#402 Me Conte Um Conselho (Com Ana Mary B.)
Edu Oliveira e Thiago Theodoro comentam fofocas da internet, dos famosos e da audiência.
No ar, toda segunda, quarta (apoiadores) e sexta.
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- Trauma e ComportamentoTraumas de relacionamentos antigos · Relacionamento aberto · Ciúmes em relacionamentos não monogâmicos · Sentimentos por amiga · Marmita de casal
- Custos e análise econômicaOpen house e churrasco · Divisão de custos de festa · Diferenças culturais em 'snacks' · Discriminação contra brasileiros
- Ambiente de TrabalhoPromoção e nova liderança · Lidar com colegas difíceis · Demissão e direitos trabalhistas · Assédio moral no trabalho
- Relato de amizade com limitesAmizade colorida · Ciúmes entre amigos · Afastamento social · Seguir nas redes sociais
- Identidade e AutoestimaNude como autocuidado · Síndrome de protagonismo · Elitismo e bolhas sociais
Me fala uma coisa.
Mona, eu tenho uma fofoca babado pra te contar.
Então me conta essa fofoca, viado!
Olá! Gente!
Nossa, eu achei que era o confession dos dois até.
Sou muito fã do podcast!
Para de mentir!
Sou! Não sou apoiadora a partir de hoje.
Porque meu cartão... Ah, elas falam isso sempre.
Mas eu te mostrei na balada aquele dia.
Não, mentira. Eu vi só o do Joguei. Não viu? Tô brincando.
Mas eu ouço muito. Lembra até o episódio que eu comecei, que era um episódio que vocês falavam do Tirolipa.
Ah, uns 3 anos atrás. Meu Deus!
Aí eu ouvi, eu falei assim... A Duda eu já conhecia de outra idade.
É? Tô zoando!
Tô zoando! Aí eu ouvi, eu falei assim: nossa, é o Leão Lobo? Ai, filha da puta, sabia disso, sabia disso. A Duda. Ai, Duda.
Mas você ouviu, eu falei assim: nossa, é o Leão Lobo?
Ai, filha da puta, sabia disso, sabia disso.
Mas é, ele tem energia, né?
Energia de velha?
Não, jamais.
Energia de bicha?
Tipo a Clube Rio, sabe? Energia de óculos. Eu tentando melhorar.
Energia de loba.
Para de me defender, Chiquinha. Para de me defender, Chiquinha.
Mas hoje em dia adoro.
Ai, que bom.
Eu sei, você é super legal. Posso mais que o Eduardo ainda.
Ai, não. Ei, ei, ei, ei, ei.
Mas você detestava.
Detestava.
Por quê?
No Santíssimo ou daqui já?
Não, antes.
Antes de ser drag? Ah, ninguém gostava. Por quê? Porque eu era uma mente criativa, uma mente pulsante.
O contrário.
Não, o quê?
Vocês se conheciam de quando Eduardo, o Edu, era drag?
Ela não era drag, provavelmente.
Ela não era?
Você já era? Mentira, já fui com ele. Ah não, eu já fui, hoje em dia não sou mais.
Ah, é?
Agora você é um conceito.
É, agora sou cis.
Cis? Cismada. Cismada. Sistemática.
Sistemática, pois é. Se esconde, né?
Se esconde.
O que eu não gosto... Eu vou ser bem sincero com você, amiga, pega na mão.
Eu peço sinceridade, de verdade.
Se você não veio aqui pra ser sincera, pode ir embora.
Eu vou falar, mas agora eu gosto, tá? Mas naquela época do começo... Você fazia drag e você copiava muita ideia das pessoas.
Ah, não!
Ah, não!
E não dava crédito! Eduardo roubava ideias. Denúncia, né, gente?
E aí eu era muito escrotista. Mas só que ela já trabalhava com isso. Hoje em dia que eu trabalho com isso...
Você vê que é o caminho mais fácil, não é?
Eu falo assim, puts, vou roubar também.
Não é o caminho mais fácil?
É, amiga. Ninguém precisa de crédito. Eu escrevo na legenda, créditos ao artista. E não marco o seu nome.
Ô, gente, mas... Você sabe bem que procurei, achei a referência.
Mas roube como artista. Porra! Pronto!
Mas se vai roubar, que não roube uma coisa boa, gente. Roubava aquilo?
Pelo amor de Deus! A gente rouba o que a gente tem acesso, entendeu?
Já vai roubar mesmo? Gente, rouba um negócio bonito, né. Roubou aquilo, gente. Olha, o crime não compensa, realmente. O crime não compensa.
Mas você é tudo original, claro.
Ah, claro. Tem muita gente que fala que eu roubo da Divine, né.
Eu ouço isso toda hora. Foi a Felipe Cruz que te acusou, não foi?
Ela me acusa de tudo, né.
É péssima, né? Vamos falar a verdade.
Sem referência, sem referência, né? Bom, você também, né? Porque eu acho que você também.
Não?
Quem? Você acha que eu roubei dela?
Da Divine? Não, gente.
Não, não tem nada a ver. Eu olho e falo, não parece.
Mas eu fiz a make esses dias, você viu? A make eu fiz meio a meio pra comparar.
Ah, eu vi, eu vi. Mentira, isso é diferente.
Isso é um assunto mesmo, né? É. Passado, gente.
Não, me atinge, Thiago, me atinge.
Ah, é? Te atravessa?
Tudo me atinge.
Comentam assim, nossa, Ana. Eu já interpreto.
Já lê demais, né?
Eu já leio. Nossa, o que ela quis dizer com nossa Ana?
Isso também, Ana, chama mania de perseguição. Tem tratamento, é...
É síndrome de protagonismo.
É síndrome de protagonismo.
Mas desse jeito, se eu não for a protagonista, o que eu vou ser?
Não, vai, segue seu sonho.
Figurante não dá, Mona. Com certeza não dá. Você é protagonista da sua história?
Eu sou. É? Personagem Ana.
Apenas Ana? Somente Ana? Unicamente Ana? Simplesmente Ana? Francamente Ana?
Independentemente Ana?
Bolinho de pote da Ana? Não?
Ai...
Quem ama na empresa, né, gente? É a Claudinha.
Amo as Claudinhas bolo de pote. E sabe o que eu amo? Que eu quero até fazer hoje. Quando você falar alguma coisa muito nichada, Eu vou falar assim, nossa, nossa, Edu, o que que é isso? Explica pra mim. Essa eu quero muito fazer, tá?
Ela vai falar. Fica tão nicho das deixas que eu fico, amiga, agora vai.
Ela fala, farmar aura. Eu, ah não, entendi.
Nossa, o que é isso? Quem é isso?
É eu!
Professor Tiburcio.
Achei que fosse tão natural, gente. O pessoal catou em casa, então.
Mona, Mona não, Ana, né? Mana. Mana.
Ana Mona.
Ana Mona. Você falou aqui que você escuta o podcast, parece que escuta mesmo, agora eu acreditei.
É verdade.
Você participa de muitos outros, inclusive.
Pode falar.
Já passou pela sua cabeça ter um podcast também?
Já. Sabe com quem que eu tô?
Passou e foi embora?
Não, sabe com quem que eu tô? Eu vou em primeira mão.
Opa, fofoca!
Ei, adoro! Eu sou boca de sacola.
Você entrega, fala.
Essas fofocas que você fala assim, ah, eu sei, mas esse eu não posso contar. Eu não consigo. Eu não consigo, eu como.
Tá, e quem vai ser? Com quem vai ser esse podcast?
Aquele que eu tava pensando pra começar o podcast com a Laurinha Lero. Amo!
Ela sabe?
Ela sabe do que a gente tá conversando.
Já encontrou ela pessoalmente?
Alguém já encontrou?
Eu também já.
Eu já, já. Lá em 2000...
Ela existe?
2020, 2019 eu acho que eu encontrei ela, 2019.
Ela morava com um amigo meu.
Mentira, é de verdade?
Aí eu tava me maquiando na casa dele. E eu sabia que ela morava com ele.
Calma aí, contexto antes de tudo. Quem é a Laurinha, galera? Tem gente que deve saber, não sabe saber.
É uma podcaster muito famosa. Acho que foi o primeiro, o número 1 no Brasil.
Foi?
Em alguns países.
Olha a cara dela.
Acima do Nicole, a gente não foi.
Acima.
Não, eu lembro que ela bombou bastante em 2019.
Mas antigamente ela tava...
Não, gente, ela é uma pioneira.
Sabe por que ela parou?
Porque... Preguiça.
Ah, entendi.
Ai, vocês têm tudo em comum, né, Ana?
Eu já parei no ano passado, faz uns...
Imagina juntar duas preguiçosas, não vai sair esse programa.
Um episódio sai, pelo menos, né?
Por isso que a gente tá conversando ainda.
Até agora. E seria sobre o quê?
A gente ainda não decidiu.
Ah, vai ser uma mesa de bar, né?
Eu queria, nossa. Uma mesa de bar que constrói pontes, é potente.
Eu queria.
Pra falar de cultura pop, né?
Um episódio de primeiros dates. Não?
Mas aí ela não quer uma coisa solta. Eu queria assim, ah, vem com a câmera e fala.
Quero gravar quando eu quiser.
Liga aí, a gente pensa o que vier na cabeça, a gente grava.
Ai, assunto não falta, gente. Qualquer coisa eu falo da espinha que eu tô na bunda, sabe?
Eu ouviria!
Eu também ouviria! E geralmente elas ouvem mesmo essas bosta.
Laurinha Lero... Não, não é... Laurinha Lero, essa é pra você. Vamos fazer um podcast sobre o furúnculo da minha bunda.
Bora?
Ó, tá fugindo do microfone.
É, então fica aí no mic. Mas o babado é: tô ansioso pra esse podcast. Agora você prometeu, vai acontecer?
Ai, eu vou cobrar todo dia no Instagram.
Igual a turnê da Miley, né?
Igual o quê?
Igual a turnê da Miley, que ela falou que você... Quando você quer que algo aconteça... Você tem que anunciar antes de acontecer. E ela ficou anunciando a turnê dos 10 anos lá do Hannah Montana.
20 anos!
Antes de ter até contrato.
Mas você acha que vai ficar anunciando 20 anos esse podcast? Alguma hora, alguma hora vem. Alguma hora vem.
Vem, gente, vem aí. Ó, me conte uma fofoca no ar segunda, terça, quarta, quinta e sexta.
Isso aí.
Teve cobertura da Copa, tem MasterChef, saiu ontem, teve Proibidão na quarta-feira, então não percam. Pessoal de São Paulo, feriado, nada de trabalhar, né, gente?
Feriado do quê?
Foi ontem, né? Não faz no Emenda?
Do que que é mesmo?
Revolução Constitucionalista de 32.
Ah, tá.
É, é sim, é que vai sair semana que vem.
É que já tá no ar. Elas acham que a gente é doida e elas estão certas.
Não, elas acham que a gente é burra e elas também é.
Mas sim, outra coisa que eu amo ouvir, poxa, Matheus, Ele lê umas coisas erradas.
Ah, ele lê super bem, né? Ele vai ler bastante hoje.
Hoje você vai ver como que é que funciona. Não é nada programado. Não é nada programado.
E você não corrige, porque você sabe que é um charme.
Eu sou educada, né?
Não, pra não ser elitista, academicista.
Não, mas se eu corrigir, o programa fica com 4 horas, né, gente? Aí eu tenho que deixar, né?
Cada um tem que alinhar a missão que pode carregar, né, cara?
É, tá? Não, ele lê super bem. Ele vai ler, inclusive, o primeiro caso hoje. Qual que é a história?
O que tá acontecendo? Vamos lá subir, então. Ó, gente, pra entender o programa de hoje... Temos agora o Me Conte um Conselho. Ana, a gente não decidiu um nome melhor ainda. Talvez seja o nome provisório.
Você gosta desse?
Ah, não, né? É o que tem por enquanto.
Talvez a gente chame assim.
Um bom nome, acho que vai ser certo. Ai, eu tenho água! Tem?
Ai, você bebe quando tá com maquiagem? Só um pouquinho, né, claro.
É, o toque leve.
É, ninguém me deu canudo, né?
Você ia acreditar que não ia ter?
Tô brincando. Então estamos aqui no Me Conte o Conselho e as pessoas aí, os nossos ouvintes, mandaram os problemas da vida deles. Vamos lá então, gente.
Ai, já achei cumprido esse.
As pessoas mandaram aí os seus casos, os babados que elas estão passando. É claro que o Mateus, que é maravilhoso, sabendo que minhas amigas aqui, as duas, já estão com um pouco de idade, exato, exato, ia pedir para ele aumentar um pouquinho aí.
Pode até mais, viu? Ai, Eles já estão enxergando.
E você, Ana, na vida de batalha, tipo de rua? De rua, acho que deve ter menos.
Cuidado, amiga, cuidado, cuidado. Fala menos do que você pensou, fala menos do que você pensou.
Não, 35.
Sinceridade, sinceridade.
35.
32.
39.
31. 34. 34? Ai, gente, eu tô só superando.
Eu faço 35 em novembro. A gente é escorpiana. Ah, por isso que a gente se dá tão bem.
Será?
Você também é fetichizada por isso?
Por ser escorpiana?
Por várias outras coisas, na verdade, eu sei. Mas por ser escorpiana.
Não?
Eu não entendo essa pira do escorpiano que não gosta de ser chamado de puto, gente.
Não, geralmente falam pra mim que eu sou... Olha, já tá assim. Isso aqui é mais um processo, hein.
É, ó.
Já são dois. Ai, não gosto de me chamar de puto. Escorpiano não é safado mesmo?
Não, na verdade, geralmente é o contrário. Não tem fetiche, tem meio aversão. Porque a gente também tem fama de... Do quê?
De ser um objeto sexual?
De trair?
Ah, de traição eu tenho. Ah, mas vamos também vestir a carapuça que serve, né?
É verdade, gente.
Todo mundo trai um pouco, né? Eu sou viciado em trair. É o único jeito que apimenta a relação. Não é fetiche, fantasia, nada disso funciona, gente.
Mas monogamia sem traição não é monogamia.
Traiu, recuperou o casamento. A gente tem um gás antes, gente.
Aí é um gás, nossos combinados, e Desfaço todos só para ir contra a maré, claro, né?
Só para sentir viva.
O combinado existe para você não respeitar, gente.
Exato.
Se você não viva, Ana— Ah, tem traído.
Viva, a vida é uma festa.
Aí, vamos lá, gente, vai, amiga, lê direitinho.
A Ana então, vai, pra eu me espelhar um pouco nos dons da leitura dela.
Olá!
Ai!
Sou uma mulher hétero. Sim, triste. E conheci um cara no aplicativo.
Ai, você também é uma mulher hétero, não é, Ana?
Sim, e triste.
E vai conhecer um cara no aplicativo hoje.
Ai, vamos ver. A intenção era só uma noite, enfim. Mas a gente tem muita coisa em comum. Ele é muito fofo, educado, me trata super bem. Aqui pegou para mim já.
Aí quando me trata bem, não precisa nem ser bonito, me sai me tratar bem.
Às vezes a pessoa só não tá fazendo o mínimo, a gente chama de tratar bem.
Mas eu tô aceitando o mínimo, não tem mais que o mínimo. Mais que o mínimo é só pagando.
Eu não aguento não, eu não aguento.
É só pagando, é só pagando, é só receber o link do Privacy.
Eu não aguento, amigas. Saí, ele foi super fofo comigo, foi educado. Gente, é É o mínimo.
Me serviu um copo d'água, né?
É, eu fui lá, tomei uma água antes de mamar. É o mínimo, gente.
Gente, hoje você sai com os outros na mesa do date, a pessoa fica falando assim: Ai, esses dias saí com fulano, comi o cu dele, ele cagou no meu pão.
Quem faz isso?
Todo viado fica contando coisa que acabou.
Acabou o romance. Acabou o romance. Acabou o romance.
Mas vai deixar uma marca na pessoa também? Um pouco de cocô?
Que marcas são essas?
Gente, é marcar a vida da pessoa. Eu acho, de verdade.
Eu tô num date com você, eu vou ficar contando que eu dei o cu pro diabo?
Você o quê?
Que eu dei o cu pro Thiago?
Não conta, eu te falei pra não contar.
Eu já vou saber que você tem um talento, que você tem uma disposição. Que ele é dotado. Você é boa também, que você aguenta.
Divulga!
Mas também você não recebe. Tipo assim, você não gosta, se você tá flertando com alguém, você não gosta de receber vídeo dessa pessoa transando?
Não!
Não?
Não gosto. Mas se mandar, eu recebo.
Eu sou a diferentona!
Eu não gosto porque eu acho que é sempre muito mal feito.
É, nunca é bom.
É sempre muito mal gravado.
É bom que ele também já tá alinhando as expectativas, né?
Por quê?
Que vai ser ruim.
Não, amiguel, a questão é luz e captação, não é o que tá acontecendo.
Eu acho que sexo é igual comida, dependendo da luz vai do gostoso pro nojento.
É.
Você já tirou foto de um prato que tava lindo no ao vivo, mas a luz tava baixa, você ficou com aquela coisa assim?
Sexo é assim.
Como também tem gente que sabe se vender mesmo sendo feia.
Assim como tem, e aí é a decepção, não quer dizer, eu tenho dó. Que a pessoa que não sabe se vender e se conhece fala, poxa, e você com essas fotos, por quê?
Não, se eu mostrar agora para vocês, é uma descoberta sua. Tem um bofe que assim, mas te odaríssima assim, foi delícia. Imagina se eu mostrar as nude para vocês, gente, são horríveis.
Ah, mas eu quero ver.
Agora eu vou mostrar, gente, não pode ficar mostrando nude das pessoas, gente, é completamente errado. Mas como a gente é amiga, assim, o negócio é O fundo da casa tudo bagunçado, umas coisas.
Aí sabe que é os que eu mais gosto?
A privada suja, cara.
Sabe por que eu penso?
Porque assim, essa pessoa recolhe o lixo do banheiro.
Não, gente, olha isso aqui, tudo jogado embaixo, tudo, bicha, o chão todo sujo aqui. Não, ó, aí tá o tapete aqui do lado.
Ai, que tapete feia!
Esse é outro? Cadê?
Meu Deus, são 500, que delícia!
Cadê? Mas assim, essa ruim, mal tirada, é mal tirada, gente.
Mas que pintão!
Mas ele é lindo, hein? Mas as fotos realmente, eu achei que é um trabalho show.
Esse aqui, gente, ó, Joshua, gente, as fotos, 3 megapixels.
Não, cara, tem 30 álbuns liberados, gente.
Gente, que nude são essas?
Mas tem alguns que tem alguns, gente, que nude são essas?
Posso ver?
Posso ver?
Não ligaria para isso não.
Vocês me deixam ser elitista?
Claro!
Por favor. Mas sim, sim.
Prometo que é 2 minutos. Ela falando Thiago é todo episódio.
Prometo que é 2 minutos. Mas quando a pessoa tem foto e tipo assim, não celular ruim, mas celular péssimo, eu fico meio tipo... Você dá uma derrubada? Dá uma derrubada.
Ah não, eu me solidarizo, gente.
Eu acho melhor, sabia? Por quê? Acho que menos pessoas têm acesso.
Ai, não, agora vai piorar muito. Eu gosto de ser elitista. Ela é pior.
Eu gosto de me sentir especial.
Ela é pior. Não, eu acho bonito, não sabe fazer a foto de si mesmo e você descobre, é uma alegria.
Mas eu não sei também, eu não tiro nude pela preguiça, gente.
Eu não gosto de mandar porque eu tenho vergonha, não mando.
Não, não é vergonha, eu de verdade, eu acho que eu tenho preguiça, eu acho que eu não sou bom de fazer nude.
Mas sabe o que eu já me encontrei na pandemia? Porque eu descobri nude como autocuidado. Ai, me conta mais, escorra. O que que eu fazia? Eu pegava minha lingerie bonita, vestia aquela jog strap.
Tá vindo uma dica aí, você fala que é lingerie bonita.
Ah, tá.
Pegava uma luz vermelha, colocava ali no canto, ligava uma luz amarela bem indireta.
A vermelha e amarela?
É, posicionava assim.
Meu Deus, é o celular. É o liquidificador do celular.
Abrindo os reguinhos assim. E ia, sabe, ia me curtindo, ia me vendo.
Alguém tem que gostar, né, gente?
Ia me encarando. Eu encaro essa daqui, sabe? Eu olhava, eu ia.
Eu ia! Eu pegava!
Eu faria! É autoafirmação, a nude, sabe? É você olhar, é você se cuidar. Você colocar carinho no seu olhar.
Desculpa, gente, me emocionei agora. Que lindo isso!
E você foi carinhosa com você nesse tempo?
Naquela época, sim. Hoje eu me detesto.
Você tá descuidada agora.
Tô sim.
Largou de volta.
A foto de agora é a que tiver.
A foto de agora é só...
Mas não tem uma hora que enche o saco também, né? Aí vai qualquer... Manda qualquer foto também, não sai. Também quer comer, come. Eu nunca mando a de agora, gente.
É sempre que tá salvo.
Não existe isso.
A foto de agora salva.
É, mas a foto de agora que eu tive acesso, que eu consegui pegar. É, é. Ai, porque até coloco no itens ocultos, né, do iPhone.
Obsessão, obsessão.
Gente, eu nunca acho essa pasta depois quando tem que mandar. Tá tudo lá no meus itens ocultos, meu cu, não sei o quê lá. Gente, eu nunca acho essa merda.
Aí você tá oculto mesmo. Daí você tem que ficar procurando no Drive. É!
Não, não coloco no Drive.
Não sobe na nuvem, né, amiga?
É muito pesado, não carrega.
A bunga na bunda de 5 GB.
Tá bom. Gente, a menina saiu do sistema.
Perdão, amor.
O boy era bom, tratou ela bem, deu um copo d'água.
Isso. Mas tanto eu quanto ele temos muitos traumas de relacionamentos antigos.
Pausa. Não vai dar. Não, desculpa.
É isso, minha amiga. Perdão, é a última, juro. Detesto gente traumatizada.
Ai, detesto também.
E como é um relacionamento antigo? Não, aí você sai, a pessoa tem mais de 40 anos. Que quando eu tinha 20, namorei um cara... Mona faz 20 anos. Supera. Supera.
Mas é que no relacionamento sempre tem a traumatizada e a sem paciência com o trauma, não é?
Tô pensando quem eu sou, né, amigo?
E você?
E você, Aderson? Eu sou a traumatizada.
E você?
E o seu boy?
Meu boy é...
Eu sou o não traumatizado procurando um traumatizado.
Meu? Mais que você?
Ixi!
Nossa, mas você chega a ser traumatizado? Qual são os seus traumas?
Mas posso falar? Acho que eu deixei de te odiar depois que eu comecei a te ver mais desmontada.
Foram os traumas que eu deixei para trás.
O trauma dela era Duda Dela Russa.
Isso é inveja, não é?
Isso não era inveja, isso era admiração.
Admiração ou inveja?
Admiração.
Ai, admiração, acho que não tinha. Ninguém tinha, né?
Nem o Pupinho. Ai, eu adorava.
Pela ser estranha, para, pelo amor de Deus.
Eu adorava. No áudio era Muito legal, no áudio eu gostava.
Vamos lá, vamos seguir, Tadinho?
Tá, eu não vou interromper mais, juro.
Duvido. Mas agora eu vou interromper, porque eu já nem quero. Tínhamos muitos traumas de relacionamentos antigos e intelectualmente somos de mundos muito diferentes. Porra, ele era burro e você se acha inteligentona?
É, que que são mundos diferentes, gente?
Lacra mesmo, Ana, tá errado. Que que são mundos diferentes intelectuais?
Tá com o ET do Camaleão, gente?
É, não.
Mundos diferentes?
Pois é.
Ou você, sei lá...
Ela foi elitista. É sempre um hétero.
Você acha que mundo diferente é isso assim?
Não pode, gente. É super errado.
Muita gente tá aí sozinha porque não quis namorar um burro, gente. É uma bobagem isso.
Não tá entendendo.
Eu tô defendendo a pessoa.
Eu achei que era pra mim.
Não, eu não falei que é o burro que ficou sozinho.
Os burros estão sozinhos, é isso?
Eu não falei que o burro tá sozinho.
Burro nunca vai achar ninguém.
Não, eu falei que gente Eu não consigo encarar outros mundos diferentes do meu. Amiga, não te chamei de burra. Falei que tem gente inteligente que não namora burro. Não te chamei de burra.
Tá bom, vai, segue.
Fico me perguntando se isso é um grande problema para o futuro ou se isso não deveria ser tão importante, já que ele é uma boa pessoa, ele tem um trabalho, ele não é um encostado, sabe? Nossa, mas Aí é o mínimo, né, gente?
Lembrando, lembrando que ela saiu uma vez só com ele e ela tá pensando no futuro se os diplomas deles vão se encontrar, tá?
Ó, você vê que ela tá falando que ele é tudo de legal.
Ela que é a doida, ela que é a doida. A gente tá contra ela, ele que tá correndo perigo. Isso é o alerta para você que saiu com essa menina aí, foge!
Isso aí depois do date, gente, é 3 estrelas no GTA, começa a aumentar, é babado, gente.
O desemprego no Brasil nunca foi tão baixo, pois é.
E a pessoa tá assim, ai, tem um emprego, Pois é, merece ficar sozinha, gente.
Não acha porque não quer, né?
Pois é, não procurou direito.
Vai, eu sei.
Tenho bastante receio, mas tenho bastante receio. Ele me acha muito inteligente, eu não sou tão inteligente assim.
Ai, se fudeu! Nossa, que menina chata, gente!
Nossa, e eu só sou de uma bolha diferente da dele.
Ai, mora em Pinheiros. Ah, pelo amor de Deus, vai!
Tudo grita, né?
Elitismo, elitismo, claro.
E que bom que você tá conseguindo enxergar isso, Ana.
É difícil, tá ali, a tela não tá vendo. É com mais estudo, uma bolha diferente lá dele, com mais estudo.
Nossa, meu Deus, que garota insuportável! Cada frase, gente, mas é a Michele Bolsonaro.
Mas a gente vai ajudar falando desiste, vai se tratar. Esse vai ser o conselho.
Eu me chamo Carla Zandelli, estou na Itália.
Eu sou ruim, mas corro com arma atrás dos outros.
Eu era conhecida como Joyce Hasselmann antigamente.
Tive uma ideia.
É a moça da direita. Você vê, amiga, a gente rompendo bolhas. Tem um ouvinte de direita também.
Ah, mas é bom.
É legal.
Eu leio Oswaldo de Carvalho. E eu não sei se isso é um grande problema para o futuro. Não é. E aí eu fico me limitando, não querendo me envolver, tanto por medo de não dar certo quanto, quanto essa empolgação do começo passar.
Você esqueceu de ler aquela parte ali, ó: também sou a favor do tarifaço e do muro na fronteira dos Estados Unidos.
Aí ele é pequena e 7 a Pouco.
Ô, gente, a gente brincou, mas desqualificada essa garota, né? Desculpa, meu amor, mas você tá errada.
É, se iludiu demais com a pessoa.
Não, ela, o menino realmente corre perigo, né? Que ela tá sendo super preconceituosa com o cara, gente.
Viu? Imagina ela numa relação com ele.
Você não é a boa? Seu diploma não é o bom? Então acha alguém aí igual a você para você namorar, minha filha.
Imagina a hierarquia que não vai virar essa relação.
Exatamente.
Olha só essa cara dela por cima.
Tá se achando muito para quem saiu uma vez com o cara, viu? Desculpa.
Ai, gente, eu vou para o próximo, hein?
Fiquei irritada.
Faz mal para gente, né?
Não pesa se te olhar, luz piscou.
Um podcast com uma energia tão leve tem uns seguidores desse?
Não dá.
Nossa, a gente parece da TV.
Olha, até te peço desculpa, viu?
Não conseguimos fazer o filtro certo, né? Mas a gente trouxe hoje para mudar um pouco essa visão. Você vai trazer a galera boa, de bom astral, gente do bem.
Vou dar uma renovada, trazer a Gen Z. A Gen Z finalmente vai ouvir o Vincote Mafoca, vai parar de ser só os 40+.
E é isso mesmo, tá por aí.
Com criança consumindo seu conteúdo, adolescente.
Esses dias me mandou um menino assim: Ana, me manda áudio de aniversário, hoje é meu aniversário de 13 anos.
Que legal!
Eu falei assim: menina, vai assistir Enaldinho.
Assistiu o quê?
Enaldinho.
Enaldinho, você não conhece?
Não. É o que as crianças ouvem.
É, os meus sobrinhos News ou gostam, assistem canal do YouTube.
Não sabia, é tipo o Caiuda agora?
Não, é um influenciador.
Tem mochila do Enaldim, pasta do Enaldim, tênis do Enaldim.
Ele é tipo o do Felipe Neto lá, como que é o nome do Enaldim?
O Enaldim do Felipe Neto.
TikTok dessa geração agora.
O Lucas.
O Lucas já é mais de... Já é véio agora.
Já, o Lucas já é pra ser lá no topo.
Enaldim, gente, não conhecia.
E tem o Nicolas Neto também.
Nicolas Neto?
É.
Por quê?
Ai, ele faz umas músicas muito legais.
Nicolas Neto eu não conheço, existe mesmo? Você tá de sacanagem.
Mas você é o público-alvo, você conhece bastante.
Ele canta assim: Nicolas Neto, Nicolas Neto. O que que é isso?
Olá, os meninos conhecem, ó.
É isso aqui assim? É bem do 6/7.
É da vibe 6/7.
Gente, eu vi um vídeo explicando o que é o 6/7.
O que que é?
Eu não sei.
Não é nada, gente. Eu vi, vi, vi, não é nada. É uma música.
Ai, que bom que você viu. Eu não precisei ver, que você também não me explicou nada. Bom, mas seguindo, vai.
Tá, então você vai ler esse próximo?
Vou para o próximo, gente.
Gente, tá pequena mesmo a letra nossa.
Olá. Não, olá! Ai, vamos lá. Meu caso pra vocês. Moro fora. O que é mora fora do Brasil? Deve ser, né?
Amiga, mora fora. Osasco. Itacoaquecetuba. Cajamar.
Ó, e tenho uma amiga que comprou uma casa recentemente e decidiu fazer um open house, tá? Entendeu? A bicha mora fora do Brasil, tem uma amiga, não sei se essa amiga é gringona.
Comprou uma casa fora, chiquérrima.
Não é?
É que a amiga provavelmente mora lá já, né?
Será que não é brasileira?
Ai, a gente brasileira nunca vai comprar uma casa lá.
Não vai, não compra nem aqui.
Lá nem tem caixa pra ela comprar a casa, né?
Por favor, né? A ideia inicial era um jantar de agradecimento com todas as pessoas que ajudaram ela no processo de mudança.
Ah, porque que ela conseguiu? Fez uma vaquinha lá.
E eram 7 a 8 pessoas que ajudaram ela a fazer a mudança. E essas 7 a 8 pessoas que iam fazer, iam ajudar aí nesse Lá na gringa, lá na gringa. Essa ideia se transformou num churrasco para 20 pessoas.
Já para mim, já sobrancelha aumentou agora, hein? É muita gente, né?
Até aí tudo bem.
Não tá, não tá.
Se você vai num tipo assim, aí vamos no bar sozinho, amiga, eu, a Ana e o Y. E aí quando você chega, tá eu, a Ana, o Y, a Camila Freire, a Foquinha, o Felipe Cruz, o Samir, Ah, Felipe Cruz já foi embora.
Não, nem vou, amiga. A gente já tava em lugares, chegaram 10 pessoas, eu levantei e fui embora, não fui?
Já aconteceu, já aconteceu.
Não vou ser falso, ó. Mateus colocou aqui na tela, se você quiser ler aqui.
Boa! Ah, fica melhor.
Agora ela vai ler bem, gente, vamos ver.
Acontece que ela mandou um convite e tinha a seguinte descrição, tá? Trazer sua bebida, cerveja, snack, fandangos. E no fim, e no fim eu vou dividir o valor da carne com todos os envolvidos. Algo errado? Parece que não.
Nossa, tem uma coisa que vai dar problema aí.
A pessoa compra uma casa, eu tenho que ir lá, eu tenho que levar bebida, snack e pagar a carne dividida.
A pessoa tem dinheiro para comprar uma casa, mas não tem dinheiro para comprar carne?
É que ela gastou tudo na casa.
Tem que salvar para os amigos, depois a casa, gente.
Já sabemos, dependendo do lugar onde vai ser, vai ser churrasco de hambúrguer, né, gente? Já me irrita.
E não, e a galera, 7, 8 pessoas que fizeram a mudança, né?
Viraram 20.
Que as 20 não fizeram a mudança, foram só 7, 8.
Esses aí vão comer o quê?
Vamos ver. Pois olha só, problema número 1: quando uma outra amiga foi questionar o que seria esses snacks Anfitrião.
Não fez Duolingo essa, né?
Mas que é isso? Para levar snack, o que que você levaria?
No Brasil, snack é o vulgo salgadinho.
Torcida, torcida, fandangos, baconzinho. No Brasil, isso é snack para você?
Para mim é, para todos os brasileiros.
Uma coisa que a gente gosta também não é snack.
Não, tábua de frios é refeição completa.
Ah, mas é pouquinha, é um salaminho.
Não é snack. Snack tem que ser de isopor, gente.
Não, canapés.
Canapé não é snack. Canapé alguém tem que fazer. Snack você compra pronto, não é?
A gente que é burra, Ana, eu também não tô zoando. Gente, pra mim snack é isso também. Salgadinho, bolacha, sabe? Biscoito, rolinho de polvilho.
Coxinha não é snack.
Coxinha não é snack?
Não, coxinha é salgado.
Ah, mas é que eu gosto de levar sempre a mais gostosa. Então eu vou levar coxinha, tá?
Se aparecer, pode aparecer, não vou ler.
A coxinha é tua.
Tá, então olharem só assim, ai, Ana, obrigado. Nossa, arrasou de coxinha, hein?
E eu já fico com ela, porque eu tenho Eu acho que teve um erro aí de tradução, né?
Todo mundo sai falando.
Bom, mas vamos lá, ó.
É famosa a coxinha da Ana.
Quando uma outra amiga foi questionar o que seria esses snacks, anfitriã disse que ela poderia levar uma maionese para essas pessoas. Agora vem o detalhe do moro fora. Muito desses convidados são europeus. Ah, na Europa, snacks para eles é nada mais nada menos do que um pacote de amendoim ou um chips de batata. Ó, minha amiga europeia.
Ai, amiga, eu tenho dupla cidadania, Grajaú Pinheiros.
Vai. Quando questionada sobre se os gringos também levariam os snacks no mesmo nível dos brasileiros, a anfitriã disse que iria ver, mas que os gringos estavam acostumados com isso, o pacote de chips.
Nada contra, gente, mas dizia no convite churrasco. Churrasco tem que ter maionese, farofa. Ela quer o salame, leva o salame dela, pelo amor de Deus.
Os brasileiros brasileiros vão ter que levar os snacks, que são pratos, maionese, uma vinagrete, uma farofa, não sei o que lá. E os gringos só levam chips de batata, amendoim. Esse é o babado. Aí, problema número 2: pelas informações colhidas entre os outros amigos, aparentemente ela não vai fazer nada a não ser literalmente o open house, que é abrir a casa, né?
Tem gente que não entendeu aí, tô ajudando.
Porque a bebida, os contatos—
eu amo que ela só escreve as palavras com B baixa alta. Ó, brasileiros, bebida. Aí ela usa maiúsculo. Ah não, churrasco ela escreveu em maiúsculo também.
Ó, porque a bebida os convidados levam as próprias, o churrasco— porque a bebida os convidados levam as próprias, o churrasco os convidados pagam divididos, e o rango do churrasco, arroz, a maionese, a salada, ficou encarregado dos convidados brasileiros.
Amiga, você falou no começo do caso que beleza, né, vou dar um evento, vocês levam tudo e eu tô lá. É sacanagem.
Mas você não faz esse tipo de evento geralmente?
Quando você não organiza nada, primeiro eu não faço evento, um. Mas se eu vou fazer, não, se eu vou receber pessoas em casa aos poucos, 2, 4 estourando, alguma coisa eu sirvo, gente. Eu mando todo mundo levar tudo.
Quer água? Você vai servir? Não, amiga, compra uma pizza, compra uma pizza e divide o valor para todo mundo.
Claro que não, só são os meus convidados. Agora você vai dar uma festa, você não vai prover nada?
Sim, é.
Aí no final tem que sair todo mundo limpar a casa antes de ir embora.
Você faz como, Ana?
Aí eu gosto, quando eu vou receber a pessoa, eu gosto de falar assim: ai, não traz nada, porque a minha companhia já é tão difícil, eu tenho que servir alguma coisa para compensar, sabe?
Já tá levando tanta coisa, né?
Eu já trago tanta bagagem, tanto trauma. Que a pessoa não precisa trazer nada.
Não, você vai preencher esse espaço, né? Com certeza. Mas assim, se forem amigos, é uma discriminação pelos brasileiros.
Mas eu achei discriminação.
Mas eu não confiaria num gringo fazer uma maionese, uma farofa.
Claro que não.
Sabe por quê? Brasileiro já é mais pobre. Não, elitismo. Brasileiro já ganha menos, já saiu daqui, já é emergente.
E aí por isso tem que fazer mais, tá claro?
O gringo ganhou em dólar a vida toda e vai levar fandangos.
E o brasileiro tem que levar picanha? Tá desigual isso, gente.
Tá desigual.
Sim, não vamos esquecer que eles são europeus, roubaram tudo que era nosso, gente.
Entendeu?
Eles têm que devolver agora.
É reparação histórica, não é, Letícia?
Reparação histórica. Obrigado.
Obrigado. O que ela faz nisso? A gente deu conselho pra ela ou só destruímos ela?
Processa.
Processa.
Processa.
Processa.
Processa. Ai, cancela o visto, viu? Volta para o Brasil, tá? Ó, oi meus amores. Gente, aprendam como se participa do quadro. Como chama esse quadro mesmo?
Me Conte um Conselho.
Me Conte um Conselho. Ó como começa esse caso, gente. Oi meus amores, vou resumir. Música para os meus ouvidos, gente. Olha que beleza.
E tá 3 linhas mesmo, né?
E tá, olha lá, por isso que escolhi esse também, que eu sou preguiçosa. Pois é, ó. Vou ser promovida. Mas junto com isso vem a troca de liderança. Terei que trabalhar com uma pessoa que eu detesto.
Acontece, gente, às vezes dura 4 anos até.
Às vezes a gente dá um jeito, a gente passa por cima das diferenças.
São mundos diferentes.
E eu não confio. Ai não, confiança tem que ter. Gostar não precisa, gente, mas confiar tem que ter. Um cara que é gerente porque deve saber o segredo de alguém. Eu não sei se vocês sabem, trabalhei muitos anos na Editora Abril.
Ah, não sabia. Você sabia, Ana?
Pouca gente sabe, pouca gente sabe. E tinha uma gerente lá que todo mundo dizia que ela sabia onde tava enterrado o corpo, que era uma pessoa extremamente incompetente, era chefe de todos. Não sei se estou disposta a lidar com isso. Então ela vai ser promovida, vai ter que lidar com outro cara lá que ela não gosta, que não trabalha, tá? E não quero me demitir para sair Sem os meus direitos. O que eu faço, gente?
Mas você acabou de ganhar uma promoção, você quer se demitir?
Que doida!
Por causa dos outros?
Por causa dos outros?
Faz o inferno na vida dele até ele se demitir. Você vai deixar o negócio cair? Eu não deixaria essa batalha assim fácil.
Você foi para faculdade à noite, você chegou, você é promovida, e o cara vai te atormentar e você vai abrir mão da sua promoção?
Não, não, jamais, jamais, nunca. Aí vai recomeçar de um outro lugar que vai estar ganhando menos. É uma boa decisão? Claro que não, sua puta!
Faz ele deitar, faz ele deitar.
Mas como que faz uma pessoa ser demitida, Ana? Você já fez alguém ser demitido no trabalho?
Já, Cláudio, na PM.
Na PM?
Quando eu trabalhei na PM.
Que PM?
Eu trabalhei na PM.
Que PM?
Polícia Militar.
Ah, gente, depois fala que a polícia do Tarcísio que é ruim, né?
Nossa, a polícia Ser omissa, gente? Olha, mas nem um pouco não.
Sabe o que era pior? A pessoa que eu fiz ser demitida era meu bully na escola. Quando eu cheguei lá no quartel, eu vi ele, falei assim: ah, tá boa que ele vai trabalhar aqui mesmo. Já armei todos os meus planos e, ó, caiu a bicha.
Meu Deus do céu!
Eu teria tentado mamar, não tentado derrubar.
Pior que ele não era muito ruim não, dava roupa.
Gente passada derrubou alguém dentro da PM. Aí sim, aí o povo chorando por liderança. Que bobagem, que bobagem!
Já não tem uma pessoa inteligente hoje, né? Todos os problemas hoje são bobagem, né? Ai, gente, não manda mais problema não, manda solução!
Na hora de divulgar o episódio é: mandem, gente, por favor, as dúvidas de vocês. Nós vai mandar dúvida, dúvida nerd. Ai, tô por aqui nessa dúvida, lixo de dúvida!
A gente tem uma solução: você não vai cair, você vai fazer a pessoa cair.
Não se demita, não se demita, pelo amor de Deus, gente.
Faça a pessoa ser demitida.
Claro, eu acho que você tá com medo da responsabilidade da promoção, e aí é muito mais fácil transferir para o cara o medo que você tem. É a desculpa que você criou, é o cara que vai te atrapalhar. Você foi promovida, receba sua medalha, desempenhe seu trabalho.
Ai, faz inferno na vida dele, gente, quando você for promovida.
Ou melhor, foque na sua Foca aí no seu trabalho, esquece que essa pessoa existe.
Ah, não dá em nada esse negócio de advogado na vida.
Não dá.
Não, começa a enfiar um monte de trabalho pra ele, deixa ele sobrecarregado. Começa a mandar mensagem fora do horário de trabalho. Se bem que acho que aí ela pode ser processada também, né.
Não, ninguém pode saber.
É, começa a mandar muita mensagem chata.
Rouba a carne da marmita dele.
Rouba a carne da marmita dele. Começa a questionar os horários que ele bate ponto. Gente, isso me estressa demais no trabalho.
Olha, manda email pra ele depois do expediente pedindo coisa.
É, pensa assim, você vai estar mais próxima do seu inimigo. Então, ó... É muito mais fácil derrubar.
Deixa ele tranquilo na semana e sobrecarrega ele na sexta com tudo que tiver. Boa! Isso não irrita, gente?
Se irrita muito. Ai, amiga, você é vilânica.
Não, gente, eu tô botando coisa aqui, eu tenho coisas.
Ela já aprontou muito nos trabalhos dessa forma.
Mas vocês nunca fizeram isso?
Sexta e segunda.
Ah, neguinho, eu era um anjo. Eu era um anjo no meu trabalho.
Não?
Ai, gente, eu já questionei, tipo, ai, nossa, Cláudia, ela tá atrasada, né? Nunca fizeram isso?
Nunca.
Ah, tá. Então só eu caio atirando?
Não, eu fazia também. É, pelo amor de Deus.
Então as duas desempregadas, gente.
Nossa, ela não voltou do almoço ainda, você viu?
Mentira!
Você nunca?
Eu vi trabalhar com decote grande.
Grande, né?
Vê se pode.
Nossa, tá um pouco a mais, né?
Estou?
Eu lhe vi sem cueca. Vocês estão vendo isso também?
E eu passei, né?
Aí você não ia reclamar não, né? É isso mesmo.
E eu tô passando às vezes ali pelo computador atrás atrás, ele não tá fazendo o trabalho dele, né?
Ele tá no YouTube.
Ai, gente, vocês, pelo amor de Deus! Gente, maior trauma a gente ficar trabalhando e as pessoas vindo atrás. Eu odiava, odiava.
Olha meu marido me ligando, gente.
Mas sabe o que eu fazia? Eu pedia o computador que era— porque eu trabalhava com computador— eu pedi o computador que era de costas para todo mundo, para todo mundo ver.
Ah, isso era o melhor, melhor, sei.
Não, não, para todo mundo ver. Porque se eu ficava no escondido, eu não trabalhava, eu queria ficar só na internet.
Mas é o certo, amor.
Ah, é, mas eu era virado também só para mim, ninguém sabia que eu ficava no YouTube.
Nossa, é que eu sou muito ruim de trabalho.
A gente sabe, você ficou 2 anos sem emprego.
Eu sou muito ruim de trabalho.
Ninguém contratou, né?
Ninguém contratou nos 2 anos, a gente sabe.
Lê a próxima, Ana.
Virei marmita de um casal de amigos. Ai, que gostoso!
Não gosto.
Ai, eu gosto. Casal de amigo é meu sonho.
Depende da mistura, não é, gente?
Meu sonho.
Não gosta de uma mistura?
Acho que a marmita já vira uma coisa, entendeu?
Não vira uma refeição?
Não, vira um assunto. É uma pessoa que pode ser chata, que pode ficar se intrometendo na sua vida.
Mas é um casal de amigos.
Pior ainda.
Meu Deus, dá infecção alimentar começando ali.
Já vira um assunto. Aí ela vai à marmita, ai, não gosto, não gosta muito.
Ai, é ciúmes? É o quê?
Não gosta?
Insegurança? Fala, Ana, fala.
Analisa, analisa, analisa, querida.
Depende o que tá servindo no menu, né, a marmita ou não.
Não, imagina, eu sou incomparável, tá doida? Não tem medo de marmita não, não vim até aqui para ter medo de marmita, sou refeição completa. A questão é, fica alugando, vira um assunto. Marmita, gente, não vira?
Mas tem que ser um self-service só de um dia assim, não dá para ser uma marmita que você leva sempre.
Depende, mas eu acho que vira assunto.
Mas enfim, a Ana tem mais conhecimento de causa.
Não sei, me soou como uma ferida aberta, me soou como algo que ele já sofreu, que já me soou como trauma de relacionamentos passados.
Ela já passou mal com essa comida.
Esse Esse é o texto que eu dou, gente, do meu trauma. É, uma vez eu fui marmita, eu sou traumatizado até hoje. Tá, foi ser marmita de amigo, pior coisa que tem.
Isso é ruim mesmo.
E sim, como todos poderiam prever, deu ruim.
Mas de amigo não faz sentido. Quer dizer, eu não gosto de ser marmita.
Eu não gosto também. Eu não gosto de transar com amigo.
Não, sou desprendido um pouco isso.
Mas você transa com amigo?
Depende do nível de amizade, sabe? Tem amigo que eu viro Viro mana, né, Ana? Sabe que eu viro colega, que eu sei que enfim, estamos mana, somos duas garotas, mulheres, enfim, Marisa, sabe? Mulher para mulher. Mas aí tem amigos que eu já deixo deixas, que já tem até um pouco de olhares, já tem um pouco de—
mas é amigo, é, mas amigo que encontra às vezes para transar ou faz outra coisa. Já rolou, rola uma vez que a pessoa Pode jogar também, pode jogar também. Vai ao cinema junto sem transar? Faz coisa sem transar?
Sim. Aí uma vez ou outra, num dia sozinho, vai que dormiu em casa, algo assim, transa.
Dorme em casa sem querer ou já dorme em casa querendo transar?
Dorme em casa querendo transar.
Ah, então não vem com essa aqui, amigo. É uma pessoa que se você tem pra transar, a gente—
Não, é um amigo.
Aí se você começa a namorar alguém, você vai contar pra esse amigo? Começou a namorar e vai se abrir com ele?
Vai.
Sem intenção de transar?
Ele vai transar com a gente. Thiago retrógrado.
Não, gente, eu tô aqui.
Nossa, a cabeça do cara.
Participar com a gente.
Eu tô aqui fazendo o papel da primeira ouvinte que mandou o caso, só para eu entender. Então tá, amigos transam, ótimo.
Ele tem a mesma escolaridade que você? Não, o seu amigo.
Isso é importante, tem que ver o diploma, né?
Ele é da mesma bolha intelectual que você?
São mundos diferentes.
Tá, então é. Por que então que deu errado, gente? Isso é tão maravilhoso transar Amigo, esse mundo encantado que vocês me apresentaram de alegria, que não dá problema nenhum.
Não tô falando que não dá problema, tô falando só que é gostoso. Eu falei que é gostoso, não que não dá problema.
Ai, que maravilha!
É tranquilo, todo mundo transa e aí, problema também dá merda com seu marido, dá merda.
Aí também cuida da sua vida. Ah, pelo amor de Deus, vamos para o próximo.
Para ter problema é só ter um relacionamento.
Para ter problema basta nascer, gente. Para de mandar problema para a gente. Inclusive, esse quadro é o último que eu faço.
Esse é o último programa.
Já basta os meus problemas, agora tem que resolver o dos outros. Que ideia besta, Eduardo! Eu não caio mais nessa, velho, pelo amor de Deus.
Sou uma boa, eu também, como diria o Edu, e há uns 2 anos me aproximei mais de uma amiga. Eu já conhecia o companheiro dela antes, somos todos da mesma área e circulamos nos mesmos ambientes. A amizade entre nós duas cresceu de uma viagem que coincidimos de estar no mesmo lugar. Começamos a sair mais juntas, trocar mais confidências e criar uma intimidade maior. Até que numa balada estávamos só nós duas, ela ficando com outras pessoas. Eles têm um relacionamento aberto, eu já sabia.
E ela também, ela tava imaginando que ela viu ela pegando um monte de gente.
Às vezes não é, né, gente? Aí você fica, ó, boca fria.
Ei, Mas acontece bastante. Não, acontece bastante. Eu já fui em festas de amigos que eu não sabia que era aberto, aí na hora eu vi, eu fiquei um pouco paralisado.
Eu nunca falo nada, que aí eu espero a pessoa falar.
Me sempre dá vontade.
Eu vou ser a pessoa que fala: cale-se agora ou cale-se para sempre.
Se alguém tem algo contra esse café preto, cale-se agora ou cale-se para sempre.
Você: ah!
Eu vi já Já existia uma tensão antes, mas eu nunca tinha tomado iniciativa porque afinal éramos amigos.
Não pode misturar, né, gente?
No fim da noite ela me chamou para casa dela e convidou o companheiro para participarmos de algo junto, se é que me entende.
Ver um filme?
Não entendi.
Eu tava muito doida, mas aconteceu. Gostam de sexo bêbado?
Não.
Ai, só quando acontece. Pois é, mas não é legal, é melhor sóbrio.
E ela Eu não gosto não, mas tipo, pode soltar, porque meu pinto não funciona bêbado.
Seu pinto não funciona bêbado?
Não, gente, se tiver muito bêbado, o pinto não funciona.
Não funciona, pressão abaixa muito, né?
Mas a idade faz isso também, né, Ana?
E também quando a gente tá bêbado, o cu fica mais soltinho também, né?
Para cagar.
Ah, mas daí o problema é de quem tá comendo. Eu tô aqui para ficar relaxado assim.
B tomou um vinho e tal, gostoso. Agora bêbado, chegar do rolê bêbado, transar é muito ruim, sempre dá errado, gente.
Não, eu acho, para mim não funciona. Ela gosta, ela gosta, ela gosta, mas ela tá sempre bêbada também.
Ela tá bêbada agora.
Acho legal, mas também não tô podendo escolher muito não, o que vier, né? Ela me mandou uma mensagem mensagem pedindo desculpas.
Nossa credo, pulou, né? Tá parecendo Eduardo.
Depois disso, nós duas ficamos muito mais próximas. Sempre que saíamos, acabávamos ficando dentro dos limites que existiam na relação deles. Só em rolê, ter date era algo que não podia na configuração.
Exato. Já passei por alguns amigos que era isso. Eu fiquei com esse meu amigo, mas só podia acontecer— e esse amigo me contou— em um ambiente de balada.
Que lero-lero!
A menina tá saindo com a amiga dela que ela vê todo dia.
Ai, que lero-lero!
O problema é que eu comecei a arranjar balada toda semana para ir com ele.
Ai, mas também qual a diferença, né? Seu marido chupando lá na Ziggy, mas só que ele tá no quarto do outro, aí não pode mais.
Aí pronto, ai, pego minhas pérolas.
Gente, também quem vai se apaixonar se apaixona em qualquer lugar.
Exatamente. E se apaixona no relacionamento monogâmico, gente.
Exato.
Pare de louca, tá aberto, faz quem quiser.
Isso durou uns 3 meses, até que em um rolê em que estávamos os 3 e tínhamos até dado beijo triplo—
é legal beijo triplo?
Odeio.
Eu acho uma porcaria também.
Agora não, calma.
Em um momento eu fiquei só com ele, algo que nunca tinha acontecido antes.
Agora eu quero ver, porque aí, amiga querida, vamos se beijar na balada agora. Agora que a outra beijou o macho dela, vamos ver o que vai dar agora. Ó, amizade indo pro buraco, ó.
No dia seguinte, ela me mandou mensagem pedindo desculpas. Eu nem entendi exatamente por quê, não lembrava de— não, eu nem entendi exatamente pelo quê, porque não lembrava de tudo da noite anterior. Conversando, entendi que ela tinha sentido ciúmes ao me ver com ele, algo que segundo ela nunca acontecia quando ele ficava com outras pessoas.
Ah, e nesse relacionamento aberto sempre fala que é a primeira vez, tá tendo ciúmes.
Não aguento, nunca é a primeira vez, gente. É igual aquele cookie que você come, a primeira vez que eu dei, a bicha deste tamanho.
Toda arrombada. O negócio entra com uma facilidade.
É, bicho, nunca fiz passivo.
Não, pior, quando fala, não, faz uns 6 meses que eu não faço. Ô mentira, bicha. O pote de Pringles entrou no fácil, fácil, fácil.
Olha, o túnel Rebouças, gente, alagado. O túnel Rebouças alagado, gente.
Mas a primeira vez que eu dei O menino falou assim, você não era virgem, né?
Ai, que que isso? Eu leio só o Gusano.
Meu Deus, duvidou que eu era virgem?
Tem gente bem mais larga, é da biologia.
Tem gente que é mais depósito mesmo.
Eu sou essa.
Ela era mais larginha.
Desde então, tudo já que abriu, agora só arregaçou mais.
Só inaugurei, só inaugurei, aberto.
Só cortou a faixa.
Agora é uma aspiradora já.
Então tá, era a primeira vez que ele pegava outra.
Não, é a primeira vez que ela estava sentindo ciúmes.
Ela me disse que estava confusa e percebeu que gostava de mim.
Então eram ciúmes porque ela estava gostando da garota, não ciúmes do marido dela estar pegando ela.
Ai, amiga, não esperava esse plot, né? Nossa, foi muito twist, cataplot, gente.
A cara dela foi pro chão agora.
Nossa, tô gag.
Apesar de os dois saberem que sentimentos podiam surgir nesse tipo de dinâmica e ele parecer lidar relativamente bem com a situação, ela concluiu que não conseguiria separar as coisas e que seria melhor não ficarmos mais. Foi a primeira vez que ela se envolveu emocionalmente com alguém fora da relação deles, e muitas das coisas estavam sendo descobertas conforme as situações aconteciam. Durante toda essa história, eu me coloquei de fora esperando aberturas, como e quando entrar.
Ai, é horrível mesmo quando esse momento aí, e ela tava querendo entrar, ela tava só—
isso antigamente chamava cercar o frango, gente. Ela tava ali, ela tava cercando o frango, gente. Ela tava dando sinal para todos os ônibus, o ônibus só passando reto, tá Quem nunca ficou ali esperando só o castelo de cartas cair para entrar em ação?
Então, torcendo agora, você vê nos stories e comenta assim: lindo! Mas você tá torcendo para que torcendo para feia ir embora.
Você tá torcendo para feia ir embora.
É, eu tentei respeitar os limites deles, mesmo quando esses limites não eram muito claros. Só que nesse processo eu também desenvolvi sentimentos por ela.
Ah, que choque!
Nunca falei isso porque Sinto que talvez nem tenha esse direito.
Eu acho que ela tem o direito de falar pra amiga que tá a fim dela também.
Mas se a amiga tá a fim dela, a amiga tá a fim dela. Ela tá a fim da amiga?
Eu sei, amiga, mas ela disse que quer respeitar os limites do casal. Agora, ela já é parte da história. Eu acho que ela tem que lutar por esse amor.
Ela já desrespeitou os limites do casal.
É, acabaram os limites do momento que ela se apaixonou pela amiga.
Se já acabou os limites, bora!
Então vai pra cima, acaba com esse boy, pega ela pra você.
E desde quando mulher tem que respeitar homem?
Exatamente!
Tira ela dela! Fala mesmo, fala mesmo!
Tira ela dele.
Feminista. Ai, hein, a do tanque.
Racionalmente, eu entendo. Mas eu não queria que acabasse. Queria que existisse algum espaço para mim nessa história. Ai, coitada.
Olha, para mim tá se fazendo de vítima. Tem que lutar pelo seu amor, gente. Vai atrás.
Agora eu não faço ideia de como seguirmos a partir daqui. Sei que já falamos que o melhor lugar de se estar numa marmita é ser a marmita. Mas tenho sofrido, me ajudem. Eu acho que é igual a menina que foi promovida, faço terror na vida desse moleque até ele acabar o relacionamento. Aumente o decote, saias mais curtas, sempre fale gemendo.
Anota isso, depois você anota, anota, anota.
E tira dele, porque ele não vai ter o que ela tem. Ela tem um molde, a gente sabe, ouve, me conte uma fofoca.
Tem um molho, tem um molho. A gente tá com ela, não tá?
Eu acho que ela tem que fazer esse relacionamento acabar.
Ela ganha essa parada, gente.
E ela consegue, ela tava conseguindo. É, faltou isso aqui para ela conseguir.
Ela já tá na dela.
Então foi pouco. Mas lembrando que esse caso começou, esse caso começou com uma discussão se marmita era tranquilo ou não era. Respondendo, não é, tá, gente? Eu estava com a razão.
Eu achei tranquilo.
Você achou de boa?
Eu achei.
Ela está só no freio, né? Ele está sofrendo. Para de rir, Matheus, só tá sofrendo na casa dela. Problema geralmente, marmita é problema, gente, desculpa.
É, não tem que pedir do lugar certo.
O problema é que a marmita agora, ai, a marmita é uma pessoa que tá ali, entendeu? E os casais, eu vou tratar, humaniza isso, tá? Eu vou humanizar a marmita. A marmita tem uma pessoa ali dentro. Do potinho, da marmita. Tem um coração batendo ali. E aí o casal quer usar a marmita como se fosse algo descartável, entendeu?
Mas se o casal vai usar como algo descartável, também vou usar eles como algo descartável. Isso é uma coisa que eu coloco já para mim.
Você consegue fazer isso?
Não, esse é o problema.
Tem pessoa, tem o elo fraco. Tem uma parte do casal que é a mais— isso eu tô falando com essas histórias que eu ouvi— que é a parte que pode se envolver perigosamente. Então aí tem que tomar esse cuidado, entendeu?
Mas posso falar, me sentindo moralmente superior, me sentindo só agora, né, só agora, o meu relacionamento eu posso me apaixonar.
Só você?
Nós dois. E aí, gente, você já sabe que é um perigo, por que que você vai proibir?
Ai, como você é liberada, né, Ana?
Poxa, eu tenho Não, por quê? Porque sim.
Não, então não fecha do momento.
Mas aí se apaixona e termina pra ficar com outro ou não? Por que que não termina?
Ou você não se apaixonou por ninguém mesmo?
Não, eu me apaixono pelos dois.
Aí desapaixona?
Eu tenho muito amor pra dar. O seu?
É bom ficar apaixonado por vários.
Amiga, às vezes que eu mais me apaixonei pelo meu marido é quando eu tô apaixonado pelos outros. Parece que ele vira o homem mais lindo do mundo.
Que é tão ruim aí na rua, né? Você falar, ai, tem uma coisa boa, cara.
Você dá um valor, né?
Você dá o valor, fala: ah, esse homem é bom que eu tenho.
A estrada tá tão ruim que você vê que não dá.
Mas eu gostei disso. A gente pode se apaixonar por várias pessoas ao mesmo tempo, gente?
Pode, pode, pode.
E manter o negócio, manter o amor para as duas. Isso, os outros, não você não, claro, amiga. Nunca é sobre você.
Não, os outros aqui não.
Sai, sai!
Ó, acho que eu e você agora, Edu.
Não lembro, eu posso ir?
Vai você então.
Olá, mais uma mapou. Sou uma mulher hétero.
Todas foram, né?
É, gente, não vem uma gay, né?
As gays estão sem problemas, né?
É, não, gay é desenrolado.
E tinha um amigo durante a faculdade que um dia acabamos nos pegando. Tá. Depois disso, a amizade ficou estranha porque ele ficava com ciúmes de tudo. Cheguei a perguntar se era sobre o que tinha acontecido entre a gente. E ele sempre desconversava.
Ai, odeio.
Ai, já aconteceu.
Fala logo por que que tá estranho, né?
Odeio quem não fala por que tá estranho.
É joguinho.
Ai, não é nada. Imagina, desencanto.
Ai, vou permitir.
Se eu tiver uma faca na mão, eu esfaqueio na hora?
Ai, não foi nada. Um bico desse tamanho.
Até que acabamos nos afastando e até paramos de seguir no Instagram.
Ah não, aí é o limite.
Acabou não, gente. Isso aí é fere a Declaração dos Direitos Humanos.
Aí não dá, quebra do muro aqui, né?
Isso não dá para aceitar, isso não.
Nos últimos tempos ele pediu para me seguir de novo, mas nunca puxou conversa. Eu cheguei a mandar mensagem, mas ele foi muito frio e eu deixei quieto. Ele pediu para me seguir só para saber da minha vida, né? Eu sei da resposta, mas quando ele pediu para seguir, eu fiquei animada e depois chateada porque ele está um gato e eu fiquei na vontade. O que acham?
É que ele só pediu para seguir, ele não disse que ia te comer, né, gente? Todo mundo que você segue você quer comer? Não.
Mas a pessoa que— não, gente, mas desculpa.
Sim, gente, eu sigo vocês dois, desculpa.
Foi, eu vou te comer, Ana, te como, te como.
Grava, viu? É para apoiadores esse episódio, é para o dobro apoio, é dobro apoio.
É apoiadores mesmo esse aqui de hoje?
É, você passa muito por isso, né?
Nossa, vocês me chamaram, porra, vim, nossa, vim de outra cidade, sabe? Me arrumei. Esse é meu melhor cabelo, essa peruca Luna Scarlet.
Essa é a melhor?
Amiga, cada um tem a sua vivência, né?
Vai ter corte, vai ter corte, recortes.
É, a gente vai tirar você, só somos eu e o Edu nos cortes.
Dantas, eu confio em você, tá na mão do Dantas agora.
Você sabe que ele é bem de mudar a narrativa, geralmente ele tira do contexto, ele tira do contexto.
Gente, para vocês saberem, a gente grava o programa, fica bom. Quem publica ruim é o Dantas na edição, ele estraga. Ele tem a mão podre, gente. Estraga todos os episódios.
Daí, às vezes você não entende a piada, é ele que desfez.
Sai daqui lindo, a gente falando coisas sérias. Aí ele edita, fica assim, do jeito que vocês estão vendo. Olá, divos! Já é outro podcast, né. Me chamem de mariquinha, pois tenho amigos que são apoiadores. Acho que vem uma gay aí, hein, gente. E podem ouvir a história. Tenho 26 anos e meu namorado tem 28 anos. Uma boa diferença, né.
Ok, ok.
Isso é idade, né.
Estamos juntos há 4 anos. O problema é a família dele. O problema é sempre a família do outro, gente.
Ah, geralmente é a minha mesmo.
A nossa também não é boa, né?
Vamos fazer autocrítica.
O problema é a família, né? Vamos decidir que é isso, né? Ele é o único que completou. Ai, gente, elas estão obcecadas com diploma hoje, né?
Ele é o único que completou alguma coisa.
Gente, a geração Z não faz mais faculdade.
Eu achei que eles não soubessem nem ligar laptop. Não é isso que eles não sabem mais? O chefe fala: liga laptop.
E o besta fica lá: sabe preencher o Excel?
Não sabe fazer mais nada, agora quer ter diploma de novo? Gente, eu, meu namorado aí, o que tem 28, gente, é o único que completou a faculdade da família dele. Ele tem um irmão e duas irmãs mais velhas. Hoje nós dois temos empregos bons, moramos juntos, que eles vão querer usar o dinheiro das gays, né? Fazemos viagens de vez em quando. Cuidamos dos nossos gatinhos. O problema é que a família dele, os irmãos dele principalmente, são muito encostados, pedem dinheiro para ele o tempo todo. Gente, virou picolé de limão, né? Um beijo, Déia Freitas.
Ai, gente, se a fonte tá dando frutos, né?
É ela que tem que te xoxar a infância inteira. Que que tem que te expulsaram de casa porque você era gaguei. Agora dá dinheiro para ele sim, quem sabe assim eles vão te aceitar.
Ai, pensei, nossa, meu Deus, jogou muito trauma!
Ai, me passei, me passei muito, gente! Nossa, passei demais!
Não me conte!
Do nada pesou, né, gente? Pedem dinheiro para ele o tempo todo, o que para mim não é problema. Mentira, sua falsa! Se não fosse o problema, você não tava contando para a gente. Você fica puta que ele tira dinheiro da tua família para dar para família dele, e tá certo de ficar irritada mesmo, tá? Dividimos as contas, mas cada um tem seu dinheiro e faz o que bem entender. É legal, né? Independência financeira. Mas, por exemplo, eles só se juntam para comemorar aniversário, Natal, etc., se o meu namorado pagar.
Então a família só comemora se a bicha comparecer. Qual é? Se descobrem que ele está levando a mãe dele para almoçar em algum lugar legal, se enfiam no meio. Ai, gente, indo para o Coco Bambu tem que levar a família toda. E cobram.
É babado, não, amiga? Venda do camarão vai todo mundo.
Agora que tem buffet lá, nossa, tá difícil. E cobram para que ele pague o de todo mundo, pois dizem que ele é o que tem mais condições. Ah, gente, muito injusto. E tem muito gay que faz isso, gente, muito, muito gay que faz isso.
Autocrítica.
Minha família é assim, ó, eu que pago mesmo estando desempregado. Você acredita?
Mesmo desempregado? Mas que seria com essa família fodida, né, mana? Tava mal, caralho.
A coisa tá feia lá, tá feia, bicha. Não, a gente até se solidariza aqui. Claro, também é isso, dinheiro nem pensa, é solidariedade. Que eu tenho, que é de graça. Já chegou ao ponto de nos convidarem para o aniversário da sobrinha dele, ou seja, uma criança que ele nem fez, tá? E chegando lá, ele descobriu que esperavam que ele pagasse os docinhos e os salgadinhos para festa toda.
Meu Deus! E a bichinha com certeza pagou.
E a bichinha vai obedecer.
Ela pediu na sua audiência.
Gente, não, essa bicha, o seu meu namorado é muito burro, tá? É, fora que sempre depende, tem dinâmicas, né? Fora que sempre que fazemos algo diferente, como sair para passear, viajar com o nosso dinheiro, ele se comandando em direta e cobrando para ele fazer, é, e cobrando para fazer ele se sentir culpado, o namorado. Estou vendo que isso está deixando o meu namorado cada vez mais chateado, com razão. Pois nunca estão nem aí para ele, nem parabéns no dia do aniversário dele mandam.
Não, caralho, mas a galera tá querendo, tá montando aí, né?
Porque assim, se você vai mamar, você tem que alisar, tem que alisar, não é, gente?
Se vai mamar, tem que deixar duro.
Porque minha família, ela me suga, mas eles me tratam super bem, se liga no seu aniversário, se liga no meu aniversário, compra presente para mim, eu que pago depois.
Mas conta, não é?
Eles pagam o aluguel, mas claro que depois você que tem que arcar com o custo.
Mas eles me tratam super bem, te manda a conta no envelope bonitinho para você pagar. Não, não dá. Ele tá sendo bom, mas sempre lá tem algo que eu, a bicha que mandou o caso, tá, possa fazer, possa fazer, perdão, para ajudar meu namorado ou família. É sempre complicado. E é isso mesmo, é isso mesmo. Próximo caso.
Não, bicha, pelo amor de Deus.
Vai, amiga, fala mesmo, vai.
Olha, sabe, a gente tem que deixar de ser trouxa também, né, gente? Todo mundo já monta em cima dela. Mas eu acho que faz assim, faz o teste, bi, deixa a teta secar mesmo agora, não pague nada, não saia nada, vira o banco.
É que não é ela, é o marido. Como que ela fala para o marido não dar mais dinheiro, entendeu?
Assim, troca a senha do cartão dele, sei lá, gente.
Quando o seu marido chegar em casa, fala assim, Lucas, esses nomes, né? Lucas, pare de dar dinheiro para sua família agora. Eu não vou parar. Dá duas na cara dele, pronto, ele para.
Não, meu Deus, a violência doméstica! Não, não é, não é. Eu acho que é chegar e falar: Mona, testa fazer a vaca secar. Bom, se você testar fazer a vaca secar, será que sua família vai te convidar para as coisas?
Mas já não convida, já não chama.
Então, então, gente, some um pouco, some um pouco, some, não tem babado. Some durante um ano.
Será que não era uma boa?
Falando sério, eles vão aprender a viver, entender.
Com seu namorado de 4 anos, vocês devem ter intimidade. Por que que você faz isso? Pergunta para ele porque que ele faz isso.
Ele deve responder, provavelmente ele vai falar que ele é a única pessoa da família que teve ascensão social, ele carrega essa culpa, ele acha que ele que tem que pagar todas as coisas porque ele foi o único que teve a oportunidade. Ele não deve achar justo as outras pessoas que não tiveram essa oportunidade.
É isso mesmo, você tá falando por mim.
É assim que você se sente, Ana?
É assim.
Então, e aí fica uma obrigatoriedade, tipo, meu, só eu tive essa oportunidade, só eu consegui.
Amiga, para de falar da vida da Ana, tá ficando, tá expondo demais. Ela é tão reservada.
E mesmo que assim, nem sou tão grande, nem tenho muito dinheiro, mas o pouco que eu tenho, eu tenho que dividir.
Ela vai chorar agora.
Mas eu tenho uma ideia melhor. Boa, boa! Porque se eles estão roubando dinheiro do seu namorado— eu tô toda hora, eu tô olhando aqui como se a câmera fosse ela, mas é lá. Agora é para o quarto, né?
Só tem 60 minutos de programa agora, você vai olhar para a câmera certa.
Vamos lá, se eles estão tirando dinheiro do seu namorado e você não tá gostando, entra na disputa. Tire você também, porque aí vai sobrar menos para eles.
É isso, boa!
Não é?
Já estão roubando ele, tem que roubar primeiro.
Peça presentes, peça viagens, não peça, não peça, pegue o cartão e gaste.
Não, eles costumavam ir para Paris Cidade do Norte, agora a gente vai para Paris.
Isso, isso. Ah não, foi lá, gastou 100, comigo vai gastar 200.
Entra nesse jogo e faça eles perderem.
Boa, boa, gente! Me conte o conselho. Era isso que eu tava esperando.
Ah, bom, tá vendo? Por isso a gente te chamou, porque você ia resolver a vida das pessoas. Era a pessoa mais esperada.
Pena que apoiadores, pena que não é.
Não é. Nossa, eu tava tão mal já que tinha acabado.
Mas o próximo vai ser aí, fica tranquila.
Sai um peso nas minhas costas.
Não, agora que você falou tão bonito, a gente mudou. Não vai ser mais apoiadores.
Antes era, mas agora a gente resolveu mudar de última hora.
Agora que eu vi que você olhou pra câmera, eu falei, ah, ela descobriu onde ela tá. Agora vai, vai ser aberto. Lê mais esse aí, Eduardo.
A gente vai mais um. Olha, vai ser o nosso maior programa já. Então, oi, Thi, Edu e Ana.
Oi, Ana.
Meu problema é familiar. Gente, todo mundo tem um problema familiar aqui, né?
Amiga, família é problema, gente.
Tem uma irmã extremamente narcisista. Ela é a mais velha. Eu tenho 26 e ela tem 42.
Nossa, que irmã velha!
Gente, tá acabada!
Nossa, eu ia falar, parece esse podcast.
É igualzinho eu e Eduardo. O Eduardo tem 42, eu tenho 26.
E ela tem um filho de 5 anos, que é o meu afilhado, que eu amo muito.
Será?
Esse negócio de afilhado, irmão, nada a ver, né? Tem que pegar uma outra pessoa da família pra conseguir ganhar esse filho presente, né?
Fala, ou a outra já é tia, não vai ser madrinha.
Pode madrinha uma pessoa de 26 anos? Tem que ser uma pessoa de 50.
Pois é, aí morre a madrinha que vai cuidar com 26 anos, gente. Não, tá errado no conceito isso já.
Tudo que eu faço ela quer satisfação. Se eu saio com as minhas amigas ela pergunta por que eu não chamei ela.
Uma velha vai sair com velha agora? Varesenta, Deus me livre.
Se acho um lugar legal e eu vou com meu namorado.
Não vai andar com Quem gosta de véia é variz.
Gente velha não consegue nem ficar em casa.
Vai comprar salomão. Fala isso pra ela, compra salomão, opa.
Vai chegar no lugar, vai escorregar, cair, vai dar problema.
Toma água de melissa, fica doido em casa.
Você acha um lugar legal e eu vou com meu namorado, ela reclama que eu não chamo ela pra fazer as coisas.
Que véia chata.
Marquei uma viagem pra Bahia no final do ano, ela fica me mandando indireta. Minha amiga marcou um rafting. Para um...
O que é rafting?
É aquele negócio de escalar... Ai, Edu! Ai, Edu, o que é rafting? Essa aí você é bom em responder.
Eu não entendi o que é rafting, Edu.
Rafting é uma canoagem.
A gente não sabe, a gente tá chutando, né?
Mas é, eu já fiz rafting.
Você já fez?
Já fiz, já fiz. É? É daquele do coisinha de ferro.
Mas é canoagem, não é aquele que é de boia, de enchimento assim?
Como assim?
Que é...
Ai, ele colocou aí pra gente a imagem do rafting.
Mateus voltou. O que que é rafting?
É uma boia.
Olá, não é canoa, não é canoa, não é boia.
Não, realmente, agora você chegou no programa mesmo, tá corrigindo as informações. É isso aí, seja bem-vinda, seja bem-vinda.
E eu refuto achando que tô certo. Assim é o programa, assim é. Ó, seguindo.
Chamou ela para canoagem.
Minha amiga marcou um raft para aniversário e a minha irmã se convidou para ir junto no raft.
Uma velha cai no raft, se quebra inteira, uma idosa, gente.
Não dá um trabalho para quebrar bacia depois, é, não tem mais calça, vai ficar cheia de pino depois, vai tomar calcitrã.
Que canoagem, que, gente!
E ela foi junto para o raft.
Ah, embaixo da boia.
Acho injusto ela sempre ficar me cobrando. Pois sempre ajudo ela em tudo que me pede. Eu já emprestei dinheiro para viagem para os Estados Unidos.
Gente, 49, emprestando para mais velha.
Aí é demais, gente.
Bem que o povo da igreja fala, gente, não tá certo isso.
Já emprestei dinheiro para viagem para os Estados Unidos, pois ela dizia que seria importante para o profissional dela. Já emprestei dinheiro para ajudar na construção da casa própria dela, sendo que eu mesma moro de aluguel.
Não, não, seu Madruga, não pode, gente.
Mas parece que nada é suficiente. Fora que ela nunca me chama para perguntar se eu estou bem ou se eu preciso de algo. Tá precisando de dinheiro, pelo jeito?
Ah não, é que isso você faz, você manda para o podcast para falar que você não tá, né?
Isso é muito mais garantido.
É o melhor caminho. Falar com ela não é o melhor.
Não, se você tá preocupada com sua saúde mental, você manda para a gente o caso.
Procurar psicólogo, terapeuta, última chance.
Não, imagina, jamais.
Já passei semanas doente e ela nem tchum para mim.
Mas amizade é tão forte, né?
Linda essa irmandade, né?
E ela assim, ai, vou ficar bem quietinha porque eu quero que ela pergunte.
E a mulher, a irmã nem aí. E a irmã lá no rastinho que ela pagou, morando na casa que ela pagou lá nos Estados Unidos, fazendo canoagem lá no Niagara Falls. E você lá doente, ela não me liga.
E pior, deve ser ela que cuida da criança quando essa viagem.
É, com certeza deve ficar de babá ainda.
Chegou ao ponto de eu nem querer comentar quando eu vou ter folga no trabalho ou férias, pois eu tenho medo dela me pedir algo ou ficar se metendo no que eu vou fazer. Gente, o que que eu faço? Ana, meu Deus, me ajuda! O que que eu faço?
Ai, de verdade, essa não tem nem graça. Eu cortaria relação.
Eu também acho.
Família não é.
Eu tenho irmão. Eu sou a mais velha.
Você que empresta, você que empresta.
Eu tô na configuração certa de família.
Isso, você que banca os irmãos.
Eu que banco.
E aí?
E é ruim, né?
É uma merda, é uma merda. Mas tem que seguir assim?
Não. Mas assim, ó, tem uma metade da família, vamos resolver. Tem uma metade da família que eu simplesmente parei de conversar porque só me dava problema.
Exato.
Depois minha vida ficou muito mais leve.
Mas essa pessoa, né, a vida dela leve.
Olha como é, deve ser ela dela leve.
Você vê como era ruim, veja como a sua vai ficar.
Será que vai ficar leve mesmo?
Ó, se livra da sua irmã, você vai ficar assim, simplesmente Ana. Então, gente, família não é garantia de nada. Se livra, é garantia de problema. É uma gente aí, eu nasci lá com eles, ah, que azar! Se livra e arrume outra família.
Eu acho que não dá nada, gente, ela cortar uma relação total com a irmã.
Ah, mas ela vai dizer que— eu sei que ela vai dizer isso lá da casa dela: e o meu afilhado vai ter outros.
E o que é tanto criança engravida, você é?
A casa não é tua, a criança não é tua, você saiu perdendo, né?
Só os problemas são seus aí, pelo jeito.
O banco é você, o banco é você. Agora o tijolo é você que paga da onde ela mora? Acorda! Mas então, muito obrigado por mandar seu caso, a gente te adora.
A gente tá aqui para tudo, não conte com a gente.
Eu gostei, a gente foi, fez uma coisa super equilibrada, né, super no tom.
Mas para mim cortou a amizade, cortou a relação de verdade.
Não tem babado, não tem babado. Vai ser difícil, vai ser, gente.
Daqui uns 3 anos eu voltaria, uns 2 anos pode voltar.
É, eu acho que um encerramento pode até ser uma oportunidade de uma nova dinâmica para ela sentir, né, para irmã acordar. É, a irmã tá muito mal acostumada.
Ela já falou que a irmã fica fazendo chantagem emocional. Normal. Se você for pedir para uma conversa, ela vai te fazer se sentir mais pesada ainda.
E se ela mudar também um pouco a rota e ela começar a fingir— eu gosto também de uma emoção, gente— e se ela começar a fingir que ela que está passando por momentos difíceis?
Adoro!
Ah, maravilhoso! Eu não tenho dinheiro, inclusive eu tô no negativo. Será que você não tem dinheiro aí para me prestar? Porque tá difícil para mim.
Boa! Devolve o apartamento que você tá morando agora, fala: irmã, vou precisar morar com você, tá?
Irmã, eu vou comprar uma casa.
Inventa que tá indo para os Estados Unidos fazer curso profissional, não é, gente?
Faz uma barriga de mentira, fala: tô grávida, faz um enxoval para mim.
E você vai ser a madrinha.
E depois vende.
Vende, gente! Depois de 9 meses vão querer ver o bebê. Pega uma criança que tiver na rua, pronto, pega o bebê reborn, pega o bebê reborn. Eu já fiz uma coisa, vira mãe de bebê reborn, faz ela batizar, faz ela comprar todas as roupas do bebê reborn.
Isso é louco, fala assim, ai, preciso levar no médico, ele tá passando mal hoje.
Será que ela ajuda, irmã?
O berçário o reborn tá R$700 e vai arrancando o dinheiro dela, vai arrancando. Agora ele quer fazer inglês, ele quer ir para a Europa viajar. Leva ele no Sesc, fala: irmã, estamos na natação, bebê reborn, pague a natação do bebê reborn. É isso, bebê reborn, tá resolvido.
Conselho melhor que esse?
Não tem, amiga.
A pessoa só vai sentir quando você jogar ouro para ela também.
Agora essa ideia é muito boa, né?
Começa a pedir dinheiro também. Ah, está totalmente difícil, gente, tá complicado aqui, meu salário reduziu, não sei o quê lá, tô difícil.
Ah, que negócio de proibirem as calças 6 por 1, gente?
Acabou com o Brasil, acabou com o Brasil, acabou com o Brasil.
Não posso nem fazer unha sábado, acabou com o Brasil.
Não, o spinning que eu fazia às 4 da tarde, não dá.
Amiga, tá terrível, não posso mais pintar o cabelo sábado.
Nossa, eu ia no Oba 2 horas da tarde, já era, não tem ninguém. Eu tenho certeza que ele vai.
Ele vai, com certeza ele vai.
Não tem golpe, vai ser de casa.
Nossa, é a cara dele no Ovo.
Tem golpe, vai ser de casa, Ana.
Comprei na Carambola pra fazer estrelinha depois.
Mas era a minha sorte de festa.
É babado, é babado.
Bom, chega, Ana.
Chega, Ana.
Já?
Ai, chega, Ana.
Chega, chega, já deu.
O tempo voa quando a gente se diverte, né?
Ai, quando a gente tá cercado de amigos, né?
Quando as risadas invadem o ambiente, é só isso que fica, né?
Ai, o que fica são os amigos que a gente fez pelo caminho.
Dicas também, né?
Dicas com os amigos, não é?
Afiliados, afiliados, irmãos, marmitas, marmitas, pessoa sem diploma, pessoa sem diploma, dente sem diploma, famílias desestruturadas. Só história boa, né? Espero que tenha levantado o astral aí de vocês também.
Para você, pelo menos, a viagem, Ana, foi bom?
Foi só de não ser para apoiadores, já é um outro status, né?
Mas fica tranquila, vai vir esse.
Mas me avisa antes para eu negar.
Não, você vai descobrir na hora. Esse mesmo não sei ainda, não batiu o martelo.
Calma, pode mudar, né? Pode mudar. Esse vai virar dobro apoio.
É, vai ser o dobro apoio, que é mais ainda, né?
Que é mais uma É, mas o degrau, menos gente vê.
Os caminhos são difíceis para quem é Ana, né?
As portas estão fechadas, mas não desiste, Ana, não desiste.
Os degraus são sempre maiores, né?
A gente acredita em você. Obrigada, você vai conseguir.
Obrigada.
Bora, era essa que a gente vai? É nessa, na positividade, nessa energia. Ana, quer mandar um recado? Aonde te encontram?
É nas minhas redes.
Ah, vai se foder, né?
Ana Mary B na maioria das redes, em algumas já pegaram.
Ai, que ódio que dá, né?
E pior que eu mandei mensagem para ela, ela me bloqueou.
Mentira! É que vocês não têm o mesmo nível cultural, né? No Instagram, no Instagram, na Ana Mary B.
É, mas agora tem um underline Ah, que derrubada!
Por isso que não vai pra frente.
Um beijo, tchau, tchau, beijo, tchau, tchau, tchau!