QUEM ESTÁ DESTRUINDO O BRASIL? - RICHARD RASMUSSEN - PODCAST 3 IRMÃOS #938
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- Viagem TransamazonicaCondições das estradas · Problemas de infraestrutura · Desmatamento e suas consequências
- Conservação ambiental e florestalConservação ambiental · Interesses internacionais · Relação com comunidades locais
- Mudancas ClimaticasInfluência humana · Efeitos da mudança climática
Podcast Três Irmãos na área, quem fala com vocês mais uma vez, Rodrigo Chorró, do meu lado, meu brother, meu irmão Roberto Andrade, filho Borracha, na mesa operando nosso diretor Pedro Henrique. E aí, Robertinho, como é que você tá? Fala aí, meus irmãos, beleza? Fala aí, meu irmão, muitíssimo bem. Pela quarta, quinta, sexta vez na nossa casa, mas a gente gosta demais, né, mano? Cara, é, sem dúvida, e falando do momento atual, tá?
A pessoa mais importante da internet. Um dos maiores criadores de conteúdos, de entretenimento e de informação que a internet tem hoje. Bombando. Live de 80 mil pessoal ao vivo ali. Vendo um homem atravessando o meio do mar. Só presepado, toleiro. Só encrenca. Mad Max, Apocalipse, o bicho pegando. Richard Rasmussen. Uhul!
E agora em São Paulo, vocês estão chiques demais. Esse que é um podcast, o podcast de vocês está bombando, bom demais, um dos podcasts mais importantes do Brasil hoje, muito bom. Obrigadão. Tio Zon, mas eu quero falar de você, o quanto eu estou feliz, porque assim, eu vou te falar, mano...
Acho que da última vez que a gente teve junto, assim, era foda, velho. Vi você andando assim, meio que... Eu tava torto? Você tava andando assim, sabe? É, foi a coisa... Igual que as lutadoras de sumô, sabe? Andando assim, pisando lado por lado. Foi lá em Berlândia? Lá em Araguari. Araguari foi lá em Araguari. Ah, vocês estão no B? No B, exatamente.
Falando nisso, como é que tá Juiz de Fora, hein, mano? Juiz de Fora é longe pra caralho. É outro lado do mundo, né? Vocês tão aqui o negócio é... É, pede BH, né? Mas o bicho pegou ali, né, cara? Infelizmente. Foda, né, cara? Nossa, impressionante. Ah, mas todo ano é isso, né, Tizão? Mas é que foi foda esse ano, parece que foi pior. Ah, o ano que vem vai ter outra foda pra caralho. E o ano que vem vai ter outra foda pra caralho. É isso, pô.
Você pegar o Berland ali, tem uma avenida lá em Berland Que é Rondon, cara Todo ano a avenida é destruída, bicho Todo ano, cara E Alaga, carro destrói Alguém é vítima Alguém é arrastado E no ano que vem rola de novo
É foda. Quando você fala, você viveu isso agora há poucos dias. Quando você fala, igual a gente tá falando aqui, ainda vai aparecer alguém pra ir lá falar que a gente não deveria estar falando isso ou vir lá e querer te criticar. Ou pior, vim te ferrar de forma real mesmo, tipo assim, sabe? Falar, porra, você não pode mostrar isso aqui, você não pode falar sobre isso. Sabe? E é uma cruz que você tem que carregar calado. Com raras exceções, igual você fez ali de vir mostrar um monte de merda, jogar no ventilador e no final ainda ter gente que acha que você...
Estava fazendo, sei lá, sensacionalismo. Não, pior que eu entrei naquela estrada lá, mano, eu nem estava com essa intenção assim. As coisas foram acontecendo porque foram acontecendo, mano.
Porque a gente foi pra lá, era pra ser... Quem montou isso foi a CF. Você acha que a CF tá querendo algo, mostrar no início, algo mais poético? Não. Era um rolê dele com uma Triton. Como ele sempre faz esses rolês dele. E aí ele chamou o Cariani, e aí o Cariani lembrou do Richard. E aí foi isso. O UTV surgiu lá também porque eu não tava sem carro, mano.
Os caras arrumaram dois carros bonitos lá para os Cariani, porque eu sei que ali era o patinho feio, né? Aí foi. Os Cariani arrumaram duas Ram 13500, uma blindada e outra com uma academia. Montaram uma academia atrás do que nunca foi utilizada, mas montaram a academia. Quebrou a roda, né? É.
E o ACF foi com uma... Porque foi patrocinado pela Mitsubishi. Foi com uma Triton, né? Triton. E eu cheguei ali e não tinha o carro pra mim. Essa é a verdade. Não tinha. Não tinha. Porque não tinha organismo. Ah, vai de cara na comúdo. Eu falo, cara, vou de cara na comúdo. Aí a CFMoto, que é um parceiro meu antigo. Já tem uns anos que eu tô com ele dois, dois, três anos.
E aí eles falaram, pô, a gente pode colocar um veículo pra você, um daqueles Air Force, que é o que vocês viram lá, um TV pra você. Falei, pô, ah, mas tem um problema. Foi em cima da hora, porque foi de sexta-feira pra domingo, eles arrumaram, ele falou, não tem para-brisa.
E não tem step nem para-brisa. Eita. Aí eu falei... Isso não é um problema. Não, eu não tinha visto o veículo. Veículo do caralho, cara. Nossa, tá louco. Carro louco aquilo lá. Aí eu falei pro Adriano, a gente vai se fuder, tá ligado? 1.700 quilômetros, a gente vai se fuder. Nós temos duas maneiras de se fuder. Ou se fuder se divertindo, ou se fuder rindo. Então o rolê não tinha algo num momento especial. Vamos encontrar. A gente vai se fuder.
O cara falando, vamos encontrar os ribeirinhos, os tribos indígenas, que nem falava o Julião. Mas, enfim, era aquela estrada que foi aquilo que vocês viram. E aí a gente...
A priori, estava só... Só como está ao vivo, então, tudo aparecia. Esse que foi o negócio. Como está ao vivo, isso mudou. Porque se a gente estivesse gravando, a gente ia gravar alguns melhores momentos. Edita, deu muito. Edita, aí tem muita coisa que passa batida. Como está ao vivo, tudo que... Tudo, os caras viram... A hora que para, o caminhão quebrado, o tola de madeira...
Não sei o que. Tudo apareceu. A galera quer ir lá, quem tá perto, pra encontrar com vocês, né? Quer mandar comentário ali, trocar ideia. O povo no chat pirando, né? O povo tava pirando, porque começaram a acompanhar. Os caras, caralho, os caras tão vindo pra nossa região. Quem que vai nessa região aí, cara, assim, e faz?
algo assim, né? Aí os caras piraram. Toda a cidade era assim. A gente chegava na cidade, tinha fogos e... Os caras... Inclusive, não sei se você viu, mas eu reparei que no chat, não ter para-brisa foi uma grande vantagem, que o povo falava assim, mano, o Richer é muito...
Louco, velho. Tô sem para-brisa e um mosquito pegando na boca dele toda hora. Você cuspia um mosquitinho ali. Voava besouro, voava lama, tudo entrava naquele carro. A gente se fudê. Mas eu falei pro Drico. Falei, Drico, mano...
gente vai se fuder então vamos poder vamos cair tirando entendeu vamos é vamos se divertir eu vou levar para o lado fazer merda com meu irmão pai entendeu e vamos e aí pegou bem o pessoal curtiu a forma porque para mim foi só foi estranho meninos foi o seguinte cara que eu não tinha ano é
sete horas da manhã era um dos primeiros a porque eu acordava assim velho acorda cedo né pai aí eu cinco amanhã acorda só que ele fala já ligava para casa para o lar uma hora antes então já era seis horas aqui eu ligar para você falar daqui a uma hora vou entrar lá porque já vão começar uma coisa vou lavar o carro preparar muito que vão entrar na live e já entrava antes que os outros até para já embalar para ficar mais tarde não sou eu já embalava antes por sete horas da manhã de mim a pessoa aí que me de mim a pessoa E aí
De manhã, 7 horas da manhã, 8 horas da manhã. Aí eu falei, caralho, nunca tinha passado por isso. Foi a primeira experiência live, assim, diferente de um podcast. Foi uma experiência live. Sem roteiro, sem nada. Você só tinha um destino, já vai sair daqui e vai chegar lá. Não, é só que assim, eu passei, por exemplo, a gente teve um dia que a gente ficou 11, aí tem que derrubar, porque 12 horas tem que vir o YouTube e tal, aí tem 11 mais 3 horas, são 14 horas. 14 horas. 14 horas num dia.
E as pessoas acompanhando o tempo todo, assim, não baixando 25 mil pessoas, 30 mil pessoas, acompanhando. E aí chega um momento que eu estava esperando consertar o carro, não tinha muito o que fazer.
sabe eu entendi que eu quero dizer não porque eu tô acostumado assim agora esse é o meu dia a dia de bastidor mas não era o ligado a gente isso não é nunca levado para câmera se eu bastidor se eu tivesse gravando meu conteúdo aqui tá fazendo as coisas aí agora vamos sair aí gravar
Não, então gravou tudo. Ah, o carro quebrou, a discussão com uma mulher, ou tira foto com não sei quem. O pessoal acompanhou o Rio Time. A vida real ali. A vida real. E o pessoal gosta de ver isso. Eles gostam muito. É.
Eu acho que vale a pena, a partir de agora, você fazer em tudo isso daí, né, mano? É tudo, eu não sei. Ah, faz, mano. Quero ver tua vida na sua casa, bicho. Big Brother. Quero ver tu fazendo um janto ali. Quero ver tu fazendo almoço, tomando uma lá. Fazer a casa do Oz e Oz, né? Brigando com a galera. Mas é o que é o seguinte também, mano. Eu vou te falar. Não é qualquer vida que a galera vai querer ver. Você tá ligado? Eu quero.
A do Richard é que você é um cara impressionante mesmo. Você é ligado? A sua percepção, a sua intensidade de fazer as coisas. Isso aí, galera, talvez... Só quem te conhece pessoalmente, tem o cara da televisão, tem o cara do YouTube, tem o cara da vida real.
O Richard, ele é o cara da vida real que aparece na televisão e no YouTube. Então, tipo assim, a intensidade que você tem, a forma que você enxerga, a sua percepção de muitos ambientes, talvez até pela história de viagens que você fez, da sua própria formação como biólogo, enfim. Mano!
É uma percepção diferente da grande maioria. E, poxa, a gente pegar um carro e for fazer uma viagem, ninguém quer ver isso. Mas quando você pega pra fazer uma parada, mano, você entra tão loucamente dentro do que você vai fazer, que é um diferencial, você tá ligado? É isso, mano. É o que você falou. Porra, eu vou tomar lama na cara? Vou.
Eu vou tomar uma pedrada no óculos, vou quebrar meu celular? Vou. Cara, eu vou fazer isso do jeito mais impressionante que eu pudesse. Eu vou dar um cavalinho de pau. Eu vou ter uma lama um pouquinho aqui, tem uma poça ali. Eu vou na poça. Eu vou na poça. É lógico. Ô, Tivão, aquela estrada não tava tudo asfaltada, velho?
Não sei quem asfaltou a Transamazônica Ela tem um trecho Antes de chegar em Manaus Que dá uns 100km dela Talvez Que tá asfaltada Cheio de buraco, mas tem asfalto E tem ali um Maitá que fica antes Tem um trechinho também Mas é pouca coisa Uns 20km 10% dela tá asfaltada Menos de 10 É, é isso aí
E ainda tem um pedaço que tem que pegar uma balsa. Mas, mano, nós estamos falando muita quilometragem e muito ruim. Muito ruim, cara. Muito ruim. Ela é terra de ninguém, cara. Carro comum não passa ali. Impossível. Os Uno Mini são foda. Ou o Uno ou o Caminhonete. Se tiver com a escada em cima. Ou o Uno ou o Caminhonete ou o TV. Senão não passa.
É difícil passar. É difícil passar. É difícil passar. É difícil passar. Ou demora muito. E outra coisa, cara. Ali tem, acho que é Miribitiba. Tem um porto ali, no Pará, que é o que deságua a produção, por exemplo, do Mato Grosso.
Cara, a gente passou 30 quilômetros de fila de caminhão esperando. 30 quilômetros de fila de caminhão esperando pra entrar no porto e desovar a sua carga. Aquilo é desumano, cara. Aquilo tem que ter uma ferrovia, tio. Pô, pelo amor de Deus, faz uma ferrovia. Ah, mas passa ao lado do... Mano.
fizeram um sambódromo lá no Pará para poder receber o a cop 30 abrir uma estrada do caralho lá que nem sei se vão usar mais para aquilo não pode pensar uma ferrovia onde tá o problema da ferrovia que é menos é que é menos CO2 sabe é menos emissão de CO2 tem essa ferrogrão que há um discurso não passa ela vai do lado da BR cara
Vai ajudar em trânsito, emissão de CO2, mortes nas estradas. Por que não faz? Ah, porque... O ONG, o que atrapalha mais? Porque tem outros interesses, tem gente que pressiona... A verdade é assim, a minha... Quem ganha? Eu acho que a pergunta que a gente tem que fazer é a seguinte. Quem ganha com aquilo daquele jeito? Alguém tem que ganhar, velho.
Eu tenho que atender minha mulher, pode ser ao vivo, não tem problema. Mulher, eu tô num podcast dos irmãos aqui, os três irmãos. E aí, Lúcia, tá joia? Eu tô com saudade de você. Onde você tá indo agora, essa hora da noite? Passear, é? Eu acabei de sair da casa da mamãe. Ah, tá. Tá, te amo. Depois eu falo com você, tá? Beijo. Tá lá em Manaus, ó. Tá lá porque vai o Gustavo Tubarão amanhã lá.
Bom, enfim. Quem que ganha com aquilo lá? Da que jeito? Mano, então. Vamos lá. É um assunto sensível, né? Quer falar? Não, sim. Não é que falar. É assim. Isso é histórico. Isso não tem a ver com... Eu não quero politizar, tá? Porque, inclusive, politizaram algo... Eu acho que nunca a minha intenção lá, e nem dos caras, era politizar nada. A gente foi fazer um rolê.
Ao vivo, nem sabia o que ia dar, porque para mim era a primeira vez na minha vida, para o Turma do Cariani também. Quem está acostumado a fazer isso é o ACF, junto com o Ratão, o Ratão Borrachudo, porque o Rato Borrachudo, porque ele...
Ele tem aquele sistema dele que é a ratonete, então, enfim, é um produto dele. Então, ele está fazendo desenvolvimento com a CF e ele chamou a gente. A gente não era para politizar, não sabia que encontrar a estrada. Eu sabia que estava ruim, eu nunca andei a estrada toda, já conheci algum trecho dela, porque eu fui para algumas cidades onde ela passa, mas eu nunca tinha feito. Então, foi novidade, não sabia. Então, é histórico.
que a gente descuidou dessa estrada por diversas razões, com diversas desculpas diferentes. A grande desculpa é, essa estrada aqui não tem serventia, porque ou ambientalmente ela vai degradar, só que ela já existe, a gente não precisa nem derrubar uma árvore mais para poder, ela é larga, dá para fazer pista, acostamento, fazer tudo com o que já está aberto.
Mas tinha... Ah, efeito espinha de peixe. Você tem uma estrada, acesso fácil, você abre as colaterais saindo daquela. Até aí, se a gente pensar nisso, a gente tem que voltar ao século passado e não abrir uma estrada. Tem como. Exatamente. E aí, o que eu vejo...
nessa questão ambiental de verdade eu acho que a gente tem muito dinheiro entrando aqui para manter o Brasil do jeito que tá e não exatamente porque amam as florestas eu gostaria que fosse por causa disso eu gostaria que em nome das florestas em nome do macaco em nome não sei o que eu não acredito nisso eu
não estou dizendo que eu estou certo, eu acredito que o problema gera muito recurso financeiro e aporte de dinheiro. E tem outros interesses que estão invuídos aqui, que não são os nossos, do nosso país, mas são lá de fora, com um monte de organizações que foram criadas, porque é muito mais fácil se subsear em organizações que não estão realmente interessadas, são seletivas, cara. A gente vê isso no nosso dia a dia, na política geopolítica, a seletividade de quem eu vou apoiar ou não, isso existe, cara.
Quer que a gente apoie o Líbano, foi um monte de gente na rua, e porra, Irã, as mulheres estão tirando de jihad, e estão... Cadê? Cadê o povo? Cadê esse povo? Então, assim, eu acho que tem muita seletividade em tudo isso. E tem essas escolhas que nós fizemos, porque a verdade é que tem um fluxo para manter a floresta. Gigantesco e volto.
Eu não acho que é pela floresta, puramente. Não é tão puro desse jeito, sabe? Na minha opinião, é isso. É uma parada que está acontecendo porque as pessoas querem essa influência externa, quer manter a floresta do jeito que está.
para quando eles precisarem, porque quando eles precisarem, eles vão usar. Então vamos pensar o que é a Amazônia. Ou eles querem fazer isso para impedir o desenvolvimento do Brasil, que é uma potência e pode incomodar se desenvolver. Eu acho que tem as duas coisas. Eu acho que é assim, volto, minha opinião, uma leitura, porque a gente está...
50 anos com a mesma nesse circo e as coisas não melhoram porque se tivessem melhorado eu sou o cara que é o seguinte quer me chamar de tutor do cachorro? não tem problema, eu não sou contra termos contanto que esses termos resolvam situações então desde quando ser chamado estou dando exemplo para a gente chegar a fazer uma correlação desde quando ser chamado de tutor
resolveu a vida, melhorou a vida do cão e do cão. Nunca. Nunca. Então, que conversa? Então, nós estamos há 50 anos com algumas narrativas e conversas que não melhoraram a nossa condição. Se tivessem melhorado, o senhor primeiro vai falar, opa, errei, opa. Eu não sou um cara, para mim, tem que fazer esquerda, direita, para cima, para baixo. Para mim, o que funciona, eu estou dentro. O que funciona? Esse sistema? Beleza. A gente, por exemplo, olha, por exemplo, a China, que é um sistema... ...sino de左,左,左,左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左左
social, comunista, comunista, de governo, mas de mercado os caras conseguem prosperar. Puta, legal pro caralho. Funciona ali no modo deles. Nós não somos nenhuma coisa nem outra, cara.
É porque você está cagando pela lei ambiental lá. Essa é a verdade. Os caras constroem nas cataratas do Iguaçu, lá da China. E depois eles vão resolver o problema. Como é no mundo todo. Mas eles resolvem o problema depois. Mas resolvem o problema depois. Eles têm um monte de coisa que está melhorando na China. Um monte de coisa. Porque com dinheiro se faz as coisas acontecerem. Mas é que lá eles fazem um negócio para ganhar o dinheiro.
E aí com o dinheiro que eles ganham, eles resolvem... Sabe qual é o negócio lá? Que o dinheiro lá termina onde tem que terminar. Porque se não terminar, o cara mata o cara.
Certo é certo. Entendeu? Justiça é limpa lá, né? Lá, se o cara roubar, tá morto. Justiça é limpa. Acabou. O cara não rouba. Nunca mais é volta pro cargo. O dinheiro todo que é arrecadado termina no lugar certo. Então nós pegamos o pior de todos os modelos e pusemos aqui. Essa é a minha opinião. Pusemos aqui o pior do modelo. Pegamos o pior do que tem aqui. O pior do que juntamos e voltamos aqui. E não tá funcionando. E faz muito tempo que não tá funcionando.
Faz muito tempo. Então, assim, eu tô falando ambientalmente, politicamente, esquerda, eu não tô entrando nesse assunto. Tô falando de como a gente tá, porque antes era um, depois era outro, e a verdade é que não mudou nada. Tio Zão, mas assim, deixa eu te perguntar. A gente conversa, tem uma galera de esquerda aqui, biólogo de esquerda, inclusive recente a gente tava conversando com um, ele virou e falou assim, falou, mano, tem que cuidar porque senão acaba, velho.
Isso é um dos motivos. E aí ele deu o exemplo do Pantanal. Ele virou pra gente e falou assim, já foi no Pantanal? Eu falei, não. Ele falou, então vai, porque daqui a 10 anos não existe mais. Conversa, não existe mais pela mudança climática. Tá mudando pela mudança climática. Aí a grande pergunta... Igual no Brasil a gente perdeu o Cerrado, a gente tá perdendo isso aqui, tá perdendo aquilo ali. Ótimo que a gente entrou nesse assunto, porque o Cerrado aumentou.
A gente não fica preso só na aventura do jipinho pela transamazônica, mas assim...
O Pantanal, ele foi durante 300 anos que a gente teve a presença do ser humano. Quando começou a degringolar o Pantanal é quando a gente botou o ambientalista lá dentro, desculpa dizer.
Que sentido. Que isso, Tizão? Para com isso aí. A hora que você põe os caras que protegem, a hora que acaba? Então. A para? Então. Só que a gente protege, às vezes, da maneira errada. Por quê? Porque existe um romantismo. Essa é a minha opinião. E aí eu sei que isso vai gerar um monte de conversa, mas existe um romantismo. Por exemplo, eu vou dar exemplos práticos. A gente gerencia o fogo no Pantanal há 300 anos. Há 300 anos a gente gerencia o fogo. Por quê? Porque é uma savana que pega fogo naturalmente.
E a gente gerencia esse fogo há muito tempo. O que a gente fez com o Pantanal? A gente tirou as pessoas e o gado.
O Pantanal é um lugar para ter gado. O gado é excelente lá. O gado diminui a massa verde que existe ali. Porque o Pantanal tem dois ciclos, água e seca. Então, quando enche de água, cria todas umas graminhas em cima, verdinhas, que quando seca, elas caem, seca, ficam ali no solo. E pega fogo. E aquilo, você cuspiu ali e pega fogo. O que a gente tinha naquele momento? Quando baixava água, a gente punha o gado.
E tinha um monte de massa verde para ele comer. Agora a gente tira o gado, aí não tem massa verde para comer. Aí o que acontece com a massa verde? Ela acumula. E aí pega fogo. Então isso é fato. Tanto é verdade que o próprio ICMBio começou a botar fogo, fazendo pinga-fogo. É coisa recente, porque sempre foi contra botar fogo, botar fogo. Entendeu que botar fogo preserva, porque você antecipa o problema.
Cuida, diminui a massa verde. Num momento que dá, você consegue controlar. Que quando vem num momento errado, seco, cheio de massa lá, você não consegue controlar. Então, foi a primeira coisa, tiraram o gado lá. Aí, tiram as pessoas. Isso, pra mim, não é conservação, cara. Conservação se faz com pessoas, cara. Sabe? Nós vamos fazer o quê, então? Vamos conservar uma área, vamos tirar todas as pessoas que vivem ali? É assim que se faz conservação?
Tirando as pessoas que estão ali do local, cara? Conservação, na minha opinião, não é assim que se faz, cara.
Conservação, a arte de conservar é com as pessoas lá dentro. É a diferença entre preservação e conservação. Preservar, eu quero preservar as flores. Ninguém entra, ninguém sai. Será que ninguém entra, ninguém sai? Quem está fiscalizando? Quem não está? Você tem um aparato para garantir que ninguém entra, ninguém sai? Quais são os interesses? Porque quando ninguém entra, ninguém sai, ninguém vê o que está acontecendo. Olha lá a trança amazônica que eu fiz.
Torre de madeira, por quê? Cadê o poder público? O Polícia Federal estava em Manaus, o Maitá e onde mais? Não dava.
Nenhuma crítica à Polícia Federal. Não tem condições. A Polícia Federal não tem condições de atravessar. Eu desafio a Polícia Federal a atravessar a Transamazônica nessa área. O Saraiva falou que resolve aqui lá. O Saraiva me falou. Eu resolvo o problema lá da Amazônia. Ele ficou lá por um bom tempo. E aí tiraram a área da superintendência lá da Polícia Federal da Amazônia. E o que ele ia resolver como?
Ele falou que quem faz aquele tráfico de madeira lá é o crime organizado, é o PCC, ele tem todas as provas, todas as ligações, que é o crime organizado que está faturando com o desmatamento da Amazônia ali. E que eles conseguem mapear todos os lugares onde eles estão e que hora, tudo. Eles conseguem chegar lá e abafar. E quem paga essa conta hoje? Sabe quem paga a conta do desmatamento da Amazônia? O agro. O produtor, é, o agro.
Você acha que o agro, o bom agro, o cara que tem CPF, que tem empresa, que tá basicamente... Ele é um cara que vai desmatar, vai por o nome dele, o CPF dele na jogada. Você sabe que se você tiver um problema numa área sua, automaticamente todas as suas áreas pelo teu CPF. E hoje pega o CPF até de filho, de mãe, tá fudido. Você faz merda hoje no agro, a tua família inteira paga pato. Tem irmão, tem não sei o que, que às vezes não tem nada a ver com você.
Então assim, o agro bom não faz esse tipo de coisa, cara. O agro bom não nos mata.
O povo pega no pé do agro não é por conta disso. Não, mas o Sarai vai falar sobre isso também. É por outras coisas. Porque de uma forma ou de outra as pessoas falam que o agro acaba prejudicando o desenvolvimento do país. Que os caras não querem investir em indústria, não querem ficar só ali e tal, só na exportação de commodities, não querem transformar o produto no país, não querem desenvolver o país e aí fica nisso. Esse é o problema. O pessoal bate no agro.
Eu não entendi. O problema do agro é que o cara que tem dinheiro pra fazer água devia ter por indústria. O agro impede o desenvolvimento do país. Quer que ele mude de ramo? Por que que vai mudar de ramo? Qual o problema? A gente desenvolveu produto. Mas não pode ser outra pessoa. É muito melhor. O milho vira o que? O milho vira o que, papai? O que é o milho? Você acha que a gente vende milho pra comer esse abugo?
O que é feito com milho aqui? Etanol. Principalmente etanol. É o grande negócio hoje. Você sabia que hoje a gente está chegando no etanol, que é um biocombustível? A gente está chegando no nível da cana de açúcar. Milho. Então no teu carro que você está bastendo, você já basteia esse carro? A cana faz o etanol e o milho também faz. E o milho também. E o milho está chegando nos números do etanol. A primeira coisa, a coisa mais importante que se faz com milho hoje, que dá mais dinheiro, é etanol. Número um. Número dois, DDG. Que é o resto, que é a alimentação pagada.
número 3 óleo de milho número 45 tem outras coisas cara o que se ganha dinheiro no etanol no milho é o etanol
Então assim, que é um combustível importantíssimo para a gente. Milho representa qual percentual da safra do país hoje? Putz, aí você me fode. Tá, não, beleza. Mas eu acho que a maioria no país é soja hoje, não é? Não, milho... Não. Não? O mesmo campo que tem a soja, entra milho ou algodão. Milho alterno. É, porque é a safrinha, que eles chamam de safrinha. Então, por exemplo, você... Estou falando do centro-oeste do país, que hoje é o grande...
celeiro brasileiro, tá? Setembro você planta. Setembro, outubro, planta soja. Vai colher em fevereiro. Em fevereiro você já faz plantio direto do milho. Que eles chamam de safrinha. E ainda às vezes com irrigado você ainda tem mais uma. Aí tem tudo a ver com o que a gente falou.
da pressão que tem lá pra fora. Se você não consegue competir com o agro brasileiro, quem é dono da comida é dono do planeta. Você pode viver com qualquer mais. Sem comer, você não vai viver. Não tem como. Nós temos três safras. Nós não temos furacão, tem uma chuva aqui, outra ali, mas não temos neve, não temos hurricanes, não temos todas as dificuldades que tem os caras do hemisfério norte. E é esse agro que alimenta o Brasil. É esse daí? Não.
Eles falam que é agricultura familiar. Então, mas a principal agricultura é familiar no Brasil, tá? Grande parte. E o agro... Não tá soja, não tá milho na agricultura familiar. Mas a soja e o milho faz... Não, tem também. Porque assim, o negócio de tamanho depende muito da região que você está também, entendeu? Então, por exemplo, no sul do país, a maioria são pequenas propriedades. Sim. Só que às vezes pequena propriedade lá já é uma grande propriedade.
Até porque foi feita uma mini reforma agrária quando distribuiu as terras ali no sul, né?
Eu sei que você defende esse tipo de mim aqui, mas eu conheço assim. Eu adoro essa coisa. Eu estou te perguntando. Tudo que você levar vai fazer esse contraponto. Não rolou a divisão ali? O que acontece lá no sul é que o pessoal tem vontade de trabalhar. Isso faz muita diferença. Tem muita vontade de trabalhar. Lá no sul, o pessoal tem vontade de trabalhar. Tanto é verdade que você vai no norte do país,
Olha quem prosperou lá. São os caras que vieram do sul. Porque eles têm vontade de trabalhar, mano. É um fato. É um fato que você não pode dizer. É o contrário. Você tem o Brasil hoje, o norte e o nordeste, que tem cidades que 70% das pessoas estão em plano de assistência social, cara.
o cara não quer trabalhar você vai vai para eu fui agora visitar frutal região de frutal porque eu tenho um cliente lá que é de biológicos lá é fruta lá tem é lá em manga lá é uva lá lá no Pernambuco os caras descobriram o solo do caralho terroir maravilhoso e tá dando fruta para
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o povo lá, tudo, olha a situação que o produtor está, ele precisa dar mão de obra, só que o cara não quer ser registrado, por quê? Porque ele está no plano social, ele não está casado com a mulher, para quê? Para ter dois planos sociais ali, ele e ela juntos, e ele não quer ser registrado, porque ele não quer perder, aí você tem que contratar, porque você precisa contratar essa mão de obra, aí você acaba contratando o cara sem a formalidade, porque você precisa trabalhar, ou seja,左左左!左!左!左!左!左!左!左!左
O cara se fodeu, o empresário de lá. O agricultor de lá. Porque o cara não vive com 1.800 conto, né, tiozão? Você sabe que não dá pra viver. Não, mas peraí, peraí. Isso não é um problema do agro, cara. Isso não é um problema do agro. Quanto ganha o porteiro desse prédio que você tem dessa casa aqui? Paga mais do teu porteiro aqui, então. Se ele pagar mais do cara... Você não paga mais no teu segmento, quer que o agro pague? Espera aí, deixa eu te falar.
O agro pode pagar qualquer quantidade. Ele também não vai deixar de ganhar. O cara não larga do assistencialismo.
Porque ele precisa do assistencialismo. Não precisa. É cômodo. Porque se ele pegar o salário e abrir mão do assistencialismo, ele vai ter dificuldade. Ele quer os dois. O assistencialismo ingessa a vida. Se você ganhar 3 mil, você prefere... Estou ganhando 3 mil. Então agora eu não quero mais esses 800.
É isso que o cara pensa. Está errado. Eu não vou mais pegar esses 800 para mim, não. Não, ele precisa do que... Tem que pagar a conta da casa dele. E infelizmente ele tem que pegar os dois. Ele tem que pegar os dois. Você falou assim que o agro não paga bem. Hoje o que acontece é que o cara quer pegar os dois. O cara quer trabalhar sem registrar ele. Não me registra porque eu quero continuar ganhando. Claro, isso é oportunismo. Isso é ilegal e oportunismo. Isso é ilegal. Não importa, é ilegal isso.
Você não pode, você não pode. E isso bloqueia o cara completamente, porque eu lembro, a minha mulher, quando eu ainda não era minha mulher, é uma mulher simples, cara, minha mulher era uma mulher pobre, minha mulher vivia na cidade de Deus, em Manaus, cara, faca na caveira. E ela, e eu paguei uma passagem pra ela, no nome dela, pra ela vir me visitar em São Paulo. E ela tinha ingressado com o plan, e ela tem todo o direito, naquela época, tinha todo o direito de pedir.
ela perdeu por conta dessa passagem. Isso quer dizer o quê? O que eu quero dizer com isso? Quando você coloca um cara nesse sistema, você impede o progresso do cara, porque o cara não pode fazer mais nada na vida, mano. Porque tudo que ele fizer, ele pode perder esse coisa. Então, você põe o cara numa condição de não fazer nada.
é isso tá então você coloca ele numa inatividade ele não consegue progredir porque é dentro do processo de trabalho que você tem a chance de destacar porque entre nós a vida não foi feita para todos nós tá tem gente que vai para frente em mim para trás para ficar para trás
Nem todos que começaram na escola comigo, nem todos que fizeram faculdade comigo estão onde eu estou. Mas eu tenho certeza que eu trabalhei pra caralho pra estar onde eu estou hoje. Ok? Não tive regalia. Tive oportunidade, sorte e estive lá trabalhando pra caralho pra poder chegar lá.
E tem muita gente que não tá afim de trabalhar. É uma realidade. A gente tem uma geração que, meu, tem uma geração que ganha dinheiro no computador sem sair de casa. E cada um ganha dinheiro do jeito que quiser, não há problema. O que eu quero dizer é que você, quando... Hoje, por exemplo, eu não consigo encontrar gente pra trabalhar pra, por exemplo, cuidar dos meus bichos, limpar a merda do cavalo, dar um banho no cavalo, cuidar das coisas do cavalo. É assim.
Aí você vai falar, ah, então você paga mal, tá? Sou eu? Então todo segmento paga mal. Porque a gente tem uma lei no Brasil com salário mínimo. Eu não pago salário mínimo pra nenhum funcionário meu. Mínimo um cara lá tem dois salários pra receber. No mínimo. E tem cara que ganha mais que isso também. Então assim, não é o problema. Aí a mesma coisa no segmento do agro, cara. Eu acho que assim, você tem que pensar que é um negócio, como qualquer outro, cara.
Como você, quando você vai fazer um negócio de uma sala de aluguel, você quer ser generoso, paga o dobro? Não, você vai negociar para pagar o que é o que vale o imóvel, o que não vai pagar mais. Porque aquilo que é uma lei do país, cara. O que nós temos hoje, um turbilhão, metade do país hoje...
está se utilizando de um benefício social que deveria ser usado e tem que ser usado, e é ótimo que exista para quando você realmente precise. E as pessoas hoje não é que precisam. Você fala, ah, mas ele precisa. Então você está justificando o cara roubar um celular.
Metade do país? Porque está precisando de dinheiro. Então, você é desses caras? Hoje metade do país está hoje. Metade da força produtiva do país hoje está nos planos sociais. Parece que tem lugar até 80%. Metade do país está inscrito em planos sociais, mas não quer dizer que metade do país recebe desses planos sociais. Como assim? Aliás, hoje, se não me engano, 10% do país está cadastrado no Bolsa Família.
os planos sociais são vários outros eu não vim preparado pra falar sobre o seu sentimento disso o número que você falar pra mim tá boa hoje a gente sabe que porque isso é noticiado, qualquer coisa que der um Google vai aparecer que metade do país tá no coisa esse número que você saiu 10% não, mas não é, porque sabe o que é o grande problema? é que a gente começa, e é bom, porque essa discussão tem a ver com o que, inclusive com essa viagem com tudo que a gente fez
A gente sai hoje, eu não sou negacionista. Eu só não vejo números reais. Qualquer um fala um número qualquer e está tudo certo. E a gente tem que engolir esses números. Entendeu? De onde saíram esses números? Então o cara fala 90% não sei o que, 80% não sei o que. 300 a 3 milhões, 10 milhões, meu, não sei. Mas metade. Tem algumas coisas que são consenso. E que são dados que apareceram na televisão, que apareceram, não são lugares que eu fiz na internet. Se você fizer uma pesquisa sobre isso, quer dar uma pesquisa aí?
Pesquisa aí. Estou tentando ver quantas pessoas aqui... Você vai ver que esses são os números que aparecem hoje. São dados que aparecem na televisão. Aqui sai o seguinte, eu só bati número de pessoas. Acho que está inscrito no CAD. Em 2025, início de 2026, mais de 94 milhões de brasileiros dependem de alguma forma de tipo de programa social do governo federal. O que representa 44% da população.
Sim, sim, sim. Eu concordo. Bolsa Família são 18,9 milhões. Já começou a diminuir, já. É, tá, mas aí são outros... Porque aí você tem auxílio gás, auxílio escola, auxílio escola. Eu não sou contra isso. O direito de não pagar vestibular. O direito de não pagar vestibular, o direito de não precisar pagar uma consulta médica, tá tudo inscrito aí nesse 45%. Mas aí a hora que você pega o Bolsa Família mesmo é 10%. E aí
Mas aí tem uma galera que fala que metade do país é no Bolsa Família. Se for o Bolsa Família aqui, já vai dar mais de 10%, porque são 90, são 20 milhões recebendo Bolsa Família. De 90 milhões, 20 recebe Bolsa Família. 10% do país.
Não. 18 milhões? Você acabou de falar. Qual é a porcentagem? Quantos habitantes tem no país? Você tem que falar de caras que trabalham. Quantos habitantes tem no país? 200 e pouco. Mas nem todos trabalham, né, papai? Teu filho trabalha, não? Não.
Mas você está contando com ele, então fazer teu percentual? Porra, então você é tendencioso Você é tendencioso Você é tendencioso Você gosta de números? Você é o cara que adequa os números para a sua narrativa, eu adoro isso, cara Vamos melhorar o estudo no país Sabe o que fizeram para melhorar o estudo no país? Pegaram o pré-primário, porque muitas crianças saindo do pré-primário para o primeiro abandonavam a escola do pré-primário para o primeiro porque tinham que cuidar E aí
Porque a mulher já tem um filho no pé, um filho na mão, um filho na barriga e já pensando em fazer o próximo. Como funciona. Aí o menino que saiu do pré-primário para o primeiro já vai para cuidar dos irmãos. Então abandona. Sabe o que fizeram para melhorar os índices? Agora estão os melhores na educação. Pegaram o pré-primário e colocaram como primeiro ano. Então o ensino fundamental...
agregou o pré-primário e com isso deu um número, melhorou. Isso é matemática, papai. Isso não é realidade. Mexeu ali no... Então, esses ajustes matemáticos, que muitas vezes a gente chama de ciência, na verdade, às vezes são ajustes. Eu sou um cara da ciência, eu acredito na ciência. Só que eu quero, quando alguém fala algo pra mim, eu só quero que a gente...
Então, esteja na mesma discussão. Eu sou muitas vezes que falam, você é negacionista. Eu não sou negacionista, eu só quero números reais, para a gente trabalhar com números reais. E não números que favoreçam um ou outro lado. Eu quero a verdade, porque com a verdade a gente consegue traçar um rumo. Se, por exemplo, a gente está falando hoje, é indiscutível que existe uma mudança climática. Sim. É indiscutível?
Ah, 97% dos cientistas. Não, eu acho que assim, como que não vai ter? Nós somos uma bola de ferro com lava flutuando no meio do cosmos com o sol. Eu nem sei como é que essa porra funciona, cara, porque a gente ainda tá vivo nessa merda. Não, porra, entendeu? E aí você quer que todo dia seja igual? Vai tomar no cu, mano.
vai tomar no cu. Todo dia vai ser igual, nossa, ontem não igual, amanhã fez mais calor, ah, vai se fuder uma bola de fogo. É, porra, vem todo dia. Mas o que eles falam é que a terra tá aquecendo. E tá aquecendo 3, 4 graus e pode acabar a caída da terra. Agora vamos descobrir. Pode. E pode ser que nada que a gente fizer, nada, se você tirar o ser humano, essa questão que eu pergunto, eu não sei, eu tô questionando.
Tira o ser humano e talvez a Terra aqueça mais 10 graus sem o ser humano. Entende o que eu quero dizer? Sim. Então, que tem mudança climática, tem. A pergunta que eu sempre fiz, e por não ser negacionista, e eu agradeço a oportunidade que vocês são caras grandes aqui para falar sobre isso, porque os caras falam, às vezes eu estive com o Sérgio, com...
e com o Henrique, os caras falam, o Serjão e o Henrique, no último podcast, eles falam, não, ele é negacionista, porque ele não... Não, eu acredito, eu faço parte dos 97%, eu não sou cientista, mas estou junto dos 97% que acreditam que tem mudança climática. Ok, acredito, até porque não podia ser diferente. Mas, eu pergunto, qual o percentual? É uma pergunta, me respondam, não é negacionismo. Você tem dados? Traga. Qual o percentual?
de influência do ser humano nesse aquecimento global. Qual o percentual? Eu queria saber. Por quê? Porque se alguém falar... Não, então, irmão, quem falou isso? É o ser humano que causa o aquecimento global.
Você chutou esse número? Mostra esse número. Pega aí e mostra. Eu vou ser um chato. Não, mostra. Eu tenho certeza que é um punhadinho. Porque você é igual os caras. Fala qualquer merda. É, fala merda. Você tem boca e fala. Fala porque você acredita nisso. E pra você é um discurso que cai bem.
Não, não cai não, tio. Não cai não. Cai sim. Eu estou te falando que os jogadores... Cai porque se adequa ao que você acredita. E hoje nós estamos num jogo de flaflu. E não interessa, você é direita, você é esquerda. Nós estamos num jogo... Nós estamos jogando futebol em algo que são vidas humanas e o futuro da humanidade. Eu acho errado isso. Eu acho errado você falar o que você acha, sendo que você não tem certeza do que está falando. Tenho certeza que não sabe. É 100%. Prova.
Se for 100%, eu te dou 10 mil dólares agora. Eu não afirmei. Vai. Então falou merda. Não, afirmou. Afirmou. Eu falei assim. Então por que falou? Eles falam que é 100%. Mas eles falam. Já terceirizou pra alguém. Nem sabe pra quem, mano. Os biólogos, os cientistas. Que biólogos, biólogos. Não, então me dá os números. Eu quero saber esse número. Eles falam que é 100%. Gente. Eu concordo com o que você falou. 100%. Quem não sabe, não tem que afirmar as coisas, não.
Eu concordo. Eu não afirmei isso. Vamos te dar uma percepção diferente. Bem além do homem.
contribui para a mudança climática. O próprio porra do planeta. Quando tinha o Triássico, na época da era mesozoica, tinha muito mais carbono no planeta, por isso que tinha um árvore. Então depois do Triássico, na era mesozoica, o Cambriano tinha muito mais carbono. Tanto que mais carbono significa o quê? Desculpa, mais plantas. Porque carbono é planta. O que é isso aqui? Que coisa linda. O que é isso aqui? Sequestro de carbono. Imobilizado.
imobilizado esse aqui é chama sequência do carbono imobilizado salvar uma floresta não é abraçar uma árvore muitas vezes é cortar uma árvore pronto falei para um pouco corte aí vou te explicar por quê e quando você vai numa floresta que respira oxigênio e gás carbônico
Certo? E tem o seu ciclo natural. A gente não deveria existir aqui em ser humano? Concordo. Vamos erradicar o ser humano. Aí vamos saber se realmente o aquecimento global vai acontecer ou não. Porque ninguém vai saber. Ninguém vai saber. Então assim, o ser humano está aqui. Então o que nós temos que fazer? O uso... O problema da Amazônia não é as árvores, cara. Tu não quer abraçar a árvore. A árvore é um recurso. Corta a árvore, nasce outra no local.
É lindo. Isso chama sequestro de carbono. É maravilhoso. Isso é um processo natural.
corta árvore faz uma mesa como essa faz taco cria riqueza como é que você cara quer que os caras vivam na Amazônia papai não que quer que você tá oferecendo nesse estúdio maravilhoso com essa alhaço com essa mesa de madeira maravilhosa de onde saiu essa mesa
Chupa meu ovo. De onde saiu essa mesa? De onde saiu essa mesa? Veio lá do Pará. Você nem quer saber. Cadê a nota fiscal dela? Eu quero ver a origem pra ver rastreamento. Eu quero saber o rastreamento dela. Rastreamento dela. Não, não faz isso não. Você entende o que eu quero dizer? É o rastreamento dela. Tem a nota fiscal da loja. A loja fez e comprou. Exatamente. Eu tô jogando a conversa pra cima. Porque já que você é o cara que gosta de falar de coisa, então vamos falar direito.
O cara senta numa mesa de madeira, tá com ar-condicionado, 3kg de luz aqui e tá vindo falar aqui do aquecimento global. Chupa meu ovo, mano. Vai viver numa caverna então, filha da puta. Aquecimento global. Energia limpa isso aqui. Onde? Onde tá a energia limpa disso aqui? Foto voltaica, porra.
Aonde está a fotovoltaica? Do sol essa parada aqui. Energia verde. Vamos ver quanto você está devolvendo ou entregando, cara. Tem muita placa aí. Muita placa. Placa também é um negócio legal. É mineração, mano.
Não existe nada limpo, sabe? Porra, aí o carro é elétrico. Legal pra caralho, cara. Eu, meu papel, tiozão, é provocar. E os caras acham que eu sou negacionista. Não, meu papel é fazer com que as pessoas... Eu não vou entrar como você entra numa conversa só porque me agrada um lado ou outro.
Eu não faço isso. Eu sou um cara de direita, mas eu não sou burro. Carro elétrico polui pra caralho. Você tem que tirar o lead da bateria. Agora você pensa na Europa, um cara que tem carro elétrico. Eu te pergunto, sério, pra quê? Fora o consumismo que você tá... Pra quê? A Europa tá dizendo que nós não somos...
Caras que a nossa agricultura, você acha que eles estão preocupados com a nossa agricultura aqui? Você acha que eles estão preocupados com as nossas florestas aqui? Você acha que o Macron veio aqui pular a cachoeira e falar salve nas florestas, os macaquinhos que estão tão importantes? Ele quer que se foda o macaco, quer que se foda a floresta?
quer que se foda as pessoas que estão vivendo ali, 30 milhões de pessoas na Amazônia, ele quer que se foda isso, sabe o que ele está preocupado? Com a próxima eleição ele ser eleito e os caras pressionar ele, porque ali precisa subsidiar a agricultura, tem como competir, é só lá. O cara que é capitão da União Europeia tem uma frase, só para fazer uma pesquisa lá, é não temos como competir com o agro-brasileiro.
Ah, você é um defensor do agro? Não, eu sou defensor do nosso agro por uma razão. Fui lá no Corn Belt americano. Os caras da ProSoja me convidaram. Cara, é o seguinte, os caras plantam. Se tem uma área, um talhão desse aqui, o cara compra uma terra como essa, não tem reserva legal não, mano. Não tem APP. APP é aquela área que você tem que manter. Esquece, os caras plantam até a beira do rio, cara.
Aí você vai olhar os rios dos caras, o que acontece? O NPK, porque é tudo denso, o milho deles é muito mais denso que o nosso. Taca, NPK. O que acontece? Termina o nitrogênio dentro da água, nitrato, alimenta o quê? Os peixes. Não, os peixes. Queria que fosse. Alimenta as algas. Porque o que fortalece planta fora da terra, fortalece dentro da água também. São os mesmos elementos. Então o que acontece com as algas?
Se aumenta o número de alga dentro de um rio, acontece o que com a vida? A vida... Acaba. Acaba, porra. Acaba. Claro. Aquela massa verde ali, morrendo, tira todo o oxigênio da água. Você tira o oxigênio da água. Então os rios lá são mortos, cara.
Então nós estamos muito além do que esses caras. A gente hoje, com o código florestal nosso, eu não defendo o agro. Eu nunca defendi. Eu não vivo do agro. Hoje tudo bem. Hoje eu dou palestra no agro. Tudo porque faz cinco anos que eu falo a mesma coisa. E os caras falam, porra.
o cara biólogo e fala algo assim aí os biólogos me odeiam porque acham que eu tenho que receber um agro e eles se venderam o que por uma agenda que eles nem sabem qual é porque hoje nós estamos vivendo problemas ambientais aqui que a gente criou e tem muita gente vivendo nesse por desse problemas ambientais porque tem muito dinheiro vindo de fora para manter esses problemas aqui agora você já pensou por que esse dinheiro entra será que é simplesmente porque realmente é umas florestas
amam os indígenas? É que é sabotar a competitividade. Por que a gente tem essas ONGs cuidando dos indígenas há tão tempo e a maioria dos indígenas que eu visitei, a grande maioria, quer sair dessa situação que eles estão, nesse status quo? Porque eles querem evoluir. Por quê?
Eles querem dignidade. E por que não resolveu? Tantos anos que a gente está com esse mundo de dinheiro entrando, essas ONGs cuidando, por que não melhorou a vida desses indígenas? Por que se tivesse melhorado, Barbão? Eu seria o primeiro, estaria do teu lado, braço a braço, na paulista, levantando uma bandeira da cor que fosse rosa, foda-se. Entendeu? Caguei, eu quero só que resolva o problema. Não está resolvendo. Não está resolvendo, desculpa, não está. Nós estamos ainda jogando um jogo.
Por quê? Porque tem interesses de tudo quanto é lado. Dinheiro vindo parrodo, muito dinheiro. Onde se nutrindo.
O que o povo fala lá de fora, igual você falou aí, os caras acabam com a vida no Rio? Como é que rola essa parada lá? Eles aceitam na boa? O que? A população de outros países você fala. A vida do Rio tá acabando, tudo. E aí? Ninguém fala nada do que tá rolando lá? Não sei. Por que você não fala com os teus amigos da imprensa pra comentar esse tipo de coisa? A gente não vê isso na imprensa.
Farms here, forest there Essa é a propaganda dos gringos Fazendas aqui, florestas lá Isso é propaganda Te mando depois um E a galera daqui, Richard? Você que anda lá na Amazônia Igual você falou, o indígena lá fica esquecido Fica quando você vai lá E leva, sei lá Igual você faz um turismo bacana lá Forma dos caras e ganha uma grana O que eu faço Não atinge, não melhora nada Eu levo gente pra Amazônia Amazônia
Eu tive lá, mano. Você movimenta um negocinho ali. Sim, eu movimento a economia. Mas eu não resolvo o problema. Tudo bem. Mais gente lá. A sua ideia. Por que não pode... Não só você fazer, sei lá, o governo criar um projeto para que as pessoas façam um turismo ecológico ali. Facilitar, por exemplo. Já tem esses roteiros. Mas aí tem várias outras coisas que atrapalham o turismo.
Porque nós temos às vezes legislações que são nacionais e que não podem ser. O grande problema nosso que nós vivemos num país, são dois países, num país só. Não dá pra você aplicar as leis aqui na Amazônia, mano.
Não tem como, cara. É outro mundo, cara. As estradas lá são rios, pronto. Já isso já muda completamente. Qualquer perspectiva de você tentar aplicar. Lá é diferente. O cara tem um papagaio como pet na casa dele. É indígena, meio indígena, meio ribeirinho, meio não sei o que. É difícil se aplicar a lei aqui do que acontece lá. Então você pega a marinha do Brasil, que tem todas as leis para búzios. Aí vai lá e vai exigir a mesma coisa dos caras lá.
não vai funcionar não vai funcionar aí você impede o cara disse tocar as coisas lá porque tem tanto burocracia lá que não anda certo segmentos no ano porque a gente acha que isso aqui a o que é feito por sua igual o norte não vai não é outro é outro país cara
É outro país, outra realidade. Ô Tizão, mas você como biólogo, se a gente... Ah, foda-se então essas ONGs, vamos fazer o que é feito na Europa, vamos fazer o que é feito nos Estados Unidos, vamos fazer aqui no Brasil. Não, não precisamos. A gente aprendeu lições de como não fazer com eles. Eles estão há 100 anos já cultivando milho, nós estamos há 50.
O que aconteceu lá não vai acontecer aqui. Hoje a gente tem código florestal, que é maravilhoso. Ele obriga o produtor a manter de 20% a 80%. Isso é bom. Isso é excelente. Agora, se eu tenho uma área na Amazônia...
E eu sigo o código florestal e corto, porque tem o deflorestamento proibido, ilegal, ilegal, tá? Se tem um código florestal e diz que você compra uma área e pode usar 20% dela, tá no código florestal, eu tô na Amazônia e tá escrito isso, eu compro uma área, eu posso cortar 20% pra fazer o que quer que seja, plantar, enfim. É o meu direito, não é? Ou tô errado?
Não tem um código florestal? Pode usar a margem equatorial, você pode usar o minério que tem ali. Qual o problema? Tem um código florestal? Está na lei? Estou seguindo a lei. O que acontece? As empresas internacionais que compram grãos, por exemplo, soja,
não compram de fazendas que foram deflorestadas, vamos dizer, de, acho que, sei lá, de quanto tempo. 2010. Para cá. Ué, mas o Código Florestal nosso não permite isso. Então, isso é um boicote internacional para um direito que é brasileiro. Se quiserem mudar a lei, mude. A Bahia fala assim, zero, cota zero para a Amazônia. Mas enquanto estiver no Código Florestal e na lei 20%, eu tenho esse direito.
Eu não tô aqui discutindo se eu concordo ou não concordo. Eu tô discutindo o que a lei me permite. E nós estamos permitindo que caras de fora digam como a gente tem que fazer, já que nós temos uma lei aqui, o que pode e o que não pode. Isso tá errado. Então nós estamos servindo interesses internacionais e não nacionais. Caralho, velho.
Tá errado isso. Porra, então além da nossa lei que já é rígida, os caras, se a gente não for melhor ainda, eles não compram. Nossa lei é maravilhosa. Nossa lei não existe em nenhum país do mundo. A Paraguai tem que manter 20%. Mas nem existe nenhum país do mundo que tem um código florestal como o nosso. Ele é maravilhoso. Ele é maravilhoso. Mas nós não podemos abrir mão da nossa soberania, cara, por interesses que a gente não sabe qual é. Porque o cara não tá preocupado com a floresta.
Ele está preocupado com a concorrência que nós vamos ter, porque nós somos imparáveis. O Brasil é um país imparável. E a floresta da Amazônia...
Ela não é madeira, tá? A floresta da Amazônia não é espaço para soja. A floresta da Amazônia é minerais. É esse o valor da Amazônia. Esse é o valor. É o que está no subsolo. A árvore cresce de novo. O mineral está lá para ser arrancado. Por isso que hoje tem tantas unidades de conservação, tem área indígena. E o que acontece? Dentro das áreas indígenas, o que acontece? A gente não sabe, cara. A gente não sabe.
Não, não é verdade, gente. Um pouco você sabe. Você não pode falar, então. Porque tem gente que está indo lá e está extraindo isso. É, eu tenho. Você filmou algumas coisas nesse sentido? Não, eu filmei coisas da madeira, por exemplo, que foi uma coincidência passando ali. Não, mas você viu de minério. Já vi muita madeira saindo. Garimpo ilegal ali. Garimpo ilegal. Eu gravei garimpo ilegal. Eu sei que quando você fala de coisas na Terra hoje, o que a gente tem mais de pressão são as terraçadas.
O Brasil tem dois do mundo. Mas você tem ouro saindo ali. Sei lá, um monte de coisa. Num lugar que não tem ninguém, você pega um avião, vai embora e leva um monte de coisa. Você acha que não acontece no Brasil? A gente está privilegiando o quê? A gente está sendo saqueado. Faz muito tempo, cara. Desde o momento que nós levantamos a espada.
coisa morte lá no Ipiranga, Dom Pedro, já foi o primeiro acordo que tinha entre pai e filho ali, cara. Faz tempo que esse sistema está aqui. Isso não tem nada a ver com esquerda e direita. Isso vem como pilhar uma nação, cara. O Brasil está sendo pilhado, na minha opinião, há muito tempo já, cara.
isso não tem nada a ver com política em deixar claro nada com política tem a ver com interesses de quem tá o país cara e o pobre o pobre não percebe isso cara acho que é uma guerra do rico contra o pobre aí colocam outras para que para uma cortina de fumaça entendeu a direita contra esquerda flaflu virou flaflu eu acho que um pensamento de esquerda direita eu já fui mais centro-esquerda sabe porque eu saí do centro-esquerda
Por causa desse ranço que eu criei com a esquerda que defende a esquerda a qualquer custo, cara. Eu acho que você é de esquerda, sim. Não, eu sou centro-esquerda. Não, você é de esquerda. Era, mas não sou mais. Eu parti para outro lado porque aqui... No fundo, no fundo, você é. No fundo, eu sei que você é, pô. Eu sei que você é. Eu sei que você é, porque eu já vi várias coisas suas. Eu sei que você se preocupa com as pessoas. Pra caralho.
Eu sei que você se preocupa com o ser humano. Muito. Eu sei que a desigualdade é uma parada que te incomoda. É, me incomoda.
Eu já vi você, como que você interage com o meio ambiente. Quando a gente tava lá em Manaus, eu vi você lá no meio do I, nadando com o Boto lá. Aquilo ali, mano, é uma pessoa que se preocupa com o mundo. Eu sei que você tem essa interação. É, mas o problema é que eu peguei ranço por quê?
Porque eu vi que a gente passa pano e isso vale para todos os lados. Por isso que eu falei, ah, você é esquerda, você é direita, não sei o que. Hoje eu me considero mais de direita porque eu acredito na livre iniciativa, eu acredito em democracia, eu acredito em meritocracia. Eu acho que, sabe, tem cara que é vagabundo e não quer trabalhar e esse cara não tem que prosperar. Foda-se ele, meu. Você não quer trabalhar, não quer coisa? Aí eu tenho que eu trabalhar, pagar meu imposto para sustentar você, cara?
A minha questão é que eu acredito no trabalho, acredito no progresso, acredito em uma nação. Mas a esquerda acredita no trabalho também.
Você é de esquerda, velho. Cara, é, assim, você se preocupa com as pessoas. Eu entendo assim. Mas parece que o cara de direita não se preocupa com as pessoas. Eu ia falar isso agora. O problema é para eles. Parece que o cara de direita não se preocupa com as pessoas. Se você falar assim, eu sou direita, eles já olham para você e é um problema, tá? Porque talvez a galera de esquerda está te olhando e quando você fala isso, você fala assim. Esse cara nem é de direita, ele é um fascista.
Isso é o que mais me incomoda, você entendeu? É como se você não fosse de esquerda, se fosse um cara terrível, porque isso aqui é o mal do mundo. A direita se preocupa com pessoas que não estão... O cara da direita, ele olha um cara que tá fodido ali e fala, ó, tá fodido, por que que isso? Como é que você faz um podcast com um cara desse, mano? Nunca!
Não é assim não. Não mudou a vida dele. Não mudou a vida dele. O problema é dele. O que melhorou a vida das pessoas? Você quer que as pessoas melhorem de vida. Claro. Você quer. E não pode ser de direita e pensar assim? Não. O cara de direita tá se cuidando. Como é que você faz um podcast com um cara desse? Deixa eu te contar. O que é isso? Não fala isso daqui não. O povo já tá querendo me tirar aqui desse canal. Você ainda fala isso daqui, velho.
Não, não, eu deixei ele, Tadinho. É porque essa frase não é dele. Quase tudo que ele fala, ele só replicou alguma coisa que ele ouviu alguém falando. Não, porque ele é. Porque é muito emocional. Na minha área, pra minha área, o que eu chamo essa conservação emocional.
Essa coisa de que o amor venceu. Essa coisa de que as boas intenções, o politicamente correto, ou coisa que a gente tá vivendo, que tudo se aceita, a gente tem que aceitar tudo de que não sei o que. Beleza. Cara, você, isso a gente não leva pra lugar nenhum, cara. Isso não leva, essa conservação emocional não levou, não leva e não vai levar a lugar nenhum, cara.
O cara da biologia da conservação, e aí é onde a gente bate. Eu vejo que tem muita gente que vai para uma faculdade. A faculdade de biologia é uma faculdade barata. R$250,00 você faz biologia. E biologia é uma coisa aspiracional muito bonita, porque biologia é gostoso de estudar. Você estuda a obra de Deus, cara. E esse planeta é um planeta maravilhoso.
É um planeta lindo. Eu não sei como é que um planeta desse surgiu no meio desse vácuo todo. Mas, assim, tem que acreditar num engenheiro, porque... É um planeta bonito, mano. Ele é perfeito. Ele é lindo, esse planeta. É a engenharia da vida, pô. Hã? Engenharia da vida. Mas quantos planetas tem aí e onde está a engenharia da vida nesses outros planetas? Vai pra Marte, papai. Entende o que eu quero dizer? A gente é muito privilegiado. É muito privilegiado.
E eu tenho visto nesses anos que eu estou nessa militância, e eu já mudei de opiniões dez vezes, e a gente acha que tem o direito de mudar. Só o problema é que as pessoas, assim, às vezes pegam uma ideia e ficam ali batendo naquilo, parece que não querem sair daquilo porque acham que vai perder. Se eu acho que eu vou perder alguma coisa aqui ou ali, porque se eu mudo de posição de algum pensamento meu, e assim, a gente vai aprendendo e mudando. Eu tenho visto que a gente não melhorou o nosso planeta.
Com todas essas questões de conservação, por exemplo, no Brasil, acho que não é que as espécies estão melhor ou não. Você sabe onde eu vi uma melhoria de espécies? Onde? No centro-oeste brasileiro. Sabe por quê? Por causa da agricultura. O que você viu de melhor? Explodiu a população de vários animais que hoje comem.
usam o mosaico. O javali não conta não. O javali tem que ser esse cara. O javali... Mas não é só o javali. O javali é exógeno. Mas estou falando das espécies nacionais. Por exemplo, você viaja pelo Mato Grosso, você olha para os campos ali, o que você vai ver? Grupos de ema se alimentando. Você vai ver curicaca. Você vai ver tatu dentro do talhão da plantação. Você vai ver anta.
Você vai ver cateto, você vai ver queixada pra caralho dentro do campo produtivo. Por quê? Porque tem comida, papai. O bicho não fica ali, vou ficar aqui na mata. O bicho vai onde tem comida, onde tem comida. Porra, tem milho, soja.
Eu vou ficar na mata rebuscando? Não, tem uma grande oferta de alimento, eu vou e tenho uma grande oferta de alimento. Então, no centro-oeste brasileiro, como a cultura da caça diminuiu, porque evoluiu as pessoas, o agro leva muito dinheiro. Tem cidades ali que só existem por causa do agro. O agro traz progresso, papai. E o agro não é só do grande.
O agro, ele é do assentado, isso é agro. O assentado para o grande. É que a gente faz com que, como o nosso país é o país que quer criar o problema para tirar soluções políticas disso. E uma tristeza. Isso vale para um, vale para a esquerda, a direita? Tanto faz, mano. Tanto faz. Eu vou aonde resolve o problema. E onde não defende o seu ponto de vista.
De qualquer maneira. Ah, estou aqui porque eu acredito. Porra, o cara, ou às vezes de esquerda ou de direita, morre com aquelas opiniões só porque ele está naquela posição de esquerda ou de direita. Cara, eu não entendo isso. Não faz sentido. Então, assim, a gente tem que pensar na sociedade. O que é melhor? Você não abandonaria alguns pensamentos seus de esquerda se você vê que... Claro, se for bom, sim. Se for bom, sim. Exatamente. Qual o problema?
e eu e essa conservação que eu tenho visto que é emocional é romântica ela não tem resolvido problemas por exemplo conservar é o biólogo da conservação tem já não sei se eu falei para vocês qual a diferença um biólogo da conservação e um veterinário o que quer o veterinário tá preocupado com o animal que tem cima da mesa
com o indivíduo o biólogo da conservação não tá preocupado eu posso ter preocupações pessoais como ser humano falar porra tô torcendo para aquele bicho ali para ele melhorar mas eu tô preocupado com aquele cara que tá na mesa tô preocupado com a população daquele cara daquela espécie isso é um vácuo gigante porque porque as minhas ações vão ser completamente diferente de guiações emocionais então eu vejo muita gente que tá indo para biologia voltado e muito inclusive assim da biologia que tá atrás de uma carteira e que não vai para o campo
Muitas vezes é ligado só ao coração, sabe? Só a coisa emocional. Vamos salvar, vamos fazer. E às vezes salvar... Você quer ser doutor. É. A biologia não pode permitir isso. A biologia é pragmática. Às vezes, para salvar uma espécie, tem que tirar um bicho da natureza, colocar numa gaiola, reproduzir para voltar.
Ararinha Azul. Você acha que esse biólogo tinha que ter um trabalho de campo, ele tinha que experimentar um pouco de doses de realidade no currículo dele? É, tem que tirar um pouco daquele amor todo que está na academia, talvez. E, às vezes, quando você tem um problema ambiental, uma solução ambiental, às vezes você... Porque uma espécie, quando tem a menos, é ruim. Mas quando tem a mais, também é ruim.
ela tem que ter o ideal. O equilíbrio. O equilíbrio. Então, a mais não significa... A mais você falou, porra, ainda bem que é melhor que a menos. É, mas não significa que você não tenha que fazer algo a respeito.
Por ter a mais. Porque a mais pode criar um desequilíbrio. Sabe? Mais bicho numa região, é mais floresta sendo usada, é mais nascente d'água sendo destruída, é mais... Tem uma série de coisas... Talvez é um predador, né? Pode competir com outros que podem diminuir... Exatamente. Então, assim, não significa que tem mais que tá bom. O problema é que quando tem... Menos todo mundo vai lá, chora, não pode isso, não pode aquilo. Quando tem mais, aí você vê o pessoal que é do...
do meio ambiente, virar as coisas, fazer desconto de nada. Isso é ruim. Por quê? Porque, às vezes, ter mais, como ter mais, pode se tornar, e normalmente torna-se um problema, e se você que é da conservação não atua nesse problema, você relega alguém a fazer. E talvez não vão fazer do jeito certo. Então, por exemplo, no agro, se você tem uma espécie que está atrapalhando o agro, e aí não atrapalha só o agro,
Porque atrapalha, como eu falei, mais uso da floresta, destrói mais nascimento da água. Se você não interfere, trabalha junto com o agro e não reconhece o problema do mais, você está fazendo com que o cara do agro vá resolver o problema do jeito dele. Isso pode não ser bom.
Então, se você for inteligente e é da conservação, o que você faz? Você vai tocar a campanha do cara e fala assim, reconheço que tem aqui um problema. Vamos trabalhar em conjunto sobre esse problema? Aí a gente faz uma solução técnica.
e não uma solução emergencial que o cara que não tem conhecimento e vai falar vai eliminar além do javali você tem outro exemplo que aconteceu isso aí tem exemplo de animais silvestres mesmo cara que a pode acontecer pode acontecer quando você coloca o grande problema nosso mas um dos grandes problemas é pegar uma espécie e colocar essa espécie como
uma a nível nacional você você não tem tem que ter estudo regional então por exemplo você pega uma espécie qualquer um queixado eu vou usar o queixado mas podia ser outra no sul do país está extinto no sudeste está ameaçado no centro-oeste está abundante não tá mais ameaçado isso é ótimo só que agora temos que entender o que significa
Às vezes você... Onde eu estou? Eu acredito que a gente tem que sair da conservação emocional. Claro que eu tenho emoção. Pô, eu quero salvar uma espécie ou uma floresta. Significa me importar. E me importar envolve coração. Mas a partir dali envolve usar a cabeça e dinheiro. Porque conservação se faz com dinheiro. Não se faz com o sonho de uma noite de verão. Então... É... É...
Aí me perdi, nossa, assim. Quando você pega, por exemplo, eu só estava falando que achado até extinto no sul. Lá em cima tem muito, né? Mas eu pego uma espécie e falo, está ameaçada essa espécie Brasil todo. E em alguma região não está.
está abundante, você ali está dando um tiro no pé. Você tem que fazer isso regionalmente. E por quê? Porque naquela região onde ela está abundante, como uma espécie ameaçada não pode ser manejada, se está ameaçada não pode manejar, você engessou.
uma região toda que está com um problema real e dizendo, não, não pode fazer nada, é esse respeito. Não pode fazer nada, porque está ameaçada. Não, naquela região não está ameaçada. Tem que atualizar o teu estudo aí, ver o que está acontecendo, para poder tomar as medidas que têm que ser tomadas. Porque é o problema de todos. É o que você falou. O excesso dele aqui faz o mesmo tanto de mal da falta do outro lado da outra ponta. O manejo seria uma solução inteligente. O manejo é o que...
É o modus operandi que a gente tem. Se nós temos essa riqueza toda, nós temos que usar essa riqueza. Hoje, essas espécies não podem ser um problema. Uma floresta não pode ser um problema. Ela tem que ser uma fonte de... Se ela realmente vale, como estão dizendo, então eu quero ver o valor dela. Quanto vale uma floresta em pé? Quanto vale uma moça-pintada? Vale cinco pau, se eu matar é a multa? Não vale cinco pau.
o valor ecológico de uma nossa pintada é muito maior. Então, nós temos que dar o valor, nós temos que começar a dar valor real para essa fauna. E nós não fazemos isso aqui na América Latina, porque nós somos emocionais. Porque, ó, como é que eu vou dar valor na vida? Nossa, que discurso é esse? Vai se fuder. Tem que dar valor. É isso que vai fazer. É isso que faz com que a África, quando o cara tem ali um...
um servo ali, um impala, ele sabe o valor daquele impala. Então ele não mata, porque se ele matar, tem outro que fala Ei, você tirou o que é meu aqui, isso aqui vale não sei quanto. Tem que sair disso. Um exemplo clássico aqui, pra gente dar aqui, é o pirarucu. O pirarucu até três anos atrás estava ameaçado de extinção. Saiu da lista de extinção.
E por quê? Colocou valor nele. Todo mundo está comendo. Agora que está todo mundo comendo, tem valor econômico. Agora nunca mais vai faltar pirar o cu, papai.
A gente saiu da conservação. Que peixe lindo, que não sei o que. Para o quê? Para algo efetivo. A gente criou valor naquele... E foi feito esse trabalho de pegar o pirarucu e colocar ele na mesa da pessoa? Foi feito primeiro com alguns grupos. Acho que o Pianguassu, por exemplo, que eu acompanhei lá no... Foi um trabalho muito legal.
onde eu vi que eles foram dentro das comunidades e ensinaram quando a ciência trabalha junto com o conhecimento empírico com o conhecimento dos caras são lá que são que vivem ali cara maravilhoso porque porque o cara que vem com conhecimento científico conhece a realidade local é verdade
você tem que conversar com o cara local não adianta ver com a sua sua seus três diplomas que você tem e tentar fazer mudar uma realidade um local que você não conhece você tem que entender respeitar o conhecimento local e aí tentar ajudar ele com seu conhecimento científico
Então o que eu vi lá com pirarucu? Os caras chegaram em uma lagoa lá, que tinha quatro pirarucus e não sei quantos bodecos, porque é que são pirarucus menores, eles sabem diferenciar pela forma que respira, e contar numa lagoa, que é o estoque pesqueiro de uma comunidade. E aí os caras ficaram 13 anos trabalhando lá. 12 anos mais um. Trabalhando ali no... Não, brincadeira.
brincadeira é ficaram 13 anos 13 anos trabalhando ali na região e que eles fizeram eles eles coordenaram aquele estoque ensinaram os caras a trabalhar eu fui uma numa operação lá anos depois para ver aquela mesma comunidade os caras tiraram 500 mil reais de peixe lá porque e deixando sei lá não lembro quanto era 20 30% estoque ainda lá nunca vai acabar o pior que agora ele sabe gerenciar
e usar tem que usar o perarucu tem que usar o jacaré tem que usar a porra da floresta tem que fazer manejo que é jardinagem tem que usar essa esse recurso transformar isso aqui em riqueza da emprego porra a amazônia é rica e tem um gente pobre o menor idh do Brasil tá lá então porque ricos só tem gente fodida tem algo errado
Tio, não funcionou a técnica aí. Nós temos que mudar o plano. E se isso você chama de esquerda ou de direita ou de cima ou de baixo, eu quero que se foda como se chama. Nós temos que mudar o sistema. Não deu certo só esse modo que nós estamos trabalhando. Tá lá fodendo o norte do país, as pessoas que vivem lá. E conservação se faz com gente de barriga cheia. Ah, vamos conservar coisas. Se você tá com um cara passando fome, ele vai usar a floresta, mano.
Eu notei que nessa viagem sua, assim, o Manauara, tu tava te parando e, tipo...
Ô, Richard, mostra isso daqui, mostra isso daqui. Eles estavam usando você assim como um holofote pra vários problemas que aquele cara tem lá e não encontra solução. Era um cara que tava sem sinal de internet, era um cara que tava mostrando, ô, sempre quebra carro aqui, isso aqui não funciona. Ó, essa balsa é uma porcaria. Deu pra ser de remédio. E realmente...
É geral assim Você chegou a assistir um pouco das nossas palhaçadas lá? Assisti boa parte Pra nós Foi uma aventura de cruzar E desafio de cruzar
Um lugar que é o dia a dia de brasileiros, que a gente só passou lá, fez aventura e foi embora. E agora eu tô aqui. E foda-se. Enquanto eu tô aqui agora, tem outro caminhão tentando passar lá. Tem gente que tá morando ali na beira da estrada tentando colocar uma pessoa no hospital e não consegue. Entendeu? Pra nós é uma aventura, pra esses caras é o dia a dia. É só isso. Então assim, onde erramos? Onde foi que nós erramos? Nós erramos.
É isso aí. Você comprou uma briga grande com a Marina, não? Foi uma das primeiras... Nem falei o nome dela, nem os caras começaram. Aliás, isso é uma coisa muito ruim, que é num ano político. Os caras pegarem um cara como eu e usar como... Não é justo. Porque eu nunca falei nada.
Não é que eu não tenha minhas opiniões, tá? Eu tenho minhas opiniões, mas nunca expressei. Acha em algum lugar eu falo o nome, por exemplo, Marina. Não vai achar. Não vai achar. Pode procurar. Não vai achar. Outros caras falaram.
Passei ali, o cara não tinha internet, o cara fala... Ele, eu estou ali, ao vivo, não é editado, então é isso, não fui eu que falei. Realmente você não tem, porque era ao vivo. Nunca, nunca, em momento algum eu falei. Volto a dizer, não é que eu não tenha minhas opiniões.
Mas eu não quis transformar isso num palanque político. Nem pode. Poderia. Até porque tô pensando em ser político. Tá, você não tem coragem. Essa você levou a sua primeira agora porrada que você não acredita. Mano, vou te falar.
Segura agora. Pororoca não foi nada. A mamba negra no meio do salvanão não é nada. O jacaré come seu dedo, isso não é nada. Você vai entrar nessa, Richard. Você não tem jeito. Quando você fala assim, eu já me fudi de todo jeito, você fala assim, eu vou me fuder mais. Vai jogar cocô na sua história. Que gostoso isso. Então todo político é cocô?
É cocô, toda política é cocô. Não, existem bons, mas é a minoria. Sabe por que só tem política de cocô? Porque não tem caras sérios tentando entrar na política. Eu já estou com a minha vida formada, tio. O que eu vou fazer agora? O que eu vou conseguir mudar? Vou continuar fazendo? Eu já saí dos filminhos da Né Di, que lindo, vou ver o Rinoceronte, olha o que faz. Eu fiz todos os filmes possíveis falando sobre o Rinoceronte e continuo matando o Rinoceronte lá.
a única coisa mais importante que eu fiz na minha vida que foi o boto foi mais importante que eu fiz que eu filmei o boto ainda me acusaram que eu devia ter sei lá só eu tava lá para filmar a morte dele tinha que ter salvado ele não fui lá para ter uma morte dele mesmo escancará querem ver essa porra que nem atrasa mas única entendeu
Vai mudar? Vai mudar a Transamazônica? O boto ainda mudou, né? Eu tenho minha assinatura lá nessa porra e me foda-se o que acham. Os biólogos que acham, não sei o que. Façam igual o meu pra depois você fazer. Marca a tua história aí. Eu marquei a minha. Com todos eu, que eu não sou perfeito. Posso não ser o biólogo que te esperava, porque ele toca no bicho. Ele, não sei o que. Ah, vamos tomar no cu. Eu mudei a lei.
hoje graças a minhas imagens hoje a para piracatinga tá proibida no Brasil graças a minha interferência pode falar o que quiser e eu paguei um preço alto para caralho perdi meu emprego já já falou disso perdi meu emprego só que na NED eu não sou o quê tudo bem como é que vamos mudar esse país tio pela política não dá mais para gente viver num país que tem tudo e não tem nada não dá
chega eu que eu vou fazer agora então vou para 60 tinha o velhote do vinhote onde vai o velhote do vinhote o que que eu vou fazer agora vou continuar vamos fazer umas live mais nós podemos fazer mas para onde eu vou ou simplesmente eu desisto
e aí tem um barco em Manaus lá três plantas de cannabis e sigo a minha vida ou se não eu vou fazer algo ou e não sou eu são pessoas que tem que fazer você que tá aí e fala assim porra eu tenho que fazer então tem muita gente na minha situação que fala assim porra
cheguei num ponto que eu tenho que fazer algo diferente realmente mudar e só se muda o Brasil e não tô dizendo que eu tô pensando tô pensando mas não sei que eu vou não mas que eu não vou dizer que eu não pensei no assunto já tentou precisar muito tempo mas eu sempre assim não não esse é não esse é não esse não sei
Eu acho que você é um cara importante demais pra desenvolver o... Você acha que eu vou me perder? Mais uma vez, eu acho que você é um cara importante pra desenvolver o país. O Brasil precisa desenvolver. O seu discurso é importante. É importante a gente debater isso. Os caras do meio ambiente me odeiam. Eu sei, e é por isso. É importante a gente debater isso.
É importante você falar. É importante ser estimulado. A gente tava falando aqui nos batidores. A gente voltou lá da China, cara. Lá na China os caras pegam um rio, mudam o rio de lugar. Lá os caras constroem uma usina e depois vão ver o que vai virar. Lá os caras pegam uma montanha. Vou fazer uma ponte do pico da bandeira até o pico da neblina e faz a ponte e depois foda-se. Ah, vou pegar essa montanha aqui, vou acertar ela aqui, vou fazer um aeroporto aqui e depois foda-se.
Está gerando emprego, está levando tecnologias, desenvolvimento... Mas isso é um pensamento de direita, tá?
Não, é o pensamento do Partido Comunista Chinês, pô. Então, isso é um pensamento de direita. E eu concordo com isso aí, sabe? Que a economia da China é de direita. Não, não, não. Isso aí é outra conversa, outro episódio. Mas eu acho que você é importante pra estimular esse tipo de debate, entendeu? A sua ideia tem que ser colocada na vida. Mas nada acontece e eu só me fudo. Mas eu acho que talvez se você chegar em Brasília aí tira a credibilidade de tudo que você fala. Porque o Brasil tá assim... Se eu for coerente com aquilo que eu... Nnum!
Você acha que é impossível? Você sempre vai ser coerente pras pessoas que concordam com você, pras pessoas voçam de você, mas eu vejo que o seu discurso é importante pra mexer com a cabeça de quem não concorda com você, pra estimular essas pessoas, porque a gente precisa desenvolver o país. E a gente só vai desenvolver o país com discursos igual o seu, pra gente debater sobre esses temas, colocar na mesa vamos enfrentar isso aqui, vamos ser adultos, vamos dialogar e vamos chegar num ponto aqui. Mas...
Sei lá, eu acho que talvez se você vira... Ah, você vai ter um poder de deputado. Se você entrar pro deputado hoje, você ganha. Eu acho que hoje, no hype que você tá, velho, tu vai ser o deputado mais votado de São Paulo. Aí vai estar entre os mais votados. Você passa de 500 mil votos, fácil. Aqui em São Paulo hoje você entra.
Mas eu acho que aí já não vai ter essa credibilidade. Você acha que eu vou perder aquilo que... Você acha que perde credibilidade porque o cara é político? Para conversar com a esquerda, sim. Porque você vai ser o cara da direita. Então percebe como... Não. Eu não vou ser o cara da direita, não. Eu vou ser um cara de centro. No Brasil, hoje, centro-direita. E por quê? Porque a esquerda...
perdeu muito daquilo que era o que motivava a gente que motiva você ainda hoje que eu perdi aquela esperança
Porque eu vejo um atrás, eu vejo outros... A esquerda tradicional, que era aquela linda poética, perdeu-se, tio. Perdeu-se. No meio do caminho. É o que eu acho. Ela se vendeu. Ela se vendeu. O Richard tá falando isso porque ele é biólogo e porque ele tem o direito de falar, ele tem coerência no que ele tá falando. Ou você acha que as pessoas vão falar assim, ó, o Richard é um político?
Por isso que ele está falando isso. Então isso significa que no ponto que nós chegamos no Brasil, ser político não presta. Richard, eu vou te falar assim, eu não concordo com quase nada que ele fala. Quem? Com o cabeleiro. Eu não concordo com quase nada que ele fala. Você concordou com isso que eu falei agora? Eu concordo porque é o seguinte. Caralho, que isso? Não, o que você faz é muito foda, muito foda mesmo. E quando você entrar lá dentro, você é só um voto.
Você vai ter menos força lá dentro do que talvez você tenha aqui de fora, estimulando, entendeu? Eu nem acho, às vezes eu não sei o que ele está pensando, mas eu tenho certeza que não é sobre se vender, sobre se perder ali dentro. É sobre ser vencido ali dentro, entendeu? O ecossistema, e disso você entende, ele é feito para vencer, sabe, os invasores. Lá dentro você vai ser visto como uma bactéria e eles vão tentar te expelir ou te matar.
Isso vai ser só um voto lá dentro Eles não vão te deixar fazer nada Isso vai ser frustrante Pela força Eu tô tentando arrastar outros caras junto Pra gente formar uma coalizão Teria que ser Talvez com um time forte Se conseguir entrar todo mundo Levo o Robertinho Eu trabalho pra você Eu faço o que você precisar O Robertinho é forte O cara tá
Então vamos sair, deputado federal. Eu já tenho mais o biólogo Henrique no Rio de Janeiro. O Henrique é muito bom. Bom. Muito bom. E o Henrique vai ser da sua colisão assim? Não, não, não. Cara, não precisa muito. Calma, estou falando por falar. O Henrique é um cara que também é a favor do... Esse cara que tem rio. Não, o Henrique vai fazer o certo. E o Henrique eu tenho muita coisa que eu não concordo com o Henrique.
Mas eu respeito o Henrique, o Henrique me respeita, cara. Acho que é muito que nem a gente. Eu não concordo com quase 97%. Eu concordo com coisa pra caralho do Henrique, velho. É? Concordo. A gente tem coisa pra caralho. Se hoje eu dei essa guinada esquerda é por causa do Henrique.
Não foi não, foi por causa do Rubão. Mais pra esquerda, não? Se hoje eu der essa guinada pra esquerda, foi por causa do Henrique. Mais pra esquerda? É. Tá dizendo? Por conta do Henrique? Sim. Foi não, foi não, mentira. Não foi, mentira. O Henrique é um desenvolvimentista fodido, velho. Fodido. Não, isso ele é. Eu concordo pra caralho. Isso ele é. O Henrique é pró-estado, o Henrique é estado forte. Não, não, não. Não, ele quer o estado do tamanho que ele tem que ser.
Ele quer o estado forte. Ele quer o estado do tamanho que ele tem que ser. Não, ele quer o estado forte. Nunca não entendeu.
Nunca, nunca. Não põe palavras na boca do Henrique, não, velho. O Estado forte, grande, pesado, é só um óbice pra nação, cara. A gente não precisa disso. É esse cabide de emprego que a gente tá vendo. Mano, o Estado aqui já é gigante. O Estado aqui já é gigante. Entendeu? E ele não tá resolvendo nada. O problema é esse. Se ele tivesse aqui e estivesse resolvendo... Eu quero um Estado que funcione. Vamos colocar umas cadeiras pichal aqui, mano. Olha o que você quiser.
Fala com o João, porra. João, cadê ele? João, Pichal. O Pichal tá potraçando várias lives de IRL, não tá? A nossa, eu queria. A de vocês? Ele é parceiro meu, cara. É mesmo, cara? Ele é foda. Tem um moleque lá em Balneário Camboriú que faz Uber lá com live ao vivo também, põe 10 mil na live e tá com o Pichal.
Não, botar um equipamento... Não, não, então nós vamos fazer essa ponte com o Pichal aí, botar esse... Vocês merecem, que modo... Depois o povo fala assim, você é muito puxançado do Richard. Eu falo, não, mano, ele é do caramba mesmo. É, ué. Eu sou político. Eu sou um cara que quero ver todo mundo bem. Política é o ovo, cara. É isso. Eu quero ver todo mundo bem, cara. Eu quero ver o progresso. Tu vai debater lá no congresso? Ô, você já tá tratando isso como se fosse. Eu nem posso ser.
Não posso ser nada. É um pré-candidato. Não, eu não sou nada. Eu só comentei que eu pensei. Está vendo como os caras são? Você já falou com isso? Com a primeira dama? Sobre isso com a Lucy, é. E aí, o que ela falou? A primeira dama tem orgulho dela que ela vai ser a mulher do povo, cara. Eu sou causado como a mulher do povo, mano. Você não tem ideia. A minha mulher, ela tem quatro mãos, cara. Porque os pés dela são como mãos. Ela consegue pegar coisas com o pé, cara. Ela é uma sobrevivente, cara.
Ela é faca na caveira. Ela é cidade de Deus, cara. Vocês não estão entendendo. O Luci é foda. Eu, à noite, durmo com o olho assim, ó. Você está dormindo melhor? Estou, estou. Você lembra que você estava dormindo malzão, né, cara? Foi a cirurgia que tu fez aí no quadril aí, né? Olha só. Olha a mobilidade, ó. Que loucura esse negócio, né? Você saiu de lá andando. Saiu de lá zero. É.
de certa forma. É uma operação que muita gente tem medo de fazer. Pra caralho! Então o que você fez? Você tirou a cabeça do fêmur, coloca uma bola de cerâmica com coisa de... Como chama isso? Titânio? Titânio. Pra dentro do osso. É bruto.
Mas, cara, só que colocado pela frente, porque a gente tinha que colocar por trás. Aí falava, ah, não pode ficar de coca. Não pode. Eu posso fazer o que eu quiser, cara. Você queria que colocasse por trás. O Belim, o Belim.
O Belim precisava fazer essa cirurgia. O Belim não anda. Um amigo nosso da região não anda. O dele é joelho do Madonna que fez. Não anda. Essa parada é sua aí. Você tá andando normal. Quando a gente foi pro passeio que a gente foi lá, nadou, combou tudo mais.
Quando a gente estava voltando, eu lembro de você subindo ali, custando andar mesmo, arrastado. Era triste ver aquilo lá, o seu sofrimento. Oxa, mãe. Eu vi uma entrevista aqui, o João... Como chama aquele cara que fez entrevista? Ele deu milhões de visualizações para ele lá. João... Ele não é um canal grande, mas ele tem umas entrevistas boas, cara.
Eu olhei essa entrevista minha, cara. Parece um cara 10 anos mais velho, cara. Não, isso é verdade mesmo. Tinha perdido o brilho no olhar, cara. Tinha. Tinha. E tava afetando já o psico. Tava físico, né? Cara, é um negócio inexplicável. Mano, se eu te explicar... John Curry. John Curry. Isso. Curry.
Tu tá mais viril. Tô vicioso. Você tá mais viril. Você tá cheirando testosterona. Nossa, que merda. E estressa, mudança sua. Foi tudo, foi tudo, Julião, cara?
Não, eles deram esse impulso da cirurgia. Eles não puseram em uma mesa de cirurgia, um negócio que... Arrumaram o médico e tal. Não, o negócio, o cara que operou, o Cristiano Ronaldo me operou, me operei com um robô. Foi a primeira operação de robô no estado de São Paulo, cara. Tinha 20 pessoas na sala. Você foi o boi de piranha, então? Primeiro, pô. Primeiro tem... Tá brincando, né? A maior tecnologia, você fez com o cara mais foda. Cirurgia de 120 pau, mano.
E por que o Julião fez isso? Foi empatia. Eles me deram esse presente, cara. Eu devo muito a eles. Eles me tiraram do que eu tava, porque eu já tava num pinga-pinga de médico aqui, médico ali. Aí o seguro-saúde não paga. O seguro-saúde não paga. Mas como assim? Não paga? Não paga. O senhor não é estético, não é nada, pô. Eu tenho um Bradesco. E o que eles iam... O que eles iam... O que eles iam... Vou falar porque é a real.
E foda-se, é isso Porque eu tenho, ainda continuo a pagar Eu pago uma nota, pra minha idade Acho que são uns 3, 4 pau que eu pago por mês E aí é uma cirurgia cara E assim, o reembolso com os caras Era ridículo, cara, aí eu comecei a ver
e não precisa dessa você não pega um médico do plano você vai no médico que você confia né tem que ser porra sabe não vou pegar um médico às vezes tem um coincidentemente médico plano é o médico Sofia mas às vezes não e eu tenho direito de escolher por isso que eu pago pela nota aí eu quero saber como você vai me dar de reembolso não puta dificuldade desde quando começa querendo não pagar quanto tempo que você tá com esse problema já sabia que tava com esse problema mano nossa saco né meu você paga uma nota 10 para quê
Você perdeu quantos quilos depois que você fez? Você nem pesa. 3 ou 14? Eita, mas eu ganhei mais massa, né, cara? Sim. Agora eu comecei a tomar suco também. Não tá tomando remédio nenhum assim pra emagrecer? Suquinho, suquinho. Assim, injeçãozinha de monjaro. Cúrcuma, eu tô tomando. Cúrcuma?
testosterona, andro, não sei o que. Comecei agora. Comecei a fazer um ciclete leve, só para o Bilal ficar reforçando. Eu estava com 500, estava bem. Na verdade, tomando para treinar melhor. Aumentei o meu peso. Comecei lá.
fazendo 10 quilos, agora eu já tô metendo 25 quilos no supinão, botando... Tá bom, mano? Você vai competir? Não, não vou competir, mas tô com força, tô nervoso, cara. Quero queimar essa porra toda. E foi uma dificuldade pra você, assim, que pra mim é, sabe? Eu não consigo sair da... Você é um gordo preguiçoso. É, eu sou um gordo preguiçoso. Exato, não pode. Mas isso não é só coisa de gordo. Tem aquele lá, por exemplo, que ele é um magro preguiçoso.
Tá todo fudido. Ele não consegue levantar mais o filho dele pra coisa, pra dar um beijo. Por quê? Não tem músculo nenhum. Porque não treina. Tem que treinar, mano. Tem que treinar. Você vai ficando idade, musculação é tudo. Mas é difícil você inserir isso na rotina. Não, não é difícil. É difícil. Aí como que você faz? Você nem rotina você tem, mano. Então, imagina a minha dificuldade. E eu confio. Eu faço, eu vou de madrugada.
Mas você vai na academia? Vou. Já fui duas horas da manhã, uma hora da manhã. Mas na madrugada é melhor ficar dormindo. Tá vendo como você é um gordo precioso? É isso. É isso que eu quero entender. Claro que é melhor. Como você muda essa cabeça? Mindset. Fala com o Marçal que vai te ensinar a virar a instalar o drive. Mindset. À noite eu quero ficar dormindo. Você muda a tua cabeça.
Você impõe pra você certas coisas. E quando você começa a ter o resultado, papai, fica tudo maravilhoso. Aí vem. Eu acho que o Monjaro ajuda nisso, né? Você pôs o Monjaro. Porque o Monjaro, por quê? O Monjaro, porra, já me ajudou a perder aquele começo. Que aí eu comecei a falar, porra.
O que é foda é você estar ali, ali, ali, ali, ali, nada acontece. Não te deu uma tristeza, não? Então, monjara é só peso, ele não te dá estímulo, não. Não te deu uma tristeza? Tudo nada. Na primeira semana, assim, não... Nada. Eu tomei monjara. Uma vez? Não, tomei um mês, mas eu parei. De quantos ml tomava? De cinco. De cinco, bom, é. Mas eu parei porque... Mas não deu resultado pra você? É porque eu perdi a fome, aí eu fiquei triste, aí eu falei, eu vou voltar a comer e parei.
Eu tô rindo, velho. O objetivo é esse, cara. Porra, vai se foda. É, mas... Isso é verdade. Eu cheguei lá um dia, ele tava numa depressão. Eu quase falei pra ele, não, mano, para de tomar isso, volta a comer. Ele deu depressão mesmo, porque ele parou de comer. Ele ficou muito triste, muito triste. Porque o dele, o que ele come é compulsivo, sabe? Ele não tá fazendo nada, ele vai lá e come. É tipo isso, entendeu? Pra ele é um vício de comer.
E aí ele tava na abstinência. Ele ficou sem comer, ele tava na abstinência, velho. Tio Zon, qual que é a próxima viagem? Então... Não, não, só pra mim concluir. Que a gente sair desse assunto da dieta, de tudo mais. O Julião, ele é melhor amigo ou ele é melhor treinador?
Pra mim? Isso. Amigo. Ah, velho. O Albertinho tá numa obsessão com esse Julião. Por quê? Você vai ter que chamar o prazer amigo. Eu acho que é massa. Porque eu não tenho tempo pra estar mais com ele como treinador, é isso. Tá. Mas por isso ele é mais amigo. Porque eu não tenho tempo de estar com ele como tem. Então os momentos que eu tô com ele é mais como amigo do que como treinador. Sim. Mas ele é foda. E ele virou nos bichos, né? Ele é foda, mano.
Ele pirou nos bichos, hein? É. Ali tinha um potencial de ser Richard Rasmussen ali também. Júlio é um cara sensacional, eu gosto muito dele. Já veio no carro os meninos? Não, não. Eu tô indo pra trazer ele aqui, né? Ah, não, vou falar pra ele. Não, o cara, assim, eles todos são, né? Com certeza, ninguém... Eu falo, ninguém que tá ali é por acaso, não, mas... Não. Mas ele, parece que ele tem um lance de ser mais bacana. Eu queria ver você...
Sensacional. Eu queria ver você fazendo as suas experiências com ele, assim, sabe?
Tipo, põe a ayahuasca nele. Põe ele correr da pororoca. Nós estamos planejando isso. Nós vamos fazer uma dessas espíritas. Ele faz? Vai fazer, vai fazer. Ele faz. Levar ele para a pororoca. É ali. Fica ali. E a hora que ele é, tu corre. Espera ali. Rorre legal. Pôr o jacaré para morder o dedo dele. Para ver se vai perder um pedaço do dedo. Não, o jacaré vai quebrar o dente. Ele é corajoso. Eu levei ele para a África.
E tinha uma naja fudida, perigosíssima, dessa grossura. E um cara levou uma luva. E eu mandei esse cara trazer umas serpentes pra mostrar pro povo. Era só serpente ruim. Só filha da puta mesmo. Venenosa, naja. Só sogra. Só sogra. E aí o cara falou, olha, eu tô com essa luva aqui, que é uma luva que ela... A serpente não consegue furar a luva.
Mas sim, era uma naj, né, meu? Aí eu falei pro Negão, né? Pro Julião, eu falei, mano, tem essa luva aqui pra, não sei, pegar e fazer. Ele falou, quero fazer. Nem pensou duas vezes, ele nem sabia se funcionava ou não. Sei lá. E aí eu peguei a serpente com gancho, não sei o que, e ele foi lá e pá, com a luva, né? A serpente mordia a mão dele, mordia a mão dele.
A louva funcionou. Funcionou. O Julião é doido, mano. O Julião não liga pra nada não, cara. Eu não confiaria numa parada dessa, não. O que você tá é louco. Muito foda, muito foda. Ele tem que vir aqui.
Eu não vou usar porque a narja nem é esse lance da mordida. E se ela te espirrar o veneno? Ah, tem a cuspideira também. Ah, essa não era. Mas tem a cuspideira. Tem que saber qual que é uma e qual que é outra. A próxima sua da África você vai fazer ao vivo. Vou. Eu vou levar agora em maio.
Por enquanto, aliás, gente, posso falar? Claro, fala aqui. Nós temos já 19 pessoas fechadas em maio, 19, mas eu posso levar 24. Então tem 5 vagas ainda abertas, de verdade. Tem 19 fechados para maio, Cape Town e Junisburgo.
Vamos dar banho elefante, aquelas coisas que eu gosto. Banho elefante, dar de mamar pra renoceronte, vamos andar no meio de leões. Andar no meio de leões. Só coisa tipo Richard mesmo, entendeu? E é uma baita viagem, cara. Como é que faz? Vai no seu Instagram? Chama lá? Como é que faz? Tem um site richarrasmusso.com.br Ah, Richard Rasmusso. E essa você vai fazer ao vivo, essa agora. Essa eu quero fazer ao vivo. Essa eu vou fazer ao vivo.
ao vivo eu vou comer nove dias nove dias ao vivo eu consigo nove dias de defensa, cabeleiro eu curto a África eu curto a África, mano eu vou com você deixa esse gordo aí, cara, que fala merda eu curto pra caralho mesmo e esse trem é a única oportunidade que eu tenho, sabe por quê? eu já virei pra mulher e falei assim não, eu queria ir na África, mano eu queria ir na África
Vocês nunca foram na África? Não. Eu não vou. Só se for você, entendeu? Que ela vai liberar. Dá pra levar um TV daqui? Não, não. Só se comprar lá. Quem lá recuperou? Eles conseguiam tirar. Foi prendido e depois foi lá e tirou. A Polícia Federal tinha que tomar uma atitude. Tinha.
Não, a polícia tá certa. Não tinha. Não tinha como passar. Vamos lá fazer, tem que fazer. Isso virou um negócio muito grande. Se vocês forem ver essa semana essa coisa da Transamazônica meu nome, mais pesquisado, pode pesquisar lá. Por quê? O Brasil inteiro seguiu essa merda, cara. Aí o que acontece?
o cara se ele não toma atitude a polícia vou falar que é prevaricação é sim se ele toma atitude mesmo que eles possam até não sei se concordar ou não concordar mas eles tinham que tomar eles estão certos cara eu fiquei chateado lógico tava nervoso porque sabia nem sei porque a primeira mil tv quer levar leva essa porra Carrefour mas
Mas eu fiquei, porra, é chato. Não, chega, chega. É, eu cheguei. Porque eu cheguei na balsa de Manaus. Acabou. Eu já tinha um caminhão esperando do outro lado. Pra pegar aí. É, ir embora. Tinha acabado. Não ia continuar a seguir. Chegou, chegou. Já tinha chegado.
E aí eles... Enfim, aconteceu o que aconteceu. E foi denúncia mesmo? Não, precisava denúncia. Precisava. O negócio ali que eu fico com dó do policial... Todo mundo acompanha ao vivo. Provavelmente eles estavam acompanhando ao vivo. Tá, mas se tem um número de denúncias ligando pra polícia.
Falando, ó, tem um veículo irregular que tem que ser prendido, aí eles vão ter que tomar uma atitude. Do contrário, se não tivesse denúncia, eu acho que eles podiam não ter ido lá. Ah, não vou lá. Passa atrás de um caminhão qualquer, passa por trás de um caminhão que pode passar na aula. Irmão, outra coisa, é, passa na frente. Todo jeito você passa. Não, não, passa na frente. Pra embarcar na balsa, passa na frente dos caras. E na estrada inteira não tem nenhum posto da polícia.
nem tem uma Itaca tá sei lá 500 que não 700 quilômetros 500 que eu acho que 700 quilômetros uma Itaca eu acho que não me engano é isso de 500 700 é o último posto que tem nesse meio não tem nada no outro meio anterior que é uma Itaca até Itaituba
Não tem polícia nenhuma, não tem nada. Não tem nada. Poder público não tá. E cidades, nesse trajeto, tem cidades pequenas? Tem vilas, distritos, tem. Posto de gasolina, você também tem. Um ou outro tem. Difícil de achar, mas tem. Cada 300km você acha um posto ali.
Caralho, velho. É foda. Vamos, vamos, vamos. Eu sei que você foi explorando, mas é... O quê? Não, só agradecer você ter vindo aqui. Eu sei que você saiu de uma live, tá indo pra outra, nem sei que horas são aí. Mas obrigado, tchau. Obrigado.
Eu gosto de conversar com você. Tu vai voltar pra Guaraguai daqui um dia, não vai? Vou. A gente vai lá visitar os bois. Vai. Os bois que chamam pelo homem. Vou levar um assunto pra gente discutir. Você viu que agora permitiram transporte de cachorros até 50 quilos dentro da cabine do avião? Caralho, mano. Eu quero levar essa discussão lá. Esse cara que eu quero levar lá é pra discutir esse assunto. Dentro da cabine do avião?
Isso não dá certo. É o que eles chamam de cachorro de apoio emocional. É cão guia, no caso. Não, cão guia. Cachorro de 50 quilos é um canicorso, mano. Pois é. Você vai sentar no avião e tem canicorso. O cara pode pôr um pitbull dentro do avião agora. Não, aí tem toda uma política que a mala tem que colocar em cima, tem que colocar embaixo. Quem está na saída de emergência não pode ter nada na mão. Aí tem um cachorro.
que doideira esse negócio é Brasil né mano não sei eu entendi se é certo ou errado eu quero eu quero discutir o assunto Quais são os problemas disso acontecer Será que todo cachorro que tá entrando realmente é problema emocional agora simpente eu tenho um cachorro que é isso hoje
Se hoje você pode ter um cara que é um homem e fala que é mulher e eu tenho que aceitar, e uma mulher que fala que é homem e eu tenho que aceitar, e tudo bem, a gente aceita, eu viro e falo, esse cachorro me apoia emocional, você vai dizer que não?
levar um filho meu filho é meu pai emocional pau no cu aguenta aí agora entende o que eu quero dizer então assim ficou um negócio que eu tenho um filho dentro do espectro e às vezes eu vejo sabe aquele colar você tem de margarida e tem um colar que tem os os quebra-cabeça cara cada vez mais eu tenho visto isso no pescoço de pessoas desculpa falar que eu tenho um filho que tá no eu acho uns respeito
a quem está no espectro tem gente que se compra essa porra de se descolar colocou lá e sai por aí eu sou isso ou aquilo e ninguém tem coragem de falar e pera aí cadê o teu documento que afirma que você é isso eu por exemplo eu tenho uma carteira e tem um documento que eu posso estacionar eu sou o pcd eu posso passar na frente de todo mundo eu posso fazer porque porque eu sou PCD eu tenho documento preço mas eu não tenho coragem de usar isso
porque eu tô andando mas eu tenho um documento que legalmente me permite entendeu o que eu questiono é que ninguém pergunta para um cara que tá aqui eu sou tal coisa você precisa de um laudo para isso cara e não é uma pergunta ofensiva desculpa você tá num privilégio e é isso que é nosso brasil a gente que eu discuto cara então a gente tem a gente é muito mal educado nisso cara
A gente conversou com um especialista e ele falou que realmente hoje várias pessoas estão buscando o diagnóstico e por isso está aumentando o número de pessoas com o TEC. Mas se todos são TH, TH, o que é? Mas eu entendo, você não pode ir ali comprar um colar e pôr no pescoço e falar que é.
Se todos são, então o normal é ser isso, então não pode ter mais esse privilégio, se todos são, porque hoje todo mundo é TDAH, TDAH todo mundo é TDAH, eu sou você é, ele é, ele é, ele é então o normal é ser TDAH, então nós temos que mudar a legislação e dizer, não, quem é TDAH vai ter que pegar a fila igual, agora só quem tem tal coisa que pode, entende o que eu quero dizer? Se esse é o normal, a gente banalizou um problema que
que é verdadeiro e nós estamos banalizando. Porque agora todo mundo se sente nessa porra, cara. E aí tem direito a sei lá o quê. Então nós temos que tomar muito cuidado nisso. Mas eu acho que é um problema causado pela minoria. Um grupo de pessoas estão aproveitando dessa situação. É um mau uso do benefício, esse é o problema. Mas se você é, você tem esse direito. O problema é quando você não é.
Sim, sim, sim. E a melhoria tem feito isso. É mau uso do benefício. Eu já falei, não comecei, já falou sobre isso. Desde aquele começo até do benefício família. É mau uso do benefício. É mau uso de um direito de gente que realmente precisa e tem outros usando isso e por isso que eu acho que está errado. Se você acha que você ganha pouco, não é essa questão, irmão. Acho que merece mais R$2.000 ou não. Então aumenta o salário mínimo, bicho.
Foda-se, aumenta a lei no país, faz com que todo mundo tenha ganho no mínimo de 5 pau, eu quero que você foda, põe a lei pra isso, porque o trabalho é demanda e oferta, cara, você não é obrigado a trabalhar, agora quando você tem um estado que sustenta 50% do país em benefício, cara, tem algo errado, mano, tem algo errado, tio. Thank you.
O tanque é tamanho forte Já é tardão aqui Tá gostando? Tá gostando do bate-pouco aqui? A gente é quente A gente põe pra ferver Eu adoro estar aqui Me convidem sempre Já fiz questão de estar aqui A gente sabe que tá gravando isso aqui Não sei se tá ao vivo Tá ao vivo ou não? Tá gravando Tá, ok Só queria saber se é pra você
Tá no meu meu cara, mas não deixaria de vir cumprir aqui, porque eu acho vocês sensacionais. Apesar das diferenças que nós temos, daquelas ofensas que a gente faz, isso é lindo, cara. Isso eu adoro, porque só com as diferenças a gente consegue discutir. Se o mundo for pensar tudo igual, tem algo errado. Tá louco. Tá algo errado, cara. Tem que ter essa razão. A gente constrói uma sociedade com diferença de opinião. E obrigado aqui por ser um canal maravilhoso pra discutir isso.
Vamos fazer uma viagem com três irmãos? Eu vou bolar o roteiro e te mando, se você topar. A gente vai fazer... A gente comprou os equipamentos de IA e L. Comprou uma parada igual do rato. Ah, é mesmo? É. Agora a gente tá indo pro Paraguai, ao vivo. A gente vai pro Paraguai ao vivo. E talvez... Mas você vai fazer aqui no Cariani, vai ver os perfumes, o caralho. Não, vou lá... Já vai trazer Moamba. Atrás de bomba.
A gente vai ser igual a sua história lá. Ao vivo, a hora que a gente passar na barreira, a gente vai vir, mocinha, a gente tava vendo ao vivo. Vem cá, por favor.
É isso. Vou agradecer o parceiro desse canal, que é a Guruja Concurso. Se você não conhece, acessem agora. A Guruja é quem mais aprova no Brasil para receita federal, receita estadual, área de controladoria, procuradoria. Então, acessem agora. Vocês vão se deparar com os melhores professores do Brasil, traçando planos de estudo com você e acompanhando passo a passo até você passar.
Guruja Concurso. E tem cupom de desconto aí da Alphacool. Se você quer usar uma roupa bacana, começa a treinar, mudar a sua vida, igual o Richard fazendo com a dele, é importante que você se sinta bem. E às vezes você nem está treinando, quer usar uma roupa legal e pagar bem pouquinho. A Alphacool vai te ajudar nesse ponto também. Comentem aí o que vocês acharam do episódio. Até a próxima. Valeu. Quem ganhou o debate? Não foi debate.
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