Episódios de Que História É Essa, Porchat?

Sheila Mello + Ceci Ribeiro + Bella Camero

08 de abril de 202657min
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Na roda com Fabio Porchat, a ex-dançarina do É o Tchan, Sheila Mello, a atriz Bella Camero e a apresentadora Ceci Ribeiro. Sheila conta a história de quando um bombom lhe deu superpoderes. Bella lembra da première de um filme em Berlim com escala em Barcelona e fortes emoções. Já Ceci recorda de quando apresentou um evento estético e se viu ao vivo diante de um procedimento bem diferente. Na plateia, Isabel conta de uma viagem na Turquia que terminou em matrimônio e Evandro relata uma experiência sexual sobrenatural.
Participantes neste episódio6
F

Fábio Porchat

HostComediante
B

Bella Camero

ConvidadoAtriz
C

Ceci Ribeiro

ConvidadoApresentadora
E

Evandro

participant
I

Isabel

participant
S

Sheila Mello

ConvidadoAtriz
Assuntos5
  • Experiência na TurquiaCultura turca · Cerimônia de casamento
  • História do bombom e superpoderes
  • Shows ao VivoRejuvenescimento vaginal · Clareamento vaginal e anal
  • Paisagens e turismo europeuFilme Marighella · Promoções de viagem
  • Suruba MediúnicaExperiência espiritual
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E aí, minha gente, eu sou o Fábio Porchat e esse é o podcast do meu programa no GNT. Aqui, que história é essa, Porchat? Eu ouço e conto também histórias curiosas e divertidas da vida das pessoas, seja anônimo, famoso, não importa. O que importa é ter uma boa história. Em 1998, esse país parou pra comprar o concurso da nova loura do Tchan. O Tchan, naquela época, era pro Brasil que o Bad Bunny e a Beyoncé são pro mundo hoje.

É papo de milhões, minha gente. O Brasil é assim. A gente segura o tchan há décadas. A gente precisa mesmo desse detox intelectual, sabe? Faz parte da nossa cultura. O mundo se acabando e a gente preocupada com o BBB. Tá começando a terceira guerra mundial e a gente tá lá na sarjeta cantando. Hoje você pode me esquecer, é carnaval no Brasil. Mas ela, meu povo, ela ninguém esquece. Não. Pela primeira vez no Que História é essa? Sheila Mello, meu povo!

Temos também ela, ela que tem 63 de cintura, 82 de bundinho e 61 de altura, ninguém segura, Bela Camero! E ela que é... Um avião que aterrissa pela primeira vez aqui, Ceci Ribeiro!

Que bom que vocês estão aqui, minha gente. Olha a peruca, leva, leva essa peruca. Não deu conta de ser louro por muito tempo. É difícil ser louro. Bater cabelo. Um dia eu fui a louro do chão, eu fui já. Agora eu amoreneci. Prazer que você tá aqui, eu tô com uma encomenda pra você levar. Queria saber se você pode levar uma encomenda, porque você é boa de levar encomenda, né?

Olha, eu já passei por essa situação. É, mas não é uma bobagem. É de comer, é uma coisa bobinha. Isso é um negócio que mãe ensina pra gente. Não pode aceitar nada. A minha mãe ensina que a comida ela não recusa. Ela fala pra levar e ela come antes.

Mas eu fui fazer isso também, não deu bom. Me conta aí, Danangelo. Quem que te pediu pra levar o quê aonde, hein? Ah, era um amigo que morava no Rio. Eu em São Paulo e vinha sempre pra cá porque eu tava namorando uma pessoa daqui. Falei, você pode trazer uma coisa pra mim? Falei, claro.

Fica com essa informação. Tá. Aí um dia que era pra ser completamente comum na minha vida, eu lembro que eu tava trocando de bairro de Genópolis pro Morumbi, eu lembro que nesse dia eu tinha uma live de trabalho, então a vida tava... Corrida, não tava nem pra pensar. Corrida, eu tinha uma brechinha aí, falei, vou dar uma malhadinha, né? Sempre penso em dar uma malhadinha. Eu sou assim também, menina.

Nossa, quando eu posso, eu puxo o ferro. É, eu falei, vai ter um tempo aí antes de começar o live, vou dar uma malhadinha. Não ia dar tempo de comer, cheguei em casa, casa nova, aquele monte de recebidos que a gente adora. Olhei e falei, um monte de caixa para desencaixar, nem uma louça limpa, que geralmente é assim. Não, eu cheguei no quarto, aquele monte de recebidos, tinha um pacotinho bonitinho.

Até mais bonito que esse aí que você falou. Mais bonito isso aqui, ó. Eu lembro que era um verde-água, assim, bem... Inofensivo. Inofensivo, essa é a palavra. Falei, vou malhar, vou comer um bombonzinho, que aí já vou gastar aqui no Elíptico. Perfeito. Em casa, comi um bombonzinho, passei um café. Falei, não tá gostoso, vou malhar, vou comer dois. Come dois bombonzinhos? Sem problema, com um cafezinho. Não come dois não, Boba, come três. Come três, foi o que eu fiz.

E foi até o quarto. Você comeu três? Quatro. Quatro bombonzinhos. Quatro bombonzinhos. Quatro bombonzinhos. Eu opino. A procedência? Uma terça-feira. Cara, bombonzinho. Gente, o que é isso? O que é isso? Tá bom. Subi em cima do elíptico, o mundo já começou a ficar diferente. O elíptico? O que é elíptico? Para quem chama abdome de barriga, que é o meu caso. O que é o elíptico? O elíptico é o trans. Para aquele que você fica assim, que nem um rato. Sei. Um rato? Que rato interessante esse. O rato fala assim, né? Eu faço assim. Tá bom.

E eu tenho em casa. Comi os quatro bombonzinhos e falei, vou gastar tudo. Subi lá em cima, o mundo já começou a ficar diferente. Diferente, é? Falei, ué, tá me dando hipoglicemia. Mas estranho, porque eu acabei de comer um chocolatinho. Não pode ser hipoglicemia. Eu já tive uns quadros de pânico. Eu falei, me deu síndrome do pânico.

Fazer exercício me dá pânico também, então faz sentido total. É, faz sentido. Às vezes hiperventilou, né? É, qualquer coisa do tipo, mas eu resolvo no geral com meditação. Falei, vou dar uma sentadinha ali no sofá, vamos respirar 20 minutinhos. Fiquei lá no sofá, aí teve uma hora que eu dei uma abertinha no olho, que a gente não resiste, porque sou ansiosa, sempre abre um pouquinho o olhinho. 20 minutos.

Quando eu olhei para a televisão, na minha casa da decoração, era aquele boi-serri, sabe aquelas molduras? Tem umas moldurinhas de parede, sabe, gente? Aí eu olhei assim, a moldura começou a derreter. Eu falei, ué, o que está acontecendo? Matéria ruim. Aí eu olhei assim, fiquei meio para apontar, meu dedo foi até o boi-serri. Seu dedo alongou também. Meu dedo alongou e ficou cabeludo. Será que isso funciona?

O dedo é comprido. E foi até lá, o boi se riu, eu falei, meu Deus, nossa, fui envenenada. Fui envenenada? Mas na hora você achou que tinha sido envenenada pelo quê? Do recebido. Pelo bombomzinho. Você achou que era o bombom que tinha sido envenenado? Eu achei que o bombomzinho envenenado. Eu falei, hum...

Vou ter que resolver, sou racional, liguei pro meu irmão, falei, olha, resolve a Brenda, passei o número da motorista que ia pegar minha filha, vem pra cá, a casa caiu, cancela a live de trabalho que vem pra cá, que a casa caiu. Eu queria ter visto essa live acontecer, sabia? Ups, tem que ser interessante.

Aí, nessa hora, minha cabeça ainda tava funcionando assim, vou morrer daqui a pouco, o que eu preciso fazer? Ah, você tava claro que você ia morrer? Pra mim tava claro. Envenenada. Resolver a vida da minha filha, meu irmão pega minha filha, minha filha estando ali, salva pra mim, tá tudo certo. Isso que uma pessoa vai morrer, mas ela organiza a motorista da filha. É uma coisa demais, sempre vai morrer, mas tem que deixar certo. E aí, o que eu precisava organizar? A chave pro meu irmão entrar na minha casa nova. E eu não sabia onde tava, porque casa nova, a gente não sabe onde tá nada.

Aí eu levantei assim do sofá, minha perna quebrou. Quebrou a perna? Meio que lego assim. Caramba, o que está acontecendo com mim? Eu vou morrer mesmo. Aí me joguei no chão e falei, mas eu preciso chegar até o interfone. Você está arrastando. Você foi se arrastando? Eu fui.

Você quebrou a perna? Quebrou a perna, o dedo estava peludo, mas ainda era um dia normal. Você foi até o interfone. Eu fui até o interfone, aí eu raciocinando assim, olha, meu irmão vai chegar aqui, pode deixar ele entrar. Eu, não, mas ele tem a chave. Com medo de falar, estou tomando banho, a porta está aberta. Não podia. Eu falei, não, mas ele tem a chave. Aí já estava a ideia meio confundindo assim. Não, ele entra. Achei a chave.

Abri a porta e o meu irmão mora perto da minha casa, ele anda de moto, eu falei, ele vai chegar rapidinho, então vai estar tudo certo. Vou estar aqui, ele vai chegar, vai me levar no hospital, vou morrer alguma coisa do tipo.

Aí eu lembrei do meu amigo que falou, Sheila, você traz um negocinho pra mim? Aí eu liguei, você é uma filha da puta, o que tinha nesse bombom? Ele, por quê? Você comeu? Eu falei, comi. Ele, quantos? Eu, todos. E era o quê? O que tinha nesse bombom? Poxa, ela tinha cogumelo pra uma festa inteira.

Você comeu um cogumelo que, na verdade, era pra ele cortar aquele bombom em pedacinhos... Eu não sei, nunca tinha comido. E aí eu falei, quanto que tinha? Quantas gramas? Porque eu queria racionar, eu queria pesquisar pra ver se eu tenho o barco, né? Quanto tempo ia dar, eu queria ir pro computador. Meu irmão chegou, aí ele falou assim, vai tomar banho que eu vou resolver Brenda, vou resolver a live e tudo. Quando eu cheguei no banheiro, que eu liguei o chuveiro, veio aquela fumaceira, eu falei, nossa, tá estranho, não vou não.

Não vou tomar banho, não. O problema é a água, não sou eu. Aí a cabeça já estava começando a ir embora. A razão dessa daí que eu tenho orgulho de ter já estava indo embora. Porque até então você ainda estava leve. É, eu estava com razão. Pelo menos vou morrer, vou morrer na cama, abro a porta, meu irmão pega a Brenda. Agora foi embora. Já estava indo, ainda não. Estava indo. Aí eu lembrei que eu estava com um dente provisório.

E o dente começou a soltar. Falei, nossa, agora em vez de morrer na cama, eu vou morrer engasgada com o dente. Ai, que falta de dignidade. Aí, né, sou meu irmão, só que eu não conseguia, já não estava conseguindo mais elaborar a frase. Eu estou com provisório, vai cair. Você falava de por quê? Não estava mais falando, não sei.

E aí eu comecei a tentar arrancar o provisório, só que ele não sabia que era um provisório. Ele achou que você estava arrancando o seu dente. É! Aí ele pegou meus braços, não, irmão, não faz isso! E eu lá, assim, aquela luta, não é aquela luta louca. Aí nessa daí no espelho eu me olhei e vi o Thor.

O Thor? Mas o Thor não era o seu irmão ou o Thor era você? Era eu. Você era o Thor. Eu olhei no espelho assim, eu... Como sem martelo? O Thor. No espelho? Sem martelo, sem martelo. Sou o Thor. E aquela luta assim, eu gritei pro meu irmão, eu sou o Thor. Com o cogumelo da festa inteira, gente. E ele me segurando, eu sou mais forte que você.

Aí, meu irmão, muito esperto, o que é? Falou assim, eu sou o Darth Vader. O fogo melo dele era melhor que o seu, hein? Ele sabia que na força eu ia labrizar. É porque maluco tem que lidar com maluco, entendeu? Não dá pra ser. E ele sabia que na força eu era o Thor. Não tinha como ganhar do Deus Thor. Mas o Darth Vader, aí que começou. E aí você fez o quê? Quando ele fez assim, fez...

Não, ele começou a fazer assim e eu fui. Eu fui. Não! Ah, não, mentira. Não é possível. Eu corto o cogumelo na cabeça, Fábio. Aí ele fazia assim e eu fiquei... Era uma luta de titãs.

Calma, levanta o negócio. Eu sou teu irmão. Eu sou o Darth Vader. Eu vou gritar, eu sou o Thor. Olha o martelo. Bebe o martelão, martelo. Pera. Mas era um Thor muito louca, né? Não foi um Thor que nem aquele ator, era um Thor. Eu sou o Thor! Eu sou o Darth Vader! E aí ele fez assim, ó. Não, você fazia assim mesmo?

Põe pra tentar. Você... Então você acreditou mesmo na confusão? Então, essa brisa aí foi... Eu lembro que eu dormi quando amanheceu o dia, né? Até passar o Thor da minha vida. Minha cunhada pôs a Brenda pra dormir. E assim, essa história de Thor ficou um tempinho reverberando. Falei, tem uma conexão. No dia seguinte, você acordou bem.

Não, eu fiquei acordada direto. Tinha cogumelo ainda. É, deve ter ficado ainda meio, né? E eu fiquei com essa conexão. Eu tenho conexão um pouquinho com o Hulk e com o Thor. Com o Hulk, era antigo o meu caso com o Hulk. Hoje você não comeu, né? Hoje não. Ele teve aqui, só ele. E aí, eu lembro que fiquei com essa sensação, a vida põe algumas coisas pra gente aprender. O que eu tenho pra aprender com o Thor?

Aí eu lembro que nessa época, foi muito engraçado, que o McLanche Feliz, bonequinho era de quem? Do Thor. Do Thor, gente. Tudo conectado, hein, menina? Tudo conectado. Aí eu falei, bom, chegou um tempo que eu falei assim, me despeça do Thor. Eu lembro esse ritual. Peguei bonequinho, deixei no escritório Thor por um tempo na minha vida. E eu sou dos rituais, estou da meditação. Estou bem zen, viu? Tirando cogumelo. Falei, olha, Thor, está na hora de você sair da minha vida. Muito obrigada pelo superpoder.

Fui convidada pra sair na escola de samba, que eu já saí, achei lá tem mais de um ano. Aí quando o figurinista me mandou... Não, não, não. ...par a roupa... Guerreira? Xana? A irmã do Thor. Xena? Não sei o nome. Xana. Não, eu não sei o nome. Temos um vídeo. Olha ela lá de Thor. Mas a irmã do Thor. Olha lá. Mentira!

Isso aí é sem cogumelo. Ou será que eu tomei um cogumelo e estou vendo o Thor? Não. Meu Deus, eu estou chocada. E ela sambando de Thor, realmente. Gente, não tem uma conexão com Thor, gente? Olha lá, na avenida de Thor. Não precisou nem ensaiar. Já tinha o Thor dentro dela. Já tinha, menina.

Nossa, pesado, né? Não, intenso. Não, demais. E aí nunca mais comeu bombom na tua vida. Não, não aceito mais comidinhas. E você avisou teu amigo, cara, você precisa... Parei de falar com ele, né? Porque eu fiquei pensando no desdobramento dessa história. Imagina.

Eu fui agora pra Las Vegas e aí te comprei uma balinha dessa. Falei, ah, compra uma balinha engraçada dessa. E meu produtor tava comigo, eu falei, não vou usar ele. Falei, quer uma bala? Ele quer, eu dei. Ele comeu. Daqui a pouco, deu uma hora, a gente saiu do teatro no restaurante, ele tá meio aéreo assim. Eu falei, vem cá, eu te dei uma balinha com coisa doida. Ele, é por isso que eu tô vendo coisa. Eu quero só a Força de mim. Oi. Obrigado. Obrigado. Rodrigo ficou doido.

Eu sei disso, Fábio. Eu sei completamente como seu amigo se sentiu. E tinha acabado de se mudar, então o vizinhante já ficou conhecendo como a drogada da Sheila. Muito bom. O Thor drogado. O Thor drogado. Do quinto andar. Esses artistas são todos drogados mesmo. Mas às vezes é difícil você estar numa casa nova, num apartamento novo. Você nunca sabe, né? Nunca sabe o que tem na região ali, né, Bela? Por ali foi. Você estava onde?

Eu estava... Eu ia pra Berlim. Berlim? Pra Berlinale, que Marighella ia estrear lá. Ah, o filme Marighella, maravilhoso. É o filme que eu fiz. O filme que eu fiz. Pelo Wagner. E aí eu falei, eu tenho que ir. Eu vou catar alguma promoção pra conseguir chegar lá. Aí tinha uma promoção muito boa, só que era pra Barcelona. Aí de Barcelona eu consegui uma outra promoção pra Berlim. Então eu falei, bom, vou pra Barcelona, fico lá dois dias, tenho uma amiga que mora lá e vou pra Berlim. Perfeito.

Certinho. Aí liguei pra minha amiga, falei, olha, posso ficar na sua casa? É uma noite. Ela falou, pode, eu não vou estar em casa, mas eu deixo a chave pra você. E assim, não é um bairro muito chique. É assim, é distante do centro, é um bairro mais de imigrante. Eu falei, tudo certo. Eu vou conhecer, eu conheço nada, tá ótimo. Preciso só um lugar pra ficar. Aí fui.

Um voo terrível, que tinha escala, né? Pra Barcelona, claramente, é um dos escalas. Não é Rio, Barcelona, é Rio, Cuiabá, Cuiabá, Manaus, Manaus... Cheguei lá e fui. Então, cheguei, tipo, destruída, peguei a chave, cheguei lá no apartamento, o apartamento uma gracinha, um prédio baixinho, assim, de escada. Aí, falei, vou comer alguma coisa e volto. Voltei, entrei no prédio, aí fui abrir o apartamento...

A chave não estava girando. Aí eu insisti um pouco assim, não estava girando. Foi o tempo de eu perceber que eu tinha subido um lance de escada a mais. Estava no apartamento errado. Aí abriu um senhor. Olhou para mim de cima a baixo e falou, não há droga.

Quer dizer, já sabiam quem era você em Barcelona. É, exatamente. Eu fiz assim... Não, não, não. Eu só entrei errado. Eu subi um lance de caderno. Não há droga. Aqui não há droga. Sai, não há lugar de droga. Falando espanhol. E eu falei, não, tá bom, tá bom. Desci. Falei, eu devo estar acabada. Mais do que eu estava achando. Eu devo estar o próprio Thor. Acabado. O Tormelo. E aí, enfim, desci.

Aí, nesse apartamento, tinha uma varandinha que dava pra varandinha do apartamento do lado, que morava de onde eu vi uma senhorinha. Aí ficou falando comigo, a Bessa, a gente conversando... Pela varanda. Pela varanda, assim. Falando até demais, porque eu não sei dizer não, você até já sabe disso. E aí, numa hora ela falou, você sabe o que é um narcopiso?

Narcopiso. Narcopiso. Aí eu falei, não, o que é esse Narcopiso? Aí ela, Narcopiso é um lugar que os traficantes alugam para vender e para consumirem drogas. Os usuários de heroína. Que bacana isso.

Era um negócio assim... Porque eles vendiam, já tinha um lugar pra usar. Porque a galera ficava estatelada lá... Porque às vezes você compra a tua heroína e eu passo muito por isso. Pra onde você vai usar? Onde é que eu vou usar a minha heroína? Às vezes eu fico por Ipanema assim... É aqui que usa a heroína! É difícil, é uma realidade. É uma realidade. Entendeu? É uma dor.

Lá não tinha esse problema. Lá, claro, a gente... Lá existia o narcopiso. Primeiro mundo. Europa, né? Europa. Existia o narcopiso. E aí ela falou, e eles muitas vezes usam alguém de fachada pra alugar o lugar, quando eles não invadem o lugar, pra alugar o lugar, alguém com uma cara boa, uma cara assim, simpática. Aí eu já assim, pensando, ou ela acha, mais uma vez, alguém acha que eu estou atrás de droga, deve estar destruída, ou ela acha que a fachada sou eu.

Aí eu falei, não, não, dona Elvira, tranqui, tranqui, tranqui. Eu, assim, nem uso droga, realmente não uso. E, não, imagina, tá tudo certo, fica tranquila. Ela, como ficar tranquila? Não tem como ficar tranquila, revoltado, não tem como ficar tranquila. Eu, assim, não confia em mim, dona Elvira, pelo amor de Deus. Aí, enfim, tirei um cochilo, acordei, fui jantar, bater uma perna, tomar um negocinho. Quando eu voltei, deve ser meia-noite e pouco, uma da manhã.

Eu cheguei no prédio e tava pichado assim, fuera narcos.

Aí eu assim, sou eu. Que lógico. O narco sou eu. O vizinho... O vizinho... Se assustou por você. Se assustou, falou que não. Aí eu falei, nossa, eu vou entrar, eu vou pegar minhas coisas, eu vou para o aeroporto, eu durmo lá. Tá tudo certo. Sair desse narcopiço. Vou sair desse lugar. Primeiro dia. Primeiro dia. Bem-venido ao Barcelona. Bem-venido. Primeiro dia. Aí eu vou abrir a porta do prédio e também não tá abrindo.

Aí eu vejo que tem uma coisa segurando. Aí abre um homem e fala, o que queres? Aí eu assim, eu estou hospedada aqui, eu só quero pegar minhas coisas. Eu já estava preparada para falar, não quero droga, não uso droga, não há droga. Aí ele, não, você está hospedada aqui, tudo certo, mas eu sou um policial rapazano.

Aí eu já falei, agora foi. Agora eu fui. Entendeu. Você é deportada, eu não conheço uma unidade de advogado, eu não sei nem onde começa. Aí assim, falei, e ele, e a gente vai ter, aqui tá tendo um narcopiso no último andar desse prédio. Então a gente vai fazer uma operação.

pra esvaziar esse lugar, tirar os traficantes, os usuários. Você espera aqui um pouquinho. Todo mundo na rua que tá aqui, a maioria são policiais da Paisana. Aí eu já assim, falei, meu Deus! Ah, ia começar a tirar as pessoas naquele? Agora! Agora! Agora! Eu falei, espera um pouquinho que vai ter uma operação aqui. E eu falei assim, mas, moço, peraí, peraí, no Brasil a gente faz um pouco diferente, acho que não é ideal ficar perto de uma operação. Eu já achei que eu tinha tomado um dos seus mocinhos, entendeu? O bobãozinho.

Aí eu vejo Dona Elvira na rua, fumando cigarrinho dela. Eu falei, Dona Elvira? O que é isso? Ela era uma policial paisana, Dona Elvira?

Ela tirou ela, na verdade. Eu sou ruim. Eu sou policia. Mira, ou ela era que administrava o narcopismo. Não, Dona, eu vi que tava falando de cigarrinho. Eu falei, tem um narcopismo aqui. Ela, eu te falei. Eu falei, não, Dona. Mira, você perguntou, eu sabia. Você perguntou se eu sabia. Eu quero um narcopismo. Se eu soubesse, eu teria pego eu e você, ido pra outro lugar, saído daqui. E aí, a operação começou? Aí ela, não, vamos esperar aqui. Tá acontecendo muito no bairro.

Mas nenhuma vez está tendo problema, é rapidinho. No que eu pensei, ir embora, eu falei, deixa minha mala aí. Eu vejo o prêmio de calça jeans e camiseta. Está tudo certo, estavam todas as minhas roupas na mala. Chega um caminhãozinho, um camburão, uma minivan, e desce um monte de policial. Mas aí paramentados, aço mesmo. Coiso, uns coletes de prova de bala, umas botinas de todo tamanho. Força-tarefa, sai, sai, sai, entra no prédio. E a dona eu vira e fala, ah, vou lá. Saco.

Dona Elvira aposentada! Nada pra fazer! Não tinha que fazer! Isso é assunto pro ano todo. O quê? Sacou o celularzinho dela pra lá. Falei, Dona Elvira! Tirou umas fotinhos. E assim, ela foi. Na volta desce todos os policiais, com umas pessoas, não sei se são traficantes, é usuário. Desce, o pessoal. Rolou a batida policial. Fora embora. E a Dona Elvira tava tão tranquila que eu acho que eu me acalmei, porque eu pensei que eu ia pegar minhas coisas e ir embora.

Eu dormi lá, torcendo pra nenhum ficante voltar. Não, tem uma filmagem, inclusive. E a Dona Elvira filmou, eu pedi pra ela esse vídeo. E a gente tem... Olha a filmagem da polícia lá. Olha lá! Que isso, gente? Isso é Dona Elvira filmando? Dona Elvira filmando. Dona Elvira é um talento, hein? Gente, é dificílimo entrar numa casa.

Olivia, Guilherme! Todos já fugiram. Lá embaixo, eu lá embaixo. Olivia, a massa Guilherme! Vai, vai, vai! Meu Deus, gente! E Dona Elvira. Aí eles até mandaram ela parar, ela tava indo atrás, ó. Ela ainda foi, ó. Ela ia entrar. Aí ele, não, não, agora pera. Que loucura!

Um negócio terrível. Tinha dezenas de policiais. Tinha dezenas. Eu, assim, falei, que isso? No dia que você chegou. No dia que eu cheguei. Uma batida. E você dormiu lá, ficou. Fiquei. Eu fui embora antes, até para o aeroporto. Mas depois ficou uma maravilha o bairro. Valorizou e hoje está valendo uma porruna. Não teve uma troca de tiro.

Foi muito pacífico. Ninguém reagiu, até porque acho que não devia... Vocês que não saíram aí, o cara tá assim. Não tinha o Thor por lá. É, a força. Diz que a polícia, quando entrou, não falou polícia. Falou assim, é Darth Vader! Vem todo mundo pra cá! E foi levando assim, ó.

Não, eu falei, nem Marighella, nem a Fazendo chegou perto. Nossa senhora, que loucura isso. É, mas é porque viajando acontecem umas doideiras na nossa vida que a gente nem imagina. Às vezes a gente tá viajando assim com namorada e tal, a gente se envolve numa situação que não era bem o que a gente imaginava, né, Isabel? Cadê ela? Tá ali? Tudo bem? Como é que você tá? Tudo certo? Tudo bem. Beleza? Tranquilo?

Nicole, eu gostei que ela treinadinha estava aqui, levantou e sentou no banquinho. Você é uma maravilha. Você estava na Turquia? Estava na Turquia. E aí? Estava na Turquia com meu namorado. Mochilão, o que era? A gente alugou um carro para dar um rolê. Um mês. Saiu de Bangu e foi para a Turquia. Sim, vamos para um lugar barato, que a gente possa ficar um mês rodando. Vamos para a Turquia. E a questão é, você aluga um carro, você dirige muitos dias e alguns desses dias você tem que parar em qualquer lugar para dormir. Só para dar aquela pernoitada. Pois é.

E o interior da Turquia não tem nada. E o que tem? Ninguém fala inglês? Imagina. É uma coisa bem interessante.

Então, assim, não dá muito pra se comunicar no interior da Turquia. Não tem como. Em inglês, assim, você não vai encontrar. Em Bangu também não, então... Pois é. E aí a gente tava numa cidadezinha do interior, falou, pô, vamos pegar um Airbnb pra dormir aqui à noite, mas precisa ter internet que a gente vai... A gente precisa trabalhar, né? E aí a gente só encontrou um Airbnb, assim, uma cabaninha lá pro meio da floresta, que tinha internet. É assim que começa um filme de terror, né?

Cabaninha no meio da internet. E aí a gente chegou lá, a gente foi recebido por uma vizinha. E aí ela só comunicou. Internet? No. Internet. No. Internet. Isso acho que deu pra entender. Internet? No. E aí a gente falou, putz, a gente precisa trabalhar. E aí a gente começou a tentar conversar com ela. E assim, pelo Google Tradutor, né? A gente falava, o Google Tradutor traduzia, a gente mostrava pra ela, ela lia. Entendi. Então a gente ficou nessa comunicação.

E a gente... Lá não tinha sinal, não tinha como a gente pegar outro Airbnb, já tava ficando no fim do dia, enfim. E ela falou assim, olha, venham pra minha casa, minha casa é aqui em cima e vocês usam a internet pra resolver. É assim que é o filme de terror, tá toda na listinha. A senhora, venha pra minha casa. E meu namorado da época era dinamarquês.

Dinamarca é isso. Dinamarca não tem essas coisas. Não há perigo. Imagina Dinamarca. Porém, então, fora. Subimos a montanha e sobe, sobe, sobe, longe pra cacete aquela casa. A gente chega numa fazenda turca. A cena desse lado, uma casa gigante, com um cemitério na frente. E... Bom... Aí. Mas a direita é uma montanha, então, um penhasco. Penhasco. E do outro lado, um campo com uma floresta.

E a gente foi indo. Eu, como uma boa brasileira, tava, né, analisando o perímetro pra ver qual rota de fuga eu ia pegar. Eu estaria analisando o meu períneo. Já estaria aqui, ó. Totalmente fechado, realmente. Porque, e aí? Não, eu pensava assim, é que eles enterram a gente e ninguém nunca mais encontra. E aí ela falava assim, ela virava e falava assim, não, pra cá vocês não podem ir. Não podem ir. Não, assim, com uma rigidez, uma intensidade que a gente falou...

Não vai pra lá. Porém, a curiosidade é gigante. Aí a gente entrou, ficou num quartinho tentando resolver, não conseguimos, e tava anoitecendo. Eles falaram, dorme aí. Gente, mas daí não pode esse tipo de... Por isso que eu não vou ter filho, sabe? Se minha filha faz uma coisa dessa, eu mato ela na Turquia. Eu mando um míssil. Peraí que ela dá, vai se fuder!

E a Turca, na fazenda do cemitério, falou, dormem aqui, ela arroou. E vocês dormiram? Não, detalhe, a casa tinham oito turcos morando. E aí eles falaram assim, não, vem jantar, a gente sentou na mesa de jantar com eles, comemos uma sopinha bastante apimentada, beleza. Isso tudo no Google Translate. Google Translate, pra cacete, muito. Fala aqui em português, traduz em turco, fala com a moça. Exatamente. Tá. E aí, a gente começou a gostar deles, e aí ela fala assim, a gente quer celebrar vocês.

Mas em inglês... Em inglês é... We want to celebrate you. Celebrate... Então, a gente já sabe, sério, eu e you é tanto... Aqui, you pode ser você ou pode ser vocês, em inglês, né? E aí eu falei, ah, quer me celebrar. Celebrar, lógico. Pô, já tô na Turquia, uma celebração turca. Isso é excelente.

E aí tiraram o meu namorado da cozinha, as moças começaram a me enrolar com o véu, botar... A senhorinha foi fazer uma rena, que é aquela tinta temporária. Botou uma bola aqui, pintou cada um dos meus dedinhos, passou... Pintou você? Pintou, eu. Enrolou em plástico filme. E aí... Plástico filme? Gente, isso é... Com rezos, rezos islâmicos no fundo, assim, os berros. É o que a bruxa de João e Maria fez também. Mas criança.

E aí eu saio, encontro o meu namorado, a gente tira fotos. É que você deveria estar super bonita, você é cheia de coisa. Líndice, mano, é? Véu. Aí a gente vai pro tapete de oração deles, eles ensinam a gente a rezar, a gente reza. Fofo. Aí deu noite, vamos dormir. Dormiram. Vocês dormiram na casa deles mesmo? Na casa deles, numa caminha micro de solteiro. Tá. No dia seguinte, alguma coisa mudou. Hum. Os homens já não falavam mais diretamente comigo.

E eu deixei de ser ela ou você e eu virei a sua esposa. Então, eles falavam para o meu companheiro, a sua esposa quer não sei o quê, a sua esposa gostaria. E a gente entendeu que a gente casou. Aí foi ser uma cerimônia de casamento. Eles casaram vocês? Eles casaram a gente. De graça, tá ótimo. Que bom, né? Então, assim, sobe os olhos de Allah, que é o Deus dele, estamos casados.

Eles casaram mesmo você, porque fizeram a reza toda. Tudo. Menina. E aí, gente, viajando, a gente foi parando em outros hotéis e eles viam a marca da Renan na minha mão. Assim, recém-casado, recém-casado. Aí dava um upgrade pras suítes de lua de mel. Aí foi ótimo. A gente tem umas fotinhos aqui, bota aí pra gente ver. Só ela sendo arrumada, ó. Isso é preparando a noiva. E lá a noiva tá de preto. É de preto?

E ela com a carinha ingênua de quem acha? Tá indo pra festa fantasia no painel. Muito lindo. Ela e ele. Nossa, a mão dela toda já enfaixada. Que loucura. E vocês estão juntos até hoje?

Então, Fabi, eu acho que esse... Dos deuses, só lá topou essa união. Sim. Ele veio pro Brasil e começou a dar tudo errado. Então, eu acho que no momento que esse gringo falou mal do carnaval, o Olimpo Carioca se uniu e falou, não! E separaram. E aí ele foi embora.

Então, quer dizer, você não pode casar mais em um país árabe, que você já é casada. Jamais. Mas pode casar no Japão, pode casar... Dá pra ir casar no Congo, dá pra casar na Argentina. Em Gangu, que pode sair. Pronto. Então tá liberado. Esse de Namatê tá lá.

Mas do jeito que tava aí na história, eu achei bonitinho casar, porque tava aparecendo ali a bruxa do Marmaria, né? Já achei que tava enrolando o papel filme e eu falei... Já ia matar, mas você vê, você foi pra pedir uma dica de internet e volta a casar, velho. Uma loucura isso. Olha, mas... Eu acho que talvez seja melhor casar do que participar de certos eventos, né?

É, eu só vou até dar um spoiler que não vai ter vídeo, né? A minha história não vai ter vídeo no final. Se a sua história tivesse vídeo, tinha que passar... Não sei como. Três da manhã, num canal fechado, talvez no X-Videos. Na Lapa. Talvez no X-Videos. No lugar mais barra pesada. Sei agora, minha gente. Tirem as crianças da sala, porque vem história aí mais picantezinha. Às vezes a gente se envolve em umas relações...

que quer mais cabeça aberta, mais pra frentex. Que essa coisa de vamos nos pegar, a gente às vezes é pouco. Às vezes a gente quer mais. E o Everson aqui pra falar disso. Cadê você, Sérgio? Tudo bem? Uma salva de palmas pro Everson. Beleza? Beleza? Ô, Everson.

Isso faz muito tempo, não? Tem, sete anos. Sete anos, né? E aí você tava ficando com a menina, não? Começando o relacionamento. Começando já. Então, sério. Sério, sério. Então, Jotinha... Mão naquilo, aquilo na mão! Não, Jão. Confusão boa! E aí a gente...

Participou, vamos dizer assim, de uma suruba mediúnica. Mediúnica? Suruba o quê? Suruba mediúnica. Vamos entender. Morgia espiritual. Como é que foi? Por favor. Ninguém procure centro espírita para isso, não. Não, a gente já já vai fazer isso aqui. Foi o seguinte, a gente estava começando um relacionamento.

E aí tiramos um fim de semana pra gente, porque temos filhos de outras relações e tal. Vamos para um show. Ela é muito fã de Pete. Na cabeça dela, Mia Dora foi feita pra ela. Tá. Né, lógico. E aí fomos pro show, chegamos lá e tal. Fizemos o que um casal acima de 30 anos faz numa relação séria. Vamos chutar o pau na barraca. Vamos beber. Vamos beber. Vamos beber, claro. Ela gostava de uma cerveja, que eu não gostava muito e tal. Mas queria fazer a frente, me convenceu.

Comecei a beber. Depois de 12 cervejas... Coisa pouca. É, coisa pouca. E o repertório de pitch todo, tocado, bora pra casa. Claro. Bora pra casa dela. Fechei a porta, quarto. Quarto. Vamos embora, né? Terminar a noite. E aí, no meio lá do pacá-pacá, não sei o quê e tal, pá... Em determinado momento, ela é em cima de mim. É em cima. Peraí, vamos fazer o seguinte. Vem aqui, Capitinho. Então, eu sou você.

Você é ela! Você é ela! Você é ela! Em determinado momento, ela vira para o lado... Ela vira para o lado. Ela vira para o lado e fala assim, daqui a pouco é a vez de vocês.

Uma pergunta, aqui do lado tinha o quê? Um guarda-roupa. Um guarda-roupa. Só um guarda-roupa. E você aqui, de repente, ela tá aqui do lado... Não, calma, calma. Ainda não. Quando ela falou isso, eu fiz o que qualquer pessoa faria. Eu afinei a voz e perguntei, oi? Você fez, é, eu comigo? Um pacete lindo. E ela continuou na mesma nota. Ela, eles ali.

Sabe aquele momento que você para assim? Alguns segundos parecem uma eternidade. Eu tô sentindo ele agora. Vamos levantar, já. Toma aí pra gostar. Esses segundos pareceram uma eternidade. E fui olhando pro lado. E você, deitado, olhou pro lado com quem ela tá falando. Naquele momento ali... Um segundo, talvez, eu fiquei pensando assim. O cara do carro não foi. Não subiu. Não. O elevador não tinha ninguém.

Será que ela subloca aqui? Tem alguém no armário? Alguém no armário? Porque ela falou vocês. Plural. Plural, vocês. E eu fiquei naquela sensação assim, será que eu quero ver alguém ou não quero ver? Que pior. É uma boa... É. E claro que eu não vi ninguém. E uma pergunta, ela falou isso mexendo? Mexendo. Quer dizer, é aqui... Vocês daqui a pouco. E aqui.

No começo de relação, o cara não pode negar fogo. Não, não dá. Tem que ficar firme. Tem que ficar firme ali. Você preocupado com o que possa vir acontecer, mas aí... Permaneci, né? Não vi ninguém. Continuamos. Continuamos, hein? Lógico. Tu é um guerreiro, hein? Soldado. Guerreiro do povo brasileiro. Morrei, morrei atirando. É. Ela terminou e tal, não sei o que, foi dormir. E claro que eu fiquei com aquilo na cabeça. E você não vai dormir nem fudendo. Não, não dá. Não, já tinha feito. Já tinha fudido. Já tinha fudido.

Aí, levantei da cama, olhei... Tu foi dar uma investigada, claro? Com o armário. Não deveria ficar se a porta não estava fechada. Êêê, agora são vocês! Não! Vocês! Aí, beleza, aí você fica aquilo na cabeça. Quando ela falou assim, vocês... Eu falei assim, veja, eu não vi ninguém. Ela deve ter visto.

Né? Então, nada de conchinha hoje. Barriga pro alto. Vai que tem outro fetiche. Ah, é! Porque vai que você tá dejetado aqui, abraçadinho com ela, e venham vocês por trás... Nesse caso... Pra dar uma abraçada. Nesse caso, os olhos não veem, mas o corpo sente. Ô, sente. Não fala que me apaixona, não sei. É, porque fantasma não tem essa, velho. Aí...

Enfim, no dia seguinte, aquele elefante branco na sala, pergunta ou não pergunta? Né? Começo de relação. Ah, tem que perguntar. É, a curiosidade foi maior. Aí eu falei assim, amor, bora conversar. Senta aqui. Ontem aconteceu uma situação assim, assim, e você virou pra aula e falou assim, daqui a pouco é a vez de vocês. Não, é...

Quem são vocês? Quem são vocês? É a pergunta que o Brasil está fazendo. E ela? Eu já sabia que ela era espírita, mas ela não tinha me dito que ela tinha uma mediunidade aflorada, né? E ela falou assim, olha, possivelmente, eu vi pessoas ali, espíritos ali, né? E quando eu vi, eu falei, daqui a pouco é a vez de vocês. Eu preferi não insistir na conversa, deixei... Não! Chico Xavier da puta!

É uma mesa branca do prazer. É, é. Mas quando ela diz que daqui a pouco é vocês, ela está tentando fazer com que eles vão embora ou ela ia transar com eles? Pergunta a ela. É você? Não! Não! Não, não, não, não. Pera aí. Você está vendo eles aqui?

Olha, tudo bem? Qual é o seu nome? Chay. Chay? Chay. E você interpretando ela só... Pois é. Ô, Chay, me conta uma coisa. Não, interpretando a mim. É, eu fazia ele. Eu tava bem. Chay, você...

É que são tantas perguntas. Eu imagino. Você se lembra desse dia, assim? Tenho flashes, porque eu estava sob efeito de álcool, não era cogumelo. Não era cogumelo, não era álcool. Mas já aconteceu outras vezes de você, durante o sexo, ver gente?

Não. Só naquele dia. É que eu lembro só naquele dia. Você falou eles, então havia mais de um ali. Quando você disse vocês são depois, você quis o quê? Afugentar ou você de alguma forma pensou, de repente rola uma brincadeira boa? Olha, o que eu lembro é que eu iria dar o lugar pra eles, entendeu? Ih, ó! Isso eu não sabia.

Ela ia dar o teu lugar pra eles.

Porque é uma experiência. Porque a gente estava ali e aí, quando a gente terminasse, era a vez deles, entendeu? A gente poderiam usar a cama. Agora, imagina, então, você ser espírita, você... Tudo bem, no sexo foi a única vez, mas você já viu... Sei lá, fala espírito, fala vulto, fala o que que fala? Espírito. Espírito. Você já viu espírito em outros lugares. Não te assusta mais, é isso? Não. Entendi. Por isso que você ali na cama não fez um... Puta que pariu, tem um homem ali.

Por isso, você só pensa, eita, é o Raimundo de novo. Ô, Raimundo, cara de viver pelado. Você. Na verdade, puta que pariu, era tipo, puta que pariu. Calma, já são vocês. Tira essa mão daqui, irmão.

Você pediu pra ela pra isso não acontecer mais? Não. Enfim. De repente, até quem sabe... Ele tá aqui contando essa história. Eu vou te falar, às vezes um fio terra invisível deixa. Fio terra invisível. Tu tá aqui, ó. É! Tá tudo bem. Cabeça aberta. Ninguém viu. Ninguém viu, nem você, rapaz.

Então, quer dizer, você participou de uma suruba mediúnica. Mediúnica. Você pode chamar suruba mediúnica, uma orgia espiritual, um bacanal interdimensional. Um cogumelo da Sheila. Agora, não vale... tentar um... Oxa, agora eu queria isso.

Gente, eu amei. Isso ia ser demais, hein? Um detalhe importante, né? Não é? Se estavam todos peladões. Espiritual o negócio. Por isso que às vezes eu tô deitado e sinto o negócio empurrar, que eu não sei o que é.

É apenas um espírito querer brincar. Os fantasmas se divertem. Ninguém viu! Que maravilha! Agora, um espírito pode estar pelado, pode estar vestido, pode estar aberto, que você não vai ver. Mas o que tu viu foi diferente, né, Cic?

É, eu vi uma coisa diferenciada. Você viu uma coisa que não é normal. E eu não tava esperando ver. Ninguém tá. Não tava. E não precisou de nenhuma mediunidade. Muita gente viu. Fazer evento não é fácil, né? Não, eu faço muito mais cerimônia de evento corporativo. E daí você vai e apresenta. E é meio que a mesma fórmula. Você apresenta palestra ou painéis. Então você vai, chega, dá um bom dia, chama três palestrantes ou um palestrante. Espera uma hora e meia, 40 minutos, volta, chama mais um. Então é uma coisa assim que, como eu já faço isso com muitas empresas...

E eu não devia, mas eu não leio o roteiro. E eu trabalho com várias empresas diferentes, vários nichos, e faço para uma empresa que importa tecnologias médicas para serem empregadas para fins estéticos. Perfeito. Então, o traçom microfocado, aquilo que um consultório vai para rejuvenescer e para fazer tratamentos estéticos, então é uma plateia, pensa assim, são 500 médicos dermatologistas...

Fina flor da dermatologia brasileira, todo mundo ali, um palco grande. Para saber dos lançamentos, o que tem de novo. Porque quando eles lançam essas tecnologias, eles trazem uma máquina, uma tecnologia nova. E aí cada parte do corpo tem um procedimento diferente. Então o que eles vão fazer? Ah, vão fazer fox eyes. Aí vão fazer um negócio, dar uma puxadinha aqui. Aí o médico mais especialista em fazer isso vai lá e mostra. Eu vou dar tantos disparos para cá, tanto ponteiro, não sei o quê. E fica dando como uma videoaula ali, uma palestra tipo uma videoaula.

E aí, era um evento desse, então tinham vários procedimentos ao vivo. E geralmente, um lugar desse, um palco, é uma plateia com 500 cadeiras, geralmente tem um telão atrás, né? Mas imenso. Aqueles telões de LED gigantes, assim. Imenso. E aí, fui fazer esse evento. E aí, tá lá, faz o Fox Eyes, levanta e tal, não sei o quê. Maravilhoso, procedimento ao vivo. Aí, vai lá, faz papada, mostra. Aí, eu só olho o próximo, né, pra saber o que eu vou chamar, virar a página, rejuvenescimento vaginal. Pronto.

Agora entramos na história. Aí eu falei, hum... Gente, rejuvenescimento vaginal ao vivo, né? E eu não estava preparada para ter essa intimidade, né? E eu olhei e aí chamei a pessoa da produção, né? Sustentar ali a paisagem. Não, eu falei que está escrito rejuvenescimento vaginal. Ao vivo mesmo? Vai ter? A pessoa vai deitar aqui? Porque a cama é do lado de onde eu fico, né? Sim.

E a plateia toda aqui na frente e a maca. E aí, não se imagina. Complicado, você apresentando pra plateia... É aqui, ó. E uma moça aqui assim. Exatamente, é aqui. Né? Vamos ver.

Tá jovem. Tá jovem. Seria desagradável, mas não teria. Então, eu chamei a pessoa da produção e falei assim, tá escrito rejuvenescimento vaginal ao vivo, né? Mas vocês vão fazer isso aqui? Ela falou, imagina. Claro que não. Colocar ela nua aqui, na frente da plateia. A gente não vai fazer isso. A gente vai levar ela com a maca lá pra trás, atrás do telão, e a médica de lá vai transmitir, vai explicar o que tá acontecendo. Tudo bem. É um galvão do da xereca. É isso.

Então fiquei eu parada ali sozinha no palco, com o meu microfone na mão, pra conversar com a médica, e abre a câmera. Porque ela ia conversar pela câmera, só que eu achei que a médica ia estar na câmera, né? Pra eu conversar com ela. Eu conversei com a... Vagina. Vagina.

No telão atrás de você? Em close, absolutamente fechado. Era beirada, beirada e miolo, apenas. Não tinha mais nada. Beirada, beirada e miolo. Eu ali na frente... E tem uma outra coisa que os médicos, quando estão assistindo isso, filmam. Então eles estão filmando... Só a plateia com o celular? E eu pensava só assim.

Sou eu. Com um fundo enorme. E aí eu tinha que olhar pra ela, né? Quer dizer, era um busto. Então, o que você tava...

E ainda pensei, bonita ela não tá, né, gente? Senão ela não ia estar fazendo procedimento. Deve estar de precisada. É, até que não tava tão quanto eu imaginei quando li, né? Mas assim, tava ali aquela coisa bem grande e a médica tem explicações a dar. Quando eles... Imagina. Como é que ela faz? Quando ela tá fazendo assim, a papada, eles puxam aqui, botam o negócio... Ela pegou um palito. Aquele palito de ver garganta, de médico. Parece palito de sorvete meio grosso. Isso.

E ali ela movimentava. Os labinho? Botava para o lado, ela puxava assim. Porque você vê... Eu nem senti. E aí eu estava em pé, na frente daquela plateia, com aquilo enorme aqui, ó. Você sentia repuxar na tua? Eu fazia assim.

Porque ela fazia um bilu-teté ali. Isso. E ela passava para um lado, passava para o outro. Eu nem via diferença de um para o outro. Ela ficava passando para cá, passando para lá. Meu Deus do céu, o que está acontecendo? O que vão fazer com ela? E os médicos filmando vocês. E eles me filmando porque eles estavam vendo a aula e era eu. Que loucura. E a grande vagina. Eu e a pepeca. E você viu a hora do rejuvenescimento? E aí eles começam a fazer o procedimento, né? Gente, do nada. Ai, meu Deus. O capô fez... E aí

Ih! E ela ficou magrinha. Ah, ela deu uma desinchada? Comprimiu. Comprimiu? Comprimiu. Ficou uma coisa assim, flat. Ah, morguinho. Sabe? Era assim, flat. Entendi. E aí eu... Uau!

É, aí começou a ser jogo, aí vai. Ficou uma coisa muito impressionante, é assim, o resultado imediato. Não, isso aqui é bom demais. Você é uma badiarte. Eu vou lá. É uma coisa assim. Eu também quero, eu também quero. Você é um Picasso, o que é isso? Não, foi muito difícil continuar o evento, depois o Picasso, nada se comparava àquele resultado. O que vence uma xereca voltando a... É?

Retraída. Ela realmente ficou jovem, ficou viçosa, ficou flat. Foi incrível. Eu fiquei muito impressionada. Saiu de lá pulando. Bom, nunca mais voltou a fazer evento com esse pessoal. Três meses depois, porque o pix é bom, né? E a gente tem que pensar que... Mas voltou, mas daí não era vagina. Não, aí eles me chamaram pra fazer outra tecnologia. Essa era uma tecnologia de ultrassom microfocado. Me chamaram pra fazer um laser. Mas fui eu. Mais uma vez, sem ler o roteiro, porque não aprendo, né? Isso. Tira a pinta.

Aí dá um laser, faz isso, faz aquilo. Micropigmentação tira, não sei o quê. Faça a página. Clareamento vaginal e anal. Não, não teve. Não, mas daí não teve.

Aí teve, né? Aí eu já falei, é como mesmo, né? Daquele jeito? É, não, a gente vai levar lá pra trás. Aí eu já pensei, pronto, agora é minha vez. Posso descer do palco? Não, tem que ficar, porque eu tenho que interagir com ela, com a médica. Ah, você fica falando, e aí? Fica interagindo, mas vendo só... Pra proteger a modelo. É, interagindo com a médica falando, e aí começou o procedimento.

disparou para clarear?

Agora uma pergunta curiosa. Exatamente. A moça, imagina que no claramento vaginal ela esteja de frente com a perna aberta como num ginecologista. Mas você só vê... Claro. Você não vê a perna, não vê bandinha, você só vê... Não tem interesse. Você vê a chavascota. E no claramento anal, é vira de costas? A posição que estava, imagina eu que não. É mais de quatro. É assim?

Faz um close, João. Bandinha aberta. E aí uma pergunta.

Você estava em pé com um... Anos, um anos. Um anos aberto. E ela clareou. E essa clareadora... E aí foi clarear a frente, traz... O clareamento? Mas o clareamento não faz... Não sai na hora o resultado. Então até hoje não sei. Eu fico imaginando, até pra ficar mais claro, eu fico imaginando a pessoa... Vocês sintam aqui.

Mas era assim, três vezes esse filme. E daqui a pouco ela falando do assunto sério. Hoje a gente vai falar sobre a guerra no Irã. A guerra no Irã é uma coisa difícil. Eu acho importante que todos nós ficamos atentos ao que está acontecendo. E toda... Não há como, gente.

Era mais pra mim, ó. A pessoa tinha que abrir. Isso aqui... E olha que isso aqui tá bonitinho. Não foi close o suficiente. É mais close que isso? É beirado, beirado, miolo só. Meu Deus. Não tem pedaço de perna, não tem nada. Que loucura. Não tinha no banco didático. Olha que realmente... Eu já passei por situações esquisitas em evento, mas...

Um clareamento anal ao vivo. Eu nunca vivi isso, assim. Ah! É, né? Tudo normal. Toda terça. O máximo que eu... Ih, peraí, me dedaram aqui. Mas foi o fantasma dela. Eles estão, putão. Eles estão aqui. Eles estão aqui. Cuidado. Ah! De novo. Para as perguntas do programa, eu quero saber a primeira lembrança que vocês têm da vida.

Primeira lembrança que eu tenho da vida, acho que eu tinha 5 ou 6 anos, do casamento dos meus padrinhos, assim, minha tia e meu tio casando, e eu lembro da roupa dela, do buquê, que era de orquídea roxa, do vestido da minha tia, que era amarelo, eu lembro muito disso.

A minha não é uma boa, não. Eu lembro a vez que meu pai... A vez que meu pai foi embora de casa, ele indo na esquina, assim, a bolsa, eu lembro a calça que ele tava. Ah, lumba. E você tava na janela vendo? A gente foi pra rua, meu pai. Quando ele vira, dá aquele tchauzinho, aquele tchauzinho que dói. Tipo de filme, cena de filme. É, essa lembrança mais... Poxa. Toma mais, toma mais. Toma mais.

A minha é... É do meu amigo imaginário. Que eu tinha... É, surubeiro? Não, mas ele... Não sei se era um amigo imaginário, era ali que eu descrevi ele pra minha mãe como um... Era um amigo imaginário. Mas ele tinha feições assim, ou ele era tipo um elefante? Não, ele tinha... Eu... Hoje, enfim, ele tinha... Eu falo que ele usava penas na cabeça, era um menino. Aí, na época, eu chamava ele de índio.

E eu não deixava ninguém sentar em lugar nenhum. O índio tá aí. O meu amigo tá aí. Bota comida pra ele também. Minha mãe botava comida pros amigos. Isso durou até muito tempo? Eu tinha dois, três anos, até eu mudar da casa que a gente morava. Será que não era o índio que morava lá? Então. Eu acho que era. De repente você pode falar com ela. Podia ser mesmo. É, não é? Uma reuniãozinha ali pra história. Vamos lá.

Qual foi seu primeiro crush famoso? Ai, o meu foi o Celton Mello. Celton Mello? Mas não o Celton Mello qualquer. Ai, é que eu cresci... Qual o Celton Mello? Eu cresci em Belo Horizonte. E aí tinha uma propaganda da Interligue, que era uma telefonia de lá. E o Celton fazia. Ele ficava jogando uns líquidos, assim, pra explicar a telefonia, e eu ficava esperando passar esse comercial, apaixonada por ele.

Olha, pelo céu, tá bom. Ó, tem... Eu vou ter dois. Porque, assim, um é um crush mesmo, assim, do Alucinante, que é o Rodrigo Santoro dando banana na propaganda de Guaraná. É sem propaganda, publicidade. Meu Deus, e era uma coisa, assim, era uma comoção. Ele de rabo de cavalo, cabelo comprido, assim, dando banana na propaganda de Guaraná. Banana, assim. Só que quando criança, assim, a primeira vez que eu lembro de ter um ídolo e foi a primeira vez que eu escrevi uma carta pra esse ídolo, assim, muito emocionada, foi pro Tafarel. Pro Tafarel?

Olha, vocês estão sorprendentes, hein? Vai que é tua, damarada. Vai que é tua. O meu crush foi o Robin, do Menudão. Aquela trancinha que eles colocavam aqui. Aí eu vivi com aquela trancinha.

E tem um outro que eu não posso falar muito, porque foi crush, quando eu entrei no chão, eu falei... Ah, era crush, depois tu crush? Eu crushi. Aí é melhor não falar. Vamos deixar. Tu tu paga! Você vai fazer isso com a gente? Vamos... Você vai fazer isso com a chocada? Eu preciso! Pelo amor de Deus. Não.

Fofoca pela metade matou a fofoqueira. Bom, a gente vai... Enfiar uns brigadeiros na boca dele. Não tem uns docinhos aí, quem sabe? Sai assim pelos poros. Na cabeça de quem você queria morar um dia?

Ah, eu posso até começar. Pode. Eu fiquei assim, eu penso numa pessoa que me traga calma, que é o ciclo que eu estou, estou fazendo muita meditação, tira daqui da frente. Aqui não está muito condizente. Uma pessoa que traga uma paz para você. E aí, essa pessoa é Fernanda Montenegro. Ela parece que já entendeu o que é a vida. Ela parece que toda vez que você vê a entrevista dela, ela...

Ela tem essa plenitude, né? Já entendi o que é a vida. Então, Fernanda Montenegro, eu queria... Pra sentir a paz, não é nem... Além de ser muito talentosa, mas não é isso. Eu tenho a impressão que ela tem paz dentro dela. Você sabe que um dia eu convidei ela pra vir aqui no programa e tal, então eu troquei o WhatsApp com a Fernanda Montenegro. E desde então ela me manda bom dia grupo, me manda florzinhas, me manda videozinhos de coisa que voa faz. Como se fosse uma ser humana.

É, como se fosse uma pessoa normal. Ela é uma pessoa normal. De vez em quando a gente troca áudios, tipo, uma da manhã. Ela é notífera. Notífera. Como é que é? Notífera. Coitado, Fernando. Ela funciona à noite. Não, mas ela não vai ansiosa, né? Não fala isso. Zero ansiosa. Você bota no dois, parece que ela tá calma.

Eu acho que, pensando assim, eu queria morar na cabeça da Xuxa. Eu queria saber como é que sai da nave. Eu queria saber como é não me preocupar com contas nunca mais na minha vida inteira. E tem histórias ali que eu queria saber. Ah, ali tem história. Eu queria morar na cabeça da Xuxa pelo menos. Gostei. Eu queria muito alguém também de paz e tudo mais, mas eu agora escolhi a Narcisa. Igualzinha. Interessante.

Porque... Não é... Entender essas sinapses que vêm e se permitir falar qualquer coisa, né? É isso, se deixar levar. Qualquer coisa, porque eu penso uma coisa, às vezes não falo. Ali, né? Ela tem uma inocência mesmo, né? Será? Será? Ela vai descobrir. Eu vou descobrir, eu conto pra vocês. Me conta. Se sobreviver. Se eu sobreviver meia... Eu imagino escolher Narciso depois. Posso mudar? Posso mudar?

E pra terminar, o que vocês querem escrito na lápide de vocês? Ah, eu sei. É, já? Se podar, brota. Se podar, brota. Ela aprendeu na palestra do cara que tinha a vagina. Se podar, brota. Não era de depilação. Se podar, brota. Se podar, brota.

Eu escrevi, não há droga. Não remessa porque não há droga. Não, não, a poeira. Ah, o meu eu faria alguma coisa da dança, então do tipo, ela dançou a própria vida. De protagonista. Não sei, bonito.

Mas eu quero ser cremada. Você quer ser cremada. Então vai ter lá. Não, mas... Podia ser a nova loura do Tchan. É morta. Deixa ela descansar. Que horror! Deixa ela descansar. Deixa ela descansar. Deixa ela descansar. Meu povo, acabou o programa, você já acredita?

Eu lembrei aqui de três histórias a mais. Pois é, a gente podia ficar... Eu tenho mais algumas também. Não tem. Vamos continuar ali no camarim. Especial de duas horas. O mais importante é você que estava naquela palestra, manda os vídeos pra gente. Pelo amor de Deus, a gente precisa desses vídeos. Isso é uma coisa boa. Precisamos, se o seu irmão fez algum vídeo, queremos esse vídeo também. Do momento de Glória Mello. E queremos receber aqui Dona Elvira. Vou trazer. Porque ela tem muita história boa e de repente ela traz uma conexão dos negócios que a gente até quer.

Não é, não? Ela já conecta, né? Cogumelo, Dona Elvira... Isso, a gente já faz um tempo de bolacha. Já tem uma semana patrão. Eu tô achando que a gente vai ficar falando aqui até semana que vem, pode ser? Então, semana que vem a gente volta com mais história, mas, enquanto isso, eu tô aqui. Obrigado, meu povo. Tchau, tchau.