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Os lucros de Trump na presidência - Invest 121

10 de julho de 202618min
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Neste episódio do Petit Invest, analisamos os lucros obtidos por Donald Trump enquanto ocupa a Presidência dos Estados Unidos e a crescente mistura entre poder político, negócios privados e enriquecimento pessoal. Discutimos como empresas, marcas, criptoativos e empreendimentos ligados ao presidente e à sua família se beneficiam da visibilidade, das relações internacionais e das decisões tomadas pelo governo americano.
Também avaliamos como essa atuação rompe com a liturgia tradicional do cargo e amplia os questionamentos sobre conflitos de interesse, transparência e uso da Presidência para fins privados. O episódio mostra como a transformação do poder político em ativo comercial pode afetar instituições, mercados e a confiança pública, além de criar precedentes importantes para o futuro da democracia americana.
#PetitInvest #Trump #EstadosUnidos #Economia #Política
Participantes neste episódio2
D

Daniel Sousa

HostJornalista
T

Tanguy Baghdadi

HostJornalista
Assuntos4
  • Interesses econômicos na comitiva de TrumpDonald Trump · Enriquecimento pessoal · Conflito de interesses · Criptomoedas · Memecoin
  • Avaliação de governo e aprovação presidencialDonald Trump · Avião do Catar · Confusão entre público e privado · Uso de bens públicos
  • Conspiração e obstrução institucionalAparato institucional dos EUA · Ética na política · Democracia americana · Suprema Corte dos EUA
  • Impacto financeiro das facçõesManipulação de mercado · Oscilação de preços · Oportunidades de lucro
Transcrição12 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
TBTanguy Baghdadi

PetiJornal.

DSDaniel Sousa

Inteligência e irreverência em doses diárias. Olá, gente, bem-vindos, bem-vindas ao PetiJornal. Esse é o Peti Invest número 121. Estamos gravando numa live no YouTube do PetiJornal. São exatamente 10 horas e 28 minutos da sexta-feira, 10 de julho de de 2026. Cá está a dupla de costume, a dupla que você conhece de cor: Tanguy, o Bagdadi animado, contente, preparado, revigorado, resiliente, retumbante, descansado, tarifado, e novas tarifas estão a caminho, muito preocupado com o cenário internacional de múltiplas preocupações.

E temos também Daniel Souza, que é esse que vos fala. E ao longo dos próximos minutos vamos falar do ambiente de negócios, da dinâmica de investimentos internacional, E, Taqui, me parece que hoje é um momento oportuno para fazer um estudo de caso. Afinal, nós falamos aqui sobre investimentos no Petinvest e temos um investidor absolutamente talentoso na praça. E vamos aqui dissecar um pouco a sua estratégia e tentar entender quais são as dificuldades enfrentadas por esse modelo, qual é a possibilidade de replicá-lo.

Se você em casa pode fazer a mesma coisa, você no trabalho, no carro, etc., pode aprender aqui algumas lições desse magnânimo investidor chamado Donald Trump. Como vai, Professor Bagdadi? Tudo bem? Vamos a isso.

TBTanguy Baghdadi

Tudo bem, Daniel Souza com S. Vamos lá para esse episódio, esse Petinho Investe número 121, nosso episódio toda sexta-feira. Um prazer estar aqui mais uma vez para trazer aqui, né, Daniel, um case de sucesso, né? Eu tenho certeza que você em casa já pode começar a imaginar como é que você aplica exatamente esse modelo lá na frente. E falando em investimento, né, Daniel, tem um investimento ótimo que esse sim certamente tá ao seu alcance nesse exato momento, que são os investimentos nas roupas da Insider Store.

Investimento mesmo, viu, Daniel, porque você compra uma roupa que vai durar muito, uma roupa que vai te atender durante muito tempo, uma roupa que aliás, Daniel, serve para os mais diferentes contextos. Serve para você trabalhar, para você ir para academia, para você sair no final de semana. Ou para você viajar, né? Insider Store tem essa, essa faceta, né, que é a versatilidade. Roupas tecnológicas que são absolutamente ajustáveis às suas necessidades.

Toda vez que eu entro lá no site da Insider Store, Daniel, fico impressionado com a variedade que eles vêm produzindo, né? Sempre tem coisa nova, produtos novos, produtos sempre de muita qualidade. E com o link que tá na descrição desse episódio você consegue condições muito especiais, além de ajudar o Petit Jornal também. Então não perde essa oportunidade, para sua próxima viagem, para você tá bem vestido sempre. Insider Store.

Daniel Souza, eu queria que você me ajudasse a entender, pegar aqui um estudo de caso sobre o qual você falou agora pouquinho, né? Quais seriam os passos que Donald Trump pode ter dado para chegar nesse momento no qual ele consegue esse tamanho, um resultado desse tamanho, Daniel? O êxito, né? Conseguir de fato chegar lá e ter os seus investimentos rendendo frutos o tempo todo. Conta para mim, Daniel.

DSDaniel Sousa

Outra é que você sabe que Donald Trump é um investidor há muitas décadas. Teve alguns percalços, alguns negócios que eventualmente não deram certo. A gente, inclusive, já esmiuçou no PetiCursos algumas dessas situações. Mas, em 2025, ao voltar à Casa Branca, ele acabou sendo absolutamente bem-sucedido no que diz respeito à sua dinâmica de investimentos. Nós tivemos a divulgação de um relatório agora na virada de junho para julho, em função ali do Comitê de Ética da Casa Branca, e nós temos Donald Trump ganhando 2,2 bilhões de dólares no primeiro ano de volta à Casa Branca, algo absolutamente sem precedentes.

Nos Estados Unidos, não é usual você ter presidentes americanos enriquecendo E enriquecendo nessa velocidade que o Donald Trump está enriquecendo. A gente pode observar, inclusive, alguns dos ganhos que estão nesses 2,2 bilhões. Nós temos 1,4 bilhão em criptomoedas, nós temos 635 milhões em royalties de memecoin, nós temos 500 milhões da World Liberty Financial, que foi fundada por Donald, Trump Jr. e Eric Trump, com participação em múltiplas empresas.

Mas é importante registrar que o Donald Trump diz o tempo todo que ele não se envolve nas suas finanças pessoais, que ele tem fundos que administram seu dinheiro. E a Casa Branca também registrou que nem o presidente nem sua família se envolveram, nem jamais se envolverão, em conflitos de interesse. A gente tem tido, ao longo desses últimos tempos, desses últimos meses, muitas movimentações também um pouco estranhas, porque o que acaba acontecendo é que, quando Donald Trump anuncia, de repente, alguma questão em relação ao Oriente Médio, pode ser que o petróleo vá para cima ou para baixo diante desse anúncio.

E algumas movimentações inusuais têm acontecido minutos antes desses anúncios, Tanguy, o que Certamente tem uma explicação, certamente é reflexo ali de algum tipo de inspiração que os investidores acabam tendo nesses momentos. Nós também tivemos ali um grande faturamento por parte do Trump de merchandising. Ah, porque, pô, merchandising de presidente dos Estados Unidos. Não, não, não é de presidente dos Estados Unidos, é do Donald Trump, é uma merchandising pessoal.

As pessoas confundem muito. Ah, porque, pô, ele é presidente. Então, é o cargo que está gerando essa projeção. Não, ele é Donald Trump, ele é maior que o cargo. Quer dizer, é o que ele acha, talvez. Mas, enfim, a gente está observando também um presidente que anunciou criptoativos, teve a criptomoeda do Trump, teve a criptomoeda da Melania, e consequentemente você teve uma valorização muito expressiva e um enriquecimento. E certamente isso é reflexo de uma estratégia bem fundamentada.

Ah, por que o Donald Trump poderia ter enriquecido inovando? Poderia, mas não foi o caso. Ele enriqueceu através de um esforço pessoal, de um esforço meritocrático, que o levou à presidência dos Estados Unidos. Chegando à presidência dos Estados Unidos, ele teve coragem, ele teve força para inovar através do lançamento de uma série de produtos e uma estratégia de marketing agressiva, Ele pôde mostrar, inclusive, que as instituições americanas não estavam preparadas para tamanha inventividade no que diz respeito à sua estratégia de investidor.

Portanto, é diferenciado, ele é diferenciado. Ah, porque eu quero fazer igual. Faça igual, vire presidente dos Estados Unidos, enfrente o establishment, enfrente a justiça da maior potência do planeta, desenvolva uma criptomoeda, venda essa criptomoeda. De maneira inteligente e se valorize. Certamente você terá dificuldade porque Donald Trump é diferenciado.

TBTanguy Baghdadi

E na prática, Daniel, o que Donald Trump faz acaba trazendo uma série de influências, né, para outros países, porque durante muito tempo os Estados Unidos foram uma referência. Isso, gosta ou não, né, mas os Estados Unidos foram uma referência em termos de maneira pela qual o presidente tem que se portar. Você tinha uma certa impessoalidade na maneira de governar, apesar da gente saber, Daniel, que presidentes sempre tiveram envolvidos negócio aqui a colar, mas havia pelo menos uma certa, um certo rito, né, de manter isso mais discreto possível.

Donald Trump saiu completamente de qualquer tipo de inscrição. Eu queria falar inclusive, Daniel, sobre isso, sobre o caso do avião, né, o avião que ele ganhou do Catar. O Catar recentemente, né, isso foi no ano passado, anunciou que daria um avião para Donald Trump. E aí, vai ser para o Donald Trump? Não vai ser? O próprio Donald Trump fala assim, olha, o Catar tá dando o avião para mim, eu vou usar enquanto presidente. Mas quando eu sair da presidência, eu vou levar o avião.

E aí todo mundo falou assim: pera, pera aí, como é que você vai levar o avião, cara? É um presente para a presidência dos Estados Unidos. Não, não, não, não, não, presente é um presente para mim. E é recentemente, Daniel, a gente até teve um questionamento aqui no PetiJornal porque ele falou assim: o avião foi muito caro. Aí você fala: pô, mas como é que foi caro? Ele não ganhou o avião? E a questão, Daniel, era que ele ganhou o avião e esse avião teve que passar por ajustes para ele estar equipado o suficiente para poder transportar o presidente dos Estados Unidos.

E esses ajustes custaram 1 bilhão de dólares. E nesse momento, Daniel, ninguém sabe exatamente se Donald Trump vai bater o pé e ficar com o avião, que tem 1 bilhão de dólares em investimentos dos cofres públicos para equipá-lo. Detalhe: a guerra lá no Oriente Médio voltou enquanto Donald Trump está em Âncara, lá para cúpula da OTAN, e ele já anunciou que não voltará para os Estados Unidos nesse avião. Afinal de contas, foi gasto 1 bilhão de dólares mas ele não está plenamente equipado para garantir a presidência do, a segurança do presidente dos Estados Unidos.

Com nenhum presidente da história, Daniel, a gente teria dúvidas de que esse avião pertence ao governo dos Estados Unidos e não ao presidente em si. Donald Trump é o primeiro que a gente olha e fala assim, pô, mas será, será que o presidente vai ficar com o avião depois que acabar a presidência dele? Então isso mostra bem como é que essa, essa separação, né, Daniel, essa cerca entre público e privado, ela nunca esteve mais escancarada.

O negócio é completamente bagunçado, o que dá inclusive a entender que a presidência dos Estados Unidos é apenas uma das ocupações dele, né? A principal é que ele continua sendo um comerciante, um negociador, ele continua sendo um especulador que por acaso está na Casa Branca como presidente do país.

DSDaniel Sousa

É claro que quando a gente observa toda essa situação, tá, que você tem uma sucessão de desconfortos, né? Porque uma coisa é uma pessoa enriquecer porque fundou uma empresa, essa empresa surgiu com uma tecnologia absolutamente totalmente diferenciada. Aí você abriu o capital da empresa, as ações da empresa se valorizaram e você ficou rico. Isso é uma coisa. Mas quando a gente esmiúça aqui as atividades do Donald Trump, a gente observa que estamos falando de alguém que ganha dinheiro através de investimentos em empresas que muitas vezes têm relações e interesses com o governo americano, através da comercialização de criptoativos que tem uma regulação que passa pelo próprio Donald Trump.

Você também tem ali uma visibilidade que o cargo de presidente dos Estados Unidos te proporciona, e ele não tem nenhum tipo de constrangimento de utilizar todo esse aparato para enriquecimento pessoal. É claro que ele vai dizer ali, não, que olha, não tenho nada a ver com isso, não faço esse tipo de gestão. A gente sabe que formalmente pode ser até assim, mas na prática é, a situação é muito mais complicada do ponto de vista ético.

E acho que é uma diferença também muito importante. É claro que outros presidentes americanos e de outros países já tiveram envolvidos em situações questionáveis do ponto de vista ético, mas o Trump não tem nenhum constrangimento. Ele faz isso à luz do dia. E o mais impressionante é que muita gente olha para isso nos Estados Unidos e pensa: ah, mas e daí? Qual o problema?

TBTanguy Baghdadi

Qual o problema?

DSDaniel Sousa

Tem problema nenhum. Ele tá apenas ali realizando suas atividades corporativas, e que bom, ele está sendo bem-sucedido e está enriquecendo, está fazendo algo que todo mundo gostaria de fazer, e se você tem algum tipo de reparo crítico à ética dele, você está sendo apenas um invejoso. E também chama a atenção como os Estados Unidos não estavam equipados em termos de aparato institucional para coibir um comportamento antiético, um comportamento em que haja uma confusão entre público e privado.

E a referência que os Estados Unidos são para o mundo abre uma janela extremamente perigosa, porque se o presidente americano pode fazer isso, por que o presidente do meu país não pode? Por que o presidente do vizinho aqui também não pode? Todo mundo pode, vira bagunça, todo mundo pode fazer o que quiser, porque, afinal, não há institucionalidade que resista e não há ética que mereça ser atentada quando você se torna presidente dos Estados Unidos.

E aí você tem um outro problema, que é o problema do guarda da esquina. Se o presidente faz isso, o que o governador não pode fazer? Por que o prefeito não pode fazer? Por que o burocrata ali, num órgão qualquer da administração pública, não pode fazer? E aí você começa a ter um transbordamento de ações onde a sociedade vai parar num lugar necessariamente muito pior. Os Estados Unidos sempre se orgulharam, e com razão, de construir uma institucionalidade que protegia a sociedade dessa confusão entre público e privado.

O problema é que esse aparato de proteção, ou ele não era tão forte quanto imaginávamos, ele era apenas resultado de uma tradição e de um padrão de comportamento que era repetido, ou então ele está sendo realmente fragilizado e enfraquecido com o passar do tempo. De qualquer maneira, me parece importante a gente registrar que isso traz repercussões para o mercado financeiro internacional. Ah, o que que isso tem a ver com o Petit Invest?

Tem tudo a ver com o Petit Invest. A gente tem um presidente dos Estados Unidos que, ao longo desse primeiro semestre, manipulou o mercado muitas vezes através de anúncios vazios, anúncios que não se cumpriam, anúncios que não foram efetivos, e fica a impressão de que havia objetivos ali de um trading, objetivo realmente de aproveitar essas oportunidades de oscilação no mercado. O mercado, quando oscila, gera muita oportunidade de lucro, ainda mais se alguém, hipoteticamente, souber como essa oscilação vai acontecer, souber antes como essa oscilação vai acontecer.

Então, nós temos tido muita flutuação, muita dinâmica no mercado de capitais, e não há nenhuma perspectiva de que isso retorne. De que o gênio volte para lâmpada, pelo menos até onde a vista alcança, é isso que nós teremos que conviver durante um bom tempo.

TBTanguy Baghdadi

E os Estados Unidos, né, você falou sobre esse aparato institucional, nessa preparação que o sistema americano, né, que as instituições americanas têm para bloquear esse tipo de comportamento. Os Estados Unidos, eles sempre basearam esse tipo de estabilidade, o comportamento, uma lógica meio litúrgica. Então há uma confiança de que o presidente ele vai saber lidar com esse tipo de confusão, ele não vai ultrapassar determinado limite.

Isso se reflete muito inclusive na própria Suprema Corte. A Suprema Corte nos Estados Unidos, aliás, muito diferente do Brasil, ela é muito cautelosa ao lidar com qualquer questão que lide, né, que trate de ações do presidente. A gente tem visto, né, Donald Trump pinta e borda E a Suprema Corte dos Estados Unidos é muito cautelosa para fazer alguma coisa. Tem sempre uma lógica de que, olha, eu até acho que pode estar errado, mas o presidente fez, a gente vai deixar.

Porque tem o medo de abrir um precedente perigoso de a Suprema Corte começar a bloquear ações de determinado presidente lá na frente por interesses políticos. A própria Constituição americana é uma Constituição extremamente sucinta, né? Ela tá baseada ali em emendas e tal, aquela lógica muito diferente da Constituição brasileira. Então as coisas, elas estão meio que numa expectativa. Eu espero que o presidente não ultrapasse as suas atribuições ou não ultrapasse determinados limites considerados razoáveis.

O problema é quando o presidente, ele tem coragem, ele tem uma certa cara de pau de ir lá e passar por cima. E até que você tenha algum tipo de reação, muitas vezes já é tarde. E ainda não houve essa reação. O Congresso americano também parece meio letárgico, né, meio esperando. Você tem os republicanos que não podem se voltar contra o Trump porque ele é o presidente eleito pelo Partido Republicano. Você tem os democratas que têm medo de, ao baterem, perderem popularidade, de eventualmente tentar um impeachment, não conseguirem, perderem relevância.

E você tem uma Suprema Corte que não está amparada, não tá agindo institucionalmente para algum tipo de bloqueio. O resultado é uma liberdade absoluta de Donald Trump, o que mexe muito com as expectativas que o mundo tem com relação aos Estados Unidos. Cada vez mais você olha para o que o presidente está sinalizando do que exatamente para o que o mercado, os principais indicadores econômicos estão apontando para um determinado momento.

DSDaniel Sousa

Tem que ir diante disso. Acho que podemos aqui encerrar o nosso episódio de hoje. Na prática, nós queríamos trazer essa reflexão, que é algo um pouco mais macro, algo que traz reflexos e claro que resulta na dinâmica do mercado financeiro internacional. Uma era onde a institucionalidade está perdendo força, onde as instituições estão perdendo força, a própria democracia está perdendo força por conta de sociedades que valorizam a força, valorizam figuras fortes, figuras corajosas, figuras que enfrentam justamente esse estamento governamental que, em tese, estaria contra o interesse coletivo.

Em grande medida, a gente tem instituições que estão fragilizadas porque as sociedades querem que elas estejam fragilizadas. Governos nesse momento, num certo sentido, estão refletindo esse desejo, mas me parece que isso não nos leva para um bom lugar, nos leva para um lugar muito mais perigoso e muito mais imprevisível.

TBTanguy Baghdadi

A gente já desenvolveu esse tema inclusive várias vezes lá no PetiCursos. Fica aqui o convite, se você gosta do PetiJornal, tem vários cursos lá no PetiCursos. Que aponta exatamente para essa direção. Acessa lá peticursos.com.br, torne-se apoiador do PetiJornal. Sempre um prazer ter vocês aqui com a gente. A gente precisa do seu apoio para manter o nosso trabalho aqui de forma independente, constante, diária. Dá muito trabalho fazer o PetiJornal, mas é sempre muito gratificante, principalmente porque a gente sabe que a gente tem os nossos apoiadores do nosso lado.

Daniel Souza, segunda-feira estamos de volta com mais um episódio do Bate-Papo. Nos vemos, um abraço, até a próxima, valeu!

DSDaniel Sousa

Tchau, tchau! Petit Jornal, inteligência e irreverência em doses diárias. Acesse www.petijornal.com.br.