Tem vindo a falar abertamente da corrupção no sistema judicial angolano e, nesta entrevista exclusiva ao Jornal Económico, defende a “abordagem pública do fenómeno”, reiterando a responsabilidade da Ordem dos Advogados em “catalisar a evolução do Estado de Direito” e contribuir para o “equilíbrio das relações dos operadores de justiça com o poder político”.
José Luís Domingos, bastonário da OA de Angola, abordou ainda os desafios do mercado jurídico do país, como a necessidade de uma maior integração de profissionais angolanos na assessoria ao setor petrolífero, e a importância da cooperação lusófona na advocacia.