#394 Brasil vai ganhar do Marrocos? + Gays na seleção de vôlei e mais!
Edu Oliveira e Thiago Theodoro comentam fofocas da internet, dos famosos e da audiência.
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- Copa do Mundo e Seleção BrasileiraExpectativas para o jogo contra Marrocos · Neymar · Paquetá · Hendrick · Rafinha · Galvão Bueno · Copa do Mundo · Hexa
- Uso e funcionalidades do InstagramCompartilhamento de localização · Instagram virou Grindr · Erika Hilton · Música em posts · Troca de música em posts antigos · Sugestão de músicas nos stories · Layout da timeline · Legenda e curtidas
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- Casais combinando cabelo e aparênciaJuliano Floss e Marina Senna · Cabelo ruivo · Reba McEntire · Sandra Lindbergh
- Decoração de ruas para a Copa do MundoRua da Copa em Manaus · Influencers gravando publicidade · FIFA
- Discussão sobre água com gás e limãoCobrança por limão espremido · Júlia · Guaraná com laranja
- Viagens e ExperiênciasChapada dos Veadeiros · Brasília · HB20 em estradas de terra
Voz A:Do Alisson passou para o Paquetá, do Paquetá passou para o Neymar, do Neymar é o quê?
Voz B:É... Olá!
Voz A:É clima de Copa!
Voz B:Caiu no banco essa bola, gente. Passou pro Neymar. Não, é clima de Copa!
Voz A:Por isso eu falei olá, eu não falei gol.
Voz B:É clima de Copa, gente! Todo mundo na vibe do Hexa. O Hexa vem, amiga.
Voz A:Vem!
Voz B:Eu acredito. Aqui, tamo de verde e amarelo, ajudando o Brasil, ó.
Voz A:Posso ser mais aliada que isso?
Voz B:Não, amiga. Mais patriota que a gente, só...
Voz A:Só estando de preto de luto também.
Voz B:A gente entrega um pouco de tudo aqui. Me conte uma fofoca no ar, em ritmo de Copa, de alegria, de celebração.
Voz A:Gostou da minha narração?
Voz B:Gostei, amiga.
Voz A:É por isso que o Galvão Bueno não vai apresentar, viu, na primeira semana os jogos.
Voz B:Eu acho que a gente tem que começar a preparar uns conteúdos você narrando os jogos.
Voz A:Boa! Como que foi que eu falei? O Alisson passou para paquetá, passou para o Neymar. Não, cara, pode ir para alguém antes, né? Tá bom, vamos lá. Passou para o— calma, calma, calma. Quem? Para o Hendrick. Boa!
Voz B:Passou para o Rafinha.
Voz A:Hendrick primeiro ficou passado, depois ele vai passar. Aí Hendrick passa para o Neymar.
Voz B:Passa pro Neymar, o Neymar vai resolver a Copa, amigo. Vai? É ele, tá nas mãos e nos pés do menino Ney.
Voz A:Ama esse título. É, o negócio é tá no pé, aí que é o problema.
Voz B:É, na mão já? Na mão já tá, né, gente? Não, amiga, eu tô otimista.
Voz A:Eu também.
Voz B:Não tá, você é muito mulher.
Voz A:Mulher, não deu pra parecer que eu tô otimista?
Voz B:Não tá, não. Mostra mais otimismo.
Voz A:Eu tô otimista que eu vou o quê? "Vou me reunir pra beber com meus amigos no sábado." Com a minha prima, com meus amigos. A gente vai se reunir, a gente vai tomar drinks duvidosos. Vamos comentar, todo mundo como se soubesse tudo.
Voz B:Fazer bobagem.
Voz A:Vou até levar umas figurinhas lá pra ela.
Voz B:Esse é o nosso... Você tá comprando figurinha?
Voz A:Não, comprar pra ela.
Voz B:Ai, que fofa!
Voz A:Não, ela reuniu, vamos todo mundo assistir a Copa aqui. Pra entrar na minha casa é com figurinha.
Voz B:Ai, o ingresso.
Voz A:É o ingresso da partida. Ah, tá certo. Você vai assistir aonde?
Voz B:Eu vou ver no bar, gente. Brasil estreia amanhã contra o Marrocos.
Voz A:Tem que ter paciência de assistir no bar.
Voz B:Por quê?
Voz A:Muita gente chata narrando também.
Voz B:Eu também sou chata.
Voz A:Tá ouvindo aqui a minha narração também.
Voz B:Eu também sou chata.
Voz A:Você também?
Voz B:Como é? O que eu odeio, na verdade, gente, é... E na Copa a gente sofre muito com isso. No Campeonato Brasileiro também. TV com delay, gente.
Voz A:Ah!
Voz B:Que sai o gol e você não viu o gol ainda. Eu quero morrer, Eduardo. Quero me matar.
Voz A:E tem que acertar o bar também, porque tem... Já assistiu alguns aqui em Pinheiros, naquela Copa da Humilhação do 7x1? Foi ali no Largo da Batata que eu tava. Mulher, não conseguia ver a televisão. As pessoas ficavam tudo em pé na frente também. Cala a boca!
Voz B:Isso também é pica, né?
Voz A:Cala a boca! Cala a boca!
Voz B:Tem que ir no ombro de alguém. Por isso que você até... Aí, amiga, não dá.
Voz A:Aí vê que você é retroprojetor, né, mulher?
Voz B:Aí marca o cacaju.
Voz A:Tem que ir no cinema, marca o cacaju e vê, amiga.
Voz B:Aí não dá. "Ah, não." "Não, eu vou no bar que é o melhor bar que tem, gente." "Qualquer, divulga pra todo mundo." "O do lado da sua casa, gente. Esse é o melhor bar que tem." É igual... É a mesma regra pra padaria. E da pizza. Pizzaria, bar e padaria é perto da sua casa.
Voz A:"A academia também." Academia também.
Voz B:Amiga, tudo tem que ser perto da casa.
Voz A:Eu sou assim, mulher. Eu sou assim. Tem uma mulher... Tem uma ouvinte que ela já me encontrou na padaria. Já me encontrou na padaria.
Voz B:Ela tá ligada que você tá na região, né.
Voz A:Aí, toda vez que ela me pergunta: "Ah, você mora por aqui?" "Ah, tô andando por aqui." Não, é, já aconteceu comigo, eu já falei: "Você tá me perseguindo?" Jura?
Voz B:Ela ficou assustada, eu virei e falei: "Você tá me perseguindo?
Voz A:Eu tô te vendo demais." Mulher, eu sou assim também, eu gosto de fazer tudo perto de casa. Gente, eu tenho carro, eu tenho bicicleta, eu gosto de fazer tudo a pé.
Voz B:Tudo a pé, perto de casa. A gente tá agora procurando cabeleireiro, eu falei: "Pedro Ardo, quero uma dica." Já mandei a localização do Instagram. Onde tem que ser, já mandei a localização. O raio é um quarteirão da minha casa. Aliás, Mônica, eu tô passada com essa história da localização do Instagram.
Voz A:Instagram, amiga. Instagram virou Grindr, amiga.
Voz B:Diz que as bicha ia usar para isso, né?
Voz A:Pelo amor de Deus, gente. Não, tô fazendo a piada, mas pode ser perigoso, né?
Voz B:É bastante gente já alertou a gente. A Luana Piovani já se posicionou contra?
Voz A:Ela se pôs— não, eu vi sobre a Copa hoje. Isso eu vi. A da localização ainda não. Mas como que— que que tá acontecendo lá?
Voz B:Não sei se apareceu no seu telefone, deve ter aparecido no telefone de vocês, gente. Ontem apareceu para mim, ontem conhecido como quarta-feira, dia 10 6 de junho, eu estava no meu celular e apareceu uma opção para eu ativar a compartilhar, o compartilhamento, perdão, da localização.
Voz A:Ai, boa! Eu ativei, ativei.
Voz B:Então, amiga, eu não ativei.
Voz A:Ativo.
Voz B:Aí me falaram que tava cheio de ativar, eu ativei, que eu queria ver quem tava, né, gente. O problema, como eu não ativei, eu não sei como funcionou. Você ativou? Não, você também não ativa? Você nem viu?
Voz A:Assassino de bebê também, né? Ninguém viu.
Voz B:Não, amiga. Ah não, porque ativou a localização e ninguém ativou. E o texto...
Voz A:Não, para! As pessoas têm que chamar muita gente. Ah, tá, isso é importante. Eu acho, na verdade, que eu tinha ativado. Sem saber. Porque apareceu pra mim um negócio lá, o banner. Eu tenho quase certeza que era disso. Mas sabe quando você clica só: "Ai, quero fechar só essa merda"?
Voz B:Sim.
Voz A:Talvez eu tenha ativado.
Voz B:A minha! Talvez você tenha ativado. Por isso que tá aparecendo ouvinte lá na sua região. Você não sabe por quê. Maldita! Gente, foi tudo uma grande palhaçada, um grande circo, Eduardo. Olha... O Instagram exibiu essa semana a localização exata dos usuários para o pânico geral da nação. Eu não quero que ninguém saiba onde eu tô, né, amiga?
Voz A:Ah, eu falando a mesma coisa. Eu com o Grindr Hornet ligado.
Voz B:Puta! Ai, amiga, aí você me pegou. Puxa! Só que depois já removeu o recurso. Obviamente que foi graças aos textões e à mobilização da internet.
Voz A:Com certeza. Eu vi a Erika Hilton se posicionando.
Voz B:Ah, não. Se ela entrou, é sério.
Voz A:Vai cair.
Voz B:Vai cair, gente. O Instagram tá explicando aqui, gente, que foi uma ativação acidental.
Voz A:O Instagram... Ô, mentira! Ô, mulher! Mentindo na nossa cara!
Voz B:Deixa de ser falso, Instagram!
Voz A:Deixa de ser falso, Instagram! Usava a de sempre, que ia falando: "Ai, é só um teste de um novo recurso". Que eles sempre ficam enviando um monte de teste, um monte de coisa.
Voz B:Agora sim, qual que é a agenda... Também um pouco essa cena de bebê, sim. Qual que é a agenda secreta do Instagram? Pra testar isso daí. O que eles querem pegar da gente agora, amiga?
Voz A:Coisa que é boa pra mudar, eles não mudam, gente. Na plataforma. Eu tenho várias coisas que eu quero que muda. Ó, uma que me irrita muito. Quando você coloca uma música num post, beleza, ok. Temos uma música no post, legal. Já me adaptei com isso, me acostumei, até gosto agora de música no post, tá? Mas às vezes, a música não significa mais aquela coisa pra mim. Eu volto nos posts, calma.
Voz B:Mas aí, o problema é seu, né?
Voz A:Não, não, não, não, não, não, não, não. A conta é minha do Instagram. Não é possível que eu tô sozinho nessa. Eu já escolhi... Claro que já, Isariel. Eu já escolhi músicas assim...
Voz B:Não!
Voz A:Eu vou ver depois um dump, que eu achei que a música tava lá, crônica. Escolhi lá a música, não sei o quê lá. Clima praia, aí escolhi uma música do Jack Johnson que eu amo. Nem gosto do Jack Johnson, dei um exemplo aqui. Aí naquela época fez sentido pra mim. Que era o clima praia, essa música pra mim remete a água de coco, praia, caipirinha... Água de coco, cervejinha. Cervejinha e calcinha. Aí eu sei que eu vou passando as fotos, depois de 2 meses eu tô em outro mood, mulher.
Voz B:Aí você quer trocar a música?
Voz A:Eu tô uma bicha mais witch, tô uma bicha mais wicca. Tô uma bicha mais outro mood. É, tô essa bicha, sabe? Aí mudei meu mood. Aí eu quero falar o quê? Quero fazer o quê? Quero mudar minha música também lá.
Voz B:Do post que já foi feito?
Voz A:Quero ressignificar.
Voz B:Tá, não pode trocar?
Voz A:Não pode trocar de música!
Voz B:As pessoas têm que arcar com as decisões que elas tomam na vida delas.
Voz A:Calma, gente.
Voz B:Não, tem sim.
Voz A:Não, gente, isso aí é algo de burra. Tudo bem, fui eu, eu sou a burra, eu sei. Eu coloquei uma música que era só o início, que eu achei que era legal. Sabe quando você vai, quero colocar uma música, aí escreve só, sei lá, primeira palavra. Fui assistir Copa com as minhas amigas, aí eu vou lá e coloco futebol. É, aí achei que a música era legal porque começou falando, ah, uma partida de futebol. Aí a música vira no oitavo segundo e fala, então vamos, então eu vou comer seu "Tem que ouvir a música inteira, cara!" "E vou arrombar seu cozinho de merda, não sei o quê." "E vou foder você, e vou te chamar de vadia, vagabunda." Beleza, uma música ótima. Mas eu não tava esperando esse plot. E aí, já aconteceu comigo isso também. Aí, já aconteceu isso comigo também. Eu postei achando que a música era La Crónica. Que eu só ouvi os 5 primeiros segundos.
Voz B:E era ruim.
Voz A:Mulher, depois a música virou uma outra coisa. Que nem meus ouvintes estavam esperando.
Voz B:Mas eu já caí, sim. Peguei uma música conhecida e ela virou outra. Tradar uma música. E outra coisa que é muito estranha, nos stories eles ficam sugerindo a música agora.
Voz A:Já reparou?
Voz B:Não, mas aí, amiga, pra mim sugere sempre This Is For My People Who Just Lost Somebody.
Voz A:É um aviso.
Voz B:Que eu tô sempre postando coisa do São Paulo. Aí eu fui postar um story de uma amiga minha, This Is For My— parecia que ela tinha morrido. Aí eu tive que deletar, entendeu?
Voz A:Na selfie sua também, já apareceu mais?
Voz B:Já apareceu mais.
Voz A:Mulher, é babado, é babado. Mas enfim, essa é uma das minhas reclamações. As outras.
Voz B:Eu não gostei que aquela barrinha de baixo tá ficando em cima da foto agora.
Voz A:Que barrinha de baixo?
Voz B:Essa aqui, ó, vou te mostrar.
Voz A:Eu queria também que tivesse.
Voz B:Fica em cima da foto isso aqui, ó.
Voz A:O quê? Mas não fica. Ah, é que era conjunto antes.
Voz B:É, ó, fica em cima da foto.
Voz A:Ah, é para timeline ficar meio solta, né?
Voz B:E outra coisa que eu não gosto também, e agora tô lembrando de várias, eu tenho várias. Quando você, por exemplo, quer ver o post E aí tem a legenda embaixo, aí fica aparecendo a carinha das pessoas que deram like. E você não consegue ler o que tá escrito ali embaixo. Detesto também. Me irrita demais isso. Eu sei que é muito específico, mas me irrita muito.
Voz A:Uma coisa que me irrita também é fazer foto em grupo. Mas às vezes eu faço, saio, não sei o quê lá. Na mesa. Na mesa, com mais gente. Na mesa. Mas aí eu posto a foto. Aí começa um monte de gente insuportável. "Me marca, me marca, me marca!" Aí eu marco. Só que tem um limite pra marcar uma quantidade de pessoas, gente.
Voz B:"Para quê tem limite nessa merda?" Ai, eu tava achando bom o limite. É ruim?
Voz A:Não, é ruim.
Voz B:"Para quê tem o limite?" Aí eu: "Ah, também acho ruim." É verdade.
Voz A:E aí depois vem sempre o chavinho. Amiga, vem sempre o chavinho. "Só eu não fui marcado." Sempre vem o chavinho. "Ai, por que só eu que não fui marcado?" Porque você é uma chata!
Voz B:Você é uma chata, não te marcou porque é uma chata. Mas, ó, o Instagram liberou por engano o mapa da localização, tá, amiga?
Voz A:Tá bom.
Voz B:E aí gerou esse auê todo, mas já removeram. E aí pediram desculpas a todos os envolvidos, tá? Tá? Então você que achou que ia compartilhar sua localização no Instagram e achou isso bom, porque na verdade é péssimo. Ainda bem que eles tiraram, né, gente?
Voz C:Deu tempo.
Voz A:Não posso dizer que estou em Osasco aqui comendo cachorro quente.
Voz B:Não, Deus o livre, gente. A pior coisa é alguém saber onde você tá, credo.
Voz A:É verdade, é verdade.
Voz B:Não suporto.
Voz A:Bom, Vamos para a próxima, então? Era pra eu trazer algo mais pronto, né, gente?
Voz B:Eu vou trazer uma então, um problema sério. Abre essa do limão aí, Ariel. Isso é um problema sério, amiga.
Voz A:Quê?
Voz B:Tribunal das Pequenas Causas tá aí.
Voz A:Ai, meu Deus, lá vem aí o dos limoeiros da Larissa.
Voz B:É importante, gente. Não, amiga, ele pegou um limão e jogou no lixo. Não era isso?
Voz A:Teve coragem? É esse mesmo, é esse mesmo.
Voz B:Gente, eu vi, eu fui impactado por esse conteúdo no Twitter do Me Conte. Porque eu não tenho mais Twitter, gente. Graças a Deus. Ai, perdi um monte de amigo depois que eu saí do Twitter. Gente que eu tinha contato, eu não tenho mais agora.
Voz A:Mas ganhou tempo de vida, né, amiga?
Voz B:Isso é o que importa, não é? Não, fiquei bem mais bonita, inclusive, depois que saí do Twitter. Gente, isso foi um tópico do Twitter. Você que não tem Twitter também, tô trazendo para vocês. Amiga, essa é uma conta de uma cidade. Adivinha qual é? Eu já lembro da conta. Tenta mais uma vez.
Voz A:Curitiba.
Voz B:Tenta mais uma vez.
Voz A:Brasília.
Voz B:Não, Brasília não. Tenta mais uma vez.
Voz A:Fortaleza.
Voz B:Ah, vai se fuder também! Não, a Mônica quer me derrubar no meu texto, gente. Ó, mas isso não é— gente, tem aí o bife de chouriço e o frango parmegiana. O pessoal já pediu errado, né?
Voz A:Fala, mas aí eu tive a discussão essa semana, eu perdi essa discussão.
Voz B:Quem que é a favor?
Voz A:Ai, um grupo de amigos meus. Ele está a favor de frango, parmesana e estrogonofe de frango.
Voz B:Sou contra.
Voz A:Estrogonofe de frango? Não, sou contra. Adoro. Gente, eu maceto os dois. Mas se eu— Linda! Mas se eu puder escolher, e eu tenho, graças a Deus, esse direito de escolha.
Voz B:Você tem seu direito.
Voz A:Eu faço geralmente meio estrogonofe de carne e meio parmesana, é de carne também.
Voz B:Ah, mas é porque de frango— De carne é melhor, gente. O ponto não é esse, amiga. Você ficou atenta a essa conta? Deixa eu ver.
Voz A:3 bifes de chouriço, água com gás, R$6,50. Caro também, né? Primeiro que água com gás é merda.
Voz B:Ai, eu adoro, amiga. Você não gosta?
Voz A:Tá tudo bem.
Voz B:Vinho, ué, você toma com água com gás, amiga. Não? Aí você toma errado o vinho.
Voz A:Ó, a água sem gás é a minha ali, a normal. Mas R$6,50 a mesma água sem gás, gente. Meu Deus, tá parecendo o quê?
Voz B:Gente, mas 3 bifes de chouriço, gente. Quantas pessoas comeram? Valeime.
Voz A:Ah, é uma galera, né? Todo mundo... "Ah, tá, uma Pepsi Light, um suco de limão mini." Dois sucos de limão mini. Ah, e foi comprado.
Voz B:Foi comprado o limão espremido da água!
Voz A:E tem que cobrar mesmo essa galera chata da água com gás pra ver se eles param de tomar essa merda. Não, tô brincando, tô zoando.
Voz B:É por isso que o Flávio vai ganhar a eleição. Por causa de pessoas como você.
Voz A:Tô zoando, gente, é só uma birra que eu tenho com meus amigos. E é uma brincadeira que eu tenho entre eles. Eles falam que algum momento da vida eu vou começar a gostar. E eu acho que eu vou mesmo. O café já chegou pra mim.
Voz B:Quando você fizer 35 anos, você vai pedir uma água com gás e nunca mais vai parar.
Voz A:Será?
Voz B:Tô te falando, amiga, vai bombar.
Voz A:O café chegou com tudo, viu?
Voz B:O café veio bombando, não é?
Voz A:Não, bombando é muito forte, mas ele veio com bem forte.
Voz B:Já tá sem açúcar?
Voz A:Não, calma.
Voz B:Ah, tá com açúcar ainda.
Voz A:Só se for o chá-fé. O chá-fé é aquele fraquinho, mais gourmetzinho. Caramelizado, não sei o quê lá. Esse eu tomo sem açúcar nem nada.
Voz B:Você toma?
Voz A:Você gosta de café? Se eu chego na casa dos meus pais, eu sei que vai ter o preto de La Preto lá, que é o torradaço. Já com açúcar não, amiga, tá com a caldo de cana. Com melasso, com rapadura.
Voz B:Ai, que delícia!
Voz A:Enfim, esse que eu sei que vai ter lá.
Voz B:Você chega na casa, aperta a garrafa, sai um mel de café.
Voz A:Mulher, é! Na casa dos meus pais é assim. Até as formigas vão junto lá procurar o café dele.
Voz B:Ai, aí passando a filhinha de formiga em volta do café.
Voz A:Babado, babado. Esse daí, eu chego logo menos. O chafé, que é o fraquinho, já adoro.
Voz B:Que é o carioca.
Voz A:Até pós-comida tá fazendo sentido, gente.
Voz B:Ah, não dá pra comer e não tomar um café, amiga.
Voz A:Dá, dá. Mas...
Voz B:Não dá. Eu criei a regra que não dá.
Voz A:O da água com gás, eu acho que em algum momento real chega pra mim. Aí toda vez eu fico zoando minha amiga, a Júlia. Tô até escutando ela. Daqui a pouco chega pra ela esse corte. Porque toda vez que ela vai pedir uma água com gás Eu sei, quando ela vai pedir água com gás, eu já começo a dar risada. Eu já: "Ih, lá vem, ó. Lá vem a madame". Que aí ela já: "Oi, moço! Posso pedir uma água com gás?" Aí o cara: "Pode". Aí ela: "Ah, mas eu quero espremido, pode ser?" Com limão, com gelo e limão espremido. Ela fala com a voz bem aveludada. "Ai, moço, mas eu quero água com gás com gelo e limão espremido, pode ser?" Aí teve uma vez que a gente tava, sei lá, no Boteco do Seu Gama.
Voz B:Aí também se enxerga, Júlia. Na puta que pariu!
Voz A:Sabe? De lá do interior da Bahia. Aí ela: "Ai, moça, quero uma água com gás, com gelo e limão espremido". Eu lembro que o cara olhou pra ela com uma cara... "Quê?" De sorridente, né? Eu: "Ah, garota, se manca, sabe?" E aí tem gente que às vezes manda... Eu já vi todos os modos de mandarem pra ela. Às vezes ela fala isso, o cara: "Ai, vai se foder, garota". Aí às vezes traz o copo, aí traz só o limão cortadinho do lado. Ou tem gente que coloca só a rodela. Você toma a seita do gelo e limão.
Voz B:Tem também quem traz o copo copo e o copinho com shot de limão.
Voz A:Você já viu, gente? Traz esse limão já.
Voz B:Aí eu acho muita louça. Eu também acho espremido dentro do copo.
Voz A:Mas qual que é o jeito certo então? Já o limão já espremido, mas você não sabe o quanto de limão que a pessoa vai colocar também.
Voz B:Gente, é um limão espremido.
Voz A:Eu acho que o jeito certo é o shotzinho do lado, que você escolhe o quanto você quer.
Voz B:Não gosta, né? Já vai cagar a regra disso também. Negócio que é gostoso já vai transformar no inferno da nossa vida.
Voz A:Não é o melhor?
Voz B:Não toma nada, toma sem gás.
Voz A:Não é melhor trazer o shot?
Voz B:Toma sem gás, não enche o saco.
Voz A:Por que essa pessoa colocava muito limão na sua água?
Voz B:Eu gosto do shot porque o shot eu vou dosando, porque eu não boto a água inteira, tá? Então eu boto um pouco de água, um pouco de shot, um pouco de água, um pouco de shot. Na verdade, eu concordo com você.
Voz A:Puta rampeira!
Voz B:Eu só queria implicar. Mas nunca me foi cobrado o limão espremido, gente. Eu acho uma bacharia.
Voz A:Eu nunca vi isso também.
Voz B:Não, cobrar o limão espremido aí, gente, não dá.
Voz A:Ah, mas hoje em dia, amiga. Daqui a pouco estão cobrando o quê? A laranja do meu Guaraná com laranja. Gente, eu sou... O meu refrigerante preferido, de fato.
Voz B:É Guaraná, né?
Voz A:É, é assim, eu não consigo nem... Também que eu tô aberto a várias publicidades. Mas eu sou brasileira.
Voz B:Olha a Tânia Tumulto lá, causando, ó.
Voz A:Cuidado, abordar esse tom. Mas eu sei que assim, o Guaraná pra mim é a mais. Eu gosto muito, muito, muito mesmo.
Voz B:Ah, é muito brasileiro, né, a gente.
Voz A:Eu tenho uma obsessão, eu tenho uma obsessão de verdade por Guaraná. E aí, eu sempre peço gelo e laranja. Quando eu tô fora de São Paulo, as pessoas também dão uma olhada torta.
Voz B:Mentira!
Voz A:A gente toma... Não é todo lugar que toma com gelo e laranja.
Voz B:Ai, o povo também, né. É muito fofo.
Voz A:Eu já vi gente... Onde eu tava? Que eu pedi com gelo e laranja, a pessoa deu risada.
Voz B:Mentira! Eu já pedi... Ai, que merda! Eu já pedi, a pessoa trouxe com limão mesmo.
Voz A:É, sim, já aconteceu esse caso também.
Voz B:Ah, bota limão.
Voz A:Essa bicha chata, bota limão. Não é igual, não tem nada a ver, amiga.
Voz B:Pede um copo com gelo e a laranja espremida. Eu quero ver.
Voz A:Nunca pedi.
Voz B:Faz esse teste, quero ver se vou. Ai, eu vou pedir.
Voz A:Eu quero um Guaraná com gelo e laranja espremida. Eu só quero um Guaraná com gelo e laranja espremida.
Voz B:Faz esse teste, amiga, vamos ver se dá certo. "Se vão te mandar pra puta que pariu ou não no restaurante".
Voz A:Ai, probleminhas, né, gente? Adoro!
Voz B:Adoro!
Voz A:Não mudou em nada a vida de vocês, nem a minha, tá, gente?
Voz B:Pois é, o que mais tem aí, Eduardo?
Voz A:Olha só.
Voz B:Quer dizer que sou contra, gente, cobrar o limão espremido. Quero deixar registrado.
Voz A:Eu tô passada com essa modalidade, viu. Bom, vamos para a próxima? Vamos! Tenho algumas pra você. Eu acho que eu vou começar por essa que me irritou também um pouco, viu.
Voz B:Qual?
Voz A:Que foi a fã da Lineker.
Voz B:Desabafando, né, gente? Todo mundo já sabe, não é possível. Ela foi falar com a Línia que ele que não falou com ela.
Voz A:É, bom, nossa, nem precisa dar play, né?
Voz B:Ah, não, o garfo, como é que você fala? Acharam o garfo na gaveta de talheres, acharam o garfo lá.
Voz C:Vamos lá, o dia que eu conheci a Línia em Salvador e não foi a melhor experiência.
Voz B:Ela te fez foto?
Voz A:Já saiu.
Voz B:Volta, volta, volta!
Voz A:Tem foto?
Voz B:Tem ela aí.
Voz A:O que mais que ela queria?
Voz B:Mais o quê, gente?
Voz C:Bora! Foi a melhor experiência que eu tive com famoso. Estava eu em pleno Carnaval de Salvador, gente. Estava saindo da praia.
Voz A:Já me irritou porque ela vai abordar a pessoa no Carnaval, todo mundo sabe que é o caos, a pessoa já tirou foto. Vamos ver o que ela vai querer mais.
Voz B:Ai, me irrita. Para mim já gastou esse formato, gente.
Voz A:O quê?
Voz B:De vou fazer uma pele, vou reclamar. Ah, mas que reclama já gastou. Quem fez, fez, gente.
Voz C:A praia que a Ivete ficou com o Tião Mendes, aquela praia você precisa sair de barquinho. Eu tava extremamente enjoada, gente, porque os barquinhos eles vão voando. Eu tava com meu namorado, a gente já tinha subido o escadão, tava enjoado que o barco tava voando.
Voz A:Mulher, não anda nem 200 metros. Pelo amor, tem barquinho aqui, pelo amor de Deus.
Voz B:Tem barco sem motor, gente, você vai às vezes até de barquinho, super de boa. Ai, tô do lado da Lineker, gente, perdão.
Voz C:Aí meu namorado fala: nossa, esse cara parece o cantor do Holodum. Então mesmo eu estando enjoada e passando muito mal, eu comecei a prestar atenção no ambiente, até que eu começo a ouvir uma voz que para mim é uma voz única, não poderia ser outra pessoa. Meu namorado passou um pouco na minha frente, fez assim, olhou para o lado, fez uma cara, eu falei: meu Deus, é alguém! Gente, aí eu fiz a mesma coisa com ele, olhei e falei: meu Deus, é a Línia!
Voz A:Quando eu passei, ela tá passando contorno errado, tá? Tá passando contorno errado, tá passando contorno errado, tá muito acima da linha da bochecha.
Voz B:Amiga, ela tava com o pincel aqui, ó.
Voz A:Não, bicho, alguém vai ter que avisar. Ela tava passando já onde era o blush. Pois é, você tá doida, você não sabe se maquiar também.
Voz C:Mas vamos lá, eu nem pensei no que eu tinha falado, só sei, falei: Línia! Aí ela: oi! Ela falou bem Gente, eu nem pensei no que eu tava falando. Eu só sei que eu falei, tipo: "Meu Deus do céu, eu sou muito fã do seu trabalho". Tipo, não sei o quê. Aí ela: "Ai, obrigada". E continuou andando. E eu achei emocionadíssima.
Voz A:O que ela queria?
Voz B:Quer que fizesse o quê?
Voz A:Que ela parasse e falasse: "Meu Deus, obrigado por escutar a música".
Voz B:Ou fazer a segunda do meu, dos três. De pé juntos. Ai, sinceramente, tô irritada.
Voz C:Só que ela continuou andando, eu fiquei irritada. E aí, gente, eu tava em Salvador. Eu não ia perder a oportunidade de tirar foto com uma das artistas que eu mais amo. Aí eu falei, velho, vou lá com ela com a maior educação. Falei, 'Minikir, poderia tirar uma foto com você?' Gente, sabe o que ela fez? Ela pensou assim por uns segundos, ficou tipo assim, aí ela fez assim, 'Tá, tá bom, tira foto.' Desse jeito, desse jeito. Aí eu toda sem graça, fiz assim, 'Tá, vamos tirar a foto.' Aí eu tirei essa foto aqui.
Voz B:Ela tá até rindo.
Voz C:E aí, gente, eu falei, 'Ai, obrigada, gosto muito de você, não sei o quê.' Ela, 'Obrigada,' e saiu andando. Tipo assim, gente, vamos lá. Pessoas são pessoas e que todo mundo tem dias ruins. Mas ao mesmo tempo eu também sou cantora e trabalho com música, e eu sei que o trabalho do—
Voz B:canta aí então! Agora eu sou adulta, vamos ver que ela vai cantar aí.
Voz C:Do artista, do cantor, ele depende de público.
Voz B:É, você não tem, né?
Voz C:O público que faz a carreira desse artista, sabe?
Voz A:É o público que colocou O público lançou Baby 95, foi o público que lançou Caju, que lançou Remonta, foi o público que fez Manhãs de Setembro.
Voz B:Não, tá bom, tá, vai.
Voz C:E óbvio que eu não tô questionando o talento dela porque ela é uma cantora e artista surreal. Mas assim, a gente tá falando literalmente de uma pessoa que tá chegando nos pés dela e falando: "Lineker, eu te amo, eu amo o seu trabalho, obrigada." Ela não—
Voz B:se ela está falando literalmente, ela tinha que ter chegado nos pés da Lineker. Não foi o que ela fez, então não é literalmente. Pode continuar. Obrigada por ter me defendido. Não, é importante.
Voz C:Tipo assim, sabe? Não é uma pessoa que tá falando uma coisa ruim pra você ou tá, sei lá, estragando o seu dia, sabe? Eu já vi muito relato dela sendo desse jeito com os fãs dela.
Voz B:Eu nunca vi, ela sempre trata bem os fãs.
Voz C:É a comunidade que ela mais pode contar, sabe? O mínimo de consideração. E isso não é tacando hate na Línia, é simplesmente uma discussão sobre como as pessoas, né, tratam as pessoas da comunidade. Enfim, eu como musicista, eu penso muito sobre isso. E não é legal você ser tratada por uma pessoa que você ama muito desse jeito, né? Aquela coisa, não conhece seus ídolos.
Voz A:Tá bom, sabendo como a pessoa era, ela decidiu ser chata igual.
Voz B:Não, por conta própria, gente. E aí, sabe o que eu acho? Não devia ter feito a foto, Aline, que ele entendeu. Porque fez a foto, sorriu e foi simpática.
Voz A:Não, mas ela vai fazer agora que ela sabe. Então ela vai fazer sempre as fotos, amiga.
Voz B:Mas às vezes ela até não foi antipática, como muitas pessoas falaram que ela já foi, mas vai tomar essa chocada que a galera vai querer causar.
Voz A:A pessoa espera, acho que uma simpatia, um jeito que a pessoa que tá projetando. Às vezes a pessoa é mais contida mesmo.
Voz B:Pois é, gente, com pessoas que ela não conhece, É normal, normal.
Voz A:Eu conheço muitas pessoas que chegam nela pra pedir, sei lá, como convidar.
Voz B:O povo que tá falando.
Voz A:Ó, vamos ver o que estão comentando. O Drebeth: "Guria chata, se fosse a Lineker, nem a foto eu tirava". A Abelina escreveu: "Pois eu acho bem feito. Vocês três vão parar de ser carentes e achar que artista é amigo íntimo e deve alguma coisa a vocês. Eles são produtores de um produto que vocês consomem". "Imagina se todas as empresas tivessem que ficar pegando cliente no colo e mimando." Ai, também é muito sem esperança, bebê. Aí teve o rei: "Eu falei sobre isso um dia e fui super cancelado." Será?
Voz B:Duas pessoas cancelaram ele.
Voz A:Ela foi extremamente apática e superior. E detalhe, não tinha ninguém perto.
Voz B:Superior ela é, né, gente?
Voz A:Aí a outra ali: "Ai, Emily Gaddos, coragem em pedir foto. Se fosse bonita, pelo menos." Ai, meu Deus. Bonita é você, coisa nenhuma.
Voz B:Bonita é você, viu? Ó, se a Aline que respondeu tirou foto, agradeceu, ela queria mais o quê? Uma performance de intimidade que não existe? Me poupe, né? Tô com essa daí.
Voz A:Eu também, gente. Às vezes a pessoa não te conhece, a pessoa te conhece, quase sempre não conhece, né? Ela quer te conhecer para criar uma conversa, criar um diálogo que você tem intimidade, para você não sabe o que passar ali além da conversa.
Voz B:Pois é, você não quer perguntar nada. Mas você viu que o Jacob Elordi passou por isso também, né?
Voz A:Quem?
Voz B:O Jacob Elordi.
Voz A:Ah, o da euforia, o gostoso? É, o sexy, o sexy.
Voz B:A gente tem tesão nele. Ai, amiga, passou um pouco, sabia?
Voz A:Ai, pra mim não.
Voz B:Ariel, bota ele aí pra gente, vamos.
Voz A:Desculpa, gente.
Voz B:Gente, o Jacob Elordi, aquele tá na pauta, amigo. O Jacob Elordi é aquele comprido, faz euforia com asendeia.
Voz A:Acabou já essa bosta de série também, sabe?
Voz B:Fez Saltburn, não é? Aquele filme.
Voz A:Foi, fez, do Gozo.
Voz B:Que tá lindo, é, que tem o Gozo na banheira e a bicha toma, não é? E aí, ó, ele se irritou com um fã ao ser abordado. Tem um vídeo ali embaixo.
Voz A:Eu não vi, menina.
Voz B:Gente, o cara tá andando na rua, o outro encosta nele. Nossa, eu ia ficar puta! Detesto que encoste em mim, gente. A gente fez hoje é o especial defendendo celebridades antipáticas. Não encosta em mim! Desculpa, amiga, ele tá certo. Eu acho que ele tá certo.
Voz A:Mas o Jacob, ele é tão reservado que ele não tem nem Instagram, né?
Voz B:Ele não tem nem Instagram. Outro dia eu tava vendo um outro ator que não tinha Instagram também. Eu bato palma para quem não tem Instagram, amiga. Se eu pudesse, não teria.
Voz A:De novo, ele é muito bonito mesmo.
Voz B:Ó o que a bicha faz, ó. Please don't touch me, bro.
Voz A:Você não sabe também se a pessoa tá tendo alguma, tá saindo de alguma briga, uma discussão, se ela tá bem.
Voz B:Encosta em mim, sabe? Não encosta em mim sem minha autorização, gente. É, não tinha só isso. Não encosta em mim, gente, pelo amor de Deus. Pelo amor de Deus.
Voz A:Próxima então, menina. Tem uma que eu fiquei passada também. Primeiro que tem, era para ter falado no começo já, né? Que Léo Dias tá ameaçando a seleção brasileira.
Voz B:Eu vi isso, mas eu não cliquei. Que que ele tá ameaçando?
Voz A:Eu ia passar o trecho aqui, mas não pode, que é no ar, né? Na televisão.
Voz B:Mas, gente, a gente não pode passar porque senão a TV derruba o vídeo. Então o Eduardo vai contar o que que ele falou.
Voz A:Olha, o Léo Dias tá ameaçando a Seleção Brasileira.
Voz B:Olha a cara, ele tá ameaçando a Seleção Brasileira com a cara dele, né? Olha lá, essa mão sempre vidrada, gente.
Voz A:Assada, né? Assada. Essa seleção é uma vergonha. É, isso só vai piorar quando a gente soltar o que a gente sabe.
Voz B:Ai, é uma fofoca!
Voz A:A gente está esperando só a primeira derrota para começar a soltar tudo o que a gente tá sabendo da CBF, dos jogadores.
Voz B:Pode ser podridão, gente.
Voz A:Tá todo mundo no clima festivo, pintando as ruas desnecessariamente, porque vai dar ruim. Ah, mas todo mundo sabe. Ele tá ameaçando, e eu acho uma boa estratégia.
Voz B:O que ele vai falar? O Neymar não vai jogar.
Voz A:Ele tá ameaçando a seleção, porque se perder, a casa vai cair. E eu tenho certeza que vai ter gente com a casa caída.
Voz B:E claro que vai ter gente com a casa caída, tem gente que já foi com a casa caída, Eduardo.
Voz A:Então, olha, eu sei que eu vou trazer, só queria falar que eu tô obcecada nas coisas de rua pintada, tá? Meu algoritmo tá viciado nisso, gente.
Voz B:Já pintaram lá perto da sua casa?
Voz A:Eu tenho que ver na dos meus pais se estão pintando.
Voz B:Perto de casa já pintaram uma calçada de verde e amarelo lá, já uma calçada, é, já é uma coisa, né?
Voz A:Não tem que ser a rua.
Voz B:Ah, tem que ser o que a pessoa quiser também, né, Eduardo?
Voz A:As bandeirinhas...
Voz B:Põe você então na sua. O muro... Então faz lá na sua rua você.
Voz A:Na rua do quê?
Voz B:É.
Voz A:Na que eu moro?
Voz B:Eu não.
Voz A:Mas tem que ser.
Voz B:Alguém tem que fazer, né? Alguém tem que fazer. Alguém faz pra eu fazer a foto e postar no feed, né?
Voz A:Na rua dos meus pais sempre dava babado. Que era o quê? A pessoa que saía pedindo arrecadação pra fazer, né? Mas aí... Aí quando pegava arrecadação, aí todo mundo ficava brigando. Ai, mas não vai fazer no meu muro. Ai, não saiu do jeito que eu queria. Ai, não gostei. Ai, porque só deu para colar um metro de pintura com os R$20 que eu dei. Mulher, era uma treta. Toda Copa dava essa treta na rua de casa, gente.
Voz B:Eu vi que em algum lugar em Santa Catarina pintaram o Neymar deitado aí, achei certo.
Voz A:Ai, eu vi, já no chão, né, meu lindo? Tem uma rua até que eu tava vendo esse babado do TikTok, que ficou um bapho. É lá em Manaus, essa rua. Que tá, tipo, muito babadeira, gente, muito bonita. Eu vou pegar aqui. Só que o babado foi que eles pintaram, ficou um bapho.
Voz B:Bapho de bom, legal!
Voz A:E aí, as influencers foram lá fazer conteúdo. E teve uma até que foi gravar publicidade. Aí eles foram lá proibir ela de gravar. Porque ninguém ajudou a contribuir com nada, nem divulgando. Aí quer ganhar dinheiro em cima.
Voz B:O Eduardo Influencer é uma raça de rato, né, gente.
Voz A:Deixa eu te mandar no WhatsApp, Ariel.
Voz B:Foi lá fazer publicidade na rua pintada que a Boca fez.
Voz A:Porra, gente, não!
Voz B:Poxa, gente, que sacanagem!
Voz A:Sacanagem, isso aí.
Voz B:Aí não dá, pelo amor de Deus.
Voz A:Eu até tinha salvo pra você.
Voz B:Eba! Ai, que bom que a gente lembrou disso. A gente vai ver. Essa é a rua de Manaus?
Voz A:Essa é uma das ruas de Manaus que tá super decorada.
Voz B:Ai, que linda!
Voz A:É isso que eu tô falando, precisa fazer.
Voz B:Ai, amiga, alguém faz.
Voz A:É só fazer.
Voz B:É, então vamos juntar eu e você, a gente faz uma rua aí.
Voz A:Vamos!
Voz D:Do Brasil, o clima de Copa do Mundo já toma conta das ruas de Manaus. Na zona centro-oeste da capital, um cenário chama atenção e emociona. Na Rua 3, no bairro Alvorada, moradores dão início a uma tradição que atravessa.
Voz A:Olha as fitinhas!
Voz D:A via se transforma na famosa Rua da Copa, um verdadeiro símbolo da paixão brasileira pelo futebol. São milhares de tiras de plástico que nas mãos da comunidade se transformam em arte. Cores vibrantes começam a tomar conta do céu da rua enquanto bandeirinhas se multiplicam e desenhos ganham vida no asfalto. Cada detalhe é pensado, cada enfeite carrega um sonho. O tão esperado Hexa, a iniciativa que já ganhou reconhecimento internacional e destaque em publicações da FIFA, é sustentada por algo ainda mais forte que qualquer patrocínio: o esforço Pode parar aí.
Voz A:Bafo, né? Não, isso aí era no começo, isso era em abril. Não, mas depois— Cala a boca, porque depois ela pronta ficou um bafo.
Voz B:E aí, esse plástico depois vai jogar onde?
Voz A:Ai, no seu cu, caralho! Olha, pega um vídeo ali de como que é a rua. Ah, fica bonito!
Voz B:E aí, como faz? Passa com o carro em cima?
Voz A:Em cima da onde? Ah, isso também tá dando— Eu vi já briga disso, você não viu? Já vi uns 3 perfis lá do bairro do Morro Grande, gente, que foram pintar na rua, aí o carro passou por cima. Mulher, cada discussão que tá acontecendo, várias.
Voz B:Tem que entrar com o carro, gente.
Voz A:Tem que secar, tem que esperar secar. Tem que esperar secar, senão vai estragar.
Voz B:Fica cheio de coisa.
Voz A:Aquele do vídeo era só um pedacinho. Ó, aqui ela pronta. Aquilo, ela lá no começo, como tava.
Voz B:Amiga, não dá pra fazer a bandeira do Estado sozinha.
Voz A:Olha isso!
Voz B:Gente, não, é a arte, amiga. Isso é arte.
Voz A:Gente, chocada.
Voz B:Não, o povo brasileiro é real.
Voz A:Eu comecei a ficar um pouco obcecado, depois eu comecei a ver "Como que eles faziam isso?" Eles fazem, tipo, uma estrutura pra colocar em cima. Não é igual fazer na rua de casa, que era só passar de poste em poste. Eles faziam uma estrutura metálica e colocam essa estrutura metálica lá em cima, menina.
Voz B:E como que eles acertam a proporção do desenho, gente?
Voz A:Gente, é mágica, é artista, hein.
Voz B:É artista.
Voz A:É um bapho.
Voz B:Tô passada.
Voz A:Babado, né? Tô passada.
Voz B:Aí, amiga, posso trazer uma discussão de básica?
Voz A:Claro.
Voz B:As básicas estão discutindo isso agora. O quê? O Ariel vai clicar aí na pauta. Amiga, o Acrílica matou o gag.
Voz A:O quê?
Voz B:O Acrílica matou o gag.
Voz A:O Acrílica? O que que é Acrílica? Acrílica de acrílico?
Voz B:É, você não tá acompanhando essa discussão das básicas?
Voz A:Não, não. A Gira Internacional Gag morreu para dar lugar à Brasileira Acrílico.
Voz B:Quê? Não, não apareceu isso para você?
Voz A:Não, tô gag.
Voz B:Não, você não tá gag, você tá Acrílica agora. Não vai adotar? Amiga, eu acho que tem tudo para dar certo.
Voz A:Nunca ouvi alguém falando acrílico, gente.
Voz B:Ai, tô acrílica. Não? Você não vai ficar acrílico? Aí você também é fresco, né, amiga?
Voz A:Ai, que bosta é essa, gente?
Voz B:Não, calma. Não, amiga, o gag acabou. Falar gag é coisa de TikTok.
Voz A:Usa numa frase, coloca numa ação. Olha, ó, acrílico, aquilombado, exaltando a cultura nacional, gag, eurocentrado norte-americano.
Voz B:Amiga, você não fica acrílica que a Gretchen tá até hoje nos memes?
Voz A:Gag, muito mais rápido e eficaz e prático, verdade. Acrílico, são muitas letras, não tem o cante da simplicidade que gag carrega. Aliás, acrílico só nasceu nessa época dos alienígenas, sabe, meu Deus? Que é a da Mike Leo, né? Gag é simplesmente estar gag, não precisa de todo um contexto intergaláctico para existir, verdade.
Voz B:Gente, ó, a pessoa tá dizendo que nunca ninguém vai usar acrílico, que eu acho que vai pegar, amiga.
Voz A:Não vi ninguém usando acrílico, gente.
Voz B:Se não pegar, pode me cobrar, porque acrílica é o novo gag, amiga.
Voz A:Acrílico zero impacto, igual tá ali. Gag é de lá, vai rolar. Até os héteros estão passados com o gag, amiga.
Voz B:Os héteros já estão usando o gag. O gag morreu quando hétero usa gag.
Voz A:Morreu, amor.
Voz B:Não, a gente vai ganhar essa briga.
Voz A:Que porra de acrílico, gente?
Voz B:Acrílica.
Voz A:Ai, meu Deus, vai ter um heart attack! Eu fiz assim para acrílico também, fiz assim para acrílico. Não vou usar, gente.
Voz B:Bom, vai ficar por fora das conversas, né, amiga? Vai ficar para trás.
Voz A:Tá louca, tá super forte. Eu vi até um tweet que era gag Palestina, acrílico Israel. As coisas como viram hoje no Twitter, né?
Voz B:Não, o Twitter vai longe demais, gente. Eu só vou usar acrílica agora até o final final do episódio.
Voz A:Vai, gente, uma também aqui eu quero, que eu fiquei passada agora. Fiquei acrílica. Isso, os casais agora estão combinando o cabelo, né? Tá combinando com o Bruno, cabelo.
Voz B:A gente tá combinando de ter cabelo, né, amiga? Na nossa idade já é uma boa combinação.
Voz A:Casal junto fica careca junto, amiga. Casal feliz junto fica careca junto.
Voz B:Casal feliz junto vai para Turquia junto. Junto, amiga, não dá para casal combinar cabelo. Isso é coisa de gay, né? Não é gay? É gay que tá combinando cabelo? Ai, duas mulheres!
Voz A:Casal que tonaliza junto permanece junto. Juliano Floss e Marina Senna estão ruivos.
Voz B:Ai, eu quero fazer uma fofoca desse casal que eu tô reparando no movimento. O quê? Não é maldade, mas é uma sequência de entrevistas.
Voz A:Tão linda, gente, meu Deus! Olha como ela Tá linda! Como ela tá! Ela sempre foi linda, sempre foi gata, sempre foi gostosa. Mas ela tá com uma áurea, tá farmando, né.
Voz B:Ela farmou demais. E o Juliano, não tá lindo também?
Voz A:Também, também.
Voz B:Ah, bom. Eu não gosto dele ruivo, gente.
Voz A:Eu não gostei ruivo. Eu tô falando que ele é bonito.
Voz B:Ele é meio Juju, lindo, do BBB. Mas cabelo ruivo, não.
Voz A:Não combinou, né.
Voz B:Tá parecendo a Reba McEntire. Bota aí a Reba McEntire. A cantora americana. Tá igualzinho, amiga. Riba McIntyre. Vai sair, ó, apareceu. Não gostei, gente, de cabelo curto. Tem que ser ela de cabelo curto. Bota no Google Imagens. Tá aparecendo a Riba McIntyre, aquela ali mais curta, tá assim o cabelo dela. Gente, não gostei, não gostei, não gostei.
Voz A:Tá meio Velma, né, amiga?
Voz B:Tá, meu Deus, tá a Sandra Lindbergh ruiva agora.
Voz A:Eu não gostei também. A Marina Senna funcionou, porque mais um ruivo mais discreto. O dele foi mais laranjão, né?
Voz B:Amiga, se passou demais, o corte não ficou bom. Falo isso assim, como é que as pessoas falam quando critica a gente? Sou fã de vocês, sou fã de vocês, mas o Eduardo é um arrombado e o Thiago é um filho da puta. Geralmente assim continua essa frase. Então eu falo: "Ju, sou seu fã." Volta pro loiro. Loiro é seu momento.
Voz A:E até o loirão, aquele platinado, ficou legal também.
Voz B:Eu gosto. Tinha a cara dele. Aliás, eu ia dar mais uma chochada, mas não vou. Vou trazer uma notícia de Juliano Floss.
Voz A:O quê?
Voz B:Juliano Floss, gente, que está estudando para ser ator.
Voz A:Que?
Voz B:Atormentado ele já é. Bota aí, Ariel. Juliano Floss tá estudando para ser ator. Quer ser ator. A Globo tá de olho nele já, pra ele ser ator. E aí, eu estava hoje de manhã no portal Leo Dias. Leo Dias, que é o maior inimigo da seleção brasileira, gente, como Eduardo trouxe aí pra gente. E Juliano Flóres— agora você vai ficar acrílica— está sendo cotado para ser a nova Marina Ruy Barbosa, que agora ele é ruivo. Será? Não, gente. Juju Floss está sendo cotado para ser irmão de Suzane von Richthofen em Tremembé.
Voz A:Meu Deus! Meu Deus, meu Deus, meu Deus! E ele já vai estrear assim em Tremembé, gente?
Voz B:Amiga, também, ó, quem tá fazendo Tremembé, né?
Voz A:Muito bom ser famoso, não é isso?
Voz B:Tem atores bons e ruins em Tremembé, calma.
Voz A:A semana passada a galera reclamou de mim.
Voz B:Não vai fazer Shakespeare também, né? É, amiga, é tremendo, velho.
Voz A:Semana passada, a galera reclamando lá até da audição, não, dos testes pro filme da Elis e tal.
Voz B:Da Cassia Eller.
Voz A:É, da Cassia Eller. E que ninguém tem oportunidade e tal.
Voz B:Você viu que queriam que a atriz que fez a Cassia Eller no teatro, que fizesse no cinema, né? Aí ela fez um texto falando: "Não tenho interesse". Mentira!
Voz A:A atriz do musical falou que não tem interesse.
Voz B:"Ah, não, gente, não tenho interesse de ficar apenas associada com a Cassia Eller, quero fazer outros trabalhos." "Obrigado". Então a galera no Twitter comprou altas brigas, desfez amizade, desfez casamento. Foi no cartório, registrou a reclamação em cartório. E a mulher falou: "Não tô a fim, gente. Paz, tô de boas. Parem de me atormentar". Mas, gente, ó, ele... Eu não me lembro agora do rosto do irmão da Richthofen. Acho que a gente nem quer colocar também. Mas ele é meio Marina Ruy Barbosa, ó. Poderia ser.
Voz A:Gente, qualquer branco, né? Não é? Mas qualquer branco também com TRT, com estudo, com... Agora que eu entendi onde você quer chegar.
Voz B:Mas ele compra DRT, não, ele tira. Não, gente, eu assim, pensando os meus amigos atores, agora falando sério, falando sério, não, pensando, pelo amor de Deus, a Mona vai chegar já estreando numa série. Mas ele vai ser o primeiro?
Voz A:Não vai ser o primeiro, claro que não, ele tá seguindo a roda girando. Pois é, gente, também se me chamarem eu vou recusar? Não vou recusar.
Voz B:Mas amiga, pois é, eu pensando agora os meus amigos atores, não tenho nenhum, graças a Deus, hoje gente chata. É errado, porque, né, chamam um ator, mas ele tá estudando, ó. Cotado para viver o irmão de Ristóvão em Tremembé, Juliano Floss desconversa, tá? Estão rolando rumores de Juliano Floss na série aí da Prime Video, tá? E durante uma entrevista ao portal Leo Dias, o jornalista Gabriel Rangel perguntou para o Juliano Floss no aeroporto Santos Dumont, aquele aeroporto onde a gente desce no Rio de Janeiro, que história era essa que ele ia interpretar o Andreas von Ristóvão, que é irmão da Suzane, também, né, que vai ter até um documentário estreando agora em outra plataforma. Embora não tenha confirmado a informação, o influenciador também evitou negar os rumores e deixou o assunto no ar, tá? O ator manteve o mistério no ar, como eu já disse. Será? Não pode falar, respondeu sem confirmar ou negar os rumores. Será que vem aí Juliano Floss em Tremembé? Tomara que não, tomara que não. É verdade, foi o que eu pensei quando eu separei essa notícia, amiga. Eu não abri, falei: ai, que legal! Não falei isso.
Voz A:Que oportunidade para o Júlio, né?
Voz B:Ele precisa desse empurrãozinho. Pós incrível do BBB, né, gente? Eu vi, você viu que a Cristiane Torlone tá aprendendo a surfar, né?
Voz A:Ai, eu vi, o pior que eu vi.
Voz B:69 anos, já falaram que é o melhor pós do BBB.
Voz A:Ai, meu Deus, melhor que Ana Paula já, gente.
Voz B:É verdade que ela tava pegando um bolsonarista vista. Quem? Eu vi um fofoquinha.
Voz A:É, eu não vi isso.
Voz B:Você viu isso, Ariela?
Voz A:Eu não vi.
Voz B:É, tava tendo um bapho, mas é coisa de Twitter, amiga. Agora, gente, tá no momento fofocas que eu vi depois. A gente analisa, depois a gente analisa e faz a retratação na segunda, tá bom? Mas o povo tava falando que ela tava num date com um cara meio de direita.
Voz A:Ai, quem nunca também, né, amiga? Pois é, né? Tá louca?
Voz B:Eu que eu saiba, não. Que eu saiba, não. Tem gente que você pegou que você não sabe.
Voz A:Revelação, gente. Pois é, tinha uma bicha lá do vôlei que joga, da Mas gente do vôlei, tem um monte. A bicha, a bicha do vôlei, tá bom. Isso é um segmento, Mona, é uma outra coisa, sabe? Uma bicha do vôlei. Você sente o peso disso? Tá no momento que a seleção tá cheia de bicha.
Voz B:Menina, eu até comentar isso com você, mas termina essa história primeiro da bicha do vôlei.
Voz A:Não, é só que jogava sempre com a gente e aí do nada você sabe que ela segue a família Bolsonaro Toda, né? Falei o quê?
Voz B:Mas não é para ver o que eles estão fazendo?
Voz A:Essa bicha é louca, amiga.
Voz B:Olha, na minha geração a mais, 50 a mais, tem um monte de gay bolsonarista.
Voz A:Ficou passando, amiga, não tenho na minha rota. Tipo, é uma coisa muito fora da minha curva, mas então eu também fico acrílica, mas que eu vivo numa bolha e eu sei que eu vivo numa bolha e eu nem quero estourar minha bolha, gente.
Voz B:Ai, também não, já tá super Eu não suportava na minha bolha, gente.
Voz A:Não, destruir pontos.
Voz B:Derrube essa ponte agora!
Voz A:É o Cátesu que eu quero com essa ponte, gente. Gosto dessas daqui de São Paulo, tá interditada. Mas cai mesmo aqui, tá tudo mal feita. As pontes estão assim, as minhas também. Não, tá cheia de bicha no vôlei, tá mó legal. Legal isso aí.
Voz B:A seleção brasileira tá jogando a VNL, masculina, tá com as 4 gays assumidas, né?
Voz A:Eu inclusive estava na VNL lá em Brasília, né? Passei uma semana em Brasília, encontrei um monte de ouvinte.
Voz B:Um beijo pra cidade de Brasília, super gostoso, Brasília, né?
Voz A:Minha rinite até voltou.
Voz B:Uma cidade incrível, meu sonho.
Voz A:Eu adorei, amiga, você ia gostar. Eu comi muito bem lá, sabia? Melhor do que muito estado por aí que fica se achando.
Voz B:E dá o nome agora, Minas Gerais, você quis dizer?
Voz A:Não.
Voz B:Ah, fala aí então.
Voz A:Vou ficar quieta, tá?
Voz B:Fala, Eduardo! A gente sabe que é Espírito Santo, a gente sabe.
Voz A:Brigas gigantes, mas foi um lugar que eu comi muito bem, tá?
Voz B:Fala um prato, uma coisa boa que você comeu lá em Brasília.
Voz A:Aí, comi no Bitoca do Norte, muito bom.
Voz B:É bom esse restaurante? O que que você comeu lá? Ai, comi, nossa, foi ontem, foi ontem que eu comi lá, que é conhecido como quarta-feira, gente.
Voz A:Isso, na quarta-feira.
Voz B:Vamos ver se ela lembra.
Voz A:Comi, não, olha, carne de Foi a carne de panela do Paiva, ele pediu. E eu pedi... Nossa, gente, é tão difícil de lembrar o que eu pedi. Agora eu tô lembrando, a dele tava muito boa.
Voz B:Carne de panela pra mim.
Voz A:A dele tava muito boa.
Voz B:Aliás, gente, não percam a nossa cobertura do MasterChef, viu? Tá babado!
Voz A:Comi um frango com... Ai, gente, é uma combinação que eu sei que muita gente vai odiar. Mas como eu adoro. Era um prato que veio frango, sabe?
Voz B:Frango assado. Adoro frango assado.
Voz A:Com maionese. Adoro essa combinação. Com macarrão. Frango.
Voz B:Adoro!
Voz A:E arroz e tutu.
Voz B:Ué, gente, era assim que almoçava domingo antigamente.
Voz A:Tudo isso junto. Eu jogo essa massa junta.
Voz B:Ô delícia!
Voz A:Aí eu peguei o quê? Uma pimentinha, 10 pimenta, caralho! Ah, foda-se meu cocô depois! 10 pimenta nesse frango, queima entrando e queima saindo. E queima saindo, gente. Ô delícia!
Voz B:Amiga, olha, sem pimenta 2 pratos, com pimenta 4 pratos. Que você vai botando a pimenta, você vai comendo.
Voz A:E vai indo, e vai indo, e vai acumulando pimenta.
Voz B:Ai, delícia!
Voz A:Meu Deus, adoro! Tudo isso pra falar que a seleção sim está com 4 LGBTs, a masculina. O vôlei sempre foi dominado pelas gays, gente.
Voz B:Foi, mas antes a gente tinha que ficar escondida, amiga, quieta.
Voz A:Exato, agora não.
Voz B:Agora a gente fala!
Voz A:Estamos em evidência, estamos falando sobre o vôlei. Eu quero ver a cara delas! Coloca aí pra mim. Mostra aí no Instagram da Douglas, que ela postou aí as quatro. A pureza. Joga aí. Primeiro, aqui.
Voz B:Olha as quatro, linda!
Voz A:Pega a foto do primeiro dump dele sozinho.
Voz B:Ah, ele é muito gatinho, né?
Voz A:Ele é lindo.
Voz B:Meu amigo é lindo, gente.
Voz A:Primeiro que essa é a camiseta da LGBT, que foi lançada semana passada também.
Voz B:Ah, você já tem?
Voz A:Em apoio ao orgulho, a minha vai chegar.
Voz B:Tudo, vou comprar pra mim também.
Voz A:Essa é a do apoio ao mês do orgulho LGBT. Que o SBV fez.
Voz B:Olha o antebraço, gente!
Voz A:Aqui, olha as quatro, gente. A Douglas Souza. Douglas Souza ficou muito conhecida na Olimpíada de 2016. O Brasil foi ouro, né. O Douglas é medalhista olímpico de ouro. Ele é um ponteiro muito bom, tava jogando no Cruzeiro, né. Saiu do Cruzeiro nessa temporada. Tem a nossa Drica Bombom, que é o Adriano. A galera falava que ele era mais sigiloso. O Adriano nunca foi sigiloso, gente. Nem descreve.
Voz B:O povo também fala o que quer, né, Eduardo?
Voz A:Não era tão junto assim, acho que das Bill. Agora ela tá super junta, tá super confortável, sabe? Todo mundo chama ela de Drica Bombom. Agora adoro ele, é a nossa Drica Bombom. O Mike, que é o líbero também da seleção, jogou a última VNL, é um fofo, é ótimo, é maravilhoso. E o Douglas também é o líder.
Voz B:Faz a foto em pé, gente, assim não dá pra ver.
Voz A:Enfim, são as 4 LGBTs que estão agora na nossa seleção brasileira. Todos jogam super bem, gente.
Voz B:Que orgulho, que orgulho! 4 gays na seleção brasileira de vôlei.
Voz A:Olha só, e belíssimos, né, gente? Lindíssimos!
Voz B:Fiquei muito orgulhosa, muito orgulhosa com essa notícia. Tava doido para te perguntar essa fofoca. Elas são tudo, amiga.
Voz A:Hoje, aliás, hoje sexta-feira também eu vou soltar um episódio comentando a VNL, que tinham me pedido, tá? Então vou soltar um extra, um off. Não me olha com essa cara, eu vou lançar, tá?
Voz B:Quero ver que hora ela vai gravar isso aí, gente.
Voz A:Eu vou gravar amanhã.
Voz B:Não, tá gravado? Não, você vai gravar isso, meu amor?
Voz A:Eu estou prometendo aqui, vai sair o meu episódio comentando a VNL e vou comentar um pouco da Chapada de Veadeiros que eu tava lá também.
Voz B:Ai, eu gosto tanto quando você fala de viagem, mano.
Voz A:Mulher, é a segunda vez que eu fui. Eu amei ir pra Chapada. Vou ver se eu faço separado, mas o da VNL "Ele vai ter que sair agora, tá?" Agora o da Chapada, amei! Que viagem gostosa, gente.
Voz B:Lança separado o canal disso.
Voz A:E eu não achei uma viagem tão cara, sabia?
Voz B:Deu pra separar?
Voz A:Não acho uma viagem tão cara, gente, a Chapada.
Voz B:Mas você também já tava lá, né, em Brasília. Você descontando com ir pra Brasília e fazer a viagem, foi ok.
Voz A:Peguei carro, mulher, dirigi. Peguei carro de Brasília até Goiás, mora.
Voz B:Parabéns, é isso mesmo!
Voz A:E lá na Chapada você tem que pegar o carro pra pegar umas estradas. Bicha, eu nunca peguei estrada de montão 4 na vida. Tinha que ser 4. Carro 4x4 para fazer, é o recomendado. Fui de HB20, mulher. Gente, eu vivi o extraordinário, mulher. Se você visse as estradas que eu peguei, era o carro só assim, ó.
Voz B:O próximo do Abro a Porta a gente vai fazer rali, você dirigindo.
Voz A:Pois é, o conteúdo, gente, juro para vocês.
Voz B:Parabéns, amiga.
Voz A:Olha que aventura, hein, galera. Meu Deus, bicho, eu vivia emoções.
Voz B:Ó, tem um off aí, sim, meu Deus do céu, tem um off assim. Ó, gente, também sai semana que vem a cobertura do primeiro jogo do Brasil, Brasil e Marrocos, terça-feira, não é? Terça-feira, Anitta vai voltar para comentar esse jogo com a gente. Tamo aqui na fé para o Brasil ganhar amanhã, né, gente?
Voz A:Se não, também a gente xingando, é bom também.
Voz B:Se perder, nós vamos falar, e Anitta entende de futebol, ela vai explicar por que perdeu.
Voz A:Se ganhar também Ela vai explicar por que ganhou, né. Vai explicar por que ganhou.
Voz B:E a gente vai fazer o quê? Nada no episódio. Falar besteira, eu e você. Basicamente é isso.
Voz A:Eu vou olhar as chuteiras que eles estão usando, quem tá usando mais.
Voz B:Eu vou ver o Igor Thiago, vou ver essas coisas, tá? Vou ver essas coisas. Amiga, falando em seleção, falando em Hendrik, hoje é Dia dos Namorados.
Voz A:Ai, é verdade! Eu tinha esquecido!
Voz B:Manda um beijo pro teu namorado.
Voz A:Um beijo, amor. Te amo!
Voz B:É pra qualquer pessoa que estiver vendo, gente.
Voz A:Quem pegar... Um dos meus ficantes.
Voz B:É, agora não vai oficializar?
Voz A:Amor, te amo.
Voz B:Ela é muito cara de pau, gente. 10 pessoas vão mandar "te amo" na DM agora.
Voz A:Amor, sexo com você é sempre mais gostoso.
Voz B:Você vê que ela não dá uma dica, porque vale pra qualquer um essa mensagem, Ariel. Ela tá cheia de contatinhos.
Voz A:Amor, pra você eu dou mais gostoso.
Voz B:Ah, então já sabemos que é um ativo agora. As passivas choraram.
Voz A:Amor... Amor, o seu cozinho também eu como deliciosamente.
Voz B:Dá uma dica mais específica, Eduardo.
Voz A:Amor, o seu beijo é o melhor.
Voz B:Ah, eu já ia achar que era eu, gente, que eu sei comer bem.
Voz A:Eu tenho síndrome de protagonismo.
Voz B:Amiga, eu sei que eu beijo bem.
Voz A:Nossa, não, bicha, eu sei que eu arraso. Eu arraso. E bicha, a gente sabe, a gente sabe. A gente fala: caralho, que beijo gostoso!
Voz B:Não fala? Fala! Ai, que beijo Beijo bom, eu falo, é bom mesmo.
Voz A:Na minha cabeça eu sou a melhor.
Voz B:Amiga, eu sou o segundo lugar então. Se você é a melhor, eu tô em segundo.
Voz A:Aceito.
Voz B:Então se você é a melhor, eu tô em segundo.
Voz A:Será que você é o 20 ao terceiro?
Voz B:Vamos ver, vamos ver. Me beija e a gente vê se você é o terceiro, né?
Voz A:Ó, beijinho no ombro.
Voz B:Amanhã inclusive a gente faz 4 anos, né?
Voz D:Mentira.
Voz B:Não de namoro, de podcast. 13 de junho.
Voz A:É sério?
Voz B:É verdade, amiga. Toda vez a gente não lembra de comemorar.
Voz A:Ah, gente, 4 anos ou 5?
Voz B:Acho que 4.
Voz A:4, né?
Voz B:Foi 2022. A gente é muito doida, amiga, que eu deixo as coisas acontecerem. É que eu vi no começo do mês naturalmente. Ó, me conte primeiro episódio, peraí. Você gosta de datas, amiga?
Voz A:Não tem, mas é importante, né?
Voz B:É verdade, amiga. 13 de junho de 2022. Mentira! 4 anos! Mentira, amiga!
Voz A:Passado! Chocado! Parabéns pra gente, amiga! Parabéns pra gente! 4 anos mesmo?
Voz B:4, 22, 23. Menina, não vi a minha foto na recepção, é até minha barba é preta, sabia? O Jazz me lembraram disso. Não ri não, Mariel! Ó, quase cai da cadeira de rir. A moça da recepção falou "Quem tá aqui tem barba preta, não é você." Eu falei: "Olha que audácia, gente." Ai, tô quase botando o tema do vídeo do mês pra gente analisar nosso primeiro vídeo. Ai, eu queria! Você sabe que eu quero fazer isso faz tempo, mas você não quis fazer.
Voz A:Pode ser, eu decido. Ai, gente, você joga o 7 erros? Eu tô 30 quilos mais gorda.
Voz B:É verdade, Mona, você perdeu peso.
Voz A:Vamos fazer, vamos fazer.
Voz B:Vamos fazer esse primeiro, não?
Voz A:Vamos analisar pelo menos uns 3 vídeos. 3 vídeos nossos antigos.
Voz B:É, boa! Se o pessoal gostar também, a gente faz. Mas o primeiro episódio é áudio, né? Você lembra?
Voz A:Sim, depois foi para o vídeo.
Voz B:Gente, mas tudo isso, deixa eu dar minha fofoca.
Voz A:Tá bom, vai ser o vídeo extra desse mês, vai ser especial analisando várias coisas.
Voz B:Eu topo agora, já é. Então pronto, amo! Analisando vídeo antigo do podcast para comemorar 4 anos nossas. Então é que o primeiro a gente fez coisas antigas nossas, lembra? Eu achei você não ter certeza.
Voz A:Mas agora a gente tem mais material aí pra comemorar do podcast.
Voz B:É, não, vamos comemorar com a tecladona.
Voz A:Fofoquinhas do podcast. Ai, gente, eu não tinha... Ó, vai nascer do que é natural, né?
Voz B:Pois é, isso é pra quem doa o apoio com R$20, viu? Ô, gente, vocês que estão aí num relacionamento saudável como esse, ó, vão concordar com a Gabriely Miranda, esposa de Hendrik, que estão esperando um bebê aí. Gabrielly revela que tem Instagram do Hendrik logado no seu celular. Você acha saudável? Que Gabrielly Miranda, esposa do Hendrik, normal.
Voz A:Você não tem o do Bruno logado no seu?
Voz B:Deus o livre, amiga! Será que eu deveria ter? Gente, fica essa pergunta, né? E já fica a resposta: não. Gabrielly Miranda, esposa do Hendrik, fez aí, participou de um podcast, porcaria que tem aí, e deu detalhes sobre o relacionamento dela, tá? No bate-papo, ela revelou que mantém a conta do Instagram do marido logada no celular dela.
Voz A:Meu Deus, tá?
Voz B:Durante a conversa, é que eu fico muito irritada, amiga. Eu já sou contra quem tem a senha, tem o perfil logado. Imagina o Instagram do meu marido no meu celular, gente.
Voz A:Homem meu só vai namorar comigo se tiver o perfil logado. Namorar ninguém. Por isso não tá namorando ninguém.
Voz B:Aí ela diz aqui, não, vai ver na hipocrisia, Eduardo. Não, que vocês falam, ai, Thiago exagera. Não, ó, Gabi contou que nunca foi uma pessoa ciumenta. Mona, você tem o Instagram do marido, né? E destacou, veja, não, eu li, eu falei, não, eu tô lendo errado, tô doida, não é possível, tô mais doida. E destacou que a confiança mútua é um dos pilares da relação. Xuxi, mesmo diante da atenção constante que o atleta recebe. Aí ela disse aqui, ó, eles são um casal muito lindinho, gente, não dá.
Voz A:Instagram, você pode trair em outras redes, gente.
Voz B:Pois é, trai no TikTok, gente, pelo amor de Deus.
Voz A:Eu já falei, gente, quem quer faz acontecer em qualquer rede social. Para mim, qualquer rede social vira rede de amor.
Voz B:Meu amor, quem trai não precisa nem de rede social também, né? Vamos acordar para a vida, pelo amor de Deus, né? É, ela disse aqui: tenho zero ciúmes. Nossa, imagina se tivesse 10, né? Nem ligo, nem ligo. Ele teve outras meninas, nem ligo, nem ligo. Acho que existe mulher de todo jeito por aí, nem ligo. Depende muito mais dele, se ele der moral, nem ligo. Gente, você tá olhando a DM do boy do seu celular, amiga, e E outra coisa agora também que é maior, eu vou falar, é um banana também, né, gente? Desde o começo do relacionamento, poxa vida, depende muito mais dele se ele der moral. Eu tenho Instagram dele no celular, mas nem ligo, não acompanho, não chegam mensagens para ele.
Voz A:Eu não entendi, amiga, ela liga ou não liga?
Voz B:Nem ligo. Ele tira algumas opções para que isso não aconteça. Então ela quis dizer que ela acha configura o Instagram de uma forma que ele não recebe DMs aí à torta e a direito nesse mundo do futebol, que é o mundo onde se tem muita traição, né, por parte dos jogadores principalmente. Mas olha, também quer ter o Instagram do seu namorado aí no seu telefone? Nem ligo.
Voz A:Eu também não ligo.
Voz B:Faço o que quiser também, né, amiga. O que foi combinado, eu não ia combinar uma coisa dessa.
Voz A:Até o Grindr ia ter no do meu. Tem até perfil de casal, amiga.
Voz B:Ai, acho muito cafona.
Voz A:Eu também acho. Deus que me livre!
Voz B:Não aguento, tá lá.
Voz A:Nunca sei quem tá respondendo.
Voz B:Não, nunca. É, não, é que eu tô sozinho aqui. Ué, mas eu contei 2 na foto. Que que você é, vendendo gato por lebre, gente?
Voz A:Espera aí.
Voz B:Ah não, que eu tô sozinho aqui, é sempre a feia que tá Sempre ela respondendo e administrando. Pois é, é a Fê que tem mais tempo, entendeu, de ficar lá.
Voz A:Essa que é otária, faz o RH da empresa. Mas enfim, gente, muito obrigado por esses 4 anos ouvindo o Me Conte Uma Fofoca, tá? Muito obrigado por 4 anos. Eu sei que tem gente que tá desde o início, então obrigado por acompanharem até os nossos projetos anteriores, nossos projetos atuais.
Voz B:Eu tenho leitora da Capricho, então tá comigo desde os 13 anos de idade, sobrevivente.
Voz A:Eu chamaria, né?
Voz B:50 agora. Meu Deus, tá comigo desde os 13 anos de idade.
Voz A:Ai, então muito obrigado mesmo, todo mundo que acompanha aqui. Vocês mantêm o nosso trabalho vivo. A gente adora encontrar vocês, a gente faz várias piadas aqui, mas a gente adora encontrar vocês, adora abraçar vocês, adora fazer os eventos quando a gente consegue reunir os nossos ouvintes também, né? A gente viaja para canto do Brasil, todo canto a gente encontra alguém que ouve. Isso é muito legal. E acho que o carinho que a gente recebe como podcast é diferente até de vários outros tipos de criadores de conteúdo. Eu já percebi essa diferença. Eu acho que às vezes eu tô com outras pessoas, o carinho que a gente recebe e a intimidade que a gente cria com as pessoas e a conexão que a gente tem com elas é algo até difícil de explicar para marcas, para amigos meus, para qualquer pessoa que não entende esse universo. Porque de fato, as pessoas meio que já sabem o que eu tô pensando. Já sabem o comentário que você vai fazer. Se não sabem, estão esperando que você faça. E quase sempre elas estão certas, porque elas conhecem muito bem a gente. É uma doideira, né. A gente compartilha cada coisa da nossa vida, nossos pensamentos mais obscuros pra essas pessoas. Elas escutam todos os dias o seu podcast. Então, obrigado mesmo, tá, gente.
Voz B:Obrigado demais, a gente ama vocês, viu? Ó... Bom final de semana.
Voz A:Ó, nem ligo.
Voz B:Placar amanhã, Brasil e Marrocos. Vamos ver se a gente acerta.
Voz A:Tá bom, vai. Eu vou chutar um. Ariel, vocês chutam também, tá? Eu vou chutar que o Brasil vai ganhar por 2 a 1.
Voz B:Aí, 2 a 1 é muito gente que não sabe apostar placar, né?
Voz A:Meu Deus, você pediu que eu apostasse o placar?
Voz B:Placar de segurança! 2x1 é aposta de básica, gente.
Voz A:Tá bom, então vamos lá. A senhora que é dona dos grandes placares, que que você aposta?
Voz B:3x0 Brasil.
Voz A:Jamais, jamais.
Voz B:Fala você então. 1x0 Brasil.
Voz A:Amistoso agora, amiga, já é a Copa. Que amistoso foi?
Voz B:Quanto? 6x2 contra o Panamá, 2x1 contra o Egito.
Voz A:2 a 1 contra o Egito. É, eu não falei 2 a 1?
Voz B:Não, mas você falou para o Marrocos. Tô perguntando Brasil e Marrocos, não atrapalha a aposta. 2 a 1, 3 a 0, 1 a 0, 1 a 0.
Voz A:É, eu falei quanto mesmo?
Voz B:2 a 1, mulher. Você, 3 a 0. E você, ouvinte, deixa aí o seu placar.
Voz A:Qual será?
Voz B:É, não vai botar depois que o jogo acabou, que aí você vai acertar, né? Não, tem que explicar tudo, amigo. Não, acabou de fazer uma declaração para os ouvintes de agora.
Voz A:Vamos colocar no Tigrinho agora nossos números. Ah, porra!
Voz B:Tchau, chega!
Voz A:Beijo, tchau!
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