Episódios de Market Makers

#362 | A VERDADE QUE O BANCO ESCONDE SOBRE SEUS INVESTIMENTOS

17 de maio de 20261h39min
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O seu banco está guardando um segredo sobre o seu dinheiro — e ele pode estar te custando muito mais do que você imagina.

Neste episódio do Market Makers, Thiago Salomão recebe Leonardo Belisário (CEO) e Daniel Miari (CMO) da INCO, plataforma de investimentos coletivos fundada em 2018 que já movimentou mais de R$1,3 bilhão em mais de 1.000 operações e conta com mais de 450 mil usuários cadastrados.

A conversa vai fundo no que o mercado financeiro não conta para o investidor de varejo: como bancos usam seu dinheiro para investir em produtos que você não tem acesso, por que 53 milhões de brasileiros mantêm 30% do portfólio na poupança perdendo dinheiro, a contradição absurda de poder apostar nos bets mas não poder investir em high yield regulado, e como a INCO conseguiu entregar 187% do CDI desde 2018 com apenas 1,6% de inadimplência histórica — acessível a partir de R$ 500.

Você acha que o investidor de varejo está sendo bem tratado pelo mercado financeiro hoje — ou osistema ainda joga contra quem tem menos? Conta nos comentários.

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Leonardo Belisário e Daniel Miari | Market Makers #362

Apresentador: Thiago Salomão (Fundador e CEO do Market Makers)

Convidados: Leonardo Belisário (CEO da INCO Investimentos) e Daniel Miari (CMO da INCO Investimentos)

Edição: Igor Conrado e Pedro PereiraCaptação: Renan Moncoski

#INCO #CROWDFUNDING #CREDITOPRIVADO #INVESTIMENTOS #MERCADOFINANCEIRO#MARKETMAKERS #THIAGOSALOMÃO

Assuntos7
  • Acesso a Investimentos para o VarejoDificuldade de acesso a produtos alternativos · Concentração de portfólio em poupança · Comparação com investidores Private e Alta Renda · Papel da tecnologia e inteligência artificial · Personalização e consultoria financeira
  • INCO: Origem e EvoluçãoCrowdfunding e regulação da CVM · Mercado imobiliário e financiamento informal · Impacto da pandemia e crescimento agressivo · Transformação em instituição financeira · Expansão para outros produtos (CRI, CRA, debêntures) · Investimento indireto em startups (SpaceX, OpenAI)
  • Risco e Rentabilidade na INCOÍndice INCO: 187% do CDI desde 2018 · Histórico de inadimplência de 1,6% · Diversificação como mitigador de risco · Análise de crédito e rating interno · Risco de iliquidez em investimentos de longo prazo
  • Desafios e Oportunidades do Mercado FinanceiroImpacto de casos como Banco Master e Wilbank · Concorrência com apostas (bets) · Desconfiança do investidor de varejo · Cenário de juros altos e recuperação judicial · Arbitragem regulatória e acesso a high yield
  • Futuro do mercado financeiroPlano de 10 anos e expansão de produtos · Obtenção da licença DTVM · Internacionalização de investimentos · Desenvolvimento de ecossistema tecnológico · Inversão da lógica do mercado: do investidor para o produto
  • Empreendedorismo CulturalDesafios iniciais e primeira captação · Primeiro default e gestão de crise · Cultura de transparência e feedback · Investimento em segurança cibernética · Acesso a equity da INCO para investidores
  • O Investidor como Inimigo PróprioFalta de conhecimento e tempo · Resistência à educação financeira · Perfil do investidor passivo vs. ativo · Terceirização de decisões de investimento
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A gente quer inverter a lógica do mercado. A INCO de 2018 até hoje foi um play de acesso. Então vamos dar acesso a produtos alternativos que os clientes não têm em nenhum outro lugar. Tudo que a gente está construindo é para a gente chegar lá na frente e conseguir customizar o produto.

para o que o investidor precisa. Muitas vezes o próprio investidor é o seu inimigo próprio. E eu não vejo solução quando a gente fala desse varejo tradicional a não ser tecnologia. Tem formas que a gente tem que pensar, mas tudo é o que o Leo falou, envolve tecnologia. E a grande vantagem é que hoje com inteligência artificial você consegue trazer a personalização. E acho que essa é a grande sacada.

E tem mais um agravante, né? Esse caso do Master foi um terror para o mercado inteiro. O investidor está super assustado. Ficaram com receio mesmo. Falaram, poxa, só invista agora no que tem FGC. E acaba que ele está perdendo a oportunidade de ganhar mais, às vezes com risco controlado. Então é um momento de cautela, sim, em termos de risco de mercado geral, mas também é um momento de oportunidade.

De empreendedor para empreendedor, qual foi o grande cagaço que deu em vocês? Deve ter sido talvez o começo ou teve alguma outra história? Hoje, o que tira do nosso sono é cyber. Acho que em toda a gente são financeira. A gente tem investido muito nisso, em segurança. É como que a gente mitiga, como que a gente cria os mecanismos de defesa para não acontecer. A pergunta capriciosa é a seguinte, os caras que viraram sócios de vocês, o que eles ganham?

Sim, sim, sim, está começando mais um Market Maker. Seja bem-vindo ao podcast da família investidora brasileira. Sou Thiago Salomão, fundador e CEO dessa empresa que fala com mais de 7 milhões de pessoas todos os meses. E hoje a gente vai ter um papo...

Hoje, na verdade, a gente vai falar sobre como o investidor pode ser enganado e o que fazer para não ser enganado. Tem várias formas do investidor poder ter um bom acesso a investimentos, a educação financeira, mas a verdade é que o investidor, principalmente o investidor de varejo, o investidor pessoal física,

Ele não tem sido muito bem tratado ao longo da sua história no Brasil. E a gente está aqui com duas pessoas que vão mostrar um pouquinho do que pode ser feito de bom para os investidores. A gente vai falar sobre os problemas que chegam aos investidores e também as soluções. A gente está com o pessoal da INCO aqui, o Leonardo Belizarro.

e o Daniel Miari, o Belisario é o CEO e o Miari é o CMO, para quem está vendo aqui na câmera, o Leonardo está logo na minha frente e o Daniel está à minha esquerda. A Inco é uma plataforma de investimentos que nasceu ali em 2018 e basicamente ela consegue fazer uma conexão entre empresas que querem capital e investidores que querem participar de projetos.

E essa plataforma vem crescendo muito, já são 450 mil usuários cadastrados, sendo 80 mil investidores ativos. Ela já gerou mais de mil operações que movimentaram 1 bilhão e 300 mil reais. Então são 1 bilhão e 300 mil reais que empresas captaram e 1 bilhão e 300 mil reais que investidores alocaram ali.

E tem muita coisa interessante nessa plataforma, nesses investimentos, mas a ideia do papo aqui com eles é também falar desse novo acesso para os investidores a produtos que podem ser muito interessantes para eles e aproveitar e falar um pouquinho do que o investidor acaba acreditando que é uma boa ideia e nem sempre é. Enfim, é sempre legal ter aqui empreendedores que criam alguma coisa...

que é diferente e consegue trazer uma solução, tanto para empresas quanto para investidores. Então, muito legal vocês terem chegado aqui na Faria Lima. Vocês não ficam aqui na Faria Lima, né? A gente BH. O pessoal vai perceber aí pelos taques de mineiro que... Duas palavras já dá para descobrir. Bom, Daniel, Leonardo, bem-vindos ao Market Maker. Estão preparados? Sim, nunca. Obrigado.

Bom, a ideia do papo, quando a gente conversou, era falar um pouquinho sobre as ciladas que o investidor acaba caindo. Mas antes, queria que vocês contassem quem são vocês na fila do pão do mercado. Como é que a Inco nasceu? Por que ela nasceu? E, enfim, de onde veio essa ideia de criar a empresa? Quer começar?

Bom, primeiro, obrigado pela oportunidade de a gente estar aqui. Falando um pouquinho de mim, sou mineiro, o sotaque já denuncia. Formei em Minas, em Minas muito tradicional, basicamente dois mercados que a gente tinha lá. Eu fiz engenharia, então basicamente se eu quisesse trabalhar lá ia muito para engenharia, construção civil.

ou para a parte de mineração, que são indústrias fortes em Minas. E estagiei nas duas e mais outras indústrias, texto, logística, empresa júnior da faculdade, achei tudo um saco. E acabei vindo para o mercado financeiro. Fiquei mais ou menos cinco anos no BTG, entrei pelo back office, depois trabalhei na mesa de special seats.

E em paralelo a isso, a ideia da INC nasceu em 2017. Na época, a CVM estava lançando a regulação de crowdfunding. E a gente começou a olhar para aquilo e olhar para os Estados Unidos, que já tinha esse modelo de financiamento para mercado imobiliário via crowdfunding nos Estados Unidos. Então a gente começou a olhar para aquilo, a gente vem do mercado imobiliário de família. Nossos pais são empreendedores do mercado imobiliário.

O Daniel foi meu colega de infância, tem o Bruno também, que é nosso cofundador, que também não pode estar aqui hoje, mas também nasceu nesse mercado imobiliário. E a gente começou a olhar para aquilo e falar, cara, a gente...

No nosso meio, a gente vê muito financiamento informal. Nós mesmos já investimos em financiamentos informais de projetos de amigos, que a SCP é um modelo de SCP, que basicamente é um formato que amigos e familiares conseguem financiar o projeto de desenvolvimento de alguém. E a gente falou, cara, dá para fazer isso a nível Brasil de forma escalável.

e com tecnologia para pulverizar esse ticket. Então, ao invés de ter que colocar 200 mil reais, 300 mil reais, 500 mil reais, a gente consegue fazer com mil reais, quando a gente coloca a tecnologia, e não tem barreira geográfica. Então, a gente consegue achar alguém que está precisando de capital para desenvolver o projeto no norte, no nordeste, no sudeste, enfim, em qualquer lugar do Brasil.

e também investidores investindo de forma digital em qualquer lugar do Brasil. Então, sempre a gente teve esse DNA de mercado imobiliário e dessa relação de ganha-ganha, que é o tomador, quem está captando os recursos, tem mais acesso a capital, porque ele não precisa só recorrer aos amigos e familiares, então a gente constrói uma base a nível Brasil, e o investidor consegue criar um portfólio diversificado.

com uma curadoria profissional, que é a gente faz a seleção desses projetos, não é qualquer projeto que entra na plataforma, e aí a gente faz essa curadoria e a formalização. Então o investidor entra com um projeto que já foi analisado em termos de risco, retorno, não quer dizer que tudo vai dar certo, existe o risco.

mas existe uma análise profissional, diligência ali, que é feita antes. Então o investidor já entra em projetos selecionados com uma formalização mais forte do que um contrato ali entre ele e o amigo, que vai muito, às vezes nem tem contrato, vai muito na base da confiança.

Então nasceu assim e aí em 2019 a gente começou a de fato fazer as primeiras operações ali de final de 18 para início de 19. Em 2020 a gente teve ali, eu saí do banco no final de 19 quando as coisas começaram a engrenar aqui na empresa.

E foi um pouco do lado pessoal, foi uma montanha russa de emoções, porque eu saí do banco em outubro de 2019 para empreender, salário zero.

Janeiro de 20, minha mulher virou para mim e falou, estou grávida, era o meu primeiro filho. Março de 20, a gente estava em um programa de aceleração, numa quarta-feira fizemos o Demo Day. A gente ganhou lá a primeira colocação, era um programa do C6 na época, que chamava OP. Ficamos em primeiro lugar no Demo Day, term sheet na mesa para pegar investimento.

Segunda-feira, lockdown. Pandemia. Bom, acertei, né? Saí do banco em outubro, minha mulher está grávida, eu não tenho salário e agora a pandemia, meu negócio quebrou. E aí foi aquela loucura, a gente falou, pô, o que a gente vai fazer, o que a gente faz, o que a gente faz?

E aí em maio de 20, a gente lançou uma operação, pum, captou tudo. Nunca tinha acontecido isso. A maior que tinha lançado na época, né? E foi a maior que a gente tinha lançado. E o negócio cresceu três vezes de um mês para o outro. A gente falou, o que está acontecendo? E aí a gente parou para ver.

Estava todo mundo em casa, poupando dinheiro porque não estava gastando na rua e olhando para opções de investimento digital. Na época, os juros desceram para 2%. A gente estava financiando projetos imobiliários a 12%, 14%. O investidor tinha um spread gigantesco.

E aí ficou super atrativo. Então a gente teve um momento ali de 20 e 21, que foi um crescimento super agressivo. A gente saiu de 5 pessoas para quase 50. E aí final de 21 foi o inverso. O juro saiu de 2 para 10. Já aquela correria, ano de eleição no ano seguinte. Todo mundo com mais receio de risco. A gente teve um pouco mais de dificuldade de fechar contrato.

Aí vem aquele descasamento, cara, tem que enxugar a empresa. A gente teve um evento ali que a gente teve que reduzir o tamanho da empresa significativamente. E aí volta, vamos trabalhar, vamos recuperar, vamos crescer de novo. Empreender no Brasil, né? Montanha-russa, não tem jeito. Em outro cenário, né? Então, juros mais altos, perfil de risco mais alto. E aí a gente veio construindo um negócio. Então a gente pegou toda essa montanha-russa.

E no meio do caminho a gente veio construindo, virou instituição financeira, e aí veio construindo tudo isso até hoje. Então hoje é o que você falou, hoje a gente tem mais de 450 mil CPFs cadastrados na plataforma, já financiou mais de um bi, já retornamos para os investidores mais de um bi, em retorno de capital também, e a gente começou a fazer outros produtos. Então a gente viu que aquele mesmo comportamento do imobiliário,

ele também acontecia para outros mercados. E aí a gente começou a fazer operações estruturadas de dívida, então hoje a gente tem debênture, CRI, CRA, incentivados, certificado de recebíveis, operações de crédito pulverizado, e aí a gente tem uma gama de produtos também alternativos.

Já fizemos também a parte de venture capital. Então, a gente tem uma parceria boa com o investidor nosso, que é o pessoal da Bossa Nova. Então, a gente já fez algumas operações com o portfólio de startups deles e essa parceria para um investimento indireto em startups do Vale do Silício. No ano passado, a gente colocou na plataforma a oportunidade para o investidor brasileiro investir com R$ 500.

em um investimento indireto na SpaceX, por exemplo, do Elon Musk, OpenAI, são investimentos que hoje, do ano passado para cá, valorizaram. Duraram quantos minutos essa captação? Cara, por incrível que pareça, não foi tão rápido. Para a gente que é do mercado e conhece...

É muito óbvio, mas para um investidor que não é tão sofisticado, e esse é o nosso grande público e é onde a gente tem tentado atuar, porque é o investidor que tem mais necessidade de um bom atendimento, de um bom serviço, não era tanto um negócio que ele entendia. Ele era muito acostumado com renda fixa. As operações nossas até ali, praticamente todas eram renda fixa.

então o que ele já sabia, prazo, modalidade, tudo certinho, vem uma operação de equity. E a gente até, desde o início a gente sabia, a gente tem que ser muito transparente com o investidor, quanto aos riscos, como é que funciona aquele produto. Então a gente colocou tudo muito claro, então muita gente naquele início ficou até com medo, como é que funciona, mas a gente foi educando, vai explicando para o investidor, aos pouquinhos eles vão entendendo e vão investindo.

Só até para explicar, Daniel, que na operação de renda fixa fica lá muito claro o quanto vai ganhar, a duração...

Na de equity, nesse caso da SpaceX, é o equity. Então, todas aquelas informações de taxa, duração, então, para um cara que não é, não está familiarizado, quase com um tiro no escuro, né? Por mais que tenha um grande potencial de valorização, não fica tão claro, né?

Demanda um trabalho de educação, né? De a gente pegar e explicar para os investidores. Então, assim, a gente lançou as primeiras, o pessoal gostou. Agora já teve uma que teve, um evento de saída. Então, assim, acaba que o pessoal já está pedindo mais. Quando vão ter mais? Mas qual que era o valuation da SpaceX naquela? Vocês lembram? 350 bi.

Bi, é bom. Hoje em dia, hoje já está falando de mais de tri. É. Então, o cara já ficou feliz. O que correu risco. Vai sentindo, vai vendo aquilo acontecer. Bacana, cara. Muito bom. Não, é legal que vocês já deram bastante do histórico da empresa. E você falou muito sobre atender aquele que não é atendido.

Qual que é o propósito? A gente... Empreender no Brasil é complicado, mas todo empreendedor... A gente é capitalista, a gente está aqui para ganhar dinheiro. Mas se a gente não tem um propósito, esse objetivo se esvai rapidamente. O propósito da INCO está em ajudar quem quer investir ou ajudar a empresa, ou um pouco dos dois? Qual que foi assim... A gente tem que resolver esse problema. Qual que era esse problema que vocês queriam resolver?

Legal, Salomão, acho que, contando um pouquinho, voltando um pouco atrás, quando a gente começou a empresa, a gente tinha uma visão, que claro que hoje em dia ainda muito dela se mantém, e as coisas foram evoluindo, a gente foi trazendo mais, expandindo essa visão. Só que lá no início, na origem do negócio, igual o Léo falou, a gente de Belo Horizonte, com origem muito do mercado imobiliário, a gente começou a empresa pensando em ver duas dores muito claras, do lado do investidor.

eles não tinham acesso aos produtos, ou tinham, às vezes, o dinheiro, mas não tinham conhecimento, poxa, vou investir no mercado imobiliário. Quantas vezes a gente já ouviu casos de pessoas, ah, comprei um apartamento na planta, comprei um apartamento na planta de um projeto que não tem um patrimônio de afetação, não tem ali um projeto aprovado, não é aí, acabou tendo problema.

Então a gente via que tinha pessoas que não tinham dinheiro, tinha pessoas que não tinham conhecimento, e muitas pessoas que tinham os dois, mas tinham que concentrar tudo em um projeto. Então de um lado do investidor a gente sentia isso. E do lado das empresas também, eu também construí, fiz empreendimentos com a minha família, e senti a outra ponta.

que eram as empresas querendo fazer projetos, empresas boas querendo expandir, e tendo uma dificuldade muito grande de conseguir um funding adequado. Ou tinha que fazer esse malabarismo de montar um SCP, sair do cor do negócio. Então, ao invés da empresa estar pensando em construir, em fazer em venda, estava preocupado em conseguir investidor.

E quando a pessoa ia no banco, muitas vezes chegava ali e era maltratada. Tinha taxas abusivas, querendo ou não, o banco tem ali muitas estruturas, então acaba não conseguindo fazer uma linha de crédito, às vezes, muito específica. Então, acabava que a gente via essa dor do empreendedor, querendo realmente fazer bons projetos e tendo dificuldade, às vezes, de conseguir se financiar bem.

Então, começou dali. Depois a gente começou a atuar, pensando muito nessa parte do acesso para as duas pontas, e começamos a perceber que realmente o mercado maltratava, de certa forma, o investidor de varejo, que ele não tinha acesso aos melhores produtos, não tinha acesso aos melhores serviços também. Então, a gente via, muitas vezes, o cara achando que estava fazendo um excelente negócio, não, vou deixar o dinheiro rendendo o CDI, achando que aquilo ali era...

a grande maravilha do mundo, né? Enquanto isso, na prática, o que acontece é que o banco pega aquele dinheiro, investe muito melhor, consegue retornos muito maiores, né? Então a gente pensou muito, nossa ideia sempre foi essa, poxa, dá para poder tirar esse bancão de intermediário e conectar as pontas diretamente.

E fazendo isso, a gente consegue, tem várias facetas que a gente pode atuar, né? Trazendo cada vez mais produtos diferentes, igual o Leo falou, a gente começou no mercado imobiliário, onde era nosso DNA, nossa raiz, e fomos trazendo cada vez mais oportunidades com essa pegada, de dar acesso para o investidor ao que o cara que hoje, quem consegue isso é um cara que tem acesso a um FDIC, acesso a um Family Office, para conseguir realmente esses produtos e serviços diferenciados.

Tá, então dá para dizer que vocês estão dando acesso a um investidor que... Qual é o mínimo para investir na plataforma? Hoje R$500. Então com R$500 o cara pode investir na mesma coisa que um cara de um family office ou um grande investidor poderia investir.

É, o caso que o Léo falou, um investidor com 500 reais conseguiu entrar, querendo ou não, no equity da SpaceX indiretamente, mas conseguiu ter uma valorização enorme ali sem ser um investidor sofisticado, sem ter acesso a um veículo. Ele entrou no aplicativo, com dois cliques ele conseguiu participar.

Hoje no Brasil a gente tem mais uma estimativa da Ambima, 60 milhões de CPFs investindo. Isso é dividido em três clusters. Private, que é acima de 5 milhões de reais. Varejo alta renda, que é de 100 mil a 5 milhões de reais. E varejo tradicional, que é abaixo de 100 mil.

é mais ou menos um terço, um terço, um terço. São 9 trilhões de capital de toda essa massa de investidores, mais ou menos 3 milhões para cada um desses clusters. Quando a gente começa a olhar em número de CPFs, varejo tradicional, a gente está falando de aproximadamente 53 milhões.

60 milhões e 53 da varejo tradicional. Varejo alta renda são os outros 7 milhões. E no private, 60 mil. Então quando a gente olha para número de CPFs, e de fato essa é a grande massa mal assistida,

Porque não faz sentido para um assessor, para um banker, gastar tempo com um investidor de ticket pequeno e com tantos CPFs para atender. A conta não fecha. Impossível. E quando a gente olha para a alocação de portfólio de cada um desses clusters, a pior alocação, obviamente, é do varejo tradicional, que é o menos bem assistido.

Quando se diz pior alocação, os produtos que eles têm na carteira, a carteira deles, ela tem um resultado pior? Ela tem um resultado pior e quando você olha em percentual de alocação, vou te dar um exemplo, o varejo tradicional tem 30% do portfólio alocado em poupança.

Ou seja, está perdendo dinheiro ao longo do tempo. Quando a gente olha, por exemplo, para a alocação de alternativos, menos de 5% da alocação de um varejo tradicional

O varejo de alta renda, que já é um pouco mais sofisticado, um pouco menos de 15%. Quando a gente já olha para o private, esse número já está em mais de 30%. E aí dentro de alternativas tem os isentos, CRI, CRA, e outros, FDIC, Multimercado, mais alguns outros. Então, é aqui, hoje o nosso grande público...

o tradicional, mais uma parte do alta renda, que é um investidor que vai até um milhão de reais, mais ou menos. Na nossa estimativa, é algo em torno de 57 milhões de CPFs e 4 trilhões em investimentos desses 9 trilhões que a gente comentou.

Então, o mercado endereçável de vocês estaria aí nesses 4 trilhões, ou 57 milhões de investidores. É isso. E um ponto que é legal, Salomão, desculpa te cortar, querendo ou não, a gente fala que a gente atende investidores a partir de 500 reais, só que a gente tem de tudo. Então, a gente teve muitos investidores que entraram e investiram na plataforma de milhões.

Por quê? Esse cara percebeu que hoje ele estava colocando, antes ele estava colocando o dinheiro, ah, vou comprar um apartamento na planta, vou entrar de sócio numa SCP num loteamento. Ele percebeu que fazia mais sentido ele entrar na plataforma e pulverizar o risco dele ali em vários projetos. Então o cara, ao invés de botar ali um milhão em um projeto, ele pegava aquilo ali e dividia aquilo ali em 30, 50 projetos, 100 projetos.

E com isso ele teria um acesso a essa alta rentabilidade da economia real, com um risco muito mais controlado pela pulverização.

Então, você usou a palavra risco. Acho que o investidor é muito sensível a isso. Sim.

Eu estou aqui no aplicativo da Inco. A primeira oferta que me aparece aqui é 60 dias. É uma oferta exclusiva para novos investidores, que eu abri minha conta recentemente. Uma rentabilidade de 20% ao ano. O prazo é de dois meses só, mas 20% ao ano é um CDI mais 5. Uma bela rentabilidade.

Mas quem olha de longe pode pensar, mas está me dando uma rentabilidade dessa, deve ser muito arriscado. Como é que vocês mensuram o risco? Foram mais de mil operações que vocês fizeram ali dentro. Qual é o índice de inadimplência? Como chegar nessas operações? O quão confortável investidor que está aqui na INCO pode ficar em termos de... Eu sei que tem um risco, mas qual o tamanho dele?

É muito difícil a gente ter especificamente por negócio. A gente tem uma estatística, crédito normalmente é a base de estatística. Então a gente tem os produtos, acho que até tem outros episódios aqui que eu acompanhei falando de crédito privado e de uma certa arbitragem do high yield, high grade.

Então, hoje a gente tem trabalhado mais no high yield, que a gente acha que tem um perfil mais atrativo em termos de risco-retorno, e é justamente o produto que esses investidores não têm acesso. Então, voltando, só para um ponto aqui, complementando um pouco, eu já chego na parte do risco, mas...

Esse investidor hoje ainda sofre do outro lado, que é um lado regulatório, porque a gente tem as classificações de investidor qualificado, investidor profissional, e a maioria desses ativos normalmente no mercado tradicional, esse investidor de varejo tradicional...

Ele não pode, regulatoriamente, ele tem que se declarar como qualificado, ele tem que ser qualificado para conseguir acessar esse tipo de produto. E qualificado só para, ou você tem que ter alguma certificação no mercado, ou você tem que declarar ter um milhão de reais. Um milhão de reais ou acima de 200 mil de renda. É, alguma coisa. E só complementar, porque você falou dos episódios.

high grade não deveria existir no Brasil. Essa foi a frase que eu guardei quando o Flávio Aragão veio aqui com o Janser Salomon falando sobre crédito privado. Ele investe em high yield e ele fala high grade é um negócio que não deveria existir no Brasil. Eu concordo.

Mas a gente tem essa arbitragem regulatória também. Por quê? O que acontece? O investidor de varejo, ele não pode investir nesse tipo de produto, mas ele está lá nos bets. O outro está recebendo auxílio, bolsa família, e está betando, perdendo o patrimônio da família. Esses dias teve um caso...

Eu tenho um amigo que, a senhora que trabalha na casa dele, a filha dela resolveu jogar no tigrinho o patrimônio que ela construiu a vida inteira, um pouco mais de 100 mil reais, perdeu.

O cara não pode investir, mas pode apostar. É inacreditável. Então, até, assim, também teve a... Abriram a consulta pública no ano passado da CVM88, que é uma das regulações que a gente tem na parte de distribuição, que era de crowdfunding e hoje atende também token de renda fixa. E agora está indo para uma linha mais de ofertas até determinado volume.

E a gente falou muito disso, porque a questão não necessariamente é renda. E às vezes a gente está privando o investidor pequenininho de estar ganhando mais patrimônio e maior rentabilidade, aplicando dinheiro melhor de acessar esses produtos. Porque esses produtos, querendo ou não, não quer dizer que vai dar certo sempre, mas historicamente a gente está entregando no índice ínculo mais de 180% do CDI.

Mas voltando ao ponto de risco que foi a sua pergunta... Só um ponto, Léo, desculpa te cortar, só para o pessoal entender o que é o índice 1. Eu ia aguardar, mas podemos explicar agora o que é o índice 1. Acho que é legal, só para o pessoal ter contexto, é porque a gente tem lá, já foram mais de mil operações, a gente tentou pensar como é que a gente vai conseguir mensurar, porque uma coisa é o investidor investir em uma operação, outra coisa é o investidor que investiu em 100.

A gente pensou, vamos criar um índice para mostrar qual é o resultado da carteira. Então, esse índice teórico é um índice de o que teria conseguido um investidor que investiu em 100% das operações desde 2018. Então, ali foram mais de mil operações, tiveram a grande maioria deu certo, tem ali hoje 1,6% de operações que estão em inadimplentes, histórico geral. Então, esse investidor que investiu em todas, o mesmo valor, ele teria conseguido 187% do CDI.

considerando ainda um cenário pessimista de perda total nas operações que estão ali em atraso, que a gente está fazendo todo o processo de cobrança, a justiça fazendo a recuperação. Então, assim, acho que só para o pessoal entender o que é isso, que é uma carteira que tem performado muito bem ali desde 2018.

187% de CDI desde 2018. Isso, vocês sabem em absoluto qual é esse valor? Eu tenho a calculadora de CDI aqui. Mas, bom, continua a explicação ali. Está bem. Bom, o que eu estava falando é que o crédito é estatística. Então, apesar da carteira ter performado isso, tem casos que deram errado. Então, eu acho que para o investidor nosso, o que a gente começou a montar...

desde lá do início é como que a gente consegue criar mecanismos que a gente consegue direcionar o investidor para uma diversificação. Então, por mais que seja um high grade, um risco baixo, a gente tem casos de high grade que estão dando errado, vários.

Então, acontece, é parte do risco do investidor. Então, não quer correr risco, vai para o Tesouro, e aí também a rentabilidade é outra. Mas por isso que a gente trabalha muito na diversificação. Então, a gente tem um acompanhamento de risco, a gente faz um rating, então a gente tem uma escala de rating interno para ter...

uma tomada de decisão mais fácil como produto, como experiência do aplicativo. E ali o investidor toma essas decisões. Hoje o grande caso, que é o que a gente tem tentado mitigar, é o investidor que chega e ele concentra tudo em um caso específico. E esse caso dá errado. Então isso é o que a gente construiu na experiência do aplicativo e hoje a gente...

Grande parte da nossa tese é como que a gente consegue ajudar esses investidores a ganhar dinheiro, a construir patrimônio a longo prazo. Não é no bet, não é achando... Porque existe uma ilusão que o investidor cria que ele vai ficar rico em um dia, em um mês.

Mas isso é construído a longo prazo. Então a gente tem construído isso de construir um portfólio de investimentos completo com o investidor.

Com pouco capital ou com muito capital, mas conseguindo assessorar todo mundo a construir esse portfólio. Então hoje é aí que a gente tem atuado. Eu fiz a conta aqui, deu aproximadamente 245%. 187% de CDI de outubro de 2018 para cá.

então é uma coisa muito dinheiro mais que triplicou né nesse nesse período né muito bom quem botou um real teria três reais e 45 centavos aí nesse período então quem botou mil teria

3.450. Mas, então, já responderam um pouco sobre o risco, já responderam um pouco sobre acessibilidade, mas eu queria voltar um pouco para esse princípio do investidor, pequeno investidor, acaba sendo um pouco mais...

maltratar é uma palavra muito forte, talvez pior atendido. O que vocês enxergam como alternativa para isso? E aliás, como é que vocês enxergam até o que o próprio mercado financeiro tem feito recentemente, que até ajuda um pouco o trabalho de vocês? Enfim, o investidor está nesses oito anos ainda não completos de INCO, vai completar em outubro?

O investidor está sendo o melhor tratado ou até piorou um pouco a relação? Como é que vocês veem? A minha percepção, Salomão, é que as coisas vão evoluindo. Antigamente, esse percentual que o Leo trouxe ainda era muito maior, das pessoas que não investiam, que não tinham acesso ao mercado, não tinham acesso a nada. Ficava dependendo realmente só do gerente do banco para poder investir. Hoje em dia, querendo ou não...

evoluiu, melhorou do que era antes, mas ainda tem muito a melhorar. A gente pega, por exemplo, os assessores de investimento. Hoje ainda é uma coisa que teve uma evolução enorme do que tinha antes e obviamente tem assessores excelentes, mas é um mercado que a gente ainda vê muita coisa acontecer de conflito de interesse. Quantos casos que a gente não viu recentemente de assessor empurrando COI, investidor pessoa física, que não sabia do risco, não sabia o que estava fazendo.

A gente vê que hoje teve, sim, tem tido uma evolução, acho que o próprio acesso à educação financeira, acho que cada vez mais está mais fácil, a pessoa que quer buscar informação, ela consegue, acho que hoje em dia, apesar de estruturalmente no país, na educação, colégio, base, não tem, mas as pessoas que querem conseguem hoje em dia acesso a muita informação. Então tem melhorado, mas ainda tem muita coisa para melhorar.

Uma coisa que a gente tem percebido muito essa parte também agora do conhecimento personalizado, né, Léo? De como é que a gente consegue trazer para o investidor agora uma assessoria personalizada para ele. Que isso era uma coisa que antes era impossível, né? Igual o Léo falou, um assessor financeiro ali, um consultor, ele tem um limite de quantas pessoas que ele consegue atender. Poxa, eu vou atender ali 100 pessoas, 200 pessoas? Mas...

Agora, com a inteligência artificial, com a tecnologia cada vez avançando mais, é possível você conseguir trazer escala também, não só no acesso aos produtos, como também no acesso ao conhecimento, a recomendações personalizadas. É uma coisa que a gente também acredita que vai ser, com certeza, um próximo passo aqui da INCO e também do mercado.

Mas, olhando para o que é a INCO, como que uma recomendação personalizada ajudaria? Porque, em tese, as operações já estão lá, ou teria até uma filtragem das operações para o cara investir. Ótimo ponto. A INCO hoje é...

uma parte de onde a gente quer chegar. A empresa nossa, a gente foi crescendo, trazendo novos produtos. Hoje, a gente, querendo ou não, a gente atende um percentual da carteira do cliente. Então, a gente fala com o cliente, não é para ele investir a carteira dele inteira aqui nesses produtos. Mas a gente está num processo agora de a gente começar a expandir o nosso portfólio para poder pegar um percentual da carteira dele maior.

Então, o próximo passo que a gente já está em processo é a questão da DTVM. Que sendo DTVM, a gente vai poder, no futuro, ter outros tipos de produtos.

e conseguir pegar uma carteira maior. Só uma prática, ser uma DTVM implica em já virar uma corretora ou só poder ter os produtos? É uma licença, e a licença viabiliza que a gente faça a distribuição de produtos que hoje a gente não consegue fazer.

Porque hoje eles têm acesso principalmente a renda fixa e equity, e boa parte é renda fixa. Então, virando a TVM, vocês vão ter um portfólio maior. Melhora bastante. Hoje também, por exemplo, um problema que a gente teve até bem curioso na nossa história, Salomão, pegando principalmente em 2024, quando os juros tinham caído um pouquinho, a INCO teve uma história de ter uma demanda muito maior do que a oferta. Então, a gente teve...

Você tinha mais investidores querendo investir do que empresas querendo capital. A gente tinha, não de empresas querendo, a questão é que como o nosso filtro realmente é muito chato do que a gente lança, a gente é muito criterioso. Empresas que são criveis para... Que a gente passava a operação, a gente teve um crescimento muito forte da nossa base de investidores, uma demanda enorme. Então, para você ter uma ideia...

em 2024, teve seis meses que as operações todas não duravam mais do que um minuto. Tinha uma operação que você abria e dava 10 segundos. Os investidores estavam entrando, colocando despertador para poder entrar exatamente uma hora da tarde e virava quase que uma competição, para o pessoal conseguir investir.

Nossa, isso deve... É muito legal ver isso, mas deve gerar uma frustração enorme quem não investe. Exato. Então, assim, isso começou a se tornar um problema. A gente, por um período, a gente cogitou fechar os cadastros da INCO por um tempo. Não vai deixar ninguém entrar mais, porque demanda era tão alta, assim, comparada com oferta. Então, a gente começou, poxa, precisamos evoluir para trazer mais produtos. Como é que você faz isso?

De um lado, óbvio, é questão de time, vão aumentar o time comercial, vão aumentar o time de compliance, de análise de crédito, vão aumentar o nosso time de estruturação, mas também a parte regulatória. Então, a gente foi buscando evoluir a parte regulatória, começando a trazer produtos internacionais. Então, o investidor, não só o de equity, mas também de renda fixa internacional, produto de crédito, para ele poder investir ali, por exemplo, dólar mais oito, dólar mais oito e meio.

A gente começou a aumentar a nossa gama de produtos. E a DTVM ajuda nisso. A gente pode, hoje, querendo ou não, na regulação que a gente atua, é muito específico os produtos que a gente pode lançar. A gente tem que montar, por exemplo, vou lançar um CRI. Ele é feito em uma estrutura específica para aquela regulação. Quando você se torna um DTVM, a gente pode, por exemplo, ter um produto, um CRI de mercado, que a gente analisa, que a gente considera, poxa, isso aqui faz sentido para a nossa base, e a gente lançar aqui. Então, abre uma gama de produtos.

que permite a gente poder escalar, trazer mais investidores, isso vai aumentando o potencial da plataforma. É, porque uma coisa que, não sei se ainda é um problema, mas aqui no Market Makers, a nossa filosofia de investimento na nossa carteira de ações, um dos pilares que a gente gosta, a gente gosta do...

A cabeça de fundador, né? Então, o Founders Mindset. Isso aí tudo a gente extraiu muito nas nossas conversas com o Cristiano Souza. Mais uma era o Reinvestment Opportunity, né? A oportunidade de reinvestir. Então, vocês têm ali dentro da plataforma produtos extremamente rentáveis.

aparentemente seguros, não são todos seguros, mas estatisticamente falando, o retorno compensa o risco. É um risco de retorno bom. Mas ele tem uma limitação de investimentos. Vocês 187% de CDI, vocês deram de lavada em muito fundo multimercado. A diferença é que o fundo multimercado pode captar... Sim.

Milhões, às vezes bilhões. Então, nesse ponto que acabava sendo o gargalo para vocês. Sim. E agora, com as empresas, como é que vocês estão resolvendo esse gargalo de trazer mais empresas?

a gente, assim, acho que empresas ainda, são quase que dois negócios à parte, né? Então, é... E ao mesmo tempo conectados. Então, uma coisa puxa a outra. Quando a gente estava falando mais cedo aqui do dilema da plataforma, né? Se a gente tem mais produto, a gente consegue trazer mais demanda. Se a gente tem mais demanda, a gente consegue trazer mais produto. Então, uma coisa puxa a outra.

Essa sempre foi a nossa dinâmica. Eu só queria comentar num ponto antes de entrar nisso, que vocês estavam falando do investidor. Eu acho que muitas vezes, não só a educação de base, mas muitas vezes o próprio investidor é o seu inimigo próprio, nas decisões que ele toma. E eu não vejo solução quando a gente fala desse varejo tradicional, com baixos tickets, a não ser tecnologia.

Porque humanamente é impossível atender estante CPF, é aquilo que a gente falou, a conta não fecha. Então hoje, a INCO de 2018 até hoje foi um play de acesso. Então vamos dar acesso a produtos alternativos que os clientes não têm em nenhum outro lugar. São produtos que os grandes fundos compram, que o Family Office compra, que os grandes investidores têm acesso. A gente vai pegar isso e vai colocar...

para o resto da turma também ter acesso. Isso a gente fez através de tecnologia, então a partir de R$ 500 o investidor investe ali. E agora, isso que a gente estava falando da DTVM, a gente está começando a olhar aqui no lado do investidor para a parte de serviços com inteligência artificial. Então quando a gente começa a colocar tecnologia aqui...

Isso possibilita que a gente tenha, em escala, em personalização, um atendimento para cada cliente desse com R$500, R$1.000, R$10.000, a nível quase que de um family office. Então, é a gente pegar quase que o atendimento que o cliente do private tem e trazer aqui para o clientezinho que tem um ticket pequeno através de tecnologia, sem conflito de interesse.

sem o assessor, que é bias, porque ele tem remuneração nos produtos que ele vende, e aí de uma forma estruturada. E além disso, aqui nessa camada de tecnologia, a gente consegue olhar para a vida desse cliente, que muitas vezes é um cliente que é menos sofisticado, que tem menos informação, que tem menos educação de base.

e assessorá-lo nele também na vida financeira dele. Então, desde qual é a renda dele mensal, qual é o custo de vida dele mensal, às vezes ele está investindo aqui num produto de risco alternativo, que é um risco retorno maior, mas ele nem tem a reserva de emergência dele ainda constituída. Então, amanhã ele precisa de liquidez e ele está desesperado porque ele entrou num produto ilíquido.

Então, essa falta de conhecimento, e eu acho que vem muito dessa educação de base, acaba colocando as pessoas nessa situação. Então, aqui a gente está atuando exatamente em cima disso, investindo muito nessa tecnologia de como a gente constrói um ecossistema que vai cuidar desse investidor, vai assessorá-lo ao longo dessa jornada, sem conflito de interesse, crescendo o patrimônio ao longo do tempo. Eu gostei desse... Queria continuar?

Eu ia voltar no outro tema, mas se quiser... Eu gostei da explicação, mas tem uma frase que você falou que me pegou. O investidor, às vezes, é o seu próprio inimigo. Por quê? O que você quis dizer exatamente com isso? É pela falta de conhecimento...

ou até por terceirizar demais essa decisão? Às vezes é, pô, vou fazer o que você mandar sem questionar. Ambos. Ambos. Então tem a falta de conhecimento, e a gente tem um perfil muito forte de investidor, e é uma das coisas que a gente quer solucionar com tecnologia, porque o investidor... ...

vamos lá, investidor que não tem muito conhecimento e não tem muito tempo para olhar os seus investimentos. Qual foi a solução do mercado até hoje? Vamos investir em educação financeira. Faz curso, faz, enfim, cria e-book, cria curso online, curso presencial. Foi montado um mercado da educação financeira em cima disso.

Só que o que a gente vê na prática é que muito cliente não tem saco para ficar gastando tempo fazendo educação financeira. A maior parte não quer nem saber. Tem um percentual pequeno ali que sim, dedica, mas a maior parte não. O cara é médico, o cara é dentista, não quer nem saber, ele quer ganhar dinheiro ali sem fazer nada. Tal qual o médico não quer estudar finanças para investir?

O financista também não quer estudar medicina para se curar. Ele está procurando uma solução. Não virar um expert no assunto. Então, é o que a gente fala. A gente tem que facilitar toda essa jornada para justamente atender bem essas pessoas.

que não querem dedicar tempo para isso, mas ao mesmo tempo querem aplicar bem o capital. Então a gente tem essa dualidade, que é onde a gente tem atuado nessa parte de tecnologia. Enfim, acho que é um pouco disso. E aí a gente tem mais dois grandes perfis de investidores, que são...

Um é o investidor ativo, que de fato a gente estava falando aqui da escassez dos produtos, de colocar despertador, criava um fomo, uma guerra ali, uma hora da tarde, que era o horário do lançamento, todo mundo ali, cara, tem que entrar, tem que entrar, botava despertador e às vezes não conseguia entrar, mesmo assim.

E do outro lado, a gente tem um investidor passivo, que é um investidor que perdia isso, não entrava, não quer entrar, e ele quer botar o capital dele ali uma vez e esquecer e deixar aquilo ali rendendo. Então, a gente tem atuado também nessa outra frente. Hoje a gente não atende bem esse investidor passivo, sendo super transparente, e é onde a gente tem atuado aqui de ter produtos e serviços.

para atender esse cliente na parte passiva. Mas aí seria o quê? Um fundo que já boleta essas operações? Que a gente falou do índice INCO, fazer um fundo do índice INCO. Bota aqui, a gente vai pulverizar isso em várias operações que a gente coloca aqui na INCO. Isso daria para virar um ETF? É quase um ETF. Acho que na prática seria um fundo, mas...

formas também que pode colocar com tecnologia pra pessoa fazer uma pré-ordem, por exemplo, já viu tudo que vai lançar nos próximos dois meses aqui projetado, o cara já fala. É que a pré-ordem também não garante que ele vai entrar, né? Porque se todo mundo fizer a mesma pré-ordem. Mas aí poderia fazer às vezes um book building pra poder fazer rateio. Tem formas que a gente tem que pensar, mas tudo é o que o Léo falou, envolve tecnologia.

E a grande vantagem é que hoje, com inteligência artificial, você consegue trazer a personalização. Acho que essa é a grande sacada. Você para pensar um consultor, o que ele faz? Ele vai chegar, vai conversar com você, vai entender seu perfil de risco, vai entender o que você tem de gasto, vai entender tudo. Depois, com base nisso, ele vai ter ali uma orientação do que ele está seguindo e vai passar para encaixar naquilo ali. Quando você tem inteligência artificial, hoje em dia você tem acesso a muita informação, você tem open finance, tem várias coisas que você pode conectar.

Você poderia ter um mecanismo do investidor entrar, vai ter ali um acesso às informações, vai pegar aquilo ali, vai encaixar para ele, ó, produto ideal para você é isso daqui, executar, apertou um botão, executou tudo. Isso tudo é possível hoje em dia. Antigamente isso era impensável, né? Você conseguir fazer uma coisa dessa, não dava. Agora você consegue fazer.

Cara, tem muita pergunta aqui surgindo. Deixa eu só matar uma que eu já tinha anotado aqui, porque quando eu fiz o estudo sobre vocês, até falei esse dado no começo, 450 mil usuários cadastrados, 80 mil investidores. Vocês têm ali 370 mil...

pessoas que já driblaram o goleiro, só não chutaram. O que vocês acham que é isso? De fato, existe mesmo o curioso que está querendo saber mais, só abriu, ou o cara abriu e meio que esqueceu, enfim, mas como é que vocês, quando vocês olham para esse número, porque a empresa está crescendo, parabéns, muito legal o projeto de vocês, mas deve dar uma certa angústia de ver tanta gente que ainda já podia estar investindo e não está.

Na prática, Salomão, isso é muito normal de marketplace, a gente chegar pessoas ali que entram, às vezes fazem um cadastro e acabam ficando inativos. Mas, de fato, a gente teve algumas coisas. O primeiro ponto, muita gente chegou e muitas vezes não conseguia investir por questão daquela questão que a gente falou da demanda, a gente acabava a ter momentos...

A gente chegou a ter momentos que a gente, durante o mês inteiro, se você somasse o período que tinha oferta aberta, dava uma hora, meia hora, no mês inteiro. Então, assim, porque era muito rápido. A gente chegou a ter operação, que eu acho até um ponto legal para as pessoas entenderem. Quando a gente fala das operações aqui da INC, não são operações de 100 mil, 500 mil. A gente teve operação de 11 milhões e gotando em dois minutos.

Ou seja, tem um volume, só que realmente tinha uma demanda muito alta. Então, tem uma parte que é isso, tem uma parte que às vezes a pessoa entrou ali, a gente fala com eles bem transparente, olha, você entrou, você não tem reserva de emergência ainda? Não está na hora, vem daqui a pouco. Então, se eu pego ali, por exemplo, os dados esse mês.

eu tenho um investidor que converteu esse mês para a primeira vez, esse primeiro investimento, que cadastrou em 2019. Com certeza, assim, todo mês tem esse giro, sabe? Mas tem de tudo. Tem realmente o cara que às vezes não tinha dinheiro, tem o cara que às vezes foi só um curioso, mas assim, a gente tem, claro, muitas estratégias ali que a gente vai executando para poder ir convertendo essa turma ao longo do tempo.

Hoje, a gente tem uma grande barreira aos olhos do investidor que está entrando na plataforma, porque os investimentos são mais ilíquidos. Então, isso é uma grande barreira de iniciar o investimento. Muita gente não quer ficar preso no investimento de dois anos ou três anos, que é normalmente um investimento em crédito privado, que a gente financia um projeto imobiliário.

É um ciclo de três anos aproximadamente. Então, isso é uma grande barreira para ele iniciar os investimentos ali. Muitas vezes ele fala, putz, não está na hora, eu vou ficar com o capital preso por muito tempo. E aí eu acho que tem uma correlação grande também com esse número de investidores que acabaram não... Número de usuários que acabaram não virando investidores.

Agora uma pergunta mais macro. A gente está vivendo, o juro está alto para caramba, caiu recentemente, mas ainda está ali nos seus 14 e pouco, deve ficar alto por um bom tempo ainda, as projeções de inflação subindo e a gente sabe o quanto isso está sufocando as empresas. Coincidência ou não, recuperação judicial batendo recordes, empresas com problemas. Esse cenário...

De certa forma, pode ser bom para vocês, porque quando eu ouço um cenário desse, é ruim para o crédito, mas quando eu ouço que o problema de vocês é essa falta de oferta, talvez as empresas possam encontrar em vocês uma solução para a captação. O quanto um cenário ruim de Brasil pode ajudar vocês? Ou não tem jeito, está ruim para o Brasil, vai ser ruim para vocês?

Acho que no mundo dos alternativos, eu venho um pouco, que a gente estava falando, venho um pouco dessa área de special seats, esse é o momento da oportunidade. Quando você olha com essa lente, eu acho que tem um perfil de tomada de risco maior com retornos maiores. E a gente pode atuar nessa frente também. Claro que está deixando isso super claro para os investidores. Então, igual eu falei, a gente tem a escala de rede.

Mas para o portfólio que a gente já construiu, é um momento de maior estresse. Então, juros alto um ano, ok. Juros alto dois anos, já começa, passou, nós estamos aí, vai fazer três anos de juros bem altos. Então...

não é qualquer empresa, não pode errar, não tem espaço para erro. O projeto imobiliário tem que ter margem, se tiver uma compressão de aumentou o custo, inflação de obra, já começa a retirar margem do projeto.

Então, é um momento de cautela, sim, em termos de risco de mercado geral, mas também é um momento de oportunidade. Então, do lado da originação, que era até o ponto que você perguntou mais cedo, que é o outro lado da moeda que é completamente diferente.

que é um negócio pouco tecnológico, muito humano, porque no final você está negociando milhões, então tem que sentar na mesa com o dono da empresa, tem que entender qual é a necessidade dele, entender o que o projeto precisa, como que a gente constrói da melhor forma para mitigar o risco para o investidor.

Então é uma construção isso, e muito a quatro mãos com o cliente e com o nosso time de estruturação. E a gente faz toda essa parte dos mitigadores também. Então nesse momento, é um momento que a gente exige maior qualidade de projetos, a gente não quer correr tanto risco de venda, porque a venda do imobiliário, não sei se você está escutando aqui em São Paulo, mas tem muita coisa ilíquida que não está vendendo, e está aí em alto padrão.

médio nem se fala, médio padrão está super parado. Então é um momento que na hora da seleção dificulta a originação, porque o nosso filtro é alto, a nossa régua é alta, e isso acaba filtrando muito mais projetos, a gente está com mais receio de venda, então a gente exige que tenha mais venda na largada para a gente entrar com financiamento. Então tem essas consequências que é meio que a adaptação tática ao momento de mercado. Como que a gente constrói um produto que a gente consegue mitigar os riscos?

para o investidor. Quando o momento está bom, vários produtos se encaixam aqui com esses mitigadores. Quando o momento está ruim, tem que caber a conta dos juros. Não é qualquer projeto que cabe. Porque a gente está falando de CDI a 15. Aí a gente tem o risco da operação. Então tem mais um spread ali em cima do CDI. A gente estava falando aqui, CDI mais 5, mais 6, que seja. E mais os custos da operação.

Para quem está captando os recursos, é muito caro. E só projetos com margem boa, no caso do imobiliário e em outros casos também coisas muito rentáveis, operações muito rentáveis que conseguem absorver esse tipo de taxa.

E do lado do investidor, a gente pegou momentos muito distintos aqui também desde 2018 para cá, né? Você pega o Brasil, né, Salomão? Então, a gente pegou juros quando começou ali em torno dos 7, caiu para 2, voltou para 15, caiu de novo, subiu. Então, assim, a gente pegou...

na oscilação. Em relação à demanda dos investidores, claro que quanto menor o juros, acaba ficando, principalmente quando a gente percebe muito claramente isso, parece que o investidor de varejo tem na cabeça dele um número mágico do 1% ao mês. E ele ainda faz uma conta errada que ele acha que é 12%. Então ele fala, pô, 12% ao ano, caiu disso, ele começa a querer procurar. Então a gente sente isso muito claro. Quando os juros caem, a demanda aumenta muito.

Mas também tem muita demanda quando o juros está alto, igual a gente está ali, continua chegando muita gente. A gente hoje recebe em média em torno de uns 10 mil cadastros por mês. Pessoas novas chegando ali para a plataforma. E tem mais um agravante, né? Esse caso do Master foi um terror para o mercado inteiro. O investidor está super assustado. Então, cara, eu ia perguntar justamente isso. Quem que é o maior inimigo de vocês hoje? São as bets ou são os masters? Esses casos de...

Era para ser algo... Tudo bem, o cara investiu sabendo que tem o FGC, mas ninguém investe pensando que vai ter que usar o FGC, ou pedir socorro. E deu uma bela... Você usou o termo assustado, foi exatamente a mesma expressão que... Eu gravei um episódio recente com o Juliano Custódio, o fundador da QI, e ele usou esse mesmo termo. O mercado está ruim, olhando para o mercado de assessoria de investimentos, está difícil porque os investidores estão assustados com o caso Master.

Então, quem que é o maior concorrente de vocês nesse momento? Você perguntou de qual é dos dois, das bets e dos masters. Na minha opinião, acho que os dois são muito problemáticos e atrapalham de formas diferentes. Acho que as bets hoje atrapalham porque estão tirando dinheiro do bolso da galera. Então, ao invés da pessoa estar usando aquele dinheiro para poder investir, para poder crescer na vida, eles estão literalmente perdendo dinheiro. Então, acho que perde ali.

E Master também, tem muita coisa que acontece no mercado, tem muito golpe, a gente vê muito investidor que às vezes chega ali e vê a plataforma e fala, isso é golpe. Mas tem que explicar, não, calma, veja bem, isso aqui é regulado, Banco Central, você tem que mostrar para o investidor. Então isso já começa de largada, tendo que explicar, não, peraí, a gente é sério, o negócio funciona, o que está aqui. E querendo ou não, o Banco Master realmente se assustou, a gente viu muitos investidores ali que estavam...

Ficaram com receio mesmo, falaram, poxa, só invista agora no que tem FGC. Isso acaba sendo um problema muito grande e que contribui para o que o investidor hoje já sofre, de falar, pô, beleza, eu não invisto em mais nada, vou deixar só o dinheiro no banco. E o banco vai pegar aquele dinheiro e vai investir melhor que ele. Então acaba que o investidor acha que ele está, nossa, agora eu estou muito seguro, estou fazendo certinho, que agora estou só no FGC, e acaba que ele está perdendo a oportunidade de ganhar mais, às vezes com o risco controlado.

É, mas há de concordar comigo que é justo a preocupação do cara quando ele abre. Eu até perguntei isso, né? Quando você abre a plataforma. Com certeza. Porque eu falei Master, mas bom, tem o Master, tinha o Wilbank, tinha o Pleno, tinha a Fictor. Pô, pouca gente fala, mas a Fictor virou uma empresa listada em bolsa, patrocinando o Palmeiras. Então assim, você olha lá e fala, dá.

qual o risco? então é plausível essa preocupação e tem que ter é importante é o que a gente estava falando, o investidor ser o inimigo dele mesmo de terceirizar a decisão ali às vezes a decisão de investimento

Mas aí, no caso de vocês, pensando que isso também é um desafio para vocês vencerem, quer dizer, vocês já têm 80 mil investidores, estão abrindo 10 mil contas por mês, o tempo joga a favor de vocês. A tendência é favorável.

Mas como vencer essa barreira da desconfiança? O que vocês estão fazendo? O que vocês estão planejando? Olha, Salomão, assim, até hoje, né? A gente cresceu muito realmente com boca a boca. Então, os próprios investidores, trazendo novos investidores e indicando pessoas. Porque realmente, assim, a nossa cabeça é muito essa. Se um investidor está tendo resultado...

consistente, ele vai acabar trazendo mais pessoas e aquilo ali vai se propagando. Então, hoje a gente está combatendo realmente com informação. Então, assim, as pessoas têm dúvida, igual o Leo falou, acho que é super importante as pessoas terem dúvida mesmo de tudo, que não realmente existe muito golpe. Então, a gente mostra para o cara.

Tá com dúvida? Beleza, ótimo. Dá uma olhada aqui, olha aqui no registro aqui, no Banco Central, mostra tudo, para a pessoa conseguir entender, e mostra mais do que isso, porque isso por si só não é garantia de nada, a gente mostra o resultado. Então, olha aqui o resultado nosso, olha aqui o depoimento ali de milhares de pessoas que passaram aqui, que estão investindo, estão satisfeitas. Então, a gente está mostrando muito isso, mostrando na prática qual é o resultado que as pessoas estão conseguindo aqui. Eu acho que o resultado fala por si só.

E teve algum parceiro que ajudou, assim, não sei, influenciador e tudo mais? Ativemos vários influenciadores. O Primo Pobre, inclusive, é um super parceiro. Nós já veio aqui também. Tem vários, várias pessoas que divulgaram também a plataforma que trouxeram muita gente para a gente também. Legal. O Primo Pobre, esse cara é um show à parte. Não é mais tão pobre, mas é sangue bom demais. Esse cara é muito legal.

outra pergunta que eu tinha tinha separado aqui assim de empreendedor pra empreendedor qual que foi o grande cagaço que deu em vocês quando vocês falaram deve ter sido talvez o começo ou teve alguma outra história

que gerou ali uma tensão enorme, você falou, putz, por que eu saí lá do quentinho do BTG para empreender, enfim. Tem alguma outra história que você guarda que foi desafiador? Do lado pessoal, acho que...

É aquilo, eu falei um pouquinho, mas falando um pouco do que tira o nosso sono como empresa, como risco estrutural, lá atrás, quando a gente começou, o que tirava o nosso sono era o primeiro default, a gente não pode ter o primeiro default.

A gente sabia, faz parte, qualquer portfólio de crédito vai ter um default. Então a gente sabia que ia acontecer, mas a gente sempre ficou com tanto receio do que poderia ser o impacto disso num negócio novo que a gente estava montando.

E acho que a gente atuou com tanto medo que a gente foi criando mecanismos de como que a gente ia tratar isso, como que a gente conserta, como que a gente faz, explica para o investidor o que é isso. E que quando aconteceu, e aí é o que ele falou, a nossa estratégia sempre foi ser transparente. Então, cara, aconteceu, estamos aqui para te ajudar, estamos te assessorando, a gente vai dar update passo a passo aqui de tudo que a gente está fazendo.

E a gente foi fazendo dessa forma e a galera foi ganhando confiança. Falei, pô, assim, não estou feliz porque atrasou o pagamento que eu tinha para receber, mas a INCO está atuando de forma responsável, está me ajudando, está me assessorando, está prestando todas as informações e não está deixando o meu dinheiro voando aqui. Ela está indo atrás para recuperar.

Quando foi esse primeiro default? Isso foi em 2022. É, 22. 22, 22. Safra de 21, mas foi 22. Até demorou, né? Minha empresa está desde 2018, o primeiro default em 22. Foi muito logo depois da pandemia. A gente pega aquela inadimplência que a gente falou de 1,6%, a grande maioria ali é concentrada nessa hora. Querendo ou não, a nossa empresa a gente foi evoluindo. Foi a virar do juro.

É, foi exatamente, a vaga dos juros e também a questão, a pandemia, muitas empresas sofreram ali um pouco, então teve isso e a gente também, a empresa foi crescendo e a gente foi melhorando, igual o Léo falou, tanto a parte de análise de crédito, fazendo cada vez melhores análises mesmo, mas também estruturando melhor, né, então a operação...

Lá no início, quando a gente começou, eram operações muito simples, operações de crédito clean. A gente fazia captações muito pequenas, um crédito ponte, uma operação muito simples. À medida que a gente foi crescendo, a gente foi trazendo mais garantias, trazendo operações mais estruturadas e aumentando o volume. Então, a empresa foi evoluindo para poder trazer mais segurança também para o investidor.

Hoje, o que tira do nosso sono é cyber. A gente virou uma instituição financeira, então o investidor tem uma conta na nossa plataforma, no CPF, igual a instituição financeira, Pix, TED, não temos cartão ainda, talvez no futuro, mas hoje não é o foco. Mas tudo o que aconteceu do ano passado para cá, não sei se você acompanhou bastante, mas tiveram vários casos, até o mais recente com o BTG.

de ataque cibernético, porém todos têm uma certa componente de engenharia social. Então tinha alguém que tinha credencial, que vazou, que foi roubada, mas hoje a gente tem investido muito nisso, em segurança, como que a gente mitiga, como que a gente cria os mecanismos de defesa para não acontecer, que é o que tira nosso sono hoje.

Acho que de toda instituição financeira. É porque o jogo está mudando. Com a inteligência artificial, a gente ganha muita produtividade, a gente pode fazer muita coisa. A gente acha que é o Superman produzindo um tanto de coisa nova. Mas eles também, os atacantes, também ganham muitas armas para virem atacar a gente. Então, é um investimento constante em segurança.

Entendi. Não, faz sentido. Tem alguma história pessoal ou você compactua das histórias do Leonardo? Olha, compactuo bastante, principalmente o que o Leo falou ali na época de 2021, logo quando começou a pandemia, acho que foi um puta susto pra gente, né? Ele falou, o que vai acontecer? Só que eu acho também legal contar assim, logo no início, sabe? Assim, a primeira operação que a gente lançou.

A gente estava lá começando, poxa, a Ola falou, experiência nossa com isso, marketing, a gente não tinha experiência nenhuma. Então eu mesmo não sabia nada de marketing na época. A minha formação, eu sou engenheiro civil e advogado. Então, pô, vamos mexer com marketing, vamos começar a lançar captação. A gente totalmente na ignorância, pô, vamos lançar a primeira captação e vai captar. Vamos colocar ali um Google Ads, contratar uma agência, não vai chegar investidor pra caramba. Lançando a captação, não captou nada. Puta merda.

Na época a gente estava ainda começando, então eu ainda trabalhava construindo, então eu lembro direitinho que eu fui para uma obra, que eu estava construindo a obra lá, eu olhei e falei, putz, o que eu fui arrumar? Fiquei um ano fazendo essa plataforma, aprovando em CVM.

Que maluquice foi essa, velho? Esse trem vai ser um fracasso, não vai captar nada. E aí lançamos lá, e ficou nisso. Primeira semana ele captou muito pouco, assim. Lançamos uma captação de 750 mil. E pra captar essa operação pra valer, você tinha que bater dois terços. Então, tinha que captar 500 mil. A gente não tinha cadastro nenhum, era zero. Tinha estrutura nenhuma, nada. Então, a gente falou, pô, como é que nós vamos fazer?

vamos fazer um evento, aí a gente pegou fez um evento, falou assim, vamos fazer um evento, vamos chamar o pessoal, mais Feminine Friends mas vamos apresentar o que a gente está fazendo aí lançamos lá, fizemos o evento explicamos para o pessoal direito o que a gente estava fazendo e falamos quem investir até amanhã ainda tem um bônus de 1%, no dia seguinte esgotou tudo

Aí o negócio começou, mas assim, essa semana foi complexa, porque a gente tinha ficado um ano produzindo tudo, monta site, porque a gente não podia fazer um MVP, que é o tradicional do empreendedorismo, vamos fazer um MVP uma coisa muito simples pra poder lançar, porque era uma coisa que exigia regulação. A gente tinha que aprovar na CVM, pra poder aprovar na CVM a gente tinha que ter a plataforma funcional, auditada, então a gente não podia fazer uma coisa tão simples, então a gente já teve que fazer uma coisa mais robusta, principalmente pra gente na época que não tinha estrutura nenhuma.

Então, assim, foi uma semana bem complexa. E hoje o foco está... Se fosse dividir lá o economics da empresa, basicamente o grosso que vocês ganham de dinheiro é por emissão de renda fixa, né? Porque deve ser o que mais tem ali. Sim. O quão sensível, então, vocês são aos juros? O juro alto ajuda vocês porque as pessoas vão querer buscar mais?

Ou um juro mais baixo poderia atrair mais empresas para se capitalizar? Como é que vocês fazem essa análise ali internamente?

O juro alto atrapalha na média. Agora, é engraçado porque tem um movimento que o investidor, que não é muito sofisticado, ele olha muito para a Selic, e não para a curva futura do CDI. Então, a gente tem um comportamento que é o seguinte, quando o juros futuro abaixa,

É a pior fase para captar. Porque a gente precifica o crédito olhando a curva futura do CDI. E aí o investidor olha e fala assim, cara, mas você está me pagando CDI mais 2? Mas na verdade é porque a curva futura está caindo e na prática é um crédito de CDI mais 5 ou CDI mais 6. Entendeu? Então esse é o momento que é mais difícil para captação.

E o inverso também é verdade. Então, quando o juros está baixo e ele empina na curva futura, que normalmente é o momento de estresse no mercado, o investidor, ele olha e fala assim, caramba, isso aqui está pagando muito bem, está me pagando, você dei mais 8, você dei mais 10. Ele compara com o CDB de liquidez diária. Ele olha, por quanto eu estou ganhando na liquidez diária, vê-se quanto que está ali no projetado e ele não faz a conta da curva, não pensa qual vai ser o prazo médio da operação.

Mas pensando no cenário quase impossível, de Brasil Selic a 4, Selic a 5. Bom, é que nesse cenário, eu acho que vocês vão ter muita operação de equity, porque talvez até as empresas... Porque para a gente ter um juro estruturalmente baixo, é sinal que o mercado de capitais está pujante, a bolsa deve estar subindo, então o valuation das empresas vai estar melhor.

Mas na prática, quando os juros caem, acaba que para as empresas também, o que acontece hoje na prática? Você pensa você é um empreendedor, você quer fazer um projeto imobiliário. Poxa, você vai fazer um projeto imobiliário que vai dar um retorno de 18%, 20% hoje? Minha pau. Se a Selic está a 4%, tem um projeto de 18%, você vai fazer, porque o seu custo de oportunidade é outro. Então, querendo ou não, quando a Selic cai...

Tem muito mais projetos surgindo, tem muito mais coisa acontecendo, a economia esquenta, não adianta. Então, para a gente esse ponto é muito bom. E para o investidor também, como a gente lança um spread em relação à operação, é um prêmio de risco, querendo ou não, quando essa liquida baixa, poxa, 6%.

em relação a 4, a gente tem percentual do CDI que fica muito maior. Então acaba também ficando muito atrativo. Então assim, para a gente, a gente torce bastante pela queda, né? A queda da Selic para a gente no longo prazo, o país funcionando bem, não uma canetada, mas funcionando bem a juros baixos para a gente é sensacional. E o juro baixo também...

Aumenta o valuation das empresas e, pelo que eu estudei, vocês têm muitos investidores, né? Sim. Porque vocês mesmos fizeram uma emissão do próprio equity. Conta um pouquinho disso aí. Isso foi muito legal. A gente sempre teve essa cabeça de vamos dar acesso aos investidores aos produtos que ele não consegue em outro lugar. Então...

A gente começou a pensar, vamos lançar uma captação, a gente estava com muitos planos ali, vamos virar DTVM, vamos escalar, estava realmente com essa demanda alta para escalar, principalmente a parte de originação. A gente pensou, vamos fazer uma rodada. A empresa nossa é uma empresa que sempre foi brequevada, a gente sempre operou gerando caixa, só que aquilo, a gente poderia, vamos captar agora para ganhar velocidade, aproveitar que a gente está bem posicionado no mercado, vamos crescer mais rápido. Então a gente decidiu, vamos fazer uma rodada.

a gente pode ir bater, vamos bater nos fundos, vamos tentar fazer uma rodada de venture capital tradicional. A gente pensou, poxa, a gente acredita muito na Inco, a gente acredita muito no nosso produto. Então, por que a gente não dá acesso para os nossos próprios investidores que estão ali também, conseguem ver o trabalho, conseguem ver o crescimento, para eles poderem participar? Então, a gente fez isso, a gente lançou uma captação de equity da própria Inco, através da própria Inco, para os nossos investidores.

E foi super legal, a gente captou ali já, até hoje, já foram 25 milhões captados com os investidores. Ah, tá aberto.

Não, a gente captou, a gente fez duas tranches. Ah, tá. Fez duas tranches, teve uma no ano passado e uma outra que a gente captou agora, que aí fechou. Então, assim, foi super legal, os investidores gostaram pra caramba, captamos a primeira tranche, que foi de 15, é porque a CVM tem uma limitação hoje que você pode captar até 15 milhões. Então, assim, a gente fez isso separado. Então, na primeira, por exemplo, captamos os 15 milhões em apenas dois dias, com mais de 8.500 pessoas.

Somando as duas tranches, hoje os nossos clientes já tem mais ali de 12 mil pessoas.

que são sócios investidores da INCO. Isso é super legal, porque eles são clientes, eles conhecem, aí eles indicam a INCO pros amigos pra poder a pessoa entrar e investir, porque eles gostam, gostam do produto. E querendo ou não, assim, eles têm, todos eles têm interesse genuíno da empresa crescer, da empresa estar rodando bem, sabe?

Eu acho que é super interessante esse comportamento, porque a gente tinha um certo receio antes de fazer isso, de como que ia ser. Não tem tanto benchmark para saber como que isso funciona. Nosso benchmark é a bolsa, que o investidor de varejo consegue comprar uma ação na bolsa. Só que sendo cliente da INCO, o que é interessante é que eles se sentem...

donos do negócio também, de certa forma. Então, ele entra, ele dá feedback, isso aqui não está legal, isso aqui está bom. Ele investe mais, ele chama o amigo, ele quer gerar valor. Comenta em rede social. Então, isso é super interessante. Tem sido uma experiência muito legal. E...

Pode abrir qual o percentual da empresa que está na mão dessas 12 mil pessoas e qual foi o valuation dessas tranches?

No ano passado, a gente fez 15 milhões com 150, então foi 10%. E esse ano a gente fez... Então 150 foi o valuation. 150 foi o valuation. E esse ano a gente fez 10 com 200. Então, mais 5%. Então hoje a empresa estaria no valuation de 200. Sim.

e 15% está na mão desses investidores. E o resto está com os fundadores. Não, porque a gente também tem fundos, tem outros investidores institucionais, e a gente também tem um plano de stock option e executivos que têm participação também no negócio.

entendi então a Inco nunca vai pra bolsa vocês já vão fazer oferta internamente olha, eu acho que assim é a gente quer chegar lá, né é mas

De forma intermediária, a gente tem acompanhado um pouco isso. Acho que tem um trabalho legal acontecendo, que teve um sandbox na CVM, tem uma turma que está montando essa parte de mercado secundário, de equity, que não é a bolsa, mas é para empresas médias, vamos falar assim. Pessoal da B4. Pessoal da B4. Eles já, parceiraços nossos, já vieram aqui.

Super legal. E eles têm feito um trabalho super legal. Então, eu acho que é uma questão de tempo. O mercado ainda não pegou. A minha visão em relação a isso é que falta base de investidores investindo nesse tipo de produto para conseguir dar liquidez. Porque você precisa de muita transação.

É que, para mim, tem um passo além desse, que acho que tem que ser ao mesmo tempo, quase como uma dança sincronizada. Mas você ter o acesso às corretoras para que elas propiciam isso, é muito difícil, porque... Imagina o BTG.

Para o BTG dar acesso a essas ações, é o mesmo cara que cuida desse trabalho na B3. Eles vão criar uma nova área e ele também não vai parar o trabalho dele que atende a B3, deve gerar centenas de milhões de reais para o banco para fazer um projeto que seria quase que de muito longo prazo e que não se paga no curto prazo. Então existe também esse convencimento ou talvez até uma solução.

que resolva esse gargalo de infraestrutura dentro das corretoras. Porque hoje, se eu não me engano, o Itaú é genial, são as únicas corretoras que têm conexão ali com a B4. Enfim, é pouco ainda. O mercado tem bastante coisa a mais. Porque as empresas em si são super legais, porque geralmente são marcas menores e que são mais conectadas com o usuário final. Então...

E que podem ter um potencial de crescimento muito alto. É muito mais fácil você duplicar o seu dinheiro investido numa empresa menor do que, sei lá, no BTG da vida. Pode crescer muito, só que de uma maneira mais compounding. Sim, consistente.

Tem se discutido na CV1088, que é a licença do crowdfunding, que é onde a gente fez a captação, tem se discutido essa parte do mercado secundário. Para transacionar isso depois que é o sandbox lá da Bifor. Eu não sei como que vai, se vai alterar e como que vai ficar, mas a gente tem um pouco dessa expectativa.

de caso tenha uma regulação para organizar esse mercado, que a gente possa fazer até dentro do nosso próprio aplicativo, entre os nossos investidores. Então, pô, eu estou precisando de liquidez, vende lá no aplicativo, às vezes tem outro que está querendo entrar, entendeu? Então a gente já pensou um pouco, desde a concepção do negócio lá atrás, a gente já formatou de uma forma que a gente conseguisse fazer isso no futuro.

E falando em futuro, como é que vocês enxergam a empresa mais adiante? Pelo que eu vejo agora, vocês já estão muito bem estruturados. Acho que tendo mais oferta, a demanda já está existindo. Tendo mais oferta, vocês vão crescer mais. Vocês acreditam que o financeiro de vocês está muito ligado a um pedaço dessas ofertas que são feitas. Então, basta crescer a oferta e vai crescer o dinheiro de vocês.

Mas e aí, o que mais vocês podem ser? Tem um endgame nessa história? Sei lá, ir para outros tipos de ativos, internacionalizar, enfim. O que vocês enxergam para o futuro da INCO? Sim.

A gente tem um plano para os próximos 10 anos aqui, muito trabalho. Acho que vai muito na linha do que eu estava falando mais cedo, da gente conseguir trazer produtos e serviços através de tecnologia, sem baia, sem conflito de interesse, para esses clientes de varejo. Atender eles bem através de tecnologia, que a gente estava falando dos mais de 50 milhões de CPFs.

Para eu atender ele bem, eu preciso de ter uma gama de produtos. Então, aí entra a DTVM, aí entram os alternativos que eles não têm acesso e também entram os internacionais, que acho que a gente falou pouco aqui, mas no ano passado a gente começou esse movimento, a gente fez algumas operações nos Estados Unidos, desde financiamentos estruturados, fizemos uma operação de mortgage também lá nos Estados Unidos.

A gente fez um projeto de imobiliário de desenvolvimento também de equity em Portugal. Então a gente está puxando um pouco para a Europa também e montando a infraestrutura tecnológica para que esse investidor consiga investir nesses mercados de forma mais fácil. Então a gente tem três pilares aqui. Experiência do investidor e investidores.

infraestrutura, que é o que habilita toda essa parte de tecnologia em cima, e produto. São esses três grandes pilares. Produtos, a gente está falando até hoje alternativos, principalmente Brasil, mas começando essa partezinha internacional.

A nossa expectativa é que a DTVM entre em operação no final do ano. A gente protocolou no ano passado, mas, enfim, é um prazo que não depende da gente. A gente tem que aguardar. E aí a gente começa a trazer outros produtos para atender esse portfólio do investidor. Desde um CDB para fazer a reserva de emergência, igual a gente falou.

Fundos para o cara que tem um comportamento passivo e ele quer colocar o capital ali e esquecer, não quer ficar gerindo isso toda hora. Eventualmente ações, que aí tem uma outra complexidade de tecnologia, de integração com bolsa, etc. E aí completando esse portfólio, mas sempre com um sentido.

E aí do lado do investidor, a gente olhar para a vida financeira dele completa. Então, desde renda, poupança, investimento, crescimento de patrimônio a longo prazo, previdência, aposentadoria.

sucessão e planejamento tributário. Isso aqui vai ser tudo camada de tecnologia. Então a gente não tem a ambição de montar um assessor de investimento, uma consultoria de investimentos pura e simples, mas sempre agregada aqui com esse layer de tecnologia para a gente conseguir fazer isso em escala. Atender esses clientes que hoje são mal assistidos, que não estão sendo atendidos.

Porque essa é a grande dor desse cliente. No final, ele chega na plataforma de uma XP, de um BTG da vida. É uma plataforma de produtos. Igual a estante aqui. Então, tem vários produtos.

mas ele não é sofisticado, ele não sabe, ele nem sabe qual produto escolher. Fica perdido. E o assessor não quer atender ele. Então, o self-service desse cliente, na nossa visão, não funciona. A gente precisa ter esse layer de serviço para ajudar ele a investir. E fazer de forma simples. Acho que uma das coisas que a gente viu que os nossos investidores, que são menos sofisticados no geral,

mais gostaram, foi da experiência muito simples. Então o aplicativo, ele entra ali, ele tem ali algumas opções, ele faz em segundos. Estava até mexendo aqui no aplicativo, porque eu ainda não terminei o cadastro, tem que mandar os documentos e tudo mais, mas eu achei bem legal a forma meio de gamificação que tem, tipo, tem lá, realizar seu primeiro depósito, depois fazer seu primeiro investimento, aí diversificação inicial, o começo da diversificação para minimizar os riscos, e tem as etapas.

Invista em uma nova empresa, faça três investimentos, invista em uma nova modalidade de pagamento, aí planejamento futuro, né? Tipo, é bem... Intuitivo. É, intuitivo e quase lúdico, né? Uma coisa assim que já vai entregando na frente dele tudo o que ele precisa.

Fora os próprios produtos, né, Salomão? Querendo ou não, uma coisa é o mestidor entra lá na corretora, vê lá uma série, tanto de número, tanto de sigla, que ele às vezes não entende. Outra coisa, ele entra no aplicativo da Inca, ele vê uma foda um prédio. É mais palpável. Ele fala, poxa, eu estou investindo nesse projeto, fico na cidade tal, a consultoria tal, fatura tanto, todos os documentos da empresa estão ali, os dados estão todos ali de forma bem clara.

Então a gente pensa muito isso também. Mesmo quando a gente se torna uma DTVM, começa a ter outros produtos.

Nossa ideia não é fazer igual as corretoras fazem hoje. A gente quer fazer de uma forma diferente, igual o Léo falou, conectando isso com o serviço. E para ser de forma muito, muito simples, nem que seja igual eu falei. Ele vai chegar, vai ter uma consultoria que vai dar para ele com inteligência artificial exatamente qual é o produto dele, vai apertar um botão e vai fazer o investimento.

que é o que o Léo estava falando no início, às vezes muitos investidores não têm saco para poder, nossa, eu vou prender aqui para montar uma carteira, mas ele não quer, ele quer simplesmente ter uma recomendação que não seja conflituosa, entregando valor para ele. Então, às vezes, se a gente fizer isso de uma forma muito simples, a gente acredita que isso vai dar muito valor, e querendo ou não, hoje em dia, além disso tudo, o mesmo investidor que está querendo informação, às vezes ele não consegue uma informação de forma personalizada, ele vai, pô, eu vou aprender no YouTube.

A linha está no YouTube para poder aprender. Ele vai, primeiro vídeo, o cara está começando, não tem nem reserva. Primeiro vídeo que ele veio de Bitcoin. Porra. Aí vai já, o primeiro investimento que o cara faz é Bitcoin, o cara não tem nem reserva. Então, assim, é isso que a gente quer, nessa visão nossa, vai ser criar esse ambiente que vai ser muito adequado para esse investidor de varejo hoje. Você perguntou do Endgame.

A gente quer inverter a lógica do mercado. Hoje a lógica do mercado é, eu tenho um produto, eu quero vender isso. Quem quer comprar? Vamos procurar um investidor para comprar esse produto. É Bitcoin? Quem quiser comprar está aqui, Bitcoin. É a renda fixa, CDI mais 6? Opa, 36 meses aqui. Quem quer?

e não o que o investidor precisa, e aí vamos lá buscar o produto para ele. Então, tudo que a gente está construindo é para a gente chegar lá na frente e conseguir customizar o produto.

Para o que o investidor precisa. Entendeu? Inverte a lógica. O que ele precisa e agora eu vou buscar o produto. E não eu tenho o produto e agora eu vou buscar o investidor. É um princípio muito nobre que ajuda a manter o fogo da empresa vivo. Eu tenho uma pergunta, essa é capciosa, tá?

Se vocês quiserem não responder, não responder já vai ser uma resposta, tá? Mas antes, só deixar um recado, antes dessa pergunta capriciosa. Quem quiser testar ou já investir pela INCO, eu criei aqui um cupom. Só vocês, quando abrirem a conta lá, usarem o meu cupom, é SALOMONEY, o meu codinome nas redes sociais, SALO e MONEY, dinheiro em inglês.

E aí vocês usando esse cupom, vocês ganham 1% de cashback no primeiro investimento que vocês fizeram. Então na prática, já investiu lá, investiu R$1.000, ele já vai ter 1% desse investimento já de volta no primeiro investimento. Então já aproveita lá, Salomane. E para abrir a conta vai ter um link aí na descrição. Se você está vendo pelo YouTube ou pela plataforma de podcast, é só você clicar lá e abrir sua conta na...

Inco. A pergunta capciosa é a seguinte, os caras que viraram sócios de vocês, o que eles ganham? Eles têm participação no lucro? Tipo, se vocês distribuírem dividendos, eles recebem?

É, basicamente a ideia, eles têm um alinhamento de interesse com a gente perfeito, né? Que eles vão ganhar junto com a gente na questão da empresa crescer. Então hoje a empresa vale X. Ela falou, a última rodada, 200 milhões. Se a empresa multiplicar por 10, 20, em um evento de liquidez, então, poxa, a Inco um dia foi vendida, um dia... Era aí que eu ia chegar. Pode acontecer, né? Então, quando acontece um evento de liquidez, ou então pode ter uma outra rodada que um outro fundo venha e pode dar liquidez para os investidores.

Ou então, igual o Léo falou, a questão do mercado secundário, que pode ser uma coisa que vai ser feita no futuro. Então, na prática, o que ele ganha? Ele comprou uma cota, essa cota vale X, quanto aquela cota valorizar, então o investidor ganha com o crescimento da empresa, da mesma forma que a gente. Então vocês já responderam a pergunta que eu ia fazer, porque eu queria chegar justamente nisso.

Que nós como empreendedores, tem duas formas de a gente ficar rico. Vaca leiteira vai gerando caixa e a gente como principal acionista recebe o dividendo. Ou valorização, evento de liquidez. Alguém olha e fala, pô, toma aí, me dá um pedaço dessa empresa.

Então, se tiver um evento de liquidez, esses 12 mil investidores seriam contemplados assim como vocês. Exato. Um ganho. Legal. Mas os dividendos também, tá? Só para confirmar. É isso. É porque hoje a nossa empresa, a gente foca em crescimento. Eu imagino. O foco. Quem está investindo por dividendos está no lugar errado. Bacana, pô. Muito legal a história de vocês, cara. Impressionante. E por que o nome INCO? Essa é boa.

A gente começou ali naquela época, naquele inicio, naquela que a gente falou que a gente não sabia nada que a gente ia fazer. A gente começou, contratamos uma empresa de branding para poder fazer a marca. Ela trouxe para a gente, na época, foram cinco nomes diferentes, sugestões de nome.

e INCO ela trouxe de investimento coletivo, da ideia de estar juntando essas pessoas para poder juntas elas terem mais poder para investir. Na época a gente achou legal também que começamos com a ideia do mobiliário 100%, depois evoluiu, então tinha um pouco a ver com incorporação, mas a ideia do nome vem de investimento coletivo.

Muita gente acha que era de incorporação. Antes era só imobiliário, a gente não tinha os outros produtos. Mas, na verdade, é isso, investimentos coletivos. E a logo é muito curiosa, porque tem o I e o N dentro de um C que está dentro de um O. Então, é o inco de dentro para fora. É uma moedinha. É uma brincadeira. É verdade. Nossa, enfim, muito bom.

Bom, e o Preto e Branco, né? Acho que entrega o time que você histórica em BH, né? É claro. Com certeza. Bom, vamos pro ping-pong? Mas já agradecer, papo da hora, assim. Gostei, parabéns. É muito legal ouvir histórias de empreendedores que estão aí na luta construindo alguma coisa dentro do mercado. Bacana.

parabéns pelos mais de 450 mil cadastros, mais de 80 mil investidores e espero que depois desse programa mais investidores ainda conheçam e mais empresas também venham buscar para ser demanda para esses investidores. Com certeza.

Vamos lá, Ping Pong. Vocês conhecem Ping Pong, né? O Pergunta sobre Livro, Música, Convidado e a Maior Gentileza que foi feita na vida de vocês. Vamos começar com os livros? Vamos na ordem, Daniel e Leonardo? Um livro de mercado.

Olha, de mercado, um que eu estou lendo aqui do Charlie Munger, que é o Almanac dele. Estou no meio dele ainda, mas estou achando bem interessante. De forma que é tão bom esse livro, eu não comecei a ler de tão... Quando eu sei que é muito bom o livro, eu vou deixando para depois. Eu comecei ele agora, então achei super interessante. E na nossa história, acabou que um livro que ajudou bastante...

foi o A Regra Não Ter Regras, do Netflix. Ah, legal. Esse pra gente foi bem interessante, ele trouxe alguns insights que a gente aplicou na empresa ali, de muito da questão de filosofia da cultura que a gente acabou aplicando, né, a empresa nossa, até pouco tempo atrás, funcionava 100% remota, né, a gente agora que a gente tá com escritório físico, então acabou que a parte da cultura pra gente era uma coisa muito importante, criar uma cultura forte, ele trouxe alguns insights bem interessantes pra gente aplicar. Da hora, e você, Leonardo?

Eu vou puxar um pouco para o lado das brincadeiras aqui que a gente falou, mas da dificuldade. Acho que tem o lado feio do empreendedorismo, que tem um livro que, cara, eu acho muito bom, que é o lado difícil das situações difíceis. Hard Thing About Hard Things, do inglês. Que é do Ben Horowitz, que é um investidor de VC enorme. Eles têm a Andressin Horowitz.

E fala muito da época dele de empreendedorismo, de ter que tomar decisões difíceis, de ter que, às vezes, rebaixar um amigo que era executivo, ter que demitir, fazer lay-off, tomar decisões de pivotar a empresa, às vezes ter que cortar um braço para salvar o resto. Então, acho que tem uma identificação grande com várias decisões difíceis que a gente teve que tomar ao longo da jornada.

Boa, já botei no meu carrinho esse que eu não tenho ainda. Muito bom. Você começou a ler Charlie Munger ou você já lia Charlie Munger? Não, comecei recentemente. Começou? Falaram muito bem, então eu gostava. A gente gosta muito do Warren Buffett aqui no Market Makers, obviamente, a gente investe em ações, mas...

O Matheus, meu sócio, é apaixonado pela filosofia do Charlie Munger. E eu acabei me tornando, assim, pura osmose. É incrível. Eu tô gostando. E o livro Tema Livre?

Tema livre? Cara, esse aí eu confesso que eu não tinha pensado, mas de bate-pronto assim, eu estou nessa fase de pai, né? Eu ia até perguntar sobre isso. Eu tenho três filhos. Três? Um de cinco, um de três e uma menininha de um. E tem um livro que chama How to Build Your Baby's Brain.

Eu gosto muito de livro técnico, que às vezes mostra estudo, mostra comportamento de neuro, enfim. E fala muito do que acontece no cérebro da criança de acordo com coisas que a gente faz, ou como que a gente age, como que a gente trata a criança. Então, é super interessante.

Um que eu gostei, aquele Outliers, é bem interessante o livro também. O do Malcom Gladwell? Não, eu não tô lembrando o autor. É um que ele traz, ele traz vários casos ali. Várias histórias pra mostrar que a sua vida não é por você. É, super interessante. Não, esse é um dos meus livros favoritos. É muito legal, ele traz ali a parte dos jogadores de hockey lá, é super interessante. Eu já abro com isso, nossa. Muito legal. A teoria das 10 mil horas, a teoria dos Beatles ao Bill Gates. É muito interessante esse livro.

Pois, How to Build Your Baby's Brain, ele só tem em inglês mesmo. Ah, mas dá para comprar? É, mas não é pela Amazon que vou ter que...

vou encomendar esse legal interessante te ajudou nessa fase cara eu achei muito legal é falar assim do cortisol do impacto do cortisol o cortisol é o hormônio do stress né é e o impacto que isso tem na cabeça da criança porque ele bloqueia os receptores então ele impede a criança

de aprender coisas novas, quando ela está muito irritada. Enfim, mas mostra um pouco do funcionamento do cérebro, que até os 5 anos de idade, onde o cérebro mais evolui, grande parte do cérebro futuro é o que acontece até os 5 anos de idade.

E aí as crianças estressadas, a gente está falando de finanças, mas esse efeito dos juros compostos também acontece no cérebro e na nossa vida. Então, se esses primeiros cinco anos são muito bem feitos, isso deixa a criança preparada para um patamar muito superior no futuro.

É interessante. Não, mas isso do compounding é para tudo na vida. Um livro que, embora tenha o caráter de autoajuda, mas realmente me ajudou, é o Hábitos Atômicos, que ele fala muito sobre como hábitos...

vão ter um resultado. Aquela coisa que você percebe nada hoje, pouquinho amanhã, mas no longo prazo ele tem... É o que a gente fala muito com os investidores, que tudo é juros compostos, tudo na vida. Do bem para o mal. Do bem para o mal. Os hábitos ruins também tem um efeito drástico na sua vida no futuro. Relações ruins, é tudo.

E a gente vai chegando a uma certa idade, vocês estão novos ainda. Eu tenho 33. Vocês têm 30 abaixo. Eu tenho 30 alto. A gente começa a dar mais valor para isso. A gente começa a sentir um pouco mais aqueles hábitos que a gente tem desde os 20 anos de idade. Mas já dá para começar a sentir. Já dá para sentir. Vai piorar. Uma música e por que essa música?

Magnolia é uma não, Magnolia era do JJ Cale e aí tem uma versão que é do Eric Clapton com o John Mayer num álbum que eles fizeram aliás o Eric Clapton fez o álbum e foi chamando convidados

que é um tributo ao JJ Cale, e são dois caras muito fodas, assim, que eu tive a oportunidade de ver ao vivo, Eric Clapton e John May, eu sou fã, e essa música é fantástica. Magnolia, vou até separar aqui. Sabe que uma das grandes realizações que eu fiz pra minha esposa, né, na época, a gente era casado?

Ixi, um ato falho, mas levei minha esposa num show do John Mayer em Los Angeles. Um aniversário de namoro. E foi incrível. Essa aí é boa. Vale a pena. Só tem um problema. Eu gosto de John Mayer. Eu gosto de um som um pouco mais pesado, mas eu gosto de John Mayer. Só que a viagem foi longa, e aí a gente fez muita coisa lá.

E aí no dia do show eu falei, nossa, cara, o show é nove horas. Eu vou estar com sono, mas tudo bem. E era sentadinho, né? Aí sentei, nove horas começa. O show da banda de abertura. Eu falei, cara, o show começou onze horas. Eu dormi metade do show.

tiveram umas músicas que eu não conseguia ficar acordando tanto sono que eu tava mas ela gostou, ela adorou eu também e você Daniel? olha, eu gosto bastante de música, eu gosto de praticamente todos os tipos, mas acho que Pink Floyd, Wish We Were Here acho muito boa

muito também acho que memória de infância, minha mãe gosta muito de música também, então acho que dá uma memória afetiva ali de uma época boa demais. Porra, vocês estão alto nível aí, na leitura e nas músicas. Um convidado vocês gostariam de ver aqui?

Olha, acho que o que eu vou falar já deve ter aparecido aqui, pedido várias vezes, né? O Paulo Guedes. Ah, ah. Esse aí eu anoto, mas eu já falo, cara, mas gente, se ele quisesse ter vindo, ele já teria vindo, porque assim, já chamei de todas as formas, por cima, por baixo, pelo lado, mas sim, realmente. É, não, porque ele é um cara que eu já fui uma vez numa palestra que ele fez em Belo Horizonte, achei fantástica, então acho que seria legal ouvir mais, é um cara... ... ...

é top mesmo é uma boa eu acho qualquer ícone do mercado financeiro é lá dos primórdios ali garantia Pactual são histórias muito boas né acho que qualquer um desses é fantástico acho que seria muito legal mas vou puxar a sardinha para o nosso lado aqui de fintech colocar o Davi Vélez

Pô, mas tá muito fácil assim, meus nomes. Tava falando com ele ontem. Obrigado. E pra fechar, qual a maior gentileza que já fizeram na vida de vocês?

Eu pensei nessa aí, viu? Eu achei muito difícil ter um negócio específico, um ato específico, assim. Então, eu acho que, no meu caso, eu queria falar mais um ato diário. São pequenos atos de generosidade, que são os avós dos meus filhos. Meu pai, minha mãe, meus sogros.

Eu sempre fui orgulhoso, nunca quis ajuda de ninguém. Desde os 22 anos de idade eu saí de casa e tive a minha independência. E com esse orgulho próprio de não querer pedir ajuda de volta para papai, mamãe, sogro e sogra. Mas depois de três filhos...

Não tem jeito, e aí, assim, acho que eu tive que engolir o meu orgulho, e foi a melhor coisa, assim, eles me ajudam muito diariamente, assim, desde educação até cuidar mesmo dos meninos, então é ótimo. Fora que deve ser a maior realização humana.

A segunda maior é ser pai, porque a primeira acho que é ser avô ou avó. Dizem que é. Parece que é a coisa mais deliciosa que tem. Eu vejo pelos avós que eu vou conhecendo que estão se formando. E você, Daniel?

Olha, Salomão, acho que, pô, isso que o Léo falou dos avós também, acho que com certeza é uma excelente gentileza. Acabei de ter filho, tô com um filho de cinco meses, então tá sendo realmente bacana demais, melhor experiência do mundo. Mas pra não ficar igual também, assim, eu tinha pensado até duas coisas. Uma, não posso falar, assim, a minha esposa, não posso deixar de falar, né, ela tá comigo desde os 16 anos, e querendo ou não passou ali comigo por...

desde a fase da faculdade, fazendo duas faculdades ao mesmo tempo, então é uma correria danada, depois começando ali a INCO, então super apoiou, então acho que isso pra mim foi uma grande gentileza dela o tempo inteiro, nunca, o fechão ela sempre apoiou demais. E o outro que eu não posso deixar de falar é o meu tio, meu tio me introduziu no esporte que eu participo desde oito anos de idade, que é o kart, então assim, me introduziu no kart, me patrocinou, então...

patrocinar a vida inteira no esporte. Então, não posso deixar de agradecer, que foi uma excelente gentileza, uma coisa que, para mim, para minha vida pessoal é excelente, também faz muito parte da minha formação, questão de concentração, de muita coisa de quem eu sou, com certeza se deve ao esporte. Então, acho que é uma boa citação. Pô, excelente.

Daniel Iari, Leonardo Belisario. Primeiro, parabéns pelo que vocês estão construindo com a Inco. Sucesso. Obrigado por terem vindo à linda São Paulo. Agora deixo vocês voltarem para não tão bonita Belo Horizonte. Que cidade incrível. E sucesso para vocês. Estarei acompanhando agora também como investidor. E portas Market Makers estarão sempre abertas para vocês. Muito obrigado. Obrigado e parabéns pelo que você está construindo também. Valeu, valeu.

Muito obrigado e a gente também acompanha o canal de você sempre. Então, valeu demais. Foi um prazer estar aqui com você hoje. Boa. Se você que veio até o final esse papo, deixa o joinha no vídeo, se inscreve no canal. São mais de 7 milhões de pessoas impactadas todo mês. E a gente quer chegar em mais pessoas, então se inscreve aí que ajuda a gente. Lembrando, toda terça, quinta e domingo, às 18 horas, eu estou aqui desse lado com alguém muito mais inteligente do que eu do outro lado, compartilhando conhecimento com vocês. Até a próxima e tchau!

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