Pipoca TdC 8: The Pitt - Fanfics, intubação acordado e queimadura por limão
1º Encontro TdC - Simpósio Anual de Atualização em Clínica Médica
Um dia inteiro de Clínica Médica, com temas cuidadosamente selecionados para responder à pergunta que mais importa: o que muda minha prática?
Se você é residente, médico recém-formado, especialista ou estudante de Medicina e gosta da forma como o TdC discute medicina baseada em evidências, esperamos você em São Paulo no dia 22 de agosto.
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Nova temporada do Pipoca TdC no ar!🍿
O Pipoca TdC é um podcast bônus do TdC. Um espaço pra conversar sobre séries, filmes e medicina de um jeito leve e descontraído.
Depois de duas temporadas falando de House, agora é a vez de The Pitt, acompanhando os lançamentos semanais.
É só dar o play e aproveitar!
- The Pittepisódio 8 · memória fotográfica · intubação acordada · fitofotodermatite
- Medicina e éticaviolência institucional · cuidados paliativos · trombólise
- Interações sociaiscomentários de ouvintes · fandom · fanfics
Fala, querido telespectador, querido ouvinte. Está começando mais um Pipoca TDC especial segunda temporada de The Pit. E meu nome é Jonatas Danovelli. Eu sou o João Urbano. Eu sou o Lucas Cirilo. E hoje nós vamos falar, então, sobre o oitavo episódio da segunda temporada de The Pit. O que você achou, hein, Jonatas? Vou guardar minha opinião para as minhas. Beleza? Não te interessa.
Então aqui a gente já tem um comentário, né, pra gente começar, pra dar uma esquentada aqui. Então um comentário da Aline Fernanda Nascimento 7184. Olha que legal o comentário dela. Único react que vale a pena o meu tempo. Ó, pô, que honra, né? E assisto enquanto estou na batalha pra colocar minha neném pra dormir à noite. Obrigado por estarem comigo nessa luta. Vocês são demais. Pô, é um prazer, né? Tá vencendo essa batalha? Porque às vezes é culpa é nossa.
acho que ela tá ouvindo de fone, né? o Pedro não tá aqui hoje, mas o que o Pedro grita aqui é loucura, né? a gente pode falar mal dele que ele não tá aqui
Bora, pessoal. Aqui sempre aquele comentário, eu adoro esse tipo de comentário, tem vários aqui. Tem a turminha do almoço, almojanta, então tem o Lucas Furriel 5056, ele já manda aqui, jantando um estrogonofe, com aquela... Naif. Naif. Com aquela Pepsi geladinha, enquanto aprendo um pouco com as esferas, e ainda dou umas risadas. Você sabe muito, Lucas. Sabe muito, almoço.
Se vocês preferem Pepsi ou Coca, não falem, porque a gente não tá sendo patrocinado. E aqui tem sempre na turminha do almoço aqui, o Nicolas e o Jesus, né? Janta liberada e almoço liberado. O Jesus almoça tarde, né? Não, perdão, o Nicolas almoça tarde, né? Porque os vídeos saem às seis. Bom, vamos começar então.
Estamos adentrando a oitava hora do plantão, mais precisamente às 14 horas, né? 14 horas é o horário do quê, assim, do plantão? É a hora da volta do almoço, né, ali, que você reveza com os colegas pra almoçar e você volta ali naquela alcalosa ali, pós-prandial, meu sono lento, né? Pra retomar ali o gancho do plantão, né? Num plantão... Pra mim, é. Num plantão... ...
padrão, é a hora da reavaliação, né? Vamos ver o que tem de pendência aqui pra gente ir dando vazão nas coisas, né? Senta ali com a equipe, com a enfermagem, físico, né? Pra ver se já tá tudo... As metas da manhã foram cumpridas, né? Em lugares que o plantão é de seis horas, né? É a hora ali do gás do plantonista da tarde, né? Ele chega ali pra resolver a tarde, né? Mas o cara... É o momento, o segundo gás, né? É, exatamente. Só que aqui, né? No The Pit, o que tá acontecendo, né? O episódio começa aí e você você você
com o Rob tendo uma mini discussão ali com a Al Hashimi, né? Ele troca uma farpa com ela, porque é ela que vai conversar lá com o CEO, né? Ele fica um pouco incomodado com isso. Picuinha, né? Chato, hein, Rob? Achei chato essa falação dele aí. Só que aí, nesse meio tempo, né? Eles começam a organizar, então, o plantão, né? Como o plantão vai ficar sem internet. O que vocês acharam desse momento?
Eu achei meio superestimado, viu? Eu achei que eles fizeram muito alarde pra uma coisa que não precisaria ser tanto alarde assim, né? É assim, pensando em realidade Brasil, né? Mais principalmente em realidade de São Paulo, onde a luz cai com uma certa frequência, né? Pô, isso aqui pra gente é terça-feira, né, galera? A gente sabe, é chato, né? Mesmo sem luz, energia... O sistema cai... Sem luz é pior. É, mas sem sistema... É um...
dia sim, dia não, tem alguma lentidão parada no contrasenha. E é aquilo que a gente falou, as coisas funcionam offline também, você pode digitar, você não precisa escrever na mão, você pode digitar, imprimir, colocar no pencheto do paciente. Pode digitar, pôr lá no prontuário depois. Exato. Aí o Ogulvin, né, nossa, quem não gosta do Ogulvin, né, ele lê sua frase ao seu nêmesis. Apesar que tem uma personagem que tá caminhando a passos largos pra se tornar minha nêmesis, mas o Ogulvin ainda fala assim, nossa, parece que voltamos à era medieval, né.
pelo amor de Deus, medieval não tinha nem máquina pra datilografar cara chato mas aí vem, surge quando você menos espera, surge um herói da multidão, um herói improvável uma heroína na verdade joy, alegria joy, porque o Ogilvy sem querer vai tirar o Ogilvy não, desculpa, o Whittaker vai tirar uma foto do quadro e tira uma selfie
clássico. Ok, boomer, né? Beleza, né? Mas o cara é um cara da fazenda, ele tem dificuldade com tecnologia. Mas ele tira foto errado, e aí a Joy manda essa gloriosa frase. Quem não vibrou? Tô brincando, gente, eu achei horrível essa cena. Ela fala, eu meio que tenho memória fotográfica.
Estamos com o neurologista aqui. Joca, sua opinião sobre essa cena? Eu não sei se eu devo emitir minha opinião, mas é aquela coisa que se discute se existe ou não, mas, teoricamente, restritamente, não existe. Na memória, a gente tem a nossa memória declarativa e a não declarativa, que a gente divide em memória de trabalho, memória relacionada às funções executivas, e a memória relacionada aos nossos eventos de vida e a memória semântica, que é o nosso conhecimento de mundo. Mas não tem nenhuma entidade específica de memória fotográfica.
Existe aquele termo, né, que é memória fotográfica barra memória eidética, né? Aí eu fui dar uma pesquisadinha sobre esse tema, né, porque essa cena me incomodou horrores, assim. Cara, não é possível que o interno, que tá lá, primeiro a contragosto, né, ela memorizou todo o quadro de pacientes e tem muitos pacientes, né? Exato.
E aí eu fui dar uma pesquisada. E ao mesmo tempo está com tanta má vontade no plantão desde o começo da série. Cara de alegria. Aí eu fui dar uma pesquisada, aí eu vi que essa história de memória fotográfica tem um artigo de 1970 que foi escrito por um professor da Harvard de Harvard. Que isso? Enrolei a língua aqui.
E publicado na Nature, acho que o Tata trouxe aqui, ó, trouxe, ó. E o que ele fala nesse estudo, né? Ele pegou, na verdade, mais um relato de casos do que um estudo propriamente dito. Ele pegou, ali ó, o relato de casos é um estudo, né? Mas assim, não é um ensaio clínico randomizado, nada disso. É um relato de casos em que ele pega ali um estudante de Harvard que ele conheceu, chamada Elizabeth.
E aí o que ele faz com ela? Ele mostra um padrão de 10 mil pontos aleatórios com o olho esquerdo. Então ela fecha o olho direito e olha aqui e vê esses 10 mil pontos. A imagem é mais ou menos essa aqui. Eu peguei do artigo essa imagem. Um QR Code, né? Praticamente um QR Code, só que nos anos 70.
E aí ela vai lá e olha esses 10 mil pontos com o olho. E no outro dia, no dia seguinte, ela fecha o olho esquerdo agora e com o direito ela olha outra imagem meio que complementar. E aí no outro dia ela consegue, com a memória, apenas com a memória, gerar uma imagem com esses 20 mil pontos no total.
Então só com a memória dela ela consegue gerar uma imagem em 3D. Basicamente é isso. Acredite quem quiser. Acredite quem quiser. E aí ele usou isso, esse artigo aí que ele publicou, como uma prova que existe memória fotográfica. Porém, isso aí foi contestado várias vezes em outros estudos e tudo mais. E aí tem um pequeno problema aqui que vai para o Fupoca Científica, Luca. Nosso outro quadro aqui do canal.
Qual que é o problema? Então, primeiro, ele não fez outros testes com a Elizabeth, que é a pessoa, essa pessoa com essa incrível memória, mas, além disso, não teve nenhum outro caso semelhante encontrado a desse caso, mas o mais interessante é que sabe qual é o pulo do gato aqui? Ele se casou com a Elizabeth. Aí não dá.
E aí, onde está a ética aqui? Quem acredita em memória de fogo? O conflito de interesse. Exatamente. Mas se ela reproduzir isso aí, tira o chapéu. Eu não sei o quanto é a verdade ou não dessa história, mas o fato é que...
Essa cena da Joy me irritou muito. Eu acho que trazer esse tipo de atitude, idolatrar essa genialidade de decorar o quadro, eu não acho até saudável para quem está assistindo. Gera uma visão muito irreal do que é a profissão do médico. Enfim, eu não gosto. E aquela cena que dá aquele ranço?
igual você, na entrevista de emprego, falar que é perfeccionista. É o mesmo tipo de rosto. Qual sua maior erro? Só pegar os pequenos detalhes. Eu achei que ela não teve muito... Ela não tava muito afim nem de falar isso. Ela meio que foi forçada. Eu achei que ela...
Ela quis se gabar nem nada assim. Não, eu acho que o primeiro foi ela. Qual que é a maldição dela, né? Saber? É, minha maldição e minha memória fotográfica. Bom, enfim, galera, vamos seguir aqui. Próximo caso, né? Primeiro caso, né? É, o primeiro caso, na verdade, né? Um caso bem interessante, né? O paciente chega lá com um pouco de falta de ar, né? Trazido pela maca e com dor abdominal, né? E aí? Pois é, né? Esse paciente, ele... É um caso...
Bem alegórico de manejo de um paciente com obesidade no pronto-socorro, no pronto-atendimento. De cara, a primeira coisa que você já percebe é que o teu amigo Hugo ouvi, ele já dá sinais claros de conduta antiética, né? Ele faz diversos comentários gurbeofóbicos na frente do paciente, ao longo de todo o atendimento, a ponto de ele ter que ser corrigido pela McKay, a perceptora.
E ela foi bem branda na correção. Que ele usasse remédios pra emagrecer, ou fica perguntando de atividade física que não tem a menor relevância ali na hora. Pra dor abdominal dele. Exato. É bem ruim mesmo, assim, o atendimento que o interno demonstrou. No meu internauto, se acontece uma dessa aí, esse interno aí ia estar vendo estrela. Mas...
Ao caso, ao que dá, entendeu? É um abdômen agudo, ainda sem diagnóstico. E fica com a limitação técnica ali de como que vai fazer a imagem de rastreio ali pro paciente. Porque o ultrassom, o panícola de pouso, talvez não ia ter a mesma performance diagnóstica, não vai dar pra excluir tanta coisa. E aí fica com a ideia de fazer a ressonância.
A tomografia, né? A tomografia, perdão. E tinha limitação porque a máquina não suportaria o peso do paciente. Aí o primeiro ponto é qual que é o peso do paciente. O último reportado por ele era em torno de 180 quilos. Eles perguntam, alguma chance de ter ganhado mais peso desde a última vez que pesou ele? Alguma chance. E aí parece que o limite do aparelho ali do hospital era 200, né?
Então, a primeira grande função que vira é temos que pesar o senhor, né? Só que pra pesar, ele ia precisar deitar ali no aparelho, a balança que eles têm no pronto-socorro, desenhada pra esse tipo de situação. Inclusive, a gente tem, né? Legal, né? Legal, uma balança de suspensão, né? Pra pacientes acamados, não necessariamente pra pacientes obesos, né? Pra pacientes acamados, né? É, de maneira geral. Só que aí ele vira e fala o seguinte, eu já tenho tempo que eu não deito.
Por conta de falta de ar. De espinéia, e aí... Cara, posso só fazer um comentário sobre tomografia, que a gente falou aqui, né? Porque aqui o Ogolvi, ele faz novamente um comentário muito infeliz, né? Quase na frente do paciente. Na frente do paciente, praticamente, né? Que ele fala, eles estão discutindo, né? Como que vai fazer tomografia nele e tudo mais. E aí ele fala a seguinte frase, né? Se passar disso, mandamos ele ao zoológico, né? Então, assim...
ficou muito ruim, mal colocado o jeito que ele falou, tá? Mas essa situação que ele coloca aqui não é uma situação irreal, tá? A gente achou até uma notícia deixa eu ver se eu coloquei aqui aqui, aqui
Uma notícia de 2007, tá? Lá do Rio de Janeiro, o que é basicamente assim, né? Obesos fazem exame médico em equipamentos para cavalos no Rio, né? Então os hospitais estavam mandando pacientes até um certo limite de peso ali, a partir de um certo limite de peso, para fazerem as tomografias no Jockey Club lá do Rio de Janeiro. Isso mudou, né? Depois eu acho que o hospital...
Carlos Chagas, se eu não me engano, adquiriu um tomógrafo maior, que aguenta até 320 quilos, e aí parou. Mas assim, é degradante até pro paciente, né, essa situação. Mas muito desconfortável. E o jeito que o Gouvi coloca ali é péssimo, muito ruim. Mas o tom, né, a falta de cuidado que ele tem com...
em trazer esse ponto, né? Acho que... E também mostra também aí um pouquinho de violência institucional, né? Claro. E não poder ter... Desconfortável e até de risco também pro paciente, né? Porque são aparelhos que também são usados pelos médicos veterinários, né? Porque tem ali, talvez, uma contaminação cruzada, uma coisa que não possa... É outro uso, né? A gente nem estuda tanto isso por ser tão incomum assim, né? Você expõe o...
Exatamente. O ser humano, a bactéria, né? E expõe os animais a bactérias humanas, né?
Bom, voltando aqui, Luca, pode continuar, desculpa. Aí assim, vira um questionamento que é, bem, não dá pra deitar, então a gente vai ter que provavelmente entubar o senhor, ele já tava com um pouquinho de despnefa, já tava encostadinho num cateter, a gente vai ter que entubar o senhor pra poder fazer o exame com mais segurança. Tanto a pesagem como o exame a gente vai precisar entubar o senhor. E aí um dos internos até fala assim,
Então, sequência rápida. O Goví. O Goví está offline. Offline. Tudo que ele fez nesse episódio é esquecível. E aí ele diz, não, sequência rápida não.
Um que precisaria deitar ele, até dá pra fazer sequência rápida com uma etubação ali, semisentada, ou até sentada, tem isso, mas enfim, o episódio justificou assim, mas eu vou justificar o porquê que também nesse caso...
A melhor escolha foi o que eles fizeram, que é a tal da intubação acordada, e eles fizeram por naso, né? Por naso, né? Uma intubação nasotraqueal ali com o nasofibroscópio, né? Por favor, nos elucide e justifique. Então, o primeiro ponto é o seguinte. Inclusive, eles fazendo o procedimento...
O nasofibroscópio vem da Karina. Eu até fui procurar depois umas imagens, é bem real. É bem real, né? Uma filmagem de verdade. Eles usam o fibroscópio como guia, né? Sim. Tanto para visualizar como guia que vai introduzir. Enquanto você estava fazendo sua pesquisa, você foi impactado por aquele vídeo daquele médico? Se vocês procurarem na internet, existe um cara que ele faz uma intubação nasotraqueal às cegas.
sozinho, ele faz anestesia e tudo mais. No meio da sala de aula, né? É, o pessoal aqui...
E ele termina, ele não fala mais, ele fala com um joinha. Quem tiver curiosidade, é fácil de achar esse vídeo. A discussão aqui, eu acho que é, essas situações de via aérea difícil, né? Toda vez que a gente tiver um contexto de via aérea difícil, aqui pode ser tanto via aérea difícil, anatômica, né? Por questão do paciente, e eu tenho preditores de dificuldade, como fisiológica, por situações que o paciente está submetido. A sedose.
um quadro séptico importante, distúrbio hidrelatrolítico, instabilidade hemodinâmica, coisas que o procedimento de sedar e bloquear o paciente, deixar ele apneia, eu posso agravar a condição clínica dele e ele ter um desfecho negativo pelo procedimento, pela intubação. Então ele chama isso tudo de viário difícil.
Um erro comum é chamar a via aérea difícil de via aérea falha. Entender que é a mesma coisa. Então, não é. Via aérea difícil é predizer que vai ter um problema na entubação. Via aérea falha é não conseguir entubar. Eu posso ter uma via aérea falha num paciente com uma via aérea, abre aspas, fácil. Ou um cara que tem uma via aérea difícil tem uma via aérea bem sucedida. Então, são três cenários que a gente sempre vai pensar. O primeiro deles é...
Tenho que fazer alguma coisa agora. Imagina que esse mesmo paciente chega em franca insuficiência respiratória. Ele vai entrar em colapso hemodinâmico, ele vai parar por conta da insuficiência respiratória. Aqui não tem muita conversa. Você conhece a rápida de intubação, porque entre não tentar nada e pelo menos tentar, tentar é melhor. E aí aqui eu já vou com a cabeça armada para aqueles cenários de tragédia, via era falha, né?
Clicotílio e odostomia, vou ter que ter uma estratégia de resgate. Videolarinho, vou armado com o que eu tenho de melhor. Tudo.
vídeo laringo, buge, máscara supraglótica. Liga pro colega mais experiente. Colega mais experiente. Ele que vai fazer a primeira tentativa. Já deixa o kit cirúrgico pronto pra ter uma... Não deixa o residente fazer essa, né? Essa, exatamente. É isso. É um cenário terrível. É a pior coisa que a gente pode ter no plantão, mas eu sou forçado a agir, eu não posso me planejar muito além disso. Eu vou me planejar muito, mas eu não consigo ter outra grande alternativa.
Tem um outro cenário, é que eu tenho uma via aérea difícil, eu predizo que ela é difícil, mas o intubador tem experiência nesse cenário. Então ele fala, eu acho que eu consigo, eu vou tentar. Então é a mesma lógica do outro, só que aqui com um pouco mais de planejamento, um pouco mais de calma, porque o paciente não tem uma indicação de via aérea imediata, mas eu vou com o mesmo medo ali. O mesmo parcimônio.
Agora tem o cenário que é o do nosso paciente, que é o paciente, eu tenho tempo e eu posso fazer uma estratégia sem precisar fazer sequência rápida de intubação, que é cedar o paciente e bloquear ele. Quando que a gente pensa nisso? É o paciente que não vou ventilar bem, ou seja, no momento que eu cedo e bloqueio ele, ele entra em apneia.
eu não consigo fazer pressão positiva porque a bolsa, a válvula máscara ou o dispositivo supragrótico não vai funcionar. A gente tem muito medo nisso no paciente que já tem sarros, alguma coisa cervical, heteroginatia, super obesidade, alguma coisa assim. Esses são perfis de pacientes que eu já fico com esse receio. Não vou conseguir uma boa laringoscopia, preditor de laringoscopia é difícil, né?
Ou fisiologicamente o paciente não tolerou a apneia. É aquele cara que já está compensando tudo que ele precisa. Se eu põe ele em apneia, é pior para ele. O tempo da apneia dele é muito curto, ou inexistente. Um cara, por exemplo, com uma acidose metabólica muito intensa que está apneico justamente para compensar a acidose metabólica.
Se você induz a apneia pra ele, ele pode ter uma parada ali por acidose. Exato. Ou aquele exemplo de hipoxemia super grave lá do Covid, que o paciente tinha quase nenhuma reserva. Então, nesses contextos, se eu tenho tempo, eu me planejo pra quem tiver uma intubação acordada. E até acordado, né? Então o paciente, ele não é bloqueado, ele é anestesiado na via aérea superior e é feito o procedimento. Eu posso fazer isso tudo tanto com laringoscopia direta via oral, né?
Fazer uma intubação orotraqueal. Ou, como foi feito no seriado, a naso. A naso, né?
Bem legal, foi muito bonito. O principal do cenário aqui do paciente do episódio é pra evitar aquela situação catastrófica que é não ventilo e não entubo, né? Exatamente. Que aí sim, não tem muito o que fazer. Ou é a VL cirúrgica ou é colapso hemodinâmico. Já falamos sobre isso algumas vezes aqui, né? Exato. E o episódio mostrou tudo bonitinho, tá? A anestesia tópica, anestesiar a língua ali na base com o anestésico tópico, deixar 10 minutos rolando.
Tem uma dica que o Levitin, o Richard Levitin, que é um... você você você você você você você você
estudioso aí de via aérea, né, um emergencista, inclusive, ele deixa nebulizando lidocaína. Que legal. Aí deixa 10, porque vai anestesiando toda a via respiratória do paciente. Isso é bem legal. Bem interessante ali. E é legal que depois, porque eles vão pensando, o paciente vai estar acordado, ele vai estar entubado, então o problema que a gente vai ter é a comunicação, né? E a MAK vai junto com o nosso... ...
Glorioso Ogolvi, né, lá na China UTI, né, buscar um iPad, né, um iPad aqui, pra ele, que tem ali uns comandos que ele fala, e eu achei muito engraçado isso, né. Pra comunicação alternativa. Pra comunicação alternativa, eu achei muito engraçado, porque ele vai, ele vai se comunicando, ele é um cara bem humorado, né, esse paciente é bem humorado, assim. Eu tô só testando.
Ele macetou super rápido, né? E curiosamente, eles lidam muito mais fácil com essa limitação do que a paciente com surdez, né? Pois é, pois é. Então aqui foi uma solução super elegante, tranquila, sem sistema nenhum, resolveu tranquilamente. E o outro, três, quatro, cinco episódios, ruminando ali um caso. Furo de roteiro. Furo de roteiro.
É, não sei. Talvez foram outras pessoas atendendo também, né? Não tinha sites diferentes. Tem essa, tá? Isso aí foi muito bem observado, né? Existe isso. A galera tá batendo cabeça ali porque só não sabe. Tá na boa intenção. Inclusive aqui o aparelho, né, que eles utilizaram pra pesagem, né? Inclusive em quilos, né? Começa em quilos. Eles estão colhendo 215, aí o outro... Não, tá em quilo, aí muda, né? Agora tá em onças. Pelo amor de Deus.
Tinha um negocinho, um negocinho que eu queria falar aqui, rapidão, que o Rob vai falar com a Perla, e ele tá falando da tomografia e tudo mais, e aí dizem, acho que alguém pergunta se ele tem creatinina, se for dosado, creatinina, que os radiologistas não vão aceitá-lo se ele não tiver uma creatinina. E agora, né? Agora entramos aqui numa questão polêmica, eu não vou me alongar muito, né?
Primeiro, vou explicar o que é o iStat, né? O iStat é esse aparelhinho aqui. Ele é top, tá? Ele é como se fosse um analisador de exame laboratorial beira-leito ali, né? Mais um. Eles trazem tudo, né? Foi o EmoQ no passado, esse aí agora. Ele dá o exame ali, o resultado em dois, três minutinhos. Tem um cartucho que precisa ler, que eu acredito que seja o que encarece o processo, né? E ele dá...
vários exames, tá? Então ele dá gasometria, ele dá eletrólitos, ele dá creatinina, ureia, HB, HT, então é um bagulho que sai bem rapidinho, né? Point of care. Point of care. E aí como o laboratório tava com problema de comunicação por causa do ataque hacker, ele sugere usar o Aestet aqui pra dosar a creatinina do nosso colega, né? E aí pensando, por que que foi pensado nisso, né? Por conta daquela entidade clínica, né? Chamada de injúria renal aguda, antes conhecida como induzida por contraste.
Hoje a gente chama de associada ao contraste. O que basicamente é o que? O paciente é exposto ao contraste, aqui falando do contraste iodado, que é o contraste que a gente usa pra fazer tomografia, diferente do contraste com gadolínio, que é o contraste da ressonância, são coisas diferentes, tá pessoal? Que tem problemas diferentes.
São problemas diferentes, situações diferentes. Aqui a gente tá falando do contraste iodado da tomografia, né? Antigamente a gente fazia esse exame com contraste, porque ele não era tão bom, né? Ele tinha uma variedade um pouco mais alta e fazia muito mais lesão do que faz hoje em dia. Hoje nós temos...
melhores contrastes, né, de baixo osmolaridade ou isosmolar, enfim, não vou entrar em muitos detalhes aqui, mas a gente sabe que, acredita-se que esse dado de que contraste faz lesão renal é um dado que é muito superestimado na literatura, né, já foi, né, superestimado.
E hoje não existe uma contraindicação formal para fazer exames contrastados, mesmo em pacientes com doença renal crônica. A gente sabe que uma taxa de filtração glomerular, que é uma forma de avaliar a função renal do paciente, menor do que 30, existe sim o maior risco de fazer injura associada ao contraste. Só que mesmo assim, a gente coloca numa balança. O paciente precisa de um exame com contraste? Isso vai mudar a conduta para ele? Vai tirar ele de risco de vida, etc?
A gente faz. E aí o que a gente pode fazer pra evitar que ele faça uma possível injúria renal? Porque a incidência é pouca, mas a gente tende a fazer alguma coisa também. É uma profilaxia com hidratação endovenosa. A gente hidrata antes, hidrata depois e tende a ser tudo tranquilo. Claro, pode haver injúria? Pode haver injúria renal. Só que a incidência é muito menor do que a gente...
E aquela questão de pesar risco e benefício, né, Juntos? Por exemplo, aqui, numa investigação de abdômen agudo, uma tomografia é um exame que vai trazer muita informação, pode mudar a conduta pra gente. Pode mudar. Assim como, por exemplo, você não vai deixar de fazer um cateterismo em um paciente que tem até contraste intra-arterial, que tem mais risco do que o venoso. Um paciente que tem uma síndrome coronariana aguda por medo de lesão renal aguda. Mas isso aí não deve contraindicar coisas que necessariamente devam ser feitas.
Tem o aval, né? Geralmente o néfro dá o aval aí pra fazer. A questão é, bem indicado o exame, não tem conversa. O pessoal pode prescindir do exame quando ele realmente não for essencial ali pro cuidado do paciente na hora. E fica a dúvida também do ovo e a galinha, né? A palavra associada é assim, será que ele já não ia ter lesão renal?
Porque ele está precisando de um exame de urgência contra a gente. E é muito difícil provar na prática se foi contra o contraste ou não. Teria que fazer, sei lá, uma biópsia, etc. Então é um negócio que a incidência, a gente não sabe exatamente quanto é. Só sabemos que é baixo. É baixo. Então esse primeiro caso aí da via aérea, eles estão querendo. O segundo episódio, streak aí que eles estão trazendo de manejo de via aérea diferente.
Coincidentemente? Só porque a gente cantou que estava triste. Quem está envolvido?
Jack Abbott. É, esse cara aí, velho. Jack Abbott. O cara que parou ali e decidiu trabalhar. Ele falou, ah, não tô fazendo nada aqui na SWAT. Eu peguei uma folguinha aqui hoje na SWAT e vou trabalhar. Ele ainda fala, não, eu levo o paciente lá pro tomógrafo do outro hospital. É bom que eu tiro um cochil antes do plantão noturno. Então, pelo raciocínio, ele estava de plantão pela SWAT e agora ele tá de plantão também, tá? Esse cara é brabo.
Ele é bravo demais. Viciado em trabalho. Bom, falando em viciado em trabalho, mudando de assunto, a gente vai pra um outro caso agora, que é um caso que o Joka, eu sei que ele gostou bastante, eu gostei também. Mas esse brilhou o olhinho dele ali, que é o caso daquela paciente, é Brooke, o nome dela? Acho que sim, Brooke. Que chega com uma maurose, né? Ela e a esposa, né? E ela chega com uma perda visual súbita. Isso é uma coisa bem interessante, quando a gente pensa em perda visual súbita, a gente...
Pensa muito em causas oftalmológicas, né? Mas no PS é bem considerável também o número de causas neurológicas de perda visual aguda, né? E aqui a gente tem uma paciente, uma mulher de seus entre 40 e 50 anos, eu acredito, não falou ainda pra gente, que teve uma perda visual monocular, indolor e aguda, né? Isso é uma coisa que pode... Vamos dar nome aos bois. É, podem ter várias...
entidades aí de diagnóstico pra esse cenário, mas a que eles diagnosticaram aqui que é uma condição também muito tempo dependente é a oclusão da artéria central da retina. E aí a gente trouxe aqui algumas imagens pro nosso público pra ver como é que eles chegaram nesse diagnóstico. Aqui só pra gente lembrar como é que é a via visual, como é que é o nosso sistema de visão aí do nosso cérebro.
A gente tem primeiro a parte dos olhos, né? Então, existem causas oftalmológicas de perda visual aguda, principalmente ali hemorragia vítrea, descolamento de retina, trauma ocular, outras coisas que vão ser vistas no exame oftalmológico, né? Então, por exemplo, no hospital que eu trabalho, perda visual aguda, por exemplo, passa primeiro por uma avaliação oftalmológica e se tiver um exame oftalmológico normal, vai pra neurologia. Exatamente. Beleza. E aí, por quê? Porque tudo que tá atrás do olho...
relativo à via visual é já no sistema nervoso, seja o nervo óptico, os tratos ópticos, as radiações ópticas ou o lobo occipital, que é ali o nosso córtex visual, beleza? Então, vamos falar um pouquinho, como é que a gente pode ver essa questão do fundo de olho desse paciente, né? Passa aí?
Vamos lá? Pronto. Isso aqui é um exemplo de uma causa oftalmológica, né? A gente tem aí uma hemorragia vítrea, que tá causando aí uma opacidade dos meios, né? Vê que esse fundo de olho não dá pra gente ver nada. Exato. Tá super opaco, super turvo. E aqui, quando a gente vai fazer o exame, por exemplo, do reflexo fotomotor, a gente vê uma assimetria. Então, com o olho esquerdo aí, super opaco, dizendo que tem uma hemorragia vítrea aí também, tá? Tá.
Passa um pouquinho aqui e a gente tem o nosso fundo de olho. Isso aqui não é o que a gente vê no nosso oftalmóscopo. A gente vê tudo... Se alguém viu isso aí... A gente vê um circulozinho só, mas a gente vai fazendo a varredura. E aqui é só pra dar um exemplo de um fundo de olho normal, tá, galera? Então, passa aí. A dica é, siga a artéria, né? Vai seguindo até chegar no disco óptico. Achou uma, vai indo. Circula o disco óptico aí, João.
Aí é o disco óptico, né? Exato. Onde entram as fibras do nervo óptico. Ali, mais vermelhinho.
É a fóvea, né? Que é a parte de maior acuidade visual ali da nossa retina. E passa um pouquinho. Isso aí foi o que eles viram. Que é o quê? Uma retina pálida. Ou seja, você tem uma oclusão da principal artéria da retina e com essa oclusão você não chega sangue em nenhum lugar da retina. É a mesma coisa quando a gente, sei lá...
de aqui a... Exato, fica com a mão pálida. Mesma ideia. Sem sangue, fica tudo pálido. E aqui tem esse achado que é bem clássico também, que é esse cherry red spot, né? Que é o quê? Cereja? É, que é o batom de vermelho cereja. Que é nada mais do que o resto da retina todo pálido e a parte ali da fóvea ainda com alguma vascularização. Era pra ser assim, estamos vendo. Ficou bem mais evidente, né? Destoa muito do resto. Destoa muito.
E aí, uma coisa diferente é quando tem a oclusão da veia da retina, da veia central da retina. Aqui a gente tem achados muito mais exuberantes do fundo de olho, né? A gente tem hemorragias, tem tortuosidade das veias, tudo isso é bem diferente da oclusão da artéria. Na artéria o sangue não consegue entrar e na veia não consegue sair, ou seja, fica uma congestão na retina. Passa um pouquinho.
Esse aí é uma outra cursinha. Outros megapixels tem essa foto. Uma outra causa de perda visual aguda. Sonny Erikson. Isso aqui a gente tá vendo uma edema de papila, tá, galera? A gente tá vendo um zoom aqui, né? Não nessa imagem, mas assim, nessa região, né? Exatamente. Que pode estar relacionado a essas oclusões, a oclusão da veia, né? Mas também pode estar relacionado a outras coisas, como as neurites ópticas, né? Tá. Beleza.
Isso aí pra quem tá só no áudio, vai ter que pegar a minutagem aí depois pra dar uma olhada, porque as imagens estão bem boas. Joga caprichona as imagens. Tirando essa que tá 10 megapixels, mas na outra santa. Na vida real você não vai ver, é muito menos megapixels. Um outro exemplo de causa de perda visual aguda são os AVCs de lobo occipital, né? Só que aqui tem uma coisa interessante, que as perdas visuais vão ser binoculares, né?
Então, isso vai acontecer nos dois olhos, formando, nesse caso, uma hemianopsia.
De algum campo, olha aí, trouxe o exemplo. Por exemplo, essa imagem aqui, você perde metade de um campo visual. Ou seja, perde um campo nasal de um olho e o campo temporal do outro. Porque os campos visuais que são contrários aqui no nosso cérebro. Daí o exame neurológico, até a campimetria, a confrontação. Isso, por isso que é uma das etapas do NIH, por exemplo, você vai ver lá se o paciente tem alguma perda de algum campo visual.
E aí tu desenha isso e tudo mais. Aí enfim, chegou, fez lá, oclusão na artéria etniana, aí eles vão começar uma encebada lá no roteiro, que é assim, cara, vou ligar pro chefe da oftalma ali pra ver se eles trombolizariam, não sei o que aí, Jovem. Ficou na dúvida. Pois é. Você trombolizaria.
Eu troboleiro. Ah, ele é ele. Isso aqui é uma coisa que muita gente não associa, né? Mas a oclusão artéria central da retina, quando ela não tem nenhuma outra causa muito evidente de ser, por exemplo, uma arterite, uma vasculite, por exemplo, no maior exemplo, a arterite de células gigantes, né? Que pode acontecer com uma neuropatia óptica isquêmica.
Quando a gente pensa que é uma oclusão na artéria central da retina por causa embólica, por exemplo, ele deve ser tratado igual a um AVC. Exatamente. Ou seja, você tem aquele tempo de 4 horas e meia, você tem indicações que são mais frágeis para a trombólise em relação ao AVC convencional. Mas existe recomendação de que a trombólise deva ser considerada nesses casos, principalmente em pacientes que não têm nenhuma contraindicação à trombólise e pacientes que cheguem num tempo relativamente instável, ou seja, com menos de 4 horas e meia.
E a Hashimi, ela vem com dados aqui, né? Ela saca uma... Já me impressionou muito ela ter essa prancheta a pronto pra mostrar pra paciente. Na mão. Me impressionou. E uma condição super rara, né? Exato, uma condição super rara. Mas tudo bem, é sério, etc. A gente passa um pano. Mas aí, o que tu achou desses dados aí? Os dados estão corretos, né? Esse dado que ela trouxe foi da principal meta-análise, né? Que viu a história natural das...
oclusão de retéria central da retina, que aí 17% dos pacientes recuperam a visão, e os pacientes que foram trombolizados, 34% recuperaram a visão. E o recuperar a visão, o desfecho que eles usaram, foi uma visão melhor do que 20-100, naquela tabela lá de Rosenbaum ou na tabela de Snell, né?
Isso aqui são dados de coorte, tá? Isso é uma coisa bem importante dizer que não é um dado de estudo clínico randomizado. E o Joker versus trombólise. Sabe uma coisa que eu achei também aqui? Eu achei isso extremamente antididático, assim. Bom, eu não sei vocês, quem tá assistindo aí também. Eu tava assistindo a série, era 11 horas da noite. A hora que o Hashimi começou a falar um monte de número...
eu dei aquela... Peraí, deixa eu voltar aqui. Imagina o paciente que tá lá com o problema ativo, né? Ele tá tendo que raciocinar assim, será que eu faço? Vale a pena? Deixa eu ver quanto que dá a conta aqui. Eu achei uma abordagem meio... Pois é, isso é bem polêmico, né? Você jogar, você meio que divide... Compartilhar a decisão. Você compartilha a conduta, mas você meio que também joga a responsabilidade pro paciente que não tenha o conhecimento técnico de...
decidir sobre aquilo. E naquele momento, como é que você vai calcular o que vale mais a pena? Pô, então eu vou ganhar aqui, você tá compartilhando com o paciente, né? Vou ganhar, então, uns 20% de chance de melhorar um pouco, mas você tava falando que é 2% de chance de eu ter uma hemorragia fatal. Exato. E esse dado foi um pouco conflitante, né? Saiu agora em 2025, agora no ano passado.
Um estudo também com 70 pacientes de artéria central da retina, onde os que foram trombolizados e os que não foram trombolizados não teve, no estudo inteiro, nenhuma hemorragia fatal, nenhuma hemorragia sintomática. Pois é, entendeu? Que é o que a gente sabe de pacientes que foram trombolizados e que não tinham nenhuma contraindicação e nenhuma extrapolação de tempo, por exemplo. A gente sabe que a trombólise, nesses cenários, ela é segura, né?
Eu acho que isso incorre um pouco da cultura norte-americana de medicina defensiva, judicialização, do fato do cara depois acontecer uma complicação e ele ir atrás do... Ah, porque eu não esclaro? Então eu acho que aí foi um retrato um pouco da prática deles que é mais defensiva. É uma diferença cultural aqui. Eu não sei se o paciente depois tem que assinar algum termo para fazer isso. Na série, eles optam por trombolizar, né?
E com... O TNK. É, TNK. Que é o TNK. A tenectaplase, que é o trombolítico que está tomando mais espaço nos últimos, nas últimas diretrizes. E assim eu trouxe só pra mostrar qual é a recomendação atual. Esse aqui é um statement, é uma diretriz da American Heart Association 2021 só sobre a artéria central da retina e eles colocam...
que a evidência que existe até então é pra auto-teplase, mas está rolando, está ainda em andamento, o estudo randomizado pra terocentral da retina contra a anecteplase. Ainda não foi publicado. Então, o Depit está na vanguarda ali. O Depit está na vanguarda ali. Super vanguarda. E é legalzinho ver como é fácil fazer a anecteplase, né? Ele vai então fazer aqui e pronto.
exatamente, bom, muito bom o caso gostei, era pra gente aprender bastante coisa demos uma revisada aqui até na fundoscopia com o Jock, muito bom agora a gente vai pra um caso assim tão bom quanto, né galera, aqui ó essa dupla aí essa dupla aí tomou uma chuva de humildade, estamos falando aqui do Ogolvim, novamente aqui o nosso
Javaldi, dupla Javaldi. Javadi, eu vou ouvir, né? A Javadi, nossa TikToker também, eu confesso que eu tô ganhando um pouquinho mais de admirar simpatia pela Javadi, tá? Mas eu vou falar mais um pouquinho mais pra frente, tá? Quando ela contracena com esse cara aí, realmente...
Esse cara é o Grêmio Vampiro de Carisma, né? Ele é o vampiro de carisma. É o dementador. Falaremos mais de vampiro hoje, tá? Segura aí. Ó, o caso basicamente é um paciente que chega com uma história de bolhas, né? Deixa eu ver se a gente colocou a imagem aqui, colocando. As imagens bem feias, né? Bem graves, né? É, tem um eritema ali junto com umas flictenas, né? As bolinhas ali nos pés e nas mãos, no braço, inclusive. A briga começa aqui assim, no rosto, né? Eles iam brigar pelo caso, né? Os dois no começo, tipo assim...
Eu peguei, o outro pegou a prancheta E aí, como eles são super camaradas Eles não resolvem a situação, eles simplesmente entram no leito Aí quando eles veem as lesões, eles já ficam E aí eles começam a... Aí o cara começa a falar, a perguntar, toma um remédio
teve nada aí o cara, eles ficam sem ideia um ficou olhando pra cara do outro não é pê pega, não lembro se ele fala pê é necrose epilémino intoxicas, estipidion acho que eles nem falam isso fica implícito que descartou porque não tomou nenhum remédio novo nenhuma nada
nada que aconteceu foi um quadro super agudo e eles ficam olhando eles vão chorar pro titio Rob eles vão chorar, porque os dois gênios não conseguiram finalmente uma cena realística eu realmente também concordo que tava bem adequado pro nível eu gostei dessa cena, achei muito boa esse comecinho
pra faixa etária. É, pra faixa etária. Eu gostei porque acho que é realmente assim, né? Vão chegar casos raros, casos de coisas que a gente não costuma ver, e você... A prática é essa, pô. Geralmente, você muitas vezes não vai saber. Então, o que vai te ajudar a identificar, né? Um bom exame físico, você fazer uma boa anamnese, escolher as hipóteses. Discutir com os colegas. Discutir com os colegas. Hoje a gente tem ajuda, sim, da inteligência artificial, que pode ajudar se você souber fazer as perguntas certas, né? Na internet mesmo, de maneira geral. Não no Google, né? Exato.
Mais ferramentas, como o Bia, TDC. Algoritmo de investigação diagnóstica vai muito bem aqui, né? Vai percorrendo, vai fazendo as perguntas, você vai eliminando causas ali. Up to date tem um muito bom, né? De investigação de doença bolhosa, etc. Vai te inspirando ali, né? Mas eles vão lá pro Team Rob, né? E aí, o que eu elogiei, agora eu vou reclamar, né? Aí vem, né?
O Rob, nem dá tempo dele falar. Nossa, a gênia do episódio hoje, né? Os baby jeans... Gênios bebês, né? Já viu? Tem um filme que o bebê fala. Acho que a Joy e o Govíris devem ter vindo desse filme também. Que aí ela já começa, né? Não, é fito... Ela passa rapidinho assim e fala... É fitofotodermatite, né? A lesão do cara que faz margarita, né? Esqueci o nome que eles falam lá. É isso, é a lesão das margaritas. Da margarita, né? É por causa do limão. Só que aí ela...
Eu vou dar o benefício pra ela, porque ela tirou a história e fez a pergunta, né? O que você tava fazendo? Ele falou, eu tava... Aparentemente ele tava se banhando em limões, né? Pelo grau das lesões ali. Existe essa... Na minha cabeça, né? Antes, quando eu era moleque, assim, a minha avó sempre falava, não, cuidado com o limão no sol, porque você vai se queimar, que mancha a pele, vai se queimar. Então é uma doença que é até conhecida, às vezes você não sabe o nome.
Mas é conhecido, né? Só que nesse extremo aqui que chegou o cara, né? Chegou... Cadê aqui? 50% da superpície corporal. O cara tava fazendo nado no limão, né? Mas enfim, o que a gente tá falando aqui, né? Estamos falando, então, de fitofotodermatite. Eu trouxe até alguns slides pra gente falar disso. Com uma cor bem característica. Uma cor verde limão aí, ó. Verde Brett, né? Inclusive aqui, ó. Hoje eu sou com uma meia Brett, tá? Tá ligado? Brett da Charly XX, não?
Ela é rival com alguém, né? Não tem uma parada dessa, Charlie? Tem? Tem, tem. Tem, tem. Tem, tem. Não sei. Serei quem é, Charlie. A Charlie X, CX. Melhor álbum aí de... Bom, estamos fazendo devania. Tá, vai embora. A fotodematose, a gente está falando aqui, na verdade, é de fotossensibilidade cutânea. O que basicamente é isso? São aquelas condições que a pele apresenta uma resposta anormal à radiação ultravioleta. Então, acontece alguma coisa ali quando a pele está em contrato com a radiação.
com a radiação ultravioleta. E aqui a gente pode dividir essas reações em quatro grandes grupos. Eu vou falar bem rapidinho, bem rapidinho mesmo, bem resumido pra vocês, só pra vocês saberem que existe. Então o primeiro grupo são as reações que são imunomediadas. Então são aquelas reações de hipersensibilidade que são desencadeadas pela radiação UV contra os antígenos endógenos. Então basicamente é, você se expõe ao sol, a radiação UV entra em contato com a pele, gera antígenos que estão no seu corpo, que pertencem a você,
E aí você pode fazer alguma dessas reações. Aqui tem alguns exemplos, né? Então, prurigoactínico, hormoticário solar. Então, uma reação de hipersensibilidade, né? Como, entre aspas, aqui, que fosse uma alergia, mas não é alergia ao termo técnico. O seu corpo tá reagindo ali, é uma reação autoimune.
A outra forma são os agentes exógenos. Que foi o caso aqui, né? Que foi o caso aqui. O que acontece? A pessoa entra em contato com substância química, com os medicamentos, etc., que vão induzir uma reação à resposta solar. Um exemplo é a fototoxicidade. Por exemplo, a fotofitodermatite, né? Que é o contato ali com plantas, etc.
com vegetais, ou no caso do limão com frutos, né, que vão, quando essa substância entra em contato com o raio V, o raio V modifica a substância e ela faz uma lesão direta na pele, tá? Então é como se fosse análogo aí a uma queimadura, algo nesse sentido, tá? E aqui é o caso que a gente vê na série. Tem a fotoalergia, essa aqui é boa também, tá? Que é basicamente o quê? Você passa um creme na pele, sei lá, um protetor solar, alguma coisa assim, existem N causas.
E o sol, o sol não, né? O raio V, reage com o creme que tá na pele. Com o produto da pele. Com o produto da pele. E isso que vai gerar o alérgino. Então você faz a alergia. O que modifica o produto que tá na pele. Exato. Então assim, você não tem alergia ao creme. Mas você tem alergia a um produto modificado pela exposição. Ao creme iluminado. Isso. Uma reação de hipersensibilidade do tipo 4.
Tem uma maldade aí que não necessariamente o produto precisa estar na pele, né? Você precisa passar na pele. Por exemplo, tem reação antibiótica, o cara toma e começa a fazer um uma erupção, um exantema foto exposto, né? O trigger ali é o óbvio UV, né? Isso é bem legal.
A gente tem também as causas que são endógenas, né? Que aqui são relacionadas a distúrbios metabólicos internos, a mais famosa, né? A porferia, né? Que é um defeito ali na síntese do grupo N. Enfim, não vou me alongar muito aqui. E por último, a gente tem as fotos acerbadas, a mais clássica, que a gente mais ouve falar, é o lúpus, né? Então, o paciente que tem lúpus vai se expor ao sol, isso favorece aí o aparecimento de lesões cutâneas associadas à doença de base dele, mas que tem relação direta com a esposa.
Não só isso, também como piora a doença, né? Então o cara tem que tomar um cuidado grande com a exposição solar, né? O paciente lúper. Aqui um detalhezinho interessante, né? Sobre as fitofotodermatites, né? Eu trouxe uma tabela, tá meio traduzido aqui de uma forma meio tosca, mas é uma tabela lá do Up to Date que eu peguei, e a foto é lá do Up to Date também, tá? Que ele traz algumas, alguns vegetais, né? Alguns grupos de plantas ali.
Pô, salsa. Que podem associar as fitofotodermatites. O que me chamou a atenção ali, aipo, né? O aipo.
Ele é tão inofensivo, né? Pois é. E a salsa? A salsa, a toranja, né? Mostarda. Só que, por que que eu trouxe essa fotinha aqui, né? Porque é bem diferente, a gente tá vendo que é bem diferente da lesão do rapaz da série, né? Mas isso é um tipo de fitofotodermatite, que é o quê? O cara, ele trabalha ali no campo, ou tem contato ali com a pele, entra em contato durante a caminhada, né? E vai raspando, e aí entra em contato com o sol.
Pode fazer uma lesão, pode ter bolha, etc., como a gente vê na série, né? Só que depois que melhora a lesão, ela cicatriza, a pele volta ao normal, ele pode ficar com essas manchas aí hipercrômicas, residuais, por um tempo prolongado, tá? É daí que vem a crença que o limão mancha a pele, né? É isso aí. Vem daí. Bem legal, né? Bem legal. Tem até o... É aí, ó.
A Noda de Caju, que é a fitofotodermatite regional aqui do Brasil, né? Nos locais onde tem muito caju, todo mundo sabe, é de conhecimento popular, que você não pode comer a castanha do caju crua, né? Você tem que comer assada. Por quê? Porque justamente existem compostos ali na castanha do caju que, quando expostos ao sol, também dão queimaduras muito graves, como o nosso amigo turista aí descobriu da pior forma, né? Vamos comer, comer na janta, então, né?
ele tá com uma cara muito feliz eu e o meu caju no sol, o caju, o sol tava poeticamente, nem em cima do caju foi a cena do crime a cena do crime a vítima e o criminoso se tivesse ouvido Mastrusco Leite ele já saberia grande referência Charlie XX e Mastrusco Leite no mesmo programa
Bom, agora a gente vai pra nossa parte de passagem de caso. O que a gente vai dizer, então, na passagem de caso? Olha aí. O caso daquela paciente com surdez... Cara, não pode ser que vai ficar só por isso, né? Só uma dor miofacial. Quando ela finalmente se comunica com a paciente, o que a hipótese da Santos vira como uma pirose e uma dor miofacial ali de região cervical? E é isso. Da milanta...
Deu para um antiácido, faz um bloqueio regional. E manda parar de olhar para baixo por causa do celular. Foi bem sutil assim. Ah, não, velho. Ela fala isso, acho que depois, ali para frente. Mas isso é interessante, Juntos, que essas questões de dor miofacial é um diagnóstico importante de cefaleia, principalmente cefaleia com aquele padrão tensional. E esse que ela fala justamente de fazer esse movimento com a cabeça, de olhar para o celular.
Ele está muito relacionado a essa musculatura paravertebral e cervical, que a irradiação é no centro da cabeça, é no topo da cabeça. E a isso, essa dissolução dos pontos gatilho realmente é uma coisa que pode ajudar muito, e ela pode ser feita de duas formas principais, ou com agulhamento seco,
né que é uma técnica que o pessoal usa muito pessoal de medicina da dor da fisiatria da medicina de famílias usam muito esse agulhamento seco mas também pode ser como a a santos fez que eu amo nesse tempo é o teu dry needling que o agulhamento seco ou agulhamento molhado
Que é o quê? Que é do mesmo jeito que no agulhamento seco você desfaz o ponto gatilho friccionando ali, né? Mecanicamente. Com o anestésico você vai dissolver o ponto gatilho mecanicamente com o líquido também. Tá, entendi. Lavando. Não é necessariamente o efeito do anestésico que vai diminuir a dor. É mais a ação mecânica do anestésico que vai dissolver o ponto gatilho ali. Legal. Pô, legal. Bacana, bacana.
Não é possível que seja só isso. Tem alguma pegadinha aí. Ela vai voltar com alguma coisa, né? Se for só isso, pô, dava pra ter melhorado o script dela. Talvez a crítica seja assim. Ela é uma paciente que veio com uma queixa simples. Foi destratada ali, né? Pelo Serviço de Saúde. Teve um tempo muito prolongado de estadia. De uma forma que talvez não precisasse ficar tanto tempo lá. Então talvez a crítica tenha sido essa. Agora que eu tirei a história melhor, eu já resolvi. Mas, pô, sei lá.
Bom, agora temos novamente o caso arrastado, né, do paciente, cuidados paliativos agora com os pais, né, que indo visitá-la ali, tudo leva a crer que parece que tá preparando ela ali, né, por um momento ali de morte, né, essa impressão que eu tenho, que eu acho que é uma teoria, que eu acho que é uma coisa que pode acontecer. É, ela deu uma piorada durante o episódio, assim, até a aparência, né, a disposição dela.
Ela chegou... Durante a inter... Do momento que chega, começa, né? Mas ela vai diminuindo ali um pouco, né? Vai piorando, assim, a aparência geral dela. Chegou os pais, que parecem ser pessoas mais bem razoáveis, né? Também. E a questão que começa a ficar importante é o manejo álgico, né? Ela começa a escalonar muito dose de terapia anti-álgica no pronto atendimento ali, né? O Rob até, até ele fala uma frase, né? Deixa eu ver se a gente colocou ela aqui, aqui, ó.
Ele pergunta, vocês conhecem a doutrina do duplo efeito? É porque ela já está ali com uma morfina 10,5 horas, eles iam aumentar para 12, fazer bolos, e o pessoal está começando a ficar preocupado com o efeito adverso do opioide. Agora não vai começar a dar bradicardia, intoxicar ela perigosamente.
E aí ele traz esse conceito, né? Que é até uma diferença cultural, acho que bem importante, né? Também do que a gente tem de cuidados paliativos aqui, né? Talvez pelo menos o que eu tive contato durante a minha formação, né? Que a gente talvez seja um pouco mais cauteloso de evitar essas intoxicações e tudo. E lá eles realmente seguem essa doutrina do duplo efeito. E você realmente tratar o que deve ser tratado independente das intoxicações.
pessoal que manja bastante, que gosta de cuidados paliativos, se quiser também contribuir aqui nos comentários. Achei corajoso o roteiro trazer esse tema, da maneira como eu falo, porque ela ainda pergunta, mas o efeito adverso pode ser morte. Às vezes a morte é a melhor resposta. Às vezes a morte é uma boa solução para esse contexto. Não foi exatamente essa frase que é falada, mas achei que foi corajoso e ainda mais dessa maneira que ela é meio abre aspas...
largada ali no roteiro, né? Ele fala isso e tal, e aí a coisa vai rolando ali. Agora fiquei realmente assim, o caso ele ganha um pouquinho mais de corpo pra entender como é que vai ser, se ela vai evoluir pra fase final de vida durante o plantão, se vai ter uma intoxicação, como que eles vão manejar se tiver intoxicação. Quero ver como que vai ser representado.
Bom, agora, seguindo, né, a gente tem a cena da Dana ainda com a paciente ali, né, vítima do abuso sexual, agora a paciente volta, ela termina o exame, né, eu não sei se essa paciente vai continuar ainda ao decorrer da série, né, me parece que teve um fechamento ali, ela terminou o exame, tava guardando ali os vestígios, né, lá na geladeira de armazenamento, e ela fala que a polícia, né, é a polícia, né, a polícia, ela precisa vir coletar aqueles vestígios.
A cada 72 horas. E quando ela abre a geladeira, tem outras duas... Um vestígio de duas semanas lá. De duas semanas atrás. Ela fica possessa, né? Com certeza, né? Porque, assim, além de ser o trabalho dela que tá sendo desperdiçado ali, né? Todo aquele tempo que ela fica com a vítima ali. Mas pior do que isso, né? É uma evidência legal de um crime. É uma evidência legal de um crime. Uma vítima que, muitas vezes, por conta dessa irresponsabilidade, vai ficar ali sem o agressor ter a sua devida punição, né? Então, a raiva dela é totalmente entendível aqui, justificada.
E vamos ver que isso vai se resolver aí mais pro fim da série. Eu gostei de terem trazido isso. Eu acho que é uma coisa que com certeza poderia acontecer aqui com a gente também, né? Então é uma coisa pra ficar esperto mesmo aí. Como são armazenados esses vestígios, né? Como são guardados e como que é feita essa distribuição ali para as devidas autoridades, né? Uma coisa pra gente ficar atento como profissionais de saúde mesmo, pra não acontecer esse tipo de coisa.
E aqui também deu o segmento para o caso do Jackson, que é o rapaz que tudo está se encaminhando para talvez ser um distúrbio psiquiátrico primário. Então aqui foi bem interessante que eles chamam, aí talvez essa mulher que eu esqueci o nome dela, mas que ela parece ser meio que representante da associação de pacientes, ela é mãe de um paciente que também tem diagnóstico de esquizofrenia. Uma moça que fazia faculdade de arquitetura e depois teve diagnóstico de esquizofrenia. Exatamente.
Pra conversar com os pais, né? Mas que ainda não tem um diagnóstico fechado, né? Falam que ainda existe a possibilidade de ser um transtorno efetivo bipolar psicótico ou uma esquizofrenia. O Jackson, né? O Jackson, exatamente. Exato. E eu achei bem legal essa parte de... Eu gostei muito dessa cena porque eu acho que ela trouxe um certo... Por isso que eu falei que eu tava me simpatizando com a Javad, sabe? Eu senti que ela trouxe um certo...
um certo peso ao personagem da Javad, porque você vê que enquanto a mãe está contando ali da filha, e falando da filha que teve o diagnóstico de esquizofrenia, você vê que no olhar dela ali, no jeito que ela fala, a mãe no caso, fala com muito orgulho da filha que ela tem, como elas se dão bem, como a filha trabalha, tem a sua vida.
E a Javad, ela vai só olhando assim, né? E a gente sabe que ela tem uma relação um pouco... Conflituosa. Conflituosa ali com a mãe, com o pai, que também são médicos, sabe? Na minha cabeça, eu acho que passou pela cabeça dela tipo, ó que legal, né? Essa mãe tem tanto orgulho da filha, né? Será que é minha mãe, né? Será que meu pai, sei lá, tem orgulho de mim? Eu senti isso, tá?
Eu não captei isso, não sei se vocês captaram. O pessoal de casa aí, ó, já sabe, né? Vocês concordam no discordo de mim? Eu achei bem sensível e agora nível de pronto-socorro aí, mas é uma representação mesmo. Talvez seja um passo a mais para não correr no pronto-socorro, né? Nas primeiras sete horas da dimensão do caso.
Seria uma etapa muito bem-vinda No segmento psiquiátrico do paciente Ambulatório mesmo Mas eles queriam fechar Eles queriam fechar o arco Do personagem dentro dessa temporada Mas saiba que isso não aconteceria No Socorro Música
Seguindo agora, nós temos um... Não é um caso em si, né? Na verdade, é o depoimento da Mel, né? Aí o seriado dá uma dica, porque a outra plantonista que estava dormindo... É, que estava dormindo, né? No episódio passado, lá naquela... Acordou agora, hein? Ela foi depor. A paz da mulher, né? Acordou, foi depor. E aí ela sopra ali um spoiler pra Mel, né? E vocês lembram, né? Que caso é esse? Lembra, é o da criança com sarampo. É o da criança do sarampo. Dos pais antivacina. Da temporada passada.
Eles foram contra fazer a punção lombar pra diagnosticar a encefalite, e aí meio que a criança ficou com um déficit intelectual, um declínio cognitivo, e que a mãe culpou a punção lombar do desfecho da sequela do paciente. Quem é essa médica aí, essa outra? É uma plantonista, eu acho que é do noturno.
É da equipe. Eu não lembro dela, né? Porque depois, até vai ser legal rever, né? Porque quando desencarreia ele, ela lá, o carro, durante o acidente de múltiplas vítimas, eu não lembro exatamente dessa punção. Se essa médica já estava no plantão, pode ser que estivesse. Quando ela falou desse caso, eu fiz, nossa, esse caso pra mim foi um dos melhores da temporada passada também.
O Rob perdeu a mão com os familiares, com aquela mãe. Esse caso vale revisitar. Bom, legal. Então vamos saber mais sobre o depoimento da Mel ao longo da temporada. Próximo caso, novamente notícias do bebê, né? Nada, né? Baby News. Esse bebê tá sendo cozinhado ali a Maria, né? Meu Deus do céu.
Aí trouxeram essa representação um pediatra mais austérico que eu já vi, que era de camisa. E o esteto dele, né? É pra falar que é pediatra, né? Uma baleinha, uma girafinha, sei lá. Cadê o Crocs? Com todos os adereços. Cadê a... Ele tava meio cansado.
O avental da Peppa Pig. Mas enfim, sem desenvolvimento aqui. Só que a Alashimi quer subir a criança pra enfermaria, porque ela não tem nenhum familiar, etc. E ele disse que talvez não precisasse. Ficamos por isso.
próximo, e aí? Esse cara ali... Quem é esse senhor mesmo? Alguém lembra? Quem lembra? Quem é esse fera? Quem é esse fera? Aparentemente tinha um paciente aí no pronto-socorro que tinha um diagnóstico de TVP prévio e chegou com uma queixa de dispineve, ficou em dúvida se podia ser uma falha de anticoagulação, possível TEP, pediram um dedímero, aí o paciente já abriu...
o jogo pra médica lá, que na verdade ele tava ansioso, ele procurou o pronto-atendimento por conta do diagnóstico, que ele tava causando sofrimento, e o dedímero não tinha vindo pra aumentar e tudo mais, então eu entendi que esse vai ser um caso que vai ser liberado aí do pronto-atendimento. Beleza.
Vamos agora então, terminando, terminamos aqui a passagem de casa, né? Um momento aí que eu particularmente gosto bastante, né? Que a gente vai discutir as teorias e discutir os comentários, ler os comentários de vocês, tá? Tem muito comentário, então a gente não conseguiu trazer todos, eu peço muita desculpa, mas eu, Jonatas, particularmente, leio todos os comentários e respondo, serão todos 90%. Quando vem lá, tá de clinicagem e respondeu, é esse rapaz aqui. Sou eu aqui.
então se você recebeu um comentário genérico fui eu que respondi mas eu tento não ser genérico eu tento responder todo mundo com muito carinho e vamos lá, eu comecei aqui eu criei tópicos, porque tem muitos tópicos pra gente discutir, o primeiro é o tópico miscelâneo
É ausência de tópicos. No Micelan, a Luísa lá no Spotify, a Luísa Lourenço, ela corrigiu a gente, né? Ela falou, ó, quando ele fala Shire, ele não tava pensando numa câmera de Shire. Então, no episódio passado, quando teve a laceração de traqueia...
alguém em pé, você não quer um Shyle? Aí o cara acha meio molenga, e a gente, na hora que a gente tava achando que era o cateter, a gente não entendeu. Vou pensar aqui cateter. Essa cânula Shyle é a cânula de traquestomia. Eu trouxe as imagens pra quem tá vendo, a da direita aqui é a cânula de Shyle no contraste ficou legal, mas a da esquerda aqui é um cateter de Shyle que não é uma cânula. Que é a única Shyle da sua vida. Exatamente. Mas em defesa nossa, em defesa nossa,
Eles falam só Shiley, né? Não fala cama nem nada. Foi contextual. É, foi contextual. Mas aí tem um embasamento, né? Bom, a Lorena Gomes, cota, lê aí, Jó, que é pra nós. Ela falou, o Langdon, na verdade, pode não estar mais casado. Chegou no hospital sem aliança.
vestígio forte. E no vestiário ele coloca a aliança de volta, provavelmente pra não contar ninguém que está se separando disso no vídeo gringo. Que legal! Ou a aliança tava lá no vestiário desde a vez que ele foi expulso e ele não teve a moral de ir no PS. Ele ficou com vergonha de ir lá pegar. Quando eu li, eu li esse comentário, acho que era tarde da noite, eu li e falei, mas ele deve estar tirando porque é adereço. Só que não, ao contrário, ele chega no trabalho e coloca. Então, pode ser, mas eu gostaria, pode ser do Luca, tá?
O que você faz com sua aliança no trabalho? Eu tiro e coloco no lugar seguro para não perder. Que é no bolso do privativo, né? Eu já joguei o privativo. Quem nunca foi buscar no hamper o seu adereço, não sabe. Isso viveu pouco ainda.
Bom, a gente tem um comentário aqui, Luca, para ler para nós. Putz, o Leonardo David, 5185, ele comentou lá que no Rio de Janeiro tem os estágios de alerta calor, foi criado esse protocolo. Então a gente estava naquela dúvida, parece que a gente não ouviu falar muito, parece que ali no estado do Rio de Janeiro ou na cidade já tem protocolo de calor. A cidade do Rio de Janeiro é pioneira no país no desenvolvimento de um protocolo de calor, com medidas para cada um dos níveis de...
Cara, então, isso é muito importante, né? É muito importante, ainda mais com essas ondas cada vez mais bizarras de calor que estão ocorrendo, né? E talvez seja uma coisa que nós também comecemos a lidar. O pessoal do Sobral aí, a Beatriz Miranda, 5218, ela fala o seguinte, eu moro em Sobral há quase oito anos, vim pra cursar medicina no UFC, mas não conhecia esse meme. Do friozinho bom, né? Friozinho bom em Sobral.
Muito aleatório ver minha cidade de coração ser mencionada no TDC. Então um beijo aí pra Sobral de novo, né? Isso aí, Sobral, terra de Belchior. Sobral parece... Terra de Belchior, gigante essa informação. Sobral parece que está mais pertinho do sol, não tem chuva que dê jeito no calor. Então, ó, vamos aí instituir o protocolo em Sobral, você sabia, né? Tô ligado, tô ligado. Venta em Sobral? Porque Fortaleza venta, né? Sobral. Sobral quer mais no interior, né? Socorro. Aí é complicado mesmo. Não, muito.
Temos aqui um comentário, então, da Tamara Galderizzi. Leia pra nós, Luca. Momento surto. Eu tive que dar uma cortada, resumida um pouco nos comentários, porque estavam fazendo alguns grandes, pra gente trazer mais comentários de pessoas diferentes. Então, desculpa aí se eu dei uma, entre aspas, censurada. Vamos lá.
momento surto, acho que a Santos vai querer adotar o bebê e levar do hospital, tipo a Meredith fugindo com as olvas ela fez uma fusão com o ex-anatome cara, que aquele roteiro também é perra Tamara, assim, não vai acontecer isso
se você falasse ao Hashimi eu já ia ficar talvez mais do teu lado olha aí, e outro o doutor Abbott se transformou rapidamente no nosso colírio, quando o doutor Abbott tirou a camiseta, né e outra referência milênio dos colírios capricho opa
gigante. Voltamos pra 2012, observação, como fisioterapeuta, após dizer que a série está deixando, aí os caras, eles simplesmente apagaram a classe do pronto-socorro. Péssimo. Apesar de aqui no Brasil não ser tão bem estabelecida a atuação de físico na emergência, nos Estados Unidos já é mais afançado. A gente teve o privilégio... Na minha residência, os físicos são super atuantes. Eu ia falar exatamente isso também. Nossa, a enfermaria da neurologia seria fechada se não tivesse o
fisioterapeuta, salvo demais. O pessoal, muito... Abraço o pessoal da fisioterapia. Da emergência que eu trabalho, fisioterapeuta e sem eles também, deixa quieto. Bom, agora vamos para um novo subtópico. A gente recebeu muito comentário aqui sobre a Santos. Porque o que acontece, né? A gente cita aqui no último episódio, né? Que a Santos, quando ela vai no banheiro, tem algumas marcas e tudo mais. E a gente acha que... Eu não lembro se a gente falou que tinha um histórico de background que ela tinha um caso na primeira temporada, que envolvia isso, né?
E aí o pessoal mandou aqui com fervor, né? O Daniel Mayrink, a BeYourselfM8H, a Lúcia GBM e a Leth Viegas aqui pelo Spotify. Todos mandaram comentários citando essa situação aí da Santos, tá? Eu vou ler aqui o comentário do Daniel.
Pra resumir, mas os outros estão aqui na tela, tá? Sobre a Santos, no episódio da mulher que colocava estrogênio na comida do marido, porque suspeitava que ele estava caminhando para cometer um ato impróprio contra a filha, as falas da Santos deixaram bem claro que ela passou por uma situação assim. Ou foi uma amiga dela, ele interroga aqui, né?
praticado por alguém próximo, provavelmente um familiar. Então eu acho que se houve essa dúvida que é amiga dela ou não, eu acho que o fato dela estar com aquelas lesões na coxa dá um entender que pode ter sido com ela mesmo. As cicatrizes na perna podem ser do ato, ele acabou de falar aqui. As cicatrizes na perna podem ser do ato ou mesmo cortes feitos por ela mesmo em decorrência do estresse pós-traumático.
Eu só queria trazer aqui, da Lete Viegas, ela fala o seguinte aqui, cadê, cadê? No mais, acompanha o PDC desde o clínico por influência das divas Nathalie e Rivia. Nathalie Santana, nossa, endocrinologista do PDC, rapaz. A diva, é verdade. Representante da Isbem de Sergipe, professora da UFS. Um abraço aí pra Médio UFS, então. Pessoal do Sergipe. Um abraço aí. Um abraço aí pra UFS também, o Caio Bastos. Exatamente. Legal.
Valeu. E ela falou que o Pipoca tá muito bom. Muito obrigado. Vamos lá. Agora aqui um tema, um tema a parte. Um tema a parte. Agora rasga a medicina, galera. Aqui a gente vai entrar no fandom. Cara, aqui a galera emociona demais. A gente recebeu muitos comentários, tá? Eu vou ler o primeiro aqui. Estamos nas trincheiras. Estamos nas trincheiras por Morrabote. Não, cara. Isso é loucura. Eu estou na trincheira com você. Eu não tô, mano. Eu estou. Morrabote.
vai lá, Jopar eu dei uma gargalhada sincera com vocês Andi Min 58 Andi Min, acho que é uma mulher Andi Min 5894 falou que deu uma gargalhada sincera com a gente falando de ship tem um que é Cannon que acontece na série, que é o Gar Santos que é a Garcia e a Santos realmente tem essa relação delas duas ali, que ela tava flertando com a cirurgia
Mas a impressão é que o Flirt morreu depois que a Samus derruba uma canon. Canon é que é canônico. É da série mesmo. Não é fanfic, é canon. Entendi. Não é a câmera. É sutil, mas nos primeiros episódios tinham as referências de que elas estão ficando. Tem mesmo. Muita gente falando isso, que parecia que...
E o ator que faz o Abbott gosta muito do chip dele com a Morra. Eu também. O MorraBot. E o Noah Wiley, que faz o Hobbit, comentou sobre o chip dele com o Whittaker. Ah, isso aí é parada, galera. Em um encontro com o Panza. Se a série for por esse caminho, tá se perdendo. A Maria Maria F. V8MP, sempre aqui pra gente, ela fez um comentário assim, eu dei boas risadas quando descoberto de vocês, sobre os chips. Dei uma cortada aqui.
saibam que a fandom é composta 90% de shippers favorosos, dos mais variados Morrabota gigante e Lendomel Lendomel? Ah, com a Mel? E o bom é a aspa, ele ser casado é um pequeno detalhe, que isso deixa o proíbe melhor que isso?
Aí ela comentou que é a série como das maiores comunidades de fãs, de fanfics, eu acho no AO3. E aí, o que é AO3? Já respondo a vocês, tá? Se já ficaram chocados com apenas edits, então... Pô, cortou ali, eu não tô chegando. É um submundo à parte. Cultura de fandom é muito mais divertida.
E aí o Victor comenta assim, esse chip do Whittaker e Rob, super aleatório, será? E o Autumn Mountain Bike, não tá rolando um lance de Santos com a chefe da cirurgia? Esse tá, esse é do Canon, aprendi agora. Teve um papo do que o Whittaker não estaria em casa, chipo muito, olha aí, olha aí. E aí o Yosni...
Imagina quando descobrirem que shipam o Robby com o Whittaker. Já descobriu. Infelizmente, meu sono foi perturbado. O nosso público aqui, você tá nos apresentando esse submundo. Pra mim, era tudo tão profissional. Quase tirando a Santos com a Garcia, que claramente, intencionalmente, um flerte. Pra mim, todo o resto não procede. O único que procedeu pra mim é o Al Hashimi com o Abbott.
Isso aqui tá começando a me deixar Galera, meu Mel com Langdon? Mas ó, a Maria Maria Ela menciona o AO3 O que é AO3, galera? Archive of Our Own Eu descobri isso Eu lá fui pesquisar, fiquei com essa pulga atrás da orelha E aparentemente é um site que é um compêndio De fanfics
compende de fanfics. E aí eu entrei lá e digitei assim, The Pit, né? E lá no The Pit, eu vi que existem 11.671 fanfics ativas, tá? Envolvendo o The Pit. E claramente você fez uma curadoria. Fiz uma curadoria. Eu entrei, eu entrei, confesso que eu entrei com preconceito. Cheguei lá com preconceito. Mas eu pensei, Jonatas, você é mestre de RPG. Você gasta horas na sua semana escrevendo historinha de fada e não sei o que.
Você pinta bonecos também, né? Eu pinto bonequinha. Eu entrei lá e gastei, no mínimo, uma hora e meia no Archives of Our Own. E eu descobri que... Deixa o Pedro descobrir isso. Eu descobri que o Whittaker realmente é o campeão da fanfics, tá? Campeão. E eu trouxe aqui, pra gente fechar o vídeo, tá terminando já, três ou quatro, não lembro agora, fanfics pra gente ler.
aqui nos comentários, tá bom? Vamos lá, então. Cara, se esse do... Eu trouxe aqui, já traduzido pra você. Essa aqui, ó. Lê a primeira, que é o número 1, tá? Essa, pra não ver o que é bom. O Rob empresta seu casaco ao Whittaker durante um plantão particularmente difícil no pronto-socorro. Pode ser esse de hoje, né? Tá.
Quando ele recebe de volta no dia seguinte, percebe que o bloco de anotações de Wither que ainda está em seu bolso, cheio de rabiscos distraídos e listas de tarefas pela metade. Em vez de devolver ele imediatamente, Rob acrescenta um pequeno bilhete seu. Cara, você é fofo, né?
É fofo, é meio um dorama, né? Um negócio assim. Eu imagino o Rob abrindo assim o casaco. Vou escrever um bilhetinho, né? E eles vão se comunicando. Só pelo bilhete. Só pelo bilhete. Quem sabe? Rabiscos distraídos. Rabiscos distraídos. Ou o subconsciente tomando foto. Pois é.
Mas, enfim, tem vários fofos assim, tá? Tem vários fofos. E eu queria que o Joka lesse o segundo aqui que eu trouxe. O Walter White. Traduzir pra você, pode ler aqui pra você. O Walter White, que é o pai da Melissa King, né? Exato. Da atriz. Do Breaking Bad, né? Acabou de assumir um novo cargo como médico assistente no The Pit. Antes do ano sabático do Dr. Robb. Antes do sabático do Dr. Robb. As primeiras impressões de Walter com os residentes e a equipe, enquanto enfrenta seu primeiro plantão de 15 horas,
podem fazer ou destruir seus planos e expandir as operações de seu império de metropetamina. Esse é muito bom, cara. Mas aí, lê o três pra gente. Estamos acabando. Só tem mais duas. Lê a terceira pra gente. Bem que você falou que falaríamos de vampiros. Vai escalonar, tá? O que acontece aqui? Vlad Drácula, o conde Drácula, né? Mudou-se para a América há oito anos. Tá. Com a intenção de se tornar médico.
Pra rivalizar com o Van Helsing, né? Deve ser com o Dr. Van Helsing. Depois de décadas indo de país em país, decidiu adotar o nome mais permanente. Dennis Witt. Caraca, essa é muito boa, tá? Isso aí é repiou. Essa é muito boa. Não, tá? Não é possível. E tudo parece que tá correndo bem, até que chega o seu primeiro dia na rotação da medicina de emergência.
quando tudo começa a sair um pouco cara, se eu tiver, eu queria modificar, sem falar que é o Ogolvi o vampirão, eu assino embaixo, eu acredito eu acredito, eu acredito cara, e Luca, pra gente fechar a última a quarta fandom aqui, Jack Abbott e sua equipe rastreiam um grupo de vampiros para eliminá-los, gente
Abbot, esconde seu segredo mais sombrio de cesam. Tá, esse aqui também eu também acho que ele seria um bom vampiro, assim, um um abisomem, um cara que tem... Jack Abbot é Van Helsing, porra, Abbot, tá? Esse cara aí tem. Ainda mais que ele só dá plantão noturno. Exato. Caraca!
Ele não pode ver a luz da lua. Bom, muito bom. Pessoal, aí aqui, só para terminar, a gente tem um pouquinho, o pessoal comentou também, sobre a paciente da Libras, né? E aí tem vários comentários, né? Então o Pedro aqui comentou no Spotify, né? Pessoal, acompanho vocês há anos, sou médico da família e comunidade, trabalho na sala vermelha da UPA, indico vocês para os colegas de trabalho e alunos. Pô, obrigado, viu, Pedrão? Muito legal falarem do HandTalk, uma ferramenta que minha professora de Libras indicou e me ajudou muito em um pré-natal que fiz, tá?
Uma teoria, a mãe do bebê não seria paciente surda? Acho que não. Aí o Vinícius Soares, 7140, ele fez um comentário muito grande. Ele fez um comentário muito grande. Eu trouxe só dois parágrafos que eu achei legal. Não que o resto não seja legal. O resto não acho legal. Tudo legal. Vinícius, você não ganhou o Jonathan. Poder de Sirius, tá? Me expressei mal, mas todo comentário é legal. Só que esses dois aqui eu achei muito bom pra gente trazer aqui. Lê aí pra nós, Jóca.
Quanto à questão de dialogar escrevendo, é importante saber que nem todos os surdos sabem português. Interessante, hein? Já que esta não é sua primeira língua. E muitos dos que sabem escrevem de uma forma diferente devido à lógica e estrutura gramatical presente na língua de sinais, o que é esperado por se tratar de uma língua visual. Interessante isso. Cara, muito legal. Essa informação é muito legal.
O aplicativo que foi mostrado também é legal, mas tem de se ter um cuidado por ele ser bem literal, com falta de acurácia para alguns termos mais complexos, como, por exemplo, pé da mesa, coisas mais figurativas. Sim. Vinícius, muito top, viu? Muito bom. De verdade. Ah, Vinícius, você é lá de Cuiabá, né? Você é lá de Cuiabá. Ele comentou isso aí, mandou um abraço para o Pedro aí. Hoje o Pedro não está conosco aqui, mas um grande abraço para o pessoal de Cuiabá.
E aí tem um comentário da Francine Magnus. Lê aí pra gente, Luca, o comentário da Francine. A Francine, ela fala o seguinte, ó. Sou de paciente com surdez aqui na cidade onde moro. Pô, ela não falou onde é, né? Não tem intérprete nem interesse de nenhum setor em inclusão. Meu marido nasceu com surdez suspeita devido a uma agitação com rubeula.
E até queria saber o porquê isso acontece e se o amarelão é um fator de risco para isso também. Vamos parar aqui, né? Aí a infecção congênita de rubeula, quando ocorre, a mãe pega a rubeula, né? E isso acaba se transmitindo para o feto lá na idade gestacional. Você pode ter um defeito embrionário quando a gente está formando ali centro da audição. É citotóxico direto, né? A lesão viral é citotóxica direto.
Naquele momento, aí acaba ocorrendo a surdez congênita também, aí por rubéola. Aí ela fala do amarelão, isso é um fator de risco pra eles também. Alguém sabe? Isso aí eu de verdade não vou saber. Um fator de risco pra perda auditiva? Ou pra infecção por rubéola, né? Eu acho, é, não sei.
Não saberia responder as duas. Mas de qualquer forma, eu acredito que não. O amarelão é uma cilostomia, que ele é uma verminose. O que pode ter carência nutricional, com deficiência de ácido fólico. Anemia, deficiências nutricionais. Que tem mais cordão posterior. Enfim, mas não saberia dizer de primeira, Francine. Vai falar outra coisa? Vou ler.
Não acabou, desculpa. Agora, aí continuando, né? Mas sobre o atendimento nos hospitais, eu preciso sempre ir com ele pra ajudá-lo. Ela acaba fazendo, às vezes, de intérprete, né? Ele já sabe que isso acontece e sente raiva. Eu noto que ele... Eu noto nele nesse incômodo, mas eu sempre tenho que explicar a ele que é como se fosse um gringo. As pessoas simplesmente travam na hora de pensar como falar uma língua diferente. Francine, concordo plenamente, mas o ponto é que o Serviço de Saúde tem que ser acolhedor e universal, né? Então...
na medida do possível a gente tem que estar adaptado para todo mundo. Então é o trabalho cada vez mais para a gente estar apto a atender e acolher todo mundo que procure ajuda. Só um detalhe sobre o comentário do Vinícius, ele diz aqui que a namorada dele é intérprete de livros, por isso que ele tem tanta informação legal para passar para a gente, e ele manda aqui, inclusive caso esse comentário seja lido, te amo, Raiza, ou Raiza, talvez, não sei.
mas isso aí você cortou, né? eu cortei sem querer, agora que eu relembrei aqui bom, terminando então a gente vai pras notas pra fechar vou começar com o nosso ilustre Bruno De Luca, Joca pra mim foi um sólido oitão não, não, o passado foi oitão, pra mim foi sólido sete
A opinião é dele. Já deu a minha. Discordando dele de 7. Eu vou num liquid 6,5. Se o seu foi um solid 7, ou um liquid 6,5, eu acho que teve pouco avanço de trama. Das tramas que realmente estão movendo a temporada. Seja do ataque cibernético, seja da questão dos traumas da Hashimi. Não falou nada do pessoal lá da neurociência nesse episódio.
teve um, novamente batendo no martelo que o amigo do Rob não apareceu foi falado isso, mas também não deu mais nada sobre então a impressão é que a gente tá aqui naquela famigerada barriguinha da série, o horário das 14 horas tornou-se ali a barriguinha da série por conta disso, 6h30, apesar de ter tido casos legais
Então, a média é um 7, 6, 75, sei lá. Pessoal, grande abraço pra vocês. A gente se vê na semana que vem. Comenta, like e compartilhem também. Tchau, tchau, galera. Tchau, tchau. Valeu.
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