Episódios de Que História É Essa, Porchat?

Giovanna Ewbank + Nicolas Prattes + Gabriela Loran

27 de março de 202656min
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Giovanna Ewbank, Nicolas Prattes e Gabriela Loran são os convidados do Porchat na estreia da oitava temporada. Na plateia, uma história de fã bem rebelde.
Participantes neste episódio4
F

Fábio Porchat

HostComediante
G

Gabriela Lohan

ConvidadoInfluenciadora
G

Giovanna Ewbank

ConvidadoAtriz
N

Nicolas Prattes

ConvidadoAtor
Assuntos5
  • Estreia da 8ª temporada
  • Viagens e TurismoFoz do Iguaçu · Passeio de helicóptero · Experiência com o piloto
  • Promessas políticasVenda de panelas · Experiência de compra
  • Experiências de Fãs e Impacto CulturalShows do RBD · Pânico de avião
  • Anjos caídos e rebelião espiritualExperiência com anjo
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E aí minha gente, eu sou o Fábio Porchat e esse é o podcast do meu programa no GNT. Aqui, que história é essa, Porchat? Eu ouço e conto também histórias curiosas e divertidas da vida das pessoas. Seja anônimo, famoso, não importa. O que importa é ter uma boa história.

Boa noite, meu Brasil! Oitava temporada começando ao vivo! Ah, que coisa gostosinha! Oito temporadas, que saudade que eu tava de vocês! Eu tô com saudade de vocês! Não adianta fingir costume, que toda estreia parece que é o episódio 1 da temporada 1. É verdade, não deixa de ser. Por mais que a gente se prepare, não tem jeito. Tem friozinho na barriga, por quê? Porque aqui tem com emoção, não tem essa. Ah, é com emoção ou sem emoção? É com emoção.

Sempre, porque tem sempre um convidado que ia vir e perde o voo, tem que correr atrás. É uma virose que leva todo mundo embora, quase me levou também. Aqui não tem pra Brugues despencando em Duna, no Nordeste, não. Isso aqui não é nada perto do Carrossel de Emoções, que é fazer esse programa pra você. A gente voltou com muita coisa boa. Eu fico aqui lembrando os pratinhos pra dar tudo certo e te entregar o melhor. E hoje, deixa eu te falar que hoje estamos falando aqui de um amor.

O amor que está no ar, literalmente, porque estamos com ele, o mocinho mais vilão da televisão brasileira, Nicolas Frates está aqui. Veio também essa ruiva que está querendo concorrer ao jogo de panelas da Ana Maria Braga, que vocês vão entender já já porquê. Giovanni Obeck! E também temos ela, que para variar só um pouquinho, ela fechou a farmácia mais cedo para estar aqui com a gente, Gabriela Lohan!

Hora de história do povo, minha gente!

Que gostoso! Estava sentindo falta disso, sabia? É tão bom estar de volta. É tão bom estar de volta. Você não imagina o prazer. É sempre, mas é uma delícia mesmo. Eu falo aqui, mas é verdade. É gostoso aqui ouvir as histórias. Eu faço todo ano com o pessoal. Quando é que volta o programa? Cara, eu tenho história pra contar. Se você tem história pra contar, manda pra gente. Tem lá no gnt.com.br, que história é essa. A gente recebe as histórias. Manda história boa, hein? Não vem com história marromeno que a gente vai devolver pra você com mandinga. Então fica atento.

Eu já quero começar com uma história aqui do seu Níclo. O negócio é o seguinte. Foz do Iguaçu é um lugar lindo, né? Lindo. O único lugar que eu olhei e eu fiquei completamente arrepiado e emocionado. Mas é de arrepiar mesmo. Era seu sonho de infância? Meu sonho de infância. Então, é o seguinte.

Desde 2006, 2007, aproximadamente, quando eu descobri... Eu li um livro... Isso é muito triste, a infância ser 2006, 2007. Gente, para! Mas me humilhou! Eu fiquei arrasado agora, eu tava com menos gente. Meu Deus, que tristeza.

E aí, cara, eu tava na escola e aí, tava tendo uma aula de história e geografia, a gente abriu um livro e eu vi a imagem, né, das cataratas. E eu falei, cara, isso existe, isso é aqui no Brasil, que lugar incrível. Muito bem, corta para eu, ano passado, 2025, eu fui comemorar, a gente é casada, mas a gente foi comemorar...

Aniversário de namoro, eu e Sabrina. Isso que é importante dizer, a gente... A gente e a Sabrina. A gente matiu uma amiga minha, Cíntia. Sabrina é sato. Eu sou casada, minha senhora. A minha é digníssima. E aí a gente chegou, e eu lembro até hoje, a gente tava num hotel que ficava de frente, assim, pras cataraças. Ah, vocês decidiram ir pra... Mas vocês decidiram por causa desse sonho, assim? Não, não, não. Ela nunca... O que eu vou contar...

Depois de dizer que eu cheguei até lá, ainda ela não sabe. Ela vai descobrir agora ao vivo. Ah, tá. Toda a história por trás, ela vai descobrir agora ao vivo. E a gente... Eu lembro que desde as primeiras conversas, eu falava, cara, eu queria muito pra Foz do Iguaçu, queria muito, muito, muito, queria conhecer. E aí, num dos aniversários, a gente podia... Num dos aniversários de namoro, a gente podia e a gente foi. Chegamos lá, quando o carro parou na frente da catarata, assim, eu abaixei o vidro, eu consegui escutar. O que é um barulho muito potente.

Muito. E aquela coisa, o filme, sol batendo, arco-íris, né? E aí, eu abaixei o vidro, escutei meu olho na hora, pá, cheio de lágrima. Eu olhei pra trás e tava Sabina me filmando, assim. E eu tava muito emocionado, muito bem.

Quando eu abaixei esse vídeo, eu lembrei que nessa aula de História e Geografia, quando eu descobri das cataratas, a gente falava muito sobre o pânico. Ah, o programa Pânico. Muito, muito programa Pânico, que a Sabrina fazia parte. E eu era alucinado por ela. É. Eu era alucinado. Eu pirava, né? Eu adoei todos nós, né? Quando a gente é adolescente... Quando a gente é adolescente e diz que a gente é alucinado, chama-se... Eu não sei se eu posso falar o Viu Punheta. Mas é outro tipo de informação.

Ele tá falando de playboy. Ele não pensou, eu quero constituir família com a Sabrina um dia. Eles jogaram os filhos fora, verdade? Eu comprava revistas, eu tudo. Mas ele tá falando de Marie Claire, gente, pelo amor de Deus. E aí eu falei, cara, eu estou casado com a Sabrina Sato e eu estou no Foz do Iguaçu com ela. Que isso? E aí, muita emoção. Então, a viagem toda, uma viagem muito romântica.

Todo lugar era lugar. Toda hora era hora. Olha aí, menino. Nós dois, casal, assim, cara. E, pô, uma loucura maravilhosa. Sei. Isso fica pro outro programa. Fica pro outro programa. E aí, assim, beleza. E aí, a gente faltava um dia pra ir embora, eu falei, cara, o que a gente pode fazer? Ah, tem um passeio muito especial, um passeio de helicóptero que vocês podem fazer. Que passa por cima das catarras. Por cima, dá quase mergulho, assim. Eu falei, cara, a gente tem que ver essa imagem. É linda. Esculpida por Deus aqui. A gente precisa ver o que é isso.

E aí eu fui, paguei, paguei um preço salgado. Eu falei, é só gente, o helicóptero, coisa maravilhosa. Boa, exclusivo. Exclusivo, amor, vai ser... Cara, vai ser ali, a gente vai ficar lá atrás. De repente a fé. De repente. Sei lá. De repente. De repente o amor está no ar. E aí, beleza. Chegamos lá, tinha umas quatro famílias que iam no mesmo passeio. Ah, no mesmo helicóptero. No mesmo passeio. O piruzinho já deu um enzo. Já deu uma...

Eu falei, eu achei o preço, aquela coisa, mas eu falei, tá bom, tá no pacote aqui, tá tudo feliz, a viagem tá maravilhosa, vamos. Chegamos lá, no helicóptero, as quatro famílias entraram, e aí sobrou um lugar atrás do piloto e o lugar do lado do piloto. Eu falei, poxa, amor, vai na frente. Porque a imagem... É uma visão melhor. É muito melhor. Eu fui meio troncho, eu fui meio assim, entendeu? Eu fui meio encolhido, assim.

E aí, cara, decola aquela coisa maravilhosa. E eu choro, eu tenho facilidade de me emocionar. E eu comecei a chorar assim, foi, caraca, eu tô aqui, cara. Aí, daqui a pouco, eu falo, pô, cadê minha... Todo mundo aqui, estão quatro casais com criança. Aí eu falei, ah, minha esposa, minha esposa. Aí eu comecei...

Ah, pô, fazer carinho nela e tal. E ela apertou minha mão, não sei o que, apertou minha mão. E o helicóptero fazia, ele dava uns rasantes laterais, assim, e ficava dando um rasante. E eu indo com o corpo, né, naquela vibe, vendo, incrível, aquela coisa toda e tal. E eu, que maravilhoso. Durou 15 minutos, eu passei, pra mim, 5 horas que eu tava ali.

E aí, lindo, Fábio, pôr do sol, assim, incrível. Era o último passeio do dia, então o sol tava, cara, rei leão. Perfeito. Aí, beleza. Daqui a pouco, eu lembro que meu ombro até deu uma doída, assim, eu continuei, porque eu não quero largar dela, não quero largar dela. Aí eu comecei, daqui a pouco, posso te mostrar como é que tá? Você quer mostrar? Posso, rapidinho? Vamos fazer isso? Era assim. Vamos lá. Então você é você. Você é o piloto, tá? Eu sou o piloto. Era costa com costas, né? Costa com costas. Sabrina tá aqui. Minha esposa tá aqui. Tá aqui.

Daqui a pouco eu tô aqui. Fica aqui. Faz a Sabrina. Peraí. Fica você, a Sabrina. Ah, tá. Eu tô aqui. Ela tava meio que com um blazer aqui. E o piloto aqui. Não sei se é você. É verdade. É verdade.

E o piloto aqui e você... Eu tô aqui, o Nicolas criança de volta. O Nicolas lá em 2007, na aula de História e Geografia. Falando do pânico. Aí eu tô aqui. Aí de repente eu começo aqui. Aqui, já eu tô na ombro, né? Isso é essa briga. Aí ela me deu a mão, ela me deu a mão. Aí beleza, daqui a pouco com aqueles rasantes... Virou aquela cavão. Não, eu continuei com a mão no mesmo lugar. Continuei com o mesmo lugar. E tinha um vãozinho aqui, bem aqui, assim. Eu falei, cara...

Ninguém olhando aqui. Falei, pô, dá licença. Aí eu saí e eu vim de baixo. E eu vim aqui. E aí, coxa grossa, porra. Tá vindo a malha. Foi aí que o piloto deu um arrasante. E toma de arrasante. Eu falei, caraca, amor, nossa, que delícia.

E eu, pô, assim, mó tempão, mó tempão, mó tempão. Mó tempão. Ele não chegou aqui a mãozinha aqui. Não chegou, não chegou. Eu falei, pô, não tô nem sendo correspondido. É, chato. Será que eu não tô gostando? Aí daqui a pouco, alguém cutuca a Sabrina. Eu tava com a mão na coxa do piloto.

Mas é coisa de 10 minutos. E eu... Mas o que acontece? Eu fui escalonando daqui e ela tava de blazer. Ah, você achou que era nunca com ela? Eu achei que fosse o uniforme do piloto. Nunca foi ela. Então você veio assim. A mãozinha foi dele? A mãozinha foi dele também. Para! Foi dele também. Não! Não pode ser botar a mãozinha aqui. Olha aqui.

Esse foi o outro que se aproveitou. Meu amor malha muito, a mão é calejada. Aí veio na coxa. Não, e assim, ela tem a unha e tal, só que eu tava tão emocionado que você fica... Eu tô vendo. Você fica assim, ó. Você fica tomado. Bota a mão aqui, ó. É? A Sabrina não viu, você não viu, só o piloto. Mas você acha que o piloto compreendeu o que foi... Bota um pouquinho pra lá pra não quebrar a cola. Cara, depois ele pediu meu telefone.

Mas o piloto, ele brincou com você, mas ele tava de sacanagem. Então, eu fico muito na dúvida, porque assim, o que acontece? Eu senti uma conexão real. Rolou o negócio. E a Sabrina em nenhum momento ela viu isso. Não, então, ela me fala que ela percebeu, ela deixou um tempo.

Maravilhosa. Cabrinha, maravilhosa. E eu quando vi... Porque quando ela me cutucou, aí ela me cutucou e ela fez assim, ó...

E o filho é assim, eu falei... E aí, assim, quatro crianças, as famílias aqui... A família já tava apavorada, achando que era o táxi do Gugu versão Luciano Hulk, entendeu? O nível mais... Eu acho que nunca tive tanta vergonha na minha vida. Aí chegou, porra, aí quando a gente desceu... Aí eu dei um abraço no piloto, eu falei, pô, desculpa. Aí ele, não, tá bom.

Eu queria sair como se nada tivesse acontecido. Não precisei me desculpar. O carinho chegou na coxa. Coxa é mais complicada. Coxa é muito complicada. Agora, ele não tirar a mão também, né? Ele me deu a mão. Ele gostou, é. É porque ele tava pensando, vai que ele chega mais pra perto? É. É uma viagem com happy age, entendeu?

Mas você sabe que eu fiz uma... Pra ver as cataratas em Victoria Falls, que é lá na Zâmbia, Zimbábue. E a nossa dá de 10 a 0. Realmente, Foz do Iguaçu é a catarata mais linda... São as cataratas mais lindas do mundo. Eu quero voltar. E aí, enfim, aí eu fui fazer o passeio de helicóptero pra ver a Victoria Falls. E tava com Priscila. Só que a minha coisa foi ao contrário. Eu tava na frente e Priscila tava passando mal. Porque num dia antes, a gente, na confusão, comendo as comidas doidas, que eu gosto de comer as comidas doidas, tinha umas baratas da Zâmbia, Zimbábue. Nossa.

E eu falei, eu comi, eu provei e tal. Nem era gostoso mesmo, não. Mas, ah, por ver. E ela falou, será que eu pego? Eu falei, pô, claro, a gente tá aqui, Priscila. Pega essa barata e come. Ela, pô, comeu a barata. Evidentemente, começou a passar muito mal. Passou a noite inteira indo no banheiro, de todas as formas possíveis. Mas não tinha condição de sair. E aí já tinha passado um dia, ela, mal, mal, mal. Aí eu falei, olha, tinha o passeio de helicóptero, eu vou cancelar. E ela sabe como viagem. Ela falou, não, não cancela. Vamos, a gente vai. Eu falei, meu amor, não tem necessidade. Não, eu vou. Eu vou.

Eu falei, você tem certeza? Foi helicóptero. O balanço, eu consigo, eu consigo. Então, vamos. Aí fomos até o negócio pra pegar o helicóptero. Chegamos lá. Ela foi no banheiro do negócio do helicóptero. Voltou. Agora eu tô legal. Agora não tem mal que sair. Agora eu tô legal. Então, tá bom. Aí o piloto falou, tá certo. E aí, junto com a gente, era quase exclusivo. Vinha um outro casal. Era um casal que até achei turista, né? Não. Eles eram do Zimbábue. E era um casal de idosos.

bem idosinhos, e o filho chegou pra mim e falou, os meus pais nunca andaram de helicóptero, o sonho da vida deles era fazer esse helicóptero pra ver as cataratas. E eu não posso ir com ele. Eu não posso ir com eles porque eu só tinha dinheiro pra comprar pra eles dois, e eu não tinha como, e o helicóptero tava lotado, enfim, eu vou ficar, você cuida deles? Eu falei, lógico. Claro. Falei, Priscila, eu falei...

E é que cuido deles responsa. Os velhinhos fofos. E aí, Priscila falou pra mim, eu não quero ir junto com o piloto, porque eu vou estar do lado, eu posso passar, mas eu vou atrás. Falei, então tá bom, eu vou na frente. Sentei na frente com o piloto, Priscila aqui atrás, costinha comigo, que nem você, tem um amigo piloto. E a família lá, os dois idosinhos. E levantou a mão com o filho, falando bye, bye, eles bye, bye.

Helicóptero levantou. Quando o helicóptero levantou e ele começou a... dar aquela ida pra ir, eu já senti Priscila se remexendo. Eu peguei um saquinho de vômito na minha frente e só fiz assim. Meu amor, aqui, ela já pegou. E aí o que aconteceu foi que os velhinhos estavam de frente.

E na primeira curva do helicóptero, ela fez... E ela vomitou no saco, eles dois apavoraram, e eu filmando. Meu Deus! E ela foi vomitando sem parar, porque o piloto, pra ser legal, ele fazia... E aí eles dão o rasante. Eles dão o rasante.

E teve uma hora que depois ele viu a catarata toda linda e tal. E ele foi pro meio da savana pra ver os bichos. Então ele fazia umas voltas bem assim pra gente ver a girafa e tal. E eu falo, você tá vendo, meu amor? Ela... Mas eu não tô vendo a quantidade de coisa que tá saindo dela. Quando a gente pousa o helicóptero na volta, finalmente... Priscila tá pálida, muito branca, mas mais branca que ela. Os dois senhores.

A senhorinha e o senhorzinho do Zimbábue, porque eles não conseguiram ver nada. Tadinho. Eles deram o sonho todo ajudando ela. E eles só falavam, sorry, sorry, sorry. E ela, um... E aí o filho... Tô com a tristeza.

Eles ouviram o sonho da vida deles. E eu falei, Priscila Cox, se eles contarem isso pro filho, o filho vai ficar bravo com as leite. Gente, você tinha que pagar um outro passeio pra eles, né? Não pagou, né? Claro que eu paguei, com certeza. Coitados. Eu falei, espera mais 10 anos, eu vou voltar e vocês vão ver. Tadinho. Tadinho. Mas o passeio é lindíssimo mesmo. Ninguém dos três que estava atrás vira. Ninguém viu, mas é lindo. Eu vi, era lindo mesmo, mas as nossas cataratas dão de 10. Não, eu quero voltar. Fica o meu piloto.

Agora, isso foi praticamente... Deu errado pra esse casal de velhinho que tava ali. Não posso chamar isso de golpe, né, Giovana? Depois de ouvir o que você tem pra dizer, acho que as pessoas vão entender. O golpe tá aí, cai quem quer. Cai quem quer, né? Cai bonito, assim, quem quer. Eu caí no golpe, acho que sabendo que tava caindo. Mas faz muito tempo isso já, né? Não, foi ano passado. Tá certo.

Como é que é isso? Foi no final do ano passado. Ai, gente. Eu tenho uma coisa que... Quando eu era mais nova, eu fazia promessa, né? Quando eu queria alguma coisa, eu fazia promessa. Ai, se eu conseguir tal coisa, eu vou ajudar tal ONG com tantos porcentos.

Hoje em dia, quando eu quero muito alguma coisa, e é pra benefício próprio, né? Só eu que vou ganhar com isso. Eu falo, eu peço pra Deus e pro universo. Engraçado falar isso pra você, né? Tá, mas é. Eu peço, falo, Deus, por favor, me coloca no meu caminho alguém que precisa ser ajudado e me mostra quem é essa pessoa. Me dá um caminho pra eu ajudar. Ao invés de fazer promessa. Você conquista um sonho, mas também ajuda uma pessoa. Exato. Quer dizer, na verdade, você suborna a Deus.

Você fala pra ele, me dá aí um bar fodidinho que eu vou pra você. Você me dá aqui um dinheiro e faz um jogo bom. Mas eu não falo assim, se acontecer eu vou fazer. Eu falo, põe no meu caminho, já quero ajudar. Claro. Que se acontecer, maravilhoso. Beleza.

Tava em casa, conversei com Deus, conversei com o universo. Tinha um trabalho pra acontecer de muito dinheiro, muito bom pra mim profissionalmente. Tipo uma publi, assim, uma propaganda? Uma publi, a melhor que já fiz. Perfeito. E aí eu falei, conversei em casa, Deus, põe no meu caminho uma pessoa pra eu ajudar, pá, pá, pá, pá, pá. Ok. Saí de casa com o Bruno, que a gente tá em reforma.

Sempre. Aí a gente tava indo pra comprar algumas coisas pra obra e tal. E eu tinha um call no meio das compras. Fazer uma videochamada. Uma videochamada pra esse trabalho. Pra tentar fechar o trabalho. Pra tentar fechar o trabalho. Falei, amor, continua fazendo as compras aí. Eu vou pro carro, que eu preciso fazer o call, que é muito importante. Não posso deixar de fazer. Perfeito. Fui pro carro.

Quando estou entrando no carro, abri a porta, veio uma mulher e me falou, moça, por favor, eu preciso muito da sua ajuda. Olha aí. Na hora eu falei, Deus já mandou. Deus, ele é sabido, hein? Muito rápido, acabei de falar com ele. É que gente precisando está tendo muito.

Eu falei, gente, como assim? Eu falei, claro, mas será que você pode só falar rápido porque eu tenho um call muito importante agora? Ela falou, sim, é o seguinte, eu preciso muito da sua ajuda. Eu estava numa feira aqui de utensílios domésticos, não sei o que. Eu fiz um investimento em umas panelas italianas maravilhosas.

E agora, não vendi nenhuma. Poxa vida. E agora eu vou ter que voltar, pegar o avião. Tô ferrada, porque gastei meu dinheiro nas panelas. Pra voltar, eu vou ter que pagar a taxa do avião pra poder levar essas panelas embora. Então, assim, vou estar mais ferrada ainda. Gente, mas faça saltar, né?

O pessoal tá levando tanto tempo pra explicar o que... Aí ela falou, eu precisava muito que você comprasse essas panelas. Comprasse as panelas? É. Aí eu falei, eu não entendo de panela, não cozinho nada, né? Não sei. Eu falei, tá, e quanto é que custam essas panelas? Ela falou, oito mil reais. Nossa senhora!

É a panela de Deus mesmo, essa panela. Gente, mas panela custa... Eu nem sei quanto custa uma panela. Custa o quê? 300 reais? Não, desculpa, mas 8 mil não custa nem esse estúdio. Mas é italiana, não é italiana? É italiana, falou. Disse ela. Disse ela que era italiana.

Eu falei, moça, mais R$ 8.000. Eu falei, Deus, eu não tava preparada pra R$ 8.000 assim. De repente, tão rápido no estacionamento. Só o Serasa tá pra isso. Mas lembra que a Públia era boa. Era muito boa. E eu pensando, será que é essa pessoa que ele quer que eu ajude? Porque, não sei. Vamos ver se ela quer mesmo. E Deus lá em cima assim, não é ela! Essa não! Essa é golpe, otária!

Aí eu falei, moça, mas eu tô achando um pouco caro. Eu não sei quanto custa a panela, eu não cozinho, mas não é um pouco caro, não, são italianas. Mas olha só, o seguinte, eu vou te vender pelo preço que eu paguei. 4.800. 4.800? Era um conjunto de panela, não era uma só. O kit é 500 reais, um kit de panela. Vinha uns seis panelas.

550, 550. Mas italiana, disse ela. A italiana já é 580. A italiana sempre pega mais. Mais uma, vai lá. Beleza, eu falei, nossa... 486. Calma aí, deixa eu ligar rapidinho pra minha casa, pra ver se a Jane, que é a cozinheira, precisa de panela. Jane, precisa de panela? Não, precisa de panela, não. Já tem panela.

Comprei porque traz um kit maravilhoso. É, não precisa. Deixa eu ligar agora pra minha mãe pra ver se ela precisa. Mãe, precisa de panela? Não, filha, não tô precisando de panela. Aí eu falei, tá bom. Eu falei, bom, eu vou levar essa panela pra te ajudar. Ah, porque ela ainda falou assim, meus filhos estão dentro do carro, estão chorando, porque a gente vai perder o voo. Se perder o voo, a gente não tem mais como voltar pra casa. Enfim, ela era uma vendedora maravilhosa. E assim, falando várias coisas na minha cabeça que eu fiquei tonta.

E achou o otário é certa, né? Então isso faz muita diferença. Quando você... E aí? E eu pensando, eu preciso me livrar logo dela e fazer o que Deus tá pedindo. Fazer a call. Pra poder fazer meu call, porque senão, né, o que eu vou fazer? Beleza, tava passando... Aí eu falei, mas como é que eu pago? Por pix? Ah, não, eu tenho uma maquininha aqui.

Aí eu, ah, tá. Meu Deus, Jovan. Mas quando você tem com a maquininha, ela, não, é porque eu trabalho com panela, né? Falei, tá bom. Tava passando lá o cartão, pensei, bom, vou passar e depois já vou bloquear o cartão, vou ligar pro banco, mas deixa eu passar aí, tudo certo. Passei. Quando tava passando o cartão, veio o marido dela. Ih. Com outro jogo de panela.

Aí você pensaria, já comprei um, ninguém seria trouxa o suficiente pra comprar outro. Pois é. Ele era ainda melhor que a mulher.

Ele era muito bom, muito bom vendedor, gente. Ele vende em qualquer coisa. Ele falou o que pra você? Ele abriu meu carro, colocou a panela e falou, ótimo negócio, você vai levar essa outra, vai vender as duas e vai ganhar oito mil reais. Aí eu falei, gente... Tá bom. De repente é uma boa.

Eu já tava num nível... Não nervoso de ajudar. Porque eles falavam muito, o tempo todo. Isso é que não te deixa pensar, né? Sabe, tipo, live de coreano que fica falando muito assim, que você vai comprando porque você já não sabe... Você fica... Você não sabe que vai comprando. Você vai ter que ser impedida de comprar. É.

E aí você passou de novo da pola? Aí passei de novo, porque eu falei... Primeiro eu falei, moço, não coloque, eu vou embora, vou com esses dois jogos de panela e não vou pagar. Se eu vou pagar uma, você que vai sair no prejuízo, enfim. Fiquei com dó, falaram dos filhos que estavam chorando dentro do carro, falei, gente, então tá, vai lá com os filhos, deixa eu pagar isso aqui, tô passando ao segundo jogo de panela.

Chega o Bruno. Claro que tava fazendo compra, você tava demorando 40 minutos. Porra, demorou pra caramba. O que que tá fazendo aí? Eu falei, amor. Comprei dois jogos de panela italianos maravilhosos. Ótimo preço. A gente ainda pode vender e ganhar uma grana. Aí ele falou, você tá maluca? O que que é isso? Como que você tá comprando panela no estacionamento e de duas pessoas você não conhece? Os dois foram em cima do Bruno porque nós temos outro jogo de panela.

Juro por Deus. Calma. Eu tinha certeza que o Bruno não ia nem ouvir eles. Claro, porque ele tá vendo que é golpe. Ele comprou o Tepe. Não! Miro, Marta. Obrigado, Deus! E Deus tá ali em cima assim, ah, então foda-se!

Meu Deus! Ele comprou o terceiro jogo. Que maravilha! Não, maravilha não, né? Nós nos sentimos muito mal. A gente entrou no carro, a gente começou a gargalhar, falou, que porra é essa, gente? A gente acabou de gastar 14 mil reais no estacionamento comprando três jogos de panela que a gente... Falaram que era italiano. A gente não tinha visto se era italiano. Quando a gente foi ver, estava escrito em português, não era italiano.

A gente não cozinha, não sabe se a panela era boa ou não. Mas tinha panela dentro, pelo menos? Tinha, gente. Abriu, né? A gente não é tão idiota. Ah, não! Eles são malandrões! Só que é quase na lapa, você é um sambista. A gente indo embora, quando a gente viu, eles saíram num puta carro, que era melhor que o nosso. Um carrão enorme, a gente falou, gente... Não tinha criança dentro? Não tinha criança dentro!

E você tem essas panelas ainda? O que você fez com as panelas? Uma panela ficou pra mim. Claro, aí você usa até de enfeite, pra dormir na cama. São ótimas, tá? São muito boas. A outra eu dei pro meu pai, e o outro jogo eu trouxe pra vender pra vocês. Aqui a panela? Trouxe. Traz a panela, cadê? Trouxe. Tem a panela, o jogo de panela, você trouxe mesmo? Trouxe mesmo. Olha aqui, entra. Mas não sou italiana, tá? Meu Deus, que maravilha.

Isso aqui é um sonho. É essa aqui? Não são italianas, mas são maravilhosas. Essa é a caixa de verdade? É, é, é, é! Dá pra fazer uma vaquinha. Eu vou vender mais barato. É linda. 3 mil reais. Olha que panela. São ótimas. Gente, é rosê. É linda. É rosê. Ela vem combinando pra família. Gente, combinando pra minha roupa.

Ele é garoto com panela perfeita. R$ 6 mil. E vem o kit panela. Eu vou fazer o seguinte. É lindíssimo mesmo a panela. Eu vou fazer o propósito que Deus fez você fazer. Eu vou comprar suas panelas se você borrar esse dinheiro. Pode ser? Perfeito. Então pronto. Essas panelas são minhas.

Pronto, você já fez esse. Mas não vai doar pra uma pessoa na rua, com caramba. Eu preciso de dinheiro pra voltar pra casa. Mas essa tá 8 mil reais. Que nada! Meu Deus, que maravilha. O pior é que eu acordava no meio da noite, juro por Deus, acordava no meio da noite, assim, sem entender o que a gente tinha feito, eu fazia assim, 14 mil reais.

Juro por Deus. Eu não consegui dormir essa noite. Olha, essas panelas estão uma maravilha mesmo. Mas são maravilhosas, gente. Eu acho que esse programa, essa história já entra pros anais. A gente tá uma maravilha. A gente vai pro próximo bloco e ainda tem mais histórias. Tem histórias aqui. Você falou de Deus? Tem história de anjo. É isso, gente. Anjo real, hein? Espera pra ver. Anjo real. Tem história da plateia e tem recadinho de quem já veio aqui desejando boa sorte pra nós na oitava temporada. Fica aí que a gente já volta no próximo bloco. Mais que história é essa?

nela. Sabinho, tô aqui no meio de um trabalho, mas eu paro tudo pra te desejar uma excelente oitava temporada. E que venham muitas histórias malucas, como a minha, né, que até hoje me perguntam você vai ligar pro diretor pra poder pedir um remédio ou vai ligar pro seu ginecologista pra pedir um papel? Beijo!

Oitava temporada do Que História É Essa, poxa. Olha que beleza, Fábio. Oito temporadas. Eu espero que nessa temporada tenha muitas histórias de perrengue, igual a minha história de perrengue. E é que as pessoas me param até hoje na rua pra falar. Vem cá, você não é aquele cara da Rasa Sanitária em Jacarepaguá? Sim, sou eu.

Então eu posso dizer que a minha carreira é antes do que história é essa pochá, depois do que história é essa pochá. Lá se vão oito temporadas desde que pararam de me gritar, tuco no meio da rua pra gritar, cadê o pinguim? O turismo na Patagônia até aumentou depois disso, sem falar que quando me veem com a minha esposa perguntam, é a santa do casamento na trilha? Tomara que nessa nova temporada você encontre mais malucos com mais histórias incríveis no que história é essa pochá. Peraí, peraí.

A Giovanna não tá aqui. Ô, Giovanna. Não gruda ovo, ela é rosa. Ela falou que custa 400 reais. Ninguém quer a tua panela. Você morreu nessa, gente. Deixa a panela. Dá aqui que eu comprei a tua panela. Vamos voltar que começou o programa. Não cai na dela, hein? Mas é muito boa a panela. É muito boa a panela. Claro que é boa. Leva essa panela, pelo amor de Deus, tira de perto dela.

Agora eu tô com um esquema de investimento no Banco Master. Se você quiser, a gente pode fazer um negocinho super legal. É um CDB que você entra e eu... Ai, Fábio. Olha só. A gente tem história na plateia, como sempre. E a Tayra veio contar um negocinho hoje pra gente. Cadê você? Tá aqui? Tudo bem? Uma salva de paus pra nossa convidada.

Como é que você tá? Tudo bem? Tudo bem, amor. Você é muito fã do quê? Do RBD. Temos fãs de RBD hoje aqui? É, Gabriela também. E você, pô, vai a todo show? Vou, até demais. Até um pouco demais. Até um pouquinho demais. E qual foi o show que te marcou mais, assim?

Olha, foi o último da Colômbia. O último da Colômbia, quer dizer, você sentiu que ela é fã. Não é que ela foi a Belém. Ela foi a Colômbia. É. E por que que te marcou, hein, menina? Então, porque assim, além de ser fã de RBD, eu sou uma pessoa que tem muito medo de avião. Eu tenho pânico de avião. Desde 2016, eu só consigo viajar bem dopada. Quando você diz dopada, é umas gotinhas de uma brincadeira. Pode falar o nome de remédio aqui? Não pode, Rivotril? Não.

O próprio, o grande divo, né? Mas daí você bota o quê? Umas cinco gotinhas pra dar uma... Nessa ocasião, especificamente, pra ir para a Colômbia, eu tomei 200 gotinhas. Não, cara. Não, gente, nem faça isso, pelo amor de Deus. Pelo amor de Deus. Nem gotinha de água vale 200. Não, é modo de dizer 200.

Não, eu contei. Você ainda contou? Nossa. Eu fui fracionando no Uber até chegar lá. E o melhor de tudo é que eu não apaguei, meu amor. Não apagou? Não. Você tem que ser estudada, menina. Tem. Estou aqui pela graça de Deus. Eu estava viajando com uma amiga, que ela também é muito fã. Eu sou fã da Anaí, espero que você também. E ela é do Christopher. E aí, naquela época que o RBD fez muito sucesso aqui no auge, a galera era adolescente, né? Agora a gente é um bando de idoso. E a minha amiga tem problema no nervo ciático.

Aí ela tomou o remédio dela, eu já tinha tomado minhas gotas e tava plena, firme. E ela simplesmente, do nada, eu tô aqui conversando e ela fez assim. Apagou. Apagou. É, porque pro nervo se age pra tomar o remédio, tem que ser realmente muito pesadão. É, até então eu desconheci essa informação. E você na hora já fez um... Ih, que gostoso.

Aí eu falei, caramba, fui esperando o Rivotril assentar e aí nada aconteceu. Eu fiquei como cuidadora da idosa, né? Falei com ela na imigração, eu conseguia falar espanhol fluentemente. Ela apagou total. Não, apagou. Ah, você levou ela meio apagada quando chegou na Colômbia. Sim.

Parecia que eu tava fazendo um sequestro, inclusive. E aí, tipo, chegamos lá, deu tudo certo, só que eu fiquei com aquilo na cabeça. Eu falei, cara, eu não tive pânico, eu cochilei algumas vezes no avião, eu só acordei uma hora lá que falaram do Silvio Santos, eu tenho hiperfoco nele, falaram, Silvio, eu acordei.

E aí, eu dormi de novo, porque a moça estava falando bem. Se ela estivesse falando mal, eu ia intervir. Tudo bem. Aí, dormi de novo, acordamos na Colômbia, curtimos os shows, encontramos os integrantes que a gente é mais fã, né? A Ana aí me convidou e tal. E deu tudo muito certo. Perfeito. Na hora de voltar, tinha mais shows aqui no Brasil. Acho que eram seis shows que faltavam pra ir. E você ia nesses? Com certeza. Ótimo.

E aí eu falei, amiga, como eu não apaguei e eu vi que você tem aí uma substância que é bacana, eu vou fazer o seguinte, eu pensei, eu tive um lapso de sanidade. Tô vendo. Não, mas eu tive mesmo. Aí eu falei, cara, eu tomei 200 pra vir, mas eu vou fazer uma mistura de substâncias. Eu vou tomar um pouquinho menos. Um pouquinho menos é o quê? 170. 170.

170 gotas de rivotril. É, bom, pra vir aqui... Tem na bolsa. E misturou com o remédio dela? Entenda. Eu falei, eu vou tomar no Uber, no caminho, porque a gente estava meio longe. Aí, quando eu cheguei lá, eu falei, amiga, quando a gente estiver quase chegando, aí tu me dá os dois comprimidos, porque eu não pedi um, só pedi dois. Mas você também.

Deus da inteligência, a gente usa às vezes, né? Às vezes, não. Nesse dia, eu não usei. E você tomou dois daquele que fez ela desmaiar? Exato. Porque eu acho que eu sou a maioral do remédio. Eu falei, cara, não me apagou, agora eu vou com tudo, né, meus amores? Vai dar certo. Não deu, não. Mas aí, quando eu cheguei no aeroporto, aí eu falei, me dá agora, porque ainda faltava um tempinho pra embarcar. É, que passa pro passaporte, tem tudo de metal, aquelas coisas.

Exato. Aí tava mais uma terceira amiga com a gente, eu falei, mulher, se der ruim, mas não vai dar, porque eu sou muito forte, tu tá aí pra... Aí eu falei, cara, eu tô ótima, do nada, sabe quando tu tem aquela paz, que essa é de todo entendimento, eu fiquei, caramba, eu tô muito bem, vou tomar um cafezinho. Achei que era bom, né? Que é pra rebater o Rivotril.

Aí eu fiquei assim, tomei o cafezinho. Quando a gente entrou no avião, eu só lembro de pedir para o Divo lá, como é que fala o comissário, falei, moço, isso é espanhol, tudo em espanhol. Traz, em nome de Jesus, traz uma sacola que eu vou vomitar. E essa foi a provisão divina sobre minha vida. Você vomitou. Vomitei o café, e aí deve ter ido um pouco do remédio, né? Para a honra e glória do Senhor. E a partir daí...

Nada mais me lembro. Eu lembro de flashes. Eu lembro de perguntar para ele do negócio. Eu estava sentado com dois desconhecidos. E eu lembro que toda hora eu caía por cima da diva, que estava do meu lado, e eu falava, mulher, eu não estou legal. Só entenda. Em algum momento, ela pediu para sair, e eu fiquei sozinha. Na oitava cabeçada. Exato. Uma testa desse tamanho, uma cabeça de uma senhora.

Aí ela falou alguma coisa lá e saiu e eu fiquei sozinha. Minhas amigas estavam na frente, estavam em algum lugar. Aí eu comecei a ter delírio. Eu comecei a ouvir elas falando comigo. Eu comecei a ouvir elas falando aqui, só que eu tinha consciência de que eu estava delirando. Eu falei, elas não estão aqui, eu estou viajando. Em um determinado momento eu botei o cotovelo, achei... No encosto aqui. Exato. E aí a minha cabeça, que tem essa testa mínima, eu fiz assim... E dormiu.

E fiquei inerte durante todo o voo até o Brasil. São umas cinco horas, né? Seis, eu acho. Quer dizer, você ficou assim, seis horas. Exato. E aí, quando acordou, o que aconteceu? Aconteceu uma coisa muito legal. Eu acordei sem enxergar, sem falar. Não consegui levantar da cadeira e, para fechar com chave de ouro, essa minha mão estava podre, assim, ó.

Imagina, a gente fica em cima, vai na privada fazer um negocinho. Enquanto você levanta sua perna, já fica meio esquisita. Imagina seis horas... Ainda mais com a idade avançando. Aí a gente vai... Aí eu não sei, só sei que eu fui parar. Eu fui de cadeira de rodas. Adoro novela mexicana. Nesse momento eu falei, caramba, eu meio que arrasei aqui. Mas aí eu cheguei lá e...

Foi de cadernoada pelo aeroporto. Foi linda. E vendo tudo muito nebuloso, eu falei, em algum momento, Deus vai restaurar. Vai. Aí eu cheguei num postinho médico, e eu lembro de uma moça, que ela ficava meio assim na minha frente, e ela falava, você usou algum tipo de droga? E eu, vindo da Colúmbia, né? Nem ria.

Aí eu falei assim, moça, quando eu comecei, porque eu fiquei no soro, esqueci de falar essa parte, porque eu acho que a diva quis tirar de mim, né? Claro, que estiver dentro de você. O que tivesse ali, até a minha alma talvez saísse. Aí eu falo assim, chorando, eu tentava balbuciar, eu falava, mulher, eu sou evangélica. Eu sou com tarja preta, eu não uso droga. É, claro. Eu não uso.

Aí, quando eu fui observando a visão, comecei a tentar levantar e falar. Aí eu falei, caramba, tem seis shows ainda pra ir. A minha mão tava lá, falei, tipo assim, tá tudo voltando. Sua mão vai voltar já já. É, daqui a pouco a diva, né, Laura? Mas ela tava molenga. Ela tava, tipo, sabe aquela brincadeira, tu é? Tipo, tava assim.

Mas você não conseguia, por exemplo, levantar o braço? Não. E esses dois dedos, eles estavam assim. Estava assim, um pezinho de galinha. Exato. E aí? E aí, meu amor, eu cheguei em São Paulo. A gente chegou em São Paulo e viríamos para o Rio, porque tinha dois shows aqui e o resto dos shows eram todos em São Paulo. Eu falei, a minha mão vai ficar para um outro momento. Tenho prioridade agora. Você veio para o Rio? Não. Viemos para o Rio no outro dia. Meu Deus. Acordei achando que estava. Falei, pô, minha mão voltou. Quando eu tentei levantar, eu falei, bacana.

Ela ainda não tinha voltado? Não. Aí é problema. Aí é problema. Não pode. E aí você desistiu do show? Não. Ah, vai sim, olha. Aí eu fiz um videozinho, mandei pra manhinha. Minha mãe mora lá na Paraíba. Esse é o video que você mandou pra gente? É. Deixa eu ver esse videozinho que tem da mãozinha dela. Olha lá. Meu Deus! Que loucura.

Melhor. Cara, você... Meu Deus. Quanto tempo você ficou com a mão ruim assim? Meu anjo, eu fiquei cinco meses.

Só que isso é uma bênção, porque quando eu fui no médico, teve um processo de eu fugir do hospital, porque o médico queria me internar. Eu falei, tenho shows para ver, não vou ficar. Aí ele queria que eu assinasse um termo, a minha mão estava toda porra. Não tinha como segurar a caneta. Eu falei, meu querido, não vai estar dando. Ele falou, eu vou buscar o termo e você fica aí. Quando ele foi embora, eu sumi na escuridão da noite. Eu tinha um show para ir no dia seguinte.

O RBD, acharam que eu tinha tido um AVC. E aí eu já tava, tipo assim, porque o médico perguntou, você é um pouco emocionado? Eu falei, eu sou bem fã. Aí ele falou, você passou por alguma emoção forte? Eu falei, eu vi a Anaí depois de muitos anos, e a diva me conhece, né? Fiquei assim. Aí ele falou, pode ter sido um AVC. Eu já tava pensando, né? Anaí, pague meu braço mecânico.

Mas o que foi que aconteceu realmente? O que aconteceu? Depois de um mês, depois da turnê... Com a mão ainda assim. Eu já estava... Eu tinha aceitado, eu não tinha condição de pedir para Deus para me curar. Porque ele ia dizer assim, gata, você realmente se passou. E ele falou, eu já tentei ajudar Giovanni Obeck, não deu certo.

Exato. Mas aí, um mês depois, você descobriu o que era. Eu fui, aí eu decidi procurar o que era. Fiz um exame satânico, que chama eletroneuromiografia. Eu já fiz isso. Meu amor. Você fica tomando choque, né? No nervo. Exato. E aí, esse exame disse que eu estava com todo o meu nervo radial com 100% de atividade negativada. De tanto tempo que você ficou pressionando ele. Exato. Eu lesionei e comprimi o nervo, né? E aí, eu falei, sou o PCD. E agora?

Já tava pensando como é que eu vou refazer a minha vida, com o que eu vou trabalhar, né? Porque a pessoa realmente tem que repensar. E aí, e quando é que voltou? Quanto tempo depois? Então, fiz fisioterapia no outro dia, parei de tomar tudo quanto é medicação, porque eu fiquei... Mas voltei recentemente. Aí...

Fiz fisioterapia e um belo dia eu tava usando tala, né, pra minha mão não atrofiar e não ficar podre pro resto da vida. Que loucura. E aí voltou depois de cinco meses pra um regular do Senhor, porque tipo, dois anos e meio pra cinco meses é um milagre. E aí eu fiquei um bom tempo assim, tipo, bem, né, e sem tomar remédio. Eu falei, essa vida eu não quero mais, acho que Deus queria me dizer alguma coisa, eu entendi. Ah, é? Aí isso era 2023. Ah.

Aí, em 2024, o Silvio Santos morreu. E você era fã dele. E aí a mão fez assim. Aí a minha mãe me ligou e falou assim, gata, pega esse Rivotril de volta e toma, porque ela achou que eu ia junto. Mas eu tô aqui pra contar essa história.

Eu não sei nem te dizer. Uma loucura traz a outra. Você falou que era fã do RBD. Sou fã doente, era também. Também, mas mesmo dia show assim? Então, o que acontece? Minha família era muito pobre, não tinha como ir no show, né? Só que eu mudei de escola uma época. Quando eu voltei pra minha outra escola, teve o primeiro show do RBD aqui no Brasil. E teve aquele pisoteamento, as crianças foram pisoteadas. E aí eu tinha essa cicatriz na perna. E aí eu voltei pra minha outra escola falando que eu tinha ido no show porque eu tinha sido pisoteada.

Você ressignificou a... Então, hoje, todo mundo que tá assistindo lá da minha escola, de São Gonçalo, vai saber que é tudo mentira, que não era. Agora... Maravilhosa. Você teve encontro com Deus. Tive. Você...

Me conta o que você está fazendo. Vocês vão me escutar. Essa história se passou em 2018. Em 2018. Eu morava na Praia do Flamengo. Alugava um quarto na Praia do Flamengo. E uns amigos meus, São Gonçalo, iam vir para o Rio, que eu não via há muito tempo. E eles falaram, vamos para Lapa. Aí eu falei, hum, vamos. Claro.

E aí, nesse esquenta não sei o que, a gente tá se preparando, fomos pra Lapa. Quem conhece a Lapa sabe que a Lapa é a junção de todas as tribos, todas as energias, tudo que acontece de místico, é Lapa.

E de assalto também. De assalto também. Tudo, tudo, tudo. Mas principalmente essa questão energética, né? Então, se você está num dia ruim, num dia baixa, não vá para a Lapa, porque você pode ser... Enfim, eu e meus amigos fomos para a Lapa e aí a gente estava andando assim e tinha meio que uma garagem tocando uma música.

E a gente passou por essa música e a gente falou, poxa, vamos parar aqui um pouquinho? Música boa. Música boa, tava tocando uma música, a gente falou, vamos entrar. E aí era tipo um corredor, assim, tipo uma garagem mesmo. Entramos, aí eu peguei o meu primeiro latão. Foi meu latão.

Veja, não é uma lata, é uma... É o primeiro. Peguei meu primeiro latão, tô lá, não sei o que, lá, dançando, e a música é muito boa. Sentindo uma coisa, assim, diferente. E a música é muito boa. Contagiada pelo ritmo a ratanga. É isso.

E aí, daqui a pouco, meus amigos... Isso foi às 5 da tarde, a gente chegou lá às 5 da tarde. Dançando, dançando, aí minha amiga... Ai, vamos andar um pouco, né? Tem muita coisa pra ver ainda na Lapa. Aí eu, não, vamos ficar mais um pouquinho? Eles, tá bom, então vamos ficar mais um pouquinho. Ficamos aqui, você pega o meu segundo latão. Aí eles, Gabriela, a gente vai, a gente precisa dar uma volta na Lapa. Vambora. Eu falei, não, gente, eu preciso ficar, essa música tá muito boa. E foi tomada por aquilo mesmo. E aí eles foram.

E você ficou. É, e eu tava sentindo na música uma energia, gente. Parecia de imã, sabe? Eu não conseguia sair de perto da música. E tomei outro, terceiro latão. Terceiro latão. Mas até então eu tava muito bem. E aí, eu não sei o que aconteceu, mas o tempo ele foi dilatado, assim. Aconteceu uma coisa que eu não sei, passou muito rápido o tempo. Não tinha 200 gotinhas de... Eu tô tindo latão, às vezes vem com...

Meus amigos foram e eu fiquei. Sozinha, dançando, não consigo, ia sair de perto da música. Chegou uma hora que eu falei assim, cara, eu não tô me sentindo bem. Eu preciso encontrar meus amigos, eu vou, mas eu preciso ir no banheiro antes. E o banheiro era depois da música. Eu tinha que passar pela música e ir pro banheiro. E eu juntei todas as minhas forças porque eu tinha bebido pouco. Três latão é muito pouco, gente, vamos ser sinceros. É quase nada. É muito pouco e eu tava... Ela já tá assim, contagiada.

E eu tava muito, assim, muito pesada. Eu falei, eu vou no banheiro. Nisso que eu vou andando com dificuldade e entro no banheiro, aí eu caio do lado do vaso e sento. E meu corpo faz assim.

E eu tô sentada assim, foi igual cena de filme, gente. Sabe quando aquela cena de filme que acelera, as pessoas entram assim rápido, saem, entram rápido. E as pessoas entravam no banheiro e eu vendo assim, todo mundo entrando e ninguém me ajudava e eu não conseguia. Eu tava assim, parada assim. E aí passou um tempo, não sei se eu dormi, se eu acordei, eu levantei, falei, eu preciso sair daqui. Nisso que eu falo, eu preciso sair daqui, eu penso, eu vou ter que passar pela música.

Será que eu vou conseguir? Eu levantei, me levantei com muita força. E aí saí do banheiro e fui tentar passar pela música, gente. Foi muito difícil. Parecia que a música tava me puxando. Sabe o dementador do Harry Potter, quando suga? Era tipo isso. E aí me sugando, me sugando, e eu fazendo muita força, muita força. Gente, eu juro, era uma batalha espiritual aqui. Ela é...

Era ela tentando e aqui. E era aqui, segura o Tchan. É o Tchan, ele puxa a gente mesmo. Me puxando muito, me puxando muito. Nisso, eu saio, consigo sair. Quando eu olho, gente, pro céu, tava tipo, de dia. Meu Deus. E eu olho no telefone cinco da manhã.

O tempo voou e eu estava lá dentro esse tempo todo. E aí eu saí nisso, aí eu tomei consciência de que eu estava muito mal. Eu falei, tinha um ponto de ônibus na frente, eu falei, vou sentar no meio-fio. Peguei e sentei no meio-fio do ônibus, ponto de ônibus, e aí eu fiz assim, minhas pernas assim, eu fiz assim. Quando eu encosto a minha cabeça aqui, eu sinto uma energia muito obscura vindo da minha frente, assim.

E um incômodo assim na hora. Mas na mesma hora que essa energia veio, veio uma luz branca atrás de mim e falou bem assim, eles já estão de olho em você. Levanta e finge que está bem.

E aí eu levanto assim, olho pro lado assim, aí eu vejo esse homem todo de branco. Mas era uma roupa normal, assim. Uma blusa branca de linho branco, uma calça branca. O cabelo dele era grande até que a Cira tinha uma barba. E aí ele levanta e finge que tá bem. E aí eu peguei todas as minhas forças e levantei. E aí fiquei lá assim, fingindo que tava bem assim. Era o Mortal Kombat, né? Filma! Filma!

E aí eu tô ali em pé fingindo que tava bem, disfarçando que não tava bem a ele. Onde você mora? Aí eu moro na Praia do Flamengo. Na Praia do Flamengo. E aí nessa hora eu sinto aquela outra energia ir embora. Sair. E aí ele entra no carro.

E aí ele para um táxi, na hora, assim, na frente. E aí eu pego e entro no carro, e aí ele entra do outro lado. E aí eu meio que dou uma apagada e ele começa a conversar comigo, ele fala, começa a perguntar algumas coisas e eu não sabia responder. E, de repente, eu estava na frente da minha casa, de onde eu morava. E aí eu falei assim, não, eu preciso pagar, quanto que foi? E aí ele fala assim para mim, não precisa, vai em paz.

E aí eu olhei ele assim, e aí eu saí do táxi, e aí eu fui cambaleando assim pro meu prédio, e aí eu olho de novo assim pro carro, pro táxi. Vocês de casa viram, mas caiu um troço lá atrás do estúdio. É, alguém que vai ser demitido vai ter importância.

E aí eu olho, gente, e eu vejo o táxi indo embora, assim, e a cabecinha dele todo de branco, bonitinho. E ele vai indo embora, vai indo embora. E aí eu subo pra casa, eu deito na cama, aí eu vomito lá da cama muito, volto e eu entendo que eu tive uma experiência com um anjo. Era um anjo. Olha! Gente, era um anjo. Não sei se ele tá assistindo isso agora ao vivo.

O anjo em casa aqui, ó. E, ó, hoje a Gabriela vai contar minha história ao almoçar. Volta aí, reuniu os pessoal tudo. Ô, Gabriel, vem ver!

Se você existiu, essa é a minha chance de te encontrar. Será que ele não tá aqui agora? Diferente da outra história que eu contei aqui, que eu não queria que me contasse, porque eu recebi vários inbox da outra história, com gente falando, ah, é meu tio, ah, é meu sobrinho. Pela noite, eu comecei a bloquear todo mundo.

Dessa, pra mim, foi uma experiência espiritual e ele era um anjo mesmo. Mas se você não for um anjo, se for de verdade, manda um inbox pra mim. Que maravilha. Não deixa de ser um anjo. Caraca, muito boa. Muito boa. Anjo, se você estiver ouvindo, anjo, eu tô com umas panelas aqui. Se você puder arregar.

Eu faço pra você, creme. Mas olha só, meu trabalho fechou, tá? Fechou. Eu falei, né? Fechou. O seu trabalho fechou de atalado. Fechou. Olha aí. Viu? Ah, então eu não vou comprar a panela tua, não. Eu vou comprar o dinheiro teu. Eba, eba! Estamos de volta, amigos. Para essa, amor. Tchau.

Nova temporada, oitava, recebendo o Chofaril Beck, Nicolas Pratis e Gabriela Lohan. E chegou a hora das perguntas do programa. Antes das perguntas, a vendedora de panela aqui, pra onde que eu vou doar o dinheiro que eu vou te comprar? Vamos doar, vamos você doar pro Garra Animal? Não vou dar pra você, que você vai cair outro golpe. Então eu já vou dar pro Garra Animal direto. Que é uma ONG que ajuda animais. A gente ajuda, o Nicolas, inclusive, conhece o Garra Animal, né? Conheço muito, conheço muito. Então eu vou doar pra eles o Garra Animal que tá botado. Aí, Renata, tá indo pro Garra Animal.

Primeira lembrança que vocês têm da vida. Vou começar com você.

Cara, a primeira lembrança que eu acho que eu tenho da vida foi a partir de um vídeo que eu vi, eu muito pequena, que é VHS, né, na época, que era eu caminhando na praia, pé na areia e comendo... Eu tinha mania de comer requeijão de colher. Eu amava. E aí eu vi esse vídeo, e sabe quando você vê o vídeo e você tem a sensação de que... Você meio lembra da sensação? Eu acho que foi essa, assim.

A minha é de cachorro, porque eu lembro assim, muito, muito, muito pequeno, eu lembro de eu ir numa casa e tinha uma caixinha assim, essas caixinhas que colocam o cachorro com uma gradezinha. Meus pais me levaram e eu lembro muita coisa da minha infância. Botaram essa caixinha na minha frente, era um corredor enorme, eu tava no outro lado do corredor, abriram.

E era a Gaia, minha primeira cachorrinha, uma dálmata. Saiu correndo, assim, me abraçou. Como se ela soubesse que eu era ali, agora ela ia ser minha. E começou a lamber minha cara, assim. E eu sou apaixonado por cachorro. Então essa é a primeira coisa que eu lembro, assim, na minha felicidade de criança. E a primeira lembrança dele com a Sabrina também. Minha primeira lembrança da vida, gente, é muito difícil essa pergunta, mas o que veio agora na minha cabeça foi de acordar cedo e assistir Cavalos de Fogo.

O meu sonho eu já vivi. Adoro, gente. É isso. A próxima pergunta eu quero perguntar pra alguém da plateia. A gente tem aqui no programa já umas 20, 25 perguntas ao longo dessas oito temporadas que a gente já fez. Então eu quero saber se alguém da plateia quer fazer uma... Qual pergunta dessas que a gente já faz aqui no programa que você quer fazer pra esse trio? Quem quer fazer pergunta? Tem ali você? Pode ser você. Leva o microfone pra ele lá ali. Qual o seu nome?

Oi, meu nome é Armando. Oi, Armando, tudo certo? Obrigado por sentar aqui. Que pergunta você quer fazer pra eles, que é do programa? Eu quero saber quando aconteceu o seu primeiro beijão, aquele que marcou. Isso, onde é que você tava? Como é que foi? Gente, essa história é boa, tá? É, tu é boa disso? A minha história é boa. Aí, Armando, arrasou. Meu primeiro beijão, assim, eu saí de casa muito velho, saí com 18 anos pra curtir balada.

E meu primeiro beijo foi na Cine Ideal, que tinha aqui no centro do Rio, que era uma balada maravilhosa, que tinha um open bar em cima. Então, meu primeiro beijão foi lá nessa balada. Posso falar tudo, tudo? Ué, rapidinho. E aí, eu lembro... Pavoroso, gente. Eu lembro que eu fui beijar esse cara, ele era bombeiro, ele era muito mais velho que eu. E aí, foi meu primeiro beijo, eu beijei ele. E quando eu terminei o beijo, ele falou bem assim, cospe na minha boca. Eita!

De primeira vez? De primeira. Meu Deus. E aí eu era tão nova e tão com medo do mundo que eu fui lá e eu cuspi. Cuspiu. Aí ele fez assim. Cospe de novo.

Aí eu... Cuspiu de novo. E aí? Aí eu falei assim, peraí rapidinho que eu falo com meus amigos e já volto pra cá. Nunca vai ficar mais. Corri a balada inteira fugindo desse homem. Mas foi assim o meu primeiro beijo. Tá. É? Bom, o teu primeiro não vai bater esse peso. Não vai ter como. Nunca. Onde é que você tava? Quando eu for no cinema? O Cine Ideal era uma balada que tinha aqui no centro do Rio. Ah, tá.

O meu foi... Eu tava vendo... Você foi com 18 anos. E o teu? O meu foi... Putz, acho que eu tinha uns 13 pra 14. E aí eu fui... E ele veio a menina pra ver o documentário de Cartola no cinema. Nossa, 13 anos? Que isso? Tudo eu. Foi o documentário de Cartola. E aí foi, no meio do documentário, normal. É que na verdade ele pegou o primeiro filme que tinha que ele... Exatamente. Ele achou até que fosse o filme de mágica, né? O filme da Cartola.

Você. Cara, o meu foi com André Sanches. Que isso? É um nome até. Ele estudava comigo. Eu já procurei ele na internet, nunca encontrei. Acho que ele não tem Instagram. André Sanches, ele manda uma mensagem. Eu queria muito ver como é que ele tá hoje. Não manda, porque ela vai querer vender panela, né? Foge, foge dela. Sai dessa.

Mas foi o primeiro beijão. Foi um pouco esquisito. Eu fiquei depois de um ano sem beijar, foi com 13 anos, achei meio nojento. E depois de um ano, eu fui beijar o segundo. Mas eu queria muito encontrar o André Sanches. Maravilhoso. Dá tempo, diretor, de fazer mais uma ou já vou pra lápide? Dá tempo de mais uma. Boa, boa, boa. Deixa eu pegar aqui. Até aqui, com quem você faria uma dupla sertaneja?

João Gomes. João Gomes. Eu. E você? Eu acho que aproveitaria o hype e faria com o Pedro Novaes, né, gente? Vocês acham? Isso é tudo, né? Eu e Pedro, duplinho, ó. Eu faria com a minha crush, que eu tenho um crush absurdo na Marina Sena.

Marina Sena, boa dupla você tá aqui. Marina, te amo. Só mandar um beijo aqui pra Sabrina, que tá assistindo o programa. Acabou de fazer o FaceTime. Pro Bruno, que já postou as panelas no Instagram dele. E pra terminar o nosso programa, quero saber o que você quer escrito na lápide. Eu poderia dizer que vendo panelas. Mas eu acho que tem uma frase que eu adoro, que é aguentei muito e ainda fui simpática. Boa. Acho que é a minha frase.

Você? A minha é farmácia fechada e reino do céu aberto. Boa. Você, Nish. O meu, acho que eu falo muito isso. O mágico não se explica, se experimenta. Oh. Terminou o jantinho. Ele é profundo, né? É ótimo. Agora até eu quero dar pra ele. É por isso que ele vai conseguindo. Meu povo, eu quero dizer que o programa acabou. Vocês acreditam nisso? Pois é, mas calma. É só o começo da temporada. Semana que vem vai ter...

mais programa aqui no GNT e no Globoplay toda terça-feira, 9h45 da noite com convidados novos com histórias novas, em duplas contar histórias aqui então eu quero agradecer muito aos meus amigos de Barcini que contaram histórias agradecer toda a equipe da TV Globo do GNT, do Porta dos Fundos todo mundo que fez esse programa acontecer Gigi, Paula Miller, toda a produção que faz esse ao vivo e ao vivo dá um negócio, meu Deus, o que é isso? e agradecer essa plateia e dizer pra vocês esse ano vai ter muita história boa pra vocês, obrigado

Meu povo, um beijo.