Episódios de Petit Journal

A montanha russa do petróleo - Invest 110

10 de abril de 202617min
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RIO CLARO
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Neste episódio do Petit Invest, analisamos as oscilações recentes do preço do petróleo, marcadas pela crise no Estreito de Ormuz e pela alternância entre sinais de escalada militar e tentativas de negociação. Discutimos como essa volatilidade afeta expectativas globais, decisões de investimento e o comportamento dos mercados em um cenário de elevada incerteza geopolítica.
Também avaliamos os impactos sobre o Brasil, incluindo efeitos sobre inflação, câmbio e política monetária, além do papel da Petrobras em meio a esse ambiente instável. O episódio explora como a estatal pode ser beneficiada pela alta de preços, mas também enfrenta desafios estratégicos e políticos diante de um mercado global cada vez mais imprevisível.
#Petróleo #Brasil #Petrobras #Economia #PetitInvest
Participantes neste episódio2
D

Daniel Sousa

HostJornalista
T

Tanguy Baghdadi

HostJornalista
Assuntos3
  • Preços de Combustíveis e PetróleoCrise no Estreito de Ormuz · Impactos econômicos globais · Expectativas de investimento · Política monetária no Brasil · Papel da Petrobras
  • Preocupações Sociais dos BrasileirosInflação · Câmbio · Desafios da Petrobras
  • Geopolítica do PetróleoDonald Trump e a NASA · Conflitos no Oriente Médio
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Petit Jornal. Inteligência e reverência em doses diárias.

Olá, gente. Bem-vindos, bem-vindas ao PetJornal. Esse é o PetInvest número 110. Estamos gravando numa live no YouTube do PetJornal. São exatamente 9 horas e 19 minutos da sexta-feira, 10 de abril de 2026. Cá está a dupla de costume, a dupla que você conhece de cor.

Tanguy, ô Bagdad, animado, contente, preparado, revigorado, resiliente, retumbante, descansado, tarifado e preocupado com o cenário internacional, um cenário extremamente pantanoso, com desdobramentos nas mais diferentes dimensões da vida de todos nós.

E temos também Daniel Souza, que é esse que vos fala. Ao longo dos próximos minutos, vamos repercutir os principais acontecimentos econômicos na dinâmica de investimentos ao longo dos últimos dias. Esse é o Petinvest, espaço de toda sexta-feira aqui no Petjornal. Como vai, professor Bagdade? Tudo bem? Vamos a isso!

Tudo bem, Daniel Souza? Vamos lá para esse Petit Invest 110. Um prazer estar aqui mais uma vez, mais uma semana se encerrando. Até o momento, né? Daniel, sabe sei lá o que vai acontecer daqui para frente, mas deixo aqui as boas-vindas a todo mundo que acompanha a gente, pessoal que se informa o que está acontecendo ao redor do mundo, junto com o Petit Jornal. Um prazer ter a companhia de vocês.

E, Daniel, a gente vai falar hoje sobre petróleo, as mudanças todas do petróleo. Uma coisa que é sempre importante lembrar é que isso tudo que acontece lá longe, aliás, é por isso que o Petit Jornal tem um papel tão importante, nos impacta diretamente aqui. Então, os impactos internacionais de crise e tal, mexem com a sua capacidade de planejar, inclusive, o seu futuro. Aquele dinheiro que você vem guardando ao longo da vida, aquela sua aposentadoria que você almeja.

Você pode conseguir, desde que você consiga, a gestão correta, bem feita dos seus ativos. É por isso que os nossos parceiros para esse episódio de hoje são a Rio Claro Investimentos. Você quer uma gestão pensando no longo prazo, pensando em segurança, rentabilidade, com muita responsabilidade, sem promessas.

Mirabolante. Procura Rio Claro, o link está na descrição desse episódio. Tenho certeza que você vai conseguir imaginar um futuro melhor para você e para a sua família. Aliás, diante de um cenário internacional de tanta imprevisibilidade, com os preços dos ativos flutuando tanto, é necessário, mais do que nunca, contar com a gestão profissional.

para o seu patrimônio. Então, por isso, fica aqui a nossa recomendação da Ricular Investimentos, que trabalha exclusivamente para você, trabalha com foco no seu interesse, não tem nenhum tipo de conflito de interesse, tentando empurrar qualquer tipo de produto financeiro que não faça sentido para o cliente. Link no descritivo desse episódio.

Daniel, não é segredo para ninguém que a gente está vivendo uma semana muito turbulenta do ponto de vista militar, do ponto de vista político. Então teve ultimato de Donald Trump, que teoricamente se encerraria ali na terça-feira.

A gente teve um cessa-fogo que não está muito bem assentado. Esse cessa-fogo vai durar, não vai. O cessa-fogo envolvia abrir o Estreio de Hormuz, mas o Estreio de Hormuz já foi fechado de novo. E claro que para além da dimensão política, da dimensão militar, da dimensão humana, nós temos consequências econômicas muito sérias, principalmente com relação ao preço do petróleo.

que mexe com tudo. Então, o preço do petróleo subindo ou descendo, ele mexe com toda a cadeia de produção, ele mexe com inflação, mexe com juros no mundo todo. Eu queria que você me falasse, Daniel, como é que você viu essa semana, isso que a gente está chamando aqui de uma montanha russa do petróleo. Qual foi a impressão que você teve, Daniel? Me conta.

Tanguy, a impressão que eu tive é que ninguém sabe exatamente onde o preço do petróleo vai parar. Por mais que você tente, de alguma forma, tatear o que está acontecendo, o nível de imprevisibilidade do ponto de vista geopolítico, o nível de imprevisibilidade do ponto de vista decisório dos principais líderes envolvidos nessa questão,

acaba trazendo esse grau de incerteza muito significativo. Nós chegamos a ter, nessa semana, a oscilação do preço do petróleo em dois dígitos, em termos percentuais, num único dia. Quer dizer, como é que você consegue fazer gestão da energia, gestão do petróleo, gestão de custos com uma oscilação desse tamanho?

Tudo isso porque você, num determinado momento, tem uma ameaça do Donald Trump, que vai destruir a civilização iraniana. No dia seguinte, não, não é bem assim, está tudo bem, chegamos a um cessar-fogo. Aí depois, o Estreito de Hormuz, que era para estar aberto, está fechado de novo, porque existe ali um ataque de Israel no Líbano, que acabou não sendo incluído, pelo menos num primeiro momento, nesse cessar-fogo.

É um nível de imprevisibilidade que vai trazendo impactos sobre a economia mundial muito relevantes. O próprio Fundo Monetário Internacional, o próprio Banco Mundial, já trouxeram relatórios, reportes, destacando o impacto sobre o crescimento e sobre a inflação. Mas o que me parece importante é que qualquer tipo de tentativa de mensuração do impacto nesse momento não é de never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never never

é apenas um palpite, porque do ponto de vista prático, o impacto depende realmente da longevidade da crise e depende de como essa crise será contornada ou não, ou estabilizada, ou estabilizada em um novo patamar, etc.

Mas uma coisa que me parece certa, e isso a gente pode cravar aqui, o preço do barril de petróleo não retornará para o patamar que nós tínhamos em fevereiro, antes do início desse conflito. O preço do gás não retornará para o preço que nós tínhamos em fevereiro, antes desse conflito, por conta realmente dessa incapacidade física de fornecimento das mesmas quantidades que nós tínhamos lá atrás.

o mundo vai sair diferente do ponto de vista energético dessa crise. Isso também é algo que eu acho que a gente pode cravar com tranquilidade. Existirá uma tendência mundial à substituição, ainda que parcial, da energia do Golfo Péssico. Existirá uma tendência mundial a rever com mais carinho investimentos na questão da sustentabilidade e da transição energética. Existirá realmente uma reorganização das forças.

em termos internacionais, com países como a Rússia ganhando muito protagonismo, ganhando uma força que não tinham antes. Líbia, Argélia, países que têm ali gás natural para fornecer perto de mercados consumidores robustos, também despertando cada vez mais interesse.

É uma reorganização super importante e incontornável. Agora, trazer previsões mais precisas do que vai acontecer me parece, nesse momento, apenas um exercício retórico, sem necessariamente um compromisso com a realidade, por causa do alto grau de imprevisibilidade que os tomadores de decisão estão apresentando nesse momento.

Uma coisa que eu acho importante, Daniel, é a gente notar como é que o referencial está completamente perdido nesse momento. Ninguém tem muita referência de para onde o petróleo vai ficar, onde é que vai estabilizar. Porque vai estabilizar, vai. Vai estabilizar, aonde? E aí eu acho interessante a gente olhar para os dois choques do petróleo anteriores, os mais clássicos. Tem gente que fala de três, quatro choques do petróleo, enfim, mas os dois mais clássicos, que são de 73 e o de 79, 80.

Lá em 73, Daniel, o preço, o barril do petróleo era muito barato, a gente está falando ali de coisa de 2 dólares, e durante o primeiro choque do petróleo ele vai para a casa de 8. Eu sei que quando a gente fala 3 dólares, 8 dólares, você fala assim, meu Deus, mas realmente era muito barato. Claro que você tem que atualizar.

E ao longo desse período você ter uma inflação muito grande, então de fato 8 dólares à época, se você for atualizar, é um valor muito maior e em parte a inflação se deu por causa do choque do petróleo. Então muda completamente o referencial. E quando a gente fala sobre o segundo choque do petróleo, que aconteceu por causa da revolução iraniana,

em 1980 e vai se estender ali ao longo dos primeiros anos da década de 80, o barril do petróleo vai saltar de 13 dólares, era mais ou menos por ali que estava, para coisa de 34. E aí, de novo, se você for atualizar o que é isso hoje, claro que é muito mais. Seria um 34 dólares, seria o que hoje seria, sei lá, 120 dólares, seria algo por aí.

Então, o referencial de quanto é que a energia custa, ele muda bastante, da mesma maneira. Antes dessa crise agora, o barril do petróleo estava na casa o quê? De 80, 70? Menos, abaixo de 70, abaixo de 70. Chegou a estar abaixo de 70?

Agora a gente já tem um petróleo que flerta ali com 130, 140, de repente abaixa, pouco abaixo de 100. Mas o fato é que está se buscando um novo referencial, né, Daniel? E me parece que até qualquer palpite nesse momento talvez seja um pouco precipitado. Não dá nem para saber exatamente onde é que ele vai parar.

É verdade, Tagui. Aliás, você citou o caso dos dois choques do petróleo que nós tivemos nos anos 70. O mundo não saiu igual depois daqueles dois choques do petróleo. Produtores de petróleo que não eram exatamente viáveis por conta do seu alto custo de produção passaram a integrar o mercado internacional de energia.

O Oriente Médio perdeu espaço no mercado internacional de energia depois dos dois choques do petróleo. Me parece que algo semelhante tende a acontecer nesse momento. Aliás, naqueles dois choques, nós tivemos o desenvolvimento de tecnologias alternativas. O próprio Brasil investiu pesadamente em hidrelétricas justamente para que a eletricidade fosse a energia a mover a indústria brasileira, que antes era essencialmente movida a diesel.

Você também teve o álcool, que é uma realidade no Brasil até hoje, a tecnologia do álcool como sendo um mecanismo para movimentar os automóveis. Enfim, existe sempre uma tendência à busca de substituição, porque o petróleo tem uma demanda muito pouco.

elástica no curto, quer dizer, uma demanda muito pouco sensível a variações no preço no curto prazo, mas no longo prazo não. Porque no longo prazo você pode realizar investimentos e buscar alternativas e uma diversificação como forma de diminuir a sua dependência em relação a esse tipo de energia. E me parece que esse movimento será feito. Você pega mercados importantes, como é o caso da Europa, ou como é o caso de países asiáticos, Japão, China, etc.

essa galera vai se mexer, essa galera não vai ficar com a mesma dependência do Oriente Médio que tinha até meses atrás por considerar justamente que é um nível de risco que não justifica, que não compensa. Agora, o impacto em curto prazo no crescimento e na inflação e com juros elevados é algo que é incontornável nesse momento.

Agora, uma coisa que tem me chamado a atenção ao longo dos últimos dias, Daniel, é que o mercado está tão sem referencial que qualquer coisa oscila o preço muito para cima ou muito para baixo. Então, alguma declaração do Irã já é suficiente para que o petróleo bata 130, 140 dólares o barril. Uma declaração mais agressiva de Donald Trump também faz o preço do petróleo explodir. Ao mesmo tempo, o mercado também está muito disposto.

a se mostrar aberto a expectativas otimistas. Então, se Donald Trump fala assim, não, a guerra vai durar mais duas semanas, três semanas, o mercado já fala assim, ah, ufa, e o preço, o barril do petróleo cai significativamente. Isso me parece, eu queria que você...

falasse um pouquinho sobre isso, me parece que reflete um pouco essa falta de baliza, né? A gente não sabe exatamente pra onde que a coisa vai, então é sempre muito desespero e o preço do petróleo sobe muito ou muita esperança e o barril do petróleo cai bastante preso também. Você tem toda a razão, Tanguy. Aliás, isso conversa muito com o início do nosso episódio de hoje, onde nós temos tido essas oscilações muito significativas de um dia pro outro.

Essas oscilações, obviamente, são reflexos justamente dessa falta de parâmetro. Meu Deus do céu, o que vai acontecer amanhã? Não sei. Pode ser que amanhã a guerra volte e o cessar-fogo realmente tenha sido absolutamente breve. Pode ser que não. Pode ser que você tenha um cessar-fogo mais perene, mais duradouro, e, consequentemente, algum grau de normalidade seja restabelecido ali no Estreito de Hormuz. Não tem como saber. Não tem como saber.

Você não tem nenhum tipo de parâmetro confiável para afirmar isso. Aliás, me parece que nem os agentes envolvidos conseguem cravar. O máximo que o Donald Trump consegue controlar são as declarações dele. Ele não consegue controlar as ações iranianas. E vice-versa.

Os iranianos conseguem... Nem israelenses, né? Nem israelenses. No presente momento isso ficou muito evidente. Os iranianos também. Os iranianos não controlam o que os israelenses fazem, não controlam o que os americanos fazem. Então você acaba tendo um conjunto de ações e reações que faz com que o mercado se torne absolutamente imprevisível nesse momento com um altíssimo grau de incerteza. É por isso que o petróleo tem tido tanto destaque no noticiário e até no próprio Petit Jornal, porque é uma variável econômica super importante, super importante.

e que cada dia é um capítulo completamente diferente em relação ao dia anterior. Poxa, de um dia para o outro mudou tudo, então a gente tem que atualizar essa mudança para tentar entender o que está acontecendo, para tentar, de alguma forma, projetar o futuro dentro do possível. Mas o grau de imprevisibilidade e de incerteza que a gente está vivenciando é algo muito notável e algo que desorganiza muito a economia. Muito a economia, porque...

Ninguém consegue tomar decisões de longo prazo, de investimento, de consumo, diante desse alto grau de incerteza. E, Daniel, eu queria que a gente tentasse projetar um pouquinho um impacto mais direto, mais imediato, aquele mais divisível sobre o Brasil no curto prazo. O Brasil, claro, tem a Petrobras. A Petrobras acaba mexendo bastante com o preço do petróleo, então é ela que autoriza reajustes.

Isso tem um lado positivo e um lado negativo, mas qual é a capacidade que a Petrobras tem de, por exemplo, segurar um pouco a elevação do nível do preço do petróleo na bomba? O preço do petróleo está subindo, claro, o preço do combustível está subindo também. Como é que você vê o impacto que isso pode ter para o Brasil no curto prazo e até para as finanças da própria Petrobras? Se ela começa...

assegurar a elevação do preço do petróleo, ela também vai começar a acumular resultados negativos que podem ser problemáticos lá na frente, a despeito de você ter uma função social disso. Me conta aí. É claro, Tanguy, que quando a gente olha para a Petrobras, ela tem alguma capacidade de reduzir a volatilidade, mas essa capacidade não é infinita.

Afinal, a gente está falando de um cenário onde a Petrobras tem ali investidores privados, a Petrobras tem o seu caixa, a sua capacidade de endividamento, porque o que a gente precisa sempre compreender é que a Petrobras segurando o preço, isso acaba afetando o caixa dela, a Petrobras, porque, eventualmente, ela acaba vendendo um produto por um valor mais barato do que ela paga, e isso pode levar a companhia, inclusive, a ter endividamento, a perder capacidade de investimentos, a trazer consequências de mais longo prazo.

Portanto, ela tem alguma capacidade de fazer isso, mas não é uma capacidade tão grande assim. E o repasse que nós observamos recentemente já demonstra isso. Tanto que o governo está entrando na jogada, o governo brasileiro, aliás, como muitos governos do mundo, e estão oferecendo subsídios.

O subsídio nada mais é do que o governo dizendo eu vou pagar um pedaço da conta, eu vou tirar dinheiro do orçamento, eu vou tirar dinheiro dos impostos das pessoas e vou pagar um pedaço da conta, quem sabe torcendo para que essa crise seja breve, seja rápida e se dissipe num horizonte não muito distante. A Petrobras ajuda, mas a capacidade da Petrobras não é infinita, tanto que alguns repasses, inclusive, já aconteceram aqui no Brasil.

Perfeito. Daniel Souza, a gente vai continuar acompanhando ao longo dessa semana agora o que vai acontecer. Importante lembrar, para você colocar na sua agenda que a gente vai ter entre hoje, sexta-feira, e amanhã, sábado, conversas entre Estados Unidos e Irã, mediadas pelo Paquistão, que vão acontecer em Islamabad. A gente tem que saber...

para onde exatamente que essas conversas vão, se vão trazer algum tipo de resultado prático, se vão trazer algum resultado que parece prático, mas aí no dia seguinte a coisa já volta atrás. E o que vai acontecer no outro cenário, que está intimamente ligado, claro, entre Israel e Líbano. Israel ontem sinalizou que poderia negociar um cesta-fogo, hoje continuou promovendo bombardeios contra o Líbano e já disse que vai negociar, mas não é para já.

Vai negociar, mas ainda tem coisa a resolver com o Hezbollah. Então todo esse cenário parece muito vivo.

e, claro, traz consequências diretas para a vida das pessoas, para a economia, para além, claro, da questão de segurança, para além do cenário de guerra, militarmente falando, que a gente está vendo. Daniel Souza, dessa maneira, a gente deixa aqui o nosso agradecimento.

Muito obrigado a você que está acompanhando a gente. Muito obrigado a você que está acompanhando tudo o que acontece no mundo pelo Petit Jornal. Deixo para você um bom final de semana. Se alguma coisa muito grave acontecer, pode contar com a gente. A gente volta para fazer mais um episódio. Um abraço e até a próxima. Valeu. Tchau, tchau. Petit Jornal. Inteligência e irreverência em doses diárias. Acesse www.petitjornal.com.br

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