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Pipoca TdC 11: The Pitt - ICE, aneurisma de aorta e transfusão maciça

23 de março de 20261h23min
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1º Encontro TdC - Simpósio Anual de Atualização em Clínica Médica 


Um dia inteiro de Clínica Médica, com temas cuidadosamente selecionados para responder à pergunta que mais importa: o que muda minha prática?
Se você é residente, médico recém-formado, especialista ou estudante de Medicina e gosta da forma como o TdC discute medicina baseada em evidências, esperamos você em São Paulo no dia 22 de agosto.

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Nova temporada do Pipoca TdC no ar!🍿

O Pipoca TdC é um podcast bônus do TdC. Um espaço pra conversar sobre séries, filmes e medicina de um jeito leve e descontraído.
Depois de duas temporadas falando de House, agora é a vez de The Pitt, acompanhando os lançamentos semanais.
É só dar o play e aproveitar!

Assuntos6
  • The Pittepisódio 11 · medicina · casos clínicos · aneurisma de aorta · transfusão maciça
  • Saúde Mentalprofissionais de saúde · vulnerabilidade
  • Aneurisma de aortadiagnóstico · sintomas · hemorragia
  • Transfusão maciçaprotocolo · manejo · sangramento
  • Imigração e Acolhimentocontexto sociopolítico · atendimento médico
  • Uso de substânciasTrank · dependência · feridas crônicas
Transcrição224 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Olá, pessoal! Começando mais um Pipoca TDC, comentando a segunda temporada de The Pit. Meu nome é Pedro Magno. Meu nome é Lucas Cirilo. Meu nome é Joane Alves. Não é o Jonathan, né? Não, não. Ufa! É o outro Jota que vem aqui no programa. Pronto, outro Jô. Outro Jô. Três Jôs, né?

É verdade, pelo Cauê é muito fácil, você chama Jô, qualquer um não responde. Exato. Cauê, que é a pessoa do TDC que mais usa siglas, que é uma coisa comum aqui de São Paulo, né? Se ele gravar um podcast com a Joane, o João e o Jonas, é Jô, Jô, Jô, né? Ninguém vai entender. Então, Jô, os três vão ficar meio assim, Jô, quem que é pra entrar aqui, né? Mas você que tá aqui com a gente já sabe que estamos comentando episódio por episódio de Pit, segunda temporada. Estamos agora no episódio número 11. 11. E chama a vinheta? Vinheta. Vamos.

Cara, episódio número 11, estamos entrando na hora 18, né? Ali, 6 da tarde, né? Eu acho que é entre as 5 e 6, né? 5 e 6, que é a hora que você tem que começar a arrumar a casa, né? O fim está chegando, né? Resolver as fichas, como você falou, né, Luca?

E como é verãozão lá, né? Ainda tá luz do lado de fora. Eu tentei ver, assim, já tá começando a escurecer. Será que... Lembrando que vai rolar uns fogos de artifício, né? Que a série tá se passando no dia 4 de julho, no feriado da independência americana. Então vai rolar alguns fogos ali, vamos ter.

pra comentar esse episódio, né? É isso aí. Lembrando que aqui no Pipoca a gente tenta trazer um pouco de descontração com informação aqui de medicina, pra você poder ouvir enquanto lava uma louça, janta. E aí, galera, lembrando, então, que tá liberado...

A janta, né? Então, a todos os nossos seguidores, Pedro Henrique, Clarissa, Cangaçu, Caipora, Lorena, e eu separei isso aqui, ó, que foi o Israel, que é bom. Finalmente posso jantar, minha perna de frango, o Bidato TDC. Galera, janta liberada aí pra gente poder começar a nossa semaninha aí de segunda-feira, tá bom? Quem ficou sem jantar aí o resto dos dias, agora é a hora. Aproveite que começou o Pipoca TDC.

Aqui um outro comentário legal pra gente começar o episódio, né? A Nandine Nehana, né? Eu parando de estudar o sistema endócrino pra vir assistir React do The Pit. Tá certo isso? Tá certíssimo. Tá certo, tá certo. Você não tinha como ter acertado mais. E a própria Clarice também mandou... Lembrando que endócrino não é aquela coisa que é assim, ó. Tu tá estudando agora...

vai precisar estudar. Daqui a um mês você vai ter que estudar de novo. É inevitável. Praga isso. Tu vai decorar agora. Tu vai entender tudo. Aí daqui a um mês você vai assim, ó. Peraí, deixa eu relembrar aqui o que era lá o mês. E com essas atualizações que a gente tá tendo de medicação, é pro resto da vida, desculpa. E aí entra numa via que você nem chegou. Aí vai, não, é porque a gente não queria ser o pepinho. Mas e o cortisol salivar? Aí você já lembrei e pronto.

Não sei se estou vivendo ou apenas esperando os episódios serem lançados no streaming e o react a seguir. Você está vivendo por isso. Maravilha. Lembrando, então, no começo aqui a gente vai comentar alguns casos que são mais floridos do ponto de vista que a gente pode entregar alguma informação a mais, né, Jô? A clinicagem. As clinicagens. E aí depois a gente faz uma coisa mais ligeirinha para comentar o próprio episódio, né? É, o bate-bola ali é passagem de caso, né?

Isso. Então indo para o nosso primeiro caso, tinha o nosso amigo. Lembra do nosso amigo?

que tinha uma nefrolitias e que o doutor Ogolvi avaliou, ele fez um POCOS, ele falou, tem hidronefrose, o resto do exame tá normal, tá tudo certo, deu um livro pro cara ler, parece que os pais, os dois são professores. Teve gente que mencionou isso nos comentários, né?

E aí tava tudo certo com o cara. Pô, eu achei que era caso resolvido. Que nem o bebê do segundo episódio eu falei que já tava resolvido. Aqui também achei que só uma nefroditias, né? Belezinha, né? É, mas aí o seriado mostrou que não era só uma nefroditias. O cidadão ficou hipotenso, começou a saturar mal, rebaixou. O Ogobir ficou desesperado. E aí, cara, vale a menção que...

O Ogolvi, ele foi uma bola cantada aqui, né? Mais uma do nosso episódio. Uma hora ele ia quebrar. Uma hora ele ia quebrar. E a gente cantou a bola de que ele tinha passado esse Pocos meio mais ou menos. Eu falei, ó, essa passagem do Pocos dele aí não me convenceu, não. Porque falar o resto estava normal. Eu falei, ó, senti um cheirinho de Miguel ali, né? É, é.

E de fato, ele só tinha olhado o sistema coletor e quando foram ver, o cara estava com uma neurisma de aorta abdominal, roto. Aí assim, tentando achar algumas informações sobre isso, será que de fato o aneurisma de aorta abdominal pode simular um cálculo renal? Acho que é isso que o episódio quis trazer.

Ele fala da dilatação pielocalicial. Eu não achei tantos dados disso, tá? Até tem alguns relatos de casos aqui. Um caso de 86, onde de fato causou uma obstrução ureteral, um aneurisma tão grande, fazendo obstrução até duodenal. Olha que loucura, tá? Mas de fato, a porcentagem de pacientes com aneurisma de aorta abdominal roto que pelo menos desloca o uretero é acima de 70% em outros trabalhos também bem antigos, né? Mas deslocar, obstruir, causar uma hidronefrose parece ser uma coisa menos comum, né?

E hematura, que é uma coisa que também o nosso paciente tinha, e aí eles se apegaram a essa hematura e falaram, hematura, história de cálculo renal, dor, hidronefrose, acabou, é cálculo, né? Hematura, sim, aí essa revisão sobre como abordar a hematura no paciente na emergência e fora dela, de 2025, trouxe essa frase aqui, que eu quis só enfatizar ela, tá?

Então, causas ameaçadoras à vida de hematúria, como trauma renal, aneurisma de aorta abdominal roto, que é o caso do nosso paciente, e hemorragia de grande volume em tumores invasivos, devem ser excluídos em pacientes que estão hipotensos, taquicárdico, ou com algum sinal de perda de volume, como síncope, né? Alguma coisa vasovagal. É legal pensar nesses diagnósticos, né? Achei top que essa frase encaixa exatamente no que aconteceu no nosso paciente, né?

E acho que foi o grande aprendizado desse caso, né, Pedro? A brisa diferencial pra esse quadro que realmente no início não parecia. Perfeito. Rolou uma conversação de barra? É. Deve. Sim. Do enredo ali. Cara, tipo assim... Cara, mas peraí, você não olhou a horta? Como assim? Não, você não tinha visto a horta? Eu achei assim, o cara...

Nem eu. O cara vem com a dor, faz a antiflamatória aqui, lendo o livro. A horta rompida e ele aqui. Não, eu tô suave. O antiflamatório segurou. Então, de fato, rolou um pouquinho de forçação. E aí, pra fechar, achei esse trabalho um trabalho mais antigo de erros diagnósticos no paciente com anelismo de horta abdominal, aonde ele coloca os sintomas dos pacientes que se apresentaram e quais foram os principais e quais foram os sintomas.

Coisas que o pessoal achou que era, né? Os diagnósticos errados que o pessoal deu a um paciente que, de fato, era o aneurisma de aorta abdominal roto. Pra começar, os sintomas. 60% dor abdominal, menos da metade chocado, menos da metade com massa palpável, que seriam esses três, a tríade no aneurisma da aorta abdominal, né? Que a gente pensa, né? Dor abdominal, choque, massa palpável. Então, você vê que meio que tá na metade, né? O que eu gosto muito é ali, ó, 5, cara.

Porque, pô, síncope tá virando diagnóstico de qualquer coisa, né? Você fica meio... É TEP, aneurisma, dissecção... É um sintoma muito ardiloso. Cardiopatia bizarra. Ritmia. E náusea e vômito mesmo, né? Você chegar aí de náusea e vômito pra pensar nesse diferencial é uma loucura. É difícil. A neurismo de aorta de uma outra é muito baseado no paciente já saber que tem o neurismo de aorta baseado no outro exame.

E tá mal agora, você fala, não, aquela aneurisma é mais mal agora, né? E juntar, né? E quais são os principais erros diagnósticos que o pessoal acha que é outra coisa, mas na real era aneurisma? O primeiro ali, ó, cólica renal, Jô. Pô, bizarro, né? Muito top. Mas ali, infarto, inflamação colônica e perfuração gastrointestinal também são umas que às vezes o pessoal pensa pra um lado, mas era aneurisma de órgão abdominal. Achei muito legal esse caso, tá? Achei que, assim, rolou uma forçação, mas eu caí no golpe. Eu também caí.

Agora, eu tava tipo assim, ó, entreguei, esse cara vai embora, é só pra tentar trazer um pouco de humanização pro Hugo ouvir. É isso, ó, eu entendi que o motivo desse personagem era esse, né? Tinha uma coisa que tava estranha, porque eu sei que tá todo problema, né, porque eles tão sem sistema, tá tudo demorando, mas ele tava muito tempo no pronto-pouco, né? Ele tem que não ir embora, né? É, esse bebê aí, agora eu começo a ficar nervoso. Não, ele tá bem, ele tá bem. Não vamos mexer com o bebê, não.

Já tem uma criança mal nesse episódio que a gente vai ter que falar. Se a gente puder não falar do bebê aqui, eu ficaria feliz. É, tá. Mas fiquei preocupado. E o... Aí, uma coisa que rola também é que eles... O paciente choca, né? E eles abrem o tal do protocolo de transfusão maciça. Trazem um monte de informações bacanas, né? Vai ter no diálogo ali, eles... Vamos transfundir? Vamos. E é um momento onde o Govi trava. Ele começa a travar.

estamos testemunhando a queda dele, tá? estamos, chegamos lá ele vinha caindo do cavalo já veio catando cavaco, agora foi pra lama total, não é louco? eu amo a instrução de catar cavaco muito boa, né? mas acho que foi um pouco do que aconteceu com a Javad quando o paciente dela também ficou ruim nossa, eu não sei tudo do universo, eu errei do Volvo lá, né?

Então, que também ela travou um pouco na hora. Então, acho que talvez sim, assim, talvez ele soubesse disso ou não, mas talvez soubesse e só... Deve saber, né? Só ficou tipo, como que eu não consegui detectar isso? Pois é, é porque assim, antes ele tava não gostando do pronto-socorro, né? É. Tá, ai, nossa, isso não é normal pra mim e tal. Beleza, mas agora ele claramente, assim, levou um golpe, assim, uma rasteira, e que mexeu com ele, né?

É. Esse paciente até é indicado o tubo, e ele... Isso, é. Ele começa o episódio falando assim, eu quero o tubo, quero o tubo, quero o tubo, quero o tubo. E aí

Será que vai estabilizar pra eu entubar? Eu fui logo após ele. Eu falei isso. Que frase é irritante, cara. A vida real da galera. Essa frase me irrita muito. Porque essa frase existe, né? Quem não viu, essa frase existe da pessoa que ela torce pela instabilização porque vai ter procedimento, né? Não, né, irmão? Tudo tem seu tempo. Tudo tem sua hora. Tudo tem seu tempo e ela chega. Chegou com o paciente dele. E aí ele amarelou. Sobre tudo tem seu tempo, deixa eu contar uma história rápida, tá?

Eu tava no mês de outubro do meu R1 e eu não tinha entubado ninguém ainda. Meu Deus. Você não soltou essa frase, claro, né? Você não soltou essa frase.

Como assim? Não, essa frase não, pelo amor de Deus. Mas eu tava assim, relaxamento tranquilo, uma hora vai vir e tal, mas eu não tinha, assim, azar, eu acho que rolou um tubo, mas eu não consegui, então assim, tubo que eu consegui, de fato, não tinha rolado ainda. Só que nesse meu tempo, dois meses antes, a minha esposa se forma e começa a trabalhar num poço de saúde. Nesse poço de saúde, chega uma parada cardíaca e ela entuba.

ela lá na estratégia da família entubando e tudo e em casa ela falou exatamente isso e esse aí Pedro e esse aí mas o que a gente quer numa enfermaria é que os pacientes não precisem disso no pronto-socorro vai chegar na UTI vai chegar mas quando a gente está majoritariamente numa enfermaria o paciente não é pra intercorrer desse jeito

E aí ele volta, o paciente dá uma chocada monstruosa, eles abrem o protocolo do transnambacismo já imaginando que é ali um sangramento retropelitorial, de grande monta, eles trazem muitas informações legais, e aqui é uma área que a gente... E aí

flerta muito com o trauma, né? Essa parte de rotura abdominal, a gente corre pra chamar o cirurgião, que é quem faz o ATLS, que é quem costuma manejar esse tipo de paciente, tá? Trouxe até aqui um documento de 2024, que é a autorização do protocolo pra ressuscitação e contenção de dano no paciente com trauma, que se...

meio que se enquadra também nesses sangramentos aí de grande monta, sangramentos maciços, né? Que o cara tá perdendo ali litro de sangue por minuto, tá? Protocolo tranquilo, light, pra decorar. Quem tá vendo aí o vídeo, ele que é bastante variável.

O que eu acho que o ouro tá aqui, né? Tá, melhorou. Quando que eu vou pensar em ativar esse protocolo, né? O paciente que qualquer tipo de trauma, que tem sinal vital ou choque índex elevado, tá com a sistólica menor que 90, laboratório com lactato, o base excess ali reduzido, INR, ou que tem fratura de pélvica em livre aberto, aquela fratura instável, né? E o FAST, o FAST positivo, né? Líquido na cavidade.

esse cara aí já tá candidato ao tal do protocolo de transfusão maciça. Ainda bem que tu falou que aquele BD é déficit de base. Déficit de base. O que a bilirrubina direta tá fazendo menos seis? Eu não peguei. Como é que a bilirrubina fica negativa?

Então, beleza. Cara, essa informação do Base Access é muito top também, né? Porque às vezes ele cai antes que o hematócrito. Então a gente tem esse aí. Porque o cara vai perdendo a base e o hematócrito ainda não caiu. Mas na gasometria você já fala, opa, opa. Vai dar ruim. Vai dar ruim. Ele e o choque índex são... Não tira da sala de emergência. Os mais precoces, né? Pra gente conseguir detectar. Exato. E o choque índex, né? Também que é, pô, oferecendo sinal vital. Ali você já tem um índice de vai dar ruim ou não vai.

Aqui ele bota a frequência cardíaca o choquinha, a frequência cardíaca sobre a peça histólica ela é bom porque as vezes o paciente está com uma peça histólica de 100 mas se a frequência está 120 essa proporção já é um sinal de alerta para você ficar ligado É o famoso choque, abre aspas normotensis

compensado, que ele vai descompensar daqui a pouco que é uma torneira aberta. Sim. Cada vez mais falado, né? A pessoa que liga choque só a hipotensão, ela tem, cada vez mais sendo falado pra você não ter essa associação, porque tem muito mais coisa, muito mais sobre choque do que PA, né? Exato.

E aí, às vezes, esperar ficar hipotênseo, ele já tá chocado há muito tempo e o quanto antes você reconhece, melhor o desfecho, né? Mas e aí, Lu? Mas é clínico, né? Então eu também trouxe alguns critérios de ativação de protocolo fora ali do contexto de trauma, né? Pra paciente poli-traumatizado, alguma coisa assim, né?

Seria um paciente que está transfundindo, precisou, por exemplo, de mais de 3 unidades em 1 hora, 5 unidades em 6 horas, 10 unidades em 24 horas. Quer aí instituição, tem protocolo institucional, por exemplo, poxa, caiu 2 pontos de HB confirmado em menos de 24 horas, por isso que ela está com sangramento ativo importante, talvez é bom abrir um protocolo ali de avaliação de choque importante, de hemorragia e talvez até de transfusão maciça, né?

Tem alguns que incluem, inclusive, o sítio, né? Se é o sítio de alto risco de ter complicação, isso também, por mais que não tenha caído tanto, mas é uma coisa pra você ficar em alerta e talvez pensar no protocolo. Exato, né? E a ideia aqui é, porque se eu ficar dando só sangue pro paciente, ou, por exemplo, vamos pro cenário mais comum, né? Ah, ele tá chocado, volume. Volume, volume, volume, sai sangue, sangue, sangue, e uma hora a pessoa vira soro, né? E aí ela morre.

Tá. Analogia. Dilui, mas é, ficou claro. Dilui bastante, né? Agora, o outro cenário é, eu vou me guiando à recitação só pela perda sanguínea de hematócrito, e aí eu vou dando bolsa de sangue, bolsa de sangue, o paciente perde sangue total, né? Ele não perde só hematócrito, né? Então, quando a gente pega, eu trouxe uma figurinha ótima que saiu lá do Guia TDC, mostrando, né? Quando a gente pega o sangue total, geralmente a gente transfunde com o central de hemácia.

E toda a parcela do plasma que vem, tanto assim, paqueta, plasma, crioprecipitado, albumina, fator de coagulação, não entra no concentrado de hemácia. Então, é um paciente que você vai transfundindo ele com concentrado de hemácia e ele vai ficando com uma hipocoagulabilidade, uma coagulopatia dilucional ali e de consumo, né? Às vezes, vai depender do mecanismo que tá acontecendo ali, ele tá consumindo. Então, esse paciente vai dando ruim.

E a ideia do protocolo maciço é isso, né? Eu transfundi hemoconcentrados, todos, numa proporção fixa, né? Um pra um pra um, um pra um pra dois, aí depende muito da referência, do que que tá olhando, mas a ideia é, não é lembrar só da bolsa de sangue, do concentrado de massa, é lembrar do plasma e da plaqueta. Perfeito, isso que eu ia falar. Então, esse um pra um pra um é, na hora que você pensar em prescrever um, um concentrado de massa, colocar uma plaqueta e um plasma, porque esse paciente tá perdendo outras coisas, como esse paciente com muita necessidade, que nem você falou, né?

E aí, aqui ganha muito valor, né? Ficar acompanhando com o aglograma, em lugar que você tenha acesso a tromboelastografia, maravilhoso, porque você consegue entender onde que é o déficit principal, se é fator, se é plaqueta, o que é que está rolando ali, você transfunde um pouquinho mais guiado, principalmente quando você já está numa fase mais tardia ali da ressuscitação.

E um último dado aí, talvez legal de saber de todo o manejo do protocolo, é que a gente está transfundindo o hemocomponente, que para a preparação do hemocomponente exige que ele não coagule dentro da bolsa. Então eles dão um anticoagulante do próprio hemocomponente. Aí é que o mais utilizado é a quelante de cálcio. O cálcio participa de todas as vias da cascada de coagulação.

Então, o efeito comum, né, adverso desse protocolo de múltiplas transfusões é hipocalcemia. Que é uma coisa que é citada lá no episódio, né? Então, na hora de tirar do doador pra esse sangue não coagular, é colocado um quelante de cálcio aqui pra ele não coagular. Exato. E aí, na hora que eu colocar no paciente chocado, múltiplas bolsas de sangue... Vai quelando o cálcio do paciente. Vai começando a...

tirar o cálcio do paciente que já tá grave, né? Exato. E aí ele vai também, além do consumo de tudo, ele vai ficando hipocalcêmico, né? Então é uma coisa que a gente também, ativamente acaba repondo, que é cálcio, né? Que foi o que a Javad comentou ali, né? Que foi isso. Brilhantemente a Javad comenta, né? Gluconato de cálcio pra contrabalancear a hipocalcemia, né? Porque ainda tem a brincadeira que a hipocalcemia ela perpetua o choque, né?

Exatamente. Ela faz uma vasoplegia, inotropismo cardíaco, um monte de coisa, né?

Top. Maravilha. Foi muito boa essa cena. E aí tem uma outra frase dentro dessa condição do caso, que é ele tinha um acesso, e aí alguém já viu ele e falou, vamos passar um central, então, pra correr mais rápido? O Ogouvi. Ele, Ogouvi, ele falou assim, ele tentando se recuperar, sabe, a pessoa que tá se afogando e quer pegar alguma coisa assim, ó. E ele falou assim, não, então vamos passar um central. E ele falou assim, não, paciente chocado não tem por que passar central, né? E outra, ele tá com acesso aqui, 16.

corre melhor que um central. E é muito contraintuitivo essa informação, porque o calibre se você passa um central, ele é mais calibroso. Pô, o central vai chegar na boca do coração, Luca. Claramente é melhor, que aí o sangue já chega no local que tem que estar lá. Só que não é isso, né? Não é isso, né? Aí aqui agora a gente vai um pouquinho pra parte de física. Tranquilo. Olha que coisa boa. Coisa maravilhosa. Lembra dessa aqui, Pedro? Qual que é o nome dessa equação?

Não vou lembrar. Eu também, como é que é? Posele, né? Posele, né? Equação de Posele, lei de Posele. Confiei. Que é basicamente assim, como que um fluido se comporta dentro de um cilindro, alguma coisa assim, qual que vai ser a vazão dele, a velocidade de vazão. Nossa, agora eu vou ter assim, ó, o ensino médio, tá? A arrepia, né? Foi, foi. E a ideia é que a velocidade, ela tá relacionada com o diâmetro do...

do pertuito ali, do... do cano, do cano, que tá entrando o fluido, e o comprimento também. Então são dois fatores importantes de saber. Quão comprido é o acesso e qual é o diâmetro dele. E um conceito que eu não tinha, é que, por exemplo, aqui tem... a gente até deixou uma imagem, né, por exemplo. Se a gente aumenta o diâmetro em 130%, a velocidade do fluxo aumenta em 390%. Então, o diâmetro do catéter é muito importante, e o comprimento também. Quanto menor o catéter, maior a velocidade.

de fluxo, então por conta das leis da física, que aqui pra gente hoje em dia é quase como leis da bruxaria, da magia informações que eu aceito eu não tô me passa e eu aceitei eu tava assistindo com o meu marido que é engenheiro, ele achou ótimo quando saiu essa informação lá ele levantou pra falar ele levantou pra falar ele levantou pra falar eu acho que é senhora

Legal, gostei. Muito bom. E aí, pra ter uma ideia, né? Quando a gente pega um periférico bom, um periférico 16, a velocidade de fluxo desse periférico é 13 litros hora. Tu consegue expandir o cara com um periférico 16. 13 litros hora. Não vai precisar, né? Não vai dializar o cara pelo periférico. Mas assim... Cara, tá magido uma situação. Cara, eu vi um paciente assim... Não, não vou falar.

eu comecei, né? Cara, que ele fez acho que 17 litros em 3 dias eu já achei levemente absurdo, assim, sabe? Caraca, é muito lindo. É, beleza, beleza. De balanço, né? De tudo que entra. Isso, isso, isso. Tá. Vamos mudar de assunto? Pra eu não precisar falar mal de pessoa aqui. Tem muito não.

É o... Como é que é? O fluido oculto, né? O fluido fantasma, né? Muito medicamento entrando, né? É por aí, né? Beleza. Mas, e mostrando que por exemplo, um tamanho 18, você vê que tem muita diferença de fluxo, por exemplo um 18 de 3 centímetros ele vai correr numa velocidade ali de 105 ml minuto quando um de 50 milímetros e 2 centímetros a mais, corre quase que na metade da velocidade. Vem pra litro hora 6 litro hora versus...

3 litros horas. Tá bom, eles trabalham em litros horas. É, bem melhor, bem melhor. De ter noção. Eu também acho. Perfeito. Pra um central, por exemplo, se a gente pega, pensando em triple rooming, né, você vê que a velocidade de fluxo é muito, muito, muito menor do que a que a gente tava falando de um 16 ou um 18, né. Então, o melhor central ali, triple rooming, né, a via distal, que é a que tem a melhor velocidade de fluxo, ela...

se equipara a velocidade de um 20. Então, se você quiser passar um central pra correr volume, é melhor ter um 20 ali, calibroso periférico, que você consegue correr mais rápido, né? É por isso a frase decorada de paciente grave, dois acessos periféricos... De calibre bom. De calibre bom e não passa um central correndo, né? Exatamente, né? Ah, então, diálise, cateta de diálise. Mesma coisa, ó.

que é um cateter que tem um calibre importante, faz fluxo aumentado, ainda assim não bate ou chega perto do nosso 16, num periférico 16, que você passa em dois segundos. Ninguém vai passar um cateter de hálise para fazer volume nem nada do tipo, mas mostrando que é muito equiparado.

Chega o ponto em que, assim, até que a velocidade litros hora, que é o que a gente estava usando de marcador, é até boa, mas o tempo que você demora pra passar um central, mesmo que você, enfim, contamine, porque você está num contexto de urgência versus um periférico, não tem como, né? Incomporável.

Então foram duas informações legais e que é um pouco antritiva, é uma coisa que eu não tinha quando eu me formei, né? Eu fui entender isso um pouco melhor na residência, assim, do tipo, poxa, então pra correr, ressuscitar um paciente ali que tá hipovolêmico, choque hemorrágico, o periférico é a preferência. Se eu for, inclusive, gastar um tempo, é pegar um ultrassom pra tentar achar um periférico bom, né? Não um central, tá?

E aí esse paciente para, porque, enfim, é uma patologia muito ruim, né? Sangramento reto-peritoneal, não sei o quê. E aí eles mandam segunda toracotomia aí da temporada. A gente disse que ia ter na segunda temporada, mas não sabia que ia ter duas. Aqui da outra foi uma lesão de hilo pulmonar. Aqui foi, como era uma lesão abdominal, a ideia era só clampear a horta pra priorizar o fluxo pra cérebro e coração, né?

E aí eles campanham, isso aí também é bem mórbido, né? Ressuscita ele. Esse é um cenário onde é um trauma abdominal, né? Eu sei que é uma... Não foi necessariamente um trauma, mas é onde o nível de evidência começa a reduzir, né? A gente trouxe no episódio 1, acho que a gente discutiu isso.

O nível de evidência do torácico é melhor. Do trauma torácico aberto é o melhor. Do trauma torácico fechado cai um pouco, do trauma abdominal cai mais um pouco. E a tóraxia também é justamente para clampear a horta abdominal. A loucura completa. Isso aí é BO. Na hora que se clampeia, não sei o que. Tomara que dê certo. Porque é muitas estruturas que não são irrigadas por um bom tempo. Você faz uma fígado, fazendo suficiência hepática, isquêmica. Bem ruim.

É bem medideróica mesmo. É bem medideróica, perfeito. O grande ponto é que ele já estava no hospital, então foi tudo muito rápido. Isso, essa é a chance dele, né? É, exato. Dito isto, caso forçação de barra, né? Ah, é. Ainda meteram um cetoprofeno pro cara. Eu acho que o fluxo, né? Acho que o tempo que ele... Cetoprofeno é que...

Eu acho que o tempo que ele ficou meio que de boa pro tempo que ele descompensou, né? Que foi esse proporcional, né? Intervalo lúcido ali. Mas acho que é legal. Acho que assim, além de ter o benefício da queda do Ogolvi, né? Acho que é isso, né? Podia ser esse o título do episódio. A queda do Ogolvi. Vai ser esse o título do episódio. Pronto, resolvido. Perfeito.

Acho que nesse caso é isso, né? Vai pro centro cirúrgico e dedos cruzados aí, todos torcendo por ele. Beleza. Aí vai ter um outro caso no meio do episódio que a... Qual que é o nome dela? Eu sempre esqueci. A McKay. Ela começa a pegar umas coisas ali no pronto-atendimento e que parece que chegou alguém que tá pra encontrar ela lá na praça.

e aí ela chama o Ogovir inclusive, esse cara aí e eles vão juntos pra prestar atendimento pra uma paciente que ela conhece num projeto social ali equivalente ao consultório de rua parece que é uma paciente que é usuária de substância, alguma coisa assim

e ela faz algum segmento com a McKay por conta de uma ferida crônica, né? E aí eles apresentam pra gente um contexto de uma paciente adicta numa substância, que é a... Já tinham ouvido falar? Não, o Luca também foi tipo assim, ela soltou o cara que é Trank. Aí eu pensei, o que é isso? Na hora eu fui pesquisar, porque eu tava assistindo e fiquei sem sentido.

Porque existem algumas drogas, a gente sabe que está tendo muito surto, principalmente no estado em que eles estão, em Pittsburgh, que é o estado da Pensilvânia, principalmente na Filadélfia, que é onde tem o maior número de adictos lá nos Estados Unidos. E tem várias drogas. Um tempo atrás, vocês já devem ter ouvido falar, tinha uma que era crocodilo, que a pele do paciente ficava meio esverdeada. Tô ligado, tô ligado.

Então, na hora que ela falou, eu achei, nossa, será que é isso? Será um derivado disso? Mas não. Eu até trouxe aí pro pessoal. É tão bizarro que tu fica até achando que é, sei lá, uma fake news, assim. Sim, sim. Com a pele de crocodilo. É. E eu lembro que assim que eu ouvi a primeira vez essa coisa da pele de crocodilo, não sei se não, gente.

Deixa eu ver isso aqui com calma. Pera aí, como é isso? A lesão dela ainda. Mas a dela não é isso, né? Não é esse. Porque a pele do crocodilo realmente é essa associação, porque fica uma coisa meio descamada, com descamação e esverdeada. Que deve ser um pouco mesmo de secreção ali. O dela não, tem essas áreas de necrose, essa pele que fica com algumas partes de pele sã e essas partes que tem meio escarificadas, que são profundas.

E é uma lesão clássica do uso dessa substância. Que eu trouxe essa série de casos, eles juntaram aí seis casos dessa manifestação. E o que é que é interessante, né? Todos têm o mesmo padrão, assim, de manifestação. E o que é que é? O Trank é a estilazina. Essa é a droga. Nunca tinha ouvido falar. Então, até este momento do episódio, foi o momento que também tive contato. E ele fala que é um agonista alfro-adenético, que é usado pra uso veterinário.

E aí eles podem ou não ser misturados com fentanil ou topiódicos, assim, pra ter um efeito mais duradouro. E ela tem um efeito de depressão respiratória, também de depressão de sistema nervoso central. E pode fazer essa manifestação cutânea dessa necrose, que pode ser próxima do local da...

uso, né, que é injetável, ou pode ser distante. Não é tão claro como é o mecanismo, mas parece que é por vasoconstrição, né, pelo efeito alfadrenético ali da droga. Então o vasoconstringe a ponto de ficar necrótico, assim, na pedra. Faz sentido. O alfadrenético que a gente conhece é o aramin, né, do sencirofenilefrina, né, que o anestesista usa bastante.

claramente a equipe de maquiagem... Brilhou muito, né? Olha, olha isso aqui. Usaram a mesma foto. Usaram a foto pra inspiração. É esse caso. Até o formato da necrose ali, sabe? Caraca, gente. Muito, muito, muito massa. E assim, um outro destaque pra essa cena, Volta 2. Lembra uma calciblaxia também, né? Lembra. Volta 2 inaugurou E aí

As cenas... As esternas, né? As esternas. Está abrindo o precedente. Aumentou o recurso, né? A Edbio lançou. O Tigrinho lançou a carta, né? Foi isso.

No final da última temporada, eles foram pra praça, porque enfim... Mas na finaleira, né? Tomar uma e tal. Aqui, atendimento no sol. Massa, viu? Massa. É uma de duas cenas no episódio que foram externas, tá? Pois é, né? O diretor levou o pessoal lá pra gravar. Achei top, achei massa.

Muito bom. Só em relação agora ao manejo, que acho que foi uma coisa que deve ter ficado na cabeça de todo mundo, que ela já levou aquela kit lá com curativo, e aí o tratamento, claro, além da abordagem do paciente, e aí eu achei um grande ponto só de interesse também, quando você está tratando de paciente que tem um certo abuso de substância, e que dá para entender ali pelo contexto que ela é moradora de área livre, ela deve estar morando na rua, a termos populares.

que você vai tentar reduzir o máximo que der de dano. Então, o que é possível você fazer e que ela tope fazer, é o que você vai propor. Tanto todos os casos dessa série que eu estou mostrando aí, todos os pacientes evadiram do pronto-socorro, nenhum ficou para continuar cuidado dessas fotos, mas ele sugere desbridamento da ferida, antibiótico oral e cuidados mesmo com a ferida operatória, que vai ficar para cicatrização.

Cara, é bem mórbido, né? Exige até a gente ter um grau de atualização aí do que está surgindo de substância, né? Essa aí, por exemplo, nunca eu tinha ouvido falar, nem sei se chegou no Brasil, esse tipo de... Também. Mas vira e mexe a gente ouve, né? Um bando de coisa sintética com os nomes muito doidos, né? E aí tem que ficar checando o que é a composição. E, na real, nunca dá para saber o que é a composição, porque isso aí são formulações totalmente experimentais. Já teve na primeira temporada aquele caso...

caricata lá da intoxicação por fentanil que era uma pílula de estudo ali que talvez veio meio batizada e aí o menino emoluiu com morte cerebral verdade, muito triste aquele caso vira e mexe, isso é um desafio em pronto-socorro a gente só não sabe o que a gente está tratando porque pode ser qualquer coisa

não tem controle nenhum. Inclusive, Luca, não tem assim, eu fui procurar pra ver como que trata a abstinência, porque imagino que seja um outro cuidado, né, pras pessoas que ficam. É tudo a consulta especialista, vejam pessoas que entendem um pouco mais de abuso de substância, pra entender o mecanismo de ação e pensar qual é a melhor estratégia farmacológica pra tratar a abstinência, mas então é tipo, tudo ainda é muito vago.

pesquisei a notícia que muito Estados Unidos e Europa, assim Brasil, assim, não parece ter tanto, mas daqui a pouco vira rota também, né top, é bom saber, massa, bem top ainda mais que quando falou no episódio eu tive a mesma sensação, cara, o que é isso? nunca nem vi nada parecido exato

Legal. Esses foram os dois casos, na realidade, que a gente tinha. Porque o resto a gente vai passar a ser até um pouco mais rápido nos próximos, mas o resto eu acho que não são casos necessariamente que geram discussão médica. Aquelas coisas que é legal a gente trazer. Perfeito. E vai ficar meio passagem de caso. Teve mais um momento que o Depit traz, um tema politizado, atual, contextualizado, que é o caso de uma lesão.

osteomuscular, uma paciente que vem trazida pela Polícia Federal da Imigração, do ICE, que está, enfim, isso é a grande pauta, a grande questão sociopolítica atual dos Estados Unidos. E o Depit traz, e traz de uma maneira muito firme, de uma representação bem... não teve ali meio termo, né? Eles se posicionaram mesmo. Nenhuma suavização, né? Nenhuma mesmo.

eu achei interessante o ICE é Immigration and Customs Enforcement ele é a parte da Departamento de Segurança interna focado no combate, na busca de pacientes que fizeram alguma ilegalidade em relação à imigração pacientes não, pessoas e I É um... Obrigado.

E assim, o que eu achei interessante do The Pit retratar isso, é que eles conseguiram mostrar o quão perturbador isso é no ambiente de trabalho deles, o quanto isso afetou vários cenários.

Ao mesmo tempo, você não viu eles tratando com, como é que eu posso dizer assim, com um desacato, algo assim que, tipo assim, é aquela situação onde eles são representados pelo governo, eles representam o governo, então não é como se fosse fora da lei, isso que eu quero dizer, sabe? Para a ministra.

isso, pronto, acho que é isso que eu quis dizer não é como se fosse uma paramilícia, perfeito então eles são uma instituição e o Rob até fala assim, cara a gente só precisa que eles vão embora porque eles estão perturbando tudo teve funcionários que foram embora porque com medo de eles estarem sendo alvos os pacientes foram embora falaram de 10 pacientes foram embora e até o Rob fala assim, toda vez que um paciente vai embora ele volta pior e aí

Porque a chance da gente ter de tentar tratar ele é agora. Então, ele ir embora não me ajuda, porque ele vai voltar pior, né? Então, acho que ele conseguiu representar bem essa dualidade, onde eles são representantes de certa forma do governo, mas, ao mesmo tempo, eles quebram muito a dinâmica do ambiente.

Eu não sei se vocês no pronto-socorro já tiveram que atender pessoas que estavam sendo detidas ou estavam em alguma casa de prisão. Eu já atendi pacientes jovens que estavam naquelas instituições para reabilitação e que iam para o pronto-socorro para a gente avaliar. E mesmo não sendo nesse contexto, claro que tem toda essa questão de imigração e uma pessoa que deve estar em alguma situação ilegal, pelo que a gente entende da cena, mas já é o suficiente para deixar todo mundo muito mais tenso.

Porque sai do seu ambiente controlado. Sai, sai. E por mais que a gente, assim, como profissional de saúde que está ali cuidando, se sinta ainda no... Eles entendem o nosso papel e respeitam o que a gente está fazendo, mas mesmo assim você está lidando com uma pessoa também que tem a sua autoridade, e a gente entende que, principalmente, é uma autoridade policial, então todo o ambiente fica...

A dinâmica muda completamente, porque o serviço de saúde tem esse ponto da acessibilidade, do acolhimento e do sentimento. A pessoa que procura um serviço de saúde é um espaço seguro para ela, em teoria. Então, independente do contexto, ela entende que ali ela vai receber o atendimento e acolhimento. No momento que isso não é muito claro ou isso não é provido...

a qualidade do que a gente presta cai muito. Então, isso assim, tira desse contexto extremo. É um serviço que não é adaptado. A gente estava conversando nesses dois, três episódios atrás. Para um paciente com algum tipo de deficiência, para um paciente obeso, qualquer cenário. Já é um limitante de acesso à saúde. Mas a gente não vai procurar o serviço.

não é um serviço que acolhe ele. Eles contextualizam isso de uma maneira mais extrema, mas tem também a população privada de liberdade, quando tem agente carcerário, etc. dentro, ali muda muito a dinâmica. O funcionamento, até porque a presença de um profissional que não é da área da saúde, dentro do ambiente de saúde.

Mas o que eu... Pegando isso, pegando o seu gancho, é que é o seguinte, ó. Eu gostei que esse cenário aconteceu na temporada depois do paciente que veio do presídio. Lembra? Sim. Ah, é verdade. Que é assim.

Isso, subiu, né? E aí, eu gostei porque aquele agente penitenciário, ele gerava desconforto, a equipe tava desconfortável, mas de alguma forma parecia que o atendimento fluía. Com o pessoal da ICE, não se... A série mostrou, claro, que não flui. Atrapalha, e até acontece o extremo, né? Onde a gente tem a Javade filmando.

que começa uma confusão. Um momento de agressão do nosso enfermeiro baterista, né? Sim. Ele vai proteger a paciente porque o cara da AIS, ele vai... A paciente ainda tá colocando uma tipoia, tá fazendo todo um preparativo pra ela poder ir embora. E ele, de maneira grosseira, vai, vambora, vambora, vambora. E nisso, é Jesse, acho que o nome dele. Ele vai preso. Ele vai preso. Por desacato.

Cara, é muito... E aí rola aquela sensação, eu acho que a série quis mostrar como um familiar de uma pessoa que tá sendo presa pela assiciente, que é eu não sei nem pra onde estão levando ele. Porque ele não vai pra delegacia. Vai pra um outro local onde eles levam e você não sabe exatamente aonde que é o seu ponto de referência. Que horas que ele vai ser...

processado, pra daí você poder entrar com alguma medida cautelar é loucura acho que a série quis usar o jazz pra ver, cara, olha como você fica perdido, a pessoa é retirada de você, você não tem informação pra onde ela vai que são relatos que a gente tem ouvido nas notícias, né? Esvaziou a emergência o pessoal, quando fica sabendo que eles estão presentes, começam a sair e eu acho que eu deixei separado acho que tá ali na frente, tem uma paciente que vai embora, tem, tem uma paciente que vai embora já vai, já vai, já vai tá?

lembra aquela questão, por exemplo show do Super Bowl, do Bad Bunny ele cancelou o turnê na norte-americana porque sabia que poderia ser um ambiente onde teria ação alvo por ele ser um artista latino-americano a própria apresentação do Super Bowl dele rolou esse receio rolou esse receio, então assim muito contextualizado, foi bem bacana a parte da prisão do Jasonário

que ali eu achei que foi assim, todo mundo lidou, como se fosse um negócio tranquilo, assim, outro dia mesmo alguém foi preso também, depois a gente vê e eles seguem trabalhando, isso aí na vida real ia dar um caos ali ia ser pior do que o problema da primeira temporada, porque

Nossa senhora, você imagina? Não, quebra a pau. Eu achei que eles levaram muito natural. Mas eles estão armados, pessoal. Mas assim, tá prendendo o cara que tá no turno e vai embora. Ia virar um auê isso aí. Aqui no Brasil, acho que culturalmente ia até quebrar a pau. Ia dar ruim. Mas eu acho que a gente não tem uma... Não tem a mesma relação que se tem. A gente precisa de gente aqui no estado de São Paulo. É, tá ligado? Sei.

Não sei, mas eu achei que ia rolar um quebra-pau. Eu quero saber o que você achar que ia rolar aqui no Brasil. É, acho que ia rolar. Ia ter quebra-pau, ia ser parecido. Eu não tenho dúvida. É porque, cara, eu lembro, tipo assim, de UPA que eu trabalhei, que tinha um guarda assim, e que ele não fazia nada, pô. Ele não fazia nada. Entrou gente armada, e ele, tipo assim, ó, eu tô aqui pra proteger a UPA. Eu tô aqui pra proteger vocês. Uma coisa é Mike Papa, né?

Vigilante patrimonial Tá ligado isso aí? Eu não sabia desse termo Eu já ouvi, mas eu não lembro Eu já ouvi muito esse termo Operação Fronteira Sempre encontrou alguma coisa E é mandato de prisão Não é Mike, é Victor Papa Victor Papa Tem quem sabe o que é o Victor Papa Vigilante patrimonial Mike é policial

Não, mas eu acho que assim, não é essa pessoa. Imagina que tem algum policial lá que tá com alguma pessoa que é detenta e tá internada e rola um estresse. E começa um quebra pau, prende o médico, sei lá. Meu, doideira. Eu acho que isso também mostra um pouco de como tá inflamado essa questão lá.

Porque aqui, a maioria das vezes, pelo menos que tive contato com pacientes que estavam sob cuidado e que eram detentos, a equipe policial, no geral, é muito tranquila. É muito respeitosa. Eles entendem que ali não é o ambiente deles. Na primeira temporada teve isso também, que eles trazem um policial que foi ferido, tá rolando ali um atendimento, eles começam a atrapalhar, a enfermeira chega pra lá e eles, não, tá bom.

e tudo anda não lembro é lá no final do caos do tiroteio que chega inclusive uma viária cirúrgica que rola todo um problema para entubar o cardo, o sasma crico lembro mais ou menos vou tentar ir atrás da coisa

Mas é isso, eu acho que esse é um ponto central do episódio também. Eles anunciaram no preview do episódio anterior que isso ia ser um ponto importante, a gente já imaginava que ia vir, né? Cara, eu não tinha visto. Eu fiquei bem, quando eu vi acontecer no fim, eu falei, ô louco! E o clima vai esquentando, vai subindo. Como é que é o nome dessa coisa de... Como é que é o nome?

balaclava eu demorei um pouquinho pra entender quem eram essas pessoas, porque até então era tipo policial, aí eu comecei o contexto também ficando mais claro à medida que as coisas estavam acontecendo, os pacientes saindo quando a recepcionista lá começou a chamar um paciente que tinha um nome latino e ele não respondeu putz, é o Ays

Bom episódio. Bora pra passagem de caso? Vamos passar casos. Tá meio vazio, né? Enfim, sei lá. Ou a gente perdeu o controle, assim, do que eles estão mostrando, né? Chegou um caso interessante, né? O menino lá... É um ponto central da trama do episódio. A gente deixou aqui passagem de caso porque acho que a gente não tem muito o que agregar mais, assim, da ponto de vista biomédico. Mas, assim...

É um caso do menino que está desmaiado no carro. E bem na hora que o Langdon está discutindo com a Mel em relação à irmã dela. E o Langdon vai correndo pegar a criança e leva para a sala de emergência. É mais um caso de intermação. É aquele caso que parece que a criança se trancou no carro. E o dia está lá de 40, 45 graus.

Vai entermando, entermando, e aí chegou a responsiva, inconsciente. A mãe traz desesperada, porque ele também não estava encontrando a criança, foi achar dentro do carro. Não sei se ele se trancou, o que aconteceu, né? Essa cena aqui, né? Muito boa, muito boa a cena. O que é esse tanto de policial? Agora que eu não parei pra apresentação.

É paramédico, né? Tá tudo de esteto. Não é policial, não. Acho que é paramédico. Ah, é verdade. Será que eles querem tentar passar a casa ali? Eu acho que é, né? Acho que é. Faz sentido. Top.

E aí eles não sabem o peso da criança, né? Usam a fita pra poder estimar. Cara, achei da hora, você não sabia. É, aí... Também não. Não, não sabia. Pessoal da pediatria, por favor. Fita de bros, hello. Pessoal do Tad Molecagem. Vai chegar. Do Tad Molecagem. Pode contribuir. Achei top, né? Aí eu fui olhar, tá? Por curiosidade. Mas eu vi que, assim, eu tinha um trabalho que falava que a fita tinha... É melhor...

Que o olhar? Que o olhomente? E assim, até em relação a conseguir realmente estimar peso e consequentemente dar a dose de droga principalmente em crianças menores de 3 anos e menores de 26 quilos. Fora disso, parece que tem muito erro. Tem um trabalho, inclusive, norte-americano que viu muita dissociação do que a fita predizia do que era realmente o peso dela. A ideia é medir rápido a altura do paciente e falar, deve ter mais ou menos esse peso. É, mas assim... ...

Pedro é o pai aqui do grupo, né? Qual a probabilidade de você não saber o peso do seu filho? Baixo. Baixíssima. Baixo, baixíssima. Acho que ela tava num estresse gigantesco. Cara, esse caso, deixa eu ver só o que a gente vai falar ainda. Porque assim, ó, esse caso, ele é bem problemático. Que a mãe, ela tá muito estressada. E você vê que ela não tá reagindo bem. E a Joy, ela começa, aquela aluna, né? Ela começa a falar assim, ó. Essa mãe tá sofrendo pouco. Ela tem algo a mais. Existe algo suspeito nisso.

E nisso o pessoal fala assim, mano, você está planejando. Você não achou? Você perdeu a criança. Você não viu que ela estava no carro, né? É. Ali naquele momento, inquirindo algo e numa criança está super grave, ainda nem estabilizou. Você ainda tem muita informação importante para obter. E aí, logo depois, as próximas cenas, é a nossa segunda externa, segunda tomada externa, que é onde a Hashemi encontra a mãe do paciente.

tentando executar uma tentativa de suicídio. Sim. Ela ia de direção àquele caminhão que tá vindo, e o Hashimi salva ela. E... E aí, tem algumas margens pra teoria, tá? Primeiro, a mãe disse bem o seguinte. Eu chamei ele pra fazer a jardinagem. Ele não quis, quis ficar brincando no triciclo. E aí ele... Eu chamava, ele não quis, e aí quando eu vi, ele sumiu e foi pro carro. Deve ter cansado de tanto brincar, e foi pro carro e se prendeu.

As unhas do menino estão sujas de terra. É verdade. Então rola, será que não teve algum atrito dele com a mãe?

E a mãe obrigou ele a fazer isso. E aí, de repente, como punição... Foi parar dentro do carro. Ela deixou ele lá. Ela deixou ele no carro e se arrependeu depois. E por isso, todo o sentimento que ela tem agora... Isso tu deduziu por conta ou você foi no... Foi a escavar? Foi a escavar. Foi a escavar. Fazer o trabalho. A lá três. Não, não. TikTok. TikTok chegou em mim. Chega o trabalho. Achei interessante. Chega top, tá? Chega top, então.

Eu poderia mentir. Eu optei por falar a verdade aqui. Tá bem. Mas uma coisa que eu fiquei também com a impressão é que, assim, tem muito pra gente entender ainda da Al Hashimi, né? Mas tem alguma coisa com criança. De novo, né? Então, eu acho que ela teve a intuição talvez disso, de ter alguma relação problemática. A história não estava certa. Mas que essa mãe aí tinha alguma coisa. Talvez por algum sofrimento que ela tenha passado, vamos descobrir. E foi atrás da mãe.

E ela também tinha dado uma comunicação ruim, né? De que não sabia se poderia ter alguma repercussão neurocognitiva a longo prazo. Isso foi tão ruim, Luca. Eu achei que foi... É porque a pessoa tá em choque. Você dá uma notícia ruim e aí... Enfim.

De cara, eu não achei ruim. Eu entendo que talvez poderia ter sido algo melhor, mas eu cheguei a comunicação dela. Não acho que a comunicação dela foi ruim. Eu acho que ela transmite uma notícia ruim. Ah, perfeito. E é no momento que a mãe estava muito mal. É isso. Ela teve essa cara de falar, putz, acabei de falar um negócio tenebroso pra uma mãe, e a mãe deve estar se perdendo. Perfeito. Já aconteceu, tá? Eu tenho uma história disso.

de a gente passando uma comunicação, uma comunicação triste, e o acompanhante virou as coisas correndo, assim, e a gente foi correndo atrás, foi até a rua do hospital pra acalmar a pessoa, porque a notícia foi muito impactante, assim.

Então eu vou contar uma história de uma externa a mim, então. Tá bom. Já que tu veio. Boa, boa. Venha. Tinha um paciente, a gente pegando o plantão, e aí eu tava de chefe, tinha uns residentes, e a gente tava pegando o plantão e o paciente, ele... Tinha um paciente com uma história de... Um quadro demenciado, ele já tinha já prévio, e chegou num contexto infeccioso. Até já usava sonda e tal. Beleza.

E aí tava aguardando os exames pra ver se de fato tinha infecção, se não tinha. Aquela dúvida assim de compensação de demência. Mas o paciente relativamente bem. E aí o residente no início do plantão vai lá reavaliar ele. Volta, sumiu. Cadê? O senhor, o paciente. O senhor. Ele não tava acompanhado ainda.

Ele tinha ligado já pra algum familiar vir, rolou alguma troca, porque é um paciente que tava com o familiar em outro hospital, e o paciente veio sozinho, transferido. E o paciente ainda não chegou? O familiar não chegou? E o familiar não chegou, isso? O paciente foi transferido na madrugada, sempre assim, né? É tipo isso. Duas da manhã, o balanço chegou. Imaginou o cenário, né? E aí, esse paciente, ele desapareceu. E a gente, cara, o que aconteceu?

Será que ele saiu? A gente olhou as câmeras do hospital, e aí mostra ele indo embora, assim.

E, assim, claramente um mau controle naquela época do fluxo de hospital, onde o paciente vai embora e, tipo assim, ele pega orientação para ir embora, vira direita, vira esquerda. O acesso, a pulseira de identificação e só vai, né?

Acho que não tinha possível. Mas dito isso, a gente viu que ele foi embora, eu falei, cara, é um cara demenciado. A gente não sabe o que vai acontecer. E aí a gente começou a dar... Eu fui em volta, vai ligando pra família pra avisar, enquanto eu vou ver se ele tá em algum local aqui perto.

E a gente deu a volta na quadra do hospital, assim, até fui nos bares, assim, pra ver se ele sentou em algum local, cansado e tal. Cara, ele sumiu. Então acredita que ele conseguiu pegar o ônibus e voltar para casa? Deus, que bom que essa história termina assim. E olha que antes de eu descobrir que ele voltou pra casa, na real, assim, contando rapidinho a história inteira, a filha chega primeiro, sem ele.

imagina a gente comunicar pra filha que a gente perdeu o pai dela, denunciado mas sim, ela entendeu e tal não gerou um conflito e aí a gente perguntou uma informação ele consegue pegar ônibus? e aí isso foi logo, bem assim finalzinho de pandemia, e aí ele virou e falou bem assim, olha, ele sabia pegar ônibus, mas faz tempo que ele não pega, eu não sei se ele ainda sabe, porque é nisso bateu um terror que se ele não sabe pegar ônibus é um perímetro que ele tá se ele sabe pegar ônibus, cara qualquer perímetro possível né

Santos Aí ela virou e falou assim, talvez ele tenha Vamos ver, aí ela volta pra casa E aí ela avisa a gente via WhatsApp, assim, aí ele chegou aqui em casa Aí ela até volta com ele Pra gente reavaliar e tal, e tal De fato, assim, a gente tava bem, os exames saíram Acho que foi um antibiótico pra casa, uma coisa bem simples No final deu tudo certo, mas assim, ó Volte A cabeça passando perto da Alice Muitas vezes, assim, sabe? Meu senhor

Ainda bem que essa história terminou bem. Termina bem. Eu ia ficar muito chateado. A gente falou assim, vamos ter que chamar a polícia. Sim. Mas tem que chamar. Tem que chamar. Tem uma pessoa desaparecida. E aí a gente tava pra chamar, ela já sinalizou que ele tava em casa. Graças a Deus.

Cara, vamos. Então, assim, acho que essa história vai desmembrar. Ela agora ficou meio que internada por uma vigilância psiquiátrica, ficou ali no local. Foi tentativa de suicídio, né? Isso, né? Eu coloquei umas asas que não existe. Ela foi. Desculpa. E é isso. Acho que vamos ver. Acho que talvez tenha mais informações aí pra vir dessa criança. Exato. Vocês não sentiram que teve uma hora que eles estavam querendo falar sobre doação de órgãos?

Não sei. Ah, é porque você falou daquele do saco, né? Pois é, o negócio de saco. E o negócio que eu tô mais preocupado com a cabeça. Falei, mano, será que eles estão emigrando pra morte cerebral aqui? O do saco, eu acho que era só pra pôr gelo. E a cabeça só porque o dano é o cerebral. Tipo isso. É, acho que é isso. Tá bom. Mas no primeiro momento, eu fiquei, nossa, eles já tão dizendo que tipo assim, irreversível. É isso, é isso.

Eu fiquei com essa semana, calma, que você tá aqui ainda. Ela falou num tom, né, e traz um saco. Talvez, meu Deus, que é isso. Já morreu, ninguém me falou ainda, né?

E a gente, assim, perdido na pediatria, né? Eu falei, não, mas é irreversível? Não tem volta isso? É, então a gente, assim, 40.3, eu pensei, aí o 40, passou de 40! Já era! Aí, o próximo caso é o da TVP, né? Quer dizer, da perna inchada, né? Pode ser TVP, um cesto de Baker, alguma coisa nesse sentido. Vocês ficaram, ah, brincando a aposta. Vocês acharam que era cesto de Baker. Panturrilha inchada ali. Eu vou cantar, tá?

Porque ela é uma que evade por causa dos agentes, né?

eu acho que ela volta com o TEP. Eu acho que é um TVP que ela volta com o TEP. Ela vai ter um TEP instável, pra trombonizar. Tem que ser assim. É possível. Mas é porque ela tem uma história de uma viagem de 15 horas. Ela conta. É uma coisa, é Atlanta. É um caso relativamente simples. E ela vai embora. Eu acho que vai ter essa aí pensando olha o que o impacto. Isso, acho que a discussão é essa. Acho que é top. Vamos ver, vamos ver. Ainda não dá pra cravar, mas eu gosto da sua ideia.

Cara, é isso aí, gente. Chatão, né? Cara, que chato esse cara. Eu não senti essa possessão com essa bola. Porque outra pessoa da outra vez roubou e ele ficou com medo de alguém roubar. Aí, deixa aqui o pessoal no pronto-socorro roubar a bola dele. O cara deslocou o cotovelo. Mano. Só com essa bendita bola. E eu achei, vocês já devem ter visto, o pessoal aí que vai comentar também se já viu esse vídeo no TikTok.

Do cara roubando uma criança. Isso. Nossa, eu já vi isso aí. E tu tá ligado que estragou a vida daquela pessoa, né? Sim, que a galera caiu em cima. Foi tipo assim, malhado em via pública, né?

Sim, injusto. Por ter roubado uma bola de uma criança. Exatamente. Não tô falando que foi errado. É, talvez mereça. É, beleza. Ele deve ter feito isso também, esse cara. Então, e a Santos pergunta isso. Vocês viram que ela solta essa? Tu não roubou de nenhuma criança, né? Eu fiquei assim, esse cara acho que roubou, tá? Porque ele dá uma... Acho que é só um esquisitinho pra queimar minuto aí. Acho que é isso.

Acho que não vai voltar. Não, a impressão é que não. Aí temos a resolução do caso. Ela vem a óbito. A gente chegou a falar que lá no começo que esse caso ia flertar com eutanásia, mas acho que não foi isso. Foi mais mesmo duplo efeito. Doses cada vez maiores de opioides sedativos, pensando na dor refratária da paciente. E ela vem a óbito.

Acho que o episódio passado tava bem na cara, que ela ia vir esse episódio a óbito, sabe? Eu acho que é isso. Eles ficaram naquele dilema que eu falei antes, que é, se fosse rápido demais, a gente ia reclamar porque o paciente não chega e com alguma dose de morfina já vem a óbito. Ao mesmo tempo, se alongou muito, né?

Mas sabe o que eu fiquei com a impressão, assim, agora um pouco do que vocês comentaram no episódio passado? Que tem alguns casos, tipo o que foi também essa entrada do ICI, que é muito mais pra população que não tá acostumada de estar do nosso lado, né? Que é quem tá cuidando. Então a gente já tá muito acostumado, né, na nossa rotina, a cuidar de pacientes que estão em processo de terminalidade. Então a gente sabe um pouco desse processo.

Mas pra quem nunca viu, tá vivendo a primeira vez, assim, com um familiar assim, eu acho que tá tentando entender como que é que as coisas funcionam.

e às vezes nem sabe o quanto que isso é presente na emergência. É, eu fiquei um pouco com essa sensação, porque eles estão tentando passar mais conceitos disso. Sabe tirar aquela coisa de que cuidado paliativo não tem mais nada para fazer. Exato. Muito pelo contrário, durou uns episódios. Muito cuidado envolvido. Tem um subplot aí, que a McKay estava fazendo o atendimento ali no parque, o Rob fica extremamente...

irritado com a ausência dela, ainda mais que ela levou o Ogolvi junto pra ajudar ela, e aí, nesse meio tempo, ele atestou o óbito com a Javad, né? Ele já tá extremamente irritado. Ela fez um atendimento que ela foi chamada pra fazer, não foi um favor que ela foi fazer. Quem vem chamar ela é aquela, é a secretária que tá abrindo ficha. E ela falou, ó, tá uma pessoa te esperando lá fora. Então, ela fez um atendimento, é como se, só que sabendo que aquela paciente que tá na praça não ia entrar, ela foi até lá.

então assim, um atendimento, e o Rob assim, escalona já foi, ele já, cabeça dele a gente vai falar um pouquinho mais da cabeça dele daqui a pouco, mas tá, ele já foi pra... a cabeça dele tá na moto já, né? ele precisa de férias, no chão e mais algumas coisas beleza

Aí tem a resolução da irmã da Mel, né? A Beca. A Beca, que diz que a Mel não lida bem com o fato da Beca não contar todas as verdades do mundo pra ela, né? Sim. Eu entendi que virou uma relação que não é mais de via dupla, né?

ou pelo menos uma quebra de confiança, e a Mel até então, acho que compartilhava a vida toda com a irmã, e aí ela descobre que a irmã tem mais outras relações, outros vínculos, e inclusive não tinha compartilhado isso com ela, quebra ela, mais um adendo aí de gravidade pro plantão dela, já teve a denúncia, então aos pouquinhos tá todo mundo ficando meio... Tá todo mundo enlouquecendo. Tá todo mundo enlouquecendo, vai acontecer alguma cagada.

Lembrando que só existe uma pessoa que não enlouqueceu aqui, que é o Itaker. É, só ele. Esse é o Itaker. Ele vai ser a estrela do último episódio. O lírio dourado no meio do caos. É, ele tá na paz. Ele tá tentando, inclusive, bediar relações, né? E aí ela, inclusive, vai embora não da Chopperman, então esse caso acabou, né? É, foi.

E aí, aquelas coisas, né? A galera vai ficando, todo mundo muito ruim. Então, assim, a Santos estava ruim, né? Ela tem um momento ali de embate com o Langdon. É verdade. E com a Garcia, né? Do episódio passado.

A Mel, a Morra também tá... Sim. Ela tá super estressada, teve uma crise de ansiedade no episódio passado, e ela entra em conflito com o Rob. E lembrando que é onde o Rob fala assim, se você não consegue controlar suas coisas, não tem como você trabalhar aqui. Uma pessoa que claramente não está conseguindo se controlar também, né? É. Mas... E aí

desde a temporada passada o Robby dá a entender que ela devia sair da emergência já existia um conflito, na temporada passada a Collis vem defender a Morra, dizendo que o Robby está sendo agressivo sem necessidade e que ele está a implicância dele era com a agilidade dela que ela gostava de prestar atenção que ela dava

O cuidado personalizado para os pacientes, e que o ambiente da emergência, você tinha que ser ali, faca na caveira, aquelas coisas meio de punk rock, né? Não, aí, no fim, até a moral lá do FICA, você pode ter o seu trejeito, você ter a sua personalidade, porque a emergência também é ter o espaço, talvez esse seja o seu diferencial.

ela começa a temporada com, na verdade, uma falta de confiança, ela tá meio perdida, se ela vai fazer um felo, ou qual felo, ela tá meio assim... Eu queria trazer esse debate aqui, vocês acham que ela vai, depois de tudo isso, vir pra emergência mesmo, e tipo assim, superar o Rob, entender que de fato gosta, ou vocês acham que ela vai mudar de ramo mesmo?

Ela tá bem perdida, ela tomou duas porradas aí nos últimos dois episódios, inclusive um do motivo é porque ela era a supervisora do Ogolvy no caso do aneurisma, assim, e aí o Rob fala, não, exato, a culpa é sua, você que é... Ele usa frases, né, assim, 10 de 10, né? Para o chefe do pronto-socorro, né? Que é o médico, que é o supervisor. Isso, isso é, a culpa é sua, mas você é a senior resident, né, você é resident senior, eles vão te procurar, você não tem que procurar ninguém, você que...

Não é dele. Nesse momento, desculpa pessoal, eu já tinha um ranço desse jovem Rob. Aí, o ranço ficou impossível de superar. Porque eu acho que nesse momento dessa fala aqui, foi a pior coisa que ele podia fazer com o residente que ele tá orientando. De fragilidade da pessoa. Que a pessoa precisa ser acolhida. Ela tá sendo muito firme, na real.

Ela tá sendo muito firme. Acabou de pânico. Se acontece isso de novo, aí que eu acho que se culpava. Sei lá. Mas e aí? Vocês acham que ela sai da emergência ou não? Acho que sai. Eu acho que tudo depende do arco do último episódio. Nesse meu tempo, muita coisa ainda vai rolar. Porque lembrando que na temporada passada, ela que começa o nosso chip do Abbott com ela...

Ela se vê gostando muito de emergência quando o hábito vai ensinando as coisas pra ela, sabe? E que ela leva jeito, ela tem a confiança. Será que não é tipo assim, ela continua na emergência mais longe do Rob e ela se encontra melhor? Não só ela, né? Ela, Landon.

não sei, viu eu acho que os outros eu acho que os outros tem uma relação mais de Estocolmo com o Rob do que ela, entendeu acho que ela vai, tipo assim, ó eu gosto de Emergência, mas não do jeito que você toca talvez, eu digo assim qual é a mensagem que a série vai querer passar terceira temporada, ela não tá mais aí essa é a mensagem, talvez

Mas eu acho ok também se ela, no meio do caminho, entenda que, tipo assim, talvez eu gostasse muito disso e as experiências mudaram de ideia. Pensando só qual é a mensagem que a série quer passar. Mas vamos ver mais. Vamos ver. Top. Ainda está em aberto. Então, assim, está todo mundo em crise tirando o Itaker, né? Tem o momento do embate. Embate não, né? O Langdon tenta pedir uma desculpa para a Santos. Ela claramente também não diria nada ainda. Dá uma patada nele. O episódio fica por isso. Ah, o Hashimi descobre, né?

o que era, o motivo da treta, que ela não sabia. O antecedente do Langdon, então isso também acho que vai ser motivo de debate. Ainda na passagem de caso, o Duke, lá que é o mecânico barra crush, figura paterna do Rob, ele vem com um alargamento medistinal, que pode ser qualquer coisa, mas óbvio que na série vai ser algo horrível, vai ser um linfoma. Eu só lembrei dos quatro textos, a velha história.

Então vai ter que trazer. Terrível linfoma. Esse é o primeiro. Esse é sempre o primeiro que vem. Timoma ou teratoma e tireótica. Ele até fala. Ele fala a maioria. Aí pra ele vai ser linfoma. Alguma coisa muito ruim. O teratoma sempre me foge. Beleza.

E acho que vai ser linfoma, né? Acho que estão querendo todo dar um... Que vai ser uma neoplasia. E o Rob, que estava doido para ir embora, agora vai ter que ir atrás do diagnóstico dele. Talvez seja o que faça o Rob ficar mais algumas horas a mais. Lembrando que o plantão acaba no próximo episódio, mas tem mais três depois, né? Exato. Então vai ter que render essa história. Alguém que vai balizar a moto dele, então, que vai se ferrar, né?

E aí, pra falar mais sobre a mente perturbada dele, só trazendo uma teoria, né? Ele fala essa frase, né? Referenciando a mãe, onde as pessoas nem sempre respondem ao trauma do jeito que esperamos. E quando a mãe começa a contar...

sobre o... Logo depois que a mãe faz a tentativa de suicídio, vai para uma salinha, o Rob, o Hashime e a mãe, e o Hashime está conversando com a mãe, tentando entender, e a mãe está contando que o filho estava num triciclo. Você quer um triciclo, né? Ele quer uma... Existe uma paradinha de... É um triplo de lenda. Mas existe uma relação, então, da moto com o triciclo. Só lembrar, tá? Não consigo não falar. Tchau, tchau.

bicicleta o menino tava na bicicleta então existe a relação do menino na bicicleta com o Rob na moto e a mãe faz uma pergunta e a Roshimi faz uma pergunta pra mãe que abala a cara dele na hora cara, abala, tipo assim tá crescendo na internet que tudo é uma ideação suicida do Rob

E é isso, porque assim, por que vai ter o close na cara dele na hora que ela fala, você já pensou em se machucar? E a cara que ele faz? É uma cara de que, assim, já. Já? Estou planejando me machucar. Hoje, às 11h99, né?

Cara, é, não, eu acho que o plot todo é que talvez ele tá muito, muito ruim. Não, mas claramente ele tá, gente, pelo amor de Deus. Mas é que antes, muito ruim, assim, beleza. E aí vai, maluquinho, vai pegar a moto e querer dirigir. Agora eu já tô achando que ele vai tentar cometer o suicídio.

que ele tá com algo organizado eu tô começando a achar que sim, que não é só pegar moto e viajar e que talvez agora vai acontecer alguma situação aí desse plantão lembrando daquelas coisinhas assim o Abote falando pra ele você nunca ficou sozinho, se estiver escuro, me liga ele falando pro Itaker se eu voltar pra minha casa se eu não voltar

fica pra você. Se eu não voltar, é isso que eles dizem, se eu não voltar. Então, assim, eu já tô começando a migrar pra não só um acidente, mas sim algo idealizado, né? Isso. E aí o último caso que chega no pronto-socorro, ele chega no começo do plantão, né, mas ele fica dormindo, que é um cara que tava, acho que jogando

Golfe, né? Ele tem um acesso de raiva, ele fica agressivo, é tido como um alitetínico, uma possível intoxicação alcoólica, que foi inclusive sedado por conta do transporte, e aí ele tava em observação no pronto-socorro, o episódio acaba, da maneira mais cruel possível, porque esse paciente acorda, hiper agitado, e vai lá e ele começa a agredir a nova enfermeira, a Ema, a recém-formada.

Que ela é um cristalzinho, né? Ela é um cristal. Ela é um cristalzinho. É uma alma, é assim, sabe aquele pontinho de luz que vai andando entre os ambientes? E aí, pega logo ela e o episódio termina, né? E primeiro... O episódio cretino de terminar assim. Eu fiquei com a dó dela. Muito. Eu não sei como é que ela vai reagir a isso. Tenho muita dó. É.

E aí a gente vai comentar mais isso no próximo episódio, né? Que vai repercutir. Lembrando que a bola e algum profissional ia ser agredido, tá lá desde o primeiro episódio, quando a Dana tá apresentando as coisas pra ela. E fazendo aquele mnemônico. E fala que tem uma frase que quando é frase é porque alguém tá sendo agredido, né? Exato. Só que eu não... Na hora eu não desconfiei que era a Emma, sabia? Eu achei que ia ser outra pessoa.

que ela é um cristal, ninguém vai machucar ela. O roteirista não ia ter essa audácia. Esse roteirista, ele não perdoa ninguém mesmo, né? Pelo amor de Deus. Coitada. É isso, né? Vai be Grey's Anatomy aqui, tá? Poxa. Teorias? Bora, teorias e comentários. Já foram agredidos? Só curiosidade. Eu tomei um chute uma vez. Eu falei, né? De uma vozinha de 90 anos. Não.

Mas foi por muito pouco. Eu dei risada, tá? Foi engraçado, porque me surpreendeu muito a flexibilidade da paciente. Eu acho que você contou no dia que eu falei que eu já vi uma técnica de enfermagem desmaiar. É, por conta de... Um paciente super agitado. A da paciente, ela tinha 90 anos. Eu nem sabia nem que ela conseguia ter tanta mobilidade. Entendi. Eu tava perto do tronco, assim, pro tronco cabeça. O pé veio na minha orelha.

A dúvida é, Luca, se o pé na sua orelha doeu? Muito, mas muito. Mas na hora. O que é de uma senhorinha de 90 anos? Demenciada. Você diz muito.

Tem o nosso amigo, um colega conhecido nosso que foi empurrado pela cabeça do paciente pra uma escada. Você sabe dessa história, né? O paciente deu uma cabeçada nele, ele quase caiu pela escada. Cara, eu preciso me informar depois. É uma pessoa que vai casar em breve. Vamos lá. Teorias e comentários. Teorias e comentários.

o Zeitgeist BR mandou agora faltam 5 episódios, 2 para o fim do plantão qual será a catástrofe que irá acontecer dessa vez para estender esse plantão aí? tiroteio não acho que vai ser de novo, mas provavelmente será algo grande, teorias, eu acho que tem as fogas de artifício, né? e eu não sei se talvez não fique só girando no Rob talvez, sabe? tem agora o caso da Emma pode acontecer uma catástrofe relacionada a ela, sei lá, alguma coisa assim

não, que isso pelo amor de Deus o negócio não é catástrofe a Duda, a Bo a Dia colocou assim, o Pipoca é maravilhoso ao ponto de quase me fazer perdoar a visão perturbadora do Chip e Rob e o Ita não perdoa porque isso é perturbador e não é normal isso era pai e filho com certeza dito isso, fica o meu grande abraço carinho pela equipe, trabalho de vocês nós que agradecemos, a alegria de Verde Pitch foi duplicada

com pipoca. Observação, meu chip de ouro é a Abbott com Al Hashimi, que eu acho que é o mais coeso até aqui. Talvez eu mesmo escreva essa fique na DITWEB fique de olho. Não, não, não. O Abbott já é prometido, amor. Os edits, as fancams, já tem muita coisa. Eu achava tão paternalista também a relação dos dois. Não, não.

Não, não, não. Paternalista. Não, peraí. A galera é vergonha. Mas é que eu achei que... No primeiro, eu achei que ele tava só, tipo, ensinando. Ele é um cara, assim, que ensina todo mundo. Agora eu achei que aquela cena sem camisa ali... Esse vai ser nosso segredo. Ah, peraí. Um segredinho pra lá, Luca. O segredo é que ele não quis abrir um... Ah, Luca, Luca. Pra você ver. Beleza.

A Maria Clara RZ9TS. Fala aí, Jô. Acho que cada episódio fica mais explícito que essa viagem do Rob é uma forma de se colocar em risco de propósito, por questões psicológicas, e não um acidente. O psiquiatra deixa claro que ele não está fazendo acompanhamento, todo mundo fala do fato dele não usar o capacete por escolha. O Abit tem aquela conversa com ele, que a gente falou aqui, né? E o papo dele com o Ita aqui também sobre não voltar, e o amigo dele comentando sobre viajar à noite depois do pontão. Loucura.

Dando entender que seria loucura alguém viajar à noite, né? Depois de duas horas de plantão. E alertando sobre o perigo da situação, mesmo assim, que escolheu continuar. Acho que a série fala muito sobre diferentes formas de depressão nas interlinhas, desde a primeira temporada, mas agora talvez esteja mostrando que alguns casos precisam de intervenção. Tá aí. Bom ponto.

Ótimo comentário. Tem esse ponto do profissional de saúde, da saúde mental do profissional de saúde, ser uma pauta frequentemente negligenciada. A gente que trabalha muito com residente sabe disso, né? Inclusive construindo uma cultura de desconstrução histórica, né? Até da maneira como o próprio residente se mostrava vulnerável nas situações, como uma fraqueza.

Você que não aguenta a residência, você que não é uma pessoa dura, né? Ainda tem lugar assim. Ainda tem lugar assim, quando não é, né? Quando não é. Então, e o ponto, talvez a grande mensagem seja, né? Porque assim, os sinais, os red flags estão aí, né? Muito.

E o acolhimento, às vezes, ele tem que vir, né? A pergunta, como você está? Oferecer canais de apoio, ser um canal de apoio, incentivar e encorajar essa cultura onde a vulnerabilidade é uma coisa boa, uma coisa boa não, né? A vulnerabilidade é uma coisa que é natural, aceitável e que ocorre.

espontaneamente com todo mundo, meio que seria uma maneira da gente suprimir casos extremos, como suicídio, autoagressões, enfim, largar a profissão, coisas do tipo, por conta de um ambiente que é, e aí eles representaram muito bem, um ambiente extremamente insalubre, um professor corrupto.

Não é um negócio natural, nesse ponto o convite tá certo. Cara, isso aqui não é normal, né? Pô, vocês estão de sacanagem, né? E é um pouco disso, então é um ambiente extremo, né? Eu acho que um pronto-socorro dá pra comparar com outros ambientes muito ruins, porque é muita dor, muita coisa ruim o tempo todo, né? Mexe mesmo com a pessoa.

É muito desgastante, acho que pra quem assiste e não é profissional de saúde, é muito desgastante você passar 12 horas cuidando de pessoas graves e mudando a caixinha pra raciocinar sobre coisas diferentes, patologias diferentes. É totalmente compreensível. Eles têm problemas de saúde mental, né? E lidando com o pensamento que se eu tivesse uma estrutura melhor, talvez eu pudesse fazer mais coisas e não tão, né? É, tem isso também.

A série tá versando muito sobre isso e como até a gente lida mal com isso, né? Isso. Como profissional de saúde, né? Aí a Bárbara AG7621, ela trouxe do... A gente fez no episódio passado aquelas perguntas, né? O que você leva pro plantão pra passear? Levar livre fruta pra passear no plantão é um clássico, né?

Você leva o livro, o plantão é caótico Você leva a fruta, aí vem a equipe médica Que só leva a pé de besteira pra você ficar revoltado Com o plantão, e aí você resolve Se mimar, pedir uma comida, um sushizinho Isso aí é muito real Eu levo minha banana, aí tem um bolo lá Bem casado Lembrando que eu ia falar exatamente disso

levar a banana é um perigo que se você esquece a banana na sua mochila no outro dia no outro dia no final do plantão tá lá modificada a banana que tristeza, que tristeza mas é isso aí, concordo totalmente viu Bárbara, e o Marco Ney mandando que o ator que faz o ortopedista né

O seu charme. O Lou Ferrigno Jr. Filho do ator que fazia o Hulk nos anos 80. O rosto quadrado não é de graça. Nepotismo. Não é harmonização facial. É verdadeiro. Mais um Nepo Baby. Mais um.

Aí a Bárbara mandou aqui, né? Quem nunca deu a travadinha de analisar o procedimento pela primeira vez? Achei super verídico. Eu escutei a voz da cabeça dela aqui de casa dizendo, certo, você consegue, passo a passo. A plenitude por fora, escondendo o desespero por dentro. Quem nunca. Lembrou essa figurinha aqui, né? Do piloto de avião.

Lei do manual de como voar. Na saúde tem muito disso. Você vai aprender a fazer a primeira vez o procedimento na prática. Aprender fazendo. Você nunca foi exposto para aquela situação e chegou aquele momento. Um exemplo disso é a cricotirodostomia, algum procedimento de emergência, a gente estuda e tal, mas aí chega na hora, é a primeira vez.

É, não, e foi muito o que vocês comentaram no episódio passado, né? A gente faz todas aquelas práticas em manequim e outros tecidos, bovino, suíno, pra gente poder ter técnica, mas realmente você só vai fazer no humano no momento do vamos ver, né? Exato, e aí na prática a gente dá uma consultada às vezes, né? Como é que faz isso aqui mesmo? Deixa eu relembrar. É lógico. Agora, um paralelo de medicina com aviação, a gente tinha muito a aprender com a indústria.

aeronáutica, né? Muito, muito, né? Sobre segurança, protocolo, procedimento, eu acho que, vixe Maria, né? Eles são exemplos nesse aspecto, né? De melhoria. A Ana, Ani, em BPS, ela mantendo aqui a linha das teorias, né? Acho interessantíssima a relação do Romy com a Samira, acho que isso vai ser importante pra série e pro desfecho do Robin no final da temporada, e pro da Samira também, né?

Javadi tem Mom Issues também e achei... A Samira é a morra, né? É. O Itaker só falta ele colocar no colo. Santos e ele são best friends agora. Agora a Samira não pode respirar errado que ele surta. Ele é bem rígido com o Resident Sênior, né? O cara é, sei lá, saudades colhem, né? É.

Exatamente. Total. É porque ela era a única que conseguia botar limite no Rob. O Freio Moral, né? O Langdon não conseguiu e depois no final da primeira temporada foi expulso. Então só sobrou a Cori pra virar e falar assim ó, você tá claramente cruzando um ponto que você não deveria cruzar.

Leonardo Maeda 4027 mandou o melhor episódio até agora, deu pra ver que o Rob é contra a saúde mental. Mas como vocês achei que a maioria dos recentes são perdidos, não só nos casos, mas na trama, parece que estão apagados. É, eu acho que alguns mais que outros, assim, né, eu concordo, assim. Eu acho que a Maquê teve um papel bem mais importante na primeira temporada que nessa. Nessa, assim, foi, rolou aquele momento ali de ela gostar de flerte, super estranho, uma coisa assim.

E aí agora, assim, também me parece ela ficou muito tempo no caso paliativo e só esse, não fez mais outras coisas. Então, sendo que na primeira temporada ela ficou muito tempo na triagem, né? Sim. Primeira parte do plantão. Então ela também ela não tava ali no meio do caos, sabe? Na pegada, é.

Pois é. Mas acho que a Morra conseguiu ter um destaque melhor agora, um pouco a Santos, né? A Mel também. Apesar de, às vezes, não ser trama necessariamente que a gente goste tanto, mas acho que teve um pouco mais de desenvolvimento de algum deles, né? Tá fechando, né? Senti que tá indo bem. Eu gostei desse comentário aqui, né? É muito bom. Fala aí, Jô.

É, Bbird, isso? Deve ser, né? A Hashimi, Hermione se fosse médica, o Itakir, Rony se fosse médica, o Javadi e Harry se fosse médica. Vocês acham que ela viajou? Não. Eu achei 100%. É quase que isso mesmo, né? A Javadi ali é a filha prometida. O Itakir. Tá bom. E a Hashimi é tipo, tirando da bolsa aquele conhecimento à la Hermione.

Muito bom. Agora tem que pensar, quem seria o Snape do Pronto Socorro, o Double Door, pra galera dar sequência no elo. Continuem a lista, acho que é uma boa nos comentários. Uma boa, eu queria saber dos outros personagens.

Eu já sei quem que é o Draco Malfoy, né? É o Ovo Vídeo. Inclusive, o Jonatas, né? Prometendo muitas coisas nos comentários, colocou lá, eles fizeram essa conversinha. Ah, eles fizeram? Não vai lá do Jonatas. A Francine Magnus mandando, menino, vocês falaram tatuagem, eu lembrei de um fato.

Quando nos preparamos para fazer uma toma ou ressonância, pedem para colocar na anamnésia e existem tatuagens recentes. Já presenciaram algum caso em emergência que o paciente estava inconsciente e precisava fazer o exame e deu muito errado? Eu, como tatuador, estudo sobre as tintas que já foram formuladas para não conter ferro na composição. Alguma coisa sobre isso?

Nunca tive, mas fui ler um pouco para entender qual era o principal ponto que podia ter de associação. E realmente, são as mais antigas que tem ferro ou que tem alguma coisa que é meio que contaminada. Seria ou um óxido de ferro específico, que é a goetita, ou mesmo se ela pode ser também hematita. As tintas que têm esses componentes podem dar uma sensação de dor e queimação local.

Mas pra ressonância, né? Pra ressonância especificamente. Pra tomo não existe essa correlação. Eu acho que a tomo talvez seja artefatação, né? Talvez ali da pele. Tem um episódio do House, vocês sabem disso? Que é um presidiário que ele vai fazer uma ressonância e aí as tintas do presídio lá, os seus justificam, são cheias de ferro e aí quando ele entra no aparelho de ressonância ele começa, a pele do cara começa a fritar ele tem muita dor. Então o que eu tinha de conhecimento era isso, hein? E seriado também.

Mas que bom que você foi até a hora. Mas é isso. Essa sensação. E assim, não achei nada do que eu pesquisei de lesões mais graves. É muito raro, como vocês falam. Pra você realmente fazer ferimento, alguma coisa do tipo. Top. Beleza. A Nisa Angola mandou assim, ó. Beijo de Angola. Gosto muito de vossas reviews. Assisto todos os episódios. Great job.

Boa. Um abraço. Que bom que temos ouvintes de TDC em vários lugares. Essa mensagem foi top. Muito. Geograficamente, será que não é equidistante lá do outro ouvinte? Acho que é mais perto. É mais perto? Acho que é mais perto. Tá. Então você ainda não ganhou de ouvinte mais longínqua do TDC.

Pô, agora me senti mal de não ter essa certeza, hein? É, não sei também. A gente tenta ir no próximo episódio. Deve ser, né, pô? Era na Europa. Enfim. É. É, mas... É. Isso aqui é o Alice Mendes. A cortada que o Pedro deu no Jonas. Foi tão importante a cortada que o Jonas quis nem vir hoje.

ele tá aí na terapia depois daquela cortada do Pedro eu vou confessar que eu me orgulho dessa cortada ele tá muito Rob eu curti essa cortada porque ele fez uma pergunta vocês querem saber? não

Não, querer não. Mas vingaram o Jonatas nos comentários. O Breno Maciel 7535 mandou. Só para constar, o termo puxar a capivara é amplamente difundido em Cuiabá sim. Está faltando a atualização da terminologia cuiabana aqui. Estou por fora, estou por fora. Lembra que eu saí de Cuiabá em 2008. Então tem muita coisa que aconteceu desde então. É isso, é isso.

O Douglas Silva mandou assim, ó. Pra ti, Luca. Quem dera trabalhar na tarde de sexta-feira, quem trabalha na tarde de sexta, a tarde, é fodido mesmo, Lucas. Não é opcional. Porque o Luca mandou que é gan... Ele falou assim, quem trabalha sexta-feira é ganancioso. Eu passei a semana pensando nisso. Caralho, vai ter que falar. A gente já vê coisas piores, né? Porque assim, é desorganizada. Como assim? Você trampa a segunda. Isso aí é... Eu tô citando a escola Jorginho. Jorginho é bom. Jorginho é bom.

O que você falou, Jo? Não, é porque tem essa mesma frase que é tipo, quem trabalha sexta-tarde é desorganizado. Aí eu fico, gente, a gente aqui ó, trabalhando... É, é, é. A título de Curious Dourad a gente trabalha toda sexta-tarde. Todas as vezes. Impulável, tá? É só uma piadinha, gente. Claro, a gente também tá no bonde, tá bom?

E teve um termo levantado no último episódio que foi o Jonatas resolveu, da cabeça dele, criar que ele quer fazer a live de fechamento do último episódio. É porque a interação com os comentários é tão legal, né? Que a gente foi uma coisa que foi construindo, né? Você vê no primeiro episódio, nem era uma coisa tão idealizada assim. Foi formando melhor até. E aí foi o ápice de...

da relação da gente com os comentários é ser real time, né? Eu tenho uma teoria. Eu acho que o Jonathan realmente quer jantar com a galera, entendeu? Caraca, é verdade, é isso. Ele quer bater um pratão com os caras. Bater um prato aqui com vocês e eu e a galera. Caraca, Joane! Temos o nome da live! Jantinha TDC. Liberada a janta.

Top demais. Aí, um pessoal falou que concorda, live sexta-feira e o o Zeitgeist falou até queria ouvir de vocês na sexta, mas acho que live não. Gostamos da edição bonitinha, então por enquanto temos um empate.

Muita gente falando que sim, muita gente falando que não. Então aí, você decide, tá? Se a gente vai fazer o fechamento do seriado numa live com jantinha TDC. A gente vai pedir aqui um... Alguma coisa? Uma pizza. Acho que essa é pizza, né? É. Pizza bem a cara, né? De plantão. Beleza. Fechou. Aí você decide. Se não, a gente grava. Certo? E aí, nota por episódio? Ah, foi uns sete e meio.

Tu achou? É. Eu gostei até desse. Eu gostei. Eu acho que é um oitinho. É, um oitinho. Eu me diverti. Eu também. Mas que ele não pegou fogo, assim, que nem outros. Mas eu acho que, de certa forma, eu gostei, assim. Eu acho que mexeu com o meu emocional, o lance da criança.

Eu achei que foi bom. Não foi ruim, não. Só... Você falou 7,5. Você falou 7,5. Começa a se defender. Eu e o Joane estamos fechados no 8. 8. 8, tá? O outro tinha sido o melhor episódio. É, vocês eram 9. Eu achei que era aqui, tá ligado? Não, ele caiu. O 9 pro 8 é uma queda, mas ainda assim é um bom episódio.

Tá certo. Bem, então, nos vemos semana que vem? Exatamente. Até mais. Um abraço. Deve ser curtido, comentário. Compartilha pra uma pessoa. Uma pessoa. Ou manda pra uma pessoa. Manda pra uma pessoa que você estiver gostando desse vídeo. Lista de transmissão do WhatsApp é fácil. Manda na lista, entendeu? Tá, pode ser. Fechado. Fechado. Fechou? Valeu. Tchau, galera.

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