#360 | O CASO MASTER CHEGOU EM FLÁVIO BOLSONARO: E AGORA? (com Renan Santos e FMB)
O áudio atribuído a Flávio Bolsonaro para Daniel Vorcaro colocou no centro da discussão uma combinação explosiva: Banco Master, financiamento milionário, filme sobre Jair Bolsonaro, política e mercado financeiro.Thiago Salomão recebe Walter Maciel e Matheus Spiess, além de participações de Renan Santos e Felipe Moura Brasil, para analisar o que se sabe até agora sobre a reportagem envolvendo Flávio Bolsonaro, Daniel Vorcaro e o filme Dark Horse — e por que esse caso pode ter impacto muito além de Brasília.Falamos sobre:-O que foi revelado sobre o áudio de Flávio Bolsonaro para Daniel Vorcaro-A ligação entre Daniel Vorcaro, Banco Master e o filme Dark Horse-Os valores mencionados na reportagem: R$ 61 milhões pagos e R$ 134 milhões negociados-A resposta de Flávio Bolsonaro, que negou irregularidades e falou em “dinheiro privado”-O impacto político do caso em ano pré-eleitoral-Como o mercado financeiro pode precificar risco político-O que ainda precisa ser comprovado pelas autoridades e pelas apurações jornalísticasO que você acha? É o fim da candidatura de Flávio Bolsonaro?📌 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder nenhum episódio!📢Apoie o Market Makers e ajude a fortalecer o mercado de capitais no Brasil! Clique no link e torne-se membro do nosso canal por apenas R$7,99 por mês: https://www.youtube.com/channel/UCwZwvDC6f0WhcVTG-3aBUTQ/join📩Entre para nossa newsletter gratuita: https://lp.mmakers.com.br/newsletter_gratuita?xpromo=MI-COMP-YT-DESCRICAO-MM-X📢 Anuncie sua marca no Market Makers: comercial@mmakers.com.br📚Biblioteca Market Makers: https://mmakers.com.br/biblioteca-market-makers/?xprmo=MI-COMP-YT-DESCRICAO-MM-X- - - - - - - - -O CASO MASTER CHEGOU EM FLÁVIO BOLSONARO: E AGORA? (participação Renan Santos) | Market Makers #360Apresentadores: Thiago Salomão (CEO do Market Makers)Convidados: Walter Maciel (CEO da AZ Quest) e Matheus Spiess (economista da Empiricus)Participações: Renan Santos (pré-candidato a presidência) e Felipe Moura Brasil (jornalista)#BANCOMASTER #FLÁVIOBOLSONARO #VORCARO #MERCADO #ECONOMIA #INVESTIMENTOS #MERCADOFINANCEIRO #MARKETMAKERS
- Áudio de Flávio Bolsonaro com Daniel VorcaroÁudio atribuído a Flávio Bolsonaro para Daniel Vorcaro · Banco Master · Daniel Vorcaro · Filme sobre Jair Bolsonaro (Dark Horse) · Financiamento milionário · R$ 61 milhões pagos e R$ 134 milhões negociados · Resposta de Flávio Bolsonaro · Dinheiro privado · Impacto político pré-eleitoral · Mercado financeiro e risco político · Apurações jornalísticas e autoridades
- Impacto financeiro das facçõesReação do mercado à notícia · Mau humor acumulado nos ativos brasileiros · Reversão de fluxo estrangeiro · Fragilidade do Ibovespa · Perda de estabilidade cambial · Versão a risco · Expectativas de inflação e juros · Medidas populistas do governo · Apostas em Bolsa canceladas · Tese construtiva em juros longos · Ajuste fiscal
- Impacto Eleitoral nos EUARepercussão no cenário político · Apostas para Flávio Bolsonaro presidente (Polimarket) · Fortalecimento de Lula · Candidatura de Zema · Rejeição de candidatos · Terceira via · Candidatura de Michelle Bolsonaro · Estratégias de campanha e ataques · Relação com o centrão · Críticas à família Bolsonaro
- Candidatura Flávio BolsonaroFragilidade da candidatura · Rejeição de Flávio Bolsonaro · Argumento ético · Perda de energia da campanha · Dific
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Sim, sim, sim, meus queridos, minhas queridas, live extraordinária do Market Makers. Agora são 18 horas e 47 minutos. Da quarta-feira 13, 13 de maio de 2026, um áudio e toda a história mudou. A gente está acompanhando a repercussão do áudio que foi vazado pela Dangercept, mostrando...
a conversa entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro para, supostamente, financiar um filme sobre a vida do pai de Flávio Jair. A gente ainda vai acompanhar a repercussão, o que está certo, o que está errado. O Flávio já se posicionou, a gente vai falar um pouquinho disso. Mas o fato é, isso fez um barulho enorme no mercado e também no cenário político. Então, foi uma bomba que caiu no mercado financeiro e embaralhou todas as peças do cenário político.
Algumas evidências que a gente tem, a Bolsa acelerou a queda, fechou perto dos 177 mil pontos. E um outro dado, que embora no Brasil esteja proibido, mas ele existe lá e você pode acompanhar, no Polimarket, as apostas para Flávio Bolsonaro presidente despencaram de algo perto de 40% para abaixo de 30%. Enquanto isso, o Zema conseguiu ter um aumento ali, mas...
bem distante dos 40% do Flávio, agora está perto dos 11%, mas já começa meio que uma sinalização de um enfraquecimento do Flávio, e aí surgindo uma possibilidade de um outro candidato, mas talvez a grande conclusão rápida, prematura e que pode mudar completamente amanhã, é que o Lula se fortalece com isso. Mas eu vou parar de falar por aqui, porque nossos convidados são quem vão falar. Comigo está Matheus e Fins.
da Empiricus Research, vocês já conhecem muito bem ele, e sempre que ele vem aqui no Market Makers, dá uma aula de cenário macro, que ele acompanha todo santo dia. Aliás, quem não ouve o áudio do Matheus no começo do dia e nem lê o M5M todo dia, está mal informado. Matheus Spies vai dividir o espaço junto com ele, Walter Maciel, CEO da ZQuest, e tem sido também um dos caras mais vocais nas redes sociais sobre esse ano, importante ano de eleições.
Então, um cara com muitas convicções, muitas opiniões e certamente tem muito a compartilhar conosco e com a nossa queridíssima audiência que só cresce agora, que começou a live, mais de 200 pessoas vindo agora. Já deixa senta o dedo no like e se inscreve que hoje o papo é zero pauta, porque aconteceu agora o evento e quero ouvir mais vocês.
Estão preparados? Você está me ouvindo, Walter? Está tudo bem com a conexão? Perfeitamente. Meus amigos, um prazer estar aqui com vocês. Salomão, obrigado pelo convite. Matheus, um prazer dividir o palco aqui com você. E realmente, é uma promessa que sempre se cumpre no Brasil. No Brasil, tudo é imprevisível. Menos uma coisa. De tédio, não morreremos. Exato. E Matheus Espírito, está tudo certo aí? Está me ouvindo bem?
Tudo certo, obrigado pelo convite, Salomão. O privilégio é o meu dividir aqui a conversa com o Walter, acompanho os comentários dele, e eu tenho total convicção de que a gente vai estar bem alinhado, mesmo a gente não tendo conversado antes sobre o tema, porque eu tenho acompanhado também os comentários dele virtuais, que estão viralizando, e a análise do cara é central. Então vamos para cima, porque de fato, de tédio, a gente não morre aqui.
Bom, meus queridos, posso começar com você primeiro, Spies? Aí você fala um pouquinho do impacto no mercado, aí depois a gente joga a bola para o Walter falar um pouco do que ele achou. Mas a reação do mercado hoje dá para colocar na conta dessa notícia? Como é que você acompanhou esse fatídico áudio ali que por volta das três da tarde qualquer conversa minha no WhatsApp se tornou secundária perto do que começou a rolar?
dessa notícia envolvendo o Flávio Ivorcaro. Acompanhar o feed do Twitter, naquela quantidade de tweets que estavam sendo publicados, era difícil, confesso. Eu vou fazer um preâmbulo, só contextualizando, e já passo a bola para o Walter, para ele dar o comentário dele também, que eu acho que, como eu falei, vão estar em linha. A gente, só contextualizando, o mercado brasileiro já vinha de algumas semanas de mau humor. Da segunda metade de abril para cá, a gente já vê...
algum mau humor acumulando sobre os ativos brasileiros, em grande parte por conta de uma reversão de fluxo estrangeiro que estava pesando sobre os ativos de risco, na contramão do que a gente viu no primeiro bimestre desse ano, precisamente. Encontrou uma certa resistência em março, primeira metade de abril foi bem, flertou com os 10 mil pontos e daí em diante a gente vem com uma correção, paralelamente também ao ganho de força de alguns segmentos estrangeiros, em especial de tecnologia, semicondutores, inteligência artificial, que aqui vem ganhando espaço, ganhando atenção. E daí a gente entra...
no mês de maio, com uma fragilidade do Ibovespa, ao passo que a gente tinha também uma certa robustez cambial, uma robustez cambial que se traduzia em um dólar abaixo de 4,90, por exemplo, ao longo dos últimos pregões. Isso foi invertido hoje, então por mais que a gente já viesse de uma fragilidade dos ativos, hoje a gente perdeu patamares importantes, o câmbio que estava segurando o tranco, hoje ele perdeu bastante da sua estabilidade e o Ibovespa.
que estava se segurando acima dos 180 mil pontos, perde esse patamar por conta dessa versão a risco. Então tem que colocar sim na conta desse evento da parte da tarde, até que a gente consiga digerir melhor o que de fato aconteceu e quais serão os desdobramentos disso. Como você muito bem colocou, a primeira leitura é que o Lula se beneficie, porque isso afeta o mercado, porque havia já uma leitura de que poderíamos ter uma melhora fiscal a depender da alternância de poder que viesse a acontecer.
nas eleições, e que era uma realidade. A gente não vem acompanhando só no Brasil, mas ao redor do mundo inteiro, o pós-pandemia tem sido carregado de rejeição ao incumbente, que na América do Sul tem se traduzido de inflexão do pêndulo político da esquerda para a direita, e poderia se traduzir também numa passada de bastão.
desse lulopetismo que temos vivido para alguma coisa mais arejada que trouxesse algum ajuste fiscal e daí sim tirasse o peso desses prêmios de risco, em especial nos juros mais longos, que são completamente sustentáveis no patamar atual. Então, de fato, a gente tem essa versão a risco por conta disso. Tem uma leitura de primeira ordem, até tinha visto o Braga da Encorta comentando hoje no Twitter, achei o comentário dele cirúrgico muito bom, que é assim, se for ruim a notícia apenas, daí é péssimo.
Agora, se for catastrófica, daí é muito boa. Por quê? Porque daí poderia inflexionar de tal modo que houvesse uma passagem de bastão para uma terceira personalidade aí na campanha, que a gente tem outras pessoas de oposição, é claro que o principal nóvel é o Flávio, hoje, principalmente.
e ainda é, apesar da perda de tração dele, mas se fosse catastrófico ao longo dos próximos meses, poderia ser um vetor de inflexão que, em um segundo momento, se traduziria em algo mais positivo. Mas, em um primeiro momento, é claro, esse mau humor prevalece sobre os ativos de risco, sobre os investidores que acabam optando por realizar posições. De fato, é muito mais incerto e tem uma chance muito maior do Lula se manter no poder.
com o modelo atual, que a gente sabe que não tem uma convicção de ajuste fiscal, e a gente envereda para um clima mais pessimista, estrutural, para os próximos anos, se isso se materializar. Então, tem, de fato, uma certa ansiedade dos investidores, já vinha de um ambiente um pouco negativo, e acaba encontrando mais um motivo para a realização. Só antes do Walter continuar, você falou, João Braga, e aí encorta aí assistindo, deve ser o Braga ali que comentou.
Grande abraço para meus amigos Salomão, Matheus e Valtinho, estou aqui assistindo vocês.
E, pô, brigadão, já mais de 600 pessoas já estão ao vivo. Senta o dedo no like para isso chegar para mais gente. E só o contexto, né? O Zema já se posicionou, né? Falando um pouco sobre é preciso ter credibilidade para mudar o Brasil. Fez um vídeo falando que isso é imperdoável. E o próprio Flávio já se posicionou também, né? Falando de CPI do Banco Master já. Walter Maciel, como você acompanhou todo esse imbróglio, toda essa...
essa bomba e suas consequências. Primeiro eu vou fazer uma observação, Salomão. Live 1 está em cima da hora, né? Tivemos um evento aqui inesperado, né? Então estamos aqui juntos. Eu não ouvi os comentários do Matheus. Minha turma está tentando ver se através do outro computador aqui resolve isso. Caso aconteça, eu mudo de cenário, mas aí eu participo melhor da conversa ouvindo ele. Beleza. Basicamente ele falou que... Não, brincadeira. Eu ia falar que o Lula já ganhou, mas...
Ele trouxe até uma opinião do que o Braga disse lá no Twitter, que se for ruim, só é péssimo. Agora, se for catastrófico, pode ser muito bom, porque muda todo o pêndulo. E ele trouxe um preâmbulo também de onde estávamos antes de chegar até aqui. Perfeito.
Eu recebo com enorme perplexidade, com tristeza e com preocupação. E vamos lá, primeiro, tentar pontuar isso. Primeiro, um grande abraço ao João Braga, meu grande amigo querido. Por sinal, que nos uniu, né, Salomão?
Eu acho que, evidentemente, tem um projeto econômico nesse governo que está levando o país para uma situação que hoje é muito clara. Eu acho que dá para pedir música no Fantástico. Quem faz três gols pode.
Então você levou o governo para o endividamento mais alto da sua história, as famílias para o seu maior endividamento da história e as empresas para o maior número de recuperações judiciais e falências da história. Por sinal, o recorde tinha sido 2024 e 2025 bateu. Então, assim, você está numa situação que a gente sabe fiscal complicadíssima.
indo para um caminho onde daqui a dois anos despesa obrigatória passa receita, e você sabe o que isso vai dar. Ou dominância fiscal, ou vai ter um governo que entre novo e entregue o fiscal, que esse governo não fez porque não quis, e assim, a história mostra que quem não quis fazer não vai fazer.
Ou a gente realmente vai para uma crise muito grande. Então a gente realmente no mercado torce para uma candidatura que enderece esse problema, que tem uma outra proposta de Brasil. E o candidato que se mostrava mais competitivo era o Flávio Bolsonaro. Evidentemente, a gente acho que vai falar disso, porque todas as análises passam por isso. Os dois candidatos da polarização...
um candidato Lula e um candidato Bolsonaro, têm um quadro semelhante. Os dois partem de um piso relativamente alto, que impede a entrada de terceiros. O cara já sai com 25%, 30% dos votos dos dois lados. É difícil um outsider entrar nessa disputa.
Mas, ao mesmo tempo, os dois tinham também o mesmo problema. Do Lula mais grave, até agora, até esse momento, até hoje, uma rejeição alta. A do Lula, muito mais alta, 52%. Mas a do Flávio, para um candidato que, em tese, é um novato, é a primeira vez que concorre a uma eleição presidencial, já era uma rejeição maior do que o normal.
Então isso era uma certa fragilidade. E a gente ficava aqui imaginando o seguinte, provavelmente vai dar os dois no segundo turno, caso o Lula realmente decida concorrer, essa era sempre uma possibilidade e ainda é em aberto.
Mas um candidato, uma terceira via, tem uma esperança. Por mais que a opção dele seja uma opção fora do dinheiro, ele tem duas opções. Se ele entrar no lugar de qualquer um dos dois, contra o outro, ele tem chance por causa da rejeição, se ele conseguir pegar os votos do centro.
Tudo caminhava nesse sentido e o Flávio vinha, apesar das pesquisas de hoje, teve umas pesquisas de hoje um pouco melhores para o Lula, mas tudo ainda dentro de uma margem de erro. E um caminho que a gente viu expectativas de inflação piorarem, a gente chegou a imaginar em algum momento que o juro podia chegar no final desse ano a 11,5, hoje tem muito mais cara de 14, então é um cenário mais complicado.
Tanto que o governo está fazendo todas as medidas populistas, gastando o que pode, o que não pode, os tubos, para tentar melhorar esse quadro. E quando vem uma notícia aberta, primeiro vamos observar o polimarketing, muito interessante. O Lula subiu, mas um pouquinho.
Não teve uma mudança discreta nos números do Lula, mas os números do Flávio derreteram. Caíram quase 17 pontos de uma hora para outra. E o Zema subiu um pouco, mas não capturou tudo, o que mostra que o mercado, nesse momento, tem compasso de espera. Agora, é um quadro preocupante, sem dúvida. É um quadro preocupante para o Flávio.
porque ele tinha que partir para o ataque, e agora partir para o ataque fica mais complicado. A menos que tudo isso se esclareça, não é o que está aparecendo, pelo tudo que a gente leu agora, lendo todas as declarações, lendo o próprio vídeo do Flávio, não houve uma negativa pereptória, isso não aconteceu, é uma mentira, foi uma armação, está aqui a prova, não é o que está acontecendo.
E aí você não precisa ir necessariamente para o território do legal ou ilegal. Não é por aí. É uma questão ética, e aí você perde um pouco do argumento. E aí mais, nós que estamos buscando uma alternativa a esse projeto de governo, também estamos...
procurando uma alternativa ética. E aí fica mais difícil, fica mais difícil sustentar. Então, assim, eu acho que não adianta, na introdução aqui, colocar todos os argumentos da live, mas sim, abrem-se agora várias possibilidades. O futuro é incerto, várias coisas podem acontecer, nada está definido. Mas qual é o quadro hoje? A chance do Flávio se eleger...
reduziu-se bastante. Nesse sentido, a chance do Lula ser eleito aumentou. Mas o próprio Polimarket está mostrando que as pessoas ainda não estão compradas nisso. Por quê? Porque não é isso que vai fazer a rejeição dele diminuir. Isso está diminuindo e a chance do Flávio ser eleito. Antes de passar a palavra...
Spice, fala alguma coisa só para ver se o Walter está ouvindo agora, porque se ele não ouvir, a produção aqui do Walter já montou uma nova sala para ele. Teste, som testando. Está me ouvindo? Não, não ouço. Então, Valtinho, quer pular ali para a sala que o Ronaldo já montou? Agora. Deixa essa aí conectada só para garantir. Enquanto você está indo lá, deixa eu ler uns tweets ali que... Perfeito. O Ronaldo já montou ali, já estou até vendo a cadeirinha lá, está só te esperando.
uma galera do mercado já está comentando no Twitter, o Pedro Serizio falou aqui, grande Pedro Serizio, só espero que o Flávio seja mesmo covarde, desista da candidatura e apoie alguém de direita da ficha limpa. E já foi respondido pelo Tec Medina, falando que é mais fácil o Palmeiras ganhar o Mundial do que isso. Mas um abraço para os dois. Muita gente aqui comentando. O Stetter até falou se o Netflix não fizer um filme sobre essa história do Vorcaro, realmente está perdendo oportunidade.
Valtinho, você está no mudo aí, mas você está conseguindo nos ouvir? Se quiser desmutar, só para ver se a gente ouve. Eu vim correndo aqui, quase vocês me viram aqui, de São Macarçal, descalço. Mentira, gente, estou brincando. Eu vim fazer aqui a alteração, o Ronaldo fez salvador. Boa, boa. Não é assim, Matheus, eu vou bater papo. Boa. Boa noite. Boa noite.
Bom, Salvador, obrigado. Boa, Ronaldo Zanin, um abraço para ele. Mil pessoas na live. Vamos lá, galera. Deixa o like aqui para o Valtinho e Spice falarem bastante com a gente. Bom, pergunta direta e reta. O Walter, na conclusão dele, eu tenho uma hipótese de por que o Lula não disparou no Polimarket. Eu não sei se no segundo turno o Lula e Zema, eu não sei se fica mais fácil para o Lula.
e eu não sei mesmo, não estou dizendo que vai ser mais difícil, mas eu realmente não sei, porque o Zema parece ter o telhado mais forte do que o Flávio, em termos de vidraça. Vocês acham que isso aí também explica o não crescimento do Lula no polimarketing? Se me permite fazer, Matheus, vou abrir aqui para a gente. Por favor.
porque as coisas estão muito recentes. Então a gente também tem que tomar um cuidado com isso. Está tudo muito recente. A gente tem que ver quais vão ser os esclarecimentos. Tem que ver uma série de coisas. Eu estou dando minhas primeiras percepções. Existe hoje qualquer tipo de comprovação de crime? Não. O que existe é, aparentemente, uma relação antiética. Por quê? Porque em novembro de 25...
todo mundo já sabia dos problemas do banco, dos problemas do Vocar, e aí você pedir dinheiro para uma coisa privada, gente, é para uma produção do filme. Você não estava no poder, você não estava na presidência da República, você não é presidente do Senado, não tinha favores evidentes, óbvios para dar. Mas tira sim... Me pediram para puxar o microfone aqui. Tira sim...
um pouco desse argumento de você, do ponto de vista ético, ser diferente. De você, olha, olha o que eles fazem, eu faço diferente. Você perde esse trunfo. Agora, o que a gente tem que discutir aqui, Matheus, na minha opinião, é o seguinte. A primeira coisa, dado que existe uma base bolsonarista muito sólida, com esses novos desenvolvimentos...
essa candidatura vai desidratar muito ou pouco, que é a história que o Braga colocou, se é péssimo, pode ser bom, se é só ruimzinho, pode ser muito ruim. Por quê? Se não desidratar muito, se desidratar, vamos lá, você fica com 30% de intenção de voto no segundo turno. Pode ser o suficiente para barrar uma terceira candidatura, mas também insuficiente para ganhar. Aí é uma situação muito ruim.
porque o mercado vai começar a precificar muito com a chance maior do Lula Sele. Existe uma segunda alternativa, que aí ela abre uma árvore de possibilidades maiores. Se realmente o negócio desidrata, e desidrata muito fortemente, não só você pode abrir um caminho para uma terceira via, que eu concordo com você, eu acho que esses dois nomes têm essa alta rejeição, mas, por outro lado, a polarização interessa os dois.
No momento em que você perde a sua antítese, sem o Flávio, pode ser muito ruim para o Lula, de um terceiro nome que pegue um apoio mais maciço para o centro, que não quer apoiar nenhum dos dois. E existe isso. Agora, tem uma segunda possibilidade, é uma terceira possibilidade. A primeira é desidratar pouco. Se desidratar muito, tem duas. Essa ou uma outra solução dentro da família, que eu acho que é possível vir uma candidatura de uma Michelle.
Por quê? Principalmente porque quando você olha a pesquisa de hoje de manhã, que deu essa melhora para o Lula, essa pesquisa confirma o que todas as outras mostraram. O grande, entre todas as amostras regionais, por renda, por qualquer coisa, o lugar onde o Lula abre o maior gap para o Flávio é no voto da intenção de voto feminino, no voto das mulheres. E aí uma candidatura da Michele nesse ponto...
pode ser competitiva, mais competitiva até do que a do Flávio. Espiz, antes de você comentar, já que a gente falou de terceira via, vamos colocar aqui ao vivo um aspirante à terceira via que atendeu o nosso pedido aqui para comentar um pouco dessa notícia. Então, o pré-candidato à presidência pelo partido Missão, Renan Santos, atendeu o nosso pedido, está aqui ao vivo com a gente.
Renan, bem-vindo ao Market Makers. Obrigado por topar esse convite. Queria saber suas primeiras impressões sobre esse que já está sendo chamado aqui de Audio Flávio Day. Eu não sei como vai ficar o nome desse dia que mexeu bastante no mercado financeiro e deu uma embaralhada no jogo político. Boa noite, Renan.
Boa noite, Thiago. Boa noite aos demais. Boa noite a todos que estão assistindo. De maneira bem sucinta. Eu avisei. Eu fui no Market Makers e avisei que ia acontecer isso. Só puxar ali e falei vai rolar um monte de denúncia contra o Flávio. Eles estão apenas aguardando o Flávio. Digo, apenas o Lula. O Lula com a PF, a ala lulista do PF. Estavam apenas aguardando ficar certo que o Tarcísio não poderia pegar a vaga na chapa pra ir pra cima do Flávio. O Flávio é um candidato péssimo. O Flávio é um cara...
que há sete anos a gente está denunciando ele como um corrupto, a Operação Lava Jato acabou por conta dele, o envolvimento dele com o STF, com a banda podre do Senado é nítida, o Flávio operava com o Ciro Nogueira, e agora veio isso, e virá mais coisa. Ainda não falaram ainda do INSS, o Flávio é uma candidatura muito fácil de ser derrotada. E o Flávio é problemático. Eu rodei Santa Catarina, que é uma das fortalezas eleitorais do bolsonarismo, tinha ninguém empolgado em fazer campeão pro Flávio.
Não tinha ninguém empolgado a fazer campanha. É uma campanha baseada apenas no recall do nome e baseada apenas, vamos dizer, na negação do Lula. E agora? Agora tem isso, mas é aquela coisa também. Galera quer sempre apostar errado. Falaram, não, o Tarcísio vai ser candidato. Tiago, na época eu também falei, não ia ser candidato Tarcísio. Não, o Ratinho. O Ratinho estava no Banco Master, do mesmo jeito. Leite, Zema. O Zema recebeu dinheiro do Henrique Borcaro, galera. Vamos esquecer, recebeu. Operação rejeita em Minas, beneficiou.
a empresa do Vorcaro lá em Minas. Então, assim, eu não quero fazer propaganda, mas tem um cara que tá falando que essa turma é bandido.
uma turma de bandido há muito tempo. Esse cara tá aqui, conversando com vocês, na maior humildade. E eu acho o seguinte, vai ser muito complicado qualquer um virar público, ficar falando que não, agora é Flávio. Não vai dar não, cara. Vai ser muito complicado, vai ser difícil. Vai ser difícil porque mudou. O tiozão do Zap, que sempre teve um engajamento, uma energia cívica de apoio à família Bolsonaro, ele tá com a energia cívica dele gasta. Ele não tá gastando, não é o pai.
e os jovens que em geral se engajam mais, o Flávio Bolsonaro tem no máximo um recall do anti-Lula.
Então tem um fenômeno novo. Outra coisa que é bom analisar. Aqui eu não estou nem colocando o Renan como pré-candidato, eu estou colocando o Renan como analista. Eles estão completamente destruídos por dentro. O Nicolas está matando a militância bolsonarista. O Nicolas está acabando com eles por dentro. O Nicolas está numa guerra interna com eles. A Michele está brigada com o Flávio. A Michele, inclusive, teve seus arranca-rabos recentes com o próprio Jair.
Então há uma situação que eles estão, vamos dizer, num momento muito ruim. E não sei se eles vão ter uma solidariedade interna pra se salvar. Basta ver que nem o Eduardo está se dando bem com o irmão.
Então, situação chata aí para o Traíge e Flávio, mas para mim, que, enfim, não estou nem falando de maneira utilitarista. Para mim, que sempre defende o certo, eu serei mais ouvido jogando em diante. E eu acho isso bom. E para você, assim, como é que você recebeu? Assim, se você falou, já sabia e tudo mais, mas como você recebeu? Como é que tem sido aí o... O que vocês têm visto aí de consequências iniciais, até pensando em estratégia?
vendo o que pode acontecer, praticamente a desidratação do candidato que estava ali mais próximo de ir para o segundo turno com o Lula. Como é que vocês enxergam isso? Eu acho que o Flávio vai manter a candidatura.
o post dele se defendendo horrível já contou lá com o apoio das principais lideranças do PL na Câmara dos Deputados. E eles vão obrigar, e eles sabem fazer isso, as principais lideranças de candidaturas, especialmente a governo, fazendo suas demonstrações públicas de vassalagem ao Flávio pra manter o Flávio vivo. Só que é uma candidatura sem energia. Ela já era uma candidatura sem energia.
Ela se lacrante a cada vez menos com a energia, que é o que Lula quer. Se você desengaja o adversário, ele vai menos a urna, o comparecimento é menor, a energia de convencimento das pessoas indecisas se torna menor, e hoje os argumentos pra um bolsonarista convencer um familiar indeciso a votar no Flávio e não no Lula estão cada vez mais débeis, né? Ele vai falar, ah, é ladrão, ah, ladrão, vai. Sabe?
O lulista vai falar, pô, ladrão pro ladrão, o meu tá dando uma... tá me pagando a conta de gás, conta de luz. Vai ser esse o argumento do Lula. No fim do dia, ele vai trabalhando esses termos. Ladrão pro ladrão, ele me paga a conta de luz. E isso enfraquece eles no jogo. E aí o eleitor também começa a perceber que se o Flávio aparece nas pesquisas indo mal no segundo turno, as pessoas vão procurar...
um outro nome. Eu acho que isso vai recair sobre eu e o Zema. Eu numa linha completamente feita do Zema, porque eu aponto os problemas do bolsonarismo, e o Zema naquela linha de simulada. Só que o Zema tem um problema que a gente precisa colocar aqui. A base do Zema, o Partido Novo, ele não quer ganhar eleição presidencial. Ele nem acha que isso é possível. O Novo quer passar da clausula de barreira. Pra passar da clausula de barreira, os deputados do Novo, que são bolsonaristas, eles não são zemistas, eles não vão querer briga com o bolsonarismo.
o Jeffrey Schicchini, podem pegar um dos mais influentes dos novos candidatos, o deputado, tava lá, é, começou a sabotagem à direita. Isso que vai vir. Então, se o Zema for pra uma briga, vai, entendeu? A própria base aperta. Eu tô bem livre. Então, vamos ver qual estratégia é melhor. A do Zema de ficar no banco de reservas do Flávio ou a minha de, basicamente, ir pra cima do Flávio e dessa direita tosca que tem aí. Bom, obrigado por ter participado, Renan. Antes de te liberar...
Posso fazer uma pergunta pra ele? É, então, ia perguntar. Você quer fazer uma pergunta pra ele? Eu tenho mais três, quatro minutinhos. Pode fazer. Ah, boa. Obrigado, Jânio. Você não acredita na possibilidade de uma substituição dentro de casa, de Viramichelle? O problema é que essa casa não tá pegando fogo. Não tenho dúvida. É, Fábio.
A primeira casa está pegando fogo. Qual seria o consenso gerado? Um cara como o Nicolas, que ele não é da família, mas é quase como, ele apoiaria um jogo junto com a Michelle. Entendeu? Esse cara tem que ser colocado nos cálculos. Como ele se comportaria nisso? O Nicolas está em guerra com o Flávio agora, mas ontem eles estavam tentando, vamos dizer, apaziguar a situação.
a se ver, eu acho, eu tendo a achar que não eu tendo a achar que os filhos que hoje estão em briga especialmente Eduardo e Flávio, se unem numa hipótese da Michelle querer pintar como candidata, ou querer passar a perna neles eu acho bem delicado ali dentro não se duvida de nada mas eu ainda acho que mantenho Flávio
E o Paulo Figueiredo, que é um dos caras, vamos usar de certo, dessa pré-candidatura, ele sempre usa muitos exemplos do Trump. O Trump passou por todo tipo de ataque, vamos segurar onda, isso vai passar, vai passar. E eu acho que para aqueles 15 a 20% de bolsonistas die hard, vai passar. Vai passar. Do ponto de vista de calendário eleitoral, Renan, aproveitando aqui que você está contribuindo com a sua participação, a gente tem agora uma janela um pouco... E a...
não propícia para esse tipo de debate, porque tem uma Copa do Mundo aí no meio do caminho, ainda tem convenção partidária, e daí agora em diante a gente está começando a ver essa máquina petista moendo, teve um dos seus primeiros resultados moendo um candidato. A gente já viu que aconteceu isso no passado, o exemplo da Marina Silva de 2014 é histórico, a comida sumindo da mesa, enfim. Como você entende que o PT vai se comportar em termos de ataque? Porque tem essa função reação do PT também na minha leitura, que é...
É claro que na sua leitura, em um primeiro momento, ele não vai abandonar a candidatura, mas a própria candidatura do Flávio nunca teve tanta convicção em si mesmo. Eu vejo isso. Ele não tinha um teto de vida, ele tinha uma casa inteira de vida e ele sempre se sentiu muito frágil, porque ele não pode também se expor a ficar sem foro privilegiado caso perca uma eleição. Então, a função reação dele é diferente para abandonar a candidatura e passar o bastão para alguém.
E eu entendo que, por exemplo, pessoas no núcleo petista, como Sidonio, compreendam isso.
Como você entende que esses ataques devem perseguir, sabendo que o calendário é atribulado, tem um monte de coisa, até a convenção partidária e assim por diante? Eu acho que o Flávio... É muito pior para o Flávio não concorrer do que concorrer e perder.
Porque aí ele perderia o comando do bloco bolsonarista. O bolsonarismo, do ponto de vista político, ele não tem uma estrutura formal. Ele não fez o que nós fizemos que era montar um partido político. Um exemplo claro. Eles não criaram uma estrutura clássica, política, sequer de financiamento. Portanto, perder o que eles têm que é um sistema de validação social e política por meio do prestígio da marca, do nome da família, é a pior coisa.
Por isso que o que eles deveriam ter feito no passado, e eu avisava todo mundo, era impedir o Tarcísio de ser candidato, que é o que eles fizeram. Porque se o Tarcísio ganhasse, é o que eles fizeram.
Acabou a necessidade do nome Bolsonaro.
como validador, era o fim deles. Então eles iam fazer isso. Pro Flávio, ele não pode ter uma derrota humilhante. Uma derrota é ok. Ele forma a bancada, ele tem os acordos dele mantidos, há um sistema de dependências envolvendo governadores que foram eleitos usando o nome dele. Então eles se mantêm no jogo e aí eles vão ver o que eles fazem depois. Então eu não acho pro Flávio, vamos dizer, sair fora natural. A primeira coisa que eles precisam fazer é tentar se manter no jogo com viabilidade, tentar abafar, manter a base dele e ver.
Vai sangrar um pouco. E o que eu faria se eu fosse ele? Tá? Entendendo esse xadrez. É ir pra cima do Zema.
Porque ele vai falar, não vai poder ter divisão na base. E dar porrada nos deputados do Zema e fazer eles apertarem o Zema. Não bate no Flávio, não. Vai atrapalhar a gente a eleger deputado. Que é o caminho mais natural. Conhecendo eles, é isso que eles deveriam fazer. E acho que é isso que eles vão fazer. Só que, se vierem mais ataques, eu acho que virão. Eu não sabia desse. Eu sabia que viria ataques especialmente ligados ao INSS, Secretaria dos Esportes do Rio, etc. Mas vindo uma sequência...
e essa sequência começando a derreter ele, aí a gente pode falar isso em outro cenário. Agora, o cenário projetado com base nisso aqui é um cenário de tentativa de manutenção. É o que eu vejo, Matheus. Show. Renan Santos, muito obrigado por atender nosso pedido. Obrigado, uma honra estar com vocês. Sou fã de todos. Oi, estão acompanhando você. Nossa audiência aqui ficou muito feliz vindo você entrar, que já estavam pedindo para você.
Parecia que já sabiam que você ia entrar. Enfim, mantenha-se próximo. Market Makers, portas abertas para você.
e boa sorte nesse ano de 2026. Valeu, galera. Obrigado. Um abraço pra todo mundo. Um abraço. Galera, voltando aqui, até o João Braga mandou aqui no chat, falando até de o Flávio abandonar a candidatura pra tentar a reeleição no Senado. Não cheguei a pensar nisso, mas seria quase como... Esse seria o caminho natural dele, assim, porque ele não colocou ninguém oficialmente ainda pra colocar na cadeira dele.
com o Senado. O irmão dele, que era vereador do Rio, foi para Santa Catarina, em vez de pegar a vaga do irmão, foi para Santa Catarina. Ele deixou o espaço aberto. Exatamente, cara. Ele deixou porque eu entendo que a função e reação do Flávio é diferente de outros membros da família. Minha interpretação, que é diferente da interpretação, pelo menos de curto prazo, do...
O Renan entende que ele vai manter. E eu entendo que ele tenha feito aqui, era natural de se aguardar. O manifesto defendendo e o núcleo duro dele todo mundo defende, porque se alguém fugir nesse momento, ele é meio que quase que... Ah, meu, ele tinha um envolvimento mesmo.
Exatamente, então assim, a função reação do Flávio é diferente de outros membros da família ele sempre foi assim aliás, ele sempre se vendeu como moderador, na minha interpretação não por convicção, mas por necessidade pelo histórico do que aconteceu durante o mandato do pai dele todas as fragilidades inclusive durante a live com o Paulo Figueiredo teve a sinalização, uma pergunta que o Paulo Figueiredo fez em relação à CPI da Lava Toga, etc Obrigado
E ele não conseguiu responder tão bem. Teve um corte do Paulo Figueiredo, que é utilizado nas redes sociais e assim por diante. Então, eu entendo que a função... O que eu quero dizer com isso? Ele tem mais motivação para, eventualmente, vir a se candidatar novamente para o Senado.
porque não quer se fragilizar a longo prazo, e depois ele entende que em se mantendo o Lula, ou a base bolsonarista se mantém, porque vai ter mais nomes no poder, do que manter uma candidatura, e ele se desgasta o máximo possível, e corre o risco de se desgastar numa direção, sem volta a mais, inclusive, com uma candidatura a Senado, que já é mais difícil. Então, como tem uma sequência de ataques, provavelmente a gente sabia que ia acontecer. O próprio Renan falou que o PT está planejando isso já há algum tempo.
E eu imagino que o Sidoni já deve ter, o Sidoni Palmeira, o secretário de comunicações do Palácio do Planalto, imagino que ele já tem um arsenal para ser disparado com cronograma, e esse aí veio de presente junto com a revogação das taxas da blusinha, com o negócio do Brasil contra o crime, um pacote que o Lula está tentando fazer para tentar frear.
a queda de popularidade, que pela pesquisa Quest oscilou dentro da margem de erros, mas parece que na margem deu algum tipo de resultado e eles vão enveredar por isso. Então, talvez, dê fôlego, dê ânimo para a candidatura do PT, que já estava enfrentando algum desgaste, já viu isso em matérias, não estou falando de segredo nenhum, a gente viu isso em matérias que já estavam sendo vazadas de que havia nomes sendo testados alternativos ao Lula caso ele optasse por não concorrer. Isso dá um fôlego. Eu acho que isso mudou, não.
Não, isso sim, certamente, eu concordo com você. A única coisa é que dá um fôlego adicional para o Lula e ele com fôlego adicional a gente sabe do que ele é capaz. Daí ele vira realmente a máquina política que a gente conhece. Matheus, comentando aqui, ensino o seu comentário, eu tenho muito mais dúvida que certeza nesse momento. A verdade é essa. O raciocínio do Renan faz sentido do ponto de vista de manter o baixão da família. Sim, faz sentido. Só que...
Tem um contexto aqui pessoal, da família, humano, que a gente tem que prestar atenção. O presidente está condenado, tem toda essa expectativa de dosimetria, de um perdão depois. O Flávio se perde a eleição. Essa eleição é meio um all-in. Então, começa a ficar muito claro que perde a eleição, perde a imunidade também. O Eduardo está nos Estados Unidos.
e talvez uma expectativa dele retornar ao Brasil hoje sem vencer as eleições não parece ser muito provável, acho que ele enfrentaria um cenário, no mínimo, adverso. Então isso pode levar, sim, concordo com o Matheus, ao Flávio tomar aqui uma decisão. Se acontecer essa, de novo, é tudo um cenário, se acontecer essa desidratação mais forte, ele pode ficar realmente tentado a tomar decisão racional.
de ir para o Senado, onde ele provavelmente, muito, muito provavelmente, ganha, é reeleito, e se mantém numa posição importante para a família, representante como senador, mantendo sua imunidade, uma série de coisas. A segunda coisa que eu tenho muita dúvida, sinceramente, é se isso veio do PT nesse momento. Porque não é bom para o Lula, nesse momento, desidratar totalmente a candidatura do Flávio. E aí eu tenho sinceras dúvidas.
Time é muito ruim. Nós estamos em maio. Tem muito tempo ainda. Quer dizer, se eu espero aqui a Copa do Mundo, se eu tenho de verdade bombas na mão, como dizem que tem, e essas bombas eu sei que são fatais, eu sou... o tempo está do meu lado. Eu espero voltar da Copa do Mundo, solto as bombas e pô, rali ali, espaço aberto até as eleições. Caminho livre. Eu não sei se esse time é muito bom. Dá tempo de alguém aparecer.
Talvez tenham mais bombas ali também, né, Valtinho? Vamos ver. Mas falar em bomba, eu tenho mais um convidado para trazer aqui. Um cara que veio aqui no Market Makers e praticamente tudo que ele falou aconteceu. E aí ele atendeu o nosso pedido e ele falou que só vou estar disponível depois das 7 horas. E agora ele aceitou o nosso convite, eu vou colocar ele no estúdio. Felipe Moura Brasil, um dos caras que mais tem acompanhado esse noticiário. Um...
super nome do jornalismo brasileiro, tem feito um trabalho incrível, principalmente na imprensa independente, nessa trazer a opinião doa a quem doer, e gostaria primeiro de agradecer o nosso convite num dia tão importante, queria saber como é que você acompanhou esse evento, as consequências e qual o cenário que você está enxergando daqui pra frente.
Salve, Tiago, Matheus, Walter, todo mundo que está acompanhando essa live. Eu estava fazendo uma no meu canal, o youtube.com.br Felipe Moura Brasil. Exato, sigam lá, sigam lá. Certamente pode ser que eu repita algumas coisas que vocês já falaram, porque eu sei que vocês são pessoas com bons insights também. Só a parte final que eu estava vendo aí do Walter já incluía algumas coisas que eu estava apontando.
Eu também considero que não é tão interessante assim para o Lula um desgaste fatal para o Flávio Bolsonaro nesse momento. É bom que o Flávio Bolsonaro tenha um certo desgaste num nível que faça com que ele mantenha a sua candidatura. Mas uma bala de prata antecipada pode levar a uma substituição e fazer crescer alguém que tenha uma rejeição menor do que a do Flávio Bolsonaro, havendo...
um nome de eventual até maior consenso num campo à direita do PT. É claro que isso são especulações, são hipóteses, é um cenário complicado, porque o bolsonarismo também não deixou crescer lideranças à sua sombra, assim como o Lula não deixou, e várias das lideranças políticas não quiseram se descolar do bolsonarismo.
e também pagam um preço por isso. Você vê que o Romeu Zema acabou de publicar o vídeo que talvez tenha sido a crítica mais incisiva que ele já fez a um integrante da família Bolsonaro. Um vídeo de 22 segundos, e ele nunca tinha falado nesse tom antes.
considerando imperdoável, lamentável, que o Bolsonaro estivesse pedindo dinheiro para o Daniel Vorcaro e que é preciso ter credibilidade para administrar o Brasil, quer dizer, já se colocando aí para jogo, certamente orientado também pelos seus marqueteiros, olha, está vindo um desgaste muito grande, os propagandistas da família Bolsonaro na rede social, vários deles estão tentando se descolar também, olha, se for verdade esse áudio, horas atrás, quando ainda não tinha uma confirmação,
acabou e é bom não ter político de estimação é bom você ser independente olha só como fanatismo é ruim etc depois de sete anos de pano e esse episódio mostra um traço muito importante porque para além da conexão financeira etc mostra que o Flávio escondeu
durante mais de seis meses do eleitorado, a relação que ele tinha com o protagonista do maior escândalo do país. Isso, do ponto de vista moral, do ponto de vista político, já tem uma gravidade imensa. Então, o sujeito vai preso, todo o noticiário está voltado a respeito disso, a própria base de eleitores do Flávio Bolsonaro, tem muita gente criticando as conexões da família do Alexandre de Moraes com o Daniel Vaucari, e ele fica lá caladinho.
Nunca disse, olha, troquei mensagens com o Daniel Vorcaro, conheci pessoalmente, mandava áudio para ele, era investidor do filme, etc. Não, se ninguém trouxer isso à tona, vou ficar na minha aqui. Então, qualquer coisa que o sujeito fale depois de uma revelação feita por terceiros...
e desse modo tardio, obviamente, não tem tanta credibilidade quanto se ele tivesse assumido, se preparado, se antecipado. Então, tem um elemento de cinismo, de falta de transparência e de sinceridade muito grande. É claro que é difícil, no calor do momento, você cravar que não tem mais volta, a candidatura caiu, etc. A gente já viu tanta corrida eleitoral em que houve episódios de desgaste, mas em relação.
Mas em razão da rejeição ao outro lado, em razão de todos os escândalos que existem do outro lado, muitas vezes acontece aquilo que eu falo, que é um se limpar na sujeira do outro. O Donald Trump, muitas vezes, a imprensa internacional americana e a brasileira em dobro, porque traduz a parte da esquerda americana, entendeu que a candidatura dele...
seja em 2016, seja agora em 2024, estava acabada quando não estava, e ele acabou sendo eleito duas vezes presidente dos Estados Unidos. Não é preciso ter alguma cautela, alguma prudência, mas é um baque, é um choque, é algo que vai ser muito explorado contra.
o Flávio Bolsonaro, e mostra como essa família, que tem uma origem no bloco parlamentar do centrão, mas que posa de direita, mesmo sem ter práticas correspondentes com esse ideário, em boa parte daquilo que faz, pelo menos, essa família se alia a essas figuras que fazem parte do sistema, que é a ala podre da elite econômica.
Eu era diretor de jornalismo de um veículo, fizemos uma matéria de capa com o título Encrenca Master, sobre o caso do Master, em abril de 2025. Essas mensagens do Flávio para o Daniel Vorcaro, elas são de outubro e novembro, principalmente, de 2025.
O Daniel Vocaro já estava desgastado, já havia uma desconfiança imensa no mercado em relação a tudo que ele estava fazendo. E o cara que é senador da República, vai ser candidato, o pai é ex-presidente, está preso, ele está se associando àquela figura, cobrando dinheiro. Então, assim... Não dá para dizer que não sabia. Em novembro de 25, não dá para dizer que não sabia, né, Felipe?
É, não dá para dizer, quer dizer, já havia um desgaste muito grande, o pessoal do mercado sabe disso, já havia na imprensa mesmo cobertura sobre esse tipo de desconfiança, nós já estávamos batendo nessa tecla. Então, é óbvio que um político que zela pela moralidade na administração pública, etc., ele deveria manter um distanciamento dessas figuras.
Não dá para você simplesmente alegar, ah, eles usam lei Roné, eu estava buscando um financiamento privado. Tá, mas com quem? É com qualquer um? E, obviamente, é um empresário que estava buscando uma proximidade com alguém que, pelo menos, já teve poder e tem uma perspectiva de poder, como o Vorcaro estava fazendo com muita gente. E aí, como é que você vai criticar os outros se você faz algo, no mínimo, muito parecido? Então, tem um desgaste muito grande nesse episódio. Realmente, e eu acompanhando aqui a repercussão,
nas redes, você vê que é a frase que o Valtinho falou, hoje temos muito mais dúvidas do que certezas, porque fica muito difícil você saber o que vai ser daqui para frente. Pessoal, tentando trazer uma ótica mais de mercado mesmo, o que fica daqui para frente? Porque a gente olhava...
o Brasil quase como o copo meio cheio, pensando nas opcionalidades de questão de terras raras, a gente sendo visto pelos estrangeiros. E caso tivesse também uma mudança de direção econômica, a gente poderia imaginar um fechamento de juros, enfim, um cenário mais propício. Não à toa a Bolsa foi o melhor investimento ano passado e estava indo bem nesse ano até alguns...
umas semanas atrás. Esse cenário já vai por água abaixo depois disso ou também é muito cedo dizer? Como é que vocês estão vendo aí? Principalmente Valtinho e Spies, mas obviamente se o Felipe quiser comentar. Vou começar aqui, gente. Primeiro, assina embaixo do que o Felipe escreveu. O que o Felipe falou agora. Pode não ser batom na cueca, mas é que é de chupo na camisa. Então, assim, crime não é crime, mas...
Você perde todo o argumento ético de ser diferente e isso dá uma desanimada. Então, a turma, principalmente o pessoal que não era nem Lula, nem Bolsonaro, a turma que está no meio, observando, que está esperando ali algo para poder embarcar numa candidatura e realmente apoiar, se já tinha um pé atrás, agora tem dois. Eu acho que o mercado vai reagir a isso. É só olhar o polimarkets. Eu acho que...
Eu acho que o Polimark, nesse sentido, a reação foi perfeita. As pessoas elevaram um pouquinho a opossidade do Lula ser eleito, mas desidrataram as chances do Flávio. E o Zema subiu um pouco, mas muito pouco, para mostrar qualquer tipo de perspectiva maior de ser eleito. O que isso está mostrando? Que a expectativa das pessoas é a seguinte, o Lula continua com uma rejeição muito alta.
Essa rejeição muito alta é um problema e vai continuar sendo. A economia vai melhorar? Não. Eu escrevi um artigo para o Brasil Journal em janeiro, com o economista-chefe, dizendo que os 5 mil não vão fazer efeito nenhum. Por quê? Porque as pessoas estão apanhando, estão mais endividadas, porque o custo de tudo aumentou. Não adianta agora querer fazer esse tipo de populismo, nem dá tempo de ter efeito. Vale para a taxa das blusinhas, vale agora para querem fazer para o motorista do app.
e, na verdade, estão fazendo isso tudo comprometendo o futuro das pessoas, porque isso não está vindo com cortes de gastos em outras coisas. Então, isso vai exigir no futuro ou mais impostos, ou mais endividamento, isso tudo vai levar ao aumento dos juros. Então, assim, essa perspectiva de juros para o final do ano, que chegou a 11,5, que eu falei no começo do programa, a gente vai terminar o ano provavelmente próximo de 14. Então, isso pesa muito sobre o presidente. O mercado continua. Eu acho que o mercado não vai ser um desastre completo.
porque o mercado continua vendo uma fragilidade no Lula muito grande. Agora, o jogo volta. O jogo volta a vários passos, porque você não tem mais uma candidatura que parecia ser consensual, como a do Tarcísio. O Tarcísio parecia reunir uma série de atributos que o tornaria favorito para a seleção. Ele não pode mais se desincompatibilizar. Ao mesmo tempo, o cara que tomou o espaço dele...
começa a se colocar como quase inviabilizado. É o futuro que vai dizer? Não tem a menor dúvida. Não sou eu aqui quem vai vaticinar. Mas a impressão que dá é aquela dúvida que eu fiquei no começo. Vai desidratar muito a ponto de sair da corrida ou vai só desidratar a ponto de nem sai, ninguém entra, mas também fica com pouca chance de vencer? Aí não vai ser...
uma morte, vai ser uma morte lenta, e vai deteriorar o mercado ao longo do tempo. Vai mais fácil para vir um terceiro nome, não. Não sabemos. O que eu diria para você é o seguinte, nesse momento, apostas em Bolsa ou em ativos com uma virada na eleição estão canceladas. As pessoas vão ter que esperar e ver se aparece alguém. Hoje, nesse momento, não tem ninguém. E eu ainda não estou convencido de que...
Sinceramente, olhando para esse tabuleiro, se a família, mesmo com todas as brigas internas, não vai optar por uma Michelle. Eu lembro de novo, o grande gap do Lula para o Flávio, você pega região, pega faixa de renda, são os mais escolarizados, pró-Flávio, e as mulheres pró-Lula. Então, nesse ponto, a Michelle, inclusive, entraria onde tem um gap de gênero importante.
vamos ter que descobrir ao longo do tempo. Se eu puder pegar aqui a palavra, a qualidade do comentário do Valter, sem dúvida, me permite ser telegráfico no comentário, antes de você pegar a palavra novamente, Salomão. Que é, de fato, existe uma tese estrutural, falando aqui de mercado de Brasil, que todo mundo tem comentado bastante.
que envolve, de fato, essas especificidades brasileiras com que a gente conversa muito, está dialogando também com a possibilidade de um superciclo de commodities, nesse redesenho de cadeias de suprimentos. Tem uma coisa muito interessante de longo prazo brasileira que pode estar se desenhando. É que, no curto prazo, a gente tem que fazer alguns afazeres para deixar a casa arrumada e a gente conseguir absorver isso da melhor forma possível.
Porque uma coisa é você capturar o boom de commodities com políticas econômicas equivocadas, como a gente fez no último, e outra coisa é você capturar o boom de commodities com políticas econômicas corretas.
como a gente não fez, e a gente pode vir a fazer aqui. Então existia aqui já alguma ala do mercado já acreditando que pudesse ser, de fato, a começar com uma eventual mudança do pêndulo político aos modos que a gente tem visto na América do Sul, teve na Argentina, na Bolívia, no Chile, pode ter inclusive na Colômbia, vamos ver como vai sair essa eleição, está mais complicado, enfim, e pode acontecer no Brasil também, vamos ver.
E agora o ponto, entretanto, é que o tragédia de curto prazo sempre seria muito turbulento, e agora ele está se mostrando turbulento, como a gente falou.
que de fato seria, porque existe essa dificuldade de tentar entender como vai ser muito parelho, e acho que fica muito evidente. Teve uma pesquisa recente da Nexus que mostrou que alguns pontos fortes em que o Lula teve em 2022, o que foi já uma eleição muito parelha, ele está muito mais fraco relativamente ao candidato oposicionista, então você tem aqui provavelmente uma eleição tão apertada quanto a anterior. Inclusive, você mencionou, Walter, que a questão do endividamento das famílias, o diferencial...
qual o diferencial de popularidade que traria uma reforma do imposto de renda e ele não se comprovou no curto prazo como o governo esperava que se comprovasse, porque, de fato, se você pegar, por exemplo, nessa mesma pesquisa, a gente vê por extrato de renda, um a dois salários mínimos, dois a cinco salários mínimos, eles não têm hoje um grau de aceitação ao governo correspondente ao que teria, por exemplo, para nível de emprego ou nível de atividade econômica.
Por quê? Por conta de endividamento, em grande parte, que deriva justamente do modelo lopetista, que é crédito subsidiado.
transferência de renda e também gasto do governo que acaba jogando o juro para cima, estrangulando para quem pegou justamente esse crédito que o governo incentivou em um primeiro momento. Então tem aqui uma referência circular que o governo tentou também agora quando desenrola 2.0, que foi muito criticado, inclusive pelos editoriais de grande circulação aqui no Brasil. Então você teve editoriais falando assim, se você tem um governo que divulga 2 e desenrola, significa que alguma coisa deu muito errado.
Então tudo isso para dizer o seguinte, de fato você tem um trajeto, eleição que vai ser muito complicado.
A eleição está longe, por exemplo, antes não estava ganha para o Flávio, não vai ser agora que vai estar ganha para o Lula. Claro que agora tem um capítulo que complica um pouco a história do Flávio, mas tem muita coisa para acontecer, até as convenções partidárias que acontecem só depois da Copa do Mundo, metade de agosto, tem muita coisa. Então, você tem a segunda metade de julho, depois da Copa do Mundo, primeira metade de agosto, depois tem o período de eleição, muita coisa para acontecer, muita água para passar por debaixo dessa ponte.
E, de fato, fazendo das palavras do Schuller, que teve, inclusive, aqui no Market Medical recentemente, um excelente episódio, fica aqui a recomendação, as minhas, o que ele fala? Que o Lula é um excesso de caudilho e daí ele não tem sucessores. Então, se você, de fato, você posterga esse ciclo para uma próxima eleição, de fato, acontece. O problema é que o custo disso para o mercado é muito ruim, sem dúvida.
Então, o trajeto fica ainda mais esburacado. Ah, o trajeto Basileiro é positivo, mas fica ainda mais esburacado. A tese do pêndulo político ainda existe? Existe. Ela foi maculada no curto prazo? Ela foi. Como o Walter colocou, existe muita incerteza agora no momento e como o Felipe também comentou, as coisas estão muito voláteis, estão muito frescas para a gente fazer...
um comentário um pouco mais assertivo, quais serão as próximas etapas. Os agentes políticos, eles comportaram, acredito que em um primeiro momento, como era esperado que eles se comportassem. O Flávio se defendeu, o Zema partiu para o ataque, foi curioso isso, o PT já veio atacando também, então o comportamento foi como esperado depois disso. Muito me impressiona que em oportunidades recentes em que o Flávio teve para atacar o PT, por exemplo, a queda do nome do Messias para o STF.
ele podia ter subido no palanque ali e falado, isso aqui é um exemplo do porquê, não subiu, pelo contrário, ele se desviou do assunto. E agora ele está sofrendo o contrário, ele vai ter que se defender dessas novas acusações. Algumas delas me deixam até bastante preocupado com a candidatura, porque, por exemplo, tem aquele estilo de mensagem que é imagem de visualização única, naquelas mensagens de novembro.
E a gente já viu, inclusive, outras personalidades brasileiras com metodologia de comunicação parecida, recentemente, inclusive. Então você tem algumas coisas que complicam um pouco a candidatura dele. Não inviabiliza completamente, tem muita coisa para acontecer, a gente já viu muita eleição no Brasil tem de tudo, então a gente teve agora uma especificidade, a tradicional especificidade de maio é uma coisa que ninguém esperava, e tem muita coisa que vai acontecer ainda, e pode ter ainda o aparecimento de outro nome.
Seja a Michelle, seja a Michelle como vice de alguém, para transformar uma candidatura mais viável por conta daquela função reação do Flávio que eu tenho dificuldade de interpretar. E daí sim, em sendo o caso, a gente volta a ter a possibilidade de um rally eleitoral que estaria ancorado, daí sim, em um primeiro momento, num ajuste fiscal que ajeitaria a casa e faria com que o Brasil pudesse capturar esse ciclo, esse ciclo que pudesse ser positivo para nós, de redesenho das cadeias de suprimentos, da melhor maneira possível.
Pessoal, não, eu queria passar pra você, Felipe, mas só antes, agradecer mais de 1.800 pessoas na live e só 600 curtidas no vídeo. Pessoal que tá chegando agora, deixa o like aí no vídeo, fortalece o trabalho, leva pra mais gente aí, por favor, e já se inscreve no canal quem tá chegando agora, Market Makers, querendo fazer a melhor cobertura das eleições de 2026. Fala aí, meu querido Felipe.
O panorama econômico, vocês já deram, a família Bolsonaro não larga o osso tão facilmente. E a verdade é que a única pessoa que sobrou para ser uma candidata forte na família em substituição ao Flávio é a Michelle Bolsonaro. Porque Bolsonaro está lá nos Estados Unidos, não volta ao Brasil, é alvo de processo, é em razão das atitudes que ele teve lá, ao contrário do que ele diz.
que ele foi para lá, ele não era investigado, tinha simplesmente um pedido do PT, que depois acabou sendo rejeitado até pela Procuradoria Geral da República. O Carlos Bolsonaro foi ser candidato ao Senado por Santa Catarina, ele que era vereador no Rio de Janeiro, e foi lá porque é um Estado mais afinado com o bolsonarismo, e, portanto, ele tem mais chances, mesmo sem conhecer, mesmo errando o nome da cidade, essas coisas que aconteceram aí nas últimas semanas. O Jair Renan é muito cru ainda,
volta e meia viraliza algum tipo de discurso esquisito que ele faz. Então, sobrou a Michele Bolsonaro, que ainda tem essa força feminina, é evangélica, então tem uma adesão em segmentos do eleitorado importantes e decisivos nessa eleição, pelo menos em potencial.
Só que tem uma rixa interna na família. Os filhos e a esposa do Jair Bolsonaro têm uma disputa familiar. Eles teriam que chegar a um grande acordão interno para depois fazer um acordão com outros agentes políticos. É bastante complicado. E o problema nisso tudo é justamente o fato de...
Problema não, um fator importante que faz com que a família Bolsonaro insista na candidatura é a rejeição alta do Lula.
Então, o fato de o Lula ter uma rejeição muito grande faz com que uma família que tenha uma rejeição muito grande acredite que tenha chance, mesmo com todos os desgastes de cada um dos episódios das controvérsias em que eles se envolvem. E com o Lula com idade mais avançada, com a preocupação demonstrada nas pesquisas dos brasileiros, com segurança pública, com corrupção, que são duas áreas em que o PT tem um histórico terrível.
de realizações. O Lula, inclusive, está agora nesse ano de milagres, que é o ano eleitoral. O ano eleitoral faz milagres. Então, o Lula apresenta proposta para combater o crime organizado. Ele retira a taxa das blusinhas. É o diabo na hora da eleição disfarçado de santo.
Então, você tem ainda uma força bolsonarista em contraposição ao lulismo que é um tanto resiliente. A gente vai ter que medir esse baque para ver se vai chegar ao ponto de haver um acordão para uma chapa substituta. Mas mesmo que a figura individual singular do Flávio Bolsonaro se desgaste muito, a família Bolsonaro vai tentar emplacar vice, pelo menos.
Então, não é algo instantâneo, muito vai ser medido. Acho que a reação do mercado é natural, ela prevê um problema com uma manutenção do governo do PT, com toda essa irresponsabilidade fiscal, mas, repito, se o desgaste for muito grande, se o baque for muito grande, e se houver o tempo da construção de uma candidatura alternativa de menor rejeição, pode ser que ali na frente o mercado reaja até melhor.
Exato. Para mim, esse é o call. Para mim, é o pouco da frase que o João Braga, o Spice trouxe, que o Braga tweetou. Se for só ruim, é péssimo, porque não vai mudar muito. Agora, se for catastrófico, pode ter uma mudança de cenário. E eu, até pelas conversas que eu tenho, já temos tido com os candidatos à presidência, com pessoas tanto do espectro da direita e da esquerda.
inclusive vamos ter nomes bem interessantes, principalmente da esquerda na semana que vem aqui no Market Makers, a gente sente que um adversário, a família Bolsonaro acaba sendo um adversário melhor para o Lula, pensando nessa polarização ali muito forte, porque é uma briga de rejeições. Então, se entrar um outro candidato que tem uma rejeição menor, você pode ter...
Uma eleição até mais difícil para o Lula, se parar de pensar e até com ideias... O objetivo é um pesadelo, não tenho a menor dúvida. O problema é chegar lá, como o Felipe colocou. O problema é a gente chegar lá, agora se chegar lá, sem dúvida. Uma coisa que o Zema está mostrando e mostrou no vídeo de hoje é que vontade ele tem. Espera-se que nada aconteça também, que não haja uma repetição de notícias, nada disso.
Porque a verdade é que quando a gente jogou no final do ano passado, a gente olhava Tarcísio, depois Ratinho, a ordem dos candidatos parecia outra completa, né? Só que o Sema tá uma coisa que nenhum deles mostrou. Vontade. Pois é, mas eu fico aqui com essa... Aí é legal o Felipe Moura estar aqui porque talvez ele tenha uma visão um pouco menos...
envolvida como a gente aqui do mercado financeiro, a gente queria muito o Tarcísio, aquela coisa era o Tarcísio Trade, era o cara mais preparado e tudo mais. E aí, se a gente tivesse um Tarcísio de Freitas, um ratinho dentro desses candidatos, como é que teria sido? Será que essa notícia envolvendo o Flávio teria uma repercussão tão ruim assim, dentro do mercado? Eu sei que é muito difícil tentar fazer uma análise dessa, porque não é o fato, mas...
E aí, se eles estivessem aí na corrida? Olha, a notícia desgasta muito mais o Flávio do que desgastaria o Tarcísio, mesmo o Tarcísio sendo aliado do Flávio. Não seria ele. Ele teria que ter um posicionamento, eventualmente passaria um pano ou manteria alguma distância regulamentar, mas é um aliado da família. Também não crucificaria o Flávio no seu discurso.
mas já seria uma candidatura mais construída, com menor rejeição, buscando justamente esse crescimento que é necessário para uma candidatura alternativa, que é você se tornar mais conhecido nacionalmente, sem absorver a rejeição da família Bolsonaro.
Era uma trajetória mais óbvia. Se não houvesse o interesse pessoal, o interesse familiar, a ambição de poder, a necessidade de você ter poder para fazer escambo, para reduzir a pena do Jair Bolsonaro, para tirá-lo da cadeia, se não houvesse todos esses fatores que são os interesses próprios da família Bolsonaro, certamente você já teria, a essa altura, uma candidatura...
uma candidatura mais sólida. E você falou, e a gente está falando aqui, sobre medir o desgaste, vai ser um baque, de que tamanho vai ser suficiente para o Flávio ser derrubado ou ele vai conseguir continuar. Mas o fato é que deveria haver vozes fora do campo petista, fora do campo da esquerda,
Na arena política, isso seria o natural, ainda mais num país que tem um sistema multipartidário como o Brasil, que não é binário, seria natural que as pessoas fizessem em grande proporção aquilo que o Zema fez hoje em 22 segundos.
que a gente vai ter que ver se ele vai continuar, se ele vai acelerar nesse caminho, que é gente à direita, gente mais independente, estou falando dos políticos, das pessoas envolvidas, dos agentes que participam diretamente do jogo, fora aqui a questão de análise, mas é porque os fatos, eles acontecem, mas o que importa para a repercussão...
É como aquela história contada, é quanta gente vai bombardear aquela informação, vai cair em cima de crítica ou não. E se esses agentes políticos, se esses opositores do governo Lula, eles fizessem mais pressão para que o Flávio Saia desista da sua candidatura, isso, eventualmente, pode fazer com que esse efeito aumente. Se eles ficarem só esperando cair do céu...
uma desistência do Flávio Bolsonaro, aí eles talvez repitam aquilo que eles fizeram até aqui, porque a esperança desses governadores, do Tarcísio, do Zema, do Ratinho Júnior, do Ronaldo Caiado, era que a família Bolsonaro caísse de madura. O Bolsonaro vai ser preso, então eu vou herdar aqui essa posição.
de anti-Lula na disputa eleitoral. A gente sabe que no Congresso eles votam junto e um monte de coisa, mas essa posição anti-Lula vai cair. Esqueceram que existia o Flávio. O Eduardo está lá radicalizando nos Estados Unidos que o Carlos não ia ser candidato à presidência, as pessoas nem entendem direito aquilo que ele fala, mas você tem um político tradicional do centrão. O Flávio é uma encarnação do centrão para fazer todo esse diálogo, atender a todos os interesses, buscar essa acomodação geral.
E ele está aí, mas não deixa de ser uma figura com essas velhas práticas, com essa falta de distanciamento que esse episódio mostra. Então, seria necessário que houvesse mais críticas fora do campo da esquerda à permanência do Flávio na corrida eleitoral. Deixa eu jogar uma coisa aqui na roda, eu quero ouvir a opinião de vocês, que eu acho interessante. O Spice, sobe um pouquinho a sua lapela. Aqui? Aí, boa, perfeito. Agora está ótimo.
Deixa eu jogar uma coisa aqui na roda, eu quero ouvir a opinião de todo mundo a respeito, porque foi ventilada agora a possibilidade de uma eventual troca, quem seria, quem seria o nome, e a gente viu, por exemplo, quando era para ser o Tarcísio, o nome, ele começou a ser muito atacado pelos dois lados, e daí você tem a ala mais radical do bolsonarismo, que tem algumas figurinhas caribadas aqui, na liderança do Eduardo Bolsonaro, tem o Paulo Figueiredo, tem o Kim Paim, tem vários nomes.
Por mais que eles não perfaçam a totalidade dos eleitores brasileiros, eles têm uma capacidade de mobilização grande de bases, e acaba sendo um tom agressivo, acaba afugentando essas alternativas. Eu sei que eles hoje, por exemplo, estão em pé de guerra com o Nicolas Ferreira, e eles já foram enfrentados, estão sendo enfrentados agora, por exemplo, o Nicolas Ferreira, na eleição para a Prefeitura de São Paulo, o próprio Pablo Marçal entrou em confronto com eles.
não deu resultados, mas ele mostrou que era possível, hoje tem o Nicolas Ferreira, e eles estão também brigados com a figura da Michele Bolsonaro, e bastou o Zema flertar com o aumento de popularidade com aqueles enfrentamentos ao judiciário recentemente, que eles começaram a também atacá-lo. Como vocês enxergam o comportamento dessa militância mais, como eu posso dizer, rida?
diante da possibilidade de uma troca? Porque eu não vejo esse pessoal, esse núcleo, aceitando tão facilmente. Eu vou começar aqui, o Felipe é o expert nisso, mas vou dar o meu pitaco aqui. A impressão que eu tenho é a seguinte, no momento que você conseguir eleger um candidato como o Tarcísio, ou o Ratinho, quem quer que seja, Zema, você passou o bastão da direita, né? Você tirou dos Bolsonaro essa liberança.
E no momento que você, o Lula também com 81 anos, não consigo ver um cenário que ele volte com 85 a disputar uma outra eleição. Então você vai pegar um caminho livre aí para oito anos. E isso é muito ameaçador para qualquer um dos duelados. E a impressão que eu tenho clara, eu continuo com essa impressão, as pessoas hoje minimizam as chances do Tarcísio de ser eleito. Eu acho que ele ia ser eleito com pernas e costas. O cara é governador de São Paulo.
Teve uma bela gestão em São Paulo. Números para mostrar. Um cara que fala bem, que é razoável, que é moderado, num bárbaro agravado. Ao que tudo indica, do que eu sei, tem um passado absolutamente limpo. Então, assim, eu acho que esse cara ia atropelar. Só que o que foi colocado para ele talvez tenha tido um erro de gestão. Eu acho que isso é possível. Uma presunção de que você ia ser ungido.
como o Felipe, eu acho que aqui, insinuou um pouquinho. O pessoal estava esperando que o negócio caísse de maduro aí, vão te ungir. E aí tem uma hora que você tem que ser Napoleão. Pego a coroa, boto na minha cabeça, falo, o rei sou eu, sai pro Papa, eu estou aqui me elegendo e eu vou lutar por isso. Só que lutar por isso, talvez obrigasse a tomar um pouco dessa decisão que o Zema tomou hoje. Eu vou enfrentar, eu vou partir pro ataque, eu vou me colocar como contraditório.
e assim, a alternativa que coube a ele no momento que foi lançada a candidatura do Flávio foi essa. Só que assim, se coloque no lugar dele, você larga o estado de São Paulo, onde você está reeleito, para ir para um projeto onde você perde o apoio ostensivo da base bolsonarista. Provavelmente 20% da intenção de voto vai embora, e você vai brigar pelo centro.
É mais complicado, claro que é. Só que agora já estamos na segunda página, né? Esse negócio agora acabou. Se essa candidatura desidratar, eu vejo duas possibilidades, que eu acho que é um pouco o que o Felipe falou. Você vai ter a Michelle com o apoio da família, porque estão vendo que vai perder tudo mesmo, estão tendo que ir com ela, e eu acho que ela, nesse sentido, pode até ter, por essa questão do gap.
de gênero, ela pode até ter números melhores e uma rejeição mais baixa é possível e você pode ter o crescimento de uma terceira candidatura. De novo, de todas elas, a única que está aparecendo mostrar alguma coisa é o Zema. Mas está muito, muito cedo para dizer, né? Felipe, você discorda muito dessa visão?
Não, acho que você colocou aí as possibilidades que estão em jogo, muito bem colocadas. O que eu acho que já deveria ter sido feito há muito tempo é um enfrentamento no campo da direita, principalmente de figuras políticas que realmente têm práticas.
que sigam o ideário de direita, que na minha análise histórica não é o caso da família Bolsonaro, que eles deveriam já ter sido mais críticos à família Bolsonaro há muito tempo, mas como políticos eles vão se guiando por aquele sentimento da população, pelos eleitorados locais, depende da...
da bancada que eles têm no Congresso Nacional. Então, você tem deputados federais do Partido Novo que são de estados que votaram majoritariamente a favor de Jair Bolsonaro e são pessoas que ficaram muito ligadas ali ao bolsonarismo justamente para se eleger. Agora, se o Zema não aproveitar essa oportunidade, hoje ele aproveitou.
mas se ele não aproveitar para continuar, se ele não mantiver esse tipo de firmeza, mesmo que não seja num tom máximo, seja num tom de uma crítica permanente, constante, sobre a questão da credibilidade, sobre a questão da experiência, mas de uma maneira um tanto mais incisiva, que entre...
numa certa medida, na esfera moral, porque é preciso combater na esfera moral o bolsonarismo dentro do campo da direita. E foi isso que não foi feito. É uma pena que o Partido Novo, em diversos momentos, tenha se transformado nesse puxadinho. Tem uma chance, uma última chance, que talvez tenha caído do céu, porque não veio por atitude deles, para que faça esse descolamento.
Então vamos ver se eles vão aproveitar. Agora, é óbvio que vai ser atacado, vai ser alvo de linchamento virtual, vai ser alvo de tentativa de assassinato de reputação, mas quando o líder está desgastado, quando a cabeça de chapa está desgastada, não é um microfone de aluguel, não é um agente político de desinformação desses que dá o apito para o rebanho que vai conseguir parar.
É claro que alguém vai ter que ter essa firmeza de encarar tudo o que eu encarei no jornalismo. Eu critiquei 20 anos de carreira o lulismo, critiquei o bolsonarismo e fui atacado de todos os lados, fora os telefonemas exploratórios do lado de cima, que eu passei em toda a minha trajetória no mercado da comunicação. Não é fácil.
Mas é isso que diferencia, é esse o legado que se deixa, essa é a luta por um país melhor, não é você ir ficando no compadrio, ou você aceitando a sujeira, veja bem, do outro lado, a sujeira é maior, então aquela velha frase atribuída, se eu não me engano, a Hannah Arendt, de que esse papo de escolher o mal menor faz as pessoas esquecerem que também é mal.
Então, é preciso ter isso. Repito, os propagandistas vão atacar, mas já há, como bem colocou o Matheus nas palavras dele, eu sou mais, talvez, incisivo aqui nessa esfera, mas já há um racha nesse mercado de propaganda do bolsonarismo.
Como eu falei, hoje, vários desses propagandistas que ainda tentam posar de defensores da direita, estão há sete anos passando pano para a família Bolsonaro, ganhando boquinha, ganha microfone na empresa que recebe verba de publicidade quando o Bolsonaro está no poder, quer voltar a ter isso tudo, todas essas facilidades, etc. Essas pessoas já estavam assim, se o áudio for autêntico, acabou. Já estão dizendo, olha, eu não tenho político de estimação.
Então, tem uma divisão, não fica com tanta tração assim se esse desgaste for devidamente contado. Mas é preciso ter fibra para fazer isso, não ser essa coisa gelatinosa que faz todo mundo parecer o centrão. Vou colocar só uma pimentinha aqui, rápida. É que o mercado estava numa situação, e eu vou realmente, assim, o ciclo, as pessoas com o que a gente fala, os investidores, o que a gente está vendo realmente é a marcha da insensatez.
O governo está indo para um ponto onde daqui a dois anos a despesa obrigatória passa a receita. Isso parece bobagem nesse contexto, mas não é. Você começa a entrar num ponto onde vai ter dominância fiscal ou vai ter um enfrentamento do fiscal, e você vai fazer uma reforma fiscal que não é difícil de fazer. O ajuste fiscal só precisa de vontade política. As medidas estão aí, são várias. Acho que eu já falei disso dezenas de vezes.
é muito fácil fazer o ajuste fiscal. O difícil é ter alguém que sente lá com a vontade de fazer. Ou a gente vai para uma crise gigantesca. Então, na hora que você tem que fazer uma escolha, eu sou fã de Ana Rente, leio tudo sobre ela, e, na verdade, ela fala que o mal prospera quando os bons não fazem nada. E ela tem a absoluta razão. Mas eu lembro do Churchill, que é meu outro herói, e se alinhou ao Stalin para vencer o Hitler. Ele falou, olha, se o diabo...
me ajudar a derrotar o Hitler, eu vou lá no inferno e faço um discursinho favorável ao diabo. O mercado está a venda no seguinte, eu tenho um candidato aqui que tem uma chance maior de derrotar o Lula, esse cara está aparecendo sozinho, não tem outro rival, está passando o Lula no segundo turno, e pô, estou inclinado a apoiá-lo, sem dúvida alguma. Até porque quando você olha para o governo Bolsonaro, de todos os desmandos ou erros que aconteceram, a política econômica foi o melhor desempenho.
É só fazer a comparação. Então, acho que o mercado estava embarcando, porque claramente a alternativa é muito pior. E agora tem uma certa sensação de desamparo. Até porque tem esse ponto que você falou. A direita não consegue se organizar. Você vê hoje, de uma semana para cá, a turma petista na rede social, inclusive o Haddad, criticando segurança pública em São Paulo.
Qualquer um que tem menor conhecimento de qualquer dado, é assim, é um maníaco do parque querendo falar sobre educação infantil. E depois falando também sobre as finanças do Estado de São Paulo. Eu falo assim, que loucura. Mas eles vão com tudo, eles vão com coordenados. Eu respeito isso. Pelo menos eles têm organização e vontade de ir para cima. Quando você vê a direita completamente dispersa, né? Pessoal, só deixa eu agradecer as mais de 2 mil pessoas, agora 2.100 pessoas assistindo.
dedo no like, uma das pessoas não está no Brasil, o William Alves, estrategista-chefe da Avenue, está lá com a boa parte da Varia Lima, que essa semana tem evento pra caramba em Nova York, tem mais brasileiro que não brasileiro lá em Nova York, e o Will está lá e falou cara, a repercussão dessa notícia aqui em Nova York está gigante, todo mundo só falou disso, inclusive até os painéis falando de política brasileira lá.
tem sido bem interessante. O próprio Romeu Zema, que ele ia aparecer aqui também nessa live, mas ele está palestrando lá em Nova York, não pôde aparecer aqui, mas isso aí obviamente ia fazer barulho e não ficou aqui restrito só ao Brasil, também lá em Nova York. E olha, e a gente tem a audiência mais pulverizada que eu já vi. Porque enquanto vocês estavam falando, estou vendo aqui no chat Lula é tetra,
Só louco vota no Lula. Renan vai ganhar. Quem é Renan Santos? Zema presidente. Caiado. Talvez seja o único canal dessa internet que consegue reunir eleitor do Lula, hater do Lula, eleitor do Renan, hater do Renan, eleitor do Zema. Enfim, valeu todo mundo aí que está nos comentários também. Engrandecendo bastante. Galera, queria já partir para um do Lula.
comentários finais porque assim ficamos com muitas dúvidas e poucas certezas mas como é que vocês caminham para encerrar esse dia maluco né que eu brinco aqui que o brasileiro é quase como o segurança de banco né que às vezes você tá ali não tá acontecendo nada acontecendo nada acontecendo nada de repente pum é um dia mas você tem que tá super ligado porque entrar no banco você tem que proteger lá
quase como a gente aqui acompanhando o mercado, entre uma reunião, a gente está em temporada de resultado, analisando as empresas que estão investindo, de repente um WhatsApp ali, e mudou completamente o nosso dia aqui. Como é que vocês caminham para o encerramento desse dia? Quer falar primeiro, Felipe? Ah, o Espírito pediu aí a palavra? Posso aproveitar, dar um complemento na frase do Walter, daí eu já passo, prometo que é rapidinho, Felipe, daí você já pode dar o seu parecer, que é, aproveitando a audiência, e eu tenho a absoluta convicção que é uma audiência qualificada, porque...
a questão do fiscal. Eu escrevi um relatório recentemente que era uma tese construtiva em juros longos do governo federal, títulos indexados em inflação, juros real, é longo, porque, na minha impressão, existe uma certa inevitabilidade de ajuste fiscal aqui. Inclusive, foi ventilado em alguns veículos de comunicação recentemente que o próprio governo...
apesar de negar até a morte, já estava com alguns estudos sobre para onde mexer, por mais que haja aqui sim um debate de convicção e profundidade. Você pode fazer um ajuste fiscal inevitável, medíocre, sem convicção, sem acreditar na necessidade dele, ou você pode fazer uma coisa de verdade, uma coisa mais profunda e estrutural, que é uma questão até orçamentária. O Brasil não teve uma discussão profunda, civilizatória, instrumentária depois da redemocratização, a gente já teve várias discussões importantes, regulatórias, em relação à inflação de política monetária, enfim.
mas ainda não teve uma orçamentária, inclusive a parte do que rege o orçamento brasileiro é bem antigo, a gente precisa modernizar, dar um entendimento, e menos engessado, que é a herança da Constituição de 88 e depois de várias outras coisas que vieram em sequência. Existe aqui, como o Walter comentou, uma inevitabilidade de ajuste fiscal. Hoje não aparece, mas o mercado não estoura porque existe aqui um entendimento que, cara, você não tem o que fazer, porque o dinheiro acabou, basicamente.
Você chega nos próximos dois anos, mas 100% das despesas vão ser obrigatórias. Você não vai ter... Então, assim, você elege o Boulos, você traz o Ené de volta à vida, elege ele, e não importa. Eles vão ser um mero passageiro do orçamento. Não tem o que fazer de esquerda, de direita, não importa. Então, você precisa fazer algum tipo de ajuste para mudar esse entendimento.
que é aqui, né, até mais profundo que cortar gasto. Ah, você quer cortar gasto? Quer cortar gasto? Não é isso, né, aqui a questão. É a mudança de entendimento de gasto público brasileiro, não é só cortar gasto, é como a gente interpreta o orçamento brasileiro, mais profundo. Existe aqui um tom inevitável, daí é isso, claro, a discussão vai ser, a gente vai fazer um puxadinho mais uma vez, empurrar a discussão mais profunda para 2030.
que é o que eu acredito que, por exemplo, numa reeleição do Lula vai ser inevitável que ele faça. Ele vai ficar com a mácula, inclusive, de no último mandato fazer um ajuste fiscal, que eu não sei como ele vai dialogar com isso ainda, por isso que eu acho que é o esgarçamento final do modelo Lulopetis, ou de fato a gente consegue inflexionar o pêndulo político para já ter agora...
um debate mais profundo em relação a isso. E daí, sim, resolvendo a questão do juro, a gente joga esse juro para baixo e consegue ter discussão de longo prazo, de financiamento desses projetos estruturantes de Brasil que a gente debateu anteriormente, de longo prazo para o Brasil, que você muito bem me comentou, de terraçadas e outros pontos que o Brasil tem muito a oferecer para o mundo nesse redesenho que a gente tem vivido.
Então, de fato, hoje foi um dia de turbulência e é natural que em dia de turbulência o pessoal, na dúvida, opte por vender, então acho que que o Brasil tem muito tempo.
essa questão de incerteza, ninguém sabe muito bem, o pessoal, na dúvida, me deu, prefere não dormir comprado nessa loucura toda, o pessoal de Nova York debatendo isso, imagino que seja todo mundo, o pessoal que estava começando a comprar a Teste de Brasil, viu isso aqui, e falou, mas isso aqui, para quem já está aqui no mercado, o voto está mais tempo do que eu, você também já viu, é terça-feira, toda semana tem alguma coisa do gênero.
E o meu serve para o Felipe Moura, que acompanha a política há bastante tempo e sabe muito bem que esse tipo de coisa faz parte do cotidiano. Só que a gente vive um tempo específico, né? Em que episódios como o de hoje vão acontecer mais vezes até a eleição. Agora, se a gente tem uma tese construtiva de Brasil...
ela permanece, minha visão, minha tese construtiva de Brasil permanece. O trajeto é esburacado, sem dúvida. E por isso você tem que ter posições que contraponham um pouco disso, para você ter redes naturais, posições internacionais que contraponham. Mas a tese construtiva, ela permanece. Agora, ao longo das próximas semanas e meses, a gente vai ver qual é o grau de permanência dessa tese. Se ela vai ser uma tese que vai ser postergada mais uma vez, como normalmente no Brasil acontece, ou se a gente vai conseguir antecipar ela já para o final desse ano e 2027.
Eu vou deixar o Felipe concluir aqui, vou fazer a minha parte, mas vou fazer um bom trabalho para você. Assim, meu sonho é acreditar no que você acredita e eu ia dormir muito melhor hoje. Eu confesso para você que hoje eu vou dormir muito mal. E eu vou explicar por quê. O Brasil nunca esteve tão bem em fundamentos de longo prazo como está agora. Não é mais minério de ferro, não é mais aço, é alimento.
e petróleo, e isso ainda lá, o mundo vai continuar consumindo. Sem falar em margem equatorial. E um governo que tivesse um mínimo, mínimo, mínimo de compromisso com o longo prazo, planejamento, estaria pensando que a gente tem a maior fonte de energia renovável do mundo, e aqui pode ser um hub global de data centers, e aí a infraestrutura é o grande gargalo de AI hoje, não é inferência, não é treinamento, o que falta é energia.
Então o Brasil está num lugar, assim, a gente está perdendo business por Paraguai.
A gente está jogando, a gente está perdendo para a terceira divisão, não é mais a segunda. A gente está perdendo para Honduras, Salvador, está perdendo para o Paraguai, está perdendo para Costa Rica. É uma loucura. O Haddad conseguiu taxar microchips. Eu chamo o Haddad, o Felipe Gui, é o júnior paiano da economia. Quem é flaminista sabe. Tinha medo que vai ter uma expulsão. Mesmo que ele não queira, ele vai ter uma perna de alguém.
nem como sair de uma dividida sem o cara ter que ir para a mesa de operação. Ele desorganizou a economia completamente. Então, assim, a gente fabrica smartphone? Não. Computador? Não. A gente tem microchips? Não. A gente tem placa? O cara taxou tudo. Ele só onerou o consumidor e tirou o Brasil do game. Então, assim, o Brasil tem um potencial de longo prazo espetacular, só que o fiscal é o que pode levar a gente para o UTI. Ele é facílimo de ser resolvido.
Só que aí, Matheus, eu vi um ponto. O Lula se tivesse resolvido em 2024 e olha...
O cara que eu mais boto peso e ônus e culpa é o Haddad. Por quê? Porque ele sabe. Diferente dos outros, ele sabe, ele sabia o que precisava fazer. E ele sabia o que ia acontecer se não fizesse. E ele tinha que ter pedido o boné quando não fizeram o ajuste que ele pediu em 2024. Se o Lula tivesse feito, o juro em vez de 14,5 hoje estava 8,5. O Real estava, sei lá, abaixo de 4. E aí ele estava provavelmente reeleito. Então por que ele vai fazer? Porque ele tem que mexer em previdência.
educação, saúde, salário mínimo, tem que mexer em renúncia fiscal. Eu acho muito difícil ele fazer isso. Então é isso que me causa o meu pesadelo. E eu acho que falta um tutorial para o Congresso aí. Tem que explicar como é que a Constituição funciona. O cara vai pagar salário, depois vai pagar previdência, depois vai pagar saúde, educação, acabou o dinheiro. Então quem tem preocupação hoje com emendas, orçamento secreto...
não tenha mais essa preocupação, não vai ter mais o orçamento. O político vai ficar quatro anos ali trabalhando pro bono, eles não vão ter o que fazer. Então, assim, eu acho que a gente vai ter um desastre fiscal pela frente, é isso que me tira o sono, e por isso eu acho que esse dia de hoje, ele precisa ser resolvido logo. Voltamos à história lá do João Praga, é melhor que tenha um final horroroso e a gente tenha um reset, e comece alguém aí com outra chance.
do que esse troço ficar se arrastando até o momento que não dá mais tempo de ter uma outra candidatura. E digo mais, para terminar, suspeito que o Lula, se for eleito, pula fora e deixa o vice pegar a rouca. É bem o jeito dele, porque é uma rouca que ele não vai querer encarar.
Pois é, só juntando então algumas coisas que o Walter falou, você fez a analogia com o caso do Churchill, se juntou a Stalin para derrotar o Hitler, e agora você estava criticando as políticas econômicas do Fernando Haddad. Eu, obviamente, entendo que o mercado, quando ele vê de um lado Guido Mantega e do outro lado o Paulo Guedes, ele prefira o Paulo Guedes, ou mesmo o Haddad e alguém com um perfil parecido.
Só que o Jair Bolsonaro perdeu a eleição para o Lula em 2022. O Flávio tem essa rejeição alta e se mete nesses escândalos. Então, é uma alternativa que, em diversos momentos, fortalece o lulismo e não o contrário.
É óbvio que pela alta rejeição do Lula, pelo cansaço da sociedade, com as políticas petistas, sem ter, por exemplo, o bom das commodities nesse momento para mascarar o resultado prático das ideias que eles sempre tiveram, tudo isso...
faz com que a família Bolsonaro fique no jogo ainda. Mas eu entendo que seria importante que até agentes econômicos percebessem que é preciso ter uma alternativa nesse campo mais liberal, nesse campo mais à direita, que não seja tão...
umbilicalmente ligada a um centrão estatista, que é a origem do Jair Bolsonaro, o discurso dele sempre foi estatizante, ele chamava de barbaridade as privatizações feitas no governo de Fernando Henrique Cardoso, da Vale, Telebrás, essas coisas. Então, é preciso ter uma alternativa que efetivamente vá fazer o ajuste fiscal do qual o Matheus está falando, e que era defendido, por exemplo...
pelo pai do conservadorismo moderno, pelo Edmund Burke, que pregava, inclusive, que o ajuste fiscal se faz no começo do governo, justamente quando você tem a popularidade, quando o clima está mais amigável, porque é uma medida geralmente impopular, pelo menos para...
para diversos setores. Então, você construir uma alternativa que não seja tão metida em escândalos, que não seja tão ligada a esse cabidão de empregos, do estatismo tão presente na política brasileira, deveria ser um projeto de médio e longo prazo de um mercado que quer derrotar a irresponsabilidade fiscal, do lulismo e tudo isso de ruim que eles representam, com aumento de taxas, de impostos etc.
Então, eu acabo tendo algumas contestações a essa simples escolha, é um mal menor, etc. Mas o que se pode fazer para que haja uma alternativa que não seja tão ruim? E efetivamente defenda essas ideias para que o ajuste realmente seja feito.
E não seja algo simplesmente, olha, nós somos um pouquinho menos piores do que eles, a gente está disposto a atender essa demanda, a fazer um ajustezinho, etc., mas você sabe que não vai ser feito completamente. Então, o Brasil precisa construir isso e deixar para trás esses acidentes de percurso. Eu estou acompanhando aqui no Twitter também o que a gente já começa a ver de consequência. O Lineberg Faria já gravou um vídeo...
já pedindo prisão preventiva e quebra de sigilo, os bloqueios de bens do Flávio Bolsonaro. Enfim, agora vai tentar capitalizar de todo jeito, tanto a esquerda quanto a direita, tentando... É isso que a gente sabe que na Folha estava o Mantega, estava o Lewandowski, estava na hora do Jacques Wagner, e, de novo, isso mostra como eles são muito mais organizados. Exato, exato. Bom, meus queridos, eu...
Acho que muito conteúdo já. Alguém quer deixar um recado final ou posso encerrar aqui a live? Eu quero dizer que minha única expectativa de fechar o mês de maio bem é no sábado, dia 23 de maio. Estarei lá com o meu manto, Salomão, se quiser, vamos juntos. É minha única esperança de fechar o mês bem. De qual jogo ele está falando? Flamengo e Palmeiras. Um jogo. O grande jogo.
Eu acho que esse jogo vai ser difícil. Eu acho que vai ser 4x0 para o Palmeiras. Concordo. É nessa direção. Entre Júnior Baiano e Felipe Melo, eu ainda fico com o Júnior Baiano. Eu também. Eu também. Inclusive, o cara não entregou uma Copa. O Baiano não entregou a Copa do Mundo nenhuma. Não, não entregou. E fez muito gol pelo Palmeiras também. Meus queridos, Felipe Moura Brasil, Walter Maciel, Matheus Spitz.
Obrigado por atender o meu pedido quase que urgente, instantâneo. Isso só mostra, é uma chancela o nosso trabalho aqui no Market Makers. Sintam-se de casa aqui, quando quiserem aparecer. Deixem um toque. Redes sociais, Walter Maciel. Como o pessoal te acha nas redes, que você está fazendo um trabalho incrível? No Instagram. Boa. Spies, você também nas redes? Como o pessoal te encontra?
É no Instagram, o Matheus, com TH, Spies. O Matheus Spies. E você, Felipe Moura Brasil? Olha, no X é arroba F Moura Brasil, no Instagram é arroba Felipe Moura Brasil. Se quiser mandar uma mensagem, manda pelo chat do Instagram, que eu faço um esforço danado para ler e responder todo mundo. E sigam o meu canal de YouTube, se inscrevam lá, programa diário...
dos fatos de segunda a sexta-feira, youtube.com.br Felipe Moura Brasil, ou então você coloca na busca do YouTube Felipe Moura Brasil Canal, e aí clica em ver canal, porque senão vai aparecer 20 anos lá de participações em um monte de veículos, podcasts, vídeos, mas se botar ver canal, você entra no meu canal para ver esse conteúdo diário. Obrigado, Tiago, prazer revê-lo, Matheus, Walter, grande abraço, qualquer hora a gente faz alguma outra parceria aí em live, que foi muito legal.
Valeu, eu adoro. Valeu toda a audiência que acompanha até o final. Se eu te ponho, esteja correto que a gente tenha aí uma candidatura nova que traga esperança para todo mundo. A gente precisa disso. O mercado está muito amassado. Exato. Valeu toda a audiência aí. Deixa o like, se inscreve, que o Market Maker está crescendo e quer crescer ainda mais. Então, até uma próxima. Lembrando, amanhã, quinta-feira, às 18 horas, tem episódio gravado que a gente fez. Está muito bom. Acompanhe lá. Até a próxima e tchau.
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