Episódios de Podcast 3 Irmãos

MICHELLE SOARES x PAULO BILYNSKYJ - SEGURANÇA PÚBLICA - PODCAST 3 IRMÃOS #949

15 de abril de 20262h35min
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Participantes neste episódio4
R

Roberto Andrade

Hostpodcaster
R

Rodrigo Tchorró

Hostpodcaster
M

Michelle Soares

ConvidadoAtivista
P

Paulo Bilinski

ConvidadoDelegado e deputado
Assuntos5
  • Dívida Pública BrasilDesafios da segurança pública · Crime organizado · Violência contra a mulher · Legislação sobre armas · Desigualdade social e crime
  • PL antifacção legislação segurançaPEC da Segurança Pública · Infiltração de agentes de segurança · Monitoramento de plataformas digitais
  • Armas de Fogo e SegurançaAcesso a armas de fogo · Pena de morte e segurança · Comparação com os EUA
  • Segurança OperacionalAutonomia dos estados · Polícias municipais
  • Violência no MaliImpacto da desigualdade na criminalidade · Educação e segurança
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Podcast Três Irmãos na área, quem fala com vocês mais uma vez, Rodrigo Tchorró. Na minha frente, meu brother, meu irmão, Roberto Andrade, filho de borracha, na mesa operando o nosso diretor, Pedro Henrique. E aí, Robertinho, mais um grande debate nessa casa aqui. Fala aí, meus irmãos, beleza? Põe um debate, o debate, talvez o mais importante, principalmente sobre o que a gente vive hoje, que é a segurança pública. A pauta do Brasil, né? Todo mundo quer falar.

E já vi estudos onde as pessoas, quando você pergunta o que as pessoas mais preocupam, o que as pessoas mais querem no Brasil, quem está em primeiro lugar nesse tópico é a segurança pública. Exatamente. Hoje em dia vai tratar sobre isso. A gente decidiu aqui nos bastidores. Quem começa esse debate é o meu amigo que está aqui do meu lado, o delegado e deputado, Paulo Bilinski. Obrigado pela sua presença mais uma vez. Obrigado.

E agradecer a Michele também aqui. Debateu ontem, está aqui debatendo mais uma vez também. Mais uma vez. Está com o físico em dia, está comprando uma briga todinha. Você está tomando creatina da Soul. É isso aí, a creatina da Soul que eu tenho lá em casa. É verdade, eu vou mandar uma foto quando chegar em casa para vocês verem que é mesmo. E um grande desafio, vai debater segurança pública aqui com alguém que realmente vive a segurança pública.

Sim, a importância, gente, eu falei aqui no início, que é o tema onde os brasileiros mais se preocupam, os brasileiros mais pedem hoje, é a segurança pública. Então, queria, assim, não só ver o conhecimento de cada um, mas talvez propostas, entendimento, profundidade sobre isso. Tenho certeza que os dois são muito capacitados, o Paulo vive muito disso do dia a dia, já esteve dentro da polícia.

A Michelle também é um reis policial, então tenho certeza que já viveu isso na rua e que é uma pessoa que estuda muito, então tenho certeza que hoje vai ser um debate interessantíssimo. Lembrando aí as regras do debate, cada um dos convidados vai ter 5 minutos para se apresentar. A gente vai fazer 5 rodadas de perguntas, respostas e réplicas. 2 minutos para perguntar, 5 minutos para responder, 3 minutos de réplica. O Robertinho vai controlar aqui, tem também o cronômetro digital.

E passou a rodada de perguntas e respostas, a gente vai ler os superchats. Se for superchat interessante, não estiver agredindo nenhum dos lados. Então, se você quiser participar, mande um superchat legal. Nesse momento, a gente vai dar três minutos para cada. Passou a leitura dos superchats, a gente vai para as considerações finais, cinco minutos para cada. É isso? É isso aí.

Superchat são os mais interessantes. Já compartilha, já dá like. Vamos impulsionar isso aqui. A galera que está aqui tem competência. Vocês precisam entender o que é a segurança pública de forma completa. Então já dá like, compartilha. E eu não lerei todos os superchat, mas agradeço todos. Até você estiver me xingando. Então pode mandar superchat todo jeito aí.

Paulo Belinsky, sua primeira pergunta então. Não vai ter apresentação? Apresentação, porra! Eu dispense! Não, a gente dispensa. Vou ser breve aqui, pessoal. Meu nome, essa aqui é a minha câmera.

Essa é a diferença do Cati. Pessoal, meu nome é Paulo Bilinski, sou delegado de polícia no estado de São Paulo, deputado federal pelo PL de São Paulo. Tô muito feliz de estar aqui, nem sei quantas vezes eu vim já no podcast Três Irmãos. A primeira vez que eu vim, vocês estavam onde? Araguari, Minas Gerais. Araguari. Minas Gerais. Minas Gerais.

Eu acho que eu fui ministrar um curso lá perto, ou fui especificamente para isso. E tenho um respeito muito grande pelo podcast, pela forma como a gente conversa. E acho que esse aqui é um debate importante, segurança pública.

É algo que hoje ocupa a mente do brasileiro de uma forma que não deveria. Eu acredito que é um sinal de que as coisas estão muito ruins, estamos num caminho muito ruim. Se a gente estivesse aqui debatendo como principais problemas da nação...

saúde, educação, desenvolvimento, tecnologia, quer dizer que o nosso país está em outro rumo. Se a gente está discutindo segurança pública e se segurança pública é o que está deixando você na sua casa não tranquilo, quer dizer que a gente está realmente num momento ruim do país e que a gente precisa fazer algo para mudar.

E algo para mudar tem muito a ver com o que a gente vai fazer aqui hoje, que é conversar sobre segurança pública e trazer pontos de vista sobre soluções. Então, hoje eu já trabalho com o cenário em que Flávio Bolsonaro é o presidente e, portanto, eu trabalho com o cenário do que nós poderemos fazer a partir de janeiro de 2027.

Não só com o que foi feito de negativo nos últimos quatro anos, mas em tudo aquilo que a gente vai poder realmente mudar. Eu vou trazer para vocês aqui algumas inovações legislativas que a gente tem trabalhado na Câmara dos Deputados, principalmente os impactos da PEC da Segurança Pública, que já foi aprovada.

na Câmara dos Deputados, com o meu voto, tanto na Comissão Especial quanto no Plenário, e que agora vai ao Senado e que realmente tem a possibilidade de dividir a história do direito penal no Brasil entre antes e depois dessa PEC. Segurança Pública é um assunto que eu sou apaixonado.

Eu sou pós-graduado em segurança pública, criminologia e política criminal. Sou professor de medicina legal, delegado de polícia por mais de 10 anos, 5 anos no departamento de homicídios. Trabalhei no interior, trabalhei na capital. Fiz tudo que está acessível para um delegado de terceira classe.

E tenho muito orgulho de estar aqui falando sobre um assunto, não um assunto que eu domino, é impossível dominar o tópico segurança pública, mas um assunto que eu compreendo de uma forma que eu acredito que pode ajudar a mudar o Brasil. Eu acho que esse é o nosso objetivo, é falar sobre isso.

trazer para vocês soluções, sugestões, explicações. Isso é um elemento muito importante. Eu pensava esses dias sobre o impacto que a postura do meu pai teve sobre mim nesse ponto. Por que minha avó era professora, meu pai professor, eu sou professor, eu dou aula no mundo dos concursos desde 2014, faz mais de 10 anos.

Por que a gente gosta tanto de dar aula? Porque a gente sente que realmente tem a possibilidade de trazer uma explicação. E explicar e trazer o conhecimento é algo muito importante. Eu acredito que essa é uma oportunidade de fazer isso. Então, nas perguntas que vocês mandarem aqui no superchat, no chat...

Mandem perguntas realmente que a gente possa trazer uma explicação completa, que a gente possa mudar a forma como você enxerga um determinado tópico. Eu pretendo trazer respostas completas e perguntas completas para todos vocês. Como sempre, é um prazer estar aqui. Muito obrigado. Obrigado. Michelle, cinco minutos.

Vamos lá. Eu gosto de falar com você, vocês sabem. Pessoal, tudo bom? Eu sou a Michelle, as trava da vida. Tenho meu canalzinho no YouTube, meu Instagram, justamente para fazer uma militância um pouco mais progressista, muito mais voltada para um aspecto racional e não emocional.

desses temas. A gente tem vivido uma era onde as pessoas se exaltam demais, gritam muito uma em cima das outras, mas apresentam muito pouco sobre os dados, de maneira a trazer um convencimento, uma reflexão para pessoas que estejam envolvidas no debate.

Como o Paulo Bilinski é deputado, eu obviamente acompanho a atividade legislativa de várias pessoas na Câmara e obviamente eu sendo uma pessoa de esquerda eu acompanho de quem eu não sigo, porque eu acho importante. E a gente diverge diametralmente em muita coisa.

Não quer dizer que todas as coisas, especialmente eu sendo uma pessoa de esquerda, tem gente que acha que eu tenho os mesmos pensamentos sobre a questão do crime. Mas eu tendo sido policial militar, tendo vivido a realidade da polícia militar, tendo visto as mazelas que a polícia militar passa, mas também as mazelas que ela causa por reflexos que ela ainda carrega da ditadura militar.

Entendo que a gente precisa ter uma mudança mais efetiva, um preparo melhor das nossas polícias e um preparo melhor da sociedade também, né? Para entender como trabalhar a segurança pública, como desenvolver o povo, como trabalhar questões de desigualdade, né? Então, o que eu espero nesse debate? Eu espero que hajam pontos de convergência.

Não necessariamente entre eu e o Paulo, porque provavelmente nós teremos pontos bem diferentes para apresentar, mas suspeito que alguns em comum. Mas sim com as pessoas que hoje se preocupam com a segurança pública, e neste caso eu não falo da segurança pública só...

do crime na rua, do assalto a banco, da violência contra a mulher, mas também o crime digital, o crime que é cometido em ambiente de rede social, o crime que é cometido em ambiente de rede social privada, que garante anonimato. Então, esses crimes que inclusive geram violência contra crianças, adolescentes e mulheres. Então, espero...

É bastante que a gente possa ter um diálogo legal. As minhas perguntas, eu já digo, como eu sou uma figura pública desse tamanhinho e o Paulo é deputado, muitas, obviamente, trabalham justamente na questão da atividade parlamentar, falas, declarações, coisas do tipo, porque eu acho importante que a gente esclareça, né?

uma vez que nós temos um representante do povo eleito aqui, que vai poder, então, defender as posições necessárias para a segurança pública, para que a gente possa, então, quem sabe, caminhar mesmo em lados opostos no espectro político, caminhar para uma solução melhor para o povo brasileiro.

Boa. Beleza. Bom, a gente já tá com quase duas mil pessoas ao vivo, então ajuda no like aí, porque só tem 300 likes. Vamos fortalecer aí pra aumentar essa audiência. Dá like. Paulo, agora sim, sua primeira pergunta. Dois minutos.

Minha pergunta, ela... Eu quero saber o seguinte. Quais são os três principais problemas da segurança pública do ponto de vista do povo? Qual na sua visão? Você tem uma visão do que o povo pensa. Você tem um canal no YouTube, você tem um Instagram, você é uma pessoa pública. Quais são os três principais problemas na visão do povo brasileiro?

A gente já estabeleceu que segurança pública é o problema maior do povo brasileiro hoje. Na sua visão, quais são os três principais problemas na visão do povo? E quais são os três principais problemas do seu ponto de vista pessoal? Eu vejo da seguinte maneira. Já que é uma pergunta para o meu pessoal, eu vou responder. Mas são duas, né? O povo e o meu pessoal. Mas eu acho que se alinha bastante. Eu acho que existe uma preocupação muito grande da população brasileira.

com o roubo patrimonial. A gente tem toda essa questão do povo às vezes trabalhar muito, inclusive em São Paulo a gente tem o caso dos quebra-vidro agora, com muita frequência acontecendo. A gente vê trabalhador perdendo eventualmente a sua própria ferramenta de trabalho para conseguir ter a sua renda sendo levada ali em uma questão de um minuto. Eu vejo muito a violência, o ataque contra a vida. A gente tem hoje uma crescente... E aí

nos números de violência especialmente contra a mulher, violência específica contra a mulher. E nós temos uma crescente no número de estupros. Muito grande. Então, quando a gente vai falar na visão do povo, eu penso que a gente tem que olhar para cortes, quais cortes que a gente está falando. Mas esses três que você falou são o quê?

Eu entendo que na visão do povo é um problema. Homicídio, violência, atentado contra a vida, roubo patrimonial. E aí eu dei o exemplo do celular, mas não se limita apenas ao celular. E também casos de violência sexual contra crianças, mulheres e adolescentes. Por que eu elenquei esses três? Porque a gente vê uma crescente, especialmente esse roubo de patrimônio, de trabalhador, virou basicamente um enxame de abelhas.

cidade de São Paulo, que as pessoas não têm segurança para sair dentro do seu carro com seu aparelho celular. A pessoa, às vezes, está andando com uma moto na rua e para um outro motociclista do lado, um outro rapaz, rendem esse ali e levam...

a moto do cidadão. Mas a gente tem o problema de mulheres saindo no seu horário de trabalho, voltando tarde do horário de trabalho, sendo levadas para terreno baldio, sendo levadas para terrenos abandonados e sofrendo uma violência sexual e eventualmente sendo vítimas de homicídio. Então eu entendo que toda vez que a gente pensa na violência patrimonial, dependendo de quem está cometendo o ato,

há um risco à vida muito grande, porque o criminoso costuma vir armado, uma arma ilegal, e eventualmente tu resiste a entregar um celular, por exemplo, e a tua vida pode ser atentada. Então eu mesmo, quando saio em São Paulo, meu celular está num lugar completamente fora de cogitação de alguém localizar.

Então eu penso que olhando para o povo, atentar contra a vida, contra o patrimônio e contra a segurança sexual de mulheres, crianças, meninas, são pontos a serem considerados. No meu caso, tem outros pontos, que não seriam só três, mas seriam esses três também, mas eu penso também na violência e dessensibilização de crianças e adolescentes em grupos privados para que estes...

cometam crimes similares, que normalmente não envolve o crime contra o patrimônio, mas envolve o crime contra a vida, o zoolossadismo, a zoofilia, a pedofilia. Tem inclusive um projeto teu que fala sobre parte disso daí, que fala sobre a exploração sexual de meninas e crianças. Então, no meu caso...

Para além do crime patrimonial, eu me preocupo muito com esse ambiente virtual onde esses outros crimes ocorrem e que a gente tem uma dificuldade muito grande de ter soluções. Então, como era uma questão de como o povo e como eu vejo, essas são as formas que eu vejo.

Bilinski, três minutos. Olha só que interessante. Dentro de todas essas pesquisas que são feitas para dizer o que preocupa a população, os três tipos de ofensa à segurança pública que mais preocupam a população são o crescimento do crime organizado,

os crimes contra o patrimônio e o domínio de territórios. E isso aqui é uma questão muito interessante, porque quando a gente fala de Brasil, e isso é uma coisa que a Câmara dos Deputados me proporcionou, foi interagir com gente do Brasil inteiro. Por mais que a gente esteja no Estado de São Paulo, que é muito grande, que tem gente aqui do Brasil inteiro.

A realidade do nosso país é essa mostrada, colocada nessa pesquisa. E o que mais... O crime patrimonial é óbvio. É óbvio que o crime patrimonial cresce.

no país hoje, e que a resposta penal do sistema de persecução penal não é suficiente. Hoje, no Brasil, o criminoso cumpre menos de 40% da pena. E ele está livre com a progressão de regime. Esse é o principal problema que leva à reincidência prática do crime patrimonial. O custo da prática do delito é muito baixo.

E o crime organizado, o crescimento do crime organizado e o domínio patrimonial são duas coisas que correm juntas. E é o grande risco que hoje o nosso país corre de se tornar um narco-estado. Eu estive em Miami menos de três semanas palestrando no Miami Security Forum. Eu abri, foi a primeira palestra do Miami Security Forum comigo, uma senadora no México, que deixou bem claro, ela abriu a fala dela dizendo assim, O cônsul...

do México em Miami é um narco. Ela falou isso na frente da plateia inteira. Ou seja, ele foi apontado pelo narco da região dele lá para ser o cônsul de Miami. É um cara que está dentro das organizações criminosas. Então, isso me preocupa demais, porque dois terços dos problemas que a população enxerga são problemas relacionados com o crime organizado. E o crime patrimonial também é.

Mas o crescimento das organizações criminosas de forma completamente descontrolada, removendo pessoas de suas casas, permitindo o domínio de territórios. Eu estava no Rio de Janeiro semana passada.

Aquilo é domínio de território. O Estado brasileiro não está mais dentro das favelas. Aquilo ali, a solução vai ser muito difícil. E eu não sei se o pessoal está discutindo isso. Quando a gente falava aqui antes do início do podcast, o Brasil não tem planos para retomar o Rio de Janeiro. Vamos falar a verdade? Essa é a verdade.

Ninguém está falando o que precisa ser feito para o Rio de Janeiro deixar de ser um narco-estado. Para tirar os 50 mil criminosos que estão lá. Então, temos que focar no combate ao crime organizado. Michelle, sua primeira pergunta, dois minutos sem elaborar ela. Vou mudar a ordem das minhas perguntas, justamente porque a gente entrou na pauta de crime organizado e uma das minhas tem a ver com isso.

O crime organizado se articula através de movimentações financeiras que não são monitoradas pelo governo, inclusive fazem parte de sociedades de grandes empresas aqui no estado de São Paulo. As fintechs estão fora do monitoramento, que visa justamente entregar informações montantes de movimentações suspeitas aos órgãos investigativos.

Em 15 de janeiro de 2025, o deputado participou de uma entrevista do YouTube na revista Oeste, onde cria uma série de lações, inclusive exemplificando um trabalhador que estaria recebendo um PIX de R$ 5 mil para fazer uma obra, ser cobrado pela Receita Federal para explicar esse valor. O tal monitoramento obriga e-financeiras a informarem montantes de movimentações suspeitas, assim como bancos já fazem em PIX, TED, DOC e cartões, sem que haja detalhamento individual de cada PIX ou cada transação.

Considerando que para estrangularmos o crime organizado, um dos elementos precisa ser remover o seu poder financeiro que possibilita a compra de drogas, armas, financiamento e articulações com milícias e políticos, como no exemplo do deputado TH Joias do MDB e do Ailton Leal do PT da Bahia, questiono. Qual era o interesse do deputado em espalhar essa desinformação? Se é interesse público o combate ao crime organizado, como o próprio deputado citou?

E por que o deputado editou a PDL 41 de 2025 com interesse em suspender o monitoramento e proposto pela Instrução Normativa da Receita Federal? Lembrando, o senhor foi até alvo de investigação sobre emendas PIX de 3.1 milhões, não deu nada. Mas foi alvo de investigação. Eu fui alvo de investigação por quem? Pela... aqui, ó.

3,1 milhões por causa das emendas PIX que o senhor mandou para... Eu não tenho detalhe da cidade aqui, mas depois eu lhe passo. Não, não. Me passe agora. Eu pego aqui. Posso pegar agora? Mas o senhor pode responder a outra pergunta? Não, não, não. Interrompe todo o tempo até ela me dizer o que aconteceu. Ai, ai. Ele pediu para eu consultar. Então eu vou pegar de volta.

Galera, enquanto isso, dá o like aí, compartilha. Duas pessoas ao vivo. Vê se você está inscrito. Se não estiver, é muito importante que você se inscreva no canal. Tem uma galera que estava aqui e não sabemos por que o YouTube desinscreveu vocês. Então, confere aí. Se puder, já chama um amigo para participar aí também, junto. Notícia de quatro...

Ó, notícia de 4 de fevereiro de 2025. O Ministério Público Federal abre procedimento para monitorar emenda PIX de 3,1 milhões para a americana pelo deputado federal Paulo Bilinski para comprar acervos para bibliotecas. Eu não falei que o senhor foi condenado, eu falei que o senhor foi investigado. 3,1 milhões para onde? A americana.

Quer continuar, Michele? O Robertinho pausou o tempo. Não, não, ele só pediu pra eu dizer não, eu tirei. Já concluiu a pergunta? Essa é uma pergunta. É que a pergunta tem mais a ver com a PDL e com as monitorações financeiras.

Você está tentando ver aí para onde foi o destinado? Veja, estou aqui fora do tópico. Corrupção é uma coisa muito grave. Você sempre... Oi, Luiz, tudo bem? Ah, eu acho que o Adriano já está me retornando aqui. Eu vou falar com ele. Oi, Adriano, tudo bem?

Essa matéria que você olhou está onde? Eu estou vivo no podcast aqui e a Michelle citou uma notícia de 4 de fevereiro de 2025 que fala sobre uma investigação... Jornal Digital Liberal. Jornal Digital Liberal. Eu posso pegar as outras coisas. Falando que o Ministério Público Federal abriu uma investigação sobre emendas PIX nossa de 3.1 milhões para a americana.

Você pode levantar exatamente o que aconteceu com isso daí e eu te retorno em 5 minutos? É, que eu estou ao vivo aqui. Entendi. Mas isso aqui, só para o... Emenda PIX é de qual parte do orçamento? Emenda individual. Emenda individual. Tá.

Tá. Isso. Então, isso. Então, eu encaminhei o valor para o município de Americana, que o prefeito é do PL. Né?

Isso, é que a época é do encaminhamento do recurso de americana. E quem faz o cadastramento, quem gasta o recurso é o prefeito. Tá. Aham. Isso. Tá.

Perfeito. Então tá bom. Beleza, obrigado. Quer que ela repete a pergunta para você, Paulo? Não, não. Tá perfeito. Mas a pergunta não é sobre eles abrirem a investigação. A gente tem que sempre deixar tudo bem claro. Você vai ter cinco minutos de resposta, beleza? Tem aquela tecnologia, quando estiver terminando você já está ciente, a hora que eu fiz o que você viu que terminou. Mas beleza, é isso aí. Cinco minutos, Paulo. Vamos lá.

Vamos começar sobre essa questão da emenda? Então, emenda PIX, ela é uma emenda individual. Ela sai da parcela de 40 milhões, que cabe ao deputado federal do orçamento federal. E nesse momento do tempo aqui, dessa indicação, essa indicação foi feita ao prefeito de Americana. Naquela época, não era o deputado federal que cadastrava a emenda.

hoje quando eu mando imagina que você é o prefeito de São José do Rio Preto hoje quando eu vou te mandar 3 milhões pra comprar uniforme pra guarda civil metropolitana eu cadastro 3 milhões pra uniforme da guarda civil metropolitana nesse momento no tempo

Que não é 2025, é antes disso. Dezembro de 2024 o dinheiro foi, mas a notícia é de 2025. Exatamente. Então, provavelmente foi na indicação do início de 2024. Naquela época, quem fazia o cadastro era a Prefeitura. Ou seja, o deputado federal só tinha o controle de indicar o recurso. Isso aqui foi feito em uma reunião com o prefeito de Americana no PL.

e ele pediu a indicação para diversos deputados federais do Estado de São Paulo para objetos diferentes. E eu indiquei 3,1 milhões para a educação. Então, o que ele, como ele cadastrou, é a responsabilidade dele. Por isso que você falou. Ah, foi uma investigação do recurso. Então, veja, a investigação não foi sobre mim.

Foi sobre como o prefeito gastou o recurso. É como investigar aqui o podcast Três Irmãos, por eles terem usado o dinheiro do patrocínio da Soldier e investigar a Soldier.

O dinheiro do patrocínio da Soldier, você faz o que você quiser com ele. A Soldier não tem nada a ver com isso. Se você gastou com drogas e outros entorpecentes, provavelmente é seu. Então é exatamente isso. Por isso que não existe nenhuma investigação contra a minha pessoa. Mas contra o recurso destinado, né? Não, contra o recurso gasto. Essa é a diferença. Então o recurso gasto é responsabilidade do prefeito, não é responsabilidade do deputado.

Hoje a investigação seria sobre mim, porque fui eu que determinei no que seria gasto. Por isso que não existe nenhuma investigação contra a minha pessoa. Então, sobre isso, é isso. Sobre o rastreamento do PIX, né? Então o governo federal achava que tinha que saber tudo o que você gastava da sua vida.

Cada real, aonde você gastou e com o que você gastou. Eu sou absolutamente contra isso. O Estado é maléfico, corrupto, bandido. O Estado não tem que saber nada da sua vida a não ser que seja necessário. Então se o tiozinho, que é pedreiro, padeiro, carpinteiro, ele não tem que declarar porra nenhuma do dinheiro dele.

Ele não tem que dizer que ele gastou 30 reais no Pix na padaria. Ele não tem que dizer que ele gastou 50 reais no Pix com cachaça. Ele não tem que dizer nada. Eu sou absolutamente contra o Estado corrupto. Sabia onde você, cidadão brasileiro, está gastando seu dinheiro.

É completamente diferente a investigação do crime organizado. Hoje o COAF já faz a notificação de movimentações financeiras acima de 10 mil reais. Menos do que 10 mil reais. Meu irmão, é a sua vida, é o seu dinheiro. Faça com ele o que você quiser. O Estado não tem nada a ver com isso. Quem está querendo vigiar a sua vida está querendo te prender e te impedir de gastar o seu dinheiro do jeito que você quiser. É isso.

Michele? Eu só queria salientar que essa investigação de recursos que eu falei, ela tem muito mais a ver com a transparência porque naquela época não havia transparência porque como o deputado falou e a pessoa que estava no telefone dele falou não havia obrigação do deputado em dizer onde estava indo o recurso então mandava o dizer para que fim estava indo o recurso então tipo, irá para, compra, ver é, mas não mas...

se foi gasto ou não pelo prefeito na educação, era sobre a transparência. O que acontece? Nesses monitoramentos, o monitoramento era... Bancos já informam movimentações suspeitas, montantes suspeitos, não transações individuais. Inclusive, o próprio COAF recebe uma...

um pedaço da informação para gerar esses investigações, segundo o próprio Fórum da Segurança Pública. E assim que eu sair do debate, eu vou deixar o documento publicado no meu drive para quem quiser assistir do próprio Fórum da Segurança Pública. Então, como não há monitoramento individual de PIX, o monitoramento era para montantes suspeitos. O que acontece como?

Quando, por exemplo, agentes do crime organizado fazem parte de empresas de transporte público, entram em sociedade de transporte público em São Paulo, para conseguir fazer a lavagem do dinheiro. E por onde que esse dinheiro passa? Por onde ele não é monitorado? Por Fintech. Fintech, como ela é um banco digital, ela não está no mesmo escopo da legislação antiga que garantia a informação ser passada para órgãos de investigação. Ninguém está pedindo para...

que nem usa o colega de ontem, né? A Dona Maria, o Seu João, que recebeu 5 mil numa obra, o banco ir lá informar, olha aqui, ele movimenta 1.500 por mês e recebeu 5 mil. Mas se a Dona Maria, o Seu João, do nada, está movimentando 350 reais por dia na sua conta,

aí do nada entra 100 milhões de reais ali numa conta, eu acho que a gente tem que ter uma investigação, ou 100 mil reais, para não ser tão exagerada. Eu acho que os órgãos de investigação têm que ter essa informação para quê? Para que policiais, agentes de segurança possam investigar. Não é saber se o Paulo Belinsk pagou 5 mil para o cara que foi reformar a casa dele lá. Então, essas comunicações...

de operação suspeita, e a comunicação de operação espécie, que são enviadas anualmente para o COAF, com as atuais regras, só produz relatórios de inteligência financeira a partir de um pequeno acervo de dados que eles têm. Então, no meu entendimento, para que a gente possa começar a desarticular financeiramente o crime organizado, a gente precisa estrangular eles onde aperta, que é no dinheiro.

Paulo, você tem dois minutos pra fazer sua pergunta, se você quiser comentar alguma coisa também da época da Michele, com vontade.

Da época, não, Michel? Da réplica. Da réplica dela. Da réplica dela. Eu também fiquei... Você tem dois minutos para fazer a sua pergunta, mas se você quiser usar para comentar alguma coisa, fica à vontade. A pergunta é longa, mas tá bom. Tá, pode ser isso. Depois eu volto. A cadeira sua tá boa, Paulo. Parece que ela tá estranha. Ela tá no ritmo. Tá de boa, tá? Se desmontar, a gente continua em pé. Não tem problema. Vamos lá, não cai não. Vamos lá.

Então vamos lá, falando sobre a organização criminosa. Então, eu estive no final do ano passado em El Salvador com o Flávio e com o Eduardo. Foi uma oportunidade ímpar de conversar com o ministro da Justiça de El Salvador, de conhecer o SECOT, que é uma prisão de altíssima tecnologia para criminosos faccionados. Estive recentemente palestrando no Miami Security Forum sobre a possibilidade de designação das organizações criminosas brasileiras como terroristas.

Estive semana passada no Rio de Janeiro, ou semana retrasada no Rio de Janeiro, conversando com os delegados da DRE e de outras delegacias especializadas sobre como é feito o combate ao crime organizado no Rio de Janeiro. E um dos tópicos dessa minha palestra foi exatamente quão importante é designar as organizações criminosas brasileiras como terroristas, não só do ponto de vista interno, mas também do ponto de vista internacional.

para viabilizar a utilização de ferramentas de combate ao terrorismo que estão disponíveis no mundo inteiro. No mesmo sentido que os direitos humanos passaram por evoluções com o passar do tempo, com gerações, eu acredito que hoje estamos falando que o crime organizado também passou por uma evolução.

E esse terrorismo que é praticado não é aquele conceito antigo de terrorismo, como a utilização da violência para fins políticos, mas sim, hoje, a dominação do território, a forma como as organizações criminosas aterrorizam a população, tomam espaço da população, impedem o desenvolvimento da atividade econômica.

é sim uma forma de terrorismo. Eu gostaria de saber a opinião do governo federal, a gente já sabe, o Lula acha, e os seus amiguinhos acham que a gente não pode tratar a organização criminosa como terrorista. Eu quero saber a sua opinião. A definição de organizações criminosas como terroristas é algo que contribui para o combate ao crime organizado no Brasil ou não e por quê? Cinco minutos, Michel. Para o combate eu acho que não...

Não muda, porque para mim, olhando justamente para as publicações do Fórum da Segurança Pública, já existe, de maneira pacificada, de acordo com os estudos que são usados como referências no Fórum da Segurança Pública, o que é necessário para fazer um combate mais completo ao crime organizado, que envolve...

enfraquecer a lavagem de dinheiro, identificação e responsabilização de lideranças máximas e das cadeias de governança e comando. Isso são fora a cooperação internacional, até porque o crime organizado está no Brasil, mas ele tem braços em outros lugares, por onde inclusive o Brasil vira rota de tráfico de drogas.

de transporte de drogas para outras regiões. Eu entendo a dominação de território, assim como um grande problema, também é algo que está publicado nos anuários de segurança pública, que inclusive gera prejuízo para o setor privado e para o setor público no montante de R$ 453 bilhões de desvio, por exemplo, através de fornecimento de... Ehhh...

recursos desviados, então energia através de gato, água vindo por outro esquema, que é algo que o crime organizado utiliza nesses territórios dominados também como uma maneira de controlar o povo lá. Então esse dinheiro sai, deixa de estar na nossa economia e está na mão do crime organizado. Mas isso faz para mim, justamente, traz para mim uma reflexão de...

É o dinheiro, é sempre o interesse, é o dinheiro, o poder e o dinheiro. O crime organizado está nisso. E onde o Estado falhou, onde o Estado não esteve presente, desde quando essas organizações criminosas começaram a se formar, eles viraram o Estado, um Estado paralelo. E o Estado precisa estar presente mais nesses locais. Mas no nível de poderio...

que essas organizações hoje estão, eu entendo que atacar primeiro no financeiro é extremamente necessário. Quando a gente tem agentes do crime organizado virando sócio de empresa que recebe recurso da Prefeitura de São Paulo,

e está lá lavando dinheiro, isso para mim é um grande problema. Quando eles estão circulando dinheiro ilegal, dinheiro sujo, por fintechs... Eu não entendi como é que ele faz lavagem de dinheiro no exercício da função pública. Não, falei exercício de função pública. Sim, se ele tem um contrato com a prefeitura, ele está exercendo a função pública.

Não. Eles viram sócios de empresas e essas empresas recebem recurso público. Certo. E o que isso tem a ver com lavar dinheiro? Eles utilizam essas empresas, as ferramentas que eles têm dentro dessas empresas, o investimento que eles... Por exemplo, se ele receber 800 milhões do estado de São Paulo e ele injetar 800 milhões dele, na hora que ele começar a trabalhar com esse montante dentro da empresa, esse dinheiro se mistura.

Porque ele não está entrando como qualquer um da empresa, ele está entrando como um sócio. E a minha questão é que eu acho que, nesse ponto, talvez nós estemos em concordância, pessoas do crime organizado, inclusive políticos, como ambos que eu citei aqui, tu pode ver que eu não citei nenhum do PL. Eu fui e citei um cara do MDB e um cara do PT.

criminosos ou pessoas relacionadas ao crime organizado, inclusive políticos, eles têm que ter uma forma da gente monitorar de onde está vindo o recurso dele. Como esse cara está conseguindo se tornar sócio de uma empresa. Como esse cara está conseguindo estar numa faria Lima fazendo investimentos na casa de milhões de reais e depois aquele dinheiro que antes era um dinheiro que vinha do tráfico e tal, agora está virando um dinheiro de investimento em banco digital.

Então, olhando para esse assunto, e assim, de repente tem uma visão diferente ao Salvador, nos Estados Unidos, mas eu vou pelo que o Anuário da Segurança Pública fala, o Fórum da Segurança Pública fala. Se nós temos um...

anualmente, essa reunião e nós temos lá a produção de material que diz, gente, é pacificado isso daí de como começar a resolver e envolve essa desarticulação, colaboração internacional, trabalhar em cima deles não terem esse recurso, não conseguir lavar o dinheiro e desarticular as lideranças desde a cadeia mais forte até os níveis de comando e governança, eu entendo que a gente deve atacar por aí primeiro. Então eu acho...

Novamente, minha visão de acordo com a publicação do Fórum da Segurança Pública. A gente precisa monitorar movimentações suspeitas, porque a gente vai achar algumas movimentações que são suspeitas e vão ser legítimas. Mas a gente com certeza vai achar movimentação suspeita que é do crime organizado.

Paulo, três minutos. A sua visão sobre monitoração de atividade financeira é muito parecida com assim, vamos interceptar o telefone de todo mundo, ouvir todas as conversas, e se a gente achar alguma coisa suspeita, a gente investiga.

Entende? É por isso que eu estou insistindo nessa questão. Eu não sei se você já trabalhou com lavagem de dinheiro, eu já trabalhei com lavagem de dinheiro, tive a oportunidade de investigar um caso de homicídio que tinha lavagem de dinheiro, e a lavagem de dinheiro funciona da seguinte forma. Você encaminha, mediante a ordem judicial, você encaminha...

um determinado indivíduo para obter a quebra do sigilo bancário dele, você recebe todas as transações financeiras que ele realizou, você cruza essas transações financeiras e obtém um padrão para você entender aonde que o dinheiro está sendo lavado. O problema é que a sua proposta de combate ao crime organizado ela está em cima da lavagem. Ela não está em cima da obtenção.

e a lavagem sempre pode acontecer de uma forma diferente. Você citou aqui valores. Hoje, só em batches, o crime organizado movimenta 40 bilhões de reais por ano. Batches que não estão no Brasil. Como é que você vai monitorar essas movimentações financeiras se elas não estão no Brasil? Entende? Então, veja, você está dizendo, temos que focar na lavagem de dinheiro, na asfixia financeira. E eu estou dizendo, sim, mas o cara ainda está praticando crime.

A prática do crime é você parar a prática do crime que para toda a cadeia posterior. Se você acabar com a lavagem de dinheiro hoje numa modalidade que você descobriu que existe, amanhã tem uma nova modalidade.

uma inovação, uma migração. Então, enquanto você não acabar com a obtenção do dinheiro ilícito, que é a prática criminosa, você não vai conseguir derrotar o crime organizado. E aí, nesse sentido, por que da importância da designação das organizações criminosas como terroristas? Porque você adquire...

todo um conjunto de ferramentas internacionais para combater o crime, que hoje é a principal mazela do Brasil, que eu vou colocar... Eu tenho dois ou três minutos? Três. Que eu vou inserir até na minha próxima pergunta, que realmente explica por que é tão difícil combater o crime no Brasil. Hoje, na DRE, eles têm uma delegacia, eles têm dois blindados. Esses blindados operam cinco dias por semana.

Você consegue imaginar isso? O volume de troca de tiro para o cara precisar utilizar dois blindados cinco dias por semana? Então, enquanto a gente não focar exatamente em cessar a prática do crime, monitorar a ligação de todo mundo não vai adiantar.

Pessoal, quase 4 mil pessoas ao vivo e só mil likes. Então vamos ajudar no like aí. Michelle, sua segunda pergunta. Não é a minha? Dois minutos. Não, agora é a dela. Segunda pergunta dela agora. Você perguntou pra ela. Eu respondi. Você acabou de dar a réplica. Você fez a réplica agora. Eu fiz uma pergunta. Você não fez uma pergunta. A gente fez uma rodada. Você acabou de fazer uma pergunta.

Eu respondi a pergunta e você deu a réplica agora. Agora você fez a réplica de três minutos agora. Agora eu vou fazer a pergunta. Nossa, eu me perdi aqui. Não, tá tudo bem. Tá tudo bem. Tá tranquilo, você fez uma pergunta. É verdade, eu fiz duas perguntas. Isso, eu fiz duas. Tá bom. Eu achei que era minha vez de perguntar de novo. Não, eu só... Tá pominha, hein? Tá pominha, hein? Tá muito curioso.

É porque a minha pergunta encaixa. É por isso que eu me confundi. É porque a minha próxima pergunta encaixa. É que as minhas são mais variadas. Eu só emendei uma de crime organizado porque a gente entrou até uma maneira encaixada. Geralmente, o que tem acontecido aqui é que quando você começa a responder, às vezes o Paulo tem colocado um ponto em cima da sua resposta. É um problema? Não entendi.

Às vezes quando ela começa a responder, por exemplo, da primeira vez... É porque aí quebra, né? Quebra o raciocínio dela. Não, agora te perguntou assim o que seria. Não, eu sei. Senão não tem espaço, entendeu? Se a gente ficar no... Quando eu vejo que está seguindo dentro da linha de raciocínio dela, não é um problema. Não, desculpa, se eu te interromper, para o tempo e recobra. Beleza? É só porque, por exemplo, só para esclarecer aqui, a questão da lava de dinheiro, se ela não tivesse...

explicado aonde ela enxerga a lavagem de dinheiro dentro, ia ficar completamente... Não, não teve um problema até agora. Só pra gente ir. A galera depois fica me cobrando, sabe? Tipo assim, olha lá, o Robertinho deixou errado. Entendeu? A galera não acha. Calma, Robertinho. O problema é o mais fraco de todos aqui no final. Sua segunda pergunta. Fechou. Dois minutos.

Em sua declaração na Câmara, em 3 de 12 de 2024, defendeu uma maior facilidade no acesso às armas de fogo e apontou, inclusive, algumas inconsistências nas portarias que permitiam a compra de armas de representantes das forças policiais, GCM, PM e Polícia Civil. Apontando diferença entre PMs e Polícia Civil na aquisição na quantidade de armas, com a justificativa de que mais armas seriam necessárias para a proteção das famílias.

Aos dados que já estavam divulgados à sua época, vamos fazer uma análise. Em 2023, foram constatados, através de dados obtidos pela Lei de Acesso à Informação em relação ao Distrito Federal, que é onde o deputado trabalha, que os crimes cometidos por CACs haviam aumentado 745% em quatro anos, saltando de 24% para 205% em 2022, sendo que as ocorrências Maria da Penha desses CACs tiveram um salto de 1.100%.

4 em 2019 e 48 em 2022. Ainda no informe de armas de fogo do Fórum da Segurança Pública de 2022, foi constatado que para cada 1% de aumento de armas, o homicídio aumenta em 1% por arma de fogo e 1,2% o latrocínio. Considerando que no governo Jair Bolsonaro foram liberados mais de 900 mil e 4 registros CACs no Brasil,

de que maneira a facilitação de acesso a armas gerou mais segurança, já que o Fórum de Segurança Pública previu uma diminuição ainda maior de pelo menos menos 6 mil mortes, caso estivéssemos no modelo antigo de obtenção de armas. Usando como exemplo os recentes casos do Tenente Coronel Geraldo Neto e o PRF que matou a GCM Deise Barbosa, de que maneira as armas protegeram essas vítimas de CACs?

agentes de segurança pública, ou no caso do tenente coronel, da própria polícia militar.

Cinco minutos. Então, veja, a informação que você traz, o raciocínio que você traz que diminuir a quantidade de armas, diminui a violência praticada com armas, é um raciocínio falso. A gente começa por aí. Por que ele é um raciocínio falso? Porque o número de armas que existe no Brasil versus o número de homicídios que existe no Brasil. Aqui a gente está falando de armas legalizadas.

Então, o número de armas legalizadas que existem no Brasil versus o número de armas legalizadas que existem nos Estados Unidos não é proporcional ao número de homicídios que existem no Brasil e existem nos Estados Unidos, certo? Não é proporcional. Você concorda com isso? Então, se você concorda com isso, seu raciocínio está incorreto. Ponto. Então,

Você afirmar de acordo com o anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública que diminuir o número de armas legais, diminuir o número de crimes praticados com armas, é um absurdo. Para você possuir uma arma hoje no Brasil, você tem que ter 25 anos de idade. Você não pode ter antecedentes criminais. Você tem que fazer um teste psicotécnico, você tem que fazer um teste prático, você tem que fazer um teste teórico.

Você tem que passar por uma burocracia gigantesca para provar que você pode obter uma arma. Você obtém uma arma e a partir daquele momento você continua sendo ser humano, assim como todos nós. Você citou aqui, infelizmente, a morte de uma policial militar e de uma guarda civil metropolitana.

essas mulheres foram mortas pelos seus maridos com armas institucionais. Então, se o seu raciocínio for correto, você tem que desarmar os policiais militares e os guardas para que eles pratiquem menos crimes na folga. É isso que eu estou dizendo. É exatamente isso. O meu raciocínio é o contrário.

Óbvio, o ser humano é mau, isso é claro. Caim matou Abel, começa lá, certo? A partir daí, o ser humano é livre, ele tem livre arbítrio para fazer o bem e fazer o mal. Então, duas coisas que a sua teoria, o seu raciocínio, que a gente já comproveu, e você concordou que é incorreto.

Duas coisas que ele retira completamente do debate é quantas pessoas salvaram a própria vida ou a vida das suas famílias porque estavam armadas.

Isso não vira estatística. Não registra boletim de ocorrência de salvei minha vida. Não existe isso. Então, é um raciocínio muito ruim. A gente tem casos, inúmeros casos. Você pode pesquisar aqui rápido no Google, você vai ver inúmeras oportunidades em que pessoas utilizaram armas de fogo para salvar a própria vida. Se ela não tivesse aquela arma naquele momento, ela teria sido vítima.

Então o meu raciocínio é que sim, as pessoas têm que ter acesso à arma de fogo, porque a vida é um direito fundamental. E todo direito fundamental tem uma garantia.

Todo. Qual é a garantia do direito à vida? A garantia do direito à vida é a garantia da defesa da vida. E a defesa da vida, a forma mais eficiente de se defender uma vida, é ter uma arma de fogo. Então, se você perguntar para qualquer pessoa aqui, porra, quanto você tem de altura? Dois metros. Dois metros de altura, quanto você pesa? 180. 180 quilos, dois metros de altura. Você acha que você está habilitado?

A se defender de todo tipo de ser humano? Só por causa do seu tamanho e peso? Não. Saindo aqui do podcast, encosta um cara com um revólver e ele vai tomar a sua vida. Não importa o seu tamanho e seu peso. Agora, a partir do momento que você tem uma arma pra se defender, você tem plena capacidade de utilizar essa arma pra neutralizar essa ameaça. Então...

Eu acredito que é dever de todo ser humano proteger a sua vida, a vida da sua família. E pra isso, o instrumento mais eficiente que existe hoje é a arma de fogo. Eu porto arma de fogo porque é o instrumento mais eficiente pra defesa da vida hoje. Amanhã ou depois, quando existir arma laser, eu vou querer uma arma laser, porque é mais eficiente.

Essa é a lógica. Você privar o ser humano de uma ferramenta para defender a sua vida e a sua família é um crime absurdo. É por isso que nos Estados Unidos a segunda emenda prevê como direito inalienável de todo ser humano o direito de portar armas, reconhecido na Constituição. Eu tentei fazer isso. Foi o primeiro projeto que eu protocolei na Câmara dos Deputados em janeiro, fevereiro de 2023.

inserir no artigo 5º da Constituição Federal, como direito fundamental, o direito de possuir e portar armas de fogo de acordo com a lei. Então, eu tenho plena fé...

Nessa questão, acredito que essas mulheres foram vítimas, sim, de pessoas descontroladas, doentes, pessoas que não tinham capacidade para ter aquela arma naquele momento. Mas, se não fosse uma arma de fogo, elas teriam sido vítimas por outro tipo de ferramenta. Não é a arma de fogo em si, é a pessoa que a possui. Cherny, três minutos.

Então, a palavra diminuição saiu literalmente zero vezes da minha boca durante a pergunta. Em nenhum momento a palavra diminuição saiu da minha boca. O que eu falei foi do aumento de armas. Que o aumento... Isso eu fiz um raciocínio a contrário. Mas esse raciocínio não está alinhado com a minha pergunta, tanto que eu ainda falo do modelo anterior, o que permitiria o aumento...

de armas também, né? Um dado muito interessante é que o Brasil, em dados momentos do seu histórico de homicídios, ele representou 10% dos homicídios por arma de fogo em relação ao mundo. Então, quando você me perguntou do proporcionalidade de armas com os Estados Unidos, eu concordei por causa disso. Porque o Brasil, ele ranqueia nos crimes com arma de fogo muito alto em relação às armas de fogo.

que ele possui. Uma outra coisa, essas são as anotações que eu fiz durante essa fala, tá? O anuário também não fala de diminuição. O anuário fala o que acontece com o aumento e a facilitação da obtenção da arma de fogo. A outra coisa sobre as mulheres, eu não falei de impedir que os agentes públicos tivessem as armas. Eu perguntei como as armas as protegeram.

Elas possuíam armas. E as armas não as protegeram. Você deu um exemplo aqui, inclusive, sobre o Rodrigão aqui, 180 quilos e tal. O cara, se alguém aborda alguém de surpresa, mesmo a pessoa armada, muito dificilmente tu vai conseguir sacar rápido o suficiente pra alguém que já está com a arma em punho com o dedo no gatilho. Então, a zero pro ladrão. Então, a zero pro ladrão. Então, nesse caso, a arma, infelizmente, não vai servir pra...

para a proteção do indivíduo. E aí você citou até a sua primeira proposta, que era parecida com a segunda emenda dos Estados Unidos. E a gente tem um caso muito emblemático que aconteceu recentemente nos Estados Unidos, e que o Alex Purdy, que é um enfermeiro que trabalhava com os veteranos de guerra dos Estados Unidos, ele trabalhava em hospital, ele estava em uma dessas manifestações de monitoramento do ICE.

Os agentes do ICE agrediram uma mulher que também estava na manifestação. O Alex Prady foi ajudar essa mulher e por ele estar portando a arma que estava atrás no coldre, os agentes policiais o desarmaram e mataram ele com uma dezena de tiros.

Então veja, mesmo no caso de um lugar onde as armas, o Right to Bear Arms, que acontece nos Estados Unidos, um cara que trabalha com veteranos de guerra, que estava simplesmente ajudando uma pessoa, foi morto mesmo tendo uma arma e não teve nem direito de defesa contra agentes do governo que acabaram tirando sua vida.

Agora sim, é a sua pergunta, Paulo. Dois minutos. Agora sim, agora é a hora. Agora é a sua pergunta, dois minutos. Sou a terceira agora. Agora a terceira pergunta. Vamos lá.

Então vamos falar sobre como melhorar a segurança pública. Uma das coisas que é pouco discutido é a questão orçamentária. Até na sua fala inicial você falou sobre as mazelas da polícia militar, e eu compartilho as mazelas da polícia civil, eu tenho assessores policiais penais, assessores policiais militares aqui em São Paulo, a gente conversa muito sobre isso, e um ponto importante é...

Tanto nas Forças Armadas quanto nas Forças Policiais, mais ou menos 80% do orçamento é gasto com a folha de pagamento. Isso faz com que sobre somente 20% do orçamento para custeio. E custeio é o quê?

É água, é combustível, é pneu, é conta de luz, é tudo aquilo que tem a ver com manter a instituição funcionando. Só 20%. Então falta dinheiro para o investimento. O que é o investimento? É a aquisição de novos equipamentos, aquisição de tecnologia, treinamento, investimento no policial.

Uma das minhas propostas é justamente para que a gente tenha uma vinculação tanto de emendas parlamentares, como é obrigatório, por exemplo, destinar 50% das emendas parlamentares para a saúde, ter uma vinculação num valor de 20% a 30% para a segurança pública e também uma vinculação orçamentária direta.

Na verdade, a gente tem a parcela da educação, a gente tem a parcela da saúde no orçamento, mas não tem uma parcela da segurança pública. Então, qual é a sua proposta do ponto de vista orçamentária para a solução da crise da segurança pública no Brasil?

Eu ainda tenho 20 segundos? Sim, eu tenho. Dentro desses 20 segundos, veja, armas não protegem. Uma arma não é um amuleto. Não é porque você tem uma arma de fogo que você está preparado, você está protegido de todo mal. É a forma como você utiliza esse equipamento. Mas se você não tiver esse equipamento, você não tem nem a chance de utilizá-lo.

Bom, se é só no aspecto orçamentário, sim, eu acho que a gente tem que ter, inclusive, uma quebra do teto de gastos, para que a gente possa investir mais nas polícias militares. Eu, como ex-policial militar da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, quando ingressei na força em 2006, o colete que eu saía na rua tinha vencido em 1995.

E esse era o colete que estava lá para proteger a minha vida quando eu tinha que enfrentar criminosos na rua. Um colete que eu tinha 14 anos quando ele venceu. E eu estava entrando na força com 26. Seria legal, sim, mas eu entendo que a segurança pública não pode ser atacada só pelo aspecto da repressão. Ela tem que ser atacada pelo aspecto da prevenção também.

porque a gente precisa tratar também questões de desigualdade social que mais além vão levar a situações de violência. Então eu entendo que a gente deveria de maneira multifatorial pensar a segurança pública destinando dinheiro para a educação.

destinando dinheiro para as forças militares, pensando inclusive numa desmilitarização das forças militares para que a gente tivesse pessoas que agem na segurança pública com um aspecto muito mais de um desempenho lá dentro do que propriamente tempo de casa. Eu não sei como é na Polícia de São Paulo, mas na Polícia do Rio Grande do Sul.

90% das vagas de sargento são destinadas a pessoas que estão há pelo menos 20 anos na Polícia Militar e não por aqueles que têm capacidade de fazer uma prova de capacitação para assumir um posto de sargento. A mesma situação nas vagas de tenente.

Então eu entendo que a gente precisa também mudar os modelos da polícia militar, ter essa desvincular como força auxiliar do exército brasileiro e tratar a entidade de polícia militar. E aí, citando um exemplo como tu cita os Estados Unidos aqui, que é uma força desmilitarizada. A polícia militar americana não é militarizada. Então tu vai ter lá promoções por desempenho, por atividade, por treinamento que você faça.

por cursos de especialização e não por tempo de casa, porque daí isso pega gente que dentro da polícia militar, e desculpem o termo, não estou dizendo que todos são assim, mas existem caras que são encostados na polícia, o que a gente chama de mola lá na região, que é o cara que não vai querer pegar ocorrência, não vai querer entrar em confronto.

porque simplesmente dá para fazer o dinheirinho dele e ir para casa. Todo mundo está, mas também tem uma ideia de proteção da população. Eu concordo que deva haver uma destinação maior, mas eu entendo que a gente precisa destravar o teto de gastos para a gente inclusive investir mais em segurança pública, na prevenção, na repressão. A gente precisa mexer na questão da desigualdade social para que a gente possa ter...

o crime desincentivado em algumas regiões onde há muita desigualdade e falta de oportunidade, mas eu concordo que poderia sim haver uma destinação obrigatória como há para a saúde, mas eu também penso que deveria haver para a educação e para outras situações de bem-estar social.

Você tem três minutos, Paulo. Essa questão do orçamento é tão interessante e tão importante porque hoje as Forças Armadas Brasileiras estão praticamente engessadas. É aquela família que está... Eu já passei por esse momento, quando eu vim morar em São Paulo, que o meu salário estava tão comprometido com tudo que eu não tinha dinheiro para pedir uma pizza.

Sabe aquela situação que você, meu, eu não posso torcer o pé e quebrar o pé aqui porque eu não tenho dinheiro para pagar o gesso. É essa situação que as Forças Armadas sofrem hoje no Brasil. E dentro dessa minha proposta de combate ao crime organizado, envolve justamente a utilização das Forças Armadas para essa missão de pacificação desses territórios que estão tomados pelo crime organizado, como o Rio de Janeiro, por exemplo, em que você tem a possibilidade de utilização de um efetivo gigantesco, onde são 300 mil.

membros de forças armadas, marinha, exército aeronáutica, no Brasil, a utilização de todo esse poderio, todos os blindados, todos os helicópteros, todos os equipamentos, para a gente conseguir realmente pacificar, caçar esses criminosos, prender esses criminosos, neutralizar aqueles que oferecerem resistência, e conseguir realmente livrar o Rio de Janeiro e o Brasil dessa praga do egípcio, que é o...

do Egito, que é o crime organizado. Então, dentro tem essa questão e para investir. O orçamento, ele existe. É que a gente gasta muito dinheiro com merda, com as viagens da Janja, com os hotéis de luxo do Lula, com levar grandes comitivas para grandes compromissos inúteis.

Esse gasto gigantesco que é característico dos regimes comunistas. Luxo para a elite do governo e lixo para a população. Essa é a característica da esquerda. Então a gente tem que cortar esses gastos, cortar esses benefícios ridículos. Ministros voando de jatinho da FAB o tempo todo. Hoje a FAB só voa isso aí. Não tem gasolina para voar jato.

Não tem munição de metralhador em míssil para treinar com os jatos, esqueci o nome deles agora, os Gripen, mas tem gasolina para o jatinho do ministro. É isso aí que tem que acabar. E a destinação é justamente essa, parar de gastar dinheiro com merda.

com a Universidade Federal lixo, com cultura lixo, e começar a gastar dinheiro com aquilo que importa para a população. A população está preocupada com a segurança pública? Ótimo. Vamos cortar o dinheiro da bosta e colocar o dinheiro para trabalhar pelo povo, que é o dinheiro investido na segurança pública. Obrigado. Richard, sua terceira pergunta. Parece o tema do debate de ontem, mas era segurança pública, aí traz o negócio do gasto do janja. Se não eu trago coisas de ontem. O contexto é o gasto.

Vamos para a terceira pergunta. Eu ia em direção a essas coisas, mas deixo para o fim. Em junho de 2024, o deputado postou no seu Instagram um vídeo com o título Percebem como o ministro não fala sobre o impacto do uso de banheiro por trans nas mulheres? Já na sua publicação na Rede X, em uma declaração mentirosa feita em 6 de junho de 2024,

O deputado diz que o STF decidiu por 8 a 3 que mulher trans não pode usar o banheiro feminino, sendo que a decisão se tratava de um pedido de dano moral por ter sido impedida do uso do banheiro e o STF entendeu não ser matéria constitucional para julgar. Em 6 de janeiro de 2023, o deputado questiona no X a participação de atletas trans nos esportes femininos.

Já em 4 de março de 2024, o deputado ironicamente parabeniza feministas pela Hershey's, uma empresa privada, ter escolhido uma mulher trans para uma campanha no Dia das Mulheres. Considerando isso, podemos ver um histórico anti-trans do deputado, inclusive criticando a ADO 26 de 2019.

Vendo essa vilanização que leva ao terrorismo estocástico, que é a fala que inevitavelmente levará à violência, questiono. O deputado apresentou o PL 422 de 2026, facilitando o acesso às armas às pessoas trans. Entendendo a vilanização que o deputado faz da população trans em outros momentos, e analisando a discriminação e violência sistemática contra a população LGBT,

sendo submetida a morar na rua e se prostituir, qual parcela da população trans conseguiria ter esse direito a armas? De que maneira tais armas interromperiam o ciclo de discriminação sistêmica? E qual o PL que o deputado apresentou para melhorar as condições de vulnerabilidade da população trans em relação à segurança e garantia de direitos fundamentais para estes? Cinco minutos, Paulo.

Cara, eu adoro esse projeto, velho. Eu adoro esse projeto. Você conhece ele? Eu conheço. Porte de armas para trans. Por que eu adoro ele? Porque ele te coloca exatamente no ponto crucial que você tem que tomar a decisão que de qualquer forma eu saio vencendo. Olha só que interessante. Eu digo assim, a trans tem que ter direito ao porte de arma pra ela poder defender a vida dela. Certo? Se você diz não, nós não queremos arma.

Eu tô dizendo assim, ué, mas você então tá diminuindo a capacidade da trans se proteger. Né? Que pra mim é um argumento positivo. Se você quer se proteger, você tem que ter acesso à sua arma de fogo. Eu tenho armas de fogo pra me proteger. Todas elas. Se você diz, sim, eu quero ter arma de fogo...

Você está dizendo o quê? Então, armas de fogo são a solução para a proteção do indivíduo. E aí o Saib vencendo da mesma forma. Então, veja, óbvio, esse projeto não tem a menor chance de ser aprovado em lugar nenhum. Mas rapidinho a Erika Hilton já foi contra. Não deu um dia. A Erika Hilton já falou, eu sou contra esse projeto de lei. Ué, Erika, mas você não está defendendo a população trans? A população trans tem que se defender. A Erika Hilton é contra.

Olha que interessante. Então, pra mim, esse é o projeto, é como o projeto para desarmar a segurança do Lula. Também um projeto de minha autoria. Se o Lula é tão contra a arma de fogo, a segurança dele não pode usar arma de fogo. Tem que usar stilingue, spray de pimenta, pedra.

Qualquer coisa, menos arma de fogo. Mas é justamente, é para mostrar a hipocrisia do sistema. É claro, é óbvio que se uma população está sendo perseguida, ela tem que ter acesso à arma de fogo para se defender. É óbvio. Eu considero que o acesso à arma de fogo é um direito fundamental do cidadão, porque é o acesso ao direito de defesa da vida. Sem arma de fogo, como é que você vai se defender contra o seu opressor?

Como? Com gritos, bandeiras, cartazes, protestos? Não funciona. A verdadeira proteção vem da capacidade de neutralizar a sua ameaça. Então, pra mim, esse é um grande marco. É um projeto fantástico. Que é uma pegadinha assim que a esquerda, ela não caiu, meu irmão. Ela se jogou de cabeça. Foi fantástico. Erika Hilton mordeu a isca assim, ó.

Um segundo. Já tava lá falando é, não sei o que, nós somos contra. Tá bom. Eu tentei proteger a população trans. Eu tentei. Eu fiz o melhor possível. Veja.

Eu não quero entrar na pauta LGBT porque não é a pauta do debate. Nem as perguntas. Não, digo, eu sei, mas você citou aqui um monte de publicações e tal. É óbvio. Pô, eu sou católico, sabe? Minha esposa é médica. Eu tenho um milhão de convicções sobre isso.

Não é esse o objeto do debate. Eu tenho as minhas visões que eu compartilho por óbvio. As pessoas que votam em mim têm que saber como eu penso. Então, se você não concorda comigo, é só não votar em mim. Se você não quer que eu te represente, é só não votar em mim. Não tem problema nenhum.

No estado de São Paulo tem, em 2022, 72.156 pessoas disseram, eu quero que o Paulo me represente na Câmara dos Deputados. Esse ano tem eleição. Se você quiser que eu te represente, estarei lá. Eu estou à disposição. Eis-me aqui. Se você não quiser, não tem problema. É só não votar em mim, votar em outra pessoa.

Eu acredito que a gente tem que ter liberdade para defender todos os nossos pensamentos, todas as nossas crenças e que arma de fogo sim serve para defender a vida. Prove-me o contrário. Obrigado.

Michel, 3 minutos. Eu amo político, porque político usa truque retórico pra caralho, mas não responde porra nenhuma, tá ligado? O cara me cria um trabalho legislativo sem finalidade, apenas de caráter eleitoreiro, pra gerar uma lacração. Entende que eu estou fazendo uma pergunta, em que eu estou contextualizando até chegar a pergunta, dizendo que não quer entrar na pauta LGBT.

Meu amigo, eu sei que o senhor já tem uma idade próxima da minha, talvez. Eu tenho 39 anos. Eu estou chegando aos 50. Então, assim, quando eu faço uma pergunta, qual percentual dessa população conseguiria ter arma? Não obtive resposta. De que maneira tais armas... Você quer que eu responda o quê? Eu não sei. Então, é um projeto merda, né? Não. É um projeto merda? Não, é um projeto ótimo. Ele cumpriu com o objetivo dele. Então, assim, ó.

Veja, a gente pagou o cara, o cara que ganha 50 mil por mês praticamente, pra ficar lá, gerando projeto de lei que ele sabe que não vai passar, pra gerar lacrezinho pra direita. Tu assumiu aqui. Aí ele diz assim, ah, não quero entrar na pauta LGBT. Eu literalmente dei a contextualização de por que eu faria a pergunta.

E aí, questionei, você é uma população que está vulnerável, está na prostituição e tal, e tu quer dar arma para elas? Legal. Qual parcela hoje conseguiria ter armas? Então, o que eu queria que o deputado respondesse? Qual foi o estudo que ele fez para fazer essa proposta e ver, olha, essa parcela que sofre violência, essa seria a parcela que conseguiria acesso a armas? Ele não fez porque o intuito...

do projeto era só lacrezinho. Quando eu perguntei qual o projeto que o deputado apresentou para melhorar condições de vulnerabilidade em relação à segurança, o tema não é segurança pública, essas pessoas estão em situação de vulnerabilidade. Qual o projeto?

Não tem. Por quê? Porque o projeto de lei só tinha caráter lacrador. Aí o cara me vem e diz assim, a esquerda é lacradora, a Erika Hilton caiu de boca no negócio. Eu vou lá, leio o projeto do cara, entendo que o cara é um deputado, foi eleito com voto pra caralho pra fazer trollagem na Câmara. É isso que a gente tá pagando, um troll, tá ligado? Conforto pro seu dia-a-dia e atitude pro seu estilo. Encontre o tênis que acompanha o seu passo agora no Epnet Shoes.

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Não é, é tréplica, né? Não, é. Ela fez a pergunta, eu respondi. Ah, a tréplica é dela. Beleza, beleza. Você respondeu e ela teve a... Mas se quiser fazer outra pergunta nesse sentido, vamos lá. A gente está indo para a quarta pergunta. Quarta pergunta. Vamos lá. Pode ir.

Rapidamente, pessoal, só para colocar no contexto, a minha produção legislativa de 2024 equivale a 22,9 vezes a produção legislativa do Boulos, a 5,6 vezes a produção legislativa da Samia. E comparando aqui com a Erika Hilton, eu apresentei 4.079 propostas legislativas, a Erika Hilton apresentou 467. Então assim, ela pegou...

Um projeto de lei que obviamente alcançou o objetivo, porque o objetivo legislativo não é só produzir leis, mas também é mudar a sociedade, alcançou o objeto e aqui veio criticar toda a minha produção, que é muito vasta. Obviamente não teria tempo para ler a minha produção legislativa em várias e várias horas de podcast, mas vamos à pergunta.

Minha pergunta é simples. Você é a favor da criação das polícias municipais? Já estão presentes na PEC da Segurança Pública e é uma pauta muito interessante, muito importante para a segurança pública nos municípios. Cinco minutos, Michel.

Depende da estruturação que se fizer isso, porque se a gente não tiver recursos que sejam repassados para os estados e municípios que possam...

suportar uma nova organização policial, não faria sentido simplesmente criar o órgão que volta lá na tua pergunta anterior sobre orçamento e tal, e não ter orçamento suficiente para isso, né? Então eu acho que toda vez que a gente vai trabalhar...

na repressão do crime, e a gente tem o orçamento para tal, se nós pudermos expandir as forças, o policiamento ostensivo, ter mais viaturas na rua, ter um número de policiais mais preparados, cursos de formação com melhor qualidade, eu acredito que sim, pode ser algo útil desde que haja orçamento para tal. Obviamente a gente precisa, e aí claro, é onde entra a atividade do deputado,

ter esses projetos de lei que alteram os dispositivos atuais, de como a polícia funciona, de como a polícia é distribuída.

Acredito que é uma solução 100% eficaz para todos os problemas de segurança pública que nós temos? Não. A gente vê quando as GCMs passaram a ter um poder de polícia um pouco maior. Agora eles dizem que eles têm o poder de polícia. A maior ilisagem como polícia, inclusive, no meu município acontece assim. Qual que é o seu município? Porto Alegre.

Quando a gente tem os GCMs agindo dessa maneira, a gente vê muito despreparo do GCM, porque o GCM, inclusive, não passa pela mesma formação de um policial militar, e a gente já tem hoje a formação do policial militar falha. Então, pode ser um projeto que possa apresentar um grau de sucesso bacana? Pode.

Precisa ter uma formação adequada? Precisa. O meu curso na polícia militar foi de seis meses. Saiu muita gente despreparada do curso, saiu muita gente cometendo os maiores absurdos na rua, gente que foi, inclusive, expulsa da polícia no primeiro ano por causa dos absurdos que cometia pela falta de preparo. E não precisamos nem ir muito longe do que é a falta de preparo.

Nós tivemos agora, essa semana, o caso da policial aqui de São Paulo, que o policial bateu a viatura em duas pessoas passando na rua, xingou essas pessoas por não estarem andando no local adequado, a policial desce, recém-formada, sem câmera corporal, há ali uma possível vias de fato, apesar de que da forma que está descrito, parece que não houve da forma que a policial descreveu, e a policial vai e atira no peito de uma mãe de quatro filhos e mata.

Por que eu estou citando esse exemplo? Porque isso é um exemplo de falta de preparo. Eu acho que cursos de polícia militar têm que ser mais longos, eles têm que ter uma duração maior, tem que haver um orçamento melhor para isso. O Rio Grande do Sul tem menos de 50% da força policial que deveria ter, não sei qual é a realidade de São Paulo. Quando eu entrei, o número de policiais esperado para o estado era 48 mil e nós tínhamos 22 mil.

Então, faz sentido ter um projeto que aumente polícias a nível municipal? Faz. A gente não tem hoje nem orçamento, nem preparo para as polícias estaduais. Então, talvez, numa visão um pouco mais pragmática, eu penso, vamos corrigir a polícia estadual primeiro, garantir que a polícia estadual esteja funcionando direitinho, bem alinhadinha, com bastante preparo, com recurso, com tudo que precisa para...

trabalhar na repressão do crime, e aí depois nós podemos pensar em forças que vão auxiliar na segurança pública a nível municipal. Você tem três minutos, Paulo.

É que a Polícia Municipal, veja, a PEC não cria a Polícia Municipal, ela possibilita a criação. Então, ela passa a existir no 144, no CAPT, mas assim como as GCMs, elas são de criação do município. E aí tem uma questão interessante que você falou do recurso, mas o recurso é municipal, ele não é estadual. São cofres diferentes. Então, mesmo que a gente quisesse, a gente não poderia utilizar o dinheiro do município.

para melhorar a polícia militar. É o dinheiro do município em si. É por isso que é um modelo que funciona também no estado de São Paulo. Que a gente tem guardas aqui que o GCM ganha melhor do que delegado de polícia. São remunerações muito boas, treinamentos muito... Um treinamento muito bom, equipamentos fantásticos. Por quê? Porque é dinheiro do município. E por que eu sou 100% a favor da polícia municipal? Porque é uma questão de descentralização. E tem a ver também com a minha próxima pergunta.

Quanto mais você descentraliza a segurança pública, mais próximo do usuário final você está e, portanto, você presta um serviço de mais qualidade. Quando a gente fala, na visão do governo federal, no texto original dessa PEC, era centralização de poder no governo federal. Quem manda na segurança pública é a União. Os estados têm que obedecer, os municípios têm que obedecer. Quando é justamente o contrário, o raciocínio é descentralizar. Quem tem que mandar na segurança pública é o município.

Tem que ser auxiliado pelo Estado e auxiliado pela União. Porque quem conhece o munícipe, quem conhece a realidade do município, é aquele cidadão. Você foi policial militar no Estado do Rio Grande do Sul. Em qualquer lugar do Estado do Rio Grande do Sul.

Você poderia trabalhar em qualquer lugar. É diferente do guarda civil metropolitano, futuro policial municipal, que trabalha naquele município obrigatoriamente, porque ele é guarda daquele município, policial daquele município. Então, acredito que sim, a descentralização é muito importante para a segurança pública no Brasil. Essa tendência é contrária à vontade do governo federal.

Michel, antes da quarta pergunta sua, a gente tá com quase 5 mil pessoas ao vivo. Vamos continuar dando like aí. Tenho a galera acompanhando pela Twitch também. Mandar um abraço, pessoal, do Spotify. Dois minutos aí pra você fazer a sua... Nossa, no Spotify também.

Spotify é tudo. Três irmãos está infectando tudo. Isso é importante. Há pouco tempo a gente estava em segundo lugar como mais ouvido na nossa categoria do Spotify. O Spotify não tem vídeo, é só áudio. Tem vídeo e áudio. Tem vídeo e áudio. No áudio já estava em segundo lugar da nossa categoria. Todos os episódios da Michelle estão no Spotify. Com vídeo e áudio. A gente nem lembra de agradecer a galera do Spotify. A gente está bem lá. Pegando medalha já. Quarta pergunta. Dois minutos.

Legal porque eu vou falar de atividade legislativa do deputado e que não é crítica à atividade legislativa, olha só. Nos últimos anos, vemos uma crescente no número de grupos extremistas presentes em plataformas, como o Discord, TelegramX e até em jogos cujo público majoritário é infantil, como Roblox. Considerando o princípio da prevenção e repressão do crime, sabemos que o nobre deputado defende muito punitividade, aumento de pena e tal. No entanto, a prevenção fica sempre em segundo plano e acaba não sendo discutido por membros do seu lado político. Então, vamos lá.

Como exemplo de violência nesses grupos, tem o assassinato de Sapopemba, em que um extremista do Discord pegou a arma do pai e deu um tiro na nuca de uma menina para se sentir poderoso. O massacre de Aracruz por um menor de idade que pegou as duas armas do pai e matou quatro pessoas e feriu doze. E o assassinato, o esquartejamento em Hortolândia da menina Nicole Pogeri, de 15 anos, por extremistas de rede social.

O PL 4746, do qual o deputado é autor, trata da infiltração de agentes de segurança pública nesses ambientes para combater o tráfico e a exploração sexual de crianças e adolescentes. Viu como não falo sua mão? Considerando que as redes sociais Telegram e Discord continuam tendo crimes de zoossadismo, zoofilia, pedro, estupro, automutilação, incentivo ao suicídio...

Não vejo movimento do deputado em buscar o banimento dos endereços físicos das máquinas, bem como a punição das plataformas por permitirem discurso nazi, machista, racista, LGBTfóbico, dentre outros, que viram no fim a violência, ao fim desse processo. Qual é o plano de curto, médio e longo prazo do deputado para resolver essa epidemia de violência organizada e planejada nessas plataformas? Cinco minutos, Paulo.

Viu que eu li o teu projeto? Só pra... Eu li o teu projeto, tá? Muito bom. Ele é muito bom. Tudo que eu faço é muito bom. Cinco minutos pra dar uma resposta muito boa. Menos a trollagem. Não, tudo funciona. Tudo funciona. Tudo funciona. Quando você trabalha muito, dá tempo de fazer a trollagem também.

Pessoal, esse projeto, você citou o número dele, é o? 4746. 4746. Então, por que eu perguntei o número? Porque ele não é o projeto principal. Uma das estratégias que a gente utiliza...

é de protocolar o mesmo texto dentro de projetos diferentes, para que a gente possa vencer em diferentes etapas. Toda vez que um projeto chega em uma comissão, o relator daquele projeto tem a oportunidade de trocar o texto.

Então, eu já troquei vários textos merda da esquerda por textos maravilhosos, só para poder avançar o meu projeto dentro da Câmara. É essa a vantagem de ser o relator. Por isso que é tão importante ser relator. E, novamente aqui, falando da minha produção legislativa, veja, eu relatei em 2024 65 projetos. A Erika Hilton relatou 13. O Boulos relatou 7. Por que isso é importante?

Porque eu sozinho relatei mais projetos do que todos esses caras somados. Ou seja, eu estou avançando todos os meus textos muito além daquilo que eu faço sozinho. Eu coloco também dentro do texto dos outros. Esse projeto sobre infiltração, ele está dentro do 2646. O 2646 é...

O ouro, o 2646, é o projetaço, é a reforma do sistema penal brasileiro. Eu amo esse projeto. Eu não consigo dizer aqui para vocês a quantidade de horas que foi investido nesse projeto.

Foi meses de trabalho. Eu não sei quantas vezes a gente almoçou em cima desse projeto, de tão importante que ele é, de tantas pessoas que participaram dele, de tantos setores produtivos que participaram dele. É um projeto maravilhoso. E ele só é viabilizado pela PEC da Segurança Pública, que altera os parâmetros constitucionais do que a gente pode fazer para punir o criminoso.

A infiltração é muito importante e a forma como ela é feita no 4746 e no 2646 é muito importante porque ela permite inclusive a infiltração de agentes estrangeiros que não era permitido no Brasil. Então, você deve ter assistido o Sound of Freedom, o filme sobre o resgate das crianças. É um filme... Vocês assistiram?

É um filme muito bom, fala sobre exploração sexual de crianças. E eu esqueci o nome do cara, mano. Eu conheci ele pessoalmente. Depois eu olho aqui e lembro. Então, o que ele permite? Que ocorra essa infiltração virtual e que a gente faça parcerias.

com agentes policiais estrangeiros para que eles venham para o Brasil para se infiltrar nessas organizações criminosas de sequestro e exploração sexual de crianças para prender os criminosos que estão fazendo. Porque quando eu fiz a CPI do Marajó, da ilha de Marajó, a esquerda não assinou. O PT não assinou minha CPI. Eu tinha as assinaturas suficientes, mas ela não foi instalada.

Justamente porque o crime virtual existe, mas ele se materializa em diversas formas diferentes. Todo sequestro de criança que sai do Brasil para ser explorada sexualmente no estrangeiro começa online.

Vocês devem ter acessado os Epstein Files. Tudo ali começa online. A gente precisa dessa infiltração. Então as plataformas são sim um meio. Eu não acho que punir as plataformas em si seja a melhor solução. Porque, novamente, a internet é tão rápida. A criação de novas plataformas, de novos meios. A gente tem que pegar o criminoso.

Então, destruir a plataforma não vai impedir que amanhã surja uma nova para continuar o mesmo tipo de conduta. Obrigado.

Três minutos, Michel. A pergunta tinha dois pontos. O primeiro ponto era sobre o banimento dos endereços físicos das máquinas das pessoas. Então, uma vez identificado o criminoso, o meu celular tem um endereço físico, o seu tem outro. Esse aqui tem outro, como se fosse o nosso CPF de cada aparelho. Uma vez ele bloqueado, você precisa de um novo aparelho.

E esses caras não têm tantos recursos financeiros para que, uma vez banidos, continuarem comprando vários. Eu, como sou gestora de tecnologia da informação, entendo que o banimento físico de aparelhos é um primeiro movimento para que a gente possa, então, dificultar o acesso às plataformas. Não é possível mascarar esse endereço físico? Não, endereço físico não.

Endereço físico é endereço físico. É físico. É do hardware do teu aparelho. Ele não é o Mac. É hardware. É hardware. Qual que é a... No nosso aparelho é, por exemplo, o e-mail. Na placa de rede é o Mac Address. Então, não. Tu pode até usar outros recursos, mas não é tão simples de fazer isso.

Eu pausei aqui para você ver. Eu vi, eu vi. Então, assim, eu não vejo isso, tanto da esquerda quanto da direita, está nenhum projeto neste sentido. Não, excelente. De fazer o banimento dos endereços físicos. Uma outra coisa que eu perguntei sobre os planos de curto, médio e longo prazo, porque a gente tem hoje, por exemplo, o leitão do discorte que foi preso lá, que era o nome que ele utilizava.

O cara tinha lives de mil pessoas cometendo violência contra animais, matou mais de 100 animais num período muito curto. Os assassinos da Nicole Pogeri, dois menores de idade, combinaram no Discord e foram dessensibilizados no Discord em como fazer isso. O Discord não comunica para as autoridades policiais.

quando essas coisas estão acontecendo lá. Então eu entendo que o discórdia ao se omitir de informar a autoridade policial quanto a crimes que estão ocorrendo na sua plataforma, deve sim ser responsabilizado. Assim como o Telegram. Se a gente tiver o Instagram permitindo...

que a gente deixe ali no Brasil, sei lá, pensa aí uma organização criminosa internacional, começar a combinar seus crimes ali no Instagram, a gente vai querer que essa organização criminosa seja punida. E olha o mais interessante, como eu me infiltrei no Discord para fazer essas denúncias, levei para a Delegacia de Intolerância, nós temos uma lei que define o que seriam as organizações criminosas. E as características são quatro ou mais pessoas,

Esses grupos de Discord chegam a ter 3.500 participantes, na sua maioria menores de idade, na casa dos 14 anos. Estruturalmente organizado, com divisão de tarefas, tem até cargo dentro do Discord. Eles têm que obter vantagem direta ou indireta, então quando eles exploram as meninas para depois vender conteúdo de pedofilia, eles fazem isso.

E práticas com penas máximas superiores a 4 anos. Incitação suicídio, estupro, uma série de crimes que ocorrem lá dentro, venda de pornografia infantil, tudo caracteriza como crime organizado. Mas a gente nunca discute ou discorde como crime organizado. Caraca. Paulo, sua última pergunta. Depois a gente vai ler os Superchats. Vamos lá então. Essa é boa.

Dentro do espírito da descentralização, eu sou a favor de uma mudança radical na nossa forma de federação. Então, hoje a gente tem uma federação centrífuga, em que o recurso e a força legislativa está concentrada na União. Então, hoje, o maior PIB do Brasil é o Estado de São Paulo, o segundo maior PIB do Brasil é a União, o terceiro maior PIB do Brasil é a cidade de São Paulo.

Sendo que de cada R$100 que o Estado de São Paulo envia para a União, somente R$10 retornam como investimento. E em outros estados, como no Maranhão, no Nordeste, no Tocantins, eu acredito que é o Maranhão que envia R$100 e recebe R$110 de volta de investimento. Então essa escravidão do Estado de São Paulo é muito prejudicial do ponto de vista...

econômico e do ponto de vista legislativo ainda mais, porque nós estamos subrepresentados. Pela população do Estado de São Paulo a gente tinha que ter 142 deputados federais, temos 70. Enquanto estados que deveriam ter dois, tem nove. Então eu sou a favor dessa alteração e eu sou a favor da descentralização legislativa. Que cada estado possa legislar sobre os seus interesses, permitindo a migração dentro do Brasil para o estado que mais lhe interessa. Você é a favor do Brasil. E aí

da descentralização da capacidade legislativa dos estados. E se, por exemplo, no Rio Grande do Sul, você não concordasse com a legislação do estado do Rio Grande do Sul nesse cenário, você não gostaria de ter a liberdade de ir morar na Bahia ou em outro estado cuja legislação é mais de acordo com o seu perfil ideológico?

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Da forma que foi apresentada essa descentralização, a gente esquece que a gente é uma federação, a República Federativa do Brasil, e a gente esquece que sim, o governo tem que arrecadar um montante e atender as necessidades a todos os estados que fazem parte da federação. São Paulo, devido à forma como o Brasil se desenvolveu, é um estado que tem... E aí

a maior população do Brasil. A gente tem só na cidade de São Paulo em torno de 12, 13 milhões de habitantes, que isso é um número equivalente ao estado do Rio Grande do Sul inteiro. O estado de São Paulo tem em torno de 40 e poucos milhões de habitantes. Então faz total sentido que um estado cujo volume populacional seja muito maior, que haja uma concentração de grandes empresas aqui,

Porque inclusive até a empresa para a qual eu trabalho tem escritório aqui, todas que eu trabalhei tiveram escritório aqui e tem até hoje, né? Que ele arrecade mais. Quando a gente pensa na distribuição de recursos, né? E pensar, nossa, mas São Paulo arrecada muito mais e distribui muito menos. E recebe muito menos. De uma maneira imediatista de analisar, realmente faz total sentido. Se São Paulo arrecada tanto, a gente deveria trazer tanto para São Paulo.

Só que outros estados que não recebem tanto poderiam, no seu modelo, gerar justamente o que a gente imagina acontecer. Um estado que recebe menos recursos, que passa a ter menos infraestrutura, que passa a ter menos segurança, que passa a ter menos representação legislativa, vai gerar uma evasão desse estado para locais onde esses recursos estejam mais alocados.

Se São Paulo já é um estado super populoso, já é um estado que nós temos uma grande população de rua, já é um estado que nós temos altíssimos preços de moradia, de alimentação, de transporte, inclusive, antes eu vim para cá, fui passar num serviço aí e paguei três vezes mais caro que eu pagaria no Rio Grande do Sul, só para constar. Quanto mais pessoas vierem para cá, a gente não tem para onde expandir muito São Paulo.

Não tem para onde ir. Então, imagina, vamos tirar menos do Alagoas, vamos tirar mais do Alagoas, vamos botar mais para São Paulo, vamos tirar mais de Belém, vamos botar mais para São Paulo, dada a arrecadação. Isso geraria evasão desses estados e traria essa população para grandes centros.

O que já acontece hoje, as pessoas já se evadem de outros estados para cá. Então a União tem que trabalhar com os recursos que tem e distribuir de acordo com a necessidade de cada estado. Nem todo estado tem necessidades iguais. E a arrecadação de São Paulo, sendo extremamente larga como é...

ela tem a capacidade de alimentar outros estados. A população brasileira trabalha em São Paulo, assim como trabalha no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, e os estados do Norte e Nordeste trabalham nessas regiões. Então, assim, eu não...

não iria aderir a um projeto deste porte, a menos que nós estivéssemos transformando São Paulo em um país por si só, onde sua arrecadação é exclusiva para os seus recursos. Enquanto nós estivermos trabalhando com a República Federativa do Brasil, enquanto nós estivermos trabalhando com uma nação de dimensões continentais que tem...

27 estados ali, e que a gente precisa, então, ter recursos para todos esses estados, o Rio Grande do Sul também recebe menos do que paga de imposto, do que manda para a União. Nem por isso eu vou querer que outros estados da federação não recebam esse recurso. Então, na minha visão, não.

Eu entendo que o recurso tem que ser distribuído de acordo com a necessidade regional e cabe ao governo, inclusive, trabalhar as questões de desigualdade nessas regiões para que essas regiões se desenvolvam, se industrializem e possam gerar riqueza.

Não nos níveis de São Paulo, porque São Paulo também tem esse número absurdo. Eu não quero que todos os estados tenham 40 milhões de habitantes, mas que gerem arrecadação proporcional ao seu número de habitantes. Mas isso passa por industrialização, inovação e melhora das condições de vida e de trabalho dessas regiões.

Pergunta foi boa, mas a resposta também foi foda, né, velho? Aguenta rápido. E tu tá aí, ó, no celular, ó. Ah, o que eu faço? O que eu faço? O que eu faço? É só uma tabelinha da densidade. Tá, tá bom. Então vamos lá. Veja, por que é importante a descentralização?

Porque você permite que os estados tenham mais liberdade legislativa. E que por serem descentralizados tem mais legitimidade. Então eu tenho certeza absoluta que a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo tem maior capacidade de legislar sobre aquilo que é importante para o paulista do que Brasília. Justamente pela sub-representação. Se na Câmara Federal a gente tivesse uma representação verdadeira dos estados, aí a gente teria capacidade de realmente deixar claro aquilo que é necessário. Você não tem o direito de escravizar o Estado de São Paulo.

Nós não temos que pagar o Bolsa Família do Maranhão. Não é nossa obrigação. A nossa obrigação é pagar impostos relacionados com o nosso trabalho, com o estado em que a gente vive. Essa visão do brasileiro, do resto do país. Ah não, São Paulo é grande. São Paulo tem a obrigação de sustentar os outros estados. Nós não temos.

O Estado de São Paulo não tem a obrigação de sustentar ninguém. O Estado de São Paulo tem a obrigação de fazer aquilo que é melhor para o paulista. Você falou assim, ah, se o Brasil não fosse uma federação. O Brasil é uma federação da mesma forma que os Estados Unidos. Isso é outra forma de federação. Em que nos Estados Unidos um Estado fica com lei merda, fica de frescura, o pessoal vai embora. Deixa o Estado, como está acontecendo na Califórnia. E é ótimo, porque gera competitividade entre os Estados.

Ah, a sua lei trabalhista é ruim? Eu vou ali, vou pro outro. Melhor a sua lei trabalhista, depois eu volto pra cá. Você tá cobrando muito imposto? Foda-se, eu vou embora do seu estado. Eu vou pro estado que cobra menos imposto. O seu estado não permite que eu tenha armas? Foda-se, eu vou embora pro Texas, porque lá eu posso ter armas. Isso é maravilhoso. No Brasil a gente não tem essa liberdade. Nós não temos liberdade de escolher o estado que a gente quer morar baseado na legislação daquele estado. Isso é um absurdo.

A densidade populacional, acho que você confundiu um pouco a cidade de São Paulo com o Estado. Nós somos o terceiro Estado do Brasil com a maior densidade populacional. A frente está ainda Distrito Federal e Rio de Janeiro. Então o Estado de São Paulo ainda tem muito para crescer e se Deus quiser a gente não vai precisar ficar sustentando o Bolsa Família dos outros no futuro.

Você quer viver de Bolsa Família, meu irmão, você quer ter um Estado que não deveria nem existir, então você que pague a conta. Esse é o meu argumento principal. Se o seu Estado não dá conta de existir politicamente, de ter uma estrutura administrativa, ele não tem que existir. Se o seu município só serve para ter funcionário público da prefeitura, ele não tem que existir. Ele está roubando dinheiro do povo sem motivo nenhum, sem trazer nada de volta.

E essa é a realidade de 90% dos municípios do Norte e do Nordeste. Obrigado. Só para constar que eu respondi essa pergunta, mesmo o tema dela não sendo segurança pública. Não, era a liberdade legislativa da segurança pública. Mas o tema foi imposto. Não, liberdade legislativa da segurança pública.

Michele, sua última pergunta, dois minutos. O deputado Paulo, enquanto relator do PL 6191 de 2016, deu parecer desfavorável na SECOM sobre a publicidade de cunho misógino, um projeto da Erika Kokay, sexista, que estimulava a violência. Como objetivo central, está o PL dizia de proibir a veiculação de publicidade em qualquer meio que contribua para expor, divulgar ou estimular a violência sexual ou estupro. E aí a consultinha básica.

Consideramos que no atual momento há um movimento da sua ala para mais uma vez barrar outra lei que busca tratar os casos de misoginia. Ou seja, não seria a primeira vez que isso aconteceria na Câmara, né? Me parece interessante tal postura, visto que o parlamentar passou por uma situação dentro da Polícia Militar, onde no compartilhamento de uma mensagem de um curso onde dava aula...

Isso gerou um processo seu na Polícia Civil que levou para a recomendação da sua demissão, faltando apenas a assinatura do governador do Estado. Essa postagem dizia o seguinte, o concurseiro estuda com material pouco profundo, sem clareza, não faz questões da banca, ou seja, com retaguarda de conhecimento, sem retaguarda de conhecimento que aguente profundidade, com que a banca introduz os diversos conteúdos e não precisamos. E não precisamos.

e diversas posições doutrinárias. E aí a situação fica preta. Na imagem era um grupo de homens pretos carregando uma mulher no ombro para um ambiente privado, longe de onde pudesse pedir ajuda. O Ministério Público de São Paulo solicitou a investigação de apologia ao racismo e ao estupro e tanto o deputado quanto os representantes da escola fizeram um acordo de não persecução penal que já foi cumprido. Dito isso, questiono por quê.

a postura do deputado em não combater a misoginia e ser apenas um reflexo da sua postura anterior dessa postagem que foi compartilhada no seu perfil, sendo então punido por fazer tal apologia. A defesa da misoginia é mais importante ao deputado do que a proteção da mulher?

Então, olha só, aqui a gente está num ponto muito complicado, porque dentro da sua pergunta tem uma série de erros. A minha sugestão... Calma, calma, antes do meu tempo.

A minha sugestão pra gente poder resolver isso é o seguinte. Eu vou fazer alguns questionamentos sobre a pergunta sem tempo. Ela responde esses questionamentos só pra gente partir do ponto correto. Senão eu vou gastar todo o tempo que eu poderia estar falando sobre o PL da misoginia explicando tudo que ela errou na pergunta. Entende?

Você concorda comigo? Eu acho que o seu tempo é para você explicar a pergunta dela. Mas se ela concordar... Mas veja, senão o debate não funciona, porque ela faz uma pergunta com um monte de informações incorretas e ao invés de responder, eu vou ficar respondendo. Olha, então, não é um processo administrativo por causa de curso de tiro. Nesse processo de... Não fiz acordo de não preciso. Você falou, tá gravando? Só para a gente concluir aqui.

Você concorda se é de perguntar se é pontuar? Outro ponto é que você tem 5 minutos. Você pode sair e dizer e falar assim, isso aqui é mentira. Isso aqui é mentira e isso aqui é falso. E lembrando que da outra vez você falou que estava com problemas na pergunta, ela pegou, mostrou a matéria, você ligou para o seu assessor e falou, realmente a gente mandou lá. Isso, eu esclareci qual era o ponto. Veja, é que assim, ela fez uma pergunta baseada em notícias.

Notícia não é fonte. Você foi atrás do processo administrativo? Não, porque eu não tenho acesso de todos eles. Exato. Entendeu? Então assim, notícia, meu irmão, é mentira em cima de mentira. Pode ser isso, é uma resposta. Depois ela vai ter 3 minutos para qualquer coisa. Não, é que daí eu não faço pergunta, né? É que aí eu posso fazer uma pergunta para ela que cheia de mentira, ela vai ter que passar os 5 minutos se fazendo. Entendeu? É contraproducente.

E aí, Michel, eu acho que nos 5 minutos aí você consegue. Eu posso perguntar para você? Quanto tempo você acha que precisa a mais? Dois minutos? A mais? Se o Michel concordar. Só para constar, tá? Eu vou dar aqui, ó. Tá aqui. Então, Metrópolis. O Metrópolis que eu já processei 3 vezes por causa disso. Então tá lá. Você entende? Tá lá a notícia. Não, mas você entende? Mas tá lá a notícia?

Ah, então se está lá é verdade. Não, não, não. Ótimo. Então você tem que admitir que pode ser uma reportagem mentirosa e que, portanto, a sua pergunta está fechada. Mas tu compartilhou... Eu tinha que pedir uma retratação do Metrópole para colocar lá. Para isso eu preciso gastar dinheiro com advogado. Tu compartilhou ou não a imagem do curso?

Dos caras carregando a mulher. Sim ou não? Simples. Não, não é isso. Tu compartilhou ou não? Não é isso. Você está misturando elementos completamente diferentes dentro de uma pergunta. E eu não estou falando do clube do tiro, tá? Eu nem sei ter algo de tiro. Então, mas você falou, na sua pergunta você falou, volta o vídeo e você vai ver. Porque eu falei clube de tiro? Falou. Tá bom.

Ela leu a pergunta dela até escrita ali. Tá tudo bem, meu irmão. Eu não falei clube de tira, mas tudo bem. De um curso que tu dava aula. Bom, vamos só pra gente seguir. Só pra gente seguir, Paulo. Então tá bom, foda-se. Cinco minutos. Cinco minutos. Você pode pontuar que não foi bem colocado. Eu vou gastar cinco minutos dizendo que ela errou em todos os pontos da pergunta dela. Pode ser. Mas é o bacana. Entendeu? Aí o debate não acontece.

Não, mas se você usar os 5 minutos pra você explicar os erros dela... Não tem debate. A audiência tá vendo aqui e você vai justificar que ela é ouro. Mas não é esse o objetivo. Eu não vim pra cá pra isso. Eu vim aqui pra debater e eu não vou poder debater porque eu tenho que ficar 5 minutos corrigindo uma pergunta errada. Tá. Tudo bem, põe aí o tempo. Vamos lá? Então vamos lá. Michelle está se referindo a um processo administrativo instaurado na Polícia Civil.

A pedido do Ministério Público. Por uma postagem realizada pelo curso Estratégia Concursos. Compartilhada no meu Instagram. Compartilhada no meu Instagram. A postagem era um meme. O ano, eu acho que é 2018. E o meme todos vocês conhecem. O meme que está a menina e um monte de cara atrás dela. Você conhece.

Você conhece. Se eu mostrar aqui. Não tenho lembrados, mas... Isso é 2018. Era um meme que fazia referência à Banca CESP. Eu não fiz acordo de não perseguição penal nenhum. Eu nunca fui ouvido nesse processo do Ministério Público. Eu nunca fui parte nesse processo. Quem foi parte foi Estratégia Concursos. O Estratégia Concursos assumiu responsabilidade pelo meme. Eu não tenho nada a ver com isso.

Nunca foi punido por isso O processo administrativo da polícia civil Como ela falou aqui Ah, só faltava assinatura do governador para demitir É mentira Para quem não conhece processo administrativo Ele tem uma fase que ocorre interna dentro da polícia civil

Uma fase que acontece no gabinete do governador do estado. Por quê? Porque eu sou delegado de polícia. O único cara que pode me demitir é o governador do estado. Para isso ele tem que acionar a corrigidoria dele lá. Eu esqueci o nome.

É procuradoria do Estado. É um processo super longo. Demitir um delegado de polícia não é uma coisa fácil. Todo mundo sabe que eu sofri muita perseguição na polícia civil. Meu primeiro processo administrativo foi em 2018, porque eu compartilhei uma foto de casamento com a minha primeira esposa com uma arma de fogo e o destintivo. Meu Deus do céu, que absurdo.

E isso aí também, processo administrativo para demissão. Eu fui processado administrativamente pela Polícia Civil porque eu postei memes sobre STF, Alexandre de Moraes. Porque eu postei memes sobre o Lula. Sabia? Sabia que eu fui processado administrativamente pela Polícia Civil sendo deputado federal?

Olha que legal. Eu, deputado federal, na tribuna faço um discurso e aí instaura-se um processo administrativo sobre a minha fala. E a minha resposta para o processo administrativo foi o artigo 53 da Constituição Federal. Porra, eu tenho imunidade, tenho que respeitar. Então, assim, aqui a introdução, toda a pergunta da Michelle está absolutamente baseada no Metrópolis. Uau!

O Metrópolis agora é fonte de informações administrativas sobre a Polícia Civil do Estado de São Paulo. Eu não vou mais consultar a Polícia Civil. Eu vou ver o Metrópolis para saber o que o Metrópolis falou do Belensky. Porque o Metrópolis que ganhou quantos milhões do Vorcaro?

Trinta e tantos milhões do Vorcaro. O Metrópolis está lá mamando a tetinha da corrupção. Odeia o Paulo Belinsky. Nossa, que chato. Então, assim, eu poderia...

degasto o meu tempo explicando para vocês qual é o problema do PL da misoginia, qual é o problema de você punir de forma criminosa condutas que não são criminosas, condutas que são meras críticas, como tudo isso participa de um grande plano.

De moldar a forma como as pessoas se expressam. De impedir as pessoas de falar e logo de pensar. Porque é assim que funciona em regimes ditatoriais. Primeiro eles te proíbem de falar pra te impedir de pensar. Se você não pode falar sobre uma coisa, você não pode pensar sobre aquilo. Não sei se vocês já refletiram sobre isso. Mas se o Estado diz pra você que você não pode falar que determinada mulher fez uma merda.

Aí você não pode nem pensar que determinada mulher fez uma merda. E aí se você não pode pensar, meu irmão, você não está num Estado livre. Você é escravo do Estado. Mas eu poderia ter falado sobre isso, mas eu tive que gastar meu tempo explicando que o Metrópolis não é fonte. Se você fizer aqui uma busca no Metrópolis, você vai ver várias vezes o Metrópolis falando que eu devia ter sido demitido, que eu fui demitido.

Que eu fui demitido, que eu não sou mais delegado de polícia. Bom, meu irmão, olha lá. De todos os processos administrativos que foram conduzidos contra a minha pessoa, todos, todos foram arquivados. Obrigado.

Três minutos, Michele. É o objetivo, na verdade, com a pergunta e foi recomendação da própria Polícia Civil essa situação, mas se o Metrópolis está errado, processamos o Metrópolis e fazemos ele se corrigir. A Folha de São Paulo também, tá? Também está lá na Folha de São Paulo. É a cópia.

Mas olha que loucura, o meu objetivo era o seguinte, gente, pesquisem qual é a imagem que ele tá falando que é meme, tá? São três homens pretos, a imagem, a fonte dela, original, é um site de rape, é um site de simulação de... E aí aquela imagem, são três homens pretos carregando no ombro uma mulher branca pra dentro do banheiro.

E aí o título da postagem é justamente fazendo essa referência, de que tu não tem a retaguarda preparada, a profundidade adequada. Então veja que não é tão simples um meme. Estão botando uma mulher numa situação vexatória, com três homens, numa situação de vulnerabilidade, e aí a gente passa para o Brasil, para a realidade.

Pouco me importa se a Polícia Civil vai tirar o bilínsito ou não, se ele vai continuar deputado ou não. Isso pouco me importa. Me importa a postagem e a oposição. Enquanto relator na SECOM, há um projeto de lei similar para propagandas e agora há o PL da misoginia. E aí por que que eu...

sou favorável ao PL da misoginia, é porque eu não penso na questão do pensamento. Eu penso na questão de cara que lucra em cima de transformar a mulher na imagem que o Bilinski compartilhou no perfil dele que ele não quis responder. Por isso que eu te perguntei se tu compartilhou ou não, e tu diz ah, não é por aí, mas tu compartilhou, meu querido. 85 mil casos de estupro no ano passado.

A maioria deles cometido contra mulheres e meninas. Mais de 60% com meninas menores de 13 anos. A maioria cometido por pais ou alguém muito próximo da criança. Número absurdo de estupros. E aí a gente vai para os canais da Machosfera. Essa galera que lucra, que ganha a AdSense, que ganha vendendo curso. Foi feito um levantamento e esses canais da Machosfera hoje somam 130 mil vídeos.

23 milhões de inscritos e 4 bilhões de visualizações. Com um conteúdo similar àquela postagem. Que desumaniza a mulher, que transforma a mulher em objeto, que uma mulher que diz não, ela recebe facada até morrer, que uma mulher que de repente não aceita o fim ou o ordenamento lá do seu marido, o tenente coronel, é morta dentro de casa, mesmo tendo uma arma para se defender. Então a minha questão toda aqui...

Não é se o Paulo vai ser demitido ou não, se a polícia disse ou não. Eu estou dizendo que esta postagem levou à existência de notícias desse tipo. Verdadeiras ou não, a postagem existiu. E aí é que vem a parte importante para mim. Se já se opôs em 2016, continuou se opondo em 2026. Simplesmente não mudou.

Boa. Não em 2016, né? 2016 é o projeto, gente. Eu vou... Ó, só uma dica aqui também, vocês que debatem sempre, eu acho que é uma baita oportunidade que vocês perdem, que uma audiência de 5 mil pessoas ao vivo, simultânea, só num canal, mano, avisa, ó, eu vou postar nas minhas redes sociais o pad disso daí, pra quem quiser ver, vai lá no meu Instagram e olha, entendeu? Eu acho que vocês têm que aproveitar essas oportunidades.

também. Assim que eu estiver no aeroporto, todas as referências que estão no meu drive de hoje vai estar tudo no Instagram com link nos stories. É só ir lá e pegar. Tem que fazer, cara. Tem que fazer, porque você vai levar as pessoas prazer de vocês. É algo que eu não vejo de fazer. Poucos fazem e é muito bacana. É que assim, ela não precisava ter feito a pergunta dessa forma. Entendeu?

Eu poderia ter falado da postagem igual? Não, veja. Poderia ter falado da postagem? Calma, olha só. Se o seu objetivo era discutir o PL da misoginia, você podia simplesmente perguntar assim, deputado, por que você votou assim no PL tal? Ou projeto tal? O que eu tô vendo é justamente isso, essa necessidade de...

Sabe, de criar um clima, cara, de dizer, porra, você foi misógino na postagem que você compartilhou, você respondeu o processo de investigação. Eu jamais compartilharia uma mensagem, uma imagem de uma que você compartilhou. Não tem relação uma coisa com a outra.

Mas eu jamais compartilharia. E eu não acho que nenhum aqui compartilharia. Mas beleza. Beleza. E aí você estava lá naquele momento, você tinha um contrato com uma empresa, você mencionou que foi apagado, que a empresa voltou atrás, que fez a NPP, que não sei o quê, que fez a reparação. Não, é isso, entendeu?

Mas eu tô falando da existência da postagem, o conteúdo da machosfera também é apagado. Você tirou completamente o contexto da pergunta. Vamos para o Superchat. O Dom Ferreira vai começar com você. Três minutos. O Dom Ferreira mandou 60 euros aqui de Superchat. Nossa Senhora!

Tem que ler, tem que ler. Não, vai levar o Rolion atrás da pizza, vamos comemorar a noite. Obrigado, viu, Dom? E a gente só na aguinha aqui, energético, hein? Por isso que vai... Ó, exploração do capital aqui. Alemanha, mortes por arma de fogo 0.2 por 100 mil habitantes. Brasil, mortes 15.2 por 100 mil.

Dados de 2023 e 2025. Só 15 no Brasil? 15,2 por 100 mil. 15 por 100 mil. Dados de 2023 e 2025. Considerando que a Alemanha é o país que mais recebe imigrantes em números absolutos, cerca de 17,2 milhões, porque ainda assim é seguro de se viver. Paulo, 3 minutos. Boa, boa. Então vamos lá.

Como é que é o nome do rapaz? Dom Ferreira. Dom Ferreira, muito obrigado pelos seus 60 euros para o podcast Três Irmãos. Tenho certeza absoluta que vai ajudar a trocar o vidro do carro do meu amigo. Para ou para? Vai custar bem mais dos 60 euros. Quebrou? Trincou. Acabou de trincar ali de fora. Por que a Alemanha tem menos criminalidade do que o Brasil? Por que vários países têm sucesso no combate ao crime?

Porque é tudo uma questão econômica. A economia do crime. O que é a economia do crime? É o raciocínio que o criminoso faz para a execução do delito. Vale a pena ou não vale? O que eu ganho e o que eu perco? Na Alemanha, a progressão de regime, salvo engano, é com 10% ou 20%.

Ou seja, você tem que cumprir 90% da pena para progredir de regime, 80% da pena para progredir de regime. No Brasil você cumpre 40% da pena e progride. Então o tempo fechado é o principal. Tem uma pesquisa muito importante do professor Perichiquida, que ele pergunta para os criminosos que estão dentro da cadeia. Ele fala assim, o que faria você parar de delinquir?

Sabe qual que é a resposta? Número 1, pena de morte. Número 2, cumprir...

é prisão perpétua. Número 3, cumprir de cabo a cabo. Ou seja, sem progressão. Então, não adianta nada a gente colocar aqui a pena é 40 anos, a pena é 200 anos. Se o cara vai cumprir 40% daquilo em fechado e depois progrede de regime. Então, a progressão de regime, o tempo que a pessoa necessariamente passa em cana é muito pequeno no Brasil. Nos Estados Unidos tem um monte de delito que o cara fica 15 dias preso.

Por que é importante isso? Porque a pessoa precisa ser privada na liberdade pra entender que ela tá praticando um crime. Nem que seja 15 dias. Se você pegar um primeiro agressor, e aqui tem a ver com a teoria das janelas quebradas, se você pegar um primeiro agressor, colocar o cara 15 dias,

dentro da cadeia privada da liberdade dele tem um impacto gigantesco na próxima vez que ele for pensar sobre a prática de um delito. Então, eu acredito que esse é o principal, é o custo do crime. Então, se você pegar hoje um criminoso brasileiro e explicar para ele qual é a regra do Brasil, qual é a regra da Alemanha, e perguntar para ele, você prefere ser traficante de droga no Brasil ou na Alemanha? Ele vai preferir ser traficante de droga no Brasil.

Você prefere ser ladrão de celular no Brasil ou na Alemanha? No Brasil, porque a chance dele ser pego é pequena, a chance dele ser condenado é pequena, a chance dele ter que cumprir a pena é muito pequena. Então, eu acredito que é sempre a economia do crime. Isso aí é um Nobel da economia de 1996, ou antes eu posso estar falando besteira, mas a gente está falando da teoria econômica do crime, a gente está falando sobre o que realmente precisa ser feito no Brasil. Você está certíssimo com a sua pergunta e com a sua análise.

Michel, três minutos se quiser comentar rapidinho, se alguém quiser pesquisar aí tem um estudo muito legal falando a nível Brasil e tem também novamente, Fórum da Segurança Pública tem material, mas esse eu vou colocar no Instagram raízes históricas da criminalidade no Brasil, desigualdade, violência e identidade, pesquisem esse estudo e vejam o histórico de pós-escravidão que inclusive E aí

explica como se formaram as primeiras facções criminosas no Brasil, antes mesmo de PCC, Comando Vermelho e coisas desse tipo. E eu achei muito interessante que o termo pena de morte só apareceu agora.

E aí eu acho muito bacana que, por exemplo, os Estados Unidos, ele é um país que tem pena de morte há bastante tempo, é regulado a nível Estado a Estado, e um quinto das pessoas que estão no corredor da morte são exoneradas. Depois, às vezes, de muitos anos com pena privativa de liberdade.

O que indica que existem muitos erros na condução desses processos e que leva pessoas inocentes para dentro da cadeia, inclusive para o corredor da morte. E um caso muito emblemático é o caso do George Sinner, era um menino de 14 anos, que ele foi uma das primeiras execuções de menores de idade, a primeira nos Estados Unidos, em que em 80 dias ele foi preso.

condenado, sentenciado à morte e eletrocutado por matar duas meninas brancas, loiras, lá no estado dele. 70 anos depois, no ano de 2014, ele foi exonerado, porque foi descoberto que ele não havia cometido o crime. Mas ele já estava morto.

Então pena de morte é o discurso eleitoreiro, a solução fácil para problema difícil. Eu acredito que existam casos em que pena de morte possa ser considerada? Talvez. Mas eu não tenho a mínima vontade de dar para o Estado o poder de decidir quem ele vai matar ou não. Porque inclusive, numa eventual ascensão de um poder que seja opositor ao do Paulo, ele pode pegar e dizer, tudo que o Paulo faz é criminoso.

Agora eu considero a organização do Paulo terrorista, vou matar o Paulo, eu não quero que isso aconteça. Mesma coisa o oposto, eu não quero que uma eventual ascensão de um governo do Paulo olhe para as coisas que eu falo e digo, tudo que a Michelle fala é criminoso, é terrorista, eu, agora é pena de morte. Eu não consigo admitir que um Estado, como Estado brasileiro, que é falho em várias coisas, tenha o poder de decidir sobre quem mata ou não. Agora, prisão perpétua? Outra situação, poderemos até ter a conversa sobre isso.

Ô Michelle, e o Thiago Mars mandou aqui, salve pessoal, queria saber de vocês se classificar o crime organizado como terrorismo ajuda no dia a dia da polícia ou se seria uma ferramenta política para intervenção externa no país?

Eu acho que o Paulo trouxe um ponto importante nisso, que muda, na verdade, como se trata o crime organizado. Tratar a organização terrorista é diferente de tratar o crime organizado. Então o Paulo trouxe justamente essa diferença de como isso é tratado. O problema, novamente, volta a...

É tudo muito simples, mas quando a gente vai ver quem produz anuários de segurança pública, quem produz boletins de violência, quem produz isso constantemente, gente, é livre para a população ter acesso. Vocês podem pesquisar os anuários de segurança pública, vocês podem pesquisar os dados, o que foi levantado, como foi levantado.

Lá mesmo explica, inclusive, tem documentos de planejamento, de como fazer a curto prazo certas coisas, a médio prazo outras coisas. E na questão do crime organizado, fala da situação já pacificada de pelo menos três itens que precisam ser tratados e que a gente apresentou no debate, que é a cooperação internacional. Sim, a gente precisa que coisas que vêm de fora não consigam entrar no Brasil, que o Brasil tenha tratados com países vizinhos, pra que a gente possa...

suprimir esse transporte, a ação dessas pessoas em trazer droga, em trazer arma para dentro do Brasil. Aqui dentro a gente precisa tratar essa questão de movimentação financeira, de transformar um dinheiro sujo em dinheiro de investimento ou de bet, como o Paulo falou, inclusive eu sou favorável ao banimento de todas as bets, inclusive as externas aqui no Brasil. Acho que não tem que ter bet nenhuma no Brasil, isso só ferra com o povo brasileiro.

E, com certeza, identificação e responsabilização das cabeças, tanto as autoridades máximas, quanto os responsáveis pela governança dessas facções criminosas, quanto também as cadeias de comando. O peão ali, esse peão, ele é só o resto.

Tem que trabalhar com quem está lá em cima, o cara grandão. Então se já é um planejamento pacífico em relação a estudos, eu acho que nós, enquanto brasileiros, enquanto parlamentares que estão no Congresso, deveríamos trabalhar nesse sentido primeiro. E não simplesmente, vamos fazer facção criminosa e organização terrorista depois no próximo dia. Qual é a próxima ação? Como as polícias vão agir? Como o exército vai agir?

E pegar o exército hoje, o nosso exército hoje, que não é tão preparado para o enfrentamento na rua, é diferente. O treinamento do exército não é o mesmo que a polícia militar. Então eu acho assim, talvez um dia o exército pudesse ser usado, mas precisa treinar desde agora. Se é para isso, vamos treinar desde agora. Deputado, três minutos e comentar sobre...

A Michelle, ela cita o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, só pra vocês saberem, é uma porra de uma ONG, tá? Puxa aí no Google, vocês vão ver a cara dos malucos que fazem parte dessa ONG, vocês vão entender qual que é o grupo da galera, tá? Uma porra de uma ONG, meu irmão. As minhas fontes são diversas. Ela só falou de Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Aqui eu falei de experiência própria de ir lá conversar com o Departamento do Estado americano. De ir lá conversar com a Polícia Civil do Rio de Janeiro. De ir lá conversar com quem está fazendo isso, tá? Com quem realmente está trocando tiro com o Comando Vermelho cinco vezes por semana, tá?

E aí, qual que é o ponto principal? E foi o ponto que eu apresentei no Miami Security Forum para centenas de pessoas do Brasil. Tinha só eu, o Luiz Felipe de Orleans e Bragrança e o Ramagem, mas do mundo, tinha o mundo inteiro lá.

O orçamento de segurança pública, de segurança dos Estados Unidos, ele é de um trilhão de dólares. No ano que vem ele vai ser de um trilhão e meio de dólares.

Levando em consideração a realidade que eu expus aqui para vocês, que só 20% do orçamento das polícias brasileiras, do exército, das forças armadas brasileiras, é para custeio. Então a gente falta recurso para investimento. Se a gente tivesse investimento americano no combate ao crime organizado brasileiro, o que pode ser feito?

por essa parceria no combate ao terrorismo, a gente teria recursos quase infinitos comparados com os nossos para poder combater essas organizações. A mega operação no Rio de Janeiro, a Operação Contenção, não contou com apoio aéreo. Não tinha helicóptero. Não tinha blindado. Não tinha nada. Tinha polícia lá com drone particular.

Pra fazer... Sabe quanto que custa um drone pra você fazer 4 horas de patrulhamento por 100km de distância? Custa 10 mil dólares. Entende como é barato? E a gente não tem dinheiro pra fazer? A gente não tem dinheiro pra fazer porque a gente tá enfiando dinheiro em bosta pública, né? Em universidade, em Ruanê e o caralho A4.

Então, do meu ponto de vista, é bem claro. A partir do momento que a gente tem a possibilidade de utilizar recurso americano para financiar o combate que a gente já sabe fazer, que a gente está fazendo, tudo muda. E é barato, é pouco, comparado com o que os caras gastam lá. Porque o que eu expliquei para eles é o seguinte, vocês estão aqui gastando um monte de milhões de dólares para matar a formiguinha. Mas a porra do... E aí

Do formigueiro tá lá no Brasil. Então vamos matar o formigueiro juntos. Paulo, o Lucas mandou vários superchats aqui, pediu pra ler também, não deixar passar. É membro aqui do Três Irmãos. Ele comentou. Paulo, você votou a favor da PEC da blindagem nos três turnos. Visava dificultar a prisão de deputados. Você reconhece que essa medida fortaleceria o crime organizado infiltrado? Não é imoral?

De novo essa conversa. Olha só. Como é que é o nome dele? Lucas. Lucas. A única coisa que eu sempre deixei bem claro é que a imunidade parlamentar tem que ser respeitada. Temos muitos colegas nossos que estão sendo perseguidos pelo governo Lula. Eu me incluo nesse grupo.

com o único objetivo de tornar a direita inelegível. Você consegue imaginar o impacto de deixar o Gaia inelegível?

de deixar o Nicolas inelegível. Olha o tamanho do impacto de processar o Eduardo, que podia ser nosso senador da República e estar exilado nos Estados Unidos, senão ele estaria preso. Você entendeu que o cenário que a gente vive hoje é um cenário de perseguição que não permite você flexibilizar as regras para prender deputado?

É isso que eu tô querendo dizer. Você insistir nisso, cara. É aquele... Assim, aquela... Como é que chama? Não é cartela. É cartilha, né? A cartilha, o briefing do PT lá. Lê o anuário aqui de segurança pública da ONG. Aqui estão todas as respostas. Repete tudo que o PT fala. É só isso aí, cara. Isso aí é besteira. Aprenda a pensar com a sua própria cabeça.

Michel, quer comentar? Quero. Acho doido que ele desvaloriza o anuário, mas ele poderia estar lá, né? Como um representante da segurança pública fazendo isso, porque vai ter que ser pesquisador, né? Tem que ler estudo lá dentro. Ah, eu não tenho tempo pra merda. Eu não tenho tempo pra merda. Mas tem tempo pra estar no Texas comprando chapéu que cabe na tua cabeça.

acabou de fazer uma situação de vitimização aqui, que o maluco milagre é que está sendo perseguido dentro do governo, sendo que eu entendo bem simples, a gente tem uma prerrogativa...

da Constituição, que os deputados são imunes em relação a essa resposta de processo na emissão de seus votos, das suas falas e tal, dentro do Congresso. E eu já perguntei para outros parlamentares e para pessoas envolvidas na política.

Se um parlamentar, então, através dessa imunidade, pode defender o crime na tribuna, né? Se ele pode fazer uma apologia à pedofilia, se ele pode defender o zossadismo, já que suas falas dentro do Congresso são imunes. Inclusive, um advogado que trabalha como assessor de um parlamentar disse, olha, pela lei sim, né?

E eu acho que não. Eu acho que o deputado não pode ser uma superclasse de cidadão. Se o povo brasileiro, o intuito desse dispositivo constitucional tem a ver com o período pós-ditadura, onde as pessoas realmente foram perseguidas, as pessoas foram realmente exiladas.

o filho do bolsonaro aí se auto exilou né como a gente vai mas é não pode fazer mimimi na esquerda mas na direita pode né pode ser vitimizar então acho muito doido que eu vejo da seguinte maneira é que dá blindagem tá vamos vamos impedir que a gente blinde os deputados até porque deputado decidir sobre alguém deve ser processado ou não eu acho incoerente né imagina se a esquerda de todos os seus deputados de esquerda

Eu não queria isso. Inclusive o cara que eu citei aqui do PT da Bahia, tá? Eu não gostaria disso. Então, como eu não quero que deputados sejam blindados por outros deputados, eu entendo que a nossa justiça tem que ter o poder de, inclusive, investigar deputados e condená-los caso haja o cometimento de crime. Se algum deputado tem alguma preocupação com isso...

Basta não cometer o crime. Não é oportunidade, segundo o nosso querido deputado, que é um dos fatores importantes. Então, a tribuna é uma oportunidade para cometer crime? Se é, eu gostaria que não fosse.

Pessoal, a Michelle 11h30 tem que estar lá no aeroporto de Guarulhos, né? A gente tá com um tempo bem reduzido aqui, eu vou ler só mais uma mensagem, depois a gente vai para as considerações finais. Quero agradecer, todo mundo que mandou o superchat, foram vários superchats, a gente ficaria horas aqui lendo.

de todo mundo, mas é o tempo aqui que tá corrido. E, Michele, o André Kilik, que é um membro aqui do Três Irmãos, comentou aqui que, segundo dados de noticiários dos Estados Unidos, agregados no site Mass Shooting Tracker,

Só em 2026, os Estados Unidos já tiveram 126 tiroteios em massa, com um total de 151 mortos e 456 feridos. Ainda estamos em abril. Os Estados Unidos realmente é um exemplo?

Não, então assim, eu tenho, para quem não sabe, eu tenho família nos Estados Unidos, tá? E uma das grandes preocupações sempre foram os atentados em escola, né? Especialmente depois de Columbine, isso virou uma coisa muito frequente nos Estados Unidos. Esses grupos extremistas de discórdia que nós temos no Brasil, eles exaltam Columbine, eles exaltam o massacre de Suzano que nós tivemos aqui. Alguém lembra? Muitos anos atrás, o massacre de Suzano.

Então, na verdade, a gente até pode expandir mais esse número, né? A gente tem, historicamente, mais de 6 mil atentados em massa nos Estados Unidos, né? E tudo acabou acontecendo pela facilitação de aquisição de armas de grosso calibre, armas de guerra, armas de tu levar, tu não vai levar um AR-15 pra ficar dando tirinho. Eu gosto de atirar, gente, mas eu não vou levar um AR-15 pra dentro da minha casa e dizer pra minha defesa.

A gente tem mais arma nos Estados Unidos do que população. E na teoria, se mais armas gerassem mais proteção, nós não teríamos tido 6 mil mass shootings. Porque as pessoas que estavam lá estavam com armas legais. Nenhuma arma era ilegal. Eventualmente foi uma arma de um pai, mas nenhuma arma lá era ilegal.

Ou foi um país que reverteu muito suas políticas de arma quando teve uma situação de atentado à Austrália? E veja se aconteceu algum depois disso. Nós tivemos no Brasil, sem ter uma flexibilização de armas, mas a menina que morreu em Sapopemba, nós tivemos o massacre de Suzano, nós tivemos lá em Aracruz o assassinato das pessoas de Aracruz. E qual a principal característica desses dois últimos que eu citei, Sapopemba e Aracruz? Menores de idade.

Um deles, inclusive, já está livre, porque cumpriu os três anos. Eu sou totalmente contra isso daí.

Então assim, eu não acho que usar Estados Unidos como exemplo de mais armas, mais proteção é significativo, porque o Alex Pratt tinha uma arma e foi morto pela própria polícia simplesmente por estar legalmente carregando uma arma. Então dá pra gente criar várias histórias de que, mas esse caso aqui que a arma protegeu, esse caso que a arma protegeu, esse outro caso que a arma protegeu, pô, tem vários casos que a arma protege.

Mas se a gente for analisar, por exemplo, a postura da Austrália em relação a como foi num atentado e como foi depois, a gente vê que no momento que o endurecimento das leis para ter o acesso às armas foi implementado, a gente não teve mais atentados na Austrália. Bilinski. Qual que é o calibre do R15-556? Qual que é o calibre da munição?

Tu acabou de falar 5.5.5. Isso, qual que é o calibre? 5.5.5 é qual o calibre? Sei lá, qual é o calibre? 22. Tá aí. 22, é um grosso calibre? Não. 22 é grosso calibre? Meu Deus. Não, é só pra... É o que você tava falando. Só pra saber o quanto você... Eu falei armas de grosso calibre. Isso. Eu dei o exemplo da R15. Do R15, você acha... Mas eu não chamei a R15... Não, você falou que é uma arma de grosso calibre. É uma arma de guerra. É uma arma de guerra. É uma arma que você não usaria na sua defesa.

Eu? Não, eu usaria uma pistola. Ótimo. Então, olha só, pessoal. Isso aqui é o ponto principal. Você tem que usar aquilo que te dá a maior capacidade de se defender. 556 é mais fácil de utilizar do que uma pistola. A minha esposa hoje...

É mais fácil. Armas longas são mais fáceis. O recuo do 5-5-6 é menor do que o recuo de uma pistola 9mm. Olha só. Quem vos fala? Olha só. Minha esposa hoje está dormindo em casa, tranquila, sabendo que ela tem acesso a uma arma de fogo pra proteger a vida dela. É a minha arma de fogo. Mas ela pode utilizar na defesa da vida dela. Entende? Isso é muito importante. A minha esposa sabe disso. E eu quero que você tenha acesso a arma de fogo pra defender a sua família.

Eu quero que você tenha esse poder. Eu quero que você não seja vítima. Que você não morra desarmado, porque o criminoso tem acesso à arma de fogo sim, tá? Lá na operação do Rio de Janeiro não foi apreendido nenhum fuzil de CAQ.

Foram apreendidas armas venezuelanas, do exército venezuelano. Foram apreendidas armas bolivianas. Foram apreendidas armas do mundo inteiro. Eu fui lá na Polícia Civil do Rio de Janeiro, parece que tem 7 mil fuzis lá apreendidos. Nenhum deles era de CAQ.

Você tem que ter acesso à arma de fogo para defender você e a sua família, a sua vida e a sua família. O Estado não vai fazer isso para você. Não tem um policial militar na porta da sua casa para impedir que um ladrão entre lá. Quando você vai para o trabalho, quatro horas da manhã, no metrô, não tem um policial militar lá do seu lado. É impossível.

Mas você pode ter a capacidade de se defender e defender a sua família. Eu nunca vou abrir mão desse meu direito. E o Estado, o Estado esquerdista, comunista, ele quer que você seja vítima. Ele quer tirar a sua capacidade pra você estar sempre com medo, você estar sempre bem obediente, fazendo tudo que o Estado quer. É esse o objetivo. Estados Unidos tem três armas por habitante. Meu primo.

é advogado em Detroit. Ele falou assim, Paulo, eu não gosto de arma. Eu tenho três. Por quê? Porque ele sabe a importância de uma arma de fogo. E eu sei que tem mais de um milhão de brasileiros que sabem disso. E se Deus quiser, em 2027, no dia 1º de janeiro de 2027, a gente retorna ao Stottos Coalent, pra que todos vocês possam continuar defendendo a família de vocês. Então, os Estados Unidos é um exemplo a ser seguido, na sua opinião. Sim.

Ó, isso aqui é um presente do nosso parceiro, que é a Soldiers. É pra mim! Tem um pra Michelle aí também do lado do Robertinho. Não, os caras tomaram aí ao vivo, nem me ofereceram creatina. A Michelle tá mais forte que você, viu, velho? Caralho, mano, você vai lançar essa? Você vai lançar essa? Tá muito mais... Mano, você vai me tirar de fraco. Ela pega 540 no leg, velho. Não, é de fraco não, mano. Mas Michelle, tá forte a mão, o Paulão também. É sadi, mano.

Mas é porque ela usa creatina Soldiers. Usa mesmo. E você pode adquirir a sua usando o cupom 3irmãos. Você vai comprar a creatina mais barata do Brasil. Creatina a partir de R$17. Entra lá no site, você vai encontrar o Whey Protein também. Várias vitaminas, vários produtos da Soldier.

Com o cupom TRESIRMÃOS. Garanta lá a sua. A partir de R$200,00 você tem frete grátis para todo o Brasil também. Usem Soldiers. É a melhor e a mais barata. Cupom TRESIRMÃOS. Paulo, 5 minutos. Considerações finais. Obrigado aí. Mais uma vez sua presença.

Meu irmão, só agradecer a oportunidade de estar aqui com vocês novamente. Valeu. Dizer que foi um debate muito bom, a gente tocou em vários pontos importantes. Eu acho que eu não vou usar esse tempo aqui para trazer mais argumentos, eu já falei em debates anteriores, acabou que o meu opositor ficou com a palavra por último e ia usar os cinco minutos para me atacar sem eu poder responder.

Então eu não vou fazer isso, eu tô aqui só pra agradecer de verdade. Eu acho que a gente precisa destacar que toda vez que você me convida, eu falo assim, cara, traz alguém que tem mandato. Eu sempre falo isso, você sabe disso. Sabe por quê, Michel? Não é diminuindo você, mas é porque eu tenho a obrigação de prestar conta sobre tudo que eu faço.

Você não tem essa obrigação. É diferente de um parlamentar. E eu sempre falo para você colocar outro parlamentar aqui. Porque a gente discute o que eu fiz, o que eu posso fazer, o que eu deixei de fazer. Um outro cara, o que ele fez, o que ele deixou de fazer. Aqui a gente teve uma cobrança unilateral.

Então a minha sugestão para vocês é, tragam outro deputado federal, para que as perguntas sejam essas. A Michelle me cobrou, eu não estou aqui para cobrar ela, mas se fosse um deputado, uma deputada, eu poderia cobrar ela também. Ah, eu tenho muito o que cobrar, meu irmão. Você falou sobre segurança nas escolas. O projeto de lei que autoriza, autoriza segurança armada nas escolas.

Eu estava na comissão de educação quando a esquerda votou em peso contra. Entende? Esse cara tem que ser cobrado. O cara que votou contra a segurança armada nas escolas, o cara que votou contra a diminuição de imposto, ele tem que ser cobrado. Mas...

Eu nunca vim aqui num debate com outro parlamentar. Mas sempre... Os outros parlamentares têm medo do seu. Sabe aí. Não, mas ali não era um debate presencial. É isso que eu quis dizer. Mas eles foram lá presencialmente lá. É porque vocês não tiveram essa possibilidade, né?

O Eduardo está nos Estados Unidos. E assim, fazendo justiça ao Eduardo... Você falou que se fosse em São Paulo, você estaria presencial. É porque o Eduardo não poderia. É, o Eduardo... Eu estar presencial e ele lá também é uma injustiça. Sim. Você pode ir para os Estados Unidos fazer lá?

Sim, tem problema. A gente vai. Veja, fazendo justiça aqui, o Eduardo, não é questão de mimimi, cara. Ele está sendo... Olha o que ele está sendo processado. Eduardo está sendo processado porque ele teria articulado medidas contrárias ao poder judiciário, tentado coagir o poder judiciário lá do exterior. É um absurdo, cara. Ele fez o que...

a esquerda sempre fez, o que a direita sempre fez, o que eu fiz. Eu fui para os Estados Unidos e conversei com o representante do Departamento de Estado, tem foto minha com ele, explicando o que estava acontecendo no Brasil. Hoje o brasileiro está vendo um pouquinho daquilo que a gente já via antes. Alexandre de Moraes com um contrato de 129 milhões. Não era para ele o contrato, era para a esposa.

Alexandre de Moraes trocando zap com o Vorcar no dia que ele foi preso e aí, conseguiu barrar? Barrar o que, meu irmão? Entendeu? A gente já tava denunciando isso aí há tempos. Agora tá vindo à tona e vai vir mais coisa.

Vai vir mais coisa. Você já me convidou pra falar aqui sobre o Banco Master e eu falei, meu irmão, segura que vai ficar melhor. A gente vai ter mais o que falar. Espera pegar teus amigos. Melhor é pior. É. É.

Entendeu? Então aqui, eu tô feliz, eu agradeço o debate, eu tive a oportunidade de falar sobre muitas coisas importantes pra mim, muitos valores que eu defendo, acredito que eu fui extremamente coerente, e isso é muito importante, a gente manter a coerência, manter aquilo que a gente representa, é uma responsabilidade muito grande ser parlamentar.

Eu estou representando, eu tenho uma procuração de 72.156 paulistas. E eu tenho a obrigação de continuar fazendo o melhor trabalho que eu faço. Eu sou o deputado federal que mais trabalha. Está aí, os números mostram isso. E apesar disso, a esquerda está sempre mentindo, está sempre espalhando fake news. Ah, porque não vai, porque não faz, porque... Está aqui, o papel está feito.

eu estou muito feliz novamente, agradeço a oportunidade de estar aqui peço para que vocês coloquem outro parlamentar aqui do outro lado para a gente poder discutir cobrança de lado a lado e agradeço Michele pelas perguntas foram muito boas e espero que a gente tenha oportunidade de fazer isso novamente em breve mas se a Michele fosse uma parlamentar ela seria qualificadíssima, você concorda?

Não sei, cara. Ser parlamentar é muito difícil. Não, mas ser parlamentar é muito difícil. Sabe? Você tem que aprender um negócio novo. Você tem que aprender um negócio novo. Eu cheguei, eu falei isso pra vocês. A segurança pública não é a área dela, velho.

Não, mas... Debater o segurança pública com deputado, assim, é foda, velho. Sim, sim. É importante isso aí. É foda. Mas, veja, eu não estava aqui. Eu estava aqui na qualidade de deputado, na qualidade de... Trabalhador. De conhecedor, né? Então, assim, não faz diferença você ser deputado para o debate. Mas é que se ela fosse também... Se ali tivesse... Vamos marcar um cumprimento. Vamos lá. Prometo.

Vamos lá. Vamos ver se algum tem coragem. Esse desafio está lançado, hein? Está lançado. Pastor Henrique de Ia. Nossa! Isso aí era bom demais. Pode ser? Será que o Henrique tem coragem? Bom demais. Michel, cinco minutos. Obrigado mais uma vez. Obrigado. Obrigado ao Paulo. Obrigado a vocês mais uma vez pelo convite.

Isso é uma coisa que eu já falei para o Rodrigo, inclusive, o quanto pessoas da esquerda não gostam de estar em certos debates. Inclusive, sobre a pauta que é meu objeto de estudo, que é pauta LGBT, que é violência contra a mulher, que é violência contra crianças, que é crimes digitais, todas essas que fazem parte do meu escopo de estudo, eu raramente vejo...

parlamentares de esquerda vir, mas eu também tenho problema com parlamentares de direita não querer debater comigo. Justamente com até a mesma coisa que o Paulo falou, não sou importante o suficiente para tal. Não que tu tenha falado isso, me desculpa, tu não falou que eu não sou importante, tu só falou que eu não sou parlamentar, mas esses parlamentares se recusam a fazer isso. Mas eu acho...

que tanto pessoas do povo da direita têm que vir aqui para confrontar parlamentares à esquerda, quanto pessoas do povo da esquerda têm que vir para confrontar parlamentares à direita. E estes parlamentares têm que se confrontar aqui e lá na Câmara. O interesse...

da política não tem que ser em representar só quem votou em mim ou só quem é do meu lado. Eu entendo que o interesse da política tem que ser pensar o bem-estar da população brasileira como um todo. Isso inclui pessoas com deficiência, pessoas LGBTs, mulheres em situação de vulnerabilidade, pessoas em situação de rua. Ontem nós tivemos um debate, inclusive, em que nós falamos muito sobre outros aspectos.

que não só comunidade LGBT como um todo. E aí eu acho muito doido que a gente vive uma geração da mentalidade eu contra eles muito criada, mas o que eu faço é mostrar onde eu detecto em um cara que é para representar o povo, uma pessoa que deveria estar representando o povo, certas atitudes de alguém que eu digo, caramba, velho.

Esse cara, ele representa essa parcela, mas olha esse tipo de discurso, olha esse tipo de postura. Não é adequada. Quando eu, por exemplo, eu estava aqui, lá em Araguari com vocês, critiquei Renato Freitas, critiquei Erika Hilton. São cortes que viralizaram pra caralho. Por quê? Uma pessoa de esquerda apontando pra esquerda e dizendo, olha que filha da puta.

No negócio da associação com o crime organizado, tinha uma caralhada de parlamentar da direita pra eu pegar. Eu fiz questão de porque o Paulo Bilinski é da direita, de não pegar parlamentares da direita pra ele não achar que eu sou tipo a comunistona e tal, justamente pra mostrar...

político filho da puta que fode com o povo tem que estar preso. Alexandre de Moraes, se tem coisas ilegais no Banco Master, tem que estar preso, sacou? Agora, ficar com esse vitimismo extremado para cima da família Bolsonaro e tal, eu acho...

que é meio hipócrita, quando lá na época que o pessoal fazia Lula Livre, e eu nunca fiz Lula Livre na minha vida, falavam isso daquela galera. Ah, mas ele foi condenado em três instâncias. O Paulo, como delegado, sabe que não existe três instâncias do Poder Judiciário. Fala terceira instância.

Bobagem do caralho. O Lula o que que fez? Foi preso e disse, eu vou sair daqui quando a coisa der certo, quando o processo for realmente visto que tá errado. Mas eu não vou pedir pra sair daqui. Não pediu. Ficou quase 600 dias na cadeia sem pedir isso.

E aí o Bolsonaro, que sempre pagou do cara fodão, militar, capitão e tal, começou a passar mal, não conseguia respirar direito, começou a ter refluxo. E tá tudo bem, tem que cuidar dos problemas da saúde, afinal de contas o Bolsonaro é um cara idoso. Mas esse mimimi de estamos sendo perseguidos, caralho, velho, não se consegue passar um projeto de lei.

Sem pressão popular que beneficia o trabalhador. Isenção de impostos na cesta básica. Fim da escala 6x1. Lei da misoginia. Tudo fica travado. Aí como é que o poder que consegue travar é o poder perseguido? Faz nem sentido pra mim isso daí. Eu sendo uma do povo. Então, tipo, eu não vim com a proposta pro debate, apesar de algumas perguntas terem sido um pouco mais... E aí

venenosas mesmo, pra ofender o Paulo, mas eu vim, na verdade, pra, meu, isso aqui tá publicado, tem lá, e aí, meu, eu sou do povo, velho, eu quero que tu, mesmo sendo um cara da direita, possa divergir de mim uma caralhada de coisa, mas ainda assim, quando a gente fala de direitos humanos, direitos e garantias fundamentais, a gente possa trabalhar andando junto, e não brigando, dando soco um na cara do outro, né? Então a mensagem que eu quero que fique mais uma vez, gente, mentalidade de nós contra eles não vai melhorar o Brasil.

Comentem aí o que vocês acharam do episódio. Se inscrevam no nosso canal. Vou deixar o canal dos dois como collab aqui também. Então se inscrevam no canal deles para fortalecer. E até amanhã. Amanhã a gente está com Elisabur e Zé Dirceu aqui na nossa casa. Vixe Maria. É isso. Valeu então, galera. Fui. Tamo junto. Fui.

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