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Pipoca TdC 13: The Pitt - Asma no PS, insuficiência hepática e hipertensão intracraniana

06 de abril de 20261h9min
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1º Encontro TdC - Simpósio Anual de Atualização em Clínica Médica 


Um dia inteiro de Clínica Médica, com temas cuidadosamente selecionados para responder à pergunta que mais importa: o que muda minha prática?
Se você é residente, médico recém-formado, especialista ou estudante de Medicina e gosta da forma como o TdC discute medicina baseada em evidências, esperamos você em São Paulo no dia 22 de agosto.

Garanta sua vaga através do link: https://www.tadeclinicagem.com.br/eventostdc/1-encontro-tdc/


Nova temporada do Pipoca TdC no ar!🍿

O Pipoca TdC é um podcast bônus do TdC. Um espaço pra conversar sobre séries, filmes e medicina de um jeito leve e descontraído.
Depois de duas temporadas falando de House, agora é a vez de The Pitt, acompanhando os lançamentos semanais.
É só dar o play e aproveitar!

Participantes neste episódio3
J

João Rubano

HostJornalista
L

Luca Cirilo

HostJornalista
P

Pedro Magno

HostMédico
Assuntos5
  • Problema de saúde e aspiração bronquialcrise de broncoespasmo severo · tratamento de asma · medicamentos para asma · exacerbações de asma
  • Insuficiência hepáticacausas de insuficiência hepática · cúrcuma · hepatite
  • Hipertensão intracranianamonitorização da pressão intracraniana · derivação ventricular externa
  • Diabetessintomas de cetoacidose · complicações da cetoacidose
  • Pneumotóraxexacerbação de asma e pneumotórax
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Olá, pessoal! Voltamos aqui à nossa temporada do Pipoca TDC, a sua série que comenta a parte médica com série de TV. Meu nome é Pedro Magno. Sou o Luca Cirilo. E eu sou o João Rubano. E voltamos para o nosso décimo terceiro episódio de The Pit, essa série que a gente está comentando semanalmente, né, Luca? Quase acabando.

Estamos chegando ao fim, o décimo terceiro episódio, que era pra ser a passagem de plantão, que não entendi se passou ou não, tá passando. Todo mundo meio que ficou, falta aquela vontade de ir embora, né? A noite chegando, ei, vão embora, povo do dia. Não, eu quero ficar. Quero ficar, ninguém quer ir embora. Só a Joy, ela foi embora.

Então, acho que... Lembrando que tá acabando, que nem o Joaca falou, já é o antepenúltimo episódio da temporada, então tem mais dois só. Então a gente tá arrumando aqui pro fim, né? Beleza. Mas antes de qualquer coisa, sobe a vinheta. Bora.

Lembrando que quem caiu de paraquedas aqui, o Pipoca TDC, é o programa feito pra você ouvir de maneira mais contraída, né, Joca? Enquanto você tá fazendo outra coisa, aí você ouve um comentário médico, a gente vai pegar alguma doença que aconteceu na série, alguma situação e comentar a parte médica disso, né? Mas dessas situações, tem uma que é a preferida dos ouvintes, né, Lu? Exato, né? Então, lembrando que, galera, o mais importante aqui pra gente saber é que...

a Raice Tavares 40-30, ela tava só um pouquinho ansiosa e o Gabriel Molina nos lembrou que tá na hora de reforçar a janta, galera, nas próximas semanas, porque quando acabar a depite react, TDC, sabe-se lá quando vai acontecer um novo, né? Então janta liberada, molecada. Tinha TDC liberada.

Lembrando que a gente tinha a TDC é o nome da nossa live de season finale, né? Vai ser no dia 17, não é isso? Isso, até a Bruna Tonel mandou aqui a live vai ser que dia ou que horário? 17 de abril, que é sexta-feira o episódio sai na quinta, sexta-feira seguinte, a gente vai fazer a live aqui, e aí ela já falou que vai pedir a pizza dela, e a gente vai pedir a pizza aqui também. Isso aí. Fechou? Bom demais. Então temos um compromisso, bora pro episódio?

Bora pro episódio. Vamos nessa. Começando então, a décima terceira hora de plantão.

Que, assim, ó, eu deixei separado pra emendar o tema da comida, do bolo, Luca, pra gente pegar aqui, ó. Isso aí, me identifica aí também. Essa sensação de tu chegar no plantão e você soube que rolou alguma coisa. Ou é aniversário do chefe, ou o cara tá pré-férias, ou o cara vai sair. Alguém fez um bolo, mandaram no grupo do WhatsApp e você fala assim, pô, eu tô chegando no plantão, vai sobrar alguma coisa. Vai ter um bolinho, é.

Aí chega, não tem nada. Ou então, ô, teve um evento aqui, tem uma sobrinha do Coffee Break.

isso aqui é top demais você sabe que ele come bem que ele chega no plantão feliz lembrando que esse cara quando ele chega no plantão noturno ele tá sempre tomando milkshake, a dúvida que eu tenho é se a gente pegou os únicos dias que ele toma milkshake, na temporada anterior e essa, ou se todo plantão ele toma um antes de chegar, né? talvez seja aí um mecanismo de recompensa próprio, né? chegar no plantão noturno bem, né? exatamente, exatamente e aí

lembrar que isso aí pode, né? A nutricionista nem conta esse tipo de calorinha não, não, é tranquilo, isso é liberado 9 de 10 nutricionistas liberam a comida do plantão como fora da sua grade, né? exatamente, então é a hora 13 isso, então já acabou o plantão como a gente já mencionou algumas vezes, né? e aí o episódio já começa

Acelerado, porque o episódio anterior, aquele nosso paciente da certa acidosidade diabética, ele chega num quadro de inconsciência, né? Ele já chega entubado, já inconsciente. Parece que um acidente grave aconteceu, onde ele caiu de um local alto, né? Algo nesse sentido, enquanto ele estava trabalhando.

Não fica muito claro, né? Não dá muito a entender. Mas esse nem é o primeiro caso que a gente queria falar, né? Pois é. A gente vai comentar um pouco mais sobre o caso dele, até porque evolui perperdição integraniana, acho que é uma coisa bacana. Exato. Mas eu acho que tem uma coisa que é mais comum e que aconteceu e foi muito legal a condução deles. Foi bem legal mesmo. Exato. Que é a asma, né? Exato.

que foi o rapaz que chegou com uma crise de bronquospasmo severo. E eles fazem toda uma historinha lá durante o episódio, em relação à perda de convênio, que ele não estava conseguindo comprar a bombinha.

E eu fiquei impressionado. Tá um simbicorte, eles falaram que era 400 dólares por mês. Aqui eu pago em torno de 90 a 100 reais, né? Exato. É bem caro mesmo, absurdo, né? E eu acho que eles fazem isso muito, deve ser uma questão de superfaturamento, porque muitos seguros médicos lá cobrem medicamentos, né? E acho que tem muita essa diferença de preço daqui pra lá, porque eu já vi outros exemplos também de preços muito discrepantes, né? De alguns tratamentos que aqui não são tão caros assim.

E aí a narrativa é essa, né? Ele descontinuou o tratamento dele de asma contínua, né? E aí ele começa a ter exacerbações e agora ele tem uma mais grave, né? Lembrando que isso aqui que tá na imagem agora, né? Que ele tava usando só o albuterol, que seria o nosso similar ao salbutamol aqui, né? Sim, beta-2 agonista. Isso, né?

O Aerolin, né? E ele usava Montelecaste e usava semicórtica, um corticoide, né? Isso. E essa terapia aqui hoje é uma terapia que não deve ser utilizada, né? Acho que é legal a gente mencionar isso. Que é você usar apenas o beta-2 agonista de curtação, que é o salbutamol, no resgate.

Ou se você for fazer alguma medicação de resgate no paciente com asma, ou vai ser o formoterol com moda desunida, então o formoterol que é um de longa, mas que tem ação curta, junto com corticoide, ou o salbutamol com corticoide. Na ideia de já ir mitigando qualquer processo inflamatório ali, porque isso depois repercute em melhor controle da doença, né? Perfeito. Então é o roteiro clássico, né?

Má desnoterapêutica, alguma exercebação, ele chega numa crise de bronco espasmo grave, e é grave mesmo, no começo, né? Uma pergunta que o Langdon faz logo ali, olha, já precisou entubar? Porque esse aqui é o maior red flag que você pode ter, né? Exato. Asma que já entubou.

Já deu ruim antes. Na asma, a gente sabe que é um paciente que provavelmente tem algum perfil de mau controle, seja por terapêutica, seja por fenótipo de doença, alguma coisa, vai muito ruim e ele geralmente chega muito ruim, a gente já sabe, já se prepare aí pra um cenário de catástrofe, né? Eles vão construindo isso.

E uma coisa que asma, ela é diferente de DPOC, assim, uma das coisas, né, é que às vezes a pessoa, ela tá controlada por muito tempo e do nada a exerce a abastecção é muito grave, né? É gigantescamente grave. O DPOC a tendência é ter uma piora um pouco mais gradual, né, onde você vai, o paciente ele vai passando pro pronto-socorro e aí vai, libera pra casa, aí o dia interno, mas é uma internação rápida.

A asma é assim, tô super compensado do nada, bate um perfume diferente, bate uma situação diferente, um antígeno diferente, pronto, explode o quadro. E esse é um cenário, essa é uma pergunta que dá pra você ver se outra vez já explodiu também a asma de um jeito agudo, que é ao ponto de precisar de intubação, né? Exato. E aí eles vão considerando, né, inclusive o Langdon fala, cara, ele tá péssimo aqui, acho que a gente vai precisar entubar. E aí, alguém até pergunta, você vai entubar uma asma?

acho que está no próximo slide alguém pergunta você vai entubar um paciente asmático? o cara do milkshake o Shane e aí aqui é a máxima do, não sei não entube um paciente com asma

Isso, isso. Qual que é a indicação de entubar um paciente com asma? Não, não, não tem essa indicação, né? E aí você entuba assim, quando realmente é indispensável, é quase que a única coisa possível que sobrou de terapêutica, né? Isso, acho que a série, Luca, ela passou o medo que você tem que ter no pronto-socorro de entubar um paciente asmático.

Que é completamente diferente de outras situações, né? Isso, exato. E tomar, tipo, pneumonia, tomar um... Um DPOC. Ou qualquer outro cenário. Até o cara da EAP lá, era tipo assim, não, vamos tentar outra coisa aqui. Mas aqui era um pavor. E da onde que vem esse pavor, né? Trouxe até uma curvinha de ventilador. Tá bem. Olha que legal. 101.

É uma curva de fluxo, né? Então, aqui pra cima, é fluxo inspiratório, e aqui pra baixo, fluxo expiratório. Então, aqui pra cima é o ar entrando no tórax do paciente, e aqui é o ar saindo. E aqui é a expiração, o ar saindo. Então, veja que tem a inversão do fluxo, e aí ele vai saindo, saindo, saindo, até zerar o fluxo.

E aí o fluxo zero, ou seja, tudo que entrou, saiu. Como a asma é um distribuído obstrutivo, tudo que entra não necessariamente sai. E aí você vai tendo uma curva de ventilador assim, onde entrou e aí na hora de sair, não sai tudo e já começa a entrar mais. Então todo esse volume aqui vai acumulando dentro do tórax do paciente.

E aí ele vai acumulando, air trapping, que a gente chama, né? Esse aprisionamento aéreo, ele pode levar a uma consequência hemodinâmica, né? Então o paciente vai ficando com restrição de ventrículo direito, restrição... Como se fosse um tamponamento cardíaco, né? Como se fosse um tamponamento cardíaco. O coração não consegue bombear de tão duro que tá em volta, de tanto ar que tá em volta aprisionando o coração. Exatamente, né? Então é por isso que o pavor da asma, e aí...

A série até fala, o risco de colapso cardíaco, né? Que é exatamente isso. Ele vai ficando ruim, ruim, ruim. E aí, quando instabiliza, ele é tudo uma vez, né? Via aérea, oxigenação e hemodinâmica, né? E teve outra complicação dele também, né? Depois. É, então. E aí, coisas que eu queria trazer, né? Chegou um paciente com um estato asmático, um bruxopasmo severo, algumas coisas. O que a gente pode pensar, né? A primeira delas que o seriado trouxe foi hipinefrina.

E eles aplicam ali, logo no vasto medial do paciente e tudo mais, que é a ideia de, o paciente tá tão ruim, se ele não consegue respirar, mandar salbutamol lá pro brônquio, né? Ficar fazendo medicamento inalatório, mesmo que por nebulização, etc, etc, talvez não seja tão efetivo. E a hipinefrina, ela vai ter a ação beta-agonista ali rápido, entrega pela vinda venosa e você consegue acessar isso muito rápido, né? A gente tem a tributalina, né, que pode ser feita...

via subcutânea, mas eu acho que num quadro muito grave, a boa e velha epineferina também dá conta do quadro. Fora que, né, Luca, existe a ideia de que o paciente asmático, chega um paciente com um bronquospasmo agudo, que às vezes vem depois de algum fator de exposição, você tem que pensar em anaflaxia. Os pacientes asmáticos prévios têm mais risco de ter anaflaxia. Perfeito. Então já mata dois coelhos numa cajada.

Será que tá tão grave? Será que eu não teria que estar pensando na aflaxia? A adrenalina consegue resolver e é feito, né? É, e é feito. Tem uma dor, ah, puxa, porque o paciente que chega assim, ele chega até que cárdico e hipertense, né? Porque ele tá, literalmente, sufocando, né? Ah, vai fazer adrenalina, vai piorar. Na realidade, ele tá assim, porque ele tá...

sufocado, né? Ele tá em bronco espada severa. Então, fazer a adrenalina aqui, você vai abrir o pulmão dele, ele vai relaxar, vai cair a PA, vai cair a frequência cardíaca, né? Então, essa é uma primeira boa dica ali, a se pensar em quadros muito severos. Trouxe uma curiosidade, o Heliox, né? Que é fazer a mistura de hélio com oxigênio. Isso aqui nunca vai viver na prática, né? Porque esse aparelho nunca tá lá no pronto-socorro.

Você falou pra mim que já viu, né, uma vez. Eu nunca vi. Mas foi num contexto mais programado, né? Qual que é a ideia? O fluxo de oxigênio pro alvéolo, ele é todo desorganizado. Quando você mistura com o hélio, vira um fluxo mais laminar e ele vai mais tranquilo ali pra entrar e sair do alvéolo. Mas isso aqui não é uma realidade em nenhum lugar. O hélio é mais macio que o oxigênio. Aí você tá querendo me dizer. O heliox.

o heliox, ele é mais macio que o oxigênio mas não vai conseguir o que a gente vai conseguir? quitamina, então o cara que está muito agitado aquela dose dissociativa de quitamina ele relaxa um pouco mais para ventilar e um outro ponto é que quitamina também é um pouco broncodilatadora

então você também tá fazendo ali um agonismo de manejo de asma é uma boa dica você tá tentando quebrar um pouco a ansiedade já tenta bronco dilatar é uma dose, se não me engano é menos da metade da dose de intubação é a dose inclusive subdissociativa você quer ele bem acordado então a gente faria ali meio miligrama quilo pode fazer de 0,25 até meio só pra ele ter um pouquinho mais de conforto pra suas estratégias de recitação e a VNI também é um aliado aqui então você vai ter um aliado você vai ter um aliado você vai ter um aliado você vai ter um aliado você vai ter um aliado

Qual que é a ideia? Ele tá fazendo esforço respiratório, eu dou pelo menos algum suporte pra ele fadigar mais tarde, né? Pra dar tempo das minhas medidas fazendo efeito, lembrar que de fato, pressão positiva não é o problema dele, né? Não é mandar o ar pra dentro. É expelir o ar, mas é como se eu tô adiando o descanso dele, né? Ou a fadiga muscular ali.

E já tinha ouvido falar no aerogênio, que eles chamam. E aí rolou isso no episódio, né? Ah, cadê o aerogênio? Tem aerogênio aqui? Não conhecia, Luca. É um dispositivo, é um que você acopla ali no mecanismo que você está entregando a ventilação. E ele é um difusor, ele é um dispensador, tem um mecanismo físico lá que ele particula mais a molécula em aerosol pra chegar mais facilmente pro brônquio. No episódio eles tratam quase como se fosse uma coisa meio milagrosa, né? Ali, sei lá, um...

Vai lá buscar quem agora vai salvar. E depois que põe, ele dá uma quietada. Mas é um pouco de tudo, né? Você vai fazendo um monte de medidas, você não sabe exatamente o que adiantou, né? Exato, exato. Eu acho que foi um pouco disso. E aí o Jó cantou a bola, né?

que ele tava indo super bem, de repente ele dá uma rebaixada, começa a te saturar monstro, e aí o Langdon de novo ele fala assim, cara, então agora não tem jeito, vai ter que tubar, já tava preocupado, só que entrou um novo personagem, que é o Resident Senior da noite.

Que é o R igual do Langdon, só que da noite. E ele é o Popos King. Dr. Cruz. Esse cara é muito bom. Tem uma outra série com ele que eu adoro, que é Shrinkings. Já ouviu falar? Falando a real. Que é da Apple TV, que é muito, muito, muito legal. Eu achava que era Henderson alguma coisa o nome dele. É Cruz? Acho que é Cruz Henderson.

Cruz Henderson. Esse cara é muito bom. Ele é o rei do Pocos, né? Ele vai fazendo Pocos em todo mundo, faz o menino e ele diagnostica outro pneumotórax. Isso. E aí eles mandam uma... Até ele que tá fazendo. Ele que tá fazendo essa dramática. Ele que tá fazendo uma tórax uma tórax sem tese ali de emergência, né? E aí eu fui atrás, né? De fato, quando você pega em algumas referências, né?

pneumotórax na exacerbação de asma grave ali, de 0,5 a 2,5 os pacientes podem ter pneumotórax durante um evento de... 0,5 a 2,5 2,5 é 1 a cada 40 pacientes, né? Boa matemática.

Um a cada 40 pacientes vai ter um episódio de pneumotóricos associado à asma. Bastante. Bastante. Acho que não é raro, não. E outro dado que eu achei mais importante ainda é, quando tem morte, 27% dos casos estavam relacionados com pneumotóricos. Então, a asma que falece, 27% tinha uma relação com... Ah, sim. Aí mudou agora, né? Não, não. Mudou ao mesmo tempo que esse dado tem de fator confundidor na loucura, né? Tudo bem, mas...

Se saber se os pneumotóricos de fato não é da parada cardíaca, da reanimação... E aí, como se...

causa direta, tá? Beleza, mas assim, de qualquer forma faz sentido também, né? Faz sentido você entender que botar um pneu motórax num pulmão que já tá aprisionando o coração aí vai botar agora o ar, se o ar dentro do pulmão já tá aprisionando o coração, agora o ar vai fora também, é loucura, né? Tá, então eu achei o caso muito bom, tá? Muito, muito bom mesmo. Eu acho que é assim, então acho que o foco, né, Luca da gente repetir aqui, é que o episódio ele conseguiu passar o medo que a gente tem.

o medo de fazer o paciente evoluir para a intubação no paciente asmático, sabe? Eu acho que você passar esse medo na série é uma coisa diferente, porque a asma não é... A intubação não vai ser a resposta para resolver totalmente o quadro desse paciente.

na verdade inclusive ela pode piorar muito a vida do cara, porque aí dentro daquele aprisionamento aéreo eu tô colocando mais pressão positiva pode fazer barotrauma, pode fazer colapso hemodinâmico é porque a pessoa pode enxergar a fadiga da asma igual uma fadiga de uma pneumonia que não tem nada a ver, não tem aprisionamento aéreo aqui, aqui tudo bem, você vai entubar o paciente pra respirar por ele, aqui ao jogar ar pra dentro você está piorando o ar que já está lá E aí

preso, né? Tem até aquela diquinha clínica, o cara que tá hipoxêmico, e a sua hipótese é asma, aí aqui tem que rever, né? Talvez tenha outra coisa, uma pneumonia com asma, né? Porque asma em si não é esperada hipoxemia, a não ser quase lá no final, né? Enfim, foi talvez um dos melhores casos, assim, do seriado todo, pela precisão técnica, né? De uma coisa que...

até na vida real não é tão... Comentado, né? O medo de entubar um asma. Exatamente. E acho que evolui também. Acho que é legal um caso que é bem conduzido e que a trama de um personagem evolui, que é a do Langdon, né? Perfeito. Que ele, por mais que...

Agora que a gente já tá no episódio 13 da temporada, isso parece um tema lá atrás, que é onde ele tinha acabado de chegar, mas essa dúvida assim, pô, eu passei 10 meses longe daqui, será que eu tenho a mesma mão, será que eu dou conta? E aí ele queria muito entubar, e aí não melhora. Aí quando ele piora na pneumotórica, ele quer entubar de novo, e aí descobre pneumotóricos, aí ele começa a se duvidar, né? Por mais que eu acho que isso não combina muito com o momento da temporada, né? Que tá tão no fim, eu queria que isso tivesse acontecido um pouco antes. Sim.

Mas ainda assim, eu acho legal ter também o caso conduzir a trama do Langdon nesse sentido, que a gente deixou um slide separado pra lá na passagem de caso, né? Perfeito. Ótimo caso. Avançando, a gente volta pro caso do paciente da cetacidose diabética, que aí eu não entendi direito, pessoal. Ele cai de um andame, né? É. E aí nisso rola uma dúvida se ele não se jogou, né?

Porque assim, ele não piorou da cetacidose, né? Porque imaginou assim, óbvio, né? Foi embora com cetacidose, piorou, e aí agora voltou, desgraçado, foi trabalhar, alguma coisa assim, e foi diretamente relacionado à Cade, né? Porque ele não podia perder o turno do segundo trabalho dele, por isso que ele saiu da Cade. Aí quando vem a GASO, a GASO tava boa, né? Ele tava até melhorando da Cade, mas ele caiu.

E aí ficou a dúvida, né? Por que que caiu? Aí tem uma hora que parece que insinua uma coisa assim, né? Que talvez foi alguma coisa intencional, né? Eu acho que...

Pois é, existe o... Pois é, eu acho que o Jock vai comentar um pouquinho mais, depois eu falo algumas coisas. Mas é que talvez a questão da cetacidose pode também predispor ele a cíncope e outras coisas por desidratação grave que pode acontecer. E tem o edema cerebral relacionado a cetacidose que corrige muito rápido, né? Exatamente. Mas é um evento raro e eu fiquei com a sensação de que a série não quis trabalhar isso.

Ela quis trabalhar que esse cara, ele é cheio de dívida, e aí aumentou a dívida dele agora com essa passagem da cetansol diabética, e aí parece que estão insinuando que ele tentou... É, talvez tentar algum seguro pra não deixar a família desprotegida, né? Algo assim, mas...

Não sei, eu acho que agora principalmente ficou aberto, mas aqui tem duas possibilidades de lesão neurológica pra ele, né? Essa questão da lesão relacionada à cetoacidose diabética, que é um pouco mais rara, em correções mais rápidas, ou associada a distúrbios hidroeletrolíticos que podem vir com a cetoacidose, principalmente de sódio, né? Sim. E outra coisa é se ele, por exemplo, tava só desidratado, tava exposto a uma altura, caiu e teve um trauma craniano grave.

Acho que essas são as duas possibilidades aí pra ele. Mas que ele teve um trauma grave, ele teve também. Exato. A gente sabe se ele teve alguma lesão cerebral antes, que somou com a do trauma, ou se foi só o trauma. É o famoso caiu e bateu. Tá ligado o que eu ia falar? Ele rebaixou porque caiu ou rebaixou e caiu, né? Exatamente. Ele caiu porque rebaixou ou ele rebaixou porque caiu. Isso muda completamente, né? Se é cirúrgico ou é clínico. Exatamente. Cirúrgico e clínico.

cirúrgico vai ser para nós de neurologia é o caso do paciente que chega pela cirurgia com queda da própria altura mas quando vai ver é um AVC ou é um estado pois e que tal, outra coisa assim exato a Javadi comenta um negócio legal do exame físico aqui

são alguns sinais que dizem pra gente alguma complicação desse trauma crâniano. E aqui, principalmente, o complicador vai ser a fratura de ossos da base do crânio, né? Sim. E aqui ela comenta da membrana timpânica, que tá rompida, e com fluido serossanguinolento, né? Ou seja, tá com a otorreia ali, que parece ter sangue, e algum outro tipo de líquido, né? Você tem um otoscópio? Tenho. Ah, então bem. Ah, não, ele tem. Não, aí você perguntou pra uma pessoa. Você não viu minha neurobag, pai? É. Olha aí.

Se ele tiver jogado pra mim, aí seria meio complicado. A resposta era outra. A resposta era outra, mas fica joca, pô. Tá doido. E aqui, a gente trouxe só alguns desses sinais que a gente vê no exame físico, né? Que são sinais que têm até uma certa fida dignidade, né? Aquele, aquela série que a gente ama, né? O exame clínico racional lá do JAMA. Tem um artigo sobre isso. Ele fala que a presença desses sinais frente ao paciente que teve trauma pode aumentar aí a razão de verossimilância em até 16 pra uma fratura de base de crânio, né?

vou te falar que isso aqui, base de crânio, essa alteração retrocular, essa é uma das duas doenças da semiologia que eu saí assim, eu preciso decorar que eu vou ser um médico muito melhor sabendo disso. Essa é uma, a outra qual que é? Da semiologia? Da pancreatite, lembra? Do Great Turner, tá ligado? O cara sai com aquilo na cabeça, vamos fazer vários diagnósticos pancreatite com isso. Ele nunca viu.

E aqui só pra ilustrar, ali à esquerda a gente tem esse sinal do hematoma ali na região mastóidea, retroricular, que é o sinal de Beton. Aqui embaixo a gente tem o sinal do guaxinim, que é realmente também desse sangramento dessa região da base do crânio, que se acumula na região preceptal ali da...

da pálpebra, em cima, o que a Javade provavelmente viu, né, que foi um hemotímpano, né, ou seja, um sangramento também na região de base crânica, que se acumula ali no tímpano, você consegue ver na otoscopia. Agora, uma coisa que eles falam... Já viu um, já? É? Já viu um hemotímpano? Hemotímpano não, eu vi o guaxirim já.

Então, beleza. Esse é o motivo que eu queria... Eu ia perguntar se é bonito desse jeito. É, limpinha. Porra! Não, não. Geralmente tem a cera ali no meio. Parece que é um antes e depois. É o mesmo timpa. Caraca. Aqui são exemplos de aqueles aparelhos que tiram a foto. É igual a fundo de olho. Foto de fundo de olho. Entendi. Você não vai ver isso. Só é bonita na foto. Só é bonita na foto, né? Tá bom.

E aí eles falam do sinal do halo, né? Que eles falam. Vocês sabem o que é o sinal do halo? Cara, sim. E eu gostei da informação que eles deram, porque essa aí eu não tinha, né? Eu acho que eu tinha ouvido muito longe esse sinal do halo. O que é, Jaca? O sinal do halo é quando você pega uma superfície, um papel filtro ou um lençol que cai uma gota de sangue e você forma um segundo... Forma o halo de sangue, né? Tá. E forma um segundo círculo por fora de outro líquido.

Que seria o que a gente está vendo aqui nessa do azul, né? Exatamente, nessa do azul ou nas outras ali, mas que estão um pouco ruins as imagens, mas essa aqui está um pouco melhor. Mas eu estou entendendo a ideia. Isso, ou seja, você tem uma parte central de sangue e depois você tem um halo de outro líquido.

Como se fosse líquor, é tipo isso. Exato, e aí a ideia, o racional disso é que ah, então o que caiu aqui não foi só sangue, foi sangue com alguma coisa. No contexto de um trauma craniano, você espera que seja líquor, né? Tá bom. E aí isso foi estudado já e tem realmente uma utilidade baixa.

pra gente, principalmente porque não é sensível pra líquor, né? Pode ser outros líquidos. Principalmente porque a gente avalia isso em secreções que saem do ouvido ou do nariz, né? E é o que a gente espera que é uma otorreia licórica ou uma rinorreia licórica. Que são sinais também de fratura de base de crânio. E aqui pode ser por exemplo, secreção nasal, pode ser secreção auricular, podem ser outras secreções. Por isso que não é tão fidedigno.

E aí a gente prefere usar aqueles outros sinais clínicos que a gente viu antes. Que é os principais, né?

Batalha, emotímpano. Isso, exatamente. Perfeito. Da hora, né? E aí, bem, e você já tinha visto DVE na emergência, na sala de emergência? Então, pois é, nos hospitais que a gente trabalha aqui a gente não está tão acostumado com isso, né? Mas nos Estados Unidos, em outros centros, isso até acontece, né? Muitas vezes até o próprio intensivista.

alguns intensivistas têm formação para passar a DVE ali na beira-leito de UTIs. DVE, traduzindo? Isso, que é a derivação ventricular externa. Aqui foi um procedimento que foi indicado, principalmente porque é um paciente que tem uma síndrome de hipertensão intracraniana, ele tem, por exemplo, aquele reflexo de Cushing, que a gente viu no começo do caso, que era uma hipertensão com bradicardia e alteração respiratória. Certo.

que é uma tríade que a gente associa muito à hipertensão intracraniana. E aqui é um paciente que tem um rebaixamento de consciência, estava com Glasgow 3 ali, sinais de hipertensão intracraniana e uma doença sistêmica que necessita de um cuidado intensivo. Então ele tem indicação de alguma monitorização dessa pressão intracraniana. E aí uma dessas formas da gente fazer essa monitorização é com o dispositivo de...

de medição da pressão intracraniana, que nesse caso ele vai ser tanto para medir a pressão como para aliviar. Ele é o que a gente chama de PIC-DVN. Ah, passa um PIC-DVN. É o que? É um monitor de PIC, né, de pressão intracraniana, junto com a derivação ventricular externa, que é uma derivação que vai tirar líquor do cérebro para você diminuir um pouco essa pressão intracraniana.

É como se você tivesse uma PAI que você tirasse um pouquinho de sangue quando a pessoa ficasse hipertensa. Exatamente. É tipo isso. A PA subiu, tira um pouquinho de sangue aqui. No sangue não funciona, mas no líquor funciona, né? Exato. E isso, só pra fazer o momento aprendizado aqui, baseado principalmente naquilo que a gente chama de doutrina de Monro Kelly. Tá. Que é o que é uma coisa... Não é nem de dar nome, doutrina de não sei o que. É Monro Kelly. Exato. Exatamente.

Que é basicamente como funciona essa regulação da pressão intracraniana, porque o crânio é uma caixa fechada. O crânio sendo uma caixa fechada, a gente tem alguns componentes dentro dele. O líquor, o sangue venoso, o sangue arterial e o próprio cérebro. Que é o primeiro ali em cima. Isso, exatamente. Ou seja, no momento que você tem uma hipertensão intracraniana e você quer baixar essa pressão, você tem que mexer em algum desses componentes.

Cérebro não dá pra mexer. Cérebro não dá pra mexer. Tá. O sangue arterial você também não quer mexer. Tá bem. E o sangue venoso também você prefere não mexer nele por enquanto. Até porque não é facinho assim, né? Exatamente. Então o mais fácil de mexer é o líquor, né? Então você faz essa equalização da pressão, tirando, drenando periodicamente o líquor, né? Ah, mas não vai ficar sem? Não, porque existe...

Produção contínua de líquor. A gente produz mais ou menos 20 ml por hora de líquor aí. É líquor, hein? Exatamente. Eu não sabia que era tanto assim, não. 20 ml por hora é bastante óbvio. É meio litro de líquor por dia? Quase isso. 400 e pouco. Você faz as contas, parceiro.

não joga pra mim não agora eu queria entender doutrina, não é regra é lei de moncadre não, lei de moncadre doutrina se eu fizesse uma coisa mais assim, eu queria que fosse uma doutrina ah, pera aí por que tudo é assim, né? e quem que faz? isso aí não é uma lei, isso é uma doutrina a doutrina não sei quem, é do débito cardíaco a do o

Como é que é, caramba? Não sei, cara. Aumentou o volume, aumenta o débito. Starling. É isso, Frank Starling. Lei de Frank Starling. Lei, esse é lei, não é doutrina. Exato. Quem cria essa regra? Ah, peraí, cara. É quem chega primeiro e fala, né? E tem umas paradas que não tem. E tem umas que é fenômeno, né? Fenômeno de Windcastle. Que é negócio de hipertensão sistólica. É loucura.

Cara, que bobeira, né? Mas bom, bom. E aí, só pra exemplificar, aqui é um cateter que vai lá no ventrículo lateral, e aí a gente tira o líquor que vai ser drenado com uma bolsa de coleção. E aí vocês veem eles medindo, eles têm uma parte que eles medem a altura, a altura que tá o ventrículo, o águia, eles fazem zero, metem a régua ali. Exatamente, que é pra você deixar...

numa determinada vazão de débito. Se você quiser, por exemplo, drenar mais, você vai deixar isso um pouco mais baixo. Se você quiser drenar menos, você deixa um pouco mais alto. Variando pela pressão. Então, ali, na altura, sei lá, 40, vai drenar se passar de 40. Isso, exatamente. Se deixar em 30, é 30. Então, quanto mais baixo, menor. Quando a gente vai passar visita nas UTIs, nos pacientes que estão com esse dispositivo, há uma maneira de... PIC-DVE. Exato. Uma coisa muito boa de se falar.

A maneira de testar, a patência disso aí, geralmente ele tira do... Desce um pouquinho. Do noginho, desce um pouquinho, vê se tá gotejando, bota de volta. Exatamente. Você deve fazer um gol. Agora, assim, fechando esse caso, né? Eu não sei como é que funciona, como é que ficou, né? Que ficou desse... Se ele vai pra neuro... Ele ficou lá, foi pra UTI, né? É, ele vai pro neurodicivismo. Falaram que ele foi pra neuroceí.

Até que rolou aquele momento desagradável da mulher falando de plano de saúde pra esposa, né? É, cara. Não tem nada a ver, assim, sabe? Que aí falou, tipo, agora vocês se encaixam no Medicaid, Medicare, alguma coisa assim, né? Sim, não. Teve um... Não tem nenhuma necessidade disso, né? Não tem nenhuma necessidade disso. E agora...

E, assim, trazendo de volta o assunto, né, pra gente fechar o caso desse paciente da seta acitosa diabética, eu queria saber a opinião de você. Você acha que ele tentou, ele se jogou numa tentativa aí de atentar sobre a própria vida? Ou foi um acidente? Ou foi um acidente. Eu quero saber a sua opinião, porque pra mim ficou em aberto.

Mas eu tenho uma tendência de dizer que parece que ele se atentou contra a própria... Pelo comportamento que ele estava antes, muito preocupado com a segurança da família, em relação aos gastos que ele teria, eu acho que isso leva a gente a pensar um pouco mais nisso também. Tem uma sub-discussão, que é a questão da invasão. Muito tópico. Ela até pergunta, a acompanhante fala, porque ela não sabia. Vocês não conseguiram impedir ele de fazer isso?

Aí o Rob fala, ele conseguia responder pra ele mesmo, ele sabia dos riscos que ele tava ocorrendo ao sair, e aí ele fala assim, mesmo que fosse uma decisão, e ele podia decidir, aí ela responde, mesmo que fosse uma decisão estúpida, né? Sim, infelizmente sim, né? Cara, isso é uma situação assim, ó, é terrível. Tem uma discussão ética, né, assim, de bioética mesmo, do qual que é o limite, né, de autonomia e tudo mais, mas via de regra...

E aqui no Brasil a gente tende a ser muito mais paternalista do que a gente vê nos seriados americanos. Lá a gente vê muito mais essa questão de respeitar totalmente a autonomia do paciente. Aqui a gente também tem isso. Mas eu acho que a gente se comporta de uma maneira um pouco mais paternalista em relação a isso. Tenho dúvida, Jock. Eu acho que tem muito local aí que tipo assim, mano, quer ir embora, vai embora. Ah, mas tá com PA de 60 por 30. Pô, vai embora.

Tem local que eu... Acho que tudo depende do frame. Tem local e local. Mas assim, eu acho que existem os dois possíveis aí. Mas é uma discussão muito difícil. Saber o quanto que o paciente é apto por responder por ele mesmo. Porque assim, a gente pode falar que a certa acidose diabética, a acidemia do sangue dele atrapalha o juízo e ele não poderia ter ido embora.

Exato. Esse é um argumento que é válido. E aí se ele não tem juízo preservado, então aí esse é um cenário que há o respaldo do aparelho de saúde impedir ele de ir embora. Porque ele não está respondendo por ele. Por contenção mecânica ou farmacológica. Exatamente. Que aí sim, é como se fosse exato. Então aí a gente, aí o serviço de saúde ele é responsável em não deixar esse paciente ir embora. Exato.

Agora, não, mas ele é capaz de responder por ele mesmo. E aí, essa adesão, muito difícil. Eu já me peguei em cenário, quando eu tinha um psiquiatra à disposição, a falar assim, cara, me confirma que ele consegue responder por ele mesmo, porque ele quer evadir. Eu até acho que ele pode, eu não quero, eu não vou dar alta, mas não é uma situação que ele vai tentar diretamente contra a vida dele.

Mas rola essa área cinzenta e o psiquiatra vem e ajuda. Mas é muito difícil. Volta e meia. E teve a maldade do episódio porque ele tinha topado uma alta facilitada, né? Ela foi... Não, ela rolou... Ela foi pegando um monte de coisa, eletróleo pra ele tomar em casa. Isso, isso.

vazou, né? Então se ela ia fazer uma alta facilitada ali, tentar ali uma contenção de danos, uma alta segura ali na medida do possível, mesmo que a pedido, né? Sim. E ainda assim não deu certo. Isso aí é uma baita discussão, daria a gente ficar aqui horas, né? Pegando ramos e ramos, caso triste, grave e...

E a gente cantou o que ia acontecer, né? E voltaria, né? A gente disse que ele ia voltar. A gente disse que ele ia voltar porque tava muito... O roteiro desenhou pra isso. Desenhou pra isso. E que ele ia voltar grave. Eu não tava pensando que ia ser desse jeito. Eu achei que ele ia voltar da própria acidose grave, né? Tem uma que a gente falou que ia voltar que não voltou ainda, que é a do TEP, né? A da TVP que fugiu na hora do Ice, né? Verdade. Talvez venha. Talvez venha. Só lembrando.

Verdade, né? Vai ter que vir em parada. Pode ser. Verdade, verdade. Aqui, lembrar, pra fechar aqui nossa parte onde a gente esmiu, alguns casos com mais detalhes, teve essa paciente que chegou equitérica e aí rolou até assim, você sempre teve essa cor, ah, eu bronzei um pouco mais. E a esclera dela amarelaça, né? Mas... Vai que come muita cenoura, né? Exato.

E aí rolou uma discussão, né? Por que que tá acontecendo? Por que que ela tá ectérica? Ecterícia é um cenário onde o paciente, ele não consegue ir embora do serviço de saúde sem ter uma resposta. Não tem como. O que que eu quero dizer? Às vezes, o paciente ia com tosse e você manda ele embora porque vê que não é nada, vê que não é pneumonia e, cara, talvez vire uma tuberculose no futuro, talvez vire. Você consegue excluir as causas mais graves um pouco mais filialignamente ali.

E pronto, vai pra casa que deve melhorar e se não melhorar, você volta. Queixas autolimitadas, né? Dor lombar. Dor lombar. Às vezes você não sabe exatamente o que está causando a dor, mas você vê que não é nada grave, o paciente vai embora, se piorar, você volta e tal. E que ter isso é muito difícil ele sair do hospital sem ter uma investigação muito boa e uma resposta do que quer. Ou ele já tem um diagnóstico prévio muito compatível, sei lá, tem o Gilbert, né?

que é uma coisa mais... E que dificilmente vai levar alguém pro PS, né? Exato. De vez em quando fica equitérico, ou você vai internar esse paciente pra investigar. Muito difícil, cara. É muito difícil você resolver todo caso, assim. É um caso que, cara, acabou... Pode ser uma infecção, que é auto-limitada, mas pode ser um câncer, pode ser um quadro... Uma auto-imunidade. É muito difícil, né? Emólica, né? Outras coisas. Pronto.

E aí chega essa paciente, e o pessoal até faz uma investigação da parte bilhar dela, mas vê que não acha nenhum fator de risco, né, pra isso. E aí começa a rolar toda uma pesquisa sobre será que ela tomou alguma coisa? Será que ela fez uso de alguma coisa? Porque quando a gente vai para as causas, até porque ela percebe laboratoriamente que ela tá evoluindo pra uma insuficiência hepática aguda, que ela pode evoluir, né? Não evoluiu muito bem ainda, mas ela pode evoluir. Tem sinais de insuficiência hepática, né? Isso.

E aí, pessoal, tem alguma coisa a mais e quando a gente vai olhar pras cortes de causas de insuficiência hepática, duas causas brilham muito, que são as causas virais agudas, né? Insuficiência hepática aguda, sem ser cirrose. Insuficiência hepática aguda. São as causas virais, como hepatite A, hepatite B, hepatite C-, mas pode ser, hepatite D, E. Agora...

Outra, segunda, é medicação. Eu gosto que no episódio, a gente fala hepatite, escolhe o vírus. Ah, não tem fator de risco. Aqui no Brasil, eu sinto que, tipo, é meio que... Pô, comi na rua, pronto, pode ser hepatite. Pode ser hepatite. Então, não tem muito fator de risco, não. Não sei se rolou a pergunta da manicure, né? É, tem a relação da manicure.

Mas aí viram que não tinha muita coisa pra viral, e aí pensaram, deve ser alguma exposição, alguma coisa que ela tá tomando e tal. E aí começaram a conversar com a paciente e perguntar sobre o que ela faz. Ela não toma remédio pra nada, eu sou... Saudável. Eu sou super saudável, eu tomo só vitamina. A gente é saudável até demais. Eu nem tomo muita vitamina, eu só como coisa, só derivado de alimento mesmo e tal.

E aí nessa de perguntar, chegaram numa resposta, né? Que é, ela faz... A falta da cúrcuma. A cúrcuma, tá bem? E aí falaram assim, ah, você faz cúrcuma? Faço. Quanto? E aí ela faz uma dose bem super necessária, né? Uns três gramas de cúrcuma, era um prato de almoço de cúrcuma. É, exato. Loucura, né?

E aí, assim, comentando um pouquinho mais de causa de falência hepática, e chegando, e pra finalizar em Cúrcuma, primeira definição, essa definição de ciência hepática aguda, ela não é uniforme, tem diretriz que discordam alguma coisa, alguma outra, então existe muita discussão assim, não é um consenso do qual são os critérios.

Mas como regra geral são três coisas. Tem que ser um quadro agudo pra diferenciar de cirrose, por isso o corte deve ser menos de 26 semanas, como se fosse menos de seis meses. Menos de seis meses deve ser agudo, mas seis meses deve ser algo mais... Deve ser pensar mais em causa de cirrose, algo nesse sentido.

E aí é um paciente que deve ter duas coisas. Encefalopatia, que a nossa paciente não tinha ainda. Por isso que quando eu falei que ela tinha ciência hepática aguda, eu travei, porque na real ela não tinha ainda. Mas ela tinha a parte da disfunção hepática, que eu vejo através da bilirrubina aumentada e principalmente do coagulograma do RNI alargado, que o dela tá.

Então ela é uma paciente que tem risco pra insuficiência hepática aguda, tá faltando de critério só encefalopatia, que se chegar já é um quadro muito grave, tem que ser cogitado até transplante hepático e por aí vai, né? E que tem gradações, né? Às vezes não é aquela encefalopatia grau 2, né? Às vezes só a inversão do ciclo sono-vigíneo. Isso, ela já tá soturnista ali e tal, já pode ser, né? Alguma coisa assim. Tá bom, exato.

Aqui eu trouxe uma tabela de um trabalho latino-americano de causas de medicações que fazem suficiência hepática aguda. Insuficiência hepática aguda ou dili?

Porque eu acho que é dílien, porque clavulanato... Pode ser dílien. 12% é o principal, né? Pode ser só hepatopatia relacionada à droga, né? Isso, é. Lesão hepática, não necessariamente insuficiência hepática aguda. Verdade. Leather injury, né? Que é o que a gente chama de dílien, né? Provavelmente é porque o clavulanato tá reinando ali, né? Eu vou acreditar que sim. Eu vou acreditar que sim, porque eu não vou conseguir achar rápido.

Não, mas eu acho que é, porque o clavulanato é o principal, né? A gente tem compromisso com a verdade aqui, Luca. A gente vai entregar pra você. Eu vou procurar.

Porque senão, aqui, a gente não... A corte latino-americana não vai ser. A americana seria paracetamol. Exato. E aqui ele está falando... E eles até insistem nisso, né? Você tomou o Tylenol ou não? Ela diz, não, Deus me livre. Deus me... Ah, agora eu não me livre. Por isso que é porque ela... Porque está mal falada na praça. Exato.

E aqui fala muito de medicamentos, mas acho que lesão hepática, principalmente a alteração de marcador hepático, é uma coisa que está muito relacionada a coisas que os pacientes não relacionam com medicamentos, né? Então, suplementos, às vezes chás, né? Sempre tem, né? Sempre tem o chá de quebra-pedra, o chá de não sei o que. Um herbal ali. E o ruim é que você não tem muita certeza de qual que é a formulação, né? Do que está sendo o seu tal de chá de boldo, né?

E nem a dose, né? Às vezes o cara não toma água, toma só chá, toma outras coisas assim e pode levar a lesão hepática realmente, né?

Dili, confirmado. Confirmado Dili, tá? Então é causa de lesão hepática induzida por droga. Que pode se manifestar com ecterícia. Que pode ser só uma hepatitezinha, mas pode ir até insuficiência hepática aguda ou não, né? E aí, insuficiência hepática aguda, provavelmente o principal é paracetamol, né?

uma que é muito comum também da gente ver na nossa prática é antituberculoso seria a terceira aqui, então vindo de cima pra baixo, do mais comum pro menos comum clavulin, da amoxicilin clavulanato aqui são herbais então algum associado a fitoterápicos, algo nesse sentido é o que a gente falou

A antituberculose vai estar aqui, então é bem comum, o paciente começa o tratamento, principalmente a gente vê muito em hospital, né, um paciente mais grave, começa a terapia pra tuberculose e evolui a presença hepática, pra lesão hepática. Aí começa a S, nitrofructoína, ticofenaco, anti-inflamatórios em gerais, estatina. A loucura desse gráfico existir. E o paracetamol ainda ser comercializado nos Estados Unidos é loucura.

Tá ligado? E a dipirona não, né? Perfeito, perfeito, exatamente. Mas simplesmente não está aí o paracetamol. Não está aí, não está aí, porque é isso, é como o frame é latino-americano, a gente tem dipirona, não é tanto o paracetamol assim, né? Da ideia. E aí, vamos ver se Cúrcuma tem relação? E aí que mostrar esse liver toxin, não sei se a gente mostrou em algum momento aqui do pipoca.

Bem útil, né? O paciente fez uso de 15 remédios, 20 fitoterápicos. Você não sabe qual deles que pode fazer lesão hepática ou não? A conduta, o certo é jogar no Google Liver Talks, vai abrir esse site aqui, que é um site americano e do NIH. E aí ele vai ter uma lista em ordem alfabética gigantesca de medicação. E aí se você vai lá na tradução de curva em inglês, que é turmeric, tá?

Gostou, Joca? O turmeric que tem o curcumin, que é um... A curcumina. A curcumina. O princípio ativo. O princípio ativo, perfeito. Mas o turmeric, se você clica ali, ele vai explicar exatamente como é que é o padrão de hepatoxidade, como é que o paciente se apresenta, em quantas semanas é. Por exemplo, ele fez uso de três remédios.

Aí dos três remédios ontem, fez os três remédios ontem. Se você vai lá e pesquisa que esse remédio aqui, a lesão hepática, faz só depois de duas semanas. Não é ele? Menos provável. Menos provável. Aí os outros dois. Aí esse faz de um dia pro outro. E por aí você vai tentando entender qual que foi a causa, ao ponto de chegar lá no Liver Talks, tem linkado esse artigo que mostrou 10 casos de dílio associado à cúrcuma, né? O turmeric. Bem recente, né?

existe uma relação genética, então existe alguns, é um pouco do paciente ser predisposto junto a ter feito cúrcuma, não é só cúrcuma, existe um pouco de predisposição HLA envolvido, mas interessante saber que de fato existe essa relação.

E acho que a grande mensagem aí que a série talvez queira passar com esse caso, né, é que os pacientes muitas vezes tratam essas outras coisas naturais como se fossem livres de efeitos covados e efeitos adversos, né. A gente sabe que não é bem assim, né. Assim como os medicamentos também têm indicações e efeitos adversos específicos, essas outras coisas fitoterápicas, suplementos, também têm seus riscos, né, e muitas vezes são riscos graves, né.

A gente já sabe que intoxicação é vitamina D, vitamina A, vitamina B, C... Cara, inclusive eu achei que ia migrar pra isso porque ela falou que usava um bronzeador. É.

recorrente, e é comum ser uma mistura de vitamina A com D, né? o pessoal de fisiculturismo faz, né? o óleo lá pra ficar como é que é? o black tan, não sei como é que é pra ficar bem definido a musculatura é A com D

Agora que você falou de A, termina, termina. E aí o cara faz duas intoxicações, né? Por vitamina A, pode fazer inspecência hepática, e D, faz hipercalcemia. Aí o cara brota, às vezes, com outra alteração por intoxicação. Quem compete muito essas coisas tem que tomar cuidado. E rola até a frase da vitamina A que o Itaker fala sobre... Do fígado, né? Do fígado de quê? De búfalo? Não, tem isso.

Fígado de baleia? Isso, eles falam do óleo de fígado de bacalhau, que é uma parada que vende, tá? Sim, não, mas era comum do Brasil. E era fígado de baleia, alguma coisa de baleia. Que dá a eficáciação com vitamina A, né? Exato. Que é uma das causas de hipertensão entrecrediânica também. Top. Bora pra passagem de caso? Vamos passar casos? Bora. Bora. Seguinte, seu Duque, lá o amigo motoqueiro do Rob, tinha, na verdade, um aneurisma de aorta. Nossa, o tamanho.

desse touro aí, meu Deus do céu. Eu achei que era muito câncer, né? A gente até falou aqui com a Joane, os quatro T's, né? Que é associado ao alargamento do imediastino. A horta não pegou, né? A neurisma de a horta, né? Não parecia que o caso estava conduzindo pra ir, né? Mas, ok. E aí, rola essa frase que é absurda, Joca. Absurda. Você quer que eu...

mortalidade de 150% pelo amor de Deus, cara mortalidade de 150% todo caso que eu vi morre uma vez e meia morre um cara desse que isso, cara? mortalidade de 150% em um ano? mas isso é mais um erro de tradução porque em inglês ele fala que a mortalidade é de 50% em um ano aí beleza, de 2, 1 morre aqui não, de 1 morre 1,5 não faz sentido, né?

Ah, aí é loucura. É igual aquela cirurgia da história da medicina, né? Que teve uma mortalidade de 300%, né? Porque morreu um paciente. O paciente onde existe o cirurgião.

É isso mesmo, cara. Tem essa daí mesmo. Olha o sistema dos caras. Ele tem 72 anos, o seu Duque. É. Homem. Cara, é engraçado. Vai ter um outro slide que a gente vai ver que o paciente que morre fica vermelho aqui em cima. Esse aqui tá verdinho. Ah, verdade. Nossa, é loucura. Interessante. Eu printei nem reparei nisso daí. É muito detalhe. Cara, é da hora. É o Série Boa. Rola uma rusga, né, entre ele e o Silvão Torosco. Ele fala, irmão, vamos operar o cara no fim de semana.

Ele vai fazer o pré-operatório dele. Isso aí tá com ele tem tempo. Exato. Exato.

Mas é uma bomba relógio. Eu sinto muito. O seu grau de influência acaba no pronto-socorro, né? É tipo isso. Eu não vou operar esse cara agora. Não ir pra cima. Aí ele fala assim, ah, mas ele pode ir amanhã com a manhã. Assim como antes, ele também não começou isso hoje. É, nem se tiver isso em casa. Ele chama o Samu, ele fala assim. Exatamente, chama... Carnal.

Outra coisa que eu queria comentar, que foi um erro grotesco desse episódio, que a gente sabe disso no momento zero, que é o quê? Na passagem de plantão, os que estavam no plantão de dia tem que ficar pra passar os prontuários a limpo, botar no sistema, tudo, e aí eles ficam o tempo todo sendo chamados, ali, ó, vem ver esse caso comigo, os outros estão ocupados, não sei o quê, e os caras não vão embora nunca, né? Qual foi o erro?

Eles não terem saído da geografia. Ficar no pronto-socorro. Meu amigo, vai pro computador. Vai ter serviço, meu parceiro.

Vai pro computador lá no andar, um corredor abandonado. É ali que tu vai fazer. Tem que ir lá pra enfermaria da endócrina, enfermaria da dermatologia, que tá calmo. Que aí você pega um computador, faz as coisas, ninguém te chama, meu amigo. Você fica no pronto-socorro, você vai ser chamado. Essa dica é boa, essa dica é boa.

Eu tenho uma história, Thalila. O colega da pediatria foi pedir uma interconsulta pra urologia, 10 horas da noite. E aí ele foi na enfermaria da urologia. É bom que seja urgência. É pra não acontecer nada, né? E a interconsulta era você registrar num livro. Nisso, um paciente caiu de um outro andar e ele caiu na sacada da enfermaria da urologia. E aí o cara que começou a fazer o ATLS do paciente...

Na enfermaria, era no terceiro andar, nada a ver. A Fussa buscou o cara. Avançando aqui, esse trecho eu só quis separar. Porque foi muito engraçado. Cara, foi muito engraçado. A Mel é 10, né? A Mel é muito top. Eles estão lá triturando todos os documentos, né? Eles estão triturando todos os documentos. E aí o triturador para de funcionar.

E aí o Itaq fala, dá um tapa. Ela dá um tapinha e nada acontece. Aí dá um chute. A Mel, ela dá um chutaço. Uma bica. Que a Santos começa a rir e rola risada de fundo. Se você reparar nesse trecho, é a hora que sai risada do pessoal dos bastidores. Eu acho que a atriz que faz a Mel chutou mais forte do que o pessoal tava imaginando. E a expressão do Itaq, ele é tipo assim, ele realmente leva um susto, cara.

Eu tenho muita certeza de que essa cena, ela rolou foi além do que tava sendo planejado, tá? Se eu ouvir de novo, vocês vão ver que tem muita gente rindo a mais. Só que o corte é muito rápido. Porque na hora, logo em seguida, corte, você não vai assistir de novo. Mas quem for assistir de novo, repara nessa cena. Detalhe, uma coisa que eu não sabia, que eu fui ver uma entrevista do Noah Wilde, que ele fala que não tem música no seriado.

Não tem música de fundo em nenhum momento. Porque pra ser hiper realista, não tem nenhuma distração. Pô, legal. Eu não tinha reparado nisso e de fato não tem. Acho que era pra ter aquela música quando o Jack Abbot aparece. É, tem, tem. Muito bom, muito bom.

Aí eles vão revisitar o prontuário do Austin Green, que é o paciente do cálculo renal, que na real era o aneurisma de aorta roto. E aí descobre que ele faleceu depois de, acho que, algumas horas de procedimento. E aí até falei, né, que no prontuário fica diferente, né? Fica vermelho.

E esse é uma coisa que mexe muito, né? A gente vai ver... Poxa, ficou desconectado. Mas um pouquinho ali na frente, Luca, dá uma avançada aí, ó. Um pouquinho mais na frente tem o momento onde o Itaker tá conversando com o Golvik que tá destruído mentalmente. Cara!

Ele foi acompanhar a cirurgia. Retiro tudo do que eu disse sobre o Ogovica. O Jonatas vai fazer um vídeo de retratação aqui. Do TDC todo para com o Ogovica. Ele fica muito mal, ele tá assim. Ele é um humano, afinal de contas.

E aí, assim, a situação que se torna é que no histórico do paciente tava que ele tinha um aneurisma que perdeu o segmento há um ano atrás, e que se o sistema não tivesse caído, eles iam saber disso, e que o paciente não falou como vários pacientes não falam tudo que aconteceu é normal, né? Mas o cara não lembra. Exato, super normal.

O senhor tem doença? Não? O que o senhor toma? Lozartana, espironolactona, ainda mais um achado de exame. Um achado de exame é sintomático? Eu não tenho doença nenhuma. Pelo amor de Deus. Concordo totalmente. Então, é bem comum isso. Então, esse foi um paciente que, se o sistema não tivesse caído, talvez o percurso dele tivesse sido diferente.

E o Ogovir fica muito sentido com isso, porque ele foi a pessoa que não olhou pra horta, foi parte do atendimento, foi até a cirurgia, o paciente não consegue, então, de fato, fica bem mexido com ele, assim, essa situação toda, né? E o Itaker tenta fazer essa parte de abraçar, de coordenar, de fazer o papel que fizeram com ele na temporada passada, quando ele perde um paciente, né? É, achei bem legal isso. O Ogovir, realmente...

se redimiu aí pelo banho de humildade exato outro que a gente quer mencionar aqui é o Langdon que por mais que esse episódio inteiro ficou uma sensação que ele seria muito bom ele receberia uma nota maior minha se ele tivesse sido o quinto episódio da temporada sim por quê?

Os casos ainda são bem interessantes para esse caso do Benjamin Plantão, não é? Imagina que no décimo terceiro episódio da temporada passada estava rolando a loucura completa. Tiroteio com não sei o que. Esse aqui não rolou, esse aqui não rolou nada. São só casos que estão chegando normalmente, né?

mas, então, parece um meio de plantão, rola, os casos são interessantes, rola o desenvolvimento de personagem, mas nessa altura do campeonato eu já tô meio que... Sem tempo, irmão, eu já tô querendo ver o desfecho. E agora o Langdon tá, eu gosto da situação dele se perguntando se ele tá pronto mesmo pra voltar e tal. Mas parece que não tem mais tanto tempo pra desenvolver isso, né?

eu acho que já passou. Eu queria que nessa altura do campeonato ele já estivesse mais confiante, não menos confiante. Isso aí que eu achei curioso, pra mim esse episódio ficou até meio destacado do que vinha sendo a evolução do fim da temporada. Parecia que as coisas estavam correndo pra um negócio, aí durante o episódio eu, de diversos momentos, fiquei tipo...

O que está acontecendo agora? Eu não estou entendendo. Porque aí, de repente, ele que passou a temporada toda com uma certa estabilidade. Em alguns momentos teve aquela... Quebrou agora, né? Aquela ideia do Rob quando ele apertou ele um pouco. O Hashimi, no último episódio, pegou o ar em pé dele. Mas ele vinha bem. Aí, agora, volta a quebrar. Aí, por exemplo, Santos, que estava de mau humor o dia inteiro. Agora, nesse episódio...

Ela pisou o pé no freio e estava mais de boa. De bom humor fazendo as coisas. Fazendo diagnóstico, ajudando a McKay. Pois é, é isso. Eu achei que ficou meio lateralizado as coisas. Não entendi. Concordo. Episódio estranho.

Mas eu queria... E ninguém vai embora, né? Ô caramba, vai embora, é isso. E um comentário que eu queria fazer, só pra fechar a parte do Langdon, que ele mesmo nessa parte que ele se duvida, mas fora isso, ele tem se mostrado com os colegas de plantão, com os outros residentes, com a própria Dana. Quando a Dana faz a situação da agressão, ele vai e pergunta, ele fala bem assim, ó, você fez o que você tinha que fazer mesmo, tá tudo bem.

E a impressão que eu tenho é que tá rolando um contraste do Langdon versus o Rob, né? Onde o Rob, ele é agressivo com todos os colegas de plantão dele, com todos os residentes. Ele é extremamente agressivo, inadequado. E culminando nesse episódio, episódio passado, sendo com a Dana, né? Que é a enfermeira, que é amiga dele.

enquanto ele, ele vai lá e ajuda a McKay, que tava falando lá sobre, até falando, você quer um abraço? A Mel, ele ajudou com a irmã, a Dana, ele ajudou com a irmã, então a impressão que dá é que existe uma... Tá tendo uma dicotomia entre os dois, né? Não poderia ter falado melhor, Joca, é isso aí. Tá desenhando dois polos, né, assim, de quem cuidou muito da saúde mental e quem não cuidou nada, né, da saúde mental. Avançando pro paciente da diálise... Isso aqui, a gente...

Ah, é verdade. Esse é o paciente que tá em situação de rua, né? A Dana pede pra Ema pra ajudar ele a fazer a barba, ajuda a cortar o cabelo. Rola um momento bem de emoção, né? E a Ema... Você vê que é a Dana querendo trazer a Ema pra uma... Vamos relembrar o motivo da gente estar aqui. Exato.

Depois dela ter sofrido toda a agressão, né? E pra tentar evitar com que a Emma tenha alguma experiência negativa de tudo isso, né? E ele até pergunta, né? Você trabalha aqui há muito tempo? Ela, meu primeiro dia. Ele fala, você tá indo muito bem. É fofo. Isso é bem legal. E ela quer um cristal dentro desse ponto de socorro, né? Quando tá na passagem do plantão e fala assim, gente, vocês vão descobrir que a Emma sofreu agressão. E ela fala assim, não, eu tô bem, gente. Tô tranquilo.

foi um dia bom, não foi tão ruim não como o Luca definiu ela é um cristalzinho o que vai entender é que ela veio de uma escola de enfermagem que deve ser pior do que isso aí quando a pessoa tá lidando assim, o negócio foi intenso

O paciente da diálise, a princípio, tá dializando agora, vai acabar só no final do dia, né, essa diálise. Esse aí a gente não vai ver, né? Esse não vai, né? Tem um motivo pra esse paciente ter chegado só no fim da temporada também. Porque senão ele ia passar, ele é outro que ia passar a temporada inteira, a gente vendo ele. Mas é isso, ficou bem, saiu do tubo.

E pra fechar, a gente já falou do parceiro do Rob, né? Exato. E novamente o bebê também foi mencionado e nada de desenvolver esse danado desse bebê. Eles passam pro noturno assim, ó. E se chegar amanhã? É, e se chegar amanhã? Chama a polícia. Pô, mano, que tristeza. Eu tinha muita confiança que se amanhã ia chegar uma hora. Esse bebê não vai dar em nada. Mas tá em aberto ainda o arco da O'Hashimi. Da O'Hashimi. Inclusive...

Que teve outra coisa também. No atendimento da criança com asma. Ela escutou o menino com asma, ela deu uma desligada ali, aí foi embora. O arco dela claramente com asma e armênio. Uma manjão daquele. Ela fala armênio, né? Vamos falar? Vocês viram que ela fala armênio. Gostei da vibe da internet que chega à noite, tá? Aquela ali é a vibe, tá? Pô, ela veio pra trabalhar, né? Não, não, não. Pegando plantão, primeiro dia. Esse paciente eu fico. Esse paciente eu fico. Sempre que tem doado.

Gostei, tá? Bora pra comentários aqui, pessoal? Bora. Vamos lá. Seguinte, ó. Primeiro comentário vai ser do The Thing. A Coisa 66. Ótimo filme. É, amigos. Por mais que eu ache paia o Rob voltar como um paciente, acho que vai voltar mesmo. Tudo tá indicando que o Rob vai ser o cara que a série vai mostrar sobre burnout e profissional de saúde. De resto, morra apagada, o Itarque brilhando na cinza. Cara, eu gosto muito da morra. Foi anunciado agora que ela foi sacada.

Ela não volta pra terceira temporada. Eu acho que talvez o caminho dela seja mesmo mudar de ramo e não ficar na emergência. Esse último episódio falou muito, esses últimos episódios, né? Falou muito dela na geriatria, né? Inclusive, pra ela, o episódio termina de uma maneira bem intensa, né? Que ela acaba de descobrir que o paciente na aneurisma de aorta morreu, né? Chega o paciente que evadiu, que era dos cuidados dela, que ela ficou visivelmente abalada durante todo o atendimento daquele paciente.

até porque ela deveria ter passado do plantão e estar lá, né? E aí, além disso, ela descobre, ela vai embora, né? Eu fiquei até bem preocupado, porque não sei se isso vai virar trama dos dois últimos episódios, né? Acho que sim, acho que sim. E o Rob, ele também termina o episódio de uma maneira bem ali que você fica...

sobre o Itaker brilhando essa season, tem uma coisa que na série que é a inspiração de The Peach o Noah, que é o Rob do The Peach, ele começa como aluno, vira residente e vira chefe de plantão

Eu não sei se não é o caminho que o Itaker tá trilhando. Porque na temporada passada ele era aluno, agora ele é residente, e aí talvez ele seja um dos que vai ficar até virar chefe do próprio setor, sabe? Sim. Apesar de que menciona que ele queria rural, uma coisa assim, né? É, tinha uma dessa, né? Mas fica na dúvida se ele não vai espelhar o Rob, né? Não deu no IR.

E aí o Daniel Mairin, que também falou um comentário legal que a gente esqueceu de falar no último vídeo, que foi falando estresse e a Santos, hein? Foi um bisturi que ela pegou naquela caixa e foi. Tem uma cena que ela abre uma caixa lá do carrinho de atendimento e pega aqueles bisturis descartáveis, né? Que tem e bota no bolso.

O que ela faz com isso, a gente vai ter que descobrir. Exato. Aí ele lembrou que teve um momento que mostrou, né, algumas marcas de prova automutilação, né, que a Santos talvez tinha. E aí ficou na dúvida, será que tem uma coisa de recaída, de algum quadro dela? A impressão que dá é essa, Jó. Ou se seria uma coisa para, sei lá, autodefesa, alguma coisa parecida com a...

Não, não, não. Eu acho que é... É, é pra isso. Eu acho que o retorno do Langdon na série pra ela foi uma coisa que desencadeou algo nela do passado. Sim. Que a princípio as cicatrizes elas não são novas, né? São cicatrizes. E ela mesmo fala que ela tava bem e com ele voltando descompensa. Ficou pior. E isso mexeu de fato com ela, né? Exato.

Acho que não vai falar mais nada disso não, a gente vai ficar no subentendido. Até prefiro, assim, que fique no subentendido. Mostrando que ela também tem problemas, né? É que a série não faz isso, né? A série, The Pit é uma série que gosta de deixar... Fechada, né? Elas gostam de deixar muito claras as coisas. The Pit é o oposto de Lost, né? Que não terminou, ainda está rolando, né? Na cabeça de todo mundo. Conhecendo The Pit, a Hashim vai chegar na Santos e vai falar assim, eu vi que você pegou um bisturi e você quer se cortar. Vai ser algo extremamente... O caminho não é esse, vão se abraçar e acaba aí.

É isso mesmo. Agora, curioso, né? Como o Langdon afeta ela e o Robin, né? Que são os dois menos resolvidos aí da parte da parte emocional, né? Sim. Parece que o fato dele estar reabilitado ele estar bem é uma coisa que deflagra muita coisa neles. Perfeito. Conecta Obscurion?

Uma coisa que eu sempre achei estranha, principalmente no dia, é a quantidade de estudantes e residentes para poucos médios e assistentes. Basicamente é só o Rob e o Hashimi. Detalhe que o Hashimi está vindo conhecer o setor. É, para ser só o Rob. E isso também é uma preocupação para o Rob, porque ele via potencial no Langdon. Tanto que na primeira temporada fez espontaneamente uma carta de recomendação.

mas acabou se decepcionando. Samira Mohan é outra residente sênior, que na visão dele não tem perfil pra assumir como médica assistente naquele hospital. E esse é o gancho do último episódio, né? O fim do episódio é esse, né? Desse episódio agora, que é o Rob contemplando... Ah, crise de identidade do Rob. Ninguém vai conseguir saber conduzir isso aqui. Como é que eu vou embora? E ele próprio já tá burnoutando aí. Pelo amor de Deus, né? O protocolo existia antes dele, existe com ele e vai existir depois dele.

E eu acho que isso que é o que tá quebrando as pernas dele, sabe assim? Você é apenas uma engrenagem, né? Exato. É uma engrenagem. Por melhor que você seja, ainda assim, uma engrenagem, né? Mas eu acho que pra ele é isso que tá pegando. De talvez contemplar de que... Se eu sair, o pessoal vai perceber que não precisa de mim. E aí qual que é o meu motivo, né? Qual que é o...

talvez é pra ele que vai trabalhar e esse comentário que ele fez aqui de poucos médicos assistentes, em muitos locais do hospital universitário, realmente tem uma desproporção de ter mais residentes do que médicos assistentes, é uma coisa que eu acho que chama a atenção de ser só um no pronto-socorro da frente mas pelo amor de Deus eu vou te contar então uma história rápida na época que eu era residente no hospital que eu me formei no Hospital São Paulo tinha só um chefe pra tudo também semモモ semモモ semモ semモ semモ semモ

Exato. E tipo assim, levemente absurdo. Calço, exato. Depois que eu terminei, ofereceram um plantão e eu peguei. Cara, eu falei assim, ó, eu nunca mais fiz aqui. É, exatamente. Porque...

Você vai querer, ainda mais assim, você quer estar presente, você quer saber de todos os casos, você quer ajudar todos os residentes que estão ajudando? Vai ficar maluco mesmo. Se você precisar entrar em um procedimento com residentes, esqueça. Acabou assistente no plantão. É, agora mudou, tá? Agora mudou, tem mais de um, então melhorou, mas, cara, quando era um, era uma loucura completa.

E é uma coisa interessante que até na última cena do episódio, né? Que foi o gancho pro próximo, quando ele tá ali batendo a boca com a Dana, né? E ele fala como se fosse uma coisa ruim. Você sabia que o Hashimi sugeriu pra ter dois médicos assistentes? É. Ele fala como se fosse uma coisa ruim, mas obviamente é uma coisa boa. Pelo amor de Deus, vai melhorar a assistência, vai diminuir a sobrecarga. Pelo amor de Deus.

B Birdie? Rapidão, eu... Você queria falar alguma coisa do... Eu desliguei, não, não, eu desliguei. O que eu queria falar? Não sei, você ia falar... Você ia me cumprimentar da parte do Robby com...

Não, o que eu ia complementar é que a O Hashimi, ela já deu entrada com os papéis que você acabou de falar. Então, ela detectou isso e sugeriu que tivesse dois médicos assistentes, pelo menos. E o Rob fala no final como se fosse uma coisa ruim. Ah, é. Reclamando pra Dana. Porque tem o egocentrismo. Eu sou o chefe, o meu pronto-socorro não é o seu pronto-socorro. Comentário rápido aqui. Abre a tela em mim, diretor. Abre a tela em mim. Existe, eu não sei se vocês comentaram no episódio passado.

Mas existe uma vilanização do Rob que eu não sei se tem ponto de retorno mais. Pois é. Se acontece um acidente... Se você comentou outra vez isso. Se acontece um acidente grave com o Rob no próximo episódio ou no último, nos próximos dois, eu não sei se a audiência fica triste. É, isso é verdade. Porque eu entendo querer mostrar o burnout dele, mas até a metade da temporada, quando a gente falava sobre a acidente do Rob, eu acho que todo mundo ia ficar triste.

Mas começou a ficar tão incessante o roteiro da série pra tornar ele vilão, pra ele fazer tudo que ele fizer, ele fazer de maneira agressiva. Até rolou uma certa agressividade com o jeito que ele lidou com a Javad pra fazer o procedimento. Foi, você vai ficar lá pra... Cara, eu não quero... E ele falando baixinha, né? Eu não quero voltar aqui e descobrir que você tá ainda em dermatologia.

frases necessárias então eu fico pensando será que a série ela não está cruzando o ponto que ela não vai conseguir voltar, sabe? ou o arco da redenção vai vir gigantesco, vai acontecer alguma coisa quase não acreditando tem só mais duas horinhas diz pra mim, se o Rob aconteceu acidente com o Rob como a gente está cantando desde o episódio 1 e vai ter que ir semモモ semモモ semモ semモ semモ semモ

Você fica triste ou feliz baseado em tudo que aconteceu nessa temporada. Exato. Lembrando que é personagem fictício, pode ficar feliz, tá?

vamos lá? É porque as vezes a pessoa fala assim, não vou ficar feliz com morte, é que a gente quase que, não é que torce pra acontecer, mas parece que o personagem vai precisar de uma desgraça pro arco dele fazer sentido. Pra deixar ele ser tão... Eu tô pra dizer que existe uma chance de não acontecer nada com ele, só acabar e aí de ficar assim... Ou acontecer, e esse é esse o fim da temporada. Aí é absoluto cinema, né?

termina assim com ele pranchado ah não, odeio uma coisa que eu gostei da primeira temporada foi que fechou resolveu, acabou no plantão isso me lembra a ruptura que raiva, que ódio

Vai. Beard, né? Beard. Início da temporada... Não, isso aqui é loucura. Esse comentário. Vem comigo. Vem comigo. Vem comigo. Vem comigo ver o que o Beard falou, tá? Início da temporada 12 de The Pit. Primeiro dia da aula, Jenny Doe. Que é a...

menininha abandonada. É o bebê. Doutor Itaker, o chefe de plantão, está no seu último dia antes de se aposentar e ir morar na fazenda e cuidar de Rob, que virou um senhor idoso.

Esse também é um dia que ele deve se decidir se passará o bastão para Dr. Joy ou Dr. Ogur, que são os próximos a pegar a funça. Emma, a enfermeira, dá as boas-vindas aos novos estudantes e explica o código contra a agressão, contando sobre seu primeiro dia naquele plantão 17 anos atrás.

A TV anuncia mais uma tragédia com o Tobogãs. E a Santos comenta. Eles não aprendem nunca. É a frase da Santos, tá? Brilhou. Com a sua esposa Garcia, eu acho que aqui elas não vão casar. Não passa a vibe.

A cena corta por uma visão externa do hospital, com a chegada de várias ambulâncias que foram direcionadas ao centro médico do trauma Al Hashimi. Pô, mano, cara, sério. Esse aqui ganhou. Cinema, tá? Obrigado, obrigado. Ele já tá profetizando que The Pit vai virar igual o Grey's Anatomy. Tá indo pra 23ª temporada, já era pra ter acabado 10 temporadas atrás.

Eu acho que de tudo que ele falou, essa é a mais verdade, tá? Se eu for dizer, eu acho que vai estender esse The Pit. Muito bom isso aí. Muito bom, obrigado pelo comentário, espetacular. Dito isso, a Santos tem umas falas lá uma hora que ela fica falando, não, porque essa pessoa é muito idiota, alguma coisa. Mas, pô, meu, que menina...

amarga, né? Coitada. Ela fala que quanto mais idiota os pacientes, mais eu ganho dinheiro, porque eu vivo disso. Cara, até a McKay fica olhando e caramba, mano. E ela vai na humildade, né? Tipo, vem me ajudar aqui, você que é crânio e tal. Exato. E que remete ao que a Garcia falou, assim, que ela acha que as pessoas não gostam dela por causa do que aconteceu no Leng. É o contrário, né? Elas não gostam de você porque ela é do jeito que você é. Ali a McKay mostrou, caraca,

Sabe? É tipo, calma, às vezes você é só achata mesmo. É. E tá tudo bem, né? Tá tudo calma, protagonista. Cara, eu ia separar essa figurinha. Calma, protagonista. Calma, protagonista. Droga. Lá no Spotify, a Dona Lisboa mandou. Joy, a maior fã do autocuidado. Ela é mesmo. Estou rodando pediatria no internato e quero saber o quanto vão lançar o Tad Molecagem, tá? E estão pedindo há muito tempo, né?

Tá, estão pedindo há muito tempo. Tu tá ligado que é o espelho do TDC, né? É só todas as esposas se unirem que tá voltado. A minha esposa, a do Joca, a do Caio, a do Rafa. Tem mais alguém que eu tô esquecendo? Que cuida de criança também. A do Luca, que é médica da família. Médica da família, tem também. Cara, é uma questão só de querer. É muito pediátrico.

E a Mari respondeu, eu sou a maior fã e eu sou a maior fã da Joy, né? Ah, desculpa, a dona E mandou. Um salve para o pessoal da Baiana de Medicina. Um abraço, pessoal. Bom demais. Eu sou a maior fã da Joy. A Joy tá em casa agora, já de pijama. Já tá assistindo o React.

exatamente, ela tá aqui já com a gente ela mandou um até amanhã, chegou aí e notas? Cara, é sete tá muito fora esse episódio eu acho que ele é bom eu acho que ele teria uma nota maior se ele tivesse sido antes é porque, é o contexto é o antepenúltimo

do antepenúltimo, eu acho que é um 7,5 se esse mesmo episódio episódio quinto da temporada, 8,5 muito, muito bom mas meu amigo, antepenúltimo eu quero que qual que vai ser o caos que vai surgir como é que vai ser o fim disso aqui era pra gente já estar imaginando o que vai acontecer no último episódio uma coisa que a gente não comentou

Foi o flertezinho ali do Rob Com a mulher que vai falar do plano de saúde lá Ai cara, que preguiça, Joca Vamos ver no que vai dar, né? Não sei, mano, é por isso Isso, o Rob, no começo, quando rolou essa cena Legal Agora que ele virou um vilão Meu amigo

Não tente mostrar o lado humano seu, não? Tente mostrar o lado humano seu, não? Faz o que você quiser também agora. Faz o que você quiser. Vai embora, só vai embora. Só vai embora. Vai embora, tá todo mundo falando. Há dois episódios. Irmão, pode ir já, velho. Já deu. Pelo amor de Deus. Perfeito, perfeito. E o cara não vai. Sete e meio cravamos? Sete e meio, tá bom. Fechado, ok.

Pessoal, deixa aqui seu comentário. Estamos chegando à reta final aqui. Já faltam só mais dois episódios para acabar essa temporada de Pipoca TDC. E é isso aí. Fechou? E dia 17 tem live. Bora. Aqui para o último episódio. Balô. Tchau, tchau.