MICHELLE SOARES x MALCON MAZZUCATTO- DEBATE - PODCAST 3 IRMÃOS #948
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Podcast Três Irmãos na área, quem fala com vocês, Rodrigo Tchorro na minha frente, meu brother e meu irmão Roberto Andrade, filho Boacha, na mesa operando o nosso diretor Pedro Henrique. E aí, Robertinho, mais um grande debate na nossa casa.
Fala aí, meus irmãos, beleza? Fala aí, meu irmão. Poxa, é assim, ó, hoje eu vou ficar miudinho aqui, vou ficar quieto, porque as propósitos virão com certeza, eu já conheço os debatentes, né? Já acompanhava-os em alguns lugares nas redes sociais, já vi alguns debates dos dois. Então, cara, o debate vai ser quente, vai ser bom e com certeza um dos melhores que a gente já teve. Vamos falar de Agenda Woke?
violência contra a mulher e fake news todos esses temas todos esses temas vão rolar aqui nesse super debate então já peço pra você chegar carcando o dedo do like que a gente precisa muito de você compartilhando, comentando as regras do debate, quer falar pra galera?
Vou falar, mas primeiro eu vou avisar que a gente está ao vivo, então se você quiser mandar um superchat no final, se tiver um superchat interessante, a gente vai ler. Se for xingamento, a gente não lê, mas eu agradeço o superchat, todo superchat é muito bem-vindo. E sim, vamos fazer a regra. É como o tradicional que sempre acontece, serão cinco minutos para a apresentação de cada debatente, depois teremos dois minutos para a pergunta, cinco para a resposta e três para a réplica, serão cinco rodadas. E depois considerações finais, mas se tiver o superchat...
A gente vai inserir os superchats no meio aí, antes de fazer as considerações finais. E como a gente combinou aqui nos bastidores, quem vai começar aqui, vou agradecer a primeira vez a nossa casa, o vereador Malcom. Obrigado, viu, vereador? Cinco minutos. Eu que agradeço aqui, Rodrigão, Robertinho, é um prazer enorme. Agradeço também a presença da Michelle, pelo menos por enquanto aqui no bastidor, muito simpática.
Vamos ver agora no debate aqui, o bicho vai pegar. Mas a nossa audiência também, a todos que estão nos acompanhando. Bom, para quem não me conhece, já posso fazer os minutinhos da apresentação. Sou Malcom Mazzucato, atualmente estou como vereador.
na cidade de Vinhedo, interior de São Paulo. Já estive aqui também na capital, à frente da subprefeitura da Lapa, por um determinado período. Sou um cara comum, que venha do privado, até estava trocando ideia com o Michel, ela também é da mesma área que eu, da área de tecnologia, tecnologia da informação.
E que em dado momento me cansei, não me senti representado, é o que eu costumo dizer sempre, que as pessoas em dados momentos precisam levantar a bunda do sofá e ir em busca daquilo que acreditam. E foi isso que eu resolvi fazer. Não necessariamente todo mundo tem que levantar a bunda do sofá e virar político, mas o levantar a bunda do sofá é no sentido de buscar alguma mudança ou se sentir representado de alguma forma.
no real cenário, no atual cenário que a gente se encontra. Então, espero que a gente tenha aqui um debate proveitoso. Uma das minhas missões, e eu vou explorar bastante aqui, eu teria umas 300 mil perguntas aqui para a Michelle. Vou aproveitar o conhecimento dela e ela ser uma pessoa aí da...
da bandeira e da causa trans, e uma das coisas também que eu pretendo é ver se a gente consegue desmistificar esse negócio do nós contra eles e de que você, de repente, falar alguma coisa porque você é preconceituoso ou porque você quer acabar com o direito da pessoa trans, ou quer matar um trans, ou quer... O que eu acho uma grande bobagem. Inclusive, pelo pouco que eu acompanhei da Michelle, até falei pra ela aqui nos bastidores, acho que ela...
representaria muito melhor a bandeira trans e as várias pautas importantes que tem desse tema do que alguns representantes hoje que tem cargo eletivo, que tem a caneta, que tem a cadeira. Enfim, mas pelo que eu vi, ela não tem muito essa... Pelo menos por enquanto. Mas é isso, espero que a gente possa desmistificar algumas coisas.
O meu jeito de debater é... Sem mimimi, toda vez que eu me referir a homem e mulher aqui, espero que a Michelle entenda, eu estou falando de homem e de mulher, porque a direita acho que a gente precisa parar um pouquinho com esse negócio de homem e mulher biológico. Eu não conheço homem e mulher que não seja biológico, não vejo nascer nenhum robô, algum...
Enfim, ciborgue aí do tipo. Então eu acho que, espero que ela não... Já de antemão estou dizendo aqui, não é uma ofensa ou um preconceito. Eu só acho que homem e mulher é homem e mulher. Não tem um ciborgue nascendo. Então não se sinta... A gente precisa quebrar alguns...
Como que eu posso dizer? A partir do momento que a gente fala, e é o meu perfil, viu, Michelle? É falar sem muito filtro, não sei se é a palavra correta, mas eu quero dizer que não é preconceito, não é intolerância, não é ter algumas palavras que a gente vê partindo da esquerda com muita frequência. Não sei, pelo que eu assisti, não faz muito o teu perfil, pelo que eu pude acompanhar, o pouco que eu te conheço.
Mas em dados momentos, eu vi que até você às vezes faz críticas quanto a isso, mas parece que hoje um grupo aí se coloca num topo de determinadas pautas com um vitimismo extremo e eu acho que por muitas das vezes isso até desqualifica o debate ou a importância daquele tema. Quando leva para esse lado talvez do vitimismo ou do mimimi, que eu já vi você falando, comigo não tem mimimi, então eu também...
sou desse ponto. Então, de antemão, já esclarei isso aqui. Cara, zero problema pra mim. Nunca tive problema com preconceito e nem nada do tipo. E não vai ser hoje aqui com a Michelle que isso vai acontecer. Então, é isso. Obrigado, vereador. Michelle, obrigado mais uma vez aqui na nossa casa. Seja bem-vinda. Valeu. Cinco minutos aí pra sua apresentação.
Obrigada. Para começar, primeiro, agradecer mais uma vez o convite por estar aqui no Três Irmãos. Eu acho que é um dos ambientes mais sérios de debate que eu venho acompanhando, e eu acho que isso faz bastante diferença. Debate de gritaria, um falar por cima do outro, isso para mim não é debate, é circo, então eu acho que não tem muito proveito disso. Qual é...
Sempre o meu objetivo em debates, sendo quem eu sou. Eu sou a Michelle, uma mulher trans de 46 anos, nascida no Rio Grande do Sul, com uma mãe que se desenvolveu na época da ditadura, que aprendeu a ser mãe.
como uma adolescente da ditadura militar. Então eu tive uma criação militarizada, uma criação conservadora, uma criação católica. Fui coroinha na igreja Nossa Senhora das Dores, em Porto Alegre. Tinha missas que eu atendia na Nossa Senhora das Dores, no Pão dos Pobres, na Matriz, lá na Igreja da Matriz, em Porto Alegre. E por muitos anos eu fui uma pessoa que sempre odiou.
não tem outra palavra, eu odiava, porque hoje eu entendo o que eu causava nas pessoas, mas eu odiava o que nós hoje consideramos pessoas diversas, pessoas LGBTs, pessoas pretas, pessoas com deficiência, aquela piada podre, aquela coisa toda que acontecia nos anos 80. E isso perdurou na minha vida por muito tempo, eu acabei, inclusive quando fui da polícia militar, reproduzindo muitos desses...
desses discursos, e passado mais um tempo, quando eu comecei a finalmente estudar, estudar ciência, estudar história, estudar um pouco de teologia lá na PUC, foi onde eu comecei a questionar, então, minhas posições, e a partir do questionamento das minhas posições, eu comecei a ver que elas não faziam sentido de se manter mais.
Apesar de tudo, de todo o estudo, de todo o conhecimento, eu iniciei uma pessoa muito emocional no debate. Então, pega um debate meu de 2021, pega um debate meu hoje, eu tinha uma resposta muito emocional à forma como...
as pessoas falavam, até o Malco aqui falou, ah, homem e mulher biológico e tal, quando não é uma intenção de ofender, poxa, o Benoni Mendes me chamou de homem no debate e eu dei risada do que ele fez, entendeu? Eu não venho para o debate para ser emocional, para ter resposta emocional, eu estudo ciência, eu estudo lei.
Eu estudo história, eu estudo o que está acontecendo no cenário atual, e eu de verdade, no ambiente de debate, eu caguei para o que a pessoa quiser falar para mim. Fala o que tiver que falar e pronto. É um debate marcado. Uma outra coisa é se a gente se encontrar na rua e falar um monte de merda.
Aí é outra coisa, aí se tiver que procurar meios jurídicos, a gente procura. Mas um debate marcado, tu tem que expor as suas posições, e se aquelas posições forem ofensivas a mim, eu absorvo aquilo, e te devolvo a resposta que tem que ser devolvida, pronto. Sem choro nesse sentido. Então se tu...
falar alguma coisa que por mais que eu possa refutar cientificamente, eu não vou ficar sentida com o que tu vem a falar. Então isso que até o Malcolm apresentou do Nós Contra Eles, eu falei para ele nos bastidores que a gente tem essa...
Essa coisa acontecendo há muitos anos, faz mais de uma década já, que é nós contra eles, nós contra eles, nós contra eles. E eu venho no debate para falar com o meu público, com o público dos Três Irmãos e com o público do Malcolm. Porque eu quero mostrar que eu não estou aqui para converter ninguém nem para falar para convertido. Eu estou aqui para mostrar o que é fato, o que é ciência, o que está dizendo na lei, o que está dizendo em boletins de violência pública, o que é que seja. É isso que eu estou para fazer. Cabe à pessoa que ouve...
aceitar ou não isso. A partir do momento que eu transmiti a informação, não é mais minha responsabilidade se você vai aceitá-la ou não. Então, o meu objetivo é sempre engrandecer a conversa com as pessoas, é trazer as pessoas para o lado do conhecimento e quem sabe...
em alguns anos a gente acabar com essa política de nós contra eles e eventualmente ter uma divergência em como a gente vai fazer política econômica no Brasil de mim e a gente pode divergir total nessas ideias e tudo sereno. Mas eu não consigo aceitar certas divergências quando se tratam...
de direitos e garantias individuais, e aí eu acho que é o ponto que a gente mais vai ter os nossos conflitos aqui. Mas era isso, gente, obrigada mais uma vez o convite, Malcom, obrigada por estar aqui, por estar nesse debate, obrigado pelos irmãos e a galera que está assistindo pelo convite e pelo tempo aqui.
de transmissão e tempo na casa. Bom, a gente combinou aqui, quem começa fazendo as perguntas vai ser o Malcolm, mas antes eu quero pedir o like de vocês, a gente tá com quase mil pessoas ao vivo e só 200 likes, então ajuda no like, fortalece pro YouTube entregar, porque vai ser um grande debate.
Eu queria só te contar uma tecnologia que tem aqui, que é o seguinte. Você não se preocupar com o tempo aqui, ter que ficar olhando aqui o cronômetro e tudo mais. Quando tiver faltando aí uns 20, 30 segundos para o seu tempo acabar... Eu tenho um aparelho tecnológico aqui que eu faço isso aqui, quer dizer que você vai ter um tempinho para concluir. Para você não ficar preocupado aqui. Quando você perceber que eu mexi, você tem uns 20, 30 segundos para concluir. Para finalizar a canetinha toda. Lá no Pupi da Caneta está uma pitinha. E quando faltam 20 segundos...
Para de falar, porque lá é automático. Corta o microfone, você fica sem falar nada. Não, aqui a gente der, se precisar, a gente aduca. Depois a gente dá um contratempo ali. Bora, Malcom, estou curioso para ouvir suas perguntas. Dois minutos da primeira pergunta. Bora, eu vou começar aqui com a pergunta de um milhão de dólares. Atualmente, Michele, e que eu confesso que eu já perguntei para várias pessoas do campo progressista e nunca obtive uma resposta...
Não sei se uniforme é a palavra correta, mas que vai na mesma linha. Todas foram bem divergentes. Michelle, o que é uma mulher? Ah, eu sabia.
Eu sabia. Bom, então, já que a pergunta é rápida, objetiva, eu vou respondê-la de acordo com a história e a ciência. Primeiro, mulher, a gente precisa entender que é um conceito variável ao longo da história e de sociedade para sociedade. E várias sociedades possuem, inclusive, mais de dois gêneros, o que não é alinhado com o binário de sexo.
e nem com o bimodal de sexo, visto que a gente tem mais de 48 variações entre macho e fêmea. Dito isso, toda vez que um indivíduo nasce, ele não nasce sabendo o que ele é. Aquele indivíduo vai absorver as coisas, ele tem uma configuração biológica, sexual.
que trata se é macho, se é fêmea, se é intersexo, se tem alguma combinação de intersexo em que tenha genital ambígua ou tenha quimerismo, que pode ter até dois DNAs presentes no corpo. Bom, a nossa sociedade estabelece caixinhas para o que é homem e caixinhas para o que é mulher. E dentro do nosso cérebro nós temos umas áreas chamadas de esquemas cerebrais.
Os esquemas cerebrais possuem um deles que é referente ao eu, a tua percepção de identidade enquanto tudo, tudo que tu absorve ao redor e que faz parte da tua identidade. Esta área, esse esquema cerebral do eu, ele só é acessível por ti e por mais ninguém.
Como que uma pessoa se identifica como mulher na nossa sociedade então? E isso vale para a mulher cis também, ou a mulher biológica, que seria o termo que você usaria. Uma vez que esse indivíduo nasça, ele começa em um dado momento a absorver tudo que está à sua volta.
cores, cheiros, texturas, vozes, sons, em um dado momento, isso se encaixa mais em uma caixa que é, na nossa sociedade, o que é uma mulher, ou mais numa caixa que é mais homem.
ou eventualmente, como acontece no caso de pessoas trans não binárias, em nenhuma dessas caixas. Então uma mulher é o indivíduo que ao se perceber enquanto ser social da nossa espécie...
e absorver tudo isso à sua volta, ele se auto percebe mais próximo da caixa social definida como mulher. Então é uma área em que ele consegue, ah, eu me entendo mais aqui, então ele passa a expressar isso.
Vale lembrar que 98% dos indivíduos, 97, 98% dos indivíduos, normalmente tem um alinhamento muito próximo com a configuração macho biológico homem e a configuração fêmea biológica mulher.
Isso ocorre na maioria dos casos. No entanto, esses 2%, 3% aí são os casos de pessoas trans em que ocorre, em que a configuração biológica da pessoa é uma, mas o esquema cerebral dela aponta para a outra.
Malcom? Não, não. Ela respondeu dois minutos para você. Eu só falo se eu tenho que esperar o cronoma, eu posso tocar aqui. Você vai operando os equipamentos. Às vezes você começou aqui e ainda não está marcando, mas eu termino um pouquinho antes. Beleza. Bom, eu acho que isso vai em conta do que a gente vai debater aqui hoje, mas mais uma vez eu tive uma resposta que foi diferente de todas as outras que eu já havia tido.
E é nesse status que a gente se encontra hoje. O campo progressista, a esquerda e muitas pessoas do movimento fazem uma engenharia social para tentar explicar algo que se você for aí na padaria do lado da tua casa, a dona Maria vai falar para você. E mulher é uma fêmea. E uma fêmea é um ser biológico com dois cromossomos X.
que se reproduz através de um gameta chamado óvulo e que, na maioria esmagadora dos casos, consegue dar à luz a um filho o carregando no útero. Isso que é uma mulher. Em alguns segundos, não precisei de engenharia social nenhuma para explicar isso.
E ao longo do debate, acho que a gente vai encontrar mais situações como esta, mas eu acho que esse é o grande ponto que a gente se encontra atualmente. E custa muito caro isso. Eu vou citar até alguns exemplos aqui, mas quando vocês...
Se vocês quiserem até fazer esse experimento, vai numa comunidade que não tem tanto acesso à militância, ou hoje a gente vê uma grana investida na cultura pop, por exemplo, que chega na tua casa. Acho que a Michelle até citou o percentual, não sei se é 1, 2, tem lugares que falam em 1, 2, 3, já vi até 3%. Como que vocês veem isso hoje, por exemplo, na cultura?
Cara, toda hora a gente está sendo bombardeado por cultura trans em filmes, em séries, em desenhos agora, que tem um monte de desenho infantil aí. Então, assim, extrapola com toda certeza esse 1%, 2% que representa na sociedade. Então, eu acho que esse é um ponto muito gritante hoje em dia. Essa engenharia social feita para explicar que a grama é verde.
Michele, sua primeira pergunta, dois minutos. Depois a gente vai voltar nisso, mas a minha primeira pergunta é relacionada a fake news. Ah, já vi quem propôs o fake news, então. Não fui eu. Ah, não? Aliás, eu até comentei, eu acho que poderia ter fake news, mas foi uma ideia e acabou vindo. Aqui quem tá de casa não vai entender nada, Michele, mas a gente foi meio que de última hora que a gente recebeu os temas aqui. Esse vai ser o tema do...
Gente, literalmente, eu cheguei 4h30 em São Paulo e eu fiquei sabendo os temas, o que é 6 horas? Agora eu preciso explicar. Foi ídem, tá? A Michelle, foi ídem. É porque assim, a Michelle vem para São Paulo e o debate âncora dela é o debate amanhã com o Paulo Bilinski sobre segurança pública. Mas para aproveitar a presença dela, a gente propôs outros episódios e falou, vamos fazer um debate com o Malcom.
E aí o Três Irmãos pegou... Também não sabia que teria o debate. Igual comigo. E aí o Três Irmãos pegou estrada, viajou pro Paraguai, ficou cinco dias na estrada, chegou, gravou com galo, pegou a estrada de novo, veio pra cá e não teve tempo pra desenvolver. A ponto que hoje de manhã o nosso diretor virou e falou assim, e aí?
Qual que é o tema do debate? Eu preciso fazer a Thumb. É debate. E aí eu peguei, olhei aqui a conversa que eu tive, cabia no dia que marcou. Ah, vamos fazer sobre isso aqui. Aí eu peguei e falei, ó, debate é sobre fake news, violência contra a mulher, agenda woke, que inclusive é um dos temas também que o Malcolm trabalha bastante, né, na política também, que a Michelle domina muito bem. Então, todo mundo em casa, pauleira aí, é isso. E agradecer.
coragem dos dois de aceitar o debate pronto. Você tá vendo? Tipo assim... É, bate pronto. O debate pronto tem que ser mais corajoso, mano. Eu reclamei pro Rodrigão que eu não tava podendo estudar por não ter o tema, tá? Mas, ó, o debate tá massa. A galera tá curtindo, já tá dando like. Se vocês tiverem afim aí, a gente fica aí até uma hora da manhã debatendo e vamos pra outros.
Vai fazer nada, amanhã não tem nada na Paulista, já não vai fazer nada. O negócio de fake news é só porque, não é que eu chame isso de fake news, mas é que é legal de levantar. Em receita de participação no debate contra esquerdistas, o vereador disse que o governo federal gastou 1,4 bilhão no cartão corporativo e fazendo uma comparação com o gasto de Bolsonaro.
No caso dos gastos de Bolsonaro, o valor se referia apenas aos gastos da presidência. No entanto, o vereador usou o gasto de toda a administração federal como comparativo, inclusive omitindo que 78% do gasto foi feito na defesa civil em resposta a desastres como as enchentes do Rio Grande do Sul e na zona da Mata Mineira, sendo essa verba usada para aquisição de colchões, água, medicamentos, dentre outros.
Sendo assim, o gasto total do governo de 2023 a 2025 no cartão corporativo de toda a administração pública federal é de R$ 308 milhões. Agora, na comparação justa presidência do governo atual com a presidência Bolsonaro, o governo atual gastou 66% mais, sendo R$ 45 milhões nos três primeiros anos, valor que foi gasto para agendas oficiais e agendas de trabalho, que resultaram em 537 novos mercados para produtos brasileiros.
visto que houve uma manipulação na informação passada para induzir o povo em erro. Gostaria de saber se ele tem dados comparativos do gasto do cartão corporativo de toda a administração pública federal durante o governo Bolsonaro, para que fins esses gastos foram usados. Lembrando que não estou falando só da presidência, dos 27 milhões.
E se o governo federal, então, o governo Lula, deveria ter ignorado as situações de calamidade pública e não ter enviado 1.1 bi para a Defesa Civil. O equipamento de... Tem que ter tecnologia funcionar, né? Não, mas eu calculei o tempo. É, eu vi que... Ó, Michele, eu queria deixar claro, tá? Não sou obsoleto não, que estou aqui com o papel. Ela trouxe o tablet lá, tá?
Mas é só para perguntas, tá? Só perguntas. Está tudo bem, não me importo não também. É só para o pessoal não achar que eu sou obsoleto, só eu trouxe papel. A Michelle, ela é mais tecnológica que eu. Tem papel aqui também, gente. Olha, Michelle, quanto a isso, eu acho que é assim...
Os dados que eu trouxe lá no 13 contra 1, provavelmente, no TubaCast, são dados públicos que a gente trouxe. Inclusive, essa percepção de gastança, eu acho que é muito nítida da própria população.
Então, assim, o governo atual, junto com principalmente a nossa primeira queridíssima dama, que estava cozinhando paca esses dias, você que é vegano aí, não sei nem o que você pensa disso. Você pode dizer que eu penso muito mal disso. Mas...
Eu acho que é gritante a gastança atual do governo Lula. Eu acho que isso fura a bolha, tanto é que uma das coisas mais interessantes que eu acho do mandato de vereador é que eu considero o mandato, talvez, parlamentar mais próximo da população, do povo. Então eu consigo com frequência, eu sempre falo da dona Maria e do senhor João, porque fura a bolha.
Rodrigão, Robertinha, Michele, a gente pelo menos tenta o tempo inteiro estar antenado de tudo do que está acontecendo. Não que a gente consiga, mas a gente tenta. E esse tipo de coisa, de gastança, da dona Janja cozinhando a paca, indo para Paris, fazendo lá o esbanja palosa dela, fazendo o carnaval, eu acho que isso extrapola...
todo o senso comum que fura a bolha da Dona Maria do Sr. João. E todo mundo fica indignado, revoltado, porque tem que acordar cedo, pegar busão, ralar para ganhar porcaria de um salário, pagar imposto para caramba e não ter retorno de nada. Então, esse 1.4 bi do cartão corporativo que a Michele trouxe, eu acho que independente até dos valores absolutos, viu Michele? Eu acho que o que... Muito obrigado.
transborda hoje, é a sensação que o povo tem de ser tirado de otário todos os dias. E não querendo fazer uma falsa correlação, porque é uma correlação verdadeira, não sei se a Michelle vai se lembrar,
Mas na época do Bolsonaro, o escândalo era que ele gastava dinheiro com leite condensado. Não com viagem, com bolsa. Era outra percepção o sentimento do povo. O próprio Bolsonaro, também não lembro se a Michelle vai se lembrar, mas chegou a desligar o aquecedor da piscina lá do palácio. Não sei se você se recorda disso, Michelle. E o que eu quero te dizer, Michelle, aqui, isso para efeito de grana...
É ínfimo, não representa nada. Mas eu quero ir além disso, Michele. Eu quero dizer o quanto isso representa no sentido de mensagem para a população. Percebe? É o mesmo caso que eu estava dizendo agora, por exemplo, da Paca, que a gente falou. Que mensagem isso passa?
Que mensagem passa quando um presidente vem em público, por exemplo, e fala que está tudo bem o cara, ele rouba porque ele precisa tomar uma cervejinha, ele rouba um celularzinho. Então, eu acho que muito além de números absolutos, e às vezes a gente fica nessas bobagens de nós contra eles, porque um fica tentando defender político, idolatrar político de cá, outro de lá, eu acho que tem uma série de mensagens atualmente que são passadas por esse governo que está no poder, que...
corroboram para as coisas estarem caminhando de mal a pior atualmente no nosso país. Extrapolei o tempo aí? Não, cinco minutos. Se quiser falar mais... Não, tranquilo. Eu estava na mente que era... Sempre vai ter a tecnologia. Tá bom, é isso. Michele, sua réplica. Eu só queria lembrar que a minha pergunta é se a gente sabia qual era o gasto do governo Bolsonaro no cartão corporativo.
E se o governo Lula devia não ter mandado dinheiro da Defesa Civil, que era 1.1 BIC, que são 78% do que foi gasto no cartão corporativo, que por sinal foi usado por mais de 6.500 pessoas, não pelo Lula e pela JANJ. Isso é muito importante. Se alguém tiver dúvidas em relação à fonte, está tanto no portal da transparência quanto no Gov.br.
Na gestão Bolsonaro, todos os cartões, e aí vamos ser honestos, tá? Nos quatro anos, não só em três, a gente está falando no Lula só de três, tá? Nos quatro anos foi um bi. Então o Bolsonaro, ao longo da administração toda, gastou menos, mas ele também não teve dois desastres naturais, ele teve uma pandemia que também teve outros problemas, tá? Como tu falou do aquecedor, super importante, mas é irrelevante para o gasto público e pode ser uma mensagem muito... Eu citei, mas é no quesito da...
Mas é uma mensagem muito vazia. Ela comunica para o seu João e para a dona Maria, mas efetivamente, para fins de política de governo, para melhoria do Estado, não traz nada. Uma coisa, essa que tu citou... Eu queria dar uma... Não, tudo bem. Só deixa eu concluir, aí eu te dou um tempinho do meu. Que eu também não tenho problema. Essa que tu citou para mim foi um pequeno problema. O da cervejinha.
É um vídeo manipulado que tem dois trechos. O trecho do... Peraí, peraí. Nos três minutos dela é importante respeitar. Deixa eu concluir e te dou o restante do meu tempo. O da cervejinha e o do roubo do celular são dois trechos. O do roubo do celular, o Lula... E lembrando, eu não sou lulista nem petista, gente. Pode ir atrás aí e procurar. Tem crítica minha da Dilma em 2013, tá?
O do roubo de celular, o Lula está falando sobre a violência policial, que muitas vezes tem um jovem inocente que sofre violência pessoal, e às vezes ele sofre violência do policial porque roubou um celular. Em um outro momento, ele fala que há um conflito entre a torcida, é uma fala longa.
a torcida do Náutico e do Santa Cruz, e que mais além eles estão aqui brigando, e depois eles saem juntos para tomar uma cervejinha. Alguém foi lá e editou o trecho do celular com o trecho do Náutico e do Santa Cruz. Se alguém tiver dúvida, vai agora em qualquer site de checagem de fatos, vai ter o vídeo lá na íntegra e vai ter as duas falas na integralidade. Então eu acho muito complicado...
pra gente acabar com a mentalidade nossa contra eles, a gente precisa começar a trabalhar os dados. Eu tô trazendo dados que, como tu sabe, também são públicos. É só checar. Mas eu não entendo por que a gente tem que distorcer. Se a gente quer melhorar a política brasileira, se a gente quer melhorar o Brasil pras pessoas, por que distorcer? Eu vou te dar o restante do meu tempo pra tu...
Para você poder falar alguma coisa. Não, está tudo bem. Quando ele falou também que o traficante é vítima do usuário e foi distorcida, fala. Não, não foi. Foi bem ruim essa fala. Tá. É, mas é... Mas eu estou sendo análogo, tá? Não, tudo bem. Entendi. E eu não tenho problema nenhum em ter que revisar algo, viu, Michel? Que fique bem claro.
inclusive eu acho que isso é o que faz sentido o ponto é que isso não muda a mensagem constante que o presidente passa e que não só o presidente passa mas o seu entorno Michele, você foi policial, que é uma das carreiras que eu acho
Cara, o cara pra ser... Agora já vai pra sua pergunta. Eu achei que eu tava no tempinho dela. Agora é a sua pergunta? É porque ela te deu 30 segundos aí pra você falar. Inclusive eu vou pedir aqui pra um não interromper o outro na hora que estiver falando. Eu não ligo não, tá? Eu sei, mas é que a nossa audiência é chata igual nós somos. A gente quer ver o pessoal desenvolver a resposta.
E essa interrupção acaba atrapalhando a formação da ideia. Então é importante. Essa é uma parte que eu vou explicar. O que acontece quando isso fica recorrente. Vai depor muito contra a sua imagem.
Então eu peço para você não passar por que, falar assim, o cara não tem educação, não espera. Não, não, eu falei em outro sentido, Roberto, às vezes de pontual, alguma coisinha. Eu sei que não é um problema, mas como a regra aqui, já tem um tempo que acontece dessa forma, eu já sei até a resposta que acontece, e a Michelle não se incomoda, não é por ela. O que eu estou tentando preservar nem é a conclusão do seu filho dela. É a sua imagem, é a sua imagem também. Você vê esse cara lá, o tanque elérico sem educação, estava cortando ela toda hora.
Mesmo que não seja a intenção. É o que a galera vai falar depois. Fechou. Então sua segunda pergunta, Malcom, dois minutos para você desenvolver. Lembrando que eu posso mais um pouquinho esticar a outra, né? Não, só falando. Pode, pode. Depois eu faço a pergunta. Pode usar como quiser.
Não, só estendendo um pouquinho do raciocínio anterior, a Michelle, inclusive, que foi policial, eu acho uma das profissões mais honrosas que existe, porque o cara que é policial está lá na rua queimando a cara para defender a família de... a nossa família, né? E é justamente no sentido da mensagem que o presidente traz e o entorno dele traz. A Michelle sabe disso. Tenta você lá ou eu entrar na favela do jeito que o Dina entrou. Então, assim, é muito...
Sabe, é no mínimo interessante, suspeito, não sei o adjetivo correto, mas o senso comum grita dizendo que é esquisito, tem coisa estranha. E você como uma ex-policial talvez possa até...
falar com mais propriedade do que eu dessas mensagens constantes que o governo passa, a imagem que ele passa. E não é à toa que foi o governo mais votado dentro dos presídios. Acho que isso diz muito sobre o que a gente tem aí. Bom, vou para a pergunta agora.
Michel, existem relatos documentados de pessoas que afirmam ter um desconforto profundo com o próprio corpo e passam a desejar características físicas que não possuem, chegando ao ponto de querer modificar o próprio corpo para se alinhar com essa percepção.
que ela tem, que são os transficientes. Você já deve ter ouvido o termo. A minha pergunta é bem direta. Se uma pessoa manifesta um sofrimento psicológico relacionado ao próprio corpo, o papel da medicina deve ser validar essa percepção com uma intervenção física irreversível ou tratar o sofrimento psíquico antes de qualquer alteração permanente. Então, só para...
exemplificar, uma pessoa, por exemplo, que tem os dois braços, é uma pessoa normal fisicamente, se sente amputada, então ela quer arrancar o membro, quer arrancar um braço.
E a pergunta vai nesse sentido para a Michelle. Se você está na liderança de uma grande empresa, sabe. Quando a operação cresce, os desafios também crescem. Mais volume, mais canais, mais decisões em tempo real. É aí que entra o Mercado Pago. A mesma tecnologia de soluções de pagamentos do Mercado Livre, pronta para ajudar grandes empresas a vender com mais segurança.
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Costumo ir aqui em São Paulo, é Paraisópolis, tá? Então, se o Flávio Dino tem o benefício de entrar numa favela, eu também tenho. Porque Paraisópolis é, inclusive, eu sou madrinha de uma MC de Paraisópolis, né? Beijo, MC Trans. Um outro comentário. Preso com já sentença penal condenatória, trânsito em julgado, né? Já.
definido, esse não vota. Quem vota é o cara que ainda está preso, que hoje é 30% da população brasileira, mas ele não tem a sentença transitada em julgado. Esse é aquele cara que está preso ali preventivamente. Bonzinho, vítima da sociedade. Não estou falando isso. Mas é desse aí que tu está falando. Então não é que preso vote. Dizer que preso vota é incorreto.
Voltando ao tema das pessoas que têm essa sensação com membros e a tentativa de comparação eventual com pessoas trans, tá? Existem... Não, eu falei isso. Peraí, Malcom. Existem casos... A hora que tu falar ela não vai te interromper. Existem casos em que...
dado o acompanhamento, se há realmente um sofrimento tão extremo que possa levar a pessoa a causar um dano muito maior a si, uma equipe médica multidisciplinar pode decidir.
por fazer sim uma amputação, porque senão a pessoa vai para um ponto pior do que aquele. São raríssimos esses casos, eu não sei se tu consegue me trazer percentualmente um número, porque esses casos são tão raríssimos que eles não têm uma curva padrão para que tu consiga analisar quantas ocorrem, quantas se recuperam, quantas vão até o procedimento, porque os estudos nessas áreas, o número de pacientes com esse quadro é muito pequeno.
Então, nessa situação, realmente acaba acontecendo um negócio de acompanhamento, avaliação do potencial dano em relação ao que a pessoa pode estar vivendo naquele momento.
Falando então da cirurgia de transgenitalização, porque seria o cortar um membro, uma pessoa transpassa por uma cirurgia modificadora que é a transgenitalização, ou uma dupla mastectomia, que é a remoção das mamas, remoção de útero e ovários, coisas do tipo. E esses procedimentos no Brasil, eles demandam laudos de três especialistas diferentes.
e de um a dois anos de acompanhamento para pessoas adultas, e que no Brasil hoje, inclusive com a nova resolução do CFM, a partir dos 21 anos, tá? Antes era a partir dos 18, agora a partir dos 21 anos. Então, quando uma pessoa trans, eu mesma, faz 10 anos que eu tentei conseguir a cirurgia pelo SUS e não consegui a cirurgia pelo SUS, e aí eu venho tentando vários profissionais que me acompanhem por tempo suficiente para eu conseguir a cirurgia pelo plano de saúde, que agora é norma, né? Agora tem lei para que isso ocorra.
Mas a pessoa não corta um membro fora. Uma mulher trans que faz a cirurgia de transgenitalização, ela na verdade faz uma adaptação da sua genital, ela continua tendo o mesmo tecido ali, só que agora ele é um tecido que fica para dentro. Então se constrói o que é chamado de neovagina. E é uma cirurgia que tende a causar alívio nessa pessoa que precisa passar por isso e que ela dá uma liberdade que eu, por exemplo, às vezes não tenho.
Eu não me sinto confortável de usar com tranquilidade um vestiário se eu não me esconder para usar esse vestiário. Por quê? Porque eu tenho algo que eu não queria que estivesse lá. Então, dito isso, pessoas trans também removem coisas do seu corpo, mas é depois de muito tempo de acompanhamento e uma vez que aquilo é determinado como algo que causa sofrimento maior do que aquele que a pessoa trans tem. Existem estudos que estão saindo agora...
que falam da situação da pessoa trans continuar tendo quadros psiquiátricos, de depressão, ansiedade, depois inclusive da cirurgia. E isso é um erro que a própria comunidade trans comete, de achar que a cirurgia de transgenitalização resolve depressão, ou ansiedade, ou qualquer outro quadro clínico. A cirurgia de transgenitalização resolve uma única coisa, que é a disforia de gênero ou a disforia genital.
Para além disso, a pessoa precisa fazer seu tratamento psicológico, psiquiátrico para todos os outros quadros. Então, considerando o exemplo que tu deu inicialmente, eventualmente, na situação dessas pessoas que têm problemas com membros, pode ser que chegue ao extremo de fazer realmente uma amputação, se aquilo for para o bem-estar dela. Mas é muito raro. Mal, com três minutos para você, pontual o que você quiser. Sou ré.
Primeiro o quesito da Michelle aí do vestiário. Acho que interessante. Pretendo entrar nesse tema também, porque eu quero ouvi-la, porque ela vivencia isso. Enfim, acho que a ocasião é perfeita para a gente entrar nesse tema também.
Enfim, acho que não faz muito sentido para 99,9999% da população, uma pessoa, se sentir amputada e a gente chegar ao ponto de arrancar o membro dessa pessoa. Um braço, por exemplo, uma perna, por exemplo. O corpo, a condição corporal, é permanente.
Você não arranca um braço, uma perna e depois volta isso. Já a mente, ela é mutável. E como eles mesmos defendem, inclusive alguns caras que são referências no transgenerismo, dizem até em gênero fluido, uma hora se acha uma coisa, outra hora volta de novo, outra hora...
Enfim, é tudo muito subjetivo em várias literaturas que a gente busca, dos ditos como referências neste tema, então não vejo muito sentido. Inclusive a Michelle cita aí um estudo recente, também acho que dá para a gente falar desse estudo ao decorrer aqui do debate, Michelle, ela já trouxe, mas acho que dá para a gente falar dele. Eu acho que é uma questão...
de tratar a mente. E aqui, falando deste gênero que surgiu, que é o transficientes. Então, é óbvio que quem está nos assistindo, e a própria Michelle já fez a equivalência aqui, mas eu não fiz a equivalência, da amputação de um membro, no caso de um homem.
Amputar o pênis. Muitas pessoas que estão em casa com certeza vão fazer essa correlação. Então existe o transficiente que quer amputar o braço, existe um homem que quer amputar o pênis. Mas eu acho que a gente vai falar mais disso aí e entrar a fundo com estudos e dados ao decorrer do podcast.
Michele, sua segunda pergunta. Você tinha três, mas ainda tem mais aqui 40 segundos.
Quer seguir? Não, não. Quer usar? Michel, pode usar. Não, é só porque eu li esse estudo. Esse estudo já saiu, eu já li, eu já sei tudo que está aí. Já também. É como eu falei, ele não trata da transição, mas ele trata de quadros psiquiátricos e outras situações. Mas é muito legal porque o meu tema... O meu tema 2, ele entra justamente em pessoas tremas.
No seu PL20 de 2025, o vereador buscou a completa proibição do tratamento hormonal em crianças e adolescentes trans antes dos 18 anos, mesmo com autorização dos pais. Em sua justificativa, utiliza a resolução do CFM como mecanismo para tal proibição, mesmo ela violando o princípio da integralidade do SUS. Sabendo que o estudo da JAMA Pediatrics presente na resolução do CFM contraria a posição do órgão, bem como outros elementos presentes lá,
Questiono ao vereador quais dos 39 itens de referência o vereador pode apontar como determinante para a decisão, quais entre os procedimentos irreversíveis eram realizados em menores trans antes desse processo, e por fim, o que o vereador quer dizer em sua lei com identidade sexual biológica.
Malcom, 5 minutos. Bora lá. Inclusive, esse foi um projeto que eu levei para a cidade.
Depois até de ter conversado com o doutor Rafael Câmara, não sei se a Michelle conhece, o doutor Francisco Cardoso também, que são os conselheiros do CFM1 do Rio, que é o relator, inclusive, da nova resolução, que é o Rafael Câmara, e o outro é de São Paulo. E por que a gente resolveu implementar essa lei no município, que inclusive, por enquanto, caiu com uma DIN.
Da associação LGBT, do orgulho LGBT de Vinhedo. Até trouxe aqui. Está em tramitação para ver se a gente derruba essa liminar. É uma liminar que está em vigor para a lei ser reestabelecida. E aí eu entro no seguinte ponto.
Eu tive um caso em Vinhedo de uma pessoa que estava no processo de transição e ela foi cobrar os medicamentos que ela utilizava e ela começou a transicionar, se eu não me engano, aqui em São Paulo. E aí isso gerou um estresse, inclusive na Unidade de Saúde, porque as pessoas não tinham o medicamento e ela exigia e deu um...
Mas fato é também que com esse projeto, depois de ouvir atentamente os conselheiros do CFM, que sabiamente agora fizeram a nova resolução, até trouxe aqui, porque tem alguns pontos que eles até falaram, Mauco, destaca, porque agora inclusive está na moda.
Tem alguns casos acontecendo com frequência, a gente está até acompanhando na internet, de homem trans e mulher trans, que eles ainda têm o membro original, vamos dizer assim, não sei se essa é a nomenclatura correta, Michelle, se não for, você fica à vontade para me corrigir aqui, mas vou colocar como o órgão de nascença original, e querem ir no médico...
do gênero que ela se identifica. Então, um homem com pênis quer ir na ginecologista e uma mulher com vagina quer ir no urologista. Então, a própria resolução também trata disso. Mas a lei que nós fizemos em Vinhedo foi no seguinte ponto, de proteger as crianças para que isso não fosse feito na nossa cidade. Por mais que nenhuma cirurgia ou transição hormonal
estivesse acontecendo, a ideia é blindar a cidade, porque ainda não existe legislação para isso. Então, o próprio doutor, os doutores aí do CFM que a gente conversou, inclusive, na sessão de aprovação desse projeto, entrou até um vídeo do próprio doutor... O doutor...
responsável pelo CFM de São Paulo, doutor Francisco Cardoso, que fez questão de participar dessa sessão, porque ele disse, Malcom, se toda cidade implementar essa lei, versar sobre isso, o que os movimentos de esquerda tentam fazer com frequência, Michele, não sei se você acompanha, é derrubar a resolução.
Então eles tentam derrubar essa resolução do CFM para voltar a fazer a transição em adolescentes, com os hormonais. E na antiga já era 16 e 18, agora passou a ser 18 e 21. Então isso é importante até para a gente desmistificar, porque tinha gente que achava que transicionava com cirurgia. Não, isso não acontecia já na resolução antiga.
Porém, a gente tinha inúmeros casos de crianças já que começavam a receber hormônios, não crianças, adolescentes, corrigindo. E outro ponto que vale a pena ressaltar aqui, que agora até fiz uma ligação para o Dr. Câmara, e eu não sei se a Michelle sabe, inclusive, que agora parece que está virando corriqueiro, Michelle, e o CFM já levou isso para o STF, que é a judicialização de casos individuais.
Então, eles pegam casos específicos e tentam judicializar para ir contra a resolução do CFM, porque, enfim, aí eles embasam, justificam, mas está virando uma prática recorrente, de acordo com o doutor Rafael. Ou seja, a Michele tem, sei lá, X anos aqui de idade, 16 anos, 17 anos, e para o caso dela a gente não pode levar em consideração a resolução. Então, aí começa a não fazer muito sentido, porque...
Existe a resolução, não vai ser seguida. Esse é o ponto. Então, acho que a lei não vigente mais por conta da liminar, que já já tomara que a gente consiga derrubar, é muito mais uma questão...
de preservar a cidade, já que a gente não tem uma lei federal que versa sobre isso, caso movimentos e partidos ligados à esquerda consigam derrubar a lei, a resolução do CFM, Michel. Três minutos, Michel.
É a segunda pergunta que não vem a resposta do que eu perguntei, tá ligado? É louco. Eu perguntei quais os itens da decisão do CFM, quais os procedimentos irreversíveis e, por fim, o que era a identidade sexual biológica. Nenhuma das três perguntas foi respondida, mas vamos lá.
Homens trans, que é o que você chama de mulheres com vagina, e vamos falar de pessoas do sexo feminino que tem vagina, elas também têm aparelho urinário, então elas também precisam ir no urologista. Não é nada demais isso daí, tá? Uma mulher trans, ela pode ter que ir no ginecologista, por exemplo, se ela for fazer um exame de mamas.
e ela precisar de uma orientação para fazer um exame mamário. O urologista não vai ter isso. O urologista vai poder examinar minhas mamas? Ver como elas estão? A saúde delas? É óbvio que não. Eu não tô... Nenhuma mulher trans vai na...
na médica ginecologista para pedir para ela examinar a genital, o pênis, porque daí não faz sentido. Não tem por que ela fazer uma análise peniana, porque ela não está fazendo análise da saúde do aparelho sexual para o qual ela tem habilidade, mas para outras coisas ela vai poder fazer isso, tá? Só para citar então...
em inúmeros casos, quando o vereador fala de inúmeros casos, teve a... o vereador, o Malcom, é uma linha de chamado cargo, desculpa, Malcom. No próprio Tubacast, tu falou, poxa, mas tem meninas de 8 anos recebendo testosterona, e aqui tu corrigiu, e eu acho isso muito nobre.
Não existe hormonização de criança. A única hormonização que existe, e o bloqueio púberi, é de pessoas já na adolescência. Mas eu posso citar pelo menos três referências dos 39 itens do CFM. O primeiro é o CID. O primeiro item da resolução do CFM é o CID, é o Código Internacional de Doenças.
Basicamente não é nada, é só o Código Internacional de Doenças que lista as doenças. Uma das primeiras referências também é um estudo feito na Finlândia, em que apresenta desistência de transição. E o critério usado para desistência de transição é se a pessoa parou de pegar reembolso de hormônio no último ano.
Que critério bizarro é esse? Para além disso, um item muito importante que é o item 34, que virou inclusive debate político, médicos na Inglaterra foram forçados a fazer transição de gênero em crianças. É o item 34 da resolução. Eu li todos os 39. O item 34 da resolução, ele nada mais é que o protocolo do Sistema Nacional de Saúde do Reino Unido, dizendo como se deve tratar pessoas trans. Então veja.
A própria resolução, que é baseada na do Reino Unido, ela não tem base para se sustentar. Mas, infelizmente, eu queria ter tido a resposta para a gente poder dialogar mais sobre isso. Malcom, sua terceira pergunta, dois minutos. Se quiser comentar alguma coisa aí também? Não, tranquilo. Essa aqui é interessante, acho que a Michelle vai conseguir trazer pontos de vistas legais aqui.
Tem um caso, Michel, inclusive, provavelmente deve ser do seu conhecimento, que ele foi amplamente divulgado nos Estados Unidos. Ele ocorreu em junho de 21. Não sei se só pela data você já se recorda, mas enfim. Ele aconteceu no ISPA. ISPA? Exato. O ISPA, em Los Angeles. E gerou uma grande repercussão após relatos de mulheres sobre a presença de uma pessoa com a genitália masculina.
na área feminina do spa. Levantando a preocupação sobre privacidade e segurança nestes espaços íntimos. Até esse fato do spa, tem até uma citação aqui no livro do Matt Wash, ele coloca uma menina, inclusive que tinha uma menina ali de 6 anos de idade.
Foi um negócio, até eu nem vou fazer questão de ler aqui o relato do livro, que foram feitos ali pelas mulheres nesse episódio, porque é até forte. Não tem necessidade, mas quem tiver curiosidade, leia. Diante disso, a pergunta. Em ambientes como vestiários e espaços íntimos femininos, o critério deve ser exclusivamente a identidade declarada, Então,
Ou deve haver algum limite objetivo para garantir a privacidade e a segurança das demais mulheres. Especialmente quando há a exposição corporal. No caso aqui do Ispaque, uma menina de seis anos teve que se deparar com um membro ali na cara dela.
Eu sempre acho muito interessante que a gente veio para uma proposta de falar de dados e tal, e a gente vai lá e pega um caso que aconteceu nos Estados Unidos, de um caso assim, mas tudo bem. Lembra quando eu falei sobre o vestiário de mim, a maioria das pessoas trans, especialmente mulheres trans?
que porventura não tenham feito uma cirurgia de transgenitalização, elas têm muito medo de entrar em vestiário. Tu pode achar que, nossa, a gente vai entrar no vestiário e lá que legal. A gente tem muito medo de entrar em vestiário. Quando eu preciso tomar um banho na academia, eu pego todas as minhas trouxinhas, vou até o box completamente coberta.
Entro no box completamente coberta e aí eu ponho as minhas coisas por cima do box. Diferente de mulheres cis que simplesmente andam peladas, inclusive dentro do vestiário, e vão lá para suas áreas sem problema nenhum. Então, assim, pegar esse caso e tentar botar a comunidade trans como um todo nesse sentido, é meio bizarro, especialmente citando o Matt Walsh, porque o Matt Walsh é um dos caras, inclusive, que participou do documentário...
Lady Ballers, junto com Ben Shapiro e com outros conservadores americanos, e que eles nem divulgaram tanto isso porque deu errado, que eles tentaram botar homens cisgênero se declarando mulheres no esporte feminino, quando no esporte pediram as regras para eles de participação, que eles não tinham cumprido, eles não conseguiram botar as pessoas. Então o documentário faliu, pode ver que ninguém fala desse documentário. Mas eles fazem todas essas críticas, mas olha esse caso que aconteceu, pode acontecer em outra situação.
O importante é dizer o seguinte, se tinha uma pessoa andando com a genital exposta, a gente tem hoje socialmente uma estranheza de genitais. Mas, por exemplo, se entrar um homem trans no vestiário feminino, que é uma pessoa que vai ter uma vagina, ela vai ter a tua leitura. A aparência, a tua. Não a minha ou não de alguma das mulheres aqui no ambiente. Vai ter a tua. Só que uma vagina.
Uma mulher vai se sentir tão desconfortável com essa presença quanto com a presença de uma genital. A questão é que, se tu pegar o grosso da comunidade trans, tu vai ver muito mais medo da comunidade trans em acessar esses espaços do que a comunidade trans em fazer algo lá.
Não dá pra gente pegar esse caso isolado, e a gente tem que considerar esse caso isolado tipo assim, pô, a pessoa fez isso daqui e criou um desconforto. Será que não faltou um pouco de noção? De se cobrir com uma toalha, de passar pro outro ambiente coberta, já que poderia ser uma mulher trans. Eu nem sei todos esses detalhes, porque o Matthew Walsh ele mente tanto, que fica difícil de acompanhar a metralhadora de mentiras dele, né? Então pode ser, inclusive vou verificar esse caso depois pra ver até onde ele foi. Mas é importante dizer que...
Quem oferece risco para mulheres, independente do lugar hoje, estatisticamente falando e falando de dados brasileiros, é homem. Os 85 mil estupros que aconteceram no ano passado foram cometidos, na sua maioria, por homens. A maioria das vítimas foram crianças menores de 13 anos, mais de 60%.
O local mais comum do cometimento do crime foi dentro de casa, por um pai, por um tio, por um avô, por um líder religioso, por um professor. Então veja, a gente não tem nem dados estatísticos no Brasil de mulheres trans cometendo essas violências.
Mas aí a gente vai pegar um caso que nem a Karen White que aconteceu no Reino Unido, que foi para uma prisão feminina, estuprou uma série de mulheres na prisão feminina, e essa Karen White, o crime pelo qual ela foi presa era estupro. Como é que tu vai botar uma pessoa que foi presa por estupro em uma ala livre com mulheres
Sendo que o crime dessa pessoa é estupro. Essa pessoa tinha que estar numa área isolada de pessoas que cometem crimes sexuais. Então o Reino Unido falhou neste caso e botou mulheres em risco. Não porque a Karen White era uma mulher trans, e sim porque a Karen White, enquanto mulher trans, era uma estupradora.
Então veja, eu não tenho problema de falar dos casos individuais, mas os casos individuais não são dados estatísticos e a gente não deve expandir isso. Se a gente fosse expandir, a gente deveria impedir que qualquer homem se aproximasse de qualquer mulher em qualquer local da sociedade, porque se a gente pegar os 85 mil estupros do ano passado, vê quantos homens cometeram esses estupros.
Então é isso que a gente precisa entender. A gente tem que olhar para o risco certo e trabalhar o risco certo. Mulher trans não oferece risco para a mulher cis. Algumas mulheres cis, por causa do discurso que existe hoje, se sentem desconfortáveis. E o meu objetivo é justamente mostrar que não há risco nisso.
Mas aí a gente tem, inclusive, mulheres de esquerda que concordam com esse teu discurso, tá? Mas é um caso lamentável, mas eu vou pesquisar ele mais a fundo. Mas ele não é regra na comunidade trans. Mal, com três minutos você comentou. Bom, vamos lá. Eu achei que a Michelle ia responder minha pergunta, confesso. Mas ela não respondeu. Eu perguntei...
Qual deve ser o critério, então, para vocês acessarem os vestiários femininos? É uma autodeclaração? A gente tem que se basear em algum limite objetivo? Tem que ser pelo fenótipo? Eu, sinceramente, esperava uma resposta.
Porque talvez, aí sim, com uma resposta concreta e com questões postas objetivamente, até por uma pessoa que vive isso na pele. E, Michele, de verdade, olhando você aqui, eu sinceramente acho que você num banheiro feminino não faria mal pra uma mulher. De verdade. Pelo contrário. Acho que se um homem entrasse lá pra fazer mal pra uma mulher, você defenderia. Pode ter certeza. Entende? Então, assim, de verdade, tô sendo muito...
honesto contigo aqui. Mas eu esperava uma resposta para essa pergunta. E eu não obtive. Inclusive, se você quiser usar o meu tempo para tentar responder... Não, mas tu quer que eu responda? Não existe critério objetivo no sentido fenotipal, porque o fenótipo é variável. Então qual é o critério? Mas aí é que está. A pessoa se autodeclara enquanto mulher trans e ela passa a acessar esses ambientes. Mas se tu notar de novo...
Você pegou um exemplo extremo. Exato mais complexo. Não, eu estou falando agora do todo. Mas é que o todo não é parecido com esse exemplo extremo. Entende? Não, eu peguei um exemplo e tem inúmeros outros. Mas aí é que está. Se tem inúmeros outros, a gente trabalha com o dado estatístico, apresenta o dado estatístico e a gente responde em cima. Então, mas o que eu quero dizer é assim, Michelle. Vamos criar aqui um banheiro no podcast dos três irmãos. Então, eu tenho um banheiro feminino e um banheiro masculino. Você vai acessar o feminino e está tudo certo. Mas...
Se eu... Se é autodeclaração, eu falo, então, pô, eu quero ir no feminino também. Eu meto uma peruca aqui, hein? Eu tô me sentindo mulher. Isso se chama instrumentalização da pauta trans. A gente conhece muito bem isso. Não, é uma pergunta objetiva. Mas é isso. Qual é o critério? Isso é uma instrumentalização. Então, mas qual é o critério? A gente tem hoje o critério da autoidentificação, que é o critério legal. Então, esse exemplo que eu dei serve.
Eu falo, sou uma mulher e nem peruca precisa, eu entro lá. Mas você não vive toda a situação de uma mulher... Mas não tem como fiscalizar. Como é que tu identifica um homem trans acessando um banheiro? Porque tem vagina e um homem cis acessando um banheiro.
Então, mas esse é o ponto que eu quero dizer. Não tem como a gente identificar e a gente precisa... Vou dar um exemplo. Eu acho que vocês mesmos criaram uma pauta, trouxeram à tona uma discussão que fomentou o nosso contra eles. Porque assim, vou trazer exemplos da... Vamos lembrar da Rogéria? Da Roberta Clos. Cara, essas mulheres...
acessaram o banheiro a vida toda e ninguém nunca encheu o saco delas. Então hoje a gente trouxe para a discussão algo que criou esse monstro.
Michelle, sua pergunta, dois minutos. Só pra apontar, você viu que você também teve dificuldade de responder pra mim o critério objetivo quando eu falei de um aumento. É esse o meu ponto. É isso que eu tô dizendo, mas vocês querem impor algo que não tem como. Eu vou pra terceira pergunta, porque a terceira pergunta ela vai quase, quase em algumas questões do sexo biológico. Dentre os projetos de lei do pacote anti-woke, chama atenção o PL19, que ainda não foi aprovado, diga-se de passagem,
que busca restringir a participação de pessoas trans nos esportes em Vinhedo. De acordo com o texto do projeto, o sexo biológico será o único critério definidor do gênero dos competidores em partidas esportivas oficiais no município de Vinhedo, restando vedada a atuação de transexuais em equipes que correspondam ao sexo oposto ao nascimento. Considerando essa definição, questiono.
Qual o sexo biológico que o vereador faz referência? Cromossômico, gonadal ou anatômico? Quais as configurações de corte entre cada um deles, ou a combinação dos três, para que a gente possa, então, fazer esse corte? E para além disso...
em quadros de pessoas trans, onde ela possui a síndrome da insensibilidade androgênica completa, o próprio COI autoriza a participação dessas pessoas nos esportes. Então, como que o vereador faria, em todos esses casos, para fazer a inspeção propriamente desses atletas e ver quem que pode ou não participar de certas categorias do esporte?
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Eu acho que o próprio COI agora já deu a resposta. No próprio projeto, até tem ele aqui, mas a Michelle tem ele aí também na íntegra.
Eu acho que é algo hoje muito gritante para a sociedade, e até criou-se o movimento das mulheres XX, né? Contra essas injustiças que são cometidas no esporte. Até seria a minha quarta pergunta aqui, você já antecipou, viu, Michele? É ótimo. Até, enfim, se estender a gente pode tocar aqui. A gente tem casos...
até vários internacionais, mas vou citar o nacional, que é da Tiffany. Então, a Tiffany, ela tinha um desempenho quando competia como homem, e a partir do momento que era muito baixo...
quanto ao desempenho enquanto homem, e posteriormente quando ela transiciona, se sente mulher, enfim, a terminologia que eles usam aí, e aí ela passa a ser uma pontuadora exímia, inclusive quebrando recordes de pontuação, e muito acima da média das mulheres. E aí eu não falo nem de quesita altura, eu falo de desempenho mesmo, e as pontuações falam por si só que a...
que a Tiffany teve. Isso acontece na corrida, o próprio Matt Walsh que cita alguns exemplos que aconteceram nos Estados Unidos, em alguns condados e algumas escolas que pelo simples fato de alguns alunos
Inclusive tem uma menina que até virou militante da causa XX das mulheres no esporte, por conta que ela não conseguia competir com esses dois colegas de colégio, que se auton declaravam mulheres, e isso bastava, e eles ganhavam o tempo todo delas na corrida. Então acho que é um fator que é muito gritante por conta de toda a capacidade.
masculina, e na maioria dos casos, tem casos também da mulher competir, transicionar e competir, são muito raros, a grande maioria de homens que transiciona e compete na modalidade feminina.
E é algo que, assim, tanto é que o COI agora proibiu, e tem um caso muito emblemático que eu gostaria de trazer, porque acho que marcou a memória de todos que assistiram a última Olimpíada, que foi da Argelina.
A luta contra a italiana até por sinal estava assistindo, ela deu duas pancadas e acabou a luta. A lutadora italiana saiu chorando do ringue. Então hoje isso não acontece em Vinhedo, mas vai de encontro ao pacote anti-woke que a gente está tentando blindar a cidade e justamente com as normas internacionais, inclusive que agora o COE estabeleceu. E respondendo objetivamente, o critério tem que ser cromossômico.
O próprio COI, ele coloca o gene, né? E aí, eu até acho que vi você questionando essa questão do gene, porque em alguns casos, muitos específicos, o gene pode estar ali, mas não ativo. Então, acho que o caminho é o gene estar ativo, tem que ter uma checagem.
que é o que, para mim, faz mais sentido, porque você não pode... Tudo bem, você acabou de falar que é um caso isolado, mas a gente não pode generalizar um caso. Eu já vi que, às vezes, você traz também um casozinho, um pelinho no ovo, mas você traz isso para a discussão também. Então, só para pontuar esse aspecto aqui. Então, eu acho que é esta lei que proíbe o teu filho.
homem de acordar amanhã se sentindo uma mulher e espancar minha filha no boxe, eu acho que é para blindar a nossa cidade e espero que o nosso país venha ao encontro também, porque as entidades internacionais estão seguindo este rumo.
Eu acho que é desigual. Por mais que você se sinta uma mulher, Michelle, notoriamente a gente vê que você tem uma capacidade física, e até porque você treina também, acompanhei que você treina. Mas aí você vai argumentar, né? O bloqueador hormonal pode causar alguns problemas ósseos, inclusive em quem faz o bloqueio de testosterona.
E é um fato científico. Porém, a tua formação óssea, muscular, por mais que você tenha bloqueado a testosterona, você vai levar vantagem fisicamente sobre uma mulher. Isso é algo não só óbvio, como é o que acontece quando um homem que transiciona vai competir, fica escancarado essa discrepância.
Três minutos, Michele. Certo. Só para constar, a síndrome da insensibilidade androgênica completa seria um indivíduo XY que simplesmente não respondeu nunca à testosterona. Então ele vem com a configuração que seria esperada de um mastrobiológico, mas ele não responde a isso e, portanto, o COI permite a participação desses indivíduos. Sobre o GNSRY, ele é um dos iniciadores...
da formação genital, ele não é o único. E o próprio cientista que descobriu o gene SRY disse, não gente, ele não pode ser usado dessa maneira, porque ele é só uma parte do processo, ele não é o processo como um todo. Enquanto a gente está tendo o desenvolvimento do ser humano,
Tu ter um processo que inicia algo não quer dizer que ele complete algo, né? E quando a gente ignora, por exemplo, se você vai só para o sexo cromossômico, que foi o que você falou, e você ignora o gonadal e o anatômico, por exemplo, você pode ter um indivíduo XY.
que não tenha tido ativação de SRY, se desenvolva como uma fêmea, e apresentar a gônadas femininas, apresentar a anatomia feminina, e por causa do seu critério XY, esse indivíduo não poderá participar.
Sobre a Tiffany Abreu, caso apresentado. A Tiffany, ela competiu no vôlei feminino por oito anos sem ganhar nenhum título. Absolutamente nenhum título. Ela quebrou o recorde de pontuação em uma partida, onde ela fez 39 pontos. Record disse que foi quebrado no...
praticamente no ano posterior pela própria Dandara, que era uma das... Foi um ou dois anos depois, tá? Pela própria Dandara, que havia reclamado, inclusive, do desempenho atlético da Tiffany, né?
Sobre homens que competem, a gente tem casos muito clássicos, como o Chris Mosier, que ele é campeão americano cinco vezes e All-American uma vez. Nós temos o Patrício Manuel, que ele tem um cartel atual de quatro lutas e duas... quatro vitórias e duas derrotas, ou uma derrota. Eu preciso atualizar o cartel dele, que ele é um homem trans que luta contra o homem cis. E a Imani Khalifa é um caso muito interessante, porque a Imani Khalifa só virou notícia nessas Olimpíadas.
Mas na Olimpíada anterior que ela participou, ela não era notícia. Na Olimpíada do Japão. Na Olimpíada do Japão, a Emane Khalif ficou em quinto lugar. Mas ela não foi notícia. Meio estranho nisso, né? Talvez a terceira, não estava mais alto. É, é muito estranho isso. Mas aí, então, a gente precisa olhar para o caso da Emane Khalif e ver como uma simples variação, ou uma simples insensibilidade a uma resposta hormonal faz com que as pessoas passem a tratar uma mulher cis como uma mulher trans. Então, é isso aí?
Então você vê, às vezes nem uma mulher cis está livre de ser atacada como se fosse uma mulher trans por causa do seu desempenho atlético. Só pergunto, Malcom. Tem vários aqui. Dois minutos.
Galera, quase 2 mil pessoas ao vivo aí. Vamos ajudar no like. Cada like aí o YouTube entrega de 5 a 10 pessoas. Então, força aí para a gente aí. Like. Confere se você está inscrito. O YouTube desinscreveu várias pessoas. Então, confere se você está inscrito aí. Compartilhe essa like. Manda o like, gente. Manda o like. Manda o superchat aí também para as perguntas depois.
Senta o dedo aí no botãozinho. Puta, a pergunta vai ser do Matt Walsh aí. Eu conheço o Matt Walsh pra caralho. Pois é, pois é. Na verdade, eu vou trazer, essa é um pouco mais talvez pesada, não sei se é o termo correto, mas é porque quando nós vamos verificar alguns ativistas aí, progressistas, por recorrência
a gente se depara com muitas questões que envolvem crianças. Isso me causa...
uma grande estranheza, assim, não sei, enfim, mas eu vou te perguntar, porque com certeza você que é do movimento deve conhecer todos esses nomes, enfim, e pode esclarecer aqui pra gente. Kinsey, né, fez um estudo, e ele até tem aquela tabela lá, né, famosa de Kinsey, enfim.
E o que... Em um desses estudos, que você gosta de estar citado aqui no livro do Matt, que pelo jeito você não vai muito com a cara dele... Quando o cara mente, não vai com a cara dele. Enfim.
Ele cita aqui que, de acordo com Heisman, que é uma outra pesquisadora, o Instituto de Proteção às Crianças, o livro que ele publicou em 1948 sobre a sexualidade masculina, continha cinco tabelas com dados sobre orgasmos múltiplos de homens pré-adolescentes.
O que é um homem pré-adolescente? Fica o questionamento. A tabela esclarece isso listando crianças de dois meses de idade, isso dentro da pesquisa de Kinsen, até menos de 14 anos, destacando quantos orgasmos foram observados nelas. E esses dados foram obtidos de pedófilos, que mantiveram relações sexuais,
com os meninos, e que eram capazes de reconhecer e interpretar as experiências deles, Reis mandou mais detalhes, notando que os criminosos usavam cronômetros e faziam anotações meticulosas que eram passadas a 15. Então aí fica a pergunta, por que sempre que a gente vai pesquisar essas referências tem esse tipo de coisa envolvida de pedofilia, de criança, com esse pessoal? Cinco minutos, Michele.
Só pra esclarecer quem é esse pessoal? Os... Colocados aí como os pais da ideologia, tem Kinsey, tem Money, enfim. Nossa, John Money não, pelo amor de Deus. É, ele vem depois, né? Não, mas ele eu não... O caso do Kinsey é...
É muito importante a gente trabalhar a ciência, tá? Entendendo como ela foi feita em um dado momento, que ela é muito bizarra em algumas coisas, e como ela evoluiu, tá? O entendimento de gênero e sexualidade aqui nesse período, ele era muito, mas muito baixo, pelo simples fato de que em 1933, a gente tinha um instituto de ciências sexuais, tá? Em 1919, que era o Instituto Magnus Roshfield, na Alemanha, tá?
Esse instituto foi destruído por militantes nazistas em 1933. Então o que aconteceu? Toda a ciência que se desenvolveu durante os 14 anos da existência desse instituto, ela foi apagada pelo domínio do governo do partido nazista na ocasião. Então quando o Kinsey faz essa pesquisa, a forma que o Matt Walsh coloca é sempre muito bizarra. Se tu pegar o estudo em si...
ele não vai estar descrito como o Matt Walsh descreve, o Matt Walsh faz uma descrição muito tendenciosa sempre e eu posso te falar porque eu acompanho o Matt Walsh, Ben Shapiro, eu acompanho esses caras, o Charlie Kirk acompanhava os debates dele, porque pra mim é importante saber o que vai vir pro Brasil, porque o discurso pra cá é sempre o que vem de lá. Então assim, se o Kinsey, usando o Matt Walsh como referência, usou dados de pedófilos, o Kinsey tinha que ser preso.
Você não acha comigo que ele está fazendo pesquisa com pedófilo, ele está apoiando pedofilia, então a gente precisa prender esse cara. Mas isso é 1948. A ciência em relação à identidade de gênero não é feita mais assim há muitos anos. A gente tem protocolos hoje...
muito mais robustos de acompanhamento de crianças e adolescentes. A gente tem muito mais estudos sobre influências hormonais, a gente tem muito mais estudos sobre bloqueio de puberdade, e nenhum desses estudos trabalha com pedófilos, ele trabalha com estupradores.
Esses estudos, eles trabalham com ciência, com análise dos dados, com acompanhamento. Inclusive, dois dos estudos, um deles, que é o da Gema Pediatrics, que está na resolução do CFM, dois dos estudos que foram publicados na Gema Pediatrics foram publicados lá da Austrália e que tem mais de 700 indivíduos trans, criança ou adolescente que fizeram acompanhamento. E fizeram, em alguns casos, acompanhamento hormonal.
Em alguns casos, só o acompanhamento psicológico, que não chegou ainda até o hormonal. E esses estudos trabalham com acompanhamento de 10 anos e de 6 anos. Então são acompanhamentos super longos, tá? E pra você ter ideia, num dos estudos tem mais de 500 crianças e adolescentes que estavam fazendo acompanhamento.
Destas, 220 estavam em terapia hormonal. E destas que estavam em terapia hormonal, duas desistiram do processo de transição. Mas quem eram essas duas que estavam em terapia hormonal e desistiram do processo de transição? Era uma adolescente que tomou uma única dose de testosterona e desistiu da transição, enquanto criança e adolescente, não se sabe depois do histórico adulto, porque era um hospital pediátrico.
E a outra era uma menina trans que estaria, então, em bloqueio púberi por oito meses e parou o bloqueio púberi porque desistiu da transição e seguiu sua vida fazendo acompanhamento ainda por mais dez meses nesse hospital. Então, se você vê, nada hoje é trabalhado assim, nossa, a criança vai se analisar o orgasmo de criança. A gente nem trabalha esse tipo de coisa na ciência. Mas sabe o que é muito doido?
Recentemente nós tivemos um candidato a deputado e um vereador, ambos de direita, que foram a escolas onde haveriam crianças trans, 11 anos de idade. E a pergunta desses, um vereador candidato a deputado e o outro candidato a deputado direto, era sobre qual genital essa criança tinha.
Então veja, são caras que querem proteger crianças, mas estão indo a uma escola perguntar sobre a genital de criança. Isso pra mim é bizarro, porque a gente só começa a considerar genital, enquanto a gente está falando de uma pessoa trans, a partir dos 18 anos, para o procedimento cirúrgico, caso seja o desejo, através da resolução anterior do CFM.
Então veja, não é um assunto que está na comunidade trans, é um assunto que esteve numa base científica citada da maneira que foi citada pelo Matt Walsh lá nos anos 40 e que a gente tenta dizer que ainda está ocorrendo, mas não é o caso. Então basta ver os protocolos da WPF hoje, ver o que eles estão pregando lá, o Antigos aqui em São Paulo, que é o Ambulatório Trans, vê o que está sendo aplicado lá, e tu vai ver que nada disso que foi citado no livro do Matt Walsh ocorre.
Malcom, três minutos do seu comentário. Bom, eu acho que o ponto central aqui, por isso que eu fiz questão de trazê-lo, quando se diz a respeito das crianças, o que me parece é que tenta sempre atingir esse público. Todas essas teorias, esses teólogos, enfim. Não sei se por conta da fragilidade ou por conta da inocência,
Porque até um caso específico aqui citado pelo MET, aconteceu num condado nos Estados Unidos, até posso pegar aqui depois o nome da escola, enfim, te passar a referência para você estudar, caso você não saiba que você falou do SPA lá também, que você vai olhar depois com calma.
Mas olha só, Michele, nesse condado, a escola, os professores foram instruídos a auxiliarem, eu até vi que você comentou alguma coisa de um projeto do Kim, alguma coisa que estava tentando barrar o auxílio material às crianças trans, aí você entra na questão de retirada de direitos, mas esse condado colocou o seguinte protocolo.
a criança que chegasse na escola e se identificasse com outro gênero, o professor tinha que auxiliar nessa transição, tanto social quanto material. Então, para o nosso público eu vou exemplificar, se o menino chegasse lá e se sentisse uma menina, o protocolo era, os professores, acolham essa criança como o que ela se sente e não exponham isso aos pais.
Então, vamos imaginar, o Joãozinho chegava lá, se sentia Maria, ele recebia o acolhimento, era chamado por Maria, recebia até cita, vestido, o vestido para ter ali a transição social. Porém, na hora que o pai chegava, o professor tinha um protocolo para voltar a tratá-lo como João. Então, é esse tipo de conduta, Michele, que nós ficamos muito estarrecidos. E...
muito temerários, porque se você quer esconder de um pai que teu filho está passando por um processo desse, olha que ponto, não sei nem perigoso, macabro, não sei qual a nomenclatura. E diversos autores aqui da ideologia de gênero, eles veem as crianças como seres sexuais.
Então parece que eles querem dizer que está tudo bem um adulto. Tanto é que tem várias situações aqui que falam que o cara se relacionar com uma criança, um adolescente, isso depende do consentimento da criança. Que consentimento a criança vai ter? Se você falar para uma criança pular na piscina, pela inocência talvez ela pule, ela não sabe que ela vai morrer afogada. Então é mais ou menos isso que está acontecendo hoje com as nossas crianças.
Michelle, sua pergunta. Dois minutos, se você quiser comentar alguma coisa aí antes. Eu só queria que tu pesquisasse fora do livro do Matt Walsh, cara. Porque puta que me pariu. Mas ele traz estudos, referências. O Matt Walsh traz aí estudos e referências. Tem várias. E vou citar mais uma. Leu o estudo depois. Bom, na atividade legislativa do vereador no período de 2025 e 2026, foram 15 projetos de lei, sendo 14 em 2025.
Destes, três buscam tratar de políticas anti pessoas trans ou LGBT, o chamado pacote anti-woke. Eu estou usando o anti porque o teu pacote chama anti-woke. Perfeito.
Para além disso, então, seis dos 15 projetos estão para votação desde o ano passado e apenas cinco promulgados, sendo dois para destinação de nome de rua, um para motores de sucção de piscina, um sobre uso de postes de serviços de telefonia e banda larga e o PL20, que já comentamos anteriormente. Sua atividade legislativa se resume, na maioria, em 401 moções.
Moção, para quem não sabe, gente, não tem força de lei, não tem nada, é simplesmente um posicionamento, tá? Sendo 303 de apelo, 32 de aplauso, 30 de pesar, 4 de repúdio e 1 de repúdio à aprovação de cotas trans na Unicamp. Algo constitucional que busca atender aos princípios fundamentais da Constituição Federal no seu artigo 3º, inciso 13, 4, bem como o artigo 207 da Constituição Federal sobre a autonomia das universidades.
e julgado constitucional pelo Supremo Tribunal Federal na arguição de descumprimento de princípio fundamental nº 186. Considerando que a maior parte do seu trabalho de vereador tem a cara de mais uma politicagem que não resolve problemas graves, como a vulnerabilidade, mobilidade urbana, incentivo ao emprego, melhoria da vida do trabalhador, e vendo seu constante foco na comunidade LGBT, especialmente porque os três projetos praticamente juntos foram sobre isso,
Qual o trabalho que o vereador tem feito para remover pessoas LGBTs de uma situação de vulnerabilidade? E qual seria a base constitucional para se opor a cotas trans? Cinco minutos, Monco.
respondendo objetivamente, Michele, base constitucional não existe. Sou muito claro e transparente quanto a isso. Não dá pra gente inventar algo que não existe e não é meu perfil. Eu só me posicionei contra e me posiciono contra sempre. Inclusive cotas raciais e todo tipo de cota, eu sou a favor da cota social.
Sempre falei isso porque acho que inclusive existe uma inversão de valores no nosso país atualmente. Eu acho que a faculdade pública é para o rico e o pobre que se lasca. Eu mesmo fui um exemplo vivo disso. Eu tinha que trabalhar de dia, comecei a trabalhar com 16 anos.
para pagar minha faculdade à noite, porque minha família não tinha condições. Então eu acho que a gente tem essa inversão aí no nosso país atualmente, e eu entendo que a questão das cotas, ela até fortalece esse nós contra eles, porque eu não considero que uma pessoa trans tenha menos capacidade intelectual que uma pessoa...
é hétero. Então, acho que isso não faz o menor sentido. Assim como eu penso mesmo da questão da cota racial, porque dentro de uma comunidade a gente pode ter uma pessoa da pele branca que precise muito mais do que uma pessoa às vezes com um poder aquisitivo maior ou com uma vida melhor da pele negra que vai conseguir acessar a universidade.
E a outra pergunta, Michele, para responder objetivamente, já foram as duas.
Não, é a base constitucional. Qual o trabalho que você está fazendo para engover pessoas a legislação de vulnerabilidade? Com relação... Até você fez a lição de casa e trouxe todos os projetos. Um por um. Mas é interessante, por exemplo, que você não citou o programa Cuidar de Quem Cuida, que é um programa para as mães que têm filhos autistas, porque eu fui ouvi-las e a gente percebe que ele era umbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
É um tema atual, inclusive tem autistas trans, eu dei uma lida sobre isso. E se pensa muito nas crianças, com total razão, mas às vezes as mães acabam ficando de cantinho ali. E essa mãe às vezes precisa trabalhar, o filho...
requer ali uma grande parte do seu tempo, então a gente trouxe esse projeto. Assim como um outro projeto que é o de cuidados paliativos, que eu tive um caso próximo de um amigo que sofreu isso na pele com a mãe, e depois que a mãe faleceu de câncer, ele falou, Malcolm,
Eu não sabia o que era, até me arrepia aqui de lembrar, não sabia o que era, minha mãe passou por isso, e talvez se a gente bolar um projeto, muitas pessoas não vão precisar passar pelo mesmo sofrimento que eu passei. Porque chegou um dado momento que minha mãe não queria mais tal procedimento, ela já sabia que ela ia embora e ela queria... Tem gente que quer morrer em casa, por exemplo, não quer morrer no hospital. Então esse também é um projeto que eu considero muito sério, sensível.
E interessante porque às vezes a pessoa atrapalha até o próprio fluxo do hospital e ela não precisa estar ali. Ela só quer às vezes tomar uma morfina para acalmar e ir para casa. Então, enfim. Mas tem muitos projetos interessantes que vão ao encontro do bem-estar da população. E com relação à comunidade trans, Michele, eu respondi até esses dias isso num podcast com muita...
Honestidade, porque eu não me elegi com essa pauta. Então eu não posso cometer esse estelionato eleitoral com quem votou em mim. E não que eu, se a Michelle, que é uma parlamentar, vier me procurar para construir alguma coisa, vá fechar a porta na tua cara. Não é isso que eu estou dizendo. Eu estou dizendo que eu me elegi com outras pautas. E é através delas que eu tento representar e honrar cada voto que eu obtive.
E não é uma pauta que eu tenho como prioritária. E, por sinal, na minha opinião, as pessoas hoje que se elegem com essas pautas, eu acho que desenvolvem um péssimo trabalho. Não sei, eu não vi nenhum projeto interessante, por exemplo, da Érica, que hoje é o principal expoente aí. E, por sinal, acho que tem uma conduta lastimável, porque...
Em vez de brigar por pautas que fariam a diferença na vida da comunidade trans, ela prefere estar virando uma estrela pop, uma espécie de Beyoncé da Shopee, xingando mulheres de imbecis, pessoas que gestam, levando militância para xingar a deputada de feia, de horrorosa. Eu acho que esse tipo de conduta, Michele...
não agreguem nada para a pauta de vocês e para a comunidade de vocês. Eu não sei o que você pensa a respeito desse tipo de atitude da deputada Erika Rito atualmente, até gostaria de ouvi-la. Vamos por pontos. O primeiro, isso me surpreende em todos os parlamentares, todos. Parece que ninguém nunca leu a lei de cotas.
É assustador para mim isso. O primeiro artigo da lei de cotas é 50% das vagas das universidades públicas são obrigatoriamente vindo de escola pública. Depois disso, passam a ter os cortes sociais.
Etnia, mas dentro de uma renda per capita. Passa a ter condição de gênero dentro de uma renda per capita. E todas essas divisões já estão na cota social. Então a cota já é social.
Ela já é social. Então o que acontece? Se uma pessoa lá, se a gente for elencar na ordem, a gente vai ver que a cota social, ela antes de fazer a divisão por etnia, ela faz a divisão por origem e por renda.
E não a etnia é o primeiro ponto, daí o gênero é o segundo e o branco pobre se ferrou. Entendeu? Mas o que eu estou dizendo é o que diz a lei de cotas. E aí isso me surpreende. Ah, porque pode ter um branco que está na comunidade e não tem oportunidade. A lei de cotas vai abarcar pessoas em situação de vulnerabilidade.
Isso é só... Eu vou tentar liberar um tempinho. Sobre a minha pergunta, ela não era sobre tu defender pautas LGBTs, é sobre pessoas LGBTs em situação de vulnerabilidade, que foram expulsas de casa, que não tem o que comer, que não tem onde morar, que estão na rua. Era sobre isso a pergunta, mas também não tem nenhum problema. Sobre pessoas que gestam, para desmentir de vez isso daí, a gente já fala da Erika, ela começa assim...
Porque estamos aqui para lutar por mulheres, meninas e pessoas que gestam. Ela nunca botou mulheres no grupo pessoas que gestam. Ela nunca botou meninas, e meninas seria um absurdo de colocar como pessoas que gestam, mas elas são vítimas de estupro. Então, ela separou identidades diferentes de mulher como pessoas que gestam.
Mas é sempre distorcido para invalidar o discurso da Erika. Se passou nas postagens no Twitter. Acho que ela é muito emotiva nas respostas dela. E isso foi uma falha para mim que ela deveria corrigir. Ela veio até a pública corrigir, mas não deveria nem ter ocorrido de primeiro. Mas também a gente tem que parar de mentir sobre a fala dela. Te dou o restante do tempo para você fazer o ponto. Legal. Eu ia perguntar sobre o imbecis, mas você já pontuou.
Eu não sou fã de político. Eu sou uma trabalhadora. Somos dois. Mas o senhor está político. Diferente entre nós. Bem colocado, viu? Eu acho muito legal isso. Eu sempre falo estou, porque ninguém é. Ninguém é vereador, presidente. Todo mundo está. E se não fizer um bom trabalho, um bom papel, eu espero que não esteja mais. Quem dera fosse assim. Tua pergunta, irmão. Essa é a última.
Depois a gente vai pro Super Chats. A minha última também. A dele e depois a sua. Mas se vocês quiserem também. Continuar. Acho que tá legal. Critério de vocês. Eu acho que tá produtivo. Like na live aí. Vamos bater duas mil pessoas aí.
Vamos lá, povo. Dá like aí. A última. Eu vou agora, então, na linha da Michelle, que eu sei que ela gosta de estudo. Eu vou trazer o estudo recente aí da Finlândia, que você já falou que leu, decorou, já li. Então vai ser legal da gente trocar ideia a respeito desse estudo.
Bom, para quem está nos acompanhando de casa, talvez não tenha acesso ao estudo, então vou falar alguns dos dados. Foi um estudo realizado na Finlândia, caso entre 1996 e 2019, acompanhamento até 2022, uma cobertura de quase 30 anos. A mostragem foi de 2.083 jovens e de 16.643 indivíduos no controle. No grupo controle. Exato, perfeito.
Enfim, esse estudo mostra que no pessoal que se colocava como disforia de gênero, eles chegavam já com praticamente metade, 45,7%, que já tinham um histórico psiquiátrico, e no grupo de controle 15%.
E após o acompanhamento, as pessoas com disforia, elas mostravam um indicador de 61,7% que passaram até o acompanhamento psiquiátrico ou um tratamento psiquiátrico. E na população do grupo de controle, esse número diminuiu até um pouco. Era 15, foi para 14,6. Ou seja...
A questão do tratamento para disforia de gênero, por esse estudo, não resolve o problema das pessoas. A pergunta é qual?
Vamos para a pergunta agora. Só para exemplificar o estudo para quem está em casa. Então, se esses jovens, Michele, já apresentavam um nível elevado de sofrimento mental antes de qualquer intervenção, você acredita que o foco principal deveria ser acelerar tratamentos irreversíveis?
ou aprofundar a avaliação e o cuidado com a saúde mental antes de qualquer decisão definitiva, uma vez que o estudo mostra que não resolve o problema, ou seja, às vezes a gente está cortando o membro e não está resolvendo o problema. E não é o mal que está dizendo, é o estudo.
Vamos para algumas coisas. Eu vi que tu não citou nenhum dos termos do estudo, eu não sei se tu pegou um resumo dele, mas ele fala sobre o referenciamento para o GIS, que é o Gender Identity Services, e ele fala sobre dentro do grupo de pessoas trans, sobre algumas que passaram por GR, que seria o Gender Reassignment, e pessoas que não passaram pelo GR. O que esse estudo aponta? Que não há uma correlação...
nenhuma relação de causa e efeito do tratamento da disforia de gênero com melhora de outros quadros.
E isso é conhecido há bastante tempo, mas é bom que tem um estudo que prove isso. O tratamento da disforia de gênero, da incongruência de gênero, que são dois quadros separados, ele trata única e exclusivamente da disforia e da incongruência. Se um indivíduo sofre de depressão, sofre de ansiedade, sofre de borderline, sofre TDAH e tem outros quadros, esses quadros não sofrerão melhora.
com a transição de gênero. A única possibilidade de haver melhora nesse caso, é caso a disforia de gênero seja causadora de um quadro depressivo. E o que o estudo fala? Que é muito importante...
que você tome cuidado com acelerar o processo de transição em indivíduos que tenham quadros severos. Eles chamam de psychiatric morbidity no estudo. Que tenham esses quadros mórbidos, psiquiátricos, quando já chegam para procurar os Gender Identity Services. Então o estudo diz assim, não faça transição de gênero.
mas sim tome cuidado com indivíduos que já têm esses quadros para fazer a referência para, por exemplo, um gender reassignment, o que faz total sentido. Se a pessoa tem diversos quadros clínicos anteriores que podem atrapalhar o seu processo de acompanhamento,
É importante que esse acompanhamento ocorra de forma adequada, caso a gente resolva partir para procedimento cirúrgico, que realmente é um procedimento irreversível. Uma retirada de útero é irreversível, uma transgenitalização é irreversível. Mas tudo isso só acontece em adulto, não é uma cirurgia que é feita, por exemplo,
em adolescente. Então esse estudo é muito importante, porque as pessoas dizem assim, vejam, a transição de gênero inclusive piora os quadros. Só que quando tu lê no estudo, eles não conseguem apontar uma relação, e isso está nas limitações do estudo. Se tu for mais até o fim, eles falam das limitações do estudo, não aponta no estudo que há uma relação do...
a transição de gênero causar a piora do quadro. Eles não conseguem fazer esse link direto no estudo. Mas é importante saber que existe uma piora de quadro que pode ter outras influências e que precisam ser avaliadas. O mais importante é não usar o estudo como se ele fosse...
Este estudo prova que dados quadros psiquiátricos proíbam transição de gênero, porque não é isso que ele faz. Então a gente tem feministas radicais como a Nini Borges, que vive fugindo de debate, como a organização Mátria, que vive fugindo de debate, não me encaram de jeito nenhum, que vivem usando esses estudos de formas distorcidas. E eu ponho a minha cara aqui, como uma trabalhadora, não uma digital influencer, para dizer, vem debater comigo os estudos que tu cita.
Vem aqui na minha frente e vamos debater esses estudos. Então eu li esse estudo, inclusive ontem. Eu li ontem esse estudo. Parei e peguei a minha pausa do almoço para ler o estudo. Aí tu diz assim, tu lendo a pausa do almoço? Aprendi a ler estudo tão rápido que para mim já é quase como ler um blog. Então assim, ele é um estudo importante. Ele é um estudo necessário. Mas ele é importante para dizer, não se trata quadro clínico psiquiátrico com transição de gênero.
Se o quadro for disforia e incongruência de gênero, ok. Se o quadro for outro, aí não. Aí tu tem que ver o que tem que fazer com esse outro quadro. E se a pessoa também, porventura, for trans e precisar disso, faça um acompanhamento mais longo, multidisciplinar, que garanta a segurança mental e física desse indivíduo. Malcom?
Bom, aqui no estudo o grupo tem a disforia de gênero. Então, o que você disse que não tem como comprovar, mas também não tem como não comprovar, que isso talvez possa ser um tratamento do sintoma e não da causa dessa pessoa. Então, eu acho que é algo que o próprio estudo mostra, que indivíduos que têm a disforia de gênero, após a iniciação da transição.
vão resolver o problema. Acho que fica muito claro. E aí sim, corrobora aí, a Michelle pode ir conforme ela disse. Ela tá vendo. Ela não compreendeu o que tu tá falando, viu? Siri. A Siri entrou em ação aqui. Acho que foi muito claro no estudo, e a Michelle tentou dar um embromation aí na minha opinião, porque não disse que sim nem que não. Então a gente pode considerar pro...
para os outros dois lados. Você falou que não comprova, mas pode ser que comprove. Como você prova que não comprova, uma vez que é uma limitação, você mesmo disse. Então, eu acho que ele deixa bem claro que as pessoas com a disforia de gênero, após iniciar a transição, não resolveram o seu problema psiquiátrico. Então, eu acho que a gente pode estar tratando, em muitos casos, dos adolescentes e das crianças.
um sintoma e não a causa. Eu acho que é isso que o estudo traz para a gente. E quem quiser acessar, enfim, está disponível aí o estudo.
Michelle, sua última pergunta, depois a gente coloca o do Superchats na mesa. Breve comentário. Aqui eu tenho que pensar. É que estudos não trabalham com talvez. Se ele diz que é uma limitação, é porque ele não tem como concluir nada sobre aquela métrica. Exato. Mas você traz para um lado, mas pode ser que não concluiu para o outro também. Eu não trouxe para nenhum lado. Eu só disse que o estudo não conclui isso. E realmente, é uma das limitações do estudo. Tanto para um lado quanto para o outro. Bom, essa daqui é legal, porque ela trabalha também com uma declaração tua.
apesar do início da declaração, ela começa com todo esquerdista é burro, mal intencionado. Acho que foi do 13... Eu quero só uma parte importante do assunto, que foi sobre a lei Rouanet.
Na declaração, tu te mostrou contra a lei Rouanet. Primeiro utilizando uma manobra semântica ali para dizer que Gustavo Lima não era, então, um dos maiores beneficiários de dinheiro de verba pública quando ele recebeu 52 milhões no total de verba pública, apesar de ele não fazer captação em empresas privadas direto. Mas ele recebeu dinheiro público, né? Vamos deixar bem aberto isso.
Mas na hora de apresentar a questão da lei Ronay e dizer que esquerdistas eram muito beneficiados com isso, não apresentou os dados...
que vem de benefício da Lei Rouanet, dessa renúncia fiscal que é feita. Então eu vou pegar pela publicação da própria FGV de 14 de janeiro desse ano. Então é uma publicação extremamente recente. A Lei Rouanet movimenta R$ 25,7 bilhões e sustenta 228 mil empregos.
Para além disso, para cada real de renúncia fiscal, R$ 7,59 são inseridos de volta na economia e para a arrecadação tributária, esse R$ 1,39 retorna R$ 1,39. Então retorna inclusive mais valor de impostos para os caixas, os cofres do governo. Sendo assim...
um real de investimento, de renúncia, traz um retorno extremamente acelerado. Considerando esse ponto, o que o vereador faria, qual seria a proposta para manutenção desses 228 mil empregos e retorno no investimento, caso acabássemos com essa lei?
Bom, vamos lá, Michel. Primeiro que quem quiser assiste aí depois o debate que a Michelle tá falando, três contra um, e eu expliquei o todo, esquerdista é burro, mau caráter, quais são esses perfis aí, enfim. Mal intencionado, tá? Eu acho que foi mal intencionado, não foi? Mal caráter mesmo? Não, eu expliquei quais são os perfis. E aí nesses tem os maus caráteres, tem tudo isso aí. Você chegou a assistir ou não? Assisti tudo. Tá. Então, acho que você sabe quais são os perfis.
falando exclusivamente agora da lei Rouanet o que eu critico com veemência sempre é a maneira que em alguns casos essa lei é usada eu acho que a senhora Cláudia Raia por exemplo, não tem necessidade de fazer captação da lei Rouanet uma vez que ela tem condições
realizar seus espetáculos, não precisa disso. Eu acho que muitos artistas, inclusive com frequência eu gravo na Avenida Paulista e diversos locais aí na rua, e me deparam com esses caras, viu, Michele? Que inclusive vem me questionar, fala, pô, eu nunca consegui captar.
Eu nunca consegui, não dá, é difícil, é burocrático. E esses caras, eu acho que eles têm que ter acesso. Esse é o tipo de cultura e de artista que tem que chegar o incentivo. Não para o senhor Gilberto Gil, para a senhora Cláudia Raia, para artistas renomados. E aí entra o ponto...
que eu sou muito crítico, porque a gente percebe que existe uma patrulha dessa militância bancada com dinheiro público. Quando você fala que o Gustavo Lima pegou dinheiro da Lei Rouanet, é mentira. Ele nunca fez captação, me mostra um projeto do Gustavo Lima. Não existe, não existe. Então isso é uma mentira, uma falácia.
Outro ponto sobre a Lei Rouanet, eu acho que fica muito escancarado que existe uma alta casta artística que tem acesso a esse recurso, que vem do dinheiro, como você bem colocou, da captação do quesito fiscal, que...
milita mamando na Lei Rouanet. Um exemplo que eu trago sempre, e ficou escancarado, e fura a bolha, Michele, que a Dona Maria e o Sr. João cita, é até ontem, todos esses mamadores, lacradores de Lei Rouanet, estavam cantando Salve Amazônia. E agora a gente não se ouve mais esse tipo de discurso, de narrativa, inclusive nem o Salve Apaca.
Não vi ninguém cantando salve a paca aí. Por quê? Porque custa caro bancar esse pessoal na hora que eles têm que cantar, na hora que eles têm que calar. E, infelizmente, um dos meios para bancar essa militância dessa alta casta artística que a gente tem no nosso país hoje, alguns deles, inclusive até anistiados aí, que gritam, pegam dinheiro da Lei Rouanet e gritam sem anistia.
para os injustiçados do 8 de janeiro. Então, a minha crítica à Lei Rouanet, Michelle, ela vai nesse sentido. Então, eu acho que em nenhum momento, assim como eu tenho críticas duras ao Bolsa Família, por exemplo, eu acho que eu não sou contra o incentivo, o auxílio, eu só acho que a gente tem que repensar, redesenhar como essa grana chega lá na ponta. É isso? Sim.
Tá. Eu gosto sempre de citar isso. Toda vez que alguém usa falácia como sinônimo de mentira, falácia... Não, eu não falei que é sinônimo. Eu falei que é mentira e que é falácia. Mas falácia é... Não, eu não falei que é sinônimo. Falácia tem que ser citada. Qual é a falácia lógica que eu cometi, tá? Eu acho muito legal que o City Salva Amazônia a gente não ouve mais, mas a gente não vê os políticos também fazendo os projetos pra interromper, então, a destruição da Amazônia, destruição de matas virgens nas suas cidades, nos seus estados.
E aí a gente vai dizer assim, tá, a gente vai botar um monte de... A gente vai botar... Isso eu ia te perguntar, tu virou vegano depois da paca? Não, só fiquei com dó do bichinho. Tá, e da vaquinha não. Não, da vaquinha não. Ah, entendi. Então é só a paca porque o Lula comeu uma paca, oxe. Não, é porque passa o recado de animais silvestres também. Mas vamos lá. O que é importante a gente pensar na questão da Lei Rouanet, tá?
Alguns critérios dela são muito filha da mãe mesmo. O primeiro é que essa captação de dinheiro tu faz com empresa privada. E muitas empresas privadas simplesmente não vão se interessar se tu não for a Cláudia Raia, se tu não for o Gilberto Gil, se tu não for o fulaninho. Não vão se interessar. E a gente precisaria, talvez, dar um incentivo para que artistas de menor porte pudessem obter a captação de uma maneira mais fácil.
Para mim seria uma coisa muito legal ter um artista de rua que conseguisse um recurso público como o Gustavo Lima conseguiu. Como eu falei, eu não falei que ele pegou Lei Rouanet. Eu falei que ele pegou Verba Pública, o que é diferente. Recebeu 52 milhões inclusive.
Então é muito importante a gente pensar que a gente pode melhorar um modelo sem destruí-lo. E para melhorar um modelo, a gente precisa entender que uma empresa enorme vai querer muito mais o nome da Cláudia Raia, o espetáculo da Cláudia Raia, e o retorno financeiro será o mesmo para o Estado. Vai querer o espetáculo do Gilberto Ziggio, e o retorno financeiro de emprego será o mesmo para o Estado.
Essa é a parte importante. Então, pegando nesse sentido, qual seria a melhor solução? Melhorar o incentivo fiscal ou até a renúncia, se for um artista de pequeno porte, ao invés da renúncia ser um real, ser dois. Acordamos. Entende? Trabalhar com uma renúncia maior caso o artista seja de menor porte. Mas não adianta tu chegar para a empresa que vai financiar a Cláudia Raia e dizer, financia o Joãozinha do Circo. Eles vão dizer, não quero.
Porque é renúncia fiscal, entende? Então vou deixar o tempinho aí que tu queria... Então, mas se a renúncia fiscal não muda nada, se for o Joãozinho ou a Cláudia Raia. Mas pra empresa muda, porque ela é privada, ela decide. Mas não muda. Mas é, entende? Matemática. Quando vai o cartaz lá e diz assim, lei Rouanet, e diz empresa XYZ, no espetáculo da Cláudia Raia... Financeiramente não muda nada pra empresa. Não muda nada, mas no branding da empresa, na marca da empresa muda, entende?
Empresa capitalista é assim. É quem trouxer mais dinheiro, melhor. Mas eu concordo contigo. Acho que a gente... Em nenhum ponto eu coloquei que tem que... Eu só acho que a maneira como é feita, é feita para uma alta casta.
de militância. Melhoremos a lei. E concordamos nesse ponto. Acho que se a gente criar um mecanismo que incentive ao cara que tá rolando lá na rua que é pequeno, que ninguém conhece, funcionaria melhor. Recente eu fiz uma pesquisa dos maiores, dos caras mais captam da lei Rouanet, e realmente tinha ali, os principais eram os sertaneiros. Gustavo Lima, o Leonardo, o Bruno Maroni. Isso.
Não é isso? Foi errado isso aí? É que o Ruanê é o seguinte, você monta um projeto... E aí entramos na fake news de novo. Você monta o seu projeto e apresenta uma empresa. Por isso que eu tô perguntando aqui, porque eu acredito que a Michelle leu essa parada.
É que assim, se apresenta o projeto... Até no Google aqui, estou pegando a parada do Google, rápido aqui. Não olhei portal, não olhei nada, né? Mas, olha, 2025, 2026, os maiores beneficiados da Lei Rouanet em volume de captação foram os artistas do sertanejo, como Gustavo Lima, liderando com cerca de 52 milhões, seguidos por Bruno Marrone, 45 milhões, e Leonardo, 42 milhões. No entanto, instituições culturais como o Instituto...
Inhotim e Orquestra Petrobras Sinfônica também captam altos valores. Destaque de captação 2025-2026 Gustavo Lima, Bruno Marron, Leonardo de Tonzinho, Charoró com 38, César Menotti e Fabiano com 35, Zezé de Camargo com 32. Rodrigo, esse ponto... Desculpa. É como o Robertinho estava colocando. Esses caras não fizeram um projeto
Bateram na porta da tua empresa, o Gustavo Lima falou assim... Rodrigão, estou aqui para fazer um rodeio. Gustavo Lima, posso captar aqui? Certo. O Gustavo Lima e nenhum sertanejo... Eles não fizeram isso. Como é que ele captou? Como captou? Provavelmente... Não, ele não, né? Não é como é...
Mas como é que ele... Alguém captou, provavelmente, sei lá, a Michelle é prefeita de Ipiralporinha do Sul. É isso. Captou o recurso e falou, vou fazer uma festa da pipoca. Mas é isso. É o Gustavo Lima. Entendi. É que a captação indireta é em que, por exemplo, a gente tem vínculo com o cara, né? Mas ele recebe o dinheiro. Sei lá. Mas não tem vínculo. Mas ele que recebe, né? Bem, mas você pode, por exemplo, a Michelle, você pode escolher a... Cidou.
Se tu fizer uma captação pra mim e o dinheiro cair no meu bolso, cara, pode dar o nome que quiser, a like não me importa. O Circo fez o projeto, era pra... Preciso dar grana pra fazer uma festa, e o Circo pegou a grana e gastou com o Gustavo Lima. É isso, pode cair no meu bolso. Mas o Gustavo Lima não pegou. Tá bom.
Mas acho que não tem um link Entendeu, Rodrigão? Você é o prefeito lá de Piraporinha Você captou O que eu quero dizer é que não tem uma correlação Gustavo Lima te liga Você é o prefeito Não existe É que ele é um contratado Mas quem capta o dinheiro Para pagar para ele Não é da equipe dele Então é por exemplo assim É por exemplo assim, Rodrigo
Eu quero fazer o podcast Três Irmãos no Rio Grande do Sul. Aí pode o podcast Três Irmãos apresentar lá o projeto, ou pode eu, porque eu quero contratar o Três Irmãos, fazer... Olha só, eu vou fazer uma super apresentação aqui com vários debatedores, um congresso super importante, blá, blá, blá, uma coisa mais para chamar bastante público para lá. E um dos contratados vai ser o Três Irmãos.
E aí eu vou pagar outras irmãos. Vocês não captaram diretamente, mas eu captei e te paguei. É como se a Vila Cauter fizesse a captação. Aí a Vila Cauter contrata o Gustavo Lima. Só que a Vila Cauter é do Gustavo Lima. É uma parada de...
A agência que faz a festa, ela corre a pé da capacidade. Estou vendo que só eu gosto do Gustavo Lima aqui. Eu já acho que não, porque não é isso. Entendeu? De verdade, eu não estou defendendo um controle. Eu não acredito que, por exemplo, a empresa Gustavo Lima...
Entre pra fazer essa parte. Eu não falei isso. Ninguém falou isso. Eu tô dando exemplo, né? Mas eu acho que vale a pena a gente ir atrás. E eu não tenho que ir. Porque são os maiores beneficiários aqui. Eles não estão captando o direto. Mas indireto a luta cai na mão deles, pô. Tem o que é indireto e tem o que é direto. Gustavo Lima é um dos casos indiretos em que teve show até que ele recebeu numa cidade minúscula 800 mil pra fazer o show.
Então, tipo, pra mim não faz sentido, entendeu? Mas permite que eu possa fazer a captação para um evento e contratar um artista. Mas essa informação que você falou é bem bacana, a receita que volta, né? É a receita que volta. É um dos motivos que, tipo, ó...
Se está voltando para a União, para que acabar com esse projeto? A gente tem que melhorar esse projeto. Exatamente. Vamos trabalhar na melhora do projeto. E só para dizer, eu não gosto de Gustavo Lima porque eu sou metaleira. É óbvio que eu não vou gostar de Gustavo Lima. Mas se for, sei lá. Vamos lá. O Ednei Ferreira Moraes mandou um comentário aqui. Eu vou emendar com vários comentários do chat. Vou dar três minutos para o Malco, depois três minutos para a Michelle para comentar sobre.
Porra, eu acordo 4h30 da manhã e trabalho até as 19h, 12h por dia. Vocês querem destruir os meus direitos de aumento de salário. E vale alimentação. Vocês odeiam os professores. A direita é inimiga da educação.
E muita gente mandando no chat perguntando o que vocês acham do projeto que pede o fim da escala 6x1. Três minutos aí pra você comentar sobre isso. Primeiras damas. É, primeira dama travesti.
Gente, vamos lá. Não tinha medo disso. Não, não, não. Mas eu estou me declarando como identidade política. Eu estou me declarando. Veja, eu sou extremamente favorável ao fim da escala 6x1. Muitas vezes as pessoas questionam sobre questões econômicas, impactos econômicos. E a gente só pode...
O Brasil é um país de dimensões continentais, então não é uma coisa tão simples assim, simplesmente dizer, faz assim e pronto. Não dá para pegar um projeto que a Erika propôs de uma página e dizer que aquele lá tem que ser o projeto de lei. Tem muito texto para se melhorar lá.
E eu acho que só a ideia de submeter é importante, mas o texto tem que ser melhorado de muitas maneiras. Uma coisa interessante de se pensar no fim da escala 6x1 é que outros países já trabalham com escalas de trabalho mais reduzidas. Eu pego o exemplo da França, que tem uma carga horária de 35 horas semanais.
em que o indivíduo recebe horas extras das 35 às 43 e das 43 às 48. E são escalas de recebimento de horas extras. E a França não quebrou nesse sentido. E quando a gente tem que pensar que a maioria dos trabalhadores da escala 6x1 são trabalhadores de nível operacional, de nível de funções básicas da sociedade, a gente precisa entender também que se a gente precisar de mais postos de trabalho para...
cobrir eventuais faltas por causa da redução da escala, esse dinheiro da população mais pobre, da base da pirâmide, ele é reinjetado na economia direto. Porque o pobre gasta com comida, com aluguel, com transporte, ele não gasta com investimento, que nem o rico. E o rico não vai estar preocupado com a 6x1, para ele, o grande empresário...
O CEO não está preocupado com a 6x1 para ele. Se ele tiver que trabalhar mais, ele trabalha mais. Se ele tiver que trabalhar menos, ele trabalha menos, mas ele ganha muito dinheiro para isso. A gente tem que pensar sempre o seguinte, se o pobre for sair da escala 6x1 e nós tivermos que abrir novos postos de trabalho, esse dinheiro não desaparece, ele volta para a economia. Então a gente aquece um pouco mais a movimentação da economia. Sobre professores, eu acho que professor tinha que ganhar tanto quanto médico.
Porque enquanto a gente tiver professor desvalorizado na nossa sociedade, passando perrengue o tempo todo, tendo que formar cidadãos na nossa sociedade, dar uma boa educação, mas eles forem reconhecidos como se não fizessem nada, a gente passa a ter um problema de que, tipo assim, os professores estão lá por amor, mas às vezes a necessidade fala mais alto, tu vai ver um cara que é professor e vai estar trabalhando no Uber também, né? Malvon? Desculpa o nome da...
Ednei. Ednei. Ele disse, se eu não me falo a memória, ele disse que a direita odeia os professores? Sim. Ele cita no comentário. Eu corroboro com a Michele. Acho que o professor deveria ser reconhecido nesse país, porque eu acredito que é só através da educação que a gente vai mudar as coisas nessa nação aqui. Infelizmente, parece que os políticos gostam de deixar a população desinformada ou sem cultura, enfim.
O próprio presidente esses dias disse que agora o cara, quando tem um nível de instrução um pouquinho maior, já não vota mais no PT. É muito triste isso. Então, imagino que ele não queira tirar a galera desse nível de instrução. Quanto à escala 6x1, o texto original da Ericka Hilton, não faz, enfim, até erro básico de matemática tem no texto.
Eu acho que a gente precisa sim trazer este tema para discussão, como a Michelle também coloca. A gente precisa elaborar mais as ideias, tirar isso do campo nós contra eles, porque a gente aqui nesse país parece que tem...
A mania de vilanizar quem é bem sucedido ou quem conseguiu conquistar alguma coisa. O cara acaba sendo um malvadão que oprime o coitadinho. Então acho que a gente precisa parar com isso e trazer isso para uma discussão séria. E o empresário não é um malvadão. Quem é empresário sabe o quanto é difícil sustentar uma empresa, pagar os impostos. Sindicato enforcando empresário nesse país.
No mundo é um dos países que mais tem sindicato e a gente sabe muito bem como funcionam os sindicatos. Até esses dias aí tinha sindicato roubando aposentados. Então acho que a gente tem um cenário muito complexo que precisa sair desse nosso controle e ser discutido com seriedade. E se realmente fizer sentido a escala 6x1 com estudos de impacto, aonde isso vai apertar o calo, aonde não dá para fazer, aonde é possível. Eu não vejo problema nenhum, desde que tenha uma construção sólida.
discutida amplamente, com seriedade, com dados, com números sólidos, que vai totalmente na contramão, como até colocou a Michelle, do que foi apresentado no primeiro texto pela Erika Hilton.
Só pra salientar, quem deu 18 reais de aumento pro professor recentemente foi o Lula, né? Não foi a direita. Cuidado com o trato de gastos. Batemos 2 mil pessoas ao vivo aí no YouTube. Mais a galera da Twitch aí também. Compartilha aí, continua dando like. O André Kilik, que é membro aqui do Três Irmãos durante 9 meses. Aí sim, André. Aproveitou a oportunidade aqui de uma mensagem. Nasceu, nasceu. 9 meses nasceu.
Aproveitou a oportunidade aí da mensagem mensal dele aqui e mandou. Conservadores, se vocês acreditam tanto na performance superior de trans, por que vocês não apostam nelas em bets e ficam ricos? Aposta dinheiro.
Pô, é uma dica, né? É, super chat, super chat. De mesmo tem que ler, né? O que tu acha dessa dica? Pô, eu gostei da dica. Acho que eu vou começar a postar. Acredita que vai ganhar na posta? Eu não tinha pensado nisso, viu? Vai perder tanto dinheiro. Se eu tivesse apostado na Tiffany, eu tinha ficado rico e já não precisava estar... Tu ia ter oito anos de perda antes de ter o primeiro ganho. Eu não tinha pensado nisso, viu? Gostei da ideia. Como que ele chama?
O André. O André. André, eu não costumo apostar em bet, mas depois dessa dica sua, eu estou pensando em criar uma conta aqui, viu? Eu quero ver os análises de resultados disso aí depois. Se ganhar, apaga o churrasco. Thiago CS1 também mandou aqui. Michele, o que você acha... Três minutos para cada também, depois se o vereador quiser comentar. O que você acha da deputada Duda Salaber?
Eu acho que a Duda faz um trabalho legal, inclusive ela também é vegana, então ela pensa por uma outra perspectiva. Eu acho que a gente tem, eu por exemplo, sou muito contrário à distribuição do plano safra, como ela se dá hoje, cuja maioria do recurso é focado no agroexportador de ração e não na agricultura familiar, que aí realmente traz alimentação.
para a mesa do povo brasileiro, eu sou da opinião que, se eu fosse deputada, um dos meus primeiros projetos de lei seria a inversão do Plano Safra na distribuição de recursos, para focar em...
compra de maquinário e melhora de produção na agricultura familiar, para que a gente pudesse então baratear os custos de produção e produzir de maneira muito mais massiva alimento para dentro do Brasil. Quando a gente está produzindo massivamente ração e exportando massivamente grãos para ser consumido para a ração, para alimentar animal, para abater animal, a gente está simplesmente gerando um...
um valor de PIB que ele é vazio, ele é extremamente concentrado e não muda a situação de alimentação do povo brasileiro. Então eu, como sou uma pessoa inclusive anticapitalista, a minha forma de lutar contra o capitalismo, não sou comunista, tá? Antes que tu pergunte.
é justamente de entender onde que estão as más distribuições de recursos e como a gente deveria trabalhar para trazer esse recurso para onde faz mais sentido. Lembro muito claramente de vocês quando foram na China.
Uma das coisas que a China fez é garantir que haja produção de alimento massivamente em todo o terreno disponível na China, para que não haja fome no país. Então a comida é muito barata lá. Aqui no Brasil, em contrapartida, a gente começa a ver as pessoas tendo que comer ultraprocessados, quando conseguem, não conseguem ter uma boa qualidade de variedade alimentar na sua mesa. E eu acredito que a primeira mudança para conseguir...
equilibrar essa balança, seria realmente uma inversão da distribuição do plano safra, com foco na agricultura familiar, e eu imagino que num período de uns 10 anos, nós conseguiríamos ter uma produção massiva de alimentos para a população brasileira, a baixo custo, e sem que a gente fique focando em exportar para animal. Até porque, dado o curioso, a gente alimenta 80 bilhões de animais por ano.
Se a gente alimenta 80 bilhões de animais por ano, por que a gente não alimenta 8 bilhões de pessoas? Fica o questionamento. Malcom, quer comentar aí sobre a dúvida? Não conheço o trabalho dela. Queria incluir aí, a gente estava conversando ontem na viagem sobre essa questão de segurança alimentar. As pessoas vêm se alimentando cada vez pior. E isso está relacionado com segurança pública? Tu acredita nisso daí? Olha, eu acho assim, que existem...
Pessoas que fazem, vocês já ouviram falar em furto famélico, né? Sim. Existem pessoas que cometem isso no desespero. Agora, tu não pode chegar pra mim e dizer que o cara que foi assaltar o banco ou os moleques que esses dias eu fui pra cima deles, inclusive um bando de homens rindo, mas eu fui pra três caras assaltando uma... roubando furto, né? Não roubo. Uma farmácia que só tinha mulher lá dentro, eu fui pra lá pra correr os caras de lá.
Corria marretada, diga-se de passagem, porque eram três. No sul? É, no sul. E os homens, que inclusive estavam achando graça de ter um casal de uma mulher trans e uma mulher cis ali, né? Ficaram rindo, olha que loucura, indo de marreta atrás de bandida.
Esse cara, esse cara não é desse que eu tô falando. Agora, eu tô dizendo assim, muitas vezes alguma pessoa em situação de desespero, como a gente tem aquele vídeo que viralizou muito tempo atrás de um senhor que tava com linguiça escondida na cintura, tomando tapa na cara, aquilo lá era fome. Ele pegou o que tinha primeiro acesso.
Eu acredito que para esse tipo de crime não ocorrer, o crime do desespero, a gente precisa ter mais segurança alimentar, a gente precisa baixar o custo do alimento, a gente precisa fazer com que o produtor, o agricultor familiar, ele tenha interesse de produzir massivamente e que também a gente melhore a nossa malha de transporte. A gente precisa de mais malha ferroviária, transportar por estrada tudo, gente. É caríssimo, é demorado, é inseguro.
a gente precisa... Qual é o deputado hoje que está propondo uma malha ferroviária de extensão nacional? Para poder fazer um transporte mais barato? Por que não se faz? Porque há interesse em empresas capitalistas que vão lucrar nos pedágios, que vão lucrar nos postos de gasolina, já que a gente não tem mais controle de preço de combustível.
Então assim, minha visão da coisa, tá? Muda o sistema, como a gente produz, muda como a gente transporta e garante que tudo está sendo produzido primeiro para o povo brasileiro. Depois tu te preocupa com o que tu vai suportar. A questão, Malcom, nem é essa desse crime aí onde o cara rouba para matar a fome dela. Eu até conheço alguns policiais que já se depararam com isso e passaram pano para o cara. Tipo, o cara roubou ali para comer, o cara passou pano. Mas eu estava conversando...
conversando com esse cara da quebrada e ele tava falando assim que a conta não fecha, sabe? O cara ele tá com uma pistola de 7 mil reais, 5 mil reais e aí ele vai roubar um celular porque vai vender por 200 conto.
E aí eu tava conversando a quebrada com o cara, o cara virou e falou assim, pô, por que que não vai tu então assaltar um banco que pelo menos vai valer a pena? E ele falou isso com um assaltante banco e o cara falou assim, mano, esses caras não conseguem fazer isso não, velho. Esses caras não conseguem fazer conta.
Vocês iam entrar no banco e olhar lá a tesouraria na porta do banco, eles nem sabem o que é tesouraria, sabe? E aí tu vai ver a alimentação desses caras é multiprocessado, é miojo, é Nikito. Então assim, o cara não teve a quantidade de vitamina suficiente, caloria de qualidade pra ter uma formação, assim. Isso é necessário. Você precisa comer bem pra você se desenvolver, entendeu? E aí nessa questão que ele falou, ó...
A insegurança alimentar está muito relacionada com segurança pública. Sim, faz total sentido. Só no ponto que a Michelle coloca, eu discordo. Ele acha que o cara assaltar com a justificativa de... Não vejo justificativa para cometer crime nenhum. Estou com fome, vou furtar e... O furto famérico é um furto de desespero que inclusive a justiça considera...
Sim, mas eu falo aí uma opinião minha. Eu acho que não faz sentido. Tá, mas e como é que essa pessoa se alimenta? Cara, São Paulo em 2024, gastou mais de um bi a capital aqui. Com pessoa em situação de rua. Ou seja, se você pegar uma pessoa que está em situação de rua e falar que ela tem segurança...
insegurança alimentar não faz o menor sentido. Inclusive, causa até problema em alguns locais, porque a pessoa às vezes recebe marmita de manhã, na hora do almoço, café da tarde. Então, eu não vejo muita justificativa nisso. É um caso real, viu, Michel? Inclusive, às vezes causa problema até porque várias entidades, que inclusive captam recursos públicos, levam ali, fornecem o alimento, mas depois larga lá. Então, causa até um problema de lixo, porque ninguém recolhe.
Eu acho que enquanto tiver eu, com relação a isso, desculpa, mas eu não gosto de relativizar crime nenhum. Enquanto tiver uma inchada para você carpear um terreno, sempre vai ter trabalho. Muitas vezes não tem. Aí eu discordo de ti. Muitas vezes a pessoa está procurando o trabalho e ela não consegue o trabalho.
Se a pessoa está em situação de rua, tu pode ter certeza que ela não consegue trabalhar. Mas eu acho que não chega ao limite extremo do roubo, do furto. Não, roubo é com emprego de violência ou grave ameaça. A gente estava falando de furto. No caso, Tio Ro, só para... Como tu deu um pouco mais de contexto, aí faz sentido, tá? O cérebro humano, se ele não receber a quantidade de nutrientes, o corpo não receber a quantidade de nutrientes necessárias desde a infância para que haja o desenvolvimento completo do cérebro, esse desenvolvimento não ocorre.
Então, eventualmente, a pessoa vai ter, como tu falou, não vai saber o que é tesouraria. Um déficit. Vai ter esse déficit. Mas aí volta na situação que eu estava falando da produção de alimento. Se a gente produz alimento de forma massiva, a ponto de não faltar alimento para o povo brasileiro, a gente para de jogar alimento fora. Meu, o governo, se tem alimento de sobra, se a gente consegue ter alimento de sobra, a gente pode fazer uma distribuição. Quantas pessoas passam fome na China?
Se é um país de dimensões gigantescas, um bilhão e tanto de pessoas. Os caras erradicaram a fome. E os caras conseguiram trabalhar dentro, inclusive desvalorizando a sua moeda, para que conseguissem desenvolver a indústria lá dentro, para que as pessoas comprassem lá de dentro. Então tem um monte de coisa que a China fez que a gente poderia copiar aqui, porque daí não tem mais a diferença de, ah, mas o Brasil é muito maior. Não é.
Não é, pode ser maior em área. Mas a gente poderia, então, trabalhar vários sistemas, malha ferroviária, inversão dos valores do plano safra, distribuir mais para a agricultura familiar, para daí começar a erradicar a fome. Erradicou a fome, está cometendo crime ainda, meu amigo?
Amanhã tu vai entender minha posição sobre... Se tu assistir, tu vai entender minha posição sobre crime muito melhor do que hoje. Não teve um debate sobre segurança pública. Até a hídrica aqui, né, Michele? Tem potencial hídrico do caramba aqui para os transportes. É, e 85% está na o quê? E é praticamente de graça, né, o hídrico. Três minutos para cada, a Suelen mandou aqui. Queria perguntar para o vereador o que é cultura woke. E se lutar contra isso é importante para o João e para a Maria.
Total, porque inclusive é uma demanda que, como eu disse agora há pouco, como que é, Mariano? É a Swellen. Swellen. Inclusive é uma demanda, é uma preocupação dos pais, da dona Maria do Sr. João. A gente tem uma sociedade basicamente cristã, a sua grande maioria. Então, até por conta às vezes de desinformação, de coisas tortas que chegam através da mídia.
E a gente vê uma crescente dessa agenda, como eu disse no começo do podcast, desenhos agora surgindo para as crianças, é filme, é Disney. Então isso causa uma preocupação legítima nos pais. Todo pai de verdade se preocupa com o teu filho. Então esta é a demanda que chega na ponta como vereador e a gente entende que são projetos necessários.
que os pais nos agradecem e vai totalmente ao encontro das pautas que eu me comprometi durante a eleição e preciso honrá-las. Assim como eu coloquei para a Michelle, não tem problema nenhum em se viar um projeto sério de lá para cá, de sentar, trocar ideia e pautas que realmente façam a diferença. A questão é que as minhas pautas, a minha plataforma...
Foi de combate essa agenda woke que a gente vê. Agora está dando uma controlada, mas estava numa crescente. Isso falando no cenário mundial. Inclusive tem várias empresas que entrou no dilema do quem lacra não lucra. Tomaram até preju. A própria Disney é uma delas. Então é isso. As pessoas nos pedem. A gente está na ponta. E a Dona Maria e o Sr. João ficam muito felizes e nos agradecem.
Mas eu sei que ela adoraria que essa pergunta fosse refeita. O que é a cultura woke? A cultura woke é um movimento que surgiu nos Estados Unidos. Depois veio... Ela diz sobre o despertar, né? Sobre o acordar. É o termo. E depois veio o movimento negro. Mas é o acordar pra quê?
Então, é subjetivo, né? Cada um tem uma visão disso. Para mim, pelo menos, é subjetivo esse despertar, esse acordar. Assim como quase tudo dentro da pauta WOK, da agenda WOK. Dificilmente algo é objetivo, assim como a minha primeira pergunta do podcast hoje, do que é uma mulher. Vou continuar perguntando e vamos continuar obtendo respostas.
diferentes e num malabarismo social pra tentar encaixar aí uma pergunta tão simples. Michelle, quer comentar alguma coisa sobre isso? É que na verdade até a definição de mulher que tu usou mais cedo se encaixa pra um homem trans, né? Então pra ti um homem trans é uma mulher que tem que entrar no banheiro feminino, é só um comentário. Mas o homem trans não gesta um filho no útero, na minha definição eu coloquei isso. Mas gesta?
Hum? Gesta? Um homem trans? Gesta. Ah, homem trans. Tem dia, sei que você estava falando de homem. Então, pra você é uma mulher que tem que entrar com a sua aparência no banheiro feminino. Não, mas o homem trans pra você, pra mim é uma mulher? Com a tua aparência? Ah, não. Aí você entrou então no fenótipo. Sim, mas é com a tua aparência. Ele que tem a capacidade de gestar. É XX. Mulher.
E pode entrar no banheiro feminino com a tua aparência. Então, é uma mulher. E como que eu vou saber se aquela pessoa não é tua entrando lá? Então, mas aí eu perguntei como a gente resolve esse problema e você não conseguiu responder. E você também não? Porque não existe como. Esse é o ponto. Exato. Mas eu era...
Suelen. Suelen, o nome. É que tu falou Mariana, eu me confundi também. Ah, Suelen, eu tentei fazer tua pergunta de novo, viu, Suelen, pra garantir que ela fosse respondida. Mas, na verdade, o woke foi ressignificado pelas pessoas que são opostas, de alguma maneira, à diversidade. Porque, como tu falou, é uma sociedade cristã que, erroneamente...
usa a Bíblia como se ela fosse um livro científico. Quando se fala da criação do homem e mulher na Bíblia, ela está completamente errada em relação à ciência, da mesma forma que a ordem da criação dos astros em Gênesis está completamente errada. Fora de ordem, completamente sem sentido o que está colocado lá. E por isso se entende muito mais aquilo lá como um conto, uma coisa mais alegórica do que propriamente ciência. Mas as pessoas tentam usar...
como ciência, né? Então, assim, o woke, antigamente, só queria dizer o seguinte, você acordou para entender a diversidade, para entender que seres humanos não são tão A ou B, existem nuances. Hoje a gente entende a biologia não como binária mais, e sim como bimodal.
Se ela é bimodal, significa que tem dois pontos que ocorrem mais e vários outros pontos que ocorrem com alguma variação. O gênero, mesma situação. Porque se o gênero fosse diretamente linkado ao sexo biológico, qualquer deles, outras sociedades não teriam outros gêneros, como tem.
como tem Katoei, como tem Hidra, como tem Fafafini, Fafatami, como tem Muxis, outras sociedades não teriam a capacidade de ter outros gêneros, mas existe. Então a gente precisa entender que...
Foi ressignificado, foi instrumentalizado e hoje ele é usado como pauta política. O vereador mais votado de São Paulo teve um programa político inteiro anti-LGBT. E se elegeu assim. Por quê? Porque é um pânico moral criado e que faz com que as pessoas...
como seu João e a dona Maria, que viveram, ah, mas sempre foi assim, não possam ter a capacidade de abrir a cabeça, porque tem gente que está aqui dizendo assim, é, realmente, não era assim, eu vou te provar por lei que não vai ser assim.
Os três últimos superchats e aí a gente vai para as considerações finais. O Kriegel 89, como um país sem reforma agrária, vai para frente. Outro ponto, se não houvesse lei garantindo salário mínimo, o empresário ia dar pão com um copo d'água por dia e dizer que estava pagando salário justo. Era assim antes, né?
Dá para ir para frente um país sem reforma agrária, na sua opinião? Acabei, inclusive, de falar sobre isso na fala sobre a doceola aberta. Para mim, assim, é muito prioritário. E é por isso, inclusive, que eu não considero o governo Lula um governo de esquerda.
Porque em todos os anos que o PT esteve no poder, muitas promessas e pouca ação. E hoje a gente pode até dizer assim, hoje o Congresso pararia qualquer avanço do governo Lula. Porque hoje a maioria do Congresso ou está no centro, que fica mais alinhado com a direita, ou está na direita. Então realmente, mas e nos anos anteriores? Quando não era essa situação? Por que que bancos lucraram tanto?
Não faz sentido tu vir dizer pra mim que, ah, nós precisamos de uma reforma agrária, o governo é do PT, mas o PT passou todos os governos sem fazer a tal reforma agrária, mesmo quando conseguiria a maioria no Congresso. Lula 1 e 2 tinham potencial muito grande pra fazer isso. Não o fez. Plano Safra continua dando lucro pra capitalista que vende ração.
Então a gente fica naquela coisa assim, ah, mas agora não dá para se instabilizar. Meu amigo, eu critiquei a deputada que eu votei por votar a favor do aumento da conta de luz, ela sendo do PCdoB. Eu não voto em político para fazer acordo para defender bilionário. Se tu faz isso, tu não tem meu voto depois. A situação do meu voto no Lula foi qual?
Tinha o Lula, o maluco que queria negar a vacina, o maluco que falou da doença, que fez pouco caso da doença, da Covid. Passei estudando pra caramba sobre a tal da Covid e dizia, não tem um cara na presidência da república que consiga botar um censo na cabeça desse capitão expulso do exército? Não tem um cara, um, um, um, reformado, né? Vamos usar o termo correto.
E aí eu fico nesse questionamento assim, precisamos de uma reforma agrária? Na minha visão, inclusive acho que comunistas corroboram com a minha visão, mesmo não sendo comunistas, ou eu com a deles, tanto faz o caminho, a esquerda brasileira precisa superar o petismo, porque o petismo não entregou o que deveria entregar.
Mas se nas eleições do próximo ano, do próximo ano não, desse ano, as opções forem o PT ou alguém de extrema direita que vai lutar contra direitos LGBTs, que vai lutar contra a diversidade, que vai barrar seis por um, daí, meu amigo, infelizmente meu voto vai no PT de novo, porque entre o ruim e o menos pior eu vou no menos pior, né?
Malcom. Rodrigão, qual que é o nome do nosso... O Krieger. Krieger. O Krieger, na verdade, só queria deixar um ponto. Eu corroboro praticamente com tudo que a Michelle colocou aqui. Muito coerente, por sinal. Eu só queria trazer um ponto de reflexão, Michelle, que é o seguinte.
Se realmente o PT, o Lula, o pessoal quisesse fazer a reforma agrária, ele teve uma oportunidade de ouro. Vamos usar algo mal que eles fizeram para tentar pelo menos fazer o bem para as pessoas. Ele teve um mensalão. Lembra do mensalão?
Por que ele não usou o Mensalão, o Lula, para poder aprovar uma vez que ele pagava os votos do Congresso? Já que ele estava pagando, por que ele tinha o Congresso na mão? Por que ele não aprovou a reforma agrária? Fica aqui a reflexão para vocês. E, infelizmente, eu vejo pessoas humildes, simples, trabalhadoras, que são usadas através dessa pauta, que é o movimento MST. Não faz sentido. Eles têm aquilo como um...
um grupo militante político que, quando convém, eles são utilizados como massa de manobra. Então, se o PT quisesse, como a Michelle colocou, já teria resolvido essa questão da reforma agrária, mas não faz sentido para os caras. Eles precisam desse pessoal na dependência para fazer politicagem.
A Ju mandou aqui, salve companheiros, quero saber a opinião, ela pôs deputado, do vereador presente na mesa sobre a privatização das escolas públicas e gostaria de uma resposta completa, não sucinta, abraço. Olha, sempre que o tema é privatização eu sou sempre a favor. Eu entendo que...
o nível sobe, a corrupção diminui, os cabides de empregos diminuem. É só você analisar o nível que está nas nossas estatais atualmente, não vou falar quase todas, porque a Petrobras diminuiu o lucro, mas não está em déficit. Mas todas praticamente em déficit. Isso sem contar os cabides de emprego, conforme eu citei.
Eu entendo que a privatização, se bem realizada, estruturada, estudada, ela é sempre uma maneira de desinflar o Estado e aumentar a eficiência. De uma maneira séria, produtiva, planejada, eficaz, eu acho que a gente tem exemplos disso. Mundo afora, não só aqui também, mas mundo afora.
E com relação à educação, é um tema muito sensível, porque a gente tem de novo nós contra eles aí, que querem cada um puxar a sardinha para o seu lado. Eu acho que a educação é uma pauta de extrema importância para o desenvolvimento das nossas crianças, para o desenvolvimento do nosso país, da nossa cultura, e eu acho que não é lugar para militar nem para um lado nem para outro. É o lado de...
Adquirir conhecimento, eu acho que esse é o ponto que a gente precisa resgatar na educação do nosso país atualmente. E privatização na sua quase totalidade eu sou sempre a favor.
Michele, três minutos, o que você acha de privatizar as escolas públicas? Ah, bosta. Posso ser direto e falar uma bosta? Já falei. Gente, a gente não precisa ir muito longe para ir ver um exemplo de resultado de privatização que não traz benefício para o povo. BR Distribuidora, a gente parou de ter controle sobre ela.
A gente teve três reduções de preço na produção do combustível, que não se converte mais para o povo, porque não existe uma distribuidora do governo que force os preços a se manterem baixos. Então a gente está tendo aumento de preço de combustível, porque o órgão que forçava...
as empresas capitalistas a manterem a sua margem um pouco menor, foi privatizado no governo Bolsonaro. O resultado é imediato. A gente está vendo agora o resultado. Inclusive, uma privatização que engana o povo. Porque a gente precisa... A guerra começou a acontecer agora e o Muz fechou agora, tá? O Muz fechou agora, nesse momento.
A gente começa a ver que, por exemplo, o Bolsonaro deu a licença para que o nome BR continuasse sendo usado por 10 anos por uma empresa que não é mais a BR Distribuidora. Não é mais uma empresa do governo brasileiro. Então toda redução que chega no combustível não chega para o povo, porque agora é tudo empresa privada. Refinarias, mesma situação. A gente tem problemas com refina de combustível.
Sempre teve, não refinava tudo e agora tem problemas maiores. E aí a gente pega um exemplo bem simples de privatização que dá muito errado, compara a saúde dos Estados Unidos, que é 100% privada, e que as pessoas que sofrem um acidente chegam a dizer, não vou pegar uma ambulância que é 2.500 dólares.
Aí vem um americano no Brasil, ou esse americano, por causa dos princípios do SUS, integralidade, universalidade e equidade, ele precisa viajar para outro país que precisa da febre amarela, até esse americano consegue tomar a vacina no SUS. Ah, mas o SUS não é de graça. Sim, eu pago imposto também. E eu, que bom que o meu imposto é convertido para benefício da população brasileira. Para mim, outra falha do governo Lula.
trabalhar para a reversão dessas privatizações. Não há esse movimento. E sabe por que não há esse movimento? Porque criaria indisposição. Mas sabe qual é a posição para mim? Cria indisposição. Mostra quem está votando contra o interesse do povo. Mostra quem está votando contra o fim da 6x1. Mostra quem está votando pelo aumento da conta de luz. Mostra todo mundo. Deu errado? Que bom que deu errado. Mostra quem fez dar errado.
Entende? Eu acho que é isso que a gente tem que mudar. E se a gente privatiza a escola, a gente começa a ter problema de tipo acesso, velho. A gente já não tem acesso adequado hoje. Aí a gente vai ter uma escola privatizada em que o interesse do privado é o quê? Lucro. Escola não tem que pensar em lucro, escola tem que pensar em educação.
O Shield comentou aqui, meu irmão, digo isso como filho de dono de empresa. Em nenhum mundo meu pai ia contratar uma pessoa em situação de rua. Para trabalhar na obra dele, não ia contratar para trabalhar na obra dele. Quem está na rua quase nunca consegue arranjar um emprego. E o Coelho, a última pergunta aqui, pergunta para o vereador o que é conservadorismo. Lembrando que os 10 mandamentos é uma coisa progressista.
Falou dos 10 mandamentos de Moisés. É, se ele falou dos 10 mandamentos, ele está falando, acho que é princípio bíblico. Com relação ao morador em situação de rua, acho que pode ser na empresa da PED, enfim, cada empresa tem suas diretrizes, mas eu já peguei casos, por exemplo...
de amigos meus empresários de oferecerem oportunidade de emprego para pessoas que às vezes estavam no sinal ou pedindo, pessoas jovens, falaram meu amigo, não vou te dar grana, mas estou precisando de gente para trabalhar na minha expedição e de oferecer oportunidade. E até eu decorei o termo, tá, Michelle? Eu nem tinha ouvido o que é fichar. O cara falou assim, não, não, não posso fichar não, senão eu perco...
O auxílio lá, o benefício. Então a gente percebe que está se tornando uma constante isso. Às vezes o cara quer ali receber o benefício e aí ele fica no sinal, nesse caso era o cara que ficava no sinal, mas às vezes ele quer fazer um, dois, três bicos mais o benefício e não quer trabalhar. Então eu discordo do nosso telespectador porque já vivenciei situações muito diferentes disso que ele traz. E mesmo que fosse... Então eu
Ele está querendo justificar, então, que o cara pode entrar e assaltar e roubar, porque para mim não faz sentido. E a outra... O que é conservadorismo?
Conservadorismo são uma série de normas, de tradições que pautam a nossa sociedade, que vem inclusive da nossa cultura cristã, uma série de fatores que pautam os princípios e valores da ala conservadora.
Michel? Posso responder o que é conservadorismo? Sim. O princípio do conservadorismo é conservar aquilo que funciona e melhorar aquilo que pode ser melhorado. Essa coisa de conservar e retroceder em certos pontos é movimento reacionário, não conservador. É por isso que eu digo que o conservador brasileiro é reacionário, não conservador. Porque no princípio do conservadorismo, se a gente entendesse que faz um bem-estar social, por exemplo, defender pautas de diversidade de gênero,
o conservadorismo deveria seguir nessa linha, mas o conservadorismo brasileiro não o faz. O conservadorismo brasileiro retrocede. Ao buscar o como era anteriormente, isso é movimento reacionário. Por isso, novamente, conservador brasileiro não é conservador, ele é reacionário. Mas ele ignora fatores. Mas essa é a pergunta. O que é conservadorismo? Eu respondi, o que é conservadorismo? Não estou respondendo nada além disso. Uma outra coisa sobre o exemplo que você citou.
e o rapaz ali, filho de dona de empresa, o cara estar no semáforo não quer dizer que ele é o cidadão em situação de rua ao qual a gente está se referindo. O cara estar no semáforo, às vezes ele é um beneficiário de um Bolsa Família, alguma coisa, e pode estar no semáforo. Quando a gente está falando...
Não tem. Depois se apresenta o dado disso, por favor. Quando a pessoa está em situação de rua, eu estou falando assim, o fulaninho que está hoje morando embaixo do viaduto e que recebe alimento de ONG que recebe doação, porque não é do governo que vem a maior parte do alimento, é alguma ONG que recebe a doação e que faz trabalho voluntário de alimentação na rua.
Este cara não é contratado porque não tem endereço fixo, não tem residência fixa, às vezes não tem os seus documentos e não tem nenhum empresário. E isso é balela dizer que tem empresário disponível. Não, vou emitir todos os seus documentos, vamos organizar tudo direitinho. Eu tenho um alojamento lá na minha empresa se tu precisar te estabilizar num primeiro momento, mas vou te dar um espaço de trabalho, vou te treinar para tu fazer o trabalho para mim. Isso não é uma realidade dentro do capitalismo.
Não é assim que funciona. O cidadão em situação de rua, a gente chega às vezes a dizer que são pessoas cinzas, né? Elas são invisibilizadas e elas começam a, inclusive, ter a cor das suas roupas e tal, a cor do cimento que eles dormem, a cor do asfalto, a cor de tudo. Eles deixam de ter a aparência aceitável num ambiente empresarial. Então eu acredito assim, poderíamos criar cooperativas.
Poderíamos criar, inclusive, incentivo do governo para trabalhos de base do governo operacionais, que o governo desse treinamento, que o governo desse condições para usar esses moradores de rua para trabalhar e receber um salário digno. Não há esse movimento também. E sobre a reforma agrária, que foi um negócio que a gente passou...
Não existe ninguém de direita defendendo a reforma agrária, tá? Eu critiquei o Lula pra caralho, mas eu vejo que tu não fez a crítica que a direita também não prega a reforma agrária. Nem o Bolsonaro fez isso, né? Então, a gente precisa se manter... O Bolsonaro foi o que mais concedeu títulos de terras. Não, mas é a reforma agrária, né? Tudo bem, mas não vai ao encontro? Não, só isso não. Só isso não. Pergunta pra pessoa que recebeu a propriedade, se é só.
O título da terra não é só. Só o título da terra não é reforma agrária. Tudo bem, mas fez mais coisa que... Considerações finais. Obrigado, Malcom. O que tu queria? Você tem cinco minutos. Vamos embora.
Não, só do caso do morador em situação de rua, que eu acho que é mais complexo do que isso, porque a gente tem sim alguns programas de recolocação, eu estive à frente aqui da subprefeitura da Lapa, como eu te disse, em 2023 foi mais de um bi.
uma em cada quatro pessoas em situação de rua está aqui na capital de São Paulo, de todo o Brasil uma em cada quatro então a gente tem inúmeros universos ali, porque você tem a pessoa que você chega nela e ela não quer ela quer ficar na rua, ela quer usar droga ela quer beber, ela quer... tem pessoas aí eu posso falar até da minha cidade e eu posso te dar o dado depois, todas catalogadas lá recebem o auxílio o benefício, todas em situação de rua qual benefício ficou só pra saber? do Bolsa Família nada
Não é uma cidade menor, então é um número menor de pessoas, por isso a gente tem todas... Até aqui o trabalho é muito legal. Em São Paulo eles têm, até pelo Google lá, eles conseguem meio que mapear onde as pessoas estão. Enfim, é bem interessante. E tem sim esse trabalho de recolocação, mas cada ser humano é um nível diferente. Então tem o cara que quer se recolocar, que quer se reabilitar, mas também tem o cara que é mais complexo, que não quer e que às vezes está no crack e que precisa de um outro tipo de abordagem. Enfim, eu acho que é uma resposta um pouco mais complexa do que... Bem mais complexa.
Bom, eu acho que a gente conseguiu ter um debate aqui. Agradeço. Agradeço aqui, Rodrigão. Prazer ter conhecido hoje você pessoalmente. Robertinho também. Agradeço também a Michelle aqui pelo debate, pela disponibilidade. Viajou e chegou aqui em cima da hora. E já veio para o debate. A gente recebeu os temas aqui duas horas antes. Eu acho que é isso. Eu acho que vocês puderam acompanhar aí. A gente discordou aqui o tempo inteiro.
mas sem nenhum tipo de violência. Eu acho que, infelizmente, nosso país caminha. Eu sofro na pele isso, muitas vezes, na rua. Às vezes, só pelo simples fato de discordar, a gente ainda tem muita intolerância. E não só com a pessoa trans, mas também com quem pensa diferente. E, por diversas vezes, eu próprio acabo sofrendo isso. Ameaça, não sei você, Michele, mas eu recebo uma, duas ameaças.
praticamente que diárias. Então acho que não é desse jeito que a gente muda as coisas no nosso país. Eu vou continuar defendendo minhas pautas, como todos, acho que o Rodrigão já trouxe. Sou pré-candidato a deputado estadual, tenho as minhas pautas, as minhas plataformas para trabalhar. Estou com frequência nas ruas, ouvindo as pessoas, conversando, como eu sempre falo com a Dona Maria, com o Seu João. Eu acho que...
Não há nenhuma liderança que se levante sem que Deus permita. Então, se a gente está passando por esse momento no nosso país, é porque a gente precisa passar quanto povo, quanto nação, talvez para o nosso amadurecimento, para a gente escolher melhor os nossos governantes. A oportunidade está aí. E eu espero que a nossa sociedade tire algo de positivo de tudo isso. Porque, Michele, acho que você deve acompanhar lá também, mas...
Até esses dias aí, uma pessoa comum não sabia o que era o ministro do STF, não sabia o que o cara fazia, não sabia o que era uma PGR, não sabia o que era... Então, eu costumo dizer que se tem algo de bom, de toda essa porcaria que a gente está acompanhando quase que diariamente nos noticiários, todo dia é um escândalo novo, todo dia é um poderoso novo, é um familiar novo, é um esquema novo.
é que tem trazido em alguns âmbitos das instituições e dos governantes, e está furando a bolha e as pessoas estão ficando mais antenadas, mais ligadas. E espero que o nosso país possa se desvencilhar e dar um salto rumo a melhorar as coisas a partir do próximo ano.
Você tem mais uns minutinhos? Quer dar sua rede social, um arroba aí pra galera de seguir? Minha rede social, não sei se vocês vão colocar no GC, mas é Malcom Mazzucato com dois E de zebra, dois T de tatu, menos no Twitter que não deu pra pôr dois T, o número de caracteres não deixou, ficou com um T só, mas é colocar Malcom Mazzucato, vocês vão me encontrar em todas as redes, e tem o meu WhatsApp, no Instagram, é só clicar lá.
as pessoas gostam de conversar com a gente, o inbox fica lotado, então às vezes pelo WhatsApp agiliza essa comunicação, manda um WhatsApp lá, a gente troca ideia, eu faço questão de responder todo mundo com a maior atenção, e por muitas vezes chegam inclusive pautas, ideias, muito interessantes do público que nos acompanha, um fator interessante, o público do Nordeste, a gente tem um público interessante do Nordeste.
que, não sei, a Michelle lá chega também, mas o pessoal acompanha bastante. E a gente tem... Estou animado porque mostra que o Nordeste, pelos nossos seguidores, está dando uma viradinha de chave esse ano também. Vai ser importantíssimo nas eleições. Boa.
O pessoal pediu pra você voltar pra debater com outras pessoas. Citaram aqui o Breno Altman pra debater com você. O Nildo Ricks e o Tamir. Jogar ele lá na primeira vez. São os caras mais fortes. Tu tiver afim, o pessoal pediu.
Michel, o meu pessoal pediu pra você voltar também pra debater com a Campo Piano. Eles estão pedindo, ó. Arrumou um debate dela com a Campo Piano. Só chamar. E eu acho que você deveria debater com o Breno Altman também, viu? Com ele? Eu gostaria de ver esse debate. Mas o que eu debateria com ele se eu... Com o Breno Lula. Ah, tá. Nossa senhora. Agora eu quero ver.
Vamos lá, 5 minutos, Michel. Obrigado mais uma vez. Obrigada de novo pelo convite, Malcom, obrigado por participar. Eu discordo contigo que a gente discordou em tudo porque tu concordou muitas vezes com várias coisas que eu falo. A gente passou discordando aqui. Mas eu tenho uma posição muito clara que discordar na forma da lei não é discordar. Tu pode não querer não gostar de pessoas trans ou não achar interessante, mas a partir do momento que tu legisla nisso, a partir da tua fé,
passa a ser um problema porque eu não acredito que tu aceitaria que houvesse legislação baseada na lei de charia que afetasse a tua vida. Essa é a minha visão, né? Então, quando tu legisla em cima de direitos e garantias fundamentais, de direitos básicos de qualquer cidadão, eu não chamo isso mais de discordância.
discordância é o que a gente teve aqui, é trocar uma ideia, isso tu pensa diferente de mim, show de bola, tudo que eu falei pra ti não tá virando lei, mas tudo que tu falou pra mim ou está virando ou já virou lei, né, e aí existe uma diferença, não é equiparável, né, o nosso nível de discordância.
é bom dito isso eu acho que foi um debate extremamente cordial eu acho que é se a gente conversou antes esse nós versus eles foi uma coisa que a gente conversou aqui atrás antes do debate começar que o meu objetivo ao trazer o debate para um campo não emocional a trazer o debate um campo da racionalidade para um campo da argumentação dos dados da ciência
É parar de fazer aquele debate esquerda e direita em que eu tô berrando na tua cara, tu tá berrando na minha e o host tá tentando controlar isso. Porque puta que pariu, velho, isso daí não é debate, entendeu? Isso não leva a lugar nenhum. A pessoa da esquerda tá falando pra convertida, a da direita tá falando pra convertida e ninguém muda de ideia. Ninguém aprende nada. Ninguém reflete sobre nada. Então eu acho que quando há a possibilidade do debate acontecer da maneira que aconteceu,
A gente tem a possibilidade de pessoas do meu lado te ouvirem e dizer, pô, eu acho isso legal, eu acho isso uma bobagem, ou eu continuo na posição que eu estava. Mesma coisa, as pessoas do teu lado que estão me ouvindo. E veja, em nenhum momento, por exemplo, aqui eu estou querendo que tu mude a tua visão cristã de viver, eu estou querendo que tu mude a tua posição na economia, nas tuas decisões econômicas.
não para mim cara quer pensar a vida diferente de mim show de bola tá tudo legal vamos debater a nível de política qual talvez seja melhor vamos apresentar estudo vamos a emenda para vamos encomendar estudo né vamos ao governo para encomendar estudo para fazer estudo de campo para fazer estudo de casa e ver o que acontece agora é vire e tentar transformar
O direito de alguém, por exemplo, o meu direito de casar em algo proibido na lei, não é mais uma discordância saudável. Porque daí tu já tá me botando constitucionalmente como uma subclasse de cidadã. O meu direito de adotar, por exemplo, por eu fazer parte de um casal LGBT, eu já estou novamente sendo colocada como subclasse. Então quando eu falo...
com cristãos, com conservadores, eu quero dizer, cara, pensa da seguinte maneira. Se tu é um cara capitalista e tu tem visões diferentes políticas de mim, especialmente no que tange a economia, privatização, investimento, onde que vai, onde que deixa de ir, tá tudo legal, a gente pode debater isso.
Mas direito humano, direito humano a gente tinha que parar e não, peraí, vamos analisar mais friamente isso aí. E quando eu venho pra esses debates, esse é o meu objetivo. É inclusive pegar as pessoas de direito e dizer, mano, tu tá vendo que eu não tô aqui pra ser uma filha da puta contigo? Tô sendo mó de boa, tô trazendo ideia pra gente debater? Quem sabe a gente debate mais assim? Quem sabe a gente para de dizer assim, eu sou de direita, eu sou Bolsonaro, você é lulista, comunista. Caralho, mano.
Eu sou povo, tu é povo. Se a gente não está, especialmente nós que não estamos em situação de cargo eletivo, quem está tomando as decisões são os que estão eleitos. É uma democracia representativa. Então quem sabe a gente elege pessoas que tenham a capacidade de dialogar. E não só gritar na cara um do outro, não só apontar dedo, não só mentir. Porque se a gente permanecer nessa política, desculpa, não vai mudar nada.
Eu acho que a gente tem que criticar Lula, onde tem que criticar, tem que criticar Bolsonaro, onde tem que criticar, tem que criticar Erika Hilton, tem que criticar, tem que criticar Nicolás Ferreira, onde tem que criticar. A gente tem que ter como povo a capacidade de não ter heróis na política, e sim políticos que estão representando o povo e que tem a capacidade de dialogar. E botar em primeiro lugar o povo brasileiro e não o lucro do capitalista.
Bom, esse episódio só aconteceu por conta do nosso parceiro, que é a Soldiers Nutrition. Eu uso. É, amigo. Eu uso. Eu estava falando aqui. Ela está até patrocinada. Ela está patrocinada pela ação? Claro que não. Não está? Claro que não. Não estava. Não estava.
Porque se você estiver tomando Soldier, se você estiver tomando Soldier, você vai ganhar o patrocínio aqui agora. Peço para minha esposa mandar a foto da... Eu fui o agente do patrocínio, eu quero um percentual. Como bom capitalista.
E a Michelle usa porque além de ser a melhor creatina do Brasil, ela é a mais barata também, muito boa e barata. Você consegue comprar no site creatina por R$17,00 usando o cupom 3irmãos, é muito barato. Você vai achar creatina de até 1kg também lá, whey, vitaminas. Então assim, usem o cupom do 3irmãos, vai ajudar o nosso trabalho e vai pegar um produto de extrema qualidade no site da Soldiers. Vale a pena conferir, viu?
O QR Code tá lá, né? Já cliquei. Pra ver os outros produtos, tá? Cheio de produtos e a mais barata é a melhor. E aproveita que eu vou arrumar o patrocínio pra você. Vou postar meus vídeos na academia. Gente, eu uso creatina e definitivamente é essa que eu uso. Pô, tá dando resultado.
E eu voltei agora. Caralho, velho. Ela é forte, mas... Não, mas o leg dela... Ela tá com quanto faz leg, não sei com quanto estilo. Ela é lá, velho. Você é louco. Pessoal, até amanhã. Mais um debate aí. Comentem o que vocês acharam. Fui.
Amanhã, Michelle e o Paulo Bilinski. Paulo Bilinski e Michelle. Segurança pública. Segurança pública. Será que a Michelle sabe alguma coisa de segurança pública? Quem sabe? O Bilinski é especialista, né? De segurança. Fala que foi polícia também. É, pô, é. 2-2, polícia, né? Vamos ver. Até amanhã. Valeu. Valeu, galera. Valeu, valeu, valeu.
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