#393: Mulher finge ter 12 anos para ser adotada + Juliano Floss é criticado ao comemorar visto e mais!!
Edu Oliveira e Thiago Theodoro comentam fofocas da internet, dos famosos e da audiência.
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- Adoecimento e infantilização da sociedadeAmanda Maria de Souza Oliveira · Golpe em Santa Catarina · Estelionato e falsa identidade · Adoção informal · Fingimento de autismo e doenças · Golpes em outros estados · Golpe no Rio de Janeiro
- Direitos LGBTQIA+Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo · Festa Guapo · Superlotação e falta de organização · Preço elevado dos ingressos · Uso de sintéticos em festas
- Tensão Viviane Gêler e Juliano FlossJuliano Floss · Visto negado múltiplas vezes · Comemoração de visto aprovado · Vídeo de mau tom com empregada ao fundo
- Evolução do vôlei femininoVitória contra a Itália · Quebra de invencibilidade italiana
- Notícias e Novidades da TV e StreamingGalvão Bueno e Holodum no SBT · Isa no Globoplay · Série com João Vitor Silva
- Oscar Wilde e a comunidade LGBTQIA+Twink · Twonk · Tuas
- Meta de apoiadoresIndicações de perfis, conteúdos e produtos · Cobertura do MasterChef para apoiadores
- Previsao Climatica BrasilRetorno da rinite · Clima seco de Brasília · Comparação com o ar de São Paulo
Edu Oliveira:Mona, eu tenho uma fofoca babado pra te contar.
Voz B:Então me conta essa fofoca, viado!
Edu Oliveira:Olá, olá, olá, olá, olá!
Voz B:Pé direito e muita sorte. Oi, amiga, tudo bem?
Edu Oliveira:Meu Deus, eu tô com uma bebê reborn hoje?
Voz B:Eu tenho 12 anos e agora eu quero ser podcaster. Você que é isso, caralho? Amiguinho, vamos fazer um podcast juntas. Você tá bem, amiguinha?
Edu Oliveira:Gente, que porra é essa?
Voz B:Me conte uma fofoquinha, vamos fofocar.
Edu Oliveira:Bicho, que merda é essa, caralho?
Voz B:Você não acreditou que eu tenho 12 anos?
Edu Oliveira:12 anos nem de capricho você tem, amiga. Pelo amor de Deus, que que é isso?
Voz B:Bora, foi o assunto das rodas de fofoca esse feriado, Eduardo.
Edu Oliveira:Não tô sabendo desse assunto.
Voz B:Ô menina, não é possível, você tá muito imersa no mundinho vôlei, amiga. Não é possível. Teve a mulher que fingia ter 12 anos, enganou uma família em Santa Catarina. Você não acompanhou isso?
Edu Oliveira:Não, gente, que história é essa? Meu Deus, onde eu tava?
Voz B:Não sei, mas no lugar melhor que eu, que tive que acompanhar isso, né? Vamos combinar.
Edu Oliveira:Me conta, pelo amor de Deus, que história é essa, amiga?
Voz B:Aliás, tá gritando bastante pelo Brasil, né? A voz tá indo embora, gente.
Edu Oliveira:Eu tô sem voz nenhuma. Eu quase cancelei o programa de hoje. Pelo menos hoje eu acordei com isso aqui de voz. Ontem eu não tinha nada, tá? Então agradeço.
Voz B:Mas você tá passando muito nervoso ou o Brasil tá indo bem?
Edu Oliveira:Não, o Brasil tá indo bem, amiga. Brasil ganhou tudo, gritei bastante. Mas nossa, menina, tem uma coisa, algumas pessoas vão me entender agora, tá?
Voz B:Diga.
Edu Oliveira:Eu fiquei, gente, pelo menos uns 5 anos sem minha rinite atacar, gente. Ela voltou, gente, o comeback dela parecia a Beyoncé vindo no Super Bowl, subindo assim, como Destiny's Child, sabe? Surgindo, é tipo Michael Jackson aparecendo e 15 minutos de aclamação, sabe? As pessoas batendo palma. E aí ela voltou, gente, de um jeito que ninguém imaginava. Ela voltou assim só pra desestabilizar o capítulo da minha série, sabe? É o episódio que o ator principal, gente, ele tem uma derrubada que ninguém imaginava. Aí a gente veio, Voltou essa rinite fortíssima, aí veio com a minha voz sumindo também, foi tudo ao mesmo tempo, gente. Mas eu tô aqui hoje, tá? Por vocês, meninas.
Voz B:Você é uma guerreira. Mas esse é o clima seco de Brasília, né?
Edu Oliveira:Você sabe, amiga, é que eu não queria culpar o clima seco de Brasília. Alguém vai falar, alguém vai falar: ah não, mas você vive naquela bosta de cidade de São Paulo, que lá vocês não conseguem respirar um ar puro. É verdade, gente, o ar de lá é uma merda, mas eu já sou acostumado. Eu sempre Nasce nesse ar de bosta, tá? Mas aí o ar seco daqui, gente, me pegou.
Voz B:É uma merda diferente, né, amigo?
Edu Oliveira:É uma merda diferente, gente. Minha rinite não aceitou. Não sei se ela tava acostumada com bosta, aí aqui ela chegou e viu que era um pouco melhor. Não, viu que era um pouco melhor. Ah não, não vou te aceitar sendo saudável aqui não.
Voz B:Ai, ninguém comenta umidificador e balde de água que eu vou me irritar tanto.
Edu Oliveira:Vocês fizeram isso, todo mundo que eu encontrar aqui em Brasília. Ah, todo mundo que eu encontrava aqui em Brasília é: "Nossa, você tá gostando? Porque eu sei que o Thiago odeia essa merda de cidade." E eu nunca fui, eu amo essa piada. Teve uma outra até que me pegou na raiva. E ela pegou e falando assim, juro, eu tava no birosca bêbada, ela: "Você, você que fala mal de Brasília." Aí eu ainda tive que meter: "Eu não, menina, é o Thiago Teodoro, sua doida." Ai, meu Deus, sobrenome ainda, gente. Eu não, é o Thiago Teodoro, eu tento ajudar, eu tento falar que não é tão merda. Merda assim essa cidade.
Voz B:Cidade porcaria, gente, nunca vou, viu? Deus me livre. Um dia, se me virem em Brasília, foi a bicoarentona, não fui eu não, gente, sinceramente. Ai, amiga, deixa eu falar aqui.
Edu Oliveira:Segue sua história primeiro aí, que você começou de uma criança. A gente já volta para todas as polêmicas da semana. O que que você fez esse final de semana? Só me conclui para fechar esse pensamento. Que bosta de história é essa? Essa criança que você entrou imitando, amiga?
Voz B:Amiga, é uma história que parou o Brasil. Aparentemente, só não parou Brasília, né? Uma mulher de 37 anos foi presa após fingir ter 12 anos.
Edu Oliveira:Que? Gente, que?
Voz B:E ser adotada por uma família. Gente, essa história é horrorosa. Eu vou rir porque eu não presto, tá? De acordo com a polícia, a mulher...
Edu Oliveira:Já se prepara, tem sempre umas palhitas pra reclamar, vai.
Voz B:Vai ter alguém que vai falar: "Thiago, você tá desrespeitando a família que acreditou". O pessoal também é burro, né, gente? Aí, pronto, já tirei do meu sistema. Aí é o meme lá da coisa dirigindo, já tô cancelada mesmo. A mulher utilizava o nome falso de Gabriele e chegou a ser adotada de forma informal por uma família em Santa Catarina. Gente, uma mulher de 37 anos foi presa em flagrante após passar por adolescente de 12 anos em Joinville, no norte de Santa Catarina.
Edu Oliveira:Ai, meu Deus, já fui para lá, sabia? Em Joinville.
Voz B:Nossa, amiga, você também faz cada viagem.
Edu Oliveira:Eu já rodei, viu? Meu Deus, gente, quer Joinville, lembra da Pixel? Já toquei lá, gente.
Voz B:Você foi? Aí ia te perguntar isso, se você foi lá tocar, né? Foi lá tocar.
Edu Oliveira:Fui, menina, opa!
Voz B:Gente, ela usava aí esse nome de Gabriela, essa mulher de 37 anos, e dizia que tinha 12 anos. Ela morou com essas vítimas por 14 meses, Eduardo. Ela manteve a versão.
Edu Oliveira:Gente, agora, meu Deus, parece aquele print do Caio Revela. Eu falei, eu sabia que você ia dar risada.
Voz B:Eu amo, gente, é muito bom. Ai, e aí, gente, pensa uma coisa, a pessoa— Eduardo, olha, raciocina comigo, pelo amor de Deus. Como que uma pessoa de 37 anos fala que tem 12 anos e o pessoal acredita? Gente, não tem como.
Edu Oliveira:Eu tenho 14, você não acredita?
Voz B:Não tem como, gente.
Edu Oliveira:Não acredita, Mori? Não entendi a risada.
Voz B:Se você falasse de 17 ainda, não tem como, gente. 14 meses.
Edu Oliveira:17 você acreditaria então? Ah, tá.
Voz B:17 acreditaria, você tá conservada. Para justificar, olha só. Agora vai ficar sério, sem rir agora. Para justificar a aparência de adulta, a mulher alegava ser autista e ter outras condições clínicas. Segundo a polícia, ela dissimulava comportamentos infantilizados e lúdicos Tem os vídeos, gente. A gente vai deixar os links aí, vocês vão ver. Tem os vídeos delas fingindo de criança, utilizando rotineiramente mamadeiras, chupetas e um cheirinho para dormir.
Edu Oliveira:Ai, gente, que porra é essa?
Voz B:E ela faz a voz de criança, amiga, é muito bom. Interrogatório: a golpista confessou a prática dos crimes, gente. A Gabrielly revela. A investigação indicou que a investigação indicou Calma, calma lá, gente, não acaba aí não. Que a mulher tem antecedentes penais por golpes idênticos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás. Gente, ela enganou o Brasil mais que o Bolsonaro, ela enganou o Brasil inteiro. E aí veio uma história, aí antes de vir a história do Rio de Janeiro, uma pessoa do Rio de Janeiro também foi vítima do golpe da criança de 37 anos. Meu Deus, amiga! Ó como que ela agia. O G1 Santa Catarina fez uma matéria, ó, como agia a mulher que fingia ter 12 anos. Tem nome ela, gente, Amanda Maria de Souza Oliveira. Ó, sua parente aí, ó. Ai, meu Deus! 37 anos, foi presa, como eu contei aqui, tá? Para sustentar o disfarce, ela usava chupetas e mamadeiras, que vocês vão ver nas imagens que estão na internet. E alegava aí um falso autismo. Uma das outras versões que ela dava também era de que ela era mais desenvolvida na questão do corpo porque ela teria sido obrigada a fazer tratamentos forçados hormonais na infância pra parecer mais velha, né? Ela tá sendo indiciada por estelionato e falsa identidade. Gente, juro, eu não consigo me conformar uma pessoa de 37 anos falar que tem 12 e as pessoas adotarem ela. Pra mim não dá. Tá.
Edu Oliveira:Amor, é o que mais tem, é gay mentindo a idade. Ele querendo se passar por twink. Aí você vai descobrir, a bicha é twink, pelo amor de Deus. Os anos de estrada que ela tem, bicha, é pra se aposentar já.
Voz B:Amigo, eu não aguento a twonk que elas inventaram, que é uma twink velha.
Edu Oliveira:O que é twonk?
Voz B:Que é T-W-O-N-K. Você já não viu a twonk? Aí você vai ver uma velha.
Edu Oliveira:Deixa eu ver o que é isso.
Voz B:Vê aí.
Edu Oliveira:A gente se aceita também, sabia?
Voz B:Pois é, gente.
Edu Oliveira:Ai, meu Deus, que bosta é essa? É twonky então, é a twink mais velha.
Voz B:Amiga, eu acho, eu entendi que é isso, porque eu sempre vejo uma véia se chamando de twonky.
Edu Oliveira:Ó, como você definiria uma twonky? Quais são as características? Aí tem uma bicha aqui respondendo. Ai, meu Deus, ó, e aí a minha informação bosta que eu vou ler vai vir do Reddit, tá? Então entra por um ouvido e sai pelo outro, tá, gente? Ó, Eu penso que twonk geralmente como alguns anos mais velho, tipo um 25+. Mas eles podem ser jovens, eu suponho, tá?
Voz B:Aí pode ser velho, pode ser jovem, não explicou nada.
Edu Oliveira:Pois é, gente, depois dos— aí tem gente falando que depois dos 30 já pode ser twonk. Ah, depois, olha, eu tô vendo aqui, para mim eu acho que 25+ já pode ser twonk.
Voz B:Eu tô vendo aqui que não é fácil assim não, amiga. Para o gay tudo é mais difícil, né?
Edu Oliveira:Não basta ser 3 fases. Primeiro você é twink, depois você é twonk, e aí falaram que a última é twas.
Voz B:Tuás?
Edu Oliveira:Mas como que escreve? Tuas, T-W-A-S. T-W-A-S.
Voz B:Mas você nunca tinha visto, gente. Tuas, menininho.
Edu Oliveira:Ai, e tuas é twink mais hunk, né? Ai, gente, que bosta é essa?
Voz B:Então, para você ser twonk, não basta você ter sido twink, você tem que dar uma bombada também, eu tô vendo aqui. Tem que ter músculos definidos.
Edu Oliveira:Ai, que deram exemplo aqui, o Tom Holland é uma tuonque.
Voz B:Ah, bom, bem expressivo, gente. Conteúdo bacana que a gente traz aqui, né? Tá voltando aqui para tuonque de Santa Catarina, gente. Ela é, além de usar lá as mamadeiras, chupetas e o cheirinho para dormir— cheirinho para dormir é aquela cobertinha que a gente tem quando era criança, você tinha?
Edu Oliveira:Uma cobertinha de dormir.
Voz B:Eu tinha uma almofada de elefantinho, gente, que era imunda, não deixava nem minha mãe lavar.
Edu Oliveira:Ai, eu tinha um melocotom que eu amava. Você não teve?
Voz B:Eu não tive, amiga, eu já tinha 30 anos já, já era tuonk, tuaso já era na época do melocotom.
Edu Oliveira:Ai, que ótimo!
Voz B:Eu tive o melocotom, hoje em dia eu tenho porque eu tenho 12 anos. E ela fingia também, Eduardo, sério agora, ó, fingia crises de pânico à noite, afinava a voz e fingia que era carente, né? O delegado do caso também, o Rodrigo Gusso, disse que ela levava uma vida de adolescente muito boa durante o período que ela viveu com essa família em Santa Catarina, tá? A família tentou muito matricular ela na escola, né? 12 anos é o quê? Quinto ano, sexto ano?
Edu Oliveira:Acho que é.
Voz B:E ela disse que não queria ser matriculada, que não podia porque o pai dela era abusador, né? Mentindo. Ela também, gente, como que ela tava com dó de você rindo?
Edu Oliveira:Agora eu tô achando que ela mereceu. É pouco.
Voz B:Não, amiga, a foto dela, eu vou te mandar a foto dela tomando a mamadeira aqui, é inacreditável, gente. É inacreditável. Ela adulta tomando uma mamadeira de criança, gente, não dá. Sério, vou te mandar agora aqui, ó, no WhatsApp, para você ver. Não é? Olha aí, te mandei. É o circo, gente.
Edu Oliveira:Passado.
Voz B:Ó como ela chegou, gente, veja só, usando a fé das pessoas, tá? Ela usou o nome falso de Gabrielly, Amanda, e ela chegou por meio de um pastor de uma igreja de Joinville. No começo, Eduardo, ela falou que tinha 18 anos. Gente, nem 18 anos ela passa. É uma tranqueira, cascuda de 37 anos já. Aí eu tenho 37, me chamou de cascuda, chamei. É uma véia, pelo amor de Deus. Ela disse que tinha 18 anos, tinha experiência em padaria, que fazia pão, que tava buscando um emprego. Primeiro ela falou isso. Com o passar do tempo, a Amanda começou a relatar problemas de saúde e dizer que tava precisando de dinheiro. A família ficou com dó, Eduardo, e botou ela para dentro de casa. É assim, picolé de limão, né, gente? Vamos lá. E família, depois que ela conseguiu conquistar a confiança desses moradores, né, dessa casa, ela mudou totalmente a narrativa, amiga. Ela recalculou a rota. Ela afirmou, depois que tava morando lá com eles, que na verdade ela tinha 11 anos. E o povo acreditou. Ai, que bosta! E aí, o que aconteceu? Como que ela foi descoberta? Não foi porque um dia as pessoas acordaram, botaram os óculos, lavaram o rosto. Não, se deram conta que ela era uma velha de 37 anos. Não, uma tia distante dela acabou fazendo a denúncia, né, dizendo que não convivia todo dia com ela, com a golpista, mas é que ela já tinha dado esses golpes em outras cidades, né. E acabou contando esse para esse pai adotivo. Foi uma adoção informal, né, mas a quem essa pessoa, quem ela tratava como pai adotivo, tá. E aí apareceu hoje Hoje é 8 de junho, tá, gente? Tem outras denúncias dela, mas a que apareceu mais, que acabou ganhando visibilidade, foi a mulher do Rio de Janeiro que caiu nesse golpe também, né? Era uma nutricionista e ela disse que mandava— chamada Renata— disse que essa mulher, Amanda, golpista, mandava mensagens: "Só queria dizer que a senhora é linda e especial, eu amei a senhora, a senhora mora no meu coração." Ai, não aguento mais. A nutricionista disse que a Amanda, né, no caso do Rio de Janeiro, se apresentava como Duda. Ela falava olá, e ela dizia que o pai obrigava ela a se prostituir, a tomar hormônios, né. Nessa vez que ela deu, eu vou te mandar mais uma foto dela segurando o cachorrinho agora. Ai, caralho, cadê? Entra, por favor. Ai, já te mando, não consegui mandar agora. E ela falava que passava por abusos para essa mulher. E aí, gente, uma nutricionista, né? E aí ela simulava perfeitamente que era criança, fazendo desenhos de criança, tendo comportamentos infantis e crises falsas. Depois que o aparelho celular dela foi apreendido, se achou nas buscas pesquisas sobre como se comportava um autista, como se comportava uma criança. Então o que as pessoas estão achando é que realmente era premeditado, né? Essa pessoa do Rio disse inclusive que ela vomitava agulhas, muita agulhas na frente dela, uma coisa super bizarra. E aí ela disse: tenho visto muita gente rindo e fazendo piada na internet.
Edu Oliveira:Eu não vi.
Voz B:Mas ela é uma estelionatária, uma narcisista, uma mulher perigosa. É uma pessoa que vestiu um personagem e criou uma narrativa. Tá aí uma oportunidade para Globo contratar ela para fazer novela, tá? O celular dela tava cheio de buscas, como eu disse. Tinha busca sobre como ser autista, né, ou como é o comportamento de uma pessoa autista. Tinha buscas sobre como fazer desenhos para emocionar pessoas evangélicas. E para piorar, um histórico enorme de filmes pornográficos, disse essa pessoa do Rio de Janeiro, essa nutricionista. Entrevista. Então tá aí, gente, tenho certeza que essa história passou pelas rodinhas de vocês. A Amanda, né, a golpista, aí tá sendo investigada, indiciada na verdade, e a defesa dela já se pronunciou dizendo que ela vai passar por exames de sanidade mental, né. Me parece que a direção da defesa vai ser essa de alegar que ela não é muito, não é ciente do que ela tá fazendo, que ela tem alguma questão de saúde mental, do por isso ela se passar por uma criança. As vítimas têm dito que na verdade ela é uma golpista safada, né? Vamos ver o que é, se a defesa vai conseguir provar essa linha de que na verdade ela tem questões, né, de saúde mental. Ai, amigo, Brasil não para de surpreender.
Edu Oliveira:Chocante, amiga. Ai, menina, bom, vamos falar agora rapidinho do nosso final de semana, que eu tava aqui em Brasília, né? Assistir todos os jogos da seleção feminina brasileira de vôlei. Vôlei venceu, gente, todos os jogos. Quebrou a invencibilidade da Itália, que estava 39 jogos sem ganhar. Tudo, amiga, tudo. A última vez quem acabou com a invencibilidade da Itália também foi o Brasil, tá? A última vez que ela perdeu foi em 2024 para o Brasil. Agora perdeu de novo para o Brasil, tá, gente? Então, foi babado. Assisti todos os jogos lá, encontrei muita gente. Dei muito abraço em muita gente, tirei muita foto. Todo mundo pedia pra te mandar um beijo. Então fica aqui o beijo também, tá, amiga? E você ontem tava na Parada, né, amiga? Eu perdi, infelizmente.
Voz B:Ai, vou começar pelos beijos, então, que todos os ouvintes te mandaram. Perguntaram de você. E eu fui à Parada como vou todo ano, como vou há 28 anos aí. Com raríssimas exceções, né, gente. Quando eu estive viajando, tive algum compromisso. E a Parada ontem completou 30 anos, num momento super difícil comercialmente, politicamente. Mas era um pouco daquilo que eu tinha falado aqui no programa. A gente tava lá, amiga. Mariconas, twinkies, trans, travestis, sapatões, bissexuais, intersexos. A gente tava lá. É sempre muito bonito de ver a força, a diversidade da nossa comunidade. Como a gente, dentro das nossas diferenças, que são muitas. Segue unido por essa bandeira, né? Passou o bandeirão super bonito também. A parada tava menor, com menos carros, por conta da falta de patrocínio, mas estivemos na rua. E eu acho que isso foi o mais importante, assim, foi muito bonito de ver a gente mais uma vez ali na Paulista dobrando a Consolação e descendo. Aí eu não desço há anos para rua, viu, gente, que ali que o bicho pega, viu? Vocês que vão para parada, querem curtir, tem que descer. "Tem que ir pro final, que lá que a festa de verdade começa." Mas foi muito legal, né? Passaram ali... A Glória foi, a Pabllo foi. Na consolação já desceu a Urias cantando, tava lindíssima. Então foi muito, muito, muito legal. Ano que vem a gente se vê de novo na Paulista, gente. E a Parada tava com um mote muito importante, que é o da "A rua clama, a urna responde." Então acho que vale. Em se tratando de parada, lembrar que esse ano é ano de eleição, né, não só para o executivo, governador e presidente, mas como deputados federais, estaduais e senadores. E que a gente, enquanto comunidade, leve em consideração quais são as posições em relação a gente dos candidatos que a gente vai escolher votar. Então assim, primeiro votar, eu sei que os mais jovens andam com preguiça, né, andam pouco estimulados de irem para a urna por conta da, enfim, eu sei que não é fácil olhar para o Congresso e achar que tá tudo bem, Mas é importante a gente escolher os nossos candidatos e gente que defenda as nossas bandeiras nesse ano eleitoral. Então gostei desse chamado da Parada aí.
Edu Oliveira:Foi tudo, amiga!
Voz B:Agora, bebida, festa, música, aquela alegria de sempre, sabe? Foi muito legal.
Edu Oliveira:Eu sei muito bem, gente. Eu amo muito a Parada. Ela continua e segue sendo resistência. E feliz que lotou também. Muitos e muitos amigos estavam lá. E é importante demais comparecer na Parada, gente. Pra mim, é o evento mais importante aí do ano. E inclusive, muitos eventos LGBTs acontecem ao redor da Parada, né, amiga? E um deles deu babado, né. Eu tava acompanhando até o da Guapo, menina. Você viu? Deu uma polêmica.
Voz B:Eu vi no Twitter, mas não entendi. A Guapo é uma festa famosa?
Edu Oliveira:É uma festa de tribal famosa, gente. Tribal é como...
Voz B:É isso, né.
Edu Oliveira:Tipo isso, só que mais... Tô-rô-tô-tô-rô-tô-tô... Tá-tá-tá-rá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-rá-tá-tá-tá-rá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá! Mais por aí, sabe? É um pouco mais pesado. A gente chama, num bom sentido, de batilata. Batilata, batateira... Batistaca, sabe? Tá mais pra esse lado, assim. Porque tem muita gente que vive a Semana da Parada LGBT Não indo a parada LGBT, né, só vai em festa, gente. Também não julgo, não critico, mas vai na parada, gente. É importante, tá? Mas tem as biba que elas só, realmente, elas comparecem quarta-feira numa festa, quinta em outra, sexta em outra, sábado em outra. Aí domingo, que é pra você ir na parada, a bicha já tá acabada, sabe? Ela não tem mais nada no corpo dela.
Voz B:A Bibi ia em todas as festas e ia à parada, gente. Eu era jovem, eu aguentava.
Edu Oliveira:Não é? Faz uma coisa, tem que fazer a outra também, gente.
Voz B:Concordo.
Edu Oliveira:Mas aí eu conheço várias que só vão pras festas. Gente, o que mais tem são essas bichas, tá? E aí tem essas bichas da festa Guapo. A Guapo, como eu falei, é essa festa de tribal, do "taratataratatatata". Isso. É uma das mais famosas que tem de tribal aqui em São Paulo, tá? E o babado é que essa festa também, além de ser uma das mais famosas Foi uma das mais caras, tá, em relação às festas da Semana da Parada, gente. Ela tinha ingresso custando R$500, amiga.
Voz B:E ia estar o artista lá, gente, é show!
Edu Oliveira:Se você, Thiago Teodoro, paga R$500 numa festa, você espera que a festa seja como? Organizada, né?
Voz B:Organizada, boas bebidas, é open.
Edu Oliveira:Deu, tenho que só confirmar se o que eu esperaria era o valor de open bar.
Voz B:Onde que é essa festa?
Edu Oliveira:Eu tô achando que é no Seco, R$500, viu? Open bar era um pouco mais caro. E aí algumas amigas tentaram me explicar a coisa do valor também. Aqui sem fazer juízo de ninguém, tá? Eu não sou melhor que ninguém nem nada, mas é o que me explicaram. Se isso tá certo, eu não sei, são opiniões que eu li, tá? E que me contaram também de algumas amigas que já foram para festa. Foi no Caribe. Essa festa é muito conhecida por pessoas que usam, gente, alguns sintéticos. Isso é de conhecimento público. Todo mundo sabe. "Ah, Eduardo, você tá apontando, insinuando que sim." Estou. Todo mundo sabe que 90% da galera que tá lá usa sintético, gente. E aí, o babado é que muitas dessas festas de eletrônico de tribal não conseguem fazer dinheiro com caixa de bar. Eu já trabalhei, gente, 8 anos em balada. Eu sei que o que dá dinheiro em festa é bar. É giro de bar. Giro de bar ou ticket de bilheteria. Você tem que equilibrar um pouco dos dois, tá? Você tem que ter dinheiro de bar e ticket de bilheteria. Se você não tiver os dois, a festa quebra. E eu já vi muita festa quebrar por causa disso, tá? A festa vendia muitos ingressos. A gente fazia muita festa de K-pop. Festa de K-pop vendia horrores de ingresso. Mas ninguém consumia no bar, porque era tudo gente jovem. Então eles não bebiam bebida alcoólica. Aí a gente quebrava, porque não fazia dinheiro. Essas festas aí de tribal, ao contrário, tá? Dá dinheiro no ticket, mas ninguém consome no bar, porque estão consumindo outro tipo de entorpecente, moleque.
Voz B:É isso que eu queria que você explicasse. A pessoa que tá usando outro entorpecente não pode misturar com bebida, né?
Edu Oliveira:É. A The Week, até, quando era em São Paulo, lembra aquela que tinha antiga?
Voz B:Lembro, clássico.
Edu Oliveira:A água era caríssima.
Voz B:A água era super cara.
Edu Oliveira:Porque era ali que eles ganhavam dinheiro. Ninguém comprava bebida, só comprava água. A água era caríssima, caríssima.
Voz B:Era uma fortuna.
Edu Oliveira:Tem essa fonte também, tem essa vertente. Eles falam que eles só conseguem fazer dinheiro com isso, pagando um valor alto.
Voz B:Mas eu entrei no site agora, amigo, desculpa te interromper, e já tava vendendo por R$800 já o ingresso extra.
Edu Oliveira:Mentira! Open bar?
Voz B:Tô vendo aqui, não explica, é um mistério, gente. Mas já tava, ó, tem uma área open bar premium da festa.
Edu Oliveira:Tem, né?
Voz B:Mas o ingresso extra já tava R$799 mais taxas, ou seja, ia ser mais de R$800 com certeza.
Edu Oliveira:É, eu tenho um pouco de preguiça também desse sistema de exclusividade que as pessoas têm feito também para escutar ingresso, né? Aí fica fazendo o valor ficar cada vez mais caro, todo mundo se sente exclusivo de um negócio que custa esse preço. Aí quando chega lá é uma baderna, uma bagunça, igual foi pelos tem vários vídeos que dá para ver como que foi o sistema de organização da Guapo, gente.
Voz B:Mas qual foi o bapho da Guapo?
Edu Oliveira:A festa custou R$500, gente, deu superlotação, ninguém conseguia entrar, as gays tiveram que derrubar grade para entrar, teve gente que foi pisoteada. Ô, dá muito ruim! Tem vídeo com cenas desse momento das pessoas entrando, derrubando as grades, sendo pisoteada, uma falta de organização assim absurda, gente, para o ingresso desse valor.
Voz B:Pelo amor de Deus, gente, que barbaridade!
Edu Oliveira:As bicha nem tinha muito o que revistar, estavam tudo pelada praticamente.
Voz B:Já vão tudo pelada, amigo. Eu vi que você botou aqui na pauta, e a gente foi muito marcado nessa, a polêmica do Juliano Floss, né? Rolou uma polêmica do Juliano Floss esse final de semana. Você quer contar aí para a gente esse bapho? Eu acompanhei por cima, eu vi, amiga, ele comemorando que tinha tirado o visto. Depois eu achei que começou a virar um negócio muito grande, aí fiquei com preguiça. Falei: Eduardo vai ver isso, depois ele me conta.
Edu Oliveira:Mulher, sim, eu também fui primeiro impactado pelas pessoas me marcando, falando: olha, o Juliano Frost finalmente tirou o visto. Acabou a piada com isso. É, acabou a piada e tal. A gente fez muita, muita piada sobre isso, porque o menino teve o visto negado acho que 4 vezes, mano.
Voz B:Não, mano, aí ele olha Sofreu mais que a Sol lá na novela da Glória Pérez pra entrar nos Estados Unidos.
Edu Oliveira:Gente... Ai, teve que entrar no carro, não foi? Dentro do porta-malas, no porta-luva. Ai, não aguento essa cena, gente. Ele tava assim, quase, o Juliano Floss.
Voz B:Posso falar uma coisa antes que eu discordei, amiga? Do Juliano Floss, vocês sabem que eu torci pra ele no BBB, né? Então eu tenho lugar de fala. Nada a ver esse cabelo ruivo, gente. Não gostei.
Edu Oliveira:Nada a ver, não gostei também, amiga. Nada a ver. Para de inventar, amor, sabe? Tem coisa que tá dando certo, a gente não mexe.
Voz B:Vai mexer em time que tá ganhando, gente? Aí depois perde o visto, eles vão tomar o visto dele depois desse cabelo vermelho aí.
Edu Oliveira:Ele vai ver. Bom, mas ele postou um vídeo comemorando a aprovação do visto dele, né? Porque ele teve, na verdade não foi 4 vezes, foram 4 anos de negativo. Ativa.
Voz B:Então nem sei quantas vezes ele tentou.
Edu Oliveira:Ah, não sei se foi uma por ano.
Voz B:Ah, tá, pode ter sido até mais do que 4, né, se ele tentou 2 vezes ao ano.
Edu Oliveira:Pois é, eu acho, amiga. Bom, mas aí ele postou um vídeo comemorando e o vídeo eu achei também um pouco de mau tom. Eu achei de mau tom porque ele pega um champanhe, começa a comemorar, colocar na taça, e tal. E aí começa a jogar dinheiro no chão, ele faz toda uma sujeira no chão. Só que aí passa uma empregada limpando no fundo do vídeo. E aí eu acho que meio tipo zero necessidade. Talvez ela que vai limpar essa sujeira que você tá fazendo, ou talvez ele que tenha limpado também essa sujeira. Mas Mona, não precisava também. Com a Mona ainda limpando, trabalhando ali no fundo. Só posta um story comemorando, bicha, também, sabe?
Voz B:Ai, gente, que coisa feia, credo! Mas eu acho que ele tava, aquelas que vai tentar definir, é que ele tava muito feliz, gente. Foi a emoção de ter conseguido o visto, coitado.
Edu Oliveira:Ah não, não foi não, não foi de bom tom o vídeo.
Voz B:Gente, você só conseguiu um visto para entrar nos Estados Unidos, lugar que nem quer a gente lá, sabe? Dá uma segurada na emoção. Aí, lá creio um pouco, lá creio, mas me irritou.
Edu Oliveira:Não, total, mulher, total.
Voz B:Nem cria conteúdo, entendeu, Eduardo?
Edu Oliveira:Tô com Tô com você, amiga. Tô com você. Eu acho que foi mais pela piada dele ter sido recusado várias vezes, né. Ele virou a referência de ter sido recusado. Mas o que eu achei de mau tom mesmo foi esse vídeo, tipo... Abrindo o chãozão e sujando... É, e sujando ali o apartamento com a empregada passando ao fundo, limpando. Acho que em nenhum contexto é legal. De qualquer forma que você tiver... Qualquer coisa que você estiver fazendo, tipo... "Ai, tô comendo uma coisa", aí começa a sujar o chão. Aí passa a empregada passando por trás. A gente sabe que talvez ela vai limpar depois. E aí não é de bom tom você postar isso, gente. Mas enfim, eu tô explicando que o céu é azul pra uma pessoa que já tá velha, né?
Voz B:É, amiga, tem que ser. Mas às vezes a gente tem que falar que o céu é azul porque tem gente que não entende, né? E coloca a pessoa que tá trabalhando ali numa situação de humilhação também, né? Muito desagradável, assim, não tem defesa esse vídeo aí. Amiga, olha, pra gente terminar, uma rapidinha, duas rapidinhas, tá? Porque também já deu o nosso horário e você tem coisa pra fazer e eu também.
Edu Oliveira:Gente!
Voz B:O Galvão tirou o Holodum da Globo hein? Eu fiquei passada com isso... O Holodum que está em uma parceria com Rede Globo nas Copas do Mundo desde que eu me entendo por gente né?! Entra no intervalo lembra quando o Galvão chamava o Holodum "tatatata tatatatata" porque o Holodum faz festa durante as copas ali chega até mais de 20 mil pessoas pelo Pelourinho durante esse especial que chama Torcida Brasil - Holodum e existe Salvador desde décadas de '90. E eles sempre entraram no ar na Globo, né? A chamou, etc. e tal. E aí o Galvão, com a ida dele para o SBT, ele levou o Holodum para o SBT. Então esse ano o Holodum aparece no SBT na Copa, não aparece na Globo, né? Lembrando que o Galvão foi contratado pelo SBT para narrar os jogos do Brasil e narrar a partida de abertura e a final. Os outros jogos vão ser narrados pelo Thiago Leifert. E aí uma notícia boa para as gays, gente, no mês do orgulho. A Isa vai voltar, amiga.
Edu Oliveira:Vai voltar o quê?
Voz B:A Isa tá com projeto novo.
Edu Oliveira:Ah, musical?
Voz B:Não, claro que não, gente. Ai, mais um anúncio de telefonia celular? Também não, gente. A Isa vai estar na Globoplay agora, tá? Numa comédia romântica produzida pela Globo com o namorado dela, gente, o João Vitor Silva.
Edu Oliveira:Ah, é aquele gostoso?
Voz B:Ai, amiga, Ai, eu acho, eu tô vendo a novela, ele não é tudo isso, amiga.
Edu Oliveira:Ele é sim, ele é sim.
Voz B:Ai, não é, ele é bem franguinho, gente, se vocês olharem bem.
Edu Oliveira:Eu achei ele muito franguinho. Ai, amiga, tô numa dieta só com sobrecoxa, peito de frango, asinha. Você só come galeta. Adoro, adoro.
Voz B:Só galeta. Ó, a história de um cara que é um pagodeiro que tá passando por uma crise na carreira, e a Isa, né, É, ele é o ator principal, o ex, o namorado dela, o João. E a Isa vai aparecer na série interpretando ela mesma. Show! Chique! Emocionou?
Edu Oliveira:Ai, eu adoro ela, gente! Eu adoro a Isa. Pode fazer a piada que quiser, gente, eu amo a Isa.
Voz B:Eu também. Meu sonho é ela lançar um álbum de novo, gente. É o que a gente mais quer, é o que a gente mais precisa, é o que vai botar o Brasil nos eixos quando a Isa lançar mais um álbum. Tá, amiga, amanhã a gente tem programa, né?
Edu Oliveira:Ai, é o Me Conte Uma Dica.
Voz B:Ai, era, não era Me Conte Uma Dica? A gente bateu esse nome?
Edu Oliveira:Me conte uma indicação, não era? Me conte uma indicação.
Voz B:O que que vai ter no Me Conte Uma Indicação? Só para o povo entender, para quem apoia.
Edu Oliveira:Eu acho que é autoexplicativo também, ninguém é burro aqui, mas assim, é uma indicação de burra, amiga. Ah, então verdade. Deixa eu falar esse público agora. Vamos lá, gente, o Me Conte Uma Indicação vai ser o episódio aonde indicamos várias coisas, perfis no Instagram para você seguir, coisas que consumimos, coisas que gostamos, coisas que escutamos. Faz tempo que eu queria fazer esse programa no geralzão, porque a gente tinha— eu tinha o Pra Quem Você Tira a Peruca no Santíssima Trindade das Perucas, meu antigo podcast, aonde todo episódio eu indicava alguma coisa. Seja um perfil, algo para as pessoas seguirem, consumirem, enfim.
Voz B:E... Faz salto agora, amiga.
Edu Oliveira:Fica solta e sobe. Aí vem nosso compilado. Esse compilado aí vem pra gente conseguir unir todas as nossas indicações num programa só. E eu acho que a gente tem que fazer até regularmente, tá? Porque eu tenho várias coisas pra indicar sempre. Às vezes fica só eu e o Thiago se indicando entre a gente no privado, sabe? E aí a gente acha legal gravar esse episódio. Você também? Sempre tinha essas indicações em todos os podcasts que você teve, né?
Voz B:Amiga, sempre. E eu fico super empolgado. Às vezes um álbum que eu tô ouvindo diferente, uma série que eu tô assistindo. Eu vi o filme novo do Almodóvar, por exemplo, tô doido para falar sobre ele. Eu acho que no Me Conte Uma Indicação a gente vai ter esse espaço de novo, né, de uma conversa gostosa que a gente já tem entre a gente, que é legal a gente levar também para quem apoia o podcast, tá? Lembrando que tá rolando no programa de apoio também a cobertura de MasterChef toda quinta quarta-feira. Quem dobrou o apoio no mês passado me viu voltar a dirigir, gente. Então, na categoria dobra, esse vídeo tá muito legal, tá mesmo? Tem eu dirigindo pela primeira vez depois de 15 anos. Então, se você se empolgar e quiser ver esse conteúdo, é só dobrar o apoio. Tá legal demais. Aí deixa um comentário também para a gente saber que você gostou. Amiga, até amanhã.
Edu Oliveira:Boa semana para gente, amiga. Boa semana para gente e para quem tá ouvindo esse podcast também. Sua semana vai ser maravilhosa, abençoada. Tô sentindo que vem aí o seu aumento, tá, meu amor? Então fica aqui o meu recado. Ó, chamou, chamou, tem que chamar.
Voz B:Jogou pro universo, tá certa. Jogou pro universo. Beijo!
Edu Oliveira:Beijo, gente.
Voz B:Tchau!