Lula na Casa Branca - Invest 112
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Neste episódio do Petit Invest, analisamos os resultados da visita de Lula à Casa Branca e o encontro com Donald Trump, marcado por um tom amistoso e por sinalizações diplomáticas consideradas positivas para a relação bilateral. Discutimos os principais temas tratados entre os dois líderes e os interesses econômicos e estratégicos envolvidos em um momento de forte instabilidade internacional.
Também avaliamos como o Brasil reforçou pilares tradicionais de sua política externa, como autonomia, pragmatismo e diversificação de parcerias, mantendo abertos canais de diálogo com diferentes polos de poder. O episódio explora ainda os possíveis desdobramentos econômicos e diplomáticos do encontro e o que ele pode representar para futuras negociações entre Brasília e Washington.
#Brasil #EstadosUnidos #Diplomacia #Geopolítica #PetitInvest
- Visita Marcada de Lula à Casa BrancaEncontro com Donald Trump · Tom amistoso e sinalizações diplomáticas · Interesses econômicos e estratégicos · Autonomia, pragmatismo e diversificação de parcerias · Desdobramentos econômicos e diplomáticos
- Normalização das relações Brasil-EUATerras raras e minerais críticos · Questões comerciais e redução de tarifas · Multilateralismo vs. unilateralismo americano · Reforma do Conselho de Segurança da ONU
- Encontro Lula e TrumpDiálogo apesar das diferenças · Postura afável e conversas privadas · Comentários sobre futebol e Copa do Mundo · Referência a Vicente Matheus e Marlene Matheus
- Interferência Externa em EleiçõesLula sobre Trump não interferir na eleição brasileira · Potencial impacto negativo do apoio de Trump · Histórico de interferência em eleições na América Latina
- Preocupações na pauta do encontroPouca concretude e falta de acordos definidores · Expectativa de avanços futuros · Comparação com promessas anteriores
Petit Jornal. Inteligência e reverência em doses diárias.
Olá, gente, bem-vindos, bem-vindas ao Petit Jornal. Esse é o Petit Invest número 112. Estamos gravando numa live no YouTube do Petit. São exatamente 10 horas e 10 minutos da sexta-feira, 8 de maio de 2026. Cá está a dupla de costume, a dupla que você conhece de cor. Tanguy, ô Bagdadi, animado, contente, preparado, revigorado, resiliente, retumbante, descansado e tarifado. Sempre tarifado.
tentando, conversando, ou tendo promessas vazias em alguns momentos, mas lutando pela redução dessas tarifas e aguardando o reembolso de cobranças indevidas que foram praticadas nos últimos meses.
E temos também Daniel Souza, que é esse que vos fala ao longo dos próximos minutos. Vamos falar um pouco sobre o ambiente de negócios, a dinâmica econômica, e também trazer aqui algumas reflexões sobre o encontro entre os presidentes do Brasil e dos Estados Unidos, Lula e Donald Trump, que aconteceu no dia de ontem em Washington. Tudo bem, professor Bagdad? Vamos a isso?
Tudo bem, Daniel Souza? Com o S, vamos lá para mais um Petinvest, a maneira pela qual a gente encerra a nossa semana, nessa sexta-feira, pela manhã. A gente teve, sim, um encontro bastante importante ontem, então vai ser o nosso tema de hoje, falar um pouquinho sobre o que foi tratado nesse encontro.
E é um encontro, Daniel, que a gente pode tratar como um encontro que deveria ser de rotina. O presidente dos Estados Unidos e o presidente do Brasil estão ali dialogando. E sobre rotina, Daniel, que é algo importante, é algo necessário. Eu sei que você é um cara que gosta de rotina. A Insider Store, ela traz tudo o que você precisa para ter uma rotina funcional. A rotina inteligente que resolve tudo sem esforço. Então você precisa de uma roupa que esteja sempre pronta para você ir trabalhar.
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Daniel Souza, depois de muita antecipação, Lula e Donald Trump finalmente se encontraram. Trocaram farpas no início do governo de Trump, teve tarifaço, se encontraram em setembro do ano passado na Assembleia Geral, se encontraram de novo em outubro do ano passado na Malásia, e desde então estava aquela coisa, vamos encontrar, vamos ver, não sei o quê, começou a guerra lá no Irã.
A visita, portanto, acabou sendo adiada, acabou ficando para depois. E, finalmente, meio de supetão, de uma hora para outra, foi anunciado que Lula iria à Casa Branca. Eu queria te ouvir. O que você viu como pontos mais importantes? Qual foi o destaque que você viu dessa visita de Lula a Donald Trump na Casa Branca? Tanguy, acho que o primeiro aspecto é o supetão que você fez referência há pouco. Isso acabou fazendo com que a conversa dos dois presidentes não fosse precedida de negociações dos técnicos.
que é o mais usual. Você tem ali uma série de negociações que são feitas por técnicos durante um bom tempo. Quando já está tudo alinhadinho, quando já está tudo azeitado, os presidentes se encontram e acabam fazendo anúncios e celebrando ali o estreitamento dos laços nas mais diferentes áreas que podem ser estabelecidos. Como isso não aconteceu, o que nós tivemos foi o início de mais uma fase de conversas, porque é disso que se trata.
De um lado, você tinha o governo dos Estados Unidos muito interessado nas terras raras brasileiras, muito evidente isso, que era a principal pauta. E do outro lado, você tinha um Brasil muito interessado nas questões comerciais e redução de tarifas que ainda estão sendo praticadas em relação a produtos brasileiros no mercado americano. Ou seja, você tinha dois lados com duas agendas principais diferentes.
Agendas periféricas tensionadoras acabaram sendo excluídas. Coisas relacionadas a PIX, coisas relacionadas a organizações terroristas, etc., acabaram não fazendo parte. Me parece que houve ali uma certa preocupação de dizer, olha, vamos ter uma agenda boa, vamos ter uma agenda bacana, que os dois lados podem sair ganhando.
Houve uma promessa de que daqui a 30 dias serão estabelecidas conversas, etc., para que haja avanços comerciais. E me parece que há uma expectativa por parte dos americanos de algum tipo de sinalização do Brasil em relação a terras raras e minerais críticos à participação americana.
Isso ficou muito claro, inclusive, em falas dos dois presidentes. De um lado, o Donald Trump disse, olha, queremos fazer comércio, vamos aprofundar o comércio. O Brasil e os Estados Unidos realmente têm relações comerciais ótimas, etc. Fez aquele discurso um pouco circular. E do outro lado, o presidente Lula disse, não, os Estados Unidos...
vão participar de minerais críticos e terras raras no Brasil, junto com outros países também. Aí ele deu ali uma certa diluída. Temos todo interesse, chineses, japoneses, etc. Quem quiser participar, trazer tecnologia, ajudar o Brasil nesse processo, será...
Muito bem-vindo. Esses dois elementos ficaram muito claros para mim. De um lado, a pauta para os Estados Unidos é outra. Do outro lado, a pauta para o Brasil acaba sendo uma. E, nesse sentido, tivemos um pontapé sem elementos concretos, mas foi uma...
uma viagem muito boa para os dois, ou melhor, uma conversa muito boa para os dois, o Trump se colocando como alguém receptivo ao presidente brasileiro e o presidente brasileiro se colocando como alguém que está tendo acesso ao presidente americano e está disposto a dialogar também. E no fim das contas, eu acho que não havia muita expectativa de você ter acordos muito concretos, grandes anúncios.
era muito mais uma celebração da possibilidade de diálogo entre dois líderes importantes e que era importante para os dois. Você ter um Trump que está muito envolvido com questões relacionadas à guerra e acabou que a pauta diplomática dos Estados Unidos ficou parada. Você não consegue avançar com grandes assuntos a não ser a questão da guerra. Daqui a pouco o Trump, por exemplo, ele vai para Pequim. Ele vai para Pequim provavelmente na semana que vem.
Dá para ver, então, que era uma coisa meio represada, e agora várias coisas devem avançar do ponto de vista diplomático. E óbvio que o Lula também queria ter esse approach com o governo dos Estados Unidos, com o presidente dos Estados Unidos, e esse, aliás, é um estilo que a gente conhece, né, Daniel? É antigo do Lula, de falar mesmo com pessoas que sejam muito diferentes dele. Aliás, o próprio Trump...
também tem um pouco disso, ele não tem lá muitas barreiras, o fulano é de esquerda, não vou dialogar, ele fala mal, mas ele consegue dialogar também, ele consegue conversar. Eu achei interessante porque, você estava falando em off, Daniel, vou roubar a sua fala, vou dar o crédito aqui, mas vou roubar a sua fala, você estava dizendo aqui em off que foram duas reuniões diferentes, o Brasil falou ali o que ele ia falar, o Trump falou o que ele ia falar também, e do lado brasileiro isso foi muito claro, o Brasil chegou lá, o Lula chegou lá na Casa Branca,
e fez o discurso tradicionalíssimo brasileiro. Ele falou sobre a importância do multilateralismo em detrimento do unilateralismo americano. Ora, a gente sabe que esse recado é para os Estados Unidos. Os Estados Unidos estão agindo por conta própria, o multilateralismo e tal. Temos que falar sobre a reforma do Conselho de Segurança. Daniel Souza, estou ouvindo o Brasil falar de reforma do Conselho de Segurança.
Eu estou ouvindo o governo Lula falar de reforma do Conselho de Segurança tem 20 anos. Eu lembro do Fernando Henrique falando sobre isso, Tanguy. Falava sobre isso na década de 90, exato. E ele volta a falar, e aí ele fala, não, tem que ter um espaço aí para o Brasil, para a Índia, para o Japão. Eu achei que isso podia ser um pouco indelicado com a Alemanha, que normalmente o grupinho que discute reforma do Conselho de Segurança era Brasil, Japão.
Índia e Alemanha, ele não mencionou a Alemanha, mas talvez tenha esquecido também, né? Mas o ponto dele ali é, olha, essa nossa agenda tradicional de inclusão, ela tem que estar aí, e ele consegue fazer isso, eu acho que talvez seja a vitória, é uma vitória pequena, uma vitória diplomática que é importante, que é, ele consegue fazer esse discurso sem ter uma reação direta negativa de Donald Trump. Sem o Trump falar assim, vai ter reforma nenhuma.
Ou então, a ONU acabou. Ou então, agora o que importa é o Conselho da Paz, deixa a ONU para lá. No momento em que o Lula consegue fazer isso, consegue falar o que quer, consegue falar a agenda diplomática brasileira e não ter uma resposta negativa, imediata de Donald Trump, o recado está dado, as notícias estão aí. A gente teve, por exemplo, o Brasil tendo a capacidade de expressar uma discordância de acordo com as guerras.
Os Estados Unidos estão numa guerra, o Lula vai lá e fala, olha, guerra não pode ter, não pode ter intervenção em Cuba, e o Lula diz, não, o Trump disse que em Cuba não vai agir, não pretende agir, o que é um sinal positivo e tudo, e sempre deixando muito claro que esses são todos avanços diplomáticos. Aliás, uma fala do Lula, Daniel, vou abrir aspas aqui, Trump não vai mudar o jeito dele por conta de uma reunião de três horas comigo.
Conversar é muito mais barato, mais eficaz, não tem vítima, não tem destruição de casa, não tem morte de criança. Esse aqui talvez tenha sido o grande objetivo brasileiro nesse encontro. A gente tem espaço para dialogar, a gente consegue falar, a gente vai discordar. Aliás, o Lula teve isso com o George W. Bush lá atrás, no momento em que o Lula assume a presidência, 1º de janeiro de 2023, de 2003, aliás, pela primeira vez.
Os Estados Unidos estavam iniciando a guerra ao terror, os Estados Unidos invadem o Iraque no dia 20 de março, já tinham invadido o Afeganistão em 2001, no dia 20 de março, ou seja, algumas semanas depois, e o Lula consegue encontrar com o George W. Bush, ter uma boa relação e criticar a guerra ao terror. Então há espaço para esse tipo de diálogo acontecer. E isso acaba sendo algo bastante interessante em termos de relacionamento entre os dois mandatários.
Eu fiquei, Tanguy, e talvez você tenha tido uma impressão semelhante ou não, que houve ali realmente um contato pessoal muito bom. Os dois aparentemente se deram bem ali, conseguiram conversar. Aliás, o Lula já tinha dito em outra oportunidade que quando as câmeras são desligadas, o Donald Trump é completamente diferente. Eu realmente acredito nisso.
Além do fato do próprio Donald Trump ter tido ali uma postura muito afável ao Lula, pelo menos publicamente. Então você tem dois presidentes que acabam tendo ali boas conversas e há um enorme interesse por parte dos americanos nas terras raras e minerais críticos do Brasil. Eu quero marcar muito isso.
Porque me parece que essa é a agenda número 1, número 2, número 3, número 4 e número 5 dos Estados Unidos em relação ao Brasil. Acho que isso, inclusive, aumenta muito a boa vontade da Casa Branca em relação ao governo brasileiro, em relação à disponibilidade de conversar. E quando a gente olha realmente para o relacionamento entre os dois países...
A postura brasileira deve ser realmente essa postura de autonomia. Olha, quero ter uma ótima relação com os Estados Unidos, mas, ao mesmo tempo, quero ter também uma boa relação com outros países. A gente já falou bastante sobre isso aqui. O Brasil está muito bem posicionado no que diz respeito ao seu relacionamento com os Estados Unidos, porque não depende do mercado americano como outros países, porque tem reservas internacionais em dólares, o que dá ali uma autonomia financeira muito importante.
e, consequentemente, pode estreitar laços com o governo americano, ao mesmo tempo em que pode, de alguma maneira, manter laços e canais abertos de diálogo com muitos outros países. Um outro aspecto que também me chamou muita atenção foi a questão eleitoral.
O Lula falou, verbalizou, que não acredita que Donald Trump vai interferir na eleição no Brasil, etc. Que não vai trazer qualquer tipo de turbulência nesse sentido, até porque quem vota no Brasil são os brasileiros e não o governo dos Estados Unidos. Ele disse algo mais ou menos nessa linha e é claramente um elemento de preocupação, mas é importante também destacar que às vezes o apoio do Donald Trump é ruim para quem foi apoiado. Isso pode funcionar como uma certa...
Então, se houver qualquer tipo de posicionamento mais enfático do governo Trump, como já teve na eleição de Honduras, como já teve em eleições na Argentina, como já teve em outras movimentações políticas aqui na América Latina, se isso acontece no Brasil também, não necessariamente o efeito é benéfico para a candidatura que é apoiada pelo Donald Trump. Eventualmente, o efeito pode ser até o contrário disso. Aliás, você falou que...
Houve ali uma tentativa do Lula de dizer que, olha, quando as câmeras são desligadas, o Trump é ótimo e tal. E eu acho que a galera já começou a entender isso, Daniel, e já começa a pedir para se encontrar com o Trump sem falar ao vivo. Você lembra que você trouxe aqui, inclusive, que na visita do rei Charles, o rei da Inglaterra, o rei britânio,
que quando ele vai a Washington tem aquele negócio, não, não queremos coletiva, a gente vai conversar com câmeras fechadas. Ontem também não teve entrevista, aquela entrevista coletiva, né, que muitas vezes você faz... Nem antes, nem depois, né? Nem depois. Por quê? Porque há um risco muito grande. Todo mundo já entendeu que o Trump é arriscado, porque às vezes ele conversa bem ali, você vai ter uma conversa tranquila, tudo. Teve foto do Trump sorrindo, que a gente não costuma ver com muita...
com muita frequência, e não teve essa entrevista, porque durante a entrevista pode rolar um constrangimento, o Trump quer falar grosso, ele quer dizer que é ele que manda e tal, o que pode pegar tanto um encontro que é diplomaticamente muito interessante como esse e acabar anulando todo o seu efeito. Aliás, o Lula, Daniel, nesse sentido, ele foi o Lula de sempre, né? E falou sobre...
Futebol. Ele não ia conseguir terminar um negócio desse ainda mais em ano de Copa do Mundo nos Estados Unidos sem falar de futebol. E o que ele disse foi, abre aspas, eu falei pra ele. Pô, eu falei é muito bom, né, Daniel? Eu falei é um negócio meio... Eu tô contando aqui, falando pros meus amigos aqui. Eu falei pra ele, hein? Espero que você não anule o visto dos jogadores brasileiros. Ainda dá uma zoada, né? Negócio do visto e tal, não vai mandar todo mundo embora. Porque nós vamos vir aqui pra ganhar a Copa do Mundo. Ele riu.
porque agora ele vai fazer sempre isso. Ele disse que falou para o Trump que o Trump tem que fazer menos cara feia, que ele quer o Trump sorrindo. Quando você sorrir melhor, você faz muita cara feia e a gente prefere você mais bem-morado. E teve mais, Tanguy. O Lula diz que falou com o Trump sobre uma foto...
que ele, Trump, tirou com o ex-presidente, o então presidente do Corinthians, o Vicente Matheus e a sua esposa Marlene Matheus, na década de 80, lá em Atlantic City, lá naquela experiência que o Trump teve com o cassino em Atlantic City. Então, na prática, era justamente para mostrar que o Lula estava antenado.
Inclusive, dessa passagem do Donald Trump com o presidente do Corinthians, que é o clube do coração do presidente. Agora, Tanguy, me parece que um aspecto que a gente não tem como ignorar é que, até o presente momento, foi uma reunião que trouxe pouca concretude. Não trouxe nada realmente de mais definidor.
Pode ser até que haja um avanço nessas conversas daqui a algumas semanas. Lembrando que da última vez que Trump e Lula se encontraram, a promessa também era muito parecida, né? Não, agora vamos ter um canal de diálogo direto, trocamos telefones, etc. As negociações comerciais vão avançar, e de lá para cá não avançaram.
Então, a gente tem que observar um pouco como é que essa dinâmica vai transcorrer daqui para frente, porque não há nenhuma garantia de que as coisas avancem, ainda mais dentro de um contexto eleitoral no Brasil, que tende a ser um contexto eleitoral bastante polarizado. O elemento das terras raras também entra na equação, pode ser que acabe ajudando, dependendo da maneira que o Brasil sinalize alguma coisa para os Estados Unidos, mas, de qualquer maneira, a gente tem que acompanhar com cuidado o que vai acontecer daqui para frente.
É isso, Daniel Souza. Eu queria deixar aqui o nosso agradecimento a todo mundo que está junto com a gente. Muito obrigado pela presença de vocês. Dessa maneira, a gente encerra esse Pet Invest, o nosso episódio toda sexta-feira, episódio inteiramente dedicado a esse único assunto. Daniel, a gente volta na segunda-feira no episódio da noite.
A gente não vai ter episódio na segunda-feira pela manhã. A gente, portanto, volta na segunda-feira, no horário de sempre. A gente sempre grava às 19 horas na segunda-feira. Daniel Souza, deixo aqui um bom fim de semana para você, claro, e para todo mundo que nos ouve. Um abraço e até a próxima. Valeu! Tchau, tchau! Petit Jornal. Inteligência e irreverência em doses diárias. Acesse www.petitjornal.com.br E aí
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