Episódios de Ta de Clinicagem

Pipoca TdC 12: The Pitt - Edema agudo pulmonar, urgência dialítica e polifarmácia

30 de março de 20261h10min
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1º Encontro TdC - Simpósio Anual de Atualização em Clínica Médica 


Um dia inteiro de Clínica Médica, com temas cuidadosamente selecionados para responder à pergunta que mais importa: o que muda minha prática?
Se você é residente, médico recém-formado, especialista ou estudante de Medicina e gosta da forma como o TdC discute medicina baseada em evidências, esperamos você em São Paulo no dia 22 de agosto.

Garanta sua vaga através do link: https://www.tadeclinicagem.com.br/eventostdc/1-encontro-tdc/


Nova temporada do Pipoca TdC no ar!🍿

O Pipoca TdC é um podcast bônus do TdC. Um espaço pra conversar sobre séries, filmes e medicina de um jeito leve e descontraído.
Depois de duas temporadas falando de House, agora é a vez de The Pitt, acompanhando os lançamentos semanais.
É só dar o play e aproveitar!

Assuntos4
  • The Pittepisódio 12 · plantão · agitação psicomotora · edema agudo pulmonar · polifarmácia
  • Casos Clínicos e Resultados Práticosintoxicação alcoólica · erro médico · insuficiência respiratória · hipercalemia
  • Saúde Mentalburnout · estresse pós-traumático
  • prescrição médicainterações medicamentosas · prescrição em cascata · medicamentos inadequados
Transcrição187 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Fala, queridos ouvintes, queridos telespectadores, está começando mais um Pipoca TDC especial, segunda temporada de The Pit. Eu sou o Jonathan Zanovelli. Eu sou o Lucas Cirilo. E eu sou o João Urbano. E hoje nós vamos falar sobre mais, o mais novo episódio da segunda temporada de The Pit, que é o episódio número 12. Então, teoricamente, é o fim do plantão, né?

Ali, ó, nas 6x7. Nas 6x7, aquele gás final. Aquele final sprint, né? Eles até falam isso na série, né? Um sprintzinho ali final. Pra terminar, passar o prontão legal pro coleguinha, né? É um momento importante, né? Mas antes sim, antes da gente começar, a vinheta.

E lembrando aí, Jonatas, que o plantão não tava tão tranquilo assim nessa passagem, né? Ainda tava ali o caos reinando, né? Tava meio tumultuado, né? Um plantão que eu, como plantonista, não gostaria de pegar, né? Nossa, exatamente. Aquele plantão que tá puxado, tá sugado.

Tá tudo sem sistema, bagunçado, não sei se tem senso, a galera que vai chegar tá ferrada. Mas olha que legal, a galera passou o plantão ali, tá passando o plantão, vai chegar na sua casinha, vai pedir uma janta no aplicativo lá, e vai assistir sua televisão, ligando lá em quê? Em The Pit, Pipoca TDC. Pois é, a gente vai se dar.

Jantinha TDC, tá? Janta liberada. Janta liberada. Aí o Douglas Silva, a Ana Abreu, 25, 24, eles criaram o termo Jantinha TDC. Já existiu o almoço. Liberada a janta e aqui talvez o evento. Olha aí, olha aí.

0% com inteligência artificial. Essa imagem, né? Isso aí é inteligência com inteligência. Foi feito à mão, né? Bom, galera, o que a gente está falando aqui, né? Só pra quem... Como que a gente tem audiência rotativa, né? Então, pessoas que estão começando por esse episódio. A ideia que a gente teve de fazer uma livezinha pra gente comentar o último episódio da segunda temporada de The Pit e também o que a gente achou da temporada como um todo, comparar com a primeira, contar umas histórias aí, né? Enfim, dá uma fazer um grande...

Uma grande festa, uma grande celebração no final de The Pit. Aí o que a gente vai fazer? A gente pede, vai pedir uma pizza, né? Vamos pedir uma pizzinha aqui, vamos comer. Aí vocês pedem em casa, aquela bagunça legal e divertida, né? Eu não sei, né? Houve uma promessa que eu iria vir vestido de Rob, na verdade vestido de Evil Can Evil, mas eu tô achando que não vai acontecer. Depende do desfecho, né? Depende do desfecho. Eu tô achando que o Rob não vai sofrer um acidente, tá galera?

Bom, qualquer coisa, anota aí na sua agenda, tá? Vai ser dia... Que dia que é? Dia 16, né? 16. Era sexta-feira? Era sexta-feira, 16 de abril. Parabéns pelo profissionalismo de não ser nem anota. Anote aí, meu amigo. É sexta? Dia 17.

dia 17, olha aí, estamos sabendo bem, né? Dia 17 de abril, horário. Vamos colocar ali, né, 7h30, 8h, porque é o tempo da galera chegar do plantão, chegar em casa, tirar o sapato, né, dar aquela relax, e aí a gente começa a live, beleza? Perfeito. Aí, é isso, pessoal. Voltamos, então, agora vamos falar do episódio?

Vamos falar do episódio The Pitch. Então manda aí. Cara, o plantão agora é aquele período então das 6 a 7, que é arrumar a casa pra passar o bastão. Duas coisas interessantes nesse plantão, né? O primeiro deles é que a gente descobre que um dos personagens já foi embora. Que é o seu melhor amigo, o Golvi.

ele tá ali ele foi pro centro cirúrgico acompanhar o paciente lá que teve a toracotomia com o aneurismo de aorta roto, né? eu vi que teve muito comentário aí, eu não sei se você colocou no final aí do vídeo, mas... da galera que imaginava a sua reação gente, olha, nem queira imaginar a minha reação vendo ali, mas assim, né? eu vou palavras fortes que eu vou proferir agora, tá? se preparem, mas o Golby vem ganhando um pouco a minha simpatia, né?

No sentido que ele vem se mostrando que, depois daquela casca de babaca que ele apresentou, um médico sem empatia e tudo mais, que é um problema per se, mas ele tem uma coisa ali dentro. Ele se vê ali incapaz, muitas vezes ele se vê preocupado com aquele... Será que aqui é o ambiente que eu gostaria de trabalhar? Ele chega tão cheio de esperanças e depois ele vai perdendo. Eu acho isso legal na construção do personagem.

que era o que a gente imaginou até que ia acontecer. A questão do erro, pô, cara, assim, foi um erro que quantas pessoas já não deixaram passar um erro parecido, né? E acho que serviu até de aprendizado, né? De lembrar ali que realmente a cólica renal pode simular ali uma ruptura de aneurismo. Então, é um erro ok, sabe? Assim, no caso super grave, né? Trataram na série como...

Se o cara tivesse cometido um crime, como se fosse muito fácil de distinguir com exame clínico ou com outra coisa assim. Muitas vezes não é. Em muitos serviços, eu nem sei se é rotina passar um ultrassom na horta pra avaliar se teve rutura de aneurismo. Eu acho que existe indicação, mas é um erro que pode passar despercebido mesmo. Então eu acho que pesaram um pouco no pé dele. Apesar que não pisaram nem tanto no pé dele. Na supervisora dele. Na morra.

Desculpa aí que eu perdi a chance de comentar, mas assim, ô Gouvi, você tá ganhando minha simpatia, aproveite que isso é raro. E os espectadores também deixaram aí um comentário legal, né, Lu? Isso aqui veio lá do podcast no Spotify, o André Veiga, ele comentou eu sou cardiologista e intensivista, tive o caso de um paciente com suspeita inicial de neofilatíase, o paciente já chegou dizendo diagnóstico.

que é bem parecido. Exatamente igual. Fez hipotensão na sala de medicamentos, deu entrada na área vermelha com hipotensão refratária, tinha uma massa abdominal palpável, amaneurismo arroto abdominal, óbito, e aí sacando também um pouco da gravidade, né, que é esse cenário. Mas você vê aqui que ele fala, ó, o paciente tava hipotenso, cara, o paciente com nefroletis hipotenso...

você já fica um pé atrás. Ou ele tá fazendo uma pielonefrite. A gente espera até que ele esteja hipertenso pela dor, né? Exatamente. O cara tem um mal sinal. Refratário ainda, meu parceiro, aí, né? Então, assim, ele dá sinais, né? Que não parecia muito o caso da série aqui. Ele melhorou com analgésico. Ele melhorou com analgésico. Então, assim, né?

Mas muito bom relato aí. Valeu, André. Obrigado. Bem top. E caindo agora pros casos do plantão, o primeiro caso... Que foi o gancho do final do passado. Que foi o gancho do final do passado, que foi a agitação psicomotora. Era um paciente que chegou inicialmente com uma intoxicação alcoólica, ele tava rebaixado. Quando a enfermeira, a Emily, tá atendendo ele, ele acorda... Ema, Ema. Ema, Ema. Isso. Tá uma cara de Emily, né?

Ele acorda super agitado, já... Agarra ela pelo pescoço. Agarra ela pelo pescoço. Dá um mata-leão, né? É, basicamente um mata-leão. Agride ela ali. E o episódio começa com... Com essa agressão, né? Com essa agressão. Temos aí a... O código bambolê. O código bambolê.

Alguém entendeu isso aí? É um código, acho que eles usam pra sinalizar violência contra profissionais de saúde, né? Eles falam no episódio. Mas o... Ah, não, isso aí eu não sei. Eu não entendi. Também, deve ter alguma coisa. Quem souber, por favor, aí já comenta. Como profissionais, a gente não pesquisa.

E aí a gente vê o atendimento, né? E aí rola uma situação onde a própria enfermeira, né? Ela prescreve, não, né? Ela aplica uma contenção química no paciente. Um benzo I.M. que ela faz? É, é. O que dá a entender que é um benzo I.M. E aí um pouco do caso, a gente comenta um pouquinho depois, foi essa tensão em relação a ela ter...

ter feito a aplicação do Bejazir à contenção química sem ter passado por uma avaliação médica. Exato. Mas trouxe um frame do dia a dia aí que é a agitação psicomotora. Exatamente. E aí a gente...

Pra falar um pouquinho mais dessa parte mais técnica, a gente trouxe também algumas questões em relação à causa de agitação psicomotora, que a gente tem, essa é uma tabela nossa lá do Guia TDC, do nosso tópico de agitação psicomotora, né? Onde a gente tem esse mnemônico aí legal pras principais causas de agitação psicomotora, que é o Find Me, que a gente tem... Find Me, né? Me ache, né?

Que aí a gente começa com causas psiquiátricas, com causas infecciosas, principalmente envolvendo o estímulo nervoso central, causas neurológicas, intoxicação por drogas, que é o caso aqui demonstrado na série, causas metabólicas e endocrinológicas. E aqui, uma coisa interessante que eles falam, até depois um pouquinho, a McKay vai lá e conversa isso com ele, né? Tirando um pouquinho da história, viu que ele teve um uso concomitante de álcool e cocaína. Gera o metabólico chamado de...

Coca etilena. Exatamente. E eu fui pesquisar, que é uma coisa que eu não tinha ouvido muito falar sobre isso. E eu fui achar especificamente numa revisão do New England de 2001. Top, tá? Que é uma revisão de efeitos cardiovasculares e complicações de uso de cocaína. E ele fala num dos últimos parágrafos, isso aí, que as pessoas que usam cocaína e temporalmente próximo tomam também álcool, né? Podem ter aí, paradoxalmente, uma potencialização dos efeitos da cocaína. Então, pode aumentar aí os níveis de cocaína em até 30%. E aí

E o álcool junto com a cocaína também impede a recaptação da dopamina. Então, causam aí uma agitação, um estado hiperdopaminésico que leva a uma piora dessas agitações psicomotoras. Então, realmente é uma coisa que pode acontecer. E é uma coagesta muito comum.

É muito comum. Eu queria falar, a agitação a gente vê na prática, né? O pessoal que usa cocaína e bebida alcoólica e fica super agitado. Mas eu não conhecia justamente esse metabólico. Esse efeito cinérgico, né? Esse efeito cinérgico, assim. Eu tinha a impressão até que muitas vezes um freava o outro, né? Exato. Isso é o que é o esperado, né? A gente pensa que o álcool é mais como um efeito mais inibitório, né? E a cocaína é mais como um efeito mais excitatório. Mas com esse uso conjunto pode ter aí um efeito cinérgico pra aumentar.

os efeitos excitatórios. Eu achei curioso que o caso foi meio bifásico. Ele chegou um pouco rebaixado. Ele não acorda hiper simpático, tem estacádico, mas acorda meio paranoico. Pelo contrário, ele acorda nada simpático. É, é. Caraca.

A gente entrega o humor também, rapaz. O humor. E aí o caso entra na questão da prescrição da contenção mecânica. E aí é até uma coisa da contenção química. E aqui é importante entender o papel da contenção. Eu acho que o paciente agitado está oferecendo primeiro um risco a si de autoagressão, autoinjúria.

E depois também ao ambiente, aos profissionais, a heteroagressão, a heteroinjúria. A contenção sempre é verbal, o primeiro ponto é esse, a postura não combativa, o descalonamento da situação para aquilo não virar algo pior. Então até o papel do profissional durante o atendimento não é um papel de embate, de confrontamento.

Que muitas vezes o que a gente acaba vendo na prática, né? Se o profissional de saúde pega um ranço do paciente, ou fica de saco cheio, o paciente tá levantando, gritando, etc. Ele vai lá numa postura totalmente combativa, né? Isso aí você não tá descalonando nada. Tá escalonando o problema, né? A ideia é, inclusive, de entender isso como uma patologia, porque aí você despersonaliza a situação ali e entende que aquilo é um momento de descalonamento, mas é quase uma terapia, né?

Exato. Quando o descalonamento não é eficaz, ou quando a situação já é de agressão ou risco iminente... Ou heteroagressividade, ali a terceiros, né? Aí a gente também faz uso da contenção química, né? Que é o sedativo, o agonista, junto com a contenção mecânica também, né? Teoricamente é pra ser mais temporária, né? Com a contenção mecânica, né? Justamente pra você ter tempo e ter a contenção química, né?

Exato, e evitar também injúria e tudo mais. Exato. Essas coisas acontecem em comum, só que, de fato, a contenção química, ela passa por uma avaliação médica. O seriado traz ali um contexto, traz a agressão da temporada passada da Dana, né? Exato. Ela foi agredida no estacionamento, fumando, e aí o que dá a entender é que ela já tinha, e ela sempre andava com... Com um sedativo no bolso. Com um beijo azepínico ali no bolso, um sedativo, né? Um beijo azepínico e tal, e o Rob, ele...

ali, assim, faltou um, sei lá, um acolhimento maior. É claro que o Rob, assim, ele embalacou de vez. Eu acho que, assim, é proposital, né? Ele virou a personalização do PS ali, né? Ele não tá mais como humano, né? Outra coisa que a gente fez, essa colocação que tu deu, assim, porque eu sinto que o Rob, assim, o The Pitch, o pronto-socorro, ele tá uma simbiose com o PS. Ele tá virando...

ambiente, né? Ele tá virando o ambiente, cara. O ambiente ali, é um clichê até falar isso, mas o ambiente é um personagem ali, né? E ele tá se unindo, virando uma amálgama só, porque o cara tá ranzinza, né? E isso é até muito comentado também nesse episódio, tanto é que isso evolui...

durante o episódio, pra aquele pensamento centralizador ali do Rob, né? Que ele também fica recorrentemente falando. Não deixe isso aqui virar cinzas. Quando eu vou embora, cuido aqui direito. Então, como se ele fosse só o pronto-socorro e quando ele sair dali, ninguém vai conseguir fazer o que ele faz. O cara, o ego do fera ali também, né? É gigantesco. Quando eu sair aqui, isso aqui vai cair.

A Dana dá uma dele, né? Ó, isso aqui existe antes de você, com você, e vai continuar existindo quando você for embora. Só eu aplaudir. Dana, como sempre, né? Cara, inclusive a Rochimi tá vindo aí, né? Pra substituir. Exato. Se bobear, ela vai dar um potência melhor, né? Dar um olé ali. Porque, tecnicamente, a gente já viu que ela é muito boa também, né? Exatamente. A gente comenta isso um pouco mais à frente. Jack Abbott também está aqui, né?

O problema dele é que a SWAT tá exigindo muito dele, ele não pode assumir a jornada. E outra coisa também que é um ponto de atrito muito grande que a gente não comentou, né, que uma das coisas nesse atendimento que deixa a ser entendido, né, que quando todo mundo chega ali, o paciente tá ali com o nariz sangrando, né, e aí o Rob fala, o que foi que aconteceu? Aí a Dana desfaça e faz, ele caiu. E aí isso não é mostrado pra gente na série, mas ficou, mas ficou muito subentendido de que a Dana tchau, tchau.

Deu ali um soco no paciente, ou então agrediu o paciente pra impedir a continuidade da agressão à colega da EMA, né? Eu tive a impressão que ela deu um socão. Com certeza. E aí, esse aí também é um ponto de muita sensibilidade aí, né? Eu luto.

de novo, né? Ali o paciente é enfermo, né? Então, por mais que a situação seja extrema, né? De novo, o profissional de saúde, ele vai agir pra conter o dano, né? Não derivar dano, mas aí eu acho que, de novo, né? Tudo é a maneira como você conduz o Rob, a postura dele inicial, né? De menos acolhimento e mais inquisição.

Não dá a abertura e a confiança que talvez a Dana precisasse ali para explicar o que ocorreu e tudo mais. Isso depois, óbvio, tem que ser corrigido. De novo, imagina, dali deriva um TCE, uma fratura, uma coisa para o paciente. O Serviço de Saúde causar isso, independente do paciente estar agitado ou não, é um erro. Mas a situação é extrema e o acolhimento ali era bem-vindo.

É curioso que nessa mesma temporada eles mencionaram aquele protocolo que eles têm dentro. Isso, lá no começo. Esse é o bambolê? Não, né? É um protocolo que elas mencionam de identificar um paciente com um vício de agressão. O problema é que esse cara, teoricamente, não tinha um trabalho. O cara não era cidadão.

Foi uma fatalidade e mostra de novo como em situações de estresse às vezes a coisa sai do controle ninguém lida da maneira mais adequada possível para a situação. Foi interessante Muito bom Aí o cara no fim, ele não tem nada ele faz a radiografia, está bem eu acho que ele está contido ainda por conta da agitação e não sei se isso vai virar mais alguma coisa E aí nós vamos para uma cena que

antes dessa aí que é muito boa o famoso banheiro do The Pit o banheiro é o terapeuta escuta todas as lamentações a Dana entra lá e fica merda, merda, merda xingando lá não sei se isso vai gerar uma consequência pra ela também ou só foi um alívio ali do estresse da agressão, etc coisas pra próxima temporada que talvez desenrola as consequências vão vir no futuro o cara fica falando que vai processar

como a gente viu também nessa temporada, que foi o resquício da mel, do paciente da temporada passada lá da meningite vamos ver se isso vai repercutir para as próximas agora sim, agora indo para o nosso próximo caso um caso nefrológico cara, esse é tipo

Puxar o fogo aqui pro meu amigo Dá um tchau ali pra câmera Bom, esse caso aqui Se eu não me engano é um menino Que tinha acabado de ser habilitado Quando eu olhei antes dele falar Eu tinha falado, cara, esse menino é menor Mas lá é 16 Enfim

E aí chega lá, o desesperado, com o pai, né? O pai espumando ali, né? Sem saber a queixa, já dava pra saber o diagnóstico. Já dava pra saber. Já dava pra saber o diagnóstico. O conteúdo proteínáceo. Exato. Meio avermelhadinho ali, né? Enfim. E aí chega lá o paciente. Ele já era dialítico, né? Isso. É um paciente dialítico, né?

perdeu a sessão da diálise, e ele chega ali com um quadro de insuficiência respiratória. Cara, isso aqui é o dia a dia do nefrologista. Isso aqui é o nefrologista que faz ou o cara que trabalha em clínica de diálise, né, acontece muitas vezes o paciente perder uma sessão de diálise, voltar em outro momento super, a gente fala, encharcado, né, mas é super hipervolêmico, né, porque o que acontece, muitos pacientes que fazem diálise, eles não urinam mais, né, nem todos, alguns tem diureza residual, que ajuda bastante, né.

mas muitos não urinam mais. E aí o que o cara faz? Ele vai na diálise lá, seja todo dia, seja segunda, quarta, sexta, enfim. E aí tira um pouquinho, um pouquinho, pra tentar deixar ele no seu peso seco, né? O peso dele sem estar com excesso de volume. E aí quando o cara perde uma sessão de diálise, é um dia que ele tá perdendo de retirar volume, e é um dia que se ele não urinar, ele só tá ganhando volume. Somado a isso, há outras comorbidades que o paciente tem, né?

Hipertensão, às vezes muitos pacientes têm insuficiência cardíaca, porque já sofreram outros eventos cardiovasculares prévios, etc.

isso pode levar ao quadro muitas vezes de edema agudo de pulmão que foi o quadro aqui do nosso colega, então o paciente chegou aí super congesto anasarca... não, desculpa ele tava super congesto, despineico rebaixado, e aí o pessoal foi na ausculta ali já que mataram

que mataram. É tudo, né? Mataram o diagnóstico, no caso. Pela história, já suspeitaram, né? E aí, na avaliação... Na avaliação, fica bem evidente. Hipertensos, taquicárdico, creptando, né? Linhas B na avaliação do... Muitas linhas B no ultrassom. Do Pocos. É o edema agudo. O néfro sente cheiro de longe, né? O néfro, ela passa ali, ó.

uma coisa pra resolver, diálise. Diálise pra tirar volume. Só que no pronto-socorro aqui, no pronto-socorro aqui, tem tudo. Só não tem diálise. Só não tem um néfro ali pra resolver rápido. E nem a máquina da diálise. Os caras fazem tanta coisa, quando dá pra escrever uma diálisezinha ali, um néfro on call. Tem muitos pronto-socorros que não tem diálise no pronto-socorro exatamente, ali no lugar, na sala de emergência. Não é uma coisa tão comum. Inclusive, muitas vezes o paciente precisa ir pra UTI pra dialisar, ou enfim.

cada serviço tenha sua forma diferente aí. Só que assim, o cara chegou ali no risco iminente, né? O risco iminente e talvez a diálise em 5, 10, 15 minutos não ia dar tempo realmente de chegar e talvez esse cara não tivesse 5, 10, 15 minutos aí se eles não tivessem intervido. Ah, não, com certeza. É porque a gente tá comendo a pauta próxima, né? Que é a terapia que eles instauram, né? Exato.

Bom, vai dizendo aí como que eles conduzem, que depois eu quero falar um pouquinho sobre isso. A primeira coisa que eles vão falar é a questão da via aérea, né? Porque o cara tem insuficiência expiratória, alguém já viu ele falar, vamos entubar aqui? Aí o Rob já viu ele falar, ó, se possível, é melhor evitar.

Então, e essa frase é muito boa, né? Porque edema agudo pulmonar é uma das causas que a gente sabe que a terapia com ventilação não invasiva, pressão positiva, né? Tem benefício, né? Tem benefício, ajuda, previne ele de ser entubado, tem impacto em mortalidade, tem impacto em desfecho.

se eu não me engano, é outro nome de estudo incrível, que é o C3PO. Então é C3PO. É C3PO, o nome do trial, bem famoso. Então assim, ele já é nota 10 na acuraça dessa primeira condução, e a segunda que ele já tem ali nos sinais vitais, é, né, ó, o cara tá com a pressão 200 por 130, de 120, e aí aqui, esse é um caso que ele é legal, porque ele também não é tão trivial assim, né.

Porque tem dois tipos de edema, né? Tem o edema agudo de pulmão hipertensivo, que é o que o pessoal chama de flash edema, porque ele vem muito rápido, ou o escape, né? Que é o acrônimo pra tempestade, catecola minérgica, com edema agudo pulmonar. Sim.

E que isso é uma coisa que o cara vai se desenvolver de minutos a horas. Aquele cara que você tá bem de manhã. Tá em casa. Tá bem, ou tá na enfermaria, você passou visita, ele tava ok. De repente, tem uma descarga adrenérgica, algum trigger, alguma coisa. Abstinência, reconciliação medicamentosa, doença, qualquer coisa. Ele fica hipertenso. Aumenta ali o trabalho do coração. Vai líquido pro pulmão, dado espinéia. Dado espinéia, ele fica hipertenso.

E ele vai entrando num ciclo de degeneração. Que é mais ou menos... Roubei esse aqui do Internet Book of Critical Care. Muito bom. Muito famoso. É um tópico ótimo do Farca sobre demagulho de pulmão. E é um ciclo vicioso que o paciente vai degenerando e ele vai ficando cada vez pior. Isso aqui é aquele cara que estava bem...

e entra em código à noite com edema agudo de pulmão. Esse é agudo agudo. Adorei o comentário ali. Epinephrine makes people feel horrible. É. Por que será, né? E aí, o outro lado da moeda é o paciente que tem um edema subagudo de pulmão, que é o cara que vai enchendo o tanque, né? Que é o caso. Que é o caso. Muitos pacientes em diálise que não fazem diálise. Exato.

E existe a sobreposição dos dois. Então é um contínuo. De um lado é o cara subagudo, que ele vai ficando ruim ao longo de dias, as semanas. O cara que ficou muito ruim. E o cara que pode ter ficando ruim um tempo porque perdeu a diálise. Aí fica muito hipertenso e entra numa cascata degenerativa. Como você falou, né? O cara pode ter IC, pode ter hipertensão, não sei o que. Então as duas coisas se misturam, né? Perfeito. É legal entender mais ou menos em que polo tá, porque o tratamento muda, né?

Ah, legal. E aí o que vai mudar? É. Então, o cara que tá com o tanque cheio, a prioridade aqui é... Esvaziar o tanque. Esvaziar o tanque. Agora, o cara que tá com o redema agudo hipertensivo, aí aqui a prioridade é diminuir a pós-carga pra ontem, né? Tem que ajudar o coração do cara a bater. Como que a gente ajuda o coração do cara a bater? Vai agilatar ele. Nos dois cenários... Basicamente, a ideia é assim, né? Eu gosto de imaginar assim, tu tem uma mangueira, né?

E quando o cara tá super hipertenso, essa mangueira é como se ela tivesse um nó. Tem que desdar o nó.

que é o que a gente chama de pós-carga, né? A ideia é você desdar esse nó, né? Que pra nós médicos, né? Seria vasodilatação, pro coração conseguir trabalhar um pouco mais smooth, né? Um pouco mais liso. Sem tanto esforço, né? E se o tanque estiver cheio, é ir lá e esvaziar o tanque.

Aqui eles acabam fazendo as duas coisas. Eles fazem as duas coisas, mas eles dão ênfase para a principal medida, porque é isso tudo, essas duas etapas, elas são ótimas, importantes, mas se tiver que escolher uma, a gente vai escolher VNI. Porque é isso, como a gente falou, do C-3PO, qual que é o grande benefício da VNI? Primeiro, dessas três intervenções.

é a que tem maior impacto em mortalidade, ele coloca o NNT ali de 1 para 17 para a morte, e 1 para 13 para evitar a intubação, que são números para tratar ótimos, né? E a grande questão é, colocou o paciente na VNI, ele já vai ter uma melhora de pós-carga por conta da pressão positiva, então você já começou a tratar ele. A prioridade aqui é VNI. Eles falam no episódio uma coisa que eu não tinha pressão de adição.

que é, vamos chamar a equipe respiratória, não sei se essa equipe respiratória é o fisioterapeuta. Será que veio, né? Finalmente, né? O físico... Eles não têm rosto, eles não aparecem, mas eu acho que é isso. Eles colocam na máscara ele inicialmente, eles colocam ele na máscara inicialmente, depois trocam pro Kinafe até, né? Quando ele melhora, ele vai pro Kinafe, mas inicialmente ele vai pro VNI, ele começa a ter uma resposta, né?

eles vazam, dilatam ele, e tem uma outra terapia que cai muito bem às vezes, né? Principalmente quando o paciente não é dialítico, que é a furosemida, né? Você faz uma diurético-terapia pra tentar literalmente aí tirar o volume do paciente. O problema que acontece nos dialíticos é que não todos, mas a maioria deles, não diga a maioria, né? Mas não todos, mas alguns não urinam, né? Então não adianta você fazer diurético no cara que não tá urinando, né? E aí precisa tirar volume. E aqui...

Aqui é feito um negócio que é loucura. Antes disso, se você gostou dessa discussão de edema gol de pulmão, temos episódio de manejo de edema gol de pulmão. Gratuito no nosso Spotify. Aqui na feed do YouTube ou do Spotify, no nosso podcast, tá bom?

Vou fazer um relato aqui, antes da gente vai falar agora da famigilidade da flebotomia, né? Cara, é o seguinte, eu trabalho num lugar, não deu caso aqui. E aí lá tem um plantonista mais velho e tal, ele chegou pra mim e falou assim, cara, você que gosta de clínica médica, né, tal, CNF, eu te falo um desafio, desafio clínico aqui. O que a gente faz no paciente anúrico num lugar que não tem diálise quando é maguro de pulmão? É, fica.

transfere para um lugar que tem aqui a hálise, né? Vaso de lata, VNI... Não, não, além disso, além disso. Além disso, cara, não sei. Isso para mim é o standard, né? VNI, VNI, vaso de lata e Brasil. Não, não, não.

flebotomia. Tirar sangue. Aí eu falei, cara... Aí eu fiquei, me recolhi a minha insignificância, né? Eu falei, ah, eu sou ok, boomer. Eu posso te falar uma coisa? A Al-Hashim concorda com ele. Ela falou, podemos tentar flebotomia. Cara, a hora que eles falaram isso na Cef, eu falei, não é possível, que eu estou ouvindo isso com meus próprios olhos, né? Com meus próprios ouvidos, né? Mas é, flebotomia.

Cara, aí aqui é sangria, né? Nome chique pra sangria, né? Ir lá e tirar um pouco de sangue. A ideia é, você não consegue fazer o cara urinar, você não consegue fazer o cara tirar a volumina de alisa, que não consegue dialisa rápido. O que tu vai fazer? Tira sangue do cara. Eles até falam assim, ah, o paciente é renal crônico, ele pode ter anemia, né? Eles tinham um HB lá de 9.2, eles ficaram meio tipo, putz. Mas aí acabaram fazendo, né? Agora assim, vocês foram atrás de evidência disso?

Não. Eu também não. Até porque... Eu sei uma curiosidade histórica sobre essa questão de tratamentos alternativos para edema, principalmente no contexto de insuficiência cardíaca, né? Tá. Que é a sangria seca, já ouviu falar?

Sangria seca. Não, nunca ouvi falar. O racional fisiológico é você diminuir a resistência periférica. Você assim, diminuindo a pós-carga, né? Facilitando ali o trabalho do coração. Como é que você fazia isso? Isso, historicamente, é séculos atrás.

Historicamente, eu falo o quê? Tipo, o físico, assim? É, tipo 1700 pra trás. Que era você fazer garroteamento de três membros rotativamente. Você fazia garrote das duas pernas e de um braço, esperava um pouquinho, aí trocava pro outro pra não esquemiar, porque você excluía os outros membros da circulação, e aí você facilitava o trabalho pra... Você basicamente priorizava ali os órgãos nobres. Justo.

Isso é uma coisa bizarra. Você lembra aqueles memes lá? Mais gênios, tá? Aqueles médico medieval, bico de pássaro. Aí depois mostra nóis, assim. Tipo, o Dow Grand, hein? Fala de visual, de estilo, né? De visual e estilo e olha isso aí, pô. Não, sangria seca é loucura. Cara, bom.

Seguindo aí, alguma consideração mais sobre isso? Enfim, ele tinha fisto, já idealizava. Na vida real tem uma diálise ali. Eles não precisariam... Eu acho que assim, na vida real, vem NINI, vai dilatar, chama a nevra. E daria certo. E cuidado com o potássio que eles tiveram aí também. Isso. A gente nem colocou essa questão na discussão, mas teve uma certa burrada ali com...

Com a questão do potássio. Nessa hora, no meio do episódio, o Hashimi descobre o background do Langdon. Porque o Rob já tá meio de sapicheiro e ele fala tudo. Ele fala, é, ele tava roubando medias de azepina porque ele era viciado, ele voltou aqui e é por isso que ela não gosta dele. Que a Santos não gosta dele. Aí o Hashimi fica...

atordoada com essa informação e depois ela volta zero papo com o Engel que ela tava até meio puxando ela gostava dele e assim, ela volta zero papo do tipo assim tudo que ele falou e que tava certo ela desconsiderou e deu alternativas do tipo plebotomia aí ele fala, por exemplo, na hipercaremia 1 fazer glicosilina, a solução polarizante

Não, a gente vai fazer só o Betagonista, né? Só uma coisa, me incomoda um pouco, assim, tanto da parte da Santos, tanto da Al-Hashimi, né? Tudo bem, o cara cometeu um crime, né? Que roubou o medicamento ali do pronto-socorro, né? Mas me incomoda um pouco assim que não olhar pro Lenton como um paciente também.

como uma pessoa que tinha uma condição uma doença, tinha um vício buscou tratamento e não, cara, olhando ali pra ele como batendo, sem contar que nessa série a gente já viu gente tomando atitudes também por se dizer assim, borderline por exemplo, a Dana mesmo ela pede medicamento pra dar pra outra enfermeira, coisa que não é pra ela pra dar aquela burlada no convênio isso foi uns três episódios atrás

Então assim, cara, me incomoda muito o fato de como eles estão lidando com... Esses personagens estão lidando com o Lenton. Seletivamente, né? Seletivamente. Óbvio que faz parte ali do... Na minha crítica não é a série de forma alguma, né? Minha crítica... Eu acho que é mostrar isso também. Exato. Eu acho que eles querem mostrar isso pra gerar esse conflito, né? Essa hipocrisia ali. Até por parte dos profissionais de saúde. Não olharem o colega como também um profissional de um paciente.

E no caso do Rob, a gente até entende um pouquinho mais, porque houve uma quebra de expectativa muito maior, né? Sim, sim. Mas com a Rochime, ela acabou conhecendo ele naquele dia, tava gostando dele, não tem uma razão tão intensa pra ela ter uma quebra de expectativa dessa maneira. A Santos chama ela de robô, né? Ela chama esse robô aí, como se ela fosse objetiva demais, né? Alguma coisa assim. E tem uma coisa também do profissional de saúde, assim, né? É um...

é uma população de risco por ter acesso também a medicamento de maneira fácil. Sim, a gente sabe disso. E outro ponto é, a sociedade impõe maior esforço para a formação de um profissional. Então, quando há um desvio, uma adição, algum problema de saúde...

Eu acho que é de interesse reabilitar para que ele possa voltar a exercer o trabalho, porque foi investido tempo, dinheiro e recursos da sociedade como um todo para esse profissional. Enfim, aquela coisa, quem somos nós para julgar? Eu acho que não deveria ser uma coisa tão dicotômica assim. Profissionais de saúde não são robôs, máquinas perfeitas, isentas de emoção, objetividade, essas coisas.

E sobre isso do potássio, só pra gente retomar, é que, né, Jônatas, se o paciente é dialítico, perdeu ali uma sessão de diálise, ele vem com a descompensação hipervolênica, ele também tá em risco de ter as outras descompensações da falta de diálise, né, as principais é hipercalemia e acidose metabólica, né? Perfeito, Jônatas. Então, assim, as que ameaçam a vida ali mais rapidamente, né, hipercalemia, né, um potássio elevado, alguma referência coloca acima de 5,5, outras acima de 6, varia um pouquinho, né?

Mas assim, que coloca diretamente o risco à vida, a gente considera a partir de 6, lembrar que esses pacientes precisam do eletro, fazer gluconato de cálcio, a partir de 6,5 mesmo sem eletro, etc. Agora uma crítica aqui que eu fiquei, é porque assim, quando a gente fala de hipercalemia, a gente tem alguns tratamentos, além da diária, alguns tratamentos que a gente pode fazer. A gente pode botar esse potássio pra fora do corpo, seja com furosemida, seja com loquelma, o ciclo silicato de zircônio.

Eu ia citar um aqui que eu nem vou falar. Nem vou falar o nome dele. Eu sei o que você quer falar. Não, não, não. Não faça isso. Mas essas são as terapias de expulsão, né? E tem as terapias que botam potássio dentro da célula. Acho que a gente até falou isso aqui. Em algum momento. As terapias de shift. Aqui a gente tem bicarbonato. A gente tem...

os beta-agonistas, e temos a insulina, né? Insulinoterapia, as principais. E aqui na série, geralmente na nossa vida, a gente acaba optando por padrão ouro, né? Botar pra fora, diurético, principalmente, furosemida, né? O loquelma, quando o paciente consegue urinar, no caso do diurético.

Ou, se não, a gente tenta fazer aí as medidas de shift. Às vezes a gente faz até as duas juntas, né, em conjunto. A questão aqui é que eles ficam numa rusga, né, porque... Ah, não, vai fazer o betagonista? Não, vai fazer a insulina, né? Não, prefiro um, prefiro outro.

Geralmente na prática a gente acaba fazendo os dois juntos. A gente sabe que a insulina tem o potencial de reduzir até em um MEC, mais ou menos, o potássio ali naquela primeira que a gente faz. E o betagonista, o albuterol, acho que é o que ele usou aqui, também tem essa capacidade de reduzir até em um MEC. É 0,88, é um MEC. A questão é que, assim...

Quando você faz insulina, existe sim o risco teórico do paciente, não teórico, existe sim o risco do paciente fazer hipoglicemia, por isso que a gente dá insulina com glicose pro paciente. E aqui é o ponto de crítica deles, né? Ah, a gente não vai fazer insulina aqui porque a gente tá sem equipe de enfermagem pra ficar fazendo monitorização do destro, né? Porque querendo ou não...

existe essa recomendação. A gente vê que na prática muitas vezes não é feito, né? Essa recomendação de ficar monitorizando o destro depois que você faz a glicoinsulina. Mas, assim, errado eles não estão, né? Mas ao mesmo tempo certo também não, né? Porque até o próprio salbutamol, né? O betagonista, ele é em adição à glicoinsulina, né? Ele é um potencializador ali. Então, assim, fazer ele isolado num cara que não vai ligar a diálise...

No fim, eles realizaram o cara com fulgotomia. Duas coisas que eu queria falar, uma coisa importante. Quando o paciente tem uma disfunção renal importante, principalmente esses que são dialíticos, eles têm um risco maior de fazer hipoglicemia depois que recebe insulina, porque essa insulina fica recirculando, tem dificuldade, tem uma parte de excreção dos metabólicos da insulina.

pelo xixi, pelo rim, e nesse paciente não tem isso, eles não conseguem fazer isso, então ela fica recirculando e aumenta o risco dele fazer hipoglicemia. Então, um pontinho pra série. Mas, tem um outro detalhe que, se o paciente ele tá com hipercalemia, não tem tanta alteração no eletro, não tem alteração no eletro, não tá correndo risco de vida iminente, e tem uma perspectiva de fazer diários ali nos próximos, sei lá, 30 minutos, 1 hora, talvez não seja tão interessante a gente fazer terapia de shift, botar o potássio dentro da célula.

Por quê? Porque na diálise, a gente vai pegar o potássio que tá no sangue e tirar. Se você botou o potássio dentro da célula antes de fazer a diálise, não dializa direito. E aí qual que é o problema? O problema é o seguinte, o paciente tá com hipercalemia, ele não dializou direito, só que assim, você como plantonista, você fica tranquilo, porque ele fala assim, ah, o cara dializou, já tá resolvido o problema do potássio, eu vou pedir exame pra ele só amanhã.

O que acontece? Nesse meio tempo, o potássio que tá dentro volta pro sangue. O potássio que você jogou tudo dentro da célula, ele vai sair tudo pro sangue. E o paciente faz um rebote de hipercalemia. Então, existem esses micro detalhes. Claro que são coisas situacionais, né? Eu não sei quanto tempo vai demorar pra eles realizarem. Enfim. Aí pro roteiro, só querendo jogar uma... Picuinha.

Uma briguinha entre o Hashimi e o Langdon. Bom, dito isso, chega de nefrologia. Aí o cara fica bem, eu acho que vai dar tudo certo, vai realizar e vai pra casa. É isso, como a maioria. Como a maioria, né? Aí tem um terceiro caso, que foi o paciente que atropelou a esposa. Um acidente doméstico, né?

O cara foi sair com um carro, né? E aí acabou que ele não viu ali a esposa e acabou batendo o carro na esposa em baixa velocidade, né? Mas ela teve ali um trauma de quadril. E aí como... É o caso que quebrou o ritmo desse episódio. É, foi o slow, o slow medicine do cara. É, slow.

E como todo bom caso de idoso, né? Ela usava anticoagulante. Exatamente. Usava pixabana. Usava pixabana pra uma fibrilação atrial. Então, teve a questão do trauma num paciente anticoagulado, né? Isso. E aí, assim, eu tenho uma história. Eu tenho um professor meu que fez exatamente a mesma coisa com a esposa dele. Meu Deus. Juro por Deus. Eles eram professores, os dois, né? E os dois eram idosos, ok? E aí ele atropelou ela saindo da...

Coitado. Da garagem. A história é igualzinha. Nossa. Você vê que é uma coisa que foi bem representada aí na série. Aí a Mohan tem a sacadinha de conversar com o marido dela e pedir pra ele tirar o sapato. Pois é. Eu achei que ia virar uma antropatia de charcot ali. Pois é. Mas aí viu aí, ela foi atrás pra ver se tinha alguma coisa que tivesse causado ali, ou precipitado ali, esse acidente. E aí o que ficou entendido foi que talvez o senhor também, o marido, talvez tivesse ali uma neuropatia, um incipiente, que ela até faz. né?

Vamos fazer o teste de Holmberg. Aquilo ali é mais que um teste que a gente faz, que é uma das etapas de avaliação do equilíbrio, do equilíbrio estático, onde a gente vê principalmente a aferência sensitiva, ou seja, se a sensibilidade dos meus pés está chegando para mim, que é uma das partes do equilíbrio. A gente tem três componentes principais do equilíbrio estático. A gente tem o sistema vestibular, o sistema visual e o sistema sensitivo.

Então, qualquer desequilíbrio entre esses três sistemas, você pode ter aí um desequilíbrio. Olha, trocadilha, né? Qualquer desequilíbrio, você pode ter um desequilíbrio. E aí, o teste de Romburg, você vai deixar o paciente em pé, com os pés juntos, e ali perto dele, né, pra caso ele tenha algum desequilíbrio, pedir pra ele fechar os olhos.

Quando ele fecha os olhos, você tira um dos sistemas, que é o sistema visual. Então, esse paciente vai depender do sistema vestibular e do sistema sensitivo. Se ele tem alguma neuropatia ou algum déficit de sensibilidade, ele vai ter mais facilidade de ter desequilíbrio e vai ter uma tendência à queda.

E é isso que eu acho que deve ter sido visto ali no exame. Perfeito. Só que outra coisa legal que esse caso mostrou, foi passar aí um pouquinho o lucro, foi essa discussão em relação à autonomia, né? Autonomia e prescrição. E aí surge uma outra profissional, que é a farmacêutica clínica, né? A farmácia clínica.

muito, assim, essa cena eu achei um pouco lenta, assim, eu achei que combinaria muito se tivesse um spin-off do The Pit, sei lá, geriatria version, né? Mas, assim, essa parte da farmacêutica eu achei muito massa, porque ela traz uma lista, né, dos medicamentos dele, fala das interações e fala dos inúteis, né? Inúteis, entre aspas, né? Mas...

E uma coisa muito real, né? Uma coisa que, tipo, quem trabalha em hospital que tem farmácia clínica, com certeza já recebeu várias ligações sobre as prescrições, tanto pra checar a dose, como pra checar a interação medicamentosa. Ou seja, é uma grande barreira de proteção pro paciente.

Ou seja, além da checagem do médico durante a prescrição, a gente tem essa dupla checagem com a farmácia clínica, que é uma barreira importantíssima de proteção para o paciente. E aqui ela lista alguns remédios, tanto de uso se necessário, ou alguns remédios que podem potencialmente ter um risco cognitivo ou um risco para o paciente. E aqui, passa um pouquinho, Luca, a gente trouxe um exemplo de uma das coisas que acontece nessa prescrição dos idosos, que a gente trouxe lá do nosso tópico de prescrição seguro em idosos do IETDC,

que é a prescrição em cascata. Então a gente tem, por exemplo, a prescrição de um remédio que inicialmente tem uma indicação, e aí esse remédio tem um efeito adverso que leva à prescrição de um outro medicamento. Aqui a gente faz alguns exemplos. Então, por exemplo, o paciente toma um AINE, um anti-inflamatório, leva a uma hipertensão que leva a uma prescrição de um anti-hipertensivo.

E vários outros exemplos que a gente dá aqui. Então, um dos que ela cita, por exemplo, lá, era um escopolamina, eu acho, que era um anticolinérgico, né, que tem um risco cognitivo. A gente tem vários outros exemplos. Passa um pouquinho. E aí a gente tem, esses são os 10 principais classes de medicamentos que são prescritos aí incorretamente ou indevidamente. Olha aí. Vamos lá, top 10. Eu quero saber, vai. Top 10, né.

Faz aí, top 10. Os bens diazepínicos, né? Então aumenta risco de demência, risco de delírio. Os anti-inflamatórios não esteroidais, né? Olha aí, Jonathan, aplaudindo. Esse aí. Inimidor de bomba de próton, antidepressivos. Aqui os principais que têm risco cognitivo são os tricíclicos, né? Os antipsicóticos, anticolinérgicos, antidiabéticos, antitermínicos, analgésicos e antitrombóticos. Basicamente assim, todos os remédios do dia a dia. Exato, exatamente. Exatamente.

Mas ali o primeiro benzeazepínico acho que é o principal. A menção é, são potencialmente inadequados, inapropriados. Então assim, por que a palavra potencialmente? A indicação tem que ser boa. Existem indicações pra todas essas classes. Antidiabético, né? Exato. Analgésico. Mas a indicação tem que ser boa.

E a orientação de uso tem que ser excelente também. E também o segmento dos efeitos adversos. Se orientar o paciente, esse remédio pode ter esse efeito adverso. Se tiver, isso aqui, descontinua. Quem nunca descontinuou aquele AS? Esquecido, né? Aquele omeprazol. Aquele omeprazolzinho, né? E aí, acho que uma das principais ferramentas que a gente tem no dia a dia de quem faz consultório, né? Pra evitar isso, é, por exemplo, evitar...

instituir mais de uma classe de medicamento de uma vez só, né? Ou seja, você tanto acrescentar remédios aos poucos, como também você tirar aos poucos, pra você ter mais controle dessa questão da tolerância e dos efeitos adversos, né? E não tratar efeito adverso de medicamento como sintoma novo de alguma outra coisa. Exatamente. É a cascata. Um pra mim, como néfro, que é clássico, né? Acho que tava no slide anterior, que é o paciente tá usando anodipino.

Edema, faz edema inferior e ganha furo. Ganha furo. E aí sim, o cara com a taxa de filtração de 40, 50, não era pra ele estar em coração bom. Não era pra ele estar em demasiado, é clássico, batata. Então são minicas catinhas assim, e aí, de novo, né, como eles são potencialmente inapropriados, se tem indicação clínica, o uso terapêutico, a gente vai utilizar, monitorando...

sabendo dos efeitos adversos e muito importante aqui, né, a educação ao paciente, né, ele saber também qual que é o efeito do medicamento, qual que é a indicação, por que que ele usa, qual que é a importância e o que que é esperado que ocorra, o que que também, se aparecer, é um sinal de alerta, voltar para a avaliação para a gente revisitar essas prescrições aí e sempre que possível é...

Desprescrever coisas que não estão tendo efeito terapêutico. Deixar a prescrição mais enxuta, né? Exato. Mais enxuta possível. Ficar com o que é essencial mesmo, né? Isso. Tentar identificar essas cascatas. Aí depois desse caso, eles discutem com a filha sobre questão de autonomia. Mas aí você vai pro The Pit, quando lançar o spin-off da doutora Mohan na geriatria. Deforma.

o andar, né? Porque isso aí não é discussão pra emergência. Achei fofo, assim, é um caso que foi colocado aí só pro também pro enredo dela, né? A questão da decisão que ela vai prestar a geriatria, não sei o que, que ela tem o ritmo mais lento. Eu acho que é saudável pro episódio também ter essas quebrazinhas, né? Pra gente poder dar uma respirada quem não tá com paciente. É o momento que vai ao banheiro. Isso é uma coisa legal.

a porta do banheiro, a gritar, chorar no banheiro. Dessa questão da Mohan querer fazer geriatria, essa questão de comunicação do chefe com o residente. Tanto a Al-Hashimi quanto o Rob falam sobre isso com a Mohan, só que eles falam de maneiras totalmente diferentes. A Al-Hashimi encoraja ela, fala que ela tem um perfil, tem as habilidades pra isso, de uma maneira super adequada. E o Rob, se o Rob já tá totalmente fulo, ele fala, ó, é melhor você ir mesmo porque você é mais lenta.

Ou seja, eles falam coisas parecidas, questão de dizer que ela tem um perfil, mas o Rob fala de um jeito totalmente inapropriado e que não necessariamente é uma coisa... Não que fazer geriatria seja uma coisa depreciativa, mas o jeito que ele fala...

Tornou o depreciativo. Exato. Numa profissional que acabou de cometer um erro ali, acho que pra ela pô, eu acho que eu não sirvo pra isso aqui. Eu acho que eu tenho que ir pra aí. Eu acho que o arco dela vai ser se provar. Eu vou ficar aqui na emergência e... Já tinha sido isso na primeira temporada. Reacendeu de novo. Nessa segunda temporada. Esses foram os casos principais. Aí aqui, só pra gente ter o controle do plantão. Vamos lá.

Teve esse caso do... Mais um fireworks aí, né? Um scalpelamento. Beleza, né? Ele teve um scalpelamento, aí mostrou, matou uma galeal, não sei o quê. Aí eles fazendo a sutura. Um grampeador, né? Tem um momento curioso que a Joy, ela erra ali o grampe, ela manda um ops, e aí o paciente fala ops o quê? E aí elas falam assim, não.

Nunca fale isso na frente do paciente. Que curioso. Às vezes fala, né? Às vezes a gente fala, mas realmente a mensagem é deixe o paciente o mais tranquilo possível. O mais seguro possível. O mais confortável.

E aí acontece no meio do atendimento que ele instabiliza bruto. E aí ele tem um derrame pericárdico ali tamponado, com tamponamento cardíaco. Lembrando a primeira temporada que ele teve. O cara teve o urêmico. Ah, nem me lembro disso aí. Esse aí foi porque ele teve um trauma torácico, né? Tinha uma fissura no externo, né? Então provavelmente teve um trauma torácico.

Eles hipotetizam ali um hemopericárdio. Uma rotura da trial. Um fragmento de costela, né? Um fragmento de costela, alguma coisa assim. E aí eles mandam ali a punção de Marfan, a pericardiosentese, tiram, drenam um pouquinho ali o líquido pra você te dar uma recuperada boa. Isso é um negócio legal de ver, quando você vê um derrame pericárdico instável, você tira, realmente parece que o cara revive. Ele acorda, ligou uma lâmpada lá. Exato. E é legal que eles deixam um catetezinho lá com a...

Torneirinha, né? De três pontos ali. Passa ali com um centralzinho ali. Esse caso foi legal, eu gostei. Foi bem legal e vai rápido pro centro cirúrgico, né? Eu acho que também não vai repercutir mais nos outros episódios. A mãe do bebezinho lá que ficou preso no carro ainda tá internada, tá ali no estado de pós-choque. O marido dela não chegou ainda, né? Ainda não chegou, né? Ele foi ver a criança lá. Subiu direto pra criança. Meio estranho, né?

então ainda vai desenrolar nos próximos episódios o amigão do Rob tá lá, ele termina o episódio indo fazer a bendita tomografia dele inclusive o Rob tá cozinhando de ir embora, ele não vai embora do plantão porque ele fala que quer ver a tomografia do amigo não sei o que, ele já foi gentilmente expulso do plantão irmão

Você acabou, pode ir aqui com nós agora. Boas férias. Ele ficou, tá ligando, não quer ir embora. Não me deixa ir embora. Exato. E ele tem essa massa aí que não foi muito estabelecida o que vai ser, né? Vai fazer a tomo, né? Os quatro T's da massa mediastinal, né? Foi falado isso no último? Foi, claro.

Doutora Joane Alves que trouxe. Boa, boa. Tá no volante. Teve esse caso aí do... Como que é isso aqui, Joca? Isso aí são os... Estavam provavelmente fazendo aí uma... Encenação. Uma encenação. Do 4 de julho, né? Exato. Os founding fathers. Os founding fathers, né? Ou as personagens históricas ali da época da independência americana, né?

E aí o Langdon chega e fala que era fã deles, né? E aí um esfaqueou o outro sem querer com uma baioneta. Dizem que usar baioneta nas armas agora é considerado crime pela Convenção de Genebra. É verdade isso? É mesmo, não sabe. Acho que seria o que ninguém usa. Eu vi que é. Agora eu acho curioso adicionar uma faca na ponta de um rifle. Ah, não, isso aí é inadmissível, né? Acho que tinha a questão assim, antes as armas demoravam. Tô falando assim...

Sem envasamento nenhum, né? Mas assim, as armas demoravam pra carregar, né? Então, enquanto você tá carregando, o teu inimigo tá vindo até ti. Aí você usa a faca dele pra dar aquela despecadinha, né? Penso isso, penso isso. Agora, por que isso é mais imoral do que um rifle? Ou um drone? Ou um drone, exatamente. A gente é um especialista aqui em situações de termos...

militares, porque alguém colocou algum comentário aqui explicando, tipo assim, tá ligado que eles usam Fox, Delta, explicando as siglas, né? Alguém colocou explicando exatamente... A gente mencionou o Mike Papa, né? Mike Papa, Victor Papa, o vigilante patrimonial. Vigilante patrimonial. E aí alguém explica isso, né? Colega.

enfim, bom, dito isso dito isso é isso, né galera o cara se faqueou lá em Brasil aí aqui dormiu, né no bronzeamento lá, tadinha, né isso deve doer, rapaz pô, não tem uma cena no filme que tem uma missão Jonas, o que que ela ganhou de analgesia? só nem pensar muito fentanil olhou, sorriu fentanil, né, pronto, socorro eles não tem dó mesmo, cara impressionante o que ela ganhou de analgesia?

Ih, que horror. Ah, olha aí. Mais um. Eu não sei se a gente acertou o horário, né? Porque eu lembro que a gente falou vários horários. Eu tinha falado que ia voltar umas 4 horas da tarde. Eu falei 5. Eu não lembro. Acho que ninguém apostou na troca do plantão. Na troca, né? Mas voltou, né? Esse aí é aquele paciente que foi embora com cetoacidose diabética. Evadiu, né? Não tratada, né? E aí ela realmente descompensou. Ele volta ruim.

Ali dá até a impressão que ele tomou um choque, né? Foi desfibrilado ali pelas...

Pelas abrasões no tórax. Falaram que ele teve uma queda da escada, né? Mais um paciente da morra. Vamos ver quanto vai vir o bicarbonato dele e o pH. E aí, ó, mais uma vez, previsões do Tadik Lekar de ataque novamente. A gente falou que ele ia voltar. Vamos saber a que horas, né? E aí, por exemplo, o Matheus Gabriel falou, né? Mais uma semana tivemos um caso de um médico sendo preso por desacado durante o plantão. Cara, eu vi isso.

Eu cheguei no Instagram. Foi triste esse vídeo, né? Cara, bizarro, né? Mas a gente não previu isso, não, tá?

alguma outra coisa que a gente falou no 39 e 30 ali eu não lembro do que foi bom, próximo teorias vamos fechar aqui acho que teorias é a parte que a galera mais curte eu tenho essa impressão também até que pulamos tem gente que só pula assim o vídeo vamos pra lá

Tudo bem, justo. Eu vou ler aqui a primeira, então. Spotify, tá? Spotify, boa. Lettender Aliviegas. Desde o início, o foco é saúde mental. Bipolaridade, ansiedade, burnout, tentativa de suicídio. Já começou no anterior com pílulas para estudo.

Acho que a série quer discutir isso e ele será afastado por tentativa de suicídio e questões mentais. Acho que ela tá falando do Rob. Do Rob, exato. Acho que a Mohan sai pro felonjeriatria sugerido pela Al Hashimi. Let, eu acho que não, hein? Eu acho que não. Vou ser contra-te aqui. Vou trucar. Vou trucar. Sobre o Itaker, a fazendeira...

entre parentes, ou filho, deve virar paciente para desestabilizar ele. Falaram muito dela e nada ainda. Observação, ele é o único são do plantão. Ele tá saindo bem ileso. Esse episódio diz que ele fala com ela no telefone, alguma coisa, mas eu não lembro o que... No momento que chega o cara do ademo agudo pro mão. Ele tava tentando falar com ela, falando que ia chegar mais tarde, tava meio bagunçado. Realmente, ele tá saindo bem ileso. Ele tá bem apagadão, né? Pra um R1, né? Tá bem de novo. Muito tranquilo.

Bom, vamos ver. Mas é uma boa teoria, né? Agora vem a Caroline Briner. Caroline Briner falou, eu acho o arco da Mel muito legal, porque na temporada passada ela já abordava sobre o cansaço do cuidador, muito importante. E agora ela está em um momento que ela abdicou da própria personalidade. Ela falando de ter visto o Elfo 164 vezes. O que é Elfo? É um filme?

Não tem um filme que o... Como chama aquele personagem que faz o âncora? Will Ferrell? Será que é esse filme? Espero que não. Que horrível. 174 vezes desse filme não dá, cara. Aí pra irmã seguir um relacionamento e curtir as coisas de uma vida normal enquanto ela tá no mesmo lugar.

Essa questão da vida pessoal faz um paralelo com a Mohan também, que a mãe dela tá namorando, seguindo a vida, e ela tinha escolhido um fellow pra ficar perto da mãe. Não tem um relacionamento porque priorizou a formação e tá perdida agora. Muito legal abordar isso, porque acaba sendo uma questão pra mulheres na medicina, muitas vezes escolher entre construir família e carreira que querem, enquanto isso raramente é um conceito pros homens.

Isso é muito importante também, né? Quem fala de congelamento de óculos também nessa temporada? Alguém fala isso? Fala.

Eu acho que eu tenho a impressão que foi falar assim. Não foi na temporada passada? Ou foi na passada. Rola uma conversa de congelamento. Lembrar que é uma carreira muito extensa. É uma formação muito longa. Uma formação tardia. Eventualmente é concorrente também com essas coisas. E de fato.

às vezes pra homem isso não é muito problema não é um problema estão trazendo isso aqui no seriado ou era com a temporada passada com a outra com a outra residente que se formou com a Collins? com a Collins talvez acho que era quem souber quem lembrar isso aí já foi abordado antes e a gente já esqueceu profissional aqui teve uma cena 10 que a a Joy simplesmente mandou um凶

falou eu planto, acabou, eu não estou sendo paga para ficar aqui mas ela tem argumento, ela traz o argumento e ela ainda solta aqui você sabia que 62% de emergência é o canal do burnout? e o Lang não claro que fala sei sei por um lado, primeiro dia faltou um coleguismo primeiro dia凶

Foi uma xarope, né? Foi a xaropagem, mas a fala dela está aí como uma situação de alerta, de protesto mesmo. Eu acho que qualquer... Eu acho que não é só emergência, né? Emergência extensiva, medicina da família, qualquer atividade de ponta ali, que é literalmente a ponta do sistema, é onde...

É o lugar mais estressor, é onde o profissional fica mais exposto à vulnerabilidade do sistema e é onde que vai ter a maior taxa de burnout. E cargas horárias também, muitas vezes, jornadas muito tensas, né? Então, às vezes, os profissionais aí, dia a dia, por vários anos, trabalham facilmente, mais do que 60, 80 horas por semana. Gente, acabei de pensar aqui, hein? Se a Joyce sair embora, aquela toda real teoria de que ela era médica, não sei o que lá... Não terá como ser comprovado. Inclusive, então, demos adeus ao Gouvi.

E Joy? Agora será que vai ficar bom? Se ela não for médica mesmo, voltando atrás, agora lembrando da cena do radiologista, então talvez ela seja a pressionagem mais execrável nessa temporada? Ela passa o Ogovir, tá? Se nada for acontecer, ela passa o Ogovir. Mas pelo menos ela trouxe o quê?

estatística, coisa que o Covid ainda não trouxe. Ele trouxe, né, sobre brugadas, as coisas. Ah, pelo amor de Deus. Ela que deu aula, né? Ela que deu aula. Ali ele abriu o Guia TDC antes. Vamos lá.

Aí, a gente tava falando das teorias do Robert, né? Ele tá, esse finzinho, esse diálogo que ele tem com a McKay ali, a cara dele, ele tá zoado, assim. A caneta da McKay pegando fogo ali. Ela manda um problema, o problema é que, ela conta, né, que os amigos dela, vivia com amigos que buscavam sempre o limite das coisas, né? O problema é que todos eles acabaram encontrando esse limite, né? Será que o limite do...

ele tá com uma cara de limite o Felipe Duarte RC trouxe é bem interessante perceber que o Depit pega o transtorno de estresse pós-traumático e a depressão do Rob, bem presente na primeira temporada que era quase nobre e comovente mas agora transforma em algo desespeitoso antipático e cruel na segunda acho que tem proposta construída a gente tava conversando com o Pedro

Talvez ele esteja até passando do ponto em trazer uma figura do Rob quase que antagônica da primeira temporada. Pois é, porque na primeira temporada tinha muito a questão de empatia de nós para com ele. Muitos de nós, inclusive, que viveram o Covid.

Então vai gerando essa empatia. Nessa aqui ele vai ficando tão escroto que a gente vai sentindo raiva dele mesmo. Ele vem quase vilanizando o personagem. A questão aqui é que aí eu jogo de novo aquela questão, mesmo a questão do Lenton. Será que a gente não está deixando ele olhar pra ele como um paciente? E pegando a antipatia dele? Mas ao mesmo tempo o Lenton, mesmo com os problemas, ele vai e mora com carisma.

alto. Aqui a pressão que dá, o medo, né? Aí pensando no seriado, né? Se não tá virando um ponto do tipo assim, cara, se ele sair meio que não fez falta.

porque o cara tava tão chato, sabe assim? Exatamente. Virou um personagem dispensável pra trama, sendo que ele era um ótimo personagem. Exato. Mas acho que esse também é um dos pontos de discussão, que são os dois lados da sobrecarga. Tanto o lado dele quebrar, como foi na temporada passada, como dele se tornar esse personagem irritadiço, e confrontador, e muito chato, como ele tá se tornando agora, que também pode ser um fruto de uma sobrecarga.

Será que o The Pit é o Breaking Bad médico? O Rob começa como? A gente fez esse mesmo paralelo na conversa ali atrás. Será que o Rob começa como?

Não que o Walter White tenha começado como herói, né? Mas ele, assim, começa como professor de química, né? O professor de emergência ali. Ele vai se transformar num grande filho da mãe. Mas eu acho que também... Aí a ideia é mostrar... Talvez ele tá se personalizando no PS, né? Que é o ambiente... É hostil, né? Hostil, de difícil convivência e tudo mais.

É a máxima, né, Dr. Jonathan Zanonvelho? Ou você morre herói, ou vive o suficiente para se tornar vilão. Pois é, duas caras, né? Pois é, né? E junto ao mesmo filme, qual a definição de insanidade, né? Pois é. E vem aí, o Coringa do pronto-socorro, né? Exato. Vamos lá.

Eu já atendi o Homem-Aranha uma vez. O Homem-Aranha. O próprio. O Pedro Parker. Foi no ano novo. Não foi que eu atendi. No dia que eu estava de plantão, ele estava na sala de espera aguardando para o atendimento e não fui eu que o atendi. Aí no final ele foi atendido e foi embora. Um abraço aí para o Homem-Aranha. Não sei se era o Peter ou se era o Miles Murales. Não tinha como saber. Grande abraço.

E aí, ao Hashimi? Ao Hashimi, ela já manda ali no papo com o Rob, assim, ó, vou recomendar que o pronto-socorro tenha dois médicos responsáveis. O que significa? Ao Hashimi e Rob na próxima temporada. Ou o quê? Ou, como disse a NBPS... Rob já está demitido na Austrália.

Muito bom. Também tem indícios em outros episódios, tipo a Hashimi sendo chamada pela direção no lugar dele. Cara, será? Esse período sabático vai se tornar um período farewell. Vai emendar com seguro-desemprego. Já emenda ele, cara. Essa é uma boa... Não, mas vamos combinar, né? Um pronto-socorro desse tamanho é...

uma imoralidade ser só um assistente pra o resto de todo mundo ser residente ou estudante, né? Pelo amor de Deus, é uma sobrecarga gigante pra um assistente só. Mas se o Rob for demitido, como você acha que eles vão enfiar ele como personagem na próxima temporada, né? Ah, tem sempre o arco, né, da volta. Ele vai virar o Abbott. Ah, ele vai pro noturno, sai do... Não sei, não sei, eu acho que não. Eu acho que esse vai ficar a tensão, mas demitido ele vira... Que a chefe vai virar o Hashimi, isso já tá bem claro. Já.

Se ele voltar, ele já não é o dono, já não é. Seria bom. Seria muito bom se fosse ao Hashimi que desse... É que talvez ela não vai dar ordens a ele, né? Mas assim, gerar um conflito... Como foi no começo. É, então ele voltar do período sabático e ver que o pronto-socorro tá uma maravilha. Maravilha, né? Todo mundo com aquele passaporte espacial, funcionando perfeito. E aí ele vem e entra... Nossa, cara, será que eu que tava fazendo mal a esse lugar?

É o mesmo daquele lugar que faz mal a mim? E ele vai pensar e talvez ele siga a carreira de geriatra.

Eu acho que essa reflexão pode rolar. Próximo. Renata Dorta 3661. A foto dela é uma máquina de datilografar. Incrível. Achei que a prisão do Jesse nesse episódio foi uma forma da série Lembrar do Enfermeiro assassinado pela ICE em janeiro.

Eu não sei se pela temporalidade daria tempo deles pensarem nisso, gravar, etc. Mas seria um bom... Eu vi os editores falando que quando eles gravaram, e já faz um tempo, estava logo no começo da questão dessa...

facção aí do AIS, facção não, né, dessa organização aí do departamento policial do AIS, né, e que eles tentaram fazer uma representação a mais neutra possível, que era só pra mostrar a presença policial dentro do pronto-socorro.

E que, na verdade, envelheceu mal, né? E que ficou, na verdade, mais... Envelheceu bem. É. No caso da série. Infelizmente. Exato. Infelizmente acertou. A crítica da série envelheceu bem. Exato. E que ficou muito pertinente, né? A presença deles no episódio. Acabou sendo uma infeliz coincidência. E esse evento que a Renata trouxe aí, que foi a do enfermeiro, né? Foi um daqueles...

notícias que foi muito veiculada, que foi do rapaz que foi morto a tiros em Mineápolis, lá no Minnesota. E ele era enfermeiro que se interpôs para ajudar ali uma transeunte lá, uma imigrante. E ele era cidadão, enfim. É um episódio muito, muito triste. Bom...

aí a RH ah não, Hannah Santos 5691 o RH, né bom, a Hannah Santos 5691 comentou o seguinte acho que toda a comunidade de fãs do Pipoca conseguiu deixa eu mudar a entonação acho que toda a comunidade de fãs do Pipoca conseguiu sentir a vibração do Jonas com a queda de Ogolvi nesse episódio

desculpa decepcionar vocês. Ele não vibrou, ele tá aí. Eu não vibrei tanto. Agora eu tenho empatia com ele. Cara, eu tô ficando velho, tô ficando mais empático, assim. Ao longo da temporada eu envelheci. Agora eu parei de ter raiva do Ogulvy, cara. Mas eu espero que, do fundo do meu coração, que eu volte a ter raiva dele em algum momento.

Sobre o caso do paciente que não solta a bola de beisebol, vi falando na internet que ele tinha uma pulseira de sobriedade, uma pretinha que ele tava usando. Realmente, eu vi também discussões sobre isso, tá? Igual a uma que o Landon tem usado também. E não estava aceitando analgesia ou opioide, possivelmente por ser um paciente em rehab, né? Em realimentação. Meteu um suplo aqui, né? Em reabilitação.

Se for isso mesmo, mais uma camada de detalhes muito interessante da série. Eu achei muito legal isso também. Eu vi várias imagens disso na internet. Ele tava com a pulseirinha igual a do Langton, né? E aí o cara, pô, aceitou um... como chama? Retornou a luxação, né? Reduziu. Reduziu a luxação sem analgesia é loucura. PS.

Pra colega que parou de estudar pra ver o pipoca, eu pausei o estudo pra banca de clínica médica do internato pra assistir aqui também. Tamo junto. Não deixou de aprender. Exato. Aqui você não pausou o estudo. Você só foi pra outra aula de estudo. Trocou a modalidade. Continuou estudando. Inclusive, a banca vai ser na terça seguinte de quando sair o novo pipoca. Abençoe a prova, por favor. Abençoada a prova. Hanna.

bastidores aqui, tá? Agora a gente tá gravando isso dia 30 de março às 18h06. Vocês não queriam live? É quase live. A benção aqui é para o PC para a sua prova, tá? Sou 100% time live liberado à janta. Não vai ter jeito. Já vai escolhendo aí a janta que vocês vão pedir na sexta. Hoje vocês vão jantar um pouquinho mais tarde. E aqui pra fechar, Lucas Velosoar.

Lucas Veloso. Lucas Veloso? Ah, fechou. Gostei muito do episódio. Tem uma teoria aqui, no caso do cara da baseball, ele fala a mesma teoria, né? Ah, legal. E aí ele fala também que o Langdon, ele dá uma travada nas costas lá quando ele sente dor, e aí talvez isso vai ser um... Ficar viciado em remédio pra dor, é verdade. É, tipo assim, às vezes o cara tem uma hernia.

E o limiado pronto-socorro ali A régua é baixa O fentanil tá na entrada Mas aí a Bruna Beltrão lembra O que precisa ser dito Se a nossa amiga de pirônia estivesse nesse cenário O arco do Leng não nem estaria acontecendo Isso é verdade, né? Pelo amor de Deus Diga mais nada, você está certa Beleza, vamos lá E agora o Vinícius Viseu Vital

O Vinicius Vizel Vital, 6243, falou que estou nesse comentário pra defender a McKay. Olha aí, tivemos muitos defensores da McKay. Não sei o que vocês falaram mal dela aí. Se uma coisa que ela tá sendo nessa temporada é a mãe de todo mundo no pronto-socorro, isso é verdade. Ela literalmente pega a orelha do Ogilvy pra ensinar o básico da empatia e sobre como as pessoas inteligentes podem se viciar sobre a Javada. Ela foi a única que deu apoio em relação à mãe com o Langdon sobre a sobriedade e por aí vai.

E olha, ele previu que ela também ia dar uma no Robin, né? Exatamente, como deu nesse episódio, né? Ela vai sendo a grande mãe, mas como personagem, talvez ela, assim, como história, como arco de personagem, ela tem ficado no escanteio, né? Sim. Não sei, bom. E aí, ele falou também que já vai passar pano pro meu mano Robin, que teve o cuidado em relação a Javada e em relação com a mãe.

que vem muito do caso da paciente de cuidados paliativos e a briga que aconteceu no episódio anterior a esse e quando tem a parada, é a mãe dela que desce. Ele manda ela colocar as luvas e mostrar porque ela pertence ao departamento de emergência. O Robin é uma gangorra suprema, né?

que não existe maniqueísmo também, né? Ele acerta em alguns e erra em outros. Brasil, mas dito isso, ele está xarope. Isso, e falou que nesse episódio já percebe já o começo do fim, onde as linhas pro final da temporada já são traçadas e já tem algo que se espera. Pra comparação, foi nesse aqui que na temporada passada teve o tiroteio. Que é realmente, quando a gente espera que o plantão vai acabar, sempre tem ali aquele gancho pra ver o que vai acontecer nos outros episódios.

Sobre a saúde mental dos profissionais da área. Eu vi uma entrevista do Noah Weil. Que isso seria o tema central. Que é o Robin, né? Que seria o tema central da temporada. E a gente vê com depressão, tendências suicidas. Com estresse pós-traumático. E o meltdown, acho que foi, né? De neurodivergente. E por aí vai.

Bem legal. A série está trazendo isso e mostrando como é estressor, como não é tranquilo, como é importante ter esse debate para o profissional de saúde. É muito pertinente. Quem sabe que isso não vire um motor de canais de mudanças.

pra toda a classe, né? Não só pra emergência. Isso é bem bacana. Foge um pouco, por isso que a gente gosta tanto de The Pit, não só pelos casos, mas porque foge um pouquinho daquela mesmice das séries médicas, né? Tem um pouco da mesmice, óbvio, mas assim, ah, de os relacionamentos entre o pessoal da equipe, né? Relacionamentos amorosos, etc. Que é um pouco mais do mesmo, né? Então eu gostei muito dessa discussão. Bem bacana.

E o último aqui? Vicky Brios. Estou adorando assistir a série e logo depois ouvir vocês. Obrigado. Como estudante de medicina do último semestre, ai, tá chegando, ver o episódio e depois elucidar os casos com a discussão de vocês tem sido de suma importância. Que bom. Mas ao contrário da janta liberada, por aqui ouço sempre a caminho do estágio.

Estágio liberado. Obrigado. Estágio liberado. E, pra gente fechar com chave de ouro, eu queria mandar um salve para Jesus Carvalho e o pessoal da residência do SPA do Hospital de Servidores do Estado de Pernambuco. Jesus Carvalho, que é sempre o que comenta aqui a respeito do almoço. É, exato. E ele falou 23 dias de residência de clínica e ele...

o Gustavo, o R igual dele, e os Steps estavam no horário da janta, no plantão, assistindo com pipoca. Então eu espero que você hoje não esteja de plantão, você esteja na sua casa, jantando aí a sua comidinha. Vem jantar com nós. Notas? Espeisódio, assim, pela atenção, um oito justo. Eu ia dar um oito também. Eu achei bem legal a parte da trama, principalmente de desenvolver essa parte da relação dos personagens. De casos foi um pouco mais fraco.

Então acho que um 8, acho que... Caso de uma urgência dialítica, você chama de fraco? Ó, pra mim, um sonoro 9. Olha, cara. Então pronto. Na média ficou o quê? Um 8.3, vai. Ih, 8.3. 8.5. É, 8.5. É o segundo melhor episódio. O melhor foi o A2, a passada, né? Sim, sim. O 10. Justo. Pessoal, a gente se vê. Um abraço. Semana que vem. Tá acabando, hein? Boa janta pra vocês, galera. Falou. Até semana que vem. Falou.