FABIO SABINO x ALEF LOPES - DEBATE - O ARREBATAMENTO VAI ACONTECER?- PODCAST 3 IRMÃOS #940
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- Debate sobre arrebatamentoEscatologia bíblica · Ressurreição dos mortos · Transformação dos vivos · Interpretação de 1 Tessalonicenses 4 · Interpretação de 1 Coríntios 15
Podcast Três Irmãos na área, quem fala com vocês mais uma vez, Rodrigo Chorró, na minha frente, meu brother, meu irmão, Roberto Andrade, filho Borracha, na mesa operando, nosso diretor, Pedro Henrique. E aí, bigodão, mais um grande debate aqui no Três Irmãos.
Fala aí, meus irmãos! Beleza? Rapaz, agora sim, hoje a gente vai em paz, hoje a gente vai pro inferno, sei lá o que vai acontecer aqui agora, mas... Pessoas pra discutirem um tema que, poxa, é religião, né, mano? Pra envolver nossa audiência, esse episódio era um episódio que seria gravado, a gente ia transmitir depois, mas ontem, durante a nossa IRL, a nossa live ao vivo...
Vindo de Araguari aqui para São Paulo, o pessoal começou a pedir, pô, põe ao vivo, põe ao vivo, quero ao vivo, quero ao vivo. Bom. A audiência pediu, tá aí. Se é ao vivo, então, a galera pode mandar um superchat, pode participar, pode dar like aqui agora já para compartilhar, não é não? Se fizer isso, a gente vai ler superchats no final. Isso é tempo também, né? É. Importante. É. Enfim, os nossos debatedores já estão na mesa, o tema já está pronto.
As regras foram quebradas? Tudo que foi combinado já não existe mais não tem regra, debate livre e debate livre você sabe, eu gosto de me meter quando tem debate livre quando tem regra eu não fico entrando não mas quando é livre eu tô
participando também, dando minha opinião. Pode jogar esse cronômetro fora. Eu fiquei a manhã inteira para instalar esse negócio. O cronômetro prendeu. Porra, adiantou nada. Bom, vamos começar aqui. Primeira vez na nossa casa. Eu preciso agradecer. Pastor Aleph, obrigado. Obrigado, pastor.
Que alegria, primeiramente, cumprimentar aqui nossos queridos irmãos, que estão aqui no Três Irmãos Podcast. Sem sombra de dúvidas, será um debate de excelência. Cumprimentar aqui o professor Sabino. Certamente hoje traremos esclarecimento relacionado à escatologia bíblica, em especial na maior esperança da igreja, que é o arrebatamento da mesma. Muito obrigado pela honrosa recepção. Uma honra estar aqui. Valeu, pastor.
Terceira, quarta vez aqui na nossa casa, né? Já pode pagar o churrasco. Misericórdia de novo. Tava sumido, mas voltou. O pô pediu, tá aí. Rapaz, eu não ia vir não, viu? Vocês mudaram de local, mudaram de local, gente. Quando eu entrei no Uber... Gente, uma boa tarde para todos vocês, viu? Entrei no Uber, quase que eu quebro o pau com a menina do Uber.
Porque era na Faria Lima. Ela me pega, vai subindo. Eu tô vendo, passando atrás do aeroporto de Congonhas. Eu falei, amiga, eu acho que você errou o caminho.
Porque não é por aqui não. Os abençoados. Mas parabéns, gente. O local aqui é show de bola. É top das galáxias. Só não vê a piscina. Tem piscina aí? Tem, claro. Então depois do podcast, vou tomar aquela dose de uísque maravilhosa. E dá o tibu. E tem churrasqueira top aí, não tem? Tem churrasqueira. O uísque já está chegando. O uísque já está chegando. A gente vai ali comprar uma carne, uma pecinha de picanha.
O Carvão já cancela o próximo, vai ser entrevistado. E vão aproveitar, porque vocês estão na dívida comigo. João, que fúria. Se você estiver vendo aí, mano. Se você seria o próximo, já não vai ser mais. Seja bem-vindo na nossa casa. Obrigado, eu que agradeço. Parabéns pelo espaço. É um privilégio ter você aqui. Bom, acho que como não vai ter regras, seria legal vocês se apresentarem para a nossa audiência. Se o pastor Ale...
Começa você, você primeiro tem isso aqui. A primeira letra do alfabeto hebraico, né? Primeiramente, cumprimentar também a audiência, a vez que esse me perdoe. Sem sombra de dúvidas, sou pastor auxiliado na Assembleia de Deus do Ministério do Belém, na Associação de Teologia, pós-graduado em Aconselhamento de Psicologia Passoral, pós-graduando em História da Teologia pela FABAPAR, setor 45.
Quem é o pastor? Posso ser o João Barbosa. Ah, o João Barbosa. Isso. Pós-graduado em docência do ensino superior em filosofia, especialista em escatologia bíblica, especialista em teologia arminiana, formado em grego bíblico e hebraico bíblico, e algumas outras questões, também escritora de escatologia, compreendendo os mistérios do fim, Trimundal de Cristo, Boda do Cordeiro, Batalha do Armageno, Reino Milenar, também guia prática de interpretação bíblica, história, processos, propósitos, estrutura do Antigo Testamento, Novo Testamento.
textos conjuntivos, narrativos, descritivos, normativos. Também homilética, nosso livro recente, que é o que é a pregação, história da pregação, propósito da pregação, o que é retórica, homilética, oratória, do zero avançado. E também um spoiler aqui, de primeira mão, no Três Irmãos Podcast. Também está para sair o nosso livro, Ordo Salutes, Arminiano, o caminho da salvação. Muito obrigado mais uma vez. Valeu, Sabinão.
Bom, gente, eu não tenho todo o currículo do pastor Aleph. O Sabino, se falar, vai ficar doitor. A única coisa que nós temos em comum é que eu fui do setor do Belém também. Fui de três setores. Quando eu conheci meu pastor Severino Pedro, que veio dos Estados Unidos. Eu conheci no setor do Vila Formosa, onde estava o pastor Moisés. Aí teve um problema com o pastor Moisés.
De lá eu fui para o Parada 15, ele me levou para lá, para o Parada 15. Do Parada 15 nós terminamos lá no Veracruz, em São Mateus. Então eu acompanho meu pastor durante três setores, dei aula na FAESP. Eu fui professor de hebraica e grego no lugar da professora Edna, esposa do pastor Veiga, que até então, na época, era pastor setorial da Lapa.
depois não sei que fim deu, enfim... Sabino é crente, cara. Enfim, eu sou crente até o tutano, rapaz, já falei isso, sou crente até o tutano. Então essa é a minha trajetória de Alonofaesp, muitos seminários, muitas faculdades, conheci excelentes professores, exímios professores, eu conheci nesse passar do tempo.
estou no Youtube desde 2009 já tenho uma certa caminhada já escrevi 12 obras, tem duas aqui essa aqui é minha obra, a igreja será arrebatada é um dos e Jesus voltará, uma vinda do filho do homem uma análise apenas de Mateus capítulo 24 versículo por versículo quem tiver interesse é só entrar em contato comigo ou entrar em contato comigo pelo DDD11996937519 não se esquecendo gente quem já está aí, já compartilha curta, se inscreva no canal vou
Porque os meninos estão grandes. Não, grande tem algum sentido literal da palavra, que é o Rodrigão. Dois metros é quanto, Rodrigo? Dois metros. 180 quilos. Meu, gente, o homem é grande. E você, Robertinho, tem quanto? É que são três irmãos. Eu sou uma pessoa normal, 1,80m. O cabeleiro é desse tamanho, então são...
Fora do normal, fora do normal. São gigantes, meu irmão, quem te conhece sabe. Então, eu não preciso dar meu currículo. Bom, vocês já conhecem, né? Primeira vez que eu estou aqui no podcast 3, irmão. Pastor, seja bem-vindo, Aleph. Obrigado aí pelo convite, tá? Com certeza, gente, tem regras aqui, só que para o pastor ficar à vontade, eu ficar à vontade, como eu sempre digo, as regras somos nós quem fazemos com a nossa própria educação.
E às vezes o time ou o tempo, não que eu seja contra, só que às vezes atrapalha o raciocínio.
Você está desenvolvendo raciocínio e você olha para o time ali e você tem que correr. E aí às vezes você esqueceu de anotar no papel. Então o pastor vai ficar à vontade, eu ficaria à vontade. Ele falará, eu ouvirei. Falarei, ele ouvirá. Agora, caso ele me interpele, aí é outra questão. E assim a gente vai discutindo e batendo esse papo.
Ele começa ou eu começo? Ou vocês começam? Não, eu quero aproveitar aqui, já que você falou, pedir mais uma vez também. Pessoal, deixa o like nessa live, é importantíssimo. O seu like ajuda o YouTube a entregar para mais de cinco pessoas. Então, assim, dedo no like, vamos que vamos. O pastor falou algo, assim, que me deixou intrigado. Então, o arrebatamento é... Tânia, primeira epístola do apóstolo Paulo aos textos anuncenses, capítulo 4, versículos 16, 17 e 18.
Primeira epístola do apóstolo Paulo aos Coríntios, capítulo 15, versículos 51, 52, 53 até o 58. E também um texto clássico de Evangelho Cateônus e Assus Cristócio, Evangelho de Jesus Cristo II, escreveu Evangelista João, capítulo 14, versículo 1 ao 3. Em específico, para o texto-áudio da matéria proposta neste debate,
Nós temos a clara evidência de Paulo na igreja de Tessalônica. Igreja esta fundada aproximadamente na primavera do ano 50 da segunda geração deste ano, que vai falar a respeito do texto. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com a larida, a vó de arcanjo, ao som da trombeta de Deus. E os que morreram em Cristo Jesus ressuscitarão primeiro. E depois nós, os que estivermos vivos, seremos arrebatados.
Para estar com o Senhor nos ares, assim estaremos com Ele para todos sempre. Versículo 18. Consolai uns aos outros com essas palavras. Aqui nós temos a expressão clara do termo harpagzometa, que vem do presente do indicativo, que é harpazo, que é o verbo em grego que significa arrancar com raiz e tudo. Então o contexto bíblico vai dar a conotação.
de que Paulo está doutrinando a igreja de Tessalônica, nome este, se me permite, historicamente dado em homenagem a uma das irmãs de um rei do quarto século antes de Cristo, Tessália, Tessalônica, que vai tratar a respeito que Paulo está refutando alguns falsos mestres que diziam que a igreja estava vivendo o dia do Senhor. O que seria o dia do Senhor praticamente nesse contexto bíblico?
O termo dia do Senhor em Abraeco, em Om Adonai, que seria o dia da ira de Deus, em grego, o dia da revelação da ira de Deus sobre o mundo dos impenitentes, o mundo dos ímpios. Os 21 juízos catalogados no livro de Apocalipse, esse período que nós queremos, que é o chamado a grande tribulação, relatado também em Mateus 24, Marcos capítulo 3, Lucas capítulo 17, Lucas capítulo 21, Apocalipse 6 ao 18.
tratando a respeito do arrebatamento, que também é o termo usado por Jerônimo contemporâneo de Agostinho de Pono, chamado Docto Gratia, que é chamado doutor da graça pela igreja, que é relacionado à expressão rapturo.
que é da Vugata Latina, que é simplesmente retirada da Septuaginta. Então, naturalmente, ao decorrer do debate, nós falaremos mais especificamente na análise morfológica, texto, contexto e história para a glória de Deus.
Sabino, e quanto a você, você acredita no arrebatamento? Em hipótese alguma, eu não vou nem dizer que é uma questão de crença, mas é uma questão de fundamentação que não existe o arrebatamento. A palavra arrebatamento, como o pastor colocou, ela existe arpados ou no grego, mas em qual sentido, em qual contexto ela está? Sobe para mim e coloca o versículo 17, por favor, a possibilidade.
Pode subir. Ou se quiser colocar até depois um texto bíblico, pode ser também. Esse é meu esboço, gente. Faz parte do meu livro como... Pode ir embora. Lá pra cima. Estou no versículo 12. Pode ir. Eu explico isso no versículo 17. Nesse meu livro que eu vou explicar sobre isso.
Então analisa o versículo por versículo, aí de 1ª texto, a 1ª centímetro, capítulo 4, que é realmente um dos textos-chave que muitos fazem uso para dizer que a igreja será arrebatada, não somente a igreja. Aí nós temos uma questão até interessante, porque Paulo acreditava piamente, ele mesmo, Paulo acreditava piamente, que ele mesmo seria arrebatado e ensinou isso para a igreja. Digo mais, ele acreditava isso em vida.
em vida, não é morto não. Então ele tinha uma esperança de acreditar esse vida. Você acha que tem assunto aí? Aí, volta um pouquinho, deixa eu ver se esse é o versículo. 16, sobe só um pouquinho. É isso, ele falou do 16, vamos começar aqui no 16, diz assim, ó. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvido a voz do arcanjo, ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro.
O primeiro lugar que eu vou questionar é, de onde Paulo tirou isso aí? De onde Paulo extraiu essa informação do versículo 16, pastor? De onde? De onde Paulo disse, porque o Senhor mesmo dá da sua palavra de ordem, ouvi da voz de arcanjo, ressoada a trombeta de Deus, está dizendo de Jesus, descerá do céu e os mortos em Cristo ressutarão primeiro. De onde Paulo extraiu isso, que isso aconteceria? E dentro dessa prerrogativa, dessa forma aí.
Onde Jesus ensinou que quando ele viesse, ele ressuscitaria primeiro os mortos? Onde Jesus ensinou isso? Primeira coisa que eu pergunto para o pastor. Fique à vontade agora. Perfeito. Análise morfológica completa do texto, a expressão em 1ª texto, 1ª, 4ª, 17.
Trata a respeito da expressão harpagzometa, que é o futuro indicativo passivo, que é relacionado à primeira pessoa de harpazo, que é arrebatamento violento, ou arrebatar, retirar de um lugar de forma violenta. Expressão em latim, da Vulgata de Jerônimo, 405 d.C. A origem em português é rapto ou arrebatamento. O texto de João, capítulo 5, versículo 28, consegue colocar na tela? Texto de João, cabibus.
Ah, tranquilo. Então, vamos lá. O texto declara que, a dizer que os mortos ouvirão a voz do Filho do homem e eles sairão para a vida, ou ressuscitarão. Então, o próprio Jesus trata essa conotação bíblica. João 5? João 5, 28, se eu não me engano. Não tem como colocar o texto na lousa? Vou pegar aqui e mandar para ele.
Isso, um texto online. Pode concluir? Pode, não, fica à vontade. Não só para saber se tinha como colocar para facilitar. Muito bem. Então, Jesus no seu ministério terreno, ele já advoga essa ressurreição, que também tem uma classificação básica lá em Daniel capítulo 12, versículo de 1 e 2, que também é a cultura judaica do chamado Tanar, que é o Tav, Nevima e Ketuvima.
Ali o texto de João 5, 28. Não vos maravilheis disto, porque vem a hora que todos que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizerem o bem sairão para a ressurreição da vida, e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação. Palavras de Jesus, professor Sabino.
Só faltou uma coisa. Não é apenas isso. É o versículo 16 que Paulo coloca. Sim, mas ali não está falando a respeito... Desculpa, só para concluir, porque o senhor me intercalou. Ali está falando de ressurreição. O senhor perguntou anteriormente, se puder voltar o vídeo. Que simplesmente, aonde que Jesus falou que haveria a ressurreição? Aqui está. Então, só que para que haja a ressurreição, o que é necessário?
Ali o texto você fala? É. O que Paulo coloca? Para que haja... Primeira questão de 164, 16. Isso. Entendi. Para que haja a ressurreição é necessário o quê? Porque o mesmo Senhor descerá do céu com a larida, a voz de arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morrem em Cristo Jesus ressuscitarão. Então tem que existir o quê primeiro?
Arrebatamento relacionado à ressurreição. Simultaneamente. Tem três termos ali. Alarido, voz de arcanjo e trombeta de Deus. E onde Jesus ensinou isso? Se o senhor quiser, podemos trabalhar. Onde Jesus ensinou isso? Onde Jesus? Nós temos também um texto relacionado a Alarido, que é o contexto militar relacionado à voz de comando de um general. Paulo vai fazer inúmeras analogias. Eu falei Jesus. Onde Jesus ensinou isso?
Não, mas primeiro o senhor falou. A ressurreição. Apresentei o texto. Então, para existir a ressurreição, precisa do quê? Volta lá meus búhos, por favor. Vamos lá? Tem muita coisa. Professor Sereno. Só um minuto. Vamos lá? Tem muita coisa que Paulo fala que Jesus não vai falar. Não, não. Tem muita coisa. Então, aí... Agora complicou. Não, de forma alguma. Agora complicou. É inspirado progressivamente.
A revelação é pronunciada. O assunto não é inspiração, pastor. O assunto é arrebatamento. Vamos lá. O assunto não é inspiração, é arrebatamento. Eu não quero atrapalhar o seu raciocínio, mas o político é relacionado ao cérebro. Depois a gente discute esse assunto. Vamos lá. Vamos praticar crítica. Por quanto o senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem... Olha a sequência. Ouvi da voz do arcanjo...
ressoar da trombeta de Deus, após isso, pastor, descerá dos céus... Aí vem a pergunta. ...de acontecer a qualquer momento. Então a expectativa relacionada do arrebatamento era que, da visão pré-milenista, dispensacionalista, clássica, barra revisada, acredita que Jesus pode voltar a qualquer momento sem nenhum tipo de sinal precedente. E aqui eu quero reforçar por causa da audiência...
Alarido é a voz de arcângel relacionada ao contexto do Império Romano, quando o general tocava o alarido, que era um barulho de guerra, para os soldados estarem prontos. Segundo, voz de arcângel, a expressão em grego foné, archangelos, significa dizer voz de comando. E terceiro, o trombeta de Deus está relacionada, factualmente, também em 1ª Tessalonicenses, 1ª Coníntios 15, 52, que é a chamada trombeta de convocamento para os salvos.
O texto de Sefer Ben Midbar, livro de Números, capítulo 10, versículo 2, importa nos dizer, Rodrigão, correto, e Robertinho, é isso? Sim. Perfeito? Falamos a respeito de trombeta para a convocação para duas questões. Primeiro, para a guerra, e segundo, para a celebração.
A trombeta, depois nós podemos trabalhar, a trombeta de 1 Coríntios 15, versículo 52, corroborado pelo mesmo escritor de 1 Tessalos 104, 16, é a trombeta de convocamento para a nação escolhida. Que nação escolhida? O corpo de Cristo, a igreja. Outra questão interessante, se me permite...
É só para não voar, você já foi mais três textos. Vamos lá. Você rodou, rodou e ainda não me respondeu. Eu respondi com texto. Talvez o senhor não foi a resposta que o senhor queria, mas eu respondi. Aonde Jesus... A ressurreição eu respondi. Aonde Jesus falou de ressurreição. Você não entendeu. Para que haja ressurreição, novamente, para que haja ressurreição, lá em João 5,28, segundo Paulo é necessário o quê? 5,28? Quem falou foi Jesus. Você fala de Paulo 1, textão 6,4,16, correto?
Para Paulo, para que haja a ressurreição. Paulo colocou que é o quê? O que é necessário? Construção teológica de Paulo. Ele vai pegar o contexto relacionado das trombetas, que ele está falando para um público de judeus novos convertidos também, e de gentios. Então ele vai usar o contexto da sua época para dar a conotação da inspiração bíblica relacionada para a compreensão dos muitos. Uma invenção de Paulo. O que nós temos aqui é uma invenção de Paulo, porque Jesus, nada disso Jesus ensinou.
Agora só sobe mais um pouquinho o meu esboço agora, pode subir para a tela. Vamos fazer uma análise agora, vamos ver se é isso mesmo que o pastor está dizendo. Por quanto o senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, nós estamos discutindo se Tessalonicenses trata de arrebatamento. Não esqueça disso daqui, tá? Primeiro, Tessalonicenses 4 trata de arrebatamento da igreja, sair da terra e morar no céu. Ou isso não é arrebatamento, pastor? Sim, arrebatamento que ensina isso, certo? Eu já falei, né?
Morar no céu. Será que 1ª texto de 1804 trata disso? Os crentes saírem da terra e morar no céu? Não, gente. Não trata disso. 1ª texto de 1804. Então tá bom. Faça um favor pra mim. Leia o versículo 17 pra mim. Tá com a Bíblia online aberta? Eu tô sem a Bíblia online, mas eu posso falar de cabeça. Então, por favor. Vai lá.
Eu gosto é assim. Fala que eu gosto é assim. Aí pronto, fala aí então. Os que morrerem em Cristo Jesus ressuscitarão primeiro, mas depois... Agora você para. Agora vamos fazer a análise hermenêutica agora. Os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que tivermos isso, seremos arrebatados. Eu sabia que você ia perguntar isso, eu tenho uma resposta aqui. Vamos lá? Ok, essa é a pergunta que eu quero. Paulo acreditava ou não acreditava no arrebatamento? Total. Perfeito. Aí eu pergunto, ele foi arrebatado?
Para ser sincero, isso depõe mais contra a sua afirmação negativa do texto, contra a seu favor. Vamos analisar o texto no seu próprio contexto, na análise morfológica? A forma gramatical, voz passiva, os crentes não sobem por esforço próprio.
mas são tomados por poder externo e irresistível. Aqui é o futuro indicativo. Qual é a diferença de indicativo e subjuntivo? Subjuntivo é o campo da irrealidade, abstrato, indicativo da realidade. No grego é relacionado a firmeza e a certeza de evento futuro. Danny Wallace, que é um dos grandes lexicólogos do Novo Testamento, em especial o grego, na sua gramática,
Ele usa o futuro indicativo, é a maneira mais comum de expressar certeza de evento futuro do Novo Testamento. Tanto é que o próprio contexto vai apresentar aqui a própria demonstração da expressão em 1ª texto, 1ª, 417, que é a expressão apântesis, que seria o substantivo feminino singular.
Singular porque completa a preposição ex, que é uma preposição de propósito, que indica o propósito do arrebatamento fazer o encontro formal com o rei que chega. Temos outro texto técnico aqui? Eu poderia...
Me explica essa questão que você colocou agora. Com o rei que chega.
Sim, eu só vou concluir esse contexto para que não possamos perder o raciocínio. Se me permite, aqui nós temos o Gary e Eric Peterson, em 1930, demonstrando que a pântesis é termos técnicos, significa dizer quase que um rapaz legomeno, isso, do protocolo de recepção real. Aqui nós temos cidadãos saindo para o encontro do rei imperador.
É o convite relacionado. Aqui nós temos também a expressão, a pântese de Paulo, em todos os casos é relacionada a saída, encontro e retorno. E para me concluir, para não monopolizar o tempo, porque eu quero ouvir o professor Sabino, Cristo não passa pelos ares e segue. Ele está vindo para a terra.
crente sai ao encontro dele, eu acompanho. Aqui nós temos uma clara evidência de que Paulo está relacionado, nós que estamos vivos. Certamente a expectativa de Paulo era o arrebatamento. Então o próprio contexto vai declarar, tanto aqueles que morreram em Cristo vão ressuscitar no arrebatamento. E aqueles que ainda não provaram da morte, ressuscitarão com o corpo, ou melhor, serão transformados e depois arrebatados.
E assim, eu encerro essa primeira parte, que depois nós podemos trabalhar em outros textos, que fala a respeito relacionado ao futuro indicativo. Então Paulo tinha expectativa, porém ele ainda ratifica na carta da alegria, e Filipe fez o capítulo de número 1.
que é melhor partir para estar com o Senhor. Então Paulo estava em duas tensões, tanto o arrebatamento que se aproxima a qualquer momento, tanto que para estar preparado para encontrar com o Senhor através da morte. Então para o cristão, tanto a morte individual quanto o arrebatamento, a morte nada mais é do que a carruagem que nos levará para encontrar o príncipe da vida e o contexto aqui apresenta a gramática.
Deixa eu apresentar a mesma gramática que ele apresentou. Concordei 100% com o que você leu gramaticalmente. Talvez você não tenha prestado atenção no seu próprio esboço aí. Quando você vai tratar a respeito dos termos o qual você fez uso... Olha que legal, o Sabino concordando, hein? Não, você vai vendo o que eu estou concordando. Sobe para mim o versículo 17, por favor, que é onde ele estava. Pode subir. Aí nós somos 16, pode dar para o 17.
Vou explicar no que eu concordei, que talvez você não prestou atenção no que você mesmo leu. E foi top, eu até anotei aqui quando você falou a respeito daquele que chega, do rei aí. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados, juntamente quando nas nuvens, ao encontrar o senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o senhor.
Sobe agora esboço. Justamente a parte que... Um pouquinho agora. Agora vamos analisar esse versículo 17.
É, é isso. Pode ir. Aí, aí, passou, passou aqui. O caso vocábulo depois epeita no fluxo argumentativo, o adverbo epeita desempenha função discursiva, não cronológica detalhada. Já começa por aqui. Sobe mais um pouquinho.
Sobe, pode subir? Aí, pode subir? Pode ir? Deixa eu pegar a parte que ele colocou. Aqui, a palavra arrebatado. O futuro passivo de arpague só metade arpados ou descreve uma ação súbita e eficaz exercida por agente externo, sem qualquer especificação e nem do destino final, duração, permanência ou final escatológico. Sobe? O valor semântico que ele já falou, que é tomar a força. Pode subir, pode subir. Pode ir.
Pode subir. Aí. A expressão, a preposição qualizou, sair ao encontro. Agora vamos entender, gente. As pessoas seriam arrebatadas para que ele leu isso. Para sair ao encontro de quem vem.
Olha lá. A preposição ex-apantescens, a expressão ex-apantescens pertence ao vocábulo técnico bem estabelecido no grego helenístico designado o ato formal de sair ao encontro de uma autoridade que chega. Foi isso que você leu? Foi. Tá aí. Foi isso que eu falei. Concordo? Tá aí. Nisso eu concordo. Vamos continuar com a finalidade de... Olha agora.
Jesus vai vir para levar a igreja a morar no céu? Não. Ele leu certo. Ainda fez o comentário com o rei que chega. Os crentes saem para o encontro do rei que chega. Que é o termo técnico apânteses. Isso é o que eu estou ali. Está ali na lousa, pastor. Está lá. Apânteses. Está ali. Eis apânteses. É isso que eu estou analisando. É o termo técnico. É isso que eu estou lendo. Vocabulário técnico.
Deixa eu só chamar a atenção do pastor. Perdão, perdão. Pastor Estalina Lousa. Sim. A expressão ex, apantecem, pertence a um vocabulário, ao termo lá, técnico, bem estabelecido no grego helenístico, designando um ato formal de sair ao encontro de uma autoridade que chega com a finalidade de escoltá-la de volta ao local de destino.
Só pega pra mim a referência 187, por favor, embaixo no rodapé. Só subir. Olha lá, 187. Estou tratando com BDAG, tá? Pode voltar lá pra cima, onde nós estávamos. Então aqui, pastor, eu concordo com você. Realmente, a expressão. Só tem um problema. Os crentes são arrebatados pra morar no céu? Não.
Os crentes são arrebatados para o encontro de Jesus, quem chega para voltar para a terra. Eu posso explicar? Só um minutinho para não perder o meu assino. Sobe o meu esboço agora. Aí, o núcleo semântico da construção não é deslocamento para longe, mas recepção honorífica e retorno conjunto. Esse dado o Lestical é decisivo para a leitura do versículo, pois condiciona a direção do movimento descrito por Paulo.
Então, não é a reposição, Jesus vem, olha o que acontece no texto, Jesus vem, os mortos são ressuscitados, depois os vivos a encontram com Jesus, aonde? No céu? Não, não é no céu.
Sobe o versículo, vamos ler o versículo 17? Não, agora se abaixa, abaixa. Vamos pegar o texto lá. Isso, o texto. Vamos ler novamente o texto? Vamos prestar atenção que está escrito em português. Pode ir, até chegar o texto aí. Olha o que o texto vai dizer. Isso, pode ir. Não, isso aí. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles. Quem são eles? Os mortos que estavam mortos e ressuscitaram. Nas nuvens.
Não é céu, hein? Cuidado. Nuvens não é céu, são bocabos distintos. Nas nuvens, a encontrar o Senhor aonde? Nos céus? Não, nos ares. E assim estaremos sempre com o Senhor. Então, o que que eles serão arrebatados para quê? Para encontrar Jesus que vem para reinar na terra. Não é reinar no céu. Existe o arrebatamento.
Sim, mas não para morar no céu, isso que o pastor não entendeu. Não é para morar no céu, pastor? O senhor vai entender a minha retórica aqui. Qual que é a grande questão aqui? O senhor está defendendo a visão pós. Não, não estou defendendo visão nenhuma. Por quê? Porque a visão pós advoga esse arrebatamento ioiô, que a igreja sobe até o céu, e esse céu, no caso, seria nuvens, ares, em grego, equivalente ao céu atmosférico.
E na visão pré-milenista dispensacionalista, clássico barra revisado, nós defendemos de fato, o senhor é estudioso e sabe muito bem, que a igreja entra no céu contra os textos que eu vou mostrar agora. Paulo está falando do encontro com o Senhor. O contexto relacionado aqui é a esperança para uma igreja que está sofrendo acusações e disseminação de conteúdo duvidoso, doutrinário de falsos mestres.
Tanto é que o próprio texto de 1 Coríntios capítulo 15... Antes do senhor ir para lá, podemos só definir o texto de Alunicenses aqui? Sim, a definição como eu falei, já fiz análise morfológica. Sim, então o crente vai morar no... Segundo o texto de Alunicenses 4, o crente vai morar no céu? Sim. Em qual parte do versículo?
O texto declara, porque o meu Senhor descerá do céu com a lareia da vó de arcanjo ao som da trombeta de Deus. E os que morrerem em Cristo Jesus ressuscitarão primeiro. Depois, os que tiverem vindo seremos arrebatados para estar com o Senhor nos ares. E assim estaremos com Ele para todo o sempre. Mas no céu... Estar com o Senhor para todo o sempre é o quê? Vamos ver então? Agora sobe o meu esboço. Não, agora eu posso.
Pode? Você vai continuar intenção no incenses? Vamos. Vamos aqui para o texto, rapidinho. Assim, só para não monopolizar o tempo, eu queria um pouco mais de tempo para poder responder as perguntas do professor, sabendo, se possível...
Eu não quero intercalar, não quero acabar com o raciocínio, porque eu sei que debate é complicado para isso. Mas eu preciso também ter tempo para poder responder, porque são muitas respostas, aí eu respondo sim, aí você já vem com outra, eu preciso de tempo para trabalhar, sim ou não.
Não, isso para mim é tranquilo. Perfeito. Para nós dois. O que você quer é que não seja porque a resposta não pode ser um sim ou um não. É porque estamos trabalhando o texto. Mas não é isso que eu estou pedindo para ele, responder sim ou não. Ele já fez a argumentação de texto. É que eu falei sim, aí fui lá e você falou. Então, abaixo o texto. E ainda concordei com ele no que ele leu, só que agora ele está modificando.
aquilo que ele mesmo leu. Não, não, é que o termo técnico, a pântesis, equivalente àqueles que sobem para receber, no caso aqui, o contexto de subir, Ares, receber a autoridade que vem. E a autoridade que vem é Jesus. Mas detalhe importante é que nós empregamos no próprio contexto, João capítulo 14, versículo 1 a 3. Só um minutinho. É isso que eu estou dizendo. Aí é o que você quer empregar, o que você quer. Não, é o texto. Mas não é isso que o texto está dizendo. Você acabou de responder certo.
Sabino, quando o senhor perguntou aonde que Jesus falou de ressurreição, eu citei o texto. Aí quando eu faço, isso aqui é paralelismo bíblico. Eu preciso de textos e contextos para poder explicar. Porque Paulo, ele é uma reserva naquela ocasião, porém Paulo vai usar termos técnicos para um contexto em especial. Alarido não é um termo que Jesus usou também. Barulho de guerra é para Jesus? Jesus falou, aí o senhor, a sua afirmação é que...
Paulo falou isso, mas Jesus não falou aquilo. Em vários outros textos nós temos uma diferença de termos técnicos, mas a essência da doutrina é a mesma. E isso não tem como revogar o texto bíblico. Só explicar, lá em João, gente, que ele leu, fala de ressurreição, mas não fala de transformação.
Esse é o problema. Ressurreição é uma coisa, pastor. Transformação é isso que tem em Tessalonicenses. Em Tessalonicenses 4 nós temos o quê? Ressurreição dos corpos que morreram e transformação dos vivos. Peraí, mas quem morreu não recebe a transformação?
Não, aí a dedução sua. Segundo João... Não, não. Ressurreição é anástasis. A pessoa morta. Por exemplo, todos. Ali o texto é claro. Ressurreição, não transformação. Aquela pessoa que não tem mais... A putrefação orgânica tomou conta. Não tem uma transformação. Pastor, vamos lá. Para receber o corpo. É uma coisa lógica. Pastor, se faz ressurreição para pessoas vivas, pastor.
Não, ali está falando todos aqueles que estão mortos. Mortos, ok? Alguns para a condenação. Aí que está a anástase, que é o substantivo grego para a ressurreição, retornar à vida do mesmo corpo. Que corpo que tem um morto há mais de dois mil anos? Isso não é transformação? Você não está entendendo. Não. É que o senhor falou de transformação. Não, agora estou falando o que o senhor está falando. João 5, 28 fala de ressurreição e não transformação, ok? Eu respondi o senhor, sim ou não?
Respondeu, mas não na sequência que o Paulo colocou, eu coloquei, tá? Vamos lá? Paulo colocou uma sequência de ordem para que haja ressurreição. Isso nós não encontraremos. Isso nós não encontraremos, tá? Isso não, isso nós não temos. E Paulo está falando de ressurreição e transformação. João, qual você colocou, fala apenas de ressurreição e não de transformação. Logo, não é o efeito qual Paulo quer. Paulo quer duas questões aí.
Paulo quer ressurreição dos que morreram e transformação dos que estão vivos. Para quê? Para encontrar o Senhor nos ares, que ele estava certinho, o esboço depois que eu concordei, para o encontro do rei que vem, da autoridade que vem. Mas não é para morar eternamente. Aí você usa a expressão para sempre. Sobe o meu esboço agora, vamos lá ver a expressão para sempre agora? Vamos ver se dá a forma que ele colocou aqui o pastor?
Vamos pegar o próximo tópico aí. Aí, aí, aí, aí. Vamos lá. As nuvens em Nefelais. Uma teofania não transporte celestial. No universo simbólico bíblico, as nuvens não funcionam como meio de locomoção espacial, mas como sinal recorrente da presença, manifestação e autoridade divina, que é o contexto do qual você está valendo. Sobe um pouquinho mais, por favor. Vamos passar só o partido antigo. Sobe mais um pouquinho. Sobe mais um pouquinho. Não vamos nem falar do livro de Enoque. Pode passar.
Aqui, uma análise da expressão ex-apantece novamente, saiu do encontro. A expressão empatece e pertence a um vocabulário... Sobe, já li essa parte, sobe agora. Vamos passar do núcleo, já li, sobe. Parte de baixo, que eu não li ainda. Aí.
Opa, desce um pouquinho. Isso. O ponto focal da expressão não é o local do encontro em si, mas o destino final pressuposto. Ou seja, o destino final é céu ou é terra? Esse encontro, vamos lá? Que é o lugar para onde a autoridade está se dirigindo. Autoridade, Jesus está na terra e vai para o céu, ou Jesus está em cima e vem para baixo? É isso que o grego vai colocar. O encontro ocorre fora, mas o movimento culmina dentro, sobe. Esse mesmo padrão se mantém no Novo Testamento. Em Mateus, as virgens.
Opa, subiu muito. As virgens saem ao encontro do noivo. Pra quê? Pra ficar com o noivo onde elas encontraram lá fora? Ou pra receber o noivo pra dentro da festa? É o mesmo termo. Eis a Pantessem. Do noivo. Não para abandonar definitivamente o espaço da festa. Mas precisamente para retornar com ele ao local de celebração. Em Atos, os irmãos de Roma vão, Eis a Panteses, de Paulo, até o Fórum de Apo e Três Vendas, e os acompanham de volta a Roma.
Não há ambiguidade contra a direção final do movimento. Uma pergunta simples, Mateus 25, as 10 virgens é igreja? Eu não estou tratando a respeito de igreja. Não, não, pera aí. Estou tratando a... Você não entendeu o raciocínio? O que eu estou falando aqui? Análise da expressão, eis a panthécia. Isso que eu estou explicando. Perfeito. Gramaticamente. É igreja ou... Tá? O assunto não é se virgem é igreja. Assunto hoje é arrebatamento.
Ah, tá. O arrebatamento é porque o contexto é relacionado ao arrebatamento da igreja. Você não entendeu? Eu estou falando do termo.
Ex-apantecem. É o mesmo. Eu entendi muito bem, mas é simples. Atos, Roma, Paulo e Roma, está falando o que também? De arrebatamento de igreja? Não. Posso fazer a pergunta? Só um minutinho. Estou dizendo para você que a construção da expressão ex-apantecem, onde existe essa correção, está falando de a igreja subir e morar no céu. Não é isso. É encontrar Jesus nos águas, que eu estou explicando. Primeira terça-lhe a licença e voltar com ele para a terra.
Sobe meus bolsos, por favor, que aí você anota e você vai me responder tudo isso. A forma correta.
Aplicado ao versículo, a construção, eis a pantece tu queriu, para o encontro do Senhor. Indica que os crentes vão ao encontro do Senhor, que vem com o propósito explícito de acompanhá-lo em sua chegada, não morar no céu. Logo o versículo sobe, logo o versículo não descreve nem lexical, nem sintaticamente uma evacuação do mundo, mas uma recepção pública da parucia. Portanto, o movimento vertical nos ares não redefina o destino final, apenas localiza o ponto de encontro dentro do imaginário teofânico.
Agora sim, depois só me esboço e deixar o pastor falar agora. É muito importante ressaltar que o professor Sabino, ele advoga, melhor dizendo, que eu não posso sair do texto de 1º, 3º, 4º, 16 a 17, mas ele pode usar Mateus capítulo 25, que é um contexto relacionado semelhante ao reino dos céus.
Bacileia, tu teu que é o genitivo positivo, que é relacionado a... Não, meu amigo, o senhor acabou de ler Mateus 25, que é o termo técnico, eis a pânteses. Aí o senhor faz um paralelismo que é tranquilo, dentro da hermenêutica bíblica, é importante e é necessário. Mas quando eu vou sair do texto, você não aceita. Não eu aceitei? Qual momento que eu não aceitei?
Eu falei, vamos esgotar terça-nonicenses? Foi isso que eu falei, é que você já queria partir para a Corinto. Perfeito. Foi isso que eu falei. Depois é só voltar à gravação. Quando ficar renderizado, nós voltamos aqui, tá? Olha o contexto aplicado do termo técnico. Aqui é um termo relacionado, que nós já trabalhamos, mas aqui tem a aplicação teológica. Cristo, relacionado aos ares, implica dizer ao Uranos, que a igreja saiu da terra... Uranos, está no texto Uranos.
Não, é a expressão céus em grego, né? Céu, atmosférico. Só que você já tirou o termo grego original do texto e colocou a nossa como variante. Não, não, não, eu estou falando relacionado da igreja para o céu, que é a defesa que nós advogamos. Passando do céu atmosférico, meso-orâneos e porâneos. Aqui que nós temos uma grande dificuldade, por parte... O senhor vai deixar eu terminar? Vai lá.
É muito importante eu terminar o raciocínio, senão vai quebrar. É importante ressaltar que a visão relacionada por parte de muitos pré-tribulacionistas, eles advogam que a igreja vai entrar no céu e morar eternamente, que é um erro. Nós acreditamos que a igreja passará por um período no céu. Palavras de Jesus, que nós vamos trabalhar o texto, em Anguélio Cateônus e Jesus Cristo, a Evangelho de Jesus, segundo escreveu João, capítulo 14, versículo 1 ao 3.
O que acontece aqui? A igreja sai da terra para o céu, encontrar com o Senhor. Dentro dessa visão, nós aplicamos basicamente, após o período do arrebatamento, o tribunal de Cristo, o bonde do Cordeiro, a igreja passando o período no céu, conforme a fala de Jesus que nós já vamos trabalhar, aí a igreja sai do céu em direção à terra com o Senhor Jesus para a chamada Batalha do Armagedom.
que é a palavra em grego relacionada ao vale de Jezriel, em hebraico Har Megiddo, que é o vale de Jezriel, que ficava a planície relacionada ao vale de Josafá, também que se aplica em Joel capítulo de número 2 e 3, em Apocalipse capítulo 19, versículo 11, em diante.
que é semelhante a sua geografia, um triângulo e sóceres, 22 quilômetros nas laterais e 33 quilômetros na sua base. Dentro dessa visão, nós acreditamos de fato que a igreja sobe até as nuvens, encontrando com o Senhor. E nesse mesmo texto, nós podemos redobrar aqui, primeira epístola do apóstolo Paulo, aos textos 11, capítulo 15, versículos 51 e 52. Eis que vos digo o mistério, nem todos dormiremos aqui.
Exato. Primeira Coríntios, eu falei? Não, só falou de Tessalonicenses. Ah, perfeito. Primeira epístola do apóstolo Paulo aos Coríntios, capítulo 15, versículo 51. Eis que vos digo o mistério. Nem todos dormiremos, mas todos serão transformados para encontrar com o Senhor. E o texto do versículo 52. No momento.
no abrir e fechar de olhos ante a última trombeta, porque a trombeta soará. Simultaneamente acontecerá o arrebatamento da igreja, a ressurreição dos mortos e o aparecimento de glória do Senhor Jesus. Por isso que eu perguntei para o professor Sabino a visão dele dentro da escatologia, ele falou que não defende nenhuma e nem outra.
Porque a visão dele é muito ligada ao pós, que acredita que a igreja vai até o céu e depois volta. Até o céu, no caso, as nuvens, e depois volta. Então nós temos, por certo, a expressão aqui que Paulo usa em átomo, que é a partícula indivisível, a partícula negativa e tome nem cortado. Cortado um tempo não computado, que é o dativo singular de átomos, que é a partícula de negação, e tome, tem não, ou cortar indivisível.
O menor instante de tempo impossível de substituir ou subdividir. Essa é a palavra originada no mesmo termo chamado átomo, que é a partícula indivisível. 1 Coríntios capítulo 15, versículo 51.
Paulo usa o mesmo termo preciso da filosofia grega para uma instantaneidade absoluta. O uso filosófico aqui se aplica também em Ipicuro, Demócrito, Atomos, que é a partícula indivisível da matéria. Em especial, temos aqui o contexto atemporal, o instante mínimo. Paulo emprega essa verdade que a igreja já é arrebatada no período que não se pode computar. Ou seja...
Tanto o arrebatamento quanto a ressurreição ocorrerão no mesmo período. Os salvos em Cristo ressuscitarão, ressuscitarão com um corpo glorioso e nós vivos seremos transformados. A linguagem que Paulo usa aqui antecipa o que a física chamaria de evento não local. Transformação...
que é relacionada, que não se processa linearmente através do tempo extraordinário, ou melhor, ordinário, e uso deliberado de átomos que não é casual. Paulo está afirmando a ultrapassagem dos limites do tempo físico convencional. E aqui fica a pergunta para o professor Sabino. É que eu debato com um dos pastores aí já...
Ele já foi pastor também. É, também. Não, nunca fui. Não, né? Isso não. Perfeito. Aí, no caso, Mateus capítulo de número 25 é igreja ou é apenas uma parábola semelhante ao reino dos céus? Depois eu analiso como o termo, o debate não é esse, mas depois eu analiso. Mateus 25, o que você quer saber? É que o senhor citou, né? Sim, eu citei a expressão.
não análise a igreja ou não tá bom apenas a expressão eu vou terminar a terça no incenso o pastor colocou aqui para quem todo mundo viu que o que quer o que que a igreja ensina como arrebatamento gente vamos entender o que a igreja ensina como arrebatamento é que vai existir um momento que os mortos vai usar passagem de pau os mortos morreram ressaltarão os outros formados e vou morar no céu e acabou
Isso é arrebatamento que se ensina. Aqui em 1ª Testemunicência, é isso que Paulo está ensinando? Não. O pastor já colocou a mesma concordância que eu. As pessoas são arrebatadas nos ares para encontrar o Messias, a autoridade que vem para morar para sempre nos ares? Não. Sobe o mesbústico e depois eu vou para 1ª Coríntios. A única diferença é o termo cronológico e eu também vou falar do estado eterno e perfeito. Ok. Pode subir? Aí.
O vocábulo sobe. Já passou o vocábulo ar. Pode subir. Não, não. Volta lá. Vamos voltar lá. Para. É isso mesmo. Para sempre. Pode subir, pode subir. Vamos pegar a expressão para sempre. Vai mais um pouquinho. Mas você está subindo, você está descendo. Às vezes eu me confundo. Eu também nunca. Sobe a uma... É quando eu falo subir, é subir a página, né? Entendeu isso? Subir a página. Sobe a página. Isso. Vai subindo a página.
Agora sim, agora já vi. Se inscreve no canal. Vamos pegar a expressão ar do entendimento da Patrística. Já quando ele vai subindo aqui, você vai parar na expressão ar. Gente, a Patrística, os pais das igrejas do primeiro ao quarto século, ninguém interpretou o primeiro a terça alunicenses, ninguém, como arrebatamento da igreja e o mural no céu. Isso não existe. Vai chegar na passagem ar. Podemos trabalhar isso também. Patrística, que você quer?
Não, pode... Isso, vai descendo. Vamos pegar a expressão ar que ele tinha colocado.
Aí, aí está chegando. Pode ir mais um pouquinho? Aí. Sempre que você vê o negrito aí, tá? O mandado e o vocábulo aéreo. O vocábulo aéreo no versículo não é sinônimo de uranós. Esquece isso.
No vocabulário cosmológico antigo, tanto grego quanto judaico helenístico, a era designava a esfera intermediária entre terra e céu. Agora sobe um pouquinho. Em outras palavras, o vocábulo fala sobre o domínio atmosférico e visível que circunda o mundo humano frequentemente associado à manifestação do divino e à atuação de poderes cósmicos. Pode subir. Isso, meu garoto.
Na filosofia e ciências gregas, desde Aristóteles até o estoicismo, o Aéreo ocupa o espaço entre a terra, que é Guê, e o firmamento Uranós. E não Uranós, sendo o meio no qual ocorriam fenômenos visíveis e invisíveis. Então é uma construção mitológica ainda. Essa distinção é refletida no grego coené, e permaneceu operante no período do segundo tempo, sabe? O Aéreo não era o lugar da morada divina, afinal, mas o espaço de manifestação e epifania, onde o invisível se tornava perceptível. Então a sua defesa é filosófica nesse caso.
Não, minha defesa não é filosófica, eu só estou colocando o que diz a filosofia, o que diz o grego, fazendo uma exegésis completa. Essa distinção se vê de forma clara na Septuaginta, pois quando os textos falam da habitação divina, utilizam Uranós. E quando descrevem fenômenos intermediários como nuvens, ventos, vozes, recorrentes ao campo semântico do Aé, os termos correlatos. Pode subir.
Resumo, logo o ar era o meio da manifestação no destino da permanência. Então os crentes não vão ficar no ar. Vão em encontro com Jesus no ar e voltam para a terra. É isso que Paulo está ensinando. Então o senhor não fosse...
Oi? Se é pós. Se é pós ou não, eu estou fazendo... Não, eu só estou... O que eu estou fazendo é exegiar o que Paulo está dizendo, é isso. Então Paulo é pós, entendeu? Agora é isso que eu estou dizendo. Não, não é não. Ó, dentro desse texto, pastor, dentro desse texto, se essa é a sua visão que é pós, então dentro desse texto aqui, que eu estou fazendo análise, aí em 1ª texto, 1804, 167, então Paulo é o que o senhor está dizendo, porque eu estou analisando o que está escrito aí.
Depois nós vamos trabalhar. Tá? Tanto que o Novo Testamento, a distinção permanece clara, conforme se encontra em Efésios, que diz o príncipe da autoridade do Aéreo. Novamente, estou fazendo a citação paralela por causa do vocábulo, tá? Não reina no céu de Deus, mas na esfera intermediária do domínio cósmico. Paulo não afirmou que os crentes habitariam no ar, nem sugeriu que esse fosse seu destino escatológico final. O texto descreve onde ocorre o encontro. Onde ocorre o encontro? No ar. Não onde se permanece. Pode subir.
Isso nós concordamos. Aí. Vamos pegar o vocábulo RUTOS. Assim estaremos para sempre com o senhor.
A conjunção Rutas, no versículo, não introduz uma nova etapa temporal, mas conclui, logicamente, o argumento precedente, que estava falando do Aé. Seu valor semântico primário é modal, assim, dessa maneira, frequentemente com força resultativa não temporal, sobe. Paulo não afirma depois disso estaremos com o Senhor, mas dessa maneira estaremos sempre com o Senhor.
Não é esta localidade lá, não. É a maneira e não a forma. Paulo não afirma, depois disso estaremos com o senhor, mas dessa maneira estaremos sempre com o senhor. Deslocando o foco do quando para como. Do ponto de vista dos léxicos, o vocábulo rutos funciona como adverbo de modo, retomando o processo previamente descrito para indicar o resultado relacional desse processo. E deixa eu ver quem é que faz 174, a fonte qualquer.
Sobe. Vou colocar BDAG. Ok. Então o que nós temos? Sobe para agora, pode subir? Pode subir. Nolesco padrão. Isso. Nolesco padrão, o valor temporal é secundário e dependendo de marcadores e espíritos adicionais os quais estão ausentes no versículo. O que Paulo quer dizer? Que os crentes, resumindo agora, Primeira texta, eu vou para Coríntia. Primeira texta, nº 604, 16 e 17. Fala de arrebatamento da igreja, sair da terra.
e morar num céu definitivamente com Jesus, não é isso que está dizendo o grego. O grego está dizendo é encontrar o Senhor Jesus que está no ar. É isso que está dizendo. E depois faz o quê? Fica para sempre no ar? Não! O encontro recebe e volta para a terra. É isso que Paulo está colocando aqui. Posso? O detalhe importante que o senhor acabara de frisar, que a patrística não trata a respeito do... Em primeira, ter sua licença a respeito do arrebatamento.
Muito bem. A patrística, em específico, o senhor falou em geral arrebatamento, correto? Não, errado. Eu falei no contexto de 1ª Tessalina 4. Volta novamente aí a live. Vamos lá novamente, pastor? Vamos lá. Vou repetir aqui para você. Vamos lá. A patrística, agora eu posso, né? Não, só para você não colocar a palavra na minha boca, o que o senhor não gosta? Não, não estou colocando a palavra assim. Então anota direitinho, por favor.
Eu vou falar aquilo que eu interpretei. Se eu tiver errado, você tem a oportunidade de corrigir. Não, já estou corrigindo o que você fez errado. Eu não generalizei.
E você também fez errado. Eu não generalizei. A Patrística não trata disso? A Patrística, em 1 Tessalonicenses 4, 16 e 17, não falará que se trata de arrebatamento da igreja no sentido de morar eternamente no céu. Não fala.
É importante que a audiência compreenda que nenhum pré-milenista dispensacionalista clássico bar revisado compreende que a igreja vai morar eternamente no céu. A passagem da igreja no céu é ocasionada pelo arrebatamento da mesma, cumprida no Senhor Jesus Cristo em João capítulo 14, versículo 1 ao 3, a casa do meu pai que nós vamos trabalhar. Outra questão importante que nós podemos advogar aqui é que no período, aqui eu preciso trabalhar a questão do contexto e eu não vou ficar...
preso naquilo apenas que o querido professor sabendo que é. Simplesmente o contexto bíblico de Apocalipse, capítulo de número 21 e 22, fala a respeito do estado eterno. O livro de Apocalipse é possuidor de 22 capítulos, 404 versículos, 21 juízos, 7 beaventuranças, 9 perguntas, 300 símbolos proféticos.
sub-dividida em três partes. A primeira parte, as coisas que viste. A segunda, as coisas que são. A terceira, as coisas que acontecerão. Capítulo 1, as coisas que viste. 2 e 3, a epistolar. As coisas que são. Capítulo 4, a igreja arrebatar. Capítulo 5, a igreja glorificada. Capítulo 6, a 18, a grande tribulação. Capítulo 19, sequencial.
Temos ali, simplesmente, aquilo que nós conhecemos como Bodas do Cordeiro e Batalha do Armagedon, capítulo 20, Milênio e Juízo, capítulo 21 e 22, Estado Eterno. Onde nós acreditamos, bíblicamente, que há a fusão relacionada ao novo céu, à nova terra. Então, nós acreditamos e acreditamos na Bíblia que a igreja passará por um período no céu, que nós vamos trabalhar agora.
E também a igreja voltará com Cristo, corpo glorificado, estado eterno, após batalha do Armagedon, julgamento das nações viventes, reino milenar, juízo final e estado eterno. Aqui o professor Sabino tratou a respeito da patrística, eu quero redobrar aqui a questão da patrística, que não é uma invenção pentecostal e muito menos de John Nelson Darby.
Todos os fiéis serão arrebatados para estar com Cristo, antes que os dias de tribulação comecem. Creia que a fuga virá antes que comecem tais coisas. Se assim não fosse, como poderia alguém ser salvo? Efraim de Nisibis, Sião. Sobre o fim dos tempos, 373 d.C. Tradução, aqui depois nós podemos falar. Temos aqui também o título relacionado a heresias, versículo 36 de Irineu de León.
que trata a respeito, no último dia será a trombeta e os mortos ressuscitarão incorruptíveis e no mesmo instante os vivos serão transformados. Isso aqui é a patrística. E ambos os grupos serão arrebatados juntos nas nuvens para o encontro com o Senhor e o contexto bíblico também de tertuliano histórico, melhor dizendo.
Quando o próprio Senhor vier com a trombeta e a voz de Arcanjo relacionada à primeira textão de 6416, ele acabou de falar que a Patrística não trata a primeira textão de 6416. Se isso aqui, Rodrigão e... Robertinho. Robertinho, mineiro, não é isso? Isso aí. Gente boa. Meu pai era mineiro também.
Se isso aqui não trata a respeito, ressuscitarão com a trombeta, vós de arcanjo, os mortos ressuscitarão, serão levados, 1 Tessalos 4, 16 e 17 fala sobre o que então? Ali está falando sobre vós de arcanjo, mortos ressuscitando e crente sendo levado. Patrística aqui com a devida venda nobre professor Sabino. E aqui nós conversamos no anterior, professor Sabino é gente boa demais. É o debate, é o calor da emoção, mas gente boa demais. Sabino quem vê ele. Eu falei ele é um gigante, mas é porque ele é forte.
Não, a gente conversou ali. Então, quando o próprio Senhor vier com a trombeta e com voz de arcanjo, só redobrando aqui, os mortos em Cristo serão levados. E nós que estamos vivos, permaneceremos, seremos arrebatados juntamente com ele nas nuvens. A fonte, Tertuliano, Ressurreição, Carnal, 24, ano 200 d.C. Temos também aqui outro, Cirilo de Jerusalém, Catequese, volume 15, 1, 350. Temos aqui também, Cristo tirará ou tirá.
dos céus, no fim dos séculos, para ressuscitar todos os mortos, transformar os santos que estão vivos, estaremos sempre com o Senhor. Sempre com o Senhor. Aqui também tem João Crisóstomo, chamado Boca de Ouro, daquilo que nós conhecemos como a escola gramatical, entre o ano 390 e depois de Cristo. A trombeta soará e os mortos ressuscitarão incorruptíveis. E aqueles que foram mudados serão levados ao alto, ao encontro do Senhor.
Este é o arrebatamento que Paulo fala e Paulo diz pela autoridade da palavra do próprio Senhor. E eu quero encerrar para não monopolizar o tempo com o respeito devido. Aguardamos a transformação que virá no instante.
Quando o Senhor descer com Alarido, e os que tiver mortos serão levantados, e os que tiver vivos serão mudados, e todos nos encontraremos, irão ao encontro do Senhor. Hipólito sobre o fim do mundo, século de número 3 ao 4 d.C.
Então nós temos aqui uma clara evidência, um documento histórico vasto, de que a Patrícia, sim, fala sobre arrebatamento e também de forma direta fala sobre 1 Tessão 6, capítulo 4, que é os mesmos componentes relacionados em 1 Tessão 6, capítulo 4, versículo 16.
porque o mesmo Senhor descerá do céu com a larida, a voz de arcanjo ao som da trombeta de Deus, e ressuscitarão os mortos em Cristo. Depois nós que tivéssemos, seremos arrebatados para estar com o Senhor nos ares, e estaremos com Ele para todos sempre. Então a Patrística sempre trabalhou a ressurreição dos mortos, a vinda do Senhor, voz de arcanjo e transformação dos salvos. Muito obrigado.
Vamos lá, gente, disso refazer, eu acho que o pastor não entendeu muito bem. Eu falei que a Patrícia interpreta, 1ª texto, 164, 16, 17, arrebatamento ao encontro do senhor, ele repetiu um milhão de vezes isso, ao encontro do senhor, esse é o encontro do senhor, professor, é para morar no céu? Não!
É isso que um monte de crente prega. O que é arrebatamento que os crentes pregam? É o crente vai sair dessa terra, o corpo dele vive, ele é vivo, será transformado e vai morar no céu. É isso que nenhum pai da igreja até o quarto século interpretou o texto da nossa ciência dessa forma.
Encontro dos senhores é encontrar o senhor que vem e voltar para a terra. É isso que eu estou ensinando. É isso que muitas pessoas não entenderam. Vamos ver a Patrística então. Não existe na Patrística do primeiro ao quarto século, pastor Aleph, um pai da igreja que interpretou apanteses.
que é o encontro como fuga ou retirada do mundo e que entendeu a er como morada eterna dos santos. É o evento literal. É o evento literal. No céu. Nenhum pai da igreja. No céu. Mas é o evento literal. Deixa eu só concluir meu raciocínio agora, tá? Eu lembro, eu lhe ouvi, agora você me escuta. Mas só anota depois que eu posso me interpelar. Perfeito, obrigado. Sobre um pouquinho, por favor.
logo essa ausência não é acidental, ela é estrutural e atravessa todo o perigo patrônico. Vamos lá, os pais da igreja do primeiro e segundo século. Pais apóstolos Clemente de Roma, Inácio de Otioquia e Policarpo. Não existe qualquer comentário que utilize o versículo para falar de fuga ou arrebatamento ao céu. Nenhum pai da igreja. Nós estamos falando dos primeiros pais da igreja aqui agora, gente. No primeiro século. Aquele que se diz ter sucedido os apóstolos. Nenhum deles.
nenhum deles a parousia que a vinda é sempre entendida como vinda do senhor para julgar e restaurar é isso que eles entendiam não crê de morar lá no céu sóbio por favor e entre os apologistas do segundo set está justino mate de água com trifão
o qual falou da vinda de Jesus como evento visível e terreno, ligado ao juiz e à restauração e nunca como retirada da igreja ao céu, para morar lá no céu eternamente. E Lineu de Leão, passou, citou aqui, conta a heresia 5, é explícito, a consumação envolve renovação da criação, não abandono dela, ele jamais, e Lineu usou o versículo para defender fuga ou habitação no ar. Próximo.
No século III e IV, tradição grega e latina agora, do período em que o grego ainda era a língua viva, daí exegese, a ausência torna-se ainda mais comprometedora para a leitura moderna. Pai da igreja origem, século III, sobe. Mesmo com sua tendência alegórica, pai da igreja origem, nunca transformou o vocábulo apantece, encontra em fuga, nem a er, que é a ar, em morada eterna. Para ele, o texto descrevia a manifestação da glória, não um mapa escatológico.
Tertuliano, que ele fez a ressurreição da carne, a obra que você fez citação, sobe.
Tertuliano enfatizou a ressurreição e o juízo. Enfatizou. Ressurreição e o juízo. Não evacuação da igreja, tanto que o versículo é lido em chave corpórea e pública. Século IV e V. Comentadores paulinos clássicos. É nesse período que surge comentário direto a primeira texta do licença, o que torna o silêncio ainda mais decisivo. Sobe para o problema de ser rápido.
Tanto que João Crisóstomo, você falou boca de ouro, em sua homilia, primeira texta no licença, entendeu o vocábulo apantece segundo o uso cívico, sair ao encontro do rei que chega e não morar no céu. Sobe, por favor, mais um pouquinho. Ele não interpretou o versículo como fuga, retorno ao céu ou morada no ar. Após a venda do corpus patrístico do primeiro ao quinto século, a conclusão é irrecusável. Sobe mais um pouquinho. Não existe em toda a patrística antiga E aí
Um único autor, obra ou escola que leia o versículo como fuga, como retorno ao céu ou como habitação eterna no ar. Sobe!
A leitura moderna não é alternativa, nem minoritária, ela é anacrônica. Surge fora do mundo, nem visto do grego helenístico, fora das cosmologias antigas, em ruptura total com a tradição exegética dos primeiros cinco séculos. O argumento apologético não sofre aqui de falta de apoio, sofre de inexistência histórica. E depois, meu amigo, você me coloca o esboço que eu passei, que ele foi... Pastor, o senhor vai fazer a pergunta.
O senhor quer trabalhar com o 1ª de Coríntios agora ou o senhor quer trabalhar com o João? O senhor que manda.
Você já tinha que falar sobre o Pernambuco Ríptos, né? Você que sabe. 14, 5, 51? Mas só para redobrar aqui a questão, eu falei exaustivamente que nenhum pré defende que a igreja vai passar a eternidade no céu. Nós entramos. E nós vamos trabalhar isso em João. Pode ser? 14, 1 ao 3? Pode ser. Então vamos para João. Antes eu vou pedir para o pessoal, deixa o like na live aí. A gente está com 500 pessoas ao vivo acompanhando, mais a galera da Twitch. Então deixa o like aí para o YouTube entregar mais ainda. Spotify também, né?
Um abraço para a galera do Spotify. Também alertar o pastor. Pastor, não se apegue com o chat, tá? Por favor. É importante, é importante. Muito importante. Está lendo o chat? Não leio o chat. Não leio o chat. O chat... Eu vou te falar, eu já vi gente chorou que tem o chat. Ah, é? Não, tranquilo. É melhor, melhor. Porque cada um tem sua opinião, outras pessoas vão ver. Então não se apegue ao chat. E também tem aquele chamado fã clube também, né? Sim, sim, também. Faz parte, faz parte. Faz parte, faz parte.
O senhor está fazendo um bom debate. Continue e não sabe pegar o chat. Eu até chamei isso porque eu sei como funciona esse chat aqui. O Sabino vem atrás da aldeia dele mesmo. Mas eu amo o chat. Eu amo o chat. O pessoal no chat é todo. O que está certo é o Sabino e a galera dele que acompanha ele vem atrás dele. É importante. É importante. Por isso que é bom divulgar para todas as galeras. Porque vem o pessoal. Pedrão, deixa só ele expor.
Depois de última hora. João 14, 1 ao 3. João. Está na lousa. Se quiser aproveitar meu esboço aí.
Não, não, vou aproveitar aqui. O texto de João capítulo 14, versículo 1 ao 4, fala a respeito da afirmativa de Jesus. Esse evangelho, no seu contexto, ele é possuidor de 21 capítulos, 873 versículos, 116 perguntas, subdividida em duas partes. Capítulo 1 é o prólogo, é um guélio tratando a respeito disso.
O próprio texto de João vai redobrar a divindade de Cristo. No princípio era o verbo, o verbo estava com Deus. Porém o contexto vai nos apresentar aqui no prólogo, é o capítulo apresentando a divindade. Capítulo 2 ao 21 fala o respeito, o querido Rodrigão está lendo o Evangelho de Jesus segundo escreveu João. Vai falar a respeito do ministério público de Cristo. Aqui nós temos uma clara evidência da última manifestação, preparação dos discípulos.
de Jesus para com os discípulos. Do capítulo 13 ao capítulo 16, o que nós conhecemos como no capítulo 13 o lava-pés, capítulo 14 o céu, capítulo 15 a vida é verdadeira, capítulo 16 o batizador com o Espírito Santo, capítulo 17...
As três orações de Jesus relacionadas à progressão do interato que estou fazendo aqui, só para os irmãos compreenderem o contexto, relacionado a três orações. Por ele, Jesus, pelos discípulos e pela igreja futura. Então, João capítulo 14...
Versículo de número 1 ao 3 vai falar a respeito, não se turba o vosso coração, crede em Deus, crede também em mim. Na casa do meu pai há muitas moradas, se não fosse assim eu não vou ter dito. E esse mesmo texto vai falar a respeito da casa do pai.
A casa do Pai está explicitamente relacionada àquilo que nós conhecemos como próprio Senhor Jesus, em Mateus 6, 9, Pai nosso que estás nos céus. Então a nossa identificação primária é que a casa do Pai é relacionada ao céu. João faz duas junções aqui, ou dois termos diferentes, primeiro casa em João capítulo 2, se não me engano, e outro termo relacionado à casa em...
João capítulo 14. Então nós acreditamos piamente, segundo o contexto bíblico, que a casa do pai aqui é relacionada definitivamente ao céu. E depois nós vamos trabalhar a análise morfológica e ainda tem a réplica do nobre companheiro.
Vamos lá, João XIV. Essa risada é de alegria? É o efeito do whisky. É o whisky. Pior que é mesmo, hein, Valerio? É o whisky, papai. É o whisky. É o whisky. É o whisky. É o whisky. Vai se lascar agora. O meu defensor faz uma oração aqui que vai sair fogo da boca aqui. Vai, vai. Pastor Wesley, João XIV. A palavra morada se aplica ao céu?
Várias moradas, a visão pós, identifica... Eu não quero saber a visão pós, eu quero saber a sua interpretação. A minha interpretação, casa do meu pai ao céu. Várias moradas seria dentro do céu. Uma questão mais relacionada àquilo que nós conhecemos como se fosse uma casa e vários cômodos. Um exemplo bem simples para a audiência compreender.
Como se o céu fosse o bairro e várias moradas, todas as casas ali do bairro. Várias casas. Pedro, tem como colocar o texto bíblico? Vou fazer hermenêutico, não vou nem fazer exagese. O texto bíblico, por favor. Vamos para a hermenêutica. Se precisar, eu faço a exagese, tá? Aí eu uso o meu texto, que é exagético. O texto online. Tem como colocar a Bíblia online aí? Qual o João 14? É, João 14. Vamos fazer uma hermenêutica rapidamente, uma observação no texto.
E depois eu vou fazer análise também, se me permite. Não. Vamos lá, vamos ver se casa morada se aplica ao céu. Ei, Pedrão, hoje você está ralando. O Pedrão hoje está lembrando que é o debate do... Ei, Pedrão, vamos ver, vamos lá. Vamos entender isso daí?
Até nós chegarmos no versículo 23, vamos fazer uma observação do texto? Todo mundo já sabe, não se tudo Jesus está dizendo a respeito da sua partida, segundo a ótica do escritor do evangelho de João, veja que o ato está lidando com crença. Isso. Credes em Deus, credes também em mim. Duas junções, crê em Deus, crê em mim.
Na casa de meu pai há muitas moradas. Vamos entender essas moradas. Que casas são essas? Na casa de meu pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu vou lutar e lhe adito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, eu vos preparar lugar. E se vos se aplica a quem? Aos discípulos. Virei outra vez. Eu vos levarei para mim mesmo. Para que onde eu estiver, estejais vós também.
lindo mesmo ó que lindo mesmo voz de saber para onde eu vou e conheceis o caminho agora vai dar um nó aí disse que tomé chegou nós não tomé está desmentindo Jesus o que que vai acontecer isso aqui é problemático porque tomé entendeu nós não sabemos para onde vais
e como podemos saber o caminho mas eu tinha falado vós sabeis para onde vou e conheces o caminho aí também não é só tá equivocado nós não sabemos para onde o senhor vai e como poder saber o caminho se nós soubesse para onde você vai ou para ter um caminho para ir até o senhor beleza ok disse de Jesus eu sou o caminho a mudou agora
Eu sou o caminho, é a verdade, é a vida. Ninguém vai ao pai errado, ninguém vem ao pai senão por mim. Todo mundo tem o pé errado, esse verbo aí. É vem. É isso? Jesus está dizendo o quê? Quem acredita em Deus, acredita também em mim. Porque Jesus está falando, eu e o pai somos um. João 10, 30. É isso aqui que João quer colocar. É isso que Jesus vai provar nesse contexto. Aí vamos entender o que é a casa e morada. Quer ver? Vamos subir agora.
calma vamos lá ninguém vem ao pai se não por mim se vós me conhecesseis a mim eu Jesus vocês após me conheceis também conhecereis a meu pai e já desde agora o conhecei eu tenho desvisto aí pronto aí virou a cabeça da boca porque se nós tivéssemos conhecido o senhor logo então nós também teríamos conhecido o pai aí o Felipe chega que coisa louca em Jesus e se você não mostra-nos o que nos basta
Disse-lhe Jesus, estou há tanto tempo convosco e não me tens conhecido, Felipe. Quem me vê a mim vê o Pai. E como diz tu, mostra-nos o Pai. O que Jesus está colocando é relacionamento terra, vida, não céu. Todo o contexto aqui de João até agora não está lidando nada com o céu aí. Está lidando com relacionamento. Continua a leitura. Ao ato de crer novamente.
10 não não cresce tu que eu estou no pai
E que o Pai está em mim, as palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo. Mas o Pai que está em mim, isso é relacionamento, é quem faz as obras. Crede-me que eu estou o Pai e o Pai em mim, crede-me ao menos por causa das mesmas obras. Sobe, 12. Na verdade, na verdade, vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço e fará as maiores do que essas, porque eu vou para meu Pai.
Olha só, em que sentido que Jesus vai para o Pai, vamos lá? E tudo quando pedisse em meu nome, eu farei para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedisse alguma coisa em meu nome, eu farei. Se me amarei, guarde meus mandamentos, eu rogarei ao Pai e vos dará outro consolador, para que fique convosco para sempre o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, porque não vem nem o conhece, mas vós o conhecês, porque a vida convocará em vós.
Não vos deixarei, eu voltarei para vós. Ainda o pouco que o mundo não me verá mais, mas vós me vereis.
Porque eu vivo e vós vivereis. Agora vem o detalhe, 20. Naquele dia... Que dia? Naquele dia conhecereis... Sobe só mais um pouquinho.
Naquele dia conhecereis que eu estou em meu pai. Olha que lindo isso. E vós em mim, e eu em vós. Isso é relacionamento, comunhão. Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, isso é o que me ama. E aquele que me ama será amado meu pai. E eu o amarei, e me manifestarei a ele. Disse-lhe Judas, não escariote. Senhor, de onde vem que te has de manifestar a nós e não ao mundo?
Só confusão nesse texto. Não estou entendendo mais. Como que é isso? Jesus está falando o que? De ressurreição. Jesus responde isso. Se alguém me ama, guardará a minha palavra. Presta atenção agora. E meu pai o amará. E viremos para ele e faremos o que nele? Morada. A morada é no céu, a morada é nas pessoas. A morada aqui está escrito novamente. Jesus respondeu e disse-lhe. Se alguém me ama.
Guardará minha palavra e meu pai o amará e viremos.
Viremos, meu pai, viremos para ele. Ele quem? Aquele que ama eu, pai. E viremos para ele e faremos nele morada. Morada não é céu. Morada era as pessoas. Quem está falando que morada é céu é você, não é eu. Foi você que colocou aqui? Casa do pai. A casa e a morada. Eu falei, a casa e a morada, pastor. Não, não, eu falei casa do pai. O senhor está nervoso? Não, esse é meu jeito mesmo. Ah, sim. Eu acho que é o whisky, hein?
Não, o uísque me é o contrário, o uísque me acalma. Então, vamos lá. Na casa do pai há várias moradas. Quem é a morada? E aqui? Então a morada aqui é a casa do pai e a morada são as pessoas? Aqui está uma grande incongruência até mesmo no próprio texto. Porque o próprio texto indica a casa do pai. Mateus capítulo 6, versículo 9.
Pai nosso que estás nos céus. A casa do Pai aqui é relacionada, eu vou fazer aqui a análise, segundo a Crônicas, capítulo 16, versículo 33, todos advogavam que o Pai Deus morava no céu. E aqui é uma questão relacionada, obviamente, na onipotência, onipresença, onisciência, ele habita em qualquer lugar, em todos os lugares.
Mas aqui nós temos o texto, a casa do pai. Essa expressão que é fidedigna, análise morfológica. O versículo central é, na casa do meu pai muitas moradas. Se não fosse assim, eu vou lutaria dito. A palavra-chave aqui é monai, que é o plural de money, que é equivalente a uma espécie de rapax legomeno, que é no novo testamento, com exceção de João capítulo 14, versículo 23, que o senhor leu.
céticos como Rudolf Buttmann, que é liberalista teológico herdado pelo iluminismo século de número 18, que é também o outro relacionado a cético J.D. Croson.
que sustentam que a promessa é metafórica, símbolo de comunhão espiritual presente, como o professor Sabino falou, não uma localidade futura. Porém, a refutação está aqui na análise morfológica da expressão peromai e também o termo colocado relacionado etou maço. Jesus, na expressão peromai, usa a expressão vou.
que é o verbo relacionado a movimento direcional com valor télico, indicando deslocamento real e não metafísico, ou, perdão, relacionado a espiritual. Um destino. Em seguida, ele usa a expressão retomaso, que é o futuro ativo indicativo da mesma expressão retomaso, que é prepararei. Peraí, se a casa é do pai, se o pai, a morada é relacionada ao próprio pai, então Deus não está preparado para receber?
Se ele vai preparar, então não está preparado. Então aqui é uma incongruência muito grande para falar com mais educação. Aqui temos a simbólica puramente quando acompanhado de agente pessoal e objetivo. Isso aqui que é fala de A. Carson e também acompanhado em 1991. O paralelismo de João capítulo 17, versículo 24, quero que onde eu estou...
eles também estejam. É uma confirmação de localização literal. E a crítica textual do texto de João, capítulo 14, versículo 1 ao 3,
Ela goza de excelentes atestações, em especial P66, P75, o Cótice, Sináticos, Aleph Alexandrino, os Aleph, os Vaticanus B, todos convergem sem variantes significativas. A proposta de interpolação tardiga vem através de Butman, dos Evangelhos de João, 1941, e carecem de suporte em manuscritos e foram...
rejeitadas pela própria NA22 e também a UBS 5. Então o contexto aqui é relacionado basicamente. O linguajar muitas moradas na casa do meu pai ecoa a revelação apocalíptica judaica.
Aqui o senhor queria citar e não citou, mas eu vou pegar aqui um acréscimo só para compreensão histórica e não inspirada. Enoque 39, 4 a 8. Aqui Enoque vê moradas os santos e repousos dos justos. Olha que interessante. Aqui não é inspirado, mas existe uma justificação no pensamento judaico da época, que não é inspirado, deixando bem claro, que simplesmente Enoque já...
tinha vista relacionada a uma possível morada dos santos no céu. A linguagem concreta e análise morfológica de habitação escatológica. Em Jubileus 729, Noé instrui sobre herança futura e terminologia análoga. Aqui nós temos Jesus que operava dentro desse horizonte literário sem rejeitar a referência. Aqui tem um Bachmann que é The Fate of Didi em 1998.
Então, se a morada aqui relacionada é o pai e Jesus vai preparar, então o pai não está preparado, Jesus não está preparado e o texto é mentira. Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra para trás. O BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil.
E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYD Dolphin Mini. A partir de R$ 109.990,00 para a CNPJ. Fala até uma concessionária BYD e faça um test drive. Consulte condições em byd.com.br. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
Bom, o pastor inverteu. Poxa, tudo que eu falo é invertido aqui. Se o pai... Repete só, repete só a última expressão, por favor. Se, ó, Jesus falou, vou preparar a morada. E você advogou que a morada é... Não, não, não, falo que vou... Repete a expressão que você expressou agora atrás. Se o pai... O que foi tantas, né? Agora a última. Se o pai é a morada e você me erguiu. Repete a expressão que você...
Se o pai é a morada e Jesus falou, vou preparar a morada, então o pai não está preparado e nem Jesus está preparado. E em um momento eu falei que o pai é a morada, que é a morada dos discípulos. A senhora se equivocou novamente. Acabei de pegar o versículo. Não, não, não, você erguiu. Você fez um argumento para mim, eu não falei que o pai é a morada.
Eu falei que os discípulos são a morada. Vamos ler o versículo 23? Jesus respondeu e disse, se alguém me ama, guardará a minha palavra e meu pai o amará. E viremos para ele e faremos nele morada. Morada são discípulos, não pai. É isso que eu expliquei. Não, mas peraí, a morada aqui é relacionada em João capítulo 14, versículo 23, é aquilo que eu falei chamado rapax legomenon. A palavra morada é um rapax legomenon? Não, não, estou falando do versículo 23. A construção textual. Agora quando...
A construção textual, professor, me perdoe, é do versículo 1 até o último. Aqui nós temos, sem sombra de dúvidas, a conotação de que Jesus falou, vou preparar a morada. Então, peraí, se ele vai preparar a morada, então os discípulos em si, como o senhor advogou, agora que os discípulos estão relacionadamente à pessoa de Jesus Cristo, e os mesmos não estão preparados, e João capítulo de número 20, a Bíblia declara que Jesus soprou-lhes o Espírito.
E os discípulos não estavam totalmente preparados. Deixa eu confirmar novamente, pastor. Em impressão minha, o senhor afirmou que o versículo 23 trata-se de um rapax legômeno. Foi isso que o senhor afirmou? Eu falei a respeito do termo, que é relacionado à morada. Qual termo? Então o termo morada é um rapax legômeno? Não, a expressão no seu contexto. Porque, João, eu falei anteriormente, vou ter que voltar tudo aqui. Não, não, o que o senhor falou aqui, não. O senhor está falando aqui no versículo 23.
É isso que eu anotei aqui. O senhor falou assim, o versículo 23 é um rapax legômeno. Por isso que eu estou novamente perguntando, para mim não confundir. O senhor falou que o versículo 23 é um rapax legômeno ou não? Eu afirmei.
que João, capítulo 14, versículo 1 ao 3, vai tratar de uma série de eventos que Jesus está tratando relacionado ao céu. Quando eu falo, rapaz, o legomeno está relacionado a um evento singular, uma palavra única do Novo Testamento que Jesus vai trabalhar. Se você for pegar os outros evangelhos, Jesus não fala sobre isso. Ou eu estou errado?
sobre casa do pai, moradas. É isso que eu estou tentando explicar. Então, só tem que tomar cuidado com o vocábulo rapax legômeno, porque se você for pegar aqui João XIV, realmente, João XIV não é atestado dos outros evangelhos, assim como o Lucas XVI também não é atestado dos outros evangelhos. Sim, sim, sim. Entende?
Não, é isso que eu quero que você entenda. Porque se nós formos discutir rapaz legômeno, Marcos não trata da genealogia de Jesus. João também não trata da genealogia de Jesus. É que rapaz legômeno, geralmente nós tratamos de vocábulos únicos. Vocábulos. Não um conceito, uma narrativa completa. É só isso que eu queria dizer. Porque são perspectivas de escolas diferenciadas.
Então quem escreve, escreve para alguém com a preocupação daquilo que ele escreveu e para quem receberá aquilo que ele escreveu. E a palavra-chave aqui é... É que eu vou explicar, rapaz, do rapazes legômes que o senhor colocou. E rapazes legômes se utilizam mais em vocábulos únicos, não dentro de um segmento narrativo. É isso que eu queria dizer, apenas isso. Com exceção de João capítulo 14, versículo 23, rapazes, o logam é menor. Onde estaria o legôme no versículo 23? Não, não, eu falei com exceção, né?
Ah, tá. Agora coloca o meu esboço, vamos fazer a exegese do 14, já fez agora fazer a minha exegese. Fiz a leitura, agora o meu esboço lá, de João 14. Isso, o meu esboço lá. Cara, eu até tava vendo, tem umas ofertas bacanas. É o que eu te mandei de João 14. Eu acho que o debate tá indo magnificamente bem. Os dois, parabéns, até porque foi um debate que foi aceito.
De última hora foi ontem. Não teve uma preparação. Nossa, vamos nos preparar para isso. Mas eu vejo os dois muito bem preparados. Muito obrigado. Mesmo sem um estudo para isso, quer dizer que vocês estudam mesmo todo dia. Graças a Deus. Estudo há 23. 23 anos. João 14, do 1 ao 3. É talvez o texto mais abusado pela escatologia popular. Pois transformaram em manual devocional de funeral.
Desculpa aí, Zada aqui. Tranquilo. Promessa de mansões no céu, pilar psicológico do arrebatamento, tudo isso nasceu da necessidade pastoral de consolo metafísico, não da exegese. Sobe? A leitura apologética cometeu um erro estrutural, pois interpretou o João XIV como escatologia futura, quando o texto pertence ao discurso. Olha só.
de despedida cristológica e eclesiológica, não sobre um tratado do além. Já começa aí totalmente fora de contexto. Então, o que Jesus quer transformar João XIV não é arrebatamento, não é morada no céu, porque não é esse o contexto remoto, não é esse o contexto geral que João XIV está lidando. Pode subir, por favor?
Opa aí! Quando a teologia vira corretora imobiliária. A leitura tradicional de João 14, 2, na casa de meu pai há muitas moradas, se trata de um caso paradigmático de inflação semântica travestida de piedade. Pois o vocábulo moné não significa morada.
no sentido espacial moderno, arquitetônico ou imobiliário. No grego, joanino, moné deriva diretamente do verbo meno, que é permanecer, habitar, continuar, e pertence a um campo semântico relacional não construtivo. A ideia central não é espaço físico, mas permanência compartilhada, pois o próprio evangelho de João, meno, descreve a relação entre Jesus e os discípulos, a permanência do espírito e a continuidade do amor. Pode subir.
Importar para esse universo simbólico a noção de moradas celestiais é trair o vocabulário do autor. A tradução moradas é teologicamente desonesta e semanticamente inflacionada, herdada da vocada mansão, mansiones, e perpetuada por inércia dogmática, não por exegésia. Sobe. O problema se agrava quando se associa a moné ao verbo repoimazo, que é preparar, como se o texto descrevesse um canteiro de obra celeste. A gente vai lá fazer um canteiro de obra e está tudo certo. Sobe.
Vai lá. No quarto evangelho, a poemadzo não indica a condição física, mas preparação relacional e soteriológica. A preparação ocorre por meio da morte, ressurreição e exaltação de Jesus. Eventos que tornam possível a comunhão entre Cristo e a comunidade. Não há tijolos, não há plantas, não há metragem, não há acesso a esse negócio. Tu te esquece disso aí. Sobe.
O foco não é onde espacial, mas com quem relacional. A linguagem de comunhão, não de realocação imobiliária. Ler o texto como promessa de residências celestiais privadas é importar uma escatologia tardia estranha ao evangelho. Enfim, João XIV está tratando de arrebatamento de igreja? Não. A ironia é que a apologética ao defender a literalidade das moradas acaba negando a literalidade joanina, pois o eixo teológico de João não é fuga do mundo para um espaço melhor, mas permanência recíproca entre Deus, Cristo e a comunidade.
Em termos acadêmicos, claro, Monet não são moradas. E Poemadis não é construção. A leitura tradicional não é apenas fraca, ela é anacrônica, dependente da Vulgata, e incompatível com o vocabulário e a teologia de João.
A promessa direta de Jesus no texto, na casa do meu pai e muitas moradas, vou preparar-vos lugar. E quando eu for e vos preparar lugar, verei outra vez e vos receberei para mim mesmo, para onde eu estiver estejais vós também. Vou preparar lugar na casa do meu pai e a muitas moradas.
Então o professor Sabina divulgou que as moradas aqui, se eu estiver errado o senhor pode me corrigir por gentileza, seriam os discípulos em si, correto? Sim. Perfeito. Vou preparar-vos lugar. E esse lugar aqui seria o quê? A presença do Senhor com os discípulos ou lugar, geograficamente falando, para nós, mas um lugar espiritual.
Lugar espiritual? É, lugar espiritual céu, no caso. Não, aí não cabe, porque o contexto está colocando como terra. Então aqui nós temos uma clara evidência da análise de João 14, versículo 3. A expressão palim er homai, virei outra vez. Presente do indicativo ativo com valor futurístico.
Jesus usa o presente erromai para expressar certeza absoluta da vinda. Como se diz, eu estou chegando. Para evento certo e iminente não é condicional nem hipotético. Nós temos aqui a expressão também paralemfonai, futuro indicativo médio.
que recebe a expressão receberei para mim mesmo. A voz média, o que seria a voz ativa, aquele praticação? A voz passiva, aquele que recebe a ação. E a voz média, aquele que pratica e recebe a ação. Cristo recebe para seu próprio benefício e gozo. Isso implica a relação pessoal.
permanente e não apenas um transporte logístico como alguns identificam. E o contexto aqui do próprio João capítulo 2, verso 19, Jesus pronuncia esta promessa horas antes da crucificação no contexto da consolação dos discípulos.
Não é linguagem relacionada. O que nós temos aqui? O próprio Senhor Jesus dando a esperança para os discípulos de que aquele período de agonia com certeza irá passar e naturalmente ele já tem reservado aquilo que nós conhecemos como a casa do Pai relacionalmente ao céu.
Porque João capítulo 14, versículo 1 ao 3, Jesus declara preparar, sempre no futuro relacionado, moradas. Então a casa do pai basicamente está também em consonância com as outras partes das escrituras que fala sobre o céu. E não apenas uma permanência metafísica do indivíduo na presença do Senhor ou do Senhor no indivíduo.
Então nós cremos que a promessa está garantida pela salvação e pela própria palavra do Senhor Jesus Cristo. Podemos ir agora para o texto de 1 Coríntios capítulo 15? Podemos só voltar a esse assunto que você colocou? Gente, não pode ser João 14, céu, por quê? Se for céu, arrebatamento, Jesus mentiu. Porque os discípulos não foram para o céu, eles estavam vivos. O contexto todo remoto fala de ressurreição. Irei e voltarei.
irei e voltarei. Nem eles entenderam, João. Nem eles entenderam. Mestre, mas nós não conhecemos o caminho. Vocês sabem para onde eu vou. E conheceis o caminho. Mas como assim? Nós não sabemos para onde o senhor vai. O caminho era a morte, era a cruz, era a ressurreição. Esse sentido. Nesse sentido, tá? Porque se você colocar aqui, João 14, é arrebatamento, nós temos um problema grave. Jesus fez uma promessa para os discípulos em vida que isso não se cumpriu. Nem em vida e nem na morte.
Podemos ir para... Coloca o texto em português para nós, por favor. Primeiro de Coríntios 15, por favor. Coríntios 15. 15,51.
Bertinho, abastece o copo aí do nosso querido Sabino. É, e o gelinho, por favor? Você não dá pra fazer live desse jeito. Transforminho, é isso que eu... Você quer no texto, no texto original? É, no texto, no texto, é. Isso aí, isso aí. O Bertinho tá ousado, o Bertinho tá ousado. Corinthians 15. 51. 51, por favor, é. O pastor tinha solicitado.
Tem uma coquinha ainda aí? Tem, peraí. Gente, na verdade... Eu não vou caluniar o pastor, não. Mas ali eu tô achando que não tem coca, não, viu, pastor? O senhor te repreenda. Eu tô achando que ali tem um... Jamais. Não, gente, o pastor tá tomando é coca, viu? Se eu fosse o pastor, se eu fosse o pastor, eu tomaria coca com montila. Já tomou isso, pastor?
Não, não. Não? Então, um dia que o senhor pudesse, eu experimente. Coca com motila. É top demais. É muito bom. Coca com motila. Eu nem sei o que significa isso no original. Não sabe não? O motila é uma bebida. É um culão. Eu esqueço. Mas é top. Eu já tomei demais Coca-Cola com motila. É top demais. Dá um grau do caramba. É muito bom. É muito bom. Gente, eu não posso esquecer. Manda um beijo para o meu amor. Amor, um beijo para você, viu?
Ah, eu também tenho que mandar, senão você me complica, hein? Quero mandar um beijo para minha querida esposa, Suzana Rodrigues, e a minha filha, Luísa. Se não mandar um beijo, não tem labadaça, se clama hoje mais tarde, viu? Cuidado, hein? Pastor, e namorado do pai, todas as casas são iguais ou tem uma diferença de casas? E é o outro, é o socialismo. Talvez pela meritocracia. Nós acreditamos que a questão das casas... As casas são boas.
Não sei, eu tenho essas dúvidas. Tem piscina. Será que lá é melhor do que aqui? Opa, aí não. Aí não tem dúvida, não. Aí não tem dúvida.
E como são as casas? São iguais ou são diferentes? Nós aplicamos ali a questão das moradas, seria habitação, que não dá para descrever com a razão humana. Porque é o céu, o céu é metafísico, além da nossa compreensão natural. Mas uma coisa é certa, certamente estaremos com o Senhor nos ares e assim estaremos com Ele para todo o sempre.
É porque, tipo assim, talvez você ia querer morar mais perto do senhor, né? Ah, perfeito. A morada é grande, assim, né? E talvez ia dar essa parada. Tipo, pô, eu moro do lado do senhor ali. O Robertinho mora quatro quadras, velho. Você queria ser vizinho do Papa ali, depois do bispo. Não sei como é a classificação lá, mas você ia estar morando do lado.
Pois é, eu tenho esses dúvidos. Do Valdomiro ali? Mas a linguagem sempre é para compreensão. A Bíblia sempre é para compreensão. Deixa eu aproveitar o Jardim daqui. Gente, eu não me preocupo com o que vocês acham desse dia sábio. Se eu bebo ou não bebo. Não leia o chat, não. Se eu bebo é um problema. Nem paguei com o meu dinheiro. Eu bebo só porque eu bebo. Eu bebo porque eu tenho boca para beber. Tem uns crentes que tem uma boca. Não, eu estou calmo. Não, o pessoal está nervoso.
E tal, os que a gente tá nervoso porque eu tô bebendo. Ainda bem que eu tô bebendo isso. Como eu estivesse bebendo veneno, né? Aí eu iria morrer. Não sou burro e nem idiota, não. Eu bebo, gente, porque é líquido. Porque se fosse sólido, comer não ia. Aí, ó, tá bêbado e começou a xingar o set agora. É negócio de beber agora. Xingando o set. Não, eu não xinguei. Eu não xinguei. Não, eu não xinguei, não. Não xinguei.
Ô, Rodriguinho. Rodriguinho, eu não xinguei o chat, tá? O Sabino odeia que coloca palavras na boca dele. Não faz tempo. O Sabino não gosta. Se fizer isso aí você vai ver eu xingar mesmo. Eu vou mandar tudo pra casa do caralho. Aí eu xingo mesmo. E o povo tá perguntando se do pastor ele é coca com rum. Aí você me quebra, mano. Tá repreendendo. O Sabino plantou a sementinha do mal que já o Sabino...
É foda. Eu falei que o pastor está tomando coca. E eu sugeri que ele tomasse coca com montila. Não sei nem o que isso, graças a Deus. Está vendo como os crentes interpretam mal? Mas eu acho que não é só crente ali na live, não, viu? Não, mas quem está me acusando aqui porque eu estou bebendo são os crentes. Não precisa nem falar, né?
Vamos lá? 1 Coríntios 15, 51 e 54. O primeiro problema que nós temos nesse texto aí, pastor, é a palavra mistério. A palavra mistério, porque Paulo não está colocando uma realidade, Paulo está colocando algo que ele está deduzindo, criando, inventando, seria a melhor palavra, a portuguesada clara e objetiva. Então o que Paulo faz aqui? Ele cria uma invenção.
Do que? Justamente do corpo transformado. Então os mortos que morreram, e outro detalhe, para piorar o que está escrito aqui, os que morreram em Cristo. Logo aqueles que não morreram em Cristo foram tudo para a boca do leão. Eis aqui, vos digo o mistério. Isso mesmo. Na verdade, nem todos dormiremos, é um eufemismo, ou morreremos, né? Mas todos seremos transformados.
generalizou, num momento, num abrir, e fechar de olhos, ante a última trombeta, porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis. Da onde ele tirou isso? Não sei. E nós seremos transformados. Da onde ele tirou isso? Também não sei. Ou seja, Paulo coloca ressurreição dos mortos de uma forma incorruptível.
Todas as ressurreições que existiram nos relatos bíblicos, nos relatos bíblicos, ressurreição, não foi com corpo incorruptível. Foram com corpo incorruptível. Exemplo, Jesus ressuscitou Lázaro? Ressuscitou. Lázaro teve um corpo incorruptível? Não. Corruptível. Teve corruptível. Teve corruptível. Que morreu depois. Então, todos que foram ressuscitados tiveram corpo corruptível.
Eu não estou negando a ressurreição, estou negando o modus operandi que Paulo está colocando. E nós, os vivos, seremos transformados. Ou seja, logo então as pessoas não presenciariam a morte do seu corpo. É isso que Paulo está dizendo. Que essa colocação de Paulo contraria a história que ele vai escrever em Romanos 5 a respeito do pecado. Por quê?
Porque o homem morre por conta do quê? Por que o homem morre, segundo Paulo? Por causa do pecado. Por causa do pecado. Ele tem que morrer fisicamente. Jesus morreu fisicamente. Só que quando Paulo coloca aqui, os vivos nós seremos transformados, e ainda vai falar, e nesse capítulo, não está aqui os versículos finais, mas quem vai falar? Tragada foi a morte na vitória.
Paulo sai contrariando a própria teologia que ele mesmo construiu. Isso eu explico no meu livro de mais de 800 páginas. Paulo, o personagem polêmico do Novo Testamento. Aí ele diz assim, ó. Não abrir e fechar de olhos ante a última trombeta, porque a trombeta soará e os mortos resultarão incorruptível e nós seremos transformados. Porque convém que isso que é corruptível, que é o corpo, se revista da incorruptibilidade e que isso que é mortal o corpo se revista da imortalidade.
corpo imortal, sem passar pela morte. É isso que Paulo está escrevendo. Isso é algo com o qual Jesus ensinou? Não, não é. Não é. Isso é algo com o qual Paulo desenvolveu e criou, e digo mais, e Paulo tinha esperança que ele não morreria aqui nesse contexto de Corinto.
Quando vai chegando no final da trajetória dele, Paulo, aí sim, ele reconhece que a morte era garantida para ele. Mas até aqui não. Paulo que estava piamente que não provaria a morte não. Criou essa mensagem de esperança. Muitos, Paulo, morreu, morreu. Todos que ouviram essa mensagem morreram. Sabe qual o pior? É que muitos pregam até hoje isso aqui em cima dos púlpitos. Eu fui pregador, tá? Da sembra de Deus. Logo, eu não pregaria hoje uma mentira dessa.
Não pregaria uma falsa esperança. Mas aqui, vamos lá. Está falando de arrebatamento, 1 Coríntios? Não. Está falando de transformação corporal. Mas não de arrebatamento.
Fique à vontade, Arthur. O texto da primeira carta de Paulo aos Coríntios, capítulo 15, versículo 51, ao 53 em especial, podemos trabalhar até o 58. Paulo está no contexto da Grécia Antiga, em especial na cidade de Corinto, que ficava a cerca de 73 quilômetros do sudoeste da cidade de Atenas, capital.
o chamado berço da filosofia, obviamente que o pai da filosofia ocidental é Tales de Mileto, 624 a.C., banhado do mar Egeu, nós temos aqui Paulo ressaltando, eis que vos digo mistério, nem todo o milho e o maçú seremos transformados. Paulo vai fazer análise da primeira carta de Paulo aos Coríntios, capítulo 15, a respeito da ressurreição. Tanto é que Paulo vai tratar a respeito simplesmente daquilo que nós conhecemos.
como o primogênito dentre os mortos. Na Bíblia nós temos três tipos de ressurreições. Segundo o texto bíblico, que é o que nós advogamos, a ressurreição de mortos, a ressurreição dentre os mortos e a ressurreição dos mortos. A diferença é apenas pela preposição, a ressurreição de mortos seriam todos aqueles...
que foram ressuscitados desde o Antigo Testamento até o Novo Testamento e voltaram de forma tranquila, conforme o texto de Sefer Correlet, Eclesiastes 12, 7, voltaram à morte. Então, naturalmente, nós temos aqui uma clara evidência de que Jesus é o primogênito dentre os mortos, o único que ressuscitou para a vida eterna.
Paulo vai trabalhar aquilo que nós conhecemos como as ressurreições. Paulo vai ter três termos ali. Último Adão, relacionado a Cristo. Também vai tratar a respeito do último inimigo, que é a morte. E segundo, relacionado a trombeta, ante a última trombeta. No momento, não abrir e fechar de olhos ante a última trombeta. Por quê? Aqueles que morrerem em Cristo Jesus, ressuscitarão transformados. E nós que tivéssemos vivos seremos...
transformados. Paulo vai tratar a respeito daquilo que nós conhecemos na antropologia bíblica, que é a transformação dos corpos em três questões, incorruptível, imortal e glorioso. Incorruptível aqui é relacionada à corrupção, à relação do pecado e à relação da morte física. A segunda expressão relacionada, imortal, é o corpo que não vai receber ou não tem mais o poder da morte.
Filipenses capítulo 3, versículo 20 e 21, Paulo, o mesmo escritor, vai tratar a respeito da chamada Carta da Alegria. Paulo ratifica, porque a nossa pátria não é da terra, mas é do céu. Da onde esperamos o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo abatido para ser conforme o seu corpo glorioso. Não é apenas Paulo que trata disso. Primeira epístola universal do apóstolo João, capítulo 3, versículo 2.
Meus filhinhos, não é manifesto o que havemos de ser, mas quando ele se manifestar, o veremos e seremos. A escatologia cristã, ela implica a transformação do corpo em glória, semelhante ao corpo de Jesus Cristo. Em Apocalipse capítulo de número 1, versículo 7 e diante, depois podemos trabalhar. E aqui é até interessante levantar outro debate, outra ocasião por causa do horário.
Nós temos, por certo, que 1 Coríntios capítulo 15, Paulo vai tratar a respeito, simultaneamente, dos mortos transformados, aqueles que esperam o arrebatamento ainda estando em vida, serão também transformados, corpo glorioso e cooptivo e mortal.
Também com o paralelismo bíblico de 1ª textão 6,4,16, porque o mesmo Senhor descerá do céu com a larida, a válgula arcanja, ao som da turbeta de Deus. E os que morrerem em Cristo Jesus, ressuscitarão primeiro. E depois nós, que tivermos isso, seremos transformados. A mesma expressão relacionada, transformação, ressurreição, arrebatamento.
Uma grande questão relacionada também aqui é no momento, no abrir e fechar de olhos. O professor Sabino, há de concordar comigo, que a expressão A aqui é partícula negativa, e Tominei é tempo não contado, relacionado aqui, átomos em grego. Tempo não contado, partícula indivisível, que seria basicamente um período tão rápido que nós não podemos computar na razão humana. Na anatomia do corpo humano, vocês sabem melhor do que eu?
Porque simplesmente nós temos no corpo o movimento mais rápido, que é o qual? O piscar dos olhos. Então Paulo vai trazer isso no contexto relacionado da Grécia Antiga, que trabalhava muito com a questão da fisionomia, do corpo, da anatomia, que era uma espécie de beleza da época, que até hoje o corpo do ser humano é belo porque é a criação de Deus, eles identificavam o movimento mais rápido, que é o piscar dos olhos.
que é equivalente a 7,30 milésimos de segundo, menos de um segundo. Você tem lá em átomo e em rique. Perfeito. Posso continuar?
Não, nós estamos falando do átomo, estou falando do capítulo. É isso mesmo. Então, naturalmente, nós temos aqui uma clara evidência relacional da ressurreição, da transformação corroborada com 1 Tessalonicenses 4, versículo 16. E a Bíblia nos permite, e a Bíblia é um livro perfeito nesse sentido, porque ela nos permite...
Vários autores diferentes tratando do mesmo assunto em épocas diferentes, com a mesma essência fundamental, que é relacionada a uma única doutrina, que Jesus Cristo é o Senhor, desde o Antigo é o Novo Testamento. Não sei se eu me fiz entender. Sim. Acho que...
Não existe o acho, eu não interminei. Como que acha? Não, mas ele quer falar rapidinho. Ah, se ele quer falar, você fala. Não, não, não. Eu pensei que você estava já do jeito que você se manifestou, você já estava terminando. Não, não, não. Não estou aqui para te interromper. Não, não é me interromper. Não, ele vai falar. Não, a gente está caminhando para o final do debate. Começamos agora o debate? Já vai caminhar para o final?
Pois é, mas o pastor de repente falou que tem um compromisso. Eu não terminei. Compromisso todo mundo tem.
Compromisso todo mundo tem, eu também tenho. Professor Sabena, que eu falei antes com a Bia, que eu tenho que dar aula hoje um pouco distante. Eu também. Vou dar aula distante, mas deixa eu terminar. Não, não, termina aí. Você vai ter que marcar a parte 2. Vamos marcar a parte 2? Vamos? Pode ser. Agora vamos ver. Deixa eu ver se ele estava...
E se vai ter parte 2, se tem que terminar daqui a pouco, tem que ter um tempo de considerações finais. Só rapidamente o que ele falou. Sabino, por favor. Algumas coisas que eu anodei aqui, pastor. Quando você falou a respeito do abrir e fechar de olhos, em átomo, em ripé, ofitaúmo. Entre o abrir e o fechar de olhos. Nossa, mas no inglês você falou tanto da palavra átomo. Atomo. Em atomo, em ripé, ofitaúmo.
Aí você vai ter a questão da trombeta. Você não colocou que o arrebatamento é não abrir o piscar de olhos, não. Eu não entendi isso, não. Simultaneamente, como eu sempre defendo nos meus debates, se o arrebatamento acontece, arrebatar, tirar com força, a transformação dos corpos acontece em qual momento? Tem um delay de tempo aí? Não, do corpo sim. Eu falei de arrebatamento.
O arrebatamento do pescado de olhos. O que é uma questão simultânea? Porque o contexto todo de Coríntios não está falando de arrebatamento. Não, não. 1 Coríntios capítulo 15 é sobre ressurreição e a ressurreição está ligada ao arrebatamento. Não, novamente. 1 Coríntios capítulo 15 não está tratando de arrebatamento morar no céu. Está tratando de transformação corporal, apenas isso.
Mas no arrebatamento tem a transformação e a ressurreição. Tem no contexto de 1 Coríntios capítulo 15, sem contexto paralelo. Por que Paulo escreve 1 Coríntios 15? Vamos entender agora. O contexto de 1 Coríntios capítulo 15, as pessoas estavam preocupadas com arrebatamento.
Não, a igreja de Corinto é fundacional ali, 62 d.C. Então Paulo está organizando, porque ele é um contexto, aqui é muito importante ressaltar que o contexto é o rei do texto. Por quê? Paulo está no contexto da Grécia Antiga. Então existe ali uma clara evidência relacionada ao corpo.
Que corpo é esse? Para que o corpo serve? Então Paulo vai organizar a igreja. Temos cinco tipos de definição e dimensão. Na sua introdução você falou isso. Exato. Agora, só para que o professor compreenda, nós estamos fazendo o paralelismo real, bíblico.
porque fala sobre no momento, no abrir e fechar de olhos. Se essa transformação acontece, para que finalidade? E também os próprios que estão vivos, para onde irão com o corpo transformado? Essa questão que eu advoguei.
A mesma coisa que Tessalônica, não é arrebatamento ou morada no céu? Mas eu acabei de falar, não foi? Não, sim, agora estou dizendo. Sim, sim. É que você colocou arrebatamento, que eu estou dizendo. Sobe então, por favor. A palavra ali não existe arrebatamento, mas a transformação que é correlata. Ok. Perguntas? Perguntas? Se o tema é arrebatamento, pode subir a introdução? Aí, perguntas. Se o tema é arrebatamento, por que Paulo enquadra todo o argumento no problema da morte? E não da retirada da terra?
Porque a morte... Quer que eu responda? Pode responder! Porque a morte é dada para todos aqueles que pecam. Romanos capítulo 6, versículo 23. Paulo errou também, né? Que é a falência múltipla dos órgãos, ou então a separação, banimento.
Da presença de Deus. Aí Paulo declara que alguns que estão vivos não provarão a morte, mas verão Cristo com poder e grande glória. Paulo e Romulo, mas tudo bem. Qual pai da igreja interpretou primeiro a Coríntios 15, 8 e 8 e 8, com um arrebatamento da igreja ao céu antes do fim? Quem? Sobe o mistério, não vou nem ler a palavra mistério.
Pode subir, pode subir. Romanos 16, trombeta, sobe, sobe a trombeta. O verbo. O verbo é gueiro, levantar, ressuscitar, pertence ao campo semântico da ressurreição corporal. Pode subir. Não da migração da alma. Esquece isso, pode subir. É para viver na terra, sobe. Pode subir.
Revestir-se e não abandonar o golpe final contra a escatologia de evasão ou do arrebatamento. Paulo escolhe cuidadosamente seu vocabulário... Eu só estou pulando no esboço por causa do tempo dele, tá? Mas só para não ficar sem minha explicação. Paulo escolhe cuidadosamente seu vocabulário quando descreve a consumação escatológica, a expressão... É necessário que esse corpo corruptivo se revisse da incorruptibilidade.
A metáfora não poderia ser mais clara. A expressão em disastatai, que é o aristo médio de indio, ou vestirse, pressupõe continuidade do sujeito, existência corporal prévia e transformação que preserva a identidade. Sobe. Vamos falar, vamos sair fora do revestimento, pode subir? Vamos sair do revestimento, vamos lá pra... Já tô na Patrícia. Vamos aqui pra Patrícia que tão...
isso aí vai lá no início da patrística pode no início dela já estávamos isso
É, só baixar, baixar. Ah, tá, pode baixar para mim. Agora pode baixar. Agora entendi o que você está falando, que você não via a tela aqui. Ah, obrigado, obrigado. Pode parar. Isso, pode parar aí. Vamos lá. Já li. Isso, agora sobe um pouquinho. Já falei do revestimento. Aí, subir. Vou colocar lá para cima. Isso, aí.
Se Paulo quisesse falar de abandono do corpo, esse seria o pior vocabulário possível. No greco iné, em dia ou pertence ao campo semântico do revestimento, não de descarte. Veciso sem implica que algo permanece enquanto outra coisa é acrescentada. O corpo não é trocado como um objeto defeituoso. Ele é transfigurado por acréscimo, não negado por substituição. Posso subir mais um pouquinho, por favor? Mas só uma questão, não negamos a substituição descartada do corpo. É a transformação do mesmo para um estado de glória.
Ok. Mas não para a morada no céu. É isso que nós estamos divertindo aqui. O arrebatamento que é a morada eterna no céu. Trata-se de uma mudança... Pode subir? Bom, já que houve um acordo, não precisa nem ler isso aqui. Bom, enfim. O contexto de 1 Coríntios. O contexto de 1 Coríntios, capítulo 15, só para encurtar aqui.
Do que eu escrevi, do que eu interpretei, do que eu fiz exegeticamente, trata de arrebatamento morada no céu? Não. Assim como o texto alunicense, que é a forma de Paulo, Paulo não coloca arrebatamento morada no céu. O que Paulo trata é da visão que já existia anteriormente, que é um governo na terra. Então você terá um corpo transformado para estar com Cristo na terra, não morada no céu.
Se você for pegar Paulo e passagem do Apocalipse, é do que será tratado. Mas na vertente de Paulo, que é em Mateus 24, de Paulo, é isso que será colocado. Então, 1 Coríntios capítulo 15, você falou outros textos também, você falou Filipenses 3.20, 1 João 3.2, 1 Coríntios 3.20. Enfim, depois você falou Epístola de João, você me fala a memória, 1 João 3.2 também, enfim.
Mas na visão ótica de Paulo, é justamente transformação para estar na Terra. E quem quiser saber de todos os outros textos que o pastor colocou, primeira de João, Filipense, tem meu livro aqui, A Igreja Será Arrebatada. Obrigado. A pública. Eu queria muito ter trago o meu livro, mas acabou as remessas, mas a próxima, se possível, quem quiser. Best seller. Acabou as remessas do livro do pastor. Vendeu tudo. Para a glória de Deus.
Quero agradecer muito vocês, deixar aqui um convite para a parte 2. Não esquece o superchat para responder. Acho que a gente tem muito o que conversar. Deixa eu ver aqui, eu acho que hoje a galera não resolveu participar.
Não mandaram superchat pra nós, sabe não? Cadê aquela galera? Cadê aquela galera que sempre tá participando? Nem parou o ex do sabio, velho. O Antônio Miranda vem aqui, é superchat um atrás do outro. Parece que o pessoal tá quieto hoje. O que tá acontecendo? Não tem uma pergunta feita no superchat? Aqui ninguém responde perguntas sem abençoar. Vocês foram abençoados hoje com o debate. Agora vou ser crente agora, pastor.
Agora vou ser assembleia no Ministério do Belém Faz o piso Vocês crentes Vocês que me seguem Segue o pastor Aleph Foi bom? Foi Aqui não tem quem ganhou Aqui não tem quem perdeu Aqui tem quem aprendeu Quem aprendeu Que muitos pensam em questões de ganhar ou de perder Me preocupo em aprender Se você aprendeu Faz uso pelo seu aprendizado
A coisa que faz jus é o quê? É você colaborar com aquilo que você aprendeu. Você reteu tudo. Você reteu aquilo que foi bom para você. Nós ouvimos porque nós temos ouvidos para ouvir. Então, você reteve aquilo que é bom? Reteve. Não foi nesse canal? Foi. Não foi no podcast 3, irmão? Foi. O que nós fazemos jus? Colaboramos. Ajudamos. Investimos.
Ou seja, compramos e gastamos dinheiro que se diz ser tanta besteira para alguns, não para outros. Aquilo que pode ser besteira para você, não pode ser para o outro. Aquilo que talvez seja negativo para você, talvez não seja para o outro. Então faz uso, compartilhe, curta, se inscreva e o melhor, faça o superchat. Você pode me indagar tanto eu quanto o pastor. Qual o lado bom da história? É que quando chega no final, nós não temos superchat para indagar o pastor, para me indagar.
Porque nós viemos aqui preparados. Ninguém vai para um debate despreparado. Só se for alguém que tem algum problema. Ainda que fosse de última hora, tem que vir preparado. Não tem como. Existe um preparo. Mas qual é o lado bom do superchat quando vocês fazem perguntas fora do tema às vezes daquilo com o qual nós não nos preparamos? Aí vocês nos sabatinam e vejam o quão a pessoa é preparada ou não.
Então, vamos lá. Por favor, meus seguidores, eu quero agora, nem que for um superchat de R$5,00, uma pergunta ou para mim ou para o Aleph. Eu vou dar apenas dois minutinhos e contado no relógio aqui agora. Dois minutos, eu quero o uso superchat. Por favor, faça superchat aí, por favor, que eu estou esperando.
Será que vai ter pergunta aqui? Olha lá. Já cantou aqui, já. Já cantou. Messi Sabino, manda abraços pra Cuiabá. Aí, gente. Pode ser um abraço. Isso, vou falar o nome. O Superchat tá chegando aí agora. Isaías de Oliveira, um abraço pra você. Messi Sabino, manda um abraço pra todos aí de Cuiabá. Mato Grosso. Jefferson Santos, obrigado aí pelo Superchat. Professor Sabino Amado, você espetacular, te admiro. Obrigado, Jefferson. Um abraço pra você também. É isso aí, gente. Colabora com o projeto.
Sabe, nós queremos estar nos podcasts? Queremos, mas o podcast tem que existir. Será que... Aí vocês falam, pô, eu dou dízimo, eu dou oferta na igreja. Pra quê? Pra apagar água, pra apagar luz, não é isso? E o podcast sobrevive do quê? Já for melhor, viu, Sabi? Já for melhor. Sobrevive do quê? Gente, eu lembro de trazer Miranda pra cá, o seu, o Jason. Era membro cantando um atrás do outro. Cadê o Miranda? Eu viro pro cabelo e falo assim, não vai chamar não.
Não vai chamar não, vai chamar lá o Padre Fábio, vai chamar disso aí que tem. Porque aí todo mundo se inscreve no canal, todo mundo ajuda a gente. Vem a galera aí do Sábio, não ajuda a nós porra nenhuma, velho. E eu gosto é de dinheiro, gosto de dinheiro, gosto de fartura, até por isso eu virei comunista. Então assim, se não cantar a grana, meu irmão, não tem como, não tem como.
Mas ainda assim, eu quero agradecer vocês pela aula. Agradecer o Ale, o pastor, a qualidade do debate. A qualidade do que os professores sabem. Pastor, obrigado pela educação. Deixa eu dar um exemplo aqui. Vocês que são crentes, são pastores. Eu já falei, eu não sou ateu, gente. Eu respeito na medida do qual eu sou respeitado. E você sente a energia da pessoa quando você chega.
O pastor chegou, já sentou ao meu lado, já sentiu a energia boa. Mas às vezes você vai num podcast, você vai debater, você já sente uma energia ruim. Isso não é bom. Você sentiu energia ruim com o Paulo Cogos lá, que é dia?
Eu sinto muitas coisas. Eu sinto muitas coisas. E com o pastor Alia, a educação, quando ele falou, o senhor está nele, eu falei, não, é o meu jeito. A forma de eu me expressar, às vezes, o teor, o calor da emoção, do debate, gera, às vezes, a transmissão um pouco mais explosiva.
possa existir, possa. Contanto que não exista o desrespeito, acabou, gente. Se o senhor decidiu se desrespeitar de um momento, uma fala minha... Jamais, pelo contrário. Nem eu. Muito pelo contrário. É das heresias, né, pastor? Tirando as heresias... Não, não, não, digo, digo, digo. Não, e diga, pastor. E Paulo escreveu o quê? Até que importa que haja entre vós heresias. Sim, sim. Para as que são sinceras se manifestem entre vós.
Primeira de Coríntios, capítulo 11. Então, no original, até que haja Sabine no meio de vós. Isso!
Pronto, fechou, pastor. É brincadeira. Obrigado pelo carinho, viu? É isso aí, gente. Com benção. Bom, vou presentear vocês com creatina. Poxa, eu tava precisando aí. Toma um whisky com creatina que você vai ver sua vida vai mudar. Amor, se prepare que hoje tem, viu? Creatina com whisky, viu? E vou tomar o que com coca? E se você quer creatina...
A Soldiers é a creatina mais barata do Brasil. No site você vai encontrar creatina a partir de R$18. É algo essencial. Independente se você faz academia ou não. Até minha mãe, já que está mais de idade, meu pai toma e muda. Para terceira idade é muito importante. A creatina, a galera... Pode tomar, né, pastor? Não tem problema. Tranquilo, pode tomar. Deve tomar. É mesmo? Deve tomar. Na igreja as pessoas podem tomar. Sim, tranquilo. É muito importante.
Cupom 3irmãos, você vai garantir a melhor e a creatina mais barata do Brasil. Entra lá na Soldiers, usa o cupom 3irmãos, você vai receber na sua casa aí com desconto. Eu vou dar três minutinhos aqui para cada um, só responder uma pergunta que eu acho que ela é bem interessante, porque teve uma discussão sobre religião aqui, sobre o que cada um entende, mas é uma pergunta do Luciano.
Qual é a maneira que vocês buscam a Deus? O Sabino já falou que não é... Que não sou ateu. É mais uma pergunta devocional. O Sabino falou que não é ateu, não é agnóstico. Posso responder? Gente, eu não sou de responder perguntas de cunho pessoal. Mas como a pessoa fez um superchat, qual a maneira... Agora o superchat está vindo. Qual a maneira que vocês buscam a Deus? Vamos lá. Eu busco a Deus.
fazendo o bem a mim mesmo e ao meu próximo essa forma única que hoje eu tenho de buscar a deus fazendo o bem a mim e ao meu próximo obrigado
A minha resposta é em torno daquilo que o próprio texto bíblico declara. Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverdes em vós. Então nossa prática de vida é o método não apenas moral, mas bíblico e prático do Senhor Jesus Cristo. Então tem uma frase interessante de Billy Graham, 1918 a 2018.
Nós somos a Bíblia que o mundo está lendo, nós somos os sermões que o mundo está prestando atenção. Se eu vier nesse debate e desrespeitar o Sabino ou qualquer outro aqui, eu talvez não, eu não estaria cumprindo o ministério bíblico de Cristo, que é respeitar a oposição...
com respeito e fincar a nossa fé no seu contexto bíblico. Então, naturalmente, a minha busca, além da oração, além da leitura bíblica, é o amor ao próximo. Galera, eu vou agradecer. Todo mundo teve um último aqui. E a gente já vai encerrar. Então, mesmo que você mande um superchat, talvez a gente não vai conseguir responder pelo tempo. É só se você acredita no Éden como metáfora.
Eu acredito de forma literal. Literal e para você, sabe? Eu acho que é até interessante um outro debate sobre a serpente. Sério? Boa. Boa, não é? Eu estou errado. Boa, boa. Você vai nessa? A pessoa vai colocar que a serpente é satanásia. Eu vou ao contrário que não. Isso. Aí nós temos quatro escolas de interpretação. A senhora acredita na serpente? Que ela falou assim com... A serpente ali. Isso, isso. Nós vamos trabalhar, se possível. Ela conversou assim...
Sim, sim. Tem uma escola de fato, que até mesmo relacionada ao rabinismo e aos pais da igreja, que interpretam a ação demoníaca de Satanás nos animais. Aí nós temos outros textos também que declaram em Sefer bem Midbar que a jumenta, não foi Deus que entrou na jumenta, mas um anjo abriu a boca da jumenta.
Então nós temos aí alguns textos que podemos trabalhar. A Jumeta que fala, né? O senhor acredita que Adão foi o primeiro homem mesmo? Sim, com certeza. Que existiu Adão e Eva, assim? Eu até respeito quem não acredita, porque não tem muito a relação bíblica da ortodoxia, isso é tranquilo, mas como ortodoxo dentro da Bíblia, eu acredito. O senhor acredita que a Terra tem quantos anos?
Eu sou mais relacionado ao design inteligente. Abandonamos o Big Bang, tem algumas irregularidades ali, e acredito mais cerca de 5 a 6 mil anos. O Eden como metáfora. E os dinossauros, e os dinossauros. Aí nós vamos entrar em outro debate também, que aí tem a questão de Adão até o período pré-diluviano.
Se o Éden pra mim é uma metáfora, eu não respondia também. É porque são muitas dúvidas. Não, mas é boa. Quando me fala isso... Gente, agora a atitude... A minha cabeça já feia. Pode fazer um com o pastor também pra ele vir aqui responder esse tipo de coisa? Porque a atitude agora foi correta, só foi no final do tempo. Não, gente.
Tem que fazer isso no percurso do tempo para chegar no final de fazer tudo isso, entendeu? O Éden, para mim, é uma questão, uma construção lendária. Isso eu explico no meu livro, Em Busca da Origem do Gênesis, que eu trato a respeito disso. É uma construção lendária em cima de outros contos que tratavam a respeito de um grande paraíso, tá bom? Então trata-se de uma grande construção lendária.
E se me permite, eu quero também aqui aproveitar a oportunidade para agradecer mais uma vez o professor Sabino. Obrigado. Ao Rodrigão, que maravilha, prazer com a sua. É o Rodriguinho. Rodriguinho. Valeu. E o Robertão. E o Robertão. E parabenizar pelo excelente trabalho, gostei muito da recepção, top demais. Valeu, obrigado. E mais uma vez, os moços que quiserem, sim.
Se a galera quiser acompanhar vocês, quiser deixar uma rede social aí? Sim, nós temos o perfil do Instagram, arroba Pastor Alf Lopes, por extenso, pastor, arroba Pastor Alf Lopes, também no canal no YouTube, Pastor Alf Lopes. Nós temos materiais ali de edificação para a sua vida, oração, pregação, estudos relacionados à escatologia, dispensacionalista, livros, interpretação bíblica, introdução grego bíblica, hebraico bíblico, tudo ali para a sua edificação vai ser uma honra muito grande tê-lo conosco. Obrigado.
E é só procurar aí no Google ou no IA, professor Fábio Sabino. É no IA. O senhor é entrando. É o professor Fábio Sabino. Professor Fábio Sabino. Você vai encontrar todas as minhas redes sociais. Até IA falar umas mentiras minhas. Cuidado, viu? A IA, coloca aqui, ó. Professor Fábio Sabino é ex-pastor. Nunca fui, viu? Cuidado com a IA. Aquela razão de... Mentira aí, irmão. Já. Já colocou. Professor Fábio Sabino. Coloca aí pra você ver.
Mas formou vários pastores. Não. Formei. Mas não sou. A IA identifica com o pastor.
Colocou. Eu sou ele, pastor, aonde isso? Misericórdia. Deus é mais. Sangue de Jesus tem poder. Ó, comentem aí o que vocês acharam desse episódio. Deixa o like mais uma vez. Compartilha. A gente vai ler todos os comentários. Pra você que ficou até aqui ou segue a agenda do Três Irmãos, quero lembrar que amanhã, às 10 horas da manhã, a gente vai estar com dois pastores aqui no podcast Três Irmãos também. Que vai ser o pastor Henrique Vieira.
que é um deputado federal, e o pastor Ed René Kvids. Então a gente vai estar com os dois pastores aqui na parte da manhã. Eu fico aguardando vocês. Você falou que a Soldier é um suplemento maravilhoso, mas você não falou que essa aqui da creatina, que a creatina é um suplemento maravilhoso, mas você não falou que a da Soldier é a mais barata do Brasil. Falei. Você falou que ela é a mais barata do Brasil. Falei que com o cupom 3irmãos você ganha mais um desconto lá na Soldier. Ainda tem mais desconto.
E tem um QR Code aí na tela, o link na descrição. Até amanhã, 10 horas da manhã. Tô esperando vocês. Valeu, galera. Valeu.
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