Episódios de Me conte uma fofoca

#396 Gay desconvidada de casamento + Influencer defende Isis Valverde e mais!

19 de junho de 202656min
0:00 / 56:20

Edu Oliveira e Thiago Theodoro comentam fofocas da internet, dos famosos e da audiência.

No ar, toda segunda, quarta (apoiadores) e sexta.

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Participantes neste episódio5
E

Edu Oliveira

HostJornalista
S

Speaker B

Co-host
T

Thiago Theodoro

Co-hostJornalista
S

Speaker C

Convidado
S

Speaker D

Convidado
Assuntos8
  • Desconvite de casamento e amizadeDesconvite de casamento de amiga · Thiago Theodoro · Edu Oliveira · Bárbara · Lays · Victor · Ariel · Gustavo
  • Processo trabalhista contra Isis ValverdeIsis Valverde · Processo trabalhista · Indenização · Desvio de função · Horas extras não pagas · Ricardo Bragettermann · Dona Rosalba Nable · Claudia
  • Erika Hilton vs. RatinhoErika Hilton · Ratinho · Direito de resposta · Transfobia · Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher
  • Cuttox: harmonização íntimaCuttox · Harmonização íntima · Botox
  • Neymar e novas carreirasNeymar · Microdramas · Inteligência artificial · Copa do Mundo
  • Juliette e condição para madrinhasJuliette · Condição para ser madrinha · Maridos de amigas
  • Sophie Charlotte e XamãSophie Charlotte · Xamã · Relacionamento ioiô · Dependência emocional
  • Fofocas da internet e futebolFofocas da internet · Futebol brasileiro · Copa do Mundo · MasterChef Amadores
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Edu Oliveira:Mona! Eu tenho uma fofoca babado pra te contar.

Voz B:Então me conta essa fofoca, viado! Olá, olá, olá... 5x0 Brasil e Haiti hoje, hein?

Edu Oliveira:5x0 Brasil e Haiti? Foi igual— foi 3x0 que você chutou semana passada no bolões.

Voz B:Você tá querendo dizer que eu não acerto bolões, Eduardo?

Edu Oliveira:Eu acho, amiga. Semana passada cê falou: 3x0.

Voz B:Não foi 3x0 pro Brasil contra Marrocos?

Edu Oliveira:Só se for no seu sonho, mulher.

Voz B:Eu sonhei, o Neymar fez 3 gols no meu sonho.

Edu Oliveira:Não, no seu sonho o Neymar fez 2 e o Hendrik fez 1, né?

Voz B:Ah, esse seria meu sonho mesmo, amigo. Você acertou. Conta pra gente aí qual você acha que vai ser o placar de hoje, Brasil e Haiti, 9:30 da noite.

Edu Oliveira:Qual que é a chance maior? O Hendrik entrar no jogo ou a Katy Perry sair do flop? Comenta aí, gente.

Voz B:Boa! A Katy Perry sair do flop, né? É o que tá aparecendo. Me conte uma fofoca no ar! Aê! Segunda, terça, quarta, quinta, sexta.

Edu Oliveira:E parou por aí.

Voz B:Chega também, né, amiga? Tá demais. Terça-feira, episódio comentando o desempenho do Brasil na Copa com Anitta e Frayn. Chique.

Edu Oliveira:Pessoas que entendem de futebol. Chique não foi o desempenho do Brasil.

Voz B:É, gente. Dentre ali as informações que a gente traz nesse episódio, uma delas é: a seleção é uma merda. Não estamos dourando a pílula, amiga. Estamos falando a verdade.

Edu Oliveira:Ninguém tá tirando: "Ah, meu Deus, elefante na sala". Não, gente.

Voz B:Não, a gente tá sendo sincera. E na quinta-feira, a cobertura do MasterChef Amadores. Essa que tem sido considerada a melhor edição do MasterChef, né? Com os melhores cozinheiros.

Edu Oliveira:Ah, sim, tal qual a seleção atual é a melhor seleção do Brasileira, gente. Temos o melhor elenco de MasterChef.

Voz B:Estranho, né, amiga? Tudo que a gente decide cobrir fica ruim, né?

Edu Oliveira:Mas eu até prefiro, gente!

Voz B:É pra gente também jogar pra baixo do caminhão, né?

Edu Oliveira:Fazer falar mal. Também acho. Você ficar aqui também só elogiando o meu cu, sabe? Então, gente, já tive sorte com o BBB, que a edição foi boa do BBB esse ano.

Voz B:Ai, brilhante, verdade.

Edu Oliveira:Dá pra ter sorte em tudo, sabe? Agora, a do MasterChef, só gente ruim nessa edição do programa. Só gente cozinha muito mal. Eu tenho a sensação que eu cozinho melhor que vocês, gente.

Voz B:Amiga, pois... É: "Saia desse lugar de sensação". É uma realidade.

Edu Oliveira:"Não, não é possível. Minha amiga Tiago Teodoro cozinha melhor que vocês".

Voz B:Aí também, eles estão mal mesmo, né? Nossa, agora também não humilha, as pessoas estão lá na TV, Eduardo.

Voz C:Também, né?

Voz B:Dá uma segurada. O pessoal é ruim? É péssimo? Não! E olha, a gente grava quinta-feira, vocês sabem. Se você estiver vendo aí o episódio na sexta. Quinta-feira tá todo mundo na ansiedade, né, amiga?

Edu Oliveira:Verdade.

Voz B:Quem vai sair da casa do patrão? É a pergunta que parou a internet. Lá, e eu tá rindo, por quê? Você não votou, Ariel? Quem é mais casado?

Edu Oliveira:Não vai ter programa na sexta, né, da Casa do Patrão. Você viu que não vamos passar?

Voz B:Cortaram finalmente?

Edu Oliveira:Cortar? Não, na sexta só, porque eles estavam com medo da audiência, né, da ganhar da Copa. Aí, como correr com a Copa, né?

Voz B:Caso do patrão, parece que vai sair. Ó, que que é isso? Brasil parou, amiga!

Edu Oliveira:Quem é? Quem são essas pessoas?

Voz B:É o— é, não tem uma cara de Gustavo?

Voz D:Essa aí, Gustavo e Aline.

Voz B:Nossa, ela tem muita cara de Aline. Gente, se você acha que é a Aline que vai sair da casa do patrão, comenta aí. Se você acha que é o Gustavo... Ai, meu Deus. Gente, tá assim pau a pau, tá? A Aline já recebeu 15 mil votos pra sair.

Edu Oliveira:Meu Deus, gente, é o quê? É 50 votos por minuto?

Voz B:É a campanha da... É o Boulos em São Paulo? É o Boulos em São Paulo.

Edu Oliveira:Ai, que horror.

Voz B:Nossa, tá parecendo o Haddad concorrendo ao governo, gente.

Edu Oliveira:15 mil votos, gente, tá ruim isso aí, hein?

Voz B:Tá ruim.

Edu Oliveira:Mas assim, eu trouxe a imagem para a gente aí ficar por dentro, para memorizar também a cara dessas pessoas, que a gente deve ver muito para mais à frente.

Voz B:Aí depois você vai pegar o pós deles, vai perguntar: 'Da onde saiu?' Agora você já sabe, amiga.

Edu Oliveira:Eu vou pegar o pós deles aonde?

Voz B:Pós-operatório.

Edu Oliveira:Pois é, pós-operatório, só se for, bicho.

Voz B:Aí na rua apanha que fez esse programa ruim, bicha.

Edu Oliveira:Pelo amor de Deus. Também quero deixar a pergunta tá no ar, que é importante.

Voz B:Uma pergunta que a gente gosta de fazer aqui, é até por conta do nosso comprometimento com jornalismo, né? Fariam o Gustavo? Ah, amiga, já pegou coisa pior.

Edu Oliveira:O Rafa Bastos aí da Record tá, tá bem.

Voz B:Então tá aí, gente, bonita.

Edu Oliveira:É, acho grande merda esse programa.

Voz B:Então vocês sabem aí, é, que torcida é a sua, da Aline ou do Gustavo? Comenta lá com a gente depois.

Edu Oliveira:Aí, Ele sabe que esse programa tá no ar ainda, gente.

Voz B:Amiga, tá no ar.

Edu Oliveira:Eu acho que seria menos vergonhoso do nada, tipo, ou cancela ou, tipo, fazer uma maratona de eliminação. Começa a sair 3, 4 por semana. Isso já acaba em um mês. E aí corta a verba, corta tudo que acontecer, gente.

Voz B:Tem que pegar uma sexta-feira, perdão, e eliminar de hora em hora, igual telecena. Vai ser tum, tum, tum, tum. Meia-noite, acaba. E todo mundo finge que não viu. Até vou me comprometer aqui, Boninho. A gente corta as partes que a gente falou e a gente finge que não existiu, tá ótimo.

Edu Oliveira:Imagina, modo extra turbo.

Voz B:Extra tuber, hiper turbo.

Edu Oliveira:Mega hiper... High gear ultra turbo.

Voz B:Olha lá, gente.

Edu Oliveira:Bora.

Voz B:Que mais tem aí de importante? Quero notícia importante.

Edu Oliveira:Ai, Ariel, abre aí pra mim então. Vamos analisar. Primeiro tem a bicha, né, que foi desconvidada do casamento da melhor amiga.

Voz B:"É, bem feito. Alguma coisa ela fez pra merecer esse desconvite, né, amiga?" Nossa, gente, ele nem ouviu a história.

Edu Oliveira:E aí, ele já tá culpando.

Voz B:Eu já, ué. Gente, pra você ser cancelado do casamento da sua amiga, coisa boa você não fez.

Edu Oliveira:Da Bárbara, o que você faria pra ser desconvidado do casamento dela?

Voz B:Pra eu ser desconvidado do casamento da Bárbara, gente? Nossa, amiga, não teria como. Ela jamais...

Edu Oliveira:Ela jamais deixaria de te convidar.

Voz B:Jamais deixaria de me convidar. Jamais, jamais.

Edu Oliveira:É impossível. Tem algum outro casamento aí? Tem algum casamento programado pra ir?

Voz B:Na vida? Acabei de ir a um casamento, na verdade, dos meus amigos. É da Lays e do Victor.

Edu Oliveira:E você tem casamento? Eu não tenho nenhum, gente, marcado. Não tenho previsão de ir. Por favor, alguma amiga se case e de preferência me chame também. Mas eu não tenho.

Voz B:Mas é você ser convidada, né, amiga? Você é chata.

Edu Oliveira:Então, eu sei.

Voz B:É igual essa bicha aí, que tem cara de chata.

Edu Oliveira:E você foi convidada também, é a mais chata que eu.

Voz B:Amiga, desculpa, eu sou chata, mas sou bonita. Por isso que eu sou convidada.

Edu Oliveira:E foi no casamento?

Voz B:Oi? E foi no casamento? Eu fui.

Voz C:Nossa!

Voz B:Tava belíssima!

Edu Oliveira:Era em Pinheiros?

Voz B:Era Destination Wedding, tá? Só pra você levar essa.

Edu Oliveira:Mentira!

Voz B:É, amiga, me abalei pro interior e tudo.

Edu Oliveira:Passada! Passada, foi reclamando. Mas eu tô querendo ir pro casamento, amiga. Colocar um look, comer de graça.

Voz B:E o seu, quando vai ser?

Edu Oliveira:Vamos aí analisar.

Voz B:Ai, gente, já achei bonitinha alguém. A culpa é da noiva.

Edu Oliveira:Ah, ela já poderia ir recalculando a rota.

Voz B:Amiga, eu tô pensando aqui nas DMs que eu posso receber do Vitor. Vitor é nome de garoto lindo, gente. Vamos lá.

Thiago Theodoro:O dia que eu fui desconvidado de ser padrinho de casamento da minha melhor amiga.

Voz B:Pausa. Já me irritei. Continua.

Thiago Theodoro:Ai, calma, pausa.

Edu Oliveira:Achei pós-moderno, super ref assim, esse óculos dele, né.

Voz B:Eu gostei também.

Edu Oliveira:Nunca vi essa armação assim, tipo oval.

Voz B:É uma coisa bem de vovozinha, né, amiga?

Edu Oliveira:É, geralmente eu já vi esse oval mais menorzinho, não grandão.

Voz B:Não, ela meio que lacrou nessa armação.

Edu Oliveira:Meio que lacrou, um bichas herezes, né?

Voz B:É, gostei dessa bichas herezes.

Thiago Theodoro:Espero que isso não interfira sinceramente em nossa relação de amizade. Eu tinha uma amiga, nós tínhamos um grupo de mais ou menos 5, 6 pessoas. Eu era o único homem desse grupo. Um dia ela me chamou e falou assim: "Amigo, eu preciso de ajuda pra escolher a roupa dos padrinhos do meu casamento e tal. Como você vai ser padrinho?" Pausa, Ariel!

Voz B:Acho complicado.

Edu Oliveira:O quê?

Voz B:Você tem um monte de amigo, chama gay pra escolher a roupa.

Edu Oliveira:Amiga, desculpa, você é obrigada a fazer isso, gente?

Voz B:Eu sempre faço, mas assim... Sempre faço? A gente não tem que ter essa obrigação, entendeu?

Edu Oliveira:Ah, desculpa, a gente tem sim. Ó, de 6 pessoas, ele era o único gay. Eu sou da fórmula de gay, gente, que não se fabrica mais. Eu sou um gay original, de fábrica. Um gay que sabe fazer unha, um gay que sabe fazer o cabelo. Um gay que sabe fazer uma maquiagem, um gay que sabe ajudar a escolher um vestido. Um gay que ajuda a afivelar, que seja aí uma roupa. Um gay que sabe fazer um coque, sabe fazer uma trança peixe. Sabe fazer uma trança embutida. Eu sou um gay que não se fabrica mais não, tá, gente? Eu sou um gay, ó... Modo ouro, coisa rara nesse mundo.

Voz B:Mas você sabe fazer tudo isso? Por que você anda assim?

Edu Oliveira:Assim como?

Voz B:Assim, toda esculhambada, amiga.

Edu Oliveira:Imagina, uma gay bonita, beijo no ombro, cabelo feito, unha feita, sobrancelha pra cima.

Voz B:Tá bem pra cima.

Edu Oliveira:A pele deliciosa. Eu sou um gay que não se fabrica mais, ainda bem.

Voz B:Amiga, olha, essa forma quebraram, né? Que as gays estão tudo lascadas hoje em dia. Hoje em dia, a gente não sabe escolher um sapato pra uma amiga.

Edu Oliveira:Não sabe fazer uma escova no cabelo de uma amiga, gente! Pelo amor de Deus, que isso, gente! Não consegue olhar e falar: "Amiga, não vai assim, aperta." "Amiga, esse delineado tá estranho, vamos refazer." "Pelo amor de Deus, gente!" A gay tem obrigação de olhar um blush que tá exagerado e falar: "Amiga, esse blush está exagerado".

Voz B:Olha, eu escolhi, pelo menos aí com amigas, dois vestidos de noiva, que eu me lembro. Que eu fui no dia. E ajudei a escolher, gente.

Edu Oliveira:Eu participei mais de outras festas, não tanto de casamento.

Voz B:Mas você não tava lá com a sua opinião de gay?

Edu Oliveira:Desde a debutante, festa de 15 anos, Eduardo tinha que estar lá pra ajudar a escolher o vestido, falar qual que ia ser a troca de look. Gente, eu sempre tive que fazer isso. Você é gay, é sua obrigação. "Ah, não quero, não gosto." Tem habilidade? Vá adotar essas habilidades, vá adotar esses skills.

Voz B:Ah, mas tem gays que não gostam de moda.

Edu Oliveira:Ah, foda-se! Foda-se, vira hétero.

Voz B:Cada uma, gente, não aguento. Gente, também vocês também se passam, né?

Edu Oliveira:Qual que é a próxima? Ninguém vai querer chupar cu também.

Voz B:Daqui a pouco não chama, viu? Vai ter alguém dizendo que não gosta.

Edu Oliveira:Aí, fim dos tempos.

Thiago Theodoro:Vai me ajudar a escolher a cor, tudo mais. Fui, ajudei. Ok. E aí ela foi me entregar o convite do casamento. Coincidentemente, o meu namorado na época tava em casa. Eu apresentei eles e tudo bem. Só que aí "Eu percebi uma movimentação muito estranha. Ela repostou todos os padrinhos que postaram antes de mim e todos os que postaram depois de mim. E o meu, ela não postou." "Algumas semanas depois, eis que recebo uma mensagem: 'Oi, Xuxu. Desculpa ter me ausentado e não falado com você por esses tempos, mas as últimas semanas estão sendo bem cansativas de trabalho, correndo...'" Coisa de gente...

Voz B:Obrigado, Ariel. Coisa de gente falsa. Você viu que tem uma coisa de gente falsa aí? "Oi, Xuxu, isso é a gente que vai te fuder lá na frente." "Oi, Flor." "Flor, vai meter no teu cu lá na frente." "Oi, querida, vai se fuder lá na frente." "Oi, amore." Amore é o pior, né, Eduardo? Te chamou de amore... "Oi, benzinho." Te chamou de amor, já entra com KY, porque você vai tomar, gente.

Thiago Theodoro:Vamos lá.

Voz B:Ai, que microfone lindo dela, gente.

Thiago Theodoro:"Acabou ficando um pouco contra mão pra ir até você também. Confesso que não queria estar passando por isso, falando sobre algo delicado..." Mentira, ainda falou que mora mal, gente. O mundo ou como poderíamos combinar algo para conversarmos. As coisas aconteceram repentinamente, parece que colocamos um pano por cima e abafamos. Pano por cima de que? A gente não sabe, né? Até aqui. Só que precisamos resolver e esclarecer algumas coisas. Você sabe que eu sempre fiz questão e esperava muito pelo momento de te convidar para fazer parte de um momento tão especial para mim. Seria um grande privilégio ter alguém que me acompanhou desde pequena nas aventuras mais doidas da vida "e que sempre esteve ao meu lado, participando do meu casamento, ocupando uma posição mais do que simplesmente um convidado. Só que infelizmente, eu digo isso com meu coração despedaçado, que isso não vai poder acontecer. Vou sentir por isso, porque você seria uma representação muito forte ali pra mim. Você significaria muito estar ali como meu padrinho. Independente de tudo, eu sempre..." Pausa, Ariel!

Voz B:"Vou te receber na minha..." Independentemente de tudo? Não, amiga! Eu vou vencer! Essa luta, eu vou vencer ela! Essa guerra é muito dura! Vamos pra cima deles, gente. As pessoas que falam independente errado. É independentemente. Toca o barco. Essa bicha também lê muito baixo, tô ficando com sono.

Thiago Theodoro:Vai. "Casa, na minha vida, etc. Só que se tratando de uma cerimônia religiosa e tudo que será feito pra glória de Deus, não podemos permanecer dessa forma." Eu fiquei muito chateada que você... "Ter deixado pra me contar no momento que separei pra te fazer um convite. Tivemos várias oportunidades e momentos que você poderia ter dividido comigo isso antes. E não só pela questão do casamento..." Pera, pausa, pausa!

Edu Oliveira:P.S.: eu dormia na casa dela. Qual pai, em sã consciência, deixa um adolescente hétero dormir com a sua filha? Hein aí, gata?

Voz B:Também nada a ver com o comentário merda que ele fez, gente.

Edu Oliveira:São amigos demais, o que ele poderia ter esclarecido aqui é: "Somos amigos de infância. Como essa puta nunca percebeu que eu era gay?" Amiga, mas eu... Tinha que ser um Power Ranger, eu era o Rosa.

Voz B:Amiga, desculpa, eu não sei. Vocês estão vendo o vídeo aí em casa também? É hétero esse? Quando que ele foi hétero? E sair deitado é gay, gente. Você olha dormindo e fala: "De pé, de lado, de costas..." Ela indo é gay, voltando, bicha... Voltando é pichona. Porra, gente! Ai, crente também é tonto, né?

Thiago Theodoro:Mas principalmente porque sou sua amiga e achava que você tinha confiança e liberdade pra falar as coisas pra mim. Só que não foi assim que aconteceu, fomos pegos num momento de surpresa. Ficamos sem reação, tentamos nos ajeitar.

Voz B:Ai, pausa! Eu tô muito irritado agora, gente. Vocês sabem que eu sou de outra era. Ai, ninguém sabe, amiga!

Edu Oliveira:Não tá muito claro isso.

Voz B:Eu sou da época da Santa Maria Pintirina, quando chegaram na América, gente. O que você fazia com a sua amiga da adolescência? "Amiga, você tá ligada que eu sou gay, né?" Ela: "Ah não, já sabia. Ai, que legal, vamos ser amigas." Eu já tive amizade com uma amiga bem evangélica gay. E nunca falou que era gay pra ela? Ela sempre se esquivou.

Edu Oliveira:Eu sei como que é ter esse tipo de amizade. Ah, você quis falar? É uma pessoa que sempre fugia desse tópico. É uma pessoa que não te dá abertura. E quando você tenta criar a abertura, ela fecha. Rápido. Existe mesmo, sério? Ela foge. E eu sei exatamente como é ter essa amizade.

Voz B:É você que agora ocupou o podcast, é pra você esse recado.

Thiago Theodoro:"Foi desconfortável e fiquei muito aborrecida".

Voz B:Ela também se passou, né.

Thiago Theodoro:"Mas já foi, agora passou e eu não tenho sentimento ruim nenhum com relação a isso". "Tenho orado muito, sim, por todo esse contexto e pela sua vida". "Como você disse, eu não preciso ficar fazendo discursos ou tentando fazer com que se arrependa". "É uma decisão sua e o que me resta é orar e orar". Ai, como ele é santo, meu Deus! "Espero que isso não interfira sinceramente em nossa relação de amizade". Meu carinho, respeito, amor, você continua o mesmo. E eu não quero que você deixe de ir por raiva ou birra comigo. Mas que esteja ali por mim e para mim. Me perdoe, eu amo muito você. E aí tem gente que fala que não precisa do mês do orgulho.

Voz B:Ó, não esperava esse! Fez igual o Porquinho. Eu fico com a pureza. Amiga, a primeira coisa desse vídeo. Gente, não, tirando a parte da piada, agora falando sério, agora 2026, sai de cut, sai de cut, não dá 2026. Não, estamos falando de coisas importantes. Um, agora falando sério, precisa passar por isso e dividir com todo mundo, amigo? Eu sei que é um embate geracional, precisa, é um conteúdo, né?

Edu Oliveira:É um conteúdo, Thiago.

Voz B:Foi meio véia agora, calma. Não, eu tô admitindo que eu fui meio véia. Isso, não pode brigar com amiga e resolver. Não resolveu nada.

Edu Oliveira:Ele acha que a amiga não está aberta a mudanças, né? Mas acho que não ia ajudar nada comprar essa briga com a amiga. Aí vai xingar também. Não, não. Aí ele mudando de ideia, porque acho que não adianta bosta nenhuma ele lá responder e falar: "Ai, sua puta, eu não vou no seu casamento de merda. Tomara que seu marido morra e que seu casamento dê tudo errado". O que vai adiantar, gente? Não vai adiantar bosta nenhuma. Eu ia expor também, acho também.

Voz B:Você ia fazer o expose?

Edu Oliveira:Eu também ia expor, eu também ia gerar o conteúdo. E acho que esse constrangimento tem que ficar com a amiga. Ela tem que perceber o quão otária ela foi. E eu não sei se alguma resposta vai conseguir fazer ela entender o tão otária e o tão constrangedor ela levou essa situação. E o quão ridículo, quão agressivo ela transformou essa situação. Então, mais que exponha mesmo, mostre pra outras pessoas que o tanto de gente vai comentar e falar o quão ridículo foi a atitude dessa amiga, talvez minimamente ela entenda aí que ela é uma otária, que ela é uma trouxa, que ela perdeu um amigo que acho que nunca foi, porque ela nunca conseguiu observar esse amigo com carinho, nunca conseguiu observar esse amigo de fato como amigo, não a pessoa que, sei lá, como ela usou essa pessoa na vida.

Voz B:Como que era o esquema dessa amizade, né?

Edu Oliveira:Exato, eu acho que eu não acredito em relações reais aonde você não enxerga o amor da outra pessoa, sabe? Esse menino já tava namorando uma pessoa que ele foi apresentar, feliz apresentar pra essa pessoa, pra essa amiga, né? E a amiga falou que levou uma rasteira quando ele foi apresentar. Provavelmente ele foi apresentar porque ele se sentiu confiante, que ele se sentiu seguro pra apresentar pra essa amiga.

Voz B:Pô, amiga de vida, né, gente? Pô, gente, que palhaçada!

Edu Oliveira:"Você tá ridícula, escrota." Posso que é evangélica, né? Ah, ficou parecendo, né?

Voz B:A cristã a gente sabe que é porque ela falou do nome de Cristo. E eu acho que também outra coisa é se também viralizou. Mas eu acho que é importante pras pessoas do círculo de amizade também verem, né? O bapho todo, queimar o filme dela. Ai, ficou lindo de camiseta branca.

Edu Oliveira:Ai, não tinha visto a parte 2. Ah, vamos ver juntos, amiga.

Voz B:O que será que foi?

Edu Oliveira:Será que ele foi pro casamento? Eu não iria pro casamento. Eu iria responder.

Voz B:Amiga, eu ia estar chorando, eu não ia conseguir gravar o vídeo.

Edu Oliveira:Eu juro pra você, a resposta que eu ia dar ia ser muito pesada. Eu ia desejar todo mal pra esse casamento.

Voz B:Eu não ia conseguir, amiga, eu ia chorar só.

Edu Oliveira:É, não sei. Também, a gente sempre fala que a gente ia ser o bonzão na produção, né. E não consegue. Mas eu acho que eu ia amaldiçoar esse casamento. Eu ia falar: "Ah, meu amor, eu não vou pra esse casamento. Pode convidar qualquer outra pessoa, mas eu tô torcendo pra tudo dar errado. Eu tenho certeza, seu vestido não vai entrar no dia." Seus salgadinhos não vão chegar. O padre que vai fazer... O padre não, o pastor que vai fazer... O bolo vai cair no chão. Ele vai ter uma caganeira, ele não vai conseguir chegar a tempo. O bolo vai cair no chão. Fica atenta também que os refrigerantes eu vou cuspir antes de servir pra todo mundo.

Voz B:E... Tá bom, amiga, já é bastante.

Edu Oliveira:Não, calma. Não, não, não. A mãe também, eu vou deixar alguma coisa pra mãe também.

Voz B:A mãe... E a véia vai se borrar toda. Ah não, já teve uma caganeira também.

Edu Oliveira:Já teve uma caganeira também, eu preciso de outra coisa. A véia vai vomitar em cima de você no altar. Boa!

Voz B:Ah, amiga, achei leve. Bacana. Assine embaixo, tô com você. Precisar de ajuda, me fala. Vai, gatinho.

Thiago Theodoro:Dia que eu fui desconvidado de ser padrinho de casamento da minha amiga de infância, parte 2. Bom, vamos lá. Algumas pessoas estão me perguntando se nós ainda somos amigos. Não, nós não somos amigos desde aquele dia.

Voz B:Passada!

Thiago Theodoro:"Ai, Victor, você foi no casamento?" Não, inclusive arrumei um outro casamento pra eu ir no dia do casamento dela. Quê? Ai, que bosta! Ai, porque ela criou o texto no ChatGPT. Gente, na época, faz mais de 3 anos, a gente começou a usar o ChatGPT aqui no Brasil há mais ou menos 3 anos, e foi mais de 3 anos. Então ela não criou o texto no ChatGPT. E aí tem idiota falando que eu— que gritaria. Não, meu sonho é criar uma situação de homofobia.

Edu Oliveira:É verdade, tem coisa que eu fico irritado. Todo mundo acha que tudo é feito do ChatGPT agora. As pessoas ainda sabem escrever, por incrível que pareça, algumas. Não todas. Achei uma afirmação forte que você fez, que as pessoas sabem escrever, mas algumas, não todas.

Voz B:O importante é se comunicar, amigo.

Edu Oliveira:Não importa.

Voz B:Importante é quem vai ler, entendeu? No Brasil. Ai, que delícia! Volta no dedo dele.

Edu Oliveira:É sério? Tem resumo em dedo?

Voz B:Ai, demais, amiga! Ai, que delícia!

Thiago Theodoro:Eu tava trabalhando na hora, então eu não consegui entender muito bem o que tava acontecendo. E aí, quando foi de noite, eu fui ler de novo, e achei que ela sacou várias coisas nesse vídeo.

Voz B:O saco? Não, você vê que internet, você vai criando, você vai aprendendo, você vai bombando. Já melhorou o ângulo, não tá parecendo o fundo da cozinha com os pano de prato lá. Já catou essa, posicionou numa luz melhor, né? Já tem uma planta ali, uma ficus atrás, que é do gay, entendeu? Já trouxe um branco que traz a barba preta na camiseta, né? Mostrou, abriu ali o corpo para trazer mais, né, informações para as gays verem. Você vê, você tá aí na sua casa. "Ai, será que eu posto?" Posta. Aí posta um ruim. Aí o outro ainda é ruim, mas melhor. E vai indo, gente.

Thiago Theodoro:Vem tendo uma crise de ansiedade tão grande que eu fui parar no hospital.

Voz B:Ai, lá vem doença. Sempre assim. Sempre assim, tá?

Thiago Theodoro:E aí ele enviou pra mim ter minha irmã, que é uma querida. E vida louca. E assim, ninguém mexe muito com a minha irmã, não.

Edu Oliveira:Ai, adorava quando ele usava "vida louca".

Thiago Theodoro:Aqui, ó. Depois disso, tipo... Isso foi no dia 19 de abril. No dia 19 de maio, que é o meu aniversário, ela foi me mandar mensagem de feliz aniversário. Essa é a dele também.

Voz B:É, o dele é maio, o meu é abril. Anyway, assim, eu sou a pessoa que eu não durmo. Como bom isso aí, gente, é para vocês já terem a experiência do Avenida Brasil 2. O Avenida Brasil 1 era bom, o 2 não vai ter nada, gente. É isso, amigo. Não, que o povo tá aí: como será que vai ser? Vocês estão vendo como é o 2, gente? Tem nada.

Edu Oliveira:Não vai ter nada mesmo, dois, gente?

Voz B:Eu vou ter que assistir. A parte 2 não tem nada, amiga. Olha lá. Assim como nesse vídeo. Mas vamos lá.

Edu Oliveira:Bora pra próxima, então.

Voz B:Vamos apoiar agora. Faltam 40 segundos, vamos terminar.

Thiago Theodoro:Quem dorme chorando geralmente é o outro. Ai, eu sou.

Voz B:Sempre eu que durmo chorando, gente.

Thiago Theodoro:Entender muito bem o que tava acontecendo. Eu falei: "Nossa, como assim? Minha melhor amiga de infância, de mais de 10 anos de amizade, tá fazendo isso, né?" E aí eu simplesmente fui ignorando a situação, até que uma outra amiga nossa que não mora no Brasil, mora no Cairo, foi me falar sobre a situação. Ela veio para o Brasil e tal, e eu entendi que ela tinha ficado do lado da outra amiga.

Edu Oliveira:Claro, ela tá lá no Egito.

Voz B:Ai, fez a egípcia!

Thiago Theodoro:Consegue fazer com que pessoas— Agora vem a mensagem, ó, né? Enfim, foi isso. Eu não sou mais amigo dela e não tenho o menor contato. E tem comigo, com o marido dela é gay. Beijo!

Voz B:Ainda meteu essa no final, combatendo crime com crimes, né, amiga? Importante é isso. Eu vou até comentar porque rolou, mandaram para a gente aí, teve uma polêmica da Juliette desconvidando o namorado de amiga para ser madrinha, né? Ah, eu não vi isso. Em um bapho aí que Juliette vai casar, etc. e tal. E ela contou lá no Saia Justa, sabe do Saia Justa?

Edu Oliveira:Sei, sei, sei.

Voz B:Alguém tem que saber, né, amiga? Porque ninguém vê mais isso daí. Não, não tá ruim não, né, nessa formação. Qual que é a formação agora?

Edu Oliveira:Essa que tá no ar.

Voz B:Ô, gente, é só porque a gente tava falando de casamento, né? A Juliette falou aí, causou polêmica nas redes sociais, amiga. Lançou mais uma música? Não.

Edu Oliveira:Ela disse que... Olha como ela tá jogando. Olha como ela... Essa era boa, né? Essa é de carnaval. Carnaval não, de festa junina, né?

Voz B:Era um Brasil mais simples, né, gente?

Edu Oliveira:Tempos bons, né? Nossa, saudade!

Voz B:Ela teve que esclarecer aí uma polêmica, amiga, sobre casamento, tá? Ela disse que impôs uma condição às amigas para serem madrinhas no seu casamento, tá? Tem que ouvir as músicas dela.

Edu Oliveira:Pois tem que não desejar o marido.

Voz B:Aí, impossível, já não vou poder ser madrinha. A gente, aquele boy é uma delícia, né? Ó, a ex-BBB foi categórica ao dizer que não aprova o relacionamento de algumas amigas. É tipo essa amiga aí da Gay, ó. E que por isso não quer os maridos delas na cerimônia. Então ela vai convidar amigas, ó. Ela disse assim: tenho amigas cujos relacionamentos eu não aprovo.

Edu Oliveira:Gente, é estranho isso, né, gente? Não acho estranho, acho completamente normal.

Voz B:Todo mundo, você é falsa. Porque com certeza você tem um amigo, uma amiga que tem um namorado insuportável e você entubou porque é teu amigo.

Edu Oliveira:Não, que eu entubei não.

Voz B:Você não entubou? Você não tentou sair junto? Não. E no churrasco?

Edu Oliveira:Não, você não fala com a pessoa? Comente e tal, mas eu não faço a linha de tipo querer induzir, querer fazer o super íntimo. Não faço, gente. A pessoa é chata. "É chata, ela lá e eu aqui." Amiga, aceitar é diferente de abraçar, tá?

Voz B:Mas aí você não gosta do namorado de uma amiga sua, um exemplo, não é verdade? Tá, não é, tá? Então é verdade.

Edu Oliveira:E aí, e aí, eu converso com a minha amiga, eu não sou amiga dele. Então tá bom, amiga, vai lá, Juliette. Gente, não, mas agora é crime eu não gostar do namorado chato, insuportável.

Voz B:Eu acho que assim, às vezes a gente não vai ser amigo do namorado da nossa amiga, a gente só tem que aguentar porque é o namorado dela.

Edu Oliveira:Mas que que é aguentar, amiga?

Voz B:Tem que ir nos lugares, tem que conversar, falar uma coisa ou outra.

Edu Oliveira:Aí o São Paulo, prefiro marcar uma coisa sem o namorado. Se tiver que ir numa obrigação de algum evento, mas quando você casar, essa sua amiga, se o número tiver mais enxuto de pessoas E eu tiver outras prioridades, ele não vai.

Voz B:Você cortaria o marido de uma amiga?

Edu Oliveira:Opa! Sem medo. Não? Meu Deus do céu.

Voz B:Não? Olha, eu balanço a minha cabeça até hoje. Gente, é muita falta de educação isso.

Edu Oliveira:Se eu tenho 150 pessoas pra chamar e eu tenho várias outras prioridades e o namorado da minha amiga, que é um insuportável, que eu nem sei se vai durar esse relacionamento. Marido! Ela falou marido. Que seja marido.

Voz B:E foda-se, ó, ela disse, ó, você aqui, ó, eu digo, seu esposo não pode ir, sou a amiga que julga. Bateu no peito, sou amiga que julga. Julgo mesmo, não tem problema de perder amizade ou causar uma situação chata, nenhum medo. Eu acho uma grosseria, gente, sinceramente.

Edu Oliveira:Você é muito grosseiro, então tô sendo grossa mesmo, e que aceitem essa grossura.

Voz B:Acho uma grosseria, gente, isso não se faz com a sua amiga. Você fica tranquilo, não vai levar a sua amizade.

Edu Oliveira:Não, amigo, eu tô preocupado. É você, tá? É isso que tá tentando se resguardar, né?

Voz B:Eu tô na posição do marido chato que vai ser convidado. Esse é o problema. Agora você me pegou no meu argumento. Agora você entendeu o meu medo. Agora você entendeu o meu medo, Eduardo. Eu tô defendendo eu, é uma briga sua, chato. Eu, meu amigo do Paraná, Entendeu? Eu tenho medo disso, de eu não ser convidado.

Edu Oliveira:Tá, mas assim, se então o Bruno foi convidado para um casamento. E aí está no convite: Bruno... Sei lá o sobrenome dele. Bruno Fernandes Henrique da Souza Leite. O Bruno Fernandes da Souza Henrique Leite, convidado. Apenas ele, apenas o nome dele. Só veio... Aí vem... Sabe aqueles convites que vem com um coisinha... Com um quadradinho pequenininho, que é pra você apresentar na entrada? "Veio só com uma entradinha do Playland aí." Aí, só tem uma. Então, só o Bruno foi convidado. O Bruno está autorizado a ir nesse casamento?

Voz B:Amiga, eu vou agir normalmente, não vou ficar irritado. Você não vai surtar, você não vai falar nada. Você não vai arranjar briga com essa pessoa.

Edu Oliveira:Você não vai ficar nem estressado com essa pessoa.

Voz B:Vou ficar super feliz. Vou falar: "Amor, que legal. Pode ir. Estou muito feliz por você." Vou falar assim, calmamente: não vou. Deixa de ser falsa, garota! Não vai também. Se eu não vou, você não vai. Que que ela quer te chamando e não quer me chamando?

Edu Oliveira:Ah não, aí tem, gente. Mas se assim, agora se o caso é você foi convidado apenas e o Bruno não, você é do tipo de pessoa que vai até a amiga e fala: amiga, você vai lá e questiona? Amigo, convite era só para mim mesmo?

Voz B:'Você faz isso?' 'Amiga, por que que eu não posso levar meu marido?' Então, se o Bruno recebesse, você falaria para ele: 'Amor, vai lá então perguntar.' 'Não, porque eu sou orgulhosa, não vou me rastejar para ir nesse casamento, não vou rastejar. Eu quero que seja uma merda, um lixo.' O problema é o Bruno que vai aguentar esse seu amigo.

Edu Oliveira:Até lá ele não desiste de ir, né?

Voz B:'Vai, quer ir, vai. Por mim, tudo bem.' 'Por mim tá ótimo.' Bico desse tamanho, um bico desse tamanho. Não, eu tô de boa, eu lavo minhas mãos. Por mim, meu filho, também a vida é tua, faz o que você quiser. Tudo mentira. Cada um é cada um. O que eu gosto no casal é independência. Não nasceu grudado, né, amigo? Gostava muito dessa amiga. Pra mim é de boa. Tem até um do Compromisso do Dia dela, já marco na hora, já volto teatro.

Edu Oliveira:Gente, será que eu já entro na da Isis Valverde? Voltou isso? Voltou, mulher, porque na quarta-feira demos esse caso já da Isis Valverde, que aconteceu com a cozinheira que trabalhava com ela durante alguns bons anos, tá? Essa cozinheira pediu uma indenização porque ela teve Tava tendo desvio de cargo, horas extras não paga, tava tendo horário de almoço digno, sem horário de almoço digno. Ela tava tendo 20 minutos de almoço. É bom, 20 minutos nem para esquentar a marmita tá dando direito, né, gente, com a fila da marmita. E enfim, enfim. E aí vários outros pontos aqui da convivência também ali. E aí, a ex-cozinheira pediu quase 400 mil Quase 400 mil de indenização, só que só foi oferecido para ela 30 mil.

Voz B:Fechou 30, amiga. Ficou uma briga porque não quis pagar, milionária. Queria pagar em 6 vezes, né, ainda. Aí perdeu, vai ter que pagar 30 e parcelou para pagar.

Edu Oliveira:Parcelou em 6 vezes, né? Porque aí isso é uma pessoa, gente, que é muito simples, é uma pessoa humilde, é uma pessoa sem dinheiro, tá sem dinheiro. "Ah, Bruno, tá aqui, ó, na corda no pescoço." Com a corda bamba. Olha a corda no pescoço dela. Olha a corda aqui no pescoço, gente. Ela é uma pessoa que provavelmente aí... Se abre o Nubank, gente, tá negativo dela, tá? Então é uma pessoa que tem medo, provavelmente, de abrir o Nubank, né? E aí, claro que por isso também, no Natal, ela tava fazendo uma viagem bem econômica, bem simplesinha ali. Ela foi pra Foz de Lindóia?

Voz B:Não. Peruíbe? Não. Ah, eu sou de Peruíbe. É ótimo lá, gente. Foi para Osasco? Não, foi para São Paulo mesmo, no Parque Ibirapuera. Não, para onde ela foi?

Edu Oliveira:Gente, ela foi para Espírito Santo, mas ela foi com jatinho avaliado. Ah, ela comprou o jatinho com o marido, mais de 20 milhões de reais. Mais de 20 milhões de reais, gente. Fala mesmo, comprou jatinho com mais de 20 milhões de reais, parcelou 30 mil.

Voz B:Que isso, gente, tá anos aí esperando essa indenização, tá?

Edu Oliveira:E aí Thaís Valverde, gente, rebateu as acusações da ex-cozinheira, tá?

Voz B:Mentira que ela foi rebater a cozinheira ainda, gente!

Edu Oliveira:E advogado afirma que a atriz nunca obrigou a trabalhar 12 horas por dia. Ah, todo mundo trabalha 12 horas por dia por livre e espontânea vontade, gente.

Voz B:Ela escolheu, amiga, trabalhar 12 horas por dia. Falou: "Ah, eu quero, você merece." Eu gosto de vestir a camisa, né? Eu gosto de mostrar trabalho. Vou ficar aqui 12 horas. Eu não tenho mais o que fazer em casa. "Família minha não tenho, a sua família é que importa".

Edu Oliveira:A prioridade é a sua, depois a minha.

Voz B:Sua vontade em primeiro lugar.

Edu Oliveira:Cada uma, viu? Ó, vamos lá, gente. Após a divulgação aí do caso, aqui, que saiu em vários e vários portais, eu peguei aqui na Ken, inclusive, da Globo. A defesa da artista Isis Valverde, representada pelo advogado Ricardo Bragettermann, ou seja... Contestou as acusações feitas pela ex-funcionária, tá? Ai, meu Deus. Ó, a ex-cozinheira ingressou com uma ação trabalhista, como todo mundo já sabe, né? O processo terminou aí após um acordo homologado pela Justiça de Trabalho.

Voz B:R$30 mil não é nada para a Isvalverde, gente, diante do patrimônio dela.

Edu Oliveira:Nada, nada, nada, nada, nada. Enfim, entrevista a quem? Revista Quem, na tarde da quarta-feira. Então a gente já tinha gravado o episódio, né? O advogado afirmou que a rotina da atriz contradiz com a versão apresentada pela ex-funcionária. Olha só: a Isis fica fora de casa muito tempo, morou fora do Brasil, tem família fora do Rio, vive viajando a trabalho, o filho dela fica indo e voltando para casa do pai. Ou seja, cai por terra a alegação de que ela obrigava a cozinheira a trabalhar 12 horas por dia. Isso não existe, é uma mentira. A Isis nunca obrigou a trabalhar 12 horas por dia. Realmente, todo mundo trabalha por livre e espontânea vontade 12 horas.

Voz B:Amiga, você viu que a mãe da Isis também saiu pra falar, né? Aí, calma, calma.

Edu Oliveira:Aí ele ainda segue falando: "A Isis deu uma casa de presente pra ela, pagou um curso de culinária." Olha!

Voz B:Contou o advogado. E a hora do almoço, tinha?

Edu Oliveira:Ah, 20 minutos, né, amiga? Já pagou o curso, né? Enfim. Em nota divulgada anteriormente, o advogado já havia criticado advogado que classificou como uma cobertura parcial do caso, argumentando que só a versão da ex-funcionária vinha sendo divulgada pela veiculação de comunicação. Que bom, né? Porque se aí começar a falar também, só vai ser melhor divulgar. O advogado também apontou que a atriz tem sido alvo de ataques nas redes sociais. Bom, todo mundo tem opinião, né, gente? A opinião pública é uma opinião, tá? E informou que adotará as medidas Tô. E informou que adotará as medidas judiciais cabíveis contra quem praticar ofensas e difamação em relação a ela.

Voz B:Ah, pois então que não venha.

Edu Oliveira:Vai ter que trabalhar bastante, tem muita gente opinando, tem muita gente achando aí sobre, porque temos que debater sim esse assunto, gente. Acho que a exploração de funcionários aqui no Brasil, principalmente no momento que estamos debatendo a escala 6 por 1, é urgente e necessária.

Voz B:Então isso é assunto, sim. A gente vai falar sobre isso. Ô, Eduardo, quem quis falar também foi a mãe da Isis Valverde. Ah, é? A senhora Valverde.

Edu Oliveira:Será que ela vai acrescentar com um bom posicionamento? Porque o advogado falou que só tava sendo noticiado o lado da ex-funcionária, né. Vamos ter um pouco do lado da Isis?

Voz B:Amiga, eu acho que ela vai defender a ex-funcionária, mãe da Isis, ó. A dona Rosalba Nable saiu em defesa de sua filha. E também na quarta-feira fez um desabafo nas redes sociais, gente. O Ariel botou para gente aí na tela, olha só. Isis, o desabafo: Isis é o reflexo de sua carreira madura, autêntica e cheia de propósito. Quando a gente conhece a verdade dos bastidores, o caráter e o suor por trás de cada detalhe, nenhum ruído externo tem poder. Parece que ela tá falando da ex-funcionária, né? O sucesso incomoda quem não tem audácia de construir o próprio caminho. O seu talento e sua integridade são a sua maior fortaleza. Voa alto! Quem tá questionando talento?

Edu Oliveira:E quem falou nada disso? Ninguém falou nada disso. Quem falou do sucesso da Isvalverde? Ninguém falou isso, gente. Aqui não é a questão trabalhada.

Voz B:E ela nem é uma atriz tão boa, tem alguns papéis que são bons.

Edu Oliveira:Não ganhou o Framboesa de Ouro agora? Ganhou lá fora, não foi ela que ganhou?

Voz B:Aí, amiga, eu amo a sua mente, porque você não perde os detalhes. Detalhe é muito bom. Em outra publicação, a Dona Rosalba declarou que em algumas situações não se deve ter medo de sair com a pessoa errada. Às vezes, uma justa causa, vergonha, né, em uma carteira de trabalho protege o empregador. Importante, amiga, porque todo mundo fala do direito do trabalhador, do empregador ninguém Ele fala: não deixe passar, você pode se transformar na errada da história. E aí, amo, né, gente, que arremata sempre com Deus, né, amiga? Deus sabe de tudo, então é melhor ele descer aqui e depor lá no tribunal, porque sua filha perdeu.

Edu Oliveira:É porque ele tá sabendo que a gente não sabe, né?

Voz B:Tá pior que o julgamento do Quem Ama Cuida isso aqui, gente. Se Deus não apareceu para dar depoimento nenhum, a menina perdeu. 'Se eu soubesse que iria sair como errada da história, teria feito pior. Sinto que não brilhei.' Ficou brava, viu?

Edu Oliveira:E lembrando, tá, que na época da pandemia a Isis Valverde tinha feito um vídeo no isolamento social que as funcionárias apareciam cozinhando, tá? Isso gerou bastante debate na época, o que fez até a própria Isis Valverde se pronunciar. Olha o que ela falou na época: a funcionária que apareceu no vídeo trabalha mora comigo há 10 anos. A gente é praticamente da família. Claudia não tem pais vivos, não é casada e não tem filhos.

Voz B:Por que será que ela não tem uma vida própria? Será porque ela não passou a vida inteira sendo empregada dos outros? Não pode cuidar da vida dela?

Edu Oliveira:No meio dessa loucura toda, precisei dispensar todo mundo que trabalha aqui em casa. E Claudia decidiu ficar com a gente nessa quarentena para me ajudar com Rael e aqui na casa, porque é grande. Ainda tá falando, né?

Voz B:Claudia não tem dinheiro, Claudia não tem casa, Claudia não tem família, Claudia não tá na cidade dela, mas ela mesmo assim escolheu por livre e espontânea vontade ficar morando no trabalho, que era o único lugar onde ela poderia ficar morando numa pandemia, porque ela ia arrumar outro emprego, ela ia voltar para cidade dela, como com quem? Dinheiro. Que a gente lembra que a Isol Verde pagava um pau e meio para essa menina no começo. Do contrato.

Edu Oliveira:Ela ia pagar o quê? Ela ia virar como na pandemia, entendeu?

Voz B:Essa gente vive num planeta que não existe, Eduardo.

Edu Oliveira:Ó, todo mundo se ajuda, cozinha, arruma. Cláudia decidiu, por livre e espontânea vontade, não ir para casa e ficar comigo. Ela viu que eu ficaria muito desamparada.

Voz B:Ah, pensando nela, inclusive. Não pensou nela primeiro.

Edu Oliveira:Não tenho família aqui no Rio, sou só eu, meu marido e meu filho. E ela ficou para me ajudar. E aí sabe o que ela termina falando? Existem pessoas boas no mundo. É, você não é uma delas.

Voz B:Gente, olha, agora assunto sério, sabe? Eu sei, já vai estar, pô, ai, Cidade Alerta, não sei o quê lá. Mas eu fui impactado por essa notícia essa semana, que é o QTOX.

Edu Oliveira:Que isso? Já fez?

Voz B:Acho que você é uma candidata a fazer, amiga.

Edu Oliveira:Eu gosto de cu, gente. Vamos lá, vai.

Voz B:Ah, mas não é se você gostou, não. Amiga, cu é mó bom, gente. Quem não gosta de cu, gente?

Edu Oliveira:Tinha preconceito, sabia, com chupar o cu? Você tinha? Nossa, depois que você chupa um cu com vontade, com gosto, muda a vida, sabia?

Voz B:Muda a vida. Agora ela vai botar coragem aí.

Edu Oliveira:Constrói caráter chupar o cu, gente.

Voz B:Tem uma coisa que eu não gosto. Ai, não vou abrir, não. É demais. Deixa pra lá. O que é o cutóx, gente? Ai, que eu não vou abrir.

Edu Oliveira:Ficou até engraçado, né, amiga? Deixa fechado mesmo, né? Deixa fechadinho.

Voz B:Gente, o Cuttox aí viralizou na web essa semana, gente, que é o quê? É um processo de harmonização íntima, amiga. Então você vê, ó, o seu cu é assim, ó, hoje em dia, murcho, flácido. Vai ficar assim, lisinho, brilhando. Como assim? É o Cuttox, estica o cu, amiga. É um botox do cu? É um botox do cu.

Edu Oliveira:Mas será que é igual botox de cara? Esses meus amigos que eles são tudo viciados, eles fazem uma vez, aí tem que fazer aplicação uma vez por ano, sabe? Uma vez por ano? Ah, sei lá, a gente nunca fez, então eu também não. Mas tem gente que faz uma vez por ano, tem gente que faz uma vez a cada 6 meses, sei lá.

Voz B:No cu, dependendo do como, né, amiga?

Edu Oliveira:Aí será que é babado? Não tem um antes e depois não de foto?

Voz B:Tá aí o antes e depois, amiga. Ai, gente, agora você quer que eu bote uma foto de um cu botocado aqui também?

Edu Oliveira:Vamos parar Mostra aqui pra mim, irmão.

Voz B:Tem famílias vendo? Não tem aqui, ó. Não tem aqui. A internet não curtiu, amiga, porque disse que nem o cu escapou da harmonização. Que até o cu elas estão harmonizando agora.

Edu Oliveira:Ai, eu queria ver o resultado, o antes e depois real. Só pra saber se...

Voz B:Você que tem um cu harmonizado, manda um ADM pro Eduardo.

Edu Oliveira:Manda foto aí pra gente. Ai, ó, tem uma pessoa que mandou uma DM pra gente aqui do Cutalks. Mandei pra Ariel agora no WhatsApp. Ariel, manda.

Voz B:Mas ela mandou o cu dela?

Edu Oliveira:Abre aí pra gente.

Voz B:Ai, não abre não, gente.

Edu Oliveira:Abre, pode abrir. Ai, fecha.

Voz B:Ai, claro, né, que a nossa Marginal Pinheiros vai recapiar o rabo também, óbvio. Por que não, né, gente? Eu tava começando, né? Vai sem filtro mesmo, né, gente?

Edu Oliveira:Vai no natural. Tanta cirurgia, é o natural. Contar a luz do dia.

Voz C:Ah, como médico, né? E eu tô querendo fazer uma nova cirurgia. Aí ele falou que tá fazendo um novo procedimento que é o cutóx, que é no toba. Como é que funciona esse cutóx? É tipo harmonização que deixa lisinho o seu toba, sem aquelas listrinhas, entendeu? Ele fica todo liso. Se eu não me engano, acho que faz com botox, se eu não me engano, tá, gente? Mas eu vou fazer esse cutóx e depois eu explico a vocês como é que fica, se dói, se não dói para fazer, mas mas eu já tô aqui agendando com ele poder fazer esse cutóx, muito top, tá? Fica perfeito, fica bonitinho lá o toba.

Voz B:Gente, não existe culizo, cada uma, né, gente? Ai, pelo amor de Deus, o cu tem pregas, não é? É, gente, já teve, já teve gente, já teve mais três, já teve mais. Ô Eduardo, você tá acompanhando a volta de Xamã e Sophie Charlotte? Não, quem aguenta, né, gente? Pois é, Ariel vai botar a foto aí. Ninguém aguenta mais, gente, a nossa Gerlúcia e o nosso Bagdá. Gente, juro, de que novela mesmo? Três Graças. Ah, de agora então. Ô gente, honestamente, esses caras estão— João, a foto deles lá na Alemanha, ó. Vocês sabem que eles terminaram durante a novela? Ai, amiga, eles terminaram tantas vezes já. Sério, bom, todo mundo tem esse casal de amigos, né, gente? Que terminou 20 vezes. Eu, quando vi a notícia, eu revirei, meu olho foi para trás do meu crânio, gente, que eu não aguento mais. Mas eu me sinto aqui na obrigação de dizer que voltaram mesmo, tá? Sophie Charlotte e Shaman, que estão num relacionamento.

Edu Oliveira:Ai, gente, eu amei isso. E ela lindíssima. Nossa, eu sonho de qualquer bissexual, gente.

Voz B:Gente, e dois excelentes atores, tá? Tanto ela quanto ele. Eles já tinham sido fotografados, gente, de mãos dadas num shopping no Rio de Janeiro, no shopping lá na Zona Sul. E aí todo mundo ficou: ah, voltou, não voltou? Porque desde julho de 2024 eles foram e voltaram umas 4 vezes já. Qual que é o problema, amiga? Qual que é a teoria? Por que que fica terminando e voltando?

Edu Oliveira:Será que eles brigam muito?

Voz B:Odeio casal assim, gente. Será que eles são ciumentos? Que às vezes tem uns casais que são juntos, né? Qual que é a treta, gente? Queria entender porque que vai e volta tanto. Não sei responder, gente.

Edu Oliveira:Eu não gosto, eu nunca tive uma relação assim de ficar indo e voltando.

Voz B:Não, eu já terminei e voltei, mas foi uma vez.

Edu Oliveira:Uma vez, uma vez. Passou disso, para mim já é palhaçada. Para mim acho que é dependência emocional, já começa a criar um problema sério. É, não acho que é bobeira já. Acho que é duas pessoas estão totalmente—

Voz B:Ai, pesou, né?

Edu Oliveira:Eu que faço um abraço, não consegui trazer Obrigada, porque realmente são duas pessoas desestruturadas, com dependência emocional uma da outra, e que não sabe viver a vida sozinha.

Voz B:Faz esse corte, gente. Olha ele falando do Xamã e da Sophie Charlotte, é isso. É isso que ele acha desse casal. Brincadeira, não é? Eles terminaram antes do Carnaval, sabemos por quê, né, gente? É o certo, né? Terminar no Carnaval e voltar depois, tá? E aí agora eles foram... A Sophie Charlotte viajou pro Japão, né? E ela nasceu na Alemanha, ela veio morar no Brasil. Isso só com 8 anos. E agora foram vistos flagrados lá na Alemanha juntos, foram no casamento de uma amiga. E aí uma fã pediu uma foto com eles, né? E aí foi que a gente ficou sabendo que eles estavam juntos novamente. Tá aí. Eu quero que dê certo, gente, mas sinceramente, Eduardo plantou uma semente na minha cabeça, que se foi e voltou tanto, será que é para ficar, né?

Edu Oliveira:Eu acho que não. Talvez seja nessa de vai e volta. Para mim tá faltando Nossa, categórica, né, gente?

Voz B:Eu acho.

Edu Oliveira:Não viu um que foi indo e voltando que deu certo mesmo? Amiga, Ana Castella, Gustavo—

Voz B:Ah, terminou. Virgínia e— Ah, terminou. Você e o— Ah, terminou também.

Edu Oliveira:Bom, desculpa voltar, mas eu juro que eu vou fechar, mas é porque eu não podia deixar de dar. Sabe quem é ele?

Voz B:Quem que é? Não lembro, amiga.

Edu Oliveira:É o da Anitta cortando o cabelo da bichinha loira.

Voz B:Ai, a bichinha vai, eu vejo, eu sei. Obedecer. É uma ridícula.

Edu Oliveira:Igor Saringer sai em defesa de Isis Valverde. Gente, não é possível. Igor Saringer falou assim, ó: muito estranha essa história do caso da Isis Valverde. Quem aceita ficar no emprego ganhando X reais e isso ir aumentando com o tempo? Lembrando que aumentou de 1.500 para 1.800, 1.900, para 3.000 no máximo.

Voz B:Não, acho que foi 2.400 no final. Ah, é? Mas ela Ela ficou 8 anos trabalhando lá.

Edu Oliveira:Acho que fechou em 3 mil, talvez até. Não, foi acho que 2.500.

Voz B:2.500, mas foram 8 anos quase trabalhando. A gente fez a conta.

Edu Oliveira:Verdade. E isso aumentando com o tempo. Se não tá gostando, não era só sair e procurar outro, já que doméstica tem demanda? Óbvio. Fora a que, enquanto trabalhava lá, ganhou uma casa pela Isis. Que é isso, gente? Ah, cala a boca também! Ai, é defesa da Isabel, bichata. Ela foi obedecer mesmo, né, gente? A gente já ainda tá Gostou pouco desse cabelo, viu? Tá bom, só não podia deixar de dar essa opinião aí, né? Já que o advogado tá falando que a gente não mostra os dois lados e as defesas, daí sai, ó, uma defesa e o que ela tem de gente a favor dela, né?

Voz B:Advogado bom que ela arrumou, né? Igor Saringer.

Edu Oliveira:Saringer. Até ia falar alguma coisa, mas essa bicha já me bloqueou em todas as redes sociais, né? Também, né? E agora eu adoro quando alguém me bloqueia, depois eu vejo que, ó, o motivo Ainda bem que tá bloqueado, tá vendo, amiga?

Voz B:Você tava sempre certa, às vezes errada. Ô gente, muita gente tá falando que o Neymar não tá fazendo nada na Copa, né? Ah, amiga, tá fazendo tanta coisa.

Edu Oliveira:Ele não vai jogar contra o Haiti hoje? Não vai. Ah não, impossível.

Voz B:Mas gente, é porque ele está aí mirando em novas carreiras, amiga. Ele tá mirando em novas carreiras. Olha a foto aí do nosso time.

Edu Oliveira:De jogadora, realmente Olha que lindo, gente.

Voz B:O Brasil ama este homem, gente. Príncipe, né? Príncipe brasileiro, né? O camisa 10 que a gente merece, gente. Neymar, que está atualmente nos Estados Unidos lá para esquentar banco, né, gente? Sabe aquela pessoa que fica sentada lá no banco? Essa daí, ó, o Neymar, tá? Vai estrelar agora em 16 séries de formato curto, gente, horizontal. Vai fazer novelinha horizontal, né, amiga?

Edu Oliveira:Olha a concorrência para Larissa Manoela, gente.

Voz B:É, olha lá, segura onda aí, Gustavo Mioto, o muso da Globopop. Ô, gente, mas não pensem que ele vai trabalhar não, tá?

Edu Oliveira:Amiga, eu não pensei isso não. Eu não passei nenhum momento na minha cabeça que ele iria trabalhar.

Voz B:Ele vai fazer aí o que estão chamando de microdrama, né, amiga? Que que é isso? Que é essa novela pequena, né? Ou que o povo chama de novelinhas. São novelas ruins, mas que engajam na internet, né, gente? Essas novelas que são feitas inclusive na Globo, você só consegue ver pelo celular, não vê pela TV, não roda na TV, no computador não tem. Tem, eu só, toda vez eu clico no celular, inventei o cenário agora, e no tablet, e no micro-ondas, e no fogão elétrico, e naquela geladeira que tem televisão, não sei, e no meu cu também, sei lá. E aí eu falei, beleza, vai trabalhar, amiga, vai gravar, vai fazer novela. Mas ele não vai trabalhar não, amiga, porque esses microdramas serão feitos com inteligência artificial. Então só vão pegar a imagem dele. Ai, que boa notícia, né? Legal, né? É bom que ele tem mais tempo para cuidar dos 5 filhos, você não acha?

Edu Oliveira:Nossa, gente, concorrência para aquela novela da Dol já, né?

Voz B:Já a novela da Dol. Aliás, a Blogueirinha passou aí na minha timeline nervosa.

Edu Oliveira:Ela não gosta desse conteúdo diário, amiga.

Voz B:Eu não gosto não, até porque Eles estão usando a imagem dela.

Edu Oliveira:É, acho que eu também não gostaria não.

Voz B:É, eu não gostaria não, gente. Ai, é uma realidade, temos que ver como que vamos lidar. Temos, concordo que é difícil de controlar. Eu não gostaria de ver. Aí ela pediu autorização dela? Acho que não, né? Pelo que eu vi ela falando no vídeo, não pareceu que ela tinha autorização. Eu tô fechado com a Blogueirinha nessa também, gente.

Edu Oliveira:Eu não gosto, velho, mesmo. Aí eu sou, todo mundo sabe, né?

Voz B:Eu não achei Aí também não achei, amiga. E o povo marcou a gente para a gente trazer, né? Eu não achei bom não, mas legal quem tá fazendo, parabéns.

Edu Oliveira:Também não achei graça nos outros que eu vi também, os da fruta também não é, cara, né? Eu fiz assim, ó, igual quando dá dó também, fiz assim, deu uma risada.

Voz B:Mas essa do Neymar você vai gostar, ó, já tem a primeira. Quer saber, ó? O primeiro microdrama chama O Caminho de Volta à Glória. Será que vem aí, gente? É, nesse primeiro microdrama, Neymar surgirá lutando contra a decadência do futebol. Ah, ele já tá fazendo isso então, né? Já, né? Em busca de uma oportunidade de enfim alcançar a glória no maior palco do mundo, a Copa. Não era mais fácil jogar de verdade? Mas foi o que eu pensei, amiga. Agora vou fazer o show, né, da novelinha. Live action da novelinha, botar a chuteira, não era mais fácil ter treinado seriamente, estar preparado para jogar a Copa? Eu acho que seria melhor.

Edu Oliveira:Depois o desenho não vai— o desenho não vai ser— não, não vai ser condizente com a realidade, né?

Voz B:Não, no desenho é um mundo de ilusão, pode tudo, amiga. Então até ganhar a Copa, até ganhar a Copa, até jogar, né? Até jogar na Copa, pode. Então tá aí para vocês que são fãs do Neymar, Ah, ele vai jogar nas novelinhas, gente. Então aí, vejam no celular de vocês o divo.

Edu Oliveira:Cada uma, viu? Tá bom, vamos lá, chegando nos finais. Será que eu vou para Erika Hilton ou para Virginia? Ai, Virginia, ninguém aguenta mais.

Voz B:Que que nossa diva fez, amiga?

Edu Oliveira:Erika Hilton aí mandou recado lá para o SBT, tá?

Voz B:Ainda não acabou essa briga, Eduardo?

Edu Oliveira:Agora Agora sim, agora sim. E vitória para Erika Hilton, né. Pois é só esse mundo onde a Erika Hilton vence e que a gente assiste a vitória dela, tá? Felizmente. Abre aí pra gente. Ariel: "Justiça, Amanda SBT, exibir direito de resposta de Erika Hilton no programa do Ratinho", tá?

Voz B:Tá rolando há um tempo essa história, Eduardo falou disso aqui no programa já, gente.

Edu Oliveira:Verdade, gente. Segundo informações aí da jornalista Mônica Bergamo A emissora aí, o SBT, gente, foi obrigado a exibir o direito de resposta da Erika Hilton, que é do pessoal, né, após declarações feitas aí pelo Arratinho no seu programa de merda que ainda tá no ar.

Voz B:Lixo de programa, porcaria, nojeira, podridão.

Edu Oliveira:O conteúdo já foi gravado, inclusive já deve ter entrado aí no ar. Eu não vou assistir o programa, né, gente, para saber se entrou ou não entrou, tá. Tá, mas o caso teve origem em comentários feitos por Ratinho em março desse ano, tá. Na ocasião, ele questionou a Érica por comandar a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados e afirmou: "Para ser mulher tem que ter útero, menstruar, tem que ficar chata 3, 4 dias. Eu sou contra." Enfim, as declarações dele repercutiram em todas as redes sociais e motivaram a ação judicial. E a gente tem até o vídeo da Erika Hilton. Vamos rodar o vídeo dela. Ai, que tudo!

Voz B:Queria muito ver, amiga. Arrasou!

Voz D:Boa noite a você que está assistindo ao programa do Ratinho aqui no SBT. Esse é um direito de resposta que consegui na justiça após o apresentador Ratinho ter me desrespeitado e me ofendido ao vivo na televisão por eu exercer o meu trabalho. Sou Erika Hilton, uma mulher transexual, e assim como vocês, eu amo a televisão. Vivi a minha infância com a TV da minha avó ligada em casa, não é? SBT. A voz da Hebe Camargo, do Silvio Santos, as novelas da tarde sempre estiveram presentes em nossa sala. Mas no dia 11 de março, depois de eu ser eleita presidenta da Comissão de Defesa do Direito das Mulheres, o apresentador desse programa disse para sua nobre audiência que eu não poderia ter sido eleita por eu ser quem eu sou. Ratinho disse que eu não poderia exercer meu trabalho por ser quem eu sou e negou diante do país inteiro que eu sou uma mulher. A liberdade de expressão não é absoluta. Quando alguém usa a televisão pra negar quem nós somos, isso não é apenas opinião. Isso produz discriminação, produz humilhação e alimenta a violência. Assim como o racismo, a transfobia é crime no Brasil. Quando sofremos preconceito, essa é uma dor que dói na alma. Mas o preconceito também gera violência. Violência que mata todos os dias. Dias. O Brasil continua sendo um dos países mais violentos do mundo para pessoas trans e registra números alarmantes de feminicídio. E discursos de ódio ajudam a alimentar essa violência. Ninguém deve aceitar ser humilhada ou discriminada em silêncio. A televisão brasileira pode ser um espaço de respeito, dignidade, verdade. Foi assim que eu aprendi a amar TV ainda criança. E é por por isso que eu estou aqui, exercendo o meu direito, defendendo minha dignidade e reafirmando que nenhuma pessoa deve ser diminuída por existir. Nenhum ódio, violência, ridicularização, chacota pode ser tolerado. Todas as pessoas merecem respeito e dignidade. É isso aí.

Edu Oliveira:Bom final de semana. Bom final de semana, gente. Esse final de semana esse final de semana. Tem Jogo do Brasil, né, hoje. Tem Jogo do Brasil hoje, tem jogo da seleção feminina também, no sábado. De manhãzinha, 10 horas da manhã também. Então tem muita coisa rolando esse final de semana. Voltamos na segunda-feira. E um beijo, né.

Voz B:Todas as pessoas merecem ser respeitadas, hein, gente. Devem ser respeitadas, é isso aí. Tchau!

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