#403 Dia do Rock: jaqueta de 950 reais da Fresno + Banda Cine questiona capa da Capricho e mais!
Edu Oliveira e Thiago Theodoro comentam fofocas da internet, dos famosos e da audiência.
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- Jaqueta de R$950 da banda FresnoFresno · Merch de banda · Preço de produtos de luxo · Marketing de esgotamento
- Show em São PauloLinniker · Aline · Turnê Caju Tour · Democratização do acesso a shows · Protagonismo LGBT na música
- Participação de Rihanna e Beyoncé em show do Jay-ZJay-Z · Rihanna · Beyoncé · Show no Yankee Stadium · 25 anos de The Blueprint · 30 anos de Reasonable Doubt
- O legado da Revista do CD-ROMCine · Capricho · Diego (vocalista Cine) · Identidade visual de revista · Histórico de capas da Capricho
- Vinícius Júnior e Virgínia FonsecaVini Jr. · Virginia Fonseca · João Gui · Exposição nas redes sociais · Aniversário de Vini Jr.
Mona, eu tenho uma fofoca babado pra te contar.
Então me conta essa fofoca, viado!
Olá, olá, olá, olá, olá, olá! Bom dia, boa tarde!
Pé direito e muita sorte. Me conte uma fofoca no ar!
Segunda-feira, queridas! Começou, hein, a semana, gente.
Que choque de realidade, gente. No sol de Porto de Galinhas, vim parar nesse frio de São Paulo capital, gente.
Tava gostosa, amiga, a viagem?
Eu tava, a viagem também.
Ai, que delícia!
Agora é impressionante, gente. A gente chega em São Paulo, já perde o glow, já fica feia na hora.
Tem gente que é feia em qualquer lugar, amiga. Incrível.
Tem, que bom, você tá comunicando com esse público agora também. A gente fala com todo mundo.
Quem é bonita se garante aonde pisa, meu amor.
Gente, é tão linda essa relação que a gente tem com vocês, né? Eu fico emocionado, assim. Como o podcast faz parte da vida das pessoas, amiga. Está com as pessoas, assim, agora no trabalho, no almoço, matando hora. E aí, eu li um comentário aqui, em um dos nossos posts desse fim de semana, depois do programa da Anne e Mary B, que me emocionou demais, gente. Olha que lindo isso, ó. Escuto apenas esses todos, falando de podcasts, e amo.
Infelizmente, capotei o carro ouvindo Me Conte Uma Fofoca. Olha que inusitado, amiga!
Ai, gente, tem experiências que são únicas mesmo, né?
É, olha só, eu lá de cabeça pra baixo com os bombeiros me socorrendo e as bichas gritando com o som no talo às 6 da manhã.
Meu Deus!
Não consigo mais ouvir, quem sabe daqui um tempo.
Meu Deus! Será que é real isso? A bicha capotou mesmo o carro ouvindo Me Conte Uma Fofoca?
Amiga, eu fiquei passada, gente, olha isso!
Ai, que programa baixo astral, né?
Ai, quer cortar? Ai, vou cortar.
Não, não, não, não.
Ai, que segunda-feira, amiga!
Fica a oportunidade aí para as outras que estão ouvindo também. Algo ruim pode acontecer agora, amiga.
Queria que as pessoas contassem histórias trágicas que elas passaram ouvindo o Me Conte. Ó, que bonito!
Será que alguém recebeu um pedido de demissão hoje, gente? Segunda-feira não é dia para ser demitido também, hein? Quanto ouve o podcast.
Ai, não, vamos jogar pra cima, né, gente? Vamos jogar pra cima.
Vamos, claro, amiga. Agora falando sério, vou jogar pra cima, tá? Esse final de semana, gente, fui na Caju Tour. E eu tenho que falar sobre isso hoje. Nossa, gente, fui arrebatado por esse Bye Bye Caju. Gente, que momento! Meu Deus, vi história sendo feita. Uma travesti lotando o Allianz, gente. 48 mil pessoas lá pra assistir a Aline. Que a gente, sei lá, eu não imaginava isso, sabe? Eu comecei a acompanhar ela lá em 2016, 2017.
Naquela onda de muitos artistas LGBTs que estavam acontecendo na música, né. E que inclusive foram muito desacreditados, zoados. E na minha bolha, a gente chamava muito de MP bicha. E nessa leva veio tanta gente, né. Veio o Pabllo Vittar, veio Glória Groove, veio a Joni Walker, veio a Rico Thalassan. Veio a Linda Quebrada, veio a Lineker, veio uma galera. Muita, mas muita gente aconteceu nessa leva, né, amiga? Ana Franga Elétrico, uma galera veio aí.
Nossa, um time de artistas fantástico, um time de artistas incríveis, né?
Já tava acontecendo até antes ali, desde 2010 já tava acontecendo toda uma galera. O Thiago Petit, enfim, Seiva, Tulipa Ruiz, uma galera. Mas eu senti que deu uma virada de chave ali em 2016, mais ou menos. O que que você ia falar?
Ganhou uma projeção, né? Não, que eu vi hoje de manhã, queria muito ter visto esse show, inclusive vi hoje de manhã um vídeo em que ela vê a Linda quebrada, né, durante a apresentação.
Super bonito, super bonito, momento lindo. Enfim, essa fase da música brasileira, ainda veio a Jalú também. Posso ficar horas falando só sobre essa fase da música brasileira e essa virada de chave que a gente teve enquanto LGBTs tomando protagonismo e mudando a rota da música brasileira também. Mas toda A galera foi muito desacreditada. E elas servem, acho que pra mim, pra marcar... Pra, de fato, colocarem um marco ali na música.
E criarem um novo Brasil musical, sabe? E a Aline, que pra mim é uma das maiores representantes dessa virada de chave. E ver essa concretização de público, de artista, de popstar mesmo. E ver um estádio inteiro lotado cantando as músicas dela de todas as fases da carreira, para mim foi emocionante, gente. Não consigo colocar em palavras isso. E aí tem tanta gente tentando descredibilizar esse momento dela porque, ah, o ingresso foi barato.
Gente, o normal seria a gente pagar esse valor barato para ir em shows, tá? E de, para poder ter acesso a esses shows. Então eu não vejo por que questionar o ingresso do valor, o valor do ingresso. Acho que é de uma burrice sem tamanho questionar esse valor do ingresso, falar só lotou porque ingresso tava barato. Novamente, o normal seria isso. Normal não é pagar R$800, R$900 pra ir num show, num estádio. E muitas das vezes ruim, inclusive.
Mas vamos concentrar aqui nos bons que eu fui e que foram caros. Mas que não precisavam ter sido nesse valor, tá? Então eu acredito muito nessa democratização do acesso dos shows também. Eu já falei isso anteriormente aqui, sobre as taxas abusivas de ingresso, sobre os valores, experiência merda. Já reclamei muito sobre isso aqui. Mas agora eu venho pra exaltar. Então, um show que tava num valor acessível, eu consegui comprar tranquilamente o meu ingresso, assisti numa visão ótima, tive uma ótima experiência de show.
Ah, mas distribuíam ingresso de promoção, não sei o quê. Gente, que bom! Outras pessoas que não tiveram acesso puderam ir. Eu tava com gente que foi no Allianz pela primeira vez assistir um show. Mais de uma pessoa, umas 3 pessoas que eu tava no meu grupo, as 3 era a primeira vez que elas tinham ido num show no Allianz, gente. E que moram aqui em São Paulo e nasceram aqui em São Paulo e nunca tinham pisado lá, tá? Então muito foda esse show da Lineker, fiquei emocionado mesmo, foi lindo, foi, não cabia mais uma pessoa dentro daquele estádio, tava lotado, lotado, lotado.
Mas enfim, esse estádio também é maravilhoso, você entra fácil, vai embora fácil. E foi 3 horas praticamente de show, gente, um repertório foda. A Lineker Ela assinalou, eu quero fazer tudo, gente. Eu quero que tenha tudo. Eu quero que tenha elevador, eu quero que tenha aspirador, eu quero que tenha confete, eu quero andar pelas pessoas, eu quero ventilador, eu quero tudo que tem direito, eu quero fogos de artifício, eu quero tudo, tudo.
Ah, Lineke, você... Quero, quero, quero, quero, quero. E foi um espetáculo, tá, gente? Acho que poderia ter tido só mais participações, mas eu acho que ela Também tava um pouco na versão do meme, né. Esse momento é meu, esse prêmio é meu. Então foi um show dela, foi um show da Linniker. E enfim, acho que um marco da carreira da Linniker, gente. Foi muito bonito. Quem não foi ainda, vá! Eu sei que vão ter em outros lugares. Mas esse de São Paulo, pra abrir aí esse encerramento de Caju, foi especial, gente. Foi babado.
Ai, que legal que vai rolar em outros lugares também, gente. Esse show é muito bonito. Vale muito a pena ver. Parabéns, Alineker, gente. Muito importante ver essa artista colocada nesse lugar, né? E falando em cantoras, gente, tem uma cantora aí que voltou. Ih, amiga, olha, as peças do Todo Mundo no Rio começaram a se mexer novamente.
Ai, meu Deus. Então fiquem paradas.
Eu não sei, gente. Às vezes o povo é meio cheio de esperança, né? Mas assim, haverá sinais, não é isso que se dizia antigamente? Olha só, gente, esse final de semana uma cantora... Aí, ó, o Jay-Z fazendo mais pelo trabalho, pelo emprego que muito presidente, gente. Tirou uma cantora da aposentadoria, ainda que momentaneamente.
Eu não sei se vocês estão acompanhando.
Duas, né? Duas! Não, é que uma tinha acabado de lançar uma música nova, né, amiga? De 20 anos atrás.
Não era nova isso.
Gente, Jay-Z, eu não aguentei a chamada que a Folha fez, porque dá uma noção, uma percepção de que ela foi obrigada mesmo, sabe? Porque a chamada é assim: Jay-Z faz Rihanna subir ao palco.
É tipo ameaça, né? Jay-Z ameaça Rihanna e ela deita e sobe ao palco.
Ai, gente, Rihanna aí, a favorita de 10 em cada 10 seres humanos no mundo. Gente, quem não amou Uma era da Rihanna. Quem não amou todas as eras da Rihanna, quem não amou a Rihanna não viveu direito, gente, nas últimas duas décadas. Desculpa pra mim. Uma das maiores cantoras vivas. Tamo vendo se ela tá viva ainda, mas parece que sim, né, gente. Apareceu até esses dias, ó.
Uma das maiores cantoras não, uma das maiores artistas, né. Mas tudo bem.
Cantora não? Eu acho a voz dela boa, Eduardo.
Segue. Não, eu acho também que ela é uma ótima artista, gente. Eu adoro a Rihanna.
Só cantando.
Amigo, eu acho que ela está um pouco aposentada do lugar de cantora, né?
Mas de todas as coisas ela tá aposentada, né? Falar a verdade. Mas, ó, Jay-Z encerrou a residência dele de 3 noites no Yankee Stadium domingo, mais conhecido como ontem, né? Se você tiver ouvindo o programa hoje, segunda-feira, dia 13, tá? Esse estádio Yankee é em Nova York. E aí teve algumas participações especiais, inclusive da Beyoncé, como Edu falou aí. Nossa, essa canta, né, gente? Meu Deus do céu! Amiga, eu gostei que ela tava bem raiz, mal vestida e tudo. Que é o jeito que eu mais gosto dela.
Cafona, como sempre, gente.
Cafona, como sempre.
Cafona, como sempre. Adoro, adoro, adoro.
Detesto quando ela quer ser fashionista, gente. Estraga tudo. Já tem que ser... Eu gosto dela sempre com essas roupas de musical do Teatro Santander.
Com aquela meia calça que você sabe que é a meia calça pesada dela.
Você vê que é a meia da loba, gente.
É, já vou ser artista.
E aí ela foi lá, apareceu no show do Jay-Z como convidada. E aí ela disse assim: vocês sabem que eu estou meio enferrujada, né? Olha que safada, gente. Olha que ódio. Faz tempo que eu não subo ao palco, disse a diva. Vocês estão comigo? Pior que as bichinhas obedeceram, gente, e estavam, tá? Essa apresentação, que foi batizada de Extra Innings, fechou as comemorações dos 25 anos do The Blueprint, né, e 30 anos de Reasonable Doubt.
Dois álbuns que, se eu não me engano, talvez sejam os mais importantes ou os mais conhecidos do Jay-Z, né. O The Blueprint, eu me lembro muito, esse eu escutei demais.
Icônico.
Icônico. O Jay-Z, além de atrasar o show— será que ele atrasou o show por causa da Rihanna, gente? Mesmo atrasando o show, fez essa surpresa pra quem tava lá. E ela entrou pra interpretar a música Run This Town, que é uma parceria originalmente gravada do Jay-Z com o ex-artista Kanye West. Gente, essa música é muito boa!
Essa música é muito boa, gente. Ai, mas o álbum do Jay-Z com o Kanye West é muito bom, desculpa.
Ah, não. Esse álbum, morri!
É o The Trones, né, o todo dourado.
Amiga, eu e a Felipe Cruz era o dia inteiro só falando e ouvindo esse álbum na redação. Era assim, um negócio absurdo.
É babado mesmo.
É muito bom. E aí, logo em seguida... Mostrando que voltou mesmo, gente, ela apresentou o sucesso Bitch Better Have My Money. Que é qualquer coisa que ela fizer, a gente vai pagar pra ver, né, gente? Tá dado o recado aí, tá?
Então, ela é o nome pra todo mundo no Rio.
Amiga, pra mim, movimentaram as peças desse xadrez.
Ai, gente, o doido só precisa de um motivo, gente, pra ser maluco. Ai, amiga, eu vou dizer.
Eu posso sonhar essa semana? Posso sonhar?
Pode, pode. Vão ser algumas datas, né, essa daí do Jay-Z. Teve a Rihanna, teve a Beyoncé. E tem um rumor que tá fortíssimo, tá? Você vai ver, você viu aqui primeiro. De que vai ter a Foxy Brown também nesse show do Jay-Z. A Foxy Brown, bom, pra apresentar pra nova geração. Ela fez muito sucesso nos anos 90. Ela teve colaborações aí que foram hits nos anos 90 com o Jay-Z. Ela, enfim, participou muito do começo de carreira ali com o Jay-Z.
E ela até deu um follow em todo mundo no Instagram e tá seguindo só o Jay-Z agora. Então tá rolando esse boato de que ela vai participar agora do show dele também, tá?
Amiga, que tudo, meu Deus! Esse é um show que se viesse pro Brasil, eu veria, do Jay-Z, gente.
Eu também, mas eu não sei se vem não, viu?
Acho que não. Não vem, amiga. Aí, depois desse Todo Mundo no Rio com a Rihanna, eu decidi sonhar mesmo. Parece que ele vai trazer esse show pro Brasil.
Até parece, amiga. Bom, mas eu vou continuar no tópico música, tá? Vamos lá, gente. Fofoquinha do mundo da música. Amiga, você compra merch de show?
Merch é boneca, camiseta, é cobrinha, essas coisas, né?
Produtos licenciados oficiais ou produzidos pelo artista, né? Ou pela equipe do artista.
Quase nunca, Edu. Eu acho... Gente, tô falando de forma geral, não tô falando de nenhum artista específico, tá? Acho muito ruim a qualidade das coisas. E muito caro, geralmente. O último merch que eu vi bom... Amiga, desculpa. O último merch que eu vi bom Foi o da turnê do Gilberto Gil.
E aí você só compra então o merch se você gostar do produto, gostar do... ter gostado da, sei lá, ou do show ou da turnê que você foi. Ou porque, sei lá, usar essas roupas aí.
Ou se você tá bêbada também, eu compro.
Ou se você tá bêbada, exatamente. Tem essa opção. Porque geralmente o fã que compra, ele compra mais pra, um, talvez identificação pra quando ele use, as pessoas que vejam ele na rua saibam que ele é fã. Ou gosta, ou apoia essa causa. Apóia essa banda. Então tem um pouco de identificação. 2, tem um pouco para marcar a turnê que ele foi. Vai que foi uma turnê especial, um lugar que ele viajou, um show que ele tava esperando muito.
Tipo um show específico no lugar específico, né?
Isso, sei lá. Se eu fui agora, quando eu fui na Beyoncé, mas eu vou lembrar mais da Janet porque a camiseta eu gosto muito, eu uso sempre. É aquela da Janet que eu tô usando sempre. E aí eu sempre lembro que eu fui nessa turnê, que eu viajei, não sei o quê, quando eu tô usando essa camiseta. Pra mim tem um pouco esse sentimento também. Mas eu acho que a coisa de ser bonito, pra mim, é o que pega também. Porque aí eu vou usar, né.
E aí a peça também, ela vai... Pra mim, o que entra no meu guarda-roupa são peças que eu vou usar.
Que você vai a muitos, né.
Amiga, não.
Não dá.
Definitivamente não. Eu fui, sei lá, sei lá em quantos shows esse ano, uns 30. Eu comprei só de um, provavelmente, do ano todo.
Aí procura também, né, não ajuda o artista.
Não, amiga, mas é porque como eu falei, pra mim tem esses fatores. Tem que ser de um que foi especial pra mim, de uma qualidade que eu acho legal, de uma estampa bonita. Tem vários fatores pra eu comprar o merch do artista. Tem a galera que... É, quase sempre não compro isso. Mas tem uma galera que eu conheço que compra de tudo. Tudo que vai, praticamente, tem que ter uma lembrança. Que seja o copo, uma caneca, aquele cordão, sabe?
Alguma coisa tem que levar. Boné, algo tem que ter do artista, gente, que passou. Eu não sou apegada com isso. Tá? E geralmente o valor é mais alto também, né, amiga? Não é um valor habitual que a gente tá acostumado a pagar na camiseta. A camiseta que você paga normalmente lá na loja de departamento vai ser— hoje em dia tá caro, tá, uma camiseta. Vou jogar R$100, tá? Ah, Eduardo, você tá fora da realidade. Não tô não, meu amor. Entra nessas fast fashion, é esse valor, gente.
É isso, é isso mesmo. Para mais, tá?
Isso, para mais. Então, ah, normalmente uma camiseta R$100 numa fast fashion Fora da Fast Fashion, num dia de show do artista, a camiseta custa R$200 fácil, para mais facilmente. Sim, dos R$300. Ih, minha filha, aí a do Aces quanto que foi, né? Nem lembro.
Nossa, deve ter sido caríssima. É que eu não vi essa, mas deve ter sido caríssima, com certeza.
Então, mas o babado é que tudo isso, gente, eu demoro, né, para chegar no assunto. A gente tá dando paciência, né?
Ai, será que ela vai chegar no tema ou não, gente? Vamos ver, né? Tamo com ordem. Não, amiga, eu tô tranquila. É segunda-feira ainda.
Daqui a pouco é terça já. Daqui a pouco já sai o oficial da manhã. Ai, ainda bem que o ouvinte gosta de mim, né? Mas enfim. Não todos, né?
É melhor não ler os comentários.
É verdade. Mas tudo isso pra dizer que Thiago Teodoro, você sendo fã da banda Fresno, Quanto você pagaria numa...
Parou aí?
Por quê?
Não sou, gente.
Acho eles uns queridos.
Uns queridos, muito legais de trabalhar. Todo mundo, não vou ser eu falso aqui agora dizer que não conheço. Conheço, trabalhei com todos eles fazendo matéria. São amorosos, maravilhosos. Mas não sou fã, gente. Vou comprar da Alcyone, amiga, né?
Vou comprar do ABC Alves. A Alcyone lançou uma jaqueta. Quanto você pagaria numa jaqueta da Alcione?
É R$120.
Uma jaqueta?
É, bem bondura, né?
Nem se for uma capa de chuva vai sair esse valor.
R$120 é o cachorro-quente e a batata, né, amiga?
É. E olha lá.
Ai, não sei, amiga, mas é do Fresno a jaqueta.
Fala logo, ninguém aguenta mais. Resolveu lançar uma jaqueta que ela já tinha sido anunciada anteriormente, que elas Ela seria de poucas peças, uma pequena produção. E seria cara. Você tinha sido avisado, tá, gente? Pelo que eu tava... Eu comecei a procurar o assunto. E aí, tava sendo falada essa jaqueta desde o começo do ano. Tal que a banda Fresh tinha falado, ok, vamos fazer a jaqueta. Mas a jaqueta vai ser cara. Eles já tinham avisado, tá?
Eles avisaram?
Pelo jeito, eles tinham avisado. Os fãs... Vi vários fãs falando que eles tinham avisado que ia ser cara.
Mas enfim... Ai, tem tanta coisa do Fanta Fresno, gente.
Eu também.
Tão bonita a jaqueta, gente.
E aí, eu tô abrindo aqui pra ver a jaqueta.
Eu tô vendo ela.
E aí, de fato, a jaqueta é cara, tá, gente? A jaqueta é R$950.
Não é cara, amiga. É muito cara.
É o quê? Ah, tá.
Muito cara.
Pô, é cara uma jaqueta de R$950.
Ela morreu de medo que eu ia falar barata. Ela morreu de medo que você ia contar barata.
Ah, amiga, tá na baseada.
Nossa, amiga, mas isso é grátis, né? É dada essa jaqueta. Não, é muito caro, gente, pra um merch, né? Que a palavra em inglês é como merch, é muito caro, gente.
Isso, era a jaqueta lá especial 1999, quase o preço da jaqueta, né? E aí o babado é que a jaqueta esgotou também, tá, gente? Ah, não tem público pra isso.
Aí as pessoas: depois não, vou votar no Flávio que a economia vai mal.
Ó, Também pode ser um pouco de marketing do esgotamento, pode ser, tá? Que que é o marketing aí do esgotamento?
Ele tava vendendo duas, né, amiga?
É, muitos festivais e muitos artistas fazem isso para vender show também, tá? Esgotou o primeiro lote, o lote tinha 10 ingressos, tá? E aí, ai, meu Deus, eu preciso comprar o segundo lote.
Teatro do Me Conte é só assim. Mentira, não, gente, é tudo sério, para, sério, pelo amor de Deus. É tudo bem feitinho, a gente é super criterioso. É piada, pelo amor de Deus, gente.
Mas o babado é que os fãs reclamaram muito do valor e começaram a questionar quanto tem que ser o preço, qual tem que ser o preço aí de um merch de uma banda. É claro que também a gente tem que lembrar que merch de uma banda também não é item essencial, né, amiga?
Ai, dependendo da banda, né, amiga?
Não, sério.
Não, eu amo que açaí não tá na cesta básica, amiga. Alura, resolva isso.
Não, vamos lembrar primeiro isso. Aí eu sei que tem muita gente também reclamando porque, ah, o Fresno e os cantores, não, é, tem uma outra ideologia, tem outro pensamento sobre, não é justo eles cobrarem R$950. Ah, amiga, tem outros pensamentos políticos que não são alinhados, que não são alinhados. Eu, daí novamente, aí vem o meu lado aqui de pessoa que trabalhou com moda aí durante 10 anos. É caro fazer roupa?
Muito.
Imposto no Brasil é caro para produção de roupa? Extremamente. Mas aí tem o ponto de que era 100% poliéster, o que também tem um pouco, tem um pouco dos dois lados, tá, gente? Tem jeito, tem coisa que tem que ser poliéster. Essa jaqueta não ia ser algodão, amiga.
Não tem como ser algodão e ser jaqueta, gente.
Não, tem, mas não essa.
Aí eu dando conhecimento de coisa que eu não sei.
Tem, mas não é essa desse modelo, desse jeito, gente.
É por isso. Aí vão dizer, ai, Thiago, cada dia virando uma senhora de direita. Mas é por isso que o artista não faz nada para vocês, gente, que vocês reclamam de tudo.
Ai, cala a boca também! Mas aí eu entendo aqui um pouco algumas coisas. Parece ter um bordado, tem o canelado, etc. Bom, eu chutaria o custo dessa peça em torno de uns R$350 a R$400. Mas aí eu não sei também, mas eu não sei também aqui de cabeça, de boa, olhada, como se você tiver na mente, olhada. Mas eu não sei também as cooperativas que usaram para produção da peça, né? As cooperativas que eu falo são as costureiras, como que elas foram pagas.
Ai, mas eu pagaria R$200 nessa peça. Claro que você pagaria R$200 nessa peça. A pessoa que produziu, provavelmente a costureira recebeu R$2 para costurar. Então o grande lucro ficou com o dono da produção. E aí eu não sei qual foi a cooperativa, se ele escolheu uma cooperativa, um lugar justo. Para costurar. Mesmo que foi, não sei ainda se faz sentido esses R$950, tá, gente? Eu precisaria ver a ficha técnica desse produto. E aí, ninguém vai me mostrar essa ficha técnica, tá, gente?
A gente não vai ver. A gente brincou aqui, deu risada e tal, mas acho que tem vários fatores, como você disse, várias coisas que a gente tem que considerar na formação de preço de um produto.
Mas ainda assim, R$950 é fora da realidade.
Eu acho válido reclamar de uma jaqueta de banda R$900, tá certo? Pode reclamar, gente. Gente, tá certo.
Eu tava falando agora de ter ingresso de show acessível, gente. O ingresso do show da Anitta tava R$100.
Sim. Ah, mas os meninos são legais. Ah, mas a jaqueta— tudo isso, ok. A gente pode reclamar que uma jaqueta custa R$900. Gente, desculpa, tá muito caro, tá muito caro.
Podemos, ok, ok. Eles também, eles vão entender, porque eles também às vezes sabem, eles também não devem pagar esse valor. E muita gente não sabe, então pagam bem em roupa e tudo mais, mas também não deve ser toda roupa que eles pagam R$900. É caro sim.
Amigo, é caro sim, é caro sim, é caro.
Não tem o que questionar, todo mundo sabe que R$900 é caro para uma jaqueta.
Gente, aproveitando que a gente tá em coisa de banda aí, vocês estão me marcando no post do DH do cine.
Ai, tesão!
Mentira, amiga, mas ele era o Bruno, meu tesão do cine, gente.
Não era o DH, o DH era uma— eu ia falar uma coisa mais pesada, eu ia falar uma coisa mais a secundariedade.
O Bruno era o barbudinho, não era?
Não, o Bruno, coloca aí, Bruno Bandacine. Aí eu era apaixonado nele.
Não sei se ele é bonito mesmo.
Ah não, ele é bonito mesmo. Aí ele tá bonito, olha o Instagram dele aqui.
É o Bruno Genzi?
Ele mesmo.
Ai, amiga, ele era muito fofinho. Ele continua bonito, gente. Lindo. Mas eu acho que eu não gostava muito dele não. Eu gostava mais de um que era meio barbudinho.
Barbudinho? Eu gostava também do Davi, que era acho que o baterista.
Davi Bandacini. Calma, gente, a gente só tá checando informações para vocês.
Era Davi o nome dele? Dave, Dave, Dave.
Ah, esse que eu achava. Ah, esse piorou, gente.
É o que tinha mais cara de homem, né?
É, então, mas é agora que é um cara de velho, né, que tinha cara de homem.
Ah, o tempo passa, né, amiga?
Ah, ele tá falando para mim, eu que sei, né? Se tem uma pessoa que sabe que o tempo passa nesse podcast sou eu, gente. Eu tô aí há anos vendo o tempo passar.
Tá, mas o que tem? Como que estamos no bloco? Fomos do bloco emo para o coloridinhos.
Como que chegamos nessa? É a linha do tempo. Começou no emo, foi para o coloridinho. É assim, gente.
Aí da próxima, gente, a banda Lagoon.
Aí a morte da música, né, amiga? Que a música não sobreviveu. Aliás, hoje é dia do rock, não é? Ó que comemoração linda que a gente tá fazendo hoje, gente.
Ó, especial aí fresco. E o Fresno é bom mesmo, tá, gente? Continua bom. É uma das poucas dessa geração aí que continua boa, viu?
Mas é porque o Fresno, ou a Fresno como diz no Sul, começou antes da Bodinha pegar. Ele já era uma banda e aí eles entraram no trem. Ele já existiu, já tocavam muito tempo antes, já tinha uma qualidade musical que não era dessas bandas. Mas enfim, o assunto não é esse. A Diego, vocalista da Cine. Ai, Thiago, eu também gostava do Cine e tal. Todo mundo tem essa fase, depois você aprende a ouvir música de verdade.
Cala a boca!
Fez um pouco, amiga, é normal.
Mas tem umas músicas legais deles, né? Tem, tem. Pelo amor de Deus. Tem, tem.
Gostoso, Memória Afetiva e tal, o trabalho dos meninos. Os meninos até ganhou uma fazenda, lembra?
Sim, não tem nada a ver com a música.
Não vou desacreditar o trabalho dos meninos, não. Mas eu acho que a gente vai amadurecendo, né? A pessoa, ai, até hoje eu só ouço cine.
Não, pelo amor de Deus, gente.
É, você vai concordar comigo, você gosta de música, você tem música.
Não, eu conheço gente que assim, até hoje só... Só escuta RBD, bicha.
Ah, não dá, eu não quero nem falar mal de ninguém. As bichas que vão no gol da Xuxa, não dá, entendeu? Pelo amor de Deus, não quero atacar ninguém, amiga. Não, eu vi a Xuxa falando assim numa entrevista: ai, quero encerrar essa fase da Xuxa de Xuxinha. Mona, já acabou faz 40 anos isso, pelo amor de Deus. Aí a outra entrevista era: acho que realmente envelheci, bicha. Pelo amor de Deus, o céu é azul, né, amor? Pelo amor de Deus.
Ó, o Supla tá aqui na Globo comemorando o Dia do Rock, gente. Ai, que fim, que fim, tá? Aí o Diego, o DH, fez um vídeo falando da capa do Cine na Capricho. Como vocês estão me marcando, eu já vou explicar aqui agora, já fica registrado aqui, tá?
Ai, meu Deus, eu tenho essa Capricho até hoje! Eu sei qual que é. Eu tenho o CD deles também ainda até hoje, gente.
Eles fizeram muito sucesso.
O que tem essa capa?
Amiga, ele tá dizendo aqui que pediu que a capa fosse preto e branco e que a redação da Capricho não aceitou que fosse preto e branco a capa. Porque a ideia deles era de que, como eles eram uma banda colorida, eles queriam surpreender, né, as leitoras, as fãs, com uma capa preto e branco. E a redação da Capricho não teria topado e teria feito um meio do caminho. Que era uma capa que não era muito colorida, mas não chegava a ser preto e branco.
E aí eu quero dizer que é verdade, tava todo mundo esperando eu desmentir ele. Thiago, fala mesmo o que aconteceu.
Nossa, mas acho que tiveram poucas capas da Capricho preto e branca, né, amiga?
Amiga, olha, teve pouquíssima coisa PB. Eu acho que mais pro final teve uma mudança da direção de arte e tinha um designer que adorava fazer capa preto e branco.
Teve uma da Demi Lovato que eu lembro que era preta e branca. Mas as letras eram coloridas, né?
É, a letra geralmente era colorida. E era raro que tivesse uma capa PB porque não era a identidade visual da revista, né? Inclusive, eu achei uma montagem que tem capas que são da Cine, da Hori... Ai, Dia do Rock mesmo, gente. PX Zero, do Fresno e do Restart. Olha aqui. E aí, todas coloridas, todas coloridas. Mas eu queria só corrigir o Diego, que foi: a gente topou que eles se vestissem de preto e branco para essa capa. E a gente inclusive deu a ideia, que aí vai ficar a minha versão contraditória das coisas, gente.
Eu lembro, amiga, eu lembro. A gente inclusive deu a ideia de eles aparecerem em PB. Pra surpreender, né, pra ficar diferente. Mas com roupas preto e branco, não com uma capa preta e branca. Então só tô aí adicionando a informação ao que o Diego tá contando aí. Mas é verdade. E os artistas tinham esse bapho, amiga.
Mas os artistas podiam escolher um pouco da capa, então?
Não podia.
Achei que você chegava e falava, ah, tá, não podia mesmo. Achei que você chegava e falava, vai, gente, ó, vamos sentar, clicar, é essa aqui.
Quase sempre os artistas topavam as ideias. A Fresno topou as ideias, né? A Fresno foi capa de um guia de cortes, que é uma capa super bonita, meio um pouco penetrante, meio Halloween.
Deixa eu ver se é que eu lembro.
Uma caveira, eu acho.
Ah, eu lembro dessa, eu tive essa, eu tive essa.
Então, mas eles também, eles eram bonitos, né? Ficava melhor de trabalhar quando é verdade, na verdade eu chamei, digo de bonito, mas era época de ouro, gente, da amiga. Tinha muito dinheiro nessa época. Época.
Aí é da Holly, é muito feia, desculpa. É muito wannabe Tokyo Hotel, gente.
É, mas eles faziam isso, né?
Era o wannabe total. Essa do Elite Zero de férias é icônica também. Nossa, a dama do cine é muito séria agora que eu tô vendo, é mais preta e branca mesmo, né, menina?
É porque a gente topou, topou, porque os artistas também, né?
Divas, é que tem aquela— eu lembro direitinho dessa matéria, gente, da Katy Perry, da Kesha, da Lady Gaga.
Olha só, que a gente ficou com medo deles não venderem. Chamamos artistas mais famosos na capa também. E aí tinha um pôster do Justin Bieber, eu acho, né?
Pelo que eu tô vendo aqui. Tem um pôster do Justin Bieber. Nossa, tava com medo mesmo de não vender essa edição do Cine.
Amiga, um pouco sim. Mas sabe o que eu acho? Teve um erro da Capricho aí. A gente demorou pra dar a capa do Cine. E todo mundo já tinha dado.
Ah, é. Teve a da Dudatinho, que foi bem forte, a do Cine, por exemplo.
Pois é, a gente comeu bola. Então, até por isso a gente topou. Colocar os meninos diferentes, que eles estão diferentes aí, para ver se a gente surpreendia, se a leitora compraria porque eles estavam vestidos de preto e branco. Então foi mais, foi uma ideia nossa que eles toparam.
E aí vieram, tá? Eu tô lembrando aqui, teve aquele Love Timbundes também, que foi com a capa do Cine. Teve várias, até teve essa da Capricho. Capricho foi depois mesmo.
É verdade mesmo que ele tá falando, gente, eles queriam. Só que a gente, como Eduardo falou, dificilmente dava uma capa PB. Tinha que ser um rostão e tinha que ser uma pessoa muito famosa, tipo Demi Lovato. Demi Lovato, que era rainha das capas. Qualquer capa da Demi vendia, né? Vendia muito, inclusive.
Eu tava te lembrando aqui da minha capa.
A Miley teve capa PB também.
A Miley teve capa PB, o Taylor Lautner teve uma capa PB.
Eu que fiz essa entrevista da capa PB do Taylor.
Ah, é?
Quando ele veio pro Brasil.
E a Demi Lovato também, se você procurar, ela teve uma capa PB também.
Não teve uma da Taylor?
Da Taylor Swift?
Eu acho que teve uma da Taylor. Acho que teve uma da Taylor.
Deixa eu ver.
Tinha uma rosa, tinha uma amarela.
Teve, parece que teve. Teve, ó.
Então, foi quando inaugurou esse novo projeto gráfico que começaram essas capas mais apagadas, que aí depois fechou a revista. Que é essa da Taylor, que é essa do Simba.
Você vê o coisinha de velório já chegando, né?
Já, e era super colorida e animada e divertida. Linda. E depois foi ficando PB. Mas tá aí, gente, para de me marcar nesse vídeo, já expliquei. Apareceu até aqui a capa do Tokyo Hotel, tá igualzinho a Rory mesmo.
Eles não é, eu não sou doida, não é, não, eu sou o quê?
Mas nisso você não é, tá certo.
Não, bicha, eu olhei a foto do Rory, falei, gente, ó, Tokyo Hotel é o clipe de Automatic.
Nossa, igualzinho, amavam muito no Tokyo Hotel, demais assim, eles pegavam muita referência. Demais, demais.
Feliz Dia do Rock, amiga!
Então, para você, amiga, eu vou comemorar o rock ouvindo o quê? Tina Turner, gente!
Amo! Ai, fui no musical agora. A gente vai gravar o episódio de indicações, né?
Amiga, vamos gravar, vamos gravar, que quero falar disso também. Quero falar de séries que eu tô vendo, quero falar de uma banda que eu tô escutando agora, da Womack Girls. Enfim, várias dicas eu quero dar amanhã, terça-feira.
Amanhã então o episódio Me Conte Uma Indicação, né, no ar. Vamos lá escutar com várias coisas coisinhas que estamos consumindo e gostando.
Vou irritar vocês, gente. O Vini Júnior voltou com a Virgínia, tá? Eu sei que vocês não gostam dessa notícia.
Ai, eu vi que ela trocou o follow com o João, né?
É, menina, ela trocou o follow com o João porque o João falou que não era, não gostava da exposição das sobrinhas nas redes sociais, né? Ela e o João Gui trocaram o follow sexta-feira passada. E no final de semana, né, eles estão na Sardenha para as comemorações do aniversário do Vini Júnior. Que tá, enfim, de luto, né, gente, pela derrota na Copa. Como a gente pode ver, né, o Neymar foi jogar pôquer também, total luto, né, todo mundo triste, eles vivendo a vida normalmente.
Gente, é frustrante, mas essa que é a realidade. E aí a Virgínia foi aí, postaram foto dela no colo do Vini, do Vini, do Vini. Ele já comentou que ela é linda. Então assim, as reportagens de vários portais já falaram com pessoas próximas. Então aí no começo dessa semana, dia 13 de julho, confirmando que eles voltaram. Um circo, né, gente? Um circo. E o palhaço somos nós. Essa que é a coisa mais triste, que vamos continuar sem o título da Copa, tá bom? Até amanhã.
Até, gente.
Beijo, tchau, se cuidem!
Orelo
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