Episódios de Petit Journal

Euro Digital: o que é? - Invest 122

17 de julho de 202618min
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RIO CLARO
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Neste episódio do Petit Invest, explicamos o que é o Euro Digital, o novo sistema de pagamentos desenvolvido pelo Banco Central Europeu, e quais problemas ele pretende resolver. Analisamos como a iniciativa pode ampliar a autonomia financeira da União Europeia, reduzir custos e oferecer uma alternativa pública aos meios de pagamento privados, ao mesmo tempo em que levanta debates sobre privacidade, segurança, funcionamento dos bancos e controle das transações.
Também discutimos como o Euro Digital se relaciona com a perda de relevância dos Estados Unidos na infraestrutura europeia de pagamentos e com a busca do continente por maior soberania monetária e tecnológica. Por fim, comparamos o projeto com o Pix, destacando semelhanças, diferenças e o que a experiência brasileira pode ensinar à Europa sobre pagamentos instantâneos, inclusão financeira e transformação do sistema bancário.
#EuroDigital #UniãoEuropeia #BCE #Pix #PetitInvest
Participantes neste episódio2
D

Daniel Sousa

HostJornalista
T

Tanguy Baghdadi

HostJornalista
Assuntos3
  • Moedas digitais dos bancos centraisBanco Central Europeu · Sistema de pagamentos · Autonomia financeira da União Europeia · Privacidade e segurança
  • Sistema de Pagamentos PIXPix · Dependência de sistemas americanos · Soberania monetária e tecnológica
  • Relação Geopolítica e InvestimentosEstados Unidos · União Europeia · Perda de relevância americana · Sanções comerciais
Transcrição12 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro

PetiJornal. Inteligência e irreverência em doses diárias.

DSDaniel Sousa

Olá, gente! Bem-vindos, bem-vindas ao PetiJornal. Esse é o Pet Invest número 122. Estamos gravando uma live no YouTube do PetiJornal. São exatamente 10 horas e 24 minutos da sexta-feira, 17 de julho, de 2026. Cá está a dupla de costume, a dupla que você conhece e gosta: Tanguy, vírgula, o Bagdadi animado, contente, preparado, revigorado, resiliente, retumbante, descansado e tarifado, e com mais tarifas a caminho na próxima semana.

Muito preocupado, o professor Tanguy Bagdadi, por conta dessa nova dinâmica internacional. Ele está com muita insônia, um ambiente pantanoso, incerto e perigoso. E temos também Daniel Souza, que é esse que vos fala, Ao longo dos próximos minutos, vamos repercutir os principais acontecimentos no ambiente econômico, dinâmica de investimentos internacional. Esse é o Pet Invest, espaço de toda sexta-feira para nós trazermos aqui algumas reflexões e análises nesse, com esse tipo de temática. Tudo bem, Professor Bagdadi? Vamos a isso.

TBTanguy Baghdadi

Tudo bem, Daniel Souza, com esse, vamos lá para esse Pet Invest 122, o nosso tradicionalíssimo episódio de toda sexta-feira para a gente falar sobre economia, sobre finanças, sobre transformações, né, que muitas vezes impactam até mesmo na política, no nosso cotidiano. A gente vai falar hoje sobre uma transformação na Europa, né, Daniel? Europa passando para maioridade, ficando grandinha aí, começando a lidar com euro de uma outra maneira, de uma forma que outros países já passaram à frente já, né, Daniel?

Tal do Pix e tal. E Daniel, é sempre importante lembrar também, quando a gente fala sobre essas transformações, tudo isso traz mudanças, mas também oportunidades de investimento, sinaliza uma modernização, transformações econômicas. E isso pode obviamente entrar no seu planejamento financeiro de vida. Não tô falando planejamento financeiro desse mês, desse ano, no seu planejamento de vida. Isso abre oportunidades e é importantíssimo que você tenha do seu lado alguém que entenda as transformações, que entenda as mudanças para te ajudar a fazer as melhores escolhas.

É por isso que a gente indica a Rio Claro Investimentos, uma gestora completa, é uma gestora que tem todas as áreas, pode te ajudar com todas as áreas da sua vida financeira, pensando no futuro, para garantir que lá na frente você tenha uma vida confortável, uma boa aposentadoria com o dinheiro que você tem hoje, com metas que são estabelecidas por você. Lembrando, é uma gestora que vai trabalhar exclusivamente para você. Não vai ficar te empurrando ativos que sejam bons para o banco.

Não, não, ela ganha dinheiro de outra maneira, não é conseguindo meta de venda de determinados ativos que eventualmente possam ser prejudiciais para você. Então o link tá na descrição desse episódio, fala com a Rio Claro Investimentos que você não vai se arrepender. Daniel Souza, essa tarifação que os Estados Unidos colocaram mais uma vez sobre o Brasil, 25% de tarifas adicionais e tal, Elas têm em parte como uma das motivações o Pix.

E aí, no mesmo cenário, a gente vê a Europa tentando modernizar o seu sistema de pagamento. Dá para a gente ligar uma coisa na outra?

DSDaniel Sousa

Com certeza, Tanguy. Na prática, existe aí uma cruzada por parte dos americanos contra alguns sistemas de pagamento que podem fragilizar a hegemonia que os Estados Unidos têm nessa área. O Pix incomoda bastante os americanos. Porque, na prática, é uma infraestrutura de pagamentos aqui no Brasil, desenvolvida pelo Banco Central, que reduz a dependência de sistemas de pagamentos americanos. E, na prática, cria ali também a possibilidade, abre realmente o cenário de uma conexão desse sistema de pagamentos brasileiro com outros sistemas de pagamento de outros países, fazendo com que os Estados Unidos sejam retirados da jogada, ou eventualmente até a exportação do Pix, do sistema do Pix, para outros países.

O que nós estamos observando é que os europeus começam também a se movimentar. Nessa semana, o Banco Central Europeu selecionou 36 prestadores de serviços de pagamento para o programa piloto do euro digital. O piloto terá início no segundo semestre de 2027, com duração de 12 meses, no segundo semestre de 2027, com 12 meses de previsão. E, claro, o Banco Central Europeu, na prática, incluiu ali 21 bancos centrais da zona do euro, só não vai ter a participação da Bulgária e de Malta, que não apresentaram ali condições técnicas para isso.

Mas o euro digital nada mais é, Tanguy, do que um trilho de pagamento. Um trilho de pagamento entre as instituições financeiras. E, dessa forma, você tem ali esse pagamento digital através do euro digital e você reduziria a dependência do sistema de pagamentos dos Estados Unidos ou de infraestrutura americana. É bem parecido com o Pix, embora tenha algumas leves diferenças. São os europeus também tentando reduzir o peso dos Estados Unidos.

Olha que loucura, tá aqui, os europeus não confiam mais nos Estados Unidos. Estados Unidos, olha o que você está fazendo, nem os europeus mais confiam em você como confiavam no passado.

TBTanguy Baghdadi

Agora, esse termo, assim, eu tô falando isso porque foi uma coisa que me incomodou um pouquinho, né? E imagino que muitos ouvintes talvez sejam induzidos também a entender a coisa de forma um pouco errada. Não é exatamente o euro digital, né? Seria a mesma coisa dizer que o Pix é o real digital. Não é, né? Não é uma cripto, não é um, não é uma moeda diferente, é apenas uma outra forma de pagar. Qual é a diferença, Daniel? Passa pelo Banco Central, mas na prática qual é a diferença para quem vai usar? Como é que você colocaria isso para o nosso ouvinte?

DSDaniel Sousa

Passa necessariamente pelo Banco Central. Então você tá falando de uma movimentação inclusive no balanço do Banco Central. Banco Central acaba sendo ali justamente o garantidor desse tipo de operação, algo não muito diferente do que acontece no caso do Pix, mas esse ponto que você trouxe é super importante. Não é uma criptomoeda, não é um criptoativo, não é nada disso. Na prática, é o próprio euro numa versão digitalizada sendo utilizado num sistema de pagamentos, numa infraestrutura de pagamentos.

Os europeus utilizaram a classificação de um trilho de pagamento próprio. O Brasil, inclusive, tem utilizado a ideia de que o Pix é uma infraestrutura, é uma rodovia própria, é uma ponte própria. Tudo isso para mostrar que você poderia ter aí um sistema de pagamentos um pouco mais veloz, mais eficiente, mais barato e menos dependente de compensações e de modelos de pagamento de empresas americanas, porque aí você acaba não dependendo tanto de empresas como a Mastercard, a Visa, etc., que acabam oferecendo ali opções e alternativas de pagamento próprias.

Tudo isso para tentar diminuir a dependência de mecanismos dos Estados Unidos. E quando a gente olha para esse euro digital e quando a gente olha para esse esforço que vai começar em 2027, a gente observa como o Brasil é avançado em termos de sistema de pagamentos, em termos de confiança bancária, em termos de integração bancária. Isso aqui não é, de forma nenhuma, um nacionalismo bobo, infantil. O Brasil é muito bom. Em termos de sistema bancário.

Quem já passou pela experiência de abrir uma conta no exterior, nos Estados Unidos, na Europa, etc., sabe que é muito mais complicado, muito mais difícil do que abrir uma conta no Brasil. Efetuar pagamentos nesses países é muito mais difícil do que no Brasil. O Brasil realmente tem mecanismos de segurança, é um exportador de tecnologia bancária, um exportador de tecnologia de sistemas de pagamentos. E, nesse sentido, estamos, sim, muito à frente da Europa.

A Europa acaba correndo atrás do prejuízo agora, mas vai demorar anos, porque esse não é um processo rápido. O próprio Pix levou anos para ser desenvolvido, não foi desenvolvido de uma hora para outra. De novo, não é exatamente aqui o Pix, mas, na prática, você teria ali uma aproximação de algo autônomo por parte dos europeus para funcionar como trilha de pagamento.

TBTanguy Baghdadi

E uma das coisas mais importantes que os Estados Unidos conseguiram construir desde a Segunda Guerra Mundial foi exatamente serem os Estados Unidos uma rota de passagem incontornável. Não tinha como você fazer nada sem passar pelo dólar. Durante a Guerra Fria, claro que havia uma alternativa ali que era a União Soviética oferecia, oferecia ali determinadas facilidades para os países do seu bloco, né, a própria moeda, né. Então tudo isso permitia que você não utilizasse o dólar para determinadas transações.

Mas uma das maiores ameaças que os Estados Unidos podiam oferecer para grande parte dos países a partir da década de 90 era exatamente, entre as sanções, ter dificuldades para utilizar o sistema de pagamentos norte-americano. Na hora que você fica desplugado desse sistema de pagamentos americano, era como se você fosse para um exílio financeiro, um exílio econômico. Era muito difícil. E agora Você ressaltou isso várias vezes, né?

Eu quero ressaltar de novo: os europeus. Eu não tô falando do Irã, eu não tô falando da Coreia do Norte, eu não tô falando da Síria, não tô falando de Cuba. Eu tô falando dos europeus imaginando uma alternativa, né, uma via que contorne os Estados Unidos. Isso é uma perda de relevância palpável, isso é uma perda de relevância prática, é algo que não é mais projetado para o futuro. É algo que já está acontecendo. Os europeus continuam tendo um discurso que é: eu quero ter uma relação muito boa com os Estados Unidos, mas os Estados Unidos não estão colaborando.

Os Estados Unidos não querem que essa relação ela se consolide. E portanto, quando você tem essa alternativa do euro digital, parece apenas uma modernização. Ah, que legal, já deveria ter feito antes e tudo, mas tem um elemento geopolítico muito importante. A pergunta é: os Estados Unidos vão sancionar também os europeus? Eu não duvido, tá? Mas isso vai apenas alargar ainda mais o fosso entre os Estados Unidos e a Europa.

DSDaniel Sousa

E é importante registrar, Tanguy, uma vez mais, por que que se chama euro digital. Ah, mas dinheiro digital já não existe? Sim, existe. No caso da Europa, o dinheiro digital é passivo do banco comercial, ou seja, você tem uma transação entre bancos. Então vira passivo num banco e consequentemente depois você vai ter a respectiva compensação. O euro digital seria passivo do Banco Central Europeu, seria risco zero, tão risco zero quanto uma cédula física.

É por isso que os europeus acabam chamando de euro digital, porque passa a ter a chancela, a garantia do Banco Central Europeu, e você passa a ter ali um trilho de pagamento próprio, sem depender de sistemas de pagamento americanos que eventualmente intermediam justamente essas compensações entre bancos. É uma forma realmente de tentar facilitar o sistema de pagamentos. Agora, realmente, Tanguy, não duvido que o Trump coloque mais tarifas, mais sanções contra os europeus porque eles estão desenvolvendo o seu próprio método de pagamento.

Mas a bem da verdade, a Europa ainda tem um longo caminho a percorrer até que isso seja realmente formatado e se torne operacional.

TBTanguy Baghdadi

E do ponto de vista europeu, Daniel, a gente pode interpretar também como uma forma de aprofundar a integração. Num cenário como esse, cenário conturbado como esse, não faltam pessoas na Europa dizendo: olha, a solução para Europa é mais Europa, é mais integração, é mais União Europeia, uma União Europeia com mais ferramentas, com mais mecanismos. Lembrando que a União Europeia, ela tá diante de um momento muito complicado, muito perigoso.

A possibilidade de você ter uma Marine Le Pen se tornando presidente da França já na eleição do ano que vem e da AfD. Não sei se com chanceler na Alemanha, mas certamente com uma representação parlamentar maior, não é pequena. São grupos e pessoas, enfim, que já falaram várias vezes em enfraquecer a União Europeia, em retomar um pouco mais da sua soberania. Quando você cria sistemas como esse, você aprofunda ainda mais a vinculação econômica entre os países e a integração europeia.

Então vem no momento também no qual a Europa tá pensando na sua própria sobrevivência política, econômica e na manutenção da sua relevância.

DSDaniel Sousa

É, isso acaba sendo algo super importante, né, Tanguy? Porque os europeus, se eles não se integrarem mais, eles vão perder ainda mais relevância. A Europa está perdendo relevância. A gente fala bastante sobre isso do ponto de vista econômico aqui no Pet Jornal. A Europa não tem o mesmo peso sobre o PIB mundial que tinha há 20 anos, há 30 anos. Esse peso vem diminuindo substantivamente. E se os europeus não aprofundarem o seu projeto de integração, a tendência é que haja realmente uma aceleração na perda de relevância, mais ou menos como aconteceu com o Reino Unido.

O Reino Unido vinha perdendo relevância e o Reino Unido acabou creditando essa perda de relevância, em grande medida, à União Europeia. O que aconteceu? O Reino Unido saiu da União Europeia e a perda de relevância do Reino Unido se acelerou, ela não desacelerou. Tanto que os britânicos, volta e meia, fazem ali movimentos para se aproximar dos europeus, como forma, justamente, de tentar preservar um pouco essa relevância que eles já tiveram no passado e que agora está enfraquecida.

Os Estados Unidos adotando essa estratégia de porreta, me parece um erro do ponto de vista americano. Tudo o que os americanos precisavam era preservar, justamente, essa hegemonia, dizendo para todo mundo: gente, Olha que infraestrutura magnífica nós temos aqui nos Estados Unidos. Usem o dólar, usem os sistemas de pagamento das empresas americanas, façam comércio conosco, com os Estados Unidos. Você quer mandar produtos para os Estados Unidos?

Mande, seja amigo dos Estados Unidos. Quem sabe vocês, meus aliados, não podem me ajudar na contenção da China, porque a China é o nosso inimigo. Esse acaba sendo um mecanismo que faria um pouco mais de sentido do ponto de vista americano. Mas esse isolamento americano dentro de uma lógica imperial me parece um erro mesmo do ponto de vista americano, porque estimula a busca de alternativas. Do ponto de vista comercial, é o Mercosul que faz um acordo com a União Europeia, é o Mercosul que começa a dialogar com o Japão, é o Mercosul que vai buscando alternativas.

Os próprios europeus fazem um acordo com a Índia, os japoneses vão buscando parceiros pelo mundo, os canadenses começam a falar com os europeus. Todo mundo tentando construir novas conexões que contornem os Estados Unidos. Isso, do ponto de vista americano, me parece um problema. E o Donald Trump, ao invés de acelerar o protagonismo dos Estados Unidos, com essa estratégia do porrete, acaba fragilizando essa liderança que os Estados Unidos poderiam ter, pelo menos, em uma parte considerável do mundo, que incluiria a Europa, que incluiria os países da América Latina, etc.

Isso poderia realmente ser formatado, e aqui pensando do ponto de vista americano. Mas não, eles preferem realmente sancionar países como o Brasil através de tarifas. Não é uma sanção do ponto de vista técnico, mas é uma punição. E uma das justificativas que está ali colocada é justamente o Pix. E eles falaram sobre isso durante as negociações com o governo brasileiro. Agora os europeus e outros países começam a olhar para isso e dizer, olha, acho que eu vou também Boa vida, porque não posso ficar dependendo tanto de mecanismos de pagamento americanos, porque vai saber o que que o governo americano fará num futuro não muito distante.

E é interessante, né, Tanguy, porque o governo Trump tem apenas mais algum tempo de mandato, etc., mas de uma forma geral as pessoas acham que veio para ficar, né? Essa mudança americana não é algo limitado ao governo Trump, né?

TBTanguy Baghdadi

Pois é, tem mais 2 anos e meio, né? Já completou 1 ano e meio, tem eleição de meio de mandato agora. Ele assumiu em janeiro do ano passado, né? Então ele tem aí 2 anos e meio, mas as pessoas já votaram 2 vezes nesse modelo e a tendência é que votem outras vezes. Então tá todo mundo se preparando para o pior. Se por acaso, Daniel, vier algum governo que mude um pouco essa estratégia, a gente já falou, tá todo mundo doido para voltar a conversar com os Estados Unidos.

Todo mundo volta, volta com o pé atrás, mas volta. Mas naturalmente tá todo mundo se preparando para a possibilidade do Trump conseguir fazer um sucessor. Isso se ele não resolver ficar, né, Daniel? Mas de repente fazer um sucessor e essa, essa estratégia, nessa tendência, se mantenha. Daniel Souza, dessa maneira a gente chega ao fim do nosso episódio. Lembrando, se você quer pegar todos esses elementos e conseguir se proteger e ter uma estratégia boa, bem feita, bem desenhada por profissionais capacitados para uma estratégia financeira de longo prazo, conversa com a Rio Claro Investimentos.

Tem certeza que você não vai se arrepender. O link tá na descrição desse episódio. Na segunda-feira, Daniel, a gente volta com mais um episódio, um bate-papo para a gente falar sobre tudo que aconteceu ao longo do fim de semana. Nos vemos, um abraço, até a próxima, valeu, tchau tchau!

DSDaniel Sousa

Petit Jornal, inteligência e irreverência em doses diárias.

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