Venezuela: a conta do petróleo - Invest 125
Conheça a Rio Claro Investimentos: https://www.rioclaro.com.br/petitjournal
Para patrocínios, palestras e parcerias: contato@petitjournal.com.br
Quer conhecer nossos cursos e aulas gratuitas? Acesse https://petitjournal.cademi.com.br/area/vitrine/home
Chave PIX: petitjournal.pj@gmail.com
Inscreva-se na Petit News, a newsletter gratuita do Petit Journal: https://petitcursos.com.br/#newsletter
Apoie o Petit Journal: https://www.apoia.se/petit
Se você vive no exterior: https://www.patreon.com/petitjournal
Quer apoiar pelo YouTube? Clique em “Valeu” e deixe seu apoio ou vire membro do Canal do Petit Journal no Youtube.
Inscreva-se no canal de cortes do Petit Journal:
https://youtube.com/@petitjournalcortesoficial?si=HnJloDVeGCrrSelB
Acompanhe nossas redes sociais:
https://www.instagram.com/tbaghdadi/
https://www.instagram.com/danielsousaeconomista/
https://www.instagram.com/petit_journal_/
Quanto custa colocar a indústria petrolífera venezuelana novamente de pé? Neste episódio do Petit Invest, analisamos os cálculos dos investidores sobre o volume de recursos necessário para recuperar a produção de petróleo da Venezuela após anos de deterioração da infraestrutura, falta de investimentos, sanções e perda de capacidade operacional.
Discutimos o tamanho da oportunidade representada pelas enormes reservas venezuelanas, mas também os obstáculos para transformar esse potencial em produção efetiva. Avaliamos os investimentos necessários, os riscos para empresas estrangeiras e o tempo exigido para reconstruir o setor, além das consequências de uma eventual recuperação da Venezuela para a oferta mundial de petróleo, os preços da energia e o mercado internacional.
#Venezuela #Petróleo #Energia #Investimentos #PetitInvest
- Venezuela polo energético estratégico· InternacionalRecuperação da indústria petrolífera·Reservas de petróleo venezuelanas·Investimentos necessários·Sanções internacionais·PDVSA
- Sanções à Venezuela flexibilizadas· InternacionalDiálogo entre governo e oposição·Mediação dos Estados Unidos·Organização de eleições·Nicolás Maduro
- Geopolítica do Petróleo· EconomiaOportunidades e Recomeços·Projetos no Brasil·Petrobras·Incerteza política venezuelana
- Política Externa de Trump· PoliticaObjetivos de curto prazo·Hesitação de empresas americanas·Venda de petróleo venezuelano
PetiJornal.
Inteligência e irreverência em doses diárias. Olá, gente, bem-vindos, bem-vindas ao PetiJornal. Esse é o PetInvest número 125. Estamos gravando uma live no YouTube do PetiJornal. São exatamente 10 horas e 21 minutos da sexta-feira, 7 de agosto de 2026. Cá está a dupla de costume, a dupla que você conhece de cor: Tanguy vírgula o Bagdadi animado, contente, preparado, revigorado, resiliente, retumbante, descansado, tarifado, mais tarifado, mais tarifado, mais tarifado, mais tarifado, perdeu a conta das tarifas.
Professor Bagdadi não sabe nem mais como calcula o montante de tarifas que está imposto às suas exportações. Diante disso, ele segue deprimido, com noites de insônia, alimentando o seu vício de brigadeiro de colher às 3 da manhã, 4 da manhã. Esse vício, ele só ataca no período noturno. E temos também Daniel Souza, que é esse que vos fala. Ao longo dos próximos minutos, vamos repercutir os principais acontecimentos no ambiente de negócios, na dinâmica econômica internacional dos últimos dias.
Hoje, em particular, vamos falar sobre Venezuela, né, um país que tem um potencial econômico enorme, tá passando por elementos políticos importantes, mudanças políticas importantes. Esse é justamente o Pet Invest, espaço de toda sexta-feira aqui no Pet Jornal. Tudo bem, Professor Bagdadi? Vamos a isso.
Tudo bem, Daniel Souza com S. Vamos lá para esse Pet Invest, né, dessa maneira que a gente encerra todas as nossas semanas. Estamos aqui nesse Pet Invest de número 125. Deixo aqui as boas-vindas— boas-vindas não, As super boas-vindas a todo mundo que nos acompanha, pessoal que tá junto com a gente, pessoal que nos acompanha ao longo da semana, pessoal que só quer saber do Pet Invest. Você é muito bem-vindo, seja, vamos lá, né, para mais um dia aqui falando sobre temas econômicos, temas internacionais.
Hoje a gente fala sobre a Venezuela, falou de Venezuela, falou sobre energia, né, Daniel? Energia que é um tema que permeia a nossa vida como um todo, né? Tudo que a gente faz lida com energia, mexe com energia, mexe com preço das coisas, mexe com inflação. No final das contas, mexe até com taxa de juros. E se você olha para isso tudo e imagina como é que isso pode impactar no seu futuro, é importante você saber que você não precisa ter essa preocupação ou tomar decisões sozinho.
Você pode fazer isso com quem entende do riscado. E é por isso que fica a nossa indicação da Rio Claro Investimentos, uma gestora completa, tem tudo que você precisa para fazer uma boa gestão do seu patrimônio, do dinheiro que você amealhou ao longo da vida, aquele dinheiro para sua aposentadoria, para você ter uma vida tranquila mais lá na frente, uma coisa planejada, sem atropelos, levando em consideração que imprevisto acontece na sua vida pessoal, claro, mas também internacionalmente, coisas que você não controla.
E a Rio Claro tá muito atenta a tudo que vem acontecendo para te oferecer segurança e previsibilidade.
Fica aqui a nossa recomendação, gente, dos amigos da Rio Claro Investimentos. É necessário ter o auxílio de uma gestão de patrimônio profissional, uma gestão profissional diante desse ambiente internacional tão imprevisível, de mudanças tão velozes. Fica aqui a nossa recomendação, link no descritivo desse episódio. Entre em contato com eles, conversa, conheça o trabalho da Rio Claro Investimentos. O seu eu do futuro vai agradecer essa escolha que você faz hoje.
Daniel, ao longo dessa semana a gente teve algumas notícias envolvendo a Venezuela e acho importante que a gente aborde esse tema, principalmente levando em consideração que a gente começou esse ano agora de 2026 com aquela intervenção dos Estados Unidos que prendeu Nicolás Maduro. Nicolás Maduro está em Nova York aguardando julgamento. E naturalmente isso envolvia não apenas a questão do regime na Venezuela, mas também a gestão do petróleo, né?
A Venezuela é o país que tem as maiores reservas comprovadas de petróleo no mundo. Isso não significa que seja barato produzir petróleo na Venezuela, há outros lugares que são muito mais baratos. Mas de qualquer maneira é um polo do ponto de vista energético gigantesco. E a gente teve a informação, Daniel, ao longo dos últimos dias, eu diria até das últimas horas, acerca de um diálogo que estaria sendo entabulado, sendo liderado pelo Jorge Rodrigues, né, que é o irmão inclusive da presidente, Delcy Rodrigues, para organizar eleições lá na frente.
Isso estaria sendo mediado pelos Estados Unidos. Por meio de um diálogo entre o governo venezuelano e integrantes da oposição, deputados que tinham sido eleitos lá em 2015, né? E aí tem toda aquela discussão: são deputados ainda, não são, mandato ainda válido, não vale. Mas para você tentar organizar eleições lá na frente, isso naturalmente, Daniel, passa muito por uma reconciliação política, mas também obviamente por uma estabilização do país e por um certo grau de recuperação econômica.
A gente não pode ser inocente a ponto de achar que a Venezuela vai se estabilizar se você não conseguir uma estabilização também econômica. E essa estabilização econômica passa obviamente por uma reativação do setor de petróleo. A Venezuela já teve seus grandes momentos de produção de petróleo, mas ao longo das últimas décadas vem passando por uma diminuição da sua capacidade de produção de petróleo. Me parece, Daniel, que agora a gente consegue ter uma certa ideia do que que você precisa fazer para que o petróleo volte a ser produzido, né?
Enfim, para que a Venezuela volte a produzir petróleo em grande quantidade, algo tão necessário para estabilização do país, né?
É verdade, Taqui. Aliás, a Venezuela teve uma redução importante na produção de petróleo, também teve uma redução importante no refino de petróleo, e consequentemente o que a gente observa é que as empresas multinacionais, notadamente americanas, têm olhado para o cenário venezuelano e não tem considerado esse cenário tão atraente por conta do desgaste da infraestrutura venezuelana. As refinarias venezuelanas são classificadas como enferrujadas, sem capacidade realmente de retomada de uma produção relevante.
Consequentemente, os investimentos teriam que ser feitos de forma muito vultosa. Também a capacidade de produção de petróleo, de extração de petróleo, para que você retome os melhores dias venezuelanos, demanda algo em torno de 10 bilhões de dólares de investimento para retornos que podem levar algo em torno de 10 anos, e dentro de um país que tem uma instabilidade política enorme, um país que pode estar passando ou não por um processo de transição política, como você descreveu há pouco, um país que está muito assentado nesse momento no trumpismo, nessa virada de chave que o trumpismo acabou impondo ao regime venezuelano.
O Trump só tem mais 2 anos de mandato, então, sabe-se lá o que vai acontecer daqui a 2 anos, depois do final do mandato de Donald Trump. Nesse sentido, está muito difícil convencer as empresas americanas a realizar pesados investimentos. No caso do refino em particular, as empresas americanas argumentam que o petróleo venezuelano já é refinado nos Estados Unidos, elas não têm por que fazer esses investimentos na Venezuela em refinarias que não têm ali uma capacidade de reconstrução tão atraente e um refino que pode ser feito nos Estados Unidos com tranquilidade.
Não teria nenhum incentivo para adensar a cadeia de petróleo na Venezuela e consequentemente aumentar ainda mais investimentos num país que não oferece segurança jurídica, política e institucional. No caso da extração, os investimentos acabam sendo também vultosos, mas, bem ou mal, você tem a extração do petróleo, petróleo bruto, petróleo cru, que acaba sendo exportado em direção aos Estados Unidos. Tudo isso para dizer que, uma vez mais, o governo Trump dá sinais de que tem objetivos de curto prazo, absolutamente de curto prazo.
A receita proporcionada aos Estados Unidos pela venda de petróleo venezuelano foi de algo em torno de 13 bilhões de dólares ao longo dos últimos meses, e o governo americano ganha o dinheiro no curto prazo sem se comprometer necessariamente com investimentos de longo prazo que podem recuperar a economia venezuelana de forma mais estruturante e podem recolocar o país como grande player de novo no mercado de petróleo, um país que tem as maiores reservas do mundo conhecidas.
Algo em torno ali de 200 bilhões de barris. A perspectiva para a economia venezuelana nesse momento não é boa, até por conta desse curto prazismo da administração Trump e da hesitação de empresas privadas americanas em fazer investimentos mais relevantes.
E você tem uma incerteza cruzada, né, Daniel, que é: não dá para saber exatamente como é que vai se sair a economia venezuelana num momento breve, enfim, ao longo dos próximos poucos anos. Isso obviamente traz uma série de incerteza em termos de investimento, e a gente não faz a menor ideia de para onde vai a política venezuelana, né? A gente tem, teve até agora, né, ao longo dos últimos 20 anos, né, mais de 20 anos, uma Venezuela com governos de esquerda, governos que tiveram uma clara conotação anti-americana, e agora tem um processo de estabilização.
Essa estabilização ela vai para que lado? Essa estabilização ela vai trazer à frente, né, para frente do país governo de esquerda? Vai haver uma eleição? Essa eleição ela vai ser livre realmente? Essa eleição ela vai durar? Estabilização trazida por uma eventual eleição vai durar? Como é que vai ser? Eu fico imaginando, Daniel, todo mundo que imagina o futuro da Venezuela tem uma grande nuvem na frente. Não dá para você saber, não tem como você prever.
Eu tô falando isso, Daniel, porque olhando as notícias todas que saíram sobre essa mediação, vamos ter eleições, vamos ter diálogo e tal, Ninguém fala em data, ninguém fala em quando vai ter eleição. Beleza, vamos organizar uma eleição, vamos fazer aqui um diálogo entre o governo e a oposição, mas isso vai acontecer ao longo dos próximos 6 meses ou dos próximos 5 anos? É, quando isso acontecer, como é que você, o que que você apostaria como sucesso?
Assim, teremos um governo de conciliação nacional, ou então vai ter uma eleição que vai ser polarizada? Gostamos da presença dos Estados Unidos, não gostamos? Eu fico imaginando que qualquer um que queira imaginar um investimento para voltar a produzir petróleo tem que ter alguma resposta. Me parece inclusive que no meio dessa ideia toda que você trouxe, né, o que é, vem cá, as refinarias aí dá para produzir petróleo, não dá? As pessoas estão antes disso pensando assim, tá, mas antes da gente pensar nisso, como é que a gente pode imaginar para o país para ao longo dos próximos anos?
Parece que ter um certo prognóstico econômico é tão importante quanto tentar imaginar quando que a Venezuela volta a produzir petróleo e refinar petróleo também de forma sustentável, né?
E é interessante porque quando a gente olha para os países vizinhos, você tem tido oportunidades muito bem-sucedidas de investimento. Recentemente, a Petrobras, junto com a sua irmã na Colômbia, encontrou ali um novo poço de petróleo no oceano. A Petrobras é parceira da sua irmã venezuelana. Você tem tido investimentos muito pesados de multinacionais estrangeiras na Guiana, né? A Guiana, que acaba sendo ali a vizinha da Venezuela e que foi inclusive ambicionada pelo Nicolás Maduro num determinado momento.
Você tem ali toda uma bacia sedimentar que tem oportunidades, oportunidades que estão sendo exploradas gradualmente, sem a Venezuela participar desse processo de maneira mais intensa, justamente por conta desse ambiente de muita incerteza política. Tem o próprio Brasil, com a margem equatorial ali, com a foz do Rio Amazonas, próxima ao estado do Amapá. Existe ali, inclusive, todo um discurso por parte do governo brasileiro que é necessário que você tenha essa extração de petróleo como forma de pavimentar o caminho para a transição climática, mas até lá você ainda vai precisar do petróleo de maneira muito significativa.
Enfim, a gente está falando de um norte da América do Sul que está pipocando, que estão pipocando uma série de projetos de extração de petróleo sem a participação relevante da Venezuela, que é onde estão as maiores jazidas conhecidas. Embora você tenha ali realmente uma continuação dessas reservas transbordando, inclusive, para países vizinhos, a maior parte das reservas conhecidas estão na Venezuela, Isso não está sendo suficiente para atrair vultosos investimentos.
De novo, gente, o como estará a Venezuela daqui a 10 anos, quando uma parte importante desses investimentos dará retorno, ninguém tem a menor ideia, a mais vaga ideia como estará a Venezuela. Você terá um regime ainda chavista ou não? A Venezuela terá se democratizado? Essa democracia será uma democracia pró-Estados Unidos, anti-Estados Unidos? Será uma democracia estável ou será uma democracia oscilante, que terá momentos de interrupção por conta de golpes de Estado?
É muito difícil realmente prever o que vai acontecer com a Venezuela. E dentro de um contexto como esse, fazer investimentos na extração de petróleo é muito difícil. Fazer investimentos em refinarias, um refino que pode ser feito fora da Venezuela, porque a extração tem que ser feita na Venezuela, Mas o refino não precisa ser feito na Venezuela. Seria ótimo para a Venezuela que você tivesse ali uma reforma e a construção de novas refinarias para adensar a cadeia produtiva, mas o investidor de fora olha para isso e pensa: mas para que que eu vou investir na Venezuela, colocar mais risco num país que eu não tenho controle ou que eu não sei o que que está acontecendo?
Enfim, é um ambiente muito, muito complicado, muito complexo e, de novo, é uma aula do que é a política externa de Donald Trump. A gente quer ganhar agora, quer ganhar mês que vem, quer ganhar nos próximos meses. O que vai acontecer no futuro, depois a gente vê. É algo muito diferente, inclusive, da estratégia americana. A estratégia de política externa americana tinha um foco um pouco mais longo de prazo. Não em todos os casos, mas pelo menos em muitos casos.
Aqui, no caso da Venezuela em particular, em outras situações que a gente observa, você quer hoje, você quer o próximo tweet, você quer a próxima publicação na rede social, Você quer capturar a atenção das pessoas, você quer ganhar um pouco mais de dinheiro agora e lá na frente depois a gente vê o que acontece. E quando se trata de economia e de investimentos, o prazo importa, o risco importa, e isso pode ser ali uma trava para que a Venezuela passe por um processo de recuperação mais estruturada, de uma recuperação mais sustentada.
Esse cenário político que você descreveu no início do episódio me parece uma tentativa venezuelana de tentar oferecer algum tipo de prognóstico, algum tipo de cenário e algum tipo de previsibilidade. Mas é muito cedo ainda para cravar que isso vai dar certo e que vai ser sustentável.
E tem que haver um processo de reconstrução também da PDVSA, né? PDVSA foi muito politizada ao longo dos últimos anos, né? O governo chavista— a PDVSA, ela é mais antiga, né? PDVSA da década de 1970. Mas a PDVSA, ela se tornou uma base fundamental da propaganda chavista, enfim. Então você teve um processo ali de decadência muito séria da capacidade da PDVSA de investir. Isso leva naturalmente a uma decrepitude da estrutura do petróleo.
Lembrando que a estrutura de tanto estação quanto refino de petróleo, ela passa por uma deterioração muito acelerada. Você imagina, você passa 10, 15 ou mais anos sem investimentos, obviamente o investimento ele vai ter que ser ainda maior, né? Me parece que é por aí que a gente vai chegar no ponto no qual os investimentos eles chegam na casa aí de mais de 10 bilhões de dólares para trazer resultados, que também vão demorar muito tempo para trazer resultado.
Daniel Souza, a gente vai continuar acompanhando isso aqui por aqui. É um vizinho importante do Brasil, né, um vizinho, enfim, tem fronteira literalmente com o Brasil. É um país importante do ponto de vista da energia global, né. A gente não tá falando apenas sobre aqui a América do Sul, é É um país que tem uma importância simbólica muito grande para os Estados Unidos, para o debate político brasileiro. Aliás, ao longo das últimas eleições, né, das últimas várias eleições, Venezuela era um dos poucos temas que aparecia nos debates eleitorais no Brasil em termos de política externa, né.
É raro política externa aparecer em temas eleitorais brasileiros. A Venezuela costuma aparecer. Então são todos aspectos, né, elementos que a gente vai ter que prestar atenção. E o Pet Invest acaba sendo um espaço no qual a gente consegue fazer isso do ponto de vista econômico, claro, dando uma pisada também na questão política. Daniel, segunda-feira a gente tá de volta com mais um episódio do bate-papo. Nos vemos, um abraço, até a próxima, valeu, tchau tchau!
Pet Jornal, inteligência e irreverência em doses diárias.
Rio Claro Investimentos
Gestão de patrimônio