Pipoca TdC 9: The Pitt - Racismo estrutural, FA instável e previsões confirmadas
1º Encontro TdC - Simpósio Anual de Atualização em Clínica Médica
Um dia inteiro de Clínica Médica, com temas cuidadosamente selecionados para responder à pergunta que mais importa: o que muda minha prática?
Se você é residente, médico recém-formado, especialista ou estudante de Medicina e gosta da forma como o TdC discute medicina baseada em evidências, esperamos você em São Paulo no dia 22 de agosto.
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Nova temporada do Pipoca TdC no ar!🍿
O Pipoca TdC é um podcast bônus do TdC. Um espaço pra conversar sobre séries, filmes e medicina de um jeito leve e descontraído.
Depois de duas temporadas falando de House, agora é a vez de The Pitt, acompanhando os lançamentos semanais.
É só dar o play e aproveitar!
- Racismo Estruturalsaúde da população negra · precariedade no atendimento
- Transtorno do Espectro Autistaatendimento em emergência · sensibilidade sensorial
- Fibrilação atrialmanejo em emergência · instabilidade hemodinâmica
- Vulnerabilidade Socialcrise imigratória · influência social
- Cuidados paliativosdignidade no atendimento · controle de sintomas
Fala pessoal do YouTube e do Spotify. Estamos começando mais um episódio aqui do Pipoca TDC especial The Pit. Segunda temporada. Estamos no episódio 9 agora aqui. Meu nome é Lucas Cirilo. Eu sou Joane Alves. E eu sou João Urbano.
Perfeito. Pra quem tá chegando aqui de paraquedas, o Picoca DDC é o nosso spin-off aqui do Tad de Clinicagem. A gente tá fazendo aqui um review do seriado The Pitch, que retrata em um pronto-socorro em Pittsburgh, uma série super aclamada, tá muito falado. Segundo nossas pesquisas, a review mais completa do YouTube, né? Ah, não tem dúvida. Porque aqui a gente integra medicina com fofoquinha, fanfic, tudo que tem de bom. Então, sobe a vinheta.
E hoje, Luca, eu tô com uma responsabilidade enorme, né? Gigantesca. É, o primeiro episódio da Joane Alves aqui. A doutora Joane Alves. A doutora Joane Alves. Que é dona maior fandom do TDC. A maior base de fãs. Com certeza da Joane. E estou tendo que substituir Jonathan Zanovelli. É isso aí. Então vamos ter que fazer algumas pequenas interações com ele, porque vai ser necessário ainda, Jonathan, que você compareça, tá? É verdade. E onde é que ele tá, hein?
O Jonaths, eu acho que depois do D0 lá, ele ficou na UPA, cara. Foi, foi. Aqui, ó. Tô aqui, deixado. Opa! Tá na UPA! Ainda na UPA. Opa tá lotada hoje, eu já volto, eu já volto. Tá bom.
Perfeito. Beleza, vamos começar com os comentários aí, Luca? Cara, eu acho que a primeira coisa que a gente tem que falar é que está liberado. Já está liberado. Já está liberado, galera. Então, a expectativa do primeiro dia do R1 ali, do Jesus, era estudar casos. A realidade dele foi jantar ver The Pit. Cara, você está fazendo corretamente, tá? Ele também vai estudar os casos do The Pit. Exato, exato. É isso, já é tipo a gente.
A Outlinux, ela já estava uma semana sem jantar, então chegou a sua hora de jantar de novo hoje, amiga. Vamos para cima. Bruna Beltrão também, já estava passando mal de tanta ansiedade por este episódio. Fique tranquila, nós chegamos, tá bom? Finalmente. E eu queria deixar uma pergunta aí, principalmente porque eu estou aqui com dois Nordens Quinos. Isso, isso. Essa foto que você botou é a do Cuscuz definitivo, né? É o único Cuscuz que existe. O verdadeiro. Agora eu te pergunto.
E eu pergunto também ao espectador. Cuscuz tradicional ou essa dádiva da culinária que é o cuscuz paulistano? Isso aí eu não preciso nem bater porque já foi batido demais, né? Porque é até considerada a pior comida brasileira e já foi, né? Exato, porque, gente, não tem como querer comer. Olha pra essa foto. Não tem como. Cara, agora eu vou te falar. Nutricionalmente falando, o negócio é completo, né?
É completo. Não falta um ingrediente. Macro e micronutrientes. Você gosta? Não, isso é esqueiroso. Sabe aquelas comidinhas de fundo de ralo? É. Tu corre, isso aí põe no prato. Pelo amor de Deus, cara. E aí, agora falando sério, vamos falar de medicina do episódio The Pitch. Entramos na hora nove do plantão que dá em torno das... De duas às três da tarde. É três a quatro. Três a quatro. Então assim...
já tá sem sistema, o negócio já foi... Não tá indo de jeito nenhum. Desorganizou um pouco no fim do episódio passado. Esse episódio começa com uma grande desordem ali, de fluxo, a galera tá totalmente perdida lá, porque não tem nenhum sistema. O Rob, ele começa querendo botar ordem na casa, aí ele já fala assim, ó, galera...
protocolo é esse, quem tem dúvida, levanta a mão. Aí todo mundo levanta a mão e aí o Rob, ele mostra porque ele é o protagonista da série. E pra o clamor de Jonathan Zanovell, ele solta a frase da série. Porque aí ele vai respondendo os residentes. Tira uma dúvida do Resident 1, aí a Santos pergunta, dúvida dela. Aí quem que tá lá com a mão levantada? Senhor Ogolvi. Aí a resposta do Rob é a seguinte, abaixa a mão.
Queria chamar o Jonatas aqui. O que você achou? Cara, eu me senti representado. A gente vai responder um comentário mais à frente, que uma pessoa perguntou como a gente agiria com esse tipo de interno, com esse tipo de comportamento. Eu acho que foi perfeito. Por favor, cara, só abaixa a mãozinha. Vamos seguir. Que não atrapalha. Gostei, gostei. Valeu, The Pit. O episódio já dá o tom.
que vai ser um episódio focado nessas relações interpessoais no pronto-socorro. Exatamente. O preceptor, o residente, aí vai ter bastante coisa também que a gente guarda para o final dos casos, os relacionamentos do PS, mas falando de... Teve bastante caso legal esse episódio. Infelizmente, infelizmente nem muito clínico. Exato.
procurem aí os representantes da cirurgia que não estão aqui conosco. Um dos primeiros casos, um dos mais interessantes, é o de uma paciente que procura o pronto-atendimento com o quadro de dor abdominal e ela já traz que ela tem um diagnóstico ali de síndrome do ovale policístico, mas o caso ele é bem legal porque ele traz todo um contexto ali do atendimento, tanto de mulher, mas também da população negra, traz questões de racismo, foi bem legal esse debate que eles trouxeram.
Ela já traz uma carga de já ter passado por vários médicos, por vários atendimentos, e sempre com um desfecho que não era muito satisfatório, né, Jo? É, ela fala da demora do diagnóstico dela, né, que ela tinha estômage clássicos, como ela mesma fala, e que mesmo assim não conseguiram definir, definiram tardiamente.
E agora ela tá com esse relato dessa dor, que é diferente da dor que ela já teve nos outros momentos, né? Que ela já procurou o pronto-socorro. Então, é isso que chama a atenção. E a McKay conduz super bem. Acho que no início, vocês perceberam, até na cena inicial, quando elas começam a conversar, ela até, acho que inicialmente, né? Como, acho que já um pouco traumatizada com o serviço de saúde. A própria paciente disse assim, ah, e os médicos nos levavam a sério, né? Ninguém ouvia o que eu falava.
E acho que isso foi o suficiente para o Maquia pegar e sensibilizar e dizer assim, acho que a gente vai ter que ter mais calma em reavaliar ela, para ter certeza se está tudo bem, porque essa dor está pior do que as dores anteriores. Exato, e também aquele cenário que a gente sempre fala aqui, o paciente que volta recorrentemente ao pronto-socorro, você tem que ter as duas orelhas em pé ali para investigar.
E aí um dado legal é que ele traz, que eu queria uma prova pessoal, é que realmente, né, acho que o grande ponto desse caso não era um diagnóstico difícil, mas é trazer esse diferencial, que a gente pensar nesses diferenciais de cuidado de saúde, principalmente sobre a população negra, quando a gente está no atendimento. E isso perpassa várias coisas, desde mesmo o próprio diagnóstico, mas até a demora e a precariedade que essas mulheres sofrem em relação ao seu cuidado de saúde. Esse trabalho legal, ele é de, se não me engano, 2012, não, 2021.
E ele fala que as mulheres negras, comparado com as mulheres brancas, elas tiveram piores indicadores de saúde, e isso inclui também maior prevalência de doença e pior autoavaliação em saúde. E é isso tudo do estado social mais o racismo estrutural levam a uma precariedade de até 90% de prejuízo em relação à saúde e em relação a mulheres brancas.
Isso é uma coisa muito interessante, né, Joca? Isso a gente tem, isso é bem estudado já em várias situações, né? Então, atendimento de emergência para AVC, para controle de dor, tudo isso a gente... Existem diferenças claras, né? Que tem, claro, questões socioeconômicas, né? Questões sociais muito claras, mas que tem a questão de viés implícito que a gente tem que combater ativamente, né? Exatamente, Joca. Que é uma coisa que existe realmente e que...
Mesmo você não percebendo uma coisa que influencia no seu atendimento. Sim, sim. E aí um dado legal é que esse outro trabalho que eu trouxe agora da Endocris no seu site, que é 2025, que ele foi ver exatamente esse cenário que a gente está vendo nessa paciente, que é no cenário de SOP. E aí o dado que ele traz é que as mulheres negros, afro-americanas, que é a população estudada aí, elas têm 69% mais chance de ter um diagnóstico atrasado de SOP quando comparado com mulheres brancas.
Então, foi exatamente o que aconteceu com ela, né? Exatamente. E da parte da apresentação clínica, é muito similar. Então, inclusive, é essa discussão que esse próprio artigo traz. O que é esse determinante oculto? Se a apresentação clínica é a mesma, em teoria, a avaliação deveria ser... Igual, né? Não tem nenhuma outra variante ali, né?
E aí volta essa questão de todo esse racismo estrutural que a gente tá muitas vezes em contato. Tem uma coisa que é também, eu acho que o racismo estrutural ele é social, né? Então a sociedade tem uma carga de racismo junto e o médico que tá atendendo, ele precisa estar ciente disso porque ele carrega isso com ele também. Sim.
Ah, eu não sou racista, mas o ponto não é esse, né? Há uma série de conceitos que antecedem até o teu próprio estudo, trazem e se manifestam ali no serviço de saúde, isso não só com médico, enfermeiro, tudo, né? E a gente começa a ver piores indicadores de uma maneira geral.
O único fator que parece que justifica isso só pode ser o racismo. Exato. Eu vi um dado uma vez, era de um estudo que era com bebê em maternidade. Nossa. De neonatologia, que bebês negros tinham maior chance de mortalidade, óbvio que sim, né?
vários pormenores, mas o bruto do dado é, inclusive, em neonatologia, que eram bebezinhos, aparecia um componente racial também como um possível definidor de desfecho. Então, é importante a gente ter a ciência disso e o combate a isso não é só no nível individual, mas também no nível institucional. Tudo tem que funcionar de uma maneira equitária.
Exato. E, sim, eu trouxe alguns lá dos trabalhos que falam isso, e isso tem crescido muito na literatura, inclusive aqui brasileira, tem vários pesquisadores, cientistas, diversos movimentos agora voltados para estudar um pouco da saúde da população negra. E, inclusive, a gente já tem essa política nacional de saúde integral da população negra. Eu achei essa última edição, a terceira, que é 2017, e essa é a mais recente. Se alguém encontrou alguma outra, e eu estou desatualizada, por favor, comente. Desculpe aí nos comentários.
Sempre importante, ou até alguns documentos estaduais, muitas vezes, que tem mais sugestões, que isso é legal também a gente conhecer. E aí, muito para reforçar essa questão dos cuidados, ela fala de vários dados em relação para os desfechos de saúde, mortalidade, ISTs, várias coisas que são associadas mesmo à dificuldade de acesso, tanto de acesso ao serviço de saúde, quanto medicação, quanto mesmo diagnóstico, como a gente viu no caso dessa paciente.
E a gente tem esse episódio, que é o episódio 105, que foi com o Júlio. O Júlio César Oliveira é um dos pesquisadores sobre saúde da população negra. O Jó que conheceu, né? E é o meu episódio favorito da história do TDC, esse episódio. Esse episódio é excelente. Tem até um exercício lá, que vocês colocam lá, do exercício de viés implícito de Harvard, do site, que é...
Eu recomendo pra todo mundo fazer, é uma coisa que você se surpreende. Sim. E realmente, e doutor Júlio, quem passou na clínica médica da USP, assim, e conheceu ele, não esquece, né? O cara é um gentleman, sabe muito, e foi o melhor convite aí pra esse episódio.
Nossa, e é isso, acho que o Júlio é um homem negro, né, pra quem nunca viu, pra ter essa imagem na cabeça, e ele é um cara que estuda sobre racismo há muito tempo, e acho que agora ele, já, nas várias conversas que eu tive a sorte de ter com ele, ele me contou que ele agora percebe que é um momento de discussão mais aberta sobre esse tema, então a gente tem conseguido falar um pouco mais abertamente disso, e acho que esse é até um dado interessante, né, um episódio com tanta, um seriado com tanta visibilidade, trazer esse tema, né.
Nesse ponto, o seriado é impecável. Eles abordam... Não tem tema delicado pra eles. Eles vão abordar, vão mexer ali. E eles sempre... Cuidado de uma representação. Nesses temas, assim, que não fica um negócio tosco, meio superficial. Apesar de eu achar que, nos casos de cuidados paliativos, às vezes é um negócio...
Aí eu não sei se é porque a prática deles é muito diferente da nossa. E eu acabo achando a tendência a ficar meio mal representada. Agora, nesses outros temas, todos até agora, sempre com muita delicadeza, sempre muito bem feito, não superficial, uma coisa boa. Esse foi mais um caso. E no fim das contas, não era SOP, só SOP. Exato, não era só SOP. Ou um cisto ali, nada. Eles até no começo estavam abordando, talvez um cisto hemorrágico ali e tudo mais.
depois refaz o exame aí pumba vem ali uma torção ovariana intermitente que aí provavelmente sempre foi motivo inicial de todas as procuras dela a pronto atendimento com dor ela até ela fica assim como é que vocês não viram isso ninguém nunca viu isso aí fala intermitente que bom inclusive que você ficou aqui né a gente deu observação é porque a gente conseguiu dar esse diagnóstico
E outro comentário, Luca. Que legal, né? Ter essa experiência, esse know-how de um ultrassom transvaginal básico, por exemplo, que dá informações que você precisaria de um interconsulta da ginecologia, não sei o que, se você tem um treinamento ali mínimo de um...
ultrassom point of care com outras com mais específico, né? Você consegue ter essas informações. E foi bem legal essa palma. Qual que é o maior limitante aqui? Seria o probe, né? É, o probe específico. Eu vi uma situação que quebrou todos os probes do ultrassom que a gente usava na unidade. O que tinha disponível? O transvaginal e o linear, assim. Basicamente a gente quase nunca conseguiu usar o ultrassom pra outras avaliações que não fosse...
Passagem de acesso. Legal, esse aqui, o transadinal, não consigo usar muito. Mas foi bem bacana esse caso. No final era uma torção ovariana intermitente. Aí foi lá pra fazer a pexia. Como é que é o nome? Estou mais habituado com orque...
A propexia. É, mas é a propexia. E acho que uma coisa que talvez apareça aí, não sei se esse caso... Porque fica aquela coisa, né? Não sei se vai voltar, se eles vão dizer assim, ah, vai pra cirurgia e ponto. Mas talvez volte com a discussão em relação à preservação de fertilidade dela, né? Sim. Que é uma coisa que ela... E que depois ainda vai reverberar nas outras... nas outros personagens durante o episódio, né? Rola um papinho desse de...
Rola. De questão de fertilidade e tudo mais. Principalmente com a morra. Com o mediamento familiar.
Então acho que esse caso, eu talvez não sei se volte mais agora, por enquanto ela deve subir para o centro cirúrgico. Tem um caso aqui de um paciente que é um paciente muito recorrente nos plantões médicos, que é a impressora. Dá problema. Ou maldição que essas impressoras. Em todos os locais.
pronto, socorro, ambulatório, enfermaria, você vai fazer aquela papelada, foi ambulatório, pra liberar medicamento de alto custo, hein? 20 folhas, aí a impressora quebra no calor. Folha presa no sistema, cara, essa mensagem aí não tem coisa que dá mais tristeza na alma do cidadão, que precisa imprimir 20 documentos ali de alta e prender o folha na impressora e elas fazem aí a...
tração esse procedimento ainda achei delicado tem um momento que também o fax dá problema e aí ela trata o fax com o carinho habitual que você trata, a tecnologia que não te ajuda começa a esbancar o aparelho como se você resolveu alguma coisa onde é que eu arranjo? em 1988 e aí o legal é que tem uma personagem nova
Uma enfermeira aposentada que vai se voluntaria para ir trabalhar. Raiza, faz aqui o jeito que eu estou acostumado a trabalhar. Aí ela fala que ela foi aposentada pela tecnologia, aí ela chega no ambiente dela, que é zero tecnologia. E eu gostei que ela já chegou e disse assim, vocês já ficaram nessa função? Não, vocês são physicians, né? Então pode sair daí, eu vou ficar aí, ela já vai organizando tudo e tudo parece começar a funcionar.
E aí quebra, ela conserta a fax, né? Ontem é uma peça, sei lá, no mesmo lugar que tava. A 10, a 20 anos. Só que ninguém sabia, né? Esse tem um flavor nesse episódio aí com essa personagem. Tô curioso pra saber como é que vai se desenrolar ela daqui em diante. Vai ter mais protagonismo depois. E o próximo caso, Luca, qual é? O próximo caso, esse caso aqui foi um casinho simples que a gente trouxe. Dia a dia, né? Mas porque ele é bem... O frio frio frio
é demonstrado ali no episódio, que é um caso de um paciente que chega com, ele mesmo relatando, que ele pode estar diante de uma ureterolitias, ele é uma cólica nefrética, é um paciente que ele fala que já tem histórico de ureterolitias, chega com uma dor lombar, mede a forte intensidade, aí ele fala a mesma coisa de sempre.
Do lado esquerdo, tudo mais. Quem avalia ele é o personagem favorito do Jonatas, Doutor Ogolvi. Aqui ele fazendo a grande manobra, né? De Giordano. Giordano. Ele faz de uma maneira diferente, mas ok. Punho, percussão, né? Punho, percussão de Murphy? Não tem um negócio assim? E é bem positiva a manobra.
Tá ligado que tem uma crítica a essas manobras? Sim, sim. Total. É super inespecífico. Ela vir positivo, legal, bacana, não ajudou. Não vir também legal, bacana, não ajudou. Então, por que a gente...
ensina, né? Exatamente. Fica a reflexão aí, mas quem tá estudando a simulogia aprende essa manobra. Precisa. Vai ser perguntado, né? No fim. É. E aí, o caso tá sendo discutido pelo Ogolvi, né? E aí a Mohamed pede pra ele, aí, o que você quer fazer? E aí ele dá, e realisticamente ele gabarita o que tem que ser feito, né? Ele, vamos fazer aqui um pocos renal, pedir função renal, eletrólitos, e vamos tratar a dor com cetorolaco.
Ele vai ainda dar um anti-inflamatório. É a única situação que o nefrologista prescreve o Aine, Jonatas. É isso mesmo? A louva. Cara, é uma das únicas. A gente sabe que os anti-inflamatórios são uma medicação que tem alguns estudos que compararam ele com opióides ou com paracetamol, por exemplo, que é um analgésico. E os anti-inflamatórios parecem que geram maior alívio da dor.
A ideia é mais ou menos você usar um anti-inflamatório intramuscular, como eles usaram aqui, o setorolaco, por exemplo, e depois você manter um anti-inflamatório de manutenção, que pode ser o ibuprofeno, de 8 em 8 horas, justamente porque até o cálculo ser desobstruído ali pelo urologista, o paciente ainda vai sentir dor e geralmente esse anti-inflamatório fica agindo ali.
Muito bom, um bom acerto da série, né? Você vê que eles usam fentanil, né? Que é um opióide pra tudo nessa série. Mas aqui não usaram, né? Aqui eles usaram a série certa. Eu senti falta do Pedro aqui pra contar pela quinquagésima vez a história de que a... eu não lembro se agora... pô, ele contou várias vezes a esposa, né? Teve uma cólica na Disney. Na Disney. Após andar na Roda Gigante. Não, não, foi na Montanha-Russa. É porque, tá ligado que...
ela esteve na Disney e tem um estudo que é um relato do paciente que a pedra desimpacta existe a montanha russa que é tipo nutcracker assim, que existe uma montanha russa não lembro se é nos Estados Unidos, se é na russa, etc
Que ela é uma das montanhas russas que mais levam ali a saída, né? A expelir uma pedra, né? Por que isso acontece? Não sei se é a ação gravitacional, né? Ali a adrenalina no momento, né? Uma curiosidade apenas sobre os anti-inflamatórios, pra eu dizer um grande adeus pra vocês aqui, é porque a ação do anti-inflamatório é interessante também, porque eles não agem não só na parte da analgesia, mas eles fazem um relaxamento ali do músculo liso do ureter, né?
Então ajuda o cálculo a sair também. Então tem essa pequena vantagem aqui. Faz o agonismo com a...
tanzolosina, né? É. É isso. Beijo. O odor infeliz é essa também, né? Nossa, nossa. É horrível. Ureteralitia, zicórdia nefrética. Vocês sentiram? Aí tem uma hora, no fim do caso, que ele mostra o outro som. Aí a assistente ainda pergunta pra ele assim, e o resto do exame normal?
Eu achei que ele deu uma amiguesada ali. Entendi. Que ele deu uma leve pausa, né? Aí eu tô em dúvida se isso não vai virar alguma coisa, tá? Talvez. Tipo, ele deu uma mentida, não avaliou bem, ou ele só não avaliou bem. Tancou logo no diagnóstico. Isso aí vai dar ruim lá pra frente ou não? É, talvez. Vai ser esquecido, né? Tá muito simples até agora, né? É, tá muito simples. Então, quem entende, ele vai ficar por isso mesmo. Não vão pedir tomo nem nada, porque ele parece que tem um diagnóstico prévio. Exato. Essa é uma discussão, né?
É, e é uma excelente discussão mesmo, Luca, porque a gente sabe que a TC, sem contraste, é o padrão ouro mesmo para detectar esses cálculos renais, mas você vai para o ultrassom se você não tem a toma disponível. De continuidade, né? É, que não é a realidade aí do DEPIT, né? Mas está sem sistema.
É, tá bom. Tem essa questão. Você tem um bom ponto. Você tem um bom ponto. É a realidade. Eles estão bugados na cabeça. E aí dá até pra usar POCOS, né? A variação point of care, mas o grande ponto é que se você não vê hidronefrose, você não pode excluir cálculo pelo POCOS. Então, é aquilo. Viu, ok. Não viu, não consegue ter sempre tendo certeza. E aí tem um trabalho que foi um trabalho que se chama Curios.
que ele sugere essa avaliação para a gente indicar ou não fazer tomo de abdômen sem contraste para avaliação de um paciente que está com hidronefrose, que a gente acha que pode ter ali um cálculo renal clinicamente significativo. Então, tabela bonita do Gui e TDC. O Gui.
As cores não negam, né? Identidade visual é tudo. Exato. E aí ele começa perguntando se tem endireno frose, que aí ele fala que identificada pela ultrassonografia, ou seja, seria um exame complementar, se sim, você vai fazer a tom, porque se está considerando que é um cálculo significativo, e aí é significativo em qual sentido? Que vai ter indicação de fazer alguma abordagem até 60 dias.
Aí, se não tem hidronefrose, aí pergunto se tem imatura, se não, não precisa de tomo. Se sim, você vai questionar se tem história prévia de cálculo. Se não, não precisa de tomo. Se sim, vai proteger de tomo de abdômen sem contraste pra poder investigar exatamente isso, se vai ter indicação de abordagem ali nesses próximos dias, né? 60 dias. Beleza. Top. Gostei do nome de estudo, né? Curious, né? Estou curioso em ver esse cálculo? Sim ou não? É ele que diz.
A pessoa que pensa nesse nome já merece sua homenagem. Porque a gente gosta desses nomes sugestivos. Tem coisa melhor que estudo com nome legal? Não tem. Não tem. Qual que é o seu favorito? O meu nome de estudo favorito? É o Batman, né? Batman, forte. O Batman é muito bom. Tem o Score Batman também, que é da oclusão de Basilar. Ah, sim. Tá ligado. O Score dos meninos da Basilar. Da feira Basilar. Score de Batman. Exatamente. Bom pra passar visita. Isso é.
Eu gosto desse, porque eu acho que, ao mesmo tempo, ele não consegue dizer o que ele está te avaliando. É curioso, né? Exato. Aí, eu acho que gera uma certa curiosidade, e foi até um motivo que eu quis discutir isso no guia. Inclusive, esse tópico é meu, então, sugiro vocês lerem.
Top lá. O meu, ninguém perguntou? É, é o seu. Gratuitamente é só se inscrever lá no Guia TTC pode ler até dois tópicos gratuitamente na íntegra, né? Tem texto, áudio, filtrograma, tabela, tudo lá, né? Nem planejamos esse merchan. E o seu, Luca? O meu é o Nice Sugar, né?
Ah, esse é o top mesmo. Esse é o top. Ele diz qual que é o desfecho do estudo, né? Que açúcar é bom sim. O Ness Sugar, que é o trial de hiperglicemia na UTI, manejo, né? Restrito, trago a glicemia do paciente ali pra meta...
estreita ali, em torno de 100, correndo mais risco de fazer hipoglicemia, ou deixa o paciente com uma meta mais permissiva ali, em torno de 140, 180, e o grupo que ficou com glicemia mais permissiva foi melhor. Então, nice sugar, né? Nice sugar. O nome do estudo não é nice, too much sugar, né? Boa.
Tem tudo, tem limite, né? Esse caso aí, aí é isso, né? Ou vai dar ruim por conta que o Ogovir é protagonismo, né? E aí o Jonatas vai triunfar aqui nos próximos episódios. Ou acabou, e aí ele vai subir e tá tudo certo. Mas eu tenho um adendo a fazer. Eu tô no time do Jonatas. Eu também não sou muito fã do Ogovir. Não tem como, né? Precisa rever umas coisas, né?
E aí tem um caso que rola no pronto-socorro, esse talvez eu acho que é o caso que junto com... A gente vai ter a passada, o momento de passar de casa, mas esse é o segundo caso mais movimentado aí do plantão, né? Foi um dos mais graves do plantão também. Talvez o mais grave, né? Isso. Que a Javade, que é a interna, ela pegou pra atender uma paciente ali num desses boxes que tava com uma queixa de dor abdominal.
Ela fala pra alguém que vai ver o caso, ela não põe lá no quadro de senso, então ninguém fica sabendo do caso. Então ela avaliou, na cabeça dela, acho que ela preencheu umas coisas, e ficou por isso mesmo. Ninguém mais no pronto-socorro tava ciente que tinha uma paciente lá. Então isso gera uma rusga inicial, e era uma paciente com dor abdominal, que ela avaliou lá, e aí ela vai passando o caso pro Itaker, que é o R1.
assim, ó, falei, é uma paciente que tá bem, não sei o quê, tem um abdômen ali meio inocente, tá distendido, ok. Quando eles chegam pra avaliar ela, duas coisas chamam a atenção, né, tem até na foto. Uma, não está monitorizada, a princípio ela tava bem, e dois, ela tá desacordada, ali, a responsiva, e aí quando eles começam a ver, ela tem pulso, tem um pulso fraco, tava com uma parada respiratória,
Estava ali já meio gaspeando, alguma coisa assim. E aí eles entram ali na loucura de começar o atendimento inicial, já começam a fazer ventilação bolsa-bávola-máscara, monitorizam ela, ela está com uma fibrilação atrial, frequência de 122, pressão sistólica de 98, e aí alguém vira e fala assim, o que está rolando, o que a gente faz, vamos chocar ela. Entender o caso, né? Entender o caso, né?
Porque também não tinha muita informação, né? Se é uma fibrilação atrial aguda, né? Se fosse aguda, realmente é uma fibrilação atrial aguda instável, né? Então, essa é esse momento de decisão que muda a conduta ali. E aí o Ita, ele até pergunta pro Rob, né? A gente choca ela agora? Ela tá em potência aqui, depois que eles monitorizam? E aí ele fala, ó, depois da intubação, talvez, né? E essa série ela manda bem no manejo das coisas. Até aqui ia muito bem, né? Que era a dúvida, assim, cara... E aí
FA instabilizar alguém é uma coisa, já não é tão típico a gente ver por aí uma FA instável, aguda, né? Realmente ela é estável, ela é sintomática e tudo mais, mas instabilidade hemodinâmica franca por uma FA aguda, a gente não vê todo dia, né? O que tem muitas vezes é confundidor, né? E eu trouxe até um, existe um consenso de FA na emergência intra-hospitalar da AHA, né?
Que FA é uma coisa que ela, é assim, o paciente também não tem quem quer, né? Sim. O paciente já tem algum substrato prévio, às vezes ele vai descobrir isso lá na internação. Então, ou ele tem algum problema, alguma abordagem cardíaca prévia, ou ele tem alguma alteração anatômica, pulmonar, alguma coisa que vai predispor ele ter uma FA.
E aí, em cima disso, ele tem um trigger. Então, acontece alguma coisa com ele. Informar, informação, infecção, que é o mais comum que a gente vê. Tem o toxicose. Exato. Alguma intoxicação. Tem a questão de algumas apresentações mais isoladas, tipo o paciente que faz uma alibação alcoólica, alguma coisa assim. Significativa, né? E aí ele faz a fibrilação atrial.
Quando isso acontece, aí tem o algoritmo. Então, você pode seguir o algoritmo da SLS, mas todos eles vão dizer o seguinte, né? Se o paciente está com instabilidade atribuída pela fibrilação atrial, cardioversão elétrica na hora. E esse é o grande ponto, né, Luca? É aí que é o problema. Que é a casquinha de banana, né? É. A fibrilação tem que estar levando à instabilidade. Se a instabilidade, sei lá, é pela sepse...
Já não é bem assim. Exato. A cardioversão já não está indicada lá. E aí mais um FA como um sintoma do que como uma causa da estabilidade. Exato. E aí o paciente que é predisposto a fazer um FA, imagina ele estar asséptico. A sepsis já demanda maior trabalho cardíaco, aumenta a frequência cardíaca, só que aí ele faz um FA.
É uma FA de alta resposta. Só que a alta resposta é fisiológica. Sim. O cara quer estar batendo em frequência alta para combater a sepsis. Exato. Então todo o meu tratamento, ele também pode atrapalhar muito a vida desse cara. Então, via de regra, a gente tem que ter alguma coisa secundária que está causando a FA.
É melhor tratar essa coisa, compensa bem e ver o que sobra de arritmia aí pra tratar. Sim. Então, o grande pepino é esse primeiro ramo, né? Definir se ela é a culpada ou não. Se você vê o evento acontecendo, fica mais fácil, né? Sim, com certeza. Então, o cara da UTI lá, a altitude de cruzeiro tava dando tudo certo, do nada, abre uma FA de alta e instabiliza, muito agudo, ah, eu vi acontecer, pronto, aqui é a cardioversão. No caso dessa paciente, eles nem sabiam o que era. Tinha uma ideia de que era algum abdômen, alguma coisa.
Inclusive, eles pesam forte na menina, né? Sim, é. Tipo, caramba, não sei o quê. E ela fica desesperada, né? Porque, óbvio, era uma paciente dela que estava bem, a dona está quase parando.
E depois que eles fazem a intubação, eles optam por... Ela mantém-se em potência, eles optam por fazer uma cardioversão e ela volta em ritmo sinusal, né? Sim. Aqui, talvez, é onde rola um pouco de ficção aí na história, porque é um cenário que você até volta a uma cardioversão de uma FA aguda e secundária, mas se ela é secundária, a chance de recorrer é muito alta, né? Exato. Então, a gente costuma ver muito isso, né? Cardioverto, vai para a sinus alta, dá dois, três, três, volta a fazer uma FA de alta, né? Então, fica nessa briga aí o tempo todo.
via de regra, na maioria das vezes, tem uma causa secundária, tem que afastar isso pra ter muita convicção de chocar, a não ser que você viu na tua frente acontecer isso, né? Beleza. E uma outra coisa, uma dicainha meio prática, a frequência cardíaca abaixo de 150 dificilmente numa FA instabiliza, né? Exato. Então o cara tá taquicárdico, mas ele tá bem taquicárdico, né? Geralmente a gente vê ali aquelas FA 170, 190. Sim, sim.
Agora, o cara que tá batendo 90 vai bater 130, ele fica bem sintomático, causa incômodos, ele fica meio de espineico, mas não necessariamente é uma instabilidade, né? A gente fala de edema agudo pulmonar, alguma coisa assim. E acho que é o grande ponto, é só ter cuidado nessa avaliação exatamente pelo que você falou, Luca, porque você pode estar...
dificultando um mecanismo que é compensatório, e aí se você acaba esse mecanismo compensatório, você vai trazer desfecho negativo para o paciente. Então, é ruim. Só no contexto de sepsis que ele precisa aumentar o débito cardíaco. Exato. Que aí seria a segunda parte da avaliação. Não, tá bom. Eu acho que ele está instável, não é pela FI, é pela sepsis. Pronto. Agora, o que eu faço? Controla o ritmo ou frequência? Controlar a frequência, aí tem que ver. Está batendo muito elevado? Vamos controlar a frequência. Agora...
também, vou dar beta-bloqueador pro cara que tá chocado séptico, você fica ali numa situação que começa a ficar chata as coisas por isso que hoje em dia o legal é o magnésio isso aí mal não vai fazer pro cara magnésio é medidor piadas é a parte
Controle de frequência e ritmo de FA é um tema difícil. Eles abordam bem a parte, até a parte da instabilizar pela FA estava indo bem, né? Isso. E uma outra coisa curiosa é que eles vão entubar e aí eles entubam com a animoscopia direta. Você já viu isso no pé de morro? Que loucura! Nossa! O que você achou? É legal que eles falam assim, pega lá o...
O vídeo laringo, ele fala, irmão, sem tempo, você vai entubar com o laringo direto. Aí o Hei-Yoon fica assim, eu fiz pouco, ele então passa mais. Você nem sempre vai ter, né? É, eu tava assim, pensando muito fora da nossa realidade, claro que muitos hospitais agora tem, mas assim, acho que a grande maioria aqui, quando precisou fazer uma entubação, foi com laringoscopia direta, né? É o contrário, né? É, exato.
inclusive o medo do residente que eu vejo é o oposto vamos com o vidro laringa tem certeza disso? vamos mesmo confie, estamos juntos aqui eles tratam mais ou menos como a gente trata às vezes o ultrassom passar a cateta com o ultrassom cada vez mais passa ano, ano, eu tenho a impressão que está ficando mais disponível mas no cenário de quando a gente se formou é totalmente diferente e é uma coisa que é uma tendência que muitas vezes a gente e...
ver, ah, você tem que saber fazer tudo, obviamente você tem que ter contato com o laringoscópio direto, em algum grau com a técnica, por exemplo, de passar cateta também sem auxílio de ultrassom, mas é uma coisa de que se você tem disponível, não oferecer aquilo para o paciente é uma má prática, né? Sim, exato. Porque é uma coisa que é já definida que tem menos desfechos favoráveis, tem menos efeito adverso, menos complicação, então, realmente você tem que saber para situações extremas.
mas que cada vez mais você vai utilizar essas ferramentas que vão te ajudar. E você não usá-las é uma coisa de má prática realmente. Isso até é um paradoxo ético ali no ensino beira-leito. Exatamente. Por exemplo, o seguinte. Poxa, tudo bem. Eu gostaria muito que o meu residente soubesse lidar com todas as situações possíveis. Agora, para o meu paciente que eu estou tratando ali, eu tenho a melhor ferramenta disponível, eu vou optar por não usar ela só porque eu...
pelo residente. Então, eticamente falando, eu acho que o que faz sentido é, se você tem o treinamento na melhor situação de recurso, você vai aprender com o melhor mesmo. E aí aqui, é um ponto que a gente sabe, usar o vídeo laringo é superior a usar o laringo, ponto. Não tem debate.
Exato. E quando que ele é superior? Quando a pessoa sabe o que tá fazendo, né? Então, assim, o treinamento prévio e tudo mais garante a segurança e essa superioridade. O que que é, talvez, igual ou até inferior? Um cara que não é treinado no videolaringo e usar ele versus o cara que já tem experiência com o laringo tradicional, né? Mas, de novo, né? Aí, por isso que a gente se prepara antes, faz treinamento com equipamento e é uma dúvida boa essa, né?
Um pouco como o treinamento de crico também, por exemplo, vocês que são, o Luca, principalmente, que trabalha muito em emergência.
Você tem que ter um treinamento periódico ali de cripos, mas é uma coisa que você vai treinar num ambiente controlado de simulação. E você só precisa usar. E você tem que saber. Exatamente. E o que eu acho legal dessa cena ainda é que, assim, por mais que a gente saiba dessa superioridade, e que a impressão que dá é que eles são treinados mesmo pra fazer tudo com o vidilarinho e tal, que parece que é o mais confortável pro Ita, que o Rob se posiciona bem e diz assim, não tem tempo, porque ele tá pensando agora no cuidado do paciente.
É no atraso do atendimento. Então, achei legal que você, assim, ó, vai e é isso. Ele tá ali, não deu certo, vai pra uma segunda tentativa e vai pra pessoa mais experiente. Vai pegando ali, ó, a caixa de via aérea. A gente vai descobrindo, mas enquanto isso você vai fazer a abordagem. E no final era o que? O diagnóstico? E no final era uma síndrome, era um Volvo, né? É, é. Um drone de café. Um drone obstrutivo, né? Um drone obstrutivo. É o segundo Volvo de sigmoide da série, não é?
Não teve um voo de sigmóide? Eu lembro que a gente até confundiu o feijão com... Confundiu aqui o feijão com café, não foi? Uma senhorinha que estava conchipada. É o segundo. Não é um diagnóstico tão usual, né? Não é tão comum, né? Pra ter dois no mesmo dia, né? Tem uma lei, né? A lei de VELPÔ. De VELPÔ, não é? Os diagnósticos bem aos pares. Bem aos pares, né? O VELPÔ na prática aí, pelo menos na teledramaturgia. Essa série é muito boa, né? E aí uma outra coisa foi a...
A Javari ficou bem abalada, né? E também deram um aperto. A Garcia deu um aperto nela que foi desacassada. É um aperto, não. É porque foi pior, né? Ela descontou o dia dela na menina, porque ainda jogou o negócio da mãe, né? Foi. Você que é toda promissora, não sei o quê. Prodigio, né? Prodigio. Aí, ó, tua mãe deve estar orgulhosa. Napple Baby, ela chama. Napple Baby. E aí, aqui tu vê um pouco também do que que é.
trabalhar em sobrecarga, né? Sim. Então, assim, você vê, não é que a menina não sabe que ela tratou mal, mas é, meu, o negócio tá uma zona, tá tudo desorganizado, fluxo mudou, as coisas não estão acontecendo, é analógico, põe pra gente no quadro a mão. Caíram as barreiras de erro, né? Exato.
E aí a coisa começa a emergir. Não foi por mal, que ela não sabe. A menina é uma prodígia. E ela diagnostica comendo Nescau. Pra ela é tosco. Uma pequena observação sobre Nepo Babies. Achei muito engraçado ela usar esse termo. Numa série em que é cheia de Nepo Babies. A filha do Walter White. Eu já esqueci quem são os Nepo Babies. Mas tem vários.
O NEPO Babyland, o The Pitch, né? É muito curioso, viu, senhora The Pitch? Será que foi uma crítica interna?
uma piada interna dele nossa, com certeza very funny é infame só um detalhezinho nada a ver com o que eu quero falar ela também estável, meio que parando eles vão entubar ela com expansão volêmica e eles fazem uma dose de ketamina meio alta já é questionável até fazer a ketamina ela está inconsciente
Mas... Então, nos casos, temos alguns deslizes aí pra gente ficar de olho. Beleza. De caso interessante, a gente teve isso. Um monte de cirurgia aí pra gente fazer. O Luplantão fica tão zoneado que ficou até difícil a gente fazer o momento de passagem de caso aqui, entender tudo que tá no PS.
rolando, né? Beleza. O caso emblemático do episódio, que é o caso cirúrgico, que é o menino que chega o Judd, né? Que ele estourou uma bomba na mão e acaba perdendo os dois os dois os dois criodátilos dele ali. Exato. Da mão não dominante. É, importante. Você então, Joca. Isso aí.
Eu fui olhar, porque tem hora que o Rob fala que é... Ele fala, ah, não. Com certeza não foi uma bombinha. Foi um M80 ou um rojão. E aí eu fui ver o M80, é um... Gigantesco. Seria análogo ao que é a nossa B2? É, ele não... Tá até proibido nos Estados Unidos. Encontrei um site que vende fogos.
olha o ponto que a gente chega não vamos divulgar exato, por favor, mas esse site ele fala que era esse M80 que era usado como simulador militar e aí os órgãos de segurança já proibiram o uso desde 66 está proibido tornou ilegal e depois foi proibido e
Não sei como as pessoas têm acesso, mas a gente sabe que tem muito essa cultura lá. Parece uma mini dinamite. É, é. Uma mini dinamite o negócio. Não tem um filme, o Efeito Borboleta, que colocam um desse na caixa de correio de alguém? É isso, né? Olha aí, ó. Nosso cinético. Acho que é isso aí, né? Ele mata a pessoa, a vida vira uma desgraça. Não, não é assim? Exato. É isso aí. Eu não vou conseguir mostrar. Depois da nossa edição aí, ó. Consegue mostrar, mas esse site aqui, Luca, ele mostra todas as...
as bombas casetonefireworks.com, galera não vou me julgar não vou julgar ai meu Deus mas é importante tu saber, né? esse negócio aqui, parece não sei descrever, mas enfim um grande cachimbo com um mini dinamite e aí o menino tava na mão por isso que veio esse estrago, coitado
E aí o caso ele toma tons sociais, né? Também toma um rumo social um pouco mais bem definido, né? Primeiro porque parece que o menino estava utilizado, 12 anos. Sim. Exato. Então quem percebe isso aqui é a Santos, né? Sim, sim. Ela já alerta o hobby e tal, vamos ver o que está acontecendo.
E quando vão perguntar sobre a família, né? Falar, meus pais não estão aqui e tal. Sabe o número de seus pais? Não sei. Mas eu sei o da minha irmã. E aí chamam a irmã, a irmã vai lá, fica uma fera com ele. Mas, e aí eles descobrem que os pais dele foram deportados de volta pro...
Haiti, que eles são realmente estrangeiros. Os pais, né? Ele, o paciente e a irmã são americanos, nasceram nos Estados Unidos, mas os pais não eram americanos, foram deportados aí também, é uma coisa de denúncia dessa crise imigratória que está rolando nos Estados Unidos agora. De novo a série metendo ali o dedo na ferida. O dedo na ferida que tem que ser falado.
traz bem. E aí, provavelmente isso expôs também o garoto a uma situação de vulnerabilidade social. Exatamente. Que ela fala, ah, os amigos dele do condomínio são uma péssima influência, não sei o que. E fazer uma irmã sobrecarregada em cuidar do irmão e conciliar com a vida de trabalho. E aí ele acaba ficando meio sem supervisão e acontecem essas coisas. Isso é bem importante também trazer.
o papel da escola. Sim. Porque não estaria explodindo bombinha se estivesse lá na escola. A gente tem vários casos disso. E a importância de ter, por exemplo, ensino integral, etc. Principalmente em situações onde há um risco social, uma vulnerabilidade extra, porque é uma grande proteção.
É um homem escolar, um homem de seguro supervisionado e tudo mais. Esse caso é, enfim, triste, mas... Mas eu acho que não vai ter tantas reviravoltas mais, né? Exato. Também a gente não consegue dizer muita coisa, porque é cirúrgico e tal. E um abraço para os ortopedistas, mais uma vez, subrepresentados aí na CEP. Não precisamos de vocês, né? Pode ver que a cirurgia vai resolver tudo. Nossa, é a Garcia é tudo, né? Não é só cirurgia em geral. É geral. Todas as cirurgias possíveis, né?
Mais geral, impossível. E aí o próximo? Temos o caso da nossa paciente que está em hospital de paliativa, Roxy. O que vocês acharam? Porque ela mantém o descontrole álgico. Isso, acho que não teve...
tanta evolução, volta ali dela conversando com o marido, com os filhos, sobre essa situação de que ela não estava demandando tanto deles para não sobrecarregar também a família, toda aquela discussão que a gente já tinha tido nos episódios anteriores.
Eu fico com a impressão que eles estão tentando trabalhar melhor mesmo, acho que talvez esse entendimento sobre cuidados paliativos, acho que lá. E acho que de uma certa forma também é importante pra gente, né? Acho que ainda existe aquela cultura do paliativo de falar assim, acabou, não vai fazer mais nada, quanto na verdade tem muito cuidado pra ser feito, porque a gente tava pensando agora em controlar sintomas, dar dignidade pra pessoa, então eu tô ficando cada vez mais com essa impressão.
Que agora, depois, ela conversa um tempo aí com a McKay, e aí vai falar um pouco tipo, ah...
Você já viu várias pessoas morrendo e eu nunca morri. Como que é esse processo? Achei um momento muito profundo das duas. A personagem e a condição estão sendo bem trabalhadas nesse ponto.
E talvez até num tempo mais realístico, assim, né? A coisa tá acontecendo de episódio a episódio, né? Vamos ver aí como que vai se desenrolar. O ideal mesmo era subir, né? Sair de lá pro socorro. É, exato. Ir pra um leito pra ter um pouco mais de atenção e paz, né?
Principalmente com o cenário que está se desenrolando Que a gente já sabe do final desse episódio Então já já As coisas vão voltar Ainda vamos dizer veremos Tem uma outra Uma nova personagem Nova personagem não Ela já aparecia Em outros Na temporada
passado também, né? Em chamadas de vídeo, mas ela comparece ao pronto-atendimento, que é a irmã da Mel. Exato. E a Rebeca, né? É a Beca. Não sei se... Acho que deve ser de Rebeca, né? Deve ser Rebeca, né? Acho que sim. Rebeca é o apelido. E ela chega com uma dor abdominal, assim, abala a Mel, né? E ela tá prestes aí pro... pra audiência ali, pro depoimento dela de algum caso ali. Super ansiosa, estressada.
Exato, e aí chega a irmã, que ela é super protetora, elas têm um vínculo super importante, e ela meio que não avisou a irmã, ou a irmã não conseguiu responder, ela vai no pronto-socorro, né?
E aí rola esse momento primeiro, né, de tirar o familiar do cuidado do doente, né, que isso aí é sempre recomendado, né, porque a gente fica 100% burro, né, quando tá atendendo algum familiar. E representa também a Beca, né, que é uma paciente que tem o diagnóstico de autismo também, ela é atendida pelo Langdon, né.
E o Langdon, como ele já teve uma interação prévia com a Mel, na temporada passada ele é sensibilizado porque ele estava atendendo muito mal um paciente que tinha um transtorno do espectro autista. E aí agora a Mel ficou mais confiante em deixar ali a irmã com os cuidados do Langdon. E uma coisa muito interessante, o atendimento de emergência dos pacientes com transtorno do espectro autista é uma coisa que...
é muito negligenciado, principalmente porque esses pacientes têm mais sensibilidades sensoriais. Então você vê que tem o cuidado ali de abaixar a luz, pegar a cortina, você diminuir os estímulos ali, é uma coisa que ajuda esses pacientes, principalmente porque esses estímulos excessivos no ambiente de emergência podem levar à piora de sintomas, à crise sensoriais, tudo isso.
E também uma coisa que teria que ser treinado é da comunicação mais direta dos pacientes com o transtorno espectro autista, porque eles comunicam os sintomas de uma maneira um pouco diferente. A gente sabe que é um espectro, que tem pacientes que se comunicam muito melhor, outros que têm uma dificuldade mais de interação social mais grave, mas uma coisa que é muito comum é que é um mito.
é que os pacientes com transtorno espectro autista sentem menos dor. E isso é uma coisa que é mentira. Cara, é loucura aí. Isso foi amplamente divulgado, sim, mas é uma coisa que não condiz com a realidade, mas o que existe é que eles comunicam menos dor. Tanto por escalas de expressão física mesmo, como também espontaneamente. Então é uma coisa que você deve ver ativamente nesses pacientes, deve procurar ativamente.
Então, só traduzindo assim, não é que eles sentem menos dor, eles só não conseguem se comunicar da forma que a gente espera que as pessoas se comuniquem. Exato, exatamente. E isso muda um pouco também o atendimento desses pacientes, né? É uma coisa que, às vezes, culturalmente, né, a gente sabe que tem alguns perfis de pacientes também, assim, eles relatam a dor de intensidade diferente, mas aqui é diferente, né? Porque ele fala que ele tá comendo...
se comunica de uma maneira onde não passa a intenção da dor. Isso, exatamente. Daí, para submedicar ou tratar errado é bem fácil. Exatamente. E eu achei que nessa temporada, depois de tudo que aconteceu na primeira, o Langdon está num jeitão assim, bem tipo... Está no auge.
Ele tá assim, vou reconhecer meus erros Exato Tô aqui tentando realmente melhorar Acho que aquela impressão Um pouco negativa, principalmente de postura Que tinha na primeira temporada Agora acho que tá bem Amenizada, né? É até sofrido, né? Ver o jeito que o Rob Tá tratando ele, né? Tá debaixo dos cascos ali Coitado É o primeiro dia do cara Proxa vida
uma coisa, eu sei que a galera vai comentar isso então eu vou me adiantar e comentar primeiro, dizer que a atriz que faz, a Becca a irmã da Mel, ela realmente é autista na vida real ela luta ali pela causa dos autistas e tudo mais, ela já fez outra série de TV também, então ela é atriz e é isso, só essa curiosidade que a série trouxe brabo e o diagnóstico dela é e tu, não era dor no estômago então, exato
que ela até fala nesse momento que ela está aí, que a Mel sai e ele ainda consegue conversar com ela, e de novo, conseguindo adaptar um pouco a maneira como ele perguntaria, entendendo mais sobre o que ela está sentindo. Perguntas mais diretas, em etapas, bem tranquilo.
E ele consegue entender que ela tem desúria, polaciúria, e a única coisa que a gente não sabe ainda que seria importante, só pra gente conseguir fechar esse diagnóstico dela, sem precisar de mais nenhum exame complementar, seria não ter corrimento vaginal, nem irritação vaginal. Porque aí tem esse trabalho do JAMA, que é daí que eu tô girando esses dados, não é da minha cabeça. Esse é muito bom, muito, muito bom. Era pra patrocinar o TDC, essa série.
Por favor, que podem entrar em contato. Senhor, o de ama, nosso ouvinte aí. Exato. Senhor, o de ama. Senhor, o de ama. Então, esse trabalho é dessa sessão, que faz um exame clínico baseado em evidência. Ele vai tentar encontrar, realmente, se o que a gente faz, o que a gente examina, o que a gente encontra de dado de anamnese, exame físico, tem realmente correlação com aquele diagnóstico. E aí, tem pra vários diagnósticos. Eu trouxe o DSA de infecção no trato urinário não complicada. E ele diz, ó, que...
essa combinação de sintomas, que é desura, aumento da frequência urinária e ausência de corrimento ou irritação vaginal, tem uma probabilidade de cistite maior que 90%. Então a gente já tem dois desses sintomas, né? E na prática, acho que é um dos que a gente mais usa, né? Por isso, quando a gente vai lá dar plantão de porta, acho que cistite não complicada é um dos top diagnósticos que a gente sempre dá em todo plantão. Sim.
Um outro dado legal, né? Quando a mulher fala, ó, eu já tive esse stit antes, o que eles estão sentindo é a mesma coisa. Também aumenta muito a curar essa diagnóstica. Sim. E o principal aqui é pular a etapa de pedir exame, né? Exato. Um clínico. Vamos pedir uma urina 1 aí pra...
Não é que você está agregando só tempo e custo. O diagnóstico já poderia ter sido dado anteriormente. Obviamente, não é tudo bem tirado. Exato. Aí, vamos ver, né? Eu acho que ela estar presente no pronto-socorro vai agregar alguma coisa no pós do premento da Mel. Vamos ver se vai se confirmar mesmo. Se é só uma ficção de trato urinário e como que isso vai ser desenrolando nos próximos episódios. Espero que fique tudo bem, né? Porque eu gosto muito das duas personagens.
aí, lembra da galera do Caor? Sim aí eles estão lá isso é muito bom na cozinha franjinha isso aí foi a coisa mais inusitada desse episódio, foi essa fantasia aí, tem umas histórias já viram fantasia em pronto-socorro? alguém fantasiado em PS? não, não tive esse prazer que fala o João do Papai Noel e os grandes que levaram o Papai Noel franjinha E aí
Eu já atendi o senhor Peter Parker, Homem-Aranha. Nossa! Atendi na virada de ano, tá? Na virada de ano, o senhor Homem-Aranha passou lá depois de uma batalha intensa contra o Duende Verde ali nas ruas. Ele passou lá no pronto-socorro, tá? Nessa roupa aí que você tá.
é como assim? Ah, na UPA aqui, na UPA aqui passou aqui na UPA, na UPA onde eu tô? Não posso falar onde é UPA TDC UPA TDC Top E o que que é isso aí? Cara, é a sala do Snoop Dogg Snoop Dogg
É uma sala de climação, eu não entendi o nome lá, é a cooling area que eles chamam lá. Eu acho que isso é uma nebo, deve estar gelado pra caramba ali dentro. Eles estão resfriando. E aí essa é a dona da fantasia. Mas que fantasia é essa, Luca? Cara, ela é a famosa Furry, né?
Furry, explica pra gente o que é um furry. Cara, o primeiro de tudo, eu não tenho muita propriedade de acionar o Jonatas, porque eu só vim pra falar besteira, né? Furry, Therian. Pois é, cara, então, eu também, assim, não sou um especialista da área, né, mas tô longe disso.
O movimento furry, né? O movimento ali das pessoas que gostam, né? Dos bichinhos, cofinhos. Características animais, né? Características animais. Mas existe uma grande dúvida aí, porque há uns anos atrás surgiram na internet uns vídeos, né? Da galera andando como animais, né?
E aí eu fiquei impressionado, embasbacado com esses vídeos. E fui pesquisar. E eu descobri que existe um nome, uma denominação que são os terians. Que são os que se identificam ali com alguns tipos de animais. Tem gente que se identifica como raposa. Eu acho curioso que são bichos fofos. Ninguém se identifica muito com um pombo. Um animal assim. Não sei, se tiver algum terian que se identifique como um pombo, por favor, comenta aí.
Enfim, na época saiu um monte de notícias Sobre isso e tudo mais Mas acho que é um hobby aí da galera, um estilo de vida talvez Posso falar uma grande besteira aqui Me perdoem se eu tiver Mas eu sou super a favor, galera Tudo que agrega Não ofendendo ninguém, não matando ninguém Tudo é mestre RPG?
não, acho que não é a mesma ideia eu acho que o Tere é um negócio a mais o Tere é um furry acho que é um estilo é mais um estilo de vida a ideia de se reunir juntar em um grupo de pessoas que gostam de algo em comum ter uma interação social ano passado teve o Bebê Reborn sou 100% a favor sou 100% a favor do Bebê Reborn que mais? pescaria não fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr
Não sou a favor, não. Corta isso. Pior exemplo que eu podia dar, né? Pescaria. Pescaria. Só a do São João, né? Exato. Pescaria. Fotografia. Filatelismo. É isso aí, galera. Pescar não. Vamos evitar. O que será que hoje em dia é caçar o olho de boi lá no centro de São Paulo, né? Ninguém era filatelismo.
Não, não, não. Mas tem um outro dado, só pra finalizar essa discussão, é que o Sariado aí é muito legal, né? Que você vai ver como ele é bem construído. Porque esse festival acontece exatamente nessa época. Eu tô aqui com o site aberto e vai acontecer de 2 a 5 de julho de 2026.
É isso, você consegue se cadastrar Aí tem as fotos das pessoas lá com vários animais Que elas vão, cada um escolhe o animal que quer ir Então, realmente assim, ele conseguiu entender E traz todo o contexto local também, né? Eu vou dizer mais, tá? A Santos balançou, tá?
Ela vai aparecer nesse festival. Ela convidou. Você deveria aparecer. Ela não está vendo. Qual vocês acham que seria o animal que a Santos iria? Acho que seria um negócio... Um lobo, né? Ela tem cara de loba, né? Ela é loba.
ou não, ela tem aquela casca toda ela vai com um negocinho muito fofinho que ela pode florar esse lado mais delicado dela que ela às vezes não consegue na personagem ela quer externar e não consegue isso aqui claramente estão falando de bobinas sem resserra
A medicina é toda baseada em evidências. Eu falava sobre coisas que não baseada em nada. Pessoal, eu sei que a galera do comentário vai trazer aqui pra gente detalhadamente sobre o que é o fur. Como a gente falou, um monte de abobrinha que a gente não sabe o que tá falando. Então, por gentileza, comenta aqui pra nos elucidar e a gente lê no próximo. E dizer qual animal você seria, Jonatas. O que você acha?
Meu animal, eu não sei se o furry, porque furry é peludinho, né? Seria peludinho. Eu queria ser um cabaleão, né? Mas o cabaleão não tem pelo, né? Então acho que ele não pode ser um furry, né? A gente aceita. Pode ser um lizard, um gecko, né? É isso aí. Eu gosto desse animal. Abraço. Abraço. Tchau.
Qual animal você gostaria de ser? Camaleão, ele saiu bem Porque é liso E passa a desperceber É, já dá Tem todos os ambientes que trabalham Bom demais Olho no peixe, outro no gato
Outro paciente que aparece no nosso episódio, que eu acho que vai ficar por isso mesmo, é a oclusão de retina aguda que foi trombolizada. Isso, e que melhorou. Ela vai para a UTI, mas ela faz lá e está melhorando. Isso aí. Fez o exame da acuidade visual, que é o exame que a gente faz para fazer o seguimento desse paciente.
E ela já recuperou ali alguma parte do campo visual, já começou a ver algumas letras ali da tabela, então, aparentemente, aí o prognóstico dela não vai ser tão ruim. Jo, a minha dúvida quando vi, que eu vi que você comentou no vídeo passado, mas o tempo está dentro do tempo esperado mesmo, ou eles deram uma aceleradinha? É porque a gente não sabe. Tem como estimar, né? Mais ou menos uma hora. Tem margem ainda, né? Exato, mas os desfechos dos estudos é um pouco mais depois, exatamente. Mas pode ser rápido assim, sim.
Vai, pontei. Vai, pontei. Ótimo. Muito bem. Aí, vai, pontei. Aí voltou o nosso fera, gente boa. Puta, cara. Nossa. Cortou meu coração, velho. Ele tá zoado. Esse cara, gente boa, tá? Os dois, né? Ele e o Abbott. Nossa. O Abbott. Abbott. 10 e 10. Nossa.
Esse cara aí... Mil de 10. Pô. Sério, ele é muito caricato, né? Mas, apesar de ser caricato, é muito legal ver ele fazendo as coisas. Por mais que você não tem como você ser médico da sua arte, do nada, tô de boa, vou ficar aqui no plantão, mas é mais tarde, daqui a duas horas eu volto. Não tem como. Se fosse o plantão, fosse a casa da mãe de Joana, né? Entrou aqui e vou trabalhar. Vou pegar uma casinha aqui, né? Não é assim, não pode.
Cara, pô, mó dó. No fim, aí vem o diagnóstico, né? É um abscesso de verticular perfurado. Então, tá com a penitonite ali, abdominal, vai de quinta cirurgia. A cirurgiã fala pra ele, né, que sem operar vai morrer. Operando, aí eu não sei nem vejo a relevância de dar ou dar dos 50%. Fala assim, ó, é grave.
vamos operar, né? Exatamente. Eles numerificam umas coisas que, sei lá, nessa situação aqui, não seria tão necessário. 100% e qualquer coisa, vamos ficar com qualquer coisa, operar, a gente vê. E fora que também tem uma hora que acho que ela já estava muito desalinhada nos chakras dela, que ela começa assim, o paciente não poder ligar pra irmã dele, e eu achei meio sem noção, não poder esperar 10 minutos, depois que ele passou horas pra poder ir no outro hospital, fazer a toma, voltar.
a cena foi bonitinha foi legal bem legal mesmo esses são os casos comentários sobre o Jack Abbott esse episódio nos revela um blooper um fun fact do Jack Abbott que ele pratica yoga de manhã comentários? o quanto isso é verdade não dá pra saber ou só sacaneando com ele você duvidaria?
Eu não duvido nenhum. Não duvidarei. Cara, de manhã, pratica Yoga Nu, depois... Tá ligado aqueles vídeos que eu ia dizer assim, o estudante de medicina, né? Aí, assim, das 5 da manhã, às 8 horas, ele foi pra Paris, Jack Abbott, né? Yoga Nu, Swatch, plantão, plantão à noite, pô. Mas eu transporte paciente lá no hospital. Pô, cara, parabéns aí pra ele. E Yoga, em alguma hora, ele vai puxar ferro, né? Porque o cidadão é... Esse cara aí, então...
Hora das teorias, galera. Vamos entrar aí. Jonatas, por favor, em tela, porque agora é só a hora de brilhar. Primeira delas, assim... Quem brilha são vocês, galera. A nossa amiga aqui, a... A Perla. Não, não é a Perla. A Princess tá com o dinheiro, mas a Perla tá lá atrás consertando a impressora. A impressora. E aí ela já solta, elas se comunicam em outra língua, né? Elas já soltam o figures.
Você sabe que eu acho que eu não sei como que tu... Que você tem informação privilegiada. Isso aí na ética das apostas é... Isso aí dá uma cadeia. Tem muito jogador de futebol aí que, rapaz... Então a gente descobre que ela ganhou porque ela já sabia, né? Esse meme dela aqui, lembra? Não tem aquele lá do cara da MMA, aquele pegando dinheiro?
mas vamos lá o que mais tem de teoria aí quero ver o episódio das paqueras mas eu tenho que falar que eu mandei pra vocês agora, pros nossos queridos ouvintes que já no início da série, já tinha esse deslize, essa dica então, o que estava
Então, isso aqui é o confirmado, existe. Gar Santos. Então, a Garcia. E a Garcia dá um gelo ali na Santos, né? Hoje a Garcia não tá muito alegre, não. Não, nem um pouco. E ela não está tratando bem a doutora Santos, né? Distanciamento, a gente tá muito leve. Eu vejo se falo com você, né? Então já não vai ver.
Achei, coitada menina. A doutora Santos ficou gagged, né? Ficou assim, uai meu Deus. Caramba. Aí os caras trouxeram o radiologista mais bonito da Terra. O cara é bonito. O cara é bonito. Barba perfeita ali, né? O cara, mano.
Dito isto, que cena execrável, né? Pelo amor de Deus, cara. Vamos ver, guarda, que isso aí vai entrar um pouquinho mais pra frente, que a gente vai ter um momento Joy. Nossa, Joy tá... Joy tá me tirando a minha Joy, né? Tirando a minha alegria de ver a série. Mas o Luca tem uma boa teoria, ele vai trazer isso. Eu tenho uma boa teoria.
Agora, olha esse olhar. Agora, cara, agora eu vou falar. Não sei se é que os caras entraram na nossa mente. Esse negócio do Itaq com... Não, não. O Itaq tem um... O próximo caso é o Itaq com o Rob. Não um caso, mas uma tensão que dá pra cortar no ar.
Existe, existe. Não sei se é porque entrou na minha mente ou se de fato a seriada fez isso, porque essa cena foi muito tensa. É, é... O Whittaker... Não, então. Não está tão contaminado. Não estou. Só para contextualizar para quem não pegou a cena, ele vai entregar o cachá de médico para o Whittaker, aí ele entrega, aí ele já senta ali na cadeira, pergunta primeiro... A frase, a frase, a frase. Whittaker, eu estou orgulhoso de você.
Você vê que nossa... Aí primeiro que começa numa parte mais ali, conselheiro, tipo, ó... Pergunta sobre a relação dele com a mulher da fazenda. Foi fazer aquela sondagem, né? Você tá namorando? E o namorado? Como é que tá? Como tá? Terminei. Aí no primeiro ano, você só o tiozão, né? E as namoradinhas, né? Aí não, mas virou...
No meio pro fim começa a ter um negócio meio estranho ali Bora lá em casa, pô! A conversa pula entre não namore com a senhora da fazenda e Vá morar em casa aqui! E aí? Estamos na trincheira por você, Rob... Rob Whittaker A composição cênica aqui é 10, tá? Tem o boneco festeiro ali no fundo
Lucas, passa o slide. Olha a cara do Rob olhando pelo olho. Olha isso! Eu não sei se você consegue sentir a saliva saindo assim. Meu Deus! Ruborizado. Eu tenho uma impressão. Eu tenho impressão. O que eu acho é que o Rob, ele tinha muita confiança e ele já tinha, inclusive, na temporada passada, indicado o Langdon pra ser meio que o preceptor.
Ele tá escolhendo o sucessor dele? Eu acho que o Langdon quebrou a confiança dele, de verdade, tanto que ele tava cozinhando o Langdon agora, né, pra não conversar, que ele também evita um pouco essa questão dos sentimentos dele. E aí, acho que ele tá vendo o Itaqui como a próxima pessoa.
talvez, talvez. Dr. Robb está precisando de terapia, está fugindo das sessões de terapia dele. Com certeza. Precisa saber comunicar aí com os seus colegas. E falando em terapia, aí rola uma interação breve, ele e o Abbott, porque o Abbott fala, tem que ir embora, vou voltar daqui a pouco. E aí ele fala, quando o Felicidades tirou mais de três dias de férias, aí vira um papo ali, que é uma melancolia quase...
A impressão que dá é que o Robin não está bem. Eles ficam um e olham para o outro e falam que é sério. Se estiver mal, você vai ter que me falar. É tipo o papo do veterano de guerra. É uma parada meio assim. Então eu acho que o Robin não vai ficar bem até o fim da temporada.
Algo vai acontecer com esse moço Eu espero que não seja O famigerado acidente Eu espero que não seja um acidente Eu tô desistindo desse acidente Galera que pediu pra ouvir Fantasia de Evil Can Evil Acho que não vai rolar Eu acho que não A gente vai mandar confeccionar essa tua roupa Eu venho com o maior prazer Até porque Quem tiver contato de costureira Fantasia de Evil Can Evil Deixa nos comentários
Até porque, meus queridos amigos, a gente acertou uma... Assim, acertou... A gente acertou um tema! O tema era a série! O tema era a série! Peraí, peraí! O editor, eu conversei já com ele aqui, eu conversei previamente com ele, ele vai colocar aqui no ar uma coisa que foi falada, eu não lembro qual episódio da nossa gravação.
Vocês tentaram já fazer alguma coisa que o Jackass tentou fazer? Amigo, eu tenho medo de tobogã. Obviamente eu não sei isso. Não seria você. Pô, tobogã. Cara, é pior que eu descobri que a minha esposa também tem medo de tobogã. Mas, cara, qual que é o receio, cara? É, pô. Cara, é assim... Tudo pode acontecer do início até o fim. Exato. Primeiro que é um ambiente que você não tem o controle sobre você mesmo, né? Tá bom. Você não tem o controle.
Você não consegue parar lá no tobogã. É você... O fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr fr
é pior se você parar, aí que tá o dano, né? Cara, e o medo assim dele quebrar e você em cima, sabe? E aí ao invés de você cair na piscina, você cair antes? Eu não entendo porque o ser humano se desafia assim, né? O medo, até que a gente conversou que o medo é algo racional, eu não sei porque eu tenho medo do Bogã, mas a série, ela trouxe o grande dilema aqui, vai ser o quê?
Um acidente com morte na queda de um toboágua. Pessoal, isso aqui, você pode assistir o vídeo americano gringo, você pode assistir vídeo, sei lá, da Bolívia, vídeo do Japão, falando da série. Ninguém, eu aposto que ninguém, tocou no tema tobogã antes dele aparecer. Apenas aqui no PDC você viu... Tá parecendo o professor de cursinho que fala uma frase no ano... Meu Deus, meu Deus, tá lá, tá lá.
desse jeitinho mas aí, tá aí na tela, gente, ó por que eu tenho medo de tomogã? por causa disso, um acidente com morte na queda de um tomogã um acidente de múltiplas vítimas, desculpa Jonathan, você tem que ter convidado que não deveria ter acontecido, porque tomogã é pra ir um de cada vez é, exato
de cada vez. Agora não é pra ir ninguém mais no tobogã. Eu espero que o Beach Park nos patrocine para levar o Jonatas até lá e tirar esse medo. Jonatas no insano, nova campanha, tá? É, hashtag. Nunca, nunca se não ir no tobogã. Nem patrocinado. Patrocinado pelo TDC. Nunca, gente. Pelo Beach Park. Tchau, tchau. Então bora. Bora ler os comentários? Vamos, vamos.
Joc, aqui para nós. Vamos lá. Sobre o comentário da mulher que perguntou sobre amarelão... Rapidinho. Henrique Maci, três pontos. Henrique Maciel, Macieira, não sei. Macieira. É, sobre o comentário da mulher que perguntou sobre amarelão poder causar surdez, acho que ela pode estar se referindo a Iterícia.
aí eu acho que eu vou viajar um pouquinho Henrique, você está certa eu vi vocês falando que a gente acha que é equiterícia que ela está falando então põe clínico para ficar falando qualquer coisa que não seja clínica, vai dar isso pode gerar perda auditiva por neuropatia do vestibulo coclear é verdade, que as líquidos é uma das causas de paralisia cerebral como de outras neuropatias deixa o chefe falar
E aí, tanto que muitos serviços são indicados. O Bera, né? Que é o potencial evocado auditivo, né? O teste da orelhinha, o famoso, para Rienes, que tem interesse importante. Um abraço para a medicina de Viçosa. Um abraço aí. Um abraço, pessoal. Um abraço, galera. Um abraço, galera.
A audiência. Ele falando do amarelão, é que nem quando falam, ah, vai HPN, né? Aí o clínico fica hemoglobinúria paroxística returna e o Neuza é... Que é mais comum aí, né? O que será, né? Mas são aquelas coisas que ficam perdidas na tradução, né, Aline?
Jô, vai. O Cláudio Okiama, 4932. Ele já esteve aqui antes, eu acho. Acho que já. O Cláudio já está gabaritando. Cuidado, Cláudio. Você sabe, né? Boa análise. Como sempre, mas vocês estão ficando meio exigentes. Seis e meia, achei o meu rigoroso. Está parecendo staff em dia de Oscar de Residente. É o que somos. É, mas para que é o nosso papel, né, Cláudio?
Bom demais. A Isabela, a Isabeleza, será que ela é... É irmã. É irmã de Marcela Beleza. É a dinastia Beleza. Nem um milhão de anos eu imaginei que Branky Bread seria mencionado da forma que foi. Cada semana fica melhor. Pô, obrigado. Isso aí é a nossa Nepo Audiência. É, Nepo Audiência. Um abraço, Isabeleza. Um abraço.
E aí cara, momento Joy. Porque teve um momento, o Jonas deve ter ficado doido, todo mundo achou que a Joy ensinou o radiologista a interpretar um raio-x de tornozelo. Loucura. Algum de vocês tinha alguma ideia do que ela falou ali? Não. Aí ela dá uma aula pro cara.
Ela mede lá, ela tá dando tipo de distância entre a tíbia e a fíbula. Cara, isso aqui provavelmente foi então algum tendão aqui, algum ligamento que rompeu, não sei o que, bebê, bê, bê, bê, bê, bê.
Cara, sinistra essa cena, muito ruim. Sim. Só que aí isso me faz pensar o seguinte, porque aí o cara vira e fala assim, peraí, tu fez algum eletivo em radiologia? Aí ela responde assim, não, não, eu sou muito boa. Aí vira e vai embora. É, loucura. Cara, e aí eu tenho uma teoria. Meu Didi Mocó nesse carro. Cara, eu tenho uma teoria. Ela não é muito boa. Aliás, ela é muito boa, mas pelos motivos errados. Eu acho que ela já é médica.
Ela tá validando o diploma, sei lá. Por algum motivo ela já tem a formação. E ela não quer, ela quer passar despercebida. Por que você acha isso? Porque, um, ela tá sabendo muito. E ela tava desinteressada no início do plantão. Tipo, ah, isso aqui é meio cansado e tal. Então você é uma pessoa que, pra ela, nada ali é novo. Não é uma parada que, sei lá. Você acha que ela deve estar fazendo faculdade de novo? É, nada explica. Ela tem alguma formação prévia, alguma coisa assim que justifica.
Ela cagar informações incríveis no meio do nada. O desinteresse, talvez, um grave desinteresse.
E essa fala dela, essa resposta tem muito... Ninguém fala, não parece ser da personalidade dela se achar. Então eu acho que ela falou isso meio que na sacanagem, porque ela tá querendo passar despercebida, algo assim. Entendi. Não como se no episódio passado ela soltou a memória fotográfica. Sim, mas ali foi realmente um piquiça. Vamos ver se vai se concretizar essa teoria de Luca. Mas achei muito boa, Luca. Cara, se não for isso, ela realmente tem que desenhar melhor esse personagem. E tem comentário sobre ela? Tem. Aí, ó, o Gabriel Feitosa 6283.
Quando vi a parte da menina que memorizou todo o quadro, confesso que teria preferido que a foto tivesse dado certo também, viu, Gabriel? E daí eles fossem copiando da imagem do celular mesmo. Teria ficado mais coerente e menos dramático. Isso aí é verdade. Se não eu vi memória fotográfica aí, foi demais. Não deu. O Leonardo Maeda 4027 ainda complementou, né? Eu esperava mais desse Saberatec.
Achei que eles iam ter que ficar correndo atrás de laboratórios, discutir casos com radiologia Mas não resolver tudo muito rápido com o fax, ali eles tem uns protocolos muito estranhos O Japão usa fax até hoje, né? O Japão inventou os anos 80 e ficou nele É, funciona né? Pra que vai mandar?
esse ataque só serviu pra eu ter mais raiva do Golvi e agora pegar um pouco de lança dessa joia, personagem de que além de superpoder dela que além desse superpoder dela de saber muito de Brugada e Fito Dermatite ela sabe muito de radiologia e tem memória fotográfica é
E aí a gente tem aqui o Vinícius. Ele falou assim, ó, o fato de eu ter aparecido na Joy, né, com memória fotográfica, não é nada mais nada menos que um cara de roteirista preguiçoso. Como toda a grande solução da Marvel, né, é uma preguiça de roteiro, aqui também foi essa, né.
Aí agora alguns outros casinhos, né? Sobre Langdon e a Mel, eu acho que foi um caso de apego do que romance. Aí ele, ó, falo por experiência própria, sou autista e TDAH. Quando tem uma pessoa que me trata minimamente bem, tenho o costume de ficar apegada a ela, já que é difícil manter relações em geral. Já aproveitando o barco, no próximo episódio vai ser o depoimento da Mel e pelo jeito a irmã ainda vai aparecer aqui. Nossa, e ele em gabaritoto? É, é. Ele viu o treino. Deve ter tido alguma vez. Verdade.
A personagem foi baseada em um estudo da doutora Wendy Hoff. Vale a pena dar uma olhada no artigo. Que legal. Caraca, a gente vai ter que ver mesmo. Não tinha...
Não tinha visto prévio. Vamos ter que ver. Sobre o caso da paciente terminal, a lei da Pensilvânia proíbe eutanásia e suicídio assistido, que foi uma coisa que a gente teorizou se poderia virar tema, mas há projetos de lei para se autorizar. Já é a segunda vez que a série fala de morte digna. Na primeira temporada teve o caso dos irmãos que não respeitaram a diretiva do pai e acabou prolongando a vida sem necessidade.
O trabalho de você explicando termos médicos são sensacionais. Até o cara de humanas conseguiu. E aí, rapaz. Isso é um elogio, né? Um elogio, obrigado, viu, querido? Então vai acompanhando aí com a gente e traga mais, tá bom? E vamos para as notas? Peraí, peraí, peraí. Opa!
Eu queria ler um comentário antes, que tem a ver com as notas, tá? Tá bem. Não tá em tela aí, me perdoe, mas é um comentário da Malu Mendoza. Tá. Ela comentou o seguinte. Sentindo falta de mais tempo de tela da doutora McKay, acho que existem muitos pontos da própria história da personagem aberta. Concordo, hoje ela apareceu um pouquinho no episódio mais, né? Mas no atendimento da paciente com SOP. Mas não era sobre isso que eu queria falar.
Mudando de assunto, agora que estamos mais ou menos na metade da temporada, qual a opinião de vocês sobre a qualidade da série e dos casos comparando a primeira e segunda temporada? Sou estudante de medicina do P2 e muito fã dos seus vídeos. Os comentários técnicos têm sido de muita ajuda até para a minha própria formação. Nossa, que legal. Essa é a nossa opinião. É uma coisa de útil na vida de alguém.
Pois é, em relação aos casos, comparativamente, eu não achei tão discrepantes a primeira e segunda temporada, mas eu acho que essa segunda temporada eu acho que tô achando mais crível, acho que tô achando menos mirabolante do que a primeira. Isso é uma impressão geral, não parei pra ver direitinho, mas o que vocês acham?
É, eu acho que sim, porque sim, acho que agora tem alguns casos, tipo esse senhor com nefrolitismo, se realmente for só isso, a moça com SOP, então são casos que você consegue se ver atendendo no pronto-socorro aqui, né? A outra moça lá que era uma domilio facial, tinker, babá, umas coisas mais, acho que ele deu mais atenção pra coisas que são mais cotidianas, né? Exato. Lógico que tem as coisas mirabolantes, né, ainda, que tem que ter pra ter o peso dramático da série, mas eu acho que... É, um tobogã inteiro de pericôo aqui, é verdade.
Mas eu também concordo, acho que essa temporada está mais introspectiva, intimista e menos aquela papagaiada de 500 mil casos rolando. Dito isso, os casos da primeira temporada me pareciam um pouco mais energizantes que eu assistisse e ficava mais...
Sabe o que eu senti falta nessa temporada, Luca? O nosso amigo, o melhor personagem da primeira temporada O neurologista O cara das piadas Você se identificou, né? Você se identificou muito, Joca É feriado, né? É Só na tela, só na tela
Nem pra discutir o caso lá da trombose. É verdade, do olho lá. Exato. Bom demais. Respondemos a pergunta, será? Não, acho que sim. O que você acha, Jonathan? Respondemos a pergunta? Eu acho que responderam, eu vou responder também, tá? Eu acho que em termos de casos, talvez eu acho que esse aqui realmente concordo com vocês, eu acho que tá bem mais pé no chão, assim, mais parecido com um plantão de feriado mesmo, sem tantas estripulias.
Mas eu acho que de trama tá bem inferior, minha opinião. Eu acho que tá bem inferior comparado à primeira temporada. Aqui, os novos personagens, né? Doutoral Hashimi, Ogilvy, Joy. Não tem tramas que são interessantes de acompanhar. São subaproveitados.
aproveitados, tá? Eu acho que... Assim, a gente tá falando de meia da temporada, tá? Pode ser que isso venha a ser salvo ali, mais pro final. Mas eu acho que tá faltando a série gerar interesse para nós, pra acompanharmos. Tipo assim, eu tenho zero curiosidade de saber por que que a Oh Hashimi não ficou com aquela... teve aquela visão com o bebê, etc.
diferente muito do que aconteceu na primeira temporada, que tinha outros casos mais envolventes, os personagens também novos, que todos eram novos pra nós, eles eram mais carismáticos, a gente tava conhecendo mais o Ita, que era Santos. E as tramas pessoais dos médicos também eram mais... A história super interessante da Doutora Collins. Collins, exatamente.
Então eu acho que essa temporada ela tá mais parecida com o Plantão Médico real, acho que em nível de produção tá ótimo, tá excelente essa parte, mas eu acho que de trama deixou a desejar, pelo menos na minha opinião eu não estou gostando muito dos episódios
É porque eu assisto como uma série, eu não assisto como se eu estivesse vendo um documentário, né? Eu acho que todos nós somos assim. Então, da parte que transforma ela em uma série médica, que não é um documentário médico, uma aula, eu acho que deixa a desejar. Tchau. Tá. E muito isso que o Jonas falou de trama, eu acho que, pelo menos na minha impressão, é pela anticor...
a apatia dos personagens novos. É porque ficou bem desequilibrado. Faltou uma galera do brother, né? Faltou. Chegar um pessoal do bem, divertido, engraçado, cômico. Enfim, dito isso, a primeira era um 10, né? A segunda temporada tá uns 9, 8. É ruim de ver, né?
É Heroes, né? Joane Alves, vamos começar. Qual a sua nota desse episódio? Eu acho que foi um 6. 6? Caraca! Essa é a minha setora do Ozzy! É, coitado, né? 6, pô. Não, mas é porque assim, os casos eu achei legal, porque realmente, como a gente falou, né? Acabou de falar, parece coisas mais da vida real. Mas acho que pela temporada passada, você sempre fica na impressão de que vai vir alguma coisa, tipo assim, muito fora do normal. É, exato. E o gancho foi bom no final, eu acho.
que prende ele pra ver o que é que se viu. Vocês não viram o Jonatas vendo o gancho? Eu falei! Como é que ele tinha no tobogã? Ele ficou pirada. Pra mim, acho que passa por média. Pra mim, um setão. Um setão tá justo. É, um sete justo. Tá bom. Tá bom? Deixa ok. Dá pra entrar nesse processo. E a sua nota, deixa aqui embaixo nos comentários também.
Próxima semana estaremos aqui de novo. Estaremos de novo novamente. Curte esse vídeo aqui pra dar uma moral pro canal. Se inscreva se você não é inscrito. Se você que é inscrito compartilhar com outros 100 pessoas pra se inscrever, a gente chega na nossa meta de, basicamente, dobrar o número de inscritos no canal. Queremos chegar a 100 mil inscritos. Estamos ali com um pouco mais de 50, né? Exato. Por favor. Nos vemos semana que vem, galera. Tchau, pessoal. Tchau.
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