o nosso SIM não controla o destino; ele nos devolve a participação na própria vida
O nosso SIM não é uma promessa de que tudo dará certo. É uma decisão de não adiar a própria existência até que todas as respostas cheguem.
A vida não nos oferece garantias. Não nos promete que as pessoas ficarão, que os planos acontecerão ou que não haverá perdas. Ela nos oferece o agora — e, dentro dele, a possibilidade de nos posicionarmos diante daquilo que é.