Por que Lincharam CAZARRÉ? | MESA PRA DOIS
Neste novo Mesa para Dois, Joel Gracioso e Carlos analisam o que está realmente por trás do ataque sistemático à masculinidade no Brasil. Por que defender o papel do pai virou crime? Por que apenas o cristão não pode falar de virilidade, paternidade e família? E por que a esquerda usa o termo "gay"
como elogio quando lhe convém e como ofensa quando ataca um adversário — o que Joel chama de "gay de Schrödinger"?
O debate cruza dados ignorados pela grande mídia: o Brasil registra cerca de 40 mil homicídios por ano, dos quais aproximadamente 1.600 são feminicídios e mais de 2 mil são homens mortos por mulheres — números que destroem a narrativa pronta. Joel discute a diferença entre virilidade e brutalidade, o impacto comprovado da ausência paterna na vida das crianças, e como a ideologia se tornou, em suas palavras, "a negação da realidade".
Se você sente que o debate público sobre homem, mulher e família ficou impossível, este vídeo é pra você. Compartilhe com quem precisa ouvir o outro lado da história.
Com Carlos de Freitas e Joel Gracioso.
Carlos de Freitas
Joel Gracioso
- Polêmica Juliano CazarréResgate da masculinidade · Fábio Porchat · Gay de Schrödinger
- Impacto da ausência paternaReferencial masculino · Estatísticas sociais
- Ideologia e negação da realidadeMaldição da ideologia · Amar a realidade
- Ataques PolíticosFalta de debate sério · Uso da força · Vírus woke
- Ódio ao cristianismo e tradição bíblicaLiberdade religiosa · Interpretação moderninha da Bíblia
- Homicídios em ItuclaroFeminicídios · Homens mortos por mulheres
- Masculinidade vs. BrutalidadeConfundir masculinidade com violência · Força física contra mulher · Papel do homem na sociedade
Olá, audiência nobre do YouTube. Estamos aqui de volta para mais um Mesa para Dois. Aqui com o meu grande colega Joel Gracioso. Uma sumidade no que diz respeito aos assuntos que elevam nossa alma. E vamos falar agora da recente polêmica que tivemos aí com o rapaz Juliano Cazaré, que fez aí um encontro para tentar resgatar a masculinidade. E com isso ele abriu os porões do... Então...
do inferno, e todo tipo de gente, sem nenhum nível, começou a condenar o cara, e teve piadinha do Fábio Pochá, ensinando que ele é gay. É engraçado que pra eles, ser gay, eles nunca sabem se é bom ou é uma ofensa. Então eles sempre usam de acordo com o gay de Schrodinger.
quando é pra atacar é ruim quando sou eu é bom enfim, então vamos tentar debater um pouco isso o que você acha que é o que está por baixo, por trás disso porque o curso não tem nenhuma ele não tem nem próximo com o tal do discurso Red Pill que essas mulheres ficam oriçadas quando ouvem
É, é aquela história, né, Carlos? Mais uma vez, primeiro, esse povo fala tanto de liberdade, né, de diferença, tudo, mas eles realmente não têm vergonha na cara, né? Essa é a verdade. Desculpa a expressão, assim, eu não tenho mais muita paciência com isso, não. Porque, no fundo, não se respeita o direito do outro de pensar, de refletir, de analisar o mundo de uma forma diferente.
então você vê que, como a gente já falou em outros programas é até chato, é cansativo, porque não existe um debate sério de ideias de conceitos, você não tem uso de argumentos você não tem uma análise do conteúdo que vai ser proposto então é sempre ataque, é sempre ataque é sempre o rótulo, é sempre depreciação você entendeu? Então assim, de fato é muito difícil falar sobre isso com essas pessoas porque no fundo, repito parece que não tem capacidade intelectiva nenhuma então
Porque para mim é uma pessoa que não sabe e não faz a análise de um conteúdo. Então se o Casarreta, por exemplo, fez um curso, um encontro, propôs um conteúdo, não sei o quê. Bom, tudo bem, se você quer debater, então pega esse conteúdo, analisa esse conteúdo, apresente argumentos e demonstra o que você está falando.
Nada disso é feito, não é apresentado dados, não é apresentado argumento, não é apresentado nada. Ou seja, você pega a frase, você joga as coisas, né? E repito, sempre atacando, depreciando, ofendendo, etc. Então, assim, tá tudo muito cansativo isso. A minha preocupação, sendo bem sincero, eu já falei isso outras vezes também, né? É que vai chegar uma hora que as pessoas vão começar a se cansar de tudo isso. Sim, sim. E quando a gente sai da via do debate, da discussão, da análise de ideias, bom, só sobra o uso da força.
Então, esse é o meu medo. Quando o lado que está apanhando cansar de apanhar, e simplesmente as pessoas começarem a se degladiarem. Sim. Você entendeu? E aí minha culpa não é de quem está reagindo, não. É do pessoal mentiroso, manipulador, que fica forçando a barra. Então, eu acho assim, vai para o debate das ideias, vai para o debate de conceitos, de propostas. Você entendeu? E se você discorda, tudo bem. Então, desmonta o que a pessoa está dizendo, procura apresentar que o que ela está falando é incoerente, é contraditório. Então, a primeira coisa que me incomoda é isso.
Mas eu acho que já há uma má vontade, por exemplo, da população geral com esses temas. Você vê que lá fora esse vírus woke já está se dissipando. As pessoas já entenderam que isso daí é forçação de barra, isso aí é agenda patrocinada, não tem nada com a realidade. No Brasil, talvez por a gente ainda não ter passado pela civilização plena, a gente ainda é pré-civilizado, não tivemos ainda...
não chegamos na plenitude do que é a civilização, ainda vai ter mais dificuldade para a gente superar isso. Porque essas pessoas, elas não percebem que essa manipulação, o que elas estão fazendo, vai levar a um ponto em que mesmo quando elas estiverem certas, mesmo quando elas estiverem com realmente problemas certos, isso vai ser absolutamente negado. Negado. E aí as pessoas que sofrem com isso, por isso que eu acho que tem muita gente que não fala nada, vai no futuro ser prejudicada. Precisa se colocar contra esse discurso.
Porque é um discurso mentiroso, manipulador. E é só olhar a realidade. É isso que eu estou falando. Eu falo não só como professor, como alguém que faz todo um trabalho também com famílias, etc. Meu Deus, é dados. É só olhar a realidade. Por exemplo, ver na vida de uma criança, você entendeu? Seja um menino, menino, o que for, o que a presença ou a ausência de um pai faz da questão do masculino. Ou seja, e tanto para o bem quanto para o mal. É isso que eu estou dizendo. Então, por exemplo, a ausência de um pai.
ou a presença de um pai no sentido negativo, que batia, espancava, sei lá, que fazia um monte de coisa errada, que bebia, não sei. Vê os efeitos disso. E pega uma criança que teve oportunidade de ter a presença de um pai, o acompanhamento de um pai, ou seja, o referencial masculino minimamente adequado. Compara uma coisa com outra.
Então é lógico que tem aquelas crianças que vão passar por um contexto todo negativo, de ausência de referência masculina ou referência masculina negativa, tem aquelas que vão passar por tudo isso e vão conseguir superar. Não estou dizendo que necessariamente quem passa por isso vai ser uma má pessoa. Mas em termos estatísticos, a maioria que não pôde conviver com o pai ou teve um pai extremamente problemático, tem consequências negativas. É nesse sentido.
E aí você pega jovens, por exemplo, que tiveram essa referência, essa presença, esse convívio, etc., vão ter menos dificuldades em determinadas coisas. É só isso, meu Deus do céu. Então, a realidade, o fato, mostra, por exemplo, muitas mulheres, evidentemente, são heroínas.
Eu já conversei com um monte de mulheres que, enfim, se separaram, etc. Engravidaram, o cara não assumiu toda aquela história e assumiram o próprio filho sozinho. Então, evidente que é uma heroína. Mas conversando com essas mulheres, elas reconhecem, entendeu? A dificuldade, a luta de ter que ser pai e mãe ao mesmo tempo.
E muitas vezes não só dificuldade, mas algumas que fica. Por mais que aquela mulher se esforce profundamente, e aí você vê, quando ainda tem um avô ou um tio que ainda serve como uma certa referência masculina positiva, isso já ajuda.
Então, assim, você querer achar que ser homem, ser masculino, né, você está de brincadeira, ou seja, é confundir masculinidade com violência. Sim. Entendeu? É confundir masculinidade com brutalidade. A coragem, né? A própria coragem com violência. Exato. Ou seja, então assim, é aquela história, né? Ou seja, olha para a realidade em muitas situações, porra, quem é que enfrenta determinadas coisas? Quem é que busca não sei o que? Em muitas situações.
É o homem. Isso quer dizer que o homem é melhor que a mulher? Não. É diferente. É só isso, porra. Você entendeu? Então, o que me incomoda nisso, né, é óbvio que a mulher tem as suas capacidades, que a mulher tem as suas competências, que a mulher é extremamente importante na sociedade, na família. Ninguém está discutindo isso. É evidente que ela tem o lugar dela, tem que lutar pelo lugar dela, sei lá. Agora, você querer tirar isso do homem?
Ou você querer dizer que não tem como valorizar a mulher e ter espaço pra mulher?
A não ser que o homem não seja homem. E confundir tudo isso com machismo. Que é o que elas geram. O que o discurso feminista gera é a falta de homem de verdade. No sentido de homem, saber o seu lugar. Saber o seu lugar. Inclusive o lugar de que você é mais forte do que uma mulher. Você ir para a força física contra uma mulher é um ato de covardia, não é um ato de coragem. Exato. Força no sentido físico. Exato. Força física contra uma mulher é um ato de covardia.
É evidente. Claro, por exemplo, você também não vai permitir ser atacado por uma mulher.
Assim não, eu não posso bater porque dependendo do risco que você correr, tá com uma faca, sei lá, enfim, você não vai dar uma de ir, né? Enfim, mas essa força, ela tem uma outra característica, uma outra substância. Carlos, é mesmo estatísticas que mostram que morre muito mais homem. Não é. Por motivos evidentes, que bebe, que briga, porque, sei lá, também faz uma... É, exato, exato. Mas morre muito mais homem, por exemplo.
do que mulher. E tem uma estatística que mostra inclusive que morre mais homem pelas mãos de mulheres do que mulheres pelas mãos de homens. Que é evidente que é uma ínfima parte porque também é uma ínfima parte das mulheres que morrem na mão de homens. São 40 mil homicídios, tem, sei lá, 1.600 feminicídios, sei lá, tem 2 mil masculinicídios. Sei lá, como elas quiserem saber, porque não pode ser. Sei lá, como é que chama? Não pode ser homicídio, né?
Mas o... Eu acho que é isso, né? O discurso tá indo pra um caminho em que, assim, você tá demonizando o fato de você ser homem.
E é essa coisa de ser homem, de arcar com as consequências de ser homem. Porra, você fez um filho, cara. Acabou tua vida no sentido de viver do jeito que você quer. Agora você tem uma responsabilidade. Porque a mulher tem que ter também. E não pode ser só dela. Eu acho que tanto homem quanto mulher tem as suas características, tem o seu modo de ser. Esse é o primeiro ponto. Evidente que isso não anula as individualidades, o modo de ser pessoa de cada um. Isso é uma segunda questão.
E evidentemente que tanto o homem quanto a mulher tem o seu lugar na sociedade, a sua importância e o seu valor. Eu acho que isso é o básico do básico. Agora, você querer resolver problemas sociais ou resolver determinados problemas e desafios que se apresentam à cultura brasileira, à sociedade brasileira, querer impedir que o homem seja homem e a mulher seja mulher, né?
Meu Deus. Então, repito, as diferenças existem. Seja no sentido biológico, psíquico, no modo de ser. Evidente que a gente não pode se basear nessas diferenças pra dizer, então, que o homem vale mais que a mulher ou a mulher vale mais que o homem. Aí é uma outra discussão, você entendeu? E o que é pior, Carlos...
Ou seja, além de eu querer proibir, aí volta de novo, é a negação da realidade. Ou seja, meu Deus, chega um momento que eu não acredito mais o que os meus olhos estão vendo, que a inteligência está ajudando a entender. Então, é a maldição da ideologia. Essa que é a questão. Porque a ideologia, por isso que eu sempre falo, pra mim não tem ideologia boa. Quando o pessoal começa, mas tem essa ideologia, tem aquela, eu sigo pra mim.
A ideologia é a negação da realidade, esse que é o problema. Se a ideologia é a negação da realidade, não tem boi má. É toda uma desgraça sempre.
Então as pessoas precisam aprender a voltar a amar a realidade, a observar a realidade e aprender a ter um olhar receptivo e a partir das capacidades naturais tentar entender a realidade como ela está se manifestando, está se apresentando.
Não estou dizendo que isso é fácil. A realidade é extremamente complexa, tanto que na história da humanidade inteira estamos nós até hoje tentando entender essa desgraça que a gente chama de realidade. Então eu não estou falando que é fácil, mas o que eu estou dizendo é que na base teria que ser assim. Então você vai contra, repito, olha a realidade, olha famílias, crianças, onde homem e mulher se respeitam, onde cada um tem o seu lugar, onde a criança tem uma boa referência tanto da mãe quanto do pai, vê os resultados.
Porra, e você está dizendo que tudo isso está errado? Por quê? Por questão ideológica? É. E no meu entendimento, de novo, junto com tudo isso, vem um ódio profundo ao cristianismo e à tradição bíblica.
Ou seja, todo mundo pode falar o que quiser. Todo mundo pode acreditar em que quiser. Menos quem é cristão. Menos quem é cristão. Ou seja, é o que eu falo para todos. Ou seja, você tem o direito de não ser cristão, de não ser católico, sei lá o quê. Você não quer. Tá, mas por que eu não posso ser? Você não quer acreditar na Bíblia. Tudo bem, você não acredita. Ué, mas você quer tirar o meu direito de acreditar. E de organizar a minha vida a partir do texto que eu acredito que é sagrado.
é uma loucura, é isso que eu tô dizendo. Então, no fundo, tem muita coisa aí por trás. Existe um desrespeito, é isso que eu tô falando, à liberdade religiosa, à consciência religiosa, há um desrespeito frontal nisso daqui. Porque você já tá partindo do pressuposto que a Bíblia é tão perniciosa, tem um monte de coisa errada, então você tem que tacar fogo na Bíblia ou você tem que mudar o texto bíblico. Ou se não dá pra mudar o texto, aí o que alguns cristãos, seja evangélico ou católico, começaram a fazer também, mudar a interpretação.
Aí começa a fazer a interpretação moderninha de vários textos bíblicos. Por quê? Porque tem coisa lá que incomoda, né? Então, não concordo muito com o que está lá.
Então, assim, fica difícil. Você não respeita a liberdade religiosa, a liberdade de consciência. Além disso, você não se dirige à inteligência do outro. Porque, veja, quando eu sou uma pessoa respeitosa, eu vou apresentar argumentos, eu vou explicar as coisas. Ou seja, a minha crítica passa por conceitos, argumentos, etc. Por quê? Porque eu estou respeitando a tua inteligência. Agora, quando eu já vou pro ataque, pro rótulo...
Bom, eu não só não estou respeitando a sua inteligência, como eu estou mostrando que eu também não tenho inteligência.
não tem capacidade nenhuma pra dialogar. Então, repito, essa coisa da masculinidade, e eu falo isso como homem, falo isso como pai, como esposo. Temos lugar de fala. Então, assim, pra mim é muito tranquilo. Entendeu? Ou seja, a virilidade faz parte do ser homem. Sim, sim. Ser homem é ser viril, ser homem é proteger, ser homem muitas vezes é se sacrificar. Exato. Porque muitas vezes, e é isso que muitos não entendem. Ou seja, passa o que muitos homens, pais de famílias vivem.
O cara acorda cedo, trabalha o dia inteiro, passa por um monte de coisa e simplesmente, às vezes, por uma única motivação. Por amor à família, por amor à esposa, por amor aos filhos. Suporta um monte de coisa, você entendeu? E muitas vezes não é porque ele é orgulhoso, é porque a questão do próprio masculino, essa ideia de que eu tenho que ser um suporte, eu tenho que ter uma estrutura, eu tenho que proteger. Ah, então você quer dizer que o homem não chora? Não, sim, o homem chora.
Mas ele não chora por causa de qualquer coisa. Exatamente, pelos motivos certos. Entendeu? Ele chora por aquilo que é precioso. E não por causa de qualquer dorzinha. Então a questão não é se chora ou se não chora. Isso nunca teve em questão, né? É uma bobeira. Você percebe? Então, agora, eu não admito que queiram tirar de mim o direito, você entendeu? De ser um homem cristão. De ser um homem católico. Que teme a Deus. Que amo e morro pela minha esposa, pelos meus filhos, pela minha pátria.
É simples e pela minha fé. Então respeito quem não pensa assim, respeito o direito de quem quer seguir outro caminho. Mas exijo que respeite. E discordo dessas ideias. Porque pra mim isso é falso. Porque a própria realidade mostra o contrário.
que ser homem mulher não é mera construção social, não. Existe uma base biológica, existe uma base psicológica, existem coisas que são culturais, que são sociais, mas existem coisas que não são. E tem coisas que, no fundo, Deus revelou. Esse é o grande ponto. E como Cristo dizia, conhecereis a árvore pelos frutos.
Se toda essa mentalidade moderna e não sei o que fosse tão boa, por que fruto tão amargo? Tanta desgraça. Ou seja, tanta gente deprimida. Ressentida, deprimida, sem vontade de viver. Revoltada, magoada, machucada, sei lá o que. Então, eu entendo sim que na história tinham problemas, tem dificuldades, os homens muitas vezes erraram, eu não estou discutindo isso. E vão continuar errando. Agora, não pode confundir as coisas. Ou seja, da mesma forma...
que eu não posso achar que ser homem, ser másculo, é ser bruto, violento, né? Ou seja, ser viril não é isso, não é ser bruto e violento. Tá bom, concordo. Só que também dizer que eu quero ser másculo e viril, você também não pode interpretar. Só porque eu procuro ser firme e viril, necessariamente, então, eu sou bruto e violento. Então, quer dizer, vira uma confusão, né? Porque, repito, ser macho, viril e homem não é ser bruto e violento. Eu posso ser uma pessoa espiritualizada.
aberto ao diálogo, etc. O que faz parte de nós é isso, é a firmeza, é a proteção, é a coragem de dar a vida, de se sacrificar. Esse é o grande ponto, essa é a grande característica do homem, no meu entendimento, do homem equilibrado. Não do homem doente e desequilibrado. E querem tirar o nosso direito. Tá cheio, tá cheio. Então, no fundo, no fundo, no meu entendimento, muitas vezes quem critica tudo isso...
Ou são mulheres ressentidas, que nunca encontraram um homem de verdade, ou homens, que nunca foram homens. Sim. E que, na realidade, não querem assumir o seu papel na sociedade. Entendeu? Porque, repito, eu tenho cinco irmãs, eu tenho duas filhas, eu tenho minha esposa, eu tenho um monte de aluna, né? Nunca deixei de respeitar e admirar as mulheres. E se tiverem alunas minhas vendo isso e pessoas que me conhecem, então pode colocar aí muito bem no comentário.
Eu nunca deixei de incentivar, defender e estimular a participação da mulher na sociedade em vários aspectos, ou na igreja, etc.
E nunca tive medo de dar a minha vida e proteger. Não porque acho que sou o melhor, mas porque entendo que isso faz parte do meu ser, do meu jeito de ser homem, do meu jeito de ser pessoa, do modo como Deus me fez. É nesse aspecto. Você entendeu? E é por isso que eu acho que o homem tem muito a contribuir. Com a mulher também, do jeito dela, do modo dela. Agora, o problema é que você tem um monte de homem que não quer ser homem.
É um bando de folgado, de frouxo, que não quer assumir o seu papel na sociedade. Sim. E aí fica querendo dar nomes bonitos pra isso. Você entendeu? E no fundo também tem mulheres que acham que ela só vai poder ser mulher e respeitada na medida em que ela ficar concorrendo com o homem, ficar falando mal de homem, e tudo que a gente fala é como se estivesse destruindo a ela. Cara, é uma loucura. As mulheres e esses caras precisam entender que muitas vezes eu como homem, eu faço as coisas e eu não tô nem pensando nas mulheres.
Eu tô pensando em outras coisas. Sim, né? Ou seja, a mulher não é o centro do mundo. O homem também não. Mas as mulheres também não. Então achar que tudo que a gente faz ou fala não sei o quê é simplesmente porque quer humilhar a mulher, ou mandar a mulher, ou dominar não sei o quê. Quer dizer, repito, vira um delírio, vira uma loucura e tá tudo muito chato. Tem uns... Alguém viu um comentário, não lembro agora onde, não sei se foi em livro, se foi... Que diz que é o seguinte, a utopia masculina era uma sociedade sem Deus.
a utopia feminina é uma sociedade sem homens. Na própria ideologia delas, elas provam que o homem é superior. O cara tá brincando, quer dizer, eu achei ótimo, porque, cara, a sociedade sem homens é inviável, assim como a sociedade sem Deus. Essas utopias, por exemplo, o homem querendo que a gente consegue se organizar aqui dentro...
é uma grande mentira. E a mulher está caindo na mesma esparrela num sentido ainda mais baixo, que é uma sociedade sem homens. Porque homens ruins é evidente, seria maravilhoso. Uma epidemia de Rodrigo Constantino é uma merda, mas uma epidemia de Beethoven é maravilhosa.
Uma vez eu fiz um texto falando... Sério, uma epidemia de Fábio Pochá. Você imagina que inferno. A gente não quer... Mas assim, o homem tem o seu papel, a mulher tem o seu papel. A gente está aqui por... Enfim, eu não vou entrar em questões religiosas, mas nós estamos aqui por algum motivo que você não sabe. Sim.
O princípio é esse. Você está numa bola que flutua. Baixa a tua bola. Você não sabe o que passa na consciência dos outros. Eu acho que o grande ponto da ideologia que é pior é o seguinte. Ela acha que ela entende o que está dentro da... O que se passa dentro do seu interior. A tua motivação. E essa motivação é sempre estúpida. Voltando no caso do Casarré, é muito simples. O cara passou na vida dele, no processo de vida dele, pela conversão descoberta de Cristo e Deus na vida dele.
Isso foi impactante. Ele abraçou isso na vida dele. E eu vejo que ele quis fazer o quê? Ele criou um curso, um evento, pra compartilhar aquilo que ele acredita, aquilo que ele encontrou, e também a partir da experiência de vida que ele teve. Ou seja, como que a ausência de um pai é altamente negativa na vida das pessoas, principalmente de uma criança. É só isso. E do ponto de vista cristão, do ponto de vista católico. Porra, agora, o cara não tem direito, mas é isso, né?
Ele não tem direito. Então eu acho assim, se ele quisesse impor isso, mas ele só quer mostrar e compartilhar. Ué, se eu não acredito, se eu não quero, se eu não concordo, tudo bem. Mas por que ele não tem o direito de expressar isso? Você entendeu? E propor isso. E por que que ao falar disso, você tem que criticar no sentido de atacar?
Ou seja, uma coisa é você criticar de maneira consistente, repito, falando do conteúdo, apresentando argumentos. Nenhum momento essa pessoa apresenta nada. Ele se coloca em um monte de afirmação solta. Então, sinceramente, Carlão, pra mim não vale nem a pena perder tempo com esse bando de papagaio. Você entendeu? Sendo bem honesto, eu acho que a melhor coisa que a gente poderia fazer, no meu entendimento, é não dar espaço e atenção pra essas pessoas.
Entendeu? E eu agradeço a eles, porque depois de tudo que eles fizeram, o evento Casarra e bombou. Bombou, né? Eles conseguiram. A esquerda sempre consegue isso. Exato.
Ou seja, aquilo que era pouco conhecido passou a ser muito conhecido simplesmente a partir de atitudes extremamente ridículas e questionadas. É isso aí. Eu acho que tá bom, né? Tá ótimo. O Joel hoje ficou um pouco nervoso demais, né? Desculpa aí. Vamos ver se na semana que vem ele acalma um pouco. Pessoal, obrigado. Até a próxima semana.