Pipoca TdC 14: The Pitt - PCR em mulher, nota no Uber, palhaço Pagliacci
Nova temporada do Pipoca TdC no ar!🍿
O Pipoca TdC é um podcast bônus do TdC. Um espaço pra conversar sobre séries, filmes e medicina de um jeito leve e descontraído.
Depois de duas temporadas falando de House, agora é a vez de The Pitt, acompanhando os lançamentos semanais.
É só dar o play e aproveitar!
Jonatas Anovelli
Lucas Cirilo
- The Pittmedicina · saúde mental · suicídio · infarto · eletrocardiograma · posicionamento de eletrodos · RCP · crise de ausência · sistema de saúde dos EUA · casos médicos
- Interações sociaisdinâmica de equipe · feedback · constrangimento social
- Cultura PopMr. Roboto · Gilligan's Island
Fala, querido ouvinte, querido telespectador. Tá começando mais um Pipoca TDC especial segunda temporada de The Pit. Eu sou o Jonatas Anovelli. Eu sou o Lucas Cirilo. E eu sou o Pedro Magno. Estamos no nosso penúltimo episódio, né, Jonatas? Penúltimo, não é tudo que é bom, dura pouco. Dura pouco, bem pouco. Fala só 15 semanas. 15 semanas, nada. Já são 15 semanas. Nossa, pra mim passou aqui como, nossa, como...
Corta pra mensagem do WhatsApp agora. Eu não estou aguentando mais, chefe. Tô brincando, tô brincando. Estou cansado, chefe. Cara, mas eu tô ficando um pouco nostálgico, assim. Porque eu senti que a gente fez grandes amizades aqui nos comentários, né? Sim. A gente criou um público ali fermoroso e fiel, né? O galera que gosta de comentar. Bicho, quer ver? Inclusive, ó. Aliás, antes, né? 14 episódios e eu não aprendi, né? Só vinheta.
Beleza, vamos começar aqui então, Luquinha? Solta na tela aí pra nós os comentários iniciais pra gente começar o nosso vídeo. Hugo Lopes, Victor.Ugulopes. Olha aí, sempre vocês me acompanham na volta do plantão. E pela primeira vez estou vendo o rosto de vocês pelo YouTube. É.
Isso quer dizer que ele tá dirigindo sem olhar no celular. Perfeito. Antes ele só dirigia, mas ele ficava só ouvindo a gente. Porque ele tava dirigindo. Coisa que absolutamente ninguém faz. Gente, inclusive ele foi um face review, né? Qual foi o face review mais top que você já viu? Eu tenho o meu. Passa o slide aí.
Mr. M nos anos 2000 vocês lembram disso? eu prefiro não acreditar ele parece o Daniel, o cantor quem lembra aí do Mr. M eu lembro que ele irritou muito os mágicos na época porque ele começava a revelar uns truques no Fantástico Mr. M é isso aí galera próximo comentário
Dá pra ver muito bem quando é o Jonatas que separa os slides. Quando é... A gente rodizia, né? Cada hora, outra semana, um. Hoje, se me prepara. Vem com a gente nesse episódio. Vem que tá recheado. É o Jonatas que preparou, tá? Vem que tá recheado. Vamos rir, galera, porque tá acabando. Não vai ter mais, tá bom? Então vamos aproveitar. Aproveita. Flávia Anel. Farias.
Lê aí. Um minuto antes ele tava batendo uma saudade. Agora você aproveita enquanto tá aqui. Vamos lá. Flávia Nel Farias. Como é bom receber notificação de vocês. Semana começando da melhor maneira. Sinceramente, o Rob já tá completamente delulu precisando dar uma volta mesmo, né?
uma volta. Cara, eu lendo os comentários aqui, eu rachei esse delulu, pô, eu nunca tinha ouvido isso aí. Pô, eu tô completamente delulu das ideias. É famoso, famoso. Se o dar uma volta é um eufemismo pra alguma coisa, né? Cara, eu acho que ele... Talvez ele não dê a volta, ele dê apenas a ida, tá ligado? Sem volta, né? Sem volta. Vamos lá.
Cyanic2026 Grato aos meus preceptores do internato que indicaram vocês, aprendendo de forma leve e dinâmica Pô, sabe os preceptores, hein? Sabe os preceptores, valeu, preceptores do internato da Cyanic, não sei o nome de vocês, mas se quiserem deixar um comentário, a gente manda um grande salve. Fechou. Pra fechar Marcelo Paiva, 550-60 Vocês me salvam no trânsito de São Paulo. PS, achei estranho não utilizarem pratrópio no paciente antes de pensarem no resto O expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive
Jonathan, só que existe uma coisa aqui, ó. Um dia que o trânsito São Paulo tá muito cheio, é na sexta-feira à noite, tá? É mesmo? É verdade, é verdade, né? Eu ia estragar a piada, eu ia estragar a propaganda, porque eu ia falar o seguinte, que agora com os home offices, né, a galera tem muitos empregos aí que estão adotando a sexta-feira como o dia livre. Não precisa nem pegar trânsito. Aí não precisa ter trânsito. Pô, Pedro, essa informação não é verdade. Mas agora é. Por quê, Luca?
Porque teremos jantinho TDC. Essa arte ficou absurda. Obrigado. Dia 17 de abril, sexta-feira, às 8 horas da noite, você vai poder jantar no trânsito com o TDC. Pessoal, ao mesmo tempo. Ao mesmo tempo. Comer um pizza ali. Já pensa no que tu vai pedir. A gente aqui vai pedir talvez uma pizza. Uma pizza mais fácil, prático.
Mas pensa aí na tua casa. Pô, vou pedir uma funha chinesa, pedir um... E comenta. Na live a gente vai querer saber o que vocês estão jantando. O que vocês estão jantando. Que a gente vai jantar em loco aqui. Já aviso. Cuscuz Paulista é banimento sumário da live. E vem pra live, né? Vem pra live. A gente vai comentar o último episódio, a Cisa Finale. O episódio, o Cisa Finale vai ser na quinta-feira. Sexta-feira a live onde a gente vai comentar.
Vamos aproveitar e fazer um resumão da temporada, né? Trazer tudo que a temporada trouxe de melhor e de pior, né? Poder falar bem, falar mal. É bom que a gente analisa o arco inteiro. Às vezes a gente fica analisando episódio por episódio, a gente não consegue passar tudo que aquele personagem passou na live e vai rolar. Então a gente vai analisar o arco do Whittaker, o arco da Mohan, e vamos falar também dos piores casos que a gente viu, o que a gente não gostou, o que a gente apaia. Vamos jantar, né? Vamos ler essa.
Vamos seguir? Hora 14, galera. Esse plantão aí já foi há muito tempo. É de que hora? Que hora aqui? É das 8h às 9h. Em minha defesa, ontem eu saí era 8h02. É isso que eu ia falar. Eu já tive plantão que eu saí das 9h também. Mas não era régua. Vocês não acham que a galera tá dando uma forçada na barra? Porque assim, ó...
O que eu entendi é isso. Eles estão ali porque eles estão meio presos. Porque o sistema voltou agora, eles têm que digitalizar tudo. Mas os caras estão indo lá se enfiar e procurar a casa, tá ligado? Ah, chegou um casinho aqui, vou dar uma olhadinha. Fica procurando. Chama o Rob, que caiu a casa aqui, mano. Não é, irmão. Ele já acabou o plantão dele. Pra que ele vai chamar o Rob se o doutor Jack Abbott está ali na cena, né? É, complicado. Bom, vamos seguir então. Qual que é o primeiro caso que a gente trouxe aqui? Opa, mais um.
Mais uma dor no peito, mais um esteme, né? Mais um esteme. Um infarto com supra, né? Como será que eles vão nos surpreender dessa vez? Que a grande motivação dessa personagem, dessa paciente, é falar que o eletro era negativo na ambulância, e por isso não era um infarto com supra, só que rolou um problema de eletrodo aqui, né? É. O Rob já bate o olho ali, parece que é um problema recorrente, aí já teve outros casos.
que ele questiona muito o posicionamento ali do eletrodo, que tava muito pra baixo ali da linha mamilar. A gente trouxe mais. Só que antes, só explicando a frase, eletronegativo para infarto com supra GST. Então é um infarto sem supra.
mas que ainda tem dúvida se é de fato uma dor que precisa ser valorizada e precisa ser internada, ou é uma dor não anginosa e não precisa ser. Uma maneira de ajudar nessa estratificação é o score heart, que quando dá acima de 3, é um paciente que já existe um risco intermediário, talvez ele precisa internar pra ser estratificado pra entender o que tá acontecendo com essa dor.
É uma paciente que tem outros critérios, né? Ela tinha uma dor bem importante, refratária, medicação, já é um sinal de que talvez seja algo mais perigoso, mas ele quis mostrar esse aprendizado do score heart aqui, né? Perfeito. Próximo slide? Bom, próximo, mais um, mais um. Pronto. Eu queria saber aqui de vocês qual a relação dessas quatro imagens, né? System of a Down, Cher, Kim Kardashian e a interna que tá ali atrás? Tempo!
Ninguém? Os quatro são descendentes de armênios. Ah, sim, é verdade. Inclusive, não, é isso mesmo. Os quatro sim, né? Porque o Sistema Federal é uma pessoa só, né? O senhor Sistema Federal. Que são compostos por quatro. Então, na verdade, temos aqui quatro, cinco, seis, sete descendentes de armênios aí, né? Gostou dessa curiosidade? Não, incrível. Não tinha linkado de primeira, tá? Perfeito, vamos lá. Aí tem, ela voltando para o caso, né?
sem quebrar de maneira nenhuma ali de raciocínio, ela percebe que os eletrodos estão posicionados errados, né? Estão muito baixos. Estão fazendo um elétron no intestino dela pra chegar no estômago, né? Mas aí, assim, o que acontece com o caso é que ela para, né? No exato momento que o Rob percebe que o eletrodo tá mal posicionado, ela dá uma paradinha faz uma TV ela identifica que é uma TV sem pulso E aí
choca, faz a desfibulação e aí, ele se colhendo pra tela virou o ritmo sinusal e eles... Brasil, tudo certo. Brasil, tudo certo. Eu queria aproveitar esse caso pra trazer que esse não é o recomendado. O recomendado... Já teve esse erro na temporada passada.
A gente comentou disso. É verdade. Eu, na temporada passada, eles não estão fazendo a CLS. Eles não aprenderam. E aí, eu quis trazer esse artigo de 2015, que é referenciado nas diretrizes da CLS, tanto americana quanto europeia, sobre essa questão. Eu preciso voltar as compressões imediatamente depois de aplicar o choque? Porque hoje é o recomendado.
Se você aplicar o choque, você não pode aplicar, tô com uma FV, tô com uma TV sem impulso, faço a desrebrilação, ah, vou ficar agora vendo se voltou. Ah, não voltou, volta a aplicar o choque. Esse não é o recomendado. O recomendado é, vá direto para as massagens, você vai descobrir se o seu choque deu certo daqui a dois minutos, que é o tempo desse ciclo, tá? Chocou, comprimiu, fez a compressão, né? Chocou a compressão, dois minutinhos.
Checa pro seguinte. Aí eu vou checar. Isso, aí eu vou ver se o meu choque de dois minutos atrás deu certo. Isso é explicado em partes por esse artigo, que mostrou que do momento do choque até a hora de voltar, existe um delay muito grande, tá? Cara, muito top essa tabela, hein? Isso, olha aqui, ó.
O intervalo médio onde as pessoas ficavam em assistoria depois do primeiro choque? Em segundos. 69 segundos, tá? Então, e até a volta do ritmo organizado é 64 segundos também em média. Dois minutos tem quantos segundos? Tem 120. Projeto.
Então é o tempo suficiente aí dele voltar e fazer. Perfeito, tá? Então eu tenho um período de tempo onde o choque deu certo, o paciente vai retornar no ritmo chocável, mas mesmo assim, eu ainda não tenho atividade elétrica nesses primeiros segundos imediatos. E mesmo que tenha... E mesmo que tenha, Luca, gostei do teu gancho. E mesmo que tenha, quando volta, volta em atividade elétrica sem pulso.
tá? Então pra eu voltar num ritmo sinusal, que seria um ritmo com pulso, é só 6%. A maioria, quando volta, volta com atividade elétrica, mas com ausência de pulso. Então vou ter que fazer um pouquinho mais de compressão depois. Isso, mas a ideia, Jonas, é que mesmo se você olhou atividade elétrica, voltou. Não. Às vezes tem atividade elétrica. O coração ainda não tá conseguindo gerar perfusão suficiente pra fazer pulso, o cérebro tá indo pro saco.
Não, a gente vai comprimir. Continua, cumprir mais um pouquinho, depois checa de novo. Esse é um dos principais trabalhos referenciados nas egetrizes, mostrando que depois do choque, você não deve ficar perdendo tempo, esperando pra ver se voltou. Se voltou, vê. Ou você só vai interromper se o paciente mostrar sinais claros de que ele voltou. Ele começar a fazer movimento, ele começar a recuperar a consciência, aí beleza. Você não vai falar assim, ó, senhor, fica parado aqui que eu vou comprimir. Mas lembrando que ainda existe a questão da paciente manter a consciência durante a compressão.
Mas ela, no caso dessa paciente, ela não retorna à consciência. Eles olham o ritmo, falam assim, ó, voltou. Tá em ritmo sinusal. Eventualmente ela acorda, por acaso. Isso, aí lá na frente ela vai acordar. Então tem que ter o aprendizado que aplicou o choque, vai fazer as compressões durante dois minutos. Aí na próxima vez que você for checar, aí você vai decidir se precisa ou não precisa, se voltou ou se não voltou. Mais um caso de infarto, mas sempre a gente traz um negocinho diferente pra discutir. Uma nova informação. Back pitch.
0, TDC 1 E o D, beleza O placar começando agora Igual o Oscar fazendo gol do 7 a 1 Na minha cabeça é 1 a 0 E esse caso Eles usam como mote Para fazer uma outra discussão Social que é relevante Que é sobre A Exposição da paciente Do sexo feminino
Isso, é a não preparação médica adequada pra atender as pessoas do sexo feminino. Onde eles olham e falam assim, você posicionou o eletrodo porque estava com medo de encostar no peito dela e por isso você colocou mais pra baixo, só que isso, ao tentar se proteger e proteger a paciente, você acabou prejudicando ela porque não colocou o eletrodo no local correto, né? Não teve exposição ali do tórax, da mama, enfim.
Aí rola até o momento do Rob que ele ultrapassa um pouco o limite do feedback. Um pouquinho, né? Só um detalhe, né? Um pouquinho o limite do feedback. Só quem prefere morrer ou... Levanta a mão. Levanta a mão, né? E o Parametric, ele fala bem assim, ó. Você poderia ter feito isso de maneira mais discreta, né? Acho que até tem esses lives, né? Talvez. Tem, tem? Talvez tem. Agora, vamos comentar que a Al Hashimi elogia.
Pois é, cara, eu achei meio... Ela vai ser obrigado pelo feedback. Mas eu teria feito de maneira mais sutil, né? Ela fala isso, ela fala isso. Morde e assopra. Ah, beleza. Beleza. Aí, só pra trazer essa discussão sobre esse tema, esse é um trabalho de 2025, se eu não me engano.
Onde eles pegaram alunos de, se não me engano, é de enfermagem pra avaliar como é que é a RCP deles, tá? Quando eles colocam diante de um boneco feminino. Não é nem pacientes. Boneco. Boneco masculino versus boneco feminino, tá? Por quê? Qual que é a discussão? Todo mundo treina RCP. Cara, eu acho que eu nunca vi um boneco feminino. Eu tô pensando aqui agora, eu nunca vi. Esse é o ponto.
Só aqueles que simulam, tipo assim, gestante, né? Perfeito, perfeito, Jonas. É esse o ponto. Por quê? As pessoas não treinam em bonecos femininos. E aí quando chega na hora de fazer, na hora H... Perde os referenciais, fica fazendo coisa errada. Rola atraso. Olha a primeira aqui, ó. Tempo pra começar as compressões. A primeira... A coluna do meio aqui é masculino, a coluna da direita é feminino, tá? 9 segundos versus 14 segundos. Cara, foi o menor sentido.
Cara, demora pra começar, tá bem? Demora pra posicionar os eletrodos, tá? Olha, as últimas duas linhas. Posicionamento correto das mãos. Quando é masculino, 97%. Quando é feminino, 57%. Caraca, loucura. É loucura.
e de baixo é usar o DEA de maneira correta também cair de 100% pra 98% pra 31% o Rob fala isso, ele fala que aumenta muito o risco na mulher é bizarro mesmo e é uma dúvida que é muito comum principalmente quando você começa a trabalhar quando você entra na residência ou tá ali no internato mesmo, como que eu faço? será que eu preciso de espia mulher? será que eu preciso tirar o sutiã?
Como que a gente se importa nessa situação? E a gente entende que existe uma dificuldade de será que ela tá parada ou não tá parada? Será que ela tá inconsciente? Como é que eu vou abordar, né? O ponto é, se você de fato reconhecer que existe uma parada cardíaca, você tem que fazer de tudo de maneira correta. Mas assim, algumas coisas, tá? Primeiro, posicionamento das mãos. Não tem diferença. Não tem diferença entre homem e mulher. É o mesmo local do externo. Então, essa trava que você tem é uma trava muito mais sobre...
um pouco de social, um pouco disso de pô, será que eu tô encostando? Sei lá. Mas não é pra ter uma postura diferente, tá? Engraçado que na série eles até citam o problema ali de processo, muitos fazem porque tem medo de processo, ele fala isso na série para os paramédicos. Eles têm o contexto do pré-hospitalar, que eu acho que é um pouco mais completo do intra.
No intra, eu não vejo muita justificativa. Você tá dentro do serviço de saúde ali. É isso. Agora, o problema é, por exemplo, o cenário. Aí tem um constrangimento social que, eventualmente, eu entendo a origem do problema. E que, talvez, quem não tem o treinamento adequado pode acabar incorrendo aí nesse tipo de viés aí, essa disparidade gigante aí que mostrou. Sim. Doideira.
Já os eletrodos, pra fechar, de fato existe uma recomendação, principalmente na diretriz europeia de parada de ACLS, tá? Que é você tentar jogar o eletrodo lateral o mais longe da mama possível, tá? E se você não conseguir, lembrando que existe uma outra maneira de fazer o eletrodo, que é o ântero posterior.
E aí você coloca um pouco mais em cima da mama o anterior e o posterior, aí você vai colocar bem posicionado e não vai ter problema nenhum. Então existe a ideia de que se você tenta fugir um pouco da mama quando a gente tá falando de choque, porque vai aumentar a impedância, vai dificultar a passagem do choque, mas é posicionar lateral. E se mesmo lateral você achar que não tá sendo o suficiente, não tá conseguindo, aí você coloca o anterior e o posterior. Ok, né, Eduardo? Se você vai lá em sequência, o que eles fizeram. Pois é, né? Aí você faz as duas, guarda as duas e...
diminui esse choque um intervalo ali de 1 em segundo. É muito legal. Esse foi um dos mais legais, tá? Um erro que eu vejo muito, pessoal, no eletro, é que todo mundo coloca V1 e V2 no segundo espaço tecostal. E é no quarto, né? Então fica muito alto. Isso aí gera um falso bloqueio de ramo direito, né? Nas derivações V1 e V2. Pois é, e é engraçado que a maioria dos elétrons vem com até o desenho, assim, onde é certinho que você tem que colocar, né? Enfim.
Mas é isso, eu acho que é um caso... Aí rolou, né? Podia ter falado em particular. Mas eu acho que é um caso que, assim, ele é rápido, né? Ele ocupa muito pouco tempo de tela no episódio, mas eu acho que ele tem uma mensagem muito atual, tá? Sobre esse artigo ali, do posicionamento das masquinhas de 2025.
Então é uma discussão muito atual sobre a falta de treinamento e a falta de preparo pra se lidar com essa situação. O Bosco ali, ele ficou com uma cara infeliz. 45 graus. O Rob ficou falando tanto o nome deles e quando ele chega, ele dizia chegaram vocês. Ele vai dar um socaço. O nome dele era Bosco e o outro... Lembra daquela banda? João Bosco e Vinícius. Era o Vinícius, né? Não, mas Deus.
Bom caso, bom caso, bom desfecho. Muito bom. Ótimo. Vamos para outro caso bom? Olha aí que interessante. A gente apostou aqui no linfoma, né? O senhor Duque, erramos, né? Era a horta. Olha aí. Era a horta. Depite 1, TDC 1. O Duque, no fim, ele aceita que vai operar, né? Eu acho que sim. Eu acho que sim.
beleza, é isso aí, né? a gente vai falar um pouquinho mais sobre isso mais pra frente, né? mas a gente quer falar mais sobre a conversa dele com o Rob que eu acho que teve mais relevância vamos mais pra frente olha aí, né? essa parte foi interessante, né? o Rob chega ali meio... o cara tá sem nada pra fazer, né? tá cheio de paciente lá
Oito horas da noite. E fica caçando interno, né? Pra fazer palhaçada. Enfim. Aí a menina lá, mandando um vídeo, fazendo um vídeo lá pro Jesse, né? Pro enfermeiro lá, tentando achar ele, etc. E aí ele chega e fala, você tá gravando seu TikTok, doutora Jane, né?
Eu imagino que você colocou um ok boomer aqui, né? É, total, né? É um ok boomer bizarro. Ele não espera ela falar. E é muito cenário de filme, novela, série, onde ela vai falar a resposta certa e ele... Não, não me fale mais nada, que eu sei que você está fazendo isso. Cara, eu senti uma vibe Chaves aqui. Formitíssima. Ah, Dona Florinda, não sei. O Chaves salvou o dia e o professor Jarafales não está deixando ele falar. Exatamente, exatamente. Mas aí a Dona Florinda... A Dona Florinda.
Aí a Javad, ela dá uma cortada. Não, porque eu sei que na sua época não tinha celular e tal. E ele fica meio doido. Ele fica meio doido. Não tinha. No começo. Talvez no começo. Mas, mas, por que eu trouxe esse slide? Cara, pra gente aproveitar e fazer aqui uma divulgação importantíssima. Porque pra quem não sabe...
O TDC tem um... Existe um TikTok do TDC, tá? Que é atualizado diariamente. Todos os dias. Vocês podem me cobrar. Todos os dias sai vídeo, tá? Alguns mais engraçados, uns cortes originais, tá? Esses dias aí, ó, sai até um vídeo com uma co-participação nossa com o TDC da Índia. Depois vocês vão... Bollywood. Vejam lá. Bollywood. Cara, esse vídeo tá aleatório. Cara, é tranquilamente uma das coisas mais aleatórias que eu já vi. Pelo amor de Deus. Vamos lá, vamos seguir. Bora. Da mesma maneira como ele chegou no seu celular, né? Que isso, né? Cara, que isso, cara.
Mas vamos lá. Cara, essa cena que a Dana, eu esqueci o nome da atriz que faz ela, cara. Eu acho que ela talvez tenha sido uma das melhores atuações. A gente, pessoal... Tu sente, né? Você sente, assim, como ela tá... Primeiro que ela mesmo já está mal, por outras razões ali. Mas, assim, tu vê o sofrimento dela pelo Rob, né? Como ela sente ali que ele não tá bem, que alguém precisa fazer alguma coisa. Acho que ela é a primeira que percebe aí, desde o começo da temporada, que o Rob não tá muito legal, né?
E ela vai falar quem? Quem que ela vai chamar? Jack Abbott. Jack Abbott. Mas o doutor Jack Abbott, para ali bater um papinho com o Rob, que acho que vai ficar para o próximo episódio isso aí, né? Cara, e aí tem uma cena na sequência, né? Que é, vão transportar aquele paciente da CAD, que depois sofre o acidente, que chega com hipertensão intracraniana.
O Rob pergunta se a Mohan tá bem. Ela fala, não, tô nada bem. Aí ele tenta fazer ali um papel de dar uma apaziguada depois de ter... Que você não tem culpa, aí ele é responsável pelo próprio... Aí ele fala assim... Ela fala assim, mas ele é culpado por ser diabético, né? Aí ele fala assim, não. Ele é culpado por não ter escolhido um ponto mais alto pra ter pulado.
E olha quem tá ali atrás, na imagem, lá no cantinho. Aí ele fala essa frase absurda. A Mohawk já tava abalada, deve ter ficado pior ainda. Só que quem ouve é ninguém menos que ele. Os ouvidos atentos do doutor não sei o nome. O psiquiatra ouviu e ele fica bem incomodado com a fala. E ele vai atrás do Rob e ele vai assim. E aí até com um tom meio...
Pois é, mas você não achou que ele ia vir com mais? Eu senti. Eu falei, me senti desrespeitado, Rob, não sei o quê. Mas você me liga com qualquer coisa? Eu vi que você falou sobre pular mais alto.
Me liga, hein? Caraca, mano. Mano, tá tudo bem? Não, tá tudo bem. Beleza, então você liga. Eu vi que tu falou uma das frases com maiores tendências suicidas nas últimas 12 horas. E eu acabei de fazer uma pergunta de tendência suicida e você me confirmou. Então você me liga. Coincidentemente, tem uma paciente com tendência suicida internada agora aqui. A gente precisou internar pelo risco.
não, me liga aí qualquer coisinha vamos marcar, cara, mas esse episódio eu senti que ele foi todo todo mirado no Rob, acho que ele foi o grande astro da série em geral, mas assim desse episódio em si, acho que o clima de tensão dessa temporada que não veio de um super desastre, ou do tobogã que a gente achou que ia vir, ou do sistema que caiu mas sim da da
Tensão da possibilidade do Rob Atentar contra a própria vida Uma tentativa de suicídio e tudo mais E a gente fica O episódio inteiro Ali, né? Pô, ele vai fazer alguma coisa Ele vai embora Parece que tá pior Pois é, ele tá indo Nesse efeito vai e vem Até que ele explode ali Conversando com o sensei dele Que eu esqueci o nome agora O seu Duke Logo no começo do episódio Os paramédicos tentam salvar a vida dele E a...
Por amputar a vida da motoca do Rob. Muito triste, né? A moto que a gente achou que ia ser a grande protagonista da série. Ela foi. Inclusive a ambulância. A gente achou que o Rob ia morrer ou se acidentar nela e na verdade ela que morre. Só que infelizmente pro Rob o mecânico dele estava no pronto-socorro. Ele consegue. Olha que perfeito. Olha que perfeito. Quem sofre um acidente? A moto. E aí tem o emergencista de moto ali pronto pra viver. É uma emergência completa. Sabe o que parece isso aqui?
um ciclo sem fim um ciclo sem fim é engraçado porque assim quando batem na moto todo mundo fica desesperado o coitado Itaker não conseguiu nem levantar lembrando que assim vamos só pensar nessa cena, isso foi logo depois que caiu quando o Rob volta a moto tá no chão então o Itaker
soltou essa moto e falou assim, ó, não fui eu, vida que segue, porque não é o Itaqui que vai falar pro Rob. Ele só vaza, tipo assim, mano, quanto menos eu for visto pra ter essa moto, melhor, tá? E legal, olha que, como essa série foi bacana na construção, que já teve um foreshadowing, né, lá atrás, que o Itaqui, o Itaqui, o residente que vê a moto e fala, nossa, essa é a moto do Rob, que moto legal, né?
Então agora ele tem certeza que essa moto é do Rob e ele vai lá só conhecer a B. Qual é o nome desse tipo de moto que ele tem? A Estradeira? Tem um seu nome em inglês. É porque essa moto é tão pesada. Porra, demais, cara. Se você cai tosco, parei no farol e caí de lado. Ela já desmerilha a tua perna, porque é tão pesada essa moto.
Cara, eu gosto muito do verbo desmilhar. Gosto muito do verbo. Tá bom. Ok. Enfim. Bom, cara, e aí, esse cara aí, o motorista da ambulância, né? Ele fica todo... Ai, meu Deus, né? Nossa, o Rob vai me matar, tal. Mas sabe o que eu achei que ele parece? O filho... Passa aí. Filho do Tom Hanks. Colin Hanks. Vocês não acharam, não? Porque eu passo pensando assim, tal. O Shanks? Boa. Mas eu acho que não é, né? Depois eu vou pesquisar, não é, não. Mas enfim. Não, desculpa. É só um... Valeu, Jonathan. Pera lá, pô. Vamos seguir.
E aí o filho do Tom Hanks derruba a moto do Rob, né? E ele chama lá o seu amigo Duque, agora já trajado como um motoqueiro, como ele é, né? Botou o jaleco dele, né? Botou o jaleco. Ele se paramentou. Botou aqui, ó, o esteto aqui, ó. Isso é paramentação dele, tá?
falou, bom, agora eu tenho um aneurisma muito grande no meu peito, mas eu tenho um tempinho pra consertar a sua moto e servir também como terapeuta. E aí ele começa aqui a falar, aí parece que ele tá falando da vida dele, já fiz muitas coisas ruins, a minha vida, etc, me arrependo e tal, mas aí na verdade ele está ensinando uma valiosa lição, conversando ali com o seu mentorando, o Rob.
E o Rob fica completamente, cadê, meio palhaço pagliate da ideia, né? Dessa conversa aí que passa, essa sensação, né? O que consiste o palhaço pagliate, Luca? A parábola do palhaço pagliate é onde um dia, no consultório, o médico... Você cai pro corte pro TikTok, tá?
Você conhece a palavra do palhaço palhante? A gente vai fazer em loop. Um dia o médico recebe no seu consultório um paciente que a queixa dele é que ele não se via mais realizado no trabalho, ele se via triste, ele não encontrava mais sentido nas coisas. E o médico fala para ele, mas olha, hoje eu tenho para você o remédio.
Você deve ir no show do palhaço Pagliate. Ele vai te animar. Ele anima qualquer um. E aí o paciente olha no fundo dos olhos do médico e fala, doutor, eu sou o palhaço Pagliate. Logo depois uma música triste do Naruto. Mas enfim, por que eu tô falando nisso? Porque ele até fala, né? Você salva muitas pessoas aqui e tudo mais. Mas o problema que tem agora é você, né? Você, aí ele tá passando uma situação, talvez você seja o paciente agora.
pelo menos é isso que eu interpretei da série, né, e ele começa aqui sim, a gente, pra quem não tinha percebido, né, mas cai a máscara aqui que ele realmente tá pensando em suicídio, né, ele fala assim, eu não sei se eu quero estar aqui agora, aí o Duke não entende, né, ele fala, não, eu também não aguento ficar 15 minutos lá dentro, ele fala, não, não
aqui dentro é o único lugar que eu consigo ficar. Fora daqui, que é onde eu não estou vendo muito sentido. Aí o Duque ainda dá uma lição ali, essa é a mensagem que você quer deixar para os seus alunos, para os seus estudantes, tipo, vai ser isso, né? Que você fugiu, e aí meio que ele entra lá, foge, vai atender um caso e fica por isso, né?
Pois é, cara. Eles chegam ao ápice onde dois homens que não fazem terapia conseguem chegar, tá? Eles foram muito longe. Mas ele conseguiu quebrar, ó. Tem olhos vermelhos ali, tá? Pois é. Eu gostei dessa cena, sabe? É uma cena pesada. Eu acho que é uma cena de...
de conclusão de muita coisa, né? Eu falei e fui criticado nos comentários sobre como o Rob vem se tornando vilão, a maneira como ele está se comportando com os outros personagens. Eu ainda mantenho essa posição, mas eu queria ter visto, acho que, mais desse Rob fragilizado. Eu entendo que existe também uma construção pra chegar até aqui, né? Mas talvez... Mas eu gostei. Cara, mas eu gostei das críticas a você. No sentido de... O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O O
É bom estar do lado certo uma vez, né? Tô brincando. Mas eu acho que eu não vejo ele como um vilão, assim. Eu vejo ele talvez como um anti-heróizinho, um anti-heróizinho, não, né? Um anti-herói, né? No sentido de que, assim, pô, o cara é bom, ele é intrinsecamente bom, ele quer o bem nos pacientes, ele quer o bem das pessoas ao redor, dos estudantes, etc. Mas ele tá numa crise. Mas, pô, o cara não está bem, pô. Ele não está com saúde, né? No caso, saúde mental. Eu só acho que...
Eu acho que essa cena teria mais... Meu ponto é, essa cena, ela teria mais impacto se o Rob não tivesse feito algumas coisas nos episódios anteriores. É isso. Eu entendo que ele faz as coisas nos episódios anteriores porque ele tá quebrado. Mas eu acho que eu teria tido mais impacto e eu teria me envolvido mais emocionalmente com essa cena se eu não tivesse lembrado dele destratando a Dana, se ele não tivesse destratando a Emma, se ele destratando a Mohan, tá ligado?
que essas cenas não surgem pra mostrar tipo assim, pô, é igual o bagulho do Coringa, né? Pouco sutil, né?
ela deixou muito claro desde o episódio 2 que a moto, que ele ele não precisava ter sido tão babaca isso, é porque só tem duas versões do Robin, é como se tivesse só duas versões ou ele é extremamente atencioso brigando com o Langdon porque o Langdon foi grosseiro com a Santos ou ele é o babaca que não consegue fazer nenhuma valorização de carinho parece que ele não conseguiu ser sutil e ser algo um pouco sorry
Eu senti que na série foi um bagulho assim, meio liga e desliga. Tinha cenas que ele tava muito de boa, tipo assim, ah, dando bons olhos. Tipo com a Mel, com a Mel, com a Mel ele é. No mesmo episódio, né? Isso, isso, isso. O Mel e a Lendo, ele mudou totalmente, no mesmo episódio aconteceu isso, né? Mas será que não é assim?
quando você tá triste, cansado, né? Ah, eu acho que não. Você acha que não? Eu acho que foi forçado. Eu acho que forçou muito o outro lado. Eu entendo que ele tava num caso de burnout, assim, é porque eu acho que o extremo dele, o range dele era muito alto, né? Eu acho que se ele tivesse mais aqui ou mais aqui, eu acho que faria mais sentido, né? Sei, sei. Não me incomodou, assim, mas eu entendi.
Bom, vamos trazer aqui pro debate a Débora, né? Débora Aguirre. Ela fala assim, ó, a síndrome de se eu não estiver aqui, o mundo desaba, é terrível. Eu penso que o Rob acaba se tornando uma pessoa insuportável na medida que ele mesmo não consegue suportar aquilo ali, mas ao mesmo tempo tem esse peso que ele impõe pra ele mesmo, né? É, parece que assim, cortando aqui rapidinho ela, parece assim que o episódio, a série inteira, né? O que impede ele de fazer alguma coisa não é a valorização da própria vida dele ou de quem ele é. É o dever dele.
dele ali. É o dever dele de deixar tudo ali, que é a única coisa que esse cara tem na vida, o cara mora sozinho. E que ele valoriza. Que ele valoriza e aquilo ali que tá prendendo ele. E vai ser poético, assim, quando as pessoas ali realmente convencerem ele, né, que a vida dele tem valor, etc. Eu acho que é... Porque elas gostam dele por quem ele é, não pelo que ele faz lá na emergência, né? E aí, continuando a Débora, né?
além de deixarem claro que ele não tira férias há muito tempo, viu? Por que a CLT é bom? Dá um ano, irmão. É obrigatório, não é da sua escolha. O que aumenta essa questão de se eu só faço isso, o que acontece se eu parar tranquilamente uma mesa com psicólogos e psiquiatras pra desmontar essa dinâmica dele e talvez trazer essa perspectiva em relação aos profissionais de saúde. É, essa frase final dos profissionais de saúde tem muito na medicina, a Joy trouxe um pouquinho dessa...
trouxe, dessa pitada de discussão que é assim, tu vai viver na medicina e aí você vira o que além da medicina, né, porque aí é anos de treinamento e muito tempo dentro do hospital, muito tempo em prática, em treinamento e você...
e o que mais? Você lê o que? Faz o que além disso? Até quando a gente sai entre médicos, o papo é o que? Medicina, falar de caso, não sei o que. Aí chega alguém na mesa que faz qualquer outra coisa, o cara parece que sabe tudo do planeta. E aí você fica meio raso. Qual o seu hobby? O meu hobby é tocar música.
E o seu, Pedro? Videogame e Twitter. E xadrez. Xadrez é nem meu hobby, né? Agora, talvez é uma necessidade básica. Chamar Twitter de hobby é um bagulho muito esquisito, não é? Porque o Twitter é um churume social, né? Chame o de garim, então. Sem querer julgar. Sem julgar. Mas acho que é mais videogame. Xadrez eu sou muito ruim, então não sei se eu considero o Rob, né? É isso. Mas o Rob você não precisa ser bom. Você precisa gostar. Pode ser, pode ser. E o teu Rob?
Meu hobby é... Pintura. Pintura. Eu gosto de pintar. Gosto de pintar e gosto de ser mestre de RPG também. Top. E Magic the Gathering. E Magic the Gathering. É o nosso hobby comum. Qual é o seu hobby? É isso que eu quero saber. Escreva aqui embaixo. Fora da medicina, da sua profissão. Do que for que você faça. O meu hobby é Rob Schnabowitz. É aqui da série, ó. Tá bom. Robinho. Robinho. Robinho. Robinho. Robinho. Robinho. Robinho. Robinho. Robinho. Robinho. Robinho.
E aí temos um outro caso interessantíssimo, tá? Esse caso foi legal. Esse caso foi legal. Com ressalvas. Com muitas ressalvas. Com ressalvas. Ah, não. Interessante ele é, cara. Interessante é. Vocês não podem me tirar que ele é interessante. Não. Ele é porque ele mostrou uma coisa que eu não sabia que era possível. Isso. Pronto. É isso que eu queria. Era isso que eu queria. É loucura mesmo. Chega um paciente no qual ele parece que ele teve um quadro convulsivo dentro de um carro, né? É uma parada assim, não foi? É.
o carro, ele não sabe o que aconteceu, se ele dormiu no volante, se ele comulsionou, se ele teve a ver, se eles estão nesse dilema ainda, né? E aí eles estão, ele acabou de voltar da tomografia, o Langdon tá saindo do banheiro.
Inclusive ele tá saindo com uma cara meio de jão ali do banheiro Existe teoria sobre isso Existe teoria, ele saiu meio O que ele tava lá no banheiro? Um, dois ou três O Landon? É o Landon tá no banheiro É que ele só sai do banheiro, não aparece ele dentro do banheiro Só sai Ah, peraí, ele vai fazer o toxicológico imediatamente depois? Tudo bem Isso não impede a internet de teorizar
Porque o cara entrou no banheiro. Estereotipado. Por que ele estava no banheiro? É que existe uma teoria... Ninguém entra naquele banheiro. Só entra pra socar o banheiro, pra agredir o banheiro. Não, cara, não. É que existe uma teoria na internet que tá ligado que o cartão do Whitaker desapareceu. Exato. E aí ele roubou o cartão do Whitaker. Ele roubou o cartão do Whitaker pra pegar o mercamento.
Pra pegar medicamento pra ele usar. Eu não concordo com isso. Mas sabe o que eu acho que é isso? Eu acho que a série quer que você pense isso. Exato. E a outra pessoa pegou esse cartão por algum outro motivo. Ou é. Será um paciente, né? Que passou ali a mão. Ou algum outro colega. Pois é. Que não lembra. Pois é. Enfim. Tudo isso porque ele sai do banheiro. Ele vê o colega Pocos dele passando.
E aí ele passa, não sei porque bateu, mas a Tomo mostrou que o nosso paciente tem uma luxação da cervical, da faceta cervical. E aí ele fala que é uma luxação unilateral, um deslocamento de faceta unilateral.
E a cena vira uma papagaiada. Ah, cara. Para. É muito bom. Porque assim, o cara chega... Se é pra assistir uma série médica e não tem isso, é loucura, pô. Uma papagaiada como é que o um já vira assim, ó. O doutor tá saturando 85%.
Aí eu tô com dificuldade pra respirar. Aí, com as mãos. Aí, assim, não. Força do motor H1T3. E a coisa vai acontecendo muito rápido ali na cara. Muito, muito. E eles vão desinulando. Aí ele fala que viu um neurocirurgião na UTI fazer uma manobra, né? É, exato. Cara, corta. Quantas vezes vocês viram uma pessoa fazendo uma vez alguma coisa e você conseguiu reproduzir com perfeição essa coisa, né? Zero, zero. Zero, né, pô? No máximo.
É fantasia, é fantasia, né? Mas, peraí. Essa foi uma das cenas que mais se aproximou de Grey's Anatomy e House, de todo seriado, foi essa cena. Porque aí tem o diálogo, né, do Rob com ele. O que que você vai fazer, Dr. Lenton? Lembrando que em... Não, peraí, peraí, vai, complemento. Vai lá, vai lá. Eu vou perguntar se você fala, tá? Dr. Lenton!
Desculpa, eu na verdade sou outro. Ah, como é? Eu poderia paralisá-lo. Doctor the fuck up. Doctor the fuck up out of him. Isso é aqui, agora. Lembrou aquele slogan? Como é que foi a tradução disso daí? Não assisti em português. A gente pode simular aqui. Não assisti em português.
Pô, peraí. Você não vê do Blasso. Você está apenas em mihongo. Mas... Cara, o... Lembrou, mas ele falou assim, isso aqui está acontecendo aqui e agora. Meu, vamos chamar o Neurocirurgião. Mas como é que seria a tradução melhor disso? Doctor the Fuck Up em português. Sim, é.
Tire o médico que é dentro de você. Eu acho que ele deve ter sido alguma coisa assim. Seja médico. Seja médico. Seja médico. Ou, como eu já ouvi uma vez, precisamos de um médico com um M maiúsculo aqui. Precisamos de um médico, não de um residente. Já ouviu essa frase? Quem foi que falou isso? Cara, você era médico. Eu era médico com um M minúsculo, aparentemente.
Você era médico ou residente? Eu era um residente Quem é? Que nem médico é, né? Eu era residente Quem nunca recebeu essa frase, né? Aqui tem médico ou só residente, né? Tá Vai falando que eu vou pesquisar A pessoa ligou Era o chefe de um setor
que ligou pra falar assim, eu gostaria que a clínica médica assumisse o caso desse paciente, porque a neurocirurgia não quer assumir. Então, eu tô aqui com o colega da neurocirurgia, inclusive, ele se comprometeu a passar aí todo dia, porque ele pediu, e a gente entendeu aqui que esse paciente precisa de médicos com M maiúsculo. Ah, não é o seu caso, desculpa. Você perguntou. E eu era o médico com M maiúsculo.
É porque na série Na série eles começam a falar assim Não, porque a NeuroCirpia demora 15 minutos Pra chegar, só que ela Fazia uma treparação ali do lado deles Justamente, ela subiu e agora vai voltar Ela precisava de 15 minutinhos Ia ser 15 minutos que eu esperaria Com toda Pelo amor de Deus Beleza, essa velocidade não precisava Mas eu ainda não gostei da frase Que a gente encontrou Eu tô procurando aqui O Dr. The Fun
Mas uma coisa que a gente pode fazer é pedir para as pessoas. Como é que vocês traduziriam isso? Doctor the fuck up. É isso. Tire o médico que há dentro de você. E ele fala, né? Ouça o seu animal espiritual. Na prática, não façam isso, tá?
E aí o que eles fazem? Fazer o que? O Langdor está propondo fazer uma redução fechada, fazer a redução da fratura, como ele viu ali no centro cirúrgico, a redução fechada antes da cirurgia de redução aberta. E aí ele fala, ah, eu vi isso, vamos tentar fazer.
Ele vê a manobra ali, lembrando que ele faz a manobra da redução de desalinhamento de faceta unilateral, porque deve ter manobras para vários tipos de desalinhamento bilateral, anterior, etc. E é uma manobra que o paciente está acordado.
é meio traumático ele vai puxar, ele tá procurando aí, tá, Jona? Eu não sei se você deu uma ao Hashimi aqui agora eu acho que já chega aí, galera eu acho que é melhor parar de procurar não, não, agora eu cheguei, pô, agora eu cheguei eu tô lá, achei, achei vai, continue, já apareceu
E eles vão puxar, basicamente consiste em fazer a tração da região cervical do paciente, você vai tentar encaixar de volta a articulação que tá luxada ali. Loucura. Loucura completa. Coisas que eu descobri estudando pra isso, então. Porque é óbvio que a gente ia ter que estudar isso aí, porque não dá só pra trazer essa informação.
A papagaiada do episódio é que durante a luxação o paciente vai ficando tudo normente, no que eles terminam de reduzir, ele vai, meu Deus, tô respirando melhor. O paciente, pô, vamos com calma. Mas tudo bem. Termina aí, que isso me lembrou uma história, mas vamos fechar.
Só pra quem não tá entendendo o que a gente tá falando, é basicamente isso aqui. Olha esse sorriso, esse maldito sorriso. É a luxação da região cervical, um desalinhamento ali, que isso pode gerar uma compressão medular ali, uma isquemia arterial de alguma... da região ali, e que pode comprometer ali, a depender do nível, né? Geralmente de C6 pra cima, já pode evoluir com tetraparesia, né? Sim.
Aqui algumas imagens do que seria esse tipo de desenhamento de faceta. Acordes aqui, coronal, axial, mostrando esse tipo de desenhamento. A gente achou um documento que veio lá do Twitter, o esgoto da sociedade, que mostra o...
as recomendações para manejo desse tipo de caso, e aí, por incrível que pareça, é o seguinte, quando você tem desalinhamento de faceta, a primeira parte do manejo é tentar a redução fechada, que é justamente fazer essa manobra. Se você tem fratura da vértebra, é uma redução relativamente fácil, porque ela está fraturada ali, só para trás. Quando não tem fratura, como é o caso, pode ser muito difícil, virtualmente até impossível, porque você vai ter que fazer muita força.
Cara, e essa cena? Eu fico imaginando a complexidade muscular dali pra você só pegar e mudar a articulação, né? Cara, mas essa cena é absurda de bem feita, assim. Apesar da gente estar brincando, falando que é meio zoado e tal, como foi feito, mas a cena me mudou. A manobra é muito bem. E eu vou te falar, o Lengdut tá... É, isso, isso. Você vê, ele tá vermelho. E o Lengdut tá fazendo força real, cara. E aí tem uma parada que é o outro lado, né? Porque o paciente, ele tá 100% acordadão lá e rola uns...
cara, estão puxando. E ele até fala, né, assim, ó, não, o que você tem que fazer, né? Não, você tem que relaxar, vai ajudar você a... E lendo na diretriz, eles falam o seguinte, né, pode tentar, quando que não tenta, quando o paciente tem trauma, um termo que eu não ouvi há muito tempo, trauma arrostral, que pode ter... que é arrostral e caudal.
Pode ter fratura de crânio, base de crânio, alguma coisa assim. Quando o paciente tá acordado ou entubado, porque você não vai saber ter o feedback neurológico do paciente ali durante o evento. Desacordado ou entubado. Ou entubado. Mas aí ele fala assim, ó. Relaxing é desejável. Relaxamento é desejável. Por isso que fez um fenta. É, um relaxamento. Ele faz um fenta. Não ceda, mas não cedou. Isso fez. Ele fez fenta, mas não cedou. Na minha cabeça teria que cedar. Não, ele quer que o paciente esteja acordado pra dizer o que tá acontecendo.
E considerado um procedimento seguro, tá? É mesmo? É louco. Taxa de 1% ali na redução. Mas na série eles ficam falando várias vezes, porque é risco de tetrapleza. Eu acho que eles não sabem, porque eles não sabem que eles têm medo, né? De fazer isso. O Mr. Pocos palestrinha ali toda hora. Não, risco de tetrapleza. Esse cara aí, que coisa. Eu gosto dele, cara. Eu também gosto, eu também gosto. Mas ele ficou, não, porque é risco de tetrapleza.
ponto, lindo, né, grande recomendação grande, mostrou o procedimento mais uma redução legal, né, tinha tida do Femur em alguns episódios foi na outra temporada que foi da hora, né são coisas que eu queria saber fazer, Marcio essa eu não quero saber, de verdade, tô bem de boa de saber isso aí passo cara, mas eu vou te falar que, por mais piegas que tenha sido assim, o fato dele voltar ali e tal eu pensei, não, eu sou respirador, cara, eu fiquei acho que eu tava um pouco sentimental mas a cena foi boa sorry sorry
eu fiquei um pouco emocionado, assim, falei, pô, é porque, não só por conta disso, mas assim, porque foi um momento que eu até coloquei o slide do Rob sorrindo um pouco mais pra trás, mas assim, um momento que o Rob viu que o Langton, tipo assim, ele tem o seu valor, tá ligado? E ele percebeu que talvez se ele não tivesse ali, outros médicos tão bons quanto ele poderiam tocar o outro. É, não, nesse sentido foi muito massa. E o Langton também, acho que ele dá um tipo caraca, xuxa. Pois é, aquilo que a gente tá falando do Langton, se duvidar, né? Lúcia, Lúcia, desculpa.
olha a carinha dele esse quem tá falando essa pergunta sem neurocirurgia é ninguém menos que Dr. Abbott ele entra, peraí, eles traduziram sem neurocirurgia? cara, e o Rob nessa hora eu confesso que eu fiquei até um pouco preocupado com o Rob, porque ele começou a ver que o pronto-socorro pode funcionar sem ele, tá ligado? é isso que tava segurando ele ali é o último fio, aí ele soltou sorry sorry
Cara, essa história do paciente, logo depois do procedimento, ele falasse, nossa, tô melhorando. Me lembrou um caso onde eu tava vendo um paciente que foi chamado o código por uma FA, tá? De alta resposta. E aí, sim, na dúvida, sim, se desfibrilava ou não, porque era um evento bem agudo. E ele tava, assim, aquela P.A. limítrofe, sabe? Os outros critérios pra desfibração não tinha nenhum. Ele tava com nível de consciência bom, não tinha desconforto respiratório pro quadro de choque. Mas, assim, a P.A., ele tava meio que assim, ó.
100 por 65 por 59, sabe? E aí a gente fica assim, mano, e o paciente meio que conversando, o senhor tá assistindo alguma coisa. E apertando o dedo, né? Vamos ver se tem o destimento aqui. E aí eu virando pra você, o senhor tá assistindo alguma coisa? Não, tô bem, doutor, tô bem, não tô bem. E o circo montado, né? Carrinho e tudo mais. Oito pessoas vendo, o residente comigo, tá fazendo cruzadinha.
E ele falou assim, não, tô bem, tô bem, tô bem. E aí nisso a PA começou a de fato migrar pra baixo. Gente, isso aqui não tem como, não vai ter beta bloqueador que vai segurar. Vamos cardioverter esse cara aqui que vai ser melhor. Aí a gente cardioverteu, deu um minuto, ele acordou. Quando ele acorda, a primeira fase que ele fala...
Nossa, doutor, eu tô muito melhor agora. Irmã, você não falou que tava normal pra mim antes? Não, antes eu tava mal, antes eu tava mal. Só que não quis te falar, mas agora eu tô bem. Não queria incomodar, né? Ela é mineirinha. Se eu tivesse falado um pouquinho antes, eu teria cardiovertido, ele teria ficado bem mais rápido. Mas eu entendo, né? Um bocadinho de choque aqui, né?
Se eu soubesse que era só isso, eu tinha falado antes. Teve uma residente que teve uma anaflexia com coxinha. Eu tenho a impressão que você já contou essa história aqui. Ela comeu a coxinha. Ela fez um angiodema do nada. Uma vez. Com anestésia e com o dentista. Foi no mês de março, primeiro mês da residência dela? Não, mas era do R2, eu acho. Ah, tá. O primeiro mês da residência ela fez no dentista. Ficou com um angiodema horrível, trabalhando uma semana, péssimo.
Legal. Corta pra um ano depois, ela foi comer uma coxinha e ela voltou com o anjo de manafáceo.
Aí ela, meu, eu acho que eu tô tendo uma aflexia. Falei, por quê? Falei, tô com engendema e tô com muita dor abdominal. Falei, mano, aí eu acho que é. Ela, não, não sei. Aí nisso, cozinhou uma meia hora, tá? Ela foi deitar um pouco no conforto. Aí eu fui ver ela de novo. Tá descansado. Aí eu falei, isso aí é claramente ansiedade. Aí eu falei, e aí, como é que tá? Ela, não, continua com dor. Falei, ó, chega, vamos lá. Aí deitamos ela na sala de emergência. Fez adrenalina, ela falou assim, ó.
Não é que parou? Caraca. São poucas coisas da medicina. Não sei se são poucas não, mas... O que que eu tiro a coxinha? Talvez. São poucas coisas da medicina que tu faz na hora que já dá um alívio, né? Ou poucas, não sei se são poucas, mas... Mas a anaflexia é uma que é bem assim. A anaflexia é uma delas. É bem bonita a anaflexia. É, pneumotórica, que eu achei que é até na primeira temporada também, né? Massa. Cara, só pra trazer aqui, né? Eu procurei a frase, em português ele fala, faça o seu trabalho.
Nossa, fraco. Eu espero mais de vocês. Eu quero uma frase melhor, porque é do your job. Doctor the fuck up. Pô, dá uma camisa, hein? Dá. Com uma foto do Rob, assim, aviador, né? Pô, brabo. Seguindo. E aí, um outro caso pra trazer aqui é o da O.Hashimi, né? Aham. Peraí, volta, volta. Tem um comentário. Acho que é da Débora de novo. A Débora, porra, só canetadas.
Eu pensei na Ohashimi tendo crise de ausência, mas tem teoria de um hospital que ela teria trabalhado, que foi alvo de terrorismo. Nem a teoria, ela trabalhou num hospital que foi alvo de terrorismo, mas aí agora, nesse episódio, a gente confirma que ela teve, ela tem um quadro de ausência, se não me engano mesmo, né? E aí ela tá tendo crise nesse dia. Ela teve um meningite na infância, né? Aí ele, na hora que ele tá falando o que que aconteceu, ele para, né? Ele percebe que é ela, e aí acaba o episódio. Esse é o Hanger de acabar. Vocês gostaram desse Clip Hanger? Cara, assim, gostei. Dentro do episódio, fez sentido.
É, assim... Parece que a resposta... Ah, era uma crise de ausência, não sei, parecia que ia criar algo... Eu acho que um trauma pessoal ia ser maior. Ao mesmo tempo, agora eu acho que tira um pouco do Rob aquela questão da desconfiança que ele tinha, se ela era capaz de dar conta do pronto-socorro, não sei o quê. Tipo assim, justifica... Talvez ela, de fato, não dê conta porque ela pode ter uma crise de ausência num momento muito importante. Não, não, eu acho que é tipo assim, não, ela tem uma coisa orgânica, vai ajustar o anticoncivante e ela vai ficar ótima.
porque o que ele sentia é como se ela não desse conta se ela tivesse dando sinal de sobrecarga é, tipo assim com isso aqui e ela expondo a vulnerabilidade dela pra ele é do tipo assim, não cara, você tá tenes cargas então você acha que ela não deu um pontinho sem nós o que que acontece comigo é isso eu acho que ela sacou que ele tava marcando não, não sei
Eu acho que ela sacou um, ele marcou ela alto o jogo todo, né? Tá ligado assim, em cima. E agora ela falou, meu, cara, para de encher meu saco, olha aqui. Entendi, entendi. Well played, né? Bem jogado. Cara, o que eu ia falar sobre isso? Então, eu acho que, assim, eu gostei do desenvolvimento dela nesse sentido, mas eu acho que faltou, assim, pro penúltimo episódio, faltou aquele cliffhanger que deixou assim... Ai, meu Deus, o que vai acontecer? É isso.
Explicou a ligação pro neurologista? Tipo assim, um avião caindo, assim. É. Tá ligado no... Você assistiu Breaking Bad? Não. Que isso. É, eu tenho esse problema. Tem essa resposta? Eu sabia que tinha. Eu nunca vi alguém falar isso. Eu não vou seguir meu raciocínio. E a última coisa que eu ia falar... Obrigado. Ainda vou assistir. Isso explica então, galera, aquela fatídica cena do...
bebezito. Ela só entrou em ausência. Não tem nada com criança, ela entrou em ausência. Não era o hemograma, não era... Lembra que a gente discutiu isso? A gente discutiu assim, ó, o que tinha no hemograma pra ter ela travado desse jeito. E a mãe do bebê até hoje? Não, essa aí... Nunca, né? Never. Vai aparecer 15ª temporada, 15ª temporada não, 15ª episódio vai aparecer. Ou 15ª temporada, né? Vamos pra passagem de casa? Vamos pra passagem, vai. Vamos pra passagem, vai. E aí?
Cara, se eu não me engano, essa atriz foi confirmada na terceira temporada como contínua, né? É, foi escalada pro Diúno. Vocês entenderam se ela é R2, R3? Ela é R igual do Langdon, eu acho. É? Ela é R3, ela é R3, sabe isso, né? Legal, legal. Eu não entendi, porque o outro, o Sr. Pocos, eu tinha entendido que ele era o sênior.
Não é o Shane? Não, mas tem mais de um sênior. Acho que são vários sênios. É, porque lembra que tinha um sênior? É que de dia só tem um, que é o Lane. Não, não. Maquia é sênior. Ah, Maquia é sênior. A Maquia e a Mohan. Mohan é sênior. Porque o Langdon sênior era atrasado. Na temporada primeira era Langdon e Collins, os sênios. Isso. Então são dois sempre. Dois de dia e três da noite. Eu acho que é isso.
Você explicou tudo. Perfeito. Trabalhei com ele. Ah, e aqui ela tá falando um pouquinho sobre o Rob. Ela foi pro dia na época que o Langdon tava atrasado e aí ela meio que passa pro Langdon tipo assim, cara, o problema dele não é exatamente você. É a frustração como ele lida, né? Ela está brava com ele mesmo por ter falhado com você. Rusty James. Who is?
que é essa referência, gente. Rust James, eu fui atrás aqui, tá? O selvagem da moscicleta. Tá em tela aqui, ó. Olha aí. Rumble, do filme Rumble Fish, um dos primeiros filmes de Francis Ford Coppola, em que Rust James, ele vai, ele tem um irmão, tá? Que é o Motorcycle Boy, o nome do irmão dele.
que é líder ali de uma gangue de moto, motocicletas, e ele é até o responsável por pacificar as gangues aí. E esse irmão, não lembro se ele é preso, o que acontece com ele, ele fica fora um tempo, depois volta, só que ele volta com outra cabeça. Uma cabeça assim mais, como fala, mais condizente ali com a sociedade, um pouco mais, na verdade não condizente, mas um pouco mais assim, niilista, né? E aí o Rumble, o objetivo dele no final é liberar um pet shop e soltar uns peixes no oceano.
E aí o Rumblefish, ele vê essa... Tipo, o irmão, pô, meu irmão era um cara muito foda, assim, um cara brabo. E agora ele tá aí, bonzinho e tal, quer liberar peixe, caramba. Então aí ele brinca com essa dualidade, né? O Motorcycle Boy aqui, que a menina fala, é o Robbie. E o... Esqueci o nome do personagem principal aí, esse musculoso aí. É o Serio Langdon, né? Então assim, o Langdon vê o Robbie como um mentor, um professor, um cara muito bravo, assim. Mas o Robbie parece que agora já tá com outra visão de mundo. Talvez eu interpretei assim, né?
Não entendi. Não, top, top. Mas quando aconteceu... Não, não, não. Isso é que foi top. Mas no episódio eu não entendi nada. A conversa. A conversa é só tipo assim, mano, essa discussão não é pra mim, segue. Mas o plot do filme tu entendeu. Não, entendi, entendi, entendi. Mas durante o negócio não significou nada.
Também pra mim não, eu fui pesquisar. Puta, isso aqui eu queria falar um pouquinho. Desculpa aí, mais uma bobagem. Foi uma briga de bar, né? Foi uma garrafa. Foi uma bandeira dos Estados Unidos. Uma deu uma garrafada na boca do outro. O outro foi lá e deu a cara. Estabeou ele com... E aí o que ia ter próximo ali? Um show da banda Sticks. Força. Dona do grande hit, Mr. Roboto. Passa pro próximo aí. Uma palhinha, Jonas, uma palhinha. Domo arigato, Mr. Roboto. Essa aí.
Quem crie em jogo comigo fazendo isso? Cara, eu tenho um amigo, vou contar isso aí. Esse é o Mr. Roboto. Cara, o clipe do Mr. Roboto foi um clipe que inspirou grandes músicos. Por exemplo, o clipe de Harder, Better, Faster, Stronger do Daft Punk inspirado em Mr. Roboto. E eu tenho um amigo, o nome dele é Caio. Caio Kondo. Toda festa que a gente vai vai na casa do amigo, se reunir e tal. Ele fala, cara, bota o clipe de Mr. Roboto aí. Ele é muito fã do Mr. Roboto. Beleza. Em que o quê? Incrível. Galera.
Ouve ali, comenta lá assim Vim pelo TDC, Mr. Roboto, o Bando Sticks Pô, top, não, na moral, isso é massa Isso é massa Vamos fazer a visualização do Mr. Roboto Se você for ver esse videoclipe, por favor, escreva no comentário Vim pelo TDC Domo arigato, Mr. Roboto Vamos lá, seguindo Temos o Orlando, se não me engano, não é o nome dele, né? Orlando Bloom Ele subiu, foi pra UTI Fechou
E é isso. O Donnie vai pra casa. Gente, eu tenho muito o que ajudar, mas eu tenho um bebê em casa. Um grande abraço, né? Um forte abraço. Talvez seja a última vez que a gente vê o Donnie aí. E talvez seja a última vez que o Donnie veja o Rob, né? Rola até ali, manda uma foto, né? É, vou mandar, vou mandar. Cara, uma coisa que eu gostei dessa temporada, assim, ela, óbvio, né, é uma série médica, ela não tende a matar os personagens, né? Mas, assim, os personagens vão embora numa tranquilidade, né? Tipo assim...
Ah, o Joy foi embora, acabou. Tipo assim, vou embora, acabou, entendeu? Não tem um, ai não, fica mais um pouquinho, fica até o 15º episódio. Eles só, se vão, acabou plantando eles e não vão. Ah, acho que nesse sentido é bem realista. Tem gente que fica um pouco mais, a gente fica menos. Eu gosto disso. Top.
voltou o senhorzinho, né? Ele é da trupe de ter tomado remédio a mais que fizeram... Essa família foi muito linda. Eles têm se exterminado. Eles são uma brincadeira saudável. Todo 4 de julho alguém nessa família morre, né? É esse o pique. Ele não lembra o Flea do... Eu botei aqui, ó. É o Flea. Cara, e a brincadeira saudável dele dessa vez era o quê? Cabo de guerra. Então o senhorzinho, o Flea do Red Hot, ele veio aqui, ó.
Acho que nem pode, né? Ah, não sei como são as regras. O cara invocou a regra do... O galera aí que fez educação física. O rulebook aí do... Sei lá, juiz aí de... Depois você conta pra gente se tá na regra ou não, tá? Bom, eu acho que deve ser fora da regra, porque olha o que aconteceu com a mão do cara. Ele vem que acorda...
cara, eu não entendi a corda ficou um pedaço eu não entendi a corda mudou tanto que eles cortaram em volta não deu pra entender o que aconteceu ele se cortou com uma machete
E o melhor é o cara de boa. Essa cena é muito agressiva. E aí tem um comentário que é eu não sinto dor porque eu sou diabético. Essa aí foi boa, tá? O cara virou um super-herói, cara. Ele falando isso. É quase uma vangloria.
Tem um pensador que eu tenho diabetes? Não sei o que, filho. Anos de cupcake. Mas peraí, peraí. Na hora, eu juro que eu pensei, pô, será que diabetes, Hansenias, né? E olha que tá escrito na camisa dele. Hansen. Hansen. Olha só. Olha só, hein? Será que vamos fazer esse diagnóstico? Será? Claramente não. Acho que o americano nem sabe que é Hansenias. É, não. É, sei lá. Tô brincando, tô brincando. Mas olha, próximo.
Ah, cara, é isso aí. Mano, a parte do chamar o Uber pro paciente... Top! Top! Aí a senhorinha foi insulto racista, vomitou no táxi. Talvez ela não devesse ir de alta, né? Será que ela poderia ir de alta se ela tá vomitando no táxi? E o Uber cobrou 250 reais. Convertido deve dar 8 mil dólares. Lembrando que isso fez as estrelas do Uber cair, tá? Isso é paia. Isso é paia.
Eu tenho um amor pelas minhas estrelas. Rápido aí. Quero ver. Vamos lá. Um duelo rápido aqui. Enquanto a gente vai fazendo... É porque eu tenho uma crítica. Eu tenho uma crítica. Eu tenho carro, né? Eu não pego Uber. Beleza, beleza. Ok, Boomer. Mas deixa eu falar um negócio. Deixa eu me justificar. A minha esposa usa a mesma conta que eu. E ela demora pra descer. Pera, pera. Quatro.
4.9 1.2 Isso! Isso! Boa, boa, boa. Tira o 4.96 Você não pega o... Tira a print, tira a print Tira a print que na hora vai aparecer aqui É muito pai a vocês
Caramba. Mas que eu sou um passageiro melhor assim. Beleza. Tá bom. Bom, vamos lá. Aí eu tava um pouco irritado com o Itaker nesse episódio, porque eu falei assim, cara, a série inteira, ele tá sendo tirado pra merda, assim. Mas é desde a primeira temporada. Desde a primeira temporada. Mas assim, tava me incomodando um pouco. Só que esse episódio, eu acho que foi... Eu gostei bastante, porque teve uma cena que, a primeiro momento...
Primeira assistida, né? Eu falei, cara, que quê? Não entendi nada. Que é a cena dele com o Langton. Passa pra frente. Cara, eu não entendi nada daquela cena, cara. É, tipo assim, o Langton tá lá tomando cafezinha, ele já se justifica, né, não, isso aqui é... Advil. Advil, isso aqui é Advil e tal. Aí ele começa a brincar, não sabia que você era um cara da fazenda e tal. Aí ele compara ele com o Baby, o Porquinho, o Trapalhão, sei lá. E aí o menino fica, o Itaker fica...
ferrado. Não, você não usa esse sarcasmo pra cima de mim. E aí eu fui tentar entender, né? Pô, de onde veio isso, né? O que aconteceu, né? E aí eu pesquisei alguma coisa na internet e o pessoal tava falando que isso é uma resposta ao que aconteceu uns dois episódios atrás da Santos, quando a Santos ela fala ali pro Whittaker, né? Que tipo, pô, o Lenton foi o maior escroto comigo e tal. Não é nem por ele ter esse vício, é porque eu trouxe essa cena aqui, tá?
Não é nem por ele ter ouvido isso, mas é que ele foi babaca comigo no primeiro dia e tudo mais. E aí eu tive a impressão que pode ser que o Whittaker tenha tomado as dores da Santos e tenha ficado ali meio bravo, meio irritado com o próprio Langdon. Porque até então eles não tinham nenhuma rusga, nada assim. Foi muito do nada, né? Então eu acho, baseado em tudo que eu li, pesquisei, eu acho que foi daí que veio, tá?
Pois é, porque eu gostei, eu acho que faz mais sentido. Porque eu tava pensando que a série tá tentando passar uma vibe de ex-protegido versus novo protegido, sabe? Onde o Langdon era o protegido do Rob, agora o Itaca é o atual protegido. Até rolou aquela coisa da casa. Eu já fui na casa dele, agora você que vai. Bom, bom, bom.
Parecia que a série quis rivalizar eles algum nesse sentido, mas eu acho que o lance dele ter pego as dores da Santos faz mais. Mas eu acho que os dois também. E eles citam isso aqui, né? Gilligan's Island. Também coisa de americano para americanos. Se você está assistindo aqui e já viu Gilligan's Island, manda um comentário. Mas, em resumo, é basicamente assim. Uma galera fica presa num barco, avião, sei lá, e fica numa ilha deserta presos lá. E eles sempre estão tentando escapar.
E aí tem o professor, tem o sei lá o que, enfim, é isso. É isso. Paciência. Se fosse no Brasil, seria uma referência aí o que? Da Cor do Pecado, né? Talvez? Da Cor do Pecado, a novela? Muito boa. Que tinha a família, como chama? A família do... Mamústica. Mamústica, Juan Raymond, Caio Bly, grande elenco. Próximo.
Teorias. Bora, bora pros comentários da galera. Caramba. Eu tenho, eu trouxe o primeiro comentário que a gente queria fazer. Passa aí, Luca. Vamos lá. É um comentário que eu encontrei no Reddit.
no Reddit do The Pit, que é o comentário, ó, é que eu traduzi aqui automático. Então, eu interpreto o Agente Correia, que é esse carinha aqui, ó. Só queria agradecer a base de fãs de The Pit. E aí, o que ele tá falando? Ele entrou lá no Reddit e disse que... Ah, eu jogo, ele tá falando que é o iPlay, né? Então, eu interpreto o Agente Correia, né? Mal traduzido ali, né? Mas aí, ele tá justificando que, na época, eles não sabiam que... Vocês não jogam esse jogo, hein? Eu jogo o Agente Correia, The Game, né? Tá.
Não, mas ele fala que a série, ela trouxe o ar quebrou o cara quebrou o cara e quebrou o Luca perdeu segue aí, Jô ele tá falando aqui, sabíamos que o episódio 11 seria controverso, mas quando filmamos em novembro o assassinato de Alex Prady que é aquele enfermeiro, né, que acabou sendo assassinado aí pelo Ice, ainda não havia acontecido foi apenas uma coincidência horrível horrível que reflete o que acontece com o Jesse O expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive expensive
E aí aquele, eu não vou ler o comentário inteiro, mas ele fala que a base de fãs do The Pit foi muito bacana com eles, que ele sempre foi bem acolhido. E aí tem um comentário aqui horrível, ó. Até vi um post em que alguém perguntou quão desesperado e patético um ator de atora alguém deve ser pra assumir um papel como agente do Ice. Aí é loucura completa, né? Não é apenas o meu trabalho, professor. Não é como se a série estivesse favorecendo a imagem do Ice e você tá interpretando esse papel. É justamente o contrário, né?
Então, tipo assim, você tá interpretando o papel no cenário. É, exato. Esse é o que pega o cara que batia com a raquete na rua. O Dan Stubach. E pega na rua e queria agredir ele. Cowboy do BBB também. Ou aquela mulher que batia nos avós, que maltratava os avós.
Ah, qual o nome dela? Esqueci, mas era da... Era da mesma época, mas era da Malhação. Não, não, não. Esse aqui não. Ou é Batia nos avós? É. Batia nos avós é a mulher das... Drica Moraes? Talvez? Não sei. Ó, mas, cara... Esqueci, perdi aqui. Fui.
Próximo. Perdemos. Perdemos. Vamos lá. Schiller Figueiredo M. Mandou muito bom esse episódio. Os casos do paciente asmático e do paciente com setas alergabéticas, ambas doenças agravadas pela não-desão de tratamento por condições financeiras, me fazem refletir ainda mais sobre a importância do SUS e como pode haver pessoas contra ele. Claro, não é um sistema perfeito, mas, ainda assim, ajuda muitas famílias que não têm condições de comprar medicamento, entre outras necessidades, apoiada totalmente a sua frase.
Canetada. É. Sobre a paciente com enterícia, há pouco tempo a Anvisa alertou sobre o risco de medicamento e super... Ah, mentira. Passa aí, passa aí. Mentira, Shirley. Opa, não era isso não. Que isso? Ah, não. Só um detalhe, né? O primeiro é esse, né? Mais uma NEPO star aí aparece, né? Mais uma NEPO star. Apenas a esposa do... Tem cara de quem usa um supermento, né?
Dito isso, a Anvisa mandou de fato 6 de março de 2026 TDC não processou mais Shirley, eu queria ter que traga essa informação Muito top, muito top Obrigado, Shirley Você está em nossos corações para sempre Muito, muito massa O que reforça é que esse quadro aqui não é feito por nós Não, de jeito nenhum Vocês foram tão importantes Que massa ter achado esse dado, cara Muito legal, muito top
Lê aí, Luquinha. Tá aí... Ah, desculpa, rapidão. Tiara, né? Quando eu li esse comentário, eu achei que ia ser uma piada. Tipo assim, sou médica na Austrália. Então, lá na Austrália já é... Não, mas não é médica mesmo na Austrália. É, ela só é médica. Tiara Lessa, 6167. Sou médica na Austrália. Em relação ao paciente que deixa o serviço aqui, existe um formulário que o paciente assina e se responsabiliza por qualquer desfecho possível.
Mas também somos recomendados a notar no prontuário que o paciente estava capaz de tomar as decisões naquele momento. Essa avaliação é simples e pode ser feita por qualquer médico. O paciente tem que estar orientado, tem que ser capaz de comunicar a sua decisão, de entender a condição sendo tratada e riscos associados e de racionalizar sobre as opções de tratamento. Entendi. Como eles adoram as siglas, na passagem de plantão só falam o paciente DAMA-D. DAMA-D. DAMA-D.
Dammit. Discharted Against Medical Advice. Top, top. O problema é que o cara que vai evadir, raramente ele tem tudo isso. Ele cumpre todas essas contas. É bem difícil. É muito difícil. Eu lembro de um caso que a mulher falou assim, sim, me deixa só ir na minha chácara pra eu morrer lá.
Ainda mais se é uma situação dessa, né? Mas às vezes é porque quer buscar outro serviço. Mas top, Tiara. Parece que a impressão que deu é que é um pouco mais estruturado do que aqui, né? Aqui é uma coisa mais serviço-dependente. Ali parece ser uma coisa mais uniformizada no país, né?
Cara, muito legal também saber que a gente tem ouvintes, né, ou espectadores na Austrália, né? Eu queria muito saber... Lá é o cafezinho da manhã TDC, né? É, cafezinho da manhã. Quais são os principais acidentes por animais peçonhentos na Austrália? Não tem essa curiosidade?
Cobra, aranha... Lebre tem muito lá, né? Acidente por lebre? Tinha um surto, teve um surto nas épocas desse. Ela morde assim? É tanto que uma hora vai te agredir. Tu tá ligado que tem uma história que parece que teve um vírus, mixomitose, que eles queriam passar para as lebres para elas pararem de se reproduzir? Já ouvi falar disso daí. Que método estranho, né? Depois você conta pra gente aí, Tiara, quais são os principais acidentes por animais pessoais na Austrália.
É que só... Isabela Fatel, né? Essa aí é... Carimba todo o episódio. Tanteirinha. Ela pedindo o TAD Molecagem. Beleza. Vem aí. A gente tá próximo de zerar a clínica médica. Quando a gente zerar a clínica médica, a gente vai pra pediatria. Pediatria. Exato. Segunda fase, né? O Douglão aqui, ó. Douglas Silva DM8KR. Obrigado. Um alívio antes de uma aula infernal de econometria. Pedro, sem pesquisar, o que é econometria?
É quando você mede o poder econômico de diferentes situações, seja países, estados ou cidades. Assina isso? Cara, vocês combinaram isso antes? Não, não. Não foi combinado. Ah, tá não, beleza. Tem aí o gabarito? Não. O Douglas vai passar o gabarito pra nós depois. Vamos lá. Scheizen Gun.
Cara, esse comentário... Eu ri muito, cara. Meu Deus, eu não tinha reparado. Eu ri muito, tá? Eu encho até o tanque pro Rob sair logo nessa moto sem capacete. Tipo, pera aí, cara. Muito bom. Muito bom. Eu acho que é isso. Ela já tá mais concordando com o que eu falei, né? É, mas coitado, Rob.
Coitado. Ele precisa apenas de uma terapia. Ó, Liana 5351, cuja foto não melancia a comida. Olha que legal. Eu discordo um pouco. Olha aí. Acho legal o plot do Rob na série. Parece que todas as ações dele são pedidos de socorro. E ao longo do plantão vai tensionando mais e mais. Eu acho que é isso. Acho que foi o grande ponto de tensão da série mesmo.
Ele virar vilão é uma forma da série mostrar que mesmo pessoas que gostamos muito, quando entram no quadro depressivo grave, tem as títulos pesadas. Concordo, Leandro. Perfeito, Leandro. Ele está pensando com os outros um pouco, ele está pesando com os outros um pouco do peso que tem colocado em si mesmo. Não que justifique ser um otário, mas explica, o Rob é diferente de casos de pessoas essencialmente babacas. Ele foi empático na outra temporada e demonstra estar nesse estado por acúmulos.
Depois o trauma do final da primeira temporada, do trauma de perder o colega na pandemia. Parece que ele jogou o Mentos na Coca-Cola. Gostei da... A expressão é muito super legal. Acho que tem a possibilidade dele ser admitido forçadamente no PS como paciente por risco de suicídio. Acho que a Dana vai tentar organizar algo assim.
Ela que já internou um paciente. Ah, não. Nada a ver, né? Ela internou um paciente do presídio. Nada a ver. Cara, eu gostei bastante. Não, Leandro, eu acho que você tá certo. Eu acho que a série quis trazer isso. A impressão que eu tenho é que ele foi babaca demais. Mas eu acho que totalmente válido uma pessoa achar que não foi. Não foi tanto. Esse comentário vai ao encontro do que a gente falou aqui. Perfeito, perfeito. Ao encontro. Ao encontro porque concorda, né? É. Top. Aí, olha aí. De Guts.
Manda aí. Ele manda, cara, tô numa esperança de ter um spin-off do Noturno, isso é foda, tá? Mas estão cozinhando. A vibe da galera é muito diferente até em nível expert. E esse episódio rolou uma parada assim, ó, você vai por onde, né? O Shane e o Abbott, né? É, sim, sim. Você ataca por onde. A dinâmica deles é muito boa, tá? E tem o Mr. Pocos aí, pô. Esse cara é sangue bom. A vibe do Noturno é dúvida? Pode ter aluno ou R1 no Noturno? Claro que pode.
Porque aparentemente não apareceu. Apareceu. Apareceu. Não sei se é a mesma coisa. Não é a mesma coisa, tá? Passa aí o slide, Luca. Eu fiz uma... Aqui, ó. Gostou do que eu fiz? Começa aqui, ó. Uma pirâmide, né? Começa com os acadêmicos. Os acadêmicos são os estudantes. Do primeiro ao quarto ano. Do primeiro ao quarto ano. Os almeios.
que geralmente não estão dentro, assim, podem ter aulas no hospital, podem ter contato com o paciente e tal, mas eles não estão ali na rotina, né? Não são uma engrenagem valendo, né? Aí depois vem os internos, que ainda são estudantes, né? Geralmente nos últimos dois anos da faculdade, quinto, sexto ano, que já estão ali trabalhando, botando a mão na massa, ou teoricamente deveriam estar, né? Que a regra é ser uma engrenagem, tem lugar que não entra, tem lugar que é, beleza. Mas tá ali ajudando na prescrição, vendo paciente, blá blá blá blá blá.
Depois, você se forma, né? E você pode, ou não, virar residente. O residente, ele vai estar ali fazendo uma especialização pra alguma coisa. Aqui na série a gente vê os residentes fazendo especialização em emergência, né? Curioso que não tem residente de outras especialidades passando na emergência, né? Voltou um cara na interna ali pra falar uma piadinha, né? O cara, você tá fazendo muita ciência. Da anestésia, às vezes aparece ali. Na escola tinha a galera da dermática. A galera da acupuntura, né? Medicina do tráfego. Era do PS lá.
Mas enfim, aí tem os residentes. A gasometria arterial mais rápida que eu já vi pegar era uma resina de adermados, tá? Só pra deixar esse ponto aí. Top, top. Aí tem os residentes, né? Os residentes, eles podem ser divididos aí, né? R1, R2, R3, que lá eles chamam de residente sênior, né? Eu não lembro como é o nome das outras escalas.
E por último é o chefe, é o médico assistente, é o cara que tá ali sendo pago pra estar ali naquele lugar, né? Boa. Fechou? Pra fechar agora, o último comentário da Caroline Briner mandou. Também é outra que bate carteirinha aqui. Mais ansiosa que eu fico pro episódio, fico pela reação de vocês. Um, o Shane não toma milkshake. É aqueles cafés gelados famosos nos Estados Unidos. O médico com seu cafezinho não quer guerra com ninguém.
Top, não sabia, Carol. Massa. 2. Achei que um dos pontos centrais desse episódio com os casos de asma e de Cade foi a crise de saúde nos Estados Unidos, com os valores absorbitantes e dívidas que o pessoal fica por causa de internações e doenças crônicas. A questão do suicídio foi o Rob que ventilou, mas aí eu acho que foi mais uma autoprojeção dele, que várias falas dá a entender que não volta mais nesse sabático. Lembrando que ele, nesse episódio de novo, ele fala sobre que o... Não, é porque ela tá dizendo que o Rob que ventilou a ideia do suicídio do cara da Cade.
E nesse episódio, de novo, ele ventila essa ideia, né? Que não devia se jogar mais alto e tal, né? E três, curiosidade, porque o Luca, que é o Luca, mandou, falou o sinal da batalha, o sinal de Battle não pode ser traduzido, porque na verdade é um epônimo, né? É o Senhor Battle, né? Senhor Battle. Será que não é a cidade de Battle?
Na minha cabeça vai ser ser... O Hospital Battle? A gente vai falar mais na live, Carolina, que é um pouco quando a gente for revisar toda a temporada que essa temporada inteira ela teve uma dinâmica muito mais social, né? Do ponto de vista de saúde dos Estados Unidos que a temporada passada, né? Vamos dar as notas do que a gente achou e tal.
Será que rola um sorteiozinho na live? Não tem nem dúvida. Vai sortear. Um sorteiozinho, um negocinho, né? Vai rolar, vai rolar. Vamos ver com os nossos superiores. Pedro, assim, o que vai... O que esse cara tá inventando, né? Agora vai rolar, vai rolar. Vai ter que rolar, vai ter que rolar. Um bozinho, um moletomzinho. Notas. Notas. Lembrando assim, ó.
Eu gostei do episódio, apesar de que os casos em si não foram assim... Teve pouco caso, né? Teve episódios com casos melhores, mas acho que o episódio passou rápido. Um episódio que quando eu vi já tava meio que perto de acabar. Então, eu gostei, só que...
Eu não sei. Eu entendo que o fim da temporada é sobre a saúde mental do Rob. Então, não vai ter um acidente de múltiplas vítimas. Toda a ótica é sobre isso. Contextualizando isso, foi um bom penúltimo episódio. Porque eu acho que deixou o terreno pra ele quebrar oficialmente no próximo e isso ser a grande coisa. Eu tenho a sensação de que eu queria algo mais. Mas, ok. Acho que dou uma nota 8, talvez.
Um oito e meio, eu acho que faltou ele quebrar antes, se for quebrar, né? Se for quebrar. Pode ser que ele não quebre, mas eu queria que ele... Quebrar não é necessariamente a tentação da minha vida, né? Chorar bizarramente, ou se... Nesse episódio eu diria que ele trincou.
ele tem um co, ele lacrime a Jô Uninho e tal cara, eu vou falar que foi um dos episódios que eu mais gostei de assistir talvez porque tudo bem, eu acho que da parte de casos médicos sofreram um pouquinho, mas da parte de trama todo mundo ali teve uma importância todo mundo falou uma frase legal todo mundo teve uma participação Mackay, o Littaker, Langdon Robb teve várias dinâmicas interessantes Dana Abbott, teve plantão galera do plantão noturno, teve o Abbott a Javad mesmo, agora se mostrando se impondo Tchau
Não teve o Ogolvi, não teve a Joy. Pra mim, ó, 9 e... 9 e meio. Vocês sentem que o Ogolvi... Concluímos no 8 e meio, então? Concluímos no 8 e meio? A média geral? A média é 8 e meio. 8 e 7, né? 7? Vocês acham que o Ogolvi volta, viu? Ah, não. Porque, pra mim, o grande cliffhanger do episódio não é nem aquele de ausência da Rachim. É o crachá do Itaker.
Será que o Ogolvi não pegou esse... É isso aí, professor. Porque a última vez que ele viu... Ele ficou caçando lá no mato, né? Ele tava com o Ogolvi, o crachá, não sei o quê. Mas o Ogolvi pegou o remédio e vazou? Você acha que é isso? Será que o tema da série aí, né, é tentativa de suicídio, né? Será que o Ogolvi não soube lidar bem com a perda de um paciente? O cara que queria tanto estar ali, vai embora... Se o Ogolvi chegar como paciente, como é que o Jonatas vai ficar, hein? Caraca, aí vocês vão me botar numa situação.
A gente vai fazer um corte de todos os vídeos De repente Que o Jonatas falou mal do Ogilvy Vamos fazer isso, tá? Tu matou, tá? Tu matou Se for isso é loucura É isso, é isso, cara Ele vai voltar como paciente É isso, galera Fechamos? Fechamos Nossa, foi no último segundo do episódio Só quem ficou até o fim pegou essa, tá?
Lembrar de deixar aqui o seu comentário, deixe o seu curtir, compartilha com mais pessoas e nos encontramos agora, sexta agora, 8 horas da noite, na live jantinha do TDC pra comentar a temporada de The Pitch. Vem com nós!