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Pipoca TdC 10: The Pitt - Amputação, VA cirúrgica e pneumotórax

16 de março de 20261h23min
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1º Encontro TdC - Simpósio Anual de Atualização em Clínica Médica 


Um dia inteiro de Clínica Médica, com temas cuidadosamente selecionados para responder à pergunta que mais importa: o que muda minha prática?
Se você é residente, médico recém-formado, especialista ou estudante de Medicina e gosta da forma como o TdC discute medicina baseada em evidências, esperamos você em São Paulo no dia 22 de agosto.

Garanta sua vaga através do link: https://www.tadeclinicagem.com.br/eventostdc/1-encontro-tdc/


Nova temporada do Pipoca TdC no ar!🍿

O Pipoca TdC é um podcast bônus do TdC. Um espaço pra conversar sobre séries, filmes e medicina de um jeito leve e descontraído.
Depois de duas temporadas falando de House, agora é a vez de The Pitt, acompanhando os lançamentos semanais.
É só dar o play e aproveitar!

Assuntos5
  • Casos médicos e saúdeamputação · pneumotórax · trauma de laringe
  • The Pittcomentários sobre a série · culinária · casos médicos · dinâmica de personagens
  • Medo e Ansiedadesintomas e reconhecimento · impacto emocional
  • Imitações de Personagensconflitos entre personagens · desenvolvimento de personagens
  • GastronomiaCuscuz Paulista vs Cuscuz Nordestino · comidas feias mas saborosas
Transcrição224 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

telespectador, querido ouvinte, está começando mais um Pipoca TVC especial segunda temporada The Pit. Meu nome é Jonathan Zanovelli. Eu sou o Lucas Cirilo. E eu saí da geladeira. Voltei depois de dois episódios. Eu estava congelado. Igual o boneco no BBB. Tá acompanhando o BBB?

Não tô acompanhando. O pessoal tá congelando. O pessoal tá congelando. O pessoal tá congelando baseado em memes e Twitch. É isso. Pô, cara, o boneco tá congelado ali no BBB. Mas não vieram falar de BBB. Vamos falar de uma coisa melhor, pior. Vai depender do seu ponto de vista, que é... É, muito melhor. The Pit, segunda temporada. Perfeito. Solta a vinhetinha. Vinhetinha.

Quem chegou de paraquedas aqui, né, Jonathan? O Pipoca é o local onde a gente conversa sobre a parte da sétima arte, né? É um dos únicos bate-bolas sobre The Pit. E aqui no caso a gente está falando de The Pit. A gente já falou de The House e agora a gente está falando de The Pit, a série que a gente está acompanhando semanalmente aqui, né? Semanalmente. E aí, né? Vamos lá. A gente já gosta de começar com um pouquinho de comentário, só para ir aquecendo. Aquecendo os motores. Aquecendo os motores. Vamos lá, então.

A Karine, ela trouxe um comentário que me deixou muito feliz. Karina Rodrigues. Karina Rodrigues. Eu fico tão feliz com a notificação de vídeo novo. Eu tô tolado em problemas e vocês são um dos meus escapes preferidos. Muito obrigado, Karina. Top demais. Cara, é uma alegria ler esse tipo de comentário. A gente tá cultivando...

nos comentários aqui dos vídeos, uma comunidade, assim, que acompanha o Depit junto com a gente e que tem gostos variados e dá os feedbacks pra gente. E uma discussão que foi fervorosa do último episódio pra cá foi uma culinária, uma discussão gastronômica.

Quem ganharia, né? Se era o Cuscuz Paulista ou o Cuscuz do resto do Brasil, né? Não Paulista. O Cuscuz Bom ganhou, galera. O Cuscuz Nordestino brasileiro, não Paulista, ganhou. Lembrando que assim, um segundinho, o chat GPT, ele meteu o troféu do Cuscuz.

o fim, pelo amor de Deus. Cara, mas ele foi o campeão. Eu queria lançar uma coisa, uma provocação, vou provocar você. É porque assim, eu gosto apesar do aspecto de ralo de pia que foi citado aqui. No sabor, não é tão ruim. Eu acho muito gostoso. Quentinho, ele tem tudo o que tem preciso. Tem carboidrato, proteína, tem óleo de peixe, tem NPI, tem tudo ali. É bom, é bom, mas independente disso, o Cuscus é melhor.

Qual comida feia vocês gostam? Assim, aquela comida que é feia, mas é saborosa, assim, que vocês gostam. Pô, cara, eu acho estrogonofe um bagulho muito escroto. Ele é feio mesmo. Visualmente, pô, cara, estrogonofe é um bagulho que ele lembra o negócio que a gente produz e corra pra fora. Vômito, pô. Não, nada a ver. Não, nada a ver. Pô, e aquele mexidão, arroz com ovo?

Feijão, arroz, ovo, salada, assim, tu mistura no prato. Ovo no purgatório lá também. Nada bonito, assim. É bonito também. Existe a beleza. Não, não, não. Aí é difícil. O Waze do Pedro é amar demais. Tu tá misturando coisas assim que vai ser difícil achar de... É que nem pedir pra escolher o filho mais feio. Não tem problema não, cara.

Deixa no comentário aí a comida que é feia pra dedéu e tu acha saborosa. Vamos seguir. Tem mais comentáriozinho? A galera falando do Cuscuz, a Isabela Fatel, a Citra. Abraço a Citra. A Citra é nossa colega aí. Joga vôlei comigo. A Isabela tá no meu time aqui. Ela defendeu o Cuscuz Paulista, tá? Quem não gosta nunca deu chance pra essa iguaria. Dê chance para o feio, né? Dê chance para o Cuscuz Paulista. Cuscuz com ovo melhor que muita gente.

Tem o Cuscuz com Leite também, tá? Forte, forte. Ah, não, essa é outra coisa. É Mastruz com Leite. É uma banda, né? Tá ligado? Bom, antes da gente começar aqui a falar de The Pit, eu queria só dar uma sugestão que eu gostaria que a galera comentasse ali se é uma boa sugestão ou não, tá? A sugestão é a seguinte. A gente tava pensando aqui juntos, né? Será que no último episódio de The Pit, ao invés da gente fazer um programa gravado, a gente não faz uma live na sexta-feira?

que vocês acham dos consagrados. Vai depender da reação do público. Vai depender. Porque uma live é legal, porque a galera já comenta em loco, sexta-feira à noite ali, vamos assistir junto, todo mundo. Lembrando que antes ele falou sexta-feira, agora ele já colocou sexta-feira à noite. De jantar, né, meu irmão? Botou um grau de gravidade. Mas tem que ser a noite pro pessoal conseguir participar.

Quem tem a sexta-feira à tarde livre pra assistir live de The Pit? O Rodriguinho, certa vez o Rodriguinho, no BBB, acho que 24, ele comentou assim, em plena Globo, tá? Quem assiste o Pay Per View às quintas-feiras à tarde é um desocupado. Quem assiste live de The Pit, será que é um desocupado?

Óbvio que não, óbvio que não. Na sexta tarde... Sexta tarde, talvez. Não, já tava lendo. Sexta tarde, quem tá trabalhando, a partir de sexta-feira, meio-dia, gananciou. Quem fez, fez. Quem não fez, eu não falo. Vai, vamos começar daí. Olha a frase. Não, assim, só o conteúdo. Um segundo, um segundo, antes de começar.

O Ruka já comprou briga com o plantorista noturno que já falou o que ele falou na época, eu não lembro. O plantorista noturno era o... Não, eu falei assim, a derrota é o plantão noturno. Sendo que eu e o Jonas dão um plantão. Mas beleza, ok. Aí agora tá falando que quem trabalha sexta-tarde é ganancioso. Cara, eu tô citando o Jorginho Faria Lima. Pô, é o personagem. Vocês não pegaram a ideia. Não é familiarizar com a escala 6 por 1, não, não é, brother? Bom, vamos lá. A escala 1 por 6.

Mas indo pro episódio, aqui a gente... Hora 9, papai. Não é hora 9. É hora 10 e a gente esqueceu de atualizar esse slide. O personalismo do TDC, ele aflora aqui. É, horário, a hora 10, episódio 10 aqui, tá bem? E que a gente tá... Hora 10 seria que hora ali? 17 horas?

16, né? 16 a 17. Então temos aí duas horas agora, depois desse episódio, duas horas para uma catástrofe nível de pitch. Dependendo do local que você trabalha, essa é a hora que talvez está chegando perto da hora. Deixa eu passar esse slide aqui. Vou deixar a primeira para tirar aqui. Lembrando que essa é uma hora, quando chega às 5 horas da tarde, você tem que tomar uma decisão.

Eu passo o plantão atendendo mais fichas recentes ou eu tento resolver as fichas que ficaram? Tá ligado o que eu quero dizer? Tá ligado. Você é um plantão muito caótico, que é assim, ah, atendi muito paciente, mas tô te entregando 15 reavaliações? Pô, peraí também, né? Melhor, é. E aí, qual que é a opinião de vocês sobre esse equilíbrio aqui?

mais paciente esperando, mais menos reavaliação, como é que vocês imaginam isso? Eu sou, eu gosto de atender o paciente, sabe, do começo ao fim então eu prefiro que me entregue tudo pra atender do que já ter atendido eu vou acabar tendo que reatender tu chegando à noite, tu vai ter que refazer na minha essa passagem de cuidado então você gosta de terminar as reavals ele que resolve o paciente dele isso

Eu acho que eu sou do teu time também, cara. Eu prefiro também. Faz sentido? Faz sentido? Deixa aqui a opinião do pessoal também. Ainda mais pés, fica uma parada assim, cara, você não vai ficar registrando tudo que você falou, às vezes o colega, ele nem colocou coisa que eu vou perguntar de novo, então eu vou refazer o trabalho dele. Principalmente quando é uma ficha que não é tão grave, uma coisa muito grave, que tu vai pedir os exames para meio que empurrar um pouquinho depois, então eu acho que é legal você ver depois dos exames, ver os resultados, né?

Eu acho que é isso. Justo. Então estamos chegando perto dessa hora. É mais perto das seis, mas assim que você já tem que começar a pensar isso.

Isso no botão de porta, né? Na emergência, irmão, essa chora e... É o que temos, né? É isso. Vamos lá, então, agora, gente. A gente vai ter o desdobramento, o desdobramento daquele... De um dos meus maiores inimigos, meus maiores medos. Nêmesis do Jonatas, que é... Um dos objetos mais periculosos já inventados pelo ser humano, que é o... O tobogã. Toboágua. Toboágua, né? Toboágua. Toboágua.

Teve um acidente, o episódio passado acaba nesse clip-ranger que teve um acidente com um tobogã. Toboágua, talvez. Eu não sei a diferença. Eu vou falar tobogã. Pode ser que tenha, né? Não sei. Tobogã do quê? Se não for de água, do quê? De lava, né? O escorregador radical acho que chama tobogã, né? Não sei. Bom, diga aí. Dito isso.

teve um acidente com o toboágua, tá até na tela ali, né, e esse episódio eu achei muito bom, porque é um episódio com a adrenalina sobe, os casos graves vêm, assim, valendo, casos graves de via aérea, casos graves de não via aérea, acho que ficou bem legal, porque chegaram três pacientes graves desse acidente, né, a gente até ficou pensando se não ia ser um acidente de múltiplas vítimas, assim, por definição não é, é só três, mas ainda...

rolou uma movimentação, assim, e acho que acelerou a adrenalina desse episódio. Acelerou, acelerou. Cara, uma coisa assim, eu gostei muito desse episódio, talvez até agora seja o episódio que eu tenha mais gostado, mas curiosamente é o episódio que tem menos casos clínicos, porque o canal, como chamamos, estamos aqui na página de clinicagem, né? Como página de clínica médica.

A gente mingou em assunto aqui pra hoje. Tá difícil. Tá difícil, mas... Porque tem muito caso cirúrgico, né? Mas o caso é bom, o episódio é bom. E começa com esse, né? Que a menina que desabou o toboágua e ela teve a perna... Esse caso é louco. Nem nos meus medos mais loucos, que eu já citei aqui, que eu morro de pavor de tobogã, eu imaginei que seria possível você ter a perna decepada com um toboágua, né?

Eu confesso que eu ridicularizei seu medo. Cara, e aí... Vocês lembram, galera, como eu fui humilhado aqui? Não, mas eu não vou repor esse vídeo. Dito isso, começou a me dar um medo. E aí rolou essa cena, né, que a paciente não sabia que aquela perna de ela tinha sido amputada.

Ela fala que está com muita dor, que não está conseguindo mexer. E é assim, eles estão atendendo ali? Eu acho que realmente ali a prioridade é estabilizar, avaliar a paciente. E talvez ali não é o momento agora, ainda nem sei o que está acontecendo, de falar, então, a perna está amputada. Então, ali para ajudar na avaliação, eles estão tentando esconder isso. Só que a gente tem o Nemese do Jonathan, do Ogolvi, dando aula de como ser inconveniente.

Esse cara aí, velho. De ausência de inteligência social, né? Zero, né? E aí ele já toma o segundo calabouca em dois episódios. O Rob, inclusive, que também tava no humor, né? Pô, não, tranquilamente, o episódio que o Rob, ele é mais PNC.

que existe, tá? Ele tá muito implorando pra esse plantão acabar. Pô, mas pensa assim, o cara tá... Não, não vou defender. Longe de defesa. Acho que ele tomou atitudes aqui indefensáveis. Não, e a série quer colocar ele nesse papel. Ele leva uma chamada da Orahashimi depois. Isso, isso. É justamente por isso. Orahashimi nesse episódio, hein? Tá sopíssimo. Melhor episódio dela. Agora ela chegou, tá?

Demorou, hein? Demorou. Ele vai slow burn assim, slow burn. Na hora 10 ela deu as cartas. Mas, assim, não querendo defender, mas fazendo aqui o... Não querendo defender, mas fazendo o papel do advogado do diabo, né? Que é o defensor, né? Mas assim, pô, cara, pensa assim. Tu tá na beira das tuas férias. Pensa assim, tu trabalhou em um condenado, seis meses, sei lá quanto tempo. E aí tu tá na beira das tuas férias. Tu tá duas horas.

Duas horas. E aí começa a vir pá, pá, caso não sei o que, perna amputada e tal. Tu já começa a ficar meio assim, né? Meio cansado. Tudo bem.

Aí o do Ogovic eu acho que até ok, né? Ele mereceu também o Ogovic, né? Pô, mano, dá uma segurada, velho. O Ogovic também vai ter o arco dele, né? Ele vai ter. Ele tá esperando o caso lá no heliponto, né? E ele tá tipo, velho...

Que vida é essa que vocês levam aqui? Ele tá sendo impactado, né? Cara, eu gostei do Ogolvinho. Vou falar palavras fortes. Eu limpo. É isso que vai sair. Eu quero um vídeo no TikTok só com essa frase. Eu vou falar uma frase fora. Vocês comentem que esse cara aqui, ele não é mais o mesmo.

Parece uma fanfic minha com o Ogolvi, né? Meu sonho. Cara, ó... JV, né? Mas eu gostei do Ogolvi nesse episódio, tá? Assim, porque eu acho que é um episódio que ele... Humanizou ele. Humanizou, né? Deu mais uma camada, porque ele vinha sendo só um robô chato, né? Um cara muito inteligente e sem skill social.

E passa a ser agora um humano chato. Mas agora ele se torna um humano chato, no sentido de que pô, agora botei minha mão na consciência e será que é realmente isso que eu quero pra minha vida? Será que eu quero mesmo trabalhar aqui nesse hospital? Tudo bem que assim, é um plantão, né? O cara achar que isso vai ser sempre e tal.

É isso, o pessoal tá dizendo que é um plantão que tá ruim e tal, né? Mas o ator que interpreta, ele falou assim, cara, toda vez que ele recebia o novo script, ele ficava mal, porque tipo assim, cara, que personagem chato. Que personagem ruim, mas ele fala que depois melhor, acho que a gente tá vendo um pouco disso agora, né? Sim, sim, não, eu gostei, eu gostei. Tá, mas vamos falar agora um pouquinho do caso do Clint?

Aí assim, então é aquilo, né? Acontece uma amputação ali no nível trans-tibial ali, acho que é embaixo da articulação do joelho, né? E é um membro transeccionado ali. É uma amputação até, vamos dizer, abre aspas, enfria, né? Parece que foi um mecanismo de guilhotina, as estruturas estão todas bem preservadas ali. Eles estão fazendo uma avaliação. Cara, é uma parada que eu nunca vi um membro inteiro chegar dessa maneira. Não, eu nunca vi. Ninguém tem uma história assim. Exatamente.

Só que o episódio, ele é tão bom que eles introduzem um personagem novo no pronto-socorro. Esse cara... Que momento, cara. Aí aqui, gente, eu acho que quem não precisa parar, ir lá e assistir pra vocês entenderem o que que é a representação do ortopedista. Cara, eu nunca vi um ortopedista tão bem. Só que era a ortopedia.

Eu nunca vi um ortopedista tão bem representado aqui. Ele me parece até uma pessoa aqui do imaginário popular. Será que eu posso falar o nome dele? Pode, pode falar. Ele me lembrou muito Paulo Muzi, que é ortopedista. Cara, mas assim... Bota aí na tela. É o do Dr. Shark, né? Caraca. Mano, irmão. Ele passa. Ele dá um sorriso. Ele dá três patadas. Ele distribui um monte de patadas, assim. Eu fiz tal coisa. Eu sei ver. Não é de uma semana.

Cara, primeiro, ele entra com silêncio, até o Rob, todo mundo olha meio de lado, assim, tipo, e ele chegou aqui, mano. A Garcia, ela gosta de responder, ela também é uma segurada. Esse cara é 100% o Arthur Bro, né, mano? Você acha que ele farmou o Aura? Você acha que ele farmou o Aura? Eu preciso de uma pessoa que parece médico, mas que seja muito bombada.

Que pareça um armário. E tem o Hunter Eyes, né? Tem o olhar do... Cara, é bizarro como eles mandaram bem, né? Estereotipação desse ortopedista. Olha a cara dele. Olha esse queixo, né? Olha a definição do queixo do garoto. Cara, esse aqui é o momento dele. Na perna, desmembrada, assim, ó. Olhando assim, falei, cara, isso é muito ortopedia, cara.

Se você já viu um ortopedista, se você já foi consultado por um ortopedista, se você, ah, não, olha, eu nunca vi um ortopedista, eu nunca quebrei nada, nunca precisei. A média é essa. Essa é a média. Estamos mentindo? Abraço pra todos os ortopedistas. Eu gosto muito de todos. Pra todos os meus amigos, o OrtoBro é tudo assim, né?

E é sem razão nem, mas não tem porquê. Por que os caras são tanto músculo? Tá ligado? É muito massa, cara. Cara, a ideia disso. E aí, seguindo aqui o nosso raciocínio, né? Hoje o episódio vai sair, a gente tá gravando na sexta-feira, então o Oscar ainda não aconteceu. Mas na segunda-feira já vai ter sido o Oscar. A gente vai saber se o Agente Secreto ganhou seus prêmios, o Wagner Moura ganhou seus prêmios. Mas eu gostei que o The Pit aqui, de certa forma, vocês viram o Agente Secreto?

Assistimos, claro. Eu tô ansioso, tá? Ah, eu vi o começo, eu tô ligado o que você vai falar.

O que eu vou falar? Você tem uma perna, né? Exato. Existe ali o mistério da perna cabeluda no Agente Secreto. E aí eu trouxe aqui uma foto do Kleber Mendonça segurando a perna do filme, né? E aí, justamente pra gente indagar aqui, pra gente fazer a indagação. O que eu faço, né? O que eu faço...

Por exemplo, eu tô lá numa situação que houve um acidente, né, alguém teve um membro amputado, e aqui, membro pode ser membro superior, membro inferior, extremidades, dedos, etc. Esse meu membro foi amputado. O que eu posso fazer? Onde? Como que eu vou armazenar? A série, ela traz isso de uma forma bem legal, bem visual.

Mas vale a pena a gente ressaltar aqui, baseado em algumas diretrizes do próprio pessoal da ortopedia, tá? Então a primeira coisa é irrigar bem esse membro que foi amputado, seja com soro, muitas vezes não tem isso no lugar do trauma, né? Mas assim que você entra em contato com o membro, primeira coisa, irrigar bem o membro com soro ou ringer lactato. Eles até fazem uma piada na série com o Whittaker, né? Eu não lembro exatamente como é a piada, mas ele fala assim, ó, irriga bem isso aí, ortopedia.

Irriga com 3 litros, é o Whittaker. 3 litros dele. De soro, você sabe o que é isso? Ele é...

E ele vai embora. Eu sabia que eu era o Thuris. Eu sabia que eu era o Thuris. Tem que ter um efeito solar. E o Rob gosta, ele dá uma risadinha. Cara, isso aí é Tomás. Bom, então a primeira coisa a gente rigou ali com o Thuris. A segunda coisa é envolver o membro que foi decepado ali com o Gaze. Gaze.

estéreo e umedecida, né? Ela vai estar embebida embebida? Ela vai estar embebida ali pelo soro fisiológico, né? Isso é importante até porque se você armazenar no ambiente, num lugar que tem um pouco de gelo, etc, você não expõe o órgão ali, o membro, na verdade, com o gelo direto, né? Porque aí você tem risco de queimar, etc. O ideal é evitar congelar, etc. Fazer uma geladura, né?

E aí a próxima coisa, depois que embebedou, você vai colocar o membro ali num saco selado. Como ele vem selado num saco ali, igual a série mostra, próxima coisa, você vai pegar esse saco e aí sim o saco você vai colocar num ambiente ali com gelo ou água gelada. O ideal é que seja em torno de 4 graus pra manter o membro frio, mas tomar cuidado pra não congelar o membro que você tá pensando em reimplantar.

E a outra coisa que a gente já falou, não colocar o membro diretamente no gelo por conta aí do risco de congelar o tecido, etc. Uma coisa interessante é que quando você resfria sem congelar, você aumenta aí a tolerância à isquemia, no caso aqui do membro. É um pouco diferente dos transplantes de órgão sólido, que é armazenado muitas vezes em gelo, etc. Então é um pouco diferente aí do membro. E aí, chegou lá no pronto-socorro.

Aqui você está num contexto de que você está em primeiro contato com o membro. Segunda coisa, você chegou no pronto-socorro, o que você vai fazer com esse paciente? Dúvidas que a gente tem. Primeiro, uma clássica, né? O que você faz? Então vamos supor que teve o braço aqui amputado, o antebraço amputado. O que você faz com o coto? Primeiro, uma coisa que a gente não deve fazer é o quê?

O que a gente não deve fazer? Torniquete. Torniquete, ele fica reservado para casos em que você tem uma hemorragia muito grave que bota risco de vida o paciente. Pareceu o seu cenário ali, né? Eles até testaram, abriu o torniquete, aí não rolou, fecha e tenta fechar melhor essa artéria. O ideal é que se você não tem um sangramento ameaçador à vida, você vai colocar ali gases, tentar conter o sangramento. Fazer uma hemostasia por compressão do que o torniquete.

Do que o torniquete. Então isso é uma coisa que a gente vai evitar. Então o paciente chegou no pronto-socorro.

Aqui é o protocolo do ATLS básico, né? Você vai fazer ali a BCDE do trauma, isso não vai mudar muito. Se for só o braço o problema, o que a gente tem que fazer? Se for só o braço o problema, aí a gente tem que lembrar de uma coisa, né? Que aqui a gente tá em basicamente uma fratura exposta, né? Então o paciente, além de você levar o membro lá, primeiro que se você cogita o reimplante, né? Então é um membro que ele não foi dilacerado, né? Existe a possibilidade de ser reimplantado? O plano de...

dissecção, ele tá bem preservado. Geralmente são cortes mais favoráveis. O ideal é que você encaminhe esse paciente e o membro pra um setor, pra um hospital que tenha experiência em fazer esse tipo de cirurgia, porque é uma cirurgia microscópica, né? Você precisa suturar os vasinhos e tudo mais. Levou lá pra esse setor, pra esse serviço, que no caso aqui, o nosso hospital do Depit, ele tinha. O médico que tá fazendo o primeiro atendimento tem que tomar alguns cuidados, que vale pra pacientes com fraturas expostas em geral, sendo que dois cuidados importantes...

mostrar. O grande, né? Dois cuidados importantes é, primeiro, profilaxia contra o tétano, você tem que avaliar o calendário vacinal do paciente, se ele tá bem vacinado, se ele tá protegido contra o tétano, às vezes até fazem o globulin em alguns casos. E a segunda coisa é a antibiótico-terapia. Opa, aqui a gente lembra das fraturas expostas. Existe até aquela classificação das fraturas expostas de estilo Anderson, né? Mas quando a gente fala aqui de trauma, que existe ali a aqui.

amputação do membro, né? Aqui a gente sempre vai estar falando de um cochilo Anderson do tipo 3, né? Tem a exposição vascular, etc. E aqui a gente precisa pensar em qual antibiótico empírico é melhor aqui pra esse paciente. Isso vai variar algumas coisas interessantes, né? Primeiro, né? O paciente, ele teve essa amputação e esse... e a lesão ali não teve nenhum contato com solo ou água. O que que você faz? É importante você cobrir grã positivo, grã negativo. Aqui, cefterexone.

parece ser uma boa... Resolve a parada. Parece resolver.

Beleza. Ah, não. Agora eu tive uma contaminação com o solo, né? Aqui, que... É meio que quase todo mundo, né? É quase todo mundo. É difícil, assim, não ter, né? Às vezes solo, planta, né? Às vezes em água, etc. Que tem areia e tudo mais. Não consigo imaginar, assim, um episódio de Dexter, né? Só isso que eu consigo ver, assim. Seja algo extremamente limpo. Ah, por exemplo, o cara tava, sei lá, fatiando alguma coisa e pá! Meteu a faca no dedo. Alguma coisa industrial. Uma máquina freia. Ah, aqui tá.

que tu veio. A gráfica ali, pronto, corte seco. Aquele cara da gráfica aqui. E aquela que é automatizada, que o cara só vai colocando. Galera, a gente já entendeu que existem várias formas de aposar o membro, né? Mas beleza. Se tiver exposição ao solo, a gente se preocupa com outra bactéria. Além de grana positiva e grana negativa, a gente se preocupa com os...

Clostridioides Clostridioides E aqui, além da cobertura do grã positivo e grã negativo Com o septraxone A gente pode fazer também A gente deve, na verdade, adicionar uma cobertura contra o aeróbio Que aqui é o metronidazol E se tiver água? Agora, aí muda É água do mar ou água do rio?

Tá. Água corrente ou água do mar? Bom, se a gente tá falando de água fresca, né? Água doce, aqui a gente tem que tomar cuidado com pseudomonas, aeromonas, e nesse caso a gente precisa fazer uma cobertura de grã positivo, grã negativo, anaeróbico e pseudomonas. E aí, uma boa opção é a piperacilina com tasobactam, famigerado tasocin. Tá bem. Então, por exemplo, o caso do nosso paciente que foi no tomo água seria o taso? Seria o taso, perfeitamente. E se for no mar? Se for no mar, aqui a gente se preocupa com outro...

Banana Bolt, aconteceu alguma coisa? Bom, a decepação de perna no Banana Bolt. Um tomorra no mar. Eu não quero mais andar de Banana Bolt. Eu achava mó breza isso aí. Agora estou de boa. A gente tem que se preocupar, além dos granos positivos e granos negativos, com os víbrios. Os víbrios. E aqui, uma boa opção seria a level fluxo racino, que pega o granos positivo e o granos negativo, e pega também os víbrios, adicionando o metronidazol para fazer aquela cobertura de anaeróbis.

uma salada de antibióticos mas acho que ficou fácil de entender no solo, medo de clostridium colocar anaeróbio, água, medo de pseudomonas vai pra taso, água sem ser salgada, medo de pseudomonas e água salgada a 11 metros e lembrando do

do tétano, né? Muito importante e paralelo a isso. Gosta de uma tríade? Tríade? Tríade no antibiótico e analgesia? Pode ser, pode ser. Resolveu. E aqui, estamos nos Estados Unidos, né? Fentanil pra todo mundo. Ele já tinha tomado várias de fentanil, né?

E uma coisa que eu fiquei com curiosidade, né, é que como que fica a funcionalidade do membro depois que você faz o reimplante, né? Se tem funcionalidade, não tem. Eu fui dar uma pesquisada, né, o que tem mais evidência aqui é reimplantes distais, né, então, tipo assim, cortou uma falange pra cima, o reganho de funcionalidade é maior.

Mas eu encontrei aqui dentro da diretriz, inclusive, dessa mesma diretriz. É porque tem tendão também, né? Tem tendão, etc. O músculo não ficou, né? Mas parece que tem alguns artigos que trazem que pode ter até um reganho de 50% da sensibilidade, que me surpreendeu bastante, e 50% da função motora também.

eu achava que era mais 50 eu achava que era menos eu achava que era menos existe um viés de seleção tu já achar que é possível tá ligado o que eu quero dizer? já é tão difícil chegar ao membro, chegar numa época viável eu achei que assim, quando tá todo alinhado eu achei que ia ser mais, sabe? parece que membros inferiores como é o caso aqui as pernas, etc, parece que é um pouquinho pior a cirurgia é um pouco mais complexa tem mais complicação, então por isso que a parte distal é um pouquinho melhor tá ligado?

Beleza. Isso só sabe quem vai viver um toboágua, né? Exatamente. Fechou. Diminui as ações do, sei lá, do termo diminuído. Esse caso eu acho que fechou, né? Vai pra cirurgia agora com a ortop e vida que segue. Isso aqui foi a gente tentando espremer um pouquinho pra trazer uma clínica pra vocês, né? Vamos lá. Vamos seguir então. Um outro acidente que teve no toboágua é do pai, né? Um pai que fica buscando o filho Zach dele o tempo inteiro.

e que chega também pranchado, mas a princípio sem nenhum déficit ali de coluna, foi avaliado, que nem a gente já comentou em episódios passados, mas aí na hora de fazer o ultrassom, o fast, viram que tinha um pneumo hemotórax, né? Isso, então dá pra ver aí bem o baita hemotórax. Cara, cara, vamos lá, vamos lá. Vamos lá, vamos lá. Falaram que não tinha...

não dava pra ter certeza. A Santos falou, né? Não, foi a Hashimi que falou. Foi a Hashimi que falou assim, ó, não dá pra garantir. Vamos acompanhar mais um pouco, vamos fazer o exame de imagem. Eu acho que fizeram o texto antes de gerar a imagem. A imagem é... Porque a imagem é gritante. É porque a gente... Que tem fluído no tórax, tem, né? A gente consegue apontar aqui, Luca, pra quem... Cara, será que a gente consegue? Consegue.

Deixa eu ver aqui. Deixa eu ver, ó. Aqui, galera. Oh, aí sim. Será que a gente consegue, tendo certeza que consegue? Não, eu não sabia. Até o momento de conseguir, eu estava descreendo.

Ali, uma das coisas que dá pra ver que é fluido, né, existe aquele componente bem anecoico, bem escuro ali, coloca ali em cima. Isso, o pulmão não é pra ser tão escuro, né? Do lado de cá, Luca, tá o fígado, né? Diafragma. O pulmão, ele pode ser escuro, mas quando ele é muito anecoico, a gente imagina que seja um conteúdo líquido e não um conteúdo de ar dentro de pulmão, né? Não vejo linhas AS, que é o que tá presente no pulmão. E existe um negócio chamado do sinal da coluna torácica.

Top, né? Que é quando eu não consigo ver... Olha, bota ali embaixo na coluna torácica. Um pouquinho mais pra cá, um pouquinho mais pra cá. Aí. Quando é pulmão, não é pra eu ver tão bem essa coluna torácica. Porque o ar não deixa o raio do ultrassom, o sonar do ultrassom. É, sonar. Deixa seu raio, né?

Deve ser um raio, não é um raio. Físicos? Físicos, é. Vamos poupar? Vamos se poupar? Vamos preservar. Físico, joga. O efeito do ultrassom, ele não vai tão bem no ar, mas ele vai muito bem na água. E aí quando é água, você consegue ver até lá no fundo a coluna torácica, né? E às vezes o paciente movimenta o pulmão, né? Inspira e expira, você vê a coluna torácica surgindo e desaparecendo, né? É bom.

Onda sonora, né? Ultrassom. Onda sonora, pronto. Eu falei onda, eu falei raio, onda, né? Bom, beleza. Então, é o caso. E aí, esse caso eu acho legal porque rola uma dinâmica que eu acho que... Eu queria saber se vocês gostaram, mas eu gostei que é o Langdon vs. Santos. Gostei. É porque é aquela coisa assim, ó. Eu entendo o lado da Santos.

porque ela... Ela não digeriu bem ainda. Ela não digeriu bem. Eu já guardei rancor de pessoa, além do normal, já guardei. Tem quem soou pra julgar, entendeu? Então eu entendo. Mas eu também entendo que o Langdon pagou o preço dele. Pediu desculpa pra uma galera, tá tentando se redimir, e tá fazendo o papel dele ali como é residente superior a ela. Exato.

essa dinâmica ali dos dois brigando, eu gostei, e até mesmo a consequência que teve isso, quem acha que tá um pouquinho mais pra frente. Mas, então rola o tempo inteiro do Leng, ela querendo fazer uma coisa, o Leng do Travão. Ela querendo fazer uma coisa, não. Ela errando,

O Langdon acertando, né? Assim, ele no papel de residente sênior, dando as condutas certas, ela... Eu até estava na dúvida, Lucas, se ele ia... Tipo assim, ele vai falar... Ele falou lá, por exemplo, ela queria passar um deno de tórax, e ele falou, o paciente está estável, não precisa nesse momento. Dá pra esperar. Dá pra esperar. Eu pensei assim, será que a série quer transformar ele de novo em um vilão ou um cara errado? E esse paciente vai chocar, vai ficar grave, e ele não vai ver, e ele vai ficar como culpado? Mas não aconteceu, né?

Acho que aqui mostrou assim, de fato Ele é o mais experiente, ele sabe o que está fazendo E aí o paciente estava estável Só que como o pneumatólicos era muito volumoso Optaram por fazer Resolver, né? Mas eu tenho uma coisa para falar ainda só sobre a Santos Porque assim, quem é outro personagem Que também ainda está meio rancoroso Com o Landon?

Ah, o Robby, né? E o Robby, será que a Santos não olha pra ele ali também como um espelho? Ele fala, pô, olha a relação do Robby com o Lenton agora, será que eu, né, que sou uma, não uma inferior, mas assim, sou uma, como fala, uma subordinada ali também, será que eu devo perdoar? Porque o Robby, querendo ou não, ele é uma figura de admiração ali no pronto-socorro, né? As pessoas que não têm. Você acha que não tem esse paralelo? Eu acho que o que ela é o rancor...

de que ela foi bullyingada por ele durante a primeira temporada. Ele foi escroto com ela na primeira temporada. Não lembro muito bem como foi. Não, ele esculacha pra caramba ela, ele alopra em cima dela, e o Rob vem corrigir. Fala assim, você tem um hospital escola, você não pode tratar uma pessoa abaixo de você. Isso, bem lembrado. Tem até um recall agora, né? Tem um recall. Ela fala, a Al Hashim fala, isso aqui é um hospital escola, né? Precisa repetir as coisas. É, mas...

Ela chega, né? Ela tinha aquela atitude meio arrogante, prepotente. Ele, na época, não lidou bem com isso, então ele pega muito pesado, inclusive ele tem uma das cenas mais... Uma das cenas mais pesadas da primeira temporada é ele esculachando ela de uma maneira super antiética. Ele toma um colmeomérico do Rob. E ele se desculpa com ela depois? Ele não se desculpa, ele... attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend

Vira a página, só que no decorrer do plantão, é ela que acaba descobrindo que ele tava fazendo prescrição em nome de terceiro pra pegar benzo. Então, o arco ali é complicado, né? Esse trio Roby, Santos e ele. Então, assim, ela denunciou ele. E aí, depois, mais pra frente, ela traz, acho que a gente vai comentar um pouco a repercussão disso. Vai? Vai, né? Mas esse conflito realmente é legal, né? É um conflito que move a trama, né? Você fica, pô...

Eu gosto disso. Isso foi bem bom mesmo. E aí ele... Mas aí voltando pro caso, ele percebe que o paciente tá estável, mas tem de fato um pneumatóricos muito grande, né? Eles falam corte assim, o pneumatóricos tá de 25%, baseado na radiografia.

Existem, de fato, alguns cortes, tá? Por exemplo... Eu não conhecia essa porcentagem, assim. O que eu achei de porcentagem, tem uma diretriz, eu não coloquei aqui nos slides, mas tem uma diretriz de trauma que colocou que acima de 20% é muito, principalmente no raio-x.

Mas todos os outros vão usar muito corte de centímetros, sabe? Então se o tamanho do pneumatórax for maior que 2 centímetros no ultrassom ou 3 centímetros na tomo, já é muito grande pra você deixar quieto, sabe? Então é muito baseado em tamanho também, em termos de ultrassom e...

e raio-x. Achei top esse negócio aí do Toravente, hein? Vocês conheciam? Não conheciam. Claro que não. O Toravente é um método de aspiração em agulha. Então você vai aspirar, não vai drenar. Você vai aspirar, vem uma agulha esse pneumotórax. E é uma possibilidade em pacientes que não estão graves, sabe? Você pode fazer isso porque a tendência é de recuperação. Até trouxe um trabalho. Vai ter que pular dois slides aí, Luca.

Esse é um trabalho que comparou aspiração por agulha versus drenagem de tubo. Aqui o foco foi pneumatórico espontâneo, né? Que é aqueles não traumáticos. Mas os pacientes foram muito melhores. O tempo de hospitalização é menor. O paciente fica menos tempo no hospital. Então é bem interessante, mas é óbvio que tem que saber, entender qual é o paciente que você tá de fato controlando aqui. É um paciente que eu consigo ter tempo pra ficar reavaliando com calma?

Ou é um paciente que tá mais grave? E por aí vai, né? Você acha que aqui no Brasil, o que a gente vai fazer nesse caso?

Provavelmente um pig tail. O pig tail já é muito top. O pig tail já é muito top, que é um dreno bem mais simples, né? E existe maneira de você colocar esse dreno bem mais fácil do que um dreno de tórax. No Brasilzão de meu Deus, é dreno de tórax, né? Que era o que a Santos queria fazer desde o começo. Ou, né, ou se você estiver sob pressão, você vai lá no jardim. Não, nem me lembra dessa cena, cara. Nem me lembra disso. Eu queria trazer só uma... Só de lembrar.

Eu queria trazer só mais uma informação de pneumatórix, que é essa anterior aqui, que tem uma diretriz de pneumatórix espontâneo, que ele fala bem assim, você pode observar o paciente, tem um monte de trabalho mostrando que pacientes com pneumatórix estáveis e pequenos, observar é melhor do que mexer até em recorrência do pneumatórix. Se você colocar um drone de tórix, é a maior chance do pneumatórix voltar com o tempo, e não fazer nada. Só que pra não fazer nada, tem alguma regra.

O paciente tem que ficar 4 horas sem observação no hospital, pelo menos, pra ver se não vai piorar. E ele tem que andar bem. Você tem que pedir pra ele andar e ver se ele não vai ter falta de ar, mas se o pessoal não anda. Fica confortável andando e depois, assim, consegue fazer as atividades dele lá, viver a vida normal. E se ele for andar para o aeroporto?

Aí não dá, aí não pode Pode pegar avião E não pode fazer pressão positiva, né? Evitar a pressão positiva de... Sabe quem aprendeu isso? Santos na primeira temporada Ela transforma um piramotórax Não hipertensivo Em um hipertensivo e toma um... Agora tu falou, devia ter ido Deve ter algum paralelo de coisa que ela pediu pra fazer Agora e pediu pra fazer aquela lá Porque essa série, ela brinca muito com frases Que são faladas na primeira temporada E repetidas na segunda Aqui, meu amigo, eu vou acionar os nossos E aqui nós vamos attendenter E aí

Os nerds de The Pit. Os nerds de The Pit estão acompanhando, porque a galera tá valendo isso. Eu achei que você ia pedir pro editor ali atrás. Não, não. O editor está cansado, chefe. Só um detalhe importante. Aqui você tá falando, né, Pedro? Você fez essa pequena palestra, né? Nos elucidou, mas aqui você falou de pneumotóricos espontâneos.

Isso aqui é a gente tentando espremer A clínica, né? A clínica Mas aqui a gente tá falando de traumático, tá? E aqui no slide só um visual Que dá a aspiração que esse Toravente faz, né? Forte demais, tá? Eu nunca vi, não conheço locais que tem Jogando no Google Parece ter no Brasil, mas eu não conheço Locais que tem Deve ser coisa dos cirurgiões Infelizmente a gente não tem esse contato

E aí, só pra fechar, eu coloquei isso aqui pra mostrar que rola a escalona, né? Começa a escalonar a briga deles, né? Na verdade, não. Ela vai escalonando o Tom, ele, em todo momento, o Langdon, ele assim, ele tá um cara reabilitado, literalmente. Ele tá um cara reabilitado. Ele tá um cara reabilitado. E ele tá, assim, ó, tão testando. Porque pra tirar uma pessoa do sério, uma pessoa reabilitada do sério, assim, geralmente... Tão querendo.

Tão querendo. E vão conseguir, tá? Porque, pô, o cara, ele tá na boa vontade, assim, tá ligado? Tem um documentário?

que é muito top. Depois vocês assistam. Aí quem quiser, vocês assistam. Todo mundo é obrigado a assistir agora. Agora são assistidos. O último documentário é o qual? O Navio do Cocô. Se for melhor que esse, eu agradeço. Calma, não respira fundo, não julga de cara. Tem um documentário que era um álbum do Metallica, que os caras iam gravar a gravação do álbum.

O documentário começa com eles demitindo o baixista, porque ninguém sabia que isso ia acontecer. E o vocalista se interna em reabilitação por alcoolismo. Tá bem. O álbum que você tá falando é o Saint Anger. A.K.A. o pior álbum do metal. Uma grande bosta, né? Só que vem do documentário 1, você entende por que é uma merda o álbum, porque o contexto da banda tava muito ruim, e aí é legal quando ele volta.

da reabilitação, ele volta um cara totalmente diferente. Só que a banda não reabilitou nada, né? Então ainda é tudo disfuncional e um cara um pouco mais funcional tentando viver ali naquele contexto. E assim, a galera provoca o cara o tempo todo. E ele enlouquece no final? Tem momentos de conflito, mas é do tipo assim ele dizia o coronga, né? Ele volta querendo na boa vontade, só que os caras não vão na boa vontade. É tipo assim, não é bom.

Eu gostei dessa frase, né? Ele reabilitou, mas as outras pessoas não, né? Muito bom. Todo mundo tem espaço pra reabilitar. Gostei do seu parálogo. Esse é um documentário que vale muito a pena ver. Mesmo quem não gosta de música, é um documentário sobre relações. Trabalha em equipe. É bom. E aí quando chega a Garcia pra avaliar esse paciente, porque ele tem um desiluvamento do dedo, a Garcia vem dar uma olhada também. O Lengue da Garcia, desde a primeira temporada, tem muito atritinho, né?

Um ficando garfando o outro, né? Um tentando tirar o outro. Mas era uma camaradagem, né?

Existe uma lei ali, existe uma regra ali, sabe? E aí o Langdon fala assim, eu sabia que alguém ia sentir minha falta. Sendo que a Santos tem um rolo com a Garcia. Isso, e tem a fala, né? Ela fica mordidaça, ela fica mordidaça. Carinha dela ali nessa...

E assim, ela tá tratando mal ele durante toda a interação, a Garcia tá vendo e no fim ela fala assim, ó eu acho que era bom colocarem um pouco mais de profissionalismo na grade de decência na grade do R2, que parece que tá faltando direcionado pra Santos, né? Eu vou aproveitar que você tá falando isso e eu vou pedir pra você jogar a câmera na gente aqui que a gente vai passar uns slides, vai lá pra frente ali pode ir, pode ir porque tem um momento onde as duas elas conversam, Luca aqui

já vamos pegar essa cena é bom pra gente encerrar e aí elas estão conversando ali no corredor do hospital porque a Santos vem conversar, a Garcia diz assim eu tenho que aturar, eu tenho que aturar o Langdon ela vai cobrar, assim tá tudo certo entre a gente? porque lá na interação você ficou do lado dele, não no meu

E aí ela tem uma resposta, que a Garcia também é estúpida. Poucas ideias. Ela fala assim, isso aqui não é um ensino médio. Aqui são pessoas adultas, então aqui não é um ensino médio. Então se comporta como adulto e resolva isso, porque ele vai estar trabalhando aqui, você vai estar trabalhando aqui. Ele já superou, se você não superou, eu sugiro conversar com o psicólogo. E aí ela ainda vem e fala assim, a Santos fala, pô meu, ele aqui.

Ele vai embora, ele faz as coisas erradas, aí ele vai pra reabilitação, volta aqui, tá tudo certo, e eu que fiquei aqui, fico sendo tratada como párea. Aí ela ainda vem e fala assim, você tratada como párea porque você é chata.

Não tem nada a ver. Tem nada a ver com o homem. Eu acho que nunca uma pessoa chata ouviu na cara dela que você é chato. Você é chata. Eu vou te falar que eu acho que isso nunca aconteceu. Chegou uma pessoa chata e ela falou, você é chato? O pior disso é porque é com a pessoa que você tem um affair. Você tem um caso. Pô, cara, eu não sei. Eu não sei vocês. A Santos deve estar expulso.

Talvez eu seja frágil. Eu não aguento tanta pancada. Mas a pessoa que está saindo comigo fala assim, você precisa de decência, profissionaliza e você é chata. Você continuaria? Saindo para transar e comer miojo? É o que ela fala? Me chama se você quiser transar e comer miojo. Agora, se quiser, fica com esse papinho chato. Vai para a terapia. Ela fez o papel ali de...

Pô, galera. Drone up, né? Eu acho que, salvo as gruferias, eu achei que foi bom, eu gostei muito dessa dinâmica. Um episódio que já é muito bom dos casos, que acontece, da emoção dos casos, rolou esse desenvolvimento desses personagens, eu achei que foi muito legal.

Eu queria só lembrar... Dito isso, se eu sou a Santos, esquece essa mina aí, né? Claramente, o negócio não vai pra frente. É porque só pra lembrar, assim, essa temporada, eu esqueci que a Santos era a tira como a chata da série, né? Porque a gente tem dois grandes xaropes que a Hugo ou o Vinho, né, Joy? Aí a gente até esqueceu, né? Ah, e ela meio que se perdeu nos episódios que não queriam levar de pontuário. Então assim, a série deu uma perdida nela com o Orsport.

Ela é uma personagem tão, assim, interessante nessas dinâmicas das pessoas. Vamos combinar que tem...

Um monte de Resident perdido aí, né? Ela, a Mohan, a Mel, tá tudo meio segundo plano. A McKay, cara. A McKay. A McKay. Ela tem um espiral de infelicidade ali. Nossa, não dá.

Vamos seguir, depois a gente fala mal pra galera. Então assim, fechamos aqui o segundo caso que foi icônico do episódio. E vamos para o terceiro caso. É só, é o que você falou da... Tem um monte de resenha de perdido? Cara, na temporada passada, a Collins ela tava com uma gestação. Abortando. Abortou. E ela tava mais centrada, eu acho, do que esses caras aí. Mas dito isso, vamos lá. Pô, Collins, saudade dessa pessoa. Pelo amor de Deus. Pelo amor de Deus.

Chega um menino, inclusive o outro paciente lá, num momento parece que era ele, o filho, mas na verdade não é. É um menino que estava lá no toboágua também. Ele sofre um trauma de laringe, cara.

E aí ele é avaliado, eles ficam olhando no fast, eles estão até olhando o pulmão, né? Eles falam assim, poxa, eu vejo a pleura, não dá pra saber se tem o lung slide, o deslizamento, né? Porque o cara não respira, então não tem... Cara, isso é muito massa, isso é muito massa. Porque tu olha as causas de ausência de lung slide, né? A ausência do ultrassom, você vê um pulmão deslizando, uma pleura deslizando sobre a outra, a associação imediata é pneumotórax.

Mas uma pneumonia também pode fazer, porque inflama ali, pode parar. Só que assim, ó, ausência de respiração. É uma causa de ausência de slide-slide. E você vê isso em tabela de slide. Eu acho que vale o disclaimer. Agora o que é long-slide, né, galera? Porque assim, quando a gente tá fazendo ultrassom, a gente tem a pleura visceral e a parietal, né? E elas ficam, quando a gente respira, elas ficam dançando ali uma sobre a outra, né? Caminhando ali uma sobre a outra.

Você vê essa imagem, a gente não tem um vídeo aqui, mas você vê, só procurar na internet, lang slide. Formiguinhas passando de um lado pro outro. Exato, elas vão caminhando ali uma na frente da outra, né? E aí, isso é o normal, então quando a gente respira, ela vai, depois volta. Só que aqui, a gente não tem o lang slide, então ela não tá se movendo lá no ultrassom, né? E existe uma situação onde a pessoa, ela não respira, mas ela tá viva, que é, ela não respira um lado do pulmão, como numa intubação seletiva.

Uma intubação seletiva, você pode não ter langslide e achar que é pneumotórax e tudo mais, mas é só o tubo que tá selecionado. Então você vê langslide de um lado e no outro você não vê. Perfeito. E uma coisa que ajudaria aqui é o tal do modo M, né? Porque aí o modo M tu consegue ver aquele sinal da praia, sinal do código de bar, que aí afastaria o... Pelo menos o pneumotórax, e aí tu fica com outros, né? Verdade.

Mas aí, nesse caso, cara, eu queria só um minuto, eu queria elogiar a atuação desse garoto, tá? Garotinho, ó. Desmaiado verdadeiramente. Garotinho, em nenhum momento, ele dá aquela piscadela dura, né? Aqui é a atuação. Filho de quem será, né? Deve ser todo mundo nessa série, filho de alguém. Se alguém puxar capivara aí, é filho de alguém, né? Deve ser filho de alguém. Cara, só um segundo. Eu não sei se puxar capivara é um termo nacionalmente conhecido, louco.

Cara, eu acho que é. Cara, eu só soube desse termo aqui no Mato Grosso. O Joca ali tá falando aqui em São Paulo. No Mato Grosso eu não lembro das pessoas falando esse termo. No Rio Grande do Sul também não. Aqui, ó. Rio Grande do Norte não ouviu também. Então... Puxar... Puxar o nós é um grande termo, né? Um grande termo do vernáculo brasileiro. É muito fogo, né? Paulistano. É, Paulistano. A gente fala, vamos puxar a capivara quando você quer entender o contexto, ali, CPF da pessoa, né?

Tipo assim, ó, pô, quero ver se essa pessoa tem algum problema com o Jus Brasil ou alguma passagem, será que quem foi o ex-namorado, quem foi os ex-namorados dela, quem foi os ex-namorados dele. Você pode dizer isso em diversos contextos. Você nunca recebeu aquele e-mail assim, alguém consultou o seu escorcerazo. Alguém tá puxando essa capivara. Alguém tá puxando a capivara. Dá pra ser usado e é isso. Você quer mais informações sobre essa pessoa, né? Vamos puxar a capivara dela.

Puxaram a capivara do garotinho aqui. Cara, e aí assim, ele tem um trauma de laringe, não conseguindo entubar, não tão conseguindo oxigenar, o moleque tá saturando 80 desde que saiu lá da cena e esse aqui é o pesadelo dos pesadelos, né? Que é a situação... Uma indicação de Crico e uma criança.

E uma indicação de crico numa criança, só que é vírgula, porque não pode, né? É esse que é o ponto. É um trauma de laringe. E criança também, crico em criança tem toda uma questão. E aí eles ficam até debatendo isso. Crico? Não, não pode. Crico por função, você não vai conseguir ventilar. Aí eles, não sei o quê. E aí eles falam, a gente vai fazer uma tracostomia acordado.

de emergência. Me tira só uma dúvida aqui. Pra ficar bem claro pra galera que tá ouvindo, a diferença entre Crico, né? Que a gente fala Crico e Tráqueo. Só um dos bonitinhos. Então, pra isso, eu trouxe um vídeo. Olha! Que coincidência! Nem tava combinado essa pergunta. Nem tava combinado essa fala aqui, mas eu trouxe um vídeo no lugar. Geralmente a gente não coloca vídeo em slide, né? Vamos ver se vai dar certo. Vamos ver se o nosso garoto já não deu!

Você sabe pra quem vai sobrar esse vídeo? Pra um grande editor. Não, não. Aqui, tá aqui. Vai dar, vai dar. Confia. Galera, então assim, ó. Vocês vão acompanhar esse vídeo aqui. É um vídeo institucional militar da década de 60. Como é que tu conseguiu isso? Aí, meu amigo, é internet. Tá bom.

E ele tá mostrando aqui a anatomia de uma traqueia humana, tá? Então, aqui a gente tem a cartilagem tireoidea, onde a gente tem, inclusive, o famoso pombo de Adão, né? Que é a referência anatômica. E embaixo a gente tem a cartilagem cricóidea, certo? Então, uma cricotireodostomia é cortar esta membrana, que é a membrana cricotireoidea, que fica justamente abaixo do pombo de Adão e acima da cartilagem cricóidea. Tá.

Você consegue palpar isso aí, todo mundo, no próprio escoço. Sua explicação está perfeita, mas a imagem está horrível. Cara, é porque é uma peça de dissecção, inclusive. Da década de 60. Da década de 60. Já uma tráqueo? Já uma tráqueo. Aí é, abaixo da cartilagem cricóide, começaria a traqueia, os anéis traqueais. Aí a tracheostomia é fazer a incisão e a inserção do tubo pela traqueia. Tá. Perfeito.

Ponto. Dito isso, qualquer questão. Na emergência, a gente sempre preferencia a Crico. Pelo seguinte motivo. É muito mais rápido, muito mais fácil e direto o acesso à via aérea do paciente. Então, o que a gente costuma fazer Crico? Principalmente, trauma daqui pra cima, onde a gente não vai conseguir entubar o paciente. E aquela situação do não entubo, não oxigênio, né? Que já foi comentado aqui, né? Que a gente já comentou.

eu chego a acesso muito rápido. Traqueostomia na emergência, geralmente, a gente não faz, porque é um procedimento, abre aspas, mil aspas, eletivo. Demora um tempo pra gente obter cirurgião, o que faz, tudo mais. Fora que relações anatômicas, etc. Nesse episódio, eles trazem uma situação de que não dá nem pra fazer crico, que é o trauma de laringe, que aí a preferência, geralmente, é pela tráquea. Eu fui até dar uma olhada em guideline, em referência.

O grande ponto aqui é, já numa situação de trauma de laringe e tudo mais, a passagem da crico também está associada a, um, não conseguir passar, e dois, mal prognóstico. Então, lesão irreversível de corda vocal, depois fazer estenose de laringe, então, até questão de prognóstico depois, a tráquea é melhor.

salvo uma seguinte situação, que aí talvez é uma patinada do episódio, não em tubo não oxigênio, aí você vai fazer aquilo que você acessa mais rápido a VR do paciente. Se é crico, é crico, não tem paciência. Perfeito. E aí tem uma frase que eu gostei muito no episódio.

que a Al Hashimi fala que é assim, ó, ela tá fazendo ali o procedimento, aí ela termina, aí eles olham pro Robin, né, que é a referência, o Itaker e tal, ele fala, cara, já tinha feito uma dessa? Ele fala assim, cara, eu não. Aí eles olham pro Al Hashimi, você já tinha feito ela? Eu também não.

Mas eu treinei isso lá no Centro Educacional X. E aí esse que é o ponto do treinamento de via aérea cirúrgica, né? Eu treino crico, você treina crico, a gente treina crico, a gente nunca fez, o resto é o que eu nunca preciso fazer, mas a ideia do treinamento é se um dia eu precisar, numa situação de emergência, eu vou fazer. É uma incidência tão rara, né?

Tem gente que coloca que esse não entubo, não oxigênio é um a cada cinco a vinte mil entubações, né? Então, na prática mesmo, vai ter muito cara experiente que entuba pra caramba e que nunca fez uma crico. Sim. E ela faz ali... Quanto melhor você entuba, menos crico você vai fazer. E você talvez seja a melhor pessoa pra poder fazer uma crico, né? Você tem mais experiência e tal, só que você faz menos, né? É, exato.

Mas é legal que ela faz ali, ninguém, em nenhum momento cogita, nossa, acho que ela nunca fez, né? Ela realmente faz ali, é aquela ideia de que se você fala uma coisa com muita convicção... E ela fala, aqui a gente vai fazer uma incisão em linha média, aí agora, aqui é tudo tátil agora. Eu gosto que ela foi descritiva assim. Ela vai falando passo a passo. É um descritivo que as pessoas estão ouvindo também, elas estão meio que aprendendo, sabe?

Sabe a impressão que eu tive? A impressão que eu tive é que ela tá ensinando a galera, mas ela ao mesmo tempo está falando dela.

Como ela decorou, tá ligado? Porque agora você faz assim, assim. E muitas vezes a gente faz isso também, né? Essa cena é fantástica. Ela vai falando aqui, ó, né? Dedo na traqueia. Aí aqui agora é uma parte tátil. Ela falou, olha, ó. Um atráquio levaria 20 minutos. Ele não duraria nem 60 segundos. Só que não é um atráquio cirúrgico, blá, blá, blá. Aqui foi só um procedimento de urgência. Utilizando um bisturi, um buji e um tubo, né? E um tubo. Que é o mesmo que tu usaria pra fazer uma acrícola.

experimentar essa imagem que você colocou aí na tela. É parecido tudo. Se puder botar aqui a imagem. Ah, não tava mostrando, perdão. É que as cenas dela passando, né? Sangreim. E isso aqui eu gostei da representação, tá? Porque já tinha, devia ter um baitedema ali, né? Da laringe. E é um procedimento cruento, né?

E no treinamento, o pessoal que treina fala isso, né? Não olha, porque na hora você não vai conseguir ter recurso visual. É tátil mesmo, né? Cara, essa é muito... A frase é agora pra você dizer tátil. Eu ouvi no treinamento de clipe.

Não, eu ia falar pra você passar pra não ficar tanto sangue aparecendo, pra não dar problema no vídeo. Posso só fazer uma observação antes de você continuar? Quantas você quiser. Essa mãozinha aí que tá segurando a criança, né? Inclusive, impecável a atuação da criança aqui, mas é do Rob, né? E ele tem essa tatuagem aí que é o F, né?

É o F. Vocês têm alguma hipótese do que pode ser isso? Eu achava que tinha a ver com flúor, né? O elemento mais... Parece flúor. O que tem a ver com flúor, né? Por quê? Da onde vem o flúor? Por que o emergencista vai ter um flúor tatuado no pulso, né? Ou o ator. É, ou o ator. Será? Que ia passar isso aí? Será que é? Easter egg? Dentista?

pode ser, eu vi que tem alguma relação com a filha dele, pode ter também mas eu não me lembro, então galera, se puder começar deixar suas hipóteses aqui acho que só não foi maquiado, eu acho que você é do ator não, não, eu já vi que ele tem essa, eu já vi em outros episódios que ele tem essa tatuagem, mas o ator tem essa tatuagem? é, mas o ator não sei, quem vai tatuar o elemento

Ah, aí vai discutir o que a pessoa tá com o outro, vai entrar num local que... Você tá fazendo juízo de valores, a tatuagem do amigo. Lembrando que quem tem muita tatuagem fala que motivo pra tatuagem é só as primeiras, né? Depois você faz o que quer, né? Aí, cara, naquele vídeo eu só queria mostrar uma coisa que é genial, que é isso aqui, ó. Volta, tem que contar. Isso aqui, galera, é...

A dimensão 3D é até uma coisa anatômica que a laringe a gente não estuda tanto, né? Quando você vira a laringe, olhando de posterior para anterior, a parte posterior, ela é coberta por cartilagem também. E aí isso era um dos meus medos de crico, né? Que eu fico olhando, que é isso aqui, né? Que você tá com um bisturi ali, né?

E o medo de... E de transvulsionar tudo e parar lá, esôfago, medú, sei lá, né? Vai bater numa estrutura óssea, né? Fixa. Então, assim, é por isso que a gente fala que a crico-purpunção, a crico-bisturi... Essa é uma imagem de cima, onde tá vindo o bisturi pela frente, e quando chega atrás, ele não atravessa, né? Ele não atravessa.

atravessa. Então, assim, é um procedimento que até mesmo ali, cruento, você fazendo a punção, tu vai ter ali uma margem de segurança, acessar a via aérea do paciente passar o tubo, salvar a vida da pessoa ali. Cara, muito top, tá? Legal. Que cena, que cena, né? Fantástico, não, foi muito boa. Fantástico, fantástico. Fantástico. É por isso, esse episódio foi muito bom. Eu acho que esses foram os três principais casos, né? Cara, e aí, o documentário, né, depois chega a cirurgiã, a Garcia, né? A Garcia, né? Aí, assim, pô, o primeiro ponto é...

caso aí, era uma criança, podia muito bem chamar a cirurgiana. Eles são, assim, política afirmativa mesmo. Irmão, o emergenciista vai fazer tudo. A gente não vai abrir mão de nada. Não, tudo, tudo. Tá no meu contrato? Eu vou fazer. Só que a Garcia tem um humor, que ela vem falando, nossa, quem usou um cutelo?

Muito bom, muito bom. Muito bom. Com ela aquela faca, né? Gigante. Mas a shimmy não deixa barato. Ela vira e fala assim, eu acho que o pessoal do Centro Surge não vai ligar que eu troquei... Eu salvei a vida dele. Por a gente ter salva a vida dele. É, não, tome. E essa frase é uma coisa que eu vi uma vez numa aula de via aérea.

era o Richard Lovitain que estava dando a aula, e ele falou assim cara, de verdade, falar que você vai cortar o pescoço de alguém, é claro que não é legal é claro que é cruento, é uma coisa péssima, mas se você explicar pra família e meu paciente que você cortou o pescoço pra salvar a vida ninguém vai ficar chateado com essa situação é um procedimento de extremo, né? Muito top

desculpa, e aí essa devolvida ao Hashimi eleva ela nesse episódio, por isso que ela tá muito boa nesse episódio eu acho que ela foi MVP ela dá no Lengdon lá na frente ela deu, muito top muito top, muito top, finalmente né assim, o do casu, a grande borboleta ao Hashimi

isso que ela nem passou na consulta que ela tá tentando agendar caraca, essa informação se perdeu totalmente já tinha perdido o interesse bebê também o bebê tá por ali na hora que vai cortar o pescoço da criança ela dá uma travada também a cena toda é muito boa que episódio bom que a gente falou de

Bagdá, não é Bagdá não foi no Afeganistão, né? Cabu, foi em Cabu e aí eu achei que, não sei se ia falar alguma coisa ali ao mesmo tempo também foi a travada do é a primeira vez que eu vou fazer o procedimento muito bom, foi muito bom inclusive, baby mentioned, né? o bebê foi mencionado que ainda tá lá o bebê segue faz oito episódios que eu falei que esse bebê já subiu e nada ainda vamos lá, o primeiro caso que a gente tem cara aqui

É o caso da paciente paliativa lá, do câncer, acho que se não me engano é de pulmão, né? Que no fim parece que ela tá evoluindo com uma dor refratária, que eles vão... E vai ser discutido sobre óbito, né? Acho que é isso, ela deve falecer nos próximos episódios. Talvez uma sedação paliativa ali, né? É, eles estão... A série toda tá caminhando aonde ela vai receber analgesia demais e talvez venha a óbito discutir toda essa questão de duplo efeito, né?

Onde você está buscando o efeito da dor, não está buscando o efeito de abreviar, de antecipar a morte, mas como o efeito que você está buscando é a dor, se o outro lado acontecer, você não é... Em alguns cenários, se você não consegue tratar a dor, a gente faz a sedação paliativa, que é isso. Eu acho que a discussão desse caso é mais interessante do que a apresentação dele na série. Eu acho que tem um tom meio novelesco.

A impressão que eu tenho é assim. Eu acho que eu queria que esse caso tivesse sido resolvido mais rápido, em dois, três episódios. Acho que ela já tá um sexto episódio, essa paciente, pra por aí. Ou sétimo. Ao mesmo tempo, se fosse rápido demais, ia ser muito inverídico, sabe? Que foi o da temporada passada, né? Do senhor...

O paliativo que é meio rápido, né? Até 9 da manhã. 9 da manhã. Entubou, estubou. Ficou meio anedótico demais. Aqui talvez eles estão tentando coerir isso. E aí a McKay entrou nessa toca de coelho que ela não sai desse caso. Ela vai pra outro caso ali, mas ela tá meio presa. E eu gosto tanto dessa personagem. Eu gostei dela no primeiro episódio, mas ela tá muito apagada. Existe uma beleza em mostrar o cuidado de trazer o cuidado paliativo.

para a emergência e o cuidado que a equipe acontece, mas a equipe tendo a sensibilidade de dar dignidade e um cuidado bom, num setor de emergência que geralmente não costuma ter a estrutura necessária para você fazer uma condição boa.

A minha crítica, e talvez a única crítica a esse episódio pra mim, é porque ele, eu concordo com tudo que vocês estão falando, tá? Não tô discordando aqui, mas nesse episódio, eu acho que toda vez que, ele é um episódio que tá sempre lá no alto, né? Lá no alto, lá no alto, lá no alto, ele de repente cortava pra esse caso, que é um caso um pouco mais slow burn ali, né? Um caso que tá sendo resolvido já há mais tempo, é mais tranquilo. Eu acho que quebrou muito o ritmo pra mim.

Aí você pode alegar, ah, mas isso é importante, porque a série precisa ter ritmos diferentes e tudo mais, pra o público poder respirar. Mas, na verdade, eu não senti vontade de respirar, eu senti vontade de passar, porque... É porque eu não sei se a gente já sabe o que vai acontecer, faz quatro episódios. E aí tu fica, assim, acontecendo de maneira tão devagar, assim, que ela vai precisar de mais morfina, talvez ela evoluir pra uma hipopneia, e talvez ela venha a óbito, e você fica assim...

O que poderia ter sido feito é, pô, deixa esse episódio sem ela aparecer, deixa ela aparecer só no próximo como alguns outros casos que isso aconteceu. Isso na vida real às vezes é uma discussão de dias, né? Eu acho que é difícil equilibrar isso. Avançando. Acho que estão fazendo o que dá, né? É, não, não. É a gente sendo meio chato, né? Ou eu, no caso, sendo chato. Eu acho oficialmente errado o jeito das crianças. Mas beleza.

Mil miligramas de acetaminofeno. Rola um momento, já que agora as prescrições são manuais, né? Aí tem enfermeiras novas que nunca viram uma impressão manual, pelo que eu entendi, né? Isso. E aí a pessoa tá recebendo acetaminofeno, né? O famoso paracetamol. Já que está na terra onde não tem dipirona, né? Olha que povo triste, né? A tristeza, a tristeza.

Mas aí rola uma nossa, essa geração não consegue ler uma... A Dana fala assim, nossa, a geração se não tiver um emoji não consegue ler. Cai entre nós um comentário bem, passa pro próximo. Bem ok boomer, né? Só da parte da Dana aqui, né? Cara, mas aí brincou um pouquinho com a letra de médico, né? E tem isso, né? Sim, sim, foi legal. Você olha, é uma linha reta ela fala aqui... Como a gente escreve bem, Luca?

Não, não escrevo bem Eu acho que sim, eu escrevo com letra de forma Eu acho que eu escrevo bem Mas eu acho que eu acho só Eu escrevo com letra de forma e escrevo mal Eu acho que todo mundo em volta acha que eu escrevo mal Eu olho, eu consigo ver e fico feliz Mas eu não sei se essa é uma sensação universal Eu acho que eu escrevo bem Mas assim, a culpa não é da medicina Eu já escrevi há mal anos

A grande dúvida é porque o médico tem essa fama de ter a letra feia, né? Será que ele tem que escrever muito rápido? É. É porque tem uma galera que eu acho que é desleixo. É desleixo. Eu acho desleixo. Eu acho que existe a exceção de que não é desleixo, mas a regra é ser desleixo. E é prejudicial pro paciente, né? Lógico. Bom, próximo.

Cara, eu amei essa cena Eu amei essa cena Porque ele tá vendo o paciente da nefrolitíase Que tá melhor Que já fez anti-inflamatório, tá indo bem Ele vai ser liberado em breve Só que aí ele fala assim, o que eu faço até ser liberado? Aí o Govi pega um livro E entrega pra ele E fala a seguinte frase Eu achei Tchau

Eu achei que meu dia ia ser mais tranquilo. Eu achei que não teria muito o que fazer hoje e trouxe um livro. Que livro é esse, Sr. Goubert? Eu pensei, não vi, mas eu pensei das inúmeras vezes que eu levei um livro pra passear no plantão. E assim, cara, eu acho que eu vou ter um tempinho. Nunca encostei. Ele passeou comigo, né? Ele conheceu novas terras e voltou. Foi isso que aconteceu, tá? Vocês querem saber um pouquinho sobre a sinopse do livro que a gente tá falando? Não, seguindo. Tô brincando. Fala aí, fala aí, fala aí.

Eu não vou falar. Próximo, passa aí. Eu não vou falar sobre a sinopse do Notas de um Filho Nativo, tá? Tem a ver com o episódio? Não consegui ler? Vamos avançar, vamos ficar sem saber. Por favor, eu sei. Tem uma galera que gosta de comentar. Pô, o pessoal que comenta aqueles comentáriozão super grandão. Comenta aí, por gentileza, se esse livro, Notas de um Filho Nativo, tem a ver com o episódio? Tem a ver. Com a Lorde do Gouvinho. Conhece?

Não, não, é porque os dois acham que são imigrantes, né? Rola uma parada dessas, assim. Mas você conhece os nomes do livro? Não, o nome do negócio é... Notas de um filho nativo. Isso. Ah, bem, aí... Não dá pra saber. Vamos lá. Vamos lá. Você não leu, né? Eu não consegui ler. Beleza. Aí, só um pause, né? A Mel, ela volta do... Ela volta da audiência, que parece que inclusive foi péssima, né? Cara, ao mesmo tempo, assim, parece que não virou nada. É, não...

gerou nada, o hospital tá zero estressado, a menina tá totalmente bagunçada, e pra ajudar a Santos também, que já também não tá muito feliz da vida, ela devolve, ela chega, assim, não dá nenhum opa, tudo bom? Bem-vinda de volta ao sétimo círculo do inferno. Caraca, eu tava lendo a sinopse aqui do livro Animal, tá? Tá, mas voltando, voltando.

Bem-vindo de volta ao sétimo círculo do inferno, Jonatas. Olha aí, né? Sétimo círculo do inferno, né? Bom, perdi aqui porque eu estava levando o sinal que eu não vi. O lejo que vocês deram para mim. Mas eu vou falar aqui sobre o sétimo círculo do inferno, que é o círculo do quê? Eu fui dar uma pesquisa.

É o inferno de Dante? Inferno de Dante. O inferno de Dante, um dos poetas. O sétimo seria o? Violência, tá? E aqui o sétimo círculo do inferno, ele é baseado em três... Ah, é que o limbo não conta, né? É o limbo... Ah, é abaixo, tá, entendi agora. O limbo não conta. Minos do chúria, gula, ganância, ira, heresia, violência é o sétimo círculo. Isso, e aí tem três... O sétimo círculo é separado em três, que são a violência contra os outros.

a violência contra si mesmo e a violência contra Deus. Então, só pra vocês saberem aí. Qual a correlação disso com The Pit e tudo mais? Com a Santos. Eu acho que se assim, parar pra pensar o que que significa cada...

Eu acho que violência é um dela, né? Ela tem um pouco de violência, assim. Ela tem violência com ela mesma, lembrando do machucado na perna dela, né? E tudo mais. E ela tem esse comportamento violento. Eu acho que combina, assim. Se eu fosse escritor, tivesse que escolher um círculo pra Santos falar, seria isso.

e o pronto-socorro ali vai ser o que? no livro do inferno de Dante os que cometem a violência contra Deus eles ficam num deserto árido enquanto caem bolas de fogo sobre ele, será que é uma piadinha ali com ele tá com fogo de artifício em 4 de julho fogo de artifício, onda de calor tá bom

Pensamos demais, para a resposta de menos. Mas essa parte da Mel ali, dessa parte onde a Mel foi falar sobre o depoimento dela, eu achei que ia mostrar o depoimento. Eu também. Ela ia virar uma do meio Law & Order. Pô, mano, ela tá sofrendo com esse depoimento tantos episódios, eu achei que até parece que ela foi lá, foi horrível, e agora ela voltou. Mas eu acho que agora, esses próximos episódios aí, acho que vai mostrar um pouco do impacto do depoimento no atendimento dela, né? Que ela vai ficar ali com a cabeça consternada, etc.

Eu acho que ela vai ficar concernada, mas não sei se eu queria só isso. Mas beleza, beleza. Fechou. Achei que foi meio... É, meio meh. Não sei se ia culminar em algo maior, sabe? Fizeram uma construção e... Uma cena do julgamento dela... Julgamento não, né? Dela prestando depoimento.

Ah, não, isso eu nunca achei que ia rolar, porque eles são muito comedidos ali adentro do... Do pronto-socorro. Verdade, verdade. Olha aí, quem chegou? Quem veio? Seu Duke. Tu vens, tu vens. Já foi assassinado aqui na sessão de comentários de Pete, o amigo do Rob, né? Algumas pessoas mataram esse, falaram, ele já está morto, por isso que não está tendo a ligação.

E na real é o cara que conserta a moto do Rob. E ele tá com uma rouquidão já faz alguns meses e o Rob falou assim, ó, eu vou viajar. Se tem uma hora de você vir e eu fazer um check-up de você, é hoje, bem logo, né? E aí o cara chega, aí a vibe deles era fazer um... uma naso fibra ali pra ver a laringe dele por conta da rouquidão, que tava linda. Pegou uma naso fibra sobrando ali, né? É, sempre tem. Um negócio comum, né? No pronto-robo.

E aí, esse personagem, eu achei meio enigmático ainda, assim, o que vai rolar com ele. Ele passou uma imagem, assim, o mestre Splinter, assim, o mestre do Rob, sabe? Ele tem uma relação, não é muito horizontal, né? Exato, ele é o mecânico da moto, mas também dá alguns conselhos de vida pro Rob, e ele tem esse carinho, assim, eu tive essa ideia. Acabei.

Acho que sim. Mentor, mentor. Ele ainda solta pro... O que que tem a referência imediata foi o Splinter, mas beleza. Foi o único mestre. O Sr. Miyagi. O grande mentor dele, o mestre Splinter. O Pedro Bial, assim. Orientando você a passar pro Trussolar, né? Exatamente. É, beleza. O cara sabe muito, tá? Esse aí sabe muito.

E aí ele solta uma frase espetacular, icônica. Gente, se... Cara, pelo amor de Deus, a série tá antecipando o acidente do Rob, tá todo mundo falando já, ninguém mais aguenta isso que é. Ele diz, só um idiota pilotaria a noite toda após trabalhar 12 horas seguidas. Tipo assim, Rob, você vai morrer se você pegar essa moto.

Lembrando que a gente fez uma promessa aqui, né? Envolvendo o Evil Canível e uma fantasia. Eu tô torcendo pra gente não precisar cumprir, porque vai ser um saco achar isso aqui em São Paulo. Mas, dito isso, eu acho que não vai rolar, tá? Porque tá muito foreshadowing, tá muito óbvio, sabe? Tem que ser uma coisa que quebre o óbvio, né? Se for um cara sair e sofrer um acidente, beleza.

Ainda na passagem tem a cena da Javad com a mãe dela, né? E, cara, eu coloquei essa frase aqui porque eu acho essa frase assim tão idiota, tão idiota, e às vezes ela é utilizada em feedback. Que é assim, você tem que ficar hipervigilante e conferir tudo.

Cara, se você tá numa situação onde você tá hipervigilante e conferindo tudo, você não vai conseguir sair, não vai conseguir avançar. Então se a maneira... O que eu quero dizer é o seguinte, ó. Pô, foi cometido um erro médico. Se a maneira que você tem pra responder esse erro médico foi você tem que conferir tudo três vezes, cara, não tem como.

A pessoa nunca atuou, porque você não consegue conferir tudo, ainda mais no pronto-socorro. Tem outros jeitos de você tentar reduzir as chances de erro médico, de dar uma dica melhor, de organizar melhor o pensamento. Talvez você tenha que organizar melhor os papéis dos seus pacientes pra você ter um sistema de reavaliação mais frequente. Sei lá, você consegue ser uma coisa mais objetiva. Se a sua dica pra uma pessoa cometer o erro, você tem que prestar mais atenção, adivinha só, não vai funcionar.

outro erro vai ser cometido. E destacou do contexto, né? E a menina mesmo identificou, falou, pô, meu, estamos sem sistema, estamos com causa.

Tem ponto de melhoria, tem ponto de melhoria. Tem, mas cara, mas é aquela coisa. Fica com o paciente, fica sempre reavaliando. Se você não tem algum papel lembrando qual paciente você tem, você vai esquecer dele mesmo. Que seja algo mais objetivo na hora de dar um feedback. Não é que não era objetivo, mas aqui era só pra... Aqui a cena é pra mais colachar ela. Aqui acho que foi proposital, né? Ela falou um bagulho bem... Eu só tenho muita raiva dessa frase. É, não, assim... E tem essa questão de tu querer o tempo todo aqui.

personalizar a culpa de um erro nas costas de um único ator, né? Acontece um erro na saúde, um evento adverso, a culpa é dela que não checou. Irmão, tá sem sistema.

Não colou ninguém pra ajudar. Aqui a gente tá falando muito de momiísticos também, né? Não, tudo isso. Ela queria sopezinhar. Eu só quis pegar essa frase, porque assim, você fala assim, toda dor abdominal que você atender, você tem que avaliar, pensando nisso, nisso, isso, beleza. Esse é um feedback bom. Agora, você tem que prestar mais atenção e tudo você tem que conferir três vezes? Cara, isso é horrível, porque você não funciona, ninguém funciona desse jeito.

E nem foi a pior frase que ela fala, né? Ela fala uma que é um absurdo, que traz até um preconceito com...

com pronto-socorro que ela fala assim pra que você vai ficar aqui em resumo da obra ela fala assim você tá escolhendo uma carreira de emergência a galera aqui é tudo assim vai fazer de qualquer jeito pra uma pessoa mais inteligente resolver pra uma pessoa mais inteligente mais capacitada ficar consertando as cagadas de vocês

Isso exprime um preconceito que tem com a galera que tá na ponta, e eu digo ponta, ponta mesmo, que é pronto-socorro, UBS. É o ápice do médico do dia seguinte, né? É o supra-sumo do médico do dia seguinte. Aí, irmão, aí é fácil, né, cara? Eu escolho dois casos pra ficar vendo ali, é tua obrigação resolver tudo, né? Meio que, então, assim, muito escrotas essa frase, né? E Javadi só cresce nas pesquisas, né? Ela vem ganhando cada dia mais o meu.

O meu bem querer. Tá, o carizinho. Ela tá sofrendo. Outra cena aqui é que eles convocaram os vôzinhos pra ajudar. Cara, existe um conceito em hospital público que é o carinha que ajuda. Tá ligado o que eu quero dizer?

Caraca, Jônatas O Jônatas saiu e do nada ficou muito sério É que eu lembrei do carinha que ajudava Que ajudava lá no hospital Lembra desse cara? Ele perdeu um familiar no hospital Mas o atendimento foi tão bom Que ele retribui trabalhando lá de graça

décadas e assim, eu quis trazer porque os outros sociólogos que eu trabalhei sempre tinha um que tava ali, sabe? ajudando e tal, então assim no seu, o local que você atua trabalha, tem esse senhorzinho tem essa senhorinha que, ela tá ali ajudando ela leva uma maca pro outro lado, pro outro ela tá ali, o que é isso do meio me lembrou o Didi é brincadeira Didi ou Dedé como é a soma do Didi com Dedé caramba attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend attend

Ele veio com extintor aí no Piara Boomer E aí pra fechar aqui a passagem de caso Vai rolar o atendimento de uma dor na perna Que isso, o cisto de Baker? Pois é, eu pensei Eu bati o outro TVPzinha, né É que eu não sei se foi coisa da minha cabeça Mas eu vi que parecia que tinha um negocinho Uma bolinha ali, um negocinho Um sonho

Eu acho que é, desse também que eu voltei, alguma coisa assim. Que aí, talvez fique aquele negócio, putz, será que uma trombose a gente anticoagula ou não, mas aí no fim era um cisto de Baker, uma loucurinha assim. E aí a morra vai atender ela, e ela começa a passar mal, ela começa a ficar taquipneica, acho que assim, o pessoal retrata uma crise de ansiedade, assim, acho que bem legal. Ela vai ficando cada vez pior, vai suando. Me lembrou esse meme aqui.

e ela vai ficando taquipineica, vai tendo dor no peito e ela fala assim eu tô tendo um infarto, cara e todo mundo que tem crise acha que tá tendo um infarto mesmo, porque é uma opressão torada, deve ser uma parada foi muito legal essa crise de ansiedade e é curioso assim, que por melhor médico que ela seja ela não reconheceu a crise de pânico dela ela achou que ela tava tendo um infarto mesmo, né? mas aí eu acho que é um pouco a gente que trabalha com isso os boards

você fica com a cabeça desorganizada. Você vê coisa ruim o tempo todo, aí você tem os sintomas, e vai amplificando. Nessa temporada, o estresse emocional dela com a mãe, com essa transferência que ela vai fazer um optativo em outro local.

e a mãe tá ligando, começou a ligar no serviço pra falar com ela ela tá meio que ignorando eu tinha a impressão que assim, ela deve estar com um acidente na família, alguma coisa assim fica com a sensação de que não tá legal ela ignorar, que vai vir uma tragédia aí, mas... ela vai ignorando e aí mostra que somatiza durante o trabalho ela tá mal, a galera vai atendendo e aí assim, óbvio, um residente dando ruim, eles falam chama o chefe, né porque...

é um caso aqui grave, nossa colega e aí o cara, o Robin, ele vai ganhar o título o maior babaca da história do seriado nada do que apareceu no seriado até agora supera o que ele fez o maior babaquice do Robin na série inteira acho que nem na vida real eu vi um negócio tão

Eu não vi. Eu não me lembro. Fazendo um estudo do personagem. Contextualizando o que ele falou. Ele virou e falou bem assim. Porque ela vira e fala assim. Não, eu só estou estressada. Porque minha mãe está me ligando. Ah não, espera aí. Você está de sacanagem que isso tudo é só uma crise de pânico.

não tem a ver com, sei lá, o que ele fala. Não fala isso, mas engole o choro e vai trabalhar ou vai pra casa, sabe? Você vai ficar aqui pra atrapalhar, não é bem-vindo aqui. Sendo que o Langlo tava tentando lidar ela com calma, a Joy tava lidando ela com calma, a Dana tava todo mundo assim, cara, o que que tá acontecendo e tal? E o Rob vindo numa escrotidão bizarra.

um estudo de personagem. De onde veio essa escrutidão? Porque a gente sabe que ele parece que tem inúmeros problemas. A gente viu na primeira temporada os traumas dele ali. Ele, teoricamente, deveria fazer acompanhamento com a equipe da terapia, o psiquiatra, etc. Claramente notamos que precisa.

Ele não faz, então a impressão que eu tenho é que ele acha que ele consegue lidar muito bem com os problemas dele, né? Ou lida de forma escapista e não tolera que outras pessoas também sofram com os problemas dela. Lembrando que faz uma temporada perfeita, acho que foi no episódio 10, 12, por ali, que ele cai no chão quebrado. Ele vai ao chão de tão quebrado que ele tá, que o Itaker vem ajudar ele e tal, né?

E depois que ele vai ao chão quebrado, o que acontece? Ele volta depois a trabalhar, né? Ele volta a trabalhar. E às vezes, pô, já aconteceu isso comigo aí? Eu já vivi isso aí? Eu vou ter. Não, acho que não. Ele precisou de ajuda pra voltar a trabalhar. Então, o Isaac ajuda ele. Não é uma coisa assim, eu sou bonzão. Eu acho que foi uma... Assim, a temporada inteira tá aumentando o ponto de ebulição de todo mundo. Mas Paulo disse...

aí em algum momento. Quase todo mundo. Tem o Lenton que tá de saco cheio ali, assim, não demonstra, mas assim, pô, tá sendo espizinhado o episódio inteiro. Ele tem a Santos que já tá por aqui, tanto com o negócio do prontuário, tem o, quem mais? Tem a Moa aí, tem a Mel com o aumento, tem a Maquiai, a Maquiai que tá estressada por outras razões, por conta do paliativo, a Javade por conta da mãe também. Mas já pediu ajuda também. Já pediu ajuda. E mais?

Só o Whiter quer que tá bem de boa, né? O Whiter, ele é o único que tá assim, ó, não, aqui vamos mais um dia, mais um paciente, vamos embora. Ele tá meio apagado, eu achei essa temporada assim, não tem muito trama desse. Mas assim, tem um paralelo com o episódio passado, que eu acho, que é a hora que o Abbott fala pro Rob, assim, cara, irmão...

tu vai ficar três meses sem estar aqui. Você consegue conviver com você mesmo por três meses e ele fala assim, irmão, você não vai conseguir, você vai ter que me chamar, é pra pedir ajuda. E eu acho que o Rob tem uma atitude meio escapista. Tem muito. Lembrando da frase que ele fala pro Itaker, né?

Se eu voltar... Se eu voltar... A relação com o sétimo círculo do inferno, o círculo dos que cometem violência contra a sua própria vida. Então acho que ele vai ter a barra como evitação da própria miséria. Olha, olha aí. Caraca. Dito isso... Vamos para os comentários, pessoal? Teorias, comentários. Teorias e comentários. Vamos nessa. Vamos lá. Let's go.

Primeiro aqui, o Claudio Okiama ele tá na pegada, rumo aos 100 mil inscritos, Claudião. Faltam apenas 48 mil. Faltam apenas 48 mil. Pessoal, tá acompanhando aqui? Não deu like? Não se inscreveu? Não compartilhou. Uma pessoinha, uma pessoa. Uma pessoa compartilhar? Uma. E 100. Vamos lá. Vocês não sabem como eu vou ficar feliz se vocês derem um like e se inscreverem. O que mais você fala? Somente agora percebi um detalhe bobo, tradução de joy e alegria, né? É. Curio. É.

Irônico, né? Off topic Gostei disso aqui, tá? No jogo Resident Evil Que foi lançado agora Tem uma cena bem legal de RCP Depois com o meu irmão Isso aqui vai acontecer A última vez que a gente tentou fazer um react de RCP Flopou de uma certa forma Mas a gente tá em outra fase Outra fase? O Resident Evil foi um jogo recém-lançado Acho que vai ser legal Tá bom, vai ser legal

A BBB Que é uma foto ali, ó Da série Ozark Eu conheço, a minha mãe gosta muito Eu não sei qual que é, eu não achei Excelente teoria sobre a Georgia ser médico, já aderir e defendo É uma opção muito melhor do que The Pit, ser tão bem escrito Como exceção dessa personagem Porque ela já sabe um monte de coisa É o único jeito que conserta esse roteiro ruim Eu não vi isso em nada, em lugar nenhum, tá, Luca? Talvez seja você que tenha Eu preciso cadastrar lá no Na base de teorias Cala

Ana Letícia. Deixa eu ler esse, ó. Na hora que apareceu o acidente do tobogã, cheguei, chega, dei um grito. Cara, sabe qual que é? Isso, Ana Letícia. Eu também, velho. Eu tava vendo ele. O Luca viu meu react, eu assistindo aqui do lado dele, o bagulho. Um viva ao TDC, viva ao TDC, palpite baseado em evidências até sem querer. É o nosso objetivo. É o nosso objetivo. Esse é o nosso trabalho. Obrigado. Esse aqui veio do Spotify, tá? Esse comentário. Boa.

O Leonardo Maeda, 4027, mandou. Eu achei esse episódio muito bom, parece que as coisas estão dando mais. Só teve duas coisas que me incomodaram. Eles repetiram no final o acidente de múltiplas vítimas. Como eu falei, eu acho que não vai ser igual, né? Pelo menos por enquanto, não. Tá multiplinhas, né? Tá multiplinhas, né? Um aditivo de vítimas, né? E a partir do radiologista... E a partir do radiologista. Essa parte me incomodou.

O fato de não fazer muito sentido ele estar lá e a Joy dando uma carterada nele. Esse aqui foi...

Estou achando que The Pit não curte muito outras especialidades Não curte Foi o que a gente falou Teve anestesista e agora radiologista E agora o ouro Mas duas que eles gostam O psiquiatra, parece que sim E o ortopedista Ali ele foi louvável Aquela cena é maravilhosa

vai, a Nadine Hanna Nadine Hanna, na minha cidade tem um passeio de catamarã que colocam como se fosse um tobogã no meio do mar, Deus me livre nem me falam da sua cidade, foi no meu aniversário do ano passado e foi bom demais, bora não, não gosto tá ali, ali ó não gosto

Não! Se vocês me virem num tobogã, podem amarrar. Lembrando que encontrou o Jônatas na rua, pessoal. Pode convidar ele para o passeio de um tobogã. Vamos lá. Nossa, olha o nome desse cidadão aqui. Eu me recusando nisso aqui. Testa no teclado. É nórdico, pô. Não, mano. Isso aí não é.

E aí, quem vai ler? Eu vou ler então. Sobre a relação do Langdon com os outros médicos nessa volta dele, algo que passou batido pra muitos foi a fala da Santos sobre apostar o teor alcoólico no sangue do paciente. Algo que ele fala pra ela na primeira temporada, deixando claro que ela não esqueceu dele tentando passar a perna e descredibilizar ela para esconder o roubo dos remédios. Eu não sei se foi isso, sabe? Eu fiquei com a sensação de que os dois têm coisas parecidas, assim, sabe? Não sei, eu não senti que foi ela tentando cutucar ele, mas pode ser, pode ser.

Agora o nosso amigo, que eu não sei o nome, lançou a Pio, tá? Continua no comentário dele, tá? E na conversa do Rob com o Whittaker, ficou subentendido que o Rob planeja sumir, entre aspas, deixando tudo, olha o sétimo círculo do inferno aí, inclusive o apartamento para trás. Prevejo que aquele amigo dele vai aparecer mais pra frente como paciente, e isso fará o Rob desistir da viagem.

Ele já apareceu e ele já cantou a bola. O cara falou assim. O cara vai ter uma doencinha. Ele vai ter que ter uma massa medir. A gente falou sobre isso. Imagina. Só um átrio gigantesco. A segunda bola de cristal do TDC aqui. Se isso acontecer, galera, esquece.

Pedro Lucas RR1QW mandou. Enquanto Terian na segunda semana do R1, estou me identificando como um burro. Porque o Terian... O Pedro tá muito fora aqui. Claramente ele não assistiu no último episódio, né? Terian. Luca, elucidimos. Terian são as pessoas que se identificam como animais. É uma derivação dos furries, né? E aí ele tá na primeira semana do R1, se identificando como um burro. Todos nós já estivemos nesse lugar. Foi uma p...

adota. É a brincadeira, mas eu adorei bastante. Próximo. Vish. Vish. Tu se empolgou pra ler e desistiu. Tu se empolgou pra ler e desistiu, então tu vai nesse. Felipe Duarte. Gente, vocês não tem noção como eu tô cansado. Eu tô uma semana fazendo mudança de casa.

Então vamos lá, mas eu vou, eu vou seguir. Felipe, obrigado pelo seu comentário já de primeira mão. Mais uma vez, batendo ponto na review de vocês, sigo 100%. Pô, legal, valeu. Como enfermeiro, tem uma coisa que não pude deixar passar. No caso da IoT direta, que teve a distribuição elétrica, toda a situação foi conduzida de cotinas abertas para todos os outros pacientes e acompanhantes verem. Excelente ponto, hein?

eles até dão um certo foco em pacientes olhando, e até uma outra fechando a cortina de um quarto mais longe, para não visualizarem a situação. É até aquele paciente do braço, do gesso, né? Quem tem vindo a intercorrência, ele manda um... Parabéns, essa cena foi boa, mas vamos seguir aqui. Na UTI, onde trabalho...

Quando acontece uma situação dessa, fechamos as cortinas dos pacientes conscientes e orientados ao redor. Perfeito. O mesmo acontece quando há necessidade de descer um óbito para transitar pelo meio da UTI até a saída. Primeiro fechamos todas as cortinas dos pacientes conscientes antes de transitar pela frente deles. Às vezes um biombinho, né? Mas é... Cara, apesar disso, na prática é complicado. Às vezes... Eu trabalho em um lugar que não tem nem bioma.

Então, fica todo mundo vendo tudo e a cena acontece, é muito corriqueiro. Às vezes o pau cantando ali num leito e o cara do lado tá assim, ó. Tá vendo? Aí tem mim, ele fala, pô, brabo mesmo, hein? Pô, não é como não olhar. Não é como não olhar. Mas o tentado dele oferecer ajuda, né? Ah, peraí, com certeza.

E aí a MS Lari falou, o que a gente já sabe, não importa quanto a tecnologia avança, a impressora segue sendo a inimiga número um do plantão. Cara, é real isso, né? Irmão, estamos aqui, é foguete que pousa em pé e a impressora continua travando a folha dentro. Cara, isso é complicado, né? Caramba, bicho. Tem duas tecnologias que não faz sentido ser tão atrasado, a impressora e o guarda-chuva.

guarda-chuva eu não consigo pensar uma solução melhor que o guarda-chuva eu não sou pago pra isso eu não sou imagineer tá ligado? mas quem já pegou uma chuva com vento e já não ficou puto com guarda-chuva mas tá ligado eu e o Luta a gente tava no Japão a gente foi pro Japão ano passado e lá eu vi um cara que ele já tava em 2025 20 já tá

2074 o guarda-chuva dele era fechado do lado aqui também e transparente nada atinge ele fechamos vamos de notas 9 10 de novo aqui

É que não tá aparecendo no vídeo. Mas é isso. Fechamos o 9. Melhor episódio. É assim, não teve um infartinho, não teve um AVC pra gente poder discutir uma coisinha clínica? Mas teve intriga. Mas foi massa. Perdeu um ponto porque não teve clínica. Pode ser? Pode ser. E por conta das coisas que a gente ponderou. Clinicagens. Isso, isso. Um ponto pela falta de clínica. Pronto. Mas foi excelente. Pessoal, grande abraço. Nos vemos.

Pensa aí na questão da live, hein? Pensa aí. Pensa aí e manda pra gente. Valeu? Falou!

Pipoca TdC 10: The Pitt - Amputação, VA cirúrgica e pneumotórax | Castnews Index — Castnews Index