PORTA VOZ do FORÇAS DE DEFESA de ISRAEL - GUERRA IRÃ - Rafael Rozenszajn - PODCAST 3 IRMÃOS #929
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Podcast Três Irmãos na área, quem fala com vocês mais uma vez, Rodrigo Chorró. Na minha frente, meu brother, meu irmão, Roberto Andrade, filho Borracha, na mesa operando nosso diretor, Pedro Henrique. E aí, Robertinho, como é que você tá? Tudo bem? Falei, meus irmãos, beleza? Falei, meu irmão, muito bem. Mais um episódio importantíssimo aqui na nossa casa, né? Muito importante, um momento, eu acredito, assim, cirúrgico, né? Onde a gente tem que realmente adentrar no que tá acontecendo, ter as percepções reais.
muita informação. Infelizmente, nem todas são fidedignas, nem todas têm profundidade de entendimento. Eu acho que é de extrema relevância trazer pessoas que podem realmente representar uma voz, sabe? Uma percepção real do que realmente vem acontecendo em um conflito que muita gente acredita pode ser início, talvez de uma terceira guerra mundial. Sabe que eu gosto muito do nosso amigo Gorgonóide, né? O Gorgonóide tem uma frase bacana que ele que inventou, né? Que eu não quero ver o que você fala, eu quero ver seu shape.
Entendeu? Boa. Então, eu acho que o momento é esse. Vamos ver o que fala, mas também vamos olhar o que está sendo feito. Eu acho que é importantíssimo olhar o que está sendo feito para a gente desenvolver as nossas opiniões e defender o que a gente acredita. Hoje a gente trouxe aqui um representante do Exército de Israel. A gente está com o Major Rafael Rosenstein. Falei certo, Major? Certíssimo. Parabéns. Obrigado. Obrigado pela sua presença, viu, Major?
agradeço a oportunidade. O pessoal estava perguntando a sua origem. Me mandaram várias perguntas aqui no Instagram. Qual que é a origem do senhor? O senhor é de Israel? O senhor é judeu askenazi? Qual que é a procedência do senhor? Olha, eu sempre digo que essa é uma pergunta muito complicada de eu responder, porque enquanto eu não digo que eu sou nascido no Brasil, as pessoas acham que meu português é muito bom. Quando eu falo que eu vivi metade da minha vida no Brasil, então o meu nível
do português já cai, porque a expectativa é muito maior. Então, a metade da minha vida eu vivi no Brasil, eu vim para Israel com 21 anos e realmente, na verdade, esse foi o meu maior desafio quando eu comecei a servir como porta-voz do exército de Israel há mais ou menos dois anos atrás, depois do ataque do 7 de outubro de 2023, que foi realmente voltar a falar o português. Durante quase 21 anos eu não falava português, até com minha família,
Eu falo em hebraico, escrevo em hebraico as mensagens com minha esposa, ela também é brasileira. E voltar a falar português foi um dos maiores desafios, porque representar o exército de Israel, responder as perguntas, as acusações sobre Israel, isso é a parte mais fácil da história, porque não tem nenhuma acusação que não tem uma boa resposta. Então a desinformação é tão grande, as narrativas enganosas são imensas. O mais difícil do meu trabalho foi realmente voltar a falar o português,
Eu vi o senhor falando que essa preparação para ser porta-voz do Exército de Israel é algo que necessita dois anos, no mínimo, três anos, mas que no seu caso você ficou pronta em quatro horas, é isso mesmo?
E as pessoas não entendem inglês, em sua grande maioria. E as narrativas enganosas são imensas. É tanta desinformação no Brasil e precisava ter alguém que pudesse
trazer as informações de forma direta em português, as informações oficiais do exército israelense. Então, buscaram um oficial para poder atuar nessa função. Eu, durante 17 anos, fui advogado do exército de Israel. Minha profissão é advogado, fui advogado da marinha, fui advogado do comando central, fui promotor militar da Cisjordânia, fui promotor militar dentro de Israel.
Eu já acusei terroristas, mas também acusei soldados que tiveram desvio de conduta. Eu autorizei ataques militares, mas também proibi ataques militares que não estavam de acordo com a lei. Então eu já atuei em diversas posições, eu entendo muito bem as Forças de Defesa de Israel, eu venho de dentro do sistema. São tantas acusações, é tanta desinformação sobre a atuação das Forças de Defesa de Israel,
Tenho não somente os fatos e o conhecimento de quem serviu e serve dentro do Exército de Israel, mas também como advogado eu posso trazer esse lado que as pessoas, muitas pessoas ou quase todas as pessoas desconhecem da atuação das Forças de Defesa de Israel. Então eu acho que foi muito importante para o povo brasileiro, na verdade uma oportunidade imensa para o povo brasileiro, de poder receber as informações em português, informações oficiais de forma direta,
de um porta-voz do exército israelense. O senhor já se questionou por que Israel precisa de tantas pessoas defendendo Israel, defendendo em vários idiomas. Parece que todos os idiomas estão inventando narrativas sobre Israel, a ponto que Israel precisa de alguém para defender ela com essas pessoas que estão inventando essas narrativas. Por que isso? Olha, eu vou te responder com uma história. Imagina duas pessoas que estão na floresta,
um urso enorme está correndo atrás dos dois. Uma das duas pessoas resolve correr do urso. E a pessoa que viu o outro correndo disse, você vai correr do urso? Você não vai conseguir correr do urso. O urso vai te pegar e vai te matar. Então ele respondeu, eu não preciso correr do urso. Eu preciso correr mais rápido de você. Isso é exatamente o que acontece aqui. Israel está lutando uma guerra que o mundo desconhece. É uma guerra contra o terrorismo mundial.
controlado, liderado, patrocinado pelo pai do terrorismo do mundo, que é o Irã, quem está lutando essa guerra é Israel. O mundo deixou Israel para lutar essa guerra, e o mundo saiu correndo, deixando Israel lutar essa guerra. Israel consegue, Israel tem capacidade para lutar essa guerra. Não subestime as capacidades militares de Israel. Vocês viram o que nós fizemos contra o Hezbollah no Líbano, contra o Hamas na faixa de Gaza, contra os cultos no Iêmen, contra a Gerada Islâmica no centro de Israel, e agora o que estamos fazendo com o regime iraniano,
Mas a grande dificuldade é porque o mundo não somente nos deixou sozinho para lutar contra o terrorismo. O mundo quer limitar a nossa forma de atuar contra o terrorismo. O mundo não entende esse tipo de guerra contra o terrorismo. Não é uma guerra convencional. Não é uma guerra simétrica entre dois exércitos. Não é uma guerra entre Rússia e Ucrânia. Não é uma guerra que é travada num campo de batalha. É uma guerra muito complexa. É uma das guerras mais complexas da história das guerras.
é travada em zona urbana. Segundo, ela é travada em locais densamente populosos. Mas o mais complicado de tudo é porque é uma guerra assimétrica. Essa guerra é travada entre um Estado democrático de direito que tem um compromisso com a verdade e um compromisso com todas as normas internacionais. E, por outro lado, é um regime terrorista e grupos terroristas que não somente não têm compromisso com a verdade, mas não têm compromisso nenhum com as normas internacionais.
um exército que respeita as normas internacionais, respeita todos os princípios do direito internacional, respeita o princípio da distinção entre civis e militares, o princípio da necessidade militar, o princípio do humanismo, o princípio da proporcionalidade. Mas você, por outro lado, tem um exército e grupos terroristas que atacam civis, que se escondem atrás de civis, que assassinam sua própria população e acusam Israel de estar fazendo isso, que utilizam hospitais para esconder seus armamentos, que lançam
foguetes de dentro de casas de civis. É uma guerra que o mundo desconhece. Por que que eles fazem isso? Desculpa te interromper. Por que que eles fazem isso? Desde quando isso começou? Por que? Olha, os nossos inimigos, eles não são como os regimes que lutam uma guerra convencional que quando você vê que a guerra tá perdida, você levanta a bandeira branca. Essa é uma guerra que no fundo, no fundo, ela tem um viés
Os nossos inimigos entendem que o Estado de Israel não tem o direito de existir. Não tem um contexto geopolítico nessa guerra. O que o Iraque é? Se eu perguntar para vocês. O que o Hamas deseja? O que o Hezbollah deseja? O Hezbollah deseja o que? Tirar o exército israelense do Líbano? O território que Israel ocupava no Líbano foi devolvido. O que o Hamas quer na faixa de Gaza? A faixa de Gaza foi entregue ao Hamas em 2005.
o regime iraniano deseja? Patrocinando os grupos terroristas. Um bilhão de dólares o Irã pagou por Hezbollah no ano passado. O que o Irã deseja? É produzindo seus mísseis balísticos direcionados para Israel, produzindo armamentos nucleares. O que o Irã deseja? O senhor acha que o Irã tem ódio dos judeus? Eu não acho. O Irã diz isso. Pergunta para eles, não precisa perguntar para mim. Por que no Irã a gente encontra uma das maiores comunidades judaicas,
uma das mais antigas dentro do Irã. Por que no Irã a gente tem pessoas dentro do parlamento iraniano representando os judeus? Uma cadeira dedicada aos judeus dentro do parlamento iraniano. Olha, o regime iraniano diz todos os dias morte a Israel, morte a América. Não pergunte para mim. Isso é o que diz o regime iraniano. O regime iraniano tem um relógio em uma praça inteira que tem uma contagem regressiva
O Irã diz isso claramente, que Israel é o câncer para o mundo e Israel não tem o direito de existir. E nós não podemos permitir que um regime que deseja a destruição de Israel possa ter a capacidade de destruir Israel. Veja, o Estado de Israel tem um território de 22 mil quilômetros quadrados. É do tamanho de Sergipe. O Irã tem um território do tamanho de 1 milhão e 700 mil quilômetros quadrados. O Irã é 85 vezes maior do que o território.
de Israel. Agora imagine 85 vezes Israel com mísseis baliscos espalhados pelo Irã, direcionados a Israel. Até uma semana atrás, até 10 dias atrás, antes do começo da guerra, o Irã tinha em suas mãos entre 2.500 a 3.000 mísseis baliscos. E o Irã tomou a decisão de ampliar para 8.000 mísseis baliscos. 8.000 em um ano. Isso sem falar da produção dos armamentos nucleares. E sem falar do patrocínio dos
O que o Irã faria nesse momento?
momento no qual o Irã estava a um passo para produzir 11 bombas atômicas. Assim, Rafael, me desculpa. Eles falaram pra gente aqui que quem realmente blindou e segurou o Irã pra que não existisse armamento nuclear aí dentro era o próprio Ayatollah. Ele não tinha essa presença, essa importância nesse sentido aí dentro. Que Ali Khamenei era o cara que barrava essa evolução do programa nuclear iraniano.
Isso não é um fato. Eu não sei quem são eles, quando você diz eles, Robertinho. Desculpa, foram outros convidados que passaram aqui. Que fazem análise geopolítica, geralmente. Pessoas que estudam conflitos, enfim. Ou que são mais próximos de notícias internacionais. Robertinho, você me permite responder com uma pergunta? Claro. O que eu quero é que você me confronte positivamente. Ok.
Vocês me disseram que vocês estão em Minas Gerais, certo? Sim. Imagina um estado que faz fronteira com Minas Gerais, que durante décadas diz que Minas Gerais não tem direito de existir. E produz armamento que tem capacidade de destruição em massa e em um momento destruir Minas Gerais. Ele vem produzindo. E todos os dias ele diz morte a Minas Gerais. Minas Gerais é um câncer para o mundo,
Minas Gerais não tem direito de existir. E ele vem produzindo armamento. Que esse armamento, quando estiver pronto, basta apertar um botão e Minas Gerais é eliminado do mapa. Mas ele diz, esse armamento, ele não é para eliminar Minas Gerais. Minas Gerais não tem direito de existir, mas o armamento que estamos produzindo, ele não vai ser utilizado contra Minas Gerais. O que vocês fariam? Vocês esperariam com braços cruzados?
utilizar esse armamento contra Minas Gerais, eu sei que eles desejam nossa destruição, é tudo que eles fazem é para nos destruir, mas esse armamento eles estão falando que não é para nossa destruição, então vamos permitir que eles produzam esse armamento. Você não precisa me responder. O povo judeu, durante milhares de anos, foi perseguido. Um desses que foi perseguido foi meu avô. Meu avô foi sobrevivente de Auschwitz. Ele foi nascido na Polônia e ele foi levado junto com a sua família para Auschwitz. Depois de Auschwitz,
Ele conseguiu sobreviver junto com seu pai e seu irmão. Todo o resto da família foi assassinada no campo de concentração. Inclusive, meu avô me contava que quando ele chegou em Auschwitz, ele tinha 10 anos, e ele perguntou para o guarda da SS, o guarda nazista, onde está a mãe dele. Então o guarda apontou, você está vendo aquela chaminé ali? A sua mãe está saindo por aquela chaminé. Ele perdeu a mãe, perdeu os tios, perdeu os avós, perdeu os primos, toda a família. 6 milhões de judeus foram aniquilados.
E meu avô, depois de Auschwitz, ele não conseguiu nenhum país que estava disposto a receber meu avô. E por isso eu sou muito grato ao povo brasileiro que recebeu meu avô em Petrópolis com braços abertos. Da mesma forma como recebeu, acredito que milhares de outros judeus refugiados do Holocausto. E o meu avô sempre me disse, ele não está mais vivo para contar essa história, mas ele sempre me disse, que o maior desafio do povo judeu no Holocausto
defender o povo judeu. Depois de milhares de anos, nós temos um exército, nós temos um país para garantir que o povo judeu é eterno, que o Estado de Israel é eterno. Tudo o que nós queremos é viver. Nós queremos viver em paz. Nós já mostramos ao mundo que estamos com os braços abertos para a paz. Nós fizemos paz com nossos inimigos. Paz não se faz com amigos. Paz se faz com inimigos. E nós fizemos paz com inimigos e guerreamos contra eles. Nós fizemos paz com a Jordânia,
e antes fizemos a paz com o Egito, nós fizemos a paz há poucos anos atrás com Emirados Árabes, com Bahrein, com Marrocos, porque nós queremos viver em paz. E nós estávamos a um passo para normalizar nossas relações com a Arábia Saudita. E o que recebemos naquele momento, o 7 de outubro de 2023? Porque a maior ameaça para nossos inimigos liderados pelo Irã é nossa aproximação com o mundo árabe, nossa aproximação com aqueles que sempre foram nossos inimigos.
E vocês podem ver, o Irã não está lançando mísseis somente contra Israel. O Irã já lançou centenas de mísseis contra mais de 13 países aqui na região. Arábia Saudita, Bahrein, Kuwait, Catar, Turquia... Mas todas bases norte-americanas, não, Major? O aeroporto de Emirados Árabes é uma base americana? Lá foi bombardeado também. É só um exemplo. Eu quero só aproveitar o gancho do Rodrigo aqui. Quando você começou, que a gente começou a conversar aqui,
história sobre o urso e Israel foi o bravo que ficou pra defender tudo que existia contra o urso, né? E foi uma palavra sua afirmando que todo mundo deixou Israel sozinho pra lutar essa luta que contra o terrorismo que é um inimigo mundial, que é um inimigo que não tem regras, né? Israel aceitou, né? Essa missão, mas eu não vejo Israel aceitando essa missão sozinho, eu vejo ele enfrentando o urso, talvez com
um tigre dentro de sabre junto com ele, que seria os Estados Unidos. Ou os Estados Unidos não é uma força considerável aliada e participante ativamente nos conflitos? Olha, Robertinho, nós estamos atuando contra o Irã em cooperação total com nossos parceiros americanos. É uma cooperação sem precedentes na história das guerras. Mas é um erro afirmar que essa guerra começou há 10 dias atrás. A guerra contra o Irã começou há décadas.
Israel não faz fronteira com o Irã. Mas o Irã faz fronteira com Israel. Através do Hezbollah no Líbano, Hamas na faixa de Gaza, a jihad islâmica no centro de Israel, os ruts no Iêmen. Quem patrocina esses grupos terroristas? O Hezbollah não existia antes do regime dos ayatolás e não vai existir depois do regime dos ayatolás. Hezbollah é Irã. Irã é Hezbollah. Então, quando Israel guerreia contra o Hezbollah, Israel está guerreando contra o Irã. O Hezbollah é patrocinado, treinado, armado, financiado.
Essa guerra não começa em 1948, Major? Essa partilha foi respeitada por parte de Israel?
Quem aceitou a partilha foi Israel. Inclusive, foram diversas ocasiões que os árabes, os palestinos aqui na região poderiam ter formado um Estado palestino e deixaram de lado essa oportunidade. A primeira delas foi em 1937 com os ingleses. Por que de lá para cá Israel só aumentou de tamanho? A área de Israel só aumentou.
guerra que se chamou a Guerra dos Seis Dias. Essa guerra foi travada contra o Egito, contra a Jordânia, contra a Síria, contra o Líbano. Israel, para se defender, precisou entrar em alguns territórios. Esses territórios foram o Golan, as colinas do Golan, eu acho que se fala em português, do norte. Na Cisjordânia, era um território que era controlado pela Jordânia,
e na faixa de Gaza e o Sinai, que era um território que era controlado pelo Egito. A Cisjordânia não exige mais a devolução da Cisjordânia. A Jordânia não exige a Cisjordânia. O Sinai nós devolvemos para o Egito e fizemos acordo de paz com o Egito. Sim, o Estado de Israel sabe e deseja fazer acordo de paz. Mas acordo de paz nós precisamos fazer
deseja a paz, com quem reconhece a eternidade do Estado de Israel. Veja, nós entregamos a faixa de Gaza em 2005 para os palestinos, para a autoridade palestina. O que recebemos? O que recebemos quando entregamos a faixa de Gaza para os palestinos? Nós recebemos 30 mil foguetes, recebemos o Hamas governando a faixa de Gaza depois de um ano que a faixa de Gaza foi entregue aos palestinos, recebemos o 7 de outubro com centenas de pessoas sequestradas, com mísseis lançados em
a Israel, pessoas decapitadas, mulheres estupradas, isso que nós recebemos. Então, nós queremos a paz, nós desejamos a paz, mas primeiro nossos inimigos precisam entender que o Estado de Israel é eterno. Enquanto nossos inimigos não entenderem que o Estado de Israel é eterno e que o Estado de Israel não vai ser destruído, infelizmente não vai ter paz aqui na região. Já disse Golda Meir, há mais de 50 anos atrás, que o dia que Israel
largar suas armas, Israel é destruído no mesmo dia. O dia que nossos inimigos largarem suas armas para nos destruir, finalmente vai ter paz aqui na região. Qual que é mais importante para o senhor, Major? Israel ou os judeus, o povo judeu? Ou é a mesma coisa? Eu não acho que tem uma diferença entre Israel e o povo judeu. Durante milhares de anos, o povo judeu estava aqui nessa terra. Durante milhares de anos, nós rezamos para a terra de Israel. Durante milhares de anos,
Nós fizemos tudo o que podíamos para estar aqui, para voltar para cá. Essa é a nossa terra. Aqui é a nossa terra. Nós estamos aqui para ficar. Nós estamos aqui para viver, para viver em paz. Nós estamos aqui para fazer o bem para a humanidade. Vejam o que nós já fizemos para a humanidade. Mas durante milhares de anos, Major, essa ideia nunca teve força, né? Essa ideia começa a ter tanta força, assim, em menos de 100 anos, que começa a ter tanta força, assim,
a terra prometida de Israel. Tanto é que foram cogitados vários outros lugares. Israel poderia ser na Patagônia, já foi cogitado um lugar no Brasil. Não tinha tanta força essa ideia durante centenas de anos. E em tempo recente essa ideia começou a ter força, até porque muita gente fala que essa ideia foi plantada e financiada. E eu vejo, até desculpa jogar um pouco de pimenta nessa conversa,
É para realmente buscar um entendimento. Eu vejo pessoas que são antisionistas, inclusive judeus, que são antisionistas, que a preocupação deles é combater o antissemitismo. Eles acreditam que defender Israel é defender uma ideia que vai matar os judeus no futuro. E essa é a bandeira desses judeus antisionistas. Eu queria saber a opinião do senhor em relação a isso.
sei quais são suas fontes. Em nenhum momento os judeus deixaram de estar presentes aqui na terra de Israel. Os judeus foram perseguidos aqui, os judeus tiveram diversas dificuldades para voltar para a terra de Israel, mas em nenhum momento os judeus deixaram de estar aqui na terra de Israel. Eu não sei quais são suas fontes, mas vale a pena você verificar suas fontes. Segundo, o Estado de Israel foi criado em 1948, depois de uma decisão das Nações Unidas em novembro de
que inclusive quem declarou e presidiu a Assembleia Geral da ONU foi um brasileiro, Oswaldo Aranha, que teve um papel super importante nessa decisão. Em todos os momentos, nós estávamos abertos para conversar, para dar espaço para todos aqui. Nossos inimigos não entenderam que o povo judeu tem uma história aqui na terra de Israel
de estar aqui na terra de Israel. Mas de qualquer forma, vocês precisam entender de uma vez por todas, o povo de Israel é eterno aqui na terra de Israel. A ligação entre o povo de Israel e a terra de Israel é uma ligação eterna. E essa ligação em nenhum momento vai ser cortada na história. Você, como mencionou na sua própria pergunta, foi cogitado uma série de lugares para ser criado o Estado de Israel. E o motivo pelo qual ele não foi criado em nenhum outro lugar,
realmente aqui na terra de Israel é a resposta para a sua pergunta. Porque essa é a ligação entre o povo judeu e a terra de Israel. Mas vejam, o Estado de Israel foi criado em 1948. Vejam tudo que o povo judeu, o povo de Israel já fez para a humanidade. Tanta tecnologia, tantos remédios, tantas ações que nós fizemos para o bem da humanidade. E mesmo assim, nós não
não tivermos a oportunidade de poder estar o tempo todo empenhado e somente fazer o bem para a humanidade, nós tínhamos também que estar guerreando contra nossos inimigos. Desde a nossa criação foram mais de seis guerras contra nossos inimigos que tentaram nos destruir. E você pode dividir os países aqui no Oriente Médio entre aqueles que decidiram viver lado a lado com Israel e aqueles que decidiram continuar tentando destruir Israel. Vejam onde está o Egito e onde está o Líbano.
está a Jordânia e onde está a Síria. Essa é a diferença entre os países que decidiram viver em paz, decidiram aceitar a eternidade do Estado de Israel e aqueles que decidiram ainda tentar eliminar o Estado de Israel do mapa. O negócio é assim, na guerra cada um tem uma percepção, cada um tem os seus interesses e cada um tem os seus valores embutidos aí. E eu sou, de verdade,
aqui de confronto, eu acho que a negociação é sempre um caminho mais humano. Robertinho é o cara da paz. Robertinho é da paz. Você consegue passar pra gente se existe alguma possibilidade democrática de encerramento do conflito? O que seria uma ação democrática pra que isso acontecesse? Tem já uma proposta de Israel falando se vocês fizerem isso, a paz acontece. Dessa guerra agora, Robertinho? Dessa agora. Como que acaba o conflito com o Irã? O que que Israel
para que os bombardeios acabem contra o Irã, por exemplo, e vice-versa. Existe uma proposta concreta. O que cada um quer com essa guerra? Olha, Robertinho, a guerra pode terminar hoje. Basta o Irã levantar a bandeira branca e dizer que nós não desejamos mais o fim do Estado de Israel. Nós não vamos continuar produzindo armamentos nucleares e mísseis balísticos direcionados ao Estado de Israel.
grupos terroristas aqui na região, para acabar com o Estado de Israel. O Jack Kirah fizer isso, a guerra termina no mesmo momento. Eu acho que o povo brasileiro ainda não entendeu que o que está em jogo aqui nessa guerra é o futuro existencial do Estado de Israel. Para todas as pessoas que não dão valor para o futuro existencial de Israel, com certeza eles vão dizer, é melhor que essa guerra termine hoje, no máximo, no máximo, o Estado de Israel vai ser destruído.
subir, terá paz no mundo. O Irã vai continuar lá falando morte à América, morte a Israel, vai produzir suas bombas atômicas, seus mísseis balísticos. No máximo, o Estado de Israel vai ser destruído. Mas para aqueles que dão valor para o Estado de Israel, que dão valor para o futuro existencial de Israel, entendem que para o Estado de Israel continuar existindo, nós não podemos permitir que um regime que deseja a nossa destruição possa também ter a capacidade de nos destruir.
É uma lógica. Eu dei para vocês o exemplo de Minas Gerais. Isso pode ser aplicado a qualquer lugar do mundo. Mas eu quero dizer mais uma coisa para vocês. Eu sei que o mundo não gosta de guerras longas. Nós também não gostamos de guerras longas. Por dois motivos. Por um simples motivo, na verdade. Porque em guerras, civis pagam preço. Civis pagam preço entre nossos inimigos. E civis pagam preço também no nosso território. E nós não gostamos de guerra.
e o mundo não gosta de guerra longa. O mundo quer ver se tem guerra, que a guerra seja o mais curta possível. O senhor tem medo de Israel ficar igual Gaza ficou? Eu já vou responder essa pergunta, mas deixa eu só terminar. Desculpa, desculpa, te interrompi. Desculpa, desculpa. Não, não, eu estava dizendo que o mundo não gosta de guerras longas. E nós também não gostamos de guerras longas. Mas pensem na seguinte lógica. Qual foi a vez anterior que nós tivemos uma operação direta contra o Irã?
Foi a última em junho. E o que nós esperávamos? O Irã tomou um golpe muito significativo. Nós conseguimos retardar o programa nuclear iraniano, nós conseguimos atingir diversos mísseis balísticos, lançadores de mísseis balísticos. O Irã teve uma dificuldade de financiar os grupos terroristas. E o Irã teve duas opções. Uma opção seria entender que o Estado de Israel é eterno e que o Irã não terá capacidade
de destruir Israel, e em vez de investir seus recursos para a destruição de Israel, investir os recursos para a sua população, que estava passando o ano mais pobre da história do regime iraniano. E a segunda opção era reerguer as fábricas de mísseis balísticos, as usinas nucleares, e voltar a investir nos grupos terroristas aqui na região. E qual foi a decisão que o Irã tomou? O Irã tomou a decisão de ampliar seus mísseis balísticos de 2 mil para 8 mil.
o Irã começou a reconstruir suas usinas nucleares e o Irã repassou um bilhão de dólares para o Hezbollah. Então nós entendemos que nós não podemos fazer guerra com o Irã uma vez a cada seis meses. Eu acho que qualquer pessoa que pensa de uma forma sensata vai entender, e é melhor, cortar a cabeça da serpente de uma vez por todas, mesmo que seja um pouco mais longo, do que a cada seis meses fazer uma guerra contra o Irã.
Nós estamos atingindo as raízes. Estamos fazendo isso de uma forma coordenada, planejada, determinada, organizada, junto com os nossos parceiros americanos. E nós estamos tendo muito sucesso nisso. Agora, quem vocês acham que são as melhores pessoas, mais equilibradas, que possam dizer a necessidade, a importância de atingir esse regime?
povo iraniano. É o povo iraniano que saiu às ruas há dois meses atrás para pedir liberdade. Vocês sabiam que gays são enforcados no Irã? Vocês sabem que pessoas que saíram nas ruas para protestar livremente contra o regime iraniano, o regime iraniano cortou a internet e assassinou 30 mil pessoas em uma noite? Então, se vocês perguntarem para qualquer iraniano que está refugiado fora do país ou iraniano que está no Irã e é
e sabe todo o mal que recebe desse regime, ele vai agradecer Israel pelo que está fazendo. Mas isso aí faz parte do momento que o mundo passa hoje, Major. Se você pegar aqui no Brasil, o Brasil está dividido. Tem bolsonarista para um lado, tem Lula para o outro. É um país dividido. Se você pegar nos Estados Unidos, é um país dividido. Tem gente a favor do Trump, tem gente contra o Trump. Em Israel, em Israel tem várias pessoas que são críticas do governo Netanyahu.
A gente conversou aqui lá atrás, eu conheço vários judeus que não estão em Israel, que são contra a existência do Estado de Israel por preocupação do antissemitismo. E da mesma forma você vê no Irã. No Irã tem pessoas contra Ali Khamenei e tem pessoas a favor ali. Do mesmo jeito que você vê pessoas protestando contra o governo, você vê pessoas que estão apoiando o governo.
E eu vejo o Irã pedindo respeito em relação à autodeterminação dos povos. Você vê, os caras derrubaram Ali Khamenei, o próprio Trump já falou que não vai aceitar outro líder na mesma linha, os Estados Unidos estão querendo escolher quem vai ser o líder do Irã. É um pouco complicado, assim, você chegar num ponto em comum, assim, sabe? Eu vejo muito o Irã falando que a luta dele,
é para ajudar a população palestina, que não tem respeito dentro de Israel, que não é vista como o mesmo povo judeu dentro de Israel. Veja, Rodrigo, você colocou muitos fatos na sua pergunta. É muita coisa, desculpa. Não, sem problema nenhum, eu consigo, vou responder tudo. Nós temos aqui um tempo ilimitado para responder todas as perguntas.
que a rejeição ou apoio a Israel tem um viés político. Porque essa guerra não é somente uma guerra entre Israel e Estados Unidos de um lado e o regime iraniano do outro. Essa é uma guerra de valores. Essa guerra é travada entre os valores da jihad, do extremismo islâmico, do ódio, da destruição, por um lado, e por outro lado, os valores cristãos ocidentais, os valores da liberdade, os valores democráticos,
da equidade que são representados por Israel e Estados Unidos. Agora, eu não acho que você pode ser influenciado se você apoia a esquerda ou a direita no campo político para saber se você vai ser a favor da liberdade, da democracia, ou se você vai ser a favor do ódio, da destruição, da jihad, do extremismo islâmico. Porque você pode ser apoiador da esquerda e você pode ser gay, mas se você for por Irã,
Você pode ser apoiador da esquerda e você pode ser mulher, mas se você for para o Irã e andar com traje mínimo de vestimenta, você vai ser presa. É exatamente isso que todos precisam entender. Essa é uma guerra de valores. Quem apoia Israel, quem apoia os Estados Unidos, está apoiando os valores ocidentais, os valores da democracia, os valores da liberdade, da equidade, daqueles que podem protestar,
demonstrar os seus sentimentos. Tem liberdade de culto, liberdade de religião. E, por outro lado, aqueles que são oprimidos. Aqueles que não podem demonstrar seus sentimentos, não podem protestar por liberdade porque são assassinados. Você precisa ser de direita para rejeitar um regime que assassina a sua população? Não, claro que não. Também acho que não. Então, pronto. Então, não precisa ter um viés político para você apoiar ou rejeitar. Acho que vai além da política.
Mas infelizmente é a situação atual do mundo. Eu concordo com você. Vai além da política. Você pode ser de esquerda e concordar com valores da direita. Você pode ser de direita e concordar com valores da esquerda. Mas é a atual situação do mundo. E realmente a gente passa por uma guerra de narrativas. Você falou que lá no Irã não pode ser gay. Eu já ouvi falar que não tem problema ser gay lá no Irã.
de fazer um transplante de mudança de sexo. Sim, sim. Inclusive, eles ajudam na mudança de sexo lá. Eu vi um vídeo recente, 2025, e as pessoas andando normal ali em Terã, com a roupa que quer, do jeito que quer. Eu não fui no Irã, não fui. Posso te interromper? Claro, por favor. Você vai me desculpar, mas eu não acredito que você acredita no que você acabou de falar. Sério? Sério. Não, eu acredito que eu sou enganado.
o tempo inteiro. Eu não acredito que você acredita no que você acabou de falar. E eu vou te fazer uma pergunta. Você acredita que o regime iraniano assassinou sua própria população há dois meses atrás, dezenas de milhares de pessoas? Não sei te falar. Eu acredito que não. Eu acredito que isso não aconteceu. Você acredita que isso não aconteceu? 30 mil pessoas foram assassinadas? Dezenas de milhares de pessoas. Vamos fazer outra pergunta.
Jim Miraniano cortou a internet de seu país durante mais de uma semana? Assim, a gente vê que hoje a guerra, como você falou, é uma guerra assimétrica. E através de internet você consegue localizar grandes líderes, através de internet você consegue usar internet para localizar pessoas. Você vê, até, desculpa te interromper, a gente estava na China recente. Na China, por exemplo, você não pode usar YouTube, você não pode usar WhatsApp,
Você não pode usar Instagram, Facebook. Ah, por quê? Porque lá onde está dura? Não, porque o governo quer a privacidade das pessoas que tem lá. Lá tem outros aplicativos, substituem. Olha, Rodrigo, todo debate, toda discussão, ela parte do princípio de fatos. E eu estou sentindo uma dificuldade nesse momento, porque são fatos que eu acho que são inegáveis sobre a opressão,
do povo iraniano. Então, se você acha que o regime iraniano é um regime democrático, um regime que permite a liberdade de expressão, que permite que sua população possa protestar contra o regime iraniano, se você acha que é um regime democrático, se você acha que é um regime que as mulheres podem vestir as vestimentas que desejam, se você acha que o regime iraniano dá todos os direitos
de liberdade para a sua população. Então eu acho que nós precisamos fazer um stop de trazer talvez algumas provas e depois a gente voltar à nossa entrevista. Porque se você está fazendo para mim perguntas partindo do princípio que o regime iraniano é um regime democrático, da mesma forma como o Brasil é um país democrático, da mesma forma como Israel e Estados Unidos são países democráticos, eu acho que vai ser um pouco difícil
se a gente continuar... Não, Major, não é que eu acho isso. Eu acho que a gente está inserido em... Eu acho que a gente está inserido em narrativas. Eu não conheço o Irã. Eu já escutei pessoas dos dois lados. A experiência que eu tenho é de conversar com pessoas. Eu já recebi duas irmãs iranianas aqui que fugiram do Irã por conta de lá ser um regime, de lá ser uma ditadura. Essas irmãs iranianas, elas vivem no Brasil hoje, onde foi privada da liberdade,
elas não conseguem conversar com as famílias, elas não conseguem, elas saíram de lá porque elas não podiam cantar, não podiam dançar, não podiam mostrar o cabelo. Por esse motivo elas saíram de lá. Mas eu também já escutei pessoas do outro lado que moraram no Irã também que falaram, ó, não, não é assim. Então assim, eu só consigo afirmar alguma coisa com a minha verdade a partir do momento que eu vivo aquela experiência. Eu ainda não fui no Irã.
O dia que eu for ver estar lá, eu vou poder falar, ó, quando eu fui lá era assim. Igual eu fui pra China, eu vi muita coisa que não é igual eles falam aqui no Brasil. Agora, essa negócio de democracia também, no mundo que a gente vive hoje, sei lá, será que os Estados Unidos é um país democrático mesmo? Olha o que os caras estão fazendo lá. Olha o que o ICE tá fazendo lá. Prendendo os caras e expulsando o país. Será que é democracia aqui lá? Não sei, não sei.
que eu te convidei, porque tem guerra de narrativa, tem história dos dois lados hoje, é isso que a gente vive. E a gente precisa escutar os dois lados. Eu quero te ouvir, quero que a minha audiência escute você para que a gente possa tirar conclusões do que está acontecendo no mundo. É só isso. Olha, eu vou te contar um fato. Se eu te perguntar qual é o maior sucesso operacional do exército israelense durante essa guerra que está sendo travada contra o
A resposta é simples, nós já eliminamos 80% do sistema de defesa aérea do Irã, nós já atingimos centenas de mísseis baliscos iranianos, nós já atingimos 60% dos lançadores de mísseis do Irã, nós já atingimos mais de 50 generais do exército iraniano e líderes políticos do Irã, inclusive o líder supremo do Irã, o Khamenei,
atingimos centros de produção de mísseis balísticos, usinas nucleares e etc. E se eu te perguntar qual é o maior sucesso operacional do Irã até agora, você sabe qual é? Qual? É que o Irã atingiu zonas residenciais em Israel através de seus mísseis balísticos, assassinando mulheres, crianças, civis aqui em Israel. Os mísseis iranianos que são lançados em direção a Israel, eles visam áreas civis, áreas residenciais,
Eu tive nesses locais, mostrei nas minhas redes sociais. E não somente isso. O Irã utiliza um tipo de míssel chamado cluster, que é um míssel de submunições. Ele carrega submunições, ele se fragmenta no ar antes de atingir o alvo e assim ele se divide em dezenas de mini-mísseis. E assim ele consegue atingir uma área enorme de até 10 quilômetros. Por que o Irã utiliza esse tipo de míssel?
para atingir um alvo militar? Porque o Irã quer causar danos à população civil. E só não tem milhares de mortos em Israel nesse momento, porque enquanto o Irã investia em bombas nucleares, em mísseis balísticos, em túneis subterrâneos e em grupos terroristas, nós investimos em segurança para a nossa população, em sistemas de defesa aérea, em bunkers, em hospitais, em centros de reabilitação.
Israel está igual a Gaza nesse momento.
morreu pelo míssel iraniano, uma outra cidade perto de Jerusalém, que dezenas de prédios foram destruídos pelo míssel iraniano, no sul de Israel, em Beersheva, porque somente 10% dos mísseis conseguem passar por nosso sistema de defesa aérea. Imagine se o Irã tivesse 8 mil mísseis em suas mãos agora. Imagine se o Irã tivesse bomba atômica nesse momento. O Irã é um regime que não dá valor para a população civil.
a população civil israelense também é um alvo. Para o Irã, a sua própria população é alvo. Eles assassinaram sua própria população. Aquela escola que foi atingida, entendendo a capacidade militar que Israel tem, foi Israel e foi intencional? Não foi Israel? Teve uma escola que foi atingida ou não. Isso realmente não aconteceu. Não foi um ataque israelense. Foi um ataque norte-americano. Eu sou o porta-voz do exército de Israel. Você pode me perguntar sobre a atuação do exército de Israel.
Naquele local não tiveram operações israelenses. Não houve um ataque lá. Não de Israel. A mídia mostrou que foi um míssel Tomahawk que destruiu aquela escola. O senhor concorda que foi isso aí ou a mídia está tentando enganar as pessoas a hora que mostra isso aí? Rodrigo, como eu disse, o exército de Israel não operou naquele local. Diferente de nossos inimigos, nós temos o compromisso com o direito internacional.
Todas as vezes que tem alguma acusação contra ações do Exército de Israel, nós checamos, nós analisamos e nós somos muito transparentes com os jornalistas. Então, eu estou afirmando para vocês que o Exército de Israel não conhece a atuação naquele local. Mas eu quero deixar muito claro que nós estamos falando de um regime que não respeita as normas internacionais, que atua dentro de instituições civis.
O que levou a fazer aquele ataque naquele local? Se tinha um alvo militar naquele local? Precisamos ter muita cautela antes de julgar. Major, o custo dessas munições, desses mísseis, são altíssimos. A tendência, se essa guerra persistir, provavelmente alguém vai quebrar financeiramente. O que você pode me dizer em relação a isso?
muito tempo. Israel vai continuar enquanto o Irã não se render. Vocês já têm isso monitorado? Qual potencial ofensivo o Irã tem? Olha, Rodrigo, o preço da inação é muito maior do que o preço da guerra. Porque o preço da inação é a destruição de Israel. Eu estou tentando deixar isso muito claro para o povo brasileiro, para a grande audiência de vocês. O preço da inação é a destruição de Israel. Eu sei que tem muitas pessoas que, infelizmente,
Então, para essas pessoas, como eu já afirmei aqui, para essas pessoas, é melhor que essa guerra acabe, que o preço do combustível não aumente e que o Irã continue produzindo seus armamentos. No máximo, o Estado de Israel vai ser destruído. Mas para quem entende o valor da eternidade do Estado de Israel, precisa entender que essa guerra tem uma necessidade, porque o preço da inação é a destruição do Estado de Israel. O que está em jogo é o futuro existencial do Estado de Israel.
O Irã, o regime iraniano, todos os dias, eles declaram morte à América, morte à Israel. Na verdade, o que eles estão dizendo é morte ao Ocidente, morte aos valores ocidentais. Mas para eles, quem representa os valores ocidentais no Oriente Médio, quem representa a democracia, quem representa os valores de liberdade, de equidade, de liberdade de expressão, de liberdade de culto, é o Estado de Israel.
a consequência é depois o Irã fazer isso com o resto do mundo. Você se lembra da história do urso que eu comecei? Tá, tá bom. Então, a segunda pessoa correu. Ela correu porque não correu do urso. Ela correu porque sabia que Israel ia estar lá pra combater o urso. Se Israel cair, o urso vai continuar para o resto do mundo. Inclusive pro Brasil. Vocês sabem que o Hezbollah tem atuação no Brasil? Vocês sabem disso, né? Terroristas do Hezbollah já foram presos no Brasil.
Na tríplice fronteira, infelizmente, tem atuação também de grupos terroristas. E esses grupos terroristas são treinados, armados, financiados pelo pai do terrorismo do mundo, que é o Irã. Israel está lá, Israel está segurando o urso. Mas o mundo não pode deixar Israel segurando o urso, mas também limitar e cortar as mãos de Israel. Porque assim Israel não vai conseguir guerrear contra o urso. O exército de Israel monitora no mundo inteiro esses grupos terroristas.
Major Hamas, Hezbollah. Eu já ouvi falar mesmo que na triplice fronteira ali, Brasil, Paraguai, Argentina, tem atuação mesmo de grupos terroristas. Já ouvi falar que até no ataque de 11 de setembro teve uma movimentação financeira muito grande ali no Paraguai e tudo. O senhor acredita que esses grupos estão atuando em outras partes do Brasil, como por exemplo São Paulo, Rio de Janeiro?
Olha, Rodrigo, eu não sei quantos anos você tem, mas acredito que... Ok, então em 1994 você tinha mais ou menos 15 anos, 16 anos, certo? Não sei se você se lembra que teve um ataque terrorista, o maior ataque terrorista na América do Sul, foi na Argentina, foi num centro judaico na Argentina, na Amia, e foram dois ataques, um num centro judaico na Argentina e o outro foi na Embaixada de Israel da Argentina.
foi o regime iraniano. Inclusive, quem foi responsável por esse ataque terrorista é a mesma pessoa que foi nomeada agora, essa semana, para ser o comandante da Guarda Revolucionária do Ira. Ele tem um mandado de prisão da Argentina, do Tribunal Argentino e da Interpol. E ele foi nomeado para ser o novo chefe da Guarda Revolucionária, depois que o comandante da Guarda Revolucionária foi eliminado pelo exército de Israel.
Isso mostra a ambição do regime iraniano. E eles ainda desejam expandir o terrorismo para o resto do mundo. Agora, isso aconteceu na Argentina, poderia ter acontecido no Brasil também. No Brasil eles falam que o Hamas treinou movimentos, movimentos sem terra, coisas do tipo. O senhor acredita nessa informação? Não, eu tenho um compromisso com os fatos e com as verdades. Eu não vou falar sobre o que eu não sei, eu realmente não sei. Em São Paulo tem um local?
que chama Aljânia. Eu já ouvi algumas pessoas entre os judeus falando que lá é um quartel general do Hamas, esse local, e tem muita investigação ao redor desse Aljânia. O senhor já ouviu falar ou essa informação o senhor desconhece? Eu desconheço. Pensando no terrorismo da forma como ele age, não seguindo regras, não tendo padrões comportamentais,
geralmente tem, eles fazem com a segurança das pessoas, da população de Israel, numa guerra dessa. Essa é exatamente a diferença entre um regime que não dá nenhum valor para a sua população e por isso, em vez de construir bunkers, construir sistemas de defesa aérea, construir hospitais, eles construíram mísseis balísticos, armamento nuclear e investiram em grupos terroristas, bilhões de dólares em grupos terroristas,
população iraniana mais precisou no país, no ano que a população iraniana mais precisou, foi o ano mais pobre do Irã, no ano passado. E o Estado de Israel investe em bunkers, em sistema de defesa aéreo, em hospitais, em centros de reabilitação, porque nós damos prioridade para a segurança de nossa população. E é por isso, e das centenas de mísseis que foram lançados em direção
Israel, somente poucos conseguiram chegar até o território de Israel e se explodir no território israelense. Mas imagina se todos os mísseis lançados em direção a Israel conseguissem chegar e atingir os alvos. O Estado de Israel estaria destruído nesse momento. Imagina se o Irã lançasse 8 mil mísseis, que é o que desejava fazer. 8 mil mísseis lançasse em direção ao nosso território. Tentem imaginar isso. Tentem imaginar se o Irã tivesse nesse momento armamento nuclear.
Eu acho que a guerra dos 12 dias foi necessária e ela deu uma oportunidade para o regime iraniano decidir que caminho seguir. Se vai seguir o caminho da jihad, da destruição, do ódio, ou se vai seguir o caminho da paz.
E por isso, em vez de investir na sua população, o Irã investiu em mísseis balísticos, em armas nucleares, em grupos terroristas. E por isso nós não tivemos outra opção a não ser atacar as raízes desse regime, que é o que nós estamos fazendo nesse momento, para que o Irã não continue sendo uma ameaça imediata para o futuro existencial do Estado de Israel. Nesse momento, o povo judeu tem o que não teve durante dois mil anos,
para defender o povo judeu. E é exatamente isso que nós estamos fazendo. Garantindo que o povo judeu, que o povo de Israel continue vivo no território de Israel sem que nenhum outro país, nenhum outro regime, nenhum grupo terrorista possa representar uma ameaça imediata para o futuro do povo judeu.
Israel, né? Foi um dos fundadores do Estado de Israel. Ele deu uma entrevista no Reino Unido e nessa entrevista questionam ele sobre as crianças vítimas do Holocausto, né? E ele falou que entre salvar todas as crianças vítimas do nazismo, levando elas pro Reino Unido e salvar metade dessas crianças levando elas pra Israel, ele ficaria com a segunda opção. Eu fico me perguntando
Rodrigo, é simples. Porque a única garantia de sobrevivência do povo judeu, a garantia da eternidade do povo judeu, é o Estado de Israel. Vocês sabem, eu senti na minha própria família,
o que o povo judeu passou sem o Estado de Israel. O que o povo judeu passou nesses dois mil anos de perseguições sem um exército para defender o povo judeu. Então nós não podemos imaginar mais o povo judeu, o povo de Israel sem o Estado de Israel. O Estado de Israel, o exército de Israel é o que garante a eternidade do povo judeu. Major, Israel está pronto para segurar esse confronto o tempo que for necessário. A sobrevivência.
A continuidade de Israel depende disso. O Irã, por si só, já é uma força, acredito, pelo menos em territorial, bem maior do que Israel, né? E populacional também. Se entram aliados pro Irã, sei lá, vou chutar alguns vizinhos ali que são simpáticos, talvez, né? Do mesmo regime. Rússia, talvez China. Israel sucumbe ou você acha que os Estados Unidos, como aliado direto que tem, compra juntamente essa guerra e ela escala?
Olha, eu vou responder sem dar muitos detalhes. Primeiro, não subestimem a capacidade militar do Exército de Israel. Nós já demonstramos, acho que durante esses últimos dois anos, as capacidades da inteligência de Israel, as capacidades militares do Exército de Israel. Segundo, nós estamos preparados, determinados, nós temos planos para como essa guerra iria começar, como ela vai continuar e como ela vai terminar.
operações no Irã estão indo exatamente da forma como preparamos, talvez até de uma forma mais otimista do que nós planejamos. Nós temos muito sucesso em nossas ações, nós já eliminamos mais de, em 40 segundos, nós eliminamos mais de 40 generais e líderes do regime iraniano. Como eu disse, nós já eliminamos mais de 80% da defesa aérea.
está cego em relação a nossos caças no território graniano. O Irã consegue talvez escutar os motores de nossos caças, mas o Irã está cego em relação a nossos caças. Nossos caças estão atuando no Irã com total liberdade operacional. Nós já destruímos diversos centros de produção de mísseis baliscos. Inclusive um deles estava prestes a produzir 1.500 mísseis. E é o mesmo centro de produção
que produziria as ogivas nucleares do regime iraniano. Nós já atacamos usinas nucleares, nós já acabamos com mais de 300 lançadores de foguetes. Mais de 60% dos lançadores de mísseis do Irã já foram atingidos. Veja, na Guerra dos Doze Dias, eu não sei se vocês sabem,
Cada vez que o Irã lançava seus mísseis em direção a Israel, era uma quantidade de centenas de mísseis de uma vez só. Nesse momento, o Irã consegue lançar 20 mísseis por dia em direção a Israel. O estoque do Irã diminuiu consideravelmente. É muito mais fácil atingir os lançadores do que atingir os mísseis.
lançar os mísseis. E nós já atingimos mais de 60%. E cada vez que o Irã lança seus mísseis, esse lançador tem grande chance de não ser usado pela segunda vez. Porque nós conseguimos atingir os lançadores que lançam os mísseis em direção a Israel. Então, nós aqui em Israel temos muita cautela. Nós entendemos, a população civil está passando por uma situação muito difícil, mas nós entendemos que precisamos passar por isso para ter um futuro melhor. Porque o dia que o Irã
estiver mais fraco, é o terrorismo do mundo que vai estar mais fraco. Esses lançadores não são móveis, Major? Que eles utilizam e já mudam de posição? Todos os lançadores em cima de caminhão? Mesmo assim é possível localizar eles? Rodrigo, não subestime a capacidade do exército israelense. Nós já abatemos 60% e cada dia nós estamos atingindo mais lançadores de mísseis do regime iraniano.
Então, eles estão passando uma dificuldade operacional enorme, estão passando um desespero. E isso é o que fez, foi um dos fatores que fez com que o regime iraniano lançasse seus mísseis em direção a 13 países aqui na região. Porque está entendendo a dificuldade de lançar seus mísseis em direção a Israel. E as bases no subsolo? É possível identificar onde elas estão e destruir elas? É fácil chegar até elas?
Mas eu também não diria que é impossível. Nós temos planos, nós temos planos operacionais e estamos agindo exatamente da forma como planejamos. Existe alguma preocupação sobre o Estreito de Hormuz? Eu ouvi falar que a França está ajudando, mandou navios para lá, que eles vão tentar liberar o Estreito de Hormuz. Isso vai acontecer? Olha, essa não é uma preocupação somente com Israel. Eu acho que o Brasil tem que estar preocupado, o mundo tem que estar preocupado.
não tem limites e age para afetar o mundo todo quando está em desespero. Esse é mais um exemplo da forma como age o regime iraniano. Mas tem uma preocupação de Israel em liberar o Estreito. A preocupação de Israel é com o futuro existencial do Estado de Israel. É muito importante que todos entendam. Eu acho que essa ficha ainda não caiu com o povo brasileiro.
Israel. Nós estamos empenhados em garantir o futuro existencial do Estado de Israel. Exatamente isso que nós estamos fazendo nesse momento. O Irã tem três pés à ameaça do Irã para o futuro de Israel. É os mísseis balísticos, o programa nuclear e o patrocínio dos grupos terroristas. E nós estamos atingindo um por um. Um por um nós estamos atingindo para que o regime iraniano não continue sendo uma ameaça imediata
futuro existencial do Estado de Israel. Vocês já identificaram crimes de guerra cometidos pelo Irã? Todos os dias o Irã comete crimes de guerra. O Irã lança seus mísseis em direção às zonas urbanas, zonas residenciais. O Irã não lança seus mísseis em direção a alvos militares. São zonas residenciais. Os mísseis iranianos são de alta precisão. Quando eles se explodem em zonas civis é porque o Irã decidiu lançar os mísseis em direção às zonas civis. Quando o míssel se explode em uma cidade, em uma zona
residencial e atinge dezenas de apartamentos, é porque o Irã decidiu lançar o missão em direção a essa área residencial. E o senhor, como advogado do Exército, é possível fazer algo depois da guerra em relação a esses crimes de guerra? Com certeza, mas nesse momento a nossa preocupação é o nosso futuro residencial. Nós não podemos permitir que o Estado de Israel seja exterminado para depois tentar acusar o regime iraniano nos tribunais internacionais. E o senhor tem preocupação disso acontecer com
Israel, no caso de Gaza, Israel ser julgada por crime de guerra cometido em Gaza? Ou isso é uma narrativa e isso não existe? O Estado de Israel tem um compromisso absoluto com as normas internacionais. O Exército de Israel, diferente de nossos inimigos, nós atuamos de acordo com todas as normas internacionais. Você pode me fazer qualquer pergunta, você pode entrar em qualquer questão e eu estou aqui para te responder. Não tem nenhuma acusação que não tenha uma resposta, não tem nenhuma
afirmação, nenhuma narrativa contra a atuação do exército de Israel que não tem uma boa explicação. E eu estou aqui para isso, aberto para qualquer pergunta. O senhor viu as fotos de Gaza, como a Gaza se encontra hoje? Foi completamente arruinada, destruída, completamente destruída. Rodrigo, isso é uma tragédia. Mas você viu as casas que tinham dentro delas túneis subterrâneos do Hamas? Você viu que
Essas casas tinham mísseis que tiraram lançados em direção ao território israelense. Você viu que os terroristas do Hamas utilizavam essas casas para se esconder com roupas civis contra o exército de Israel. O que aconteceu em Gaza é uma tragédia. Civis pagando o preço da guerra é uma tragédia. Mas é muito importante que todos entendam. O fato de civis morrerem em guerra não quer dizer que foi cometido um crime de guerra.
que civis não pagam o preço da guerra. A pergunta não é se civis morrem em guerra, em todas as guerras morrem civis. A pergunta é se os civis são os alvos do exército. Essa é a pergunta. Se você perguntar para o porta-voz do Hamas, ele vai dizer claramente, ele não vai nem tentar esconder, que os civis são os alvos do Hamas. Inclusive, no 7 de outubro, eles atacaram soldados israelenses, Rodrigo, ou eles atacaram civis que estavam numa festa. Eu acho que aqui a gente pode concordar, certo?
Sim. Teve uma entrevista que o senhor fez com o Cabrini, há um ano atrás, onde ele te pergunta sobre o dia 7 de outubro, você fazendo parte das forças especiais, como que o Hamas conseguiu entrar em Israel. O senhor falou para o Cabrini, que estava investigando, que isso seria esclarecido o mais rápido possível, e assim que fosse esclarecido, isso ia ser entregue para a população. Já foi esclarecido? Como que o Hamas conseguiu entrar em Israel?
Olha, não tem dúvida que foi um erro operacional do exército de Israel. Nós não temos aqui, nós precisamos de alguns dias para poder explicar todas as verificações, as análises que foram feitas em relação a isso. Mas eu vou falar de um ponto. Um dos maiores erros no 7 de outubro é que nós acreditávamos que o Hamas ama seu povo mais do que odeia Israel.
palestinos entram todos os dias em Israel para trabalhar em Israel, recebendo um salário de até seis vezes maior do que poderiam receber em Gaza. Enquanto os civis de Gaza, 7.500 entravam em Israel para receber tratamentos médicos todos os anos nos hospitais israelenses. Enquanto o dinheiro entrava na faixa de Gaza para o Hamas, nós acreditávamos que o Hamas não iria cometer um ataque terrorista tão cruel como fez no 7 de outubro. E esse foi o nosso maior erro.
E por isso nós interpretamos nossas informações de inteligência de uma forma errada e hoje nós sabemos que o Hamas odeia Israel muito mais do que ama seu próprio povo. E é por isso que o Hamas se sentiu confortável em cometer o 7 de outubro, mesmo sabendo que sua população não poderá mais trabalhar em Israel, não poderá mais receber tratamentos médicos em Israel e mesmo assim cometer o ataque do 7 de outubro.
Israel, não façam pra mim o trabalho fácil. Eu tô aqui pra responder todas as acusações. Inclusive a gente tá com mil pessoas ao vivo aqui, viu, Major? Sua assessoria acabou de mandar mensagem, falou que a live tá ótima e a gente tá com vários superchats aqui, viu, Albertinho? Eu queria só saber uma coisa, Major. O Hamas realmente, na faixa de Gaza, ele foi exterminado? Vocês conseguiram cortar a cabeça dessa serpente? Não deve ter nada ali em Gaza,
Acho que acabou com tudo lá. Olha, nós conseguimos golpear muito fortemente o Hamas na faixa de Gaza, mas infelizmente o Hamas ainda continua ali na faixa de Gaza. O Hamas não foi ainda eliminado na faixa de Gaza. A faixa de Gaza, de acordo com o acordo que precisa ser cumprido ali na faixa de Gaza, a faixa de Gaza precisa ser
desmilitarizada, o Hamas precisa ser desarmado e o Hamas precisa sair do governo da faixa de Gaza. Nós esperamos que isso aconteça nessa segunda fase do acordo e nós não vamos descansar até que o Hamas seja totalmente desmantelado e não continue representando uma ameaça para o território de Israel. Não tem dúvida que o Hamas está muito mais fraco, mas o Hamas ainda está armado e ainda continua governando a faixa de Gaza.
Acabar, a senhora acredita que Israel vai pegar um pedaço maior ali de Gaza? Eu ouvi falar que Israel vai ocupar 50% a 60% do território de Gaza. Israel, nesse momento, atua em 53% da faixa de Gaza para garantir a segurança da nossa população. Quando o Hamas se desarmar, quando a faixa de Gaza for desmilitarizada, não tem nenhum plano para as forças israelenses continuarem na faixa de Gaza.
autoridade palestina. E o que recebemos, Rodrigo? Nós recebemos um Estado palestino ou nós recebemos um Estado terrorista ou um foco de terror? É isso que nós recebemos. E é muito importante que todos entendam. O Hamas fez o 7 de outubro com o objetivo de matar a maior quantidade possível de civis, sequestrar a maior quantidade possível de civis e fazer o maior dano possível ao Estado de Israel. Se o Hamas
essa capacidade, o Hamas acabaria, eliminava o estado de Israel no 7 de outubro. Isso já não aconteceu, porque o Hamas não tinha capacidade para fazer isso. Essa segunda etapa da operação, a ajuda humanitária está chegando 100% em Gaza? A ajuda humanitária está entrando na faixa de Gaza, o exército de Israel não é responsável pela distribuição. Quem é responsável pela distribuição é o Hamas. Infelizmente, o Hamas rouba a grande parte da ajuda humanitária que entra na faixa de Gaza, porque o Hamas não dá valor para a sua população.
Então, em vez de toda ajuda humanitária chegar na população civil, o Hamas rouba essa ajuda humanitária, vende a preços altíssimos e assim é mais uma fonte de renda para o Hamas. Mas tudo que foi combinado de entrar em Gaza está entrando. Todos os caminhões acordados, vai entrar certa quantidade de ajuda humanitária, vai entrar 100%. Tudo que foi acordado está sendo cumprido. Absolutamente.
extraviando essa mercadoria que está entrando. Você tem dúvida disso? É, me falaram que essa mercadoria que está entrando está sendo usada só para abastecimento do comércio interno, que ainda é muito pequeno lá dentro, né? Poucas pessoas têm condição de comprar, então a população continua passando fome aí. Mas sabendo que o... A ajuda humanitária, Rodrigo, só um minuto, a ajuda humanitária, ela não entra para ser vendida para a população. Sim, sim, sim. Ela entra para ser distribuída para a população. Exato.
Mas o Exército de Israel não é responsável pela distribuição. Mas isso não é mais fácil de monitorar, Major? Quem está pegando essa ajuda humanitária? Se o Hamas está fazendo isso, é muito fácil. Identificar quem está pegando esses recursos e atuar de forma mais efetiva. Isso é fichinha para o Exército de Israel. Mas isso não é responsabilidade do Exército de Israel. O direito internacional obriga um exército beligerante em permitir a ajuda humanitária para a população civil. E não para distribuir.
ajuda humanitária para a população civil. Quem é responsável por isso são as organizações internacionais das Nações Unidas e quem governa a faixa de Gaza nesse momento, que é o Hamas. E essa denúncia de estupro coletivo, isso realmente está acontecendo? O que o senhor tem para falar sobre isso? Eu ouvi falar que estão treinando até cães para fazer isso. Inclusive, numa das maiores páginas do Brasil de geopolítica, isso foi postado essa semana. Eu não sei sobre que denúncia você está falando, Rodrigo.
nada disso, de estupro coletivo com a população que está sendo presa em Gaza, com o exército de Israel que está cometendo. Isso é conversa que está rolando. O exército de Israel está cometendo estupro coletivo na faixa de Gaza? Sim, sim. Essas informações estão circulando no Brasil. Inclusive estão falando que treinaram cães para fazer isso. Qual é a fonte, Rodrigo? Eu posso te mandar. Mais uma vez, eu repito. Uma das maiores páginas de geopolítica do Brasil,
postou isso a sua senhora.
conduta. Eu autorizei ataques contra alvos terroristas, mas também proibir ataques que não estavam de acordo com a lei internacional. Então eu sei que existem desvios de conduta, mas os desvios de conduta, eles são analisados, são investigados e são julgados pelo Exército de Israel. O Estado de Israel é um Estado democrático. Nós julgamos desvios de conduta. E isso é muito importante que todos entendam.
China no Brasil, ela postou essa informação na página dela. E qual é a fonte? A fonte da FEPAL é o Ramaz, então? Eu tô te perguntando, eu não sei. Eu não acompanho a FEPAL. Ô, Robertinho, podemos ler os superchats, Major? Vocês podem fazer o que vocês quiserem, mas vocês estavam... Eu achei que vocês iam me fazer perguntas capriciosas. O senhor responde tudo, hein? Não, porque tem algum ponto aí que a gente não passou que você acha que é muito importante esclarecer pra gente, porque você falou que tem muita informação que chega e muita
coisa distorcida, o que é uma principal fonte de distorção que a gente está recebendo aqui, que deve ser tratada de forma mais responsável? Olha, eu acho que se vocês quiserem falar sobre a faixa de Gaza, eu acho que a maior narrativa que vocês devem receber aí é que Israel comete genocídio na faixa de Gaza. É o termo. Que quantidade de pessoas que morrem na faixa de Gaza, nós podemos falar sobre isso. Mas elas morrem mesmo, o senhor concorda com isso?
Sem dúvida. Várias crianças, vários civis estão morrendo em Gaza. Sem dúvida isso. É uma tragédia. Inclusive depois do acordo de paz, mais de mil palestinos já morreram. Rodrigo, tem uma expressão em hebraico que se diz que o sangue do meu coração sai em direção a essas pessoas quando eu vejo pais enterrando seus filhos. Quando eu vejo civis pagando o preço da guerra. Isso é uma tragédia. É realmente uma tragédia. Mas precisamos entender que o Hamas utiliza esses civis
como uma estratégia. Eles se escondem atrás de civis e eles utilizam as mortes de civis como uma pressão para acusar Israel. Para eles, se esconder atrás de civis é o win-win situation, porque vai acontecer uma das duas coisas. Eles sabem que o Estado de Israel respeita as normas internacionais e eles acreditam que se escondendo atrás de civis, o exército de Israel não vai atacar os terroristas. E eles também sabem que se o exército de Israel atacar os terroristas,
e aí eles vão utilizar as mortes de civis para acusar Israel. Então isso é uma tragédia. Mas eu quero falar um pouco com vocês sobre a acusação de genocídio, sobre a quantidade de civis que realmente morreram na faixa de Gaza. Segundo o Hamas, morreram na faixa de Gaza cerca de 70 mil civis. Desculpa. Cerca de 70 mil pessoas morreram na faixa de Gaza, segundo o Hamas. O Hamas publica quase todos os dias quem são essas pessoas que morrem na faixa de Gaza.
quantos jornalistas, quantos médicos, quantas mulheres, quantas crianças, quantos idosos. O que o Hamas não publica? O Hamas não publica quantos terroristas morreram na faixa de Gaza. O que mais o Hamas não publica? Quantas pessoas morreram por mortes naturais? O que mais o Hamas não publica? Quantas pessoas morreram pelos mísseis que foram lançados pelo Hamas, falharam e se explodiram na faixa de Gaza? O que mais não publica o Hamas?
As pessoas que foram assassinadas pelo próprio Hamas na faixa de Gaza. Agora, eu tenho um compromisso com a verdade.
Eu não sei quantas pessoas foram assassinadas pelo Hamas. Eu sei que muitas, mas não sei quantas. Eu também sei que 10% dos mísseis lançados pelo Hamas falharam e se explodiram na faixa de Gaza. Dos 15 mil, cerca de 1.500 se explodiram na faixa de Gaza, inclusive um deles em um hospital. Mas eu não sei quantas pessoas morreram por causa desses mísseis. Mas o que eu sim sei, eu sei que em dois anos de guerra, cerca de 15 mil pessoas morreram por mortes naturais.
Palestina. E eu sei também que 25 mil pessoas que morreram na faixa de Gaza são terroristas. Vocês têm monitorado como que esse armamento entra em Gaza? Tem, mas deixa só eu terminar o pensamento. Desculpa, desculpa, por favor. Desculpa, vai lá. Mas é importante você entender o que eu tô falando, Rodrigo. 25 mil pessoas são terroristas. Ou seja, dos 70 mil, 25 mil são terroristas. Me ajuda a fazer a conta. 25 mil são terroristas.
10 mil morreram por mortes naturais. Quantos sobraram? 35 mil, certo? Serão 70 mil, né? 70 mil, 25 mil terroristas, 10 mil por mortes naturais, sobraram 35 mil, certo? Ou seja, qual a relação entre a quantidade de terroristas e a quantidade de civis que morreu em Gaza? São 25 mil civis, desculpa, são 25 mil terroristas, de acordo com os dados israelenses, e 35 mil civis, segundo os dados do Hamas.
A relação é mais ou menos um para um. Agora eu pergunto para vocês. Vocês sabem qual é a relação entre a morte de civis e militares em guerras urbanas como essa travada na faixa de Gaza, segundo a ONU ou segundo a União Europeia? Segundo a União Europeia, é de um para nove. E um relatório de 2009. E um outro relatório de 2022 das Nações Unidas, do Conselho de Segurança, em guerras urbanas como essa, 90% das pessoas que morrem em guerras urbanas
São civis. Ou seja, para cada um militar, nove civis pagam o preço da guerra. Quer dizer, de acordo com os números da ONU, teriam que ter morrido na faixa de Gaza 225 mil civis. Se foram 25 mil terroristas, teriam que ter morrido 225 mil civis. Então a pergunta não é como morrem tantos civis na faixa de Gaza. A pergunta certa é que mágica Israel faz para que morram tão poucos
civis na faixa de Gaza em relação aos outros conflitos ao redor do mundo. E a resposta é que não é uma mágica. É que Israel faz o que nenhum outro exército ao redor do mundo faz. Nós avisamos antes de nossos ataques. Nós lançamos na faixa de Gaza dezenas de milhões de panfletos. Nós já fizemos centenas de milhares de ligações em árabe para a população palestina em Gaza evacuar as zonas de combate. Nós fizemos zonas humanitárias, corredores humanitários
os pausas humanitários. Nós abortamos centenas de ataques aéreos porque civis apareceram nas zonas que seriam atacadas pelo exército de Israel. E por isso, na guerra em Gaza, morreram menos civis do que qualquer outra guerra urbana ao redor do mundo, segundo a ONU e a União Europeia.
É, ela me falou aqui. Mas vamos lá. O Juliano mandou aqui. Pergunta pra ele sobre as 75 mil mortes que o próprio Estado de Israel confirmou. E aqui a comunidade internacional alega 70% dessas sendo crianças, mulheres e idosos incapazes de sair da região. Acho que foi essa que ele acabou de explicar, não foi? Eu acabei de explicar, mas qual é o nome da pessoa? Pode falar o nome da pessoa que fez a pergunta? Juliano JG. Juliano JG.
Juliano, eu vou repetir o que eu acabei de explicar. Pode ser que realmente morreram na faixa de Gaza 70 mil pessoas. Isso é uma tragédia. Para o Hamas isso é uma estratégia. Mas nós precisamos ver dessas 70 mil pessoas quantos são civis, quantos são terroristas, quantos morreram por mortes naturais. 25 mil são terroristas. Pelo menos 15 mil morreram por mortes naturais. Ou seja, a relação entre terroristas
terroristas e civis que morreram na faixa de Gaza é mais ou menos de um para um. Segundo a ONU, a relação é de um para nove. Ou seja, teriam que ter morrido na faixa de Gaza nove vezes mais civis do que realmente morreram segundo a ONU. Isso não quer dizer que não damos valor para cada um que morre na faixa de Gaza. Isso é uma tragédia. Mas precisamos entender que na faixa de Gaza morrem menos civis do que qualquer outra guerra urbana ao redor do mundo.
Major, o Thiago Mars, 95, perguntou aqui. Ele disse que Israel age baseado na lei internacional. Usar fósforo branco é perigoso.
permitido na lei internacional? Como ele explica a produção dessas armas?
Compromisso com as normas internacionais, diferente de nossos inimigos. Enquanto nossos inimigos utilizam mísseis para atingir nossos civis, nós atuamos de acordo com todas as normas internacionais e atingimos somente alvos militares. Então, em vez de continuar falando narrativas, é muito importante receber as informações oficiais do Exército de Israel para entender realmente os fatos. Onde que o Exército de Israel usou fósforo branco?
utilizado fósforo branco na guerra que travou, seja na faixa de Gaza, seja no Líbano, não vou entrar agora em detalhes, mas todas as vezes que foram ou se foram utilizados, foram utilizados de acordo com todas as restrições. Ou seja, em nenhum momento em zonas que são zonas urbanas ou zonas que tem uma quantidade grande de população civil. Major, como vocês sabem a quantidade de
de pessoas que compõem o Hamas ou o Hezbollah, como é que vocês conseguem referir essa quantidade de membros que eles têm? Olha, se nós temos inteligência que nós conseguimos atingir 40 líderes do regime iraniano em 40 segundos, em três localidades diferentes, eu acredito que vocês vão entender que nós temos capacidade também de saber quem são os terroristas, as pessoas que fazem parte dos grupos terroristas,
aqui na região e também no regime iraniano. Nós temos uma inteligência muito capacitada e nós conseguimos entender, nós conseguimos saber quem são os terroristas que estão atuando para atingir nossos soldados, para lançar foguetes, lançar mísseis em direção à nossa população, porque nós estamos travando uma guerra pelo nosso futuro existencial. Então nós precisamos ter uma inteligência muito capacitada,
capacitada para eliminar essa ameaça ao nosso futuro existencial. O Hezbollah é, vamos pensar, um grupo muito maior e melhor armado que o Hamas. É isso, não é? Isso é fato, né? O Hamas eram quantos membros aproximados aí? Você tem essa informação? O Hamas é quando? Antes do 7 de outubro? Agora? Agora, atualmente. No 7 de outubro eles eram quantos aproximados?
de outubro eles eram cerca de 35 ou 40 mil. Hoje, então, seriam 10 mil restantes. Não. Essa seria a lógica. É uma pergunta muito boa. Seriam 45 mil, nós atingimos 40, 45 mil, nós atingimos 25 mil, teriam que ter 15, 20 mil. Por que não? Porque o Hamas rouba ajuda humanitária que entra na faixa de Gaza para ser uma fonte de renda e, através dessa fonte de renda, alistar mais pessoas para o Hamas.
Então nós sabemos que desde o 7 de outubro, milhares de terroristas foram alistados para as forças do Hamas na faixa de Gaza.
terrorista, vocês lutam pelo quê? Olha, eu não acho que isso foi dito. De qualquer forma, eu sou um militar, eu sou porta-voz do Exército de Israel e as ações do Exército de Israel são todas visadas para atingir somente alvos militares. Nós atingimos terroristas, nós atingimos mísseis que estão direcionados ao território de Israel, nós atingimos lançadores de mísseis, nós atingimos locais que são utilizados por terroristas para fazer suas ações contra o
território de Israel, isso não quer dizer que civis pagam o preço da guerra. Eu volto a dizer, isso é uma tragédia, mas isso não quer dizer que eles são nossos alvos. O Luiz Vieira perguntou aqui, perguntem pra ele de onde vêm os órgãos e peles dos bancos de doação se as taxas de doação israelenses são baixas? Se as taxas de doação israelenses são baixas? Exato. Não entendi a pergunta, desculpa. O banco de doação de Israel, quem que está
oferecendo órgãos, peles, coisas do tipo. Eu sou o porta-voz do Exército de Israel, eu não acho que essa pergunta tem a ver comigo. Tá. A gente tá caminhando aqui pra última aqui, ó. Na verdade, sou assessor aqui, mandou mensagem aqui. É, temos que acabar, pessoal. Sei que são muitas questões, mas eu acho que fica aqui um convite pra uma próxima conversa, Major. Quem sabe quando você vier aqui no Brasil, vir aqui presencialmente, a gente tinha, acho que teve um erro
de comunicação, há um tempo atrás, um conhecido de uma assessora sua me procurou pedindo para marcar um debate entre você e um convidado nosso, só que aí acabou que não tinha autorização nenhuma da sua assessoria, e aqui eu faço o convite, se o senhor quiser debater aqui no Três Irmãos também, aqui é conhecido como a Casa de Debates no Brasil, a gente tem vários convidados que estão dispostos a sentar na mesa com o senhor e ter essa conversa,
pessoas mais qualificadas para fazer questionamentos com o senhor e a gente tentar esclarecer cada vez mais a audiência. Se o senhor topar um debate, já fica aqui o nosso convite também, né, Albertinho? É isso aí, é importante de verdade trazer entendimento, trazer a percepção ou, enfim, os dados de alguém que realmente tem responsabilidade, autoridade e competência para falar sobre. Para não sair uma conversa desviada ou, sei lá, uma coisa que não é o que realmente deve ser dito aqui.
Olha, Rodrigo, Robertinho, eu vou dizer para vocês o seguinte. Eu acho que nessas quase duas horas que nós estamos conversando aqui, eu acho que se tem uma coisa que ficou clara, é que não tem nenhuma pergunta, que não tem resposta, não tem nenhuma acusação, que não tem explicação. É muito importante esclarecer tudo. Eu acho que a desinformação no Brasil é muito grande. As narrativas enganosas são imensas. Nesse momento, nós estamos empenhados em guerrear contra um regime terrorista,
deseja nossa destruição. Assim que essa guerra terminar, eu for para o Brasil, eu garanto que vou entrar em contato com vocês através da minha assessoria e a gente pode tentar agendar alguma coisa. Antes de nós terminarmos, eu posso dar um aviso, deixar um recado ao povo brasileiro? O espaço é seu. Eu queria dizer ao povo brasileiro que eu sou muito grato ao povo brasileiro. O povo brasileiro recebeu meus avós de braços abertos depois que
Depois que meu avô passou pelo Holocausto, por Auschwitz, onde nenhum país estava disposto a receber meu avô. Meu avô foi recebido em Petrópolis e assim eu nasci no Brasil, fui criado no Brasil. Eu tenho amor muito grande pelo povo brasileiro. O povo brasileiro tem uma oportunidade imensa que nunca teve desde a fundação do Estado de Israel, que é ter um porta-voz que fala português para poder se comunicar diretamente no idioma que o povo brasileiro entende,
as informações oficiais do exército de Israel. Eu sei que as narrativas enganosas são imensas, a desinformação é muito grande e eu estou aqui para poder trazer todas as informações, poder ajudar a todos que têm interesse em entender o que acontece aqui em Israel para poderem receber os fatos, receber as informações oficiais e poderem decidir de que lado da história querem estar. Essa guerra que é travada entre o Estado de Israel e o regime iraniano
Na verdade, é uma guerra de valores. É uma guerra que é travada entre os valores da jihad, do extremismo islâmico, da destruição, do ódio que são representados pelo regime iraniano, os valores da democracia, os valores cristãos, judaicos, da liberdade, da equidade que são representados por Israel e pelos Estados Unidos. E agora cada um precisa decidir de que lado da história que está. Se quer estar do lado da opressão,
da destruição, do ódio, ou do lado da democracia, dos direitos humanos e da liberdade. Major, eu vou fazer uma última pergunta para o Rafael, para o Rafael Rosenstein, não é para o Major. O Rafael Rosenstein não está aqui, quem está aqui é o porta-voz do Exército de Estado. Tá, tá, você vai me responder essa. O senhor acha errado a gente convidar pessoas que falam a favor da Palestina, judeus que falam contra Israel?
com todas as pessoas aqui. O senhor acha errado a gente trazer essa conversa aqui na mesa? Eu acho que vocês têm que dar oportunidade para todos, para todos trazer as informações e deixar o povo decidir de que lado que está. Tá bom. Obrigado, viu, Major. Obrigado mesmo. E fica o convite para a próxima. Eu agradeço a sua assessoria daqui também, que está me cobrando aqui, mas até a próxima. Tá bom? Valeu, pessoal. Um abraço grande. Valeu. Mais um episódio concluído, né, Robertinho? Valeu, é isso aí.
pessoal que tá aqui com três irmãos, né, pedir aí pra você deixar o like, comentar o que que vocês acharam desse episódio, né, a gente quer ler o comentário de vocês, a gente quer ver a opinião de vocês, e eu tenho certeza que se vocês comentarem aí, o pessoal do Exército Israel vai depois dar uma olhada aí também, a opinião de vocês, né, porque é importante, né, a gente precisa saber o que que vocês pensam, é, a gente volta quinta, sexta-feira, né? A gente tá na sexta-feira no almoço. Sexta-feira no almoço,
com convidado especial. Convidado especial na hora do almoço. E a gente volta novamente na sexta-noite, então sexta é episódio duplo, né? Agradecer também o nosso parceiro que é a Guruja Concurso. Se você não conhece, acessem agora. A Guruja é quem mais aprova no Brasil para cargos de procuradoria, controladoria, auditoria, receita federal, receita estadual. Se você tem o sonho de ocupar um desses cargos, procure agora a Guruja. Você vai se deparar
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Valeu, galera. Até a próxima. Fui.
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