Episódios de Podcast 3 Irmãos

FARINAZZO e ALI RAMOS - GUERRA ISRAEL e EUA x IRÃ - PODCAST 3 IRMÃOS #942.mp4

13 de abril de 20263h59min
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Participantes neste episódio3
R

Roberto Andrade

Hostpodcaster
R

Rodrigo Tchorró

Hostpodcaster
A

Ali Ramos

Convidadoanalista
Assuntos5
  • Conflito Irã-EUAConflito no Oriente Médio · Impacto da guerra no Irã · Reações dos EUA · Manifestações nos EUA · Estratégias militares do Irã
  • Geopolítica de Trump, Xi e PutinRelações EUA e Israel · Conflito Rússia e Ucrânia · Influência da China · Desafios da Arábia Saudita
  • Estratégia MilitarUso de drones na guerra · Produção de mísseis · Logística militar · Desenvolvimento de armamentos
  • Consequências econômicas das guerrasPreços do petróleo · Efeitos na economia global · Consequências para o Brasil
  • Cultura do IrãCivilização persa · Influência histórica do Irã
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Não existe ninguém como você e nunca vai existir. Do produtor de Bohemian Rhapsody. Existem muitas lendas, mas existe apenas um. Michael Uji nos cinemas. Verifique a classificação indicativa.

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26 minutos de atraso. Hoje o bicho tá pegando aqui, é porque a live vai ser muito boa. Podcast, três irmãos na área. Meu nome é Rodrigo Chorró. Na minha frente, meu brother, meu irmão, Roberto Andrade, filho borracha. Na mesa operando o nosso diretor, Pedro Henrique. E aí, Robertinho, por que 27 minutos de atraso?

É pontualmente atrasado, como sempre, quem nos acompanha já sabe que a nossa pontualidade não é a nossa qualidade. Fala o que estava acontecendo, a gente estava em reunião. Vamos fazer pix para esses caras comprar um relógio, né, gente? Faz um pix aí, dá super chat para essa turma comprar um relógio, pelo amor de Deus. O pior é que é mesmo, galera. Já se inscreve aí, dá like. Se puder, participa, a gente vai estar ao vivo. Então, se tiver dúvida, manda super chat aí que a gente vai responder todos, que hoje a gente tem uma equipe.

Porra, incrível pra falar sobre conflito, pra falar sobre a guerra e depois passar uma raiva comigo. Uma equipe composta pelo nosso querido, nosso irmão comandante Robson. Uau! Grande beijo pra toda audiência dos três irmãos aí, cara. Como sempre, preparando uma live maravilhosa pra vocês. Tralhado. Hoje vai ter Shahid, vai ter V2, vai ter Patreon. Ó, o americano tá sem míssil Patreon lá, mas nós aqui nos irmãos a gente tem, tá?

Eles dizem, né? Estão acabando os meses, sei lá. E a audiência pediu. A gente fez um episódio recente aqui no canal. Extremamente elogiado. Foi online. O pessoal falou assim, tem que fazer presencial. Tem que convidar junto com o comandante Robson Florinazio. Eu concordo 100% com a opinião de vocês. Está aqui do meu lado. Meu irmão aqui, Ali Ramos. Aê, garoto! Cara bom!

Muito obrigado, é um prazer estar aqui. Primeiro me fala aqui qual que é a minha câmera, que tem câmera demais aqui. A toa é essa bem que tá retinha aqui, ó. É um prazer estar aqui, pessoal. Tô aqui com o meu mestre, comandante Robson Farinaz, um ser humano gigantesco. E eu não tenho nem palavras pra descrever e vamos aqui entender essa loucura.

No Oriente Médio hoje, né? Bota a loucura. Vamos atualizar vocês. Vocês vão participar também da live. Então mandem superchat. Dá like, quero bater recorde hoje, viu? Preciso bater recorde hoje. Da última a gente colocou 16 mil pessoas aqui ao vivo.

Com o comandante Raul Sanforinazzo. Online com a Lee Ramos. A gente colocou quase 4 mil pessoas ao vivo. Então quero bater recorde aqui hoje. Like, like, like. Se vocês participarem, a gente vai ficar até mais tarde. Porque... Hoje é sem limite, hoje é sem limite. Tem muita informação, né, Ali? Sim, sim. Pessoal, super chat, hein? Leitinho das crianças aqui pra ajudar.

O Roberto e o Rodrigo. Muita coisa aconteceu depois que a gente conversou, né? Muita, muita coisa. E não só no Irã, né? Os Hutis do Iêmen entraram na guerra. A Síria ali também está dando sinalizações de que mudou de lado, né? Como foi previsto por alguns analistas. Então tem muita informação nova para ser colocada na mesa aqui.

Hoje o povo foi à rua nos Estados Unidos. Não sei se vocês viram essa informação. Sim. 8 milhões de pessoas nas ruas. A gente pode lembrar aqui que no Brasil, quando teve manifestação aqui na Paulista, quando deu muito ali, deu 1 milhão, 1 milhão e pouquinho, né, Albertinho? É, já passou de 1 milhão, mas aí você entende. Quando você vê uma Paulista com 1 milhão de pessoas, você não consegue enxergar o final disso.

E aí quando a gente fala de oito vezes, cara, é gente absurda. E falando de oito milhões também, mesmo a população dos Estados Unidos, é um fator significante. Porque não é todo mundo que está contrariado ou que está indisposto que estava ali. Mas pela quantidade de gente que está ali, você tem um pequeno entendimento do quanto as pessoas não estão satisfeitas. Será que a gente pode ver um impeachment aí, como lá nos Estados Unidos?

Pelo menos a eleição ali é difícil para o Trump agora. É, o impeachment eu acho meio complicado, mas ele vai virar um pato manco, pelo menos se ele perder essa guerra, porque está muito difícil você resolver isso. Ele calculou muito mal, eu acho que ele calculou muito mal, porque se vocês forem olhar bem mesmo, começa a guerra, depois o Ali dá a visão dele também que é importante.

Vocês nunca tiveram baixas sucessivas de uma velocidade tão grande. Tem como mostrar aquela foto do avião que destruíram ontem? Tem, Pedrão. Pedrão, põe as fotos do avião aí para nós. Isso daí é um Boeing E3 Center que foi destruído na base de Prince Sultan na Arábia Saudita, que é uma base do meio deserto.

Essa base fica a 700 quilômetros do Irã. Olha a porrada que o iraniano deu. Engraçado foi o seguinte, né, Ali? Os caras chegaram na hora que aconteceu. Não, o avião, os iranianos danificaram o avião. Pô, isso aí nem martelinho de ouro dá jeito nessa porcaria aí, rapaz. Não tem o que acabar com o avião, pô.

Mandar para o ferro velho depois, mas é interessante porque coroa aqui também a análise que a gente vem fazendo desde o início da guerra. Os alvos mais críticos para o Irã são exatamente os radares, as bases e o aparato neticêntrico para deixar o operativo em campo, os caças.

E os soldados, os oficiais, etc., cegos. Um radar desse aí cobre um raio gigantesco e não é de fácil reposição. Existem menos de duas dezenas do mundo e a produção aí também não é lá das melhores, porque lembrando aqui para o nosso público...

No período Bill Clinton e no período Reagan, os Estados Unidos tiveram a brilhante ideia de espalhar a sua logística mundo afora, deixar só as patentes nos Estados Unidos, nesse caso, e enriquecer, obviamente, no processo. Agora, quando você tem uma guerra de atrito como essa, ou como a entre a Rússia e a Ucrânia, você precisa de uma logística centralizada no seu país para produzir armamento em larga escala. A profundidade industrial conta muito mais do que a tecnologia do armamento em si nesse sentido.

540 milhões de dólares um avião desse, gente. Quanto tempo vai repor um avião desse? Você não põe porque a célula, essa célula do Boeing 707, você não faz mais. O avião deixou de ser fabricado tem uns 50 anos. Hoje você tem o E7, o Edge Trail, da Austrália inclusive emprestou um. O E7 que é uma fuselagem de Boeing 737 com um sistema. Porque na verdade, gente...

O avião é só o vetor, né? O que importa é a plataforma eletrônica que ele está carregando. E a Austrália precisou emprestar um avião porque os americanos estão numa situação difícil. É o que ele falou, estão deixando os americanos cegos. A marinha americana, ela precisou pegar todos os aviões E2, quase todos os aviões Hawkeye que elas têm lá e movimentar por o Oriente Médio. Por quê? Porque conforme eu falei da última vez que eu vim aqui, o Irã andou destruindo os radares dessa linha aqui, olha que tá cego hoje, cara.

Eu estava cego. Nunca tinha acontecido uma coisa dessas antes. Nunca tinha acontecido. Detalhe, tá? Um único radar ANTPS-132, como o que foi destruído no Qatar, leva de 5 a 8 anos para ser produzido pela RTX e custa mais de 1 bilhão de dólares. É uma porrada de tanto. O prejuízo dos Estados Unidos é imensurável, é gigantesco.

Não é só dos Estados Unidos. Dos sócios também, né? Porque, você quer ver uma coisa, ó. Você pega Dubai. Essas coisas todas aqui, gente, é tudo artificial. Qatar, Kuwait, Bahrein. Olha que conhece melhor aí.

os caras estão saindo daqui, estão indo para Hong Kong, o dinheiro está indo para Hong Kong, está indo para a Suíça. E detalhe, que os Emirados Árabes Unidos têm uma economia de serviços que depende dessa propaganda do país enquanto roubo logístico, paraíso fiscal, etc. O país é rota para a Rússia, é rota para a Istambul.

é centro também financeiro para as elites do mundo inteiro, como é que isso vai se manter com a guerra se arrastando por meses, talvez até anos? É imensurável. Um analista apontou...

Acho cedo ainda, talvez, para ler as coisas dessa forma, mas se a guerra se arrastar por anos, existe uma tendência. Talvez nós estejamos vendo o fim do Sykes-Picot, da forma como esses mapas foram desenhados ali... Em visão do Oriente Médio, você falou. Depois da Primeira Guerra Mundial.

É, porque você vê que é tudo artificial. É só olhar o mapa, cara. As linhas aqui tudo retas. As linhas retas, né? Normalmente, o que separa um país de outro? É um rio e uma cordilheira. Quanto é essas linhas retas, é que o país é artificial. Parece muito os estados norte-americanos. É, mas lá é dentro de uma federação, né, Rodrigo? Aqui foi uma coisa criada assim. Eles pegaram as famílias. Então, a família Saud ficou Caraba Saudita. A família Hashemita. Acho que é Hashemita. Os Hashemitas ficaram com a Jordânia, né? Jordânia, Iraque e a Síria.

Exatamente. Eles foram divididos entre as famílias e criaram estados artificiais. Na prática, é o que ele está falando. Pode acabar o Sykes-Picot. E se esse mapa for redesenhado, quem aumenta e quem soma do mapa? As forças no terreno, meu amigo. Vou te citar um exemplo aqui.

o Al-Julani, da Síria, no início dessa guerra, ele ameaçou invadir o norte do Líbano, em específico a região de Trípoli, nesse caso, se o Hezbollah não parasse de atacar Israel. Claro que ele queria só comer um pedaço do Líbano e achou, digamos assim, um casus belli para fazê-lo. Só que aí as milícias do Iraque...

que são, na minha humilde análise, as melhores milícias desse terreno como um todo, desde a guerra iraquiana, porque receberam treinamento não só do Irã e da Rússia, mas da Turquia e da OTAN como um todo, e elas são o poder de fato, 60 milícias, que aí vai ter a milícia do Mard, o Kataib Hezbollah, os sadristas... É a abertura do português.

todo inferno. Elas ameaçaram invadir a Síria se o Aldiulani fizesse isso. Ou seja, a Síria ia comer um pedaço do Líbano e o Iraque ia comer um pedaço da Síria. E aí a gente ia ver um redesenho desse mapa. Ironicamente, a Síria e o Iraque talvez tenham uma fronteira mais artificial do mundo. É só uma linha de terra. Olha, mas eu quero te fazer uma pergunta. Eu tô pra te perguntar, isso faz tempo. Agora a gente...

Tinha felicidade de te encontrar aqui. E cara, como é que está a situação do Hezbollah? Tem gente da Síria ajudando o Hezbollah no Líbano? Como é que está isso aí, cara? Porque não está normal isso daí, né? Tem, tem sim. Cito as fontes aqui, já saiu no Nordic Monitor, saiu também na mídia israelense. Não acredito que Israel degradou tanto o Hezbollah como se pintou, mas o Hezbollah deu uma retraída estratégica exatamente para reconstruir a logística. Qual é a situação?

O exército sírio, do HTS, que de sírio não tem muita coisa, ele é composto por mais de 100 mil combatentes, uigures, tajiques, chechenos, usbeques, que foram transbordados para dentro da Síria durante a Guerra Civil.

Quem os comanda é o MIT turco e o dinheiro do Catar, não é o senhor Aldiulani. Então eles respondem à inteligência turca. E eles já estão transbordando armamento para o Hezbollah há muito tempo. Quer dizer, o Julani, na verdade, ele comanda uma parte da Síria. Na verdade, ele é um mordomo de luxo da diplomacia. A realidade no campo é diferente. É uma loucura, né, cara? Quando a gente fala de Oriente Médio, é uma loucura.

Então, Fernando, você falou que se a guerra continua, por exemplo, Dubai, alguns lugares vão deixar. Já existe, então, uma fuga de capital desses lugares? O que eu ouvi falar aí... Porque você tem que olhar o seguinte, gente. Dubai é um shopping grande, shopping center, né? Aquilo é artificial. Sim, mas é muita grana ali, não é não?

Mas você tem que olhar o negócio. Por exemplo, o aeroporto do Dubai, eu tive lá, tem até metrô. Negócio fantástico, é lindo aquilo lá. Só que começa a cair bomba, vai ficar quem precisa ficar. Quem não precisar ficar, vai embora, cara.

Detalhe, a maior parte da população é composta por imigrantes. Exatamente. Sim, sim. Mas que a população de Israel também já começou a sair do Israel. Como é que está isso aí? Muito, muito tempo. A mídia israelense fala num êxodo e tal, mas não tem como a gente mensurar corretamente. A questão de Israel é que Israel... Exatamente.

Tem um sponsor muito mais forte do que o Dubai, né? Exatamente. Nesse caso aí. O estadunidismo. Que injeta dinheiro ali para manter o país funcionando. Então, no médio prazo, as coisas se ajustam. Agora, os árabes podem contar com isso? Acredito que não. Mas o governo israelense está permitindo a saída dessas pessoas?

O aeroporto Ben Gurion está dosando e a própria autoridade civil israelense também. Até porque Israel é um país que tem problemas endêmicos com demografia, nesse caso aí. Eles precisam manter essas pessoas ali dentro, né? Precisam, mas chega um ponto que não dá certo. Mas mesmo assim, Rodrigo...

Os Estados Unidos dão repasses econômicos desde os anos 80 ininterruptamente para Israel. Então, no médio prazo, a coisa tende a se estabilizar. Agora, os árabes não podem contar com isso. É o contrário. São os Emirados e a Arábia Saudita que investem nos Estados Unidos. Entendeu? Sim, sim. Principalmente via compras gigantescas de equipamentos militares que eles nunca recebem. Nunca recebem?

Tenho certeza absoluta que se você pegar e medir a quantidade de caças F-16, F-14, F-15, F-35, blindados, tanques que esses países compram, eles não recebem tudo, cara. É uma gigantesca lavanderia de dinheiro, entendeu? É uma rede de corrupção, então. Os caras estão vendendo petróleo, em troca disso estão comprando armamento, mas o armamento não chega. Rodrigo, a lógica é simples. Eles enriquecem e mantêm o petrodólar girando.

E os Estados Unidos fornecem a segurança e a defesa. E aí, quando o Irã vem e ataca todas as bases americanas e tiram, nesse caso aí, a defesa americana da jogada, tiram a segurança. Como fica aí esse arranjo? Não tem nada ali para garantir mais. Exatamente. A gente estava falando do Hezbollah.

O Israel subestimou o Hezbollah? Porque teve um ataque ali, eles falaram que mataram 500 líderes, 500 pessoas importantes dentro do Hezbollah, quando usaram os pagers, né? E de repente o Hezbollah surge aí mais forte do que nunca. Mas a estrutura do Hezbollah é diferente, né, Wally? Não, é descentralizada, é em células e mesmo assim, Rodrigo, toda vez que Israel entra no Líbano, Israel acaba com o Hezbollah.

Foi assim durante a guerra dos anos 80, foi assim nos anos 90, foi assim em 2006, foi assim em 2024. Então assim, esse filme tá mais telegrafado.

Só que se você analisar o que falam os generais israelenses, eles são plenamente cientes do que ocorre no terreno, meu amigo. A questão é que isso não chega aqui. A mídia israelense, cobrindo a guerra, é melhor, dez vezes melhor do que a mídia brasileira. Porque, na verdade, eles vendem. Eu estava vendo, quem estava falando isso foi a esposa do Alistair Crowley. Eles vendem... Do Alistair Crowley. A mídia israelense, que é publicada em inglês, é uma coisa. Que é publicada em hebraico, é outra.

Porque o israelense tem aquela coisa do sabra, de ser mais autêntico, mais realista. É bem isso que ele fala. Agora, é aquilo, né, Ali? Ninguém em Israel fica muito confortável de brigar com o Hezbollah, não. Pessoal, 7 mil pessoas ao vivo aí com a gente.

Vamos dar o like aí, vamos compartilhar. Estou recebendo os superchats aqui. A gente logo, logo vai começar a ler alguns. Então, assim, participem com a gente aí dessa live maravilhosa, né, Albertinho? É isso aí. Se puder, já se inscreve no canal, confere se você está inscrito. Várias pessoas que já estavam inscritas no nosso canal, não sei por quê, talvez pela...

nossa posição indagadora das situações, foram desinscritos. É, mas isso é normal do YouTube, gente. Ô, mano, assim, o senhor chegou aqui, a gente tava conversando, a audiência não sabe, mas com duas pessoas do Irã. Duas pessoas do Irã estavam aqui com a gente.

e conversando sobre essa questão da guerra. Inclusive ele até passou uma informação importante, que é interessante também, não sei se o Albert se tocou nessa hora, que era a questão do desenvolvimento nuclear dentro do Irã. Ele falou assim, cara, religiosamente a gente não pode ter bomba atômica.

Porque a gente é contra um arma que mata muitas pessoas. Ele acabou de falar isso aqui pra gente aqui na sala, né, Robert? Então, assim, o líder impedia o desenvolvimento de uma bomba atômica lá. E, assim, não é um cara do exército, ninguém. Simplesmente é um cidadão iraniano que vive lá dentro e que traz a percepção deles sobre o que tem lá. Mas ele falou o seguinte, falou assim, Cara,

A gente não usou nada, nada de novo ainda. Tudo que a gente está usando ainda é estoque antigo. Eu não ia falar isso não, mas vou falar a parte que eu achei a principal de todas.

Ele virou e falou assim, o Irã, você pode olhar, a gente usou as armas antigas porque a gente já tem elas há muito tempo. A gente nunca quis usar com ninguém, se a gente quisesse teria usado, tanto é que elas são antigas. Na guerra dos 12 dias, se a gente quisesse continuar, a gente teria continuado, porque a gente já tinha o armamento. A gente sempre teve armamento para nunca usar com ninguém.

E agora a gente está usando. E tem um fator que os estados não não entenderam. O Irã não tinha arma para usar com ninguém. Mas o Irã, depois que ele pega um pescoço, ele não vai largar mais. Vai ser um problema isso daí, cara.

Ele falou, a gente está pronto, a gente agora entrou e a gente não vai largar. Eles guerrearam com os gregos, com os romanos, com os russos, com os turcos, com os árabes. Então, assim, boa sorte. O senhor acha que tem mísseis novos aí? E o que pode esperar desse armamento novo? Rodrigo, eu acho que o problema principal não é nem as armas. É que você não tem defesa contra essas coisas.

Olha, eu trouxe para o pessoal ver, gente, isso aqui é o sistema Patriot americano. Falta o radar, né? Mas isso aqui é o container do Patriot e tal. É, custa aí o quê? Acho que cada míssil aí é um milhão, dois milhões. Você pega um drone desse aqui e custa 50 mil dólares. Então, 20 a 50 mil. A matemática não fecha, pessoal. A gente mostrou para vocês o avião aí. 540 milhões.

Que foi destruído. Porque o que o pessoal não quer falar, não quer admitir, tá na hora de admitir isso. Você que tá me assistindo aqui não tem defesa contra essas coisas, cara. Não tem defesa. Você fala o Iron Dome, o Arrow, o David Sling vão segurar. Vão segurar até certo ponto. Chega uma hora que não segura mais, cara. Pela simples matemática. Que nem briga de rua. Você tá brigando com uma gangue, velho. Tu dá porrada em um, dois, três. Mas é vinte caras. Uma hora tu vai cair, cara.

Uma hora tu vai cair. Então assim, o Irã mandou muito bem. Esse caso do avião aí que a gente mostrou, eles foram pegando no meio do deserto, cara. 800 quilômetros do Irã. Olha a precisão. Uma arma que saiu a 800 quilômetros e acertar bem no meio do avião, gente. Olha só, não sou eu que tô falando, vocês estão vendo a foto. Eu, quando essas fotos chegaram pra mim...

Eu não acreditei no que era. Isso aí seria em condições normais, né? O irmãozinho dele. Quando chegou essas fotos pra mim, eu não acreditei. Mas aí eu comecei a ver que no mundo inteiro, né? Gente da Rússia, gente dos Estados Unidos, gente da Índia. Tava comentando. Foi uma porrada, cara. Uma porrada, assim... Pô, de...

Fogo, cara. O moral americano está baixo pra caramba. E detalhe, né? Que desse tipo de aeronave radar já é a segunda destruída. O Saab Global Y dos Emirados Árabes Unidos foi destruído também uma semana atrás. E é de difícil reposição. O que destruiu isso? Drone ou um míssel ou um foguete? O que foi que destruiu? Esse provavelmente foi um ataque conjunto entre drones e mísseles. Pela imagem de satélite ali que a gente vê.

Porque o que acontece? Você manda aí, vamos supor, dois enxames de drones e uma saraivada de mísseis. Você pode ter o melhor sistema de defesa do mundo. Saturou, acabou. Você sobrecarrega, né? Tem o nome disso quando você faz esse ataque gigantesco, né? Sobrecarrega o... É, como é que chama? É o...

Na verdade é sobrecarregar mesmo, mas é... Saturação. Saturação. Saturação. É ataque de saturação, exatamente isso daí. Não tem o que você vai fazer, cara, numa situação dessas. Não tem o que você fazer. E outra, a tecnologia de drone do Irã, eu estava estudando isso, e é um negócio interessante. Porque, por exemplo...

Você tem três sistemas de guiagem. Então você tem o sistema satelital. O Irã trocou o GPS pelo Glonais russo e o Beidu chinês. O sistema satelital, o drone está lá voando. Você tem como interferir. Você interfere e corta o sinal. Se você saber de onde ele vem, você corta o sinal. O satélite. É. Só que não é só isso. O Irã usa dentro do drone um sistema inercial que dá uma precisão razoável.

E isso eu fiquei sabendo agora, eu achei, esses caras são fora de série. Eles levam um conjunto de fotografias no terreno, de onde esse drone vai voar. E a inteligência artificial vai lendo o terreno e comparando com as fotografias da memória dela. E ela faz os desvios, não tem como jamear isso aí. Você jameia o sinal de satélite.

Então você não vai jamear um sistema desse de leitura de terreno. Então assim, olha, eu estava conversando um dia com o pessoal do Irã, essas coisas que Israel fica falando, matamos o chefe do projeto, matamos isso. Você está matando um cara de 50, 60 anos, só que a garotada que está trabalhando nesses projetos tem 30 anos de idade, é uma molecada que quer fazer, é uma garotada de 30 anos. O Irã forma mais de engenheiro que o Brasil, Robertinho.

O Irã forma mais dinheiro que o Brasil. Essa garotada é gente que faz, pessoal. Aí isso deu tudo, cara. Tem criatividade e conhecimento nessa. Eu acho engraçado. É o seguinte.

Como um país que... Olha, gente, eu tenho respeito pelo oficial israelense. Esses caras têm cabeça, muito mais que o americano. Eles têm cabeça. Eu fiz um vídeo agora falando isso. Que na média, o oficial israelense dá de 10 a 0 no oficial americano. Eu não entendo como essa gente acha que você matando os sêniores do Irã, você vai melhorar as coisas, que vai vir uma garotada mais nova, mais antenada com esse mundo, com sede de mudar as coisas, cara.

Então, eu acho que foi um erro muito grande. Mas, assim, dentro de uma guerra, dentro do conflito, a estratégia é essa. Porque, primeiro, você tem que bater as cabeças ali mesmo. Eu falo assim, não estou defendendo ninguém, mas a estratégia que os Estados Unidos estão fazendo...

É a história... Estados Unidos barra Israel. É a história da guerra. Você vai atacar os comandantes e lógico, o problema é que não está na conta que vai surgir um cara maior depois. Eu vou te contar uma história. Eu só estou desado.

Você ainda acredita que o americano ganhou a guerra do Vietnã? Não, pode. Você quer que eu te conte? Não, não, não. Eu vou te contar uma história engraçada. Na guerra do Vietnã, você tinha a mesma ideia. O americano tem um negócio, eu falo de pig.

é o PIG o pai ó de ideias geniais aqui que é o PIG o que eu sempre brinquei isso daí eu só ficar puta vida quando eu falava essas coisas na marinha quando alguém tinha uma ideia gírica eu falava você veio do PIG né é o pai ó de ideias geniais o PIG e o eles pensaram assim vamos fazer o seguinte e não fazer uma operação para matar os chefes tribais que colaboram com Vietcong aí lançar a um fênix

Pô, cara, não adiantou porra nenhuma. Não adiantou porra nenhuma. Detalhe, tá? Detalhe, o Irã tem duas alas políticas. Tem a ala linha dura e tem o bazar, que é a oposição. Pessoal que é formado ali pelos curdos, azeres, persas, judeus, etc. Que são a classe média ascendente iraniana. E que buscam algum alinhamento com o ocidente, mas dentro de um paradigma mais pragmático, né? Vamos dizer assim.

Essas figuras assassinadas, Robertinho, principalmente o Alilair Jani, são exatamente dessa ala moderada. O general Ahmed Wahid, que é o atual ministro da Defesa, é sancionado pela ONU por alegadamente cometer crimes contra a humanidade e participar daquele atentado na Argentina nos anos 90. Você está empoderando qual ala dentro do Irã? Ala mais... Você está pondo no poder agora.

O Khamenei era contra a Bombatomic e o filho dele agora já falou que não tem nenhum compromisso com isso. Além de ter perdido o pai, a mãe, irmão, filho, a filha, aliás, a esposa.

Boa sorte, né? Boa sorte. Outra conversa que rolou aqui hoje, comando, é que, assim, a gente já tinha recebido umas mulheres iranianas e nesse episódio elas tinham dado a informação que as filhas, as netas do Kamenei...

Elas moravam nos Estados Unidos e tinham uma vida boa lá, podiam andar com a roupa que queria e tal. Então, assim, para os próximos do Khamenei que não tinha um regime tão rigoroso igual tinha para os outros civis comuns. E esse cara do Irã que estava aqui falou assim, mano, esses líderes que foram mortos, foram mortos dentro de casa.

O Kamenei foi morto com os filhos, com as filhas, com os netos. Então, assim, a hora que a população iraniana viu isso, isso uniu muito o povo, sabe? Porque tinha muita mentira sendo dita e o pessoal viu que, tipo, não, estão todos aqui, eles morreram pelo Irã. Ô, Rodrigão, você quer ver um negócio? Que agora a audiência vai pirar?

Aqui não tem eleição, aqui não tem eleição, aqui não tem eleição, aqui não tem eleição, aqui não tem eleição. Aqui tem. É ou não é? Exatamente. Quem é a ditadura? Vou repetir, Arábia Saudita não tem eleição, Emirados Árabes não tem eleição, Qatar não tem eleição, Kuwait não tem eleição, Oman não tem eleição, quem tem eleição é o Irã. Então quem é? Quem é a ditadura? Ah, persegue homossexualidade. Vai ver as leis.

Para homossexuais na Arábia Saudita. No Irã você tem mulher no parlamento, você tem mulher na universidade, você tem mulher engenheira. Na Arábia Saudita agora que elas estão podendo dirigir, cara. Então vamos parar com a hipocrisia, rapaz. Vamos parar com essa hipocrisia. Outro dia eu vi um jornalista, quase que eu... Eu falei, não vou falar nada para ele, porque eu estou aqui para falar de guerra. Mas é uma ditadura do Irã. Mas que ditadura, que democracia que tem na Arábia Saudita. É feudal aquela porra, cara.

É, hipocrisia rola pra caramba, né? Principalmente nessa hora de, ah, perseguem os homossexuais. Aqui no Brasil persegue também, pô. Tu aceita homossexual na sua igreja aí? Você que tá falando aí do Irã que persegue? Você aceita na sua igreja? Eu tenho certeza que não. É, mas é verdade. Aqui persegue também, pô. Olha, você quer ver o negócio? Eu não posso pôr a foto aqui, porque se eu puder colocar teu vídeo vai cair. Mas tem umas fotos na internet dos enforcamentos da Arábia Saudita, cara.

Eu coloquei num vídeo uma vez, passou, não sei como que era, o cara era pequeno ainda, mas é o guindaste, aqueles guindastes enormes, o cara balançando lá, Robertinho. O cara filmou do carro dele, ele dirigindo o carro lá, você sabe como é que é lá. E o cara, o malandro, pendurado lá.

É o famoso, é que agora tem o identitarismo de direita também. Como é que é isso aí? O sujeito não tem substância nenhuma. Toda ideologia se foca em torno de defender Estados Unidos e Israel. Você sabe de uma coisa. Eu acho engraçado o seguinte. Outro dia eu estava num...

Quem estava falando aí, começou a história de associação das mulheres do Irã. Falei, eu acho engraçado. Primeira vez que eu vejo a direita brasileira preocupada com homossexual e com mulher. Vocês nunca ligaram para essa turma aí. Agora vocês estão ligando. Nossa, fantástico, hein? É fantástico. E é o cara que se você botar aqui e pedir para ele apontar o mapa do Irã, é capaz de ele apontar o Chipre aqui. Ali, você sente que o país que está em guerra, igual a Ucrânia, Rússia, estão copiando as estratégias do Irã?

Na verdade é porque a guerra é um cenário muito dinâmico, Rodrigo, e um aprende com o outro, meu amigo. Depois, o comandante pode confirmar o que eu tô falando aqui, depois da Segunda Guerra Mundial, todo mundo começou a copiar as táticas de tanque, por exemplo, da Blitzkrieg alemã. Então a guerra é um cenário... Tá caturado ao mesmo tempo ali. Todo mundo aprende com todo mundo aí. A Rússia empregou os drones Shahid iranianos e hoje desenvolveu o Guéran, que é mais envolvido do que o Shahid iraniano. Qual que é a diferença do Guéran?

O material é diferente, o sistema de guiagem é diferente, o tipo de explosivo é diferente. É outro drone, mas que tem o mesmo design e foi sendo aperfeiçoado ao longo da guerra russa-ucraniana. Já o Irã observou a Rússia com os mísseis ali contra a Ucrânia, principalmente a artilharia, e desenvolveu uma estratégia mais ou menos igual, o resbolar também.

Nós estamos num cenário aqui muito parecido com a Primeira Guerra Mundial, que a guerra basicamente é tão industrializada que a sua profundidade industrial para a produção de mísseis e drones em larga escala conta mais até do que a precisão do armamento.

Essa produção é essencial para quem está na guerra agora. Sim, sim. Nos anos 80, todo o cenário de... Tanto quem lê aqueles manuais de guerra, da Guerra Fria, vai ver isso. Todo o cenário de guerra foi pensado por um cenário de mísseis de precisão, de ataques de precisão, entendeu? Não de saturação, dessa forma. Então, digamos assim, que é uma mudança de paradigma muito grande que todos esses teatros estão trazendo. Porque o Hezbollah contra Israel...

Usou basicamente a mesma tática também, né? Ataques ininterruptos de mísseis e foguetes ali, engasos rutis do Iêmen também. E isso traz uma paridade entre forças díspares, né? Traz a famigerada assimetria aí. Eu até perguntei isso porque recente agora a Ucrânia atacou refinaria na Rússia, né? Até então ela não tinha feito isso. Não, a Ucrânia já estava atacando há algum tempo. Porque agora a Ucrânia está com uma força maior de drones, né?

Sabe o que é engraçado, Rodrigo? É que as melhores soluções, os melhores vetores trazidos pela Ucrânia são desenvolvidos pela própria Ucrânia. A doutrina da OTAN arrebentou com eles. O Flamingo é deles. O Magura, que é um drone naval excelente, que está causando danos, também é desenvolvido. Fora umas 15 famílias de drones diferentes que eles desenvolveram. Sabe o que eu acho, Eli? Eu até fiz um vídeo...

Bastante polêmico que o exército ucraniano é o primeiro exército Z da história. O primeiro exército da geração Z da história. Uma coisa impressionante. Dessa geração, vou tratar assim, mais fraca? Não, porque esses caras são inventivos pra caramba, cara. Eles são inventivos. Você pode falar, ah, geração Z isso, aquilo. Mas os caras são inventivos. A geração Z é vista como uma geração bem mais frágil, né?

Pô, Robertinho, mas esses caras têm um domínio muito grande da tecnologia, né, velho? Você pega, vamos pegar um cara que nem eu, vai, que eu sou o X, né? Assim, que eu nasci em 66. O mapa, pra mim, tem que ser de papel, cara. Mas essa turma não, eles já navegam legal no mapa. Eu navego no mapa eletrônico, mas eu não gosto. Eu gosto de mapa de papel. Então esses caras, eles são inventivos pra caramba, cara. Eles sabem usar tecnologia, né?

É, e o que é pior, não é nem só que eles sabem. Ah, eu fiz o vídeo, foi isso aí, né? A geração de generais boomer não entende a guerra do Z. Porque esses generais americanos, a maior parte é boomer, e agora começa a vir o X, né? Que é a minha turma aí. Mas eles não entendem, cara. Agora que eu acho que estão entendendo no Brasil, essa briga que a gente fez da Vibra é exatamente por causa disso, cara. Que a gente percebeu já há muito tempo.

que é uma guerra de drones e mísseis, de satélite. O país hoje que não tem satélite está ferrado. O Ira está fazendo o que está fazendo. Porque o nego está dando cobertura satélite para ele. Tem cobertura satelital da Rússia e da China. E não é de hoje, tá? Que como eu falei, aqueles protestos no final de 2025...

só foram coibidos pelo Irã por conta do apoio satelital russo e chinês e por conta do corte do sistema Starlink, que era quem estava fornecendo a coordenação dentro do Irã, nesse caso aqui. Mas deixa eu jogar uma pimenta a mais aqui, que a gente saiu um pouco do assunto, e eu queria jogar essa bola aqui na mesa.

O Yoav Galan, ex-ministro da defesa israelense, ficou batendo de frente com Netanyahu a guerra inteira. E basicamente acabou afastado, sacado e substituído pelo Israel Katz. Ele era contra, inclusive, a invasão ao sul do Líbano.

nesse caso por discordâncias com Netanyahu e por saber mais ou menos como seria. O Ronenbar, chefe do Shimbeth em Israel, bateu de frente com Netanyahu pelo mesmo motivo e acabou sacado. Será que existe essa unidade toda dentro das forças armadas israelenses da forma como se é falado na mídia aí? Ou não, hein? Provavelmente não.

É, eu acho que essa guerra, ela vai chegar um ponto que ela vai fraturar a própria sociedade israelense, né Ali? Porque, assim, na minha cabeça, o Netanyahu, e eu acho que é um cara que não pode ser subestimado de jeito nenhum, eu falo, gente, olha, você que está me assistindo, você que é pró-palestino, que é pró-israelense, eu tenho uma posição analítica.

Uma coisa é o que eu penso o Netanyahu como pessoa. Outra é como eu vejo ele como condutor de uma guerra. Eu acho que dessa vez ele abusou da sorte. Ele ficou três anos, acabou conseguindo alguma coisa, mas dessa vez ele abusou da sorte. Eu não estou vendo Israel sair dessa não. Mas ele só arrumou confusão com quem não tinha força, né, comando? Mesmo assim, Rodrigo, ele trocou uma vitória tática por um problema estratégico na Síria.

quem comanda as milícias na Síria, os lobos cinzentos turcos, os famosos Boscurtlar, que tem experiência em uma guerra no Chipre, duas guerras no Nagorno-Karabakh, duas guerras na Chechênia, envolvimento em inúmeras guerras na África. Ele tirou o Bachar Al-Assad, que era um governo fraco.

para trazer essa gente para dentro da Síria e o senhor Recep Tayyip Erdogan, que agora está armando o Hezbollah junto do Irã. Ou seja, ele tirou uma cobra verde do quintal e trouxe uma anaconda. Agora, boa sorte. Olha, mas vem cá. Eu vou aproveitar e vou te fazer um monte de perguntas de dúvidas que eu tenho. Você acha, porque essa...

Essas farpas que eles trocam, Israel e Turquia, você acha que é só retórico ou essa coisa pode agudizar? Com certeza pode agudizar. O Naftali Bennett já falou nesse caso e a Turquia já sabe. Porque além dessa questão aqui, comandante, tem outra também que é pouco falada, que é a disputa no Mediterrâneo Oriental.

A Turquia tem um projeto chamado Mavivatan, Pátria Azul, que é um projeto estratégico de longo prazo do país, que eles querem a supremacia no Egeu, no Mediterrâneo Oriental e no Mar Negro. Pois bem, se formaram dois eixos. Tem um eixo Grécia, Israel e Egito, e tem outro eixo, Turquia, Itália e Líbia.

Inclusive, existem disputas na África inteira entre esses dois países. Então, se não for aí, vai ser por essa disputa naval no Mediterrâneo Oriental, e a questão vai só escalando, mas em clima, por enquanto, de Guerra Fria. Só que na Síria, por exemplo, no Líbano, por exemplo, os dois já estão guerreando por procuração, com os turcos armando o Hezbollah. Ô Ali, pelo que você está falando, me coelho se eu estiver errado.

Pro resbolar, mudou tudo pras coisas continuarem iguais. Exatamente. Exatamente. E como que tá a situação em Gaza nesse momento, Alio? É boa pergunta. Porque o pessoal parou de falar de Gaza, né? Eu não tenho, pelo menos eu não tenho visto. Eu também não. Mas é aí, fala aí.

Basicamente existem rompimentos esporádicos do cesta-fogo, só que o exército israelense está desgastado. Eles estão esperando a entrada das tropas de paz prometidas pelo Trump, porque não tem como Israel atuar em tantas frentes assim. Não, não dá. No Líbano, no Irã e em Gaza, entendeu? O exército israelense não está dando conta nem de invadir o sul do Líbano direito.

Tanto atrito que o Hezbollah está impondo, todo dia tem vídeo de tanque Mercavá atingido no Telegram. Você falou que tem rompimento do Cesar Paz lá em Gaza, mas por parte dos dois, é quem está rompendo esse Cesar Fogo? A lógica é simples, o Robertinho. O Hamas vai, faz uma emboscada, a Israel vai, pesa a mão na população civil.

gera mais apoiadores do Hamas. E assim segue a vida. Eu digo, inclusive, vou falar algo extremamente maquiavélico aqui, pessoal. E é uma posição analítica, tá? Não estou falando que eu concordo com isso. Mas a situação está muito cômoda para o Hamas.

Essa violência contra civis que o exército israelense faz só aumenta o apoio político do Hamas. É porque essa população não tem mais nada a perder. E contra a insurgência o comandante sabe melhor que eu. Depende de apoio civil. Ninguém consegue ocupar um território e controlar ele sem apoio da população civil.

Ganhar corações e mentes, já diziam os bons manuais de contra-insurgência desde os anos 80 até atualmente. Mas se a população civil apoiar o Hamas tem força para cuidar de Gaza, tem força para lutar com Israel?

Tem, porque Israel não destruiu o santuário do grupo, que são os túneis. A própria mídia israelense, recomendo, pessoal, leiam o canal 14, o canal 13 e o canal 12 de Israel. Como o comandante falou em hebraico, peguem e traduzam automaticamente, vocês vão ver. Não vai no inglês, não que é para inglês ver. É, eles próprios são muito honestos em dizer que menos de um terço dos túneis do Hamas foram destruídos. Mas isso é importante também, porque tem que continuar atacando.

Porque muito, ó, tem que atacar porque tem túnel, tem que atacar porque tem túnel. Eles chamam de apalagrama isso aí. Vamos destruir aquele hospital porque tem túnel, vamos destruir aquele prédio porque tem túnel. E o túnel nunca acaba e todo dia tá atacando. Sim, só que quem tá morrendo é quem? O combatente do Ramaz ou a população civil? A população civil. E o que que a população civil morrer traz pro Ramaz? Mais divisas políticas e estratégias.

Tá vendo que é um ciclo que se retroalimenta? Que a falta de pensamento estratégico de longo prazo e de solução de longo prazo de Israel só fortalece o grupo insurgente? É, tem 80 anos essa brincadeira, cara. Tem 80 anos já. Tem 80 anos. A coisa só foi mudando de nome. O LP foi mudando de nome. Foi se transmutando, mas...

O armamento do Hamas vem do Irã? Na verdade, vem em grande parte do Egito e da rede de túneis. Quem controla a região do Sinai, no Egito, não sei se está no nosso mapa aí. Está ali, bem na divisa com Israel. É a Irmandade Muçulmana.

Exatamente, a península do Sinai. Quem controla essa região é a Irmandade Muçulmana. E a Irmandade Muçulmana é aliada do Hamas, e a Irmandade Muçulmana que faz o translado de armamento para dentro de Gaza, via tanto rede de túneis, tem até drone logístico já. Você acompanha esse portal israelense que eu falei, volta e meia eles trazem alguma filmagem de armamento sendo carregado e apreendido. Então, assim...

Os planos de reconstruir Gaza provavelmente vão ser engavetados, né? Porque vai tirar dinheiro de onde para reconstruir lá? O dinheiro viria da Arábia Saudita e dos Emirados, né? E está precisando para outra coisa agora. É, pois é. Digamos que eles estão com emergência. Apesar que a gente estava conversando, não sei se estava gravando o dia que a gente conversou, a Índia tem interesse para formar uma rota ali, né? A gente chama IMEC. É uma rota... É Índia Middle East Corridor, né? É uma rota concorrente à nova rota da seda.

E a Índia é estrategicamente muito próxima de Israel por esse motivo. Você acha que a Índia pode acabar financiando a reconstrução de Gaza? Não, a Índia tem problema demais em casa. Se o Modi for fazer isso, o Paquistão vai nadar de braçada ali. Lembra que...

que a Índia já enfrentou problemas no Ladakh recentemente, no Jamu e a Cachimira, e tudo fomentado pela que, na minha humilde opinião e análise, vocês podem discordar, não tem problema, é a melhor agência de inteligência do mundo, que é o ISI Paquistanês. O ISI Paquistanês. O bode verde. É. Sério? O bode. Ah, para. Melhor que o Mossad. O Mossad. Rodona até nessa. E aí? Não é possível. Rodrigo, Rodrigo.

Eles conseguiram vencer a União Soviética, conseguiram vencer os Estados Unidos, e conseguem sentar na mesa e negociar com todo mundo e causar problema para todo mundo também, quando eles querem.

Porque as pessoas acham que esse serviço de inteligência, eles estão, assim, trabalham para um país. São interesses muito difusos, né, cara? Você vê, ele citou o caso aí do movimento dos lobos cinzentos. O ISI sempre tem vida própria, né? O ISI sempre tem vida própria. É bode verde?

O símbolo dele é um bode, parece um diabo, cara. Você consegue ver aí o símbolo do ISI, Pedrinho? Colocar para a gente? Um bode verde? Eu vou achar, eu vou achar o símbolo. É uma cabra que é o símbolo nacional do Paquistão. Que para nós aqui... E a cor é verde, a cor da bandeira é verde. Você concorda com o Ali nesse caso aí, comando? Eu acho, acho que é por aí. Porque o problema é o seguinte, Rodrigão. Qual é o problema? E aí é bom quando vem o Ali aqui por causa disso, né? Porque a gente vai mostrando uma outra paceta.

O povo tá acostumado a ver CIA, M6, que agora... Olha aí o símbolo deles aí. Caramba, velho. Isso é o bode. Não, é cabra não, velho. Obrigado, Pedrinho. Pedrinho é foda, cara. Esse menino é bom pra caralho. Olha aí, ó.

Parece o diabo. Parece, mano. Esses caras são fodas. Então, mas a turma tá acostumada a ver CIA, MI6, Mossad. Os caras operam pra caramba. Quem conhece é só quem é da área mesmo, que estuda o Oriente. E os caras são fodas, bicho. Mas será que eles jogam sujo igual o Mossad? Rodrigo, pensa o seguinte. A inteligência não tem bonzinha. Ah, mas não é possível, Robertinho. Mano, a cabra dessa tá comendo uma cobra, velho. Não, tá bom, Robertinho. O Mossad joga sujo pra caralho, bicho.

O Rodrigo, o Mossad está junto da Índia. Por que a Índia não comeu um pedaço do Paquistão ainda? O Netanyahu, inclusive, foi contra o tempo inteiro, e o Mossad, e os figurões dentro de Israel, os oficiais israelenses, do programa nuclear paquistanês. Por que o Paquistão tem bomba atômica ainda?

Quem venceu essa disputa? Não brinca com o Paquistão não, viu, cara? Esses caras têm uma força aérea fantástica, têm bomba atômica, serviço de inteligência muito bom, eles estão agora com uma aproximação militar muito boa da China também, esses caras são...

A China transferiu... Eles têm um caça excelente que serviria para o Brasil, pessoal. O JF-17, paquistanês, é um caça de quarta geração desenvolvido com tecnologia passada pela China que custa entre 16 e 20 milhões de dólares. Não é nada isso aí no mercado aeronáutico. Então, o Gripen aqui é mais de 20 milhões, não é? Não, 60 Gripen, né? 60, 80, sei lá. Vocês ficaram felizes com esse jato aí que o Lula lançou? Essa semana?

da linha do que ele fala. Você tem que produzir aqui, cara. Não adianta. Esse é 100% produção nacional mesmo? Rodrigo, se o código fonte não é nacional... Nada é. Essa aeronave não é nacional? Não, não é. Não tem nada a ver, cara. Motor americano ou sueco, sei lá. A gente só montou, então, como ano? Por enquanto é isso. O sistema de assento ejetável é britânico. A hora que o britânico chegar e falar não vou mais vender as peças e reposição, você não...

é muito boa se eu falar para nossa sorte nós somos tão sortudo Deus é brasileiro mesmo eu tenho certeza que Deus é brasileiro isso eu tenho certeza que ninguém me tira a cabeça

que a guerra está mudando, está transmutando por uma faceta que a aviação está perdendo a primazia dela. Não quer dizer que ela vai sair de cena, mas a primazia, porque o Irã fez isso em aviação, cara. Olha aí, o Irã fez isso em aviação. Esses mesmos tontos que falam, ah, o americano destruiu a marinha do Irã. Porra, a marinha, a Ucrânia também não tem marinha, ele falou do Magura e faz um estrago tremendo. A frota russa precisou tudo ir para o leste do Mar Negro.

Então, eu acho que essa é a estupidez dessa chupadora aí de Israel, né? Ah é, destruíram toda a marinha do Irã. Mas também foi destruída toda a marinha da Ucrânia e eles continuam operando. Olha gente, eu falo sempre uma coisa. Muita gente... Agora eu vou levar a pedrada dos dois lados, mas vocês têm que meter uma coisa na cabeça de vocês. Tudo que vale para a Ucrânia, vale para o Irã. Tudo!

Tudo. Se o Irã tem chance de vencer os Estados Unidos economicamente, tem. Agora a Ucrânia começa a apresentar chance de encurralar a Rússia no fator econômico. Então, cuidado, gente, porque tudo que vale para um, vale para outro. A estratégia é bastante parecida.

O Irã não tem aviação quase, não tem marinha e está fazendo a lenha. A Ucrânia é a mesma coisa, porque na verdade hoje em dia é a guerra desse bichinho aqui, cara. A guerra é desse bichinho, isso aqui faz muito mais estrago que um avião e é muito mais barato. Você para para pensar que com o preço de um Gripen você compra 1.200 desse aqui, cara.

Então, mas eles já estão... É isso, como é a primeira vez que eu vejo você falar isso, que a Ucrânia pode minar a Rússia desse jeito? Na economia pode, cara. Na economia pode. Eles estão fazendo uns estragos fantásticos. Custo é mais caro pra um, né? O valor, o custo de um é mais caro que o outro. Não é que a Ucrânia está levando vantagem militar, mas financeira está tendo mais impacto.

O que a Ucrânia pode fazer é colocar a Rússia na parede economicamente por destruir instalações energéticas. Só que você tem que olhar uma coisa. No preço atual do petróleo, a Rússia está rachando de ganhar dinheiro. Se fala em 700 milhões por dia.

Por dia. 150 dólares o barril, o Putin está falando. 150 dólares. O Trump é um cara tão estúpido. Ele é estúpido. Defina o Trump com duas palavras. É um vigarista com Alzheimer. É a mesma visão dele. Ele é tão estúpido que ele jogou o preço do petróleo na estratosfera.

Então o que está acontecendo? O Irã e a Rússia estão ganhando dinheiro pra caralho. Antes da guerra, a Rússia vendia o petróleo dela a preços contados, 50, 55 dólares. Agora ela está vendendo a 100, 120. Você acha que eles não estão felizes? Claro que eles estão felizes. Só um detalhe, que o xadrez 5D do Trump é tão bom que ele tirou sanções do próprio Irã. O próprio Irã está fazendo o que ele tirou. Mas esse já não é pedir arrego?

O Robertinho, o problema não é esse aí. O Trump, ele se meteu... Eu falo sempre que o Trump é o seguinte, aquele gato que subiu no telhado, subiu no poste, você precisa chamar o bombeiro. Porque qual é o problema dele? Ele fala, os Estados Unidos é alto o suficiente em petróleo. De fato, é. Eles têm todo o petróleo que eles precisam. O problema é que o petróleo americano é privado, cara.

É privado. Aí o cara, o explorador de petróleo, perfurador, eu falo, não, eu não vou. Ah, mas o nosso petróleo é nacional. Mas eu não vou vender a preços subsidiários, eu vou vender a preço de mercado. Se está 100 dólares lá fora, eu vou querer 100 dólares aqui dentro. Eu quero ganhar também. Então você vê como é que é a estupidez dele, cara. Então, mas aí eu volto. O petróleo da Venezuela...

Hoje, o Estado de Zé que está sugando aquilo ali. Você acha que tirou Maduro e foi à toa? Ô, Roberto. Foi para o petróleo, não foi? Não, o petróleo da Venezuela vai muito tempo ainda para ser prospectado, digamos assim, na escala necessária para mudar alguma coisa nessa tabuleira. A infraestrutura está defasada, o corpo técnico está defasado.

é uma bosta. Mas não é só isso, Robertinho. Você pode até ter... Não vai. O problema não é esse. Não é o suficiente para abastecer lá. Não, abastece o americano é alto o suficiente. Eles têm petróleo para eles. O problema não é esse. É só fazer o controle de preço. É o preço, cara. Como é que você vai fazer o preço? Cair se 20% da produção está comprometido. Inclusive por isso você tira as sanções do Irã. Porque o mundo...

começa a reclamar e pressionar o Trump. O dólar está subindo, o petróleo está subindo, está subindo. Tira a sanção do Irã, então, para não subir tanto. Deixa eu contar uma piada aqui para vocês. Eu estava no consulado da China essa semana e encontrei um amigo meu lá, que é chinês. Obrigado pela indicação lá. Não, vocês já marcaram lá? Já, já estou falando. A gente está sempre indicando vocês aí.

O Alex sabe disso Rodrigão, vou falar uma coisa pra você Os amigos que eu posso fazer, eu faço O que eu posso fazer pelos amigos Eu faço mesmo, você sabe disso A gente ajuda todo mundo Pessoal, o comandante é o Cara que eu conheço que tem o maior coração Desse mundo, vocês não sabem O tamanho que ele é, fora das câmeras Tá pessoal

A gente briga, dá muito esporro no pessoal no ar, mas é o personagem. Olha, eu vou te falar um negócio, só te cortando. A gente conversou com o Juca Kifuri, e ele era muito amigo do Fernando Henrique Cardoso. E por essa amizade assim, ele acabou sendo responsável por colocar o Pelé no Ministério do Esporte.

Eu acredito que um dia eu vou ser amigo de um presidente aqui no Brasil. E se eu for, vou colocar o senhor como ministro da defesa. O Ali vai... Vou colocar o senhor como ministro. Eu sou o ministro do passeio. Eu prometo aqui. Eu sou o ministro do passeio do Boris. Presidente Rubem Gonzalez.

Não, mas deixa eu contar a piada para vocês. Vou abordá-la agora. Então, eu estava no consulado da China, aí tinha um amigo meu chinês lá. Ele falou, Robson, como é que vai ser a próxima viagem? Não, a gente quer ir para o Vietnã em outubro agora. Ele falou, você vai pegar o racionamento lá, vai dar tudo escuro. Por quê? Qual é o problema? Porque o Vietnã compra petróleo daqui. Então, eles estão em uma situação... E o chinês e vietnamitas se tretam. Então, é assim, é difícil, cara. O Trump criou um problema para o mundo inteiro.

Você falando para o mundo inteiro, barra China. A China não está com um grande problema. Por enquanto, não. Não, a China não. E o que é o cenário? Agora vamos falar de novo dos conflitos e da guerra.

A Rússia está em conflito, os Estados Unidos está, Israel, o Irã, todas, teoricamente, as grandes potências, Estados Unidos, Rússia, Irã, eles estão todos em conflitos, e a China não. Militarmente, o que é isso? A China, num futuro, acelera o processo dela de ser maior, a mais bem armada, a mais rica, porque ela está aguardando tudo que ela tem.

Robertinho, o chinês não gosta de guerra. Ele acha que é mal para os negócios. E você tem que lembrar, você teve na China, que você não viu o exército. Você só viu o exército uma vez, que foi na Praça da Paz Celestial, só. E é cerimonial ali. Eles escondem, cara. O maior exército do mundo, você anda nas ruas, você não vê ele. É uma coisa impressionante, cara. Aí eu conversei com o chinês e disse, não, eles ficam tudo em bases fora da cidade.

E assim, é uma coisa... Eles são muito discretos, mas é o maior poderio militar do mundo, cara. É o maior poderio militar do mundo hoje. O chinês está se preparando, porque ele sabe que pode vir um problema amanhã. Agora, você para para pensar uma coisa. Olha o estrago.

Isso foi com o iraniano que não tem tanta força. Imagina quem enfrentar o chinês. Só pegando o gancho aqui do que o comandante falou, isso aí veio com coordenação de satélite e inteligência chinesa. Outro exemplo aqui. Tank Rider paquistanês é desenvolvido com tecnologia chinesa. JF-17 paquistanês é desenvolvido com tecnologia chinesa. Maior rival regional da China, a Índia.

A China guerreou diretamente com a Índia? Não, mas era o Paquistão. Exatamente. Então essa é a mentalidade chinesa. Usar os bárbaros distantes para combater os bárbaros que estão próximos. O que faz uma força especial igual essa do Paquistão ser uma boa força? Não, um serviço de inteligência. Um serviço de inteligência. Como vocês analisam isso? O que torna um serviço de inteligência um dos melhores do mundo? Uma coisa que não falta para essa turma é experiência.

Não, é experiência, networking, capacidade de aprendizado e de inovação, capacidade de estabelecer e levar adiante burocraticamente o interesse nacional. Vou explicar para você. Durante a guerra entre a União Soviética e o Afeganistão, o Paquistão capitalizou em si todo o apoio que os Estados Unidos davam para o Talibã.

A China armava o Talibã via Paquistão. As armas de fabricação e patente soviética do Talibã vinham produzidas da China e entregues pelo Paquistão. O que o Paquistão fez? Criou um networking muito grande e virou aliado, se aproximou da China e dos Estados Unidos e seguiu. Durante a Guerra ao Terror, o Paquistão usou esse mesmo networking para proteger o Talibã.

Entendeu por quê? Porque o Paquistão sabia que se o Talibã, digamos assim, caísse e se instaurasse um caos total e os Estados Unidos criassem um proxy ali, Israel levaria adiante, via Afeganistão, a separação do Baluquistão paquistanês.

Entendeu? Tendo em vista que Israel arma historicamente os balucos, basta vocês pesquisarem aí. É aqui, região aqui. Exatamente. Basta vocês pesquisarem aí na Foreign Policy, Jundunla Mossad. Vocês vão achar artigos de oficiais da CIA falando que Israel armou o Jundunla ali, digamos assim, pelas costas da CIA durante a guerra, o terror e sem autorização da CIA. Então é o somatório de todos esses fatores. É o networking.

É estabelecer os objetivos estratégicos, é levá-los adiante, é construir uma boa rede de aliados. Todos esses fatores são somados e, claro, a boa e velha capacidade de cruzar linhas vermelhas sem causar guerra. O Ali, mas você quer ver uma coisa? Você tocou um assunto interessante agora que é o Afeganistão. Você vê que o americano é estúpido, porque se eles tivessem um Afeganistão na mão hoje, olha que base que eles tinham para atacar o Irã.

Porque o Irã está safando muito nessas regiões mais orientais aqui, que é difícil atingir, mesmo com o JSSM, tomar rockets, é difícil atingir aqui. Se eles tivessem base no Afeganistão, poderiam pressionar o Irã dos dois lados. Será que o Irã migrou a produção industrial dele para cá?

Não tenho dúvidas. E além disso, o Irã tem um santuário aí que ainda não foi atingido e nem vai ser. O Irã tem fábrica de drones no Tajiquistão. Além de receber munição, drones e mísseis e foguetes da Coreia do Norte. Entendeu? Por que aqui não vai ser atingido? Os Estados Unidos não vão atacar o Tajiquistão. Não conseguem. Se eles atacarem, eles estão declarando guerra ao Tajiquistão. É um outro país. Caramba.

O jogo é complicado, cara. O pessoal está achando que é tudo preto e branco. E não tem supremacia aérea, pessoal. Como o comandante falou muito bem, o oeste do Irã e o sul aqui estão sendo pesadamente atacados. Mas o leste e o norte, meus amigos, esqueçam. E tem outra coisa.

Tem alvos aí, principalmente as bases em montanhas, que os Estados Unidos estão atacando 3, 4 vezes, 5, 6, desde o início da guerra. O que isso significa? Significa que a infraestrutura não está sendo atingida e destruída.

Mas eu vou te falar, o Ali dá um tapa na cara da galera e mostra, não tem bonzinho nessa história. Essa daqui é mais uma das lives históricas dos Taker, irmão. Porque tem 14 mil pessoas ao vivo. Só isso? Não, não. 14 mil pessoas. Dá o like, a gente precisa bater o recorde. O recorde são 16 mil. É, temos que ir para 17 agora. Então dá o like. Não, tem que fazer 20, comandante. Hoje é vocês dois juntos. Eu estava pensando em 70 mil. Boa, Albertinho. Mas se você falou 20, pode ser.

E o Nelson Fernando Altman mandou aqui. O Altman? O quanto da capacidade total de vigilância esses aviões que foram enviados agora podem recuperar do que foi perdido com a destruição daqueles radares em terras e esse avião também? É difícil saber, gente. Porque, você quer ver uma coisa? Esse avião, ele está chegando no fim da utilidade prática dele porque é radar pesa.

Os radares modernos aí é a ESA, MESA, etc. Então, um radar assim, não é que não seja um radar eficiente. É um radar eficiente.

Mas você tem radares hoje que são mais, vamos dizer o seguinte, muito mais modernizados, tem uma resistência maior a jameamento, são mais rápidos, apesar de mais caros, de uma manutenção mais esmerada, mas te dão um rendimento muito maior. Esse daí já não dá tanto. Mas era necessário, porque o problema todo, gente, é o seguinte.

A frase que eu vou citar tem 200 anos, mas é uma verdade. É o outro lado da colina, que é a frase do general Wellington, Arthur Wesley, o Wellington que derrotou Napoleão em Waterloo, que ele dizia que a gente tem que sempre saber o que o inimigo está fazendo do outro lado da colina. Então você precisa dessas coisas aí. Aquela antena rotatória que vocês estão vendo ali, ela varre centenas de quilômetros. Então aquela coisa fica voando.

E vá rendo para saber o que está vindo ali. Porque eles perderam muito da consciência situacional quando o Irã destruiu essa... Cara, eu acho que esses caras...

Eles nunca esperavam isso. Foi um golpe assim, gente. O que o japonês não fez em Pearl Harbor, no 7 de dezembro de 1941, o Ina fez, cara. E detalhe, pessoal, que substituir radar não é assim do dia para a noite trocar roda com a bicicleta andando. Tem que ter integração do oficial, do sistema, do avião ali. Os testes, calibragem, essa coisa toda.

E quais são esses aviões novos que estão sendo enviados? São o Hawkeye, né, comandante? É, a Marinha tá mandando o E2 ser Hawkeye. Eu fiz um vídeo sobre isso hoje. Porque o Hawkeye, ele apesar de ser mais lento, ele é turbo-hélice, não é um jato. É um turbo-hélice bimotor, né?

Mas o radar dele já é a ESA, já é um radar mais avançado. E o Hawkeye, ele consegue fazer integração com os navios de superfície americano que estão no Mediterrâneo e no Mar da Arábia para lançamento dos mísseis SM-6 e SM-3, os mísseis antiaéreos. Então, assim, dá uma consciência situacional maior. Mas o problema é o que a gente não consegue entender, que a gente, assim...

fica com a pulga atrás da orelha, é que o Irã foi destruir esse avião a 800 km de distância. Nada impede que ele vá destruir outros aviões. O Irã já está vendo isso daí. Olha, o negócio é pegar os aviões nas bases, cara.

O KC-135 até agora foram 10 danificados. 10 danificados. Se for danificação daquele padrão ali, esquece. E realmente aqueles porta-aviões também foram danificados? Eu acredito que o Lincoln teve um marinheiro ferido que foi retirado. Como o comandante bem falou, tem um vídeo lá no Arte da Guerra sobre isso. Assistam, pessoal.

Não é qualquer ferimento que tira a marinheira. Você tem centro cirúrgico no navio. Ou é uma queimadura muito grave ou é politraumatismo. Para o cara ser tirado do navio é porque a condição dele era muito crítica. Mas essas imagens de porta-aviões atingidos não são reais.

Eu acho. O que você acha? Acho que não, porque a maioria está na cara que é IA, né? Isso aí é bailação minha, tá? Pelo amor de Deus, gente. Quem está assistindo aqui não comprem como verdade. É o que eu acho. É achismo. Eu acho que o chinês, a cor é o seguinte, eu te dou a posição dos caras, te dou tudo. Você não vai mostrar o efeito, porque pega mal pra mim. Aí vai provar. Te dou a posição. Você vai lá, tá tudo ali.

Porque ele não está aparecendo, cara. Essa foto aí que... É do americano, não foi chinês que fotografou. Então eu estou achando que está muito estranho, Ali. Você concorda? Está estranho. Com absoluta certeza. A gente tem que entender também que o pensamento chinês é diferente, pessoal. Se fosse os Estados Unidos, eles fariam o que? Mostrar, estampar, atacar o Irã duas vezes na mesa de negociação. Agora o chinês está mais preocupado com outras coisas.

Você falou que foram 10 destruídos, KC-35. 135. É esse avião aí, com a diferença que não tem aquela antena, é um posto de gasolina voador. Eu queria saber o que era esse. É um aeronave grande também. É esse avião, só que sem essa antena, e ele tem capacidade de reabastecimento. De reabastecimento. O que significa menos aviões de reabastecimento?

que vão ter menos missões, né? Exatamente. E não dá, porque, por exemplo, quando você tem um porta-aviões ali, você tem todo um outro aparato bélico para proteger o porta-aviões. Tem um strike group. É, num avião desse não tem nada que proteja. Tem a escolta. Tem a escolta também. Então, eles pegaram esses e passaram por uma escolta, que torna a missão muito mais difícil ainda. É que a escolta está sendo feita por F-22. O F-22 é um caça da época da Guerra Fria, dos anos 70. É o caça mais furtivo do mundo.

Mas que, nesse caso aí, a aviônica dele é toda otimizada para combate contra outro caça, né, nesse caso. Isso aqui eu acho também, Ali. O Irã, ele tá usando o míssil atraído por calor, cara. Aí não tem defesa aqui, né? O míssil atraído por calor, meu amigo.

é o teleguiado pode soltar o não é o seguinte como é que funciona esse misto até do calor a turbina emite calor sim então o misto ele é guiado em direção à turbina que que você faz quando você sabe que tá vindo misto desse aí você solta um flare que é são as bombas de mágico magnésio não sei posso não sei lá que que é aquilo queima então o misto vai para cima dele o problema que não é o par das casas você não sabe que esse misto tá vindo porque quando é um misto guiado no radar ele se denuncia ele tá emitindo

Ele solta um pulso para pegar o radar. Exatamente. Você sabe no avião que está vindo, você emite um pulso e você tenta desviar ele. Mas o místico... O que eu fiquei sabendo, eu não sei se é verdade. Eu vi dois analistas, um analista americano e um analista iraniano, que falaram isso. Que o Irã... Olha onde esses caras estão.

que além do míssil ser guiado pelo calor, eles têm um sistema de inteligência artificial que lê a forma da aeronave. Então mesmo que você soltar um flare, a inteligência artificial vai falar, aquilo não é um avião. Despreze. Não é o mesmo que eles usam, que os Estados Unidos usam pra bombardear o avião que tá no chão lá do Irã, não.

O que a gente tem que olhar é o seguinte, o que vocês tem que olhar, você que está me assistindo, vocês tem que olhar o seguinte, o que eu falei, o que vale para a Ucrânia vale para o Irã. Tem uma garotada no Irã, nova, engenheiros, na faixa de 30 anos de idade, esses meninos estão... Ah, o americano tem... A Andoril tem armas guiadas por inteligência artificial. Você acha que o Irã não vai fazer isso aí também? Claro que vai.

E detalhe que isso aqui é uma ilação minha, uma análise também que pode escovar a real. A China também pode muito bem usar o Irã, como usou o Paquistão para testar esse tipo de tecnologia. Exatamente. Ali também tem uma coisa, você tem que olhar que a mãe Rússia não está nada triste de ver essa destruição toda aí. Eles não estão nada tristes. Eles me encheram o saco 4 anos, agora eu vou deitar e rolar.

Você acha que tem muito míssel que a gente não tem conhecimento de como ele funciona? Realmente o Irã tem armas novas que eles não usaram? Que a hora que usar a gente pode analisar e falar Pô, olha o que os caras fizeram aqui, que surpresa! Algo vai surpreender ainda? Sim, primeiro porque é um cenário adaptativo. Guerra é muito dinâmica, entendeu? E os mísseis podem ser desenvolvidos não em uma família nova, mas de um modelo novo.

adaptando um pouquinho ali, por exemplo, por que a munição cluster do Roram Char foi uma jogada tão genial? Porque pra cada míssil de ataque você precisa de dois pra interceptação. Como é que você intercepta 160 de uma vez, entendeu? Quando solta 80 granadas, por exemplo.

Simplesmente não tem como. É um míssil que ele sozinho satura a defesa do inimigo inteiro. Então o cenário é dinâmico, é adaptativo. Se essa guerra transcorrer aqui por mais de seis meses ou anos, o que é o cenário plausível, pessoal? Já estão falando em 2027 dessa coisa. Se o Trump não voltar atrás, que lembrando, o Irã é um país de 1 milhão e 600 mil quilômetros quadrados.

Ele é quatro vezes maior do que o Iraque, três vezes maior do que a Ucrânia. E os Estados Unidos estão, nesse tempo todo de guerra, o Trump prometeu que ia ser três dias, conseguindo acertar só o oeste do país. Então podem esperar aí num cenário dinâmico, em que você destrói a infraestrutura numa região, o Irã redireciona para outra e ataca do mesmo jeito. Mas as exigências do Irã são inegociáveis para Israel. Não, não.

Antes de eu falar, deixa eu dar um alô. Estamos com 15 mil pessoas. Gente, a gente tem que ir para 20 mil. Então você que está assistindo, dá o like, comenta, compartilha, dá o superchat. Gente, eu não fui eu que inventou o superchat, nem o Robertinho, nem o Rodrigão, nem o Alisson. Isso é o jogo do YouTube. Então dá o superchat e mesmo quando você dá um superchat pequeno, você está...

ajudando, cara. Eu acho que os irmãos fazem um trabalho fantástico, os meninos são maravilhosos. Vamos ajudar, a gente tá mudando o Brasil, é uma verdade, a gente tá mudando o Brasil devagarzinho, agora, vocês têm que fazer a parte de vocês, né? Então, comenta, compartilha, dá o like, checa a sua inscrição, bota nos grupos aí, vai lá no grupo do condomínio, no grupo da família, no grupo de motoqueiro, dane-se, bota em tudo quanto é canto aí, e vamos crescer essa live, a gente tem que bater o recorde, tem que ter 20 mil pessoas aqui.

Rodrigão, eu acho assim, eu acho que uma hora o pragmatismo fala mais alto. Vai chegar uma hora que o nego vai olhar, porque já tem gente em Israel falando que o exército está abrindo o bico. O Eyal Zemir, o chefe das forças armadas. Exatamente. O exército, tipo assim, o cara do pelotão mesmo, o soldado?

Não, esse é o chefe das forças armadas. Mas o exército está abrindo o bico, é o soldado ou a parte da inteligência? Não, cara, o problema do trópico é o seguinte, cara. Você começa a ter muita baixa. Aí o cara que é para ficar 10 dias na área de operação, ele fica 20. Uma hora esse cara pira, bicho. Israel é pequenininho. Outra Israel é pequenininho. O esforço é muito grande. Vocês têm que olhar, gente. Você que está assistindo, pelo amor de Deus, nunca esqueça essa palavra. Profundidade estratégica.

Israel não tem profundidade que eu tô falando aqui não é a posição de torcedor por Alpo B não é uma análise militar tá Israel não tem profundidade estratégia o Irã tem é muito grande você não vai vencer isso aqui só por bombardeio tem que ser muito imbecil para acreditar que com bombardeio você vai dobrar um negócio desse aqui cara pelo amor de Deus agora o problema Israel é esse não tem profundidade estratégia quem tá lá os raízes que tá ali na trincheira

Ele não vai poder sair dali, porque se ele sair, os caras entram. A força Hadvan lá do Hezbollah entra. O Irã não, cara. O país é grande. Ele tem condição de chegar. Vamos ceder um pouco de território, o inimigo avança e depois a gente faz um contra-ataque. Nós temos tempo para isso, nós temos gente para isso, nós temos montanha para isso.

Israel não tem isso. Então, assim, são situações estratégicas, vocês têm que olhar, que são bastante diferentes. Não vão nessa onda da imprensa que ela fala, porque não sei quantos alvos do Irã já foram destruídos. Você tem garantia que esses equipamentos não foram repostos? Você tem essa garantia? Não tem. Outra coisa, pessoal, que eu tenho que falar para vocês.

O Irã é 66% maior que a Ucrânia. Você multiplica o território da Ucrânia por 1,6, você tem o tamanho do Irã. A Rússia está lutando com a Ucrânia há quatro anos e não conseguiu destruir todas as fábricas da Ucrânia. O que te faz pensar que um país que é 60% maior que a Ucrânia e cuja população é quase três vezes a da Ucrânia, você vai resolver em 30 dias? Tem que ser muito estúpido para acreditar nisso. E uma coisa também incomoda.

Uma coisa é você lutar com o Polestino ali, jogar fósforo branco nos caras, e não vai sofrer ataque nenhum. Outra coisa é lutar com o iraniano ali, que você sabe que pode... O Sadat tinha o quinto maior exército do mundo, cara. Você sabe da história. Tinha, tinha. O quinto maior exército do mundo e fez uma investida terrestre ali na região do Arabistão. Depois de determinado momento, meu amigo, a própria topografia começou a cobrar o preço. Ele foi forçado a retrair, mas...

O Irã, além da sua própria profundidade estratégica, tem uma logística que não está sendo atacada, via fronteira tanto com o Afeganistão quanto com o Paquistão, que historicamente é por onde entrou a ajuda chinesa durante a guerra Irã-Iraque e por onde entram os mísseis que o país compra da Coreia do Norte e a munição.

E como está funcionando no Strait de Hormuz? Está passando petroleira ali? Passa quem eles querem, né? Mas passa quem eles querem mesmo? Passa quem eles querem. É da Tailândia que está passando. Eles permitiram vários do Paquistão de passarem também. O que dá para se entender é que eles já estão costurando alianças econômicas. Eu conversei hoje com a galera aqui. Eles me falaram que o deles...

Passa de boa. Nossa. Mas os caras minaram o Stray de Hormuz inteiro? Está tudo minado isso mesmo? Não acredito. Eu também acho que não. Porque ia ser um problema, né, Alisson? Se você minar para depois para desminar. Se minar, aí são anos para desminar, entendeu? O que eles fazem é abater, vamos pensar assim, da orla deles ali, eles abatem tudo que eles querem. E além disso, além disso.

Ah, e o Trump destruiu a marinha iraniana. Pessoal, o que conta na marinha iraniana não são corvetas, fragatas, o que conta é a frota de mosquitos, que são as embarcações leves, entendeu, que disparam mísseis e evadem. Não é o navio grande iraniano, é a embarcação com alta tonelagem.

Teve um petroleiro que foi destruído lá essa semana agora, não teve? É, de vez em quando tem alguém aí que decide acreditar no Trump e descobre que ele está mentindo. Ah, foi isso, né? Despediram a autorização, o Trump falou que podia passar, que não ia dar nada. Vai lá, fé. O Trump falou que eu posso, eu vou. Vem cá, deixa eu te fazer uma pergunta, cara. Eu estou para te perguntar isso aqui, vai sempre.

vai ficar a situação do Azerbaijão? Como é que você vê isso aí? Essa situação aí realmente é bastante difícil. O Azerbaijão não entrou, não acredito que vai entrar. Tem grandes chances de alguém estar mandando, via essa ajuda humanitária do Azerbaijão que está entrando armamento. Estou falando aqui da Rússia, tá pessoal? O que que acontece? A Rússia mandou ajuda humanitária para o Irã via Azerbaijão.

Só que para estar passando drone, míssil e outras coisas no meio dessa junta. Mas vem cá, você acha que a Rússia, com todo o problema que ela está enfrentando a Ucrânia, ainda está sobrando para ajudar o Irã? Sim, sim. Nem que seja só em peça de reposição, essas questões, porque a Rússia tem uma reserva desde o início da guerra. E ela pode lucrar também vendendo para o Irã. O nosso público aqui tem uma ideia, segundo Mark Roof.

chefe da OTAN, a Rússia produz em três meses em munição de artilharia, o que a OTAN inteira produz em um ano. Quem falou foi o chefe da OTAN, tá pessoal, não eu. Vou repetir, o que a Rússia produz em três meses de munição de artilharia, a OTAN inteira produz em um ano, nas palavras do chefe da OTAN.

Então tem muito caixa aí para queimar ainda e alguma ajuda eles devem estar dando, porque eles também não querem mandar o sinal para o Irã de que o Irã está totalmente isolado, porque aí o Irã pode atentar contra os interesses russos na região futuramente também.

Então, o Irã é uma barreira, vamos pensar assim, é um muro para chegar na Rússia em qualquer situação futura. Se o Irã cair, o Partido Islâmico do Uzbequistão, o famoso IMU, se reestabelece e volta a chegar armas nas mãos dos chechenos, dos tártaros e dos daguestaneses. Não é questão de si, é questão de quando. E aí a Rússia, além de enfrentar a Ucrânia, vai ter que enfrentar uma insurgência nas regiões islâmicas do país.

Mas eu acho, nessa altura do campeonato, que a gente tinha uma dúvida muito grande antes dessa guerra começar, como é que ia ficar a Rússia e a China. Mas eu acho que não tem mais dúvida, né, velho? É, sim. E sobre a questão do Azerbaijão, é que o Azerbaijão não tem profundidade estratégica nenhuma. E a matriz econômica do país é muito dependente do modal petrolífero.

Se Israel, por exemplo, a refinaria de Haifa está sendo atacada dia sim dia também, o Irã acaba com a matriz energética e econômica do Azerbaijão assim um dia, né? Porque o país não tem, pessoal, nem 10% das defesas antiaéreas que Israel tem. Então, além disso, existe uma guerra fria aí também nessa região que vai retornar.

Hoje, China, Turquia e Paquistão estão armando o Azerbaijão e Índia e França estão armando a Armênia, mas é questão de tempo. Agora, nessa questão em específica, não acredito que o Azerbaijão vai tomar o lado de Israel, por mais que seja um aliado histórico de Israel, porque, digamos assim, que seria agir como o Trump, ter o olho maior que a barriga, como a gente diz lá em Minas Gerais.

Mas o Azerbaijão fica aliado, ele está participando, ele só não vai se manifestar. Estratégicamente é até melhor, não? Não teria por que ele se manifestar ofensivamente e colocar o dele na reta também? Já ganhou o que queria. O Nagorno-Karabajan foi praticamente reconhecido pelo governo armenio como do Azerbaijão. É a vitória estratégica dele. Como é que fica a situação dos países do continente europeu com essa guerra?

Aí você está querendo imaginar que ainda existe algum rascunho de pensamento estratégico na Europa. Não existe. Não existe. Não existe. Ainda existem alguns países ali não alinhados. Hungria, Itália, Espanha também, em menor medida.

Mas de resto, é abaixar a cabeça e aceitar o que Washington fala. Por que eu estou falando isso? A França não está fortalecendo ali? Me parece que a França tem mostrado alguma força, ou pelo menos planejamento para isso. Olha só, a França firmou alguns tratados estratégicos, vendeu armamento, passou tecnologia para a Indonésia, para o Vietnã e para outros países. Mas de que isso adianta se o Trump fala grosso e eles atendem ao que ele fala? Só para você ter uma ideia, sabe o que matou a indústria de defesa francesa?

A queda do Saddam Hussein e a queda do Bachar Al-Assad. Os dois países... O Iraque era um cliente gigantesco de armamento francês, do Saddam Hussein. A Síria, em menor medida, mas comprava também. Caíram os dois países. De quem que eles passaram a comprar? Não foi da França.

O novo governo iraquiano não compra nem perto. E teve aquela rasteira que o Biden deu na Austrália também, do Alcos, lembra daquele caso do submarino? Sim, sim. O que foi essa rasteira na Austrália? Quase 45 bilhões de francos, porque a Austrália estava para comprar submarinos convencionais do Naval Group francês. O Biden chegou lá, fez eles cancelarem o contrato e empurrou o submarino americano.

Foi uma porrada de 45 bilhões de francos. Sucata, né? Nem era o submarino. Deve ter sido uma sucata, né? É, Robertinho, a questão é assim. O mais importante disso tudo, né? Não sei se o que eles vão vender é sucata ou não, mas é que acabaram com o contato, né? Pois vamos supor o seguinte. Claro. Você tem um negócio aqui que você vai comprar de mim, né? Pô, eu tô feliz. Vou vender um dinheirão pro Robertinho.

Aí vem o Ali aí, não, você vai comprar de mim. Acabou. Aí eu fico no prejuízo. E eu que tomo raiva do Ali na hora. É, mas é o que ele falou. A Europa não tem cérebro, né? O Macron não fez nada.

Ficou por isso mesmo. Foi uma puta de uma sacanagem. Ficou por isso mesmo. Agora, olha, a Itália, veja só, a Itália, firmou recentemente, na Surdino, um tratado estratégico com a Argélia, em que a Argélia fornece hidrocarbonetos e a Itália transfere tecnologia militar.

sendo a Argélia um inimigo gigantesco histórico da França na região. Inclusive, a Argélia é a potência militar islâmica silenciosa, que não se envolve em guerras, etc., mas que é um gigante militar. É o primeiro operador externo do SU-57 russo.

Ó, pessoal, inclusive o Mohamed Jirá mandou uma mensagem aqui. Abração pra ele aí, abração. Falou que essa já é a melhor live do ano. Caramba, velho. Ó, mandaram uma pergunta aqui também no Superchat, que foi o Ed Wolverine. Eu acho que essas perguntas vocês já devem ter recebido várias vezes, mas vamos falar sobre isso até por conta da Vibras também, viu, comando? Quero ouvir o senhor falar da Vibras. O que acham da necessidade do Brasil ter sua bomba nuclear? Expecialidade.

Posso falar? Fala você aí. O povo já viveu todo dia lá no Arte da Terra. Pessoal, olha só. Quando a gente pensa em bomba nuclear, o artefato nuclear é a joia da coroa. Quando a gente fala em artefato nuclear, nós temos que ter meios de entrega.

Nós temos que ter uma aviação com capacidade de entrega, submarinos nucleares e mísseis com capacidade de entrega. Entendeu? Então, nós temos que ter a bomba nuclear, mas isso sem pensar em todo esse mosaico estratégico, não adianta de nada. E aí vem a cereja do bolo. Vocês acham que construir submarino nuclear é barato? Cada um custa bilhões de dólares.

E assim, tem que ter uma indústria naval, nativa, brasileira, que produza esses submarinos aqui, e claro, venda para fora, para outros clientes, etc. Mas por quê? Porque numa situação realmente existencial para o país, você não quer os seus protocolos militares na mão de países estrangeiros.

Existe hoje uma trava gigantesca no Brasil, chamado teto de gastos, que impede que o Brasil se desenvolva a nível estratégico. Por que isso? A França opera em déficit, a China opera em déficit, a Índia opera em déficit, os Estados Unidos operam em déficit. Um único submarino nuclear, pessoal, custa bilhões. Para a gente ter uma frota aí, seria necessário o quê, comandante? No mínimo, um 7 ou 8, correto?

É, você tem que ter sempre um número assim, que você tem dois em patrulha, você tem o número em patrulha e o mesmo número em manutenção, e descanso e tripulação também, porque tem esse problema. Sim, então. Então, precisava de uma quantidade de grana. Agora, o Brasil, eu acho que o Brasil está acordando agora, né, gente, para essas necessidades. Eu estou vendo que os debates estão melhorando bastante, mas vamos aguardar, né? Sim, mas por que eu falei essa questão do teto de gastos, pessoal? Porque um único submarino custa bilhões.

Ele já estouraria todo... Entendeu? Se tiver o teto de gasto, você não tem dinheiro para investir nisso. Sim, mas os países citados aqui operam em déficit. Por quê? Porque quando você gera déficit para investimento, sua economia cresce acima do déficit. Na verdade, são déficits inteligentes. Vamos gastar mais, mas a gente vai ter um retorno disso aqui. É porque isso é o que você falou. Quando a gente pensa, nossa, uma bomba nuclear é um negócio que vai explodir e toda a grana foi embora. Explodiu esse dinheiro.

Só que você gera uma cadeia de produção enorme para várias outras tecnologias que isso tudo depois é comercializado. Sim, toda indústria militar tem uma indústria civil adjacente. Como falei aqui da outra vez que eu vi, com a indústria de tanques e blindados, você produz o implemento agrícola que você quiser, você produz tratores, você produz automóveis, obviamente.

É muito mais fácil fazer um automóvel do que fazer um blindado. E por aí vai. E você tem um cliente ótimo, porque você pode produzir para você mesmo comprar. Você gera oferta. Você gera emprego, você gera demanda, você gera tudo. Você gera oferta e demanda, porque é o seguinte, o Estado...

Gera via empréstimo, o Estado entrega o crédito para o empresário e ao mesmo tempo o Estado compra do empresário a produção. Ou seja, gera emprego sem gerar problemas e gera crescimento com isso. Emprego de qualidade, porque o pessoal ganha muito bem. Nem se compara com emprego. Quem paga bem é a indústria pessoal, não é serviço e comércio. Mas o fator principal não é isso. O fator principal não seria a soberania?

Com absoluta certeza. Porque a gente não tem. Mas a gente tem que pensar a soberania pensando também num lado social. Claro, sim. Mas sabe o que acontece, Robertinho? A gente cai sempre no problema de projeto de país. A gente não tem um projeto de país aqui. Porque esse que é o meu negócio, eu estava falando com o pessoal outro dia de como é que funciona a dinâmica do imobilismo do país. Então, vamos pegar essas discussões idiotas aí. Banheiro, Havaianas, BB Reborn.

Peruca, não esqueço da peruca. Tem a peruca também. Mas é que está o negócio. Por que se joga essas discussões para o povão? Porque enquanto você está discutindo isso, você não está discutindo o que interessa, que é dívida pública, juros, essas coisas que são importantes. Investimento. Investimento. Então, enquanto as pessoas estão atrás dessas coisas aí, as grandes questões nacionais ficam de fora. Você viu, você teve na China, eu trouxe um jornais de lá.

Você não vê no jornal chinês a LSD corrupção, não tem nada dessas porras, é sempre um projeto. Nós agora vamos negociar mais com o Vietnã, a China melhora as relações com o Brasil. Eles correm atrás das coisas que realmente são importantes. O chinês está preocupado com as coisas que são efetivamente importantes para o dia a dia. E a gente fica discutindo bobagem.

E a gente fica discutindo. Aí é difícil, camarada. Aí você não sai do lugar, porque eu vejo o sol falando Ah, precisa acabar a corrupção. Gente, você que está me assistindo, essa conversa da corrupção é velha. Ela começa lá em 54, com a deposição do Getúlio, tinha o Clube da Lanterna do Carlos Lacerda. Depois, o Carlos Lacerda tomou uma fubecada dos militares e ele precisou fazer amizade com todas as pessoas que ele acusou de corrupto que não eram corruptas.

Então, a história da corrupção, gente, é uma cenoura que se põe na frente da classe média, principalmente para gerar indignação e o país ficar no imobilismo. Com isso, a gente destruiu o projeto do Getúlio de 1954, depois destruímos o projeto do Juscelino, que o principal prejudicado da Revolução de 1964 acabou sendo o projeto do Juscelino, se é que é verdade. Aí vem a Lava Jato, matou uma porrada de emprego, quer dizer, a cada 20 anos a gente destrói o Brasil.

No combate à corrupção. Se continua, nunca vai acabar. Ele nunca vai acabar. Ele nunca vai acabar. Rodrigo, nos anos 60, dos anos 50 até os anos 70, Lockheed teve um escândalo que naquela época... Um doze, né? Um doze. No padrão ouro ainda, custou 30 milhões de dólares.

A CIA soube durante quase 30 anos e não fez nada. Eles pagavam os burocratas da Arábia Saudita, do Japão, etc., para comprarem os caças deles. Por que, então, que a CIA não foi lá nos Estados Unidos fazer o que a Lava Jato fez aqui no Brasil? Porque eles sabiam que a Lockheed era uma empresa estratégica, pessoal. Quando vocês virem alguém que não tem nenhum discurso, nada a oferecer para o país, além de combate à corrupção, mas passem longe, passem longe mesmo.

Comando, eu quero escutar do senhor dessa luta da Vibras também. Conseguiram pagar o salário dos funcionários? Como é que está isso aí? Então, olha só, gente. Eu acabei de falar com o Heller aí. A Vibras está voltando. Voltou essa semana aí. Então está sendo negociado.

tanto os salários atrasados, são três anos de atraso, como também ela já está chamando os fornecedores. Então a Vibraes volta, ela voltou. Só que assim, nós não podemos deixar a peteca cair. Assim como a Vibraes entrou nessa descendente, se a gente não fizer nada agora, daqui a três anos ela está na mesma situação. Então qual é a campanha que nós estamos fazendo? O canal Fala Sério.

do Ricardo Amadezzi, lançou uma campanha que nós estamos apoiando aí, vou mandar, depois se vocês puderem fixar o link, que é agradável. Que a gente está pedindo uma medalha, né? A medalha de mérito militar para o sindicato dos metalúrgicos lá de São José dos Campos. Por quê?

Porque é uma maneira que a gente encontrou de amarrar a defesa à causa da Vibrais. E aí, por que a Vibrais? Porque você está correndo atrás da Vibrais e não está correndo atrás de outras empresas. Porque eu só posso fazer uma coisa de uma vez, né? E a Vibrais hoje, em termos de defesa, é a maior fabricante de foguetes do hemisfério sul do planeta, gente. Então, na verdade, nós estamos fazendo uma coisa que não é para mim, não é para você, né?

é para os seus filhos e netos. É isso que nós estamos falando. E ela já está pronta, né? Ela volta na direção do mesmo dono, assim? Ela está sob intervenção judicial, né? Ela está em recuperação judicial dela. Mas eu acredito, cara, que como houve uma mobilização muito grande, fazia muitos anos que não aconteceu uma mobilização como a da Avibraes.

que a gente envolveu. Além do sindicato, a gente envolveu o Mídias, o Três Irmãos. Nos ajudou muito aqui, essa que é a verdade. Agora o My News da Mara Luque tá na luta aí também. O pessoal do Fala Sério ajudou bastante. Toda a nossa comunidade ligada aí, os canais amigos do Arte da Guerra ajudaram bastante. O ministro aí da presidência, o Guilherme Boulos, entrou tanto como deputado, como agora como ministro, ele tá fazendo muita coisa também.

Nós fomos recebidos no Palácio. O Rodrigão foi até um negócio que foi muito bacana. Fiquei comovido pra caramba. Porque, gente, a caminho de Brasília para a Ambuquedo, uma hora da manhã lá em Araguari, uma hora da manhã me aparece o Rodrigão lá. Ele jantou com a gente lá. Foi legal pra caralho. Então, essa foi uma luta bonita, cara. Essa foi uma luta bonita, histórica mesmo. Eu garanto que, assim, daqui a 50 anos, o pessoal vai olhar as fotos lá e falar, pô, esses caras eram... Então, foi um negócio maravilhoso que a gente fez. É um legal.

que a gente quer deixar para o país. Outro dia o cara falou, Robson, quanto é que você está ganhando com essa luta da Viva? Eu falei, pô, a empresa está falida, meu amigo. Como é que ela vai me pagar? Para com isso. Tem coisa que a gente faz na vida, gente. Você faz com o coração, pô, para deixar uma herança aí. Então, assim, eu boto muita fé.

Está na hora de dizer que você tem que trazer o Weller de novo aqui e para ele contar as novidades. Eu boto muita fé nisso, cara, porque se a gente conseguiu levantar a Vibraes, que é uma empresa que ninguém acreditava, a gente pode fazer outras coisas. Então agora eu estou... Eu acho que a Vibraes já é um filho crescido, já está andando sozinho. Então agora a gente vai brigar por satélites, a gente vai brigar pela melhoria da estratégia nacional de defesa, a gente vai brigar por enxames de drones.

A gente não vai deixar o Brasil desguar nesse início. Mas, comandante, se você estiver na frente puxando a bandeira, a gente vai atrás, né? Precisa de um comandante para orientar. Vamos vibrar. Só ozinho a gente fica perdido. Sabe o que acontece? Precisa de um comandante. O pessoal acha o seguinte, né? A gente, por ser militar, o pessoal fala, ah, o cara vai... Não, vamos fazer tal. Não é assim, cara.

Eu tinha um suboficiado que falou, comandante, isso era que nem um urubu malandro, né? O senhor vai colocando, fazendo os caras fazerem tudo o que você quer, né? Mas é verdade, você vai convencer as pessoas com argumentos, cara. Você tem que falar pro coração delas. Porque olha assim, pra mim foi uma coisa muito bonita, cara. Nós estamos lá no posto em Araguari, me chega o Rodrigão, eu falei, uma hora da manhã esse doido tá aqui.

E uma coisa legal pra caralho, cara. Quando você vê uma coisa dessa, você fala, as pessoas estão acreditando nisso. Estão acreditando nisso. Então foram, porra, 18 horas de ida e 18 horas de volta. O Ricardinho chegou aqui moído. A gente chegou moído. E o senhor sabe que pra mim, comando, foi uma satisfação muito grande.

Porque eu fiz questão de conhecer aqueles trabalhadores, assim. Foi maravilhoso. E, assim, pessoas extremamente humildes e de uma qualificação absurda ali, né? Fantástico. Muita gente qualificada, cara. Histórias maravilhosas. A gente tem que valorizar demais esses caras, bicho. Porque se outro país fica sabendo, já era. A gente roda nesses caras fáceis, velho. Não, a tecnologia vai toda pra fora, né? Cara, sério é pros mesmos. Sim, mas o mais importante aqui, Rodrigo, é que é uma empresa que tem...

É uma mão de obra que tem 60 anos de know-how técnico. Exatamente. Se a gente perder um Alvebrás, a gente não produz outro do dia para a noite. Então, mas aí que está, cara. Olha só. Nós estamos hoje com mais ou menos uns 11.800 assinaturas. Eu quero chegar em 30 mil. Porque eu acho que é um número forte e tal.

Com 30 mil assinaturas, a gente vai levar para o presidente da República. A gente já tem um representante aí que vai levar, que tem acesso ao presidente. Eu tenho certeza que o presidente Lula, que é uma pessoa que tem uma visão muito ligada ao social, que ele vai se comover com o assunto, vai se mobilizar e a gente vai conseguir essa medalha para o sindicato. Acho que vai ser a primeira vez que um sindicato é agraciado pelo Ministério da Defesa. E eu acho o seguinte, gente, eu sou da teoria do general Ziape.

Um exército, se ele não tiver raízes populares, ele não tem sucesso. Então, as Forças Armadas Brasileiras têm que olhar mais para baixo, olhar para a sociedade.

Tem que olhar para o povão, cara. Força Armada é povão. Comando, e ela já volta com contratos, ela já está fechando contratos para produzir, vai fornecer o Estado. Ela já fornecia outros países também, com caminhões. Rodrigo, sem querer interromper o comandante aqui, mas só para falar que eu acredito que a próxima luta aqui nossa...

Tem que ser exatamente criar uma reserva de mercado, tanto para a Vibraz quanto para as empresas nacionais. Porque, pessoal, não faz sentido. Não faz sentido as Forças Armadas Brasileiras deixarem de comprar equipamento da Vibraz, da Elibraz, de empresas nacionais, para comprar o mesmo equipamento da França, da Itália e dos Estados Unidos. Entendeu? Não faz sentido. Com certeza. Não faz sentido. Mas, a Itália, tem uma coisa que é importante, pessoal. Se você fosse ver essa situação 10 anos atrás,

Quem é que estava falando de defesa? Era só a mídia mainstream e as revistas especializadas. Hoje não, cara. Hoje não. Seu canal está com 14, 15 mil inscritos. Os irmãos estão indo para 700. O Arte da Guerra está na briga dos 600. Então, é uma comunidade muito grande, cara. Sempre falando disso. Eu acho que daqui para frente...

O quadro comunicacional vai pesar cada vez mais. Eu falo para os meus colegas militares, falo, não adianta, cara. Vocês não têm agilidade, a força, e a capilaridade e a abrangência que as mídias têm, cara. A gente tem muito mais. Porque o Rodrigo é o seguinte, houve um bombardeio em Riad.

O Jornal Nacional vai noticiar isso 8 horas da noite. E ao meio-dia eu estou no ar, cara. Se eu quiser entrar na hora, eu entro agora e acabou. O react foi bom. Então a gente tem uma força muito grande. Por isso que eu acho que as mídias têm que ser unidas. A grande força das mídias é a união. Essa é que é a verdade. Não pode estar esse negócio de um produtor de conteúdo falando mal do outro. Por isso que eu não gosto de falar de ninguém. E eu acho que essa força, essa união é que vai mudar o Brasil.

Eu acho que essa união vai ser transformadora, da gente conseguir desenhar um projeto de Brasil. Uma coisa bacana começa a nascer dessa geração.

E eu tenho a impressão, comandos, se a gente realmente desenha isso, é questão de pouco tempo, assim. Não é um negócio pra daqui 100 anos, não, pô. Se a gente realmente tiver um plano e tiver uma direção pra seguir e alguém cobrando, eu acho que, ainda mais pelo potencial que o nosso país tem, em 20 anos não é muito isso daí, bicho. Rodrigo, nós temos acesso a todos os insumos necessários pra desenvolver uma indústria de efeito. A gente não vai passar pelo gargalo.

Que o Japão tem que passar, por exemplo, de comprar de fora. Entendeu? De ficar suscetível às intempéries do mercado. A gente não precisa importar nada. Nessa questão, vamos precisar importar terras raras refinadas da China. Porque quem tem a tecnologia... Porque a gente não consegue... É, a gente tem a terra rara. É, a gente tem a terra rara. É, todo mundo, né? Porque a gente não tem a tecnologia. É, então. Mas fora nesse caso, tungstênio, temos. Petróleo, temos. Cobre, temos. Cobalto, temos. Quem mais? Urânio, temos. Então...

Temos e vendemos para fora, né? Nessa maioria. Não está inserido numa cadeia logística. E o nosso serviço secreto não consegue roubar esse segredo de mineração de terras a aras? Ai, Rodrigo, essa aqui você bateu num ponto nevrálgico, cara.

historicamente, quem leva adiante interesses estratégicos de nações são os serviços de inteligência não são os diplomatas e esse é o problema a ABIN hoje está totalmente sucateada tem mil funcionários só para comparação aqui pessoal só a CIA nos Estados Unidos tem 20 mil

20 vezes mais. O nosso serviço secreto está fazendo podcast aqui no Brasil. E os caras estão entregando. E o serviço secreto está entregando quem é o agente secreto. Esse cara que está conversando, ele é agente secreto. Ah, velho, tão ferrado. O certo mesmo, o correto, seria um serviço de inteligência. Por exemplo, o chefe de serviço de inteligência seria alguém nomeado pelo presidente da República, referendado pelo Congresso.

E qual seria a estrutura da agência? Ela cooptaria funcionários das Forças Armadas, das Polícias, Corpo de Bombeiro, Receita Federal, o que quer que seja, ou mesmo notáveis aí fora, para compor o quadro. Não pode ser esse negócio de concurso.

não só reiterem integralmente o que o comandante falou, como se vocês analisarem a estrutura da CIA do MI6, eles historicamente pegam via universidade pública os bons sociólogos

Os bons bachareis em filosofia, entendeu? E trazem para dentro do quadro. Por quê? Porque se você quer projetar poder em outro país, você tem que entender a sociedade. Exatamente. Você tem que pegar o cientista político, o cientista social, o economista, o filósofo, e trazê-lo para dentro da agência de inteligência. Não adianta ser um nerd, o cara que tira a melhor nota, ou que tenha o conhecimento.

específicos. Você tem que buscar esses quadros aí. Então eu acho que tinha que mudar completamente. O pessoal não quer aí paciência. Não, e outra questão que tem que mudar, por exemplo, o Reino Unido, ele tem o MI6 para fora e o MI5 para dentro. No Brasil nós só temos a ABIN e aí a Polícia Federal, que não é uma agência de inteligência, acaba pegando parte das atribuições para desafogar a ABIN.

nós temos que não só ampliar os quadros, para pelo menos 10 vezes esse tamanho de mil pessoas que está hoje, e lembra que um ex-presidente do Brasil cortou 80% do orçamento de defesa numa canetada, ainda no começo do governo dele?

como temos que criar outra agência de inteligência voltada para dentro. Grande parte do problema do crime organizado do Brasil vai ser resolvido fazendo isso. Porque essa agência de inteligência vai ser quem vai fazer a integração entre Polícia Federal, Polícia Civil e Polícia Militar. Mas a Polícia Civil e a Polícia Federal não podem resolver esse problema interno? A gente ainda sim precisa de uma agência de inteligência? Ele falou que falta integração. Falta integração. É uma coisa importante para caramba.

Pois é, mas se a gente integra essas polícias, né, pra ter mais informação, mais velocidade, a gente não precisa ter essa agência de inteligência internamente. Precisa pra manter a vigilância. Pra manter a vigilância constante e a integração. Mas é o problema da...

É até interessante você tocar nessa questão do crime organizado. Eu vou partir aqui do estratégico para o tático, para a gente entender, pessoal. Quando a gente fala em questões militares no geral, não só atuação de exércitos, mas também de forças policiais, você tem objetivos estratégicos, operacionais e táticos. Os operacionais e táticos subscritos ao estratégico.

Primeiramente, o Brasil tem uma fronteira azul de 7 mil quilômetros desguarnecida. Então nós precisamos não só criar uma marinha com capacidade de projeção para o continente africano, que é ali que está a logística. Hoje o Golfo da Guiné na África é o maior ponto de pirataria próximo ao Brasil.

Não é mais o Mar Vermelho, né? Na Somália, como foi no passado. Quem controla essas águas? A Al-Qaeda. Parte da logística do crime organizado, que vai para a Europa, passa por aí. O que você intui disso?

Se o crime organizado brasileiro e a Alcádia estão compartilhando a mesma rota, é porque existe algum tipo de acerto entre eles. Então nós precisamos de uma marinha para projetar poder e ajudar camarões, Nigéria, Senegal, os países que sofrem essa pirataria, como também precisamos criar uma guarda costeira para manter a vigilância da costa brasileira. Essa tinha que ser independente. É, independente da marinha. E além disso, nós precisamos nativizar a tecnologia de satélites.

radares, softwares, o aparato neticêntrico para proteger, e drones para fazer a vigilância costeira. Aí entramos para dentro da questão, nós precisamos integrar mais via uma agência de inteligência as polícias, o SUSP, que já existe, mas que não está cumprindo essa função. O que é o SUSP?

É o Serviço Único de Segurança Pública. É um serviço que a gente criou exatamente para integrar as polícias. As polícias. Mas que não está em atuação ainda por ingerência do Congresso. Temos que levar adiante essa questão. Olha só. Sim. Precisamos guarnecer a nossa fronteira seca.

Qualquer país continental, comparem o exército brasileiro com o exército da Índia, da China e dos Estados Unidos. Tem mais de um milhão de tropas, pessoal. O Brasil tem 400 mil homens. O que isso significa? Significa que pela nossa densidade militar, a nossa fronteira seca, não só a nossa fronteira azul, está também desguarnecida.

Então nós precisamos aumentar, produzir a tecnologia. Aí chegamos na parte tática. Obviamente vai ser necessário fazer operações de decapitação, entrar, desguarnecer, principalmente o comando vermelho, porque cada grupo criminoso tem uma doutrina.

O Comando Vermelho, em específico, atua como uma guerrilha. Ele ocupa o território onde o Estado não precisa ocupar. Então, é necessário não só fazer a operação, mas desguarnecer e reocupar esse território. E aí vem a parte social. E aqui, pessoal, eu me inspiro no que o Putin fez ali na Chechênia.

A Chechênia foi a região que mais recebeu investimento de Moscou nos últimos 20 anos da Rússia. O Putin é um estadista, conseguiu fazer com a Chechênia, o que o Império Rússia e a União Soviética não conseguiram. Foi pacificar e integrar o muçulmano dentro da vida política russa e hoje não tem mais problema. Eles estão ajudando pra caramba na guerra da Alcânea, a Rússia.

Sim, sim. E aí, nesse caso aqui, eu defendo a criação de uma quarta divisão. Além da união do Estado e do município, a gente criar o condado, e o condado receber investimento direto da união para criar infraestrutura, criar escolas.

levar educação, saúde, lazer, para que aí a gente consiga o que é o necessário aqui em contra de insurgência, ganhar corações e mentes e acabar com o problema social que gera o crime organizado no Brasil.

O que ia integrar o condado? Como que a gente ia formar esses condados? Me dá um exemplo. Basicamente, você pega a região do município, divide ela em várias micro-regiões, cria ali o condado e aí essa região tem um prefeito, uma força policial, uma unidade de saúde, etc., só que recebe investimento diretamente da União.

Entendeu? Exatamente para gerar... Então um município vai ter vários condados. Nesse caso, em específico da Bahia, do Ceará, do Rio de Janeiro, que tem esse problema com crime organizado, sim. Porque com mais investimento...

mais infraestrutura a gente cria, mais divisas estratégicas a gente cria, e aí a população passa a se ver mais como integrada, cidadã do Brasil, do que do aparato do crime, entendeu? Porque é necessário combater nessa veia cultural aí, que é o que gera essa separação. Isso aí não é só o Brasil que padece disso, pessoal. Existe uma questão aqui em geopolítica, povos montanheses.

historicamente eles crescem isolados da metrópole e criam uma dinâmica problemática, em que eles têm uma cultura alheia. É o caso dos Báscos, na Espanha, é o caso dos Hutis, do Iêmen, é o caso dos Shiitas, no sul do Líbano, é o caso dos Highlanders, na Escócia. Então, via de regra, onde tem monte, montanha e morro...

pela dificuldade na integração da infraestrutura, vai ter essa dinâmica de hostilidade e precisa-se de investimento estatal e de solução social, além da solução militar estratégica que proposta. Mas se eu fazer tudo isso, é fundamental você mudar a sua política econômica. Você tem que remover o tete-gás. Com absoluta certeza. Você tem que tirar o orçamento do país da mão do Congresso.

Na Câmara. Você precisa direcionar a população para essas verdadeiras questões, que são as questões importantes. Porque você pega aí nos grupos, esses grupos de zap, eu falo o dia inteiro falando em corrupção, mas ele não sabe que isso aí não tem como você... Você nunca vai eliminar 100% a corrupção. E outra gente, a corrupção que existe no escalão político, eu concordo, ela é grande, etc.

Mas não é nada perto de outras coisas que vão drenando a sociedade. Você teve na China, você sabe disso. Você pega, por exemplo, a empresa chinesa, ela não paga dividendos. Ela é obrigada a reinvestir. Sim, sim. Então, você quer ver o negócio? Quem são as maiores pagadoras de dividendos do Brasil? Petrobras. Companhias elétricas. Aí você reclama do preço da conta de luz.

É a maior pagadora de vendas no Brasil. Vai ver quanto é que dá de dividendos. Dá mais lucro do que a Contra Brássica, para quem tem ação. E a CEMIG ainda está malandrando, que agora eu estou vendo, assim, até na... Eu tenho que fazer esse zabafo, porque eu estou muito magoado com isso. A CEMIG lá em casa tem fotovoltaica e tal, eu fiz um investimento há muito tempo.

Agora eles cortaram, tipo assim, eu até já fui lá várias vezes, eles vão lá, por exemplo, a minha casa eu tenho, né, e eu tenho um restaurante, então eu pus no restaurante e o que sobra é excedente, eu ponho na minha casa. Eles vão lá e desvinculam a minha casa do restaurante, entendeu? Tá os dois no meu nome, aí eu começo a pagar lá em casa. Aí eu falo assim, mas por que? Tá sobrando energia aqui.

Ah, isso aí foi um processo aqui, tem que fazer de novo. Incluir de novo. Tem que vincular de novo. Como é que vincula? Entra no aplicativo.

Aí você não consegue. Aí você volta lá e fala assim, cara, tem dois meses que eu estou tendo. Não consigo. Você trabalha aqui. Vincula aqui para mim, por favor. Pelo amor de Deus. Cara, você ficou lá uma hora. Agora está certo, irmão. Pode ir, vai lá. No outro mês, eu falo, pelo amor de Deus, eu estou pagando. Mas aí a culpa é sua. Sua bandeira não é privatizar? Você não é o privatizador aqui desse podcast? Privatiza que melhor. Ah, sou? Não é não?

Ele é o... O Rodrigo. O neoliberalzinho aqui desse podcast não soa. Ele é o falso chapéu de alumínio. Ele é o falso chapéu de alumínio. Ele senti nas dores. Não, eu vou pedir pra todo mundo assistir esse podcast desde o início e olhar quantas vezes eu falei pra privatizar e quantas vezes você falou.

Eu quero que o povo veja. Toda vez que eu venho aqui... Eu quero que o povo saiba. Quem falou a vida inteira pra privatizar aqui dentro? Eles tiram a noite pra discutir a relação. Não, eles esperam. Eles falam, o Farinaz vem aqui uma vez por mês. Eles ficam falando essas merda aqui, velho. O dia que ele chegar, a gente vai discutir. Eles esperam. Passa todo mundo aqui. O Breno, uau. Vem todo mundo. Não, o dia do Farinaz, a gente... O dia que ele vem.

Aí ele vende a 29, então esse dia... Mas eu fico com raiva, Marinos, porque o dia que o senhor vem, ele concorda com tudo que você fala aqui. O dia que você vem, ele concorda com tudo que você fala. Não, mas eu concordo com quem tá certo. Você quer que eu concorde com quem tá errado? Amanhã chega um...

Amarelinha aí, né? Camiseta verde, amarela e talão. Não, tem que privatizar. Gente, é uma verdade. Que dia que eu falei isso. Eu nem deixei quem fala ser você. Tanto é que dá pra ver que foi você pelo jeito que você falou. E essa é isso que vocês estão colocando aí. Mentiroso. É parte do problema. Não é só isso. Você para pra pensar. Quando você paga aí, você tem uma Selic de 14%, 15% aí. É o país parando.

É o país parando. Então, o problema estrutural que a gente tem no Brasil é muito maior do que vocês pensam. É uma coisa que ninguém fala, Robertinho, que é a transferência de dinheiro do andar de baixo para o andar de cima. São vários mecanismos. A corrupção é o menor deles. Olha, eu vou dizer uma coisa para vocês que pouca gente sabe. Quando houve a crise da subprime nos Estados Unidos, que aquilo foi motivado por ganância,

E o problema começa há 20 anos antes do governo Reagan. O que aconteceu? O governo Bush chegou e olhou uma porrada de banco vagabundo. O master da vida seria considerado um banco santo.

perto daqueles bancos americanos. O que o governo americano fez? Tirou dinheiro e pagou a dívida dos bancos. De onde saiu esse dinheiro? Da Jane, que trabalha no McDonald's e não tem dinheiro para pagar o tratamento de câncer. Vou contar uma história para vocês, pouca gente sabe. Tem uma empresa sul-coreana chamada Ramwa e ela montou um estaleiro na Filadélfia.

montou um estaleiro. E aí eu fui ver no 60 Minutes a entrevista dos candidatos à empreite. Uma mulher que ela era babá. Ela vai trabalhar no estaleiro. Você sabe melhor o que é trabalhar no estaleiro? Ela vai pesado pra caralho. Perigoso, barulhento, quente pra caralho no verão e gelado no inverno. Vai soldar. Basicamente aquilo é soldar e bater, soldar e bater. Ou você fica cego por causa da solda ou surdo por causa da bateção.

A mulher, ela era babá. Sabe por que ela vai trabalhar no estaleiro? Porque o estaleiro paga plano de saúde. É o maior trauma do americano. Mas esse dinheiro foi onde? Foi para os bancos.

Então, pessoal, você que está me assistindo, esse problema não é só aqui, é no mundo inteiro. O Warren Buffett fala uma coisa que é uma grande verdade. Sim, existe uma luta de classes. E a minha classe, que é a classe dos ricos, está ganhando. A verdade é essa. Vou contar uma história para você, Robertinho. Você levantou uma bola excelente. Nos anos 80, ali, né?

O Reino Unido teve a ideia mais brilhante de todas, exatamente privatizar os serviços essenciais. Privatiza que melhora. Água, eletricidade, etc. No período Tartier. Hoje, até a direita populista britânica, diferente da direita brasileira aqui...

Que é a reestatização da água, da famigerada Thames Water britânica. Por quê? Gerou um monte de dejeto, não investiu em infraestrutura. Por quê? Porque infraestrutura de água e eletricidade é caro para um caramba, né, pessoal? Ainda mais para uma cidade que tem Londres, São Paulo, outras regiões que privatizaram a água. Kuala Lumpur, na Malásia, La Paz, na Bolívia, Berlim. Todas voltaram atrás e reestatizaram.

É o que o Brasil vai viver daqui a umas décadas, tá, pessoal? Sabe que a gente está passando por uma janela de oportunidade, assim, com essa movimentação geopolítica no mundo, esses países mostrando quais são os interesses reais, desrespeitando alguns tratados. Será que a gente não está passando por um momento único, assim, que o Brasil tem que aproveitar para mudar a direção?

Você lembra o que eu te falei do Paquistão? Não existe momento único, Rodrigo, para quem tem consciência nacional e planejamento estratégico. Agora, para quem não tem, não tem oportunidade que sirva. Se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve. Você está sempre errado. O problema todo nosso é isso aí, cara. Você não consegue. Eu vejo aí o pessoal que está assistindo a gente aí. A gente pede para o pessoal assinar o negócio da Vibrains. Que é uma coisa que eu não vou ganhar nada com isso, pessoal.

Aí um ou outro gato pingado assina. E nem que eu fico o dia inteiro no zap mandando bobagem. O dia inteiro mandando bobagem. Olha não sei o que, olha não sei o que outro. Acabou pro fulano, acabou. Não acabou nada, acabou pra você que tá perdendo seu tempo na sua vida. Então se você for olhar bem mesmo, o grande culpado é o cidadão médio, cara. Que não se engaja nas causas que são importantes.

Essa democracia que a gente tem aí, essa bagunça, não vai levar a gente a lugar nenhum. Se qualquer um pode ser deputado, tem algo errado. Se qualquer Zé Mané pode chegar lá e ser deputado, ou vereador, ou o que quer que seja, desconfia. É interessante, comandante, que aí a gente vai ver a ficha corrida, os candidatos, é o Tik Tokson da Silva, é o Rios Fonseca.

Quando você vai ver em caráter de projeto, de planejamento de país, de proposta para saúde, educação, saneamento, defesa, segurança, não tem nada, pessoal. Só tem lacração. Isso aqui que eu falo para o pessoal, se você votar no cara que é barulhento, ele vai te devolver o que ele tem, que é barulho. Você vota no cara que... Ah, barulho, grita...

Ele vai ficar quatro anos fazendo isso. Se você votar no cara que tem projeto, ele vai te devolver em projeto. Vai mudar a tua vida. Mas os caras acham que é melhor votar no barulho. Aí paciência, meu amigo. Depois você vai colher isso. Sabe, comando, eu conversei com um cara recente aí. E esse cara tá famoso na internet. Ele tá fazendo muito vídeo aqui em São Paulo.

Correndo atrás de flanelinha, parando os flanelinha tudo. Ô, Rodrigo. Vai acabar com os flanelinha. Mas lá em Minas Gerais tem o nosso Sassamo Tema, né? Que faz caminhada sebastianista até Brasília, né? E que não tem um projeto de lei. Sim, sim, sim. E aí conversando com esse cara ali, assim... Impressionante, porque o cara não sabe... Defende a educação, mas não sabe o que é um brisolão. Não sabe o que é um CIEP.

Ele não sabe o que é a lei Candir, velho. E se propõe a ser um deputado federal, velho. Você vai conseguir. É provável de conseguir. E aí eu vou te falar o que é o grande problema. Se o Fariná estiver assertivo, como ele costuma ser nas análises dele, que é um aumento até 3. A gente vai substituir um 6 por meia dúzia.

Porque lá já tá muito ruim e as pessoas não conseguem. É isso que o Fernando falou, é ver a diferença do cara que faz barulho pro que faz projeto. A gente não consegue ver isso. Mas é da vida também, né, gente? Cada um tem... A gente não chegou, não é a nossa hora, né? Eu boto muita fé no Brasil, acho que a gente tem que fazer a nossa parte, faz o teu. Mas não é pra ser, cara, porque...

O quadro é esse aí. Já tendo, já mostra. O Ulisse Guimarães, quando foi presidente da Constituinte, ele falou, se você acha que o Congresso está ruim, você vai esperar para ver o próximo. Faz parte, as pessoas querem isso aí também. Então, tá, cara. Virou uma... É a lei de Muricy, né? Cada um cuide de si.

Mas qual é a história da lei de Muricy? Lei de Muricy é um ditado nordestino. Em tempo de Muricy, cada um cuide de si. Diz que é uma plantinha que tem lá no Nordeste e quando ela cresce, fica tudo muito ruim. Então, em tempo de Muricy, cada um que cuide de si. A gente vota nessas porcarias, vai ficar difícil mesmo, cara. Porque é o que eu estava falando um dia com um amigo meu. Falei, cara, olha só. Se você tem uma renda boa aí,

Uma renda familiar boa. Você consegue aplicar dinheiro, surfar na onda do CDB aí. Cara, reza para as coisas ficarem do jeito que está. Porque a tua vida está boa. Estou sendo realista com você. Reza para a coisa ficar... Porque está bom para você. Agora, se você está ferrado...

você está desempregado, ou você é um funcionário público do escalão mais primário, ou você é um microempreendedor individual, um profissional liberal aí que não fez tanto sucesso. Você tem que rezar para as coisas mudarem, você tem que votar em quem vai mudar as coisas.

É aquela coisa, né? O cara mais anticomunista do Brasil é aquele tiozão do pavê lá que tem um celta. Ele acha que vão tomar o celta dele. Então, cara, é difícil, né? É muito complicado. O eleitor acaba votando, fazendo umas escolhas que, no fim, ele acha. Quando ele vai pra rua...

protestar com certas coisas, ele acha que ele vai mudar. Ele não vai. Você só está gerando mais calor para criar instabilidade e enfraquecer governos que poderiam mudar a sua vida. O mecanismo de dominação passa por governos fracos. Por que não tem isso na China? Porque o governo lá é forte, meu amigo. Então, se o governo tiver que enquadrar o banco, ele enquadra.

Se o governo tiver que chegar ao banco e falar, vem cá. Eu fui numa palestra do Eli essa semana e estava falando da quantidade de bancos de fomento que tem na China, que são esses bancos que financiam as indústrias, uma quantidade enorme. O banco lá não tem lucro. Se você olhar, pegar o balanço, quais as empresas mais lucrativas do Brasil, é sempre banco. É sempre banco, é sempre o melhor negócio do mundo. Tem algo errado nisso daí. Tem algo de muito errado. E o banco diminuiu em 37% o número de funcionários deles.

Então, gente, na verdade, você acha que você está contribuindo para a melhoria. Não está. Você está gerando calor para criar instabilidade para que essas coisas se perpetuem. Porque você nunca vai brigar pelas verdadeiras coisas. Porque o Rubão fala uma coisa. Aquele cara é muito inteligente. Não subestime o Rubão.

Ele é muito inteligente, mas muito mesmo. Ele dá umas tiradas, aquele cara é foda. Dá fonte sem nó. Cara, ele fala umas coisas assim que ele te desconcerta. Um dia ele falou um negócio, eu falei, cara, é foda. Ele falou, olha, a única liberdade que existe é a liberdade econômica. E é verdade, Rodrigo.

E é verdade. É a única liberdade que conta a liberdade econômica. Você ter o dinheiro para comprar as coisas e fazer o que você quer. É a única que conta. Então, na verdade, a gente vende uma falsa liberdade para o pessoal. É que você pode votar. Você pode escolher o presidente que não vai mudar nada na tua vida. Você tem que poder falar. Porque se você não puder falar, você não puder reclamar. Vamos falar bosta. Mas essas coisas...

Entendeu? Ele jogou, ele resumiu tudo. É a única liberdade que conta, liberdade econômica mesmo. E é essa que é roubada do brasileiro, é que ele nunca vai perceber. Interessante, né, comandante, que a gente pode votar, né? Mas de...

Acho que adianta a gente poder votar, pessoal, se existe um filtro gigantesco imposto pela Faria Lima e os bancos. Em quem nós vamos votar? Já falei isso que diversas vezes. Você acha que você votou em quem você quiser? Essa seleção foi feita lá atrás, dentro do partido.

Eu quero votar no Florinazo. O Florinazo já tentou. Ah, mas ele não acha um partido que não consegue sair. Ele não acha partido quando acha. Tem que ser nesse caso, dessa forma, desse sentido. O partido mete não sei quantos milhão no outro e ele vem sem nada. Sem voz. É isso. Você acha que você votou em quem você queria?

Cara, eles escolheram quem ia estar lá. E aí, eu sei, mesmo a tua liberdade de protestar. Você vai protestar no tempo, só que você vai sempre protestar pelas coisas erradas, meu amigo. Você não vai protestar pelas coisas que estão te espoliando. Você vai falar o teto de gasto, por exemplo, vocês colocaram bem aí. O teto de gasto é para fazer com que você tenha menos atendimento no SUS, que o seu filho tenha uma educação de baixa qualidade, que não tenha policiamento no seu bairro, porque tem que sobrar mais dinheiro para pagar os bancos.

O mecanismo é esse, é o que eu falei do caso da subprimes americana. O governo Bush deu mais de um trilhão para os bancos. E olha quantos americanos moram nas ruas, cara. São 700 mil sem teto nos Estados Unidos, um país que gasta um trilhão e meio de dólares por ano.

E está perdendo a guerra com o Irã. Então, pessoal, o que a gente tenta fazer é abrir o olho para vocês para as coisas que realmente interessam. É o que o Rubem falou. A única liberdade é a liberdade econômica. Esse aqui é o número que me assustou aqui. O governo aprovou isenção para quem ganha até R$ 5 mil do imposto de renda.

Essa isenção vai dar para o governo um débito de 20 bilhões que ele vai ter que bancar. 20 bilhões. O governo vai bancar 20 bilhões para ajudar quem ganha até 5 mil reais. No ano passado, eles deram a isenção de 400 bilhões para a grande empresa de imposto.

Ele dá 20 e pra quem é pobre ele deu 20. Pra quem é mega milionário ele deu 400 bi. Mas o problema do Brasil, sabe o que é? É o cara que recebe Bolsa Família. É, eles vão dizer que é isso. É o cara que tá pedindo vale gás. Esse que é o problema. Esse cara é preguiçoso. Esse cara não quer trabalhar. Esse é o problema. O cara que ganha 100 mil.

em dividendos de uma semig da vida reclama da tarifa social. Mérito. É bom, tem que chegar para um cara desse e falar, meu amigo, o emprego que você está oferecendo é tão ruim assim que você pede para um Bolsa Família, um Vale Gás, entendeu? Porque o pessoal tem esse argumento. Ninguém quer trabalhar por causa do Bolsa Família. Mas tem um outro problema além disso. Porque o salário que é ruim...

O Bolsa Família é ruim. Não é que não tem que ter. Não estou falando que não tem que ter. Estou falando que é pouco. Que o cara não vive com o Bolsa Família. Do jeito, da mesma forma que ele não consegue viver com salário, mano. É sério. Você acha que um cara aqui em São Paulo consegue viver com salário? Mas e aí, Nubartinho? Não. Sabe o que esse cara faz? Eles somam os dois.

Ele tem que somar os dois. Ele tem que trabalhar clandestino pra ganhar um salário. E ele não pode perder o Bolsa Família dele. Porque se você somar tudo, se você somar tudo, ele ainda tá fudido. É a sociedade que acha correto um Elon Musk ter um salário de meio bilhão de dólares. Ela acha que é meritocracia. Isso nunca vai ser meritocracia, camarada.

Nunca vai ser. Isso é spoiler na cara dura. Então é o que o Warren Buffett falou. Existe uma luta entre classe e a minha classe tá ganhando. A classe dos milionários tá ganhando. Porque o cara sempre vai poder manipular o sistema, cara. Ó, o Cross Cruz falou que vocês têm que ler o Superchat. Que não é quem interagir. A gente quer conversar com vocês. E tem Superchat pra caralho aqui. Lê aí, lê aí. Estamos aí pra isso. O Francisco comentou aqui que não é o governo, é o sistema. E a Faria Lima que é responsável por isso. Tanto faz o governo.

Ao meu ver, vocês disseram tudo. Precisamos de um projeto de país. O Vagui falou aqui, obrigado. O ninguém aguenta extrema-direita. Enquanto a China fazia revolução comunista, os militares ficaram 21 anos nos transformando num Haiti, tomado por...

country e milicianos. É isso que ele falou. Não entendi nada. Se tiver algum que vocês quiserem interagir, é só falar. O Wagner. Ou vencemos o tripé macroeconômico e o teto de gastos, a independência do Banco Central e mais alguns subsídios desnecessários. Ou ficaremos sempre na miséria.

É, mas a única maneira de vencer isso que nós estamos fazendo, gente, é conscientizar as pessoas. É lento. Eu acho que se a gente teve essa vitória da Vibraes, que era uma coisa insignificante há três anos atrás, a gente pode fazer outras coisas. Agora depende de vocês. Depende de vocês, cara. Tudo é mobilização popular, camarada. Ninguém aguenta esse tema de direita. Falou que comunistas tiraram chineses e vietnamitas da merda. Acabaram com a direita, com agro e rentismo. Viva o Partido Comunista.

O Wagner, desenvolvimento econômico e financiamento estatal na veia, em setores ociosos da economia. A austeridade fiscal nunca desenvolveu nenhum país do mundo. Exatamente. A China é o que é porque ela fugiu dessa armadilha. A China tem déficit histórico de 3% a 5%.

Mas isso também é um projeto que vem de fora, né? Porque eu acredito que, tipo, pô, esse país aqui tem muito recurso, eu não posso deixar ele usar os recursos, porque eu preciso... Rodrigão, deixa eu te falar uma coisa. Tem um cara...

Se ele estiver me ouvindo agora, ele não deve estar ouvindo. Deve estar ouvindo nessa hora. Que eu acho ele genial. Genial. Ele só tem um problema na vida dele. Só prega para convertidos. Chama-se Bob Fernandes. Uma vez o Bob Fernandes falou uma coisa com uma grande verdade. Que a burguesia daqui é sócia do imperialismo. E é uma verdade. Ela é sócia. Então ela nunca vai querer que isso aqui mude. Você acha que a grande burguesia americana tem medo de uma invasão? Não!

Não. É sócia, cara. São sócios. Sócio ou funcionário? As duas coisas, né? Ô, Rodrigo, é a mesma dinâmica colônia-metrópole. Exatamente. Só que a elite daqui quer viver na metrópole, não quer viver na colônia. Porque nos vê enquanto colônia. Mentalmente. Nós temos uma direita que quer ser Miami e uma esquerda que quer ser Paris, a nível institucional.

Mas é uma coisa que é verdade. Então esse pessoal está alinhado com projetos aí de fora. Ele não quer desenvolver isso aqui. O Wagner, o Estado tem duas fontes de receita. Orçamento público e financiamento estatal. O país só pode fazer o primeiro devido à farsa da austeridade fiscal. O Felipe Alexandre só vinha pelo comandante Farinazo do canal Arte da Guerra.

E você ganhou agora que você conheceu o Ali. Agora você segue lá no Vento Leste. Vento Leste. Inclusive, comandante, eu vou lembrar as pessoas que o canal do Farinaz está em collab com três irmãos e o canal Vento do Leste, nosso amigo aqui ali, Ramos, também está em collab. O seu canal está com quantos inscritos?

Tá pra chegar em 14 mil. Na hora que você chegar lá, já vai ter passado os 15. Hoje vai ter passado os 15. A gente vai ter 16 mil pessoas ao vivo aqui, gente. Então aproveita quem tá aí, se inscreve, porque o tanto que deu de gente ao vivo aqui na live já faz o canal dali dobrar de tamanho. É isso. Vai passar dos 15.

O cara merece demais, velho. Se inscreve no canal do Ali. Está em collab aqui. Você vai ajudar pra caramba. Eu sei que tem muita gente que ajuda com superchat, com tudo. E é importantíssimo. Mas se você não pode dar dinheiro, gente, se inscreve no canal do cara. Se inscreve no canal do cara. É isso, não paga nada, né? Se você está inscrito no Três Irmãos, se inscreve também. E no canal do Comandante. A gente vai colocar esse canal no canal. Se a galera não se inscrever no seu canal, eu vou te dar uma criativa. Você fala, não ganhei nada. Vamos dar uma criativa. Dá lá, lá, Camila.

Dá pra ir lá que é top essa creatina. Ali, vamos creatina três irmãos. Farinados, creatina três irmãos também. Você tá usando creatina, Farinados? Não, porque eu não sei como é que funciona. Você tem que explicar isso aqui. Você explica pra ele. Ali usa, rapaz. Ali é boizão, né? Ali tá boizão. Vou fazer propaganda de graça, pessoal. Eu compro o Whey Protein da Soldiers.

Creatina deve ser muito boa também. É a melhor custo-benefício. É a mais barata do Brasil e uma das melhores creatinas do Brasil. E usa o cupom GELFORÇA pra ajudar o Rubão, hein? Se você quiser usar o do 3 de mão, Zoi. Hoje você vai usar o do 3 de mão. O do Rubão é o do Rubão. Na live do 3 de mão, você vai usar o do Rubão. Na live do Ali, que nós vai pôr soldiers lá na Ali também, você vai usar o cupom do Ali.

Na live do Forinaz, que eu já tô conversando também pra ir pro Arte da Guerra, vou usar o do Forinaz. Então, ó, o pessoal da creatina aí, estamos aguardando vocês lá. Hoje vocês vão usar o cupom do Três Irmãos pra garantir a creatina mais barata do Brasil, com desconto, Três Irmãos é o cupom, creatina a partir de R$18.

Isso é muito importante, que a galera não sabe, mas, por exemplo, o Rubão é um que sofre muito disso, não consegue monetizar o canal, a gente não consegue muitos patrocinadores, e é importante a gente ter o parceiro que patrocinar a gente. Quando a Soldier vem aqui e acreditou na gente, é um jeito de ajudar a gente de forma direta e ajudar o nosso patrocinador. Sim, pessoal, vocês nunca vão ouvir o que a gente fala aqui na grande mídia. E a Soldier é a melhor e a mais barata mesmo, isso aí é foda.

O Marcos Aljúnior mandou aqui, salve camarada Ali, salve camarada Farinazo. E o Cross Cruz perguntou que fim levou o Almirante Odom. Ah, ele tá em casa, né? O Almirante Odom já tá viduoso, né? A esposa tá doente. Eu falei com ele outro dia. A esposa tá doente. A filha dele que é muito ativa na internet. Mas eu acho, gente, o seguinte...

A gente tem que brigar para levantar o nome do almirante. Uma vez eu escrevi para ele, ele não queria dar entrevista, eu respeito, a gente tem esse respeito. Mas eu acho que a gente tem que levantar realmente essa bandeira do almirante Otto. Eu acho que tudo isso é muito importante. A Lava Jato destruiu o país, né gente? Foi um vendaval. E cuidado que estão para fazer outra Lava Jato.

Vocês tomem muito cuidado que vem outra Lava Jato aí. Você acha que Banco Márcio pode virar outra Lava Jato? É, eles querem, né? Mas vai destruir o que agora? Rodrigo, Rodrigo. Tem ainda, né? Não pode duvidar. O agro estadunidense compete com o agro brasileiro, meu amigo. O projeto deles é Farms Here, Forest There. Sim, exato. Fazendas aqui, florestas lá, entendeu? E assim, os Estados Unidos estão fazendo...

Duas bases na Argentina, uma base no Paraguai. Quem controla o Prata, controla o Cone Sul. 60% da produção hidrelétrica brasileira nasce em afluentes do Prata. Eles tendo a supremacia do Prata, eles controlam o Brasil, a Argentina e o Paraguai. Para além disso...

O Brasil, historicamente, compra o excedente de Itaipu. Agora o Paraguai vai começar a vender para os Estados Unidos, para a data center, e vai prejudicar a segurança energética brasileira. Está tudo desenhado. O nome disso é um cerco estratégico. E não tem ninguém falando. O que fizeram com o Irã não tem ninguém falando. Mas você acha que o Brasil tem necessidade desse excedente que ele compra do Paraguai?

Sim, sim, nós temos problemas energéticos endêmicos, históricos. Mas existe uma negociação, porque o Brasil colaborou na construção dessa usina e o Paraguai tem obrigação também de vender isso para o Brasil. Tem, mas se os Estados Unidos bancar, você acha que o governo federal de direita, esquerda, centro, etc., com a sociedade dividida como está?

Vai peitar o Paraguai e não vai sofrer problema em casa? Porque tem uma galerinha aqui no Brasil, pessoal, que tem cueca do Capitão América. Que o sujeito está com a casa sem reboco, mas torce para os Estados Unidos como se o exército americano fosse os Vingadores. E você acha que cercar o Brasil de bases militares tem outra estratégia envolvida no Slayer?

Rodrigo, Brasil, México e Estados Unidos são competidores naturais. Enquanto o Brasil existir com a profundidade estratégica que nós temos, nós sempre vamos competir com os Estados Unidos pelo mesmo espaço geoeconômico e geostratégico. Saindo da Ásia, como vocês estão vendo, o que sobra? Sobra o que eles consideram ser o quintal estratégico desde a Doutrina Monroe, que são as Américas.

Eles vão vir pra cima mesmo, está na cara. E com a quinta coluna querendo abrir os portões aí, né? Teve um candidato que teve esses dias nos Estados Unidos e já falou que ele vai abrir os portões mesmo de Troia. É, falou que... O cavalo de Troia já está aqui dentro. Com absoluto. Fiquem ligados, tá, pessoal? Daqui até a eleição vocês vão ver muita maluquice ainda. Você acha que tem algum candidato aí que representa o Trump no Brasil mesmo?

Tem certeza. Não falta candidato a representar o Trump aqui. Não, mas eu ouvi falar que tem um que, tipo, é dedo da Casa Branca mesmo. O Trump que fez a indicação. O Trump fez a indicação. É isso mesmo. É isso mesmo. E o nosso público aqui fica ligado, né? Ó, o Leandro Botelho mandou aqui a Abin é um puxadinho do exército. Cheio de lunático que acredita que estão lutando contra o comunismo.

Melhor que seja sucateada mesmo. Depois, vocês peçam ajuda aí pro Papa, pro Hulk, pra quem for, né? Isso é engraçado, né? As pessoas não concordam e querem destruir, sabe, comandante? Não pode jogar água de banho fora quando ele é junto. Rodrigo, olha só, o Irã, que nós estamos falando aqui, o chefe da SAVAC, que era brutal, foi treinado pela CIA e pelo Mossad, chamava Hussein Fardust.

perseguiu os xiitas dentro do Irã a mando do Shahza Parlevi massacrou, torturou tem relatório da Anistia Internacional dessa época falando que ele torturava as figuras pró-ayatolás dentro do Irã enfiando ferro de um lado da bochecha e saindo pelo outro um ferro quente assim que aconteceu a Revolução Islâmica

Ele foi mantido no cargo como diretor da SAVAC, que virou a SAVAMA, a inteligência iraniana dessa época. Por quê? Porque você não joga água de banho com o bebê fóler. Ele sabia muito, né? O nome dele era Hussein Fardust. Então é melhor a gente reformar a nossa ABIN do que destruir. Com certeza, e o Brasil já cometeu esse erro uma vez, tá? O SNI foi desmantelado e destruído, e grande parte do desastre estratégico que o Brasil vive hoje é fruto disso.

A nossa Abin, você tem conhecimento se ela investiga algum país fora do Brasil? Ela tem esse tipo de atuação? Olha, era para ter, mas pessoas ligadas à Abin já vieram a público falar que hoje eles estão basicamente só analisando notícia e informação recebida de informantes em campo. Eles não têm mais agentes atuando, por exemplo, no Paraguai, na Argentina, na Colômbia, coisa que o vale é por limitações.

Não tem nenhum país? Caramba, velho. Que escanagem. Desesperador isso aí. Ó, o José Luiz Souza. Comandante, através das suas lives, deixei de ter um tanto de ranço das Forças Armadas. Acha que falta comunicação melhor lá?

Falta, mas eu não sei se o pessoal quer melhorar, né, gente? Eu não me meto muito Força Armada Brasileira. Sabe por quê, gente? Porque não pediram minha opinião. Mas é bem simples. O dia que pedir opinião, eu te ajudo. Agora, eu vou me meter numa coisa que alguém pode chegar e falar Ah, mas a gente não te perguntou nada. Então, o dia que alguém chamar, você pode ajudar a comunicação social, eu te ajudo. Agora, como não me pediram nada, eu também...

Eu já tenho um dia bastante tumultuado, ainda vou arrumar problema? Eu não corro até de problema, gente. Os problemas é que correm atrás de mim. Graças a Deus eu tenho corrido mais rápido. Mas o dia que a gente... Eu acho a comunicação das forças armadas ruim, eu acho. Lenta, ruim, mal direcionada, a visão turva do que acontece, não entendem a sociedade, essa que é a verdade. E a gente poderia ajudar? Poderia ajudar muito.

Mas é aquela história, eu não vou chegar e assim que eu não faço crítica, eu não me meto no trabalho dele. Se um dia alguém chegar e falar, Robson, você pode nos dar uma assessoria? Eu assessoro, não tem problema. A gente vai ajudar, lógico.

Mas como nunca pediram, eu também não vou entrar de oferecido. Mas muito cuidado nas críticas, né, Comando? Porque já tem grupos no Brasil que realmente levantaram a bandeira de acabar com o Exército. Isso não vai acontecer, Rodrigo, mas é o reflexo da comunicação. Mas o cadeia, descredibiliza, toda ação que ele faz está ruim, porque é isso.

É isso que ele está falando, sucateia, porque o parlamentar não conhece o funcionamento das Forças Armadas. Eu estive em várias oitivas no Congresso e o parlamentar não conhece. Mas por que não conhece? Porque a comunicação não é boa, é uma verdade. Gente, comunicação é um serviço e tem que ser feito por profissional, a gente quer dar. Não adianta você pegar... Eu tive um caso uma vez, e tinha um sargento que gostava de informática.

E aí os caras brigando com ele, porque não tinha. Eu falei, vamos pegar esse cara e vamos dar uma especialização para ele. E eu mandei ele para vários cursos. E ele ficou bom, ele safava tudo quanto é problema do quartel. Porque é assim que as coisas têm que ser. Você tem que pegar o especialista. E outra, a Souza Amado tem um problema muito sério, que é a troca de função. Então o cara fica um ano, dois na comunicação. Depois ele sai e vai cuidar do paiol de munição.

Aí quem entra não tem tanta experiência. Eu acho que o cara que é da comunicação tinha que estar sempre trabalhando ali. Eu gostaria muito de poder ajudar, mas eu não me meto em coisa que eu não sou chamado, cara. Entendeu? Eu acho que hoje, como Arte da Guerra, um dos maiores canais militares do Brasil e de língua portuguesa, a gente teria condição de ajudar muito os militares.

Mas é uma coisa assim, que você tem que ser chamado. Você não pode chegar e ir lá e... Ah, não, eu também não faço crítica, não me meto. Você entende a posição da gente. A gente tem uma atitude de respeito e distanciamento, mas o dia que chamar, eu sempre procuro ajudar. Às vezes o pessoal me pede, você divulga aí, divulga. Eu queria ajudar mais o meu país, gente. Mas é difícil.

Ô, Rodrigo, pegando um gancho aqui, o comandante falou do GIAP. Vou falar algo de outro grande teórico militar que conversa diretamente com isso. Klaus Evitz, pessoal. Segundo Klaus Evitz, toda força beligerante é composta por um triângulo de governo, povo e forças armadas. Não deixem o povo ficar desalinhado nesse triângulo. E está desalinhado. Está desalinhado. Eu vejo pelas críticas. Porque você coloca em risco o seu país.

Coloque em risco o seu esforço beligerante, a sua projeção estratégica e o seu país. O Mr. Vagabundo Iluminado, comandante, é um grande professor de todos nós. O que mais amamos no Brasil. Ele falou que o senhor está parecendo com o Rambo hoje. O Cross Cruz. Sabotaram um programa brasileiro de foguetes em Alcântara? Quer responder essa bomba aí?

Na minha opinião, sim, mas não tem como a gente provar, né, pessoal? Mas eles falam que foi a França mesmo, assim, tem isso? Rodrigo, não tem como a gente saber, porque não tem análise forense de campo séria, entendeu? Então, assim...

E qual era a importância de ter essa base em Alcântara, em lógica, além de ter a tecnologia? Esquece a base. A questão é que com capacidade de lançamento de foguetes e mísseis avançados a esse nível, o Brasil vai oferecer, digamos assim, que vai levar a sua disputa estratégica. Caso tenha uma elite competente, com mentalidade para isso, com os Estados Unidos, é outro patamar, entendeu? É o que o Irã está fazendo. É o lançamento de foguete. É o que o Irã está fazendo.

Mas não tem uma questão de localização ali também, não? O comando já ouviu me falar que lançar por Alcântara é melhor. Eu já ouvi isso, mas estou fazendo uma digressão aqui do caráter estratégico. Não do aspecto comercial que o pessoal...

É que a teoria que a gente ouviu de sabotagem é que você tem uma base de lançamento na Guiana e a gente teria uma aqui. E a nossa, pela localização global, seria mais fácil de chegar no fator de... fora da estratosfera, por exemplo.

Mas a questão não é essa. E aí a França sabotou porque ela queria fazer esse tipo de serviço. Não, pode ser isso, pode ser o que eu falei. A questão é que o Brasil, tendo um programa de mísseis e foguetes robusto, ele tem capacidade de desenvolver uma doutrina de que é o que o Brasil precisa. A2AD, anti-acesso e negação diária. Para fechar o Atlântico Sul para os Estados Unidos da América, entendeu?

Não é a Marinha Francesa que vai vir causar problema na nossa costa. A Marinha Francesa dá conta nem de si. Se vocês querem saber o que é o desmanche dos projetos militares latino-americanos, vocês procurem a história do míssil Condor da Argentina. A Argentina tinha um míssil fodido, que era feito em parceria com a Arábia Saudita. Era o melhor míssil das Américas, o míssil Condor.

E fizeram o diabo para esse místio ser desmontado. Tinha um brigadeiro, eu conheci esse cara um gênio, o Crespo. Ele está vivo ainda, deve estar muito velhinho na Argentina. Brigadeiro Crespo. E esse cara, ele trabalhou, ele foi o arquiteto, a força intelectual dos ataques argentinos na Guerra das Malvinas, dos ataques da aviação.

E depois ele estava olhando esse projeto do Condor. Ele era um cara fantástico. E ele fez de tudo para desmontar o projeto. O projeto do Condor morreu. Mas se a Argentina tivesse esse projeto aí, porra, era um negócio foda. Então, a América Latina é sabotada de tudo quanto é lado, né, gente? Ali, eu queria ter te perguntado, com esse projeto dos Estados Unidos de cuidar do quintal dele, como é que vai ficar Cuba nessa história?

Rodrigo, se os Estados Unidos quiserem derrubar Cuba, não tem muito que Cuba possa fazer. Cuba tem problemas econômicos e estratégicos endêmicos. Agora, sendo bem sincero, do ponto de vista estratégico, não faz sentido os Estados Unidos quererem derrubar Cuba. Cuba é uma peça de propaganda para os Estados Unidos ambulante, que eles amam falar mal de Cuba, etc., que é um país pobre, não industrializado.

Cuba não tem sistemas de armas que ofereçam problema para os Estados Unidos. Cuba não tem ativos estratégicos, recursos naturais, que os Estados Unidos possam querer. Entendeu? Então, assim, é uma questão do Marco Rubio, em específico, porque a diáspora cubana nos Estados Unidos vive em função de odiar Cuba.

Então provavelmente é o projeto de vida dele Que ele agora encontrou É o fiel da balança para a eleição de vários presidências É de aspas para a cubana em Miami Mas os Estados Unidos não vê um problema de algum país Ajudar Cuba e Cuba se reerguer E isso não é um problema? Rodrigo, Cuba não tem profundidade estratégica Não tem recursos naturais Tem problemas históricos Com acesso à energia Entendeu?

Só se alguém decidir colocar mísseis em Cuba, mas está longe. Está longe disso. Então Cuba não representa problema nenhum para os Estados Unidos. Então deixa Cuba ali que eu vou mostrar porque o comunismo não deu certo, para o americano ver. É propaganda. Nós sabemos que o Fidel cometeu alguns erros, obviamente, mas o que arrebentou Cuba foi o embargo, nesse caso. Se você acredita no livre mercado, então deixa Cuba fazer comércio com todo mundo.

Mas, de qualquer modo, como eu falei, do ponto de vista estratégico, não faz diferença, entendeu? Não faz nem sentido. Aliás, é uma canalice muito grande da extrema-direita brasileira dizer que o comunismo não funciona em Cuba. Mas, pô, com um embargo desse aí, ninguém consegue fazer nada. É uma canalice, uma canalice intelectual, como é bem afeta esses caras aí.

Eles sem canalice intelectual Eles não conseguem nem respirar O Sadraque Carvalho, muitos criticam As fragatas classe Tamandaré Porque ela tem 12 células Não são células Tamandaré carregam 4 mísseis por célula Que dá 48 mísseis no total

Mas para uma fragata é razoável. O Zarleberg americano, que é muito maior, tem 96. Aí é 48 contra 96. Mas é o começo, gente. Não tinha nada parecido. Eu só vejo um problema com a Estamandaré. É se não tiver continuidade. Porque eu falo sempre isso. De Tenente Boy, a Comandante Encanecido, eu vi umas 4 ou 5 Marinhas. Tinha a Marinha das Niterói, morreu. A Marinha dos IKL morreu. A Marinha dos Porta-Veões morreu. A Marinha das Inhaúma morreu.

Então tem que ter continuidade. Ah, o projeto não é tão bom? Não é tão bom, mas uma hora ele vai ficar bom. Então eu acho que o Brasil tem que investir no Fuzil IA-2, tem que investir nessas fragatas, tem que investir na Vibrais, tem que investir nos blindados, a IVECA, essas coisas que a gente fabrica aqui. Guarani, né, comandante? Guarani, né, comandante? Guarani, exatamente. Uma hora a coisa vai ficar boa.

Você não vê o Irã? O Irã começou com um drone simples. Olha o que eles têm. Isso aqui é um Gueran, tá, gente? É a versão russa do Shahid, mas é a mesma coisa. Isso aqui é grande pra caramba. Estamos indo a uma Asa Delta. Eu vi um de perto em Stalingrado. Então, assim, todo projeto militar de sucesso é evolutivo, pessoal. Ele é evolutivo. Ele não começa acertando. Ele é evolutivo. Isso aqui, ó. Isso aqui.

Isso aqui, o B2 americano, é uma evolução da asa voadora alemã da Segunda Guerra Mundial, do Horten. O americano não criou isso aqui. Ele evoluiu de um projeto alemão. Então vocês têm que olhar uma coisa. Quando o Brasil tem um projeto, vocês têm que botar a fé e ir pra frente. Um dia eu tinha um tonto enchendo meu saco lá no canal, porque o fuzil ia a dois, não sei o que, porque eu atirei, porque isso, porque aquilo. Cara, eu vou dizer uma coisa pra você. Essas merdas, esses papos de vocês aí, que o cara se julga técnico, fuzil.

Isso é muito bom pra clube de caque, que o cara vai lá num sábado de tarde, dá os tirinhos dele lá, depois ele vai tomar uma coca, fazer um lanche. Pra quem é soldado, você tá preocupado com uma coisa, cara, o peso dessa merda. Depois de 30 quilômetros, tá de saco, quer pegar o fuzil, quer pegar e dar em cima de uma árvore, de tanto que aquilo vai te machucando, vai te cansando. Você tá preocupado com o peso, cara. E outra coisa, a gente como soldado, que você chega pro soldado e fala assim, meu camarada.

Tá vendo aquela árvore? E tá vendo aquele poste? Entre aquela árvore e o poste, não passa nada. Do que passar, você atira. É assim que as coisas funcionam na infantaria. Esse negócio... Porque se o fuzil tem tanto de distância de alça pra mira... O soldado tá cagando pra isso, cara. Isso é coisa de quem nunca foi infante na vida. É papo de quem não foi infante. Porque o papo do infante é o seguinte. É o peso dessa merda.

Porque uma coisa é certa, meu amigo. Você dá um tiro num sábado no clube de disco, você está descansado, você está tranquilo, é uma coisa. Você carrega o fuzil ali no máximo instante. Quando você marcha com fuzil por 35 quilômetros, brincadeira outra. Sujo!

cansado, de saco cheio ainda tem um instrutor filho da puta que vai mandar você carregar um rádio além do fuzil, o rádio olha lá se não tiver uma placa de morteiro ou um suporte de magra então para de falar bobagem é muita bobagem isso é papo de clube de tiro no sábado à tarde agora esses fuzis ficaram mais pesados eles estão implantando uma

uma rede nele ali pra drone? Isso é real mesmo? Cara, eu não sei se você lembra lá em China, na China, os caras com drone direto. Você que perguntou pro cara, você parou lá. É verdade, os caras tinham uma arma lá pra interceptar, pra interceptar o drone, né?

Tem uma vantagem, né? Mas ele é drone comercial, com certeza, né? O drone de guerra é o que o Farinazzo falou. Ele tem muito mais tecnologia. Não, Roberto, mas esses drones aí que eles usam na guerra para perseguir soldados, aquela arma ali, e se vier um ali, pá...

na hora. Depende do drone. São camadas. Você vai ter a metralhadora fazendo a defesa, você vai ter a espingarda, você vai ter essa arma aí, você vai ter a interferência eletrônica. São camadas. E depende do drone, depende da guiagem do drone, depende do material do drone. E aí hoje em dia, vou ser bem sincero, com toda defesa de drone que você tem, o negócio é assustador. Drone é uma coisa assustadora.

E agora os caras ainda adaptaram uma redinha no fuzil. Não, mas nos veículos agora tem tudo. É, mesmo assim. Tipo como se fosse uma blindagem. Robertinho, eu vou dizer uma coisa para o senhor. Você tem muita coisa para enfrentar drone. Mas, apesar de tudo, cara, é a arma mais perversa que a humanidade já criou até hoje foi o drone. Porque ele entra em qualquer lugar. Ele entra em uma sala dessa aqui, cara. Ele entra em uma sala. Você não tem como esconder.

Então, assim, por que o pessoal fala a Rússia está lutando há quatro anos, não avança? Não tem como avançar, cara. É avanço mínimo que você faz, porque as perdas vão ser grandes. Na minha época de tenente, como é que a coisa era? Pô, você ia pra uma Zé, uma zona de reunião, que era um fundo de barranco ali que você ia, aí todo mundo deixava as mochilas ali, ficava só com fuzil, granada, etc. Reunia o pessoal, o tenente dava as últimas horas, a gente avançava em linha. Você não faz mais isso, cara.

Como é que você vai fazer? Avançar em linha? Sem homens? Vê um drone lá e ele janta todo mundo. Que é o que o americano vai pegar na hora que ele entrar no Irã, cara. Mas será que ele entra como? Não sei. Eu espero que entre. Mas a região do Irã... Porque desde que o Trump começou a fazer essa bobagem aí, eu já ganhei 17 mil inscritos. Se o americano entrar lá, eu vou pra 600 mil. Se ele for estúpido o suficiente pra fazer isso aí, eu não faria isso.

Eu não faria isso mais. E outra, hein? Você quer uma coisa interessante? Toda a invasão do Irã que deu certo, toda, ela veio de leste para oeste. O americano vai ter que invadir de oeste para leste. Você já olhou a topografia do Irã? É o que eu ia falar agora. Vamos fazer aqui uma análise. Eu até acredito que ele consiga concentrar meios e vetores ali.

E tomar uma cabeça de praia. Eu também acho. Mas e depois? E depois para transportar tanque, blindado, logístico? Fora que essa cabeça de praia vai receber uma atenção do senhor Kohan Shah. Exatamente. Mas se ele entra por Irã, por onde que ele entra aqui? Então, mas é todo rechado de montanhas, não é? Ou aqui.

Ele vai tentar o Straight Jormuz mesmo? Dizem que sim, mas pode ser um movimento diversionário, porque do ponto de vista estratégico seria uma medida arriscada para caramba. Primeiro que eu não acredito na Ilha de Carga. Acredito que seja mais provável em Bandarabás ou Xabarrá, que está mais para cá. Mas mesmo assim, eles podem estar reforçando a posição em Dibut para atacar o Iêmen e está professando que vão fazer uma invasão no Irã.

podem tentar retomar as bases no Iraque, estão fingindo que vão fazer uma invasão ao Irã, nada garante. Mas assim, do ponto de vista estratégico, é problemático. A chance disso aí dar problema... E considerando que esse governo genial nunca teve uma ideia brilhante até agora, a gente não pode esperar que venha alguma, não.

Uma invasão dessa envolve quantos soldados? Ah, pode botar aí de início, né? De início, pode botar aí de 150 mil pra cima. Ele só conseguiu reunir 20 até agora. Só tem 20. Só 20, comando. E o exército ainda tá com aquele problema de perder soldado todo dia lá nos Estados Unidos. Ô, Rodrigo, essa semana, em segredo, eles foram lá e aumentaram a idade de recrutamento em 6 anos.

É, eu vi lá, foi 40 e pouco, né? Sim. Caramba, não tem efetivo, Marcos. Cara, não tem. Não pensa nessa questão. Vamos supor que ele juntou o efetivo. Vou invadir o Irã. Beleza, sou bravo. Fez uma concentração de fogo ali em Bandarabas, em Xabarrá. Botou o F-35, bombardeio, tudo pra atacar. Fez um mega ataque naval, desembarcou a tropa. Teve ali baixas e tal.

E depois, meu amigo, para levar blindado, tanque, munição... Extrair ferido, levar plasma, levar comida... Porque assim, guerra é logística. Guerra é logística. Pensa mais na logística que na tática. E nessa posição aí vai estar sob alcance não só dessas armas que citamos aqui, mas da artilharia convencional iraniana, das metralhadoras... Deixa eu te contar a história.

Tinha uma época, eu era comandando uma companhia de caminhão. A gente fazia logística. E aí, a gente tava operando na ilha da Marambaia lá. Uma noite, meu pessoal foi levar comida pra companhia. Eu falei, eu vou com vocês hoje, tá? Tá de saco cheio lá de ser comido vivo por mosquito no PC da companhia. Eu falei, eu vou com vocês lá. E a gente vai, cara. Porra, tinha chovido? Tinha lugar que você passava com aquele caminhão réu de 5 toneladas?

Bichão, a água chegava quase no soalho do motorista. Aí chegamos no local, chegamos com comida quente. Pô, a tropa adora aquilo, refeição quente. E para achar essa tropa? E parou o caminhão, aí descarregamos aqueles latão de comida, os caldeirão de comida, e para achar essa tropa no meio do mar.

A sorte que o comandante da companhia de infantaria, um cara safra, ele pegou uns pedaços de papel higiênico e prendeu em umas moitas lá. A gente conseguia seguir mais ou menos a trilha do papel. A gente conseguiu achar. Aí você acha um sargento ali. Aí ele pega. Não, eu estou com três caras aqui. Tá bom. Aí você paga os três. Onde está o resto do pelotão? Ali, está vendo? Ali tem o fulano. O fulano, às vezes, dava um clique com isqueiro. Você ia achando os caras. É noite, cara. Precisa pagar a comida para os caras. É inferno, cara. É o verdadeiro inferno.

Você pagar a comida. Coisa simples. Em tempo de paz. Nós estamos em paz. A gente vai nos ensinar nisso aí. Foda, cara. Entrincherar ia ser muito difícil sob fogo desse jeito. Assim, a gente não diz, né? Lógico, que é impossível. Não dá pra dizer que é possível. Mas assim, essa guerra não está indo bem, cara. Você tem que fazer um esforço muito grande. Tem que ser muito estúpido.

ou trabalhar numa rede de televisão dessa daí, nessas redes de TV grande, para acreditar que essa guerra está indo bem para os Estados Unidos. E deve ter bunker espalhado para tudo quanto é lado. Linhas defensivas, né? Linhas defensivas, assim. Fortificações. Os caras chegam e cavam da noite para o dia. E a topografia ajuda, né? Que é tudo montanhoso aí.

Foda, cara. Assim, Rodrigo, sendo bem sincero, Netanyahu levou essa guerra pro Bush em 2008, o Bush não quis. Levou pro Obama, o Obama não quis. Levou pro Trump, no primeiro mandato, o Trump não quis. Assassinou o Kassim Suleimani, tava ali pra iniciar uma guerra e deu pra trás e demitiu o John Bolton. Por causa disso. Levou pro Biden, o Biden não quis. Agora ele encontrou o Trump aí em estado de senilidade.

a ponto de entrar aí na guerra pra ele, né? E cometer o que todos sabiam que seria muito difícil. É um projeto do Netanyahu isso. Mas tu acha que é porque tem muito sionista no governo Trump e por isso ele peita isso daí? Ou realmente rolou uma chantagem do Mossad de, ó, tem material teu aqui? Eu acredito... Então vai misturar o misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo de misturo

Não acredito que seja chantagem, acredito que é só burrice mesmo. Eu acho que é uma condição de burrice com vaidade. O Netanyahu é um cara sedutor. Eu sempre falo assim, não subestime o Netanyahu. Ele é bom pra caramba, ele joga bem, puta de um jogador.

Eu acho que o H dele no Trump... Mas os Estados Unidos tem bons generais, bons estrategistas que estavam alertando o Trump ali. Rodrigo, a Tulsi Gabbard, antes dessa guerra, veio a público falar que antes dessa fase da guerra, antes da guerra dos 12 dias, veio a público e falou que o Irã não está em condições de desenvolver uma bomba atômica. O Trump foi a público e desmentiu ela, falou chefe da CIA.

O general Dan Cain assessorou ele e falou, olha, vai ser muito difícil, etc. O Trump está mais senil que o Biden, na minha análise. Ele está muito doente. Quando o Netanyahu atacou a embaixada do Irã em Damasco, você lembra que houve aquela escalada, a retaliação iraniana?

Israel parou de retaliar e atacar porque o Biden deu um chega para lá. Foi até aquela época que o Netanyahu veio à pública e falou, não há problema, vamos guerrear sozinhos, etc. Agora ele encontrou um mais senil que o Biden, para levar adiante a... Mas assim, Wally, eu só não entendo uma coisa disso tudo. Você vê, o Netanyahu é um cara esperto, não dá para dizer que esse cara é burro. Ele é um mestre da área de sobrevivência. Qualquer um de nós teria caído já no lugar dele.

Não vai ter como dobrar o Irã, velho. Não vai ter como. Eu não consigo entender o que deu nele, cara. Porque não vai dar. Isso tem profundidade estratégica. Tem 90 milhões de habitantes. Pô, cara, às vezes não dá pra entender. Juro pra você. Eu não consigo entender o que deu nele. No Trump eu entendo.

Não é para se manter no poder, porque ele tem um problema ali. Só que o que aconteceu com a Palestina ali, ele não pode sair dos conflitos mais. Se ele sair, vai ser julgado. Mas ele mordeu mais do que ele pode mastigar, cara. Essa é a opinião que eu tenho. Eu não acredito. Essas bobagens que os caras falam destruirmos os terços dos místicos. Como é que você sabe, cara?

Como é que você sabe? Você não sabe nada. Comandante, tem silo de mísseis aí que eles já atacaram quatro, cinco vezes. Será que é porque ainda tem mísseis saindo deles? Ah, tá. Sim, sim. Ou ali, assim, é óbvio que os Estados Unidos estão tendo muito mais prejuízo nessa guerra que o Irã. Mas o Irã ainda está gastando grana com isso. A gente ouve que está com problema de inflação dentro do Irã, problema econômico. O Irã tem grana para continuar essa guerra há muito tempo?

Tem o pedágio, que está sendo cobrado no Estreito de Hormuz. Acho que é 2 milhões por navio. Sim. E que acredito que vai permanecer ad eternum aí, porque os Estados Unidos não vão pagar a reparação pela guerra. E o Irã provavelmente vai tirar nas costas do Golf inteiro aí. E o Golf não tem o que fazer. Está vendendo mais petróleo do que no início da guerra e a um preço maior. Então está basicamente seguindo a mesma estratégia da Rússia.

se vai dar certo ou não, vamos ver nos próximos meses. E além disso, claro, tem aí algum apoio chinês.

E internamente essa inflação realmente existe dentro do Irã? Rodrigo, provavelmente existe, mas isso aqui é meio passivo na ciência política. Em cenários de guerra, esses problemas tendem a ser apaziguados pela população em frente a um inimigo externo. Tanto é que a Argentina, quando era o governo do Videla, o comandante na época da Guerra das Malvinas... O Galdieri.

Quando começaram a ter problemas internos eles foram buscar a guerra exatamente para ter mais coisa no interno.

É porque se você acreditar, que é o que eu falo, que vale para o Irã, vale para a Ucrânia e vice-versa. Se você acreditar que o Irã vai cair, você acreditar que a Ucrânia vai cair também. Ela está lá há quatro anos. Quem te garante que o chinês não vai falar, vou bancar essa coisa aqui, cara? E aí? Porque não é muito caro para o chinês também não, cara. Os caras falam, destruí todos os místicos. Você garante que não está entrando místicos da Coreia do Norte, da China?

Os caras vão e pintam lá em farsa. Pronto, cara. Acabou. Míssel iraniano. Você vai ter que acreditar que é iraniano. Rodrigo, você não tem... Eu vou te falar uma coisa. Você não tem como rastrear. Eu vou te contar por quê. Pouco tempo atrás, caiu um charide desse aqui na Ucrânia. Aí, uma oficina desmontou o charide, que estava inteiro, e mostrou de onde vinham as peças.

O pistão estava raspado, você não sabia de onde era. Uma outra peça vinha da Índia. A outra vinha do Japão. Outro da Coreia do Sul. Provavelmente peças da China. Cada um não tem dono. Lembra que eu te falei que toda indústria militar tem uma indústria civil adjacente? É. Como é que você vai rastrear isso aí? Não tem como.

Então assim, você dizer, ah, eu acabei com o estoque do Irã, boa sorte, cara. Quem te diz que eles não estão importando? É o que ele falou do Tajikistão, dessa fábrica. Essa fábrica existe. Outro dia eu vi uma foto, não sei se é verdade, se eu vou ver aqueles comboios do Tajikistão. Sim, sim, do Tajikistão. Esses eram do Aze. Aliás, do Tajikistão, sim. Então. É mandando ajuda humanitária para o Irã. Ajuda humanitária. O senhor Shahid e o senhor Guernan.

Ó, vamos lá. O Mário Souza mandou aqui. Comandante, comandante está abrindo a mente do Exército Civil, nossa sociedade. O Soucil. Quer acabar com o assistencialismo social? Precisamos de projeto de país. Acabe com bolsa banqueiro, rentista, bolsa latifund, plano safra, com bolsa jatinho, maus do BNDES, que a economia volta a respirar.

Marcos Oliveira, 15 mil pessoas vendo o programa. Me dá esperança. Valeu. A gente vai mudar o Brasil. Ele é lento também, né, cara? Não estamos mudando pra hoje. Não estamos mudando pra hoje. É como eu disse. Você pega um José Bonifácio da vida. Uma pessoa que fez pra caralho pro Brasil. Faz 200 anos que as mudanças dele estão aí. Então a gente não pode pensar. Tem uma frase que eu gosto muito, né? Diz que o homem que planta macieiras ama outras pessoas além de si mesmo, né? Então a gente tem que plantar as coisas. Alguém vai colher um dia, cara.

Mesmo que essa pessoa não reconheça quem foi que plantou, mas ela vai ter uma vida melhor. É isso que a gente quer. Eu ia dizer um ditado parecido, comandante. Quem planta tâmaras não colhe tâmaras. Exatamente. Eu acho assim, a gente tem que deixar um legado. A gente tem que deixar um legado. É uma questão de humanidade, cara. É uma questão de gostar das pessoas. Agora, é lento mesmo, né?

Pô, tem um cara aqui que eu quero juntar com vocês, velho. Meu camarada Machado, orientação marxista, mandou aqui parabéns pela live, alto nível. Um abraço pra ele, Machado. Um abraço pra ele. Pô, esse é da hora vocês com ele. Acabei de comprar outra briga pra você hoje de manhã, viu, Machado?

Tem maluco oferecendo curso de sobrevivência em caso de guerra nuclear. Como sobreviver nos esgotos? Bossoloides comprando. Equipe docentes baratas. Caramba, velho. Lá em Israel tem bunker pra todo mundo?

Não, não tem, até porque em virtude da guerra tem muito trabalhador de fora, do Sri Lanka, da Índia, etc. Esses aí se fode, a hora que chega lá, cai uma bomba e não tem o lugar de ir. Mas eu acho que esses bunkers tinham efetividade com os ataques do Hamas ali, acho que o ataque do Irã não...

o bicho tá pegando ali, né, pra banca. Cara, não tem como a gente estimar, porque a população num período... Naturalmente, a população israelense já é diaspórica, né? E num cenário desse é muito fluido, entendeu? Quantas pessoas vão estar em Israel? Não tem como... Não dá pra saber. Leonista, comandante, comente sobre o AVTM 300. Gente, olha só. Tudo é possível se você tiver investimentos de governo.

e mentalidade e alguma tecnologia básica que a gente tem. A tecnologia a gente já tem através da Vibrais. O que falta agora é investimento, gente. Eu acho que vai haver, indiretamente, um despertado das Forças Armadas.

para saber que a era do avião está chegando no fim, a era do porta-aviões está acabando, e que é a era desses bichinhos aqui, dos drones e dos mísseis. Então, acho que esses projetos vão ter futuro, mas a gente tem que fazer isso, essa mudança de mentalidade. Não dá para comprar mais equipamentos nos Estados Unidos que é o equipamento mais caro do mundo.

É muito caro por causa da corrupção americana. Super faturado. Por isso que eu falo, cara, quando eu vejo um idiota falando ai, o fuzil IA2 é ruim. Pô, cara, para de falar bobagem. Vocês têm que estimular a indústria para uma hora ela vai fazer uma coisa boa. O russo hoje, na minha opinião, faz o melhor tanque de guerra do mundo. É um tanque leve e compacto que atira bem.

carregador automático, pouca pressão no solo, tanque baixo. É o melhor tanque do mundo, para mim é o russo. Agora, eu acho assim, você acha que a Rússia começou acertando? Olha, Rodrigo, eu tenho uma coleção, quem faz para mim isso aqui é o Fernando do Rastro da História. Quero mandar um abraço para ele. Depois vocês entrem lá, Rastros da História, que é eles que fazem todas as maquetes do Arte da Guerra. Então, maquete de tudo que você pode pensar lá. Então, por exemplo, a minha especialidade que é tanque,

Eu tenho uma porrada de... Os primeiros tanques russos até os mais modernos. Tem tudo em maquete lá, a escalão 35. Uma coleção enorme. Enorme mesmo. Mas é uma coleção gigantesca. Se você olha os primeiros tanques da Rússia, é uma porcaria, cara. É uma porcaria, mal projetado. Se deram mal na Guerra da Finan. Mas vai vendo. Os caras foram evoluindo, evoluindo. E chegaram no T-34, que é uma maravilha.

maravilha, fazia, era um tanque assim, medíocre, você olha, ele é medíocre, mas faz tudo o que você precisa, tudo o que você precisa ele fazia, o T-34 fazia, então, mas por quê? Porque eles acreditaram e foram desenvolvendo, é o que eu falo sempre, o projeto militar é evolutivo, você não acerta na primeira, não é um casamento, você vai chegar, casei com esse projeto, não, ele vai evoluindo até chegar no ponto que você quer.

E qual é o tanque mais moderno da Rússia hoje? Ah, eles têm aí, tem o Armata aí, mas... A espinha ainda são os T-72, T-64. O T-64 eles erraram um pouco a mão porque era muito modernizado. Aí acabou dando problema. Tem muito T-80, que é uma versão modernizada do T-84.

do t64 eu acho que 72 cara eu admiro muito aquele carro eu acho que uma perfeição tecnológica assim o a família que começa do t54 para frente que vem depois de 54 55 62 64 72 80 90 a mata

Cara, você vê uma evolução fantástica, o carregador automático, o tanque é baixo, ele é baixo. Você pega os tanques alemães, um tanque alemão pesa, o Leopard que a gente tem, quase 70 toneladas. O carro russo pesa 42. Tire suas conclusões. Quem é que você acha que vai assudar na lama da Ucrânia?

Porra, cara, então eu vejo a coisa dessa forma. Mas por que chegaram nisso? Porque é um projeto evolutivo, cara. Um projeto evolutivo. Tudo que vocês veem em mísseis, não se iludam. Tudo que vocês veem de mísseis, o Scud, os mísseis iranianos, vem de um único projeto, é a V-2 alemã. A V-2 alemã deu origem a todas essas famílias. Torna a dizer, essa coisa que vocês admiram tanto nos Estados Unidos, é a evolução do Hortem alemão.

Então, vocês têm que acreditar nisso, que os projetos vão evoluir, cara. Ah, o IA-2 não é um fuzil bom. Não, pode não ser agora, mas daqui a 10 anos vai ficar bom, cara. Vai trabalhando sempre nele. Agora, se você pegar um projeto, já jogar fora e começar tudo de novo... Porque se você for trabalhar em projetos... Olha, eu falo porque eu tenho muita experiência nisso aí, cara. Modéstia à parte, eu tenho. Foram 8 anos trabalhando em projetos militares. Essa área eu trafego com tranquilidade nela, porque eu trabalhei muito nisso.

Se você for partir do zero no projeto, você gasta muito dinheiro. Então o melhor é a linha evolutiva. Na verdade, a melhor linha de projeto é do chinês. Ele compra o teu, desmonta, copia, faz igual e depois faz melhor, faz mais barato. É o melhor mesmo. Se você tiver um pouquinho de... Você for um cara mais preocupado, com ética e tal. Então você trabalha na linha evolutiva. A melhor linha é do chinês. Agora o mais estúpido...

É o que nós temos aqui no Brasil, que a cada 20 anos você reinicia as forças armadas do zero. Só corroborando um pouco o que o comandante fala, tem um país na Europa que até hoje não usa caça F-35 e não tem caça de quinta geração. A França. A França prefere seguir comprando o Rafale, que é de geração 4,5. Que é dela, né? Exatamente. Quem está certo.

Não existe equipamento e arma mágica, tá, pessoal? Existe boa doutrina e existe equipamento produzido em solo nacional que gera emprego e divisa em solo nacional. Guerrear com arma dos outros é simplesmente depender dos outros para projeção estratégica. Pergunta aí para os argentinos como deu certo ali nas Malvinas. É o míssel Exocê, né, comandante? Se ferraram, cara. A Coreia do Norte lançou uns tanques agora, né? Sim, sim.

Mas a Coreia do Norte é como o Irã. O poderio deles vem dos drones e dos mísseis. A força terrestre é mais auxiliar.

Você tem visto o Kim Jong-un aparecendo com a filha dele, atirando, andando no tanque? O que você acha disso daí? Está preparando a sucessão dele? Cara, pode ser isso, pode ser peça de propaganda, entendeu? Não dá para saber. Nem tudo é geopolítico e é passível de interpretação estratégica.

Ó, o Rony Carneiro mandou aqui, tanta informação importante, principalmente em relação a outros países do ponto de vista militar. Parabéns pela live. Francisco Ferreira Filho, nossas algemas estão na Faria Lima, que suga um trilhão por ano com a Selic desastrosa e financeirização. É uma arma do império. Rodrigo, só um comentário sobre isso aí. Boa tarde.

A boa literatura econômica, pessoal, ela estabelece ali que a inflação é influenciada pela expectativa de inflação. De 30% a 35% do valor da inflação é estabelecido por um negócio chamado expectativa de inflação. O que vocês acham que acontece com juros e inflação quando você tem um... Como é que é o nome? Estou cansado, esqueci aqui.

Um boletim Fox errando 16 das 21 previsões. Nossa senhora. É ou não é uma máquina feita para o especulado ganhar dinheiro? Manipulado, né? Manipulado. Por isso que eu falo. Esses caras querem ter o povo na rua protestando, falando da Havaiana, essa porra toda, é lógico. É, precisa, né, comando? Precisa, é necessário. Para desviar o foco e a atenção. Outro dia um amigo meu falou, eu não me vendi. Eu falei, não é que você não vendeu, você foi comprado e não foi pago.

Não é que você vendeu. Já compraram você e não vão te pagar. Você vai pagar. É você que vai pagar pelo seu atraso. O melhor ativo de inteligência é o que nem sabe que é ativo. Exatamente. Ronaldo Alves, cola com o comandante que é sucesso. E o Antônio Carlos Freitas, o que vai rolar de corte nessa live?

Não tá no mapa. E falando de cortes, galera, o Três Irmãos tem um grupo que é uma batalha de cortes. E a gente paga essa galera todo mês aí. Quem faz bons cortes, tem muita visualização. A gente gasta aí quase 10 mil reais por mês.

dividindo entre os melhores cortes. Tem uma pessoa que cuida dos editores, ensina a fazer corte, ensina a postar e ensina a monetizar nas redes sociais. Então tem cara fazendo corte do Três Irmãos aí que já está ganhando 3, 4 mil reais por mês fazendo corte, monetizando nas redes sociais e postando esses cortes. Se você quer fazer parte desse grupo, tem um link na descrição também. Você clica nele, vai entrar lá, o Daniel vai cuidar de você, vai te ajudar e eu espero que você se dê bem com isso aí.

Deixa eu dar meu estímulo desses cortes aí. Eu vejo, de vez em quando, o Rodrigo manda pra mim corte pra ela com meio milhão de... Eu falei, mas da onde veio isso? É lá dos três irmãos. Então, olha, gente, é uma máquina que vocês não têm ideia da máquina de corte dos três irmãos. Eu falo pelo seguinte, Rodrigo. Eu acho que os cortes de vocês acabam tendo mais visuações que o meu canal. O corte de vocês. Ontem mesmo, essa madrugada, me mandaram um corte aí.

de uma participação minha aqui que eu falei da marinha americana não entrando no Stade Ormuz. E estava com não sei quantos milhões de mil views lá, sei lá. É negócio de louco, cara. Essa turma que tem habilidade, entra lá, fala com o Daniel que vale a pena para vocês. E eu acho legal o comando, porque entra gente do zero, assim, sabe? O cara que, pô, quer ganhar uma grana extra e realmente não estamos ludibriando ninguém, não é? Lógico, você não vai ganhar grana de graça, você tem que aprender, você tem que calar, mas o Daniel vai te ensinar e eu vou te ensinar.

E tu vai postar aí e se der bom, tu vai ganhar grana. Então, acho que vale a pena e ajuda muita gente aí. A gente já formou vários editores aí. E vocês estão transformando o Brasil com isso também, tá, gente? Porque muita gente está mudando a cabeça graças a esses cortes aí. Com certeza. Pessoal, o podcast Três Irmãos é a casa do nacionalista brasileiro. Eu acho que foi um podcast que reinventou a maneira de fazer podcast no Brasil.

O Markel Ferreira, live espetacular. Dois analistas feras e dois entrevistadores feras. Obrigado. Estamos num ano emblemático para o futuro do país, para a nossa soberania. Nossa, o quanto eu estou preocupado com isso. Skolibilo, em caso de conflito que envolva o Brasil, é possível usar os Mareia Turbo e os Peugeot e converter eles em bomba de larga escala?

precisa converter, ele já é bomba é só usar vou pegar o gancho, comandante, você viu que dia desses eles fizeram um lançador de míssel adaptado era um Passat no Iraque foi utilizado no ataque à embaixada americana tinha a foto dele assim

todo em chamas depois do ataque, né? Obviamente atacou uma vez. É, tinha muito Passat no Irak. Atacou uma vez e pegou fogo, mas eu achei de uma engenhosidade, assim, que era o Passat com porta-malas cheio de lançador de míssil e foguete. Aí alguém estacionou ele atrás da embaixada americana e atacou.

Douglas, Ali Ramos é incrível. Mande um microfone pra ele de presente, que o Dê tá horrível. Já assina o canal dele. Calúnia, hein, calúnia. Gastei 500 reais num microfone dia desse, não vem com essa não. Jabuti, e aí liberais do chat, chupadores de Yankees? Tá rindo aqui. Felipe, boa noite. Lino um grupo que com guerra nuclear poderia ter uma crise hídrica.

O que acham da técnica russa da água infinita? A técnica filtrar urina num filtro de barro, tomar e repetir água infinita. Belmiro, o que você vai perder pelo suor? Sal. Não é cada ideia, hein?

Sem comentários. Esse aí me bugou de verdade. Teto de gastos é meu ovo. Já deu bolsa banqueira. Obrigado aí, eu sou o Soli. E sai Andrade. Estamos bem atrasados na defesa? Putz, a gente tá falando aqui, né?

Le caos. Estados Unidos está fazendo isso para aquecer a indústria bélica, que custa trilhão. Fazendo isso, ele gira a economia, bloqueia o petróleo ali, e Estados Unidos nem está ligando. Não é assim não.

Na teoria é isso, na prática as coisas não funcionam muito bem assim. Na prática é diferente. Como é que vocês acham que vai sair aí nesse caso? Vai sair a fama dessas empresas americanas depois de um fiasco desse aí. Olha só, durante a guerra entre o Paquistão e a Índia, bastou o Paquistão derrubar um caça-rafale francês para as ações da Dassault caírem 10% em um dia. Então, assim, não é assim que funciona. Não é assim, não. Brigar com o Iran é um negócio complicado para caramba, gente.

Alan Malinowski. Temos que depender do que o Vietnã, quem forneceu a operação. Putz, velho, aí é difícil, né? Tudo não dá, mas obrigado. Superchat, 50 reais aqui. Tudo sem espaço.

Rony Carneiro, quais seriam os investimentos estratégicos que o governo brasileiro deveria realizar nas Forças Armadas diante do cenário bélico que estamos vivenciando, na audiência da cidade de Santa Rita? Gente, primeira coisa, se você quiser vencer uma guerra, a primeira coisa que você tem que fazer é adaptar a mentalidade das Forças Armadas para o objetivo estratégico que você tem. Vou contar uma história para vocês.

antes da guerra contra os franceses, ou na guerra contra os americanos, não lembro bem agora, eu sei que os IAP e o Rô foram para Moscou para pedir armas para a Rússia.

E aí os russos disseram para ele o seguinte, soviéticos, olha, com essas armas, vocês não vão vencer os americanos. Ele falou, olha, se a gente lutar da maneira russa, não. Mas nós vamos lutar da maneira vietnamita. Então eles sabiam que a mentalidade vietnamita, que já tinha derrotado os mongóis do Kublai Khan no século XIII, venceria os americanos. E venceu.

então a primeira coisa é a mentalidade primeira um exército se ele marchar com a mentalidade errada ele vai perder

Você tem que mudar a mentalidade dos homens. A vitória está dentro da cabeça. Então a primeira coisa é mudar a mentalidade. O resto disso daqui, esse é drone. Isso é acessório, gente. Isso é acessório. A coisa está dentro da cabeça do homem. Perfeito. O que conta é a doutrina. Exatamente. Não existe... Vou repetir aqui o que eu falei várias vezes nessa live. Não existe arma mágica.

Não existe equipamento mágico. Game changer. Game changer, game changer. Não existe. O que conta é doutrina, estratégia, e tudo isso está integrado ali num panorama, num mosaico de esforço militar.

Mas não existe mesmo nenhuma arma de plasma, assim, em longa distância. Uma arma sonora. Ondas sonoras que destroem o chimpano. Aí é só usar no Irã, hein? É, deviam usar. Cadê a arma sônica? Usa a arma sônica aqui, vão tirar o Irã. Vamos tudo de arma sônica no Irã. É que o Irã e o Irã já era surdo. Vai ver que é por isso. Ó, vou arriscar de novo aqui esse superchat, ele merece. Temos que lembrar que no Vietnã, quem forneceu... Operação... Durope.

armas de defesa aérea do Vietnã do Norte foi a União Soviética. Então, não duvido que existem operadores russos dando instruções no Irã. Ninguém nunca mais falou do Wagner também.

Não só russos, como também chineses. Por que eu falo isso, comandante? Não sei se comandante tem outra opinião, é até um bom motivo de debate. Porque tem vídeo aí de míssil chinês, ou de míssil iraniano, desviando de quatro, cinco baterias de defesa aérea, meu amigo. Qual o técnico que tem capacidade de fazer isso?

É o russo, o chinês e o norte-coreano. Olha, o pessoal esquece uma coisa, né? Coreia, Vietnã, todas as vezes que russos e chinês jogaram junto, fizeram a dobradinha, deu ruim para o americano. Exatamente, comandante. Todas as vezes. Mas eu tenho uma frase, Ali, que é o seguinte, esse vai dar um corte legal. Errar é humano, perder guerra é americano.

O Mário Souza, os Estados Unidos e Israel jogam bombas em desenhos de avião no chão. E o Nilson, parabéns, irmãos. Show de bola tá essa live. O Pedro falou que o Ali Ramos tá um pouco fora. É, o Pedro é da perda mesmo, cara. O Pedrinho...

Francisco Ferreira Filho, ouvi um analista iraniano dizer que o Estreito de Hormuz vai ser defendido por mísseis localizados em bases subterrâneas a centenas de distância. Não só mísseis, mas nós ainda não vimos os drones submarinos iranianos em ação. Exatamente. E dá para minar também, né, Ali? Dá para minar também. Porque vocês têm que olhar o seguinte, gente. Operação...

de abertura de estreito é a operação naval mais complexa e arriscada que existe. Vi de Dardanelos aqui, na Primeira Guerra Mundial, que os britânicos e os franceses perderam uma porrada de navio. Eu vivia falando de Dardanelos, acho que eu falei em Dardanelos aqui. Esses dias o Martianov e o McGregor falaram a mesma coisa. O similar dessa batalha é Dardanelos. Você vai ter que passar nesse estreito aqui com o navio, cara?

Se afundar o primeiro, não precisa muito. O porta-aviões Ford, que é o mais moderno da marinha americana, teve um acidente esquisito no Mar Vermelho, ele está na Croácia hoje. Está na Croácia. O Lincoln, o apelido Lincoln devia ser Conceição, porque ninguém sabe e ninguém viu. Se os dois porta-aviões mais modernos da marinha americana estão nessa situação, que dirá os destroyers?

O Sidney mandou aqui pelo Brasil e pelas ótimas informações. O Evandro, boa noite comandante. Você acha que os Estados Unidos vai sair dessa guerra do Irã transferindo o foco para a América Latina? Países como Colômbia, Bolívia, por exemplo?

Não sei, gente, vai depender do tamanho que o Trump vai sair dessa guerra, né? Vai depender do tamanho. Se ele conseguir virar o jogo... Eu falo sempre, se ele vira o jogo, que eu acho improvável, teremos Don Trump primeiro. Agora, se ele não conseguir virar o jogo, meu amigo, acabou o governo dele. É o famoso pato manco, caso ele perca. Denis, comandante Ali e três irmãos, vocês estão arrebentando com a narrativa da grande mídia. Parabéns pelo trabalho brilhante.

Esse canal deveria chamar... Tá, valeu. Wagner, aqui é o canal Arte da Guerra. Contingências ao meu comandante. Obrigado, um grande abraço para vocês. Ir aqui, muito obrigado. Rodrigo Pantoja, comandante Farinazes para ministro de defesa para fazer o expurgo das cabeças de alumínio e mudar e doutrinar militar. Só assim o Brasil muda. Ministro do passeio do Boris, é isso que eu sou.

Gustavo, viva a vibrais. O Rolf Bunker. Se os Estados Unidos ou Israel usarem em algum momento armas nucleares, eles irão abrir a caixa de Pandora? Olha só. Existe um motivo pra bomba nuclear só ter sido usada uma vez na história.

lembra aqui que os Estados Unidos perderam no Vietnã e no Afeganistão e não usaram armas nucleares. Por quê? Se eles utilizarem uma arma nuclear pelo precedente, a Arábia Saudita vai querer, o Egito vai querer, a Turquia vai querer, os Emirados Árabes Unidos, então assim, não é assim que a banda toca.

O artefato nuclear é um bom elemento de dissuasão, mas depois que você usa... E além disso, acredito que Israel é mais propício a usar do que os Estados Unidos. E os Estados Unidos podem impedir Israel de usar? Se Israel usar, acredito que China e Rússia isolam Israel totalmente a nível econômico e fornecem muito mais ajuda para o Irã, que já estão fornecendo e abertamente. Talvez até entrem aí na guerra.

Eu não sei se eu te perguntei, mas eu já vi outras pessoas falarem que em breve o Irã vai atacar as usinas de dessalinização de água. Acho que atacou no Kuwait hoje. Eu não sei. Eu vi um zum zum que atacaram um país do Oriente Médio. O que eu vi foi que eles atacaram uma fábrica de alumínio nos Emirados Árabes Unidos.

fábrica de dessalinização, não sei, mas é um... Olha só, se seguir escalando desse jeito, em algum momento vamos chegar aí, porque não sobrou muito para ter escalada, entendeu? O Irã, no primeiro dia de guerra, ele escalou quase tudo que dava. No segundo dia de guerra já estava atacando as refinarias e a infraestrutura energética. O que sobrou para escalar? Fábrica de dessalinização e usina nucleada de Mona. Fora isso, não tem muito mais domínio para escalada, entendeu?

Qual a questão das fábricas de dessalinização? É que aí pode passar como alvo civil e servir como acusação de crime de guerra. Sim. Bom, depois daquela escola, a gente... Bom, crime de guerra depois de Gaza, aí fica complicado. Não, sim, é só... De usar fósforo branco, para tudo quanto é lado. Só estou dando aqui um patamar de como a narrativa vai ser construída. Ah, sim. Mas sabe o que eu acho, Ali?

Aí é um ponto interessante, né? Eu acho que, de uma certa forma, porque essas comunidades assim que nem a gente aí, que vai no contraponto da mídia, a pressão está sendo grande. Eu vejo muita gente da mídia mainstream que está cedendo um pouco, que está falando que não está dando. Que está falando assim, não está dando. Então, eu acho que a narrativa perdeu bastante. Eu falo sempre o seguinte, Rodrigo.

Nós não mudamos o Brasil até agora. A gente não mudou, mas a gente já diminuiu bastante o espaço para mentira. Aí tem outra coisa, né, comandante? Com tanta destruição assim, chega um ponto que fica difícil esconder, né? Fica, eu também penso dessa forma.

Eu também penso essa forma. Esse, Dudu, você vê, a mídia não fala nada desse Boeing destruído da Arábia Saudita. Mas quantas mídias alternativas estão falando isso, né? Então, complicado, pessoal. Os ataques do Irã são sempre muito bem planejados, né? O Irã não parece que não está atacando à toa.

Mas teve um ataque que rolou em Jerusalém ali. Teve um planejamento pra esse ataque? Não foi ataque, foi estilhaço. Foi algum míssil que foi interceptado no ar e caíram os estilhaços. Que pela destruição e se cai um míssil ali naquela posição, arrebentava com tudo. Você viu a cena do gato? Vi, vi. Você chegou a ver a cena do gato? Não vi. Pô, saiu na cena, foi muito engraçado isso. É o seguinte, bombardearam um bairro no Israel.

E você olha ali também, tinha um gatinho andando na rua. De repente, o gato sai correndo. Eu cronometrei, assisti o vídeo várias vezes e cronometrei. O gato sai correndo. 15 segundos depois, acho que ali ou foi drone ou foi estilhaço. O carro deu uma cambalhota, cara.

Eu vou ver se eu acho esse vídeo e eu te mando. Eu falei, eu queria o telefone do dono desse... O gato prescindiu. O gato viu e se mandou, cara. Você vê o gatinho, é da CNN esse vídeo. O gatinho se mandou, cara. Ele a pouco veio o petardo, velho. Eu falei, puta que gato. Quem é que precisa de radar e de Iron Dome se você tem esse gato? Tem o gato do Mossad. Amarro o gato.

Mas tu acha que o Irã teria um cuidado com Jerusalém para não atacar lá? Ou se tivesse algum alvo ali que é necessário, não pensaria duas vezes antes de fazer? Sim, sim, com certeza, porque o Irã não quer alienar o Paquistão e a Turquia. Além dos países do Sudeste e Asiático, o Irã ainda tem relações econômicas. Você não pode esquecer que a Indonésia é o maior país islâmico do mundo e que tem relações econômicas com o Irã. A Malásia é a mesma coisa. Se juntar só a Indonésia e a Malásia, dá mais população que o Oriente Médio inteiro.

Você acredita que Israel faria isso aí para... Vou atacar o Jerusalém, um falso ataque para acusar o Irã? Pode, mas se fizer, sinal de desespero. E assim, as lideranças também não são burras. O flag não é fácil plantar não. Não é assim não. Israel está numa situação muito difícil mesmo, com bomba atômica. Porque...

O Irã é muito grande, muito grande mesmo. Você vê, o Iraque, que é um quarto tamanho do Irã, tem uma fronteira contígua. Tinha o quinto maior exército do mundo, não dobrou o Irã. Israel, que não tem fronteira. O Irã é 70 vezes maior que Israel, 9 vezes a população. Ô, camarada.

E tem muito mais mísseis e logística e profundidade estratégica e profundidade industrial para produção. Só em questão de drones, o Irã produz de mil a três mil por dia. Falei isso porque varia. Por dia.

Por dia. Tanto que se você analisar o gráfico, o Irã está fazendo muito mais ataque de drone que de míssel. Primeiro porque é mais fácil e segundo porque aqui é uma análise, não há comprovação para isso ainda. Mas acredito que eles estavam muito menos preparados para a defesa de drones do que de míssel. Eu também acho isso. E também tem uma coisa, né, Ali, que os estoques de defesa já estão em uma situação bastante ruim.

Sim, sim. Como eu falei, a Lockheed produz de 500 a 600 mísseis Patriot por dia. Isso aqui é caríssimo. Só na primeira semana de guerra foram 800, cara.

É uma estrutura caríssima, bicho. E assim, você não começa a produzir mais míssil assim pro dia da noite. Comandante sabe muito melhor. E terras raras. Você precisa de terras raras pra fazer míssil. O dono tá segurando a onda, né? Porque a infraestrutura pra produção de míssil tem que ser toda adaptada pra evitar acidente. O técnico, você não produz ele do dia pra noite. Você não vai pegar um...

Não é jogo de videogame, né? Você não faz o aumento da planta da noite para o dia, é cinco anos no mínimo. Isso aí eu te falo porque quando estourou a guerra da Ucrânia, teve um simpósio em, acho que San Diego, San Francisco, não lembro bem, e o Jim Teichlet, que ele era CEO da Rachel ou da Lockheed, ele falou isso. Ele falou que a gente vai precisar de cinco anos no mínimo para adaptar tudo.

Não é videogame, tá, pessoal? Não é videogame, não, velho. Não é assim, você bota 30 pião dentro de uma fábrica, eles batem martelo e saem míssil do outro lado. Tem toda uma questão envolvendo. Só o técnico leva anos pra preparar e é uma mão de obra extremamente especializada, tá?

Robertinho, tem muito superchat, eu tô lendo tudo. Mas vamos combinar um valor aqui, né? Vai lendo aí, vai lendo, filho. Vai lendo. Não, eu sei que você gosta, mas não venha assim não, bicho. Tá foda aqui, o povo... Ainda bem, né? Ainda bem. Vamos ajudar os irmãos aí, né? Não, não. Merece, eles merecem. Ó, quero aproveitar também que a gente tá com audiência bacana hoje. Lembrar que o ano que vem, o Três Irmãos decidiu, a gente vai voltar pra China de novo. Com um roteiro diferente, né? A gente vai passar...

Se tiver tudo certo ali em Dubai, a gente vai parar em Dubai. Se não, a gente para em Istambul. Se não, a gente para em Istambul. Mas a gente vai parar em algum lugar antes de ir para a China. Depois, a gente volta para Pequim. Depois, vamos passar por duas cidades que a gente não passou dessa vez. Que é Chongqing e a cidade lá da Cachoeira, do Avatar. Vai passar na cidade mais foda da China que a gente não passou.

Dessa vez vai ser um roteiro diferente. Mas num clima bem bacana, né? Todos os erros que a gente acredita que cometeu, a gente não vai fazer de novo. E eu tenho que levar o Forinaz de novo, Robertinho. Ai, ai, ai. Se você é um Forinaz, eu não viajo mais, não, velho. Ai, ai, ai. Vou perder peso de novo na China. Não, meu irmão.

pra caramba lá. Vai levar o Forinaz de novo com três irmãos. Dessa vez, além do Forinaz, vai o Jones Manuel e o Gustavo Machado, que eu quero ver esses dois tretar na China pra gente descobrir qual que é o modelo chinês. Esses dois vão pra lá.

E vamos levar o Mila e a Mila também do Blablologia. Blablologia é dos três elementos. Se você quiser ir para a gente aí, ainda não tem um link para adquirir as passagens. Vai ser em março, em abril do ano que vem, abril de 2027. Mas manda um direct aí, já tem uma galera mandando direct no Instagram. Assim que estiver disponível, eu mando para vocês. Para vocês poder viajar com a gente, foi bom para caralho.

Da primeira vez a gente foi em 30 pessoas. Foi um grupo muito bacana. Eu acho que dessa vez vai muito mais. Muito mais. Vai ser bem divertido. Pessoal, vale a pena. É um outro mundo. Eu não vi ninguém na viagem que não tivesse voltado impressionado com a China. A maioria vai voltar de novo, comando. É fantástico. Por isso até que a gente vai levar um grupo maior. Porque os 30 que foram, a maioria volta de novo.

É maravilhoso aquilo ali. Vamos ver se não arrasta o Ali nessa também. Você tem essa camiseta aí? Não, porque... Você estava na praça proibida. Estava naquela na praça. É, mas faz parte. É do jogo. É do jogo isso aí. Essa aí agora vale mais. Marcelo Cícero tem aprendido muito com as lives em que o comandante participa. Seja história, geografia, estratégia militar. Parabéns a todos.

Uma hora eu vou fazer uma live com o Andante para a gente falar de guerras medievais, falar de Roma. Mas sabe o que eu acho, Rodrigo? O estudo da estratégia nunca está completo. Você nunca sabe tudo. Sempre tem coisa para pesquisar. Eu estava falando com uma professora de russo outro dia. Se você se dedicar a estudar história militar da russa, você só vai fazer isso. Não vai fazer mais nada.

que é tão grande, é tão vasto a história dele. A história da Guerra dos Persas também é outra coisa, você sabe disso, que é fantástico. Então, assim, é uma obra que nunca vai estar pronta, por isso que é maravilhoso. Você sabe que na China, eu nunca mais vou esquecer na minha vida, a gente visitando a muralha da China, né? E o comandante ficou lá, olhando o tempão para a muralha. E aí, comandante? Ele olhou e falou assim, rapaz...

O povo que faz um trem desse faz qualquer coisa nesse mundo. É verdade. E, pô, muita sabedoria, né? E hoje conversando com as pessoas do Irã aqui na sala, antes de começar a live, né? Eu tava falando, eu pensando assim, rapaz, tem que ser doido demais pra mexer com um povo de 5 mil anos.

Tem outra visão das coisas. Isso que é cidade proibida. Os caras do país tem 5 mil anos. Como é que você veste com esses caras, Robertinho? Não cabava mais. Não cabava mais. Ali no começo ele falou dos vários enfrentamentos que já tiveram com o povo persa, que já lutaram e às vezes até venceram os persas.

Mas o mais louco é isso. Aí você entende a força deles. Todo mundo que conquistou a Pérsia foi conquistado pela cultura deles. Eu vi um estudo mostrando e falei, cara, vai pra porra, velho. Eles são conquistados e o cara que entrou ali, eles conquistam o cara. O cara passa a viver a cultura deles, em vez de eles assumir a cultura do outro. Deixa eu te contar uma história. O Irã, no mundo antigo, a Pérsia.

Ele era mais envolvido em matemática e engenharia que a Grécia. Quem inventou o nome Pérsia foram os gregos para dizer que os iranianos eram descendentes de Perseu. Por quê? Porque pelo orgulho nacional ateniense, eles não podiam aceitar um rival.

que não fosse mais ou menos da mesma estirpe, não vou falar aqui genética, porque genética não existia na época, mas assim, cultural. Então eles tiveram que inventar uma afinidade civilizacional entre os dois. Eles viviam guerreando e a Pérsia era muito avançada.

isso aqui tudo já foi pérsia Jorge Azerbaijão e Armenas que foi pérsia foi deles é fantástico cara uma história muito longa né E aí vem o americano lá que tá chegando agora 250 anos aí

E eles têm registrado, né, comando? Eles lembram dos 5 mil anos. Exatamente. E eles são muito orgulhosos da tradição deles, Rodrigo. Assim, o problema todo, né, isso que o Ali estava falando, a gente mobiliar a BIM com sociólogos, isso é muito importante, galera. Eu acho que o profissional de sociologia, ele é importantíssimo no estudo das operações, na montagem das operações militares, em que eu vi o cara.

Se tivesse um sociólogo aí, ele ia ter falado, ó, não mata o Kamenei não, que é mau negócio. Mau negócio, né? Não, e aí a gente fica pensando assim, aqui no Brasil, o cara vai falar de história, ele só fala dos 20 anos PT, sabe? Ele não fala da ditadura, ele não fala da era Vargas, ele não fala antes, ele não fala do império. Ele não sabe essa história. Não sabe. A gente tava na China lá, o chinês fala da história dele, assim, de todas as dinastias. Dinastia não sei o que, dinastia sim, essa dinastia...

aconteceu isso daqui, a capital era essa depois mudou pra cá sabe o que é mais foda na China? é que você conversa com um cara aqui, com um jornalista mesmo com um militar ele, ah não, porque a China fala um gong, o Xinjiang

dia a dia do chinês, você não ouve nada disso, cara. Eu dou sempre vocês de exemplo. Falaram, ó, a gente tava andando à noite, onde meu irmão tava falando com o oficial da manhã? Falaram, ó, à noite lá os irmãos não largavam as câmeras. Então, principalmente o Rodrigo, à noite na China, ele lá fazendo live. Aqui faz nem de...

dia. Eu não faço live no meio da rua. Eu não atendo telefone no meio da rua em São Paulo. Eu não atendo. Porque eu vou ficar sem meu telefone. Eu cansei de ver roubo na Paulista. Aqui você anda com dois pra dar o mais barato. Pra roubar, toma o mais barato. Eu falei, vocês não sabem o que é aquilo ali. O chinês não tá preocupado com isso. Outra coisa, deixa eu contar um negócio pra vocês. Eu tive essa semana lá no consulado.

aliás, quero mandar um abraço para a Melissa Cambuía e todo o pessoal do consulado da China, onde o consul, o Yepeng, ele apresentou o 15º Plano Quinquenal da China. Você lembra que o Felipe Durante falou para a gente que uma preocupação com o chinês tinha creche, etc? Já está lá no Plano Quinquenal, meu amigo, a construção de creches. Então ele escuta o povo, aí eu pergunto.

é a verdadeira democracia. O senhor viu isso no novo plano que é internal? Eu te mandei. Eu vi a foto do senhor mandando ali, né? Não, mas... O plano mesmo o senhor não mandou, não. Não, eu te mando, então. Eu tenho uma versão, eu te dou a minha versão impressa. E tá a construção de creche que o povo tinha. Tá a construção de creche, Rodrigo. Então, assim...

Eles perceberam, mas por que não tinha creche? Ou seja, os caras vão aumentar a taxa de natalidade agora. Escutaram o povo e vão aumentar a taxa de natalidade. Mas, Rodrigo, por que não tinha creche na China? É fácil de entender. Com a política do filho único, quem é que cuidava das crianças? Os avós. Ficava com... Agora não, é muito mais criança. Então eles vão ter que atentar nisso aí. Só que o governo já viu, cara. Falou, opa, esse é um problema. Vamos levar pra frente.

Vamos implantar isso daqui. Aí funciona, cara. Então eu falo, vocês não conhecem a China, vocês têm preconceito sobre a China. Mas você não conhece a China. Você vai lá, você vai ver que a coisa é outra, cara. Essa história é muito louca, né? A gente conversando com as pessoas da China, o governo chinês errou com esse controle populacional. E aí eles viram que erraram e tiram essa lei do filho único.

Só que a vida tava cara. A população não voltou a crescer do jeito que eles queriam. Aí eles falaram assim, pô, é porque o casamento é a partir dos 21 anos. Vou baixar a idade pra casar. Agora pode casar a partir dos 18.

Mudou alguma coisa? Nada. Aí eu sou assim, pô, mas o que tá acontecendo é que então as pessoas estão usando preservativo. Vou encarecer o valor dos preservativos. Você vai comprar a camisinha lá, é 80 reais a camisinha, é caro pra caramba. Adiantou alguma coisa? Não adiantou, porque lá a pessoa pode tirar o filho se ela quiser, esse tipo de coisa, então não adiantou. Aí ele resolveu fazer o certo, escutar a população.

O que a população queria? A vida é cara. Tem escola de graça, mas a gente precisa de creche também, porque a creche não é de graça. Está no plano.

Ah, mas não tem liberdade pra reclamar. Ah, mas não tem. Mas aqui você pode, a cada quatro anos, votar no TikTok da Silva e no Rios da Silva. Você pode reclamar aqui, só que quem vai ouvir, você reclama a vontade. Fica lá na praça o dia inteiro reclamando. Bota o cachorro e vai picar. Eles falam uma coisa que é uma grande verdade. No Ocidente...

Vocês mudam o governo a cada quatro anos e nada muda. A gente nunca muda o governo, mas as coisas estão sempre mudando. Paciência. Mas nós estamos certos, eles estão errados.

Felipe, por que o Ocidente tende a achar que países tipo o Irã são só um monte de barbudo que não entende de nada? Não é subestimar demais os outros? Por que, ali no início dos anos 2000, bem na época da Guerra ao Terror, um cientista político chamado Samuel Huntington, ele idealizou que a geopolítica no século XXI ia ser entre o choque de civilizações, entre o Ocidente esclarecido, democrático.

E o Oriente Bárbaro. Inclusive, Olavo de Carvalho, aqui no Brasil, plagiou grande parte da obra dele e não deu o crédito. Nesse caso, enfim, nada disso. É interesse estratégico que determina relações entre países.

não é afinidade civilizacional, tanto é que se fosse afinidade civilizacional, os Estados Unidos não estavam aliados da Arábia Saudita, do Oman, dos Emirados Árabes Unidos, etc. Mas em cima disso, dessa tese do Huntington, desde a era Bush, surgiu uma série de think tanks dentro dos Estados Unidos, criando um soft power em cima da demonização, não só do mundo islâmico, mas do mundo islâmico, do chinês, de tudo que ele considerava não-Ocidente. Lembrando que para o Huntington, pessoal.

Ocidente é Europa, Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia e Austrália. Brasil não é Ocidente. Mas de qualquer modo, aí a minha tese, a minha interpretação, é que eles produziram tanta propaganda que poluiu o pensamento estratégico deles. Eles passaram a acreditar em parte da própria propaganda. E daí essas decisões erradas.

Ó, notícia complicada, hein? Petróleo já abriu a quase 117 dólares. Na teoria é isso, na prática é uns 170, né?

Quero ver até quando vão as reservas, hein, comandante? Vegetariano do PCO mandou aqui. Pergunta para o Farinazzo. Se o mundo entrar em uma paz eterna, o que você fará? Vai comentar sobre o quê? Você explora a estética da guerra? Monetização, etc. Acho que vai passear com o Boris, né, comando? Vou trabalhar com um projeto aeronáutico que eu sempre gostei de fazer na marinha.

que na verdade foi boa parte da minha formação que é... Acontece o seguinte, né? Eu estou explicando a guerra como ela realmente acontece. Você tem a opção de assistir a CNN, fica à vontade.

E pelo que eu conheço o comando, ele ia ser até mais feliz se não tivesse preciso fazer essas análises. Ah, lógico, cara. Você acha que eu me sinto bem? Você acha que a minha vida é boa? Não é. Eu só lido com desgraça. Agora, pelo menos, morreram 70 brasileiros na Ucrânia. Talvez, com o trabalho que a gente está fazendo, todos nós, essas mortes tenham diminuído. Porque quem escuta o Arte da Guerra não vai entrar numa dessa.

Logan, Três Irmãos Farinaz e Ali Ramos, como fica o Brasil nessa história? Tudo indica que os Estados Unidos estão virando os canhões pra cá. O que podemos fazer? Acho que já... Demos várias dicas aqui, né? Primeira coisa é unir o país, né? Sim.

Arthur Barbosa mandou 5 libras aqui. Bom dia, senhor comandante. Gosto muito de te ouvir. Espero mais o Brasil. Abração pra ti aí, velho. Denizão, falem sobre o NoKings. Temos que falar em levar democracia aos EU.

Estados Unidos, o No Kings você abriu a live falando disso acho que foram 8 milhões de pessoas é bem simples Rodrigo, o Trump começou essa guerra com 40% de aprovação, já está com 36% com mais a inflação de custos subir por conta do aumento do petróleo

mais a popularidade dele diminui. Acredito, inclusive, o Klausiewicz, comandante, falava que toda guerra tem um centro de gravidade, todo exército tem um centro de gravidade. Acredito que todo centro de gravidade americano hoje é exatamente essa questão do petróleo e do mercado. Com mais ele esvaziar, mais vai ficar difícil para o Trump jogar esse jogo.

Eu achei interessante que esse fim de semana, porque todo fim de semana desde que começou a guerra, o Trump falava alguma coisa para acabar o mercado na segunda-feira. Esse fim de semana ele não conseguiu falar nada. Caramba. O Jordano. O Trump deslocou para o Oriente Médio Trípoli. E o SS Trípoli. Isso. O SS Trípoli de desembarque anfíbio e a 82ª Brigada de Paraquedismo.

O Trump vai mesmo colocar soldado no chão ou é só blefe? A gente falou que também. Pode ser blefe, pode não ser. Não dá para saber, né? A gente não sabe qual é o plano. Eu só acho, gente, na minha opinião, não dá para digerir um dinossauro desse tamanho que é o Irã. Vamos ver, né? Os caras acham que dá.

A costa iraniana no Stade de Hormuz mais parece os paredões de filme e os canhões de Nabrone. O filme é uma obra de ficção, mas no caso do Irã, não. Mas eu acho que essa coisa de filme, gente, ela atrapalha muito o pensamento militar do camarada. Porque o cara fica acreditando naquela história de um alvo só. O alvo que vai virar a guerra. A ilha de Khar, a guerra não vai mudar, cara.

vai mudar você acha que um cara que o cara que nem o iran não vão achar uma solução alternativa para isso vão é história do pensamento mágico nossa gente atacar aqui muda tudo filmes como canhões de navarro enganam muitas pessoas a guerra no mundo olha o outro dia quem foi que falou isso foi uma gregor uma coisa que é uma grande verdade

Não, não foi o McGregor, foi o general Stanley McChrystal. Stanley McChrystal era um general, comandou as tropas americanas no Afeganistão, deu uma entrevista desastrosa na Rolling Stone e o Obama demitiu ele. E de vez em quando, aquele filme Máquina de Guerra é inspirado na vida dele, que o Brad Pitt faz. E ele falou uma coisa que é uma grande verdade. Olha, nós bombardeamos a Alemanha e a exaustão. A Alemanha só se rendeu quando os russos puseram o pé na porta em Berlim. Então, sem boots on the ground, vai ficar difícil.

Boa noite, minha pergunta vai para o Ali Ramos. Ali, a guerra no Oriente Médio tomou holofotes, mas como anda a guerra entre Rússia e Ucrânia? Se puder nos atualizar, forte abraço, você é inspiração. Boa, muito obrigado. Já foi falado aqui, a Rússia faz lentos avanços terrestres, o que é, digamos assim, o padrão desde o início da guerra para o pessoal.

Nós estamos num cenário aqui que por conta do... vou inventar um termo aqui, né? Por conta da exaustão de vetores, ou seja, tem tanto vetor no campo de batalha, força aérea, mísseis, foguetes, drones, artilharia, metralhadoras, minas terrestres, etc.

Os avanços têm que ser lentos, porque existem muito mais meios para colocar em risco a vida do infante e fica muito mais difícil manter terreno. Então a Rússia faz lentos avanços. Enquanto isso, a Ucrânia adotou uma boa estratégia, tem se provado boa até o momento, não sabendo se vai ter continuidade.

de fazer ataques estratégicos dentro da Rússia e minar a capacidade de produção petrolífera da Rússia. Só que aí tem um problema. Com mais infraestrutura petrolífera a Ucrânia destrói dentro da Rússia, mais sobe o preço do petróleo e a própria Rússia sai beneficiada. Então vai ter um...

Um ponto-chave aí onde vai se virar a questão, né? Mas, de qualquer modo, é essa disputa aí. Os russos também têm uma excelente curva de aprendizado, são inventivos, etc. Então, vamos ver aí. E com o caminhar dessa guerra, tá, pessoal? Nós vamos ver a Ucrânia cada vez mais escanteada no cenário internacional. Por quê? Os Estados Unidos não têm profundidade industrial para fornecer armamento para o Golfo, para Israel, para si mesmo e para a Ucrânia.

Vejo aqui que claramente quem vai sair perdendo nessa escala pelas próprias prioridades do Trump é a Ucrânia. Delfo Neto, já falaram do golpe que os Estados Unidos deu no Irã em 1953? Sim, a famosa Operação Ajax. O Mohamed Mossadegh, ele era nacionalista, de ideologia do Baaf, que nem a do Saddam Hussein, nacionalismo secular. Ele chega ao poder prometendo nacionalização do petróleo.

Aí os britânicos com medo, porque o Reino Unido, pessoal, era a potência mundial que não tinha petróleo. Aí temendo a perca do petróleo iraniano, o Reino Unido puxa os Estados Unidos e ocorre a Operação Ajax. Depois do Shah Raza Parlevis ser derrubado, nesse caso, ele é instaurado de novo no poder e começa o período...

mais sombrio do Irã, em que se instaura a Savá, que ela é treinada pelo Mossad e pela CIA, se instaura ali um aparato brutal de repressão civil, de tortura e por aí vai, e tudo isso culmina depois na queda do próprio Shah, porque esse aqui é um ponto que o pessoal esquece, mas quem...

Quem armou, digamos assim, financiou e deu os meios para os ayatolahs no Irã foi o MI6 britânico. Eles que protestaram contra o Mossadegh. Por que eles queriam derrubar o Shah? O Shah? O MI6. Por que eles apoiaram os ayatolahs?

Não, sim, mas calma aí que... Durante a operação... Eu vou explicar e depois vou chegar. Durante a operação Ajax, eles municiaram os ayatollahs, nesse caso, pra derrubar o Moçadega e colocar o chá. Depois...

O Shah tinha uma série de projetos que iam contra o interesse tanto dos britânicos quanto dos Estados Unidos. Ele queria trazer o Mussal Sadr do Líbano e transformar ele em primeiro-ministro do Irã, nesse caso. Ele também queria criar uma confederação entre o Irã e o Paquistão. Se fizesse isso, ia ser um país que ia ter tanta profundidade estratégica.

que ia se tornar uma potência natural só pelo centro de gravidade, da mesma forma que são a Índia e a China. E ele se tornou também bastante crítico de Israel no fim da vida. Se vocês pesquisarem as entrevistas do Shah sobre Israel nos anos 70, vocês vão ver que ele estava sentando mal em Israel, porque ele viu com a crise do petróleo, que já batia nessa época, mas bate pesado depois, ali no fim da década, ele viu que ele ia ser o...

ia perder a prioridade. Porque qual era a estratégia americana e britânica para o Oriente Médio? Eram dois pilares. O pilar da riqueza era a Arábia Saudita e o pilar da defesa era o Irã do Shah. Aí ele viu que ia perder o protagonismo para Israel e não ia ser enriquecido de antemão.

Ocorre a Revolução Islâmica e etc. E logo depois da Revolução Islâmica, tem um site pessoal que chama Declassified UK. Ele pega os documentos que vem a público do MI6 e mostra. Logo depois da Revolução, aparece o MI6 e a CIA entregando o nome de agentes soviéticos dentro do Irã para os ayatolás, para o Romênia no caso. E aí vem, claro, o famoso caso Irã Contras, em que durante a guerra contra o Irã e o Iraque, o Mossad, claro que apoiado indiretamente pelo MI6,

armou, forneceu um Mi-6 Rock e Mi-6 To, anti-tanque, para o Irã, guerrear contra o Iraque do Saddam Hussein, que também era armado pela União Soviética e os Estados Unidos. Então é um jogo e um mosaico muito profundo. É, o pessoal que achar que a coisa é uniforme ali, é linear, quebra a cara mesmo. E se entende também, comandante, que não tem comparação nenhuma entre o Shah Rizaparleve e essa diáspora iraniana, que está pedindo para bombardear o próprio país.

Vou pôr você pra debater, velho. Você topa? Vamos conversando. Vou pôr você e um sionista pra debater aqui. O que você acha, comando? Tem que debater, pô. Tem que debater, vamos crescer esse canal. A gente tem que fazer ele crescer, cara. É lógico, cara. É lógico. É o seguinte também, uma coisa que vocês têm que olhar.

YouTube hoje, você sabe disso, vocês estão há bastante tempo. O YouTube muda. Da noite para o fim. Vai mudando alguns temas. Então é o seguinte, eu acho que dificilmente hoje em dia vai ter mais canal grande. Eu acho que o que vai ser considerado um canal grande daqui para o fim é 50 mil inscritos, cara. Sim.

Porque podcast é uma coisa diferente, Rodrigo. Eu acho que a própria plataforma, ele entende que é estrutura. Porque a estrutura do podcast é estrutura a cara. Você sabe disso. Então, eu acho que a própria plataforma, ele entende. Olha, a gente tem que dar uma força maior. E o algoritmo, ele dá uma...

um acho que um será o podcast ele tem outra dinâmica mas eu acho que assim essa coisa dos canais de análise de um milhão de inscritos não acho que vai acontecer mais vai acontecer com os podcasts eu acho que vai nessa direção mas canal de análise quando você chega nos 50 mil tá bom tem um uma audiência

50 mil com engajamento você pega igual o Rubão tem 100 mil põe 7 mil pessoas ao vivo 6 mil pessoas ao vivo você pode ter 50 mil mas você está com 8 mil pessoas ao vivo você vai crescer muito a gente quer fazer todo mundo crescer

Mas o YouTube, parece que agora vão tirar os likes. Você lembra que é um tio de dislike, agora não aparece mais. Sério? Vão tirar os likes? Parece que vão tirar. Está um boato aí que vão mexer nos likes. Não sei qual a estrutura que vai ser. Eles mudam toda hora. Eu acho que eles mudam tanto que eles se perdem, cara. Pô, gente, confesso que você já deu o like aí, velho. Vai que você não pode dar like mais. Dá agora aí. Dá um like agora. O West Daguerre sempre tem uma média de 3 mil pessoas por live.

e de um dia uma época lá gente entrou 400 pessoas mas tá acontecendo cara que tá acontecendo por e é acerto de algoritmo uma vez por ano esses filhos da faz isso mas eu já não tem que quando eles fazem isso aí cai a visualização ou nunca é monetização

Eles mesmos entendem. Eles te mantêm uma... O meu funciona assim. Não sei como é que é o podcast. Mas o senhor sente que, tipo, se o senhor falasse outros assuntos, sei lá, pró-Estados Unidos, sua entrega ia ser maior, o algoritmo ia te entregar mais?

Eu acho que não, Rodrigo. Sabe o que eu acho que existe? O algoritmo tem seus problemas, mas ele entrega aquilo que as pessoas querem. Eu acho que o povo aqui é pró-Estados Unidos mesmo. Eu acho que a gente está na contramão. Isso eu não tenho dúvida que eu estou na contramão. Isso é uma coisa que você tem que ter consciência.

Você está contra um povo que é aquilo. Agora, qual é a diferença? Aí você fala, meu canal é pequeno, hoje eu sou anti-imperialista, eu vou começar a ser pro-americano. Você vai se fuder. Sabe por quê? Porque o cara não vai mais no teu canal. Eles vão naqueles canais grandes que estão fazendo isso. Sim. E você sabe quem são, não vou citar nomes aqui. Sim, sim. Mas eu te falo porque eu tive um colega que entrou nessa. Eu falei, cuidado.

Você vai entrar numa roubada. Porque entre o cara assistir o teu e assistir o do fulano, que tem não sei quantos milhões aí, ele vai no do fulano, que a estética do fulano é melhor que a tua. Você sabe muito bem do que eu estou falando. Tem infraestrutura, tem uma série de coisas. Falei, então não entra nessa. Se o cara entrou, está aí até hoje, não sai daquilo.

Então, eu acho assim, que são dinâmicas, Wally, mas a collab funciona. Você vir aqui nos Irmãos funciona, é uma verdade, tá? Você vai indo em outros podcasts, você vai crescendo, cara. É um trabalho diário. Ô, comando, mas muito dessa estrutura desses caras é financiado, né? Com essa grana aí do soft power e tal.

Não só financiado, mas cheio de bot. Eu já estive em podcasts... Já estive em podcasts suntuosos. Eu fico olhando assim, eu falo meu camarada... Mas é da vida, né?

É óbvio, né? Assim, você quer ter um financiamento, mas você não quer perder sua liberdade editorial. Você quer falar do... Você quer suas convicções. Ninguém vai comprar pauta no seu canal. Você vai falar o que você realmente acredita. Mas se você tivesse uma ajuda das pessoas que estão sendo favorecidas pelo que você está falando, seria sensacional. E você ia poder fazer uma entrega muito maior.

Eu acho que tem, na minha opinião, tem serviços estrangeiros que financiam canais. Não só podcast. Eu tenho um canal aí, eu não vou citar o nome, depois em off eu falo para vocês. O canal americano, que eu olho, isso tem toda a cara, ou de departamento de defesa ou da CIA.

Sim. Pela maneira como é feito, pelas ideias que são veiculadas ali, eu falo isso aí, isso é coisa de governo, cara. Com certeza, comandante, é assim. É um cara estrangeiro, não é nacional não, tá gente? Desculpa. Só para o pessoal, tem uma ideia aqui. Pessoal, ninguém...

A Rússia fiscaliza ONGs desde 2006. Por quê? Porque ninguém, nesse caso, financia certas coisas fora do seu país sem visar algum ganho estratégico. É lógico. Entendeu? Então, assim, enquanto a gente não começar a cortar o dinheirinho vindo de fora para financiar essas iniciativas, entre muitas aspas, culturais aqui...

que atuam contra interesses nacionais, é o podcast que vai defender, no caso, alinhamento automático do Brasil com os Estados Unidos. É o sujeito que recebe de um determinado think tank, não vou citar nomes aqui, questão de ética, mas para defender privatização de ativo estratégico X, por exemplo, a companhia de água do Brasil para uma empresa estrangeira e por aí vai, conectem os pontos aí.

Mas eu vejo que eu observo muitas coisas de uma maneira bem crítica. E tem uns caras que você olha muito bem feito. Você fala, pô, isso aí é muito bem feito, cara. É perfeito. Você olha aquilo ali na perfeição. Você sabe que tem governo por trás ali. Mas é da vida, cara.

Cara, eu acho que a gente está num caminho assim, na vida, a gente está no caminho da evolução. A pessoa que procura isso é porque é isso que ela precisa. Agora, eu acho, Rodrigo, o algoritmo nesse ponto é honesto. Sabe por quê? Porque eu vejo que quando eu entro no meu YouTube, ele está entregando as coisas que ele sabe que eu vou ver. Ele sabe que eu vou ver. Então, nesse ponto... Mas da pessoa que você quer ver, ou só o que você quer ver? Porque eu posso querer ver a guerra do Irã e ele me entregar uma outra vertente.

É o que eu quero ver, mas com quem ele quer que eu veja? Mas é que está, Robertinho, eu acho que nesse ponto o algoritmo procura mandar aquilo que ele sabe que você vai ficar vendo. Então, por que eu acho que esses canais fazem sucesso? Porque o povo brasileiro, uma boa parte, naturalmente ele é para os Estados Unidos.

Realmente, o algoritmo quer que você fica lá. Ele quer que você fica ali, cara. Então é chato tudo isso. Mas ó, isso que o Ali falou, eu não vi ninguém falando ainda. Isso precisa ser visto e mexer nesse vespeiro. O que tem de canal grande no Brasil, colocando bot em live, não é brinquedo. Eu já peguei canal que tem 500 mil visualizações e você vai ver que tem...

5 comentários. O comentário é... 10 comentários. O comentário não tem como você fugir, gente. É, não. Aqui no nosso canal, por exemplo, tem uma métrica. Se tiver um vídeo com mil visualizações, ele vai ter aproximadamente 10% de like e aproximadamente 1% de comentário.

É a nossa métrica. Se for um debate, tem 2% de comentário. Mas, ó, tem um milhão de visualizações. Então ele tem que ter 100 mil likes e ele tem que ter 10 mil comentários lá. Se não tiver 10 mil comentários, tá errado. E aí você vai ver, o cara tem um milhão de visualização e tem 300 comentários, velho.

Vou te falar um negócio que eu percebi aqui dia desse. Dia desse um muçulmano aqui no Brasil, não vou citar nomes, foi fazer um debate num podcast aí com uma figura conhecida, né? Tudo muito educado, etc., né? Mas aí você vai lá nos comentários e vê depois, só perfil de inteligência artificial comentando e atacando, entendeu? O que que se intui disso aí? Bot.

É, se quer manipular as pessoas. Mas sabe o que eu acho, cara? A manipulação existe, existe. Mas o terreno é fértil para isso. Está na cabeça das pessoas, infelizmente. A fragilidade cognitiva, né, comandante? Exatamente. Mas ela existe. A gente não pode desprezar isso daí. Então, o que é a nossa luta? Perseverar no bem. Saber que um dia as coisas vão dar certo.

E eu vou te falar outra coisa ali, que é importante ver também. Tem vários canais aí que você vai ver, os caras estão com 15 mil ao vivo. Aí você entra lá no chat lá, não tem ninguém comentando no chat. Mas tem 15 mil batendo ao vivo ali. O chat tá morto. Você não vê, não tem um super chat. Não tem ninguém... Meu irmão, não tem. Não tem 15 mil aí, sabe? Sei lá, você pega igual o comandante aqui. Cara, chamar o comandante, é sucesso, velho.

É sucesso de audiência, assim. Porque o povo gosta do comandante, o povo vai atrás do comandante. Então, assim, o comandante pode ir em qualquer canal que ele quiser, porque ele escolhe o canal dele lá. Mas, ó, se for, vai dar a gente. Você também, segunda vez que você vem aqui. Cara, primeira vez que você vem, pá, bateu lá em cima, de novo. Então, assim, é sucesso. Aí você pega um cara que faz uma live no canal dele, que tem 20 mil pessoas, mas aí chama ele, ele vai no outro podcast lá, tem 300.

Tem 400 acompanhando? Cadê o público? Cadê o público desse cara? Ele até para de... Não, não vou não. Porque não dá audiência aí. Os bots não seguem para outro canal aí. É foda, né, bicho? É complicado. Não, eu falo, comandante. Eu falo. Eu falo, Robertinho, que sim, eu falo. E eu vou falar mais. Eu tenho muito o que falar sobre isso. Mas olha só, você tem que olhar uma coisa. Vocês são uma história de sucesso. Porque eu já vi nego te reconhecer na China.

Vocês são uma história de sucesso, cara. Não adianta, porque é uma história... Olha, quando eu comecei esse canal, que eu sempre tinha uma linha de análise assim, eu não minto para o público mesmo, sou muito franco, é a franqueza de oficial da Marinha, de militar da Marinha. É assim que a gente é formado.

Tem que ser assim, comandante, porque mentira de oficial causa morte. Causa morte. Então, eu vi muita gente se dar mal nisso aí. Mas é que tá o negócio, cara. Eu pensei, eu nunca vou conseguir fazer sucesso. Não vai dar certo isso aqui. Acabou que deu.

As pessoas gostaram, eu não abandonei o estilo. Então é o seguinte, cara. Vocês já estão estourando. Os irmãos hoje em dia é uma história. Não adianta porque é. Talvez não esteja ainda dentro do objetivo que você quer atingir. Mas isso vai chegar inevitável, cara. Inevitável.

Comando, ó. Eu não vou judiar mais do comando, não, velho. Comando... Não, você vai ler... Eu gosto, eu gosto, cara. É uma coisa que eu gosto. Você não avisou ninguém, não. Hã? Sério, Roberto? Vai, é hoje. Tá, tá, tá bom, tá bom.

Ó, gente, a partir de agora não lê mais o Superchat, vou ler os mais caros aqui. Deixa o comandante ali comentar. Não vai ser nada escrito. O comando também é outra coisa, é duas horas comando. É complicado. Eu já falei. A relação que a gente tem com vocês é diferente. Vai sair daqui e vai jantar. Vai jantar. Já pediu o Angra, Pedro, mas vai, Pedro, vai.

desde que vocês estavam na Barra Funda, aquela perto de casa, lembra que vocês estavam naquela casa lá? Foi a primeira vez que eu fui, que o Robertinho quebrou o pau comigo por causa do Vietnã. Mas você quer saber?

Se você falar que ganha, eu vou embora agora. Não serve nem dar live, hein? Porra. Eu tenho os argumentos. O F Brito. Vocês não acham que o melhor cenário para o Brasil é a guerra com o Irã? Dura o suficiente para que o Trump se enfraqueça e as eleições passem.

Desde que não se agrave o suficiente para gerar uma guerra mundial? Pessoal, depende. Se você gostar de andar de skate, tudo bem. Não, mas depende, pessoal. Porque projeção para fora depende de coerência política para dentro. Então, se o Trump for muito mal nessa guerra e virar um pato manco, ele não vai conseguir seguir intervindo na América Latina, na Europa, onde for. Entendeu?

O problema é o preço do petróleo no meio do caminho. A extrema direita pode atrapalhar a Vibarás? Eu acho que não, gente. Acho que tem muita gente da direita aí que viu também. E outra, a gente está conseguindo uma coisa que é importante, transformar a Vibarás em uma paixão nacional. Só falta fazer bichinho de pelúcia do Astros, mais nada.

A gente está transformando a Vibraiser em uma paixão nacional. Então, camiseta da Vibraiser, que eu estou fazendo um monte de coisa. É difícil. É isso que você tem que fazer. Pessoal.

Vocês tem que fazer as pessoas se apaixonarem pela luta de vocês. Elas tem que ter brilho nos olhos. Senão a gente não chega em lugar nenhum. Vocês tem que encantar as pessoas com essa luta. Eu acho que é. Eu quero agradecer inclusive a Mara Luque. Acho que ela está na África dos Sojos. Mandar um grande beijo para ela e para toda a equipe. Que a Mara entrevistou o Weller essa semana. Então acho que a gente está conseguindo transformar a Vibraiz. Ela chegou inclusive. Eu encomendei outro dia um modelo do Astros. Chegou lá em casa. Eu quero ver se na próxima live eu trago aí. Mas assim. A gente. Porra.

Eu acho que a Vibrais está sendo salva no momento histórico que ela tinha que ser salva, porque essa guerra está mostrando a importância de mísseis e foguetes.

Seiti, bom bate-papo incrível, queremos Gustavo Machado e Jones Manuel para discutir a Revolução Brasileira. Vocês têm uma missão, prometo tentar. O Rafael Nisi, no Brasil a superficialidade da imprensa é muito alta. Não tem conhecimento de mundo, não viaja, não estuda idiomas.

E o Jeff Rodrigo, quer voltar impressionado da China? Tenta ir na porta do céu. Nós vamos, nessa viagem a gente vai passar lá na porta do céu. E William, não poderia Israel estar querendo mesmo acabar com o controle dos Estados Unidos no Oriente Médio? Não seria parte da estratégia da grande Israel?

Eu vou dar uma opinião aqui, mas queria muito ouvir a opinião do comandante também sobre essa questão. Primeiro que essa questão de grande Israel para mim é fiasco. Israel, pessoal, não tem demografia nem para se manter direito. Quem dirá para sair colonizando o resto do Oriente Médio? A grande Israel só dá certo...

Se Israel conseguir cooptar populações locais para dentro de uma zona de influência. E assim, não preciso dizer que está fazendo o oposto do que seria necessário para essa questão. A segunda pergunta qual era? Deixa eu pegar e voltar aqui.

Mas deixa eu te falar, esse negócio... Mas você vê a expansão do mapa israelense, né? De 1948 pra cá, os caras aumentaram muito o território ali dentro. Sim, mas a questão é que dos anos 80 pra cá, eles só... Não tem vitórias estratégicas, só vitórias táticas. Mas a princípio... E tem alguns israelenses que defendem a grande Israel ali, né?

Sim, sim, com certeza. A questão é que... Analisando igual você falou, é impossível. Tem brasileiro aqui também que acha que a gente está comendo cachorro, está vivendo comunismo, etc. Mas não é assim. Não é assim que o mundo estratégico funciona. A segunda pergunta era esvaziar os Estados Unidos no Oriente Médio para...

Virar senhor do Oriente Médio não faz sentido, pessoal, porque Israel não tem nem indústria nem profundidade estratégica para isso. Por exemplo, Israel até hoje não tem um caça nativo. E depende profundamente da sua força aérea para projetar poder. Sou fã do Farinaz e Rodrigão, Renato Cruz, obrigado. Alcântara foi sabotagem americana. Mataram 18 dos três maiores especialistas em foguetes do Brasil.

E Luiz Claudio Cursino, boa noite. Por que se fala usar armas nucleares se já houveram guerras mais mortíferas e nunca se...

tentou essa possibilidade. Tem sempre uma primeira vez e um desesperado. Nós estamos lidando com Benjamin Netanyahu. Pessoal, quando a gente analisa a geopolítica, existe um fator que é a racionalidade dos atores. Tem vários atores aí nesse tabuleiro que estão agindo a leste da racionalidade tem algum tempo já. Exatamente.

Brahuna, estou começando a gostar do Farinaz, porque de ontem pra hoje ele está falando bem da Ucrânia. Não, mas não falou bem não. Não, não é verdade. É verdade, cara. Bem ou mal, é verdade. Outra coisa, se você olhar aí no Artagel, eu já meti a lenha várias vezes na Rússia. Eu analiso a situação e vejo... Sabe, o pessoal acha que...

A gente vai torcer a realidade. Eu não vou, cara. A Ucrânia errou muito, está acertando agora. A Rússia acertou muito, está errando agora. O Irã está acertando. Se os Estados Unidos começarem a acertar, eu vou falar para vocês. Eu esperava mais os Estados Unidos. Esperava uma curva de aprendizado. Não está tendo. Não sei agora se vocês vão ter um plano logístico. Mas, gente, eu só vou falar uma coisa para vocês para resumir.

Eu tenho 45 anos de trabalho militar. 45 anos disso. Entrei muito novo. Eu não vou jogar fora tudo que eu angarii em termos de credibilidade por conta de uma preferência ideológica por A ou B. Eu não respeito nada. Eu falo sempre o seguinte. O pessoal às vezes me chama, vamos num manifesto e tal. Eu falo, eu não vou porque eu não sou militante, eu sou analista militar. É uma diferença muito grande. Se eu ficar marcado como militante...

Muita gente deixa de me chamar. Então vocês podem ter certeza. A análise que eu faço é a mais crua possível. Desagrado todo mundo. Por exemplo, o que eu acho do Camenei? Péssimo estrategista. Péssimo. Você quer saber de uma coisa? No final das contas, Israel destravou o Irã quando tirou o Camenei do jogo. A última aqui. Considerando a destruição do complexo petrolífido, podemos dizer que a humanidade retroagiria em 40 anos.

Bem difícil. Acredito que não, porque assim... Destruir... Vou ver se eu entendi o que ele perguntou, que também está difícil de interpretar. Se destruir todo o complexo petrolífero. Vai se manter a tecnologia e vai se desenvolver de novo. Eu acho que você deu a resposta no meio dessa live, quando você falou da destruição do Sykes-Picot. Eu acho que é mais por aí.

E é uma linha de análise que eu vou adotar. Sinto o autor, mas eu acho que é isso mesmo. É a distribuição do site que explicou. Pode ser que o que a gente esteja enxergando é um redesenho de todo esse mapa aqui. E, além disso, qualquer cenário onde o Irã vence essa guerra vai ser para os Estados Unidos da América, mesmo que a crise de Suez foi para o Reino Unido. Eu também.

Ali, obrigado. Dê seu canal aí, pessoal. Parabéns pelos 15 mil inscritos. Falei que você bateu 15, né? Bateu 15. É isso aí? Bateu. Agora que o pessoal vai se inscrever. Se inscrevam lá no Vento Leste. Foi um prazer estar aqui. Eu acho que bateu umas 3 horas de live, né? 4 horas. 4 horas de live. É o recorde, é o recorde.

meu recorde também, tô até meio... Pessoal, é um prazer estar aqui, o Rodrigão e o Robertinho são gente fina pra caramba. O Robertinho é falso chapéu de alumínio, tá? Ele não é chapéu de alumínio, ele fica fingindo.

E o comandante, vocês já sabem, né? O comandante é um ser humano gigantesco, é uma grande inspiração para mim, um grande amigo que eu fiz nesse meio aqui. Antes até de eu começar o meu canal, o comandante já tinha me chamado para falar desses assuntos. E é um prazer, estamos aí à disposição, e se inscrevam lá. Também vou fazer um pedido aqui para vocês. Tem um amigo nosso, o Lineker, do canal Flecha Mura.

Ele é de Roraima e ele está querendo lançar uma rádio e ele precisa que o canal dele cresça. Então, se vocês puderem se inscrever lá depois, deixei a indicação aqui para vocês.

Ó, vou também agradecer todo mundo aí que mandou o superchat, alguns eu não li. Mas sim, vocês não sabem o quanto vocês ajudam o canal, gente. O Lineker, a gente quer muito trazer aqui no Três Irmãos, muito mesmo. Só que vem lá de Roraima, né? Passagem é cara pra caralho, mas não vai dar um jeito. A gente vai dar um jeito de trazer, porque esse superchat de vocês é pra isso que a gente usa. Pra investir aqui, pra promover novos episódios e sempre trazendo o conteúdo que vocês gostam. Comando!

Olha só, eu vou pedir... Vocês colocaram a petição da Vibrais aí? Vamos colocar. Pessoal, vamos assinar a petição da Vibrais. Já está? Já? Então, beleza. Está aí o link lá. Não paga nada. É o futuro... Até a gente está conseguindo o futuro do Brasil, gente. É a petição para conceder uma medalha para o sindicato dos metalúrgicos do São José dos Campos, onde está a filiada da Vibrais. Então, a gente colocou o link aí. Eu quero atingir 20 mil inscritos a semana. A gente atingir 20 mil assinaturas. Na outra, já chega a 30.

E a gente já tem quem vai levar para o presidente Lula. E eu acho que é uma mudança. A gente conseguiu fazer uma corrente em torno de uma empresa estratégica para o Brasil. E a Vibraes virou a paixão nacional. E, Esther, eu quero agradecer essa família aqui. Como eu conheço toda a família de vocês aí, pessoal maravilhoso. Quero mandar um abraço para todo o pessoal lá de Uberaba, de Uberlândia. Todos os fundos de vida.

dizer que a gente tem um carinho muito grande aqui pelos irmãos, ele sabe disso chamou, eu venho mesmo, é o meu recorde hoje, 4 horas, nunca pensei que eu ganhei não vou judiar assim de novo não liga, não dou bola pra isso pra um cara que faz, a minha live é 30 minutos no Arte da Guerra, 20, 30 minutos pra fazer 4 horas, imagina o quanto eu tô me divertindo aqui, foi legal mesmo

Então, e se inscrevam aí no Vento Leste, se inscrevam no 3D, se inscrevam no canal Arte da Guerra também, tá? Que é um canal pró-Brasil, eu acho que é antes Estados Unidos, não é, gente? Estou nem aí com os Estados Unidos, eu sou pró-Brasil. Obrigado pela oportunidade maravilhosa. Foi uma noite muito legal, Ali. Olha, vou fazer o possível para ajudar você a crescer, você, o Lineker, todo mundo aí.

Tem que crescer. E um grande beijo e fé no Brasil, pessoal. É só isso que eu posso dizer para você. Amanhã eu estou no flow, tá? Sério? Que massa, que massa. Se eu puder, eu vou acompanhar. Assim sim. Eu vou gravar, né? É. Mas eu vou ver depois. É, amanhã a gente está o dia inteiro. Mas vamos farinar as passas, eu vejo.

Que legal. Ainda escreve assim, vim pelo Farinazos. Vai pro Breno também, ópera Mendes? Dia primeiro. Esse eu não perco. Eu inaugurei o estúdio dele, tive essa honra aí, agora eu tô de volta. Eu gosto muito do Breno Altman, não só como analista. Eu acho que o maior orador da nossa contemporaneidade chama-se Breno Altman. Eu tenho sorte do seguinte, Rodrigo. O maior orador da...

da nossa era, que é o Breno, eu sou amigo dele. E sou amigo também do maior comunicador da geopolítica, que é o Rubão, que tem um carisma fora de seta, todo mundo sabe. Eu falo sempre que o Rubão é o comunicador de geopolítica que mais tem carisma. Eu falo que eu tenho algum, mas perto dele, eu sou um apagado. Então eu quero mandar um abraço para os meus dois amigos, tanto o Breno quanto o Rubão, e agradecer. Só tenho que agradecer porque eu adoro vocês. Obrigado, gente.

Pessoal, obrigado quem ficou até aqui. Amanhã a gente está de volta, porque nessa viagem para São Paulo a gente grava três episódios todo dia. Hoje é o terceiro episódio, amanhã tem mais três. Amanhã tem um debate do Glauber Braga com o Lucas Pavanato. Na verdade, hoje já passou de meia-noite. Já.

A hora que acabar esses episódios, à noite, eu, Robertinho, Pedro, a gente volta para Guari. Então a gente vai ficar oito horas no carro, conversando com vocês, numa live ao vivo, contando os bastidores. Então acompanha a gente, ativa o sininho para poder viajar com três irmãos. E semana que vem, aproveitando que o Forinazio falou do Rubão, o Rubão vai lá para Guari, porque a gente vai pegar aí no aeroporto e vai lá para o Paraguai com o Rubão. Nossa Senhora! Mentira!

horas de carro com o Rubão. E o Rubão dentro do carro. Imagina a treta que não vai dar isso aí. A treta internacional. É o fim do Mercosul. Esse sininho tem que deixar ligado mesmo porque a gente deve começar essa live de amanhã, depois da tarde, que é o debate, próximo da meia-noite. Então, se não tiver que a gente vai sair daqui a meia-noite. Se não tivesse, vai saber que a gente começou.

Não, mas se tiver o pessoal ao vivo, comandês, a gente vai conversando. A gente vai conversar cá, gente. A gente vai até Ribeirão Preto aí. E ativa, porque logo o Rubão no Paraguai. A gente vai andar em vários lugares no Paraguai. Vai ser uma viagem interessante. É isso aí. Eu queria só pedir uma coisa para a galera que ficou aí.

Não esquece de assinar o que a gente precisa, o que o Farinaz pediu, que é a inscrição da... A Vibraz. A petição da Vibraz. Boa. É isso aí. Valeu. Beijo para todos. Fui. Fui.

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