem difícil, porque a gente tem um fluxo internacional vindo pra cá, que produz um efeito cascata na nossa economia muito grande, porque a nossa bolsa é minúscula. É minúscula. Então, qualquer porcaria que o gringo traga pra cá, cara, é dinheiro pra virar festa, pandemônio, fantasia, tiroteio e etc. Diferentemente do Bitcoin, que vai precisar de um movimento
de uma magnitude maior. Então assim, ouso dizer que a gente pode perder. Ouso dizer que a gente pode perder. Cara, isso acontece. Não tem problema. Nos nossos estudos lá, Bitcoin é ou strike ou canaleta. É um ano que é canaleta, três anos strike. Canaleta, três anos strike. E assim vai. Tudo bem. O meu negócio não é seis meses. Gostei da análise, mas gostei do apelido ao Bitcoin. Bitica. Melhor do que Bitcoin, né? Eu gostei do Bitica. Melhor do que Bitcoin. Intimidade. A Bitica.
Vamos lá. Livros, música, convidado. Vou começar pelos livros. Deixa eu só anotar aqui. Filipe Whittaker, você primeiro. E depois o Fabrício Topper. Pô, que responsa, cara. Vai por os meus, hein? Livro de mercado. Cara, o Snowball. Snowball, que delícia. A história do Warren Buffett, cara. Aí atrás até, inclusive. Aliás, a sua biblioteca... Terminei de ler mês passado. Tô com uma newsletter pronta sobre ele. Sua biblioteca aqui é muito bacana. Parabéns. Valeu. Mas eu gosto dessa história dele.
e um pouco do tempero que ele traz para o nosso teatro aqui, que passa muito por essas questões relacionadas a controle emocional, independência intelectual, ignorar modismo, e, acima de tudo, a riqueza e o conhecimento acumulando progressivamente desde que você comece cedo e entenda o que você está fazendo. Então, acho que essa ideia é central dele, eu gosto muito, e é uma analogia que a gente traz,
aqui para o nosso mundo do Bitcoin e do ativo digital. É um livro... Confesso que eu fiz uma correção na minha história, porque como alguém que é muito entusiasta do mercado financeiro, do mercado de ações e do Warren Buffett, devia ter lido esse livro antes, mas fiquei muito feliz que li nesse momento da vida, porque você percebe vários momentos da vida do Buffett. Sabe um momento que me marcou muito do livro? Quando ele começa a ter uma fase ruim, que é ao mesmo tempo que os filhos já estão numa idade
se distanciando do pai, o relacionamento dele não está muito bom, qualquer pessoa já teria aquele pensamento de primeiro nível de, ah, acabou. Esse cara acabou, está indo mal na bolsa, família não sei o quê. Isso aí ele tinha, sei lá, 40 e poucos anos, não tinha nem 50 anos. E olha o que aconteceu com o Buffett de lá para cá. Disciplina, resiliência e conhecimento. É isso, é isso que eu acho, é aqui que eu vou, é aqui que eu quero estar. E nós lá no MB temos essa possibilidade
postura muito pragmática. Puxa, é isso. Nosso entendimento é esse. A nossa visão do Treadfy é essa. Não tem como isso aqui ser muito diferente. Então, eu tenho essa... E o livro não dora a pílula, né? Porque o Buffett, assim, tem várias coisas muito teimosas. Polêmicas. Teve duas mulheres, né? Não se separou da... Conta da perda da primeira... Acho que é o capítulo mais triste do livro. Enfim, tá tudo muito fresco porque essa semana a gente ia gravar um episódio sobre a história do Warren Buffett. Pô, que legal. Eu não sabia.
para o mês que vem. Que bacana, que bacana. É muito bom. E você, Tota? Cara, eu vou para um livro de mercado cripto, chama Broken Money. Broken Money? Sim, da Lynn Alden, que ela é uma estrategista de investimentos americana, muito vocal no mundo cripto e que conta um pouco do que, uma das narrativas do Bitcoin, onde que ele se encaixa num universo, num mundo que a gente tem um sistema financeiro que ele tem muitos problemas. Quebrado no sentido, cara, é um dinheiro quebrado.
algo que tem problemas estruturais de arquitetura e como o Bitcoin pega esse vácuo, como que ele preenche esse espaço para, talvez, consertar as coisas no futuro. Vale muito a pena, não é uma leitura complexa, legal, interessante, conta um pouquinho de história, vale super. E ela é presença fácil em eventos cripto por aí, eventos mais bitcoiners, ela sempre está falando. Da hora, da hora. Agora o livro Tema Livre. Cara, Tema Livre, se eu puder começar, é bem livre,
cara, eu gostei muito da biografia do João Gordo. João Gordo? João Gordo, cara. Eu gosto muito de música também, cara. Mas você gostava de Ratos Porão? Cara, não. Nunca foi muito minha praia, Ratos. Eu acho que eu fui tão próximo do Ratos Porão que eu não sei se ia conseguir ler. Porque eu tenho um pouco de raiva de algumas coisas da história do João Gordo. Cara, lê que você faz um cabo check ali, cara. Porque é legal. Não é uma história tipo, nossa, que incrível. Não, tem uma história de redenção ali, né? Dele como ser humano.
Ele já é um mérito. Ele teve várias experiências de quase morte. Não é que ele está vivo capenga. Ele está vivo e bem. Ele agora emagreceu, virou vegano. Vale a pena. Para quem gosta de música, rock nacional também. Um pouco mais underground. Conta umas historinhas legais. É uma história... É gostoso também. Demais. E para emendar, já que eu falei de ratos, tem o restaurante que o Jão... Sim, o Jão, que é o...
Ele tem o... Era underdog, né? Era underdog, é borrateria. Tem uma unidade aqui na Ramos Batista, aqui pertinho. E no de Pinheiros, vira e mexe, ele tá lá servindo. Sim. É, ele gravava podcasts ali, né? Sim, sim. Não, incrível. Tem o... Pô, ali o... Na época que era underdog, a gente ia muito lá, enfim. É... Da hora, da hora. Gostei. Bate perto ali do estilo de música que eu gosto. E você, meu querido Whittaker? Cara, eu vou pra um outro caminho aqui.
Tota, com licença poética, cara, eu sou um cara muito outdoor, eu cresci no meio do mar, meus pais se conheceram no mar, e eu gosto muito de mar e montanha, e tem um livro que transformou minha adolescência, o final da adolescência, que é o Arhar Efeito, chama Into Thin Air, do John Krakauer, o John Krakauer era um repórter daquela revista outside americana, e com esse livro ele virou editor-chefe da revista, tamanha capacidade
de descrever um episódio que ele viveu numa subida do Everest. Ele foi fazer uma escalada no Everest e deu tudo errado. Eles pegaram a maior tempestade da história do Everest e aí ele faz um paralelo de tudo aquilo que levou ao acidente que aconteceu, a comercialização do Everest como a mercantilização das expedições de subida do Everest,
a falta de planejamento, as limitações físicas do ser humano, a vaidade, a necessidade das pessoas chegarem lá com equipes de mídia e cobertura para fazer foto e contar a história da subida, etc. E que tem muito a ver com muito do que a gente vive aqui. Pensa bem, foi uma tempestade súbita causada por um atraso, uma dificuldade por excesso de gente, essa questão de você não saber lidar,
com a zona da morte, o que você faz quando você tá na zona da morte, né? E tem uma frase no livro que eu gosto muito, que é a seguinte, chegar no topo é opcional, descer é mandatório. Isso vale pra tudo, isso vale pra negócio, isso vale pra relacionamento pessoal, isso vale pra você ter a opção de fazer uma coisa bem feita com planejamento, com estratégia, com visão, com etc, e saber lidar com a intempérie ou não descer e morrer no meio do caminho, né?
é muito bacana, cara, vale muito a pena. Em português é... Noir Hard Effect. John Krakauer. John Krakauer. J-O-N Krakauer. Já separei aqui pra comprar. Ia comprar junto do João Gordo, mas na Amazon não tem. E agora eu lembrei, o Viva La Vida Tosca. Não é horroroso, mas é bom. Até virou um filme depois, chama Everest do filme e tal. Tem um documentário no National Geographic e tem também o lado de uma outra
outra turma russa que estava fazendo a mesma escalada no mesmo momento pelo lado norte, o North Face do Everest, que é ainda mais difícil que o South Summit, que é a rota tradicional. E chama Anatoly Uruchev, o nome dele está, o russo. Então tem as duas visões, tem a americana e a russa, e como é que eles se convergiram lá no topo, e um salvou o outro e só morreram oito pessoas. Só morreram, mas foi o maior desastre no Everest de uma vez só. É muito legal, vale muito a pena a leitura.
três dias. Já subiu? Cara, não. Quer subir? Eu tenho um negócio. Eu sou velejador, eu fui pra Groenlândia velejando, saí de Nova York, fui até 350 milhas pro norte do Círculo Polar num barco de 21 pés. Eu tenho um negócio na minha cabeça de fazer uma coisa grande a cada cinco anos. Eu fiz a minha primeira em 96, fiz depois uma coisa em 2000, depois fiz a expedição em 2005, e aí até 2010 eu queria fazer uma montanha. Aí eu me casei. Uma montanha também.
então eu substituí pela montanha. Mas eu prometi pro meu filho que a gente faria alguma coisa antes dos 60, então em algum momento eu vou fazer uma montanha com o meu filho. Legal, legal. Isso aí me lembrou um abraço pra Gabriel Bassanese, obviamente não vai ver esse podcast, quer dizer, se ver eu vou ficar feliz, mas um grande amigo que eu fiz na época da XP, saiu da XP e escala a montanha. É mesmo? A vida dele escala a montanha, acho que já escalou, já escalou tudo.
Acabei de voltar da Patagônia, vi o Fitz Roy lá, fiquei louco, é um negócio assim maravilhoso,
esse negócio de montanha é muito bacana, cara. E lembra, chegar no topo é opcional. Descer é mandatório. Isso é muito poderoso, cara. Vale para uma empresa, vale para uma posição de alavancagem em cripto, vale para uma posição de gestão de portfólio, cara. Descer é mandatório. A gente precisa saber dar o stop loss, saber reconhecer que não funcionou. Vamos aprender o que precisa fazer para fazer melhor e fazer direito. Mas eu preciso descer com vida.
Agora, o livro para não ler. Vocês têm alguma recomendação de leitura? Não leitura, na verdade.
Para o mundo cripto tem um que chama... De novo, da outra vez eu falei um livro que o autor é muito bom, mas o livro era um desastre, que é o livro que conta a história do FTX, do Michael Lewis, que é um baita autor. E dessa vez é um livro que chama Bitcoin Billionaires, que conta a história dos irmãos Winklevoss. E daí a relação deles com um monte de gente, de um cara chamado Ben Masrich, que é aquele cara que escreveu o Bringing Now the House, que virou filme e tal, dos caras que quebraram a banca.
O autor também é bom pra caramba, escreveu um monte de coisa bacana, mas esse aí, cara, não é uma história Bitcoin Billionaires, nada a ver, não vai. Pula esse, não precisa ler. Cara, você sabe que eu não tenho um livro pra não ler porque eu tô devendo tanta coisa pra minha biblioteca intelectual, que tem uma fila de livro bom que a turma já me deu, gente que tem os mesmos valores que eu, que cara, o que eu tenho tempo de parar pra ler, felizmente, por enquanto, deu tudo certo. Já foi uma seleção tão
precisa que... Eu não consigo te dizer um livro pra não ler, mesmo um livro ruim, um livro forte, de alguma maneira mexeu comigo de alguma forma, então assim, não tenho. Aliás, leia, leia. Lê tudo, tem que ler tudo. Uma música e por que essa música? Você primeiro, Ita. Pô, cara, eu tenho uma música muito pouco óbvia, mas que me toca muito e eu acho muito bonita, que se chama Merry Christmas, Mr. Lawrence. Eu não sei se vocês já
mas é de um japonês que curiosamente se chama Ruichi Sakamoto. Sakamoto também. Tem um livro que se chama isso, e tem um filme que fala sobre isso, que é um filme que trata de uma guerra, uma guerra japonesa, numa das intervenções militares no Pacífico, aquela confusão de americano e japonês. E aí tem um dos soldados japoneses,
japonesa e se envolve com um prisioneiro americano e fica amigo e aquele negócio. E aí tem todo um elemento de choque cultural, de guerra, de reflexão sobre honra e humanidade e tal. E o cara que dirigiu o livro escreveu essa música e essa música é maravilhosa. É uma música instrumental, meio jazz e tal. Mas é uma música que toca muito. E eu descobri ela na expedição do Ártico junto do Bertão Pandiani, que ficou meu grande amigo.
E essa música me tocou bastante. Eu fui atrás do livro, fui atrás do filme. É uma música que sempre que eu posso, pô, vou dirigir que eu tô num momento introspectivo. Pô, manda lá. Merry Christmas, Mr. Lawrence. Não vejo a hora de acabar esse papo pra eu dar o play aqui. Já separei aqui pra eu vir no meu Spotify. Não espere sair dançando, mas espere sair estimulado. E você, Tota? O cara vem de jazz. Aqui eu vou numa coisa muito menos sofisticada musicalmente, mas que eu adoro.
Eu tô numa onda de ouvir de novo muita coisa, cara, da minha adolescência, sei lá. Se eu ouvir no UFX, curiosamente no UFX é um negócio que nunca bateu direito em mim, como acho que poderia ter batido. Pra mim é Bad Religion, cara. Vai no show? Então, eu tô enrolando, já vi trocentes, tô enrolando, vou ou não vou. Eu vou lá, eu vou acabar indo, cara. Estarei lá. E, cara... Qual música? Putz, se fosse pra pegar uma música, pega uma, ouve a American Jesus, ouve a letra, presta atenção. Mega atual e foi escrito em trocentes.
American Jesus. Que legal, cara. Sei lá, cara. 30 anos atrás. Que legal. Mais até. Então, um negócio mega atual, assim, é foda, cara. Gosto pra caramba. Acho que uma letra também que eu acho muito boa e é atual é 21st Century Digital Boy. Que não foi escrito até no século XXI. Não foi, exato. Foi bem antes do século XXI. Mas pra mim, a minha favorita é You. You é a música, até pela velocidade, nossa. E Generator. Putz, Bad Religion é muito bom. Muito bom, muito bom. Formado em Biologia, aliás, inclusive.
o vocalista. Um convidado que vocês gostariam de ver aqui no Market Makers? Cara, do mundo cripto, tem um cara que eu gosto muito. Eu já fui no podcast dele, já fiz um monte de coisa com ele. É um cara chamado Felipe Santana, da Paradigma Education. Um cara que trabalha com muito, muito conteúdo legal. Legal. Não, ele é bem bom. Ele veio no nosso podcast, o Crypto Never Zips, tocado pelo Sestari. Ah, legal. É um cara bacana também para fazer um debate cripto no cripto.
Vamos juntar o não cripto. Ele deve ser cripto, né? É, ele é mega cripto. Tem que juntar um não cripto aí. Mas traz uma visão diferente, uma abordagem diferente. E conhece bastante, cara. O episódio com ele foi bem bom. E você, Wittaker? Cara, precisa ser um. Eu queria uma mesa, cara. Faz uma mesa aí. Qualquer um que esteja trazendo disrupção para esse nosso mercado chato, para esse CDI de 15, para esse olhar alternativo,
alternativo. Então, cara, o Brian Armstrong lá, pô, cara, traz aí o CEO da Coinbase que está batendo de frente com todo mundo. Põe ele do lado do Reinaldo Rebelo que também, pô, está olhando isso de um jeito bacana. O Diego Barreto, né, eu tenho pensado muito nessas coisas de inteligência artificial e todos os impactos de inteligência artificial nos business tradicionais e como isso tem trazido disrupção e oportunidade, geração de emprego,
de desenvolvimento econômico e transformação. O Brasil é muito bom disso. A gente vê um monte de gente bacana lidando com coisas pontuais, transformadora. Então, cara, se você puder focar nesse tipo de qualidade de pessoa aí, cara, eu acho que esses caras é que tem que estar aqui. Sabe que a gente adora essa pergunta, porque geralmente quem sugere também ajuda a chegar nessas pessoas. Se você ajudar a montar essa mesa, eu te boto até aqui do meu lado para participar desse debate aí. Cara, com o Brian é mais difícil.
tentar. O Arduino da Tetra. O Arduino da Tetra seria maravilhoso. Com o Reinaldo, com o Dag, né? Mas o Diego acho que é depois de amanhã, cara. O Diego que era do iFood. O Diego é o CEO do iFood e está hoje tocando também o braço de prosos e coisas, os investimentos de Latam. Ele é muito bacana. E agora da gentileza. Qual a maior gentileza que fizeram na vida? Acho que o Toto da outra vez falou da
Da esposa, né? Não, não, eu falei de um cara que era meu par na minha jornada anterior. O que você falou? Ah, você falou de convidado da sua esposa. Falei de convidado, exato. É verdade, eu lembro que você tinha falado da sua esposa. Mas gentileza, cara, eu vou colocar uma outra, então, que quando eu cheguei no MB, estava chegando, minha chegada no MB foi um namoro que demorou um tempo para virar casamento. Mas quando eu cheguei no MB, imagina eu chegando numa exchange cripto,
em 2018. Se hoje, na cabeça de todo mundo, tem esse negócio, pô, sei lá, hein, a gente corre, cripto, imagina, oito anos atrás. E eu, enfim, eu já era, já estava bem convertido, vamos dizer assim, mas com empresa, assim, né, cara, eu falava, poxa, mas e aí, cara? E se der tudo errado? E se amanhã meter um ajotão ali da polícia, fechou, não pode mais, cripto proibiu no Brasil, etc. O que a gente faz? E o Gustavo Chamatti, que é um dos fundadores do MB,
falou, cara, a gente está montando um time tão bom, tão bom, que a gente vai fazer trocentas outras coisas. E é um pouco, não deu errado, vamos dizer assim, mas eu acho que essa promessa ali dele, ela se concretizou. No sentido que, cara, muitas coisas talvez não caminharam como a gente imaginou que caminhariam. A gente tinha uma visão assim, qualquer um que em 2018 falou, cara, olha, o mercado vai acontecer isso, isso, isso, vai caminhar dessa forma,
todo mundo errou, todo mundo fracassou grotescamente. Mas o mercado progrediu de formas diferentes, com tokenização, agora com crédito. O stablecoin não era nem um assunto, e hoje é um negócio gigantesco, cara, que a promessa se fez valer. E muito por conta das pessoas, do time que a gente está montando ali, que a gente consistentemente foi montando ao longo dos anos, e hoje a gente tem lá no IB, sei lá,
400 pessoas quase 500 trabalhando para criar soluções de organização crédito trading cara e tudo que você puder imaginar nesse no dentro do mundo cripto e que vai bem obrigado cara acho que essa essa gentileza de dar essa confiança que fala cara o que importa aqui que foi a lição que eu aprendi não é tanto a tecnologia mas sim o que as pessoas vão conseguir com isso foi muito valioso talvez nem ele saiba o tamanho da gentileza que foi muito bom muito legal e você Whittaker
Cara, eu queria fazer uma licença poética e trocar um pouco a ordem da pergunta. Não a maior gentileza que já me fizeram na vida, mas a maior gentileza que a vida já me fez. E a melhor gentileza que a vida já me fez foi ter tido o privilégio de ter convivido muito com os meus dois avós. Aliás, os meus quatro avós, avós paternos e maternos, mas em especial as figuras paternas foram muito expressivas na minha formação de caráter e a minha formação como indivíduo.
É uma coisa que transformou o que eu sou, me trouxe até aqui e me faz pensar muito no que eu vou ser para o meu neto. Para começar, se o meu filho demorar a mesma coisa que eu demorei para ter filho, eu vou ser avô só com 80 anos. E eu, infelizmente, não vou poder ser o avô que o meu avô me foi. Então, isso é uma coisa que tem mexido muito.
Então eu sou muito grato pela gentileza que a vida me deu de ter podido conviver com o meu avô Fábio e com o meu avô Firmino. Que fofo, muito fofo. Não, não, não tem nada de fofo. É fofo. É genuíno, cara. É uma coisa genuína. Mas é genuíno fofo. Me faz querer ser um homem melhor, um ser humano melhor. Eu acho que essa geração que não é a nossa, imediatista, googlesista, inteligência artificialzista,
desenvolvimento humano, a transferência de conhecimento, ela passava por uma mesa, por uma refeição, por uma conversa franca, por um presta atenção, um pé na orelha. Hoje a gente não tem como replicar isso. Como eu vou replicar esse conhecimento? Não, mas seu avô era uma pessoa muito dura. É verdade. Eu amo ele ainda mais por causa disso. Eu acho que eu sou melhor por conta desse... Eu sou mais resiliente, eu sou mais realista, eu sou mais...
humano. Por conta desse elemento humano que passou pelo amor, passou pela eventual agressão, que hoje a gente não se permite fazer porque o sistema não permite. Vou te recomendar assistir o episódio que a gente fez com o Pedro Parente. Foi recentemente. Que legal. No ar. Que bacana. Porque na gentileza ele fala do neto dele. Talvez o neto do
o peso parente, o peso parente seja para o neto dele, o que o seu avô foi para você. Que legal. Das palavras que ele falou sobre o neto quando fez para ele um brinde, obviamente não com álcool, mas no aniversário. Que bacana. Vale a pena ver. Legal. Meus queridos, obrigado pelo papo. Fabrício Toca, Felipe Wittaker. Gostaram do papo? Muito bom. Muito bom, Salomão, como sempre. Obrigado pelo conteúdo aí. Aprendi um monte de coisa.
Também vou escutar umas músicas saindo daqui. Ah, da hora. Da hora. Bom, eu também aprendi muito.
Espero que vocês também tenham aprendido bastante coisa. Deixa aquele joinha no vídeo, se inscreve no canal. São mais de 7 milhões de pessoas todo mês impactadas pelo Market Makers. A gente quer crescer ainda mais. E a sua ajuda aí, curtindo e compartilhando esse vídeo, vai levar a gente para mais pessoas. Lembrando, terça, quinta e domingo eu estou aqui, sempre com alguém mais inteligente do que eu do outro lado. E temos nossos programas também.
Às segundas-feiras tem o Risco Brasil com o Henrique Stetter. Às quartas-feiras o Second Level com o Samuel Ponsoni.
com Walter Sestari, Walter Rebelo e Marcelo Sestari, que é o nome dos nossos apresentadores. E Market Makers é newsletter, é fundo de investimento, é cursos, tem um monte de coisa, tem revista digital agora, então você pode consumir o Market Makers da maneira que você preferir. Até a próxima e tchau!
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